Você está na página 1de 4

Arquiteto e Urbanista, mestre e doutor alo FAU-USP.

Coordenador
do Núcleo de Urbanismo do Instituto Pólis e professor de história da
Cidade na Faculdade de Arquitetura Escola da Cidade. Investigador
visitante do Instituto de ciências Socias (ICS) da Universidade de
Lisboa (2004), do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da
Empresa (ISCTE) em Lisboa (2004) e do Centro de Estudos de
Além Mar da Universidade Nova de Lisboa (2005-6). E pesquisador
(faculty) do Lincoln Institute of Land Policy.

A trajetória Recente do Planejamento Territorial do Brasil, foi


lançado em abril de 2007, nesse contexto, o escritor afirma
aspectos importantes sobre o assunto , trazendo pontos
específicos para os leitores como o Estatuto da Cidade e Plano
Diretor que são contextos importantes para suas diretrizes. O artigo
possui três capítulos e 17 páginas.

1 AS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS: tempos de transformações


no planejamentos territorial no Brasil, o autor descreve que, no
Brasil nos últimos vinte e cinco anos têm sido uma jornada de
interesses de origem institucional para execução do planejamento
urbano de seus instrumentos necessários e adequado, com o intuito
de instruir, entretanto, o autor ainda afirma o movimento que já
surgiram como “pari passu” trata- se de um grupos espetacular de
protagonistas que vêm participando com a temática da política
urbana, ou seja, conjuntos dos fenômenos e das políticas relativas
ao Estado ou a uma sociedade, o autor descreve com um dos
“fronts” de combate ou luta, mais extenso que conduz efeitos ou
caráter sociais. O autor ressaltar, o marco inicial dessa mudança
que determina na luta política em que se faz girar entorno da
política urbana é o ano de 1980, na qual foi o movimento da
redemocratização e das imensas mobilizações sociais, quando se
articulou entre si o ‘’movimento nacional pelo reforma urbana’’,
segundo o autor afirma com suas palavras o termo ‘’reforma
urbana’’, que foi constituída na década de 1960 no contexto
argumentado das reformas de fundamentos ou apoio sugerido pelo
governo João Goulart. Do ponto de vista técnico do autor, o ato ou
processo ela reforma urbana, trata de pegar bandeiras que em
parte Já tinham sido levantadas movimentos anteriores, o escritor
critica com a separação entre o direito de propriedade e o direto de
construir, pois, a função social da propriedade urbana. Segundo
Renato Cymbalista, no que diz a potencialidade desse mais novo
arranjo de forças políticas contextualizaram na imensa para motivar
a social prévia à Constituição de 1988, que logrou artifício para iludir
no texto constitucional, uma direção oblíqua marcada pelos direitos
humanos e cidadania. Cymbalista descreve que, a cidades
consistem em quatros comitês técnicos, pois, reuni a cada três
meses. O caráter federativo do País, que conceitualiza após a
constituição inseres grandes responsabilidades em virtude para os
municípios, isso concretiza a necessidade de mudanças nas
políticas locais. Renato Cymbalista ressalta, que as transformações
no campo nacional só se ajuntam se pôr em prática a política
correlativa no nível local. No segundo capítulo – A REGULAÇÃO
URBANÍSTICA EM NÍVEL MUNICIPAL E O PLANO DIRETOR
PARTICIPATIVO, segundo Cymbalista, para amparar a iniciação
dos Planos Direto Participativos, em 2004 o Ministério da Cidades
realizou uma campanha nacional com o proposito de viabilizar a
construção que por intermédio de melhor o processo democráticos
nos municípios brasileiros que tinham por obrigação, portanto, com
a resolução do conselho nacional das cidades, tens sido como uma
ferramenta essencial para o desempenho utilização de orientar os
processos nos municípios de qualquer região, isso contribui como
um sinal importante na política daquele conselho. O professor
Cymbalista afirma, que as ações do Ministérios foram reconhecidas
como bem sucedidas para motivar os municípios para a construção
dos planos diretores. Para o Estatuto da Cidadania, com dada
proeminente em um país com inúmeros lei na qual se refere ao
Brasil. Pois, o autor explicita que neste caso específico, o eminente
esforços contido pela equipes envolvidos com agenda da reforma
urbana nesses últimos anos, entretanto, constitui efeitos no sentidos
de refletir e finalizar em processos em vários municípios, pois com o
intuito de garantir inúmeras novas trincheiras para lutar em torno da
política urbana e da regulação da terra nos municípios. No capítulo
3 – QUESTÕES A OBSERVAR NO ACOMPANHAMENTO DA
IMPLEMENTAÇÃO DOS PLANOS DIRETORES, o pesquisador
Renato Cymbalista descreve, por outro lado, entendemos as
mudanças institucionais e as inovações do ponte de vista nos
conceitualiza em condições necessárias, mais não provenientes,
para dar uma nova feição ou caráter, a política dramaticidade na
realidade territorial das nossas cidades. Para o autor, nessa
questão avançar é um desafio e tanto, que porventura não podemos
perder de vista o fenômeno das cidades em meio a década é um
tempo pouco curto para visualizarmos esse tipo de transformações
em muitos aspectos. A gestão democrática da política urbana,
Renato enfatiza os primeiros resultados inseridos pelo Estatuto da
Cidade na qual foram primordialmente defensivos. Portanto, os
desafios para o resultado de um ato qualquer no funcionamento
desses conselhos são diversos. Lugares para os pobres, para ele
as trincheiras que por algumas exceções, as regras nas cidades
brasileiras têm sido a eterna expulsão dos mais simples rumos as
periferias mais longes e sem recursos. Patrimônio Histórico e
Cultural, segundo o pesquisador Renato, um dos que merecem
mais destaques são as políticas territorial e patrimônio histórico e
cultural. Pois isso trás uma preservação da memória para nossa
contemporaneidade, o plano diretor institui para a memória da
cidade e o cuidado do patrimônio. O legislativo municipal e a
política urbana, o autor descreve, que a presente momento, pois o
foco principal é o Poder Executivo, que tem como responsabilidade
a elaboração.

Desse modo, fica mis evidente que, Renato Cymbalista descreve


em seu artigo de forma direta e objetiva, o A trajetória recente do
planejamento territorial no Brasil, que está vigorosamente ligado a
Política Urbana, Estatuto da Cidade e Plano Diretor. Ao mesmo
tempo, chamar mais atenção do leitor a trazer mais lucidez sobre o
assunto e atingir um público maior, e particularmente, especialistas
nas áreas educacional, em virtude do aprendizado coletivo. A
trajetória recente do planejamento territorial no Brasil é uma obra
que aborda temas relacionados a política e o estatuto da cidade
estampadas e difundidas diariamente no nosso Território Nacional,
pois, destacando a exclusão que atua em nível mais alto e insidioso
que une o cultural e a cidadania.