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DRYWALL NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Christiano Figueiredo Junqueira


Bacharel em Engenharia Civil pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
christiano.fj@gmail.com

Maria Izabel de Paula Ribeiro


Mestre em Engenharia de Produção COPPE / UFRJ. Arquiteta, Orçamentista , Urbanista
Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
arquiribeiro@gmail.com

RESUMO

A adoção do Drywall em larga escala na Construção Civil tem proporcionado inúmeros benefícios,
especialmente na redução de custos ao longo do processo produtivo, facilidade de execução e
desempenho funcional. Neste contexto, o objetivo deste estudo é realizar um levantamento
bibliográfico sobre as vantagens do Drywall, a fim de estabelecer um comparativo entre a adoção
deste material com a alvenaria. Utilizando como metodologia a coleta de dados em artigos
científicos, periódicos e livros que abordam a temática escolhida. Os resultados demonstraram que
comparadas as estruturas em alvenaria, o Drywall possibilitou a redução significativa dos custos
total da obra, por manter uma mão de obra mais barata; estruturas de fundação e apoio; e não
necessitar de gastos com concretagem em massa ou revestimentos específicos como a alvenaria.

Palavras-chave: Drywall; construção civil; alvenaria.

DRYWALL IN CIVIL CONSTRUCTION


ABSTRACT

The adoption of Drywall on a large scale in civil construction has provided numerous benefits,
especially in reducing costs throughout the production process, ease of implementation and
functional performance. In this context, the aim of this study is to conduct a study on the
advantages of Drywall in order to establish a comparison between the adoption of this material
with the masonry. For the methodology used was the bibliographical research, whose purpose is
to provide the basis for the writing of a scientific paper, collected scientific articles, journals and
books that address the chosen theme. The results show that when compared with the masonry
structures, allow significantly reducing the total costs of the work, for maintaining a cheaper
manpower; foundation structures and support; and does not require spending concrete mass or
specific coatings such as masonry.

Keywords: Drywall; construction; masonry.

1 INTRODUÇÃO

Na última década, a construção civil experimentou um crescimento grande na demanda


para construção de novos empreendimentos e casas, dificultando o atendimento adequado dos

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prazos estipulados, atrasando, consequentemente, a entrega dos imóveis. Isso fez com que cerca
de 25% dos compradores de imóveis ingressassem em juízo contra as construtoras.
Na verdade, cabe ressaltar que os atrasos na entrega de imóveis sempre foram um
problema inerente à construção, em função de alterações da economia, com o surgimento de
planos econômicos heterodoxos, dificuldades no planejamento, limitação das linhas de crédito
bancário, na operacionalização da mão de obra e na oferta e na procura de materiais para
construção (RATTNER, 2009).
A construção civil é o setor de atividade que mais produz resíduos de diferentes tipos.
Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição -
ABRECON (2014), praticamente todas as atividades do setor são geradoras de entulho. Eles são
entulho de obras e resultam de demolições, desmontes, geração de material para uso na obra,
concretagem e outros.
Neste contexto, a procura de materiais mais econômicos, aliada à ideia da sustentabilidade
que busca a minimização dos riscos ambientais, tem conseguido bons resultados com o emprego
de materiais alternativos, que facilitam a produção das edificações abrangendo não apenas seu
manuseio, mas também seu descarte.

