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DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO


2019/2020

Educação e Formação de Adultos


2019-2020
Área de Competência: Sociedade, Tecnologia e Ciência Formador: Pedro Costa
Núcleo Gerador 7: Fundamentos Temas: O Elemento: (DR1)
Unidade de Competência 7: Identificar, compreender e agir criticamente em questões relacionadas com a visão
científica do indivíduo, da sociedade e do universo. Sustentabilidade (ias
Competência:
✖ Mobilizar o saber formal para o reconhecimento do elemento como uma unidade estrutural e
organizativa.
Critérios de evidência:
•Atuar de modo eficaz em processos de integração social dos elementos de uma dada sociedade,
compreendendo o conceito de ação social (no sentido weberiano) como atribuição de sentido às práticas
e características individuais.
• Atuar ao nível da intervenção da tecnologia na compreensão ou utilização das estruturas elementares
(por exemplo, o papel do protão na imagiologia por NMR, utilizações correntes de análises de DNA, etc.).
• Atuar no sentido de compreender a base científica de diferentes estruturas elementares (por exemplo, o
núcleo atómico, o átomo, a molécula, o DNA, a célula, a unidade como princípio formador dos números,
os processos geradores de sequências, etc.).

Formando(a): David Filipe Rocha dos Santos Data: 14-02-2020

Ficha de trabalho nº 1

STC
SOCIEDADE, TECNOLOGIA E CIÊNCIA

De acordo com o Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação


de Adultos, Nível Secundário, a abordagem de qualquer tema deverá dar uma visão
integrada das três dimensões da vida dos cidadãos - Sociedade, Tecnologia e Ciência.
A abordagem deverá ainda ter em conta que cada dimensão poder ser trabalhada com
diferentes níveis de profundidade e complexidade.
Assim, a abordagem deste tema, deverá contemplar as seguintes três dimensões:

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SOCIEDADE: Atuar perante fenómenos
DIREÇÃO sociais DA
DE SERVIÇOS complexos
REGIÃO Cconcebendo-os
ENTRO como
2019/2020
resultado de evoluções históricas e adaptando configurações diversas consoante as
sociedades e/ou os grupos sociais:
 Identificar diferentes modelos de sociedade e suas principais características.
 Relacionar as transições dos modelos de sociedade com processos tecnológicos, económicos,
culturais e políticos.
 Analisar a sociedade como uma rede de agentes, grupos e instituições em permanente interação.

TECNOLOGIA: Atuar de forma a compreender que as soluções técnicas têm validade limitada e que têm
tendência a mudar tal como muda a ciência e a própria sociedade.

 Identificar diferentes estádios de evolução tecnológica na nossa capacidade de entender o Universo.


 Compreender a relação entre evolução tecnológica na capacidade humana de entender o Universo e a
evolução social (por exemplo o papel da máquina a vapor na revolução industrial, a água potável e a
saúde).
 Discutir os possíveis caminhos de desenvolvimento tecnológico e possíveis consequências no
desenvolvimento social.

CIÊNCIA: Atuar tendo em conta que se vive num mundo onde coexistem leis científicas de invariância (que
valorizam a estabilidade) e leis científicas de evolução (que apontam para a mudança), reconhecendo, em
particular e no caso da matemática, esta dualidade nos invariantes geométricos e nos aspetos dinâmicos
associados à noção de derivada.

 Reconhecer que o Universo não é estático e está em evolução, mas que só a invariância de certos
padrões físico-matemáticos torna o universo compreensível.
 Compreender as condições que permitiram a existência de vida na Terra e a sucessão das estações
do ano tendo em conta a dinâmica do planeta na sua órbita.
 Discutir, no quadro da evolução e a partir do facto de existir vida na Terra, a possibilidade de existirem
outros mundos habitados e a invariância das leis matemáticas nesses mesmos mundos.

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SOCIEDADE

ACTIVIDADE 1

Texto 1
Os cinco tipos possíveis de sociedade
Sociedades tribais
Nelas encontramos uma forma de organização da vida social pela qual as famílias se unem
em forma de tribos, sendo o trabalho organizado de modo a que os MEIOS DE PRODUÇÃO
sejam comunitários, isto é, todas as pessoas de uma mesma tribo podem usar as
ferramentas necessárias à sua sobrevivência.
Tais sociedades caracterizam-se por uma produção muito pequena de BENS DE CONSUMO,
atendo-se, geralmente, a atividades como o trabalho artesanal (aquele que é realizado
manualmente e não é comercializado) e à agricultura de subsistência (aquela que não é
comercializada).
Tanto o trabalho artesanal quanto a agricultura de subsistência têm a mesma finalidade:
satisfazer as necessidades de sobrevivência do próprio grupo.

