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DIREITO TRIBUTÁRIO

Aula 1 - Impostos

Três tipos de impostos - municipais (IPTU, ISS e o ITBI)


Três tipos de impostos - ESTADUAIS (ITCMD, IPVA, ICMS)

Impostos - Federais - 9 tipos - IOF, imposto de renda, exportação, importação, imposto


extraordinário, etc.

Fatia do bolo é maior da união.

Primeiro União, depois Estados e depois municípios.

A repartição é primeiro na união...

A repartição é de cima para baixo. A união tem imposto repartido com estado e municípios.
O estado tem impostos repartidos com municípios. DF e municípios não tem repartição da
receita de impostos.

Imposto residual (Imposto federal)-> imposto novo -> Percentual de 20% vai para os
estados e DF.
ITR (imposto federal)- Repartição de 50% -> vai para o municipio. Pode chegar a 100% se
o município quiser arrecadar e fiscalizar o ITR
ITCMD não tem percentual de repartição.
IPVA - Percentual de 50% para os municípios
ICMS - Percentual de 25% para os municípios.

Imposto de renda retido na fonte - Servidores publico não federal -> esse imposto não vai
para a união. Não ha repartição. Esse imposto fica 100% sobre o estado ou município. Justiça
estadual que é competente para julgar problemas de repartição de imposto de renda.

Aula 2 ->

Contribuição para o serviço de iluminação pública - COSIP

Tributo Municipal - Competência dos municípios e DF.

149A - CF

Previsto em uma emenda -2002.

LEI ORDINÁRIA

A COSIP veio substituir a taxa de iluminação publica. A taxa foi derrubada pela OAB.
COSIP NÃO É TAXA, É CONTRIBUIÇÃO SUI GENERIS. Tributo municipal.

Súmula vinculante 41 - > É inconstitucional a taxa de iluminação publica.

Tributo tem que respeitar os princípios da legalidade, anterioridade.

Pode ter cobrança feita na conta de energia/luz


Não é contribuição profissional, social. É contribuição sui generis.

Aula 3- Dação em pagamento no direito tributário

ESTA PREVISTO NO CTN ART 156 - INCISO 11.

Entrou no 2001 - Lei complementar 104.

Antes de 2001 não existia dação em pagamento no direito tributário.

Só ocorre para um tipo de bem - BEM IMÓVEL. Apenas para bens imóveis.

Causa de extinção do credito tributário. Dação em pagamento pode gerar a extinção do


credito tributário (bens imóveis. SOMENTE bens imóveis).

Não necessariamente o Município irá acertar. Tem que ter uma lei. Fundamental tem que ter
LEI QUE AUTORIZE NO MUNICÍPIO. Demanda lei autorizativa.

Ato de dar algo em substituição a pecúnia.

O Devedor do tributo pode entregar o bem imóvel para substituir a pecúnia. Precisa ter lei
que autorize e só pode ser bem imóvel.

146 da CF -> inciso 3, alínea b -> A matéria credito tributário terá que ter suas normas
previstas em lei complementar.

Por tal razão, a lei que estipulou tal questão é lei complementar.

Aula 4 - Fraude a execução - Termo de inicio

Art 185 do CTN -> Fraude a execucao.

Irradia efeitos para outras searas jurídicas.

Termo a quo -> Termo que pode ser visto como inicio da fraude a execução -> atos como
alienação, onerosidade de bens -> Marco -> DATA DE INSCRIÇÃO DA DÍVIDA ATIVA
-> PODERÁ ENSEJAR A FRAUDE A EXECUCAO.

Solvabilidade -> se tiver isso não haverá fraude. Solvabilidade -> tem que deixar um
patrimônio para solucionar a divida tributaria.

Ou seja, toda oneração ou alienação depois da data da inscrição da divida ativa nao
necessariamente será fraude a EXECUCAO, pois ele poderá guardar um dinheiro
(solvabilidade).

Aula 5-> Interpretação objetiva do fato gerador

Interpretar o fato gerador de maneira objetiva -> olhar o fenômeno da subsunção tributaria
e apenas considerar o encontro do fato com a norma.
Hipótese de incidência -> auferir renda. Fato gerador -> João aufere renda. Acoplamento da
norma com fato -> subsunção tributária -> imposto renda.

Desconsidera as circunstancias -> qual é a idade do João ? Tanto faz. Origem é ilícita ou
licita ? Não importa.

