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l1.
APRESENTAÇÃO o
INTRODUÇÃO o
PARTE I - CONCEITOS o
COMPONENTES O
AVANÇOS G
PRECIFICAÇÃO CD
ESTRUTURAS DE MEDiÇÃO .
FASE .
SUB-FASE G)
AGRUPAMENTO ~
PLANEJAMENTO FlslCO $
PARADIGMA VISUAL DO GITEC fJ
LINHAS DE BASE e
SUB-FASE COMO UM PROCESSO f!
O PARETO DO DESVIO G
GARGALOS DA PRODUÇÃO f3
MARCOS G
ESTRUTURA DE CONSOLIDAÇÃO .
CRONOGRAMAS EM HIERARQUIAS G
PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO ORIENTADA
A OPORTUNIDADE RELACIONAL G
PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO FINANCEIRA G
ESTRUTURANDO UM PROJETO G
CARGA DO SISTEMA $

w ENGENHARIAIIEABAST: Fernando Almeida Biato


...
Z ENGENHARIAIIEABAST/SIE: Cármen Heloisa Telles
W
C AB-REfEM:Luiz Alberto Gaspar Oomingues
W
!I. AB-RElEMIIMGP: Heyder de Moura Carvalho Filho
)(
W ENGENHARIA/AG/PC: Andrea da Silva Villas Boas
ABEMI:Eduardo Sergio Porto Antunes
Resp. Edição: Wellington Lima Campos
Edltoração e dlagramaçâo: www.auradesign.com.br

.
.
... Ademanda trazida pelos novos planos de crescimento da Petrobras nos traz enormes
desafios. Será preciso fazer cada vez mais com menos, numambiente em que os requi-
sitos para o sucesso estão mudando. onde se faz necessário satisfazer múltiplas
demandas. onde o sucesso das Unidades de Negócio da Companhia e da Engenharia
na implementação de seus projetosse fundem em objetivoscomuns.

Ainda que não haja. em projetos, uma fórmula única para se obter excelência em
performance, o aperfeiçoamento continuo dos processos é indispensável, o que inclui
repensar o modelo de Gestão de Empreendimentos da Petrobras: reinventá-Ioe siste-
matizá-Io.

AEngenharia e o Abastecimento, de forma integrada. deverão explicitarcada vez mais


os resultados e a performance dos empreendimentos, de forma simples, direta e clara.
Uma vez que os processos de gerenciamento dos projetos são intensivos de informa-
ção, essa capacidade deve incluiratributos de qualidade dos serviços relacionados
com a sua precisão; com a comparabilidade de informaçOesde projetos de uma mes-
ma categoria; com a previsibilidade de cenários futuros;com a flexibilidadepara fatorá-
Ia de acordo com as necessidades do Cliente: com a informação certa no momento
certo; e por fim,com uma capacidade de planejar e replanejar continuamente.

o Grupo de Trabalho criado na IEABASTpara propor soluçOes que possam contribuir


para a melhoria daqueles processos está, neste momento, formalizando e apresentan-
do as bases conceituais sobre as quais foi desenvolvido o GITEC. um sistema de infor-
mação de apoio à decisão. com foco no nivel de execução/contratos, para gestão inte-
grada de tempo, escopo e custo, com ganhos diretos na qualidade. eficiência e segu-
rança dos trabalhos.

Estiveram envolvidos profissionais de diversas áreas da


Engenharia, do Abastecimento-Refino e da TI, assim como de
diversas empresas brasileiras da indústria de construção, repre-
sentadas pela Abemi.

Acreditamos se tratar de uma importante contribuição para melho-


riados nossos resultados, em face do que nos congratulamos com
o trabalho realizado.

o Fernando Alme/da S/ato


Gerente Geralde Implementaçãode Empreendimentospara o ABAST
ENGENHARIA

Luiz Alberto Gaspar Domlngues


Gerente Geral de Empreendimentos
ABASTECIMENTO-REFINO

.
A indústria de construção realiza anualmente
negócios da ordem US$ 3,5 trilhões, e
reconhece que os processos de produção
têm eficiência sofrível, se comparados com
outros setores. Nos ú~imos 10 anos
intensificou ao redor do mundo esforços de
A Petrobras tem realizado significativos investigação para melhorar os resultados de
avanços na utilização de Tis para seus projetos, e tem encontrado alguns
transacionar não só com sua cadeia de
caminhos, que incluem a utilização de
contratadas mas seus parceiros de um modelos estocástícos, filas, linhas críticas,
modo geral. Da mesma maneira a produção lean, só para citar alguns, e
Engenharia também tem desenvolvido, naturalmente, das tecnologias de informação.
como qualquer empresa, soluções com
softwares de suporte às suas operações e A Petrobras de alguma forma já induziu
ao processo decisório, e em particular, num alguns avanços do setor, seja pela iniciativa
ambiente em constante mudança. Esta de desenvolvimento de aplicativos
particularidade é por excelência o desafio por especializados, embora não integrados, ou
que passam as empresas, desde as do setor através de estabelecimento de requerimentos
de manufaturas onde os processos são mais de TI na execução dos contratos de compra
estáveis, até as da indústria de construção, de bens e serviços.
nos quais costumamos usar, a cada projeto,
Com o desenvolvimento do GITEC a
regras de negócio particulares. A questão
que surge é como ter sistemas de Engenharia dá um passo importante na
integração do conteúdo informacional dos
informação robustos em meio a negócios
com regras variáveis. As Tis têm projetos que implementa, uma condição
fundamental para a melharia de seus
abordagem adequada para lidar com essa
processos, assim como para o
complexidade, mas ao mesmo tempo
espera que o negócio também tenha um estabelecimento de uma nova base para lidar
com clientes e contratadas.
certo núcleo mais duro onde algumas regras
sejam fundamentais, condição para garantir
flexibilidade nos niveis seguintes de detalhe. Olhando a construção como processos de
Abordagens distintas têm sido transformação e de fluxos, o GITEC deve

experimentadas no mundo para u~rapassar ferramentar a gerência de implementação de


este desafio, dai tendo nascido o termo empreendimentos de modo preventivo, em vez

"núcleo sólido e bordas adaptativas" para de corretivo, na medida em que é capaz de


denominar essa característica dos sistemas medir a saida dos diversos processos,
de informação de suporte. comparar com o planejado, medir
variabilidade, pulmões e inventários parados,
identificar e ranquear os desvíos, e adentrar
cada processo fora de controle para
identificação, nos niveis mais baixos, dos
gargalos de produção -desenho, soldagem,
montagem, ligação, concretagem, testes, etc.

. .
Acreditamos que mais do que suporte a contratadas de bens e serviços de

decisão, o GITEC deverá contribuir para engenharia e construção, na medida em que


estabelece um ambiente claro onde estão
compartilhar entre as diversas equipes de
estabelecidos o escopo. tempo, custos, e
projeto da Engenharia os modelos de
os processos de medição e aceitação do
negócio em uso nas diversas contratações.
trabalho realizado, com a visibilidade que o
Deverá contribuir assim para a formulação de
modelos cada vez melhores e mais ambiente Web oferece, e o minimo possivel

uniformes, sem no entanto cair na de subjetividade.

pasteurização de soluções únicas para


o objetivo desta publicação é apresentar os
qualquer tipo de projeto.
conceitos subjacentes utilizados na

Deverá ainda contribuir significativamente na construção do GITEC, e dar as guias gerais


para estruturação e implantação de um
capacidade de fazerem mais com menos,
projeto no sistema.
tanto a Engenharia quanto as empresas

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Visões e
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Controles : ===--- -
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Critérios
Modelos
de Negócio
( Escopo
de Medição
Demais Regras
de Negócio
Precificação Cronogramas

Implantação Fabricação
Operações/
Processos
Construção

Como sistema de informação, trás embutido uma camada onde se estabelece o modelo e regras de ne-
gócio de como a Engenharia transaciona com as contratadas na compra de bens e serviços para im-
plementação de ativos industriais. Noutra camada, as operações e processos de mais baixo nivel, e nu.
ma outra as visões gerenciais necessárias para gestão do negócio. Estão contempladas a gestão do
escopo, tempo, custo e integração.

.
~
::: Componentes

Começamos com a noção de que uma


Unidade de Processo (UP) é em última ins-
tãncia um conjunto de Componentes interli-
gados. Numa simplificação extrema diria-
mos ser um conjunto de Equipamentos,
Linhas, Instrumentos e Cabos, interligados,
e auxiliados por outros componentes, na
sua maioria componentes civis tais como en-
velopes, caixas, estruturas de concreto. etc. ElO.-

.
.
.

