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10/03/2020 Sociologia – Wikipédia, a enciclopédia livre

Sociologia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sociologia é a área das ciências humanas que estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam
os indivíduos em associações, grupos e instituições.[1][2][3][4][5] Enquanto o indivíduo na sua singularidade é estudado pela
psicologia, a sociologia tem uma base teórico-metodológica voltada para o estudo dos fenômenos sociais, tentando explicá-los e
analisando os seres humanos em suas relações de interdependência. Compreender as diferentes sociedades e culturas é um dos
objetivos da sociologia. Em suma, é a disciplina que estuda as formas humanas de interação.

Os resultados da pesquisa sociológica não são de interesse apenas de sociólogos(as). Cobrindo todas as áreas do convívio humano —
desde as relações na família até a organização das grandes empresas, o papel da política na sociedade ou o comportamento religioso
—, a sociologia pode vir a interessar, em diferentes graus de intensidade, a diversas outras áreas do saber. Entretanto, os maiores
interessados na produção e sistematização do conhecimento sociológico atualmente são o Estado, normalmente o principal
financiador da pesquisa desta disciplina científica, e a sociedade civil organizada (movimentos sociais por exemplo). Assim como
toda ciência, a sociologia pretende explicar a totalidade do seu universo de pesquisa. Ainda que esta tarefa não seja objetivamente
alcançável, é tarefa da sociologia transformar as malhas da rede com a qual ela capta a realidade social cada vez mais estreitas. Por
essa razão, o conhecimento sociológico, através dos seus conceitos, teorias e métodos, pode constituir para as pessoas um excelente
instrumento de compreensão das situações com que se defrontam na vida cotidiana, das suas múltiplas relações sociais e,
consequentemente, de si mesmas como seres inevitavelmente sociais.

A sociologia ocupa-se, ao mesmo tempo, das observações do que é repetitivo nas relações sociais para daí formular generalizações
teóricas; e também se interessa por eventos únicos sujeitos à inferência sociológica (como, por exemplo, o surgimento do capitalismo
ou a gênese do Estado Moderno), procurando explicá-los no seu significado e importância singulares). A sociologia surgiu como uma
disciplina a partir de fins do século XVIII, na forma de resposta acadêmica para um desafio de modernidade: se o mundo está
ficando mais integrado, a experiência de pessoas do mundo é crescentemente atomizada e dispersada. Sociólogos não só esperavam
entender o que unia os grupos sociais, mas também desenvolver um "antídoto" para a desintegração social. Hoje os sociólogos
pesquisam macroestruturas inerentes à organização da sociedade, como raça ou etnicidade, classe e gênero, além de instituições
como a família; processos sociais que representam divergência, ou desarranjos, nestas estruturas, inclusive crime e divórcio; e
microprocessos como relações interpessoais. A sociologia pesquisa também as estruturas de força e de poder do Estado e de seus
membros, e a forma como o poder se estrutura através de microrrelações de forças. Um dos aspectos que tem sido alvo dos estudos
da sociologia, e também da antropologia, é a forma como os indivíduos constituintes da sociedade podem ser manipulados para a
manutenção da ordem social e do monopólio da força física legitimada.[6]

Sociólogos fazem uso frequente de técnicas quantitativas de pesquisa social (como a estatística) para descrever padrões
generalizados nas relações sociais. Isto ajuda a desenvolver modelos que possam entender mudanças sociais e como os indivíduos
responderão a essas mudanças. Em alguns campos de estudo da sociologia, as técnicas qualitativas — como entrevistas dirigidas,
discussões em grupo e métodos etnográficos — permitem um melhor entendimento dos processos sociais de acordo com o objetivo
explicativo. Os cursos de técnicas quantitativas/qualitativas servem, normalmente, a objetivos explicativos distintos ou dependem da
natureza do objeto explicado por certa pesquisa sociológica: o uso das técnicas quantitativas é associado às pesquisas
macrossociológicas; as qualitativas, às pesquisas microssociológicas. Entretanto, o uso de ambas as técnicas de coleta de dados pode
ser complementar, uma vez que os estudos microssociológicos podem estar associados ou ajudarem no melhor entendimento de
problemas macrossociológicos.

