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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia - IFBA

Diretoria de Ensino
Coordenação de Engenharia de Energia.

Geração de
Energia Elétrica:
Fontes Renováveis

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1 – SISTEMA ELÉTRICO

Geração Centralizado Geração Distribuída

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1 – SISTEMA ELÉTRICO

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1 – SISTEMA ELÉTRICO
SIN – SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL
Integração de Bacias
Múltiplos proprietários: 57 empresas
públicas e privadas têm
152 usinas hidro (> 30 MW) em 14 bacias
hidrográficas – 92.089 MW.
Xingu

Madeira
Tocantins
Há atualmente 70 usinas com
Parnaíba reservatório (regulação mensal ou
São Francisco
acima), 78 a fio d’água e 4 usinas de
bombeamento.
Paraguai

Com 12 novas usinas em construção, as


Paranaíba
hidrelétricas totalizaram 112.644 MW
Paraná/Tietê
Grande

Paraíba do Sul
no SIN em 2018.
Paranapanema
Interdependência entre usinas e bacias
Iguaçu para produção é a base para a
Uruguai coordenação centralizada da operação
Jacui
do SIN.

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2 – HIDROELÉTRICAS

Hidroelétricas

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2 – HIDROELÉTRICAS

Uma central hidroelétrica é uma instalação cuja misão é


converter a energia potencial e cinética da água em energia
elétrica disponível.
Transmissão
Transformadores
Sistema de
Casa de Força
Captação e
(Gerador)
adução

Turbina
Barragem

Restituição de água

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2 – HIDROELÉTRICAS
Principais Centrais Hidroelétricas Brasileiras

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2 – HIDROELÉTRICAS

Classificação Administrativa
Micro ➔ P < 100 kW;

Mini ➔ 100 kW < P < 1.000 kW;

Pequenas ➔ 1.000 kW < P < 30.000 kW;

Médias ➔ 30.000 kW < P < 100.000 kW;

Grandes ➔ P > 100.000 kW.

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2 – HIDROELÉTRICAS

Altura do Salto de Água:

Hp

Hb = Hu
Câmara de carga

Hl
Tubulação forçada

Gerador

➔ Salto bruto (Hb) Turbina

➔ Salto útil (Hu)


Açude

➔ Perda de carga (Hp)

Hp
Tubulação
forçada

Hb
➔ Salto líquido (Hl)

Hl
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2 – HIDROELÉTRICAS
Vazão Q
Definição: É o volume de água por unidade de tempo que atravessa uma
superfície (m3/s).
A partir de dados climatológicos se obtém:
➔ A curva de vazão média diária de um ano tipo.
➔ A curva de vazão média classificada.
➔ A curva de vazão do ano mais seco.
Vazão média diária m3/s

Dia/mês

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2 – HIDROELÉTRICAS
Vazão Q
A curva de vazão média classificada:
QM ➔ Vazão máxima ao longo do ano Vazão
QM
Qm ➔ Vazão de estiagem . É a vazão
mínima esperada ao longo do ano
Qs ➔ Vazão de serviço ou ecológica. Qs
não turbinável é a vazão que se deve
deixar passar pelo leito do rio sem ser Qs +Qe
turbinado para permitir o
desenvolvimento normal da flora e da
Qs +Qmt
fauna do local. Qs turbinável é a vazão
Qm
que
Q ➔ se Vazão
deve deixar passar pelo Vazão
do equipamento. turbina.
e Qs
máxima que se pode turbinar.

Q =Q −Q Curva de vazão média classificada (Qs não turbinável)


e médio s

Qmt ➔ Vazão mínima técnica. Vazão


mínima que se pode turbinar.

Q = k Q
mt e

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2 – HIDROELÉTRICAS
Vazão Q
A curva de vazão média classificada:

QM ➔ Vazão máxima ao longo do ano Vazão


Qm ➔ Vazão de estiagem . É a vazão QM
mínima esperada ao longo do ano
Qs ➔ Vazão de serviço ou ecológica. Qs
não turbinável é a vazão que se deve
deixar passar pelo leito do rio sem ser
turbinado para permitir o
desenvolvimento normal da flora e da Qe
fauna do local. Qs turbinável é a vazão
que se deve deixar passar pelo turbina. Qm
Q
t m
Qe ➔ Vazão do equipamento. Vazão
máxima que se pode turbinar.