O que importa é o enquadramento entre o fato e a hipótese de incidência.

O que vale é a interpretação objetiva.

A moeda não tem cheiro. Pecúnia non olet -> pecúnia não tem cheiro.

(Vou tributar e não to nem ai. Dane-se se é ilícito a origem, ou a idade)

Art. 118 do CTN + 126 do CTN.

Aula 6 -> Principio da Legalidade Tributária ->

Postulado se encontra no art. 150, inciso 1 da CF

O tributo só pode ser criado e majorado mediante lei. (segurança juridica)

O tributo só pode ser criado e majorado por meio de lei (representantes do povo, o executivo
não apita, com algumas exceções, em face do tributário).

Lei -> ordinária cria e majora (em regra)

Entretanto, ha 4 tributos federais que demandam LEI COMPLEMENTAR -> (exceção)

A) impostos sobre grandes fortunas


B) empréstimos compulsórios
C) impostos residuais
D) contribuições residuais da previdência social

Onde ha Lei complementar estiver não pode haver medida provisória.


Não pode uma medida provisória criar ou modificar A + B + C +D

O poder executivo tem espaço de atuação? O executivo pode mexer (elevar ou reduzir) as
alíquotas de certos tributos ->

a) importação; b) exportação; c) IPI; d) IOF; e) CIDE combustível e F) ICMS combustível

Estes o executivo pode mexer nas alíquotas. (Ato dos poderes executivos)

A + B+ C+ D +E -> Federal
F -> Estadual

Aula 7 -> Principio da Anterioridade Tributária


Art. 150, alienias b c da CF -> o tributo não pode surgir do nada, precisa haver uma espera
para ingressar.

Anterioridade anual ou do exercício (alienia B) -> Nao pode cobrar o tributo no mesmo ano
que criou o tributo ou o aumentou, apenas no outro ano.

Anterioridade nonagesinal (alienia c) ->Após 90 dias da majoração ou criação.

Obs => tributo criado entre -> jan até 2 de outubro (aproximadamente setembro) -> paga
em janeiro (anterioridade anual), se for entre depois 2 outubro em seguintes -> paga 90 dias
depois.

Há exceções ->

IPI -> regra é a anterioridade nonagesional (90 dias depois)

Estes tributos não precisam seguir a regra da anterioridade -> Importação, exportação, IOF,
imposto extraordinário e empréstimos compulsórios para calamidade publica e guerra.

Aula 8 -> Falsa Isenções na CF ->

São isentas de -> cuidado -> Deve-se ler IMUNIDADES.

A) art. 195,#7 CF -> Afastamento de contribuições da seguridade social para aquelas


entidades beneficentes.

B) art. 184, #5, CF -> afastamento de impostos federais, estaduais e municipais no caso de
transferências de bens imoveis desapropriados para fins de reforma agrária.

Isenção -> norma infraconstitucional.


Imunidade -> CF

Em outras palavras, o art. 195 e art.184 são IMUNIDADES e não isenções.

Aula 9 - Imunidade recíproca ->

Art. 150, inciso 6, alienia a - CF -> Patrimônio, renda ou serviços.

É vedada a cobrança mútua de impostos -> U, E, DF, M -> estende para autarquias e
fundações publicas.

Isonomia entre as politicas politicas, pacto federativo, igualdade entre elas. As entidades
politicas não são hierarquizadas.

Tem que saber a qualificação dos impostos (estadual, municipal) porque há imunidades entre
entidades políticas.

Observação -> # 2 do art. 150


A lógica é que governo não cobre imposto de governo.

Sociedades de economia mista, empresas publicas não tem imunidades em relação a impostos
sobre patrimônio, renda ou serviços. Entretanto, há exceções de alguns, pois acabam
desempenhando atividades típicos do estado, ai eles acabam entrando como imunes
(infraero, alguns hospitais)

Aula 10 - Imunidade para música -> EC 75/13

Art. 150, inciso VI, alínea E da CF -> ingressou com uma emenda constitucional (75 de
2013)

Música brasileira protegida. Contra a propriedade imaterial e pirataria

Art. 184, #2 do CP

Sumula 512 do STJ

Redução dos tributos da obra artística musical para que o preço do original diminua para
competir com os produtos piratas.

