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Relatório da 1ª Atividade Prática

Mariana Monteiro
10º ano

Ano letivo 2019/2020, março de 2020


1) INTRODUÇÃO:

AS soluções são misturas homogéneas de duas ou mais substancias, constituindo uma só fase.

Uma solução obtém-se a partir da dissolução do soluto (fase dispersa) no solvente (fase dispersante).

Soluto + Solvente ⅆ m 3 = Solução

- Nas soluções:
- As partículas constituintes, quer do soluto quer do solvente, são em media inferiores a nm e podem
ser átomos, moléculas ou iões.

- Não se podem separar diferentes componentes (soluto e solvente)

- As soluções podem existir em qualquer dos estados físicos da matéria.

A grande maioria das soluções existe no estado liquido e resultam da dissolução de gases, líquidos ou
sólidos. de entre as soluções liquidas as mais comuns são as soluções aquosas, que são aquelas em
que o solvente é a água.

A composição quantitativa de uma dada solução pode variar, depende das quantidades de soluto e
de solvente nela presentes: se a quantidade de soluto existente numa dada solução for grande
quando comparada com a quantidade de soluto for pequeno, diz-se que a solução é diluída. As
soluções saturadas são aquelas que contêm a quantidade máxima de soluto dissolvido a uma dada
temperatura.

Contudo, as quantidades de soluto e de solvente existentes numa dada solução podem relacionar-se
entre si através de uma grandeza física que é a concentração molar. A concentração molar define-se
como sendo a quantidade (nº de moles) de soluto existente numa unidade de volume de solução e
representa-se por C.

n(nº de moles de soluto)


C=
V (volume de solução)

No sistema internacional de unidades (S.I) a concentração exprime-se em mol/ ⅆ m 3.

A preparação de soluções de concentração bem definida efetua-se quer pela dissolução de


compostos sólidos, quer pela diluição de soluções com concentração conhecida.

Diluir uma solução aquosa consiste em diminuir a sua concentração por adição de mais água. Ao
proceder-se a uma diluição deve ter-se em conta o fator de diluição e o volume inicial da solução
inicial.

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Vfinal
Fator de diluição=
Vinicial

2) OBJETIVOS: (A.L 2.2)

Objetivo Geral:

Preparar uma solução aquosa a partir de um soluto sólido

Objetivos Específicos:

 Preparar uma solução aquosa de sulfato de cobre (ll) penta-hidratado a partir de uma
concentração de 0,100 mol/ⅆ m 3

3) MATERIAL:

 Vareta de vidro;
 Gobelé;
 Esguicho com água;
 Balança digital;
 Funil;
 Suporte universal;
 Espátula;
 Conta-gotas;
 Esguicho;
 Balão volumétrico;
 Reagentes: Sulfato de cobre (ll) penta-hidratado e água.

4) PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL:

1) Medimos a quantidade a quantidade de sulfato de


cobre (ll) penta-hidratado necessária na balança digital;
2) Transferimos o soluto para o copo de precipitação,
com o auxilio de uma vareta;
3) Com a ajuda de uma vareta, dissolvemos o soluto
numa quantidade mínima de água;
4) Com o auxilio do funil, decantamos a solução para o balão volumétrico, lavando o copo de precepitação
para dentro do balão;
5) Adicionamos mais água ao balão lavando o funil;
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6) Completamos até ao traço, primeiro com o esguicho.
7) Homogeneizamos a solução, invertendo varias vezes o balão volumétrico tapado;

5) REGISTOS EXPERIMENTAIS:

Incertezas:

 Incerteza da balança (digital) usada: ±0,01g (precisão da balança por observação);


 Incerteza do balão volumétrico usado: ±0,10;
 Incerteza associada ao goblé usado: ±0.5

6) CÁLCULOS:

 Calcular a massa de soluto:

DADOS:

C=0,100 mol/ⅆ m 3

V= 100 mL= 0,100 ⅆ m 3

m=?

1) Determinar a quantidade de soluto:

n n
C= ⇔ 0,100= ⇔ n=0,01 mol
V 0,100

2) Determinar a massa molar:

Mr (CuSO4 5H2O) = 249,69 g/mol

Então, M (CuSO4 5H2O) = 249,69 g/mol

3) Encontrar o valor da massa de soluto:


m m
M= ⇔ 249,69= ⇔ m=2,50
n 0,01

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Atividade laboratorial 2.3

7) OBJETIVOS: (A.L 2.3)

Objetivo Geral:

Preparar soluções aquosas por diluição

Objetivos Específicos:

 Preparar uma solução, a partir da anterior, com o fator de diluição 2, 4, 5.

8) MATERIAL:

 Esguicho com água;


 Pompete;
 Pipeta graduada de 10 mL;
 Pipeta volumétrica de 50 mL;
 Conta-gotas;
 Esguicho;
 3 Balões volumétrico de 100 mL;
 Reagentes: solução aquosa de sulfato de cobre (ll) penta-hidratado preparada na atividade 2.2
e água.

9) PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL:

1) Utilizamos uma pipeta e respetiva pompete para


transvasar o volume da solução, calculado no numero
anterior, do frasco que contem a solução de partida
para um balão volumétrico de 100mL;
2) Acrescentamos agua ao balão, primeiro com o
esguicho até perto do traço de referência e, em
seguida, com o conta-gotas até ao mesmo;
3) Agitar o balão para homogeneizar a solução;

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4) Enxaguamos o frasco que recolhemos a solução
preparada com um pouco desta e escorrê-lo;
10) REGISTOS EXPERIMENTAIS:

Incertezas:

 Incerteza associada à pipeta: ±0,05 (precisão da pipeta por observação);


 Incerteza do balão volumétrico usado: ±0,05;

11) CÁLCULOS:

 Calcular o volume da solução inicial,V 1,necessário para obter 50ml de uma


solução diluída considerando o fator de diluição 2:

DADOS:

Fator de diluição = 2/4/5

V f =50mL

V i=?

Determinar a quantidade de soluto:

Vf 50
f= ⇔2= ⇔ V 1=2,50 ± 0,01mL
V1 V1

 Calcular o volume da solução inicial,V 2,,necessário para obter 50ml de uma


solução diluída considerando o fator de diluição 4:

Vf 50
f= ⇔ 4= ⇔V 2=1 2,5± 0,01 mL
V2 V2

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 Calcular o volume da solução inicial, V 3,,necessário para obter 50ml de uma
solução diluída considerando o fator de diluição 5:

Vf 50
f= ⇔5= ⇔ V 3=1 0 ± 0,01mL
V3 V3

12) CONCLUSÃO E APRECIAÇÃO CRÍTICA:

Para preparar a solução foi necessário determinar a massa do soluto ( CuSO4 5H2O) e de seguida juntar
este sal à água num goblé até perfazer o volume pretendido. Para que ela ficasse homogeneizada
completamente foi preciso agitá-la, até o soluto se dissolver.
Para medições mais rigorosas foi utilizado o balão volumétrico, visto que o goblé é o material do
laboratório menos preciso.
Através, desta solução inicial conseguimos obter uma solução diluída. O nosso principal objetivo era
preparar uma solução diluída a partir de uma outra mais concentrada, então foi útil conhecer o fator de
diluição.

13) BIBLIOGRAFIA:

DANTES,M.C., RAMALHO,M.D.,(2019) Novo jogo de partículas. 1ed. Lisboa: Texto Editores.

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