Sociedade esclavagista
Com o surgimento da sociedade esclavagista (através do aprisionamento de seres humanos
por outros), encontramos uma forma de trabalho que consiste em organizar-se de tal modo
que parte dos seres humanos passa a ser considerada MEIOS DE PRODUÇÃO, isto é, os
escravos não eram considerados pessoas, mas objetos e ferramentas.
Neste modelo de sociedade encontramos, pela primeira vez na História, formas de
dominação e exploração sobre outros seres humanos. Aqui, também a forma básica de
trabalho é a artesanal; apenas com a diferença de que os seus produtos finais já não se
destinam à sobrevivência do grupo que trabalhou.

Sociedade feudal ou feudalismo

Nesta sociedade, os seres humanos não eram mais considerados como escravos, mas,
mesmo assim, ainda encontramos nela formas de dominação e exploração. Como? A terra,
por ser fonte de riqueza (produzia alimentos), estava nas mãos dos senhores feudais;
estes, por sua vez, permitiam que outras pessoas (os servos) a cultivassem. Os servos
estavam presos à terra, e, quando um feudo era subdividido, os servos passavam a
pertencer a outro senhor juntamente com a terra.
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Os senhores feudais, no entanto,
DIREÇÃOexigiam que seus
DE SERVIÇOS DA Rservos
EGIÃO Cpagassem
ENTRO diversos
impostos pelo uso da terra, o que os tornava miseráveis, trabalhando apenas
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para a acumulação de riqueza do senhor feudal. Nessa sociedade, a forma básica de
trabalho era também artesanal, acompanhando uma agricultura de subsistência.

Sociedade capitalista ou capitalismo


É uma organização de trabalho que se caracteriza pela existência de, basicamente, duas
classes sociais:
- Os proprietários dos meios de produção;
- Os proprietários apenas de sua capacidade de trabalho.

Assim sendo, os trabalhadores trocam com os empresários (os donos dos meios de
produção) a sua capacidade de trabalhar por um salário. Nessa sociedade, o trabalho
industrial aparece como uma forma básica de produção de bens de consumo.

Sociedade socialista ou socialismo


É um modelo de sociedade que pretende chegar a um modo de vida sem injustiças sociais
ou explorações, pois os meios de produção não pertencem a uma só classe social, e sim a
todos os membros da sociedade. Pensa-se numa sociedade onde não existem classes
sociais e as pessoas são consideradas todas iguais. Nesta sociedade, o trabalho industrial
também aparece como uma forma básica de produção de bens de consumo.

In, www.books.google.pt/?isbn=8515003155 (adaptado)

Texto 2
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ACTIVIDADE ECONÓMICA
Inicialmente, a atividade económica resumia-se à caça e à colheita de frutos e de
raízes que cresciam espontaneamente.
Os conhecimentos humanos eram tão limitados que faziam com que os homens
dependessem, de forma absoluta, da Natureza — juntos caçavam, colhiam ou se
defendiam.
Vivendo em comunidade, o trabalho era naturalmente dividido com base no sexo e
na idade. Os velhos, as mulheres e as crianças dedicavam-se à colheita de vegetais,
enquanto os homens caçavam. É o que podemos designar por divisão natural do
trabalho.
O trabalho coletivo traduzia-se na propriedade comum da terra, dos instrumentos
de trabalho e das matérias-primas e na distribuição igualitária do produto social.
Chama-se cooperação simples a este tipo de organização social que caracterizou a
sociedade dita primitiva.
Gradualmente, o Homem foi desenvolvendo a sua capacidade para o trabalho bem
como os instrumentos de produção que utilizava.
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As pedras, inicialmenteDIREÇÃO
talhadas
DE Sde maneira
ERVIÇOS tosca,CENTRO
DA REGIÃO passaram a ser
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trabalhadas com maior perfeição. Descobriu o fogo e inventou
instrumentos feitos de metal, primeiro de cobre, depois de bronze (liga de cobre e
estanho) e, finalmente, de ferro.

Em consequência do desenvolvimento das atividades de caça e da colheita


de frutos e raízes silvestres, surgiram duas novas atividades: a criação de gado
(pastorícia) e a agricultura.
Sendo a agricultura uma atividade fundamentalmente sedentária e a pastorícia
nitidamente nómada, a separação das tribos foi inevitável, dedicando-se umas à
agricultura e outras à pastorícia. Foi a primeira divisão social do trabalho.
Mas, tanto os agricultores como os pastores, sentiam necessidade de adquirir bens
que não conseguiam produzir na sua tribo, e assim se desenvolveu o processo da
troca.