Afastaram o ISS (estúdio) e o ICMS -> (IPI continua existindo) industria fonográfica

Aula 11 -> Exclusão do Crédito Tributário -> Isenção e Anistia

Isenção -> exclui o credito tributário


Anistia -> exclui o credito tributário
Nao extinguem o credito e nem suspendem e sim EXCLUEM O CREDITO
TRIBUTÁRIO.

Art. 175 do CTN E seguintes.

Os dois institutos excluem o credito tributário e desoneração, alem do mais, dependem de


lei (ICMS é uma exceção, pois depende de convênio -> ratificados por decreto legislativos -
> Executivo), Anistia e inserção também são causas inibitórias de lançamento (vem antes do
lançamento), ambas atingem a obrigação principal (as secundarias, assessorias permanecem
inalteradas);

Remissão -> Extinção do credito (depois do lançamento)


Isenção e Anistia -> exclui o credito o tributário (antes do lançamento)

Lei especifica - art. 150, #6 da CF -> para isentar/anistia -> beneficio fiscal ou tributo.

Isenção -> para tributo.


Anistia -> não é para tributo e sim para multa.

Interpretação -> de anistia e anistia -> Ocorre de maneira LITERAL. Ou seja, se fala que é
categoria x a isenção, somente será essa categoria, não há analogia, não há comparativo. Ex-
Isenção de IPI para taxista não se APLICA ao UBER e 99 etc.
Art. 111 do CTN, inciso 1.

Aula 12 -> Empréstimo compulsória ->

Tributo - 5 informações importantes ->

A) Art. 148 da CF.


B) Competência para criar -> privativa da UNIÃO -> somente a união pode criar o
empréstimo compulsório.
C) Lei complementar -> CEGE (Contribuição residual + Empréstimo compulsório +
IGF + Imposto residual) -> estes são criados e majorados por meio de lei complementar. (A
regra é que a lei ordinaria crie e majore impostos, com excecao destes tributos CEGE que
são criados por meio de lei complementar)
D)Quando a união poderá criar o empréstimo compulsorio -> apenas estas três hipóteses -
> guerra externa ou sua iminência; calamidade publica; investimento publico de caráter
urgente e relevância nacional.
F) Principio da anterioridade -> previstos no art. 150, CF -> criado ou majorado ou tributo
-> só pode ser cobrado no próximo exercicio - ano que vem ou + de 90 dias.

Guerra externa ou sua iminência + calamidade publica => NAO PRECISAM RESPEITAR
O PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE. Podem ser cobrados imediatamente. Entretanto
quando for investimento publico de caráter urgente -> respeitar a anterioridade do exercício.

Aula 13 -> Taxas

5 informações importantes ->

A) Art. 145, II CF e art. 77 a 80 CTN


B) Competencia para criar -> UNIÃO +ESTADOS + DF + MUNICÍPIOS podem criar.
Competencia comum
C) Taxa criada por lei ordinária (segue em regra geral)
D) Quando pode ser criado uma taxa?

D1) Em razão do poder regular do poder polícia -> Art. 78 do CTN -> Toda vez que
nos contribuintes precisamos de uma autorização -> atividade, direito nosso -> Ex -> Abrir
uma pizzaria -> taxa de alvará; Passaporte. TCFA -> taxa de controle e fiscalização
ambiental; TFA -> taxa de fiscalização de anúncios. Fiscalização -> poder regular de
fiscalizacao do poder de policia

D2) Em frente a utilização efetiva ou potencial de servico publico especifico e divisível


Servico publico
Específico
Divisível

Olho e vejo qual exatamente o serviço que é -> especifico


Mensuração cada contribuinte -> divisível
Coleta de lixo individual -> serviço publico especifico e divisível -> Constitucional
Não pode ser de iluminação publica, segurança publica.
Utilização -> efetiva (agora) mas potencialmente (serviço está na localização)

E) A base da calculo da taxa não pode ser idêntica dos impostos.


Sumula vinculante 29 -> pode ter um ou mais elementos do imposto.

Aula 14 -> Competência para legislar o direito tributário

Competência -> para criar normas para regular as relações jurídico tributário.

Art. 24 da CF -> União e Estados e Distrito Federal -> competencia para legislar
(concorrente)

Cabendo a união -> normas gerais de direito tributário


Cabendo o Estado e Df -> normas suplementares de direito tributário (complementar e
subsidiária, quando neste ultimo caso a União não legislar que é no caso de competencia
plena.)