.
J

São componentes: equipamentos, linhas, ins-


trumentos, malhas, redes digitais, documen-
tos, bases, estacas, suportes, dormentes,
ruas, cercas, portões, pontilhões, vigas, pila-
res, pipe racks, caixas de ligação, caixas de
passagem, caixas de drenagem, painéis, ca-
bos, dutos de envelopamento, dutos drenan- A definição completa e final do Escopo esta-
tes, edificações, enfim, todo e qualquer ele- rá realizada apenas quando toda a popula-
mento -fisico ou não- que componha a plan- ção dos componentes da planta estiver rela-
ta. É componente toda e qualquer instãncia tada na base de dados do projeto. Convém
que ao se realizar produz avanço físico ou lembrar que o projeto de detalhamento de-
financeiro. verá se adaptar para atribuir identificadores
únicos -TAGs- a todos os componentes, e
A definição dessa população de componen- materiais.
tes é convencionalmente documencêntrica,
ou seja, é expressa através de registros em Dessa forma o GITEC formaliza o escopo,
linguagem textual ou gráfica distribuídos em dando o primeiro passo para torná-Io
uma grande quantidade de documentos, o gerenciável.
que torna extremamente onerosa sua admi-
nistração -especificação, aquisição, instala-
ção e condicionamento.

Num projeto de grande porte as listas de


seus componentes e materiais ocupam
alguns milhares de páginas de documentos
nos mais diversos formatos, e diferentes
revisões. Dificilmente administrável, sendo
esta uma das razões porque as estórias dos
projetos têm reservado para o escopo o
papel de um dos piores vilões.

.
c Avanços

A melhor abordagem conhecida até o mo-


mento para medir o avanço dos projetos de
construção é captar as mudanças de estado
dos componentes e através de ponderações
sucessivas encontrar um valor somatório
num nivel superior desejado. É assim que já
0'"M",,'~~'" mo",,,,,~, ",".-r
nivel definem para cada tipo de componente
fazemos convencionalmente e é assim que
um conjunto de Etapas e valores percentuais
continuaremos a fazer. Não há novidade.
que serão usados para medir avanço fisico e
valor financeiro correspondentes. O par
Componente-Etapa está sendo denominado
Evento.

Às Etapas são atribuídos valores seqüenciais


que representam a ordem em que são realiza- .
das. Ou seja, um mini-CPM é embutido a nível
de cada componente, o que será bastante útil
mais adiante no planejamento da produção.

O processo de medição mensal é em última


análise, o processo contínuo de verificação do
escopo, ou seja, aceitação de que o trabalho
ou bem foi realizado em conformidade, e por-
tanto pode contar para a realização física e pa-
ra pagamento de valores monetários. O que
ocorre atualmente nos escritórios de serviço é
que toda essa informação é apresentada para
aceitação e subseqüente sumarização, de
uma só vez, próximo da data do encerramen-
to do período de controle. Por essa razão, e
porque realizado de forma assistemática, os
escritórios fícam monopolizados durante
. vários dias por conta do processo, dando
margem a atrasos, imprecisão na informação,
medições fora do período contábll, e não raro,
conflitos.

.
)
Suprimento Peso Sequêncla
Equipamentos em Geral
Etapas
01 -Autorização do Fornecimento 10 01

02 - Desenhos de Fornecedores -Emissão 05 02

-
03 Desenhos de Fornecedores -Certificados 05 03

04 -Fabricação 25 04

05 -Inspeção de Fábrica 05 04

06 -Testes de Fábrica 10 05

07 - Transporte 10 06
08 - Recebimento 10 07

09 - Sobressalentes 10 07
10 - Data-Book 10 07
-
100

0 7 @

mini-CPM
)
.
I
No GITEC a contratada está continuamente
assinalando os eventos realizados, num
ambiente Web, e no mesmo ambiente a fis-
calização está assinalando dentre eles os
que estão e os que não estão aceitos, o que
pode e deve ser feito continuamente, ao lon-
go do mês. O sistema estará sumarizando
continuamente o resultado, de modo que a
medição se mantém ativa numa base diária.

A aquisição de dados de execução numa ba-


se contínua é um requerimento do planeja-
mento da produção, qualquer que seja a
técnica usada para tal.

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U , ESTCOa?
Spools Unde'9,ound

Ao assinalar um evento como realizado, a Esses dados históricos formam a base para ex-
contratada informa também a data de execu- trair visões de distribuição de eventos no tem-
ção, e dessa forma o sistema guarda tam- po -contagens ou soma de quantidades- que
bém a história do projeto -o que aconteceu e permitirão analisar o ritmo de produção, seus
quando. Estamos falando de uma população gargalos, pulmões e fluxos de inventários in-
de centenas de milhares de eventos, poden- termediários. Algumas dessas visões estarão
do chegar a ser, num projeto de grande disponíveis para uso como funcionalidades já
porte, da ordem de 106 eventos. prontas no GITEC, enquanto outras serão pos-
síveis através de consulta à base de dados.

CD

I
.

c Precificação

Para cálculo dos valores devidos quando


J

da realização dos eventos, necessário se


faz que eles sejam previamente precifica-
dos. A Precificação dos componentes e
eventos se dá em dois modos distintos:

. Preço Global - através de ponderações


sucessivas de cima para baixo onde há
um preço em um nível superior, e
pesos nos itens de nível inferior.
Até aqui temos que todo o escopo está pre-
. Preço Unitário - o preço de um compo- cificado, tem suas etapas definidas e com
nente, e consequentemente de suas eta- peso atribuído, havendo portanto como
pas, é determinado pelo consumo espe- somar tanto avanços físicos quanto valores
cífico de itens da Planilha de Preços financeiros, mas não sabemos ainda para
Unitários (PPU) -um Orçamento-, onde, para que estrutura analítica, para que
necessários para a realização. - aninhamentos dela deverão apontar essas
realizações.

- - - - - - -- -- - -------
Planilha de Preços Unitários
Item Descrição Preço Unit.
- --- - -

20.10.10 Fabric. Tub. AlC DN < 4" 15,00


20.10.20 Fabric. Tub. AlC DN de 6" a 4" 12,00

- - -- - ---- --

Orçamentos

C&M - Fabricação Item PPU Quant. Orçada Preço Unit. Preço Parcial
- -- - - -- -- - - - - - - - --- --- )

Spool0001 20.10.10 250,00 15,00 3.750,00


oo10001 20.10.20 150,00 12,00 1.800,00

Total 5.550,00
c Estruturas de Medição

Problemas relacionados:
J

. Diferente a cada vez - Assistemático;

. Processos duplicados ou com


Tradicionalmente definimos estruturas analí-
superposição;
ticas particulares a cada nova unidade de
processo e tentamos definir o escopo acres- . Compartimentação da informação;
cendo níveis à estrutura e ai incluindo
. Fatoraçôes diferentes (na Estimativa de cus-
alguns componentes no momento conheci-
to, na Licitação, na Execução, nos acompa-
do, mas não todos. Em seguida desenha-
nhamentos físico e financeiro, e às vezes,
mos procedimentos particulares para suma-
no reportar ao Cliente);
rização, portanto, de modo assistemático,
praticamente todos eles movidos a planilhas
. Processos onerosos embora com técnicas e
eletrônicas. ferramentas dominadas;

. Ineficiências;

. Resistência a inovação.

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E
e
o
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SAP
SAP
SAP
SAP
SAP

J r
~~ r-
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Boa parte do esforço do GITEC é substituir Dessa forma a particularidade de um pro-
todo esse ambiente por algo mais simples jeto fica em grande parte determinada pe-
e sistemático, com modelos reutilizáveis. la população dos componentes, permitin-
do assim uma maior independência,
Primeiro passo, faz com que o escopo seja abstração e generalização da estrutura
completamente definido, não por um esfor- analítica.
ço de decomposição, ou seja, por uma
EAP, mas por uma população de compo- Os critérios para definição dessa estrutura
nentes em um banco de dados -dezenas analítica podem assim se identificar com
ou centenas de milhares, a depender do os macro processos de execução -Fases
porte do projeto. e Sub-Fases-, e estabelecer uma paridade
de tal modo que a sumarização de even-
Em seguida usa uma estrutura analítica de tos expressem diretamente as saídas da-
3 níveis, à qual se acopla a população dos queles processos. Uma vez que as saídas
componentes/eventos, onde serão sumari- esperadas -planejadas- são conhecidas,
zadas as realizações físicas e financeiras a função de acompanhamento e controle
resultantes das mudança de estado dos está inteiramente suportada.
componentes, ou seja, da realização dos
Eventos.

SAP
Estrutura de Implantação

I
Nesse ponto o GITEC tomou emprestado ganha robustez pela integração de negó-
uma abordagem já em uso pelas Tis na cio e software; a decomposição ganha sig-
indústria da construção, mais especifica- nificado prático para os executores do pro-
mente na área de "buildings", onde, guar- jeto, no caso, as empresas montadoras; e
dadas as devidas proporções, estão pre- por fim, se bem projetado, o modelo pode
sentes todas as disciplinas que também suportar a gerência de processos, em vez
estão numa planta de processo na área do de falhas, o que será esclarecido mais
refino. A abordagem consiste em encon- adiante.
trar uma estrutura analítica genérica que
seja a um só tempo adequada para uma Encontrar essa estrutura analítica genéri-
planta de processo qualquer, e aderente ca envolveu, além dos membros do grupo
às operações de projeto, suprimento, cons- de trabalho -profissionais de diversas
trução & montagem, condicionamento, áreas funcionais da Engenharia, do
pré-operação & partida, e operação assis- ABAST/RE/EM, da ABEMI-, profissionais
tida. Essa aderência às operações atende seniores das principais empresas brasilei-
a diversos interesses, quais sejam: ao se ras de construção e montagem.
aproximar das suas operações, o modelo

( :::
Fase
J

Definidas as instâncias de primeiro nível, denominadas Fases de


Implantação, Projeto, Suprimento, Construção & Montagem,
Condicionamento, Pré-Operação & Partida, e no próximo nível
aproximadamente 65 Sub-Fases:

Implantação

Projeto

Suprimento

Construção & Montagem

Condicionamento

Pré-Operação & Partida

Operação Assistida
..........