Q =Q −Q Curva de vazão média classificada (Qs turbinável)


e médio s
Qmt ➔ Vazão mínima técnica. Vazão
mínima que se pode turbinar.

Q = k Q
mt e

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de retenção e armazenagem de água


➔ Reservatório e barragem
➔ Açude

Reservatório e barragem

As barragens estão submetidas a três tipos de


esforços:

➔ O empuxo, devido a água e os sedimentos;

➔ A depresão, devido à passagem de água por


debaixo da barragem;
➔ O prórpio peso da barragem.

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de retenção e armazenagem de água


Reservatório e barragens

Os tipos de represas mais comuns: ➔ Gravidade;

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de retenção e armazenagem de água


Reservatório e barragem
Os tipos de represas mais comuns: ➔ Contrafortes;

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de retenção e armazenagem de água


Reservatório e barragem
Os tipos de represas mais comuns: ➔ Arco

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de retenção e armazenagem de água


Reservatório e barragem
Os tipos de represas mais comuns: ➔ Abóboda

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de evacuação controlada da vazão


a) Descarga
➔Descarga de fundo médio: situado à meia altura, no centro ou nas laterais da
barragem, serve para esvaziar parcialmente a mesma, regulando o volumem de
água.
➔Descarga de fundo: situada na base da barragem, desta forma, permitindo o
esvaziamento total da barragem.

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2 – HIDROELÉTRICAS

Elementos de evacuação controlada da vazão


b) Vertedouros
➔ Disposição construtiva, em forma de canal, que permite evacuar a vazão
excedente que passa pela crista da barragem

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico

➔ Equipamento hidráulico
➔ Turbina

Classificação:

➔ Turbinas de ação: Obtém energia mecânica a partir da energia


cinética da água em escoamento através do rotor.

➔ Turbina de reação: Obtém energia mecânica a partir da


energia cinética e da pressão da água em escoamento através do rotor.

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico
➔ Equipamento hidráulico
➔ Turbina
➔ Turbinas de ação

➔ Turbinas Pelton

➔ Turbinas Banki-Michel

➔ Turbinas Turgo
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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico: Equipamento hidráulico


➔ Turbinas de ação ➔ Turbinas Pelton
01 - Rotor
02 - Pá
03 - Coroa de pás
04 - Tampa
05 - Desviador frontal
06 - Poço
07 - Blindagem
08 - Canal de fuga
09 - Eixo de turbina
10 - Injetor
11 - Freio de jato
12 - Agulha
13 - Cruzeta pelton
14 - Defletor

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico: Equipamento hidráulico


➔ Turbinas de ação ➔ Turbinas Banki-Michel

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico: Equipamento hidráulico


➔ Turbinas de ação ➔ Turbinas Turgo

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico
➔ Equipamento hidráulico
➔ Turbina
➔ Turbinas de reação

➔ Turbinas Francis

➔ Turbinas Kaplan

➔ Turbinas Deriaz
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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico: Equipamento hidráulico


➔ Turbinas de reação

Turbinas Francis Turbinas Deriaz Turbinas Kaplan

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2 – HIDROELÉTRICAS

Campo de
Aplicação das
Turbinas
Hidráulicas

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico
➔ Equipamento Elétrico:
➔ Gerador

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2 – HIDROELÉTRICAS

Equipamento Eletromecânico
➔ Sala de Controle

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2 – HIDROELÉTRICAS

Potência Instalada
P inst
= γ Q  H l  η  η  η  η
e t m g tr

Pinst = Potência instalada ou potência útil nominal (kW);


 = Peso específico da água (9,81 kN/m3);
Qe = Vazão do equipamento (m3/s);
Hl = Altura líquida (m)
t = Rendimento da turbina;
m = Rendimento do multiplicador;
g = Rendimento do gerador;
tr = Rendimento do transformador;

 = ??!! ➔
P inst
= 8 Q  H l
e

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2 – HIDROELÉTRICAS

Energia Produzida e Hora Equivalente


A energia produzida se obtém do produto da potência gerada pelo
número de horas que o gerador trabalha a essa potência.

= E anual
; f = h e
; f = h e
h e
8760 h
P no min al
he = Número de horas equivalentes (h);
c c
fun
Eanual = Energia gerada anualmente (kWh);
Pnominal = Potência nominal da instalação (kW);
fc= Fator de carga;
hfun = Hora de funcionamento.

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2 – HIDROELÉTRICAS

Exemplo:
Uma determinada central dispõe de um gerador de 650kW. Este gerador trabalhou ao longo
do dia nas seguintes condições: a) potência nominal durante 6 horas; b) a meia potência
durante 3 horas. Calcular a energia diária e mensal produzida.

1) A energia produzida no dia

650 kW  6h + 325 kW 3h = 4.875 kWh/dia


2) A energia produzida no mês

4.875 kWh/dia  30 dias/mês = 146.250 kWh/mês

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2 – HIDROELÉTRICAS

Cálculo da energia anual em função de Qe


➔ Efetuar o cálculo da energia.

Exemplo: Qe = 16m3/s, Qmt = 6,4m3/s, tr = 0,99, g= 0,96 e  = 9,81


kN/m3, Hl = 7,5 m

P bruta
= γ Q  H l P útil
= Pbruta  η
e total

365
E anual =  Edia
i =1
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2 – HIDROELÉTRICAS
Vazão Vazão turbinada Vazão não Potência Rendimento Potência Energia
Dias classificad turbinada bruta (kW) Total útil diária
a (m3/s) (m3/s) p.u. (vazão (kWh)
circulante)
(m3/s)
1 25,49 16 1,00 9,49 1.177,2 0,862 1.015,2 24.365
2 24,55 16 1,00 8,55 1.177,2 0,862 1.015,2 24,365
… … … … … … … … …
36 16,03 16 1,00 0 1.177,2 0,862 1.015,2 24,365
37 15,84 15,84 0,990 0 1.165 0,863 1.005,9 24,142
… … … … … … … … …
223 9,98 9,98 0,624 0 734,6 0,877 644,2 15.461
224 9,86 9,86 0,616 0 725,2 0,877 635,9 15,261
… … … … … … … … …
364 5,42 0 0 5,42 0 0 0 0
365 5,31 0 0 5,31 0 0 0 0

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Energia Eólica

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Principais causas da origem


dos ventos:
• A radiação solar que é mais

importante no equador que nos

pólos;

• A rotação da terra que provoca

desvios em direção à direita no

hemisfério norte e em direção à

esquerda no hemisfério sul;

• As perturbações atmosféricas.

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Classificação dos ventos globais nas camadas inferiores da atmosfera


Ventos de Leste

Ventos de Oeste

Ventos de Oeste
Ventos de Leste

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Entre os principais fatores que influenciam no regime dos ventos,


destacam-se:
• A variação da velocidade com a altura ;

h
vh = v10    Lei de Hellmann
 10 

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Entre os principais fatores que influenciam no regime dos ventos,


destacam-se:
• A rugosidade do terreno, que é caracterizada pela vegetação, utilização da
terra e construções;

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Entre os principais fatores que influenciam no regime dos ventos,


destacam-se:
• Relevo que pode causar efeito de aceleração ou desaceleração no escoamento
do ar.