2 DESENVOLVIMENTO

Historicamente, o uso de chapas de gesso na Construção Civil passou a ser viável no início
do século XX nos Estados Unidos. Na década de 20, as chapas de gesso foram utilizadas em
larga escala, cujos benefícios ficaram sendo conhecidos por todo o mundo. Dessa forma, na
década de 90, cerca de 95% das casas norte-americanas eram compostos por paredes, forros e
revestimentos em chapas de gesso. No entanto, este material também foi utilizado na Europa
e em países em desenvolvimento que buscam novas alternativas mais econômicas e eficientes
para a Construção Civil (REIS; MAIA; MELO, 2003).
Este material, cujo significado é “parede seca”, é definido como sendo um sistema de
vedação através de placas de gesso acartonado que possui um método construtivo mais limpo
e eficiente, pois não faz uso de argamassa em sua execução, diminuindo significativamente a
quantidade de entulhos (SILVA; FORTES, 2009).
As placas de gesso acartonado são formadas por um núcleo de gesso natural e aditivos,
revestidas devidamente com duas laminas de cartão duplex. Enquanto o gesso assegura a
resistência à compressão, o cartão atua na melhoria da tração, e quando unidos, estes dois
elementos dão origem a uma estrutura bastante resistente.
Os painéis de Drywall podem ser classificados em três tipos, dentre elas:
- Standart: recomendado para ambientes secos por ser placas de gesso acartonado de uso
geral, objetivando o fechamento internos. Estas placas são as mais utilizadas no setor
da Construção Civil.
- Resistente a Umidade (RU): também denominadas de placas verdes disponibilizadas para
paredes que recebem umidade, empregadas em áreas de serviço, banheiros e cozinhas.
Cabe ressaltar que sua adoção exige a impermeabilização flexível na base das paredes e
nos encontros com o piso.
- Resistente ao Fogo (RF): para atender as normativas específicas de resistência ao fogo e
utilizadas normalmente em ambientes que buscam a proteção humana.

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Quanto as dimensões, estas placas “possuem dimensões de 1,20 m de largura por
comprimentos de 2,60 a 3,00 m. As espessuras em que as placas são produzidas são de 12,5
mm, 15 mm e 18 mm” (BERTOLINI, 2013), sendo as de 12,5 mm as mais empregadas no Brasil.
Os elementos estruturais são compostos por perfis de aço galvanizado em chapas de 0,5 mm de
espessura, além de cantoneiras, tabicas e rodapés (BERTOLINI, 2013).
Existem outros acessórios importantes para a montagem do Drywall que varia de acordo
com cada fabricante, onde os mais básicos são:
- Parafusos de fixação das chapas;
- Fita de papel reforçado para o acabamento ou reforço de juntas e cantos;
- Cantoneiras metálicas usadas no acabamento, proteção e reforço das próprias estruturas
de gesso;
- Materiais alternativos que são acomodados entre as chapas de gesso, possibilitando o
desempenho térmico e acústico do sistema.
- Massa especial usada como rejunte, propiciando flexibilidade e plasticidade ao sistema
construtivo.
Os acessórios utilizados nos perfis metálicos possuem proteção contra corrosão dos
perfis, sendo criados para oferecer alta performance e consequentemente possibilitar o melhor
desempenho mecânico possível.
Segundo Silva (2007): “As chapas de gesso devem ter também a altura do pé direito com
uma folga de 1cm, posicionam-se as chapas de encontro com os montantes deixando a folga na
parte inferior, salvo quando há o emprego de molduras na parte superior, quando a folga pode
ficar na parte superior”.
O drywall vem sendo usado constantemente para substituir paredes de alvenarias e
blocos cerâmicos ou de concreto, ou até mesmo servindo de acabamento, a fim de recuperar
ambientes e transformar antigos galpões ou espaços industriais em edificações que podem
oferecer conforto e durabilidade (SILVA, 2007).
As placas de gesso acartonado podem ser empregadas quando o objetivo é melhorar o
isolamento térmico e acústico do ambiente, possibilitando a junção e integração com outros
materiais isolantes para conter chamas ou umidade. No caso da parede, estar corretamente
nivelada, instala-se as placas do sistema drywall a partir da fixação com argamassa adesiva. Em
situações onde são identificadas irregularidades, fixa-se primeiro mestras de chapa de gesso, e
por fim, as chapas de revestimento (SILVA, 2007).
Segundo Silva (2007) uma das principais vantagens do uso do Drywall na Construção Civil
pode possibilitar uma redução de até 15% nos custos de fundação e estrutura, uma vez que uma
parede de acartonado pesa 25 Kg.m2 quando comparada com uma parede de alvenaria que pesa
normalmente 180 Kg.m2. Por esta carga ser de longa duração, as paredes com gesso acartonado
apresentam problemas de deformação minimizados.
Poubel, Guardia e Qualharini (2001) afirmam que a tendência atual que compõe os
sistemas produtivos diversos busca o planejamento global da obra, a fim de eliminar desperdício,
reduzir custos e melhorar a qualidade. Neste sentido, os sistemas drywall, direcionados para
a produção a partir da pré-fabricação conseguem diminuir a quantidade de material utilizado
nas obras, reduzindo tanto o custo quanto o tempo necessário para a execução, possibilitando
moradias mais acessíveis.