( ::: Sub-Fase

As Fases estão
Unidade de Processo
decompostas em
Sub-Fases. Os % % % %
Pré:0f>'1~~.~o
critérios usados para Implantação Projeto Suprimento
a decomposição
devem ser tais que Mobilização Validação Equipamentos SOPsPré
de Projeto Operação
emprestem às Sub-
Desmobilização EdificaçOes Elétr. e Instr.
Partida
Fases as seguintes FundaçOes Underground
Edificaçoes- '
Características: EdificaçOes ConstruçAo
Tubulação Operação
Arquitetura
Underground Equipamentos- Assistida
Terreno FundaçOes

Equipamentos t-

Equip.JFund.
e Bases
Drenagem
Underground

Estruturas
Equipamentos-
Bases

EqUi~:~~~~ t}---t
~ 1-

. Devem refletir de modo Tubulação


Metálicas
Equipamentos-
Revestimento8---1
Undergrond
NR13
direto as operações de Elétr. e Instr. Tubulação Tubulação
1.MTQ Underground
Implantação, Projeto, Underground
Drenagem
Suprimento, Construção & Drenagem
Underground Tubulação Underground
MTO Final
Montagem,Condicionamento, Est. Concreto-
Elét. & Instrum.
Underground
Pré-Operação & Partida; Superestrut.
Instrum.-Equip./
Estrutura de
Est. Concreto- Instrum./$istemas
Concreto-Fund.

. Devem ser boas para os


Fundaçoes

Estruturas
Elétrica-Cabos
e Miscelanea
Estruturas de
Concreto-Bfocos
Metálicas Estrut. de Concreto-
propósitos de planejamento Superestruturas
Processo Elétrica-Equip.
físico, quais sejam: ter um Estruturas
Tubulação Metálicas
peso físico, datas de início e 1.MTQ Instrum.-Cabos
Tubulação-
e Miscelânea
término identificáveis, tenha Tubulação
Desenhos
Fabricação
Tubulação-
significado prático tal que Tubulação
Suportação
MTO Final
empreste realismo às Elétrica
Tubulação-Isolamento
e Pintura
relações de precedência Instrumentação TubulaçãO-
entre elas; Urbanização
Montagem
I

. Possam conter as
:~~:rud:e~:~~
Instrumento
"passadas" críticas do Equip.e Sist.Digitais
projeto e a isso dar Elétrica-Equip.
Elétrica-Cabos
visibilidade;

. Se identifique cada uma


e Interligaçoes
Urbanização
Pisos Industriais
~
ft---
como item da estrutura sobre
o qual se deseja monitoração
e acompanhamento, e ao . Se identifiquem,cada uma . De preferência representem
qual estão associados delas, como um processo, e populações de componentes
grupos de componentes como tal, haja meios de físicos, isto porque quanto
bem definíveis; medi-Ia como o resultado da mais itens da estrutura
soma dos avanços dos representem entidades não
. Devem estar balanceadas no componentes que a físicas com custo associado,
sentido de que o nível de populam; maior o descolamento entre
importância seja o mais os avanços físico e
homogêneo possível; financeiro.

CD
I
Plantas de Processo - Sub-Fases

Básico Validação Demolições! I


deProjeto LDesmontagem J

Equipa- Equipamentos
mentos
Equipamentos Equipamentos~
InstalaçOes t Revestimentos

FEED
Edificações
Arquitetura

Underground
Terreno
I Terreno
.
Edificações Edificações
Fundações [Fundações I 11. .
t Edificações
I

Equip./Fund. ,; I II
e Bases EqUiPamen.~EqUiPamen.r---
[Fundações Bases ~
I I

Tubulação
Undergrond
Tubulação
Underground II~~~~~~~~~~ iI I
~~;~- - 1,1
Elétr. e Instr. Elétr. e Instr.
I
Underground Underground Elétr.e Instr~ Pisos ~
I:!ndergroun,.---

Estrut. Conc.
Superestrut.

Estruturas Estruturas
Estruturas Tubulação t::::::........
Metálicas Metálicas
- MelálicasH~suportação '\
- ~
Tubulação Tubulação Tubulação Tubulação
- 1'MTO 1'MTO
FabricaçãoHl Montag~m
Processo Tubulação Tubulação Tubulação
Engenharia Eng./3D/Des. MTO Final MTO Final

Instrument. Instrumentação
P&IDIFD/Dwg. Miscelânea

Instrum. Equip.
Instrum. Sist.

Elétrica
Elétrica
Equipamento

Elétrica Cabos
e Miscelãnea

- Urbanização Urbanizaçãe>,
..

Esta é a estrutura analítica candidata a


padrão, que no GITEC foi denominada
EIP - Estrutura de Implantação Padrão.
( ::: Agrupamento

Uma vez cadastrada no GITEC, será her- Para completar a estrutura analítica, faltou
dada por todos as unidades de processo apenas apresentar os Agrupamentos.
que a usarem. Para cada unidade de pro- O conjunto de componentes que popula
cesso em particular o gerente definirá os uma Sub-Fase é heterogêneo no que diz
parâmetros que a definem quais sejam: respeito ao critério de medição, ou seja,
pesos físicos e valores financeiros de ca-
da item da estrutura, datas de início e de
às etapas por que passa para se realizar.
Assim por exemplo, enquanto um instru- .
término, e o tipo de curva planejada que mento passa pelas etapas de montagem,
usa curvas de 50%, de 60%, linear, ou suportação, ligação ao processo, etc.,
ponto a ponto. os cabos passam por etapas diferentes.
Além disso, têm unidades de medida dife-
Há no entanto uma flexibilidade para se rentes: unidade, e metro, respectivamente.
estabelecer mais de uma Estrutura de Uma vez que inviabiliza a soma pondera-
Implantação Padrão (EIP) de modo que da se estiverem dentro do mesmo conjun-
um projeto em particular pode usar uma to, isto se resolve populando a Sub-Fase
EIP criada somente para ele. Embora com seus componentes no nível do
essa flexibilidade possibilite teoricamen- Agrupamento. Dessa forma, um
te se implementar no sistema qualquer Agrupamento é populado por componen-
estrutura analítica padrão, modelo e tes que têm o mesmo critério de medição.
regras de negócio -por exemplo "down
payments", bônus de performance, Em algumas telas o sistema se refere a es-
parcelas fixas-, e modalidades de se processo de popular um Agrupamento
contratação, o fato é que se em cada com componentes e eventos como asso-
Implementação de Empreendimento (IE) ciar eventos a Agrupamentos.
forem criados cada vez mais regras e
modelos particulares, então todo o esfor-
ço de padronização e sistematização
fica anulado e o objetivo comprometido.

.
J

lF8Se )( Construção & Montagem )


( Sub-Fase ) ( Instrumentação-Instalação de Campo J

Instrumentos
Armários de Ligação
Bandejamentos
Agrupamentos Cabos
Caixas de Junção
Consoles
Estações de Trabalho

Precificação - Para que os valores finan-


ceiros de um nível qualquer da estrutura
possam se distribuir no tempo conforme
um cronograma que usa a mesma estru-
É importante notar que uma vez adotada
tura. Sem essa paridade, o trabalho de
uma estrutura analítica para implantação
distribuir valores no tempo se torna um
de uma unidade de processo, ela deve
exercício oneroso, impreciso e frustrante,
ser a única a ser usada para os propósi-
e também não há como realizar análises
tos de:
de valor agregado;

. Definição de Escopo,
Critérios de Medição - Nos contratos que
. Precificação,
. Cronograma, e contenham preços globais, os critérios

. Critérios de Medição. de medição incluem a determinação de


valores percentuais para os níveis inter-
Definição de Escopo - Para que se possa mediários da estrutura analítica. Se essa
mais adiante facilmente distribuir -ou mes- estrutura analítica embutida nos critérios
mo redistribuir- o escopo por entre os de medição for uma outra, as dificulda-
contratos que realizarão trabalho para im- des para precificar também se tornam
plementação das unidades de processo; obstáculos difíceis de passar.

Nesse ponto concluímos o entendimento


da estrutura de implantação padrão.
I
:: :Planejamento Físico

o GITEC não é a ferramenta para desenvol- trsica e financeira, de cada item da estrutu-
vimento e manutenção de redes CPM. Para ra, para usá-Ias mais adiante nas análises
isto existem softwares especializados, com de performance "drill down", desvios, pare-
excelentes capacidades de administrar hie- to do desvio, gargalos de produção, etc.
rarquias e redes de precedência.
Cronograma de uma Página - Já vimos que
Mas é repositório de dados macro de plane- o cronograma trsico também usa a
jamento, incluído o Cronograma Master. mesma estrutura analítica, uma estrutura
Nele devem ser imputados os dados de pla- com aproximadamente 65 linhas. Assim o
nejamento de cada item da estrutura de im- cronograma físico de controle de uma uni-
plantação conforme já mencionado anterior- dade de processo é um diagrama de Gantt,
mente, quais sejam: pesos físicos e valores de uma só página, quando contraído até o
financeiros de cada item da estrutura, data segundo nível, o nível da Sub-Fase. Não
de início e de término, e o tipo de curva pla- contraído acrescenta apenas mais um nível:
nejada que usa curvas de 50%, de 60%, li- os Agrupamentos.
near, ou ponto a ponto.

Com base nesses dados o sistema gera e


guarda as séries históricas planejadas, 1

I
I
120

100

I 80

L I 60

40

20

fi»

I
~ \

Id Nome da tarefa Ano 1 :Ana2 .Ano3


J I FIMIAIMI JIJ IAISIOINIDIJ I FIMIAIMI J IJ IAISIOINIDI JI FIMIAIMI JIJ IAI SIOINlD
-
01 Unidade 33 HDS- lmolementacão : .....
02 Imnlantacão .~. .~.
03 Assinaturado contrato - EPC1- CG .~. . ...
04 Mobilizacão .. "O~;40':'
05 Desmobilizacão ... ... 8'.~:
06 Proieto '.,. .~445.
07 Proieto- Validacãode Proieto "20~Só . . . . ..
08 Projeto - Terreno . . . . 3i>04ó . ... .....
09 -
Proieto EnaenharialProcessa ~9ó'
10 Projeto - TubulacãoUnderoround '~9ó . ...
11 Projeto - TubulacãolDwns . . . . . . "811300dias :
12 -
Projeto Tubulacão 1°MTO 96~'6C' :
13 Proieto - Tubulacão2" MTO ..
14 -
Projeto Eauloamentos . . . . '2btiiijj;J6ó' .
15 -
Prajeta Enuinamentas/ FundacOese Bases . . 'sài . . ;8"d'i~s'. . '1'23; ...
16 Proieta - EdificacOes/Arnuitetura . '3Ôi "20di~~ j;SÕ"... . ..
17 Pra'eto- EdificacOes/ FundacOes .. . "',,4&,i4",
18 Pra'eto- Drena ens Undernround '50ffi)95 ' .....
19 Pro'eta- Estruturasde Concreto / Sunerestrutura '30'~'16ó ... . ..
20 Projeta- Estruturasde Cancreta/ FundaçOes . .. 9~1.s5.
21 Pro'eto- EstruturasMetálicas . . . .. .. 231i H~Odi~S' 1 41'"
22 Pro'eto - Elétricae Instrumentac.ãoUnderaround '3i>ii1<ii9ci ":" . .. . . .. .. ... ...
'áÚ' .180tÍlas.. j26"
23 Pro'eto- Elétrica ..
24 Pro'eta- InstrumentacãoP&IDIFD/DWGs . .. .. .. ~;I' . '1QQdi~s . '141;
25 Pro'eta- Urbanizacãa . CÚ(}diasi9Cf'...... , .. .
26 Sunrimento .. "'530
27 Suprimenta- Equipamentos so[.. A20dias . i.iio' ""..... . ..
2~ Suorimenta- Equipamentos- Dfs ... . .,7; ; Suprimento: EquiP8nienioS - OFs ".
29 -
Suprimento Elétricae InstrumentacãoUnderaround . . "9ó~i;o'
'9Ô~f80'
. ..... ...
30 Suprimenta- Tubula ão Under raund
31 Suprimento- DrenagemUndergraund . '95~i55:'
32 -
Suprimenta Tubula ãa 1°MTO . . . ... "::'~I:
:. 242dias '1407'
33 Suprimenta- Tubula ãa/MTOFinal . . . '~~..1~~~~..'!~'
34 Suprimento- Equinamentos- Reatares .~
35 Suprimenta- Elétrica / Eauipamentas .. . 1711 210 dias '1'381 . ...
14""" '2âidi~s" '14fÚ'
36 Suprimento- Elétrica/ Cabos e Miscelãnea ...
37 Sunrimento- Instrumenta ão - Instrumentose Sistema '2611 ';O~i~~ (471
38
39
40
SUPrimento- InstrumentacãoMiscelãnea
Canstrucãoe Montaaem
C&M erreno -
. ..
... .'
.. '2~~ :: ~~:d!'7'.: :1:47ô'

... ..
41 -
C&M EdificaçOes/ Funda Oes . . .
'1i4~264' . ..
42 -
C&M EdificacOes/ Constru ãa ..
',ssi
... ':'264'~414"
.iM~j~~" ii35........
43 C&M - Drenagens Underground
44 -
C&M Estruturasde oncreta / undaçOes ;s5~ 275' .
1SSI90diasl335.....
...
45 C&M - Estruturasde Concreto/ Blacos
40 -
&M struturas deCancret6TSÜperestruturas . . '3121'. . '200dias . IS1:{
47 C&M - EstruturaMetálica . .. . 4;21'" '2Mdi~~:" '1'613'
48 -
C&M Equipamentos/ FundaçOes ;40~29"'" .....
49 -
C&M Eauinamentos/ Bases :26ó~:i..,
: 4091.. ",:md;~~' 'j~'
..
50 C&M - Equipamentos/ Montagem
b1 -
&M Equipamentos / Revestimentas .. "'469~ ~~.
52 -
C&M Tubula ão / Fabricação .. . .~( "270dias .. ~.
J.
53 -
C&M Tubulacãa / Sunartacão .. . ~I
54
55
-
C&M Tubulacãa/ Montaaem
C&M - Tubulacãa/ Undernraund
.. ...~
.~.~~a~.. .
.. .~~i~~. ~: ..
56 C&M - Tubulacão/Isolamenta e Pintura .: ~~~24Õ' :. :~I::.. .:~.dias-
57 C&M- Elétrica e InstrumentacãaUnderaround . .. ..
58 -
C&M Elétrica Enuj;:;-amentos . . .....
59 C&M - ElétricaJr abos e Interlinacoes . ..
60 C&M - Instrumentacão/Instalacão de Camoo .. ...
. ;;01:;~d;as. :;1' ;"';~dt~'47':; '1163'
61 C&M -Instrumentacão / Eauipamentos&Sist.Din .. . '47;1: ~:d!~< . . ~731
62 CR.M- Pi<ns .. :~4:1~.
63 C&M - Urbanizacãa .. . ... .. . ':643~733' .. .. .
64 Condicionamento .. .. .. .~. .. . . . . . . . . '~'is5'
65 Condicionamento- Tubulacãa . .... . ::~I:: ~~:d!a~':1:7~. .
66 Condicionamento SPOPsExternas - ... Á
67 Condicionamento Preservacãa - . .... ~~. 447 cii~S' . '17ôi
68 Condicionamento Enuinamentos - .. ':" . 678U~~::r823'
69 Candicionamenta- Elétrica ........ . '4'73j'
':' 5""[~~!!r69;
35õdi~~'"
.... ...
'1'823'
70 Candicianamento- Instrumentacão
. .. .. . .. 5;11 '.' ;80'di~S' . . i691' .. .
71 Condicianamento- Certificacão NR 10 . ..
72 Condicionamento Certificacãa NR 13 . .. . .. ':64jI' '1Mdi~~"
.........-..
iS23'
73 Partida e Ooeracãa . ..
74 Partida e Ooeracão SOPsPré-Operacão- ... 8;;;0833....
"i833 .
75 Partida e Opera ão - Partida . .... ...
76 Partida e Operação - Operação Assistida '833~'

Cronograma Físico
..

( :::
Paradigma visual do GITEC
J
A informação visual do sistema estará na
maioria das vezes se mostrando em duas
áreas: a árvore da estrutura analítica de
uma unidade de processo, ou de um con-
trato numa unidade de processo, e a infor-
mação relativa ao item da estrutura que es- Se o item selecionado da estrutura for o de
tá selecionado. Assim, se estivermos vendo último nível, ou seja, um agrupamento, a in-
curvas planejadas e realizadas, o sistema formação visual poderá ser, além das cur-
mostrará essas curvas referentes ao item da vas de performance, os gráficos de etapas
estrutura que está selecionado. em barras empilhadas, ou a matriz de even-
tos, ou seja, a relação de todos os compo-
nentes daquele agrupamento, com os da-
dos de realização de suas etapas datas de
execução e de aprovação, e, se requerido,
relatório de CQ.

