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A cópia, divulgação e impressão, fora dos meios

de comunicação do GOB-MG, é proibido.

IrOnécio José Antônio Brasão


Grande Secretário de Orientação Ritualística/GOB-MG
ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA ■ EDIÇÃO 2019
GOB-MG

ÍNDICE
ORIENTAÇÕES RITUALÍSTICAS

PARA SESSÃO ORDINÁRIA

PONDERAÇÕES ................................................................................................................................................. 03
COMO DEVE SER A PREPARAÇÃO DO TEMPLO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA SESSÃO? ................. 04
QUAL O TRAJE QUE O MAÇOM DEVERÁ USAR NAS SESSÕES? .............................................................. 04
COMO DEVE SER REALIZADA A CIRCULAÇÃO EM LOJA E A SAUDAÇÃO? ............................................ 05
COMO DEVE SER FORMADO O CORTEJO PARA ENTRADA NO TEMPLO? .............................................. 06
COMO DEVERÁ SER FEITA A COMPOSIÇÃO DO ALTAR? ........................................................................... 07
COMO PROCEDER PARA A ABERTURA RITUALISTICA? ............................................................................ 08
COMO É EFETUADA A TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA? ............................................................. 09
COMO PROCEDER PARA A LEITURA E APROVAÇÃO DA ATA?................................................................. 10
COMO DEVE SER FEITO A LEITURA DO EXPEDIENTE? ............................................................................... 11
COMO DEVE SER O GIRO DO SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES? ................................................ 12
QUAL A MANEIRA CORRETA DE REALIZAR O ESCRUTÍNIO SECRETO? .................................................. 13
COMO DEVE SER REALIZADA A ORDEM DO DIA? ....................................................................................... 14
QUAL A IMPORTÂNCIA DO TEMPO DE ESTUDOS? ...................................................................................... 14
COMO DEVE SER PROCEDIDO O GIRO DO TRONCO DE BENEFICÊNCIA? ............................................... 16
COMO DEVER SER REALIZADO O USO PALAVRA À BEM DA ORDEM EM GERAL? ............................... 18
COMO PROCEDER PARA O ENCERRAMENTO RITUALÍSTICO? ................................................................. 19
QUANDO DEVE SER REALIZADA A CADEIA DE UNIÃO? ............................................................................. 19
LEMBRETES DE PROCEDIMENTOS E DETALHES DA LEGISLAÇÃO MAÇÔNICA..................................... 19

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PONDERAÇÕES

O Ritual de Aprendiz Maçom do REAA/2009, em vigor, foi aprovado em 15/05/2009, através


do Decreto n° 1.102 do GOB. Porém, existem algumas situações em que, sem detalhes de
execução, o Ritual dá margens para dúvidas e interpretações variadas, o que causa dificuldades
para as Lojas realizarem suas Ritualísticas dentro de uma uniformidade e padrão desejado.
Neste período que estamos à frente da Grande Secretaria de Orientação Ritualística do
GOB-MG, muitas dúvidas e questionamentos foram feitos, o que nos levou, através de uma
pesquisa séria, objetiva e com bastante critério, idealizarmos estes esclarecimentos, com o
objetivo principal de padronizar e uniformizar de forma fácil e simples, a prática da ritualística em
todas as reuniões do Grau de Aprendiz nas Lojas jurisdicionadas ao GOBMG, que praticam o
Rito Escocês Antigo e Aceito.
Procuramos observar com bastante rigor o que preceitua o nosso Ritual, na página 12: “Nos
trabalhos litúrgicos, em qualquer Sessão, é PROIBIDA a inclusão de cerimônias, palavras,
expressões, atos, procedimentos ou permissões que aqui não constem ou não estejam previstos,
assim como é VEDADA exclusão de cerimônias, palavras, expressões, atos, procedimentos ou
permissões que aqui constem ou não estejam previstos, sendo que a transgressão destas
advertências configura ILÍCITO MAÇÔNICO SEVERO E COMO TAL SERÁ TRATADO”.
É fundamental que busquemos sempre a padronização dos comportamentos ritualísticos
no desenvolvimento dos trabalhos maçônicos em Loja, a fim de que haja sempre homogeneidade
nos procedimentos e se eliminem de vez, as formas diversificadas, o “achismo” e o
“invencionismo”, que tanto têm deturpado e deformado a prática do nosso Rito.
Nossa expectativa é que a prática correta e com todas as formalidades do REAA seja
observada por todos aqueles que têm a responsabilidade da condução dos trabalhos em Loja,
sempre com a preocupação de se manter e preservar suas principais características.
Esperamos que esse trabalho venha contribuir para esta tão desejada padronização na
ritualística do REAA. Criticado também, se for o caso, mas criticado construtivamente, no sentido
da melhoria e não da destruição, pois, só assim atingiremos nossos propósitos.

IrOnécio José Antônio Brasão


Grande Secretário de Orientação Ritualística / GOB-MG

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SESSÃO ORDINÁRIA

COMO DEVE SER A PREPARAÇÃO DO TEMPLO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA SESSÃO?

Deve o Arq, como encarregado da decoração do Templo, verificar antes da abertura


dos trabalhos, se o recinto do Templo está devidamente composto para a Sessão que será
realizada e, ao final, recolher todo o material utilizado.
O M de Harm deve conferir o sistema de som, verificar a iluminação do Templo
e selecionar as músicas adequadas (preferencialmente orquestradas) para serem executadas
durante a Sessão.
Exceto o MHarm e o CobrInt, ninguém deverá permanecer no Templo antes do
início dos trabalhos.
No Átrio deve existir um quadro, com as jóias dos respectivos cargos, para que o
M de CCer proceda a composição da Loja antes da formação do cortejo para se adentrar ao
Templo, e nele, todos os Irmãos revestem-se de suas insígnias e paramentos.

No Átrio deve ser observado silêncio absoluto.

QUAL O TRAJE QUE O MAÇOM DEVERÁ USAR NAS SESSÕES?

Preferencialmente os Maçons presentes as sessões Ordinárias e obrigatoriamente nas


Magnas estarão trajados de acordo com o Rito, terno preto ou azul marinho, sapatos, cinto e
meias na cor preta, camisa branca, gravata (preta, lisa sem ornamentos, modelo tradicional ou
borboleta), podendo portar somente suas insígnias e condecorações relativas aos graus
simbólicos.
Excetuando as sessões Magnas, admite-se o uso do balandrau preto, com gola fechada,
comprimento até o tornozelo e mangas compridas, sem qualquer estampa ou insígnias
estampadas, desde que usado com camisa branca, calças, sapatos, cintos e meias pretas, não
sendo permitidos o uso de tênis ou similares (pg. 33 do Ritual e Art. 110 RGF).

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COMO DEVE SER REALIZADA A CIRCULAÇÃO EM LOJA E A SAUDAÇÃO?