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Conforme relata a Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall (2016) o
material oferece excelente isolamento acústico, sendo inclusive utilizadas em casas de shows,
salas de concerto, cinemas, sendo facilmente adaptadas em moradias. A proteção sonora de
uma parede construída em drywall se assemelha a da alvenaria. Para melhorar ainda mais os
benefícios acústicos, o drywall pode receber lã minera entre as chapas de gesso, atendendo
aos requisitos mais exigentes de isolamento acústico. Atua ainda na regulação e estabilização
da temperatura do ambiente, propiciando conforto térmico tanto no verão quanto no inverno.
Para Silva (2007), [...] “a vantagem é a de que as divisórias permitem uma grande
variação no desempenho acústico (flexibilidade) deem ganhos significativos na espessura da
vedação e sem, maiores complexibilidades para execução. É usual a utilização de lã de rocha
entre as placas de gesso ao lado dos montantes para obtenção de uma acústica de maior
intensidade. Silva (2007).
Paredes de drywall permitem o ganho de área, uma vez que a espessura das paredes de
alvenaria normalmente são de 10,5 cm e as de gesso acartonado são de 7,2cm, assegurando
o ganho de 3%. Este fato, implica na redução da carga sobre as estruturas de apoio, que
correspondem aos pilares e fundação.
Segundo Lessa (2005) o Drywall oferece boas condições de trabalho para a instalação
elétrica e hidráulica das edificações, onde as mesmas são facilmente adaptáveis. Em seu estudo,
Bertolini (2013) afirma que os condutores elétricos são instalados nos vãos ocos das paredes, o
que contribui com a alocação da estrutura, não necessitando de furos ou rasgos. Isto torna fator
primordial para a redução do tempo de instalação e custo de execução.
Dessa maneira, “os condutores devem ser instalados de maneira sempre a evitar que
sejam danificados pelos cantos vivos ou pelo parafuso de fixação das chapas de gesso. Não
podem jamais serem instalados nos perfis sem o devido isolamento” (BERTOLINI, 2013). São
realizados furos nos montantes para possibilitar a passagem dos condutores, assim como caixas
de passagens são fixadas em chapas ou travessas.

2.1 Situação atual

Atualmente, as estruturas e acessórios para a confecção do drywall são feitas sob


medidas, a fim de reduzir emendas horizontais e consequentemente sobras, promovendo
ainda a reutilização das sobras e maior conscientização dos profissionais. Os resíduos de gesso
podem ser reaproveitados não apenas pela Construção Civil, mas em várias outras áreas,
contribuindo com a fabricação de novos pré-moldados de gesso; correção de cálcio ou acidez do
solo pela agricultura; controle de odor em estábulos; e secagem do lodo proveniente do esgoto
(NASCIMENTO; PIMENTEL, 2010).
De acordo com a Associação Brasileira de Drywall (2015) os restos de perfis de aço
galvanizado usados para a montagem da estrutura já possuem metodologias de reciclagem
consagradas no mercado da indústria metalúrgica. Afirma ainda que os restos de gesso podem
ser 100% aproveitáveis no processo de produção de cimento. Cabe ressaltar ainda que o gesso
pode ser considerado ecológico em todas as suas fases de aproveitamento:

[...] desde a mineração da gipsita, sua matéria-prima, até a aplicação final dos sistemas
de construção a seco baseados em chapas de gesso. Nestes, em particular, tem a

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capacidade de tornar os ambientes em que é utilizado mais agradáveis e confortáveis,
em razão de suas propriedades físicas e biológicas (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
DRYWALL, 2015).

