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DESAFIOS DECOLONIAIS HOJE

Walter Mignolo

Discente: Florêncio Augusto Filho

2018
UVV – Universidade Vila Velha
Mestrado em Sociologia política
Tópicos especiais II: Ativismo, pós-colonialismo e pós-identidade

DISCLAIMER Tempo

• Sobre o autor:

• Outros autores:

• Conceitos importantes:

• Sobre a obra:
• Prefácio – vídeo e texto

• Discussão da obra por capítulo

• Considerações finais
Sobre o autor:
Walter Mignolo é professor argentino da
Universidade de Duke. Ele é altamente
reconhecido pela sua produção acadêmica
em torno da questão colonial e geopolítica
do conhecimento.

• The Darker Side of the Renaisssance:


Literacy, Territoriality, Colonization;

• Local Histories/Global Desings: Coloniality;

• The Idea of Latin America.


Outros autores:
• Ella Shohat – Iraque – Universidade de Nova York

• Arif Dirlik – Turquia – Universidade de Oregon

• Frantz Fanon – França -

• Stuart Hall – Jamaica – Universidade de Oxford

• Madina tlostanova – Russa - Universidade Linkoping

• Joseph KI-Zerbo – Burkina – Universidade de Soubornne

• Valentin mudimbe – Congo Belga – Duke University


Conceitos importantes: (NÃO HÁ CONSENSO ENTRE AUTORES)
• Colonialismo – Expansão colonial iniciada no séc. XVI realizado por países imperialistas (Europa)

• Colonialidade – Inclinações opressivas e imperiais dos ideais europeus modernos projetados para o mundo não europeu (inicia no
séc. XVI e continua na modernidade - “Matriz de controle do poder”).

• Neo-colonialismo – Processo de repartição da África e Ásia no final do séc. XIX, com a intenção da manutenção do capitalismo
(então industrial).

• Pós-colonialismo – Perspectiva teórica e cultural que realiza uma releitura da colonização como parte de um processo global
(temática atual).

• Descolonialismo – Entende-se o processo de superação do colonialismo, geralmente associado às lutas anticoloniais no marco dos
Estados que resultaram na independência política das antigas colônias.

• Decolonialismo – A intenção é provocar um posicionamento contínuo de transgredir e insurgir. O decolonial implica, portanto, uma
luta contínua. “Opção em ideologia”; “desobediência epistêmica”; “discurso de desocidentação”.
Prefácio:
1- 2- 21 de maio de 2018
Subpoesia
Subsarianos somos
Sujeitos submetidos
Subespespécie do submundo

Subalimentados somos
Surtos de subepidemias
Sumariamente submortos

Do subdólar somos
Subdesenvolvidos assuntos
De um sul subserviente
Jósé Luis Mendoça, Quero acordar a alva, 1997
Discussão:
• Sobre a obra

• Capítulo 1- Modernidade - Colonialidade e Descolonialidade; “Colonialidade = Matriz colonial de poder” “colonialidade e biopolitca”;
altermodernidade e Conferência de Bandung de 1995.

• Capítulo 2 – Epistemologia fronteiriça – migrantes (Frantz Fanon); necessidade do desprendimento (decolonialidade);


racismo moderno (antológicas e epistêmicas); Sensibilidade de mundo no lugar de visão de mundo.

• Capítulo 3 – Características locais da Modernidade (europa ditando saberes regionais como se fossem globais);
“Modernidades travestidas de universalidades” e as modernidades alternativas?

• Capítulo 4 – discussão da reocidentação; desocidentação e da DECOLONIDADE no surgimento de uma sociedade politica


GLOBAL – desprendida, desobediente das anteriores.

• Capítulo 5 – Reafirma a decolonialidade como opção: Epistemológica, acadêmica e acima de tudo opção de vida.

• Considerações finais