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Ventos em Montanhas e Vales

Ar frio

Ar quente

Ar frio Ar frio Ar quente Ar quente

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Brisas do Mar

Ar frio
Ar quente

Ar quente

Ar frio

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Energia últil do vento: Potência da área varrida pelo rotor de


diâmetro D de uma turbina

1
Pv =  ρ  A  v3
2

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Potência Mecânica da Turbina


1 m 2 2
Pm = 
2 t
(
 v − vw )
m
= ρ  A  vn Pa2 Pa1
t vn
Vw

( )
V

Pm =  ρ  A  v 2 − vw2  (v + vw )
1
Patm
4 F
Patm
Pm
C p _ teo =
Pv
ωT  R
C p = C p _ teo  η λ=
v
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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Potência Mecânica da Turbina: Limite de Betz

ωTopt  R
λopt =
v
Pa2 Pa1
vn
Vw V
C p _ max = 0,593
Patm
F
Patm

16
Pm _ max = C p _ max  Pv =  Pv = 0.593  Pv
27
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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Torque Mecânico Associado ao Vento

1
Pm =  C p  ρ  A  v3 Pm = f (v, ωr )
2

Pm C p  ρ  A  v
3

Tm = =
ωr 2  ωr

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Função de Distribuição de Weibull

k
k −1 v
k v − 
f (v ) =    e c
c c

k é o fator de forma da curva (relacionado coma variância da velocidade do vento em tono da velocidade média) e c é o
fator de escala (relacionado com a velocidade média do vento no local).

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Função de Distribuição de Reyleigh

Quando o fator de forma k = 2, a distribuição de Weibull dá origem a


um caso particular chamado de distribuição de Rayleigh, cuja
vantagem é a necessidade de ajustar somente um parâmetro (o fator
de escala) para representar as ocorrências de ventos de uma dada
localidade.
2
π  v 
2 π  v  −  
f (v ) =   2   e
c=  v ma 4  v ma 

π
2  vma 
v = velocidade do vento e vma = velocidade média do vento no local

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Evolução das Turbinas Eólicas

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Classificação das Turbinas Eólicas

• Turbinas de Eixo Vertical


Savonius

• Turbinas de Eixo Vertical


Darrieux

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Classificação das Turbinas Eólicas

• Turbinas de Eixo Horizontal • Turbinas de Eixo Horizontal


Bi-pá Tri-pá

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Componente de uma Turbinas de Eixo Horizontal:

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Componente de uma Turbinas de Eixo Horizontal:


Nancele:

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Componente de uma Turbinas de Eixo Horizontal:


Nancele:

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Turbinas de Eólica de Velocidade Fixa e Velocidade Variável:

• Aerogerador de Velocidade Fixa

Gerador
GeradordedeIndução
Induçãodede
Gaiola
GaioladedeEsquilo
Esquilo
Multiplicadora

Baterias de Capacitores para


Compensação

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Turbinas de Eólica de Velocidade Fixa e Velocidade Variável:


• Aerogerador de Velocidade Variável
• Gerador de Indução Duplamente Alimentado:

Rede
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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Turbinas de Eólica de Velocidade Fixa e Velocidade Variável:


• Aerogerador de Velocidade Variável
• Gerador Síncrono Multipolos:

Caixa
Multiplicadora
Rede

Gerador Síncrono
Multipolos

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3 – GERAÇÃO EÓLICA

Turbinas de Eólica de Velocidade Fixa e Velocidade Variável:


• Aerogerador de Velocidade Variável
• Gerador Síncrono de Imã Permanente:

Gerador Síncrono de Imã


Permanente
Rede

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Energia Solar
Fotovoltaica

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Características da Radiação Solar


• Intermitência
• Dispersão
• Depende da:
Climatologia
Latitude
Altitude
• Espectro

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Características da Radiação Solar


• Irradiância solar (I)
Energia incidente por unidade de tempo (potência) sobre
a unidade de superfície (W/m2)

• Irradiação ou Radiação solar (H)


Energia incidente sobre a unidade de superfície (J/m2) ou
(Wh/m2) obtida integrando a irradiância durante um
certo período de tempo

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Radiação solar na superfície terrestre

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Componentes da radiação solar


