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CENTRO TECNOLÓGICO UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL

7ª MOSTRA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

FERNANDO MARINHO DOS SANTOS RAMOS


PEDRO BIEGELMEYER ALVES

ANÁLISE SOBRE A INFLUÊNCIA DOS VIDEOGAMES


CAXIAS DO SUL/RS
AGOSTO
2019

FERNANDO MARINHO DOS SANTOS RAMOS


PEDRO BIEGELMEYER ALVES

TURMA S1

ANÁLISE SOBRE A INFLUÊNCIA DOS VIDEOGAMES

Trabalho apresentado como requisito parcial para


avaliação do Projeto Integrado EU SOU CIÊNCIA e
participação na 7ª Mostra Científica e Tecnológica
do Centro Tecnológico Universidade de Caxias do
Sul.

__________________________________________________
Orientador (a) 1: Professor (a) Fulano (a) de Tal

__________________________________________________
Orientador (a) 2: Professor (a) Fulano (a) de Tal
FOLHA DE APROVAÇÃO

CADA GRUPO RECEBERÁ A FOLHA DE APROVAÇÃO PADRÃO DA ESCOLA E


DEVERÁ INSERIR NO LUGAR DESTA, ANTES DE GRAMPEAR OU ENCADERNAR O
PRESENTE RELATÓRIO.
RESUMO

Este modelo de documento deve ser utilizado para a formatação do trabalho de conclusão do
Projeto Integrado “Mostra Científica e Tecnológica”. Ele apresenta a definição dos estilos que
devem ser seguidos na formatação das páginas, dos textos, dos títulos de seções e legendas. No
texto do resumo deve ser utilizada a fonte Times New Roman, tamanho 12 e alinhamento
justificado, conforme o estilo Resumo. Para as palavras chaves do texto deve-se utilizar o estilo
Palavra_chave, conforme exemplo a seguir. O abstract, versão em inglês do resumo, deve seguir
esse mesmo formato. O resumo deve conter no mínimo 300 e no máximo 400 palavras. Esse mesmo
resumo será traduzido para a língua inglesa e escrito na folha seguinte. Lembre-se que a estrutura
textual do resumo compreende apenas um parágrafo.

Palavras-chave: modelo, documento, formatação. (Devem ser de 3 a 5 palavras, separadas por


vírgulas).
ABSTRACT

This template is a document to help students from Mostra Científica e Tecnológica do Centro
Tecnológico Universidade de Caxias do Sul to format their files.

Keywords: document, model, format.


LISTA DE FIGURAS

Figura 1 - Representação espacial: a) butano; b) 2-metilpropano. Fonte: Programa


computacional ChemSketck (2013). ...............................................................................................13
LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Número de alunos entrevistados...................................................................................13


LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

2D Bidimensional
3D Tridimensional
ATD Análise Textual Discursiva
ENEM Exame Nacional do Ensino Médio
IUPAC União Internacional de Química Pura e Aplicada
LDB Lei de Diretrizes e Bases
PCN Parâmetros Curriculares Nacionais
DCN Diretrizes Curriculares Nacionais
...
SUMÁRIO

1. REFERENCIAL TEÓRICO......................................................................................................11
2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS.............................................................................12
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO................................................................................................13
4. CONCLUSÃO..............................................................................................................................14
5. REFERÊNCIAS..........................................................................................................................15
6. APÊNDICES................................................................................................................................18
7. ANEXOS......................................................................................................................................19
O primeiro contato humano mais próximo com os videogames foi no final da
segunda guerra mundial, onde os soldados procuravam um meio de distração nos
computadores usados em tempo livre.
O primeiro videogame foi criado por um engenheiro chamado Alexander Douglas
em 1952, que simulava o jogo da velha, chamado O.X.O.
Em 1993 uma empresa chamada ID software, famosa por criar diversos títulos
revolucionários na época criou um jogo chamado Ultimate DOOM, considerado “o pai do
fps”, por ser o primeiro extremamente violento na época gerou várias denúncias e
controvérsias por conter criaturas, demônios e mexer diretamente com o inferno. Os
principais fundadores da empresa John Romero e John Carmack tiveram grandes
problemas com os títulos pois algumas pessoas diziam que influenciavam os jovens,
diversas pessoas culpavam o jogo por crimes causados por jovens que jogavam
videogames, em alguns casos o jovem nem jogava o jogo.
Na época em que vivemos, videogames já fazem parte da vida da maioria das
pessoas, isso já é normal com toda a evolução tecnologia que ocorreu ao longo dos anos.
Com isso, existem vários jogos de todos os tipo, desde os mais “inofensivos” aos mais
“violentos”.
O grupo analisou, comparou e pesquisou sobre o assunto das influências de
crimes cometidos por jovens que podem ter envolvimento com videogames. Diversas
pesquisas afirmam que há vários outros fatores levam um jovem a cometer um crime.
Violência familiar, perda de pessoas próximas por homicídio, uso de drogas e experiência
com corrupção policial são os principais fatores para o jovem cometer crimes e se
tornarem violentos, mas mesmo assim muitas pessoas acham que videogames mudam o
jovem de maneira que ele se torne um perigo para a sociedade. Comprovamos a
inocência dos videogames assim podendo também ajudar em futuras pesquisas, que
esperando que tenham o mesmo pensamento sobre videogames.
Diversos questionários foram distribuídos, algumas pessoas foram entrevistadas e
foram feitas diversas pesquisas com o objetivo de provar que o videogame não é o
verdadeiro vilão da história e que existem muitos outros fatores para tornar um jogo
violento.
1. REFERENCIAL TEÓRICO