Índice
História
Origens
Correntes sociológicas
Correntes teóricas tradicionais
Teoria clássica
Funcionalismo
Teoria do conflito
Interacionismo simbólico
Utilitarismo
Teoria social no século XX nos Estados Unidos
Pax Wisconsana
Estruturalismo
Pós-estruturalismo
A sociologia como ciência da sociedade
Comparação com outras ciências sociais
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Sociologia da Ordem e Sociologia da Crítica da Ordem


A evolução da sociologia como disciplina
Áreas e tópicos da sociologia
Áreas de estudo
Tópicos e palavras-chave
Sociólogos notórios
Ver também
Referências
Bibliografia
Ligações externas

História

Origens
O raciocínio associado ao conceito moderno de sociologia é anterior a fundação formal da disciplina. A análise social tem sua origem
nas ações ordinárias do conhecimento e da filosofia ocidentais. A origem da pesquisa estatística — a coleta de informação a partir de
uma amostra de indivíduos — pode ser encontrada, no mais tardar, no Domesday Book de 1086;[7][8] filósofos da antiguidade como
Confúcio já haviam escrito sobre a importância de papéis sociais. Há evidências da atitude sociológica em escritos árabes da Idade
Média; algumas fontes consideram Ibn Khaldun, um acadêmico árabe-islâmico do século XIV que vivia na Tunísia, ao norte da
África, como sendo o primeiro sociólogo e o pai da sociologia[9][10][11][12] (ver Filosofia islâmica clássica); sua obra Muqaddimah
talvez tenha sido o primeiro trabalho que avançou o raciocínio social-científico sobre coesão social e conflito
social.[13][14][15][16][17][18]

Embora o termo Sociologie tenha sido adotado por Auguste Comte com a perspectiva de unificar todos os estudos relativos às
relações humanas — inclusive a história, a psicologia e a economia —, Montesquieu também pode ser encarado como um dos
fundadores da sociologia — talvez como o último pensador clássico ou o primeiro pensador moderno.[carece de fontes?]

Em Comte, seu esquema sociológico era tipicamente positivista, (corrente que teve grande força no século XIX), e ele acreditava que
toda a vida humana tinha atravessado as mesmas fases históricas distintas e que, se a pessoa pudesse compreender este progresso,
poderia prescrever os "remédios" para os problemas de ordem social.[carece de fontes?]

Comte criou o termo "sociologia" em 1838 ao fundir as palavras "lógos" (="ciência") grega e "sócius" (="comum") latina. Em outras
palavras, a sociologia foi por ele iniciada como uma ciência que estudava as associações.[19]

As transformações econômicas, políticas e culturais ocorridas no século XVIII, como as revoluções industrial e francesa, colocaram
em destaque mudanças significativas da vida em sociedade com relação a suas formas passadas, baseadas principalmente nas
tradições.[carece de fontes?]

A sociologia surge no século XIX como forma de entender essas mudanças e explicá-las. No entanto, é necessário frisar, de forma
muito clara, que a sociologia é datada historicamente e que o seu surgimento está vinculado à consolidação do capitalismo moderno.
[carece de fontes?]

Esta disciplina marca uma mudança na maneira de se pensar a realidade social, desvinculando-se das preocupações especulativas e
metafísicas e diferenciando-se progressivamente enquanto forma racional e sistemática de compreensão da mesma.[carece de fontes?]

Assim é que a Revolução Industrial significou, para o pensamento social, algo mais do que a introdução da máquina a vapor. Ela
representou a racionalização da produção da materialidade da vida social.[carece de fontes?]

O triunfo da indústria capitalista foi pouco a pouco concentrando as máquinas, as terras e as ferramentas sob o controle de um grupo
social, convertendo grandes massas camponesas em trabalhadores industriais. Neste momento, se consolida a sociedade capitalista,
que divide de modo central a sociedade entre burgueses (donos dos meios de produção) e proletários (possuidores apenas de sua
força de trabalho). Há paralelamente um aumento do funcionalismo do Estado que representa um aumento da burocratização de
suas funções e que está ligado majoritariamente aos estratos médios da população.[carece de fontes?]

O desaparecimento dos proprietários rurais, dos artesãos independentes, a imposição de prolongadas horas de trabalho, etc.,
tiveram um efeito traumático sobre milhões de seres humanos ao modificar radicalmente suas formas tradicionais de vida.[carece de
fontes?]

Não demorou para que as manifestações de revolta dos trabalhadores se iniciassem. Máquinas foram destruídas (ludismo), atos de
sabotagem e exploração de algumas oficinas, roubos e crimes, evoluindo para a criação de associações livres, formação de sindicatos
e movimentos revolucionários.[carece de fontes?]

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Este fato é importante para o surgimento da sociologia, pois colocava a sociedade num plano de análise
relevante, como objeto que deveria ser investigado tanto por seus novos problemas intrínsecos, como por
seu novo protagonismo político já que junto a estas transformações de ordem econômica pôde-se perceber
o papel ativo da sociedade e seus diversos componentes na produção e reprodução da vida social, o que se
distingue da percepção de que este papel seja privilégio de um Estado que se sobrepõe ao seu povo.
[carece de fontes?]