Cita-se ainda que seu processo de extração não promove liberação de resíduos tóxicos,
necessitando baixa interferência na superfície em um tempo relativamente curto.

2.2 Estudo de caso

Ferreira (2012) realizou um estudo destinado ao desenvolvimento de um projeto de vedação


interna para um empreendimento residencial constituído por quatro andares com 1.747m2 de
paredes, a fim de comparar os custos entre as duas alternativas, alvenaria de tijolos cerâmicos e
paredes de gesso acartonado preenchida com lã de vidro, conforme as plantas abaixo:
A primeira alternativa, sendo a mais tradicional na Construção Civil, manteve o custo
unitário mais baixo, porém como o empreendimento envolvia grande área de paredes, o drywall
se tornou uma opção mais vantajosa financeiramente, especialmente devido à redução de 3
meses no prazo total da obra. Como o sistema de drywall possui menor prazo de execução,
necessitando apenas de ¼ do tempo de construção de paredes de alvenaria, permite a diminuição
do custo fixo da construção.
Além disso, os blocos cerâmicos exigem mais mãos de obra, o que encarece a construção
como um todo. Na obra citada, o custo total da alvenaria para a mão de obra foi de R$ 150,7mil,
enquanto o da de drywall foi de R$ 104,2 mil. Cabe enfatizar que os blocos cerâmicos necessitam
ainda de consumo de mão de obra para as atividades de chapisco e emboço antes da pintura
incidindo no custo e no prazo de entrega final da obra, já que interfere no tempo de cura.
As paredes de gesso acartonado nesta obra possibilitou que o revestimento fosse
realizado logo após a instalação das placas, resultando em uma edificação mais leve e com maior
flexibilidade nas plantas, onde os moradores podem adequar os ambientes de acordo com suas
necessidades sem prejudicar a estrutura inicial do prédio.
Bertolini (2015) comparou os custos de mão de obra do sistema drywall com o de alvenaria
e constatou que o primeiro pode ser até 5% mais barato (Tabela 1):

Tabela 1 – Custos de Execução


Preço
Serviço Unidade Quantil Preço global
Unitário

Execução de paredes em chapas m2 4717,2 R$ 23,33 R$ 100.052,28


de drywall

Execução de paredes em alvenaria


convencional de blocos cerâmicos m2 4717,2 R$ 24,86 R$ 117.269,59
14cm
Fonte: Bertolini (2015)

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3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Através deste estudo constatou-se que o sistema drywall, constituído por placas de gesso
acartonado está sendo utilizado como paredes, forros e revestimentos, oferece resistência física,
à umidade e até mesmo à fogo. As placas são instaladas a partir do uso de estruturas e acessórios
metálicos em aço galvanizado, que recebem os painéis de gesso acartonado sob medida.
As vantagens são inúmeras sendo as que mais se destacam: isolamento térmico e acústico;
facilidade de instalação; excelente desempenho funcional; um custo mais acessível e proporciona
benefícios ao meio ambiente, já que o gesso e as estruturas metálicas podem ser reaproveitados
não apenas pela construção civil, mas por outros segmentos.
Quando comparados com as estruturas em alvenaria, possibilitam significativamente
a redução dos custos total da obra, por manter uma mão de obra mais barata; estruturas de
fundação e apoio; e não necessitar de gastos com concretagem em massa ou revestimentos
específicos como a alvenaria. Além de reduzirem significativamente a carga sobre as fundações
e apoios.
As limitações e dificuldades podem ser superadas uma vez que a maioria são facilmente
compreendidas e podem ser resolvidas a partir de decisões técnicas e operacionais como
a questão do cuidado com a estrutura. As mais difíceis, que abrangem as questões culturais,
dependem da postura empresarial das construtoras de promoverem o material como uma
opção alternativa e altamente viável para as edificações.
Diante dos resultados obtidos neste estudo, recomenda-se o desenvolvimento de novos
estudos na área, a fim de possibilitar a compreensão frequente e constante de novas descobertas
no segmento da construção civil que permanece em evolução e crescimento, especialmente
relacionado à questão de métodos e materiais alternativos.

REFERÊNCIAS

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