Nesse item o grupo deve contextualizar, ou seja, escrever um texto, onde sejam colocados
os materiais de pesquisa bibliográfica sobre o assunto, ou seja, todas as informações teóricas que
sustentam as ideias apresentadas no trabalho.
Todo material teórico que o grupo encontrou referente a pesquisas sobre a área do seu
trabalho e/ou tema da pesquisa, que ao longo do trabalho foi acumulando na pasta bibliográfica e
que serviu para a construção da compreensão do trabalho devem ser contextualizados aqui, fazendo
as devidas citações, de acordo com a ABNT.
2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Nesta seção deve-se:


• descrever o tipo de pesquisa que será realizada quanto à natureza, abordagem, objetivos e
procedimentos;
• descrever o contexto da realização da pesquisa (ambiente físico, locais, estrutura,
laboratório.) em que a pesquisa foi realizada;
• descrever como os dados foram coletados: qual a fonte de dados? Se for uma amostra,
qual sua composição? Quais os instrumentos utilizados para a coleta de dados? Como esses
instrumentos serão validados? Como os dados responderão aos objetivos?
• descrever como será realizada a análise dos dados: Que métodos serão usados? Como
serão apresentados os resultados da análise? Quais as possíveis interpretações?
• descrever o desenvolvimento da pesquisa; datas de realização das atividades, descrição
detalhada das atividades e materiais utilizados, etc.
Logicamente o grupo poderá organizar o texto com essas informações e, eventualmente
colocar itens, dependendo da forma como o texto será organizado...
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Nessa seção são apresentados os dados obtidos dos instrumentos de coleta de dados
utilizados (e descritos na seção “procedimentos metodológicos”).
Os dados podem ser apresentados na forma de tabelas, gráficos, etc, a critério dos autores.
É importante sempre perguntar aos orientadores como ficará melhor fazer essa apresentação dos
resultados, de modo que sempre haverá um texto que contextualize as informações sobre os
resultados, embora se utilizem gráficos e tabelas também (se o grupo quiser).
Também podem ser colocadas imagens e/ou fotografias, desde que apresentem legendas e
que sejam explicadas no contexto dos resultados.
4. CONCLUSÃO

Montar o texto de maneira a deixar claras as seguintes questões:


Qual foi a conclusão do grupo, por meio do resultado obtido?
O Resultado foi satisfatório ou não foi satisfatório?
O objetivo foi atingido, parcialmente atingido ou não foi atingido? Por quê?
O que a teoria ou a análise dos resultados levou o grupo a concluir?
5. REFERÊNCIAS

ATENÇÃO: As referências devem estar em ordem alfabética pelo sobrenome do autor.

Abaixo estão alguns exemplos de como as referências, dependendo do tipo, se é um livro, artigo de
periódico, capítulo de livro, etc, devem ser descritas nesta seção. São apenas exemplos, devem ser
apagados após a escrita do trabalho, pois aqui neste espaço deverão constar as referências da
pesquisa feita pela grupo e não estas que seguem...

Livro

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Tradução Alfredo Bossi e Ivone Castilho


Benedetti. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcinide; VALENTE, José Armando. Tecnologias e currículo:


trajetórias convergentes ou divergentes? São Paulo: Paulus, 2011.

LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli Elisa D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.

MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria do Carmo. Análise textual discursiva. 2. ed. Ijuí: Ed.
Unijuí, 2011.

PALFREY, John; GASSER, Urs. Born digital: understanding the first generation of digital natives.
New York (USA): Perseus Books, 2008.

Capítulo de livro

MORAES, M. C. Tecendo a rede, mas com que paradigma? In: MORAES, Maria Candida (org.).
Educação a distância: fundamentos e práticas. Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2002, p. 1-12.