A circulação em Loja aberta é feita com passos naturais e sem o Sinal de Ordem. Trata-se
de uma prática que impõem ordem e disciplina aos trabalhos. Quando a circulação ocorre no
Ocidente, é feita no sentido destrocêntrico, da esquerda para a direita, ou seja, no sentido
horário, tendo como referência o Painel do Grau que está localizado ao centro do Ocidente. No
Oriente não existe padronização na circulação, podendo o Irmão circulante se deslocar
livremente, sem necessidade de fazer a saudação ao Venerável ou ao Delta e sem cruzar o
espaço entre o Atar do VM e o Altar dos Juramentos.
Tanto a circulação da Saco∴ de PProp∴ e IInfor∴ , do Tr∴ de Benef∴ e para o Escrut∴
Secret:. é feita com toda formalidade que exige a ritualística, obedecendo a seguinte ordem:
Ven∴ , 1º e 2º VVig∴, Orad∴ , Secr∴, Cob.: Int.:( Giro Inicial), MMest.: do Or∴, MMest:. das CCol∴
do Sul e do Norte; CComp∴, AApr∴ e, antes de encerrar a coleta, e se colocar entre CCol∴,
deposita sua proposta, óbolo ou voto, auxiliado pelo Cob.: Int.: (página 42 Ritual)

OBS: O Ritual/2009 não faz nenhuma referência especifica para a coleta das
AAutque ocupam as cadeiras ao lado do VM, portanto, a coleta das AAutserá
realizada junto com os MMestdo Or
Não consta no Ritual/2009 nenhuma referência a uma “parada”, no Ocidente, quando
se cruza o longo eixo do Templo (entre as Colunas do Norte e do Sul).

ATENÇÃO: O Saco de Propou Troncé sempre conduzido do lado esquerdo do


corpo na altura do quadril, seguro pelas duas mãos do Irmão.

A Saudmaçônica é feita pelo SinGut(Penal) e estando a Loja aberta:

• Ao V M quando da entrada e saída do Or (Sempre que entra ou sai do Or.:);


• Ao V M, ao 1° e ao 2° VVig, nesta ordem, quando da entrada no Templo, após
a Abertura Ritualística dos trabalhos;
• Ao V M, ao 1° e ao 2° VVig, nesta ordem, quando sair definitivamente do
Templo.

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O S∴Ord∴ é realizado:

Quando estiver em pé e parado (Loja aberta). Não se faz sinal estando sentado;
• Ao fazer uso da Palavra durante as sessões Ritualísticas;
• Como forma de agradecimento;
• Para abster-se durante as votações;
• Durante a Marcha Ritualística.
• Quando determinar o Ritual.

Obs: - Estando a Loja ainda fechada o S∴Ord∴ será executado somente durante a
verificação feita pelo 1° Vig∴, durante a abertura ritualística (O Grau de Apr∴ não tem pal∴
de pas∴, por este motivo é feito o Sin.: de Ord.: para verificação se todos os presentes nas
Colunas são Maçons)

O Obr.: portando objeto (instrumento) “de trabalho” quando da entrada e saída do


Or.: não fará Sin.: com os objetos “de trabalho” e sim uma parada (rápida e formal), sem
inclinar a cabeça ou realizar qualquer outro gesto.

Obs. - O Sinal de Ordem só poderá ser desfeito por determinação e a critério


exclusivo do Venerável Mestre.

COMO DEVE SER FORMADO O CORTEJO PARA ENTRADA NO TEMPLO?

À hora marcada, com a porta do Templo fechada, Todos os irmãos já revestidos de suas
insígnias e trajados conforme o Ritual, formarão fila dupla obedecendo a seguinte Ordem:

* Fileira do Norte Fileira do Sul


Aprendizes Companheiros
MMMM- sem cargos MMMM - sem cargos
OOfic - com assento ao Norte OOfic - com assento ao Sul
Orador Secretário
1º Vigilante 2º Vigilante

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Entre as duas CCol e um pouco mais atrás dos VVig, colocam-se os MM IIe AAut
do Simb
Autoridades maçônicas, pertencentes ao Quadro, em Sessão Ordinária, entrarão junto com
os MM II. Nas demais sessões, sua entrada dar-se-á segundo o Protocolo previsto no RGF.
Formadas essas colunas, o MCCer, pondo-se a frente, dará na porta de entrada do
Templo a Bat.:do Grau e o Cob.: Int.:, portando a Espada, abrirá a porta. As duas colunas
adentram ao Templo, em silêncio, uma pelo N e outra pelo S, indo todos ocupar diretamente
seus respectivos lugares (a Loja ainda não está aberta), permanecendo em pé e sem sinal,
voltados para o centro (equador, eixo) do Templo. O MCCer permanece à porta do Templo
para conduzir (indo à frente) o V M ao Trono (pelo Norte) dirigindo-se em seguida ao seu
lugar onde descansará o bastão, à sua direita, no suporte apropriado.
IIrVVis sem representação especial, membros de qualquer L regular, convidados por
Ir do quadro ou pela L, poderão entrar em família, desde que os assuntos a serem tratados
na Ordem do Dia assim o permitam.
O CobrExt permanecerá no Átrio do Templo durante a abertura dos trabalhos (entrando
após a abertura da Loja)
Obs. Por ocasião da entrada no Templo, o MHarm fará soar música apropriada.

COMO DEVERÁ SER FEITA A COMPOSIÇÃO DO ALTAR?

O Grão-Mestre Geral do GOB para regulamentar quanto ao assento ou ocupação no Altar


do Venerável Mestre de forma a assegurar o cumprimento dos Rituais e tendo em vista a
necessidade de rígida obediência legal em todos os Ritos, editou o Decreto 1469 em 12/02/2016,
que em resumo ficou:
 A Cadeira da direita, para o Grão-Mestre Geral ou para o Grão-Mestre Geral Adjunto;
 A Cadeira da esquerda, para o Grão-Mestre Estadual ou Distrital da jurisdição da Loja ou
para o respectivo Grão-Mestre Adjunto ou, se for o caso, para o Delegado Regional.
Parágrafo único. A disposta alternância estabelecida nos incisos deste artigo decorre da
hierarquia e se dá diante da ausência dos titulares, de forma a que, exclusivamente, uma
autoridade tenha assento conforme o lado a que lhe é destinado.
Não estando presentes o Grão-Mestre Geral e o Grão-Mestre Geral Adjunto, à direita do
Venerável Mestre sentar-se-á o Grão-Mestre da Jurisdição da Loja ou o seu Grão-Mestre
Adjunto, conseqüentemente, à sua esquerda ficará o detentor de maior cargo ou título de
recompensa;
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Não estando presentes as Autoridades citadas anteriormente (o que comumente


ocorre) ocuparão os lugares:

 A ocupação das cadeiras obedecerá, rigidamente, a prioridade ou deferência, por faixa,


dentre os presentes, da maior para a menor, sendo que a prevalência na faixa é do primeiro ao
último cargo, ficando o primeiro detentor à direita e o imediatamente seguinte à esquerda (Ex:
estando presente o DepFed, terceira faixa e o Dep Est, segunda faixa, o DepFed
sentará na cadeira a direita do VM e conseqüentemente o Dep Est sentará a esquerda
do VM). Estando presente algum Sapientíssimo ele ocupará a cadeira a direita do VM
Parágrafo único. Encontrando-se presentes dois ou mais detentores do mesmo cargo ou
título (ex. dois DDep.: FFed.:), em razão da terminante vedação legal da alteração na ordem de
precedência, para o desempate na indicação dos assentos, nas hipóteses estabelecidas no art.
2º, terá preferência o possuidor do cadastro de menor número.
Em caso de empate na mesma Faixa, a ocupação das cadeiras será por ordem de
precedência (intra-faixa).
O ex-venerável mais recente (desde que ele não possua outro título ou cargo) não terá mais
assento ao Altar, e sim na área reservada aos ex-veneráveis (Mestres Instalados), que fica à
direita do Oriente, à esquerda do VM, ao lado do Secr.