O surgimento da sociologia prende-se em parte aos desenvolvimentos oriundos da revolução industrial,


pelas novas condições de existência por ela criada. Mas uma outra circunstância concorreria também para
a sua formação. Trata-se das modificações que vinham ocorrendo nas formas de pensamento, originadas
pelo Iluminismo. As transformações econômicas, que se achavam em curso no ocidente europeu desde o
século XVI, não poderiam deixar de provocar modificações na forma de conhecer a natureza e a cultura. Auguste Comte
[carece de fontes?] (1798 - 1857)

Na segunda metade do século XIX, Herbert Spencer desenvolveu aquilo que chamou de "princípios da
sociologia", que foram uma tentativa de torná-la uma ciência.[19]

Correntes sociológicas
A sociologia não é uma ciência de apenas uma orientação teórico-metodológica dominante. Ela traz
diferentes estudos e diferentes caminhos para a explicação da realidade social. Assim, pode-se claramente
observar que a sociologia tem ao menos três linhas mestras explicativas, fundadas pelos seus autores
clássicos, das quais podem se citar, não necessariamente em ordem de importância:[carece de fontes?] Karl Marx
(1818 - 1883)
1. a positivista-funcionalista, tendo como fundador Auguste Comte e seu principal expoente clássico em
Émile Durkheim, de fundamentação analítica e com um forte uso de fontes primarias;[20]
2. a sociologia compreensiva iniciada por Max Weber, de matriz teórico-metodológica hermenêutico-
compreensiva; e
3. a linha de explicação sociológica dialética, iniciada por Karl Marx, que mesmo não sendo um
sociólogo e sequer se pretendendo a tal, deu início a uma profícua linha de explicação sociológica.
Estas três matrizes explicativas, originadas pelos seus três principais autores clássicos, originaram quase
todos os posteriores desenvolvimentos da sociologia, levando à sua consolidação como disciplina
acadêmica já no início do século XX. É interessante notar que a sociologia não se desenvolve apenas no
contexto europeu. Ainda que seja relativamente mais tardio seu aparecimento nos Estados Unidos, ele se
dá, em grande medida, por motivações diferentes que as da velha Europa (mas certamente influenciada
pelos europeus, especialmente pela sociologia britânica e positivista de Herbert Spencer). Nos Estados Herbert Spencer
Unidos, a Sociologia esteve de certo modo "engajada" na resolução dos "problemas sociais", algo bem (1820 - 1903)
diverso da perspectiva acadêmica europeia, especialmente a teuto-francesa. Entre os principais nomes do
estágio inicial da sociologia norte-americana, podem ser citados: William I. Thomas, Robert E. Park,
Martin Bulmer, Roscoe C. Hinkle, Pitirim Sorokin e Talcott Parsons.[carece de fontes?]

A sociologia, assim, vai debruçar-se sobre todos os aspectos da vida social. Desde o funcionamento de
estruturas macrossociológicas como o Estado, a classe social ou longos processos históricos de
transformação social, até o comportamento dos indivíduos num nível microssociológico, sem jamais
esquecer-se que o ser humano só pode existir na sociedade e que esta, inevitavelmente, lhe será uma
"jaula" que o transcenderá e lhe determinará a identidade.[carece de fontes?]

Para compreender o surgimento da sociologia como ciência do século XIX, é importante perceber que, Vilfredo Pareto
nesse contexto histórico social, as ciências teóricas e experimentais desenvolvidas nos séculos XVII, XVIII (1848 - 1923)
e XIX inspiraram os pensadores a analisar as questões sociais, econômicas, políticas, educacionais,
psicológicas, com enfoque científico.[carece de fontes?]

O sociólogo dentro da organização intervem diretamente sobre os resultados da empresa, contribuindo


com os lucros e resultados da organização. Quando a organização é observada e estudada, podem se
verificar as falhas e assim alterar seu sistema de funcionamento e gerar lucro.[carece de fontes?]

Correntes teóricas tradicionais


Ferdinand Tönnies
(1855 - 1936)
Teoria clássica
A disciplina contemporânea da sociologia é teoricamente multi-paradigmática,[21] estando de acordo com
as contenções da teoria social clássica. Na avaliação, extensivamente citada, de Randall Collins sobre
teorias sociológicas,[22] ele retroativamente rotula os diversos teóricos como fazendo parte de quatro
tradições teóricas: Funcionalismo, Teoria de Conflito, Interacionismo Simbólico, e Utilitarismo.[23] A
teoria sociológica moderna origina-se, predominantemente, nas descrições funcionalista (Durkheim) e de
conflito (Marx e Weber) da estrutura social, assim como a tradição simbólico-interacionista, que consiste
de teorias em micro-escala da interação social, sob os paradigmas estrutural (Simmel) e pragmático
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(Mead e Cooley). Utilitarismo, também conhecido como Escolha Racional ou Troca Social, embora
frequentemente associado à economia, é uma tradição estabelecida dentro da teoria sociológica.[24][25]
Por fim, como argumentado por Raewyn Connell, uma tradição que é frequentemente esquecida é aquela
do Darwinismo Social, que traz a lógica encontrada na teoria biológica de Darwin sobre a evolução e
aplica-a a pessoas e sociedades.[26] Essa tradição comumente se alinha com o funcionalismo clássico. Ela
foi a posição teórica dominante na sociologia Americana desde cerca de 1881 a 1915[27] e está associada a
vários fundadores da sociologia, primariamente Herbert Spencer, Lester F. Ward e William Graham
Sumner. A teoria sociológica contemporânea retém traços de cada uma dessas tradições, sendo elas não
mutuamente exclusivas.

Émile Durkheim
Funcionalismo
(1858 - 1917)
Sendo um amplo paradigma histórico tanto na sociologia quanto na antropologia, funcionalismo explica a
estrutura social, referida como organização social por teóricos clássicos, como um todo e em relação às
funções necessárias de seus elementos constituintes. Uma analogia comum (popularizada por Herbert Georg Simmel
Spencer) é a de que normas sociais e instituições como "órgãos" que trabalham para o funcionamento (1858 - 1918)
correto do "corpo" inteiro da sociedade.[28] A perspectiva esteve implícita no positivismo sociológico
original de Comte, mais foi completamente incorporada à teoria por Durkheim, novamente em relação a
leis estruturais observáveis. O funcionalismo também possui uma base antropológica no trabalho de
teóricos como Marcel Mauss, Bronisław Malinowski e Radcliffe-Brown. É especificamente no uso de
Radcliffe-Brown que o prefixo "estrutural" surgiu.[29] A teoria funcionalista clássica é geralmente
unificada pela sua tendência de uso de analogias biológicas e de noções de evolucionismo social, isto é,
que a forma mais básica da sociedade aumentaria em complexidade e que as formas de organização social
que promovem solidariedade eventualmente superariam a desorganização social. Como Giddens coloca:
"O pensamento funcionalista, de Comte em diante, tem olhado particularmente em direção à biologia
como a ciência que provê o mais próximo e mais compatível modelo para a ciência social. A biologia foi
tomada para prover um guia para conceitualizar a estrutura e a função de sistemas sociais e para analisar Max Weber
(1864 - 1920)
processos de evolução através de mecanismos de adaptação. O funcionalismo fortemente enfatiza a
preeminência do mundo social world acima de suas partes individuais (i.e. seus atores constituintes,
sujeitos humanos)."[30]

Teoria do conflito
Teorias funcionalistas enfatizam a existência de "sistemas coesivos" e são frequentemente contrastadas
com as "teorias de conflito", que criticam o sistema sócio-político dominante e enfatizam a desigualdade
entre certos grupos. As citações seguintes feitas por Durkheim e por Marx exemplificam as disparidades
políticas e teóricas entre os pensamentos funcionalista e de conflito, respectivamente:
Pitirim Sorokin
Almejar uma civilização além daquela tornada possível devido ao nexo do meio envolvente (1889 - 1968)
resultará na liberação da doença na própria sociedade em que vivemos. A atividade coletiva não
pode ser encorajada além do ponto determinado pela condição do organismo social sem minar
a sua saúde.[31]
— Émile Durkheim Da Divisão do Trabalho Social 1893

A história de todas as sociedades até então existentes é a história da luta de classes. Homens
livres e escravos, patrícios e plebeus, senhores e servos, [...] em resumo, opressor e oprimido,
permaneceram em constante oposição um ao outro, carregaram uma ininterrupta, ora velada,
ora aberta luta, uma luta que cada uma das vezes terminou, ou em uma reconstituição
revolucionária da sociedade em geral, ou na comum ruína das classes competidoras.[32]
— Karl Marx & Friedrich Engels Manifesto Comunista 1848 Gilberto Freyre
(1900 - 1987)
Interacionismo simbólico
O interacionismo simbólico; comumente associado ao Interacionismo, à Sociologia fenomenológica, à
Dramaturgia, e ao Antipositivismo, é uma corrente sociológica tradicional que coloca ênfase sobre o
significado subjetivo e o desenrolar de processos sociais, geralmente acessada através da micro-
análise.[33] Essa tradição surgiu na Escola de Chicago durante as décadas de 1920 e 1930, que,
anteriormente à Segunda Guerra Mundial, "fora o centro da pesquisa sociológica e seu estudo na
graduação".[34] A abordagem interacionista foca na criação de um escopo para construir uma teoria que
percebe a sociedade como o produto da interação cotidiana dos indivíduos. Sob essa ótica, a sociedade
nada mais é do que a realidade compartilhada que as pessoas constroem conforme interagem umas com
as outras. Essa abordagem observa as pessoas interagindo em diversos cenários usando comunicações Robert Merton
simbólicas para concluir as tarefas a serem feitas. Logo, a sociedade é um mosaico de sentidos subjetivos (1910 - 2003)
complexo e sempre em mudança.[35] Alguns críticos dessa teoria argumentam que ela só observa aquilo
que ocorre em uma situação social particular, e despreocupa-se com os efeitos que cultura, a raça ou o
gênero (i.e. as estruturas sócio-históricas) podem ter em tal situação.[36] Alguns sociólogos importantes associados a essa corrente

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teórica incluem Max Weber, George Herbert Mead, Erving Goffman, George Homans e Peter Blau. É também nessa tradição que a
abordagem radical-empírica da etnometodologia surge do trabalho de Harold Garfinkel.