Curvas de planejamento e de
realização do item da estrutura .:::-'=" ~

selecionado

_. .:~..c-a- ..
-_.~.--
-.:!---'-
~ 100
~\~- ., 90
-- 80
:j~.-""
- '"
--
-- 60
50
::i~"~~
~........._.....
-............
30
_..~......-
" ,.. ........-- 20
-........-- ,.

o 2 3 .. 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 '9 20 a.a::s

--- .. --, - BaseAine U -~ -ÚltimaRevisAo--


--~- "
,- rà-,i!i--II-~"'''''''',~
( :::
Linhas de Base
J
Uma Linha de Base (LB) está definida no
sistema como um conjunto de parâmetros:
pesos e valores financeiros previstos da es-
trutura analítica de implantação, datas de iní-
cio e término planejadas, e curvas de distri-
buição física.
O sistema expressa as linhas de base
física e financeira para uma Unidade de
Processo (UP), e, quando já existem contra-
tos realizando trabalho, para cada contrato
na unidade de processo. Guarda 4 linhas
de base de referência:

LB1 - Pode ser usada para guardar a LB de- aceitas pelas partes. No caso da variação
finida ao final do FEL 111,e nesse caso, ain- real de tempo ser maior que aquela aceita
da que os contratos principais não estejam pelas partes, a diferença representa
firmados, representa o que está planejado inadimplência de prazo, não devendo
para a Implementação. Contém séries histó- portanto ser incorporada à LB.
ricas que contribuem para a linha de base Nesse caso, uma vez que visões de tempo
no SAP/R3, onde a Implantação é um dos reais, independentes do status da adim-
contribuintes da linha de base de nível plência, precisam ser criadas, isto pode ser
superior. exercitado usando a Linha de Base 2 -LB2.

LB Contratada - A cada contrato firmado LB2 - Ambiente de estudos e simulações.


para implementação de uma UP, uma LB Uma vez que uma revisão de planejamento,
contratada é estabelecida para aquele con- no SAP/R3 por exemplo, deve ser resultado
trato naquela UP. de processo decisório no mesmo nível de
Se o contrato realiza trabalho em mais de competência que o estabeleceu inicialmen-
uma UP, sua LB Contratada geral será a so- te, surge um intervalo de tempo no qual
ma das suas LBs nas diversas UPs. Da mes- uma nova figura deve ser formulada antes
ma maneira, se mais de um contrato realiza de se consensuar uma revisão.
trabalho para uma UP, a linha de base da Esta LB2 é o ambiente onde, alterando ite-

UP é a soma das LBs Contratadas para rativamente os parâmetros de planejamen-


aquela UP. to, pode-se ir experimentando resultados
que reflitam melhor a realidade do momen-
LB Última Revisão - A mais recente revisão to. Pode dessa forma, vir a ser fonte de in-
da Linha de Base Contratada para um con- formação para o Plano Anual de Negócios
trato em uma UP, modificada pela inclusão (PAN).
de variações de tempo e custo formalmente
~-

c Sub-Fase como um Processo

Passamos a olhar cada linha do cronograma em controle estatístico de processos; se ele


J

(Sub-Fase) como um processo sob monitora- acompanha de perto processos que estão aci-
ção contínua, contando, num primeiro momen- ma da curva mas com inclinação inferior à pla-
to, como evidência de boa performance do pro- nejada, o que indica que em algum momento
jeto, a evidência de boa performance de cada futuro vai entrar em desvio negativo; qualquer
um dos processos em particular. que seja o critério usado para conduzir ações
de controle, a monitorabilidade está em suas
A performance do projeto pode no entanto es- mãos porque há suporte suficiente de informa-
tar boa ao mesmo tempo em que um ou mais ção. O GITEC lhe suporta completamente em
processos estejam degradados, bastando pa- qualquer dos casos, porque pode relatar essas
ra isso que um ou mais outros tenham perfor- situações em qualquer dos 4 níveis da estrutu-
mances positivas tais que compensem o efeito. ra, e no quarto nível está a granulação mais fi-
na, qual seja, a dos eventos.
Se o gerente faz uma definição do que consi-
dera um processo fora de controle, igualou ma-
is severa do que aquela normalmente usada

Dentre as Sub-Fases, uma vez selecionado um subconjunto delas que represen-


te o que há de mais importante pela criticidade, risco, sensibilidade ou outro cri-
tério, pode-se obter do sistema os pontos dessas curvas e em ambiente local plo-
tar suas curvas para visualizar um Diagrama de Tempo, com desempenhos re-
querido e realizado, e sobretudo os efeitos que os desvios numa Sub-Fase po-
dem produzir em outras. Ao transladar no tempo uma delas, no futuro outras tam-
bém transladarão. Da mesma maneira, ao que uma delas se inclinar mais do que
o planejado, outras também se inclinarão. Essa abordagem faz parte do que po-
deríamos denominar de Protocolo GITEC.

100%
>. 17 V "ç. / v / V / l.? J..;-:' ,g7 /
90% / .....
I § 1/ .é :l ./ r1V ., j 1/ Ifj L1 !!1
(I)
80%
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70% CJ ° .o:s - CL -
(I) 1 V$' tf! ?J ,!-oe J ?/ 1/0' ." / /. 'li'Jj i' '"
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10% ..
I/
1 5
V
9
./ ./
l/C.

13 17 21 25 29 33 37 41 45 49 53
......v I k;:::
57
V

61 65
./ :/' - - V
69 73
:l. '- -
77 81 85 89 93 97 101 105109113117
CL..J...... L..
121

Diagrama de Tempo dos principais processos

I
c o Pareto do Desvio

o GITEC oferece uma visão que estamos


J
._=-'_.'
:-.-'-~-'.".'-.."~:~;;'-:"~~'.~. 7.'-"
denominando Pareto do Desvio, onde es- ~~~-'~'...~'~;:;;.:~'~'~
...Gr~.'.~~.s .. - m '~--. :~~--~::': :.~~r~~~~=.~:-~~Y
tão relacionadas em ordem decrescente as
fases que contribuem para o desvio. =-...
-__1'"
'__'1102
Identificada uma fase com desvio, pode-se .-=--
aprofundar a investigação
mesmo gráfico para as sub-fases.
solicitando o -.
-
- =--
-.-
__m
=..~
<- '::::'-'"

Está denominado como Pareto apenas por-


. i i i i i § § i i
que dá oportunidade de identificar se há ~.)U

=.-
de fato um Pareto, mas o gráfico trás todas
as sub-fases, em ordem decrescente, po- ...=,10
iiI--,.~ .-
dendo as últimas da lista estarem apresen-
tando um valor negativo, indicando nesse
caso, que aquelas sub-fases têm uma
realização superior à planejada. Tubulação! L
Fabricação' j 4.025
Tubulação! r
Montagem' ;j 3.354
Equipamentos/Montagem ~ j 2.907
Estruturas Metálicas~1.252
Elétrica/r-:J
Equipamentos - 894
Elétrica/Cabosr--1
e Interligações- 894
Estruturas de Concreto!r-j 783
Superestruturas '---'
Tubulaçã_o! r:---1 671
Suportaçao-
Construção &
1 1 Equipamen~os! r:---1 671
Montagem
17.9!11 Fundaçoes
-
.,.
c
Tubulação! 11
Suprimento Isolamentoe Pintura. ... 500
Projeto 1C Estruturas de Concr~to!rJ 447
Executivo Fundaçoes -
Condicionamento 130(' Edificaçõ~s/n 335
Construçao -

O I\)
o
.:.
o
'"
o
(X)
o
-
o I\) .:.
-'" -(X) I\)
o
Elétricae Instrumentação n 335
Underground-
o
o o
o o
o
o o o o o o
o
o
o o
o
o
o
o
o
o
o o
o
o Pisos n 313
Industriais-
Estruturas de n
Concreto!Blocos- 224
Equipamentos/
Bases n- 224

Edificaçõ_es! o 112
Fundaçoes 8
Drenagens (j
Underground , 50
o ~ ~ ~ ~ N W ~ ~
. ~
o o rn o rn o rn o rn
o o o o o o o o o
o o o o o o o o
... Gargalos da Produção - Áreas Empilhadas das Etapas

120 Bases de Equipamentos

Dentro de um agrupamento, a cada dia existe 100

1
uma quantidade de componentes parados
80
..
em cada uma das etapas, até que todos pas- 'ti
..
J! 80
sem por todas as etapas. A plotagem dessas c..
"
séries históricas em áreas empilhadas, onde °40
cada pilha é uma etapa, indica onde estão os 20
gargalos de produção.
o
9 10
No exemplo ao lado, é visível um gargalo de Períodos

produção na etapa de concretagem. Não obs- C Acabamento

tante tenha pulmão suficiente, não realiza.


Áreas empilhadas de um Agrupamento
É visivel também que pelo menos um proces-
so -forma- tem uma variabilidade indesejada.

o GITEC pára nesse nível. Não está projetado


para implementar as técnicas advindas de
abordagens tais como corrente critica, produ-
ção lean, etc. Embora possa explicitar, não No entanto, está evidente que, uma vez que
ferramenta para lidar com pulmões de inven- o sistema adquire dados a nivel dos eventos,
tários a montante e jusante dos processos; é possivel construir sobre a base de dados
não se ocupa da identificação e registro de as informações que suportem análises à luz
restrições à produção, para suporte à progra- daquelas abordagens. Algumas esperas, pro-
mação da produção de curto termo. cessos que não adicionam valor. Calcular os
Entendemos ser esse o dominio do ambiente inventários parados em etapas, é, em última
de planejamento e controle da produção, e instância, o que as etapas em áreas empilha-
portanto, das contratadas. das fazem.

Fabricação e Montagem de Tubulação como Transformação e Fluxo

Retrabalho Retrabalho
( ( )
--+ Movimento
-- Almoxarilado f- Fabricar Dimens. Movimento
'-- Gleba & Montar
Spools END Campo SpooIs Inspeção .......

!
Perda
!
Perda
Processo que adicionam valor O Processoque não adicionamvalor

e
I
Outra maneira de dar informação similar é o l1:::::li 11
gráfico de barras empilhadas para cada eta-
pa, onde:
u
...<...,.Jl!lMí!' 1

q
",-'0--
Verde: quantidade de componentes com a ...-.-..-....
etapa realizada e aprovada;
.,-.....---
--
-.- -,- ".--
Azul: quantidade de componentes com a
r- .~- ..
. 'M -
......
--
-- --- -I
etapa realizada mas pendente de aprova- ,.=-~.....-- ......
- UIUII
ção;
-..,
.=:: r---t"--r=J"
~
..
---
.. -
c--=J:j
- - --
=
Amarelo: quantidade de componentes com
L'
a etapa ainda não realizada.

Ao se selecionar uma dessas pilhas a tela se


divide em duas, mostrando na área inferior a
Podemos nesse ponto resumir o que denomina-
relação dos componentes naquele estado.
mos anteriormente de Protocolo GITEC:

Essa visão permite visualizar além do traba-


lho faltante, se há uma espera de verificação . Produção como processos de transformação
e aceitação, e onde ele está. e de fluxo;

. Escopo como um conjunto de componentes


populado não em uma EAP,mas em um ban-
co de dados do projeto;

. Cronograma Master de alto nível e detalha-


mentos em hierarquias, com janelas de
planejamento;

. Curvas de performance física e financeira;

. Monitoração com Diagramas de Tempo;

. Paretos;
. Inventários parados.
( :::
Marcos
J
Como está evidente até aqui, não estão esta-
belecidas datas de início e término planeja-
das para cada componente ou evento seu,
mas para as Sub-Fases e Agrupamentos.
Espera-se que toda a população de compo-
nentes dentro de uma Sub-Fase se realize Alguns contratos usam a figura de datas ga-

dentro desse intervalo de tempo, não impor- rantidas como requerimentos de tempo para
alguns entregáveis. Assinalar como marcos
tando em que ordem; e não importando a pre-
os eventos correspondente é a maneira que
cedência. A performance está sendo monito-
o sistema oferece para estabelecê-Ias
rada conforme já esclarecido anteriormente.

o GITEC guarda essa informação mas não


No entanto, alguns Eventos que se julgue im-
executa nenhuma ação, a não ser sinalizar na
portantes podem ser definidos como Marcos,
matriz de eventos aqueles que estão assina-
com uma data de realização esperada. Pode
lados como marco, informando as datas pre-
ser o caso por exemplo das emissões dos
vista e realizada, se esse for o seu status de
P&IDs aprovados para construção, a monta-
execução.
gem de um equipamento crítico, uma ordem
de compra ou o condicionamento de um ou-
tro equipamento; a pré-operação de um de- Através de consulta à base de dados pode-
terminado Sistema Operacional. se extrair visões como por exemplo: relação
deles com suas datas previstas e realizadas;
marcos não realizados e com data de realiza-
ção planejada até os próximos 30 dias, e as-
sim por diante.

Assim se encerram as visões de acompanha-


mento, no nível mais baixo, o dos eventos, o
mesmo nível em que os dados são adquiri-
dos, ao mesmo tempo em que uma estrutura
de apenas dois níveis reporta o cronograma
de barras.

L
IL

.
Estruturas de Consolidação
J
Vimos anteriormente que a definição das sub-
fases busca uma estrutura de implantação gené-
rica o mais aderente possível ao mundo real da
construção e montagem, e que lhe confira reu-
zabilidade em diversos projetos. Os critérios
~-~
~ Project 8u11der: projeto 1N-5120-04-5lJ2
'r 'I..~: 11'6>
não incluem compromisso de completa parida- ~lJ 081 I I I ! aJ.!!L..1!l!J~.
E ~..
li
_..- i.~"'~,MItf'8_.~
-;-=- ;~....-
de com outras estruturas de consolidação que I- 6rA8E'.~caram.w. li-U20-0+soa
..."...,.,., .- 618:
-
! Ô'M1I.-1'fIO.ET01MIco
'" ÓfMlliW mçloo K'''''''''''
possam surgir. sm.e.~,
t 60EAENC11MEN1'0DOfW'REEND'f.IIIEfi
t6~""'AOMII. 1'W) w.4l - DMNIItM rc i ...
I' AUCENÇA8f~
"6"""",,
... 681PW1TAÇAo)S.IoCI8IW1ACAllQfIU..
~ ÔIlHTECHÇOEsON-8ITEUoJ15
~ 61'RO.ETOeECIIIMIIJ.M
K''''''''''''
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outras estruturas analíticas de consolidação po- f>6111C1HT1IIOaIIHEmUJ5 f+.522O-Ot-$D).f.t152
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dem ser exigidas do sistema. Assim, se consoli-


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dações físicas ou financeiras forem necessárias
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para uma outra estrutura analítica diferente da ó-t6~DOI'f'IO.E1O


31 == :::: ~
de implantação, o sistema deve ser capaz de ~~.~.J2::..
realizá-Ia.

Estrutura analítica padrão para implementação dos projetos


do Abast no SAP/R3. É uma estrutura de consolidação.
O GITEC atende esse requerimento com a pos-
sibilidade de se criar uma ou mais estruturas de
consolidação, de tal modo que, os mesmos da-
dos de realização adquiridos no nível de evento
possam também ser usados para sair com su-
marizações nessas outras estruturas, sendo sufi-
ciente para isso que os eventos sejam previa-
mente associados aos itens de último nível da
estrutura de consolidação desejada.

O conceito é: defina uma estrutura de consoli-


dação qualquer, e associe todos os eventos aos
itens dessa estrutura. O sistema irá produzir
sumarizações para esta estrutura de consolida-
ção. Mas use de critério. Somente crie estrutu-
ras de consolidação que tenham significado prá-
tico, que tenham uma utilidade. Os controlado-
res da contabilidade são pródigos de exemplos
de planos de conta muito detalhados: a apro-
priação é onerada, favorece erros em prejuízo
da qualidade, e além disso o detalhe nunca é
usado para análises.
Cronogramas em Hierarquias

aproximam mais da realidade, o que é bom


para o modelo, outras tantas começam a tor-
nar-se irreais, e são contornadas na prática
por modos alternativos de execução. Não
Poderá haver demandas para estabeleci-
são mais capazes de representar a realidade
mento de cronogramas bastante detalhados
de campo e portanto, não mais capazes de
com milhares de linhas, no estilo parada de
instruir a programação da produção. O enor-
manutenção, onde tudo tem que acontecer
me esforço de estabelecê-Ias torna-se em
num espaço muito curto de tempo. Nada
parte inútil, e requer outro grande esforço pa-
impede que o cronograma seja desdobrado
ra manter a rede, o que geralmente não
pelo acréscimo de níveis adicionais além do
acontece.
3° nível, que é o dos agrupamentos. Podem
ser adicionados a partir daí quantos níveis e
linhas se queira. Mas no trato de projetos
longos de construção essa abordagem tem
falhado, sempre, e não temos encontrado na
Domínios do SAP/R3 e GITEC
prática casos bem sucedidos de estruturas
tão longas para tratar a gestão de tempo e
o controle da produção no nível da tarefa.
PS
MM ps- EAP Padrão
SAP/R3
A abordagem das redes de precedência mui- / ,
Estratégico
to granuladas falha nos projetos de constru- /Master Modelos de Precedência
PERl CPM, GANTT

/
Cronograma
ção por razões óbvias. As relações de pre- Tático de Fases e MS Project

cedência entre atividades são definições lógi- .. Sub-Fases


Janelas de Planejamento 24-12-6 semanas
cas razoáveis capazes de representar a rea- Modelos Estocásticos (Fila, Linhas Criticas,
Técnicas Lean, Filas, PulmOSs, Inventários
lidade até um certo ponto. À medida em que Parados,Oportunidade Relacional) -
Banco de Dados
se vai aumentando o nível de detalhe, granu-
lando cada vez mais as atividades, ocorre
um fenômeno de duplo efeito: ao mesmo tem-
po que algumas relações de precedência se