COMO PROCEDER PARA A ABERTURA RITUALISTICA?

O VM com um golpe de malhete convida todos os IIr a sentarem-se.


Após todos os OObr sentarem-se, o VM, com outro golpe de malhete, solicita a ajuda
dos IIr para abrir a Loja.

ATENÇÃO – a partir desse momento, os deslocamentos em L obedecem à


circulação Ritualística. (Como o nosso Ritual não disciplina quanto ao momento de ser
executada a Circulação Ritualística, o que causa enorme transtorno para as Lojas,
concluímos, após pesquisas feitas junto a trabalhos publicados e consulta a irmãos
pesquisadores, que este é o momento adequado para que a circulação Ritualística seja
realizada objetivando, assim, mantermos ordem e disciplina aos nossos os trabalhos).

O Ir 1º Vig solicita ao CobInt que faça a verificação. O CobrInt dará as


pancadas do Grau, na porta pelo lado de dentro.

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O CobrExt, ao ouvir a bateria, verificará se existem IIr no Átrio, que serão convidados
a entrar informalmente, sem saudar as LLuz, já que a Loja ainda não foi aberta. Verifica em
seguida, se o Templo está coberto e responde pela face externa da porta, de igual forma (com a
bateria do Grau)
Na ausência de CobrExt, o CobrInt, empunhando a Espada. Após receber ordem,
se dirige até o Átrio e verifica a existência de IIr. Se o templo está coberto, fecha a porta, bate
à porta (pelo lado de dentro) a bateria do Grau e dá conta ao 1º Vig de sua missão.
Em seu trabalho, quando cumprem as suas funções relativas à segurança do Templo,
os CCobr portam Espadas na mão direita, verticalmente, com o punho à altura da cintura. Nas
demais situações, a Espada permanece na bainha ou suporte. (por exemplo, ao fazer uso
da palavra).
Depois disso, o V M determina ao 1° Vig que verifique se todos os presentes nas
CCol são maçons. O 1° Vig, após mandar que todos os IIr das colunas fiquem e em P e
à Ord, sem abandonar seu lugar, realiza a verificação e faz a comunicação ao VM que
responderá pela qualidade maçônica dos IIr que estiverem no Or .
Em seguida o VM pergunta ao Chanc se há número regular de OObr para a abertura
dos trabalhos. Este se levanta e sem ficar à Ord responde a indagação.
Em seguida, ocorre a participação do M de CCer (no seu lugar).
Obs: A legislação do GOB determina o número mínimo de 07 Mestres Maçons para a
realização de uma sessão Maçônica.

COMO É EFETUADA A TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA?

O 1° Diác sobe pelo lado norte com passos normais os degraus do Sólio (Trono) e coloca-
se em frente ao VM. O VM dá-lhe ao ouvido direito, a Pal.: Sagr.: letra por letra. O
1°Diác, após receber a Pal desce os degraus com passos normais e sai do Or pelo sudeste.
Faz o giro pela Col do S (lado S do Painel Gr), cruza o equador (eixo) do T pelo espaço
entre a frente do Painel e a porta do T, dirige-se ao 1°Vig e transmite-lhe a Pal.: Sagr.: do
mesmo modo que a recebeu do VM.
Depois da transmissão da Pal ao 1° Vig, o 1°Diác volta diretamente ao seu lugar pela
Col do N (lado N do Painel) e lá chegando coloca-se em pé, sem o Sin (a L ainda não
está aberta).
O 2°Diác, diretamente do seu lugar e sem fazer circulação, dirige-se até 1°Vig recebe
a PalSagrda mesma maneira que o 1° Diác a recebeu do VM.

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O 1°Vig a envia ao 2°Vig através 2°Diác do mesmo modo. O 2°Diác circulando pela
Col do N (lado norte do Painel Gr) e, passando pela retaguarda do mesmo, leva-a ao
2°Vig da mesma forma que o 1°Diác a levou ao 1°Vig. Depois de transmitir a PalSagr
ao 2°Vig, o 2°Diác retorna diretamente (pela frente do Painel) ao seu lugar; chegando à sua
posição, coloca-se de pé e sem o Sin de Ordem (a L ainda não está aberta).

O M de CCer por determinação do VM toma o seu bastão com a mão direita,
circula o Painel e adentra ao Oriente pelo Norte, sem nada falar para à frente do Orad, que o
acompanha até o Altar dos JJur. O M de CCer se coloca atrás do Orador, segurando
o Bastão na posição vertical. (No REAA não existe a formação do Pálio).

O Orador toma o Livro da Lei com ambas às mãos, abre-o no texto bíblico apropriado e
faz sua leitura, sem estar com o sinal de Ordem (Este texto não é uma “prece” invocativa
ou de súplica, mas sim um relato histórico-mistico, ou um cântico. Logo não se admite a
expressão “Amém” ou “Assim Seja”, empregados ao final de uma oração (prece)]. A seguir
recoloca o L da L (aberto) no altar dos JJursobrepondo o Esq e o Comp na posição
do Grau. Ao comando do VM todos ficam à Ordem.

O Orad saúda o VM(que responde a saudação) e retorna ao seu lugar


acompanhando o M de CCer, que a seguir deixa o seu bastão no seu lugar e expõe o Painel
do Grau, voltando ao seu lugar. O VM e os VVig acendem suas luzes, na ordem
hierárquica. Se as luzes forem velas, o acendimento será feito pelo M de CCer.

Na aclamação (HHH) os IIr estarão à Ordem.


Em havendo CobExt é o momento que ele entra e senta ao lado Norte da porta; se ele
não o fizer, o CobInt abrirá a porta e o convidará a entrar.

COMO PROCEDER PARA A LEITURA E APROVAÇÃO DA ATA?