A especialização resultante da separação das atividades agrícola e pastorícia e o


aperfeiçoamento dos instrumentos de trabalho vão permitir que a produção passe a
ser superior ao consumo, pelo que surge, pela primeira vez, um excedente de
produção.
O aparecimento deste excedente, resultante do facto de cada indivíduo produzir
mais do que consumia, veio a ser determinante na evolução que se seguiu na
história económica e social dos homens.
Uma das consequências mais importantes foi, sem dúvida, o facto de permitir que
alguns elementos da tribo ficassem libertos das tarefas relacionadas com a
produção de alimentos e se dedicassem a outras atividades.
Assim, surgem as atividades pré-industriais, os ofícios (a olaria, a tecelagem, a
fundição de metais, etc.), acompanhadas do aparecimento de um conjunto de
indivíduos uma nova especialização: os artesãos. Desta forma terá acontecido o que
pode considerar-se como a segunda divisão social do trabalho.
O desenvolvimento das técnicas e dos instrumentos de trabalho, o aparecimento de
novas formas de ocupar produtivamente os homens e a especialização das tarefas
conduziram ao incremento da produção e das trocas.
É o desenvolvimento do excedente que vai permitir a apropriação privada dos meios
de produção e dos resultados da atividade produtiva — as relações de cooperação
simples que fundamentavam a comunidade gentílica vão ser radicalmente
alteradas. Com efeito, os chefes das tribos, por serem eles que tinham a cargo as
trocas com as outras tribos e a repartição dos bens entre os elementos da sua
própria tribo, começaram a tirar benefícios dessa atividade e, gradualmente, foram
concentrando poder, passando a dispor dos instrumentos de trabalho, dos rebanhos
e até das terras, como se de propriedade pessoal, privada, se tratasse. Este facto
originou, logicamente, relações de dependência por parte dos outros membros das
tribos e as relações de cooperação transformaram-se em relações de dependência e
de subordinação de uns indivíduos face aos restantes.
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Assim, constatamos a dependência cada vez
DIREÇÃO DE SERVIÇOS maior
DA R de
EGIÃO C uns indivíduos
ENTRO
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relativamente a outros, dentro do mesmo grupo social e a
intensificação das lutas tribais, com o objetivo de fazer prisioneiros. Deste modo,
terá surgido a primeira divisão da sociedade em classes — esclavagistas e escravos
— apropriando-se aqueles, pela força, dos resultados do trabalho realizado por
estes. É a sociedade esclavagista que se fundamentava na existência de duas
classes sociais e na apropriação privada dos instrumentos de trabalho, da terra e
dos resultados da atividade produtiva.
Esta apropriação originou o enriquecimento dos senhores de escravos, facto se
repercutiu no incremento das trocas, originando o aparecimento de uma classe de
indivíduos cuja atividade não era produzir, mas proceder à troca — os mercadores.
É a terceira divisão social do trabalho.
O incremento das trocas, que se realizavam em feiras, em locais e dias
determinados, iria originar o aparecimento das cidades — locais onde se
concentravam os ofícios e o comércio. Assim se operou a distinção entre o campo e
a cidade.

O aumento da atividade comercial e produtiva veio acentuar a desigualdade social,


mesmo entre os cidadãos livres. O pequeno camponês não conseguia competir com
a produção do esclavagista, acabando por se arruinar transformando-se, muitas
vezes, em escravo por causa de dívidas.
Sendo propriedade pessoal dos senhores, os escravos desinteressaram-se
gradualmente da produção e, por vezes, revoltaram-se.
Para manterem a sua posição e elevarem a produção, os esclavagistas viram-se,
deste modo, obrigados a conceder ao escravo um novo estatuto social. Assim,
grandes propriedades foram divididas em pequenas parcelas que eram entregues
aos escravos e aos cidadãos livres endividados. Uns e outros ficavam vinculados à
terra dependentes do dono destas, mas não como objetos de pertença exclusiva,
antes numa situação intermédia entre a do escravo e a do homem livre. Surgiram,
assim, os colonos, antecessores dos servos da gleba da sociedade feudal.
Tal situação conduzia ao aumento da produção, já que parte desta era propriedade
pessoal dos colonos.
Os colonos, possuidores de um estatuto social superior ao do escravo, eram
obrigados a trabalhar a terra dos grandes proprietários e, ainda, a pagar-lhes uma
renda determinada, inicialmente em espécie (a corveia) e mais tarde em dinheiro,
pela parcela que lhes tinha sido atribuída. Em contrapartida, parte da produção
obtida nessa parcela e os instrumentos necessários à produção eram sua
propriedade privada.
Esta forma de relacionamento social manteve-se em quase toda a Europa muitas
vezes até aos séculos XVIII e XIX, altura em que o desenvolvimento das técnicas
exigiu o aparecimento de novas relações sociais.
Entretanto, ao longo dos séculos, o comércio foi-se desenvolvendo e a classe dos
mercadores foi-se tornando cada dia mais importante.
Todavia, a divisão feudal dos territórios impedia a livre circulação dos mercadores e
das suas mercadorias. Assim, o desenvolvimento da classe burguesa exigia a
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criação de estados nacionais
DIREÇÃO dependentes
DE SERVIÇOS DAde uma Cúnica
REGIÃO ENTRO autoridade
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central.