Domínio do SAP
1
< Dominio do GITEC
~eênd} IIII~eãnd.n
J
A metáfora que pode melhordescrever essa
situação é a de alguém tentando definirpre-
viamente a coreografia da montagem de um
"lego".É posslvel fazer isto para projetos
com uma quantidade pequena de compo-
nentes onde as relações de precedência são
em sua grande maioria ligações fortes. Para
construção de unidades de processo é não
só um grande dispêndio de tempo como tam-
bém um meio de monopolizarrecursos que
de outra forma estariam monitorandoos
processos.
concluídas e não estão, que o foco não é
o paradigma dos diagramas lógicos, do mais possível. Se consome um tempo
Gantt, orienta as seguintes abordagens: significativamentegrande de acompanha-
uma atividade está apta a ser iniciada quan- mento para obter-se no máximouma cole-
do suas predecessoras estão concluídas; da ção de justificativasa cada caso. Resulta
mesma maneira, somente quando uma ativi- dessa forma que o acompanhamento é
dade é concluída total ou parcialmente é que reativo,ou, como se diz, em "gerenciar
as suas sucessoras podem ser iniciadas. No olhando pelo retrovisor".
mundo real da construção e montagem isso
é na maioriadas vezes falso. Não se decide Em ambos os casos citados anterior-
construir uma base apenas porque as "n" mente -bases e instalação de equipamen-
predecessores são as "n"estacas, e elas es- tos-, são necessárias outras condições de
tão concluldas. Da mesma maneira não se contorno, procedurais, logísticas, de aces-
decide instalar um equipamento sobre a ba- so, de segurança, disponibilidade de mão
se apenas porque ele já chegou e a base es- de obra, máquinas, andaimes, dispositivos
tá concluída. O paradigma das ligações lógi- provisórios, desenho, e materiais, para
cas de precedência desmorona porque as citar algumas. A maneira que algumas
restrições à produção vão além das simples novas abordagens têm encontrado para
precedências. As ligações lógicas de mais al- tratar o problema está longe de expandir
to nívelatendem melhoraos propósitos de isso tudo em uma rede de precedência.
planejamento físico. Se tem buscado em vez disso encontrar
as categorias dessas restrições, relacioná-
Com os cronogramas detalhados a aborda- Ias com cada processo, instanciá-Ias, e en-
gem de controle chave é identificaras ativi- tão desenvolver mecanismos de monitora-
dades que deveriam estar concluídas e não ção que permitam distinguir dentre o que
estão. Ao primeirodesvio negativo do proje- deve ser feito, o que pode ser feito. Nesse
to, para ele contribuiuma quantidade tão ponto têm que entrar em uso outras técni-
grande de atividades que deveriam estar cas para administração da produção.

e
Jf

Em busca das causas pelos quais os pro-


jetos na indústria da construção atrasam,
pesquisas demonstram que das atividades
programadas para realização cerca de Algumas dessas janelas de planejamentos
40% delas não são realizadas ao final do detalhados somente podem ser razoavel-
período de programação. Mas a constata- mente desenvolvidas num tempo futuro
ção mais perturbadora é que materiais e quando forem melhor visíveis as premissas
desenho respondem por 70% das causas, de planejamento que serão usadas; quan-
enquanto problemas de precedência do o projeto de detalhamento já tiver ama- .
contribuem com apenas 2% das causas, durecido o suficiente; quando houver maior
numa confirmação contundente diante precisão do fluxo dos materiais necessá-
da qual somos forçados a aceitar a neces- rios, e assim por diante. Dessa forma redu-
sidade de mesclar o CPM com outras zimos o impacto da incerteza existente no
abordagens. ambiente de produção.

A Engenharia quer um salto na gestão dos A Fase de Condicionamento é outro bom


projetos de seus clientes: se antecipar aos exemplo de janela de planejamento futuro.
desvios, revelá-Ios antes que ocorram, predi- Nesse caso, não só as premissas somente
tivamente, criando dessa maneira as condi- se definem ao longo do projeto, mas até
ções mínimas para a formulação e tomada mesmo a forma como o trabalho é empaco-
de ações para manter os processos sob con- tado para formar uma estrutura analítica e
trole. Quer gerenciar processos. elaboração de um diagrama de Gantt é
diferente.
Ainda com relação à questão do balancea-
mento do nível de detalhe dos cronogra- Finalmente lembramos que, uma vez que a
mas, a mesma abordagem que se satisfaz aquisição de dados de execução se dá no
com aquele nível de detalhamento de 65 nfvel mais elementar que é o evento -a
linhas, também considera que algumas mudança de estado dos componentes da
operações de construção e montagem unidade de processo; que os eventos
requerem necessariamente que sejam pre- continuarão a ser associados e sumariza-
viamente planejadas num grau maior de de- dos nos itens do terceiro nível da estrutura
talhe. Estamos falando de operações críti- analítica; que os marcos importantes estão
cas e que requerem durações totais muito estabelecidos e monitorados, então as vi-
pequenas. São exemplos as intervenções sões gerenciais nos níveis tático e opera-
em unidades em operação; reformas de cional necessárias estão supridas, e sendo
subestações; operações complexas de assim, deve-se perguntar quais seriam os
tie-ins elétricos ou de tubulação; completa- propósitos e utilidade dos níveis seguintes.
ção mecânica de um sistema operacional;
conclusão de partes de uma unidade cuja
pré-operação se deseja antecipar, por
exemplo.

.
/íd Nomeda tarefa S-2 I S-1 I S 1 I S 2 I S 3 I S 4 I S 5 I S 6 I S 7 I S à"\.
01
02
-
Torre 111 Janela de 7 Semanas
SE.8028
O. :
'0.0
: : : : : : '49
.
03
04
05
Testedos Alimentadores
SE-8002
Testedos Alimentadores
.........
00'0

000
d'

:
....

... ...
.....

06 CCL-1246 .:Ó .
07 Alimentacão "'éd7' ...
08 Instalacãode Hardware '0~6
09 SDCDna 1246 .O.; ~ .;":2;1.
10 Ligação de Campo Ot:::J6 : .
11 Fibra Optica .oi i6:. ...
12 Lista d 110e dados pl confiQuração Oc:=:l6.
13 Confiauracão :..i~i3..
12 AlimentacãoVac e Vcc 10014 .
15 Testesde Malha . "ÚD21"
16 PLC -Pacote B.86001 AlB/C .~"""""1;:""':
20 Slst. de Telecomando de Válvulas Motorizadas o ..d';':2Ó ...
21 Cablagem até a CAFOR 0c::=:J6: . ..
22 Instalaçãode Masterna CAFOR : Oc:=:l6: .
23 Alimentacão :..i~i3:.
24 Chamada Rotork óoo d.
25 Testese Aiustes "'14b2Ó . .....
26 Tubulacão '~24
27 VaoorAlta Disponibilidade ,. .,.
28 -
VaporAlta SopraQem j14
29 -
VaporMédia Sopraaem 11019:
30 Vapor Baixa - Sopragem . . . .20024 ....
31 Ar de Servico Oc:::::::J4:.. .. ... .,
32 Ar de Instrumento . 50:7
33 Linhasde ánua nuimicos.etc .........
34 B-8815- Áaua de Make-UD cj0~ i4.,.. ..... .,. ..~.. ....
35 Instalação Ooó:
36 AlimentacãoForca de Controle ... .304
37 Alimentaçãode VaporMédia .,.
38 Instrumentacão 'Óç;J6 .
39 Testes '2i~33 .
40 Partida ... d. .. "'3403Sd
41 Poco de Succão ..Q.~ :..~.:l6..
44 Bacia de Aaua Fria .oe: '47. . ...
47 SMP Recirculacão . o~ .27
48 Instalacão '0(:; 520.........
49 Testes
50 -
Bombas B86001AIB
....... ~1c:;:;:;::;:;J.~7

~.28
51 FlushingSistemade Lubrificação
52 ChamadaFlowserve
53
54
Chamada Eniot
Sooraaemvaoor para certificacãocom fabricante
OoT!?~"
.17d19~ .
55 Verificacãode Alinhamento
56 GiroTurbina ... OQ4 }()q21
57 Acoplamento
58 Testesfuncionais
59 Partida .:12Pi6.?402~28
60 Bombas -B.86001C .... .... ... ....
68 Ventiladores .. ... .24
... .24"
71 Filtraaem Lateral DIAaua de Mancais .. ..
75 Sistema de Dosaaem de Qufmlcos .. . .2{
.,.
79 Desenaraxee passivacão
80 Entrega .... ~~t::::::::::::
81 TRI ... . 25027
.,
82 levantamentode Pendências ... :. . 28c::J34 .
83 TRP .'-
84 Eliminaçãode Pendências ...
'-85 TRD 3~~d~~iY
Janela de Planejamento de 7 Semanas
~ I