A Ata, ou Balaústre, da última Sessão será lida, discutida e aprovada por todos os
presentes. O Secr, sentado, realiza a leitura da Ata.
Terminada a leitura, o VM concede a palavra nas CCol àqueles que porventura
tenham alguma observação a fazer a respeito da redação da Ata.
Se algum Ir das CCol quiser fazer uso da palavra a respeito da Ata (Balaústre) em
votação, ele a pedirá ao Vig da sua Col O Vig autoriza o Ir a falar (embora o Art. 116,

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inciso XI, do RGF, trate de que a palavra é concedida pelo V M, neste caso se justifica
porque ele já autorizou a concessão da mesma pelo Vig da respectiva Col). Autorizado, o
Ir falará à Ord. Se eventualmente o V M dispensar o Ir de compor o Sin, este deverá
manter uma postura ereta, com as mãos às costas ou perfilado, terminada sua fala, faz o
SinGut antes de sentar-se.
Caso ocorram emendas, estas serão submetidas à votação, dela participando somente os
IIr que estavam, naquela oportunidade, presentes à Sessão. Os IIr que não estavam
presentes, e os IIr.: VVis, ficarão em Pé e à Ordem, a fim de não serem confundidos com votos
contrários ou favoráveis à emenda apresentada. O M de CCer, ficando em P e à O,
confere os votantes e conta o número de votos nas CCol e no Or, dando conta ao
VM se a proposta foi ou não aprovada (havendo empate o VM utilizará o voto de
desempate também conhecido como voto de minerva).
Não são utilizadas as expressões: “por maioria”, “pela totalidade”, “por unanimidade”,
entre outras. Para aprovação ou reprovação em qualquer votação, basta a manifestação da
metade mais um dos votos válidos presentes. Os IIr manifestam seu voto através do sinal
de costume: braço direito para frente, com a palma da mão voltada para baixo. Existido
emendas de caráter legal, haverá necessidade do parecer da Oratória, somente sobre a
legalidade das mesmas. As emendas aprovadas serão consignadas na ata do dia. Após sua
aprovação, o M de CCer colhe as assinaturas do VM e Orad, retornando a mesma ao
Secretário para que ele também a assine.

COMO DEVE SER FEITO A LEITURA DO EXPEDIENTE?

Neste período, o Secretário, de forma organizada e objetiva, divulga o expediente


recebido e expedido (se houver). Tendo já elaborado um resumo, divulga-o fazendo parte
deste: as comunicações das Oficinas e Obediências, os Boletins Oficiais, os convites de
Lojas e de Irmãos, pranchas diversas, propostas, etc.
(Decretos e Leis são lidos pelo Orador. Atos, Pranchas ou comunicados poderão ser
lidos pelo Secretário)
Depois da leitura de cada item do expediente feita pelo Secr e, se for o caso, pelo Orad,
o VM dará o devido destino para providências; ou deixará sob malhete (deverá ser dado
ciência a Loja num prazo máximo de 30 dias), exceto para os itens originários do Grande Oriente
do Brasil e do Grande Oriente do Brasil – MG.

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COMO DEVE SER O GIRO DO SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES?

O MCCer após se posicionar entre CCol e portando o Saco de PProp e IInf


com ambas as mãos, à altura da cintura, do lado esquerdo do corpo, inicia o giro que
deverá ser executado com toda formalidade, ou seja: VM, 1º e 2º VVig, Orad, Secr,
CobrInt MM do Or, MM das CCol Sul e Norte, CComp, AApr, por fim, o próprio
MCCer coloca sua proposta (ajudado pelo CobrInt) e a seguir volta para entre CCol,
com a mesma postura inicial, sem fazer nenhum tipo de sinal aguardando ordens.
No Ocidente, a circulação é feita no sentido horário. Ao entrar e sair do Oriente fará uma
parada rápida e formal em direção ao VM (neste caso não fará a saudação ao VM,
pois estará portando objeto de trabalho). No Oriente não existe padronização para a
circulação.
Ao comando do VM, dirige-se ao Oriente, chegando ao Altar pelo lado Norte onde
deposita todo o conteúdo da bolsa, tomando o cuidado de exibir ao VM, Orad e Secr, que
presenciam sua conferência, que nada foi esquecido no seu interior.
Excepcionalmente, quando houver grande número de IIr presentes na sessão, o VM
poderá convocar o M de CCerAdj ou Hosppara ajudar na coleta percorrendo as CCol,
após o M de CCer completar o giro inicial (VM, 1º e 2º VVig, Orad, Secr e
CobrInt) com toda a formalidade ritualística.

QUAL A MANEIRA CORRETA DE REALIZAR O ESCRUTÍNIO SECRETO?

O VM comunica à Loja que procederá o EscrutSecr do(s) candidato(s). Faz a


leitura das peças constantes do processo: questionário, Sindicâncias e os demais
documentos exigidos.
Sua ritualística é idêntica ao do Saco de PProp e IInf quanto ao giro em Loja. A
distribuição das esferas é feita pelo M de CCer, que apresenta aos IIr um recipiente
contendo esferas brancas e pretas, do qual o Ir.: votante retira uma de cada.
O IrExp faz o mesmo giro coletando o escrutínio, ocasião em que o Ir coloca a esfera
da cor que expressará o seu voto (esferas brancas aprovam, esferas pretas rejeitam).
IIr que não desejarem fazer uso de seu legítimo direito de voto, poderão solicitar cobertura
temporária do Templo, assim que o VM anunciar que vai ler as sindicâncias, para a seguir
efetuar o escrutínio secreto. Porém, em permanecendo, não poderão abster-se de votar. O
VMajudado pelo Orade Secr fará a verificação. Se todas as esferas forem brancas,
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o VM anunciará que o candidato foi aprovado limpo e puro, e os nomes dos proponentes
e dos sindicantes do candidato serão revelados (Art. 20 do RGF). Se houver votação
desfavorável, procederá de conformidade com o RGF (do Art.21 ao 26).
Art. 21. Caso o escrutínio produza até duas esferas pretas a votação será repetida para
verificar se houve engano. Confirmado o resultado será solicitado que os opositores esclareçam,
por escrito, até a próxima sessão ordinária, as suas razões.
§ 1º. Nesta sessão ordinária, os Irmãos que expressaram seus votos pela esfera preta
deverão encaminhar, em pranchas, os motivos da oposição. O Venerável Mestre as lerá em Loja,
omitindo os nomes dos opositores. Em seguida, abrirá a discussão sobre o assunto e o fará
decidir por votação secreta, somente entre os Irmãos do Quadro, sendo necessária a decisão
favorável de dois terços dos Irmãos presentes, para que o pedido de iniciação seja aceito.
§ 2º. Caso o candidato seja aprovado, as oposições serão devolvidas aos seus autores.
Art. 22. Caso o opositor não apresente o motivo da oposição, considerar-se-á aprovado o
candidato.
Art. 23 Caso o escrutínio produza três esferas pretas, o Venerável Mestre, na mesma
sessão, colherá nova votação, para verificar possível engano. Mantido o resultado, o candidato
estará reprovado.
Art. 24. Caso o escrutínio produza quatro ou mais esferas pretas, o candidato estará
reprovado.
Art. 25. O nome do candidato reprovado será lançado no Livro Negro, quando as restrições
forem de ordem moral, ou no Livro Amarelo, quando por outro motivo, ou não explicitado.
Art. 26. A reprovação será comunicada ao Grande Oriente do Brasil e ao Grande Oriente
respectivo, por certidão firmada pelo Venerável Mestre e Secretário, para que o nome do
candidato seja lançado no Livro próprio. Parágrafo único. O processo será remetido ao Grande
Oriente do Brasil para arquivo.
Art. 27. Aprovado o candidato, o processo será arquivado na Secretaria da Loja, e os nomes
dos proponentes e sindicantes serão transcritos em ata.
Art. 28. O candidato rejeitado só poderá ser proposto na mesma Loja, ou em outra, depois
de decorridos doze meses da decisão, desde que a rejeição não tenha sido inscrita no Livro
Negro.
§ 1º. A Loja somente poderá iniciar o processo de admissão de um candidato rejeitado em
outra após o pronunciamento dessa, a qual terá o prazo de sessenta dias para declarar as razões
da recusa.
§ 2º. No caso da Loja notificada não cumprir o prazo estabelecido no parágrafo anterior o
processo terá prosseguimento.
Art. 29. Será nula a iniciação de candidato rejeitado em qualquer Loja da federação, desde
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que não tenha sido notificada a Loja que originalmente o recusou, ou que esteja inscrito em Livro
Negro.

COMO DEVE SER REALIZADA A ORDEM DO DIA?

A pauta da Ordem do Dia é organizada previamente pelo VM, auxiliado pelo Secr
constituem-se, fundamentalmente, de assuntos dependentes de discussão e votação,
proposições e requerimentos. Tais assuntos devem estar contidos em propostas escritas,
apresentadas no Saco de Proposta e Informações, levados pelo VM à discussão da Loja, ou
devem estar contidos em pareceres de comissões, enfim, assuntos de interesse da Loj, que
demandem uma votação dos IIr do Quadro. Por ordem do VM, o Secr expõe cada
assunto agendado previamente, lendo a proposta ou parecer, um assunto de cada vez, e só
passando a outro após a conclusão do anterior, depois da votação e da proclamação do
resultado.
Se legal, será votada pelos presentes, que se manifestarão pelo sinal de costume. Se ilegal
(inconstitucional, anti-regulamentar ou anti-regimental) o Orador dará como encerrada qualquer
discussão.

OBS: No encerramento de discussão de qualquer matéria, compete ao Orador


apresentar suas conclusões sob o ponto de vista legal (Art. 122 item V do RGF).

QUAL A IMPORTÂNCIA DO TEMPO DE ESTUDOS?

Um dos deveres de uma Loja é dedicar todo empenho à instrução e ao aperfeiçoamento


moral e intelectual dos membros de seu Quadro, realizando sessões de instrução sobre História,
Legislação, Simbologia e Filosofia maçônicas, sem prejuízo de outros temas (Art.24 Item III –
Constituição do GOB).
É o período destinado para apresentação de peças de arquiteturas pelo Venerável, Orador
ou Irmão convidado, sobre temas maçônicos ou de interesse geral, tais como: história, filosofia,
legislação, simbologia, instrução do grau, ritualística, científico ou artístico. (Ritual do Grau de
Aprendiz do REAA – GOB /Edição 2009- pg.72).
São vedados, terminantemente, a exposição e debate de qualquer matéria político-
partidário ou religioso–sectário (Ritual do Grau de Aprendiz do REAA– GOB /Edição 2009-
pg.73).
Após a apresentação do trabalho deve-se, sempre que possível, colocar a palavra nas
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Colunas para perguntas e debates. O Tempo de Estudos não pode ser suprimido, sob
nenhum pretexto ou argumentos de atraso ou adiantar da Sessão, esquecimento entre
outros, como alias, nenhum trecho do ritual.
Exceto no caso de palestras ou conferências previamente programadas, recomenda-
se que o Tempo de EEst não exceda quinze minutos.

COMO DEVE SER PROCEDIDO O GIRO DO TRONCO DE BENEFICÊNCIA?

O TrBenef é destinado às obras assistenciais da L e circula após o Tempo de EEst.


O encarregado de realizar a circulação do Tr é o Hosp.
O V M determina aos VVig que anunciem em suas CCol.: que vai circular o
TrBenef. Depois de anunciado, o Hosp coloca-se entre as CCol N e S, próximo à
porta do Templo, com o corpo ereto e com a bolsa aberta e segura pelas duas mãos apoiadas
no lado esquerdo do corpo, na altura da cintura. Após os VVig anunciarem que o TrBenef
está entre CCol, o Ven determina que o Hosp cumpra o seu dever. A circulação deve ser
feita com formalidade.
Após concluir a circulação, o Hosp volta entre as CCol N e S, próximo à porta do
Templo, deposita o seu próprio óbolo (ajudado pelo CobrInt) e, em seguida, segura com as
duas mãos a bolsa, apoiando-a no lado esquerdo do corpo na altura da cintura.
Os VVig comunicam que o TrBenef fez seu giro e o V M determina que o Hosp
traga a bolsa à mesa do Tes para ser conferida a coleta.
O Hosp dirige-se à mesa do Tes, deita o conteúdo da bolsa sobre ela e juntos conferem
o produto do TrBenef. Conferido o Tr, o Hosp retoma o seu lugar e o Tes comunicará
em voz alta, em momento oportuno (preferencialmente durante a Palavra a Bem da Ordem)
ao V M o resultado apurado em moeda corrente do país.
Informado, o V M comunica diretamente à L qual o valor da medalha cunhada,
também em moeda corrente do país, conseguida pelo TrBenef, devendo o montante
ficar entregue e debitado ao Tes e à disposição da Hospitalaria, retornando a palavra ao
1º Vig para continuidade.
Não existe o procedimento de deixar o conteúdo do Tronco sob malhete para ser conferido
na próxima sessão, em respeito aos visitantes, autoridades, etc. Em toda e qualquer reunião, ele
corre somente entre os Maçons e é conferido na mesma sessão, sendo de imediato anunciado
o valor arrecadado, para que todos os presentes que contribuíram para o mesmo, dele tomem
conhecimento.
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COMO DEVE SER REALIZADO O USO PALAVRA À BEM DA ORDEM EM GERAL E DO


QUADRO EM PARTICULAR?
SER REALIZADO O USO PALAVRA À BEM DA ORDEM EM GERAL E DO QUADRO
EM PARTICULAR?
Este é o momento em que os IIr fazem o uso da palavra referente a assuntos que digam
respeito a Ordem Maçônica ou do Quadro da Loja no seu particular (por exemplo, quando o
Chanc comunica as datas comemorativas).
O V M comunica que a Pal a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular
será concedida nas CCol pelos VVig e por ele no Or aos IIr que dela queiram fazer uso.
Os VVig concedem a palavra diretamente ao Ir que dela queira fazer uso, em suas
CCol. No Or a palavra é solicitada diretamente ao VM. Para fazer uso da palavra o Ir
deverá levantar o braço, aguardando autorização. Uma vez concedida, se colocará em P e à
Ord, iniciando a saudação às Luzes, Autoridades do Simbolismo presentes (respeitando a
hierarquia dos cargos e empregando corretamente o tratamento previsto no RGF) e demais
irmãos. Poderá o VM, por sua liberalidade, e após o término das saudações, dispensar o Ir
do Sinal. Neste caso, deverá o Ir manter uma postura correta, como cruzar as mãos para trás
ou ficar perfilado. Ao final da exposição, faz o SinGut e senta-se.
O Irdeve procurar, ao fazer uso da palavra, ser breve e objetivo, evitando ser
repetitivo e prolixo. Deve-se utilizar da palavra, quando se tem algo novo a acrescentar ao que
já foi dito. Ao final da exposição, faz o SinGut e senta-se.
Saudar e agradecer a presença dos visitantes é de competência do Orador.
Nenhum Irpoderá fazer uso da palavra sem autorização.
No caso da necessidade de se manifestar após a circulação da palavra, para acrescentar
algo importante e relevante ao assunto em pauta, o Ir solicitará a palavra (levantando o braço)
ao Vig de sua Col. Este comunicará ao VM, que poderá ou não autorizar o retorno da
palavra a Col. Se autorizada, a palavra retornará ritualisticamente e com todas as formalidades
necessárias a sua circulação. Não existe autorização para o Irmudar de Col ou se deslocar
até o Or, a fim de fazer novamente uso da palavra.
O VM pode cassar a palavra do Ir, se entender que o assunto está sendo
abordado em momento inoportuno ou de forma inadequada. Se persistir em falar,
tumultuando assim o transcorrer da Sessão, o VM, se não for possível manter a ordem,
poderá suspender os trabalhos sem as formalidades do ritual, não podendo os trabalhos assim
suspensos prosseguir na mesma data, conforme determina o RGF.
Reinando silêncio no Oriente, o VM fará os avisos e recomendações necessárias,
passando em seguida a palavra ao Orador que fará uma rápida análise dos trabalhos, saudará
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e agradecerá a presença dos visitantes e dará a Sessão como “Justa e Perfeita” retornando-a
ao VM para o encerramento ritualístico. Nenhum irmão poderá fazer uso da palavra após a
conclusão do Orad, salvo quando estiverem presentes o Grão Mestres Geral e/ou Grão
Mestres Estaduais ou Distrital que farão uso da palavra neste momento)
Obs. – Esse período não é para apresentação de propostas e muito menos para
discussão e votação delas, já que isso é feito na Ordem do Dia.