Tornava-se necessário substituir a obsoleta organização feudal da produção. Tal


substituição verificou-se com as revoluções burguesas que ocorreram em algumas
regiões da Europa e que constituíram a tomada definitiva do poder político pela
nova classe dos mercadores.
Estavam lançadas as bases da sociedade capitalista que constitui hoje o
modo de organização social dominante e se caracteriza por:
 utilização da força do trabalho assalariado durante o processo produtivo,
mediante uma remuneração: o salário;
 propriedade privada dos meios de produção;
 apropriação privada dos resultados da produção;
 produção para venda, com o objetivo de obter um lucro;

In, “Introdução à Economia – 10ºano”, Maria João Pais e outros, Texto Editora

Após a leitura dos Textos 1 e 2 e de possíveis pesquisas na


Internet, responda às seguintes questões:
1. Identifique os diferentes modelos de sociedade.
Resposta: Conforme os textos apresentados existem 5 tipos de sociedade, sociedades tribais,
sociedade esclavagista, sociedade feudal ou feudalismo, sociedade capitalista ou capitalismo e
sociedade socialista ou socialismo.

2. Explique as características de cada um desses modelos de sociedade.


Resposta: Nas sociedades tribais encontramos uma organização de vida social em que as famílias
unem se em forma de tribos, esta caracteriza se pela sua cultura aos rituais, mitos, ao sistema
parentesco, as festas e às artes. A sociedade tribal é formada por tribos em que cada tribo é um
agrumulado de famílias alargadas que permanecem unidas por interesses económicos e por motivações
ideológicas. Como forma de organização estes grupos de famílias reconhecem uma origem e um chefe
comum.
Estas sociedades também são conhecidas por desenvolverem uma produção muito baixa de bens de
consumo focando se principalmente em atividades como o trabalho artesanal e a agricultura de
subsistência tendo a finalidade de satisfazer as necessidades de sobrevivência do próprio grupo.

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A sociedade esclavagista consiste no aprisionamento
DIREÇÃO DE SERVIÇOS DAde seres C
REGIÃO humanos
ENTRO por outros,
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passando assim a haver seres humano em que vivem só para trabalhar não tendo assim
qualquer tipo de benefícios, estes

passam a ser considerados como meios de produção, isto é, os escravos não eram considerados pessoas
mais sim objetos de trabalho.
O feudalismo foi um modo de produção e um sistema de organização social que estabelecia como as
pessoas se relacionavam entre si e o lugar que ocupavam na sociedade medieval na Europa central. Na
sociedade feudal, os mais pobres trabalhavam e recebiam a proteção dos suseranos com os quais faziam
um tratado de suserania e vassalagem, numa espécie de escravidão mais branda, como servos ou
vassalos de proprietários de terras. Essa era a base do sistema feudal: a relação servil de produção.
Nos feudos ocorria a maior parte das relações sociais, a proteção em troca de serviços e obrigações. Os
senhores feudais possuíam terras e exploravam suas riquezas cobrando impostos e taxas, concedia terras
e quem as recebia era vassalo, com obrigações mútuas e juramentos de fidelidade.
A sociedade feudal esta integrada com várias ordens sociais como o Rei, este, era o que estavam acima
de todos, era aquele que possuía mais poder, a seguir vinha o Clero, eram aqueles que rezavam e
fortaleciam a religião católica constituída por papas, bispos, cardeais, monges, abades e padres.
Resumidamente era a classe detentora do poder igreja e aquela que sabia ler e escrever sendo assim a
mais poderosa instituição feudal.
A sociedade capitalista tem como principal objetivo obter riquezas com o lucro proveniente dos valores
acumulados fornecido pelas empresas privadas e desempenho pelo proprietário. Esta sociedade consiste
num sistema produtivo vinculado á propriedade individual quanto a sua a economia esta processa se por
meio da oferta e de procurar que regula os preços e os estoques das mercadorias. O estado é responsável
a intervir somente em casos delicados e também na implantação de medidas que garantam a estabilidade
económica.
A sociedade socialista ou socialismo é uma doutrina política e econômica que surgiu entre o fim do século
XVIII e a primeira metade do século XIX, no contexto da Primeira Revolução Industrial. Baseada
sobretudo no princípio da igualdade, a corrente socialista emergiu como uma forma de repensar o sistema
capitalista que vigorava na época. Nesta sociedade o estado intervém de maneira permanente e eficiente
na realização das atividades econômicas e sociais sendo assim a autoridade que controla os preços e os
salários dos trabalhadores. Em termos económicos todos os lucros produzidos por esta sociedade são
igualmente distribuídos entre todos os habitantes, este sistema é assim controlado pelo estado e dividido
entre os trabalhadores.