Utilitarismo
O utilitarismo é frequentemente denominado como teoria da troca ou teoria da escolha racional no contexto da sociologia. Essa
corrente tem como tendência privilegiar a ação de atores racionais individuais e pressupõe que, em interação, indivíduos sempre
buscam a maximização de seus próprios interesses. Como discutido por Josh Whitford, assume-se atores racionais possuem quatro
elementos básicos: o indivíduo tem (1) "um conhecimento das alternativas," (2) "um conhecimento de, ou crenças sobre as
consequências das várias alternativas," (3) "uma ordem preferencial dos resultados," (4) "uma regre de decisão, para selecionar
dentre as possíveis alternativas"[37] Exchange theory is specifically attributed to the work of George C. Homans, Peter Blau and
Richard Emerson.[38] Os sociólogos organizacionais James G. March e Herbert A. Simon notaram que a racionalidade de um
indivíduo é limitada pelo contexto ou pelo cenário organizacional. A perspectiva utilitarista na sociologia é, mais notavelmente,
revitalizada no fim do século XX no trabalho de James Coleman, ex-presidente da Associação Americana de Sociologia.

Teoria social no século XX nos Estados Unidos


Após o declínio de teorias de evolução sociocultural, nos Estados Unidos, o interacionismo da Escola de Chicago dominou a
sociologia norte-americana. Como Anselm Strauss descreveu, "Nós não pensávamos que a interação simbólica era uma perspectiva
na sociologia; nós pensamos que era a sociologia."[34] Após a Segunda Guerra Mundial, a linha principal da sociologia mudou para
as pesquisas de Paul Lazarsfeld na Universidade de Columbia e a teorização geral de Pitirim Sorokin, seguido por Talcott Parsons na
Universidade de Harvard. Em última instância, "o fracasso dos departamentos [de sociologia] de Chicago, Columbia, e Wisconsin em
produzir um número significativo de estudantes de graduação interessados em e compromissados com a teoria geral nos anos 1936–
45 serviu de vantagem para o departamento de Harvard."[39] À medida que o pensamento de Parsons começou a dominar a teoria
sociológica, seu trabalho predominantemente referenciava a sociologia europeia — quase que inteiramente omitindo citações tanto
da corrente norte-americana da evolução sociocultural assim como do pragmatismo. Acrescentada à revisão de Parsons do cânone
sociológico (que incluía Marshall, Pareto, Weber e Durkheim), a falta de desafios teóricos de outros departamentos nutriu a ascensão
do movimento estrutural-funcionalista Parsoniano, que atingiu seu ápice nos anos 50, mas por volta dos anos 60 estava em rápido
declínio.[40]

Por volta da década de 1980, a maioria das leituras funcionalistas na Europa haviam sido amplamente substituídas por abordagens
de conflito[41] e, para muitos na disciplina, funcionalismo era considerado "morto como um dodô."[42] "De acordo com Giddens, o
consenso ortodoxo terminou no fim dos anos 1960 e 1970, à medida que o centro compartilhado por perspectivas competidoras deu
espaço e foi substituído por uma variedade desconcertante de perspectivas competidoras. Essa terceira 'geração' da teoria social
inclui abordagens inspiradas fenomenologicamente, teoria crítica, etnometodologia, interacionismo simbólico, estruturalismo, pós-
estruturalismo, e teorias escritas na corrente da hermenêutica e da filosofia da linguagem comum."[43]

Pax Wisconsana
Embora algumas abordagens de conflito também tivessem ganhado popularidade nos Estados Unidos, a corrente principal da
disciplina voltou-se para uma variedade de teorias de alcance intermediário empiricamente orientadas, sem uma única
predominante, ou "grande", orientação teórica. John Levi Martin refere a essa "era de ouro da unificação metodológica e da calmaria
teórica" como a Pax Wisconsana,[44] já que refletiu a composição do departamento de sociologia na Universidade de Wisconsin-
Madison: muitos estudiosos trabalhando em projetos separados com pouca contenção.[45] Omar Lizardo descreve a Pax Wisconsana
como: "uma resolução Mertoniana, com sabor médio-ocidental, das guerras de teoria/método, nas quais todos [os sociólogos]
concordaram em ao menos duas hipóteses: (1) uma grande teoria é uma perda de tempo; (2) [e] uma boa teoria precisa ser boa para
pensar-se com ou vai para a lata de lixo."[46] Apesar da aversão a uma grande teoria na segunda metade do século XX, várias novas
correntes teóricas emergiram propondo sínteses diversas: estruturalismo, pós-estruturalismo, sociologia cultural e teoria de
sistemas.