::: Programação da Produção Orientada a Oportunidade Relacional

o fato da população dos componentes es-


tar disposta num banco de dados relacional
abre um impressionante leque de oportuni-
dades na administração do escopo, no pla-
nejamento da sua realização. Enquanto na Então as perguntas são de outro tipo.
manufatura, aproveitando da longevidade Uma visão de acompanhamento ou de pro-
e da natureza mais estável de seus proces- gramação pode ser obtida por análises de
sos, se chegou aos refinamentos do MRP pertinência -o resultado de uma ou mais con-
e automações da produção, a indústria de sultas que retoma todas as malhas aptas a
construção esteve bastante ligada ao para- serem testadas, onde o critério do que vem
digma frustrante da decomposição em es- a ser aptas a serem testadas é incluído na
truturas analiticas e do CPM, ambos com consulta. O banco pode responder à per-
granulação fina. No entanto, ao estabelecer gunta porque no seu modelo de dados as
num banco, os relacionamentos entre os malhas estão relacionadas com instrumen-
componentes de uma planta de processo, tos, que se relacionam com linhas e com
toda a abordagem pode ser mudada. equipamentos, que por sua vez se relacio-
Agora uma malha de controle pode ser nam entre si e com sistemas operacionais, e
testada não porque suas predecessoras assim por diante. Então o protocolo dá esse
que não são poucas, estão concluídas, poder de ir identificando a cada momento
mas porque os componentes relacionados o que pode e o que não pode ser realizado,
assim estão. Enquanto isso, no banco de e se critérios de seqüências preferenciais
dados relacional esses relacionamentos forem incluídos, o que deve ser realizado
são definidos de uma só vez, no modelo de primeiro.
dados, e as "ligações" determinadas pelos
atributos do componente: a folha de dados A programação da produção pode assim
de um instrumento contém a linha em que ser movida por outras abordagens: mode-
ele está instalado; essa é a "ligação". los estocásticos, filas, linhas críticas, técni-
cas de produção lean, e as oportunidades
relacionais.

A programação da produção pode ser des-


sa forma suficientemente instruída, ao mes-
mo tempo em que permite deixar a rede de

L precedência num nível mais alto, no caso,


na Sub-Fase, ou no Agrupamento.

A figura ao lado é um esboço resumido do


que vem a ser esse modelo de dados.

.
Planta de Processo- Sistemas
Painéis
Digitais
Modelo Conceitual de Dados

Catálogo de
r
Malhas Endereços de
r I
Caixas Catálogo
Materiais Hardware de Junção - Cabos - de Cabos

Furos

Edificaçôes - Estacas - Bases Fluidos

L Paineis - Cabos
Processos
de Solda

Catálogo
Materiais - Peças - Spools - Juntas

STHs

( ... Planejamento e Realização Financeira

o GITECusa a abordagem trivial para tratar Realização Financeira


o planejamento e acompanhamento finan- No Agrupamento - Dado um item de último
ceiro, qual seja, como função de preços e nível da estrutura, ou seja, um
planejamento físico. Agrupamento, a série histórica financeira
realizada é série dos valores de medição
Planejamento Financeiro ocorridas para aquele Agrupamento.
No Agrupamento -Dado um item de último
Na Sub-Fase - A série histórica financeira
nível da estrutura, ou seja, um
Agrupamento, a série histórica financeira realizada é a soma dos valores de medição
ocorridas para aquela Sub-Fase. O mesmo
planejada é função do preço do agrupa-
que a soma das realizações financeiras dos
mento e da curva de distribuição física para
seus agrupamentos.
ele assinalada.

Na Fase -A série histórica financeira reali-


Na Sub-Fase - A série histórica financeira
zada é a soma dos valores de medição
planejada é a soma das séries históricas pla- ocorridas para aquela Fase. O mesmo que
nejadas dos seus Agrupamentos. a soma das realizações financeiras das
suas Sub-Fases.
Na Fase - A série histórica financeira plane-
jada é a soma das séries históricas planeja- Em geral, a curva financeira de um item da
das das suas Sub-Fases. estrutura é a soma das curvas dos itens
filhos na mesma estrutura.

e
( ::: Estruturando um Projeto

. Uma Estrutura Analftica Padrão que pode ser usada


por uma Unidade de Processo qualquer.
. Não depende da modadlidade de contratação -Preço
EIP-Estruturade Global, Unitário, ou ambos-, mas deve conter na sua
Implantação estrutura aberturas para acolher modelos de negócio
Padrão previsíveis.
. Define critérios de medição de último nivel -etapas e
valores percentuais- de todos os tipos de
componentes que compoem uma UP-Unidade de
=- ~
=-
-~ Processo, e vão valer para todas as UPs que a
_.~
utilizarem como padrão, e todos os Contratos que
~-
implementam essas UPs.

. Herda da EIP a Estrutura


medição de último nivel.
Analftica e os critérios de

. Aqui são definidos os pesos da estrutura analftica,


para a Unidade de Processo, independente do plano
EIUP-Estrutura de de contratação.
Básicos,
Implantação de FEED.
. Os Componentes são aqui cadastrados e associados
uma Unidade de Proj. Detalh.
aos diversos itens da estrutura analitica.
Processo
. Os Eventos são gerados aqui, para posterior
distribuição nos contratos que os realizarão.

. Herda da EIUP a
Estrutura Analftica e os
critérios de medição de
EAC-Estrutura último nlvel.
Analftica . Aqui são definidos os
Contratual pesos da estrutura
analitica, para o
Contrato.
. Define os modos de
precificação - global

ou preço unitário.
. Os Eventos são aqui
associados aos itens
Contrato 2 da EAC.
Contrato 1 Contrato n

G
.
w:-

~)llF
~ ;; _o:.

~!
---
I
,.
.~
I

.- --- 1 --
I

--r-
Contrato 1 Contrato 2 . . . Contrato n
Projeto Detalhamento Forn. Compressor 01 SuprlmJClvlVMonlagem

Implantação 5% Implantação 0% Implantação 5%

Projeto 95% Projeto 0% Projeto 0%

Suprimento 0% Suprimento 97% Suprimento 40%

,nc-trll",,sn '\ .nrotrll....s'" '\


0% 0% 50%

0% 3% 3%

0% 0% 2%

v-~
Compo- Contl'itW
c Carga do Sistema

Envolve definição e administração de acesso,


estruturação analítica do projeto, definição de
regras de negócio -o que inclui a ponderação
da estrutura analítica e critérios de medição
de mais baixo nível-, definição dos parâmetros
.
de planejamento físico, precificação, popula-
ção do banco com os componentes, associa-
ção dos componentes/eventos aos itens da
estrutura analítica, associação dos componen-
tes/eventos aos itens das estrutura contratuais Espera-se uma disciplina de aquisição contí-
e de consolidação desejadas, entrada de nua de dados de execução, sem a qual o
dados de execução e de aceitação do escopo. processo de aceitação e medição permane-
ce igualmente perturbado ao final do perío-
do de medição.
Para entrada de dados de execução estão pre-
vistos dois modos distintos. Espera-se ainda que o dado de execução,
uma vez adquirido, sirva para todos os pro-
pósitos: medição para pagamento, medição
de avanço físico, CQ, visualização do traba-
. Browser
lho faltante, sub-contratação, planejamento
Em tela onde são selecionados os compo-
da produção, sumarização na estrutura dese-
nentes e eventos, e onde se dá entrada
jada pelo Cliente, e assim por diante, permi-
das datas de execução. Como toda a ope-
tindo assim eliminar controles paralelos tão
ração no sistema, é um acesso ao sistema
usuais nos escritórios de serviços.
via internet, com os protocolos de autenti-
cação e login.

. XML
Para massas de dados que já estão sendo
tratados por outros sistemas ou aplicativos
como SIGEM, SGC, ou Control Tub, em
vez de usar tela, os dados de execução
podem ser entrados em grandes lotes, em
formato XML, que é o formato padrão já
consagrado no mundo dos negócios para
esses propósitos.

Dados adquiridos através de dispositivos


tipo palm tops, leitores de código de barra
ou identificadores por rádio freqüência
também podem usar esse formato para en-
trar dados de realização ou de aceitação.

8
.
Importação da Estrutura
de Implantação
Padrão do GITEC.

Sub-Fases - Definição de
durações edatas de infcio
e término.

Sub-Fases - Atribuição de
pesos na unidade de processo,
e nos contratos.

Definição da planilha de
Preços coerente com a
Estrutura de Implantação.

Popular listas de componentes.

Associar componentes e
suas etapas a Sub-Fases.

Dados
Execução de etapas
de Campo
de componentes.

CQ Aprovação de etapas
pela fiscalização.

Sumarização de informações
referentesa aprovação de
etapas de componentes.

Conclusão
Se tivermos conseguido deixar claro os conceitos sobre os quais o GITEC
está construido, e o modelo de como o negócio e o sistema se integram,
teremos alcançado os objetivos desse documento. Acreditamos que o tenha-
mos, pela razão de que não há nada de novo nos processos que o sistema
empacota.
São os processos triviais de planejamento, acompanhamento e controle da
prática corrente, a não ser que com uma sistematização que começa cedo
no projeto, com uma estruturação e definições prévias, que, se por um lado
demandam um trabalho inicial de modelagem, será de várias formas recom-
pensado mais adiante.

e
j
1)

- -.--

~ PETROBRAS