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3. Relacione as transições dos modelos de sociedade com processos tecnológicos, económicos,


culturais e políticos.

Resposta: Devido a forma de como a informação é transmitida atualmente a sociedade esta cada vez
mais a cair em decadência, pois atualmente a informação transmitida nem sempre é da melhor forma.
Hoje em dia a sociedade esta numa fase em que as pessoas são influenciadas indiretamente através dos
media. Pois nos dias em que correm toda a informação é manipulada por estas entendidas,
resumidamente os cidadãos só sabem ou são informados sobre algum assunto de interesse dos media.
Cada vez mãos estes tipos de situações iram acontecer a nível político, económico, tecnológico e culturais.
A sociedade tende a produzir certos tipos de comportamentos padrão, inseridos pelos modelos
transmitidos a que todos temos acesso.

TECNOLOGIA

1. Relate através de pesquisas da internet sobre a experiência científica (acelerador de partículas)


como meio de resolver o problema do aquecimento global.

Resposta: Em 1920 foi desenvolvido o primeiro acelerador de partículas e são geralmente utilizados
como ferramentas de investigação em física. Através de pesquisas feitas na internet conclui que o
acelerador de partículas pode eventualmente lançar lixo existente na terra para outras dimensões,
contudo as experiências feitas neste método podem eventualmente provocar catástrofes enormes e
devastadoras, nomeadamente a destruição do planeta Terra.

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CIÊNCIA

1. Descreva os principais conceitos teóricos da existência da vida na terra, as estações do ano e


alterações climáticas (as causas e as consequências).

Resposta: Para a existência de vida na terra, esta, necessita de preencher algumas condições
essenciais para seres vivos conseguirem habitar neste planeta.
A reciclagem de carbono é uma das substâncias necessárias á vida pois o dióxido de carbono é um de
vários gases com efeito de estufa que retém o calor e mantem a superfície acolhedora para a vida.
Nos primórdios do planeta terra em que só plantas e organismos ancestrais que viviam no oceano
acrescentaram oxigénio á atmosfera criando assim uma camada de ozono que permitiu haver vida na
superfície da terra.
Os efeitos dramáticos das placas tectónicas formaram diferentes ambientes á superfície, gerando a
adaptação e ajudando a vida a diversificar-se e a sobreviver a várias extinções em massa.
Uma das condições que ajudam a sobrevivência de seres vivos na terra é a inclinação desta mesmo
em relação ao sol e o constante movimento da terra a volta do sol e de si mesma permite a que haja
alteração do clima de quente para frio. Ainda falando sobre a distância entre o planeta terra e o sol,
estes dois estão a uma distância que permita a existência de água em estado líquido.
A cerca das estações do ano estas são determinados através do movimento de translação do planeta.
Enquanto a rotação é o movimento que a terra realiza em torno do seu próprio eixo, a translação é a
volta que ela dá ao redor do sol.
Como único planeta do sistema solar com a vida, tem como consequência crescente número de
habitantes no planeta terra. Com o acréscimo da população e da excessiva exploração de recursos
naturais a raça humana esta em risco de extinção devido ao esgotamento destes recursos. Umas das
causas que podem provocar a extinção da vida na terra é a constante poluição mais associada aos
seres humano provocando assim o aquecimento global.

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Bom Trabalho!
Professor: Pedro Costa

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