• Radiação direta (HD)
• Provem diretamente do sol sem sofrer modificações
• Apresenta uma só direção de incidência.
• Pode-se concentrar
• Radiação difusa (Hd)
• Provem da abóboda celeste. Ao atravessar a camada
atmosférica, a radiação do sol sofre mudanças de
direção pelas reflexões e refrações produzidas
• Não apresenta uma direção principal de incidência.
• Não se pode concentrar
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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Componentes da radiação solar


• Radiação refletida (Hr)
• Provem da reflexão produzida pelo solo ou outros elementos que
rodeiam a superfície
• Não apresenta uma direção principal de incidência
• Não se pode concentrar
• O coeficiente de reflexividade = albedo (a)
Exemplo:
Neve recém caída a=0,9
Solo limpo a=0,15-0,25
Mar no inverno a=0,1
• Radiação GLOBAL (HG) = HD+Hd+Hr

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Declinação Solar (δ): -23,45º    23,45o

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Espectro (Irradiância espectral)

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Trajetória dos raios de sol na atmosfera e definição do coeficiente AM

𝑷 𝟏
𝑨𝑴 = ×
𝑷𝟎 𝒔𝒊𝒏 ∅

• P é a pressão do ar local (Pa)


• Po é 1,013 x 105 Pa (1,013 bar)
• ø é o ângulo de elevação solar
• AM = massa de ar é igual a 1 ao nível do mar
com um céu sem nuvens

Reflete as condições atmosféricas e


meteorológicas existente no momento.

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Trajetória Solar

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Efeito Fotoelétrico
Fenômeno físico que consiste na emissão de elétrons por certos materiais, geralmente
metálicos, quando iluminados por ondas eletromagnéticas de frequências específicas.

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Einstein sugeriu que um feixe de luz seria constituído por pequenas partículas, denominadas
fótons.

ℎ𝑥𝑐
𝐸 = ℎ𝑥𝑓 = λ

Onde:
ℎ = 6,626 × 10-34𝐽. 𝑠 = 4,136 × 10-15𝑒𝑉. 𝑠 é a constante de Planck
c = 299 792 458 m / s, velocidade da luz;
Λ = comprimento de onda luminosa

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

A LUZ SOLAR

Cada uma dessas cores são ondas eletromagnéticas com


comprimentos de onda (λ) diferentes.

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Efeito Fotovoltaico
• Produção de uma tensão contínua por absorção da luz.
• Conversão direta não térmica da energia radiante em eletricidade.

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Silício monocristalino
Todos os átomos estão perfeitamente ordenados. No processo de
cristalização os átomos se dispõem na mesma ordem. Apresentam uma
cor azulada escura e com um certo brilho metálico

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Silício policristalino
As direções de alinhamento vão mudando a cada
determinado tempo durante o processo de deposição.

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Silício amorfo
Não existe estrutura cristalina ordenada, e o silício é
depositado sobre um suporte transparente em forma de uma
capa fina. Apresentam uma cor marron e cinza escuro.

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Eficiências
• Comerciais:
Si monocristalino: 14-15%
Si policristalino: 6-9%
Si amorfo: 5-6%
Camada fina: 6-9%
• Laboratório:
Si monocristalino: 24% a 28,3%
Si policristalino: 18.6%
Capa fina: 15%
Tandem (multiunião): 34.2 % (GaAs/GaSb C=100)
Orgânicos: 1%

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Módulos Fotovoltaicos: Conexão de células em paralelo

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Módulos Fotovoltaicos: Conexão de células em série

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Sistema fotovoltaico isolado – Off Grid

Diagrama de sistemas fotovoltaicos


em função da carga utilizada

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Sistema fotovoltaico interligado à rede – On Grid

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4 – GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

Sistema Híbridos

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

Energia
Heliotérmica

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.1 – Introdução

ESTADO ATUAL DA TECNOLOGIA

Concentradores Discos Concentradores Receptor


Cilíndricos Parabólicos Lineares de Central de
Parabólicos Fresnel Torre

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.2 – Concentradores Ciclíndricos Parabólicos

São concentradores de foco linear com seguimento em um só eixo


e potências por campo unitário de várias dezenas de MW.