Ex -> IPVA-> Todos os estados acabaram legislando sobre. Entretanto a competência é da


UNIÃO, mas como a união não legislou, os estados ganharam a competência plena.

Obs- Se a União vier legislar sobre legislação estadual -> não revoga, mas a eficácia fica
suspensa. Prevalece a legislação federal

Municípios -> Tem competência para legislar sobre o direito tributario, servindo para
suplementar legislação federal e estadual-> art. 30 da CF ->

Aula 15 -> Execução fiscal ->

Acao de cobrança do fisco em relação ao credito tributário.

O fisco tem 5 anos para constituir esse credito tributário (Decadência) ->

O fisco tem 5 anos para cobrar esse credito tributário (prescrição)

Título executivo -> CDA (certidão de divida ativa) ->

O Fisco realiza lançamento -> notifica de lançamento para o contribuinte -> 30 dias para
dizer o que vai fazer -> pagar, faz nada, etc -> o fisco tem 5 anos para ajuizar a ação judicial.

Para o fisco ingressar com a execução o fisco precisa do título de executivo (que se chama
CDA, com os requisitos do art 202 de CTN, sob pena NULIDADE, entretanto sanável).

O sujeito passivo não pode ser alterado na CDA (sumula)

Da execução fiscal o contribuinte pode se defender dos seguintes meios->

Exceção da pré executividade (matéria de ordem publica e sem dilação probatória) -> sem
prazo

embargos da execução fiscal(qualquer matéria pode ser defendida). Tem que ter garantir
o juizo (penhora de bens, proprios ou de terceiros, depósito ou apresentação de seguro
garantia, carta fiança bancaria) -> 30 dias Contatos da garantia do juizo
ação anulatória ->

mandado de segurança repressivo -> 120 dias da ciencia do auto coator

Aula 16 -> Obrigação tributária ->

Art. 113 CTN ->

1)Obrigação principal -> normalmente pecuniária (pago, mesmo que multa)

2)Obrigação acessória -> Corresponde as obrigações de fazer e não fazer que o sujeito
passivo a fim de facilitar e arrecadação -> emitir nota fiscal, escriturar, declarar renda. Não
receber mercadorias sem a nota fiscal. Apesar do nome, ela não tem a ver com a obrigação
principal.

Pode acontecer do sujeito não ter a obrigação principal, mas tem a obrigação acessória.

A única pessoa que não tem obrigação acessória -> isenta de imposto de renda

Imunidade/ Isenção/ normal


OTP/ OTP/ OTP
OTA/OTA/OTA

Obrigação tributario principal -> OTP


Obrigacao tributário acessória -> OTA

A inobservância da OTA -> paga multa -> vira OTP


Acessória vira principal quanto a punilidade

Aula 17 -> Competência tributaria

É a outorga de poder concedida pela CF -> U, E, DF, M para eles criarem e majorarem
tributo.

A CF nao cria tributos, a CF da poderes aos U,E,DF, M para criarem.

INDELEGÁVEL -> se a CF fala que é da U, A U nao pode delegar para outrem.


(U -> união)

Impostos, taxas, contribuições de melhorais, contribuicoes e empréstimos compulsórias

Competencia indelegavel

Em relacao aos impostos ->


U -> 153, 154 CF -> impostos -> PERITO + IGF -> IPI + IE + IR + II + IOF +IGF
+IMP RESIDUAL + IEG

E -> 155 CF => IPVA +ICMS + ITCMD


DF -> 155 CF-> IPVA +ICMS +ITCMD + IPTU + ISS + ITBI

M-> 156 CF -> IPTU +ISS +ITBI

Em relação aos outros tributos ->

Taxas -> U +E+DF +M

Contribuição de melhoria -> U+E+DF+M

Contribuicoes (social, CIDE, interesse contribuição de categoria,COSIP) -> regra geral é a


União, com duas exceções -> art. 149, #1, CF -> previdenciária do servidor publico criada
pelo ente do servidor publico; COSIP -> art. 149 A da CF -> municípios e DF)

Empréstimo compulsório -> SOMENTE UNIÃO

Aula 18 -> responsabilidade tributaria ->

Responsável tributário é o sujeito passivo.

Sujeito passivo -> é aquele que tem o dever de pagar o tributo. Previsão no art. 121 do CTN.

Pode ser classificado em duas formas>

A) Contribuinte -Relação direta e pessoal com fato gerador (aquele que pratica o fato
gerador)

B) Responsável tributário -> Sem ter praticado o fato gerador, mas por ter uma relação
indireta com o fato gerador -> a lei lhe impõe o dever de pagar o tributo (relação indireta)
(IPTU de uma criança menor -> pais pagam)

A responsabilidade tributária decorre de LEI -> art. 123 CTN -> as convenções particulares
não podem ser opostas perante o fisco para modificar a sujeição passiva.

Contrato de locação -> locatário paga o IPTU (propriedade) -> na esfera tributaria não vale
qualquer tipo de acordo.

Aula 19 -> Denuncia Espontânea ->

Art. 138 do CTN

Quando há denuncia espontânea -> o contribuinte verifica que tem um tributo e resolve
pagar por livre espontânea. Não paga a multa tributária.

A divida do tributo -> valor do principal + valor do juros + multa tributária

Denuncia espontânea -> antes do procedimento administrativo -> nao paga a multa
tributário. Ele paga juros.
Sumula 360 STJ -> tributos sujeitos por homologação, uma vez declarados e pagos a
desempo -> nao tem direito a denuncia espontânea.

Sujeito a homolagacao -> art. 150 CTN -> Quando a lei determina que o próprio
contribuinte faz tudo sozinho. Verifica que fez fato gerador, faz o calculo e recolhe. Ele paga
antecipadamente o tributo.

EX ->

IPI -> 2017 -> Obrigacao tributária -> principal e secundaria. Não cumpre a principal, mas
cumpre a secundaria. Ele entrega a declaração - ‘devo tal coisa’ -> não paga -> não tem
direito a denuncia espontânea.

A denuncia espontânea tem que ocorrer ANTES de qualquer procedimento


administrativo.

Aula 20 -> Contribuição de melhoria

5 informações importantes

1- Previsão legal -> Art. 145, III, CF + art. 81 e 82 do CTN


2- Competencia -> comum a UNIÃO, ESTADOS, DF, MUNICÍPIOS
3- Lei ordinária -> criado ou majorado lei ordinária
4- Quando pode ser criado -> frente a uma obra publica que decorra de valorização
imobiliária. (OBRA PÚBLICA + VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA)
5- Quando criado uma contribuição de melhoria -> deve respeitar -> limite total e limite
individual (LIMITE TEM QUE SER CUMULATIVO de toda obra mais individual)

Limite total -> Quanto foi gasto com a contribuição de melhoria


Limite individual -> Quanto valorizou para cada parte.

Aula 21 -> Sujeição passiva solidária

Art. 124 CTN


Apenas duas hipóteses ->

Tem que tá na lei ou interesse comum na constituição de fato gerador


(Expressa visão legal + constituição do fato gerador_

4 efeitos da sujeição passiva solidária ->

-A solidariedade não comporta beneficio de ordem


-o pagamento efetuado por um dos obrigados APROVEITA aos demais (art. 125, I CTN)
-A isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados, SALVO se outorgada
pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo
saldo;
-A interrupção da prescrição, em favor ou contra um dos obrigados, favorece ou prejudica
aos demais

Isenção -> Lei diz que nao precisa pagar a multa


Remissão -> perdão da divida paga ao tributário

Aula 22 -> Medida Provisória

CF -> outorga poderes aos U, E, DF, M para criarem tributos. Via de regra, lei ordinária.

Salvo, o CEGI -> Lei complementar -> Contribuição s.residual, empréstimo compulosorio,
imposto residual e Imposto sobre grandes fortunas

Art. 62, #2 CF -> MEDIDA PROVISÓRIA poderá criar e majorar IMPOSTOS, desde
que observados dois requisitos -> A) o imposto tem que ser criado lei ordinária; b)
Medida provisória tem que ser convertida em lei ordinaria até o final do exercicio do
ano que ela foi criada (em razão da lei da anterioridade)

5 impostos que não precisam do requisito b para ser cobrada

IEG, II, IE, IOF, IPI (IPI precisa aguardar 90 dias)

STF -> Medida provisória pode criar qualquer tributo, mas tem que seguir os dois requisitos.
(Medida provisória não adentra tributos criados via Lei Complementar)