Obs. - A maneira correta de saudar os IIr.: presentes é: inicia-se a saudação


às Luzes (VM, 1°Vig 2° Vig), Autoridades do Simbolismo presentes e demais
irmãos. Respeitando sempre a hierarquia dos cargos e empregando corretamente o
tratamento previsto no RGF.

COMO PROCEDER PARA O ENCERRAMENTO RITUALÍSTICO?

O V M mantém o diálogo ritualístico com os VVig e seguem-se as BBat do Gr


dadas pelo Ven pelo 1° e pelo 2° Vig, com seus malhetes. O VM determina que os IIr
fiquem à Ord. O V.: M.: e os VVig deixam seus malhetes sobre o Alt e as mesas respectivas
e colocam-se à Ord.
Neste momento inicia-se a transmissão da PalSagr. O 1° Diác desfaz o Sin do Gr,
sobe os degraus do Sólio (Trono), pelo N com passos normais e se posiciona de frente para o
V M e em seguida desfazem o Sin. O VMdá-lhe ao ouvido direito a PalSagr do Gr
letra por letra sem que a mesma seja silabada no final. Em seguida, ambos ficam à Ordem
novamente. O 1° Diác então desfaz o Sin na forma de costume, desce os degraus do Sólio
e, antes de sair do Or (pelo Sudeste), saúda o VM e prossegue no seu deslocamento
fazendo o giro pela Col do S (lado S do Painel Gr) e, cruzando o eixo do Templo entre a
frente do Painel e a porta do Templo, e aborda o 1° Vig. Ambos ficam à Ordem e de frente um
para o outro. Logo desfazem o Sin e o 1º Diác transmite-lhe a Pal do mesmo modo que a
recebeu do VM.
Depois de transmitida a Pal ao 1° Vig, os dois novamente ficam à Ordem e o 1° Diác
logo desfaz o Sin e volta ao seu lugar passando pela Col do N (lado N do Painel Gr).
Ao ingressar no Or, saúda o VM e, chegando ao seu lugar, coloca-se à Ord novamente.
Por sua vez, o 2° Diác desfaz o Sin do Gr, dirige-se diretamente ao 1° Vig
(s/circulação). Em seguida ambos ficam à Ordem um de frente para o outro. Continuando,
desfazem o Sin quando então o 2º Diác recebe a PalSagr da mesma maneira que o 1°
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Diác a recebeu do VM. Voltam então à Ordem e em seguida o 2º Diác desfaz o Sin e,
circulando pelo lado N do Painel Gr, cruza o eixo pela retaguarda do Painel e leva a Pal
até o 2° Vig abordando-o. Ambos ficam à Ordem. Em seguida desfazem o Sin e o 2º Diác
transmite-lhe a Pal da mesma forma que o 1° Diác a transmitiu ao 1° Vig. Transmitida a
PalSagr os dois voltam à Ordem e o 2° Diác logo desfaz o Sin novamente e retorna
diretamente ao seu lugar cruzando o eixo (equador) pelo espaço entre a frente do Painel e a
porta do Templo. Lá chegando, coloca-se outra vez à Ord.
Tendo sido correta a transmissão da PalSagr, os 2° VVig e 1° VVig afirmam que
está tudo justo e perfeito na Col S e em ambas as CCol, respectivamente, o VM
determina ao MCCer que conduza o Orad ao AltJJur.
O MCCer, portando seu bastão, dirige-se ao Or, posta-se defronte do Orad (não há
a necessidade do MCCer convidar o Orad para fechar o LL). Em seguida o Orad
desfaz o Sin e, conduzido pelo MCCer, dirige-se ao AltJJur. Lá chegando o Orad
posiciona-se à Ord e o MCCer coloca-se à retaguarda dele empunhando o bastão. O
VM fará o agradecimento ao GADU conforme especificado no ritual e autoriza o 1°
Vig a fechar a L.
 O 1° Vig declara fechada a Loja de Apr (Após fechar a Loja o 1° Vigdá um Golpe
de Malhete)
 O V M autoriza o Orad a fechar o LL.
 O Orad desfaz o Sin, fecha o LL e todos também desfazem o Sin.

Atenção – fechada ritualisticamente a Loja não mais é permitida a composição do


Sin.

O Orad acompanhando o MCCer volta a seu lugar cumprindo determinação do V


M. Em seguida o MCCer deposita o seu bastão no suporte, fecha (cobre) o Painel Gr e
retorna a seu lugar.
A seguir, as três LLuz litúrgicas são apagadas (a Luz do Alt ocupado pelo V M e a
de cada mesa ocupada pelos VVig).
Quando as LLuz litúrgicas do Alt ocupado pelo VM e das mesas ocupadas pelos
VVig forem velas o MCCer as apagará com um abafador. Segue-se o comando do VM
para que os IIr executem a Bat Gr e a Aclam. Informa que os TTrab estão encerrados
e determina ao MCCer que dirija a saída dos IIr do Templo.

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O CobrInt abre a porta e o MCCer, do seu lugar dirige a saída dos IIr na seguinte
ordem: VM, AAut.:, demais DDign, OOfic, MM, CComp, AApr, o próprio MCCer,
o MHarm e por último o CobrInt
No encerramento, a aclamação, HHH, é executada sem os IIr estarem à ordem,
uma vez que ao fechar o Lda L todos desfazem o sinal.

QUANDO DEVE SER REALIZADA A CADEIA DE UNIÃO?