Estruturalismo
O movimento estruturalista originou-se primariamente no trabalho de Durkheim, como interpretado por
dois antropólogos europeus. A teoria de Anthony Giddens de estruturação tem como base a teoria
linguística de Ferdinand de Saussure e do antropólogo francês Claude Lévi-Strauss. Nesse contexto, o
conceito de "estrutura" refere-se não à "estrutura social" mas sim ao entendimento semiótico da cultura
humana como um sistema de sinais. É possível delinear quatro princípios centrais do estruturalismo:
primeiro, a estrutura é o que determina a estrutura do todo; segundo, estruturalistas acreditam que todo
sistema possui estrutura; terceiro, estruturalistas estão interessados em leis "estruturais" que lidam com
coexistência ao invés de mudanças; e quarto, finalmente, estruturas são as "coisas reais" sob a superrfície
ou sob a aparência do sentido.[47]
Anthony Giddens
A segunda corrente do pensamento estruturalista, contemporânea a Giddens, emerge da escola americana
de análise de redes sociais,[48] encabeçada pelo Departamento de Harvard de Relações Sociais, liderado
por Harrison White e por seus estudantes nos anos 70 e 80. Essa corrente do pensamento estruturalista argumenta que, ao invés de
semiótica, a estrutura social é uma rede de padrões de relações sociais. E, em vez de Levi-Strauss, essa escola de pensamento tem

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como base as noções de estrutura como teorizadas por Radcliffe-Brown, antropólogo contemporâneo a Levi-Strauss.[49] Alguns[50]
referem-se a isso como "estruturalismo de rede", e igualam-no ao "estruturalismo britânico", em contraste com o "estruturalismo
francês" de Levi-Strauss.

Pós-estruturalismo
O pensamento pós-estruturalista tende a rejeitar pressupostos "humanistas" na construção da teoria social.[51] Michel Foucault
provê uma crítica importante em sua obra As palavras e as coisas, apesar de Habermas e Rorty terem ambos argumentado que
Foucault meramente substitui um sistema específico de pensamento por outro.[52][53] O diálogo entre esses intelectuais enfatiza a
tendência recente de certas escolas de sociologia e filosofia em se interseccionarem. A posição anti-humanista tem sido associada
com "pós-modernismo", um termo usado em contextos específicos para descrever uma era ou um fenômeno, mas ocasionalmente
associado a método.

A sociologia como ciência da sociedade


Ainda que a sociologia tenha emergido em grande parte da convicção de Comte de que ela eventualmente suprimiria todas as outras
áreas do conhecimento científico, hoje ela é mais uma entre as ciências.[carece de fontes?]

Atualmente, ela estuda organizações humanas, instituições sociais e suas interações sociais, aplicando mormente o método
comparativo. Esta disciplina tem se concentrado particularmente em organizações complexas de sociedades industriais assim como
nas redes transnacionais e globalizadas que unificam ou associam fenômenos para além das fronteiras nacionais.[carece de fontes?]

Ao contrário das explicações filosóficas das relações sociais, as explicações da sociologia não partem simplesmente da especulação de
gabinete, baseada, quando muito, na observação causal de alguns fatos. Muitos dos teóricos que almejavam conferir à sociologia o
estatuto de ciência buscaram nas ciências naturais as bases de sua metodologia já mais avançada e as discussões epistemológicas já
mais desenvolvidas. Dessa forma, foram empregados métodos estatísticos, a observação empírica e um ceticismo metodológico a fim
de extirpar os elementos "incontroláveis" e "dóxicos" recorrentes numa ciência ainda muito nova e dada a grandes elucubrações.
Uma das primeiras e grandes preocupações para com a sociologia foi eliminar juízos de valor feitos em seu nome. Diferentemente da
ética, que visa discernir entre bem e mal, a ciência se presta à explicação e à compreensão dos fenômenos, sejam estes naturais ou
sociais.[carece de fontes?]

Como ciência, a sociologia tem de obedecer aos mesmos princípios gerais válidos para todos os ramos de conhecimento científico,
apesar das peculiaridades não só dos fenômenos sociais quando comparados com os fenômenos de natureza, mas também,
consequentemente, da abordagem científica da sociedade. Tais peculiaridades, no entanto, foram e continuam sendo o foco de
muitas discussões, ora tentando aproximar as ciências, ora as afastando e, até mesmo, negando às humanas tal estatuto com base na
inviabilidade de qualquer controle dos dados tipicamente humanos, considerados — sob esse ponto de vista — imprevisíveis e
impassíveis de uma análise mais objetiva.[carece de fontes?]