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.2 – Concentradores Ciclíndricos Parabólicos

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.3 – Discos parabólicos

São pequenas unidades independentes com refletor parabólico,


habitualmente conectado a um motor Stirling situado no foco.

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.4 – Concentradores Lineares de Fresnel

Da mesma maneira que os concentradores cilindro


parabólicos , esta tecnologia concentra a radiação em uma
linha onde se coloca o absorvedor.
Instalações com potência de 1 a 2 MW. Experimentais !!
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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.4 – Concentradores Lineares de Fresnel

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.5 – Receptor Central de Torre

Consiste em um campo de heliostatos que segue a posição do sol em todo momento


(elevação e azimut) e orientam o raio refletido no sentido do foco colocado na parte
superior de uma torre.
As potências unitárias com tecnologia convencional são de 10 MW a 200 MW.

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5 – SISTEMAS HELIOTÉRMICOS

5.5 – Receptor Central de Torre

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

Energia das Marés

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.1 – As Ondas
Sua altura e período são funções da velocidade do vento, a duração e a
distância das águas sobre as quais este sopra.

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.2 – As Marés
Sua origem é devido à atração exercida pela Lua e o Sol na Terra.

Maré Alta

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.2 – As Correntes Marinhas

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.3 – Métodos de Obtenção de Energia a Partir do Oceano

Fonte de Energia Princípio de Conversão Tecnologias Disponíveis


Gradiente de salinidade Pressão osmótica e hidroturbina Saltkraft, PRO
Gradiente de temperatura Ciclo de vapor a baixa temperatura OTEC
Energia potencial do nível Hidroelétrica convencional "Tidal power plant”
das marés
Energia cinética a partir das Corpo flutuante OSPREY, Limpet, Exim,
ondas Geração de ar comprimido Pelamis, OWEC, Mighty
Pêndulo Wale, Tapchan, SSG,
Wavedragon,
Waverotor,..
Energia cinética a partir das hélice hidrodinâmicas TideEl, Brian, UEK,
correntes Kobold, Stingray,
Blue Concep, SEAFLOW

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.4 – Energia da Ondas

Componentes da energia presente nas ondas:


➔ Energia potencial
➔ Energia Cinética

ρg H 2

E=
8
E = energia total por unidade superficial de água;  = densidade da
água; g = aceleração da gravidade e H = altura da onda
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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.4 – Energia da Ondas

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.5 – Energia das Marés

Para um ciclo de maré de 6,2 horas:

A = superfície do volume em kilômetros quadrados e H = altura


alcançada pela maré em ralação a seu nível mínimo.

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.5 – Energia das Marés

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.6 – Energia das Correntes

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.7 – Energia Térmica do Oceano

A conversão da energia térmica do oceano (CETO)


utiliza a diferença de temperatura entre as
superfícies aquecidas e aquelas de temperaturas
menores que se encontram a profundidades de
cerca de 1000 metros, para produzir energia
mecânica e posteriormente elétrica. Quando a
água quente e a gelada diferem em uma
temperatura de ao menos 20°C, o sistema CETO
pode produzir energia.
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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.7 – Energia Térmica do Oceano

Existem três ciclos básicos CETO:

➔ Sistema de ciclo fechado

➔ Sistema de ciclo aberto

➔ Sistema híbrido

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.7 – Energia Térmica do Oceano

➔ Sistema de ciclo fechado

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.7 – Energia Térmica do Oceano

➔ Sistema de ciclo aberto

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6.7 – Energia Térmica do Oceano

➔ Sistema híbrido

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.8 – Energia Através do Gradiente de Salinidade

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6 – ENERGIA DAS MARÉS

6.9 – Energia Através da Biomassa Marinha

Consiste em utilizar as plantas e algas marinhas, a


partir das quais se possa gerar gases ou líquidos
combustíveis mediante processos adequados.

A biomassa é uma fonte de energia procedente


de maneira indireta do sol e pode ser considerada
uma energia renovável sempre que se obedeçam
alguns parâmetros meio-ambientais adequados
em seu uso e exploração.
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