A Cadeia de União deve ser realizada depois de concluídos os trabalhos da Loja,


exclusivamente para a comunicação da Palavra Semestral. Não é permitida sua prática para
qualquer outra finalidade. Somente os IIr regulares do Quadro da Loja poderão tomar parte
nela. Para a formação da Cadeia de União, todos os IIr ficam em pé no Ocid, com forma
circular ou Eliptica. Cada Ir cruza o antebraço direito sobre o esquerdo, dando as mãos aos
IIr que estão a seu lado. O Ven Mestre ocupa o lado mais oriental da Cadeia, sendo ladeado
pelo Orador à sua direita e pelo Secr à esquerda. O M de CCer ocupará o lado mais
ocidental, de frente para o Ven.: Mestre, tendo à sua esquerda o 1º Vig e à sua direita o 2º
Vig. Os demais Mestres comporão a Cadeia indistintamente; os CComp.: ficarão ao Sul e os
AApr.: ao Norte. O VM diz ao ouvido esq do Orador a Palavra, e no ouvido dir do Secr.
A Palavra seguirá de ambos os lados até o M de CCer, que após recebe-la, sai da
Cadeia pelo lado de dentro, tendo o cuidado de fechá-la com os IIr que o ladeavam, dirige-se
até o V M e lhe diz ao ouv esq a Palavra que recebeu do lado esq e ao ouv dir a
que recebeu do lado direito. Se ambas as Palavras forem iguais, o VM diz: “A palavra está
certa”. Se houver divergência na transmissão da Palavra, repete-se novamente todo o
procedimento. Finalisando o M de CCer aproxima-se do VM trazendo um pequeno
recepiente onde o papel contendo a Pal Sem será incinerada.
A transmissão da palavra Semestral através da Cadeia de União exige absoluto silêncio e
postura ereta; assim, é um erro arrastar os pés e/ou balançar o corpo ou os braços nessa
ocasião.

LEMBRETES DE PROCEDIMENTOS E DETALHES DA LEGISLAÇÃO


MAÇÔNICA

 Não são feitos Sinais quando se circula normalmente pelo Templo, por dever de
ofício ou não.
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 Os Sinais maçônicos, de ordem e saudação, só são feitos quando o Obr:.está em
pé e parado; assim é um grave erro fazer o Sinal enquanto se anda pelo Templo (a exceção é a
marcha do Grau). Não é feito o Sinal estándo sentado.
 Todos os Sinais maçônicos são feitos com a mão e jamais com instrumentos
de trabalho (Malhetes, Espadas, Bastões, Sacolas, Livros, etc.).
 Não há circulação entre o Altar do VM e o Altar dos Juramentos
 Não é permitido ao Maçom, paramentar-se no interior do templo; isso deverá ser
feito no átrio, tanto por aqueles que participam do cortejo de entrada quanto por aqueles que
chegam com atraso.
 Da mesma maneira, não se deve tirar os paramentos dentro do Templo.
 Em Loja Simbólica, no Livro de Presenças, só deve constar o Grau simbólico do
Maçom - Aprendiz, Companheiro ou Mestre - ou a sua qualidade de Mestre Instalado (que não
é Grau), não sendo permitido o uso dos Graus Filosóficos em que ele esteja colado.
 Qualquer Obreiro ao sair do Templo durante as Sessões, deve fazê-lo andando
normalmente e não de costas como muitos fazem, alegando um pretendido respeito ao Delta.
 Não é permitido retirar metais do tronco de Solidariedade durante a sua circulação.
O Tronco deve ser sempre engrossado e nunca esvaziado ou diminuído por retiradas indevidas.
 É errado, ao colocar a sua contribuição no Tronco, o Obreiro anunciar que o faz
por ele e por irmãos ausentes ou Lojas, pois a contribuição é sempre pessoal e presencial.

 Independentemente do Grau em que a Loja esteja funcionando, o Obreiro que


chegar atrasado à Sessão deverá dar somente três pancadas na porta.
 Nos Templos que possuem degraus de acesso ao Oriente, os Obreiros devem subi-
lo andando normalmente e não com passos em esquadria.
 O Obreiro que subir ao Oriente, deve fazê-lo pela região Nordeste (à esquerda de
quem entra), saindo, depois, pelo Sudeste ( à esquerda de quem sai ).
 Aprendizes e Companheiros não podem ter acesso ao Oriente (exceto na Iniciação
e Elevação) só acessível aos Mestres. Da mesma maneira, os Aprendizes não devem ter acesso
à Coluna dos Companheiros.
 Nenhum Obreiro pode sair do Templo sem autorização do Venerável.
 Se o Obreiro for sair definitivamente do Templo, deverá, antes, colocar a sua
contribuição no Tronco de Beneficência, e entre colunas fazer a saudação ao VM e VVig,
sempre acompanhando o M CCer.
 Se a Loja possuir Cobridor Externo, este ficará no átrio durante toda a cerimônia
de abertura da Sessão portando Espada, entrando depois e ocupando o seu lugar ao Norte; só
sairá se alguém bater à porta do Templo.

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 Só o Venerável Mestre ou outro Mestre Instalado é que pode fazer a sagração do
candidato à iniciação, à Elevação ou à Exaltação. Também só um Venerável Mestre ou outro
Mestre Instalado é que pode tocar a Espada Flamejante (Flamígera ), símbolo do poder de que
se acham revestidos, ao fazer a sagração.
 Quando um Apr tiver que apresentar algum trabalho (para aumento de salário,
geralmente) ele deverá fazê- lo de seu lugar, na Coluna do Norte,ou Entre Colunas.
 Na leitura do texto bíblico na abertura de Sessão, não existe uma “prece”
invocativa ou de súplica, mas sim um relato histórico-mistico, ou um cântico. Logo não se admite
a expressão “Amém” ou “Assim Seja”, empregados ao final de uma oração (prece).
 Não existe, no REAA, nenhuma prece, minuto de silêncio ou preleção
realizada por qualquer Obr no Átrio antecedendo a entrada no Templo.
 Em qualquer cerimônia em que sejam usadas velas, estas sempre serão apagadas
com abafador e nunca assoprando a chama.
 Qualquer SesMaç deve ser aberta e fechada com todas as formalidades
ritualísticas, pois não é Maç a Ses aberta e/ou fechada com um só golpe de malhete ou
com eliminação de qualquer passagem ritualística, exceção feita quando o VM não puder
manter a ordem (Art. 116, inciso XIII, do RGF).
 Nenhum Obr pode sair do Templo sem autorização do VM em L aberta.
 O título de Past Master não é originário no REAA, portanto, não deve ser
usado.
 Nas Sessões abertas ao público (Sessão Magna admitida a presença de não-
maçons (§ 3° do Art. 108 do RGF) não é permitido correr o Tr de Benef.
 A loja não poderá admitir Maçons irregulares em seus trabalhos (Art.25 item I -
Constituição GOB).
 “É nulo qualquer ato maçônico praticado por maçom ou Loja, cujos direitos estejam
suspensos”. (Art. 139 da Constituição do GOB).
 São IRREGULARES os Maçons que estiverem com seus direitos suspensos, que
não possuam documentos de regularidade ou que estejam vencidos e os que pertencem a
organização maçônica não reconhecida pelo GOB. (Art. 34, $ 2º da Constituição do GOB).

 O Obreiro irregular por falta de pagamento ou freqüência poderá ter seus direitos
maçônicos reabilitados, desde que não seja reincidente (Art. 51 do RGF).
 O Maçom excluído de uma Loja, por falta de pagamento, só poderá pleitear filiação
em outra Loja ou retornar à atividade, depois de saldar seu débito com a Loja que o excluiu (Art.
39 do RGF).

