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MANUAL DE

DINÂMICAS DE
GRUPO

1
ÍNDICE

INTRUDUÇÃO ........................................................................................3

DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO...........................................................4

DINÂMICA DE CRIATIVIDADE...............................................................11

DINÂMICA DE ORGANIZAÇÃO..............................................................17

DINÂMICA DE EQUIPE...........................................................................19

DINÂMICA DE COMUNICAÇÃO..............................................................42

DINÂMICA DE ATENÇÃO.........................................................................47

2
INTRODUÇÃO

Condutores:

O condutor deverá atuar como facilitador, auxiliando e orientando os


candidatos, fornecendo instruções claras sobre a atividade, além de controlar o
ritmo da dinâmica. Este condutor pode ser o Franqueado, Gerente ou até
mesmo outro profissional da Franquia que esteja responsável pela contratação.

Deverá observar e registrar os comportamentos e competências dos


candidatos, apresentadas relacionadas ao cargo.

No final, fazer a analise dos dados observados e decidir pelos candidatos que
passarão para a próxima etapa do processo (entrevista final).

Requisitos Básicos ao Desempenho do Condutor da Dinâmica de Grupo:

a) Saber ouvir e interpretar;


b) Ter habilidade para sintetizar os comentários pessoais e grupais;
c) Estar sensível aos movimentos do grupo, percebendo-os e dando rumo
adequado;
d) Estabelecer uma comunicação clara e objetiva;
e) Promover um relacionamento agradável e estar aberto as opiniões
contrarias;
f) Procurar não expressar sua opinião pessoal, ou polemizar;

Os elementos de uma dinâmica

Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.

Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica


(TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...).

Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a


aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde
as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.

Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.

Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu


desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.

Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo


para o desenvolvimento da dinâmica.

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Tipos de técnicas/dinâmicas

1. Dinâmica de Apresentação
Ajuda a apresentarem-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou
de onde venho o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e
penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar
a vontade das pessoas.
Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que
sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM PROCESSO


SELETIVO

1.1 - APRESENTAÇÃO EM DUPLA.

Objetivo: Interação do grupo e apresentação pessoal invertida.


O orientador solicita-se ao grupo para formar duplas, aleatoriamente.
Material: Não é necessário. (se alguém quiser escrever, pode entregar folhas e
canetas)
Desenvolvimento: A dupla conversa durante dez minutos, aproximadamente,
falando de si mesmo (nome, estado civil, idade, filho, hobby, característica
marcante, etc...).
Após o tempo estipulado, o grupo, reúne-se novamente. O participante A
apresenta o participante B e vice-versa; repete-se o processo com todos os
integrantes.
O condutor pode interagir com o grupo fazendo perguntas e esclarecendo
dúvidas que pode surgir.

1.2 - DINÂMICA: QUEM SOU EU?


OBJETIVO: Obter conhecimento das pessoas do grupo e integração.
MATERIAL: Uma cartolina para cada participante, Canetas, lápis, revistas e
sucata.
PROCESSO: O instrutor deverá distribuir o material entre os participantes,
dando a instrução de que cada um irá colocar da forma que quiser no papel a
resposta para a pergunta: QUEM SOU EU?

Cada participante irá apresentar seu cartaz para o grupo todo.


Dica: O orientador poderá interagir com o candidato que está apresentando.

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1.3 - PASSAPORTE PARA INGRESSAR AO MERCADO DE TRABALHO

Objetivos: Analisar a criatividade, organização e apresentação pessoal do


candidato.
Material: Cartolinas coloridas cortadas ao meio, canetas, lápis, tesoura, cola,
revista.
Desenvolvimento: Todos os participantes irão fazer um passaporte para o
mercado de trabalho. Irão dobrar a cartolina ao meio.
Capa – Colar uma figura que se identifica nome, idade, estado civil e na
apresentação irá falar o porquê escolheu a figura.
1º página – Colar figuras e escrever 3 coisas que gosta e 3 que não gosta (ex.
comida, gestos, palavras, cor, tipo de pessoas, etc.)
2º página – Deve ter características pessoais, 3 pontos positivos como pessoas
e 3 a melhorar.
3º página – Escrever porque acha que merece uma oportunidade de trabalho.
Porque deveríamos contratá-lo.
Depois que todos acabarem, irão apresentar ao grupo.
Dica: O orientador deverá interagir com a pessoa que estiver apresentando,
fazendo perguntas, etc...

1.4 - FILME
Objetivo: Promover a apresentação e integração dos candidatos.
Material: Não é necessário.
Desenvolvimento: Solicite que cada participante pense rapidamente sobre um
filme que tenha visto e do qual tenha gostado muito. Em seguida peça que
cada um se apresente, contando o que faz, onde trabalha (se nunca trabalhou,
em qual área gostaria de trabalhar), o filme preferido e o motivo da escolha.
Dica: Importante o orientado interagir com o candidato, fazendo perguntas.

1.5 - INVENTO
Objetivo: Promover a apresentação e a integração dos participantes.
Material: Solicite que cada participante pense rapidamente sobre um invento
que tenha tido grande significado para a humanidade. Em seguida, peça que
se apresentem, contando o que faz, onde trabalha, o invento escolhido e o
motivo da escolha.
Dica: Importante o orientado interagir com o candidato, fazendo perguntas.

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DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS EM PROCESSO SELETIVO E
TREINAMENTO

1.6 - MINHA BANDEIRA PESSOAL


Objetivo: Possibilitar aos participantes a identificação das suas habilidades e
limitações propicia um conhecimento mais aprofundado sobre si mesmo.
Poderá também observar a resistência do candidato, a criatividade, quebra de
paradigmas.
Material Necessário: Folhas sulfite, lápis preