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Guia de Formatação do DEE - Departamento de

Engenharia Elétrica, baseado na ABNT e nas


Resoluções da Congregação da Escola Politécnica,
para a Elaboração Gráfica do
TCC - Trabalho de Conclusão de Curso

Organização:
Jorge Nemésio Sousa
Colaboração:
Jorge Luiz do Nascimento

Aprovada na reunião do Colegiado do DEE de 25 de novembro de 2019 - versão 9.


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APRESENTAÇÃO

Os trabalhos científicos exigem, para sua apresentação ao meio acadêmico, uma


forma adequada e estruturada de acordo com determinadas normas técnicas.
Este Guia, que tem como objetivo oferecer aos alunos e docentes do DEE -
Departamento de Engenharia Elétrica, um suporte documental básico e prático para a
padronização dos trabalhos acadêmicos escritos, particularmente os TCC - Trabalho de
Conclusão de Curso, baseia-se nas resoluções da Congregação da Escola Politécnica da UFRJ
*, nas Normas de Apresentação Tabular do IBGE **, e normas documentais da ABNT -
Associação Brasileira de Normas Técnicas ***.

Observações:

* O TCC deve seguir o formato descrito nas resoluções da Escola Politécnica da UFRJ para
ser aceito pela sua Secretaria de Graduação.

** As Normas de Apresentação Tabular do IBGE têm objetivo de fornecer elementos que


assegurem a padronização e racionalização da apresentação de dados numéricos em tabelas.
Estas normas destinam-se aos docentes e estudantes como orientação para a apresentação
tabular dos resultados de seus estudos e pesquisas.

*** A NBR 14724:2011 - Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos -


Apresentação, especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos,
visando sua apresentação à instituição, como Banca ou Comissão examinadora de docentes
etc. Esta Norma também se aplica, no que couber, aos trabalhos intra e extraclasse da
graduação. Outras referências normativas devem ser consultadas, pois contêm disposições
prescritivas: NBR 6023:2018 - Informação e documentação - Referências - Elaboração; NBR
6024:2012 - Informação e documentação - Numeração progressiva das seções de um
documento - Apresentação; NBR 6027:2012 - Informação e documentação – Sumário –
Apresentação; NBR 6028:2003 - Informação e documentação - Resumo - Apresentação;
NBR 6034:2004 - Informação e documentação - Índice - Apresentação; NBR 10520:2002 -
Informação e documentação - Citações em documentos - Apresentação; e Código de
Catalogação Anglo-Americano. 2. ed. rev. 2002. São Paulo: FEBAB, 2004.

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INTRODUÇÃO

A elaboração de um projeto final em engenharia elétrica (EEEX01) é um requisito curricular


necessário para a obtenção do Grau de engenheiro da UFRJ. Esta proposição, tem como objetivo
básico o treinamento do aluno e dos docentes no que concerne à concatenação dos conceitos e teorias
adquiridos durante o curso em torno de um projeto. É também objetivo deste projeto final propiciar
o treinamento do aluno que se refere à apresentação oral de ideias e redação de textos técnicos de
forma clara, concisa e objetiva.
Para entendimento desse Guia, entende-se como TCC - Trabalho de Conclusão de
Curso (ou Projeto Final de Graduação) o documento que representa o resultado de um estudo,
devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente
emanado de uma disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros assuntos
ministrados, que deve ser feito sob a coordenação de um Orientador.
O TCC deve seguir, rigorosamente, o formato descrito nesse Guia para ser aceito pelo
DEE e deve ser aprovado, quanto ao formato pela Coordenação (ou Comissão de TCC) e,
quanto a apresentação gráfica, pelo Orientador, de acordo com a presente regulamentação.
O trabalho deverá obedecer às regras ortográficas e gramaticais em vigência, com
atenção aos prazos e períodos de adaptação estipulados pelas entidades normativas
correspondentes para a sua entrada em vigor.

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ELEMENTOS ESPECÍFICOS DA ESTRUTURA DO TCC

De acordo com a NBR 14724:2011, a estrutura de um TCC deve seguir as seguintes


partes: elementos Pré-textuais, Textuais e Pós-textuais.
Com a finalidade de orientar os usuários, a Tabela 1 apresenta a disposição de
elementos e sequência em que devem ser organizados os elementos de um TCC.

Tabela 1 - Disposição de Elementos do TCC

Estrutura Elemento

Capa (obrigatório)
Parte Externa
Lombada (opcional)

Folha de rosto (obrigatório)


Errata (opcional)
Folha de aprovação (obrigatório)
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula
(obrigatório)
Pré-textuais Resumo em língua estrangeira
(obrigatório)
Lista de figuras ou ilustrações
(opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Partes Internas Lista de abreviaturas e siglas
(opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)

Introdução
Textuais Desenvolvimento
Conclusão

Referências bibliográficas
(obrigatório)
Glossário (opcional)
Pós-textuais
Apêndice(s) (opcionais)
Anexo(s) (opcionais)
Índice(s) (opcionais)
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724:2011

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ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

A parte Pré-textual corresponde às páginas que antecedem ao texto principal do TCC


- Textual. Cada uma dessas partes deve iniciar em uma página própria e a contagem das
páginas deve ser feita a partir da Folha de Rosto e a numeração, com algarismos romanos
minúsculos, deve iniciar em: iii (iv, v, vi etc.), a partir da folha da Ficha Catalográfica.
Compreende os seguintes elementos.
1. Capa - proteção externa do trabalho e sobre a qual se imprimem as informações
indispensáveis à sua identificação. São do tipo ‘capa dura’, na cor determinada pelo DEE
e letras douradas. Deve conter o nome da Instituição, o título do TCC, o autor, o ano.
2. Lombada - parte da capa do TCC que reúne as margens internas das folhas, sejam elas
costuradas, grampeadas, coladas ou mantidas juntas de outra maneira. As cores da capa
e das letras são determinadas pelo DEE e não podem ser modificadas. Precisa conter os
seguintes elementos: o nome do autor, o título (opcional), o nome da Escola Politécnica
e da UFRJ, o ano de defesa, conforme exemplo do Anexo I. Deve ser impresso
longitudinalmente e legível do pé para o alto da lombada. Essa forma possibilita a leitura
quando o TCC está no sentido vertical.
3. Folha de Rosto - folha sem numeração e de elemento obrigatório, que deve conter os
elementos essenciais à identificação do trabalho. Os elementos devem figurar na seguinte
ordem: UFRJ; o título principal do TCC que deve ser claro e preciso, identificando o seu
conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação; subtítulo, se houver,
deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal, precedido de dois-pontos;
número de volumes - se houver mais de um, deve constar em cada folha de rosto a
especificação do respectivo volume; o nome do autor (responsável intelectual do
trabalho); natureza do trabalho (TCC) e objetivo, resumidos nos seguintes dizeres:
"Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Engenharia Elétrica da Escola
Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos
necessários para a obtenção do título de Engenheiro”; nome do orientador e, se houver,
do coorientador; o mês e o ano da defesa, conforme mostrado no Anexo II.
4. Folha de Aprovação - folha sem numeração e de elemento obrigatório, colocada logo
após a folha de rosto. Portanto, trata-se da 2ª folha do TCC, que deve ser elaborada pelo

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aluno candidato, com a anuência do Orientador, e finalizada após a defesa e a aprovação


do TCC. Deve conter o título do trabalho, subtítulo (se houver), os nomes do autor, o
cabeçalho com os seguintes dizeres: “PROJETO DE GRADUAÇÃO SUBMETIDO AO
CORPO DOCENTE DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DA ESCOLA
POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO COMO
PARTE DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE
ENGENHEIRO ELETRICISTA”, nome do Orientador e dos membros da Banca
Examinadora com as suas respectivas titulações e espaços para as assinaturas, mês e ano
da defesa, conforme mostrado no Anexo III. A data de aprovação e assinaturas dos
membros componentes da Banca Examinadora são inseridas após a aprovação do
trabalho.
4.1. Informações Complementares Para Confecção da Folha de Aprovação
a. Essa folha é contada, mas não deverá ser numerada, isto é, não aparece o número da
página.
b. O título do TCC deverá ser em letra maiúscula, centralizado na folha, entre as
margens.
c. O nome do aluno deverá ser centralizado na folha e sem abreviaturas com a primeira
letra de cada nome em maiúscula e o restante em minúscula.
d. Os dizeres do cabeçalho deverão ser em letras maiúsculas (CAIXA ALTA) e
centralizados na folha, entre margens.
e. Antes do nome dos membros da Banca, deve estar escrito, com alinhamento à
esquerda, os seguintes dizeres: “Examinado por: ”.
f. Os nomes dos membros da Banca deverão ser completos (sem abreviaturas),
centralizados em uma coluna alinhada à direita da folha (largura da coluna é definida
pelo nome maior) e apenas a primeira letra de cada nome deve ser em maiúscula.
g. Ao lado direito, após o nome do membro da Banca (separado por vírgula) deverá
constar a titulação dada pela instituição onde foi realizado o curso do referido
membro (ex: Dr. Ing., Ph.D., D.Sc. M.Sc. etc.) e antes do nome do membro da Banca
deverá constar o título pelo qual ele é tratado (ex: Prof., Dr, Eng. se for Engenheiro
etc.). Abaixo do nome do membro da Banca, alinhado com esse nome, deve constar
se ele é o Orientador ou Coorientador.

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h. O nome da cidade, sigla da unidade da federação e país deverão ser escritos em letra
maiúscula.
i. A data deve informar o mês e ano em que o aluno defendeu o TCC e deverá ser em
maiúscula.
j. A Folha de Aprovação não poderá conter separação de sílabas.
5. Folha da Ficha Catalográfica - essa deve conter os dados que identificam o trabalho,
seguindo as regras vigentes do Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR - Anglo
American Cataloging Rules), conforme mostrado no Anexo IV. Essa é a 3ª folha do TCC
e aqui começa a numeração das páginas dos elementos pré-textuais, em letras romanas
minúsculas, a partir de iii. A recomendação é que essa numeração seja centralizada no
rodapé da página e vá, em ordem crescente, até a última página do Sumário, quando
termina a estrutura pré-textual.
5.1. Detalhes do preenchimento da Ficha Catalográfica
Deve ser centralizada em uma página, com 60 caracteres de largura, dentro de um
quadro de 120 mm de largura, com 10 mm de margem esquerdo e 5 mm de margens
direita, superior e inferior.
a. Inicialmente coloca-se o nome do autor, com a primeira letra em maiúscula,
justificado na margem esquerda começando pelo sobrenome, separado do nome por
vírgula. Sobrenomes como Neto, Filho, Júnior, Sobrinho etc., entram após o
sobrenome principal (ex. Silva Júnior, José Augusto da).
b. 1º parágrafo - Em seguida vem o título do Projeto de Graduação seguido de (/) e o
nome do autor na sua ordem normal (ex. Joaquim José da Silva Xavier). Esse
parágrafo, como os subsequentes, deve ter recuo, na sua primeira linha, de 3 a 4
letras da margem esquerda e justificada nas margens esquerda e direita.
 Logo em seguida ao título do Projeto de Graduação e o nome do autor aparecerá
(no mesmo parágrafo) – Rio de Janeiro: UFRJ/ESCOLA POLITÉCNICA, ano da
defesa.
c. 2º parágrafo - Aqui entra, em algarismos romanos, o número de páginas da parte
pré-textual (da folha de rosto até a última folha do Sumário), que no TCC são
numeradas em algarismos romanos - iii, iv, v etc.

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 Em seguida vem, em numerais arábicos, o número de páginas do TCC (partes


textual e pós-textual, sem contar as da pré-textual mencionadas no item c).
 Se a dissertação contém ilustrações, segue (: il.;)
 Após o símbolo de ilustração, deve constar 29,7 cm, que é o tamanho da folha de
papel do formato A4, padronizado para todos os TCC.
d. 3º parágrafo - Deve constar o Orientador: nome do Orientador escrito de forma
normal.
e. 4º parágrafo - Aqui entra a especificação de que o trabalho se trata de TCC ou Projeto
de Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, defendido na Escola
Politécnica no Curso de Engenharia Elétrica e ano da defesa, na seguinte forma:
Trabalho de Conclusão de Curso – UFRJ/ POLI/ Engenharia Elétrica, 2019.
f. 5º parágrafo - Aqui se definem as páginas de início e fim das Referências
Bibliográficas, na seguinte forma: Referências Bibliográficas: p. 89-95.
g. 6º parágrafo - No número 1 (em arábico) deverá ser citado o assunto principal de que
trata o trabalho. Opcionalmente, outros assuntos abordados serão citados em
numeração crescente (2, 3, ...). Em seguida mantém-se exatamente o que está no
exemplo do Anexo IV, ou seja: I. o nome do Orientador (Sobrenome, Nome – se tem
mais que um orientador utiliza se ‘et al.’ depois do primeiro nome - ver Apêndice
B). II. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Nome do Curso. III. Título.
6. Folha de Dedicatória - elemento opcional, colocado após a folha da Ficha Catalográfica.
Trata-se da homenagem prestada pelo autor à pessoa ou pessoas a quem dedica seu
trabalho.
7. Folha de Agradecimento - elemento opcional, colocado após a Folha de Dedicatória.
Registro agradecimento às pessoas ou instituições que contribuíram de maneira relevante
para a elaboração do trabalho, restringindo-se ao mínimo necessário.
8. Epígrafe - folha onde o autor apresenta uma citação, seguida de indicação de autoria,
relacionada com a matéria tratada no corpo do TCC. Elemento opcional, colocado após
Folha de Agradecimento. Podem também constar epígrafes nas folhas de abertura das
Seções Primárias (ver 8.8). Traz a citação de um pensamento, que de certa forma serviu
de base ao trabalho, seguida de seu autor.

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9. Folha do Resumo em Português - apresentação concisa dos pontos relevantes de um


texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do TCC.
Elemento obrigatório, constituído de uma sequência de frases concisas e objetivas e não
de uma simples enumeração de tópicos, com até 250 palavras, segundo o modelo do
Anexo V. Logo abaixo, devem constar as palavras representativas do conteúdo do TCC,
isto é, as palavras-chave e/ou descritores, conforme a NBR 6028:2003.
10. Folha do Resumo em Inglês (Abstract) - elemento obrigatório, com as mesmas
características do resumo em língua vernácula, porém digitado em folha separada. Deve
ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave
(key words) e/ou descritores, em inglês, segundo o modelo do Anexo VI.
11. Lista de Figuras ou Ilustrações - elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo
com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu número e nome
específicos, acompanhado do respectivo número da página. Quando necessário, p.ex. se
houver um número considerável, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada
tipo de ilustração - figuras, desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos,
mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos, fotos e outros.
12. Lista de Tabelas - elemento opcional, elaborado de acordo com a ordem apresentada no
texto, com cada item designado por seu número e nome específicos, acompanhado do
respectivo número da página.
13. Lista de Abreviaturas e Siglas - elemento opcional, que consiste na relação alfabética
das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões
correspondentes grafadas por extenso. Quando aparecer pela primeira vez no texto, a
forma completa do nome precede a sigla, colocada entre parênteses, p. ex. Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Se a quantidade de siglas e abreviaturas for
elevada, indica-se a elaboração de lista própria para cada tipo, de acordo com a NBR
14724:2011. É recomendado também, explicar, resumidamente, o que essas siglas
representam ou significam. Exemplo: unidade de energia; unidade de potência elétrica;
unidade de irradiação solar etc.
14. Lista de Símbolos - elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem
apresentada no texto, com o devido significado, conforme a NBR 14724:2011. Os
símbolos gregos devem ser listados após os latinos, também em ordem alfabética.

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Alternativamente, cada capítulo pode ter sua lista de símbolos, que deve ser localizada
no seu início, após o título. Recomenda-se atentar para as regras de escrita dos nomes e
símbolos do SI - Sistema Internacional de Unidades.
15. Sumário - elemento obrigatório, que consiste na enumeração dos Capítulos, Seções,
Anexos, Apêndices e outras partes do TCC, na mesma ordem em que esses itens nele se
sucedem, com a indicação das respectivas páginas e deve ser o último elemento pré-
textual. Havendo mais de um volume, em cada um deve constar o sumário completo do
trabalho, conforme a NBR 6027:2012. Importante não confundir sumário com: Índice –
enumeração detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, nomes geográficos,
acontecimentos, etc., com a indicação de sua localização no texto; ou Lista – enumeração
de elementos selecionados do texto, tais como datas, ilustrações, exemplos, tabelas etc.,
na ordem de sua ocorrência.

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ELEMENTOS TEXTUAIS

A parte textual ou corpo principal é a parte mais importante do TCC porque é a parte
do trabalho em que é exposta a matéria. É onde se escrevem os elementos fundamentais que
o constituem: introdução, fundamentação teórica na literatura, desenvolvimento,
resultados, discussão e conclusão.
Esses itens podem aparecer isolados ou reunidos em um ou mais capítulos e é
recomendável que as divisões de uma dissertação sejam numeradas em uma sequência lógica.
A NBR 6024:2012 - Numeração progressiva das seções de um documento, trata desta
articulação. Os Capítulos devem ser numerados em algarismos romanos ou arábicos e as
páginas deverão ser numeradas sequencialmente em algarismos arábicos. A numeração da
parte textual será colocada a partir da primeira página dessa parte, isto é, a Introdução, em
algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, ficando o último algarismo a 2 cm da
borda direita da folha, começando em 1.
As referências bibliográficas citadas nessa parte textual do TCC, deverão ser listadas
conforme descrito no Apêndice A.
A parte textual é obrigatoriamente escrita em português e deve ser sempre em preto.
O emprego de cores será admitido excepcionalmente apenas quando for essencial a
compreensão de uma ilustração e na versão digital.
Na NBR 14724:2011 constam somente três elementos como fundamentais na parte
textual: introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas o TCC pode apresentar outros
itens e outras terminologias, de acordo com a escolha do autor.
Introdução - parte inicial do texto - Capítulo 1. É a apresentação do TCC e
deve indicar a delimitação e aspectos gerais do assunto contemplado no estudo, além dos
objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar a matéria do TCC. Introduz
o tema da pesquisa (de maneira clara e simples), a situação problema, questões e
objetivos (geral e específicos, se for o caso) da pesquisa, a relevância e as limitações do
estudo, a organização e a metodologia do TCC (da pesquisa). Pode fazer rápidas
referências a trabalhos anteriores, que tratem do mesmo assunto.

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Resumindo, esse Capítulo deve apresentar e descrever todos os elementos que o autor
e o Orientador julguem necessários para situar o tema do TCC, realçando sua importância,
suas limitações, assim como as partes em que o estudo foi estruturado.
Deve ser organizado, no mínimo, como exemplificado a seguir.
1. INTRODUÇÃO
1.1. APRESENTAÇÃO
1.2. OBJETIVOS (geral e específicos)
1.3. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO
1.4. LIMITAÇÕES DO ESTUDO
1.5. ORGANIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO TRABALHO
1.6 METODOLOGIAS DA PESQUISA E DA ELABORAÇÃO DO TCC*
* A Metodologia da Pesquisa fundamenta e descreve os aspectos metodológicos
utilizados no estudo, classificando a pesquisa quanto aos fins e aos meios de investigação e
especificando o que foi realizado para a elaboração do TCC. Essa Seção 1.6 vai versar sobre
a metodologia do TCC, que é fruto de uma pesquisa. Uma pesquisa, antes de ser conceituada,
deve ser analisada por, no mínimo, os seguintes aspectos: definição de pesquisa; da
classificação e tipos; a avaliação quanto à natureza, objetivos e à forma de abordagem dos
problemas: quanto aos procedimentos técnicos e teóricos, sua finalidade e seus métodos de
investigação. É preciso que o autor, bem como seu Orientador, os membros da Banca e
qualquer leitor, entenda que tipo de estudo que o TCC contempla: estudo de caso?; pesquisa
exploratória?; descritiva?; explicativa?; documental?; experimental?; participante? etc.
Desenvolvimento - parte principal do texto que, segundo NBR 14724:2011, “detalha
a pesquisa ou o estudo realizado”. Divide-se em seções e subseções, que variam em função
da abordagem do tema e do método.
Essa parte também deve conter a discussão, incluindo a análise crítica do desempenho
dos resultados obtidos, comparando os com os já existentes quando for possível, além do
resultado da pesquisa do autor sobre o tema escolhido e as questões indicadas, e as principais
propostas sobre todo o estudo que foi feito.
O desenvolvimento lógico do TCC aparece por inteiro nessa parte do TCC que pode
conter mais de um Capítulo, dividindo-se em Seções e Subseções, que variam em função da

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abordagem do tema e do método. Deve ser visto como algo que subsiste sozinho sem
necessitar da Introdução ou da Conclusão.
Um dos elementos dessa parte do TCC deve conter o Capítulo 2 - Referencial
Teórico (ou referenciação teórica; ou conceituação teórica), que vai apresentar o referencial
teórico que embasa a pesquisa. Uma espécie de revisão da literatura pertinente, que serve
como fundamentação teórica para sustentar o estudo - conceitos, definições etc. Deve ser
estruturado com base nos aspectos abordados na pesquisa de acordo com o desenvolvimento
do TCC.
O objetivo é reunir, analisar e discutir as informações importantes já publicadas sobre
o tema do TCC, a fim de fundamentar teoricamente o objeto de investigação.
Deve ser fruto de uma pesquisa/levantamento exaustivo, fornecendo uma visão geral
do que já existe publicado sobre o assunto do TCC, visando fundamentar/conceituar
teoricamente o objetivo da investigação, além das principais conclusões a que outros autores
chegaram sobre o tema. Os autores pesquisados nas referências devem, obrigatoriamente, ser
devidamente citados e vice-versa.
É uma apresentação de pontos fundamentais que serão defendidos no TCC, e a
configuração ou contraposição de ideia com relação ao estudo que se pretende desenvolver.
Os Capítulos seguintes da parte Textual devem contemplar o Desenvolvimento em
si do estudo e pode conter tantos Capítulos quanto o autor e seu Orientador achem
necessários.
Conclusão - É a parte final do texto, na qual são apresentadas as conclusões
correspondentes às hipóteses, questões e objetivos assumidos na Introdução. Esta Conclusão
é reafirmação da hipótese, cuja demonstração constitui o corpo do trabalho, tratando-se de
um regresso à Introdução, fechando-se sobre o início do trabalho, desta vez com sua
importância direta e especificamente explicitada, devendo refletir a relação entre os dados
obtidos e as hipóteses enunciadas.
As conclusões devem ser apresentadas de forma lógica, clara e concisa, com as
deduções lógicas baseadas no trabalho, fundamentando os resultados obtidos na discussão e
reunindo as deduções retiradas dos resultados da pesquisa. Devem ser sucintas e, tanto quanto
possível, sugerir outros trabalhos decorrentes ou complementares do projeto realizado.

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ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

A parte pós-textual é composta de Referências Bibliográficas e, opcionalmente, do


Glossário, de Anexos e/ou Apêndices, contendo detalhamento de partes teóricas ou
experimentais, cópias de trabalhos já publicados ou outras informações importantes para
consubstanciar a parte textual, e índices, conforme da Tabela 1
Referências Bibliográficas - elemento obrigatório, elaborado conforme a NBR
6023:2018. Trata-se do conjunto de elementos que permite a identificação, no todo ou em
parte, de qualquer publicação, documentos impressos ou registrados em diversos tipos de
material. É a relação das publicações citadas na pesquisa ou que serviram de fundamento
para o seu desenvolvimento.
As referências dos documentos citadas devem ser relacionadas ao final do texto. Os
documentos consultados e não citados podem, a critério do autor, ser relacionados em ordem
alfabética, em listagem separada, denominada Bibliografia Complementar, Bibliografia
Consultada ou Obras Consultadas. De qualquer forma, a lista de referências, ao final do TCC,
deve fornecer ao leitor as informações precisas para facilitar qualquer consulta. As referências
devem ser identificada através do(s) nome(s) do(s) autor(es), título, editor, ano etc., de modo a
não deixar dúvidas a respeito da sua origem, conforme detalhado no Apêndice A.
São permitidos dois sistemas de representação das Referências Bibliográficas,
baseadas na NBR 6023:2018, além de outras, consagradas internacionalmente. Na primeira
forma, chamada sistema numérico, as referências listadas no final do TCC devem seguir a
ordem numérica crescente, acompanhando a numeração de aparecimento no texto. Na
segunda, chamada sistema autor-data, as referências bibliográficas deverão estar listadas
em ordem alfabética. A escolha entre as alternativas é da competência do autor, com a
anuência de seu Orientador, porém qualquer que seja o sistema adotado, uma única forma de
representação deve ser utilizada em todo o TCC. Em apresentação de TCC, dá-se preferência
ao sistema de chamada autor-data. Esses sistemas serão detalhados no Apêndice A desse
Guia.
Glossário - elemento opcional, elaborado em ordem alfabética, com a relação de
palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto,
acompanhadas das respectivas definições.

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Apêndices - elementos opcionais, em forma de texto ou documento elaborado pelo


autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do
trabalho. Devem aparecer após o Glossário e precisam constar no Sumário. São partes
integrantes do TCC, que se acrescenta para esclarecimentos ou documentação. São
identificados pela palavra APÊNDICE, seguidas das letras de ordem maiúsculas e
consecutivas, acompanhadas por travessão e pelos respectivos títulos. Conforme a NBR
14724:2011, excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas (AA, AB etc.) na
identificação dos apêndices, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto.
Nos Apêndices deverão constar as citações muito longas, deduções e demonstrações
auxiliares, estatísticas, ilustrações, manuais para a operação de programas ou equipamentos
desenvolvidos no projeto, listagens de programas de computador com simulações, fluxograma
explicativo ou comentários sobre as suas diversas etapas, dados de entrada e os correspondentes
dados de saída, esquemas de montagens práticas com os dados de saída e/ou valores dos
diversos componentes e procedimentos da montagem.
Anexo(s) - elementos opcionais, em forma de documentos não elaborados pelo autor,
que servem de fundamentação, comprovação ou ilustração, como mapas, plantas,
esquemáticos, circuitos, diagramas unifilares ou trifilares, questionários, leis, estatutos etc.
Constituem suportes elucidativos e ilustrativos importantes à compreensão do texto, devem
aparecer após os Apêndices e precisam constar no Sumário. Quando se tem mais de um
anexo, cada um tem, no alto da página a indicação ANEXO, seguida da letra de ordem
consecutiva, travessão e respectivo título. Da mesma forma que os Apêndices, conforme a
NBR 14724:2011, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto, devem-se utilizar letras
maiúsculas dobradas. A numeração das páginas deve ser contínua à do texto principal.
Índices - elementos opcionais, elaborados conforme a NBR 6034:2004, constituídos
de uma relação de entradas ordenadas (palavras ou frases) segundo determinado critério, que
localiza os tópicos contidos no TCC e remete para as informações contidas num texto. Devem
ser organizados de acordo com um padrão lógico, equilibrado, consistente e facilmente
identificável pelos usuários.

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INSCRIÇÃO NA DISCIPLINA DE PROJETO FINAL

A partir do oitavo período, o aluno poderá se entender com um docente de sua área
de interesse, a fim de solicitar orientação na escolha de um tema para o TCC. Nesta escolha
devem ser levados em consideração:
 O valor teórico e utilidade prática da pesquisa ou projeto
 O interesse do aluno e o conhecimento do docente sobre o assunto
 O material e instalação, se for o caso, disponíveis
 A aptidão do aluno
No semestre em que desejar escrever seu TC, o aluno deverá se inscrever na disciplina
Projeto Final de Curso, e entregar na secretaria do DEE, no máximo 1 mês após a inscrição,
o formulário Proposta de Projeto de Graduação (Apêndice B), contendo as informações
necessárias para que o DEE possa acompanhar o andamento do desenvolvimento do TCC.
Esse formulário deve ser assinado pelo aluno e pelo Orientador atestando ciência de todas as
regras sobre a elaboração e os prazos do TCC.

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ABORDAGEM DE DIVERSOS ASSUNTOS INERENTES AO TCC

Essa parte do Guia aborda os diversos aspectos importantes relacionados com a forma
e conteúdo do TCC.
1. Recomendações sobre o texto do TCC
1.1. A parte Pré-textual (exceto o resumo em inglês) e Textual devem ser
redigidas em português. As partes Pré-textual e Pós–textual devem ser impressas em um
lado da folha e a parte Textual pode, a critério do aluno com a concordância do seu
Orientador, ser impressa em folha frente e verso.
1.2. Seguindo um único padrão ao longo de todo o texto, o TCC deve ser
impresso em papel branco, de 75 g/m2, formato A-4 (210 mm x 297 mm) em espaço 1,5, com
letra de tamanho equivalente a Times New Roman 12 ou Arial 11, não podendo ser
encadernado antes da aprovação final pela Banca Examinadora. Um resumo (abstract) em
inglês também deve ser incluído.
1.3. No título do TCC poderá utilizar fonte equivalente a Times New Roman 24
ou Arial 22. Nos títulos dos Capítulos, Seções e Subseções, poderão utilizar letras maiores
que as do texto, limitada ao tamanho 16, de modo que o número total de páginas da parte
Textual, se encaixe ao adequado a uma monografia, com um mínimo de 40 páginas.
1.4. A impressão deve ter nitidez adequada. Não é permitido o uso de papel
timbrado ou couché. O TCC deverá obedecer às margens mínimas mostradas no Anexo VII,
sendo justificado (alinhado) nas margens direita e esquerda.
2. Da originalidade do TCC
2.1. O TCC deve ser um trabalho original do autor. Textos, tabelas e figuras
contidos no texto transcritos de obras de terceiros protegidos ou de domínio público, bem
como ideias e conceitos de terceiros, deverão estar devidamente autorizados e estar com os
créditos aos autores originais, mesmo que sejam encontrados na Internet.
3. Da integridade do TCC
3.1. Integridade significa dizer que o TCC não tem plágio, seus resultados
experimentais ou calculados são reais e podem ser repetidos por terceiros.
3.2. Por plágio entende-se a violação de direitos de terceiros, incluindo cópias de
fotos, figuras, diagramas e similares, protegidos ou não.

JNS / JLN - Nov. 2019


Pág. 18

4. Sobre a individualidade do TCC


4.1. Em princípio o TCC deverá ser desenvolvido individualmente, podendo, em
casos excepcionais, ser escrito por mais de um aluno. Esses casos excepcionais serão
encaminhados ao Coordenador do Curso, que os submeterá à apreciação da Comissão ou do
Colegiado.
4.2. No caso de trabalho com mais de um aluno, cada um deverá definir
precisamente a parte do TCC que lhe cabe, não podendo, em circunstância alguma, haver
dúvida sobre o que consiste a tarefa de cada aluno no TCC como um todo.
5. Das Atribuições do Orientador do TCC
O Orientador, que deverá ser, preferencialmente, um docente do curso de Engenharia
Elétrica, deve supervisionar o aluno nas diferentes etapas do trabalho. A distribuição dos
alunos pelos orientadores precisará ser de tal forma que não sobrecarregue os docentes do
DEE. Cada Orientador deverá ter, no mínimo um e no máximo quatro orientandos por
semestre. São atribuições e responsabilidades do Orientador.
5.1. Divulgar os trabalhos que pode orientar, por meio do site do DEE (intranet)
ou de um quadro de avisos. Dessa divulgação devem constar o nome do Orientador, os temas
dos trabalhos, os pré-requisitos que forem necessários e um resumo das propostas de trabalho.
5.2. Aprovar, inicial e formalmente por meio da Ficha de Inscrição, a proposta
de TCC do(s) aluno(s).
5.3. Examinar e rever o plano de trabalho, bem como recomendar uma
bibliografia inicial.
5.4. Avaliar a viabilidade de realização do trabalho em tempo hábil.
5.5. Zelar pelo cumprimento do cronograma inicial detalhado na Ficha de
Inscrição, promovendo reuniões e contatos com o(s) aluno(s).
5.6. Informar ao(s) aluno(s) os seus indicados para a Banca Examinadora.
5.7. Responder, dentro das suas possibilidades e em tempo hábil, as solicitações
e pedidos de encontros e revisões do(s) aluno(s), mantendo uma agenda que permita o bom
andamento do cronograma.
5.8. Sugerir ao(s) aluno(s) refazer ou complementar o que, na sua opinião, seja
necessário, bem como verificar se as modificações recomendadas foram efetuadas.

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5.9. Aprovar, a versão final do TCC antes da entrega à Banca, quanto ao formato,
conteúdo e à apresentação gráfica de acordo com o presente Guia.
5.10. Vetar a apresentação do TCC para a Banca Examinadora se não houver,
segundo seu julgamento, condições para que o TCC seja exposto e defendido.
5.11. Zelar pela integridade e originalidade do TCC.
5.12. Caso o Orientador não seja, justificadamente e com a anuência da
Coordenação e da Comissão de TCC, um docente do DEE, o TCC deverá ser acompanhado
por um coorientador do Departamento.
6. Das Atribuições do(s) aluno(s) autor(es) do TCC
Cabe ao(s) aluno(s) a escolha do seu Professor Orientador e o escolhido, se aceitar,
deve dar sua concordância formal assinando o Formulário de inscrição na disciplina de
Projeto de Graduação, a ser entregue ao DEE no prazo estabelecido nesse Guia (no máximo
1 mês após a data de inscrição), sob pena do trancamento compulsório da matrícula em TCC,
pelo Coordenador do Curso.
6.1. São atribuições e responsabilidades do(s) aluno(s): o levantamento
bibliográfico; a obtenção de dados; a análise dos resultados; o atendimento às orientações,
revisões, comentários e solicitações de seu Orientador; a redação final do TCC; o eventual
ônus com a revisão ortográfica e gramatical do texto final; o ônus relativo à impressão e
encadernação do TCC; a entrega das devidas cópias do TCC ao DEE e à Escola Politécnica.
6.2. Assumir o compromisso de absoluto sigilo acerca das atividades e
informações obtidas junto às organizações concedentes de informações, divulgando nomes e
situações somente quando autorizado.
7. Das Atribuições da Comissão de TCC
7.1. A Comissão do TCC do DEE, deverá ser formada por três membros: o Chefe
do Departamento e o Coordenador do Curso (na vigência de seus mandatos) e mais um
professor escolhido pelo Colegiado.
7.2. Essa Comissão deverá auxiliar o Coordenador em todas as etapas do
processo do TCC, de modo a facilitar o Orientador e o(s) aluno(s) na tramitação documental
pelas diversas fases do desenvolvimento do TCC.

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8. Recomendações sobre os Capítulos do TCC


8.1. O TCC deve dividido em Capítulos que serão numerados em uma sequência
lógica em algarismos arábicos. Cada Capítulo deverá começar em uma nova folha e as suas
páginas deverão ser numeradas sequencialmente em algarismos arábicos, começando em 1,
no canto superior direito da folha, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da
folha.
8.2. Devem ser seguidas as recomendações da NBR 6024:2012 - Informação e
documentação - Numeração progressiva das seções de um documento - Apresentação, que
trata desse assunto.
9. Recomendações sobre as Seções
9.1. As Seções dos respectivos Capítulos dividem-se em Subseções, que variam
em função da abordagem do tema e do método.
9.2. Para evidenciar a sistematização do conteúdo do TCC, deve-se adotar a
numeração progressiva para as Seções do texto. Destacam-se, gradativamente, os títulos das
Seções, utilizando-se os recursos adequados, conforme as recomendações da NBR
6024:2012 e desse Guia (ver 7.4).
9.3. O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere.
9.4. O título deve ser colocado após o indicativo de Seção, alinhado à margem
esquerda, separado por um espaço. O texto deve iniciar em outra linha.
9.5. Não podem ser utilizados ponto, hífen, travessão, parênteses ou qualquer
outro sinal ou caractere entre o indicativo da Seção e seu título.
9.6. Todas as Seções devem conter um texto relacionado aos seus títulos.
9.7. Errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de
abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário, apêndice,
anexo e índice devem ser centralizados e não numerados, com o mesmo destaque tipográfico
das Seções primárias.
9.8. O TCC deve seguir a recomendação sobre os destaques tipográficos dos
títulos das Seções: 1. SEÇÃO PRIMÁRIA (CAIXA ALTA e negrito); 1.1. SEÇÃO
SECUNDÁRIA (CAIXA ALTA sem negrito); 1.1.1. Seção terciária (caixa baixa em
negrito); e 1.1.1.1. Seção Quaternária (caixa baixa sem negrito). Apesar de prevista na

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ABNT, recomenda-se não utilizar a seção quinária numerada, a qual, se realmente necessária,
deverá ser itemizada com letras ou marcadores (bullets).
10. Recomendações sobre o espacejamento e alinhamento do texto
10.1. Na parte Pré-textual, no Sumário e Listas (lista de figuras, tabelas, siglas
e abreviaturas etc.) e na parte Pós-textual, o espaçamento pode ser entre 1,0 e 1,5. No
entanto, recomenda-se a utilização do espaço 1,5 - com 0 ponto antes e depois, com exceção
das citações longas, isto é, com mais de três linhas, notas de rodapé, Referências
Bibliográficas (no final do TCC), resumos (em português e inglês) e legendas das figuras,
tabelas, quadros, ilustrações e gráficos que deverão ser digitadas em espaço simples. As
referências bibliográficas devem ser separadas entre si por dois espaços simples - duas vezes
a tecla ‘enter’.
10.2. Os títulos das Seções e Subseções numeradas deverão estar separados do
texto que os precede e sucede por duas linhas simples (dois espaços 1,5), com os das Seções
primárias devendo sempre se iniciar em folhas distintas.
10.3. Nas folhas de rosto e de aprovação, os dizeres com os cabeçalhos (natureza
do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração)
devem ser alinhados do meio da folha, entre margens.
11. Sobre Figuras, Tabelas, Quadros, Ilustrações e Gráficos
11.1. No caso de necessidade do TCC apresentar Figuras, Tabelas, Quadros,
Ilustrações e/ou Gráficos, para cada um desses elementos, deve existir uma
citação/comentário pertinente e alusivo aos seus conteúdos no texto, e vice-versa.
11.2. Qualquer que seja o seu tipo, a ilustração deve ser posicionada o mais
próximo possível do texto no qual ela é referenciada, sem prejuízo do projeto gráfico.
11.3. Todas as Figuras, Tabelas, Quadros, Ilustrações e/ou Gráficos serão
obrigatoriamente numerados e conterão títulos, as respectivas fontes e, se necessárias,
legendas explicativas.
11.4. Os títulos das Tabelas e Quadros devem ser posicionados imediatamente
acima deles e as citações das fontes referenciais, na parte de baixo, depois da última linha.
Os títulos e legendas das Figuras, Ilustrações e/ou Gráficos, bem como e as citações das suas
respectivas fontes referenciais, devem ser posicionadas abaixo delas.

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12. Sobre as Notas de rodapé


12.1. Tratam-se de elementos de complementação do texto (como Anexos ou
Apêndices), alusivas a alguma referência ou notação que não deve ou não precisa ser incluída
diretamente do texto (para não interromper a sequência lógica da leitura, por exmplo), mas é
necessária para a perfeita compreensão do assunto.
12.2. São referenciadas através do uso de algarismos arábicos, com o número
sobrescrito, seguindo uma ordem consecutiva em todo o texto. A primeira citação de uma
obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa.
12.3. Nas notas de rodapé, deve ser utilizada fonte igual ao do texto, porém em
tamanho menor - Times New Roman 11 ou Arial 10. Devem ser digitadas ao pé das páginas
em que aparecem as chamadas numéricas, evitando-se continuar nas páginas seguintes, com
espacejamento simples, dentro das margens, com alinhamento justificado à esquerda e à
direta, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por um filete de 3
cm, a partir da margem esquerda.
13. Sobre a revisão ortográfica e gramatical do TCC
13.1. A revisão gramatical e ortográfica do TCC será de responsabilidade do
aluno, com a anuência de seu Orientador. Na sua versão final a ser entregue para a Banca,
não será aceito TCC com erros de português. Caso isso ocorra, o TCC não será aprovado e a
defesa não ocorrerá.
13.2. Atentar para as regras da língua portuguesa: atenção às concordâncias
verbais, gramaticas, de gênero e de número; não tratar palavra feminina como masculina ou
vice-versa; padronizar o tempo do verbo da narrativa, não fazendo misturas dos tempos dos
verbos e dos pronomes pessoais na narrativa, pois isso é prejudicial e comprometedor para o
texto etc.
13.3. No TCC, para realçar, enfatizar ou destacar determinado trecho ou palavra,
há alguns recursos: o negrito, o sublinhado, o itálico, as aspas (“duplas” e ‘simples’) e a
CAIXA ALTA. Para manter o mínimo de padronização na escrita, e até mesmo coerência, a
recomendação é que se escolha apenas um tipo de destaque e o utilize uniformemente até o
final do TCC. Não destaque o mesmo trecho (ou palavra), com mais de um recurso.
13.4. Deixar o itálico apenas para as palavras em língua estrangeiras.