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 A Loja, ao filiar Maçom que não estiver quite com a Loja a que pertencer ou a que
tenha pertencido, será responsabilizada pelo débito do filiado. (Art. 40 do RGF).
 O Mestre Maçom ativo pode pertencer como efetivo, a mais de uma Loja da
Federação e será declarado irregular, em qualquer delas, se faltar com os compromissos de
freqüência e contribuição pecuniária (Art. 33 do RGF).
 O Maçom irregular, por falta de pagamento ou por falta de freqüência, será privado
de seus direitos maçônicos, em todo o Grande Oriente do Brasil (Art. 50 do RGF).
 São direitos do Maçom: Freqüentar os trabalhos de outra Loja e dela receberem
atestado de Freqüência. Ter seu nome registrado em livro próprio de sua Loja as presenças nos
trabalhos de outras do Grande Oriente do Brasil, mediante a apresentação dos atestados de
Freqüência, que valerão para todos os efeitos legais (Art. 33, incs. VIII e IX da Constituição do
GOB).
 O pedido de Quite-Placet feito pelo interessado verbalmente em Sessão ou
através de Pr dirigida ao VM, desde que posto em caráter irrevogável será atendido pela
administração da Loja, na mesma Sessão em que for apresentado (art. 44 $ 3º do RGF).
 Parágrafo único – Na votação (Escrutínio Secreto) tomarão parte exclusivamente
os membros do Quadro, inclusive Aprendizes e Companheiros. (Art. 17 – RGF)
 Parágrafo único – Uma vez iniciada a leitura do expediente, o escrutínio não poderá
ser interrompido, suspenso ou adiado, devendo ser concluído na mesma sessão. Art. 18 –RGF)
 Os títulos de “Eméritos” e “Remidos” serão concedidos pelo Grande Oriente
do Brasil, mediante requerimento da Loja, de ofício, ou a pedido do interessado, atendidos os
requisitos constitucionais (Art. 48 - RGF).
 § 1º. A concessão de isenção do pagamento de emolumentos pelo Remido gerará
efeitos a partir da publicação do ato no Boletim Oficial do Grande Oriente do Brasil, reconhecido
o direito à isenção aos atuais titulares dessa condição.
 § 2º - O Maçom Emérito ou Remido está dispensado de freqüência em Loja, só
podendo exercer o direito de votar ou ser votado caso atinja, no mínimo, trinta por cento de
freqüência em Loja do Grande Oriente do Brasil nos últimos 24 meses. (Alterado pela Lei nº 148,
de 09.12.2014 – Boletim Oficial do GOB nº 23, de 15.12.2014, pág. 5

 As Lojas realizarão, obrigatoriamente, no mínimo, duas sessões de instrução do


Grau de Mestre por ano. (Art. 38.RGF)
 O Ir∴ que está de pé sem o Sinal de Ordem, deve permanecer perfilado. Não
deve depositar a mão direita sobre a esquerda e estas sobre o avental, por constituir um Sinal
(de obediência) praticado no Rito Brasileiro, PORÉM NÃO NO REAA.

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 No R ∴ E ∴ A ∴ A ∴ não existe a queima de incenso ou similares, antes, durante
ou depois da sessão

 A presença da Bandeira do Brasil é obrigatória em todas as sessões realizadas


por Loja da Federação, independentemente do Rito por ela praticado. (Art.126 – Constituição do
GOB)
 São deveres da Loja: (Art. 96. RGF)

 XII – realizar, no mínimo, uma Sessão Ritualística mensal;


 XIII – não admitir Maçons irregulares em seus trabalhos;
 XV – não admitir em Loja trajes diversos dos legalmente definidos;
 XIX – observar com rigor os trabalhos litúrgicos do Rito;
 XXII – realizar Sessões com, no mínimo, sete (07) Mestres Maçons.

As sessões das Lojas serão ordinárias, magnas ou extraordinárias. (Art. 108 RGF)

- § 1º São sessões Ordinárias as:

 I – regulares;
 II – de instruções;
 III – administrativas;
 IV – de finanças;
 V – de filiações e regularizações de Maçons;
 VI – de eleições da administração e de membro do Ministério Público;
 VII – de eleições dos deputados federais e estaduais e de seus suplentes;
 VIII – de Banquete Ritualístico;
 IX – de admissão de membros honorários.

- § 2º. São sessões Magnas, privativas de Maçons as:

 I – de iniciação;
 II – de colação de graus;
 III – de posse;
 IV – de instalação;
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 V – de sagração de estandarte;
 VI – de regularização de Loja;
 VII – de sagração de Templo.

- § 3º. São sessões Magnas, admitida a presença de não-maçons, as:

 I – de adoção de Lowtons;
 II – de consagração e de exaltação matrimonial;
 III – de pompas fúnebres;
 IV – de conferências, palestras ou festivas;
 V – de caráter cívico-cultural.

 § 4º. São sessões Extraordinárias as:

 I – de eleições de Grão-Mestre Geral, de Grão-Mestre Adjunto, de Grão-Mestre Estadual


e de Grão-Mestre do Distrito Federal e seus adjuntos;
 II – do Conselho de Família;
 III – de concessão de placet ex officio;
 IV – de alteração de estatutos;
 V – de mudança de Rito;
 VI – de mudança de Oriente;
 VII – de mudança de Título Distintivo;
 VIII – de fusão ou incorporação de Lojas.

 As sessões ordinárias de finanças serão realizadas no Grau I, sendo convocadas


por edital com antecedência mínima de quinze dias. (Art. 109 RGF)
 § 1º. Para a realização da sessão ordinária de finanças é indispensável o parecer
prévio da comissão de finanças, não se admitindo que seja tratado qualquer outro assunto;
 § 3º. Se durante a sessão ocorrer qualquer questionamento relativo à conduta de
Companheiros ou Mestres Maçons, o assunto será apreciado em outra sessão, no respectivo
grau.
 § 4º - Somente podem tomar parte das sessões ordinárias de finanças, os membros
da Loja que tiverem, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) de freqüência nas respectivas
sessões ordinárias da Loja nos últimos doze meses, excetuando-se os dispensados, e que até o
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ORIENTAÇÃO RITUALÍSTICA ■ EDIÇÃO 2019
GOB-MG
mês anterior estejam quites com suas obrigações pecuniárias (§ incluído pela Lei nº 144/2013 –
Boletim Oficial do GOB nº 7, de 30.04.2014)
 Em todas as Lojas do Grande Oriente do Brasil é obrigatória a realização de uma
Sessão Magna, interna ou pública, na Semana da Pátria, em homenagem à Proclamação da
Independência.
 Parágrafo único. Duas ou mais Lojas poderão se reunir para a celebração desse
objetivo.
Referências Bibliográficas:
- Ritual Aprendiz Maçom REAA/2009 GOB
- Constituição GOB
- RGF GOB
- Decreto 1469 do GOB de 12/02/2016
- Decreto 1642 GOBPR
-MANUAL DO GRAU DE APRENDIZ – GOB/2002
- Pedro-juk.blogspot.com.br
- Orientações Ritualísticas – Ir.: Robson Fidalgo Amui

Poderoso Ir Onécio José Antônio Brasão


Secretaria de Orientação Ritualística

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