KASTRUP, V. Novas tecnologias cognitivas: o obstáculo e a invenção. In: PELLANDA, Nize


Maria Campos; PELLANDA, Eduardo Campos. Ciberespaço: um hipertexto com Pierre Lévy.
Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2000.

Artigo em periódico/revista

ARROIO, A.; HONÓRIO, K. M; WEBER, K. C.; HOMEM-DE-MELO, P.; SILVA, A. B. F. da. O


ensino de química quântica e o computador na perspectiva de projetos. Química Nova, São Paulo,
v. 28, n. 2, p. 360-3, 2005.

BONDÍA, J. L. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de


Educação, Campinas, n. 19, p. 20-8, 2002.

CHARTIER, R. Os livros resistirão às tecnologias digitais. Revista Nova Escola. São Paulo, v. 22,
n. 201, p. 22-6, 2007.

GABEL, D. L. Use of the particle nature of matter in developing conceptual understanding.


Journal of Chemical Education, v. 70, n. 3, p. 193-4, 1993.
GARDNER, H. É difícil fazer o certo se isso contraria nossos interesses. Revista Nova Escola. São
Paulo, v. 24, n. 226, p. 38-42, 2009.

Artigo acessado na internet

CYSNEIROS, P. G. Novas tecnologias na sala de aula: melhoria do ensino ou inovação


conservadora? Informática Educativa, v. 12, n. 1, p. 11-24, 1999. Disponível em:
<http://www.colombiaprende.edu.co/html/mediateca/1607/articles-106213_archivo.pdf>. Acesso
em: 11 jan. 2013.

BRASIL. PCN+ ensino médio: orientações educacionais complementares aos parâmetros


curriculares nacionais. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC, 2000.
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf>. Acesso em: 24
jul. 2012.

WARTHA, E. J.; REZENDE, D. B. Os níveis de representação no ensino de química e as categorias


da semiótica de Pierce. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 16, n. 2, p. 275-
290, ago., 2011. Disponível em:
<http://www.if.ufrgs.br/ienci/artigos/Artigo_ID264/v16_n2_a2011.pdf>. Acesso em: 11 mar. 2013.

GIORDAN, M.; GÓIS, J. O papel da experimentação no ensino de ciências. Química Nova na


Escola, São Paulo, n. 10, p. 43-9, nov., 1999. Disponível em:
<http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc10/pesquisa.pdf>. Acesso em: 21 out. 2012.

Dissertação de mestrado

CARVALHO, Cláudio Ricardo da Silva. Software educativo: um instrumento para explorar


conceitos nas representações simbólicas no ensino da geometria molecular. 2009. 126 f. Dissertação
(Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática) – Programa de Pós-Graduação em Ensino de
Ciências e Matemática da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Canoas, 2009.

STAMBERG, Cristiane da Silva. Interdisciplinaridade na prática pedagógica: ensino e


aprendizagem em ciências. 2009. 121 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e
Matemática) – Programa de Pós-Graduação em Ciências e Matemática, Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul (PUC), Porto Alegre, 2009.

Artigo de congresso

DALLACOSTA, A.; FERNANDES, A. M. R.; BASTOS, R. C. Desenvolvimento de um software


educacional para o ensino de química relativo à tabela periódica. In: IV Congresso da Rede
Iberoamericana de Informática – RIBIE. Brasília, out., 1998. Disponível em:
<http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt200342412827160.PDF>. Acesso em: 10 jun. 2012.

LOUREIRO, C. B.; LOPES, M. C. Tecnologias da informação e comunicação na educação: outras


formas de condução das condutas. In: 35 Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-
Graduação e Pesquisa em Educação – ANPED, Porto de Galinhas. v. 1. p. 1-16, out., 2012.
Disponível em: <http://35reuniao.anped.org.br/images/stories/trabalhos/GT16%20Trabalhos/GT16-
2284_int.pdf>. Acesso em: 11 jan. 2013.

SANTOS, D. O.; WARTHA, E. J.; FILHO, J. C. S. Softwares educativos livres para o ensino de
química: análise e categorização. In: XV Encontro Nacional de Ensino de Química – XV ENEQ.
Brasília, jul., 2010. Disponível em: <http://www.xveneq2010.unb.br/resumos/R0981-1.pdf>.
Acesso em: 01 maio. 2012.
6. APÊNDICES

Inclui-se nos apêndices (quantos forem necessários) os textos de autoria do grupo.


Exemplos: desenhos de protótipos, questionários, etc.
7. ANEXOS

No anexo (quantos forem necessários) inclui-se os textos que não são de autoria do grupo
de pesquisa.
Figuras que complementam informações sobre o trabalho.