Comparação com outras ciências sociais


No começo do século XX, sociólogos e antropólogos que conduziam estudos sobre sociedades não-industrializadas ofereceram
contribuições à antropologia. Deve ser notado, entretanto, que mesmo a antropologia faz pesquisa em sociedades industrializadas; a
diferença entre sociologia e antropologia tem mais a ver com os problemas teóricos colocados e os métodos de pesquisa do que com
os objetos de estudo.[carece de fontes?]

Quanto à psicologia social, além de se interessar mais pelos comportamentos do que pelas estruturas sociais, ela se preocupa
também com as motivações exteriores que levam o indivíduo a agir de uma forma ou de outra. Já o enfoque da sociologia é na ação
dos grupos, na ação geral.[carece de fontes?]

Já a economia diferencia-se da sociologia por estudar apenas um aspecto das relações sociais, aquele que se refere à produção e troca
de mercadorias. Nesse aspecto, como mostrado por Karl Marx e outros, a pesquisa em economia é frequentemente influenciada por
teorias sociológicas. Marx pode ser melhor caracterizado como sociólogo por ter compreendido o capital como uma relação social
entre detentores dos meios de produção e aqueles que vendem sua força de trabalho, portanto indo além de uma explicação de
cunho econômico.[carece de fontes?]

Por fim, a filosofia social intenta criar uma teoria ou "teorias" da sociedade, objetivando explicar as variâncias no comportamento
social em suas ordens moral, estética e histórica. Esforços nesse sentido são visíveis nas obras de modernos teóricos sociais,
reunindo um arcabouço de conhecimento que entrelaça a filosofia hegeliana, kantiana, a teoria social de Marx e, ao mesmo tempo,
Max Weber, utilizando-se dos valores morais e políticos do Iluminismo liberal mesclados com os ideais socialistas. À primeira vista,
talvez, seja complexo apreender tal abordagem. Entretanto, as obras de Max Horkheimer, Theodor Adorno, Jürgen Habermas, entre
outros, representam uma das mais profícuas vertentes da filosofia social, representada por aquilo que ficou conhecido como Teoria
Crítica ou, como mais popularmente se diz, Escola de Frankfurt.[carece de fontes?]

Na década de 1950, na Inglaterra, uma vertente culturalizada do marxismo emerge criando a vertente conhecida como Estudos
Culturais. Sociólogos como Raymond Williams, E. P. Thompson e Richard Hoggart buscam criar conhecimento a partir da
experiência das classes populares, o que impulsionaria estudos sobre as classes subalternas ao invés das tradicionais pesquisas sobre
os processos econômicos e políticos hegemônicos. Com a ascensão de Stuart Hall à direção do Centro de Estudos da Cultura
Contemporânea de Birmingham ganham forca as discussões sobre a experiência da colonização e de como as culturas europeias,
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particularmente a britânica, haviam sido construídas a partir da invenção de um Outro, o mundo colonizado não-Ocidental.
Desdobramentos nesta perspectiva gerariam clássicos como "Orientalismo: O Oriente como invenção do Ocidente"[54] do
pesquisador palestino-americano Edward W. Said e uma nova linha de pesquisas hoje conhecida como Estudos Pós-Coloniais.
[carece de fontes?]

A partir da década de 1960, também ganham importância às críticas feministas à teoria social canônica, as quais progressivamente
ganham reconhecimento. Desde a década de 1980, o feminismo tem sido incorporado em muitas teorias e pesquisas sociológicas,
ainda que as principais reflexões nesta área pertençam a pesquisadoras com origem na filosofia como Judith Butler. No presente,
questões de gênero e sexualidade têm se tornado cada vez mais presentes e não apenas como uma área de pesquisa, antes como uma
necessária parte de qualquer investigação sociológica. Em especial, cabe sublinhar a crescente importância da teoria queer, uma
vertente contemporânea do feminismo que conta, além da já citada Butler, com autoras como Eve Kosofsky Sedgwick e Beatriz
Preciado.[carece de fontes?]

Sociologia da Ordem e Sociologia da Crítica da Ordem


A sociologia, em vista do tipo de conhecimento que produz, pode servir a diferentes tipos de interesses.[carece de fontes?]

A produção sociológica pode estar voltada para engendrar uma forma de conhecimento comprometida com emancipação humana.
Ela pode ser um tipo de conhecimento orientado no sentido de promover um melhor entendimento dos homens acerca de si
mesmos, para alcançarem maiores patamares de liberdades políticas e de bem-estar social.[carece de fontes?]

Por outro lado, a sociologia pode ser orientada como uma "ciência da ordem" (engenharia social), isto é, seus resultados podem ser
utilizados com vistas à melhoria dos mecanismos de dominação por parte do Estado ou de grupos minoritários, sejam eles empresas
privadas ou centrais de inteligência, sendo orientada de acordo com o nível de relação sociedade-Estado vigente.[carece de fontes?]

As formas como a sociologia pode ser uma "ciência da ordem" são diversas. Ela pode partir desde a perspectiva do sociólogo
individual, submetendo a produção do conhecimento não ao progresso da ciência por si mas da sociedade, assim como aos seus
interesses materiais imediatos. Há, porém, o meio indireto, no qual o Estado, como principal ente financiador de pesquisas nas áreas
da sociologia escolhe financiar aquelas pesquisas que lhe renderam algum tipo de resultado ou orientação estratégicas claras: pode
ser tanto como melhor controlar o fluxo de pessoas dentro de um território, como na orientação de políticas públicas. Nesse sentido,
o uso do conhecimento sociológico é potencialmente arriscado, podendo estabelecer mecanismos de dominação e informação
salutares ou mesmo servir a finalidades antidemocráticas, autoritárias e arbitrárias.[carece de fontes?]

A evolução da sociologia como disciplina


A sociologia no mundo foi-se mostrando presente em várias datas importantes desde as grandes
revoluções, desde lá cada vez mais foi de fundamental participação para a sociedade mundial e
também brasileira.[carece de fontes?]

Desde o início, a sociologia vem-se preocupando com a sociedade no seu interior, isto diz respeito, por
exemplo, aos conflitos entre as classes sociais. Na América Latina, por exemplo, a sociologia sofreu
influencias americanas e europeias, na medida em que as suas preocupações passam a ser o
subdesenvolvimento, ela vai sofrer influências das teorias marxistas.[carece de fontes?]

No Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, a sociologia estava num estudo sobre a formação da sociedade
brasileira e analisando temas como abolição da escravatura, êxodos, e estudos sobre índios e negros.
[carece de fontes?]

Interações sociais e suas


Nas décadas seguintes, de 1940 e 1950, a sociologia voltou-se para as classes trabalhistas, tais como
consequências são
interesses comuns na
salários e jornadas de trabalho, e também comunidades rurais. Na década de 1960, a sociologia se
sociologia preocupou com o processo de industrialização do país, nas questões de reforma agrária e movimentos
sociais na cidade e no campo e, a partir de 1964, o trabalho dos sociólogos se voltou para os problemas
sociopolíticos e econômicos originados pela tensão de se viver em um país cuja forma de poder é o
regime militar.[carece de fontes?]

Na década de 1980, a sociologia finalmente volta a ser disciplina no ensino médio, e também ocorreu a profissionalização da
sociologia. Além da preocupação com a economia política e mudanças sociais apropriadas com a instalação da nova república, volta-
se também em relação ao estudo da mulher, do trabalhador rural e outros assuntos.[carece de fontes?]

Áreas e tópicos da sociologia

Áreas de estudo
Os sociólogos estudam uma variedade muito grande de assuntos. Para ter uma ideia geral sobre esses assuntos, visite o sítio do
Comitê de Pesquisa (http://www.ucm.es/info/isa/rc.htm) da Associação Internacional de Sociologia. Segue uma pequena lista de
áreas e tópicos de estudo na sociologia:[carece de fontes?]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia 7/10
10/03/2020 Sociologia – Wikipédia, a enciclopédia livre
Demografia social Sociologia da linguagem Desenvolvimento econômico
Leituras em sociologia Sociologia da religião Sociologia das organizações
Microssociologia Sociologia da violência e da Sociologia das relações de gênero
Sociologia ambiental criminalidade Sociologia funcionalista
Sociologia da administração Sociologia das emoções Sociologia industrial
Sociologia da arte Sociologia das histórias em Sociologia jurídica
Sociologia do conhecimento quadrinhos
Sociologia médica
Sociologia do esporte
Sociologia da ciência Sociologia política
Sociologia do sexo
Sociologia da cultura Sociologia rural
Sociologia do trabalho
sociologia da educação Sociologia urbana
Sociologia econômica

Tópicos e palavras-chave
Emoções e sociedade Positivismo
Anomia
Estruturalismo Raça
Classe social
Estrutura social Racionalização
Coerção
Fato social Revolução
Coesão
Funcionalismo Simulação
Compreensão
Gênero Sindicalismo
Cultura
Grupo Trabalho
Desencantamento do mundo
Identidade de gênero

Sociólogos notórios
Sociólogos biografados na Wikipédia

Ver também
Associação Internacional de Sociologia
Desigualdade social
Índice de artigos de sociologia
Movimento Integral
Posição social
Resumo de sociologia

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Bibliografia
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia 9/10
10/03/2020 Sociologia – Wikipédia, a enciclopédia livre

Ligações externas
Página oficial (http://www.sbsociologia.com.br/home/home.php) da (Sociedade Brasileira de Sociologia)
Página oficial da Associação Portuguesa de Sociologia (https://aps.pt/pt/inicio/) (em português)

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