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13.5. Deixar as aspas duplas (“...”) para citações de autores, livros, artigos etc.
nas quais são reproduzidos trechos inteiros originais. Para realçar apenas palavras ou frases,
podem ser usadas as aspas simples (‘...’).
14. Da Banca Examinadora
14.1. Uma vez que o TCC esteja pronto, revisado e aprovado pelo Orientador,
deve ser escolhida a Banca Examinadora, que será sugerida ao Coordenador do DEE e ao(s)
aluno(s) pelo Orientador.
14.2. A Banca será constituída por um mínimo de 3 (três) membros, e seu
presidente será o Orientador. Dos outros dois membros, um será, necessariamente, professor
do DEE - Departamento de Engenharia Elétrica. A Banca Examinadora ou será aprovada ‘ad
referendum’ pelo Coordenador, ou será levada à apreciação do Colegiado.
14.3. Caso haja na Banca um participante externo à UFRJ, a recomendação é que
ela seja composta por 4 (quatro) membros.
14.4. O(s) aluno(s) terá(ão) direito ao veto de um membro sugerido pelo
Orientador.
15. Da defesa do TCC
15.1. A defesa será feita em sessão pública (sala aberta ao público), sendo os
trabalhos dirigidos pelo presidente da Banca Examinadora.
15.2. No caso de trabalho em grupo, cada aluno apresentará apenas a parte que
lhe coube no desenvolvimento do projeto.
15.3. A divulgação pública da defesa e a entrega das cópias do trabalho aos
membros da Banca Examinadora deverão ser feitas com uma antecedência mínima de 15
(quinze) dias em relação à data da defesa.
15.4. Não é permitido aos membros das Bancas Examinadoras tornarem públicos
os conteúdos dos trabalhos antes de suas defesas.
15.5. O candidato terá o máximo de 40 (quarenta) minutos para expor seu
trabalho, podendo utilizar para isto, os recursos audiovisuais que julgar necessário.
15.6. Quando houver demonstração do funcionamento de circuitos, montagens ou
de programa de computador, o aluno terá 20 (vinte) minutos adicionais.

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15.7. Após a apresentação, o presidente da Banca passará a palavra aos


Examinadores, um por vez, que arguirão o candidato. Após essa arguição pelos
Examinadores, o presidente dará a palavra aos assistentes que desejarem se manifestar.
15.8. Em seguida, a Banca Examinadora se reunirá, em particular, para
deliberação. Será aprovado o aluno que obtiver grau igual ou superior a 5 (cinco).
15.9. A Banca pode sugerir ao(s) aluno(s) que modifique(em) determinados
aspectos do TCC.
15.10. No caso de o TCC ser aprovado, mas sendo exigidas modificações, estas
deverão ser explicitadas no livro próprio, com a indicação do prazo que o aluno terá para
cumpri-las. Cabe ao Orientador verificar se as modificações foram efetuadas.
15.11. A Colação de Grau será autorizada somente após o cumprimento das
exigências da Banca e da entrega das devidas cópias à Secretaria do DEE.

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ANEXOS - MODELOS PARA ELABORAÇÃO GRÁFICA DO TCC

ANEXO I - LOMBADA E CAPA (FRENTE)

Universidade Federal do Rio de Janeiro

TÍTULO DO TRABALHO
Nome completo do autor

Nome completo do autor

Poli
UFRJ 2019
2019

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ANEXO II - FOLHA DE ROSTO

TÍTULO DO TRABALHO

Nome completo do autor

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao


curso de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica
da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como
parte dos requisitos necessários para a obtenção do
título de Engenheiro

Orientador: Nome

Rio de Janeiro,
Mês e ano de defesa

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ANEXO III - FOLHA DE APROVAÇÃO

TÍTULO DO TRABALHO

Nome completo do autor

PROJETO DE GRADUAÇÃO SUBMETIDO AO CORPO DOCENTE DO CURSO DE


ENGENHARIA ELÉTRICA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DO RIO DE JANEIRO COMO PARTE DOS REQUISITOS
NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE ENGENHEIRO
ELETRICISTA

Examinado por:

________________________________________________
Prof. Nome - Título
(Orientador)

________________________________________________
Prof. Nome - Título
(Coorientador)

________________________________________________
Engº. Nome - Título

RIO DE JANEIRO, RJ - BRASIL


NOVEMBRO DE 2019

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ANEXO IV - FICHA CATALOGRÁFICA

120 mm

Xavier, Joaquim José da Silva


Aplicação de Técnicas Preditivas de Manutenção
de Equipamentos Elétricos em Instalações Industriais
e Subestações / Joaquim José da Silva Xavier - Rio
de Janeiro: UFRJ/ESCOLA POLITÉCNICA, 2019.
XXII, 132 p.: il.; 29,7 cm.
Orientador: Nome
Trabalho de Conclusão de Curso – UFRJ/ POLI/
Engenharia Elétrica, 2019.
Referências Bibliográficas: p. 89-92.
1. Manutenção. 2. Técnicas preditivas. 3.
Equipamentos elétricos. I. Nemésio Sousa, Jorge. II.
Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola
Politécnica, Curso de Engenharia Elétrica III. Título.

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ANEXO V - RESUMO EM PORTUGUÊS

Resumo do Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola Politécnica/ UFRJ


como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Engenheiro Eletricista.

do

APLICAÇÃO DE TÉCNICAS PREDITIVAS DE MANUTENÇÃO DE


EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS E
SUBESTAÇÕES

Joaquim José da Silva Xavier

Novembro de 2019

Orientador: Nome

Departamento de Engenharia Elétrica

Este trabalho desenvolve uma metodologia de aplicação de técnicas preditivas de


manutenção de equipamentos elétricos em instalações e subestações industriais. Mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono.

Palavras-Chave: mono, mono.

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ANEXO VI - RESUMO EM INGLÊS

Abstract of undergraduate project presented to POLI/UFRJ as a partial fulfillment of the


requirements for the degree of Engineer.

APPLICATION OF PREDICTIVE TECHNIQUES FOR MAINTENANCE OF


ELECTRICAL EQUIPMENT IN INDUSTRIAL PLANTS AND SUBSTATIONS

Joaquim José da Silva Xavier

November/2019

Advisor: Name

Department: Electrical Engineering

This work presents an application of predictive techniques for maintenance of


electrical equipment in installations and industrial substations. Mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono mono
mono mono mono mono mono mono

Key words: mono, mono.

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ANEXO VII - MARGENS

As folhas devem apresentar margens superior e inferior mínimas de 2,5 cm; esquerda e
direita mínimas: 3 cm.

Margem superior mínima - 2,5 cm

Margens esquerda e direita mínimas - 3,0 cm

Margem inferior mínima - 2,5 cm

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APÊNDICE A - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Neste apêndice estão destacadas as recomendações da NBR 6023:2018 - Informação e


documentação - Referências - Elaboração, que estabelecem os elementos a serem incluídos
em referências, fixando a ordem desses elementos e formando convenções para transcrição e
apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de referenciação.
Essa Norma recomenda que, ao elaborar textos de artigo, monografia, TCC etc. é
importante que todos os dados das fontes consultadas sejam informados adequadamente.
O aluno deve consultar seu Orientador sobre a melhor forma de apresentar uma fonte de
referência bibliográfica que não se enquadre nos casso aqui previstos.

ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS


Os sistemas mais utilizados são o alfabético (autor-data) e o numérico (ordem de citação
no texto).

SISTEMA AUTOR-DATA - REFERÊNCIAS EM ORDEM ALFABÉTICA

1.1. Nesse sistema, as referências devem ser reunidas no final do TCC, em ordem
alfabética de seus elementos. Se houver numerais, considerar a ordem crescente.
1.2. As citações no texto do TCC são indicadas, quando o sobrenome do autor fizer parte
da frase, pelo sobrenome, seguido do ano da publicação entre parênteses. No caso em que o
sobrenome não fizer parte da frase, deve constar o sobrenome, em letras maiúsculas,
juntamente com o ano da publicação, entre parênteses, a separação sendo feita por vírgulas.
Quando for usada a ordenação alfabética, as referências não podem ser numeradas.
1.3. No caso de ser citada mais de uma referência com a mesma autoria e ano de
publicação, a distinção será feita por letras minúsculas após o ano (1995a e 1995b). Todas
essas regras também valem para mais de um autor. Exemplos:
“... MOREIRA (2016) determinou ...” ou “... foi determinado (MOREIRA, 2016) ...”
“... NASCIMENTO et al. (2018) calcularam ...” ou “... foi calculado (NASCIMENTO et
al., 1988) ...”
“... o problema de radiação térmica foi tratado (SOUSA, 2017, NASCIMENTO, 2018) de
acordo com ...”

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2. SISTEMA NUMÉRICO - REFERÊNCIAS EM ORDEM EM QUE APARECEM


NO TEXTO

2.1. Nesse sistema, as referências listadas no final do TCC devem ser numeradas de
acordo com a ordem sequencial em que aparecem no texto pela primeira vez e colocadas em
lista nesta mesma ordem.
2.2. No sistema de referências numeradas, as citações no corpo do texto do TCC devem
ser indicadas no texto pelo(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) seguido(s) pelo número da
referência entre colchetes, quando o(s) sobrenome(s) fizer(em) parte da frase. Caso contrário,
apenas pelo número entre colchetes. Exemplos:
1. “... MOREIRA [2] determinou ...” ou “... foi determinado [2] que ...”
2. “... NASCIMENTO et al. [1] calcularam ...” ou “... foi calculado [1] que ...”
3. “... o problema de radiação térmica foi tratado [8, 9] de acordo com ...”
2.3. A numeração deve obedecer estritamente a ordem com que a referências são citadas
no texto. Assim, a primeira referência mencionada receberá o número [1], a segunda o
número [2] e assim sucessivamente.

3. INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS NAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

3.1. A lista de referências, ao final do TCC, deve fornecer ao leitor as informações


precisas para facilitar qualquer consulta. Quando a referência tiver até três autores,
mencionam-se todos, na ordem em que aparecerem na publicação. Caso haja mais de três
autores, nomeiam-se até os três primeiros seguidos da expressão et al. (em itálico). Nas
citações no corpo do texto, a expressão et al. (itálico) é utilizada para todos os trabalhos com
mais de dois autores.
3.2. Se, na lista de referências bibliográficas, aparecer diferentes obras do mesmo autor,
em seguida umas das outras, não precisa repetir o nome dele. A partir da 2ª, usar um traço
sublinear correspondente a 6 (seis) espaços (6 toques do underlineI), no lugar de repetir o
nome do autor. Esse traço (______), indica na lista da referência bibliográfica, que o autor é
o mesmo do item anterior.
3.3. Diversas informações devem ser dadas de acordo com o tipo de publicação, sendo
que algumas delas devem ser grifadas. No que se segue, entenda-se por grifado texto em
itálico, ou sublinhado ou em negrito, devendo uma única opção de grifo ser adotada para

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Pág. 34

todas as referências. Além do sobrenome do autor (ou autores), as informações que devem
figurar são.
3.4. Elementos essenciais são as informações indispensáveis à identificação do
documento e que estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto,
conforme o tipo.
3.5. Elementos complementares são as informações que, acrescentadas aos elementos
essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos, como, ‘Tradução’, por exemplo.

3.5.1. Para livros:


Elementos essenciais: Título (grifado); Subtítulo (se houver); Tradutor (se for o
caso); Edição (1a, 2a etc.); Local; Editora; Ano da publicação. Exemplos de referências
bibliográficas de livros:

ABRAHAM, R., MARSDEN, J.E., RATIU, T. Manifolds, Tensor Analysis, and


Applications. 2 ed. New York, Springer-Verlag, 1988.
ou
ABRAHAM, R., MARSDEN, J.E., RATIU, T. Manifolds, Tensor Analysis, and
Applications. 2 ed. New York, Springer-Verlag, 1988.
ou
ABRAHAM, R., MARSDEN, J.E., RATIU, T. Manifolds, Tensor Analysis, and
Applications. 2 ed. New York, Springer-Verlag, 1988.

3.5.2. Para artigos em periódicos:

Elementos essenciais: Título do artigo (entre aspas); Nome do periódico (grifado);


Volume (número); Páginas inicial e final do artigo, depois da abreviatura pp.; Ano da
publicação. Exemplos de referências bibliográficas de artigos em periódicos:

IESAN, D. "Existence Theorems in the Theory of Mixtures", Journal of Elasticity, v. 42, nº


2, pp. 145-163. Fev. 1996,
ou
IESAN, D. "Existence Theorems in the Theory of Mixtures", Journal of Elasticity v. 42, nº
2, pp. 145-163, Fev. 1996.
ou
IESAN, D. "Existence Theorems in the Theory of Mixtures", Journal of Elasticity v. 42, nº
2, pp. 145-163, Fev., 1996.

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3.5.3. Para relatório de pesquisa (ou técnico):

Elementos essenciais: Título (grifado); Local (identificação da procedência do


relatório - só use ‘In’ quando o relatório tiver mais de um trabalho); Ano da publicação
(data); Número de folhas seguido da letra ‘p’; Relatório de pesquisa (ou Relatório técnico).
Exemplos de referências bibliográficas de relatórios técnicos ou de pesquisa:

SILVA, L. S. Manutenção de software. Campinas: UNICAMP-FEE-DCA, 1985, 100


p. Relatório Técnico.
ou
MAESTRELLO, L. Two-Point Correlations of Sound Pressure in the Far Field of a Jet:
Experiment, NASA TM X-72835, 1976. 80 p. Relatório de pesquisa.
ou
GARRET, D. A. The Microscopic Detection of Corrosion in Aluminum Aircraft
Structures with Thermal Neutron Beams and Film Imaging Methods. In: Report NBSIR
78-1434, National Bureau of Standards, Washington, D. C., 1977.
ou
GARRET, D. A., The Microscopic Detection of Corrosion in Aluminum Aircraft Structures
with Thermal Neutron Beams and Film Imaging Methods. In: Report NBSIR 78-1434,
National Bureau of Standards, Washington, D. C., 1977.
ou
GARRET, D. A. The Microscopic Detection of Corrosion in Aluminum Aircraft Structures
with Thermal Neutron Beams and Film Imaging Methods. In: Report NBSIR 78-1434,
National Bureau of Standards, Washington, D.C., 1977.

3.5.4. Para artigo em anais impressos:

Elementos essenciais: Título do artigo (entre aspas); In: anais do congresso...


(grifado); Volume; Páginas inicial e final do artigo (depois da abreviatura pp.); Local; Mês
e ano da publicação. Exemplos de referências bibliográficas de artigos em anais impresso:

GURTIN, M. E. "On the nonlinear theory of elasticity". In: Proceedings of the International
Symposium on Continuum Mechanics and Partial Differential Equations: Contemporary
Developments in Continuum Mechanics and Partial Differential Equations, pp. 237-253, Rio
de Janeiro, Ago. 1977.
ou
GURTIN, M. E. "On the nonlinear theory of elasticity". In: Proceedings of the
International Symposium on Continuum Mechanics and Partial Differential
Equations: Contemporary Developments in Continuum Mechanics and Partial
Differential Equations, pp. 237-253, Rio de Janeiro, Ago. 1977.

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Pág. 36

ou
GURTIN, M. E. "On the nonlinear theory of elasticity". In: Proceedings of the International
Symposium on Continuum Mechanics and Partial Differential Equations: Contemporary
Developments in Continuum Mechanics and Partial Differential Equations, pp. 237-253, Rio
de Janeiro, Ago. 1977.

3.5.5. Para artigo em congresso publicado na forma digital:

Elementos essenciais: Título do artigo (entre aspas); Nome do congresso (grifado);


Número do artigo (se houver); Local; Mês e ano da publicação. Exemplos de referências
bibliográficas de artigo em congresso publicado na forma digital:

BERNUSSI, A. A., IIKAWA, F., MOTISUKE, P., et al., "Photoreflectance characterization


of 5-doped p-GaAs". International Conference on Modulation Spectroscopy, 1286-32,
San Diego, California, USA, 19-21 de março de 1990.
ou
BERNUSSI, A. A., IIKAWA, F., MOTISUKE, P., et al., 1990, "Photoreflectance
characterization of 5-doped p-GaAs". International Conference on Modulation
Spectroscopy, 1286-32, San Diego, California, USA, 19-21 de março.
ou
BERNUSSI, A. A., IIKAWA, F., MOTISUKE, P., et al., 1990, "Photoreflectance
characterization of 5-doped p-GaAs". International Conference on Modulation Spectroscopy,
1286-32, San Diego, California, USA, 19-21 de março.

3.5.6. Para artigo em livro (série)

Elementos essenciais: Título do artigo (entre aspas); In: título do livro (grifado);
Volume; Título da série (grifado); Editora; Páginas inicial e final do artigo (depois da
abreviatura pp.; Ano da publicação. Exemplo de referência bibliográfica de artigo em livro
(série):

COWIN, S. C. "Adaptive Anisotropy: An Example in Living Bone". In: Non-Classical


Continuum Mechanics, v. 122, London Mathematical Society Lecture Note Series,
Cambridge University Press, pp. 174-186, 1987.

Ou as outras opções de grifo.

3.5.7. Para capitulo em livro:

Elementos essenciais: Título do capitulo (entre aspas); In: editor(es) do livro; Título

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Pág. 37

do livro (grifado); Edição; Capítulo; Local; Editora; Ano da publicação. Exemplo de


referência bibliográfica de capítulo em livro:

EDWARDS, D. K., "Thermal Radiation Measurements". In: Eckert, E.R.G., Goldstein, R.J.
(eds), Measurements in Heat Transfer, 2 ed., Chapter 10, New York, USA, Hemisphere
Publishing Corporation, 1976.

Ou as outras opções de grifo.

3.5.8. Para dissertação ou tese:

Elementos essenciais: Título (grifado); Grau M.Sc./ D.Sc.; Instituição; Local; Ano
da defesa. Exemplos de referências bibliográficas de dissertação ou tese:

TUNTOMO, A., Transport Phenomena in a Small Particle with Internal Radiant


Absorption. Ph.D. dissertation, University of California at Berkeley, Berkeley, California,
USA, 1990.
ou
PAES JUNIOR, H. R., Influência da Espessura da Camada Intrínseca e Energia do Fóton
na Degradação de Células Solares de Silício Amorfo Hidrogenado. Tese* de D.Sc.,
COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1994.

3.5.9. Para artigos em Home-page (internet):


Quando a obra a ser referenciada tiver sido consultada/capturada através da internet
(online), além do autor e do nome do artigo (grifado) é essencial mencionar informações
sobre o endereço eletrônico, que deve vir entre os sinais < >, precedida da expressão
“Disponível em:” e a data de acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em:”,
opcionalmente acrescida dos dados referente a hora, minutos e segundos. Deve ser guardada
uma cópia do artigo, mas não é recomendável a referência de materiais de curta duração nas
redes. Exemplos de referências bibliográficas obtidas pela internet.

ALVES, C. Navio negreiro. [S.l.]: Virtual Book, 2000. Disponível em: <http://
www.terra.com.br/virtualbooks/feedbooks/pot/Lpor2/navionegreiro.htm>. Acesso em: 10
jan. 2002, 16h:30min:30.
ou
SILVA, M. M. L. Crimes da era digital. .Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto de
Vista. Disponível em: <http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso
em: 28 nov. 1998.

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Pág. 38

4. OUTROS MEIOS DE INFORMAÇÕES DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Segue uma relação de outros meios de obtenção de informações para as referências


bibliográficas. Para cada um desses meios, as bibliografias detalham os elementos essenciais
que devem ser contemplados nas informações. Caso necessário, o autor do TCC e seu
Orientador devem consultar a NBR 6023:2018 para obter a relação desses elementos
essenciais para cada meio.
4.1. Monografia no todo: livro, folheto, trabalhos acadêmicos (TCC, dissertações, teses,
entre outros), manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.
4.1.1. Elementos essenciais: autor(es), título (grifado em negrito ou itálico),
subtítulo (se houver), edição, local, editora e data de publicação.
4.2. Livros com organizadores, compiladores, editores, coordenadores etc.
4.2.1. Elementos essenciais: organizador(es) ou compiladores, editores,
coordenadores etc. (escrito entre parênteses), título (grifado), subtítulo (se houver), edição,
local, editora e data de publicação.
4.3. Autor entidade coletiva (associações, empresas, instituições etc.).
4.3.1. Elementos essenciais: entidade, título (grifado), subtítulo (se houver), local,
data de publicação, volume (se for o caso), número de páginas (se for o caso).
4.4. Parte de monografia - inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma
obra, com autor(es) e/ou títulos próprios.
4.4.1. Elementos essenciais: autor(es), título da parte, seguidos da expressão ‘In:’ ,
e da referência completa da monografia no todo. No final da referência, deve-se informar a
paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada.
4.5. Monografia em meio eletrônico
4.5.1. Elementos essenciais: autor(es), título/subtítulo (da parte ou da obra como um
todo), edição, local, editor, data. Acrescentar as informações relativas à descrição física do
meio ou suporte.
4.6. Documento jurídico - inclui: legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e
doutrina (interpretação dos textos legais).
4.6.1. Elementos essenciais: jurisdição, título (grifado), numeração, data e dados da
publicação. Exemplo na lista de referências bibliográficas:

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BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.
Obs.: O traço sublinear (under line) correspondente a seis espaços da letra utilizada
no texto, é usado para substituir o autor, significa que o autor é o mesmo. No caso, o STF.
4.7. Ainda temos:
4.7.1. Documento jurídico em meio eletrônico
4.7.2. Normas técnicas
4.7.3. Trabalhos acadêmicos: TCC, dissertações, teses etc.
4.7.4. Congressos, conferências, simpósios, workshops, jornadas e outros eventos
científicos: inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento.
Elementos essenciais: nome do evento, numeração (se houver), ano e local (cidade) de
realização. Em seguida, deve-se mencionar o título do documento, seguido dos dados de local
de publicação, editora e data da publicação.
4.7.5. Evento como um todo em meio eletrônico.
4.7.6. Trabalho apresentado em eventos. Elementos essenciais: autor(es), título do
trabalho apresentado, seguido da expressão In:, nome do evento, numeração do evento se
houver), ano e local (cidade) de realização, título do documento grifado (anais, atas, tópico
temático etc.), local da publicação, editora, data de publicação e página inicial e final da parte
referenciada. Quando constar no título anais ou ata seguido do nome do evento, este deve ser
substituído por reticências. Exemplo:
ENCONTRO ANUAL DA ANPAd, 14., 1982, Florianópolis. Anais... Belo Horizonte:
ANPAd, 1990. 9 v.

4.7.7. Trabalho apresentado em evento em meios eletrônicos. Exemplos:


GUINCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE
BIBLIOTECAS UNIVERSITÀRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina,
1998. 1 CD-ROM.

SABROZA, P. C. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações.


In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA, 4., 1998, Rio de Janeiro. Anais
eletrônicos... Rio de janeiro: ABRASCO, 1998. Mesa-redonda. Disponível em:
http://www.abrasco.com.br/epirio98/. Acesso em: 17 jan. 1999.
4.7.8. Resumos de encontros. Exemplo:
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20, 1997, Poços de
Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade
Brasileira de Química, 1997.

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4.7.9. Apostila ou material didático. Elementos essenciais: autor, título da disciplina


(grifado), nome do departamento ou do curso, nome da instituição, data, identificação do
material. Exemplo:
NEMÉSIO SOUSA, Jorge. Manutenção e operação de equipamentos elétricos.
Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Rio de Janeiro, jan. 2019.
Apostila ou Material didático.
4.7.10. Patente. Elementos essenciais: entidade responsável e/ou autor, título, número
da patente e datas (do período de registro). Exemplo:
EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação
Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de
temperatura para solos. BR n. 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

4.7.11. Entrevistas: publicada e não publicada.


4.7.12. Publicação periódica como um todo. Inclui fascículo ou número de revista,
volume de uma série, número de jornal, coleção como um todo, artigos científicos de revistas,
editoriais, matérias jornalísticas. Elementos essenciais: título, local de publicação, editora,
data de início da coleção e data de encerramento de publicação, se houver.
4.7.12.1. Periódicos (revistas, boletins etc.) consideradas no todo.
4.7.12.2. Artigos de periódicos (revistas, boletins etc.), com ou sem autoria.
4.7.12.3. Artigos de periódicos em meio eletrônico (revistas, boletins etc.).
4.7.13. Artigo e/ou matéria de jornal. Inclui comunicações, editoriais, entrevistas,
recensões, reportagens, resenhas e outros. Elementos essenciais: autor(es) (se houver), título,
título do jornal (negrito ou itálico), local de publicação, data de publicação, seção, caderno
ou parte do jornal e a paginação correspondente. Obs.: Quando não houver seção, caderno
ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data. Exemplos:
NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999.
Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.

BYRNE, J. A explosão de cursos para executivos nos EUA. Gazeta Mercantil, São Paulo,
4 fev. 1992. Administração e Serviços, p. 28.

4.7.13.1. Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico. Os elementos


essenciais devem ser os mesmos indicados em 4.7.13, acrescidos dos elementos relativos a
descrição do meio eletrônico (CD-ROM, online etc.). Quando se tratar de obras consultadas
online, acrescenta-se os elementos descritos em 3.3.9. Exemplos:

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SILVA, I. G. da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 19 set.
1998. Disponível em: <http://www.providafamília.org/pena_morte_nascituro.htm>. Acesso
em: 19 set. 1998.

ALVES, M. M. Mundo dos loucos. O Globo, Rio de Janeiro, 20 dez. 2000. Disponível em
<http://www.oglobo.com.br/colunas>. Acesso em: 20 dez. 2000.

4.7.13.2. Matéria de jornal não assinada em meio eletrônico. Exemplo:


TROFÉU maior foi o trabalho. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 20 dez. 2000. Disponível
em <http://www.jb.com.br>. Acesso em: 20 dez. 2000.

4.7.14. Imagem em movimento. Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros.


Elementos essenciais: título, diretor, produtor, data e especificação do suporte em unidades
físicas.
4.7.15. Documento iconográfico. Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia,
desenho técnico, diapositivo, dia filme, material estereográfico, transparência, cartaz entre
outros. Elementos essenciais: autor, título, (quando não existir, deve-se atribuir uma
denominação ou a indicação ‘Sem título’, entre colchetes), data e especificação do suporte.
4.7.15.1. Documento iconográfico em meio eletrônico.
4.7.16. Documento cartográfico. Inclui: atlas, mapa, globo, fotografia aérea, etc.
Elementos essenciais: autor(es), título, local, data, informações técnicas sobre escalas e
outras representações utilizadas (latitudes, longitudes, meridianos etc.) formato e outros
dados mencionados no próprio documento.
4.7.17. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico. Base de dados, lista de
discussão, arquivos em disquetes, programas e conjuntos de programas, mensagens
eletrônicas etc. Elementos essenciais: autor, denominação ou título e subtítulo, do serviço ou
produto, indicações de responsabilidade, endereço eletrônico e data de acesso.
Para documentos, modelos e exemplos não contemplados nessa descrição, consultar
a NBR 6023:2018 - Informação e documentação - Referências - Elaboração; o Manual para
elaboração e normalização de dissertações e teses, do Sistema de Bibliotecas e Informação
- SiBI da UFRJ; ou o Guia de formatação do LATEC/UFF baseado nas normas da ABNT
para monografias e dissertações, do Centro de Documentação Miguel de Simoni, UFF -
Universidade Federal Fluminense.

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APÊNDICE B - EXPRESSÕES E ABREVIATURAS LATINAS

Este Apêndice B contempla algumas expressões e abreviaturas em latim, de uso


comum em trabalhos acadêmicos, que devem ser usadas para evitar repetição desnecessária
de títulos e autores, em listas de referências bibliográficas ou em notas de rodapé.
Embora seu uso deva ser evitado por que dificulta a compreensão do texto, algumas
são muito comuns, lembrando que são palavras em língua estrangeira e, portanto, devem ser
escritas em itálico. Seguem as várias expressões e abreviaturas, com exemplos extraídos,
principalmente, do Manual para elaboração e normalização de dissertações e teses da
UFRJ e/ou do Guia de Formatação do LATEC/UFF.

1. Apud. Significa: citado por, conforme, segundo. É um dos termos mais usados,
sendo conhecido como ‘citação de citação’ (direta ou indireta) de um texto ao qual não se
teve acesso. Utiliza-se quando se transcrevem palavras textuais ou conceitos de um autor
sendo citado por um segundo autor, ou seja, da fonte que se está consultando diretamente. A
referência listada é da obra que a citou, isto é, aquela à qual se teve acesso. É a única que
pode ser usada no texto e nas notas de rodapé.
Exemplos no texto:
Lopes, 2000 (apud CARDOSO, 2003, p. 30) ou (LOPES, 2000 apud CARDOSO,
2003, p.30).
Segundo Massarani (apud WERNECK, 2002, p. 80) ou (SILVA, 1955 apud
PESSOA, 1965).

2. Idem - Id. Significa que a citação é do mesmo autor, sendo a obra diferente da
referenciada anteriormente, só deve ser utilizado imediatamente após a nota anterior. Não
pode ser usada no texto, somente em notas de rodapé, portanto, na mesma página ou folha
em que aparecem as citações. Exemplos no rodapé:
____________
1
KAPLAN, Robert S. Mapas estratégicos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003. p. 40
2
Id. A estratégia em ação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. p. 38

3. Ibidem ou Ibid. ou Ib. Significa que a citação do mesmo autor e na mesma obra.
Não pode ser usada no texto, somente em notas de rodapé. Exemplos no rodapé:
____________
1
KAPLAN, Robert S. Mapas estratégicos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003, p. 20
2
Ibid., p. 31

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Pág. 43

4. Sequentia ou et seq. Significa: seguinte ou que se segue. É utilizada quando não


se quer citar todas as páginas ou folhas da obra referenciada. Não pode ser usada no texto,
apenas no rodapé. Exemplos no rodapé
____________
1
REGO, 1987, p. 253 et seq.
2
KAPLAN, Robert S. Mapas estratégicos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003, p. 20 et seq.
3
PERROT, 1996, v.2, p. 83 et seq.

5. Opus citatum, opere citato ou op. cit. Significa obra citada e indica que ela já foi
citada no texto, não necessitando ser a anterior, no entanto a autoria deve ser indicada. Não
pode ser usada no texto, apenas nas notas de rodapé. Exemplos no rodapé:
____________
1
MORAES, B. Baptista. Direito e polícia: uma introdução à polícia judiciária. São Paulo: r. dos
Tribunais, 1996. p. 26.
2
HANSEN, J. Adolfo. Coloquial e barroco. In: América: descoberta ou invenção. Rio de Janeiro:
Imago: Ed. da UERJ, 1992. p. 347-361
3
MORAES, op. cit., p. 28.

6. Loco citato ou loc. cit. Significa no lugar citado e menciona a mesma página já
citada, havendo intercalação de outras obras. Não pode ser usada no texto, apenas nas notas
de rodapé. Exemplos no rodapé:
____________
1
KAPLAN, Robert S. Mapas estratégicos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003, p. 20
2
ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981. p.78
3
KAPLAN, loc. cit.

7. Passim. Significa aqui e ali e indica a referência em diversas passagens de uma


determinada citação direta ou indireta sem a identificação da página, ou indicando-se a
página inicial e a final. Não pode ser usada no texto, apenas nas notas de rodapé. Exemplos
no rodapé:
____________
1
KAPLAN, Robert S. Mapas estratégicos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003, passim.
2
ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981. p.5-
15, passim.

8. Sic. O advérbio latino sic (sic erat scriptum: assim estava escrito; desta forma;
desse modo; exatamente assim; assim mesmo) é inserido após um termo, expressão ou frase

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para indicar que uma citação direta de terceiros apresenta algum erro (facilmente
identificável) na forma em que estão escritas, ou que aparentem estranheza, mas foi dessa
forma que o autor escreveu. Isto é, foi transcrita exatamente como encontrada no texto de
origem, incluindo erros gramaticais ou ortográficos, bem como usos arcaicos de linguagem,
raciocínio lógico falho ou qualquer outro problema que poderia ser considerado erro de quem
transcreveu.
Embora a NBR 10520:2002 recomende que o termo sic seja utilizado entre colchetes,
é de uso comum ele aparecer escrito entre parênteses.
Pode ser usado no texto ou nas notas de rodapé e quando o mesmo erro se repete em
várias citações de um texto, usa-se (sic passim), sempre entre parênteses, que significa: está
assim por toda parte.
Algumas bibliografias podem recomendar que, por questões éticas, o sic não seja
utilizado, já que, sendo uma citação direta e entre aspas, já estaria indicando que tudo o que
ali está foi transcrito exatamente como o original, sendo desnecessária a utilização do sic para
mostrar algum eventual erro. A decisão deve ficar por conta do aluno e de seu Orientador.
Exemplos em texto:
 “O ministro afirmou ontem que o presidente é imexível [sic]”.
 “No que tange a possíveis envolvimentos do nome daquela pessoa, quero deixar
todos tranquilos que nós nunca se envolvemos (sic) e nunca vamos deixar se envolver (sic)
com fornecedores da prefeitura”.
 “Todos sabemos que o Jair é ou está duente [sic]”.

9. Sine nomine (s.n.) é uma expressão latina que significa ‘sem nome’. É comumente
utiliza no contexto de bibliografia para expressar que o editor (ou distribuidor etc.) de um
determinado livro (ou trabalho) não é conhecido. A expressão sine nomine deve ser utilizada
escritas em letra itálica, abreviada e entre colchetes [s. n.].
Exemplo em lista de referências bibliográficas:
 FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. Brasília, DF: [s.
n.], 1993. 107 p.

10. Sine loco (s.l.) é a expressão, em latim, que significa ‘sem local’, e serve para
designar que o local de publicação do livro (ou trabalho) é desconhecido ou não é

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especificado. Utiliza-se a expressão sine loco, escrita em letra itálica, abreviada e entre
colchetes [s. l.]. O s de sine deve ser grafado em letra maiúscula quando for o primeiro
elemento dos dados de publicação.
Exemplos em lista de referências bibliográficas:
 KRIEGER, Gustavo; NOVAES, Luís Antonio; FARIA, Tales. Todos os sócios do
presidente. 3. ed. [S. l.]: Scritta, 1992. 195 p.

 ALEXANDRESCU, D. T. Melanoma costs: a dynamic model comparing


estimated overall costs of various clinical stages. Dermatology Online Journal, [s. l.], v.
15, n. 11, p. 1, Nov. 2009. Disponível em: <http://dermatology.cdlib.org/1511/origInals/
melanoma_costs/alexandrescu.html>. Acesso em: 3 nov. 2009.

Observações
1. Quando nem o local nem o editor puderem ser identificados na publicação, devem-
se utilizar as expressões sine loco e sine nomine, escritas em letras itálicas, abreviadas, entre
colchetes e separadas por dois pontos [S. l.: s. n.].
Exemplo em lista de referências bibliográficas:
 GONÇALVES, F. B. A história de Mirador. [S. l.: s. n.], 1993.

2. Quando é impossível determinar a data de publicação deve-se usar a expressão


‘sem data’, que também pode ser abreviada e deve ser escrita entre parênteses (s.d.) após o
nome do autor.
Exemplo em texto:
 Conforme NEMÉSIO SOUSA (s.d.) sempre afirma em suas aulas, a manutenção
preditiva não existe.

11. Ex post facto. Termo relacionado à metodologia da pesquisa do TCC, que


significa ‘a partir do fato passado’. A pesquisa ex post facto é referente a um fato já ocorrido,
o qual o pesquisador não pode controlar ou manipular as variáveis e tem, como desvantagem,
a falta de controle sobre as variáveis independentes. Tem por objetivo “investigar possíveis
relações de causa e efeito entre um determinado fato identificado pelo pesquisador e um
fenômeno que ocorre posteriormente. (FONSECA, 2002, p. 32, in
<https://guiadamonografia.com.br/ pesquisa-ex-post-facto/#Definicao_Pesquisa_Ex-post-
Facto>).

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Pág. 46

Na metodologia, esse tipo se insere na classificação da pesquisa conforme os


procedimentos técnicos e os meios de investigação.
Exemplos de pesquisa ex post facto:
 Ocorrência anormal em uma instalação elétrica industrial: depois de esse fato, o
TCC pode investigar quais os impactos e consequências desse acontecimento na produção.
Quais modificações na proteção e nos planos de manutenção são necessárias, e podem ser
implementadas, para evitar novas ocorrências anormais do mesmo tipo?
 Uma subestação hospitalar passa por uma rigorosa inspeção técnica de
conformidade: depois dessa inspeção, quais são as providências que deverão ser tomadas
para adequar a situação dos equipamentos às conformidades legais e normativas?

12. cf. – confira, confronte, compare. Embora não seja latina, é uma expressão
utilizada para se referir a outra declaração escrita, recomendar consulta às obras de outros
autores ou às notas do mesmo trabalho. Utilizada no início da nota, antes do nome do autor.
Neste caso o autor e o ano da obra não aparecem no texto. Não pode ser usada no texto,
apenas em notas de rodapé. Exemplos:
____________
1
Cf. KAPLAN, Robert S. 2003, p. 20
2
Cf. HOBSBAWN. E. Noções e nacionalismos desde 1870. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1991.

13. e,g.- exempli gratia. Uma locução latina que significa ‘por exemplo’, usada para
se dar um ou mais exemplos do mesmo assunto. A expressão verbi gratia (v.g.) também tem
o mesmo significado - literalmente traduzida como ‘pela palavra’, mas, no uso comum,
ambas são equivalentes. O uso de e.g. é amplamente difundido na língua inglesa, mas, em
português, utiliza-se também ‘p. ex.’, abreviatura da expressão ‘por exemplo’, sendo
preferível à forma e.g. por ser mais compreensível para a maioria das pessoas.

14. i.e.- id est. Expressão latina que significa, em português, ‘isto é’, ‘ou seja’. Usada
para dar uma explicação mais detalhada sobre alguma coisa ou para facilitar a leitura já que
tem o objetivo de explicar de forma rápida o significado de uma expressão, palavra ou termo
em uma frase, ou significados em uma lista muito extensa. Quando se apresenta numa frase,
i.e. deve ser sempre usada entre parênteses (i.e., acolhido por parênteses).

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Pág. 47

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DESTE GUIA

ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:2011 -


Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação. Rio de Janeiro,
2005.

COPPE - INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E


ENGENHARIA. Norma para a Elaboração Gráfica do TCC - Trabalho de Conclusão
de Curso. UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2018.

DEE - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Normas Para Elaboração,


Apresentação Gráfica e Defesa de Projeto Final em Engenharia Elétrica. UFRJ -
Universidade Federal do Rio de Janeiro, Portal da Elétrica\Conteúdo DEE, 1993.

ESCOLA POLITÉCNICA DA UFRJ. Normas para Elaboração Gráfica do Projeto de


Graduação na Escola Politécnica. UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2012.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.

IBGE - FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.


Normas de Apresentação Tabular. Rio de Janeiro, 3. ed. 1993.

LATEC - LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA, GESTÃO DE NEGÓCIOS & MEIO


AMBIENTE. Guia de formatação do LATEC/UFF baseado nas normas da ABNT para
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4ª. ed. Florianópolis: UFSC, 2005

UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Manual para elaboração e


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JNS / JLN - Nov. 2019

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