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EDUCAÇÃO VISUAL 9

FICHA INFORMATIVA

OBJETIVOS
 Conhecer as normas de desenho técnico, nomeadamente, cotagem, tipos de traço e escalas.

NOME DO ALUNO N.º TURMA

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COTAGEM – NP 297 (1963) Regras Básicas da Cotagem

COTAR é proceder à marcação das diferentes medidas numa figura/objeto, numa determinada
unidade de medida (p. ex. mm).

Observa o exemplo de uma peça cotada

 A primeira linha de cota dista da peça 8 mm, as seguintes, paralelas, quando existirem
distam da primeira 5 mm.
 As marcações devem fazer-se sempre da cota menor para a maior.
 Nunca se deve cruzar uma linha de referência sobre uma linha de cota nem se devem
cruzar linhas de cota.
 As linhas de cota são normalmente perpendiculares às linhas de referência. Terminam por
setas, pontos ou por traços com inclinação de 45º.
 Os números de cota referem as medidas exatas a que correspondem as linhas de cota
respetivas.
 O número de cota nunca deve ser colocado abaixo da linha de cota: é colocado a meio ou
acima. Os números escrevem-se a meio da linha de cota e de baixo para cima, nas
verticais, e da esquerda para a direita, nas horizontais.
 As circunferências cotam-se pelos seus diâmetros.
 As cotas são distribuídas por todas as vistas, evitando-se a sua repetição. São expressas
em milímetros, metros ou quilómetros (conforme o tipo de desenho técnico) e os ângulos
são expressos em graus.

Colégio de EDUCAÇÃO VISUAL 9.º ANO


S. Miguel
EDUCAÇÃO VISUAL 9

LINHAS E UTILIZAÇÃO – NP 62 (1961)

 Traço Contínuo:
o Grosso – para arestas e linhas de contorno visíveis. _____________________
o Fino – para linhas de cota e linhas de chamada. _____________________
 Traço Interrompido:
o Médio – para arestas e linhas de contorno ocultas --------------------
 Traço-Ponto:
o Fino – para eixos e traços de planos de simetria; posições externas de peças móveis;
partes situadas à frente de um plano de corte. ___ ___ ___ ___ ___ __

ESCALA DE UM DESENHO - pág. 142 e 143 do manual

Quando as peças a construir são muito grandes é evidente que as suas projeções não cabem
em verdadeira grandeza numa folha de papel vulgar. Este problema resolve-se recorrendo à escala.

 Escala natural – 1/1 ou 1:1 – o objeto é representado em verdadeira grandeza, isto é, sem
redução nem ampliação.
 Escala de redução – 1/2 ou 1:2 (em plantas e mapas as mais habituais são 1/10, 1/20, 1/50,
1/100…) – significa que a 1 cm no papel correspondem, respetivamente 2, 10, 20, 50 ou 100
cm na realidade (o desenho é mais pequeno do que o objeto real).
 Escala de ampliação – 2/1 ou 2:1, 5/1, 10/1 – significa que a 1 cm na realidade correspondem,
respetivamente 2, 5 ou 10 cm no papel (o desenho é maior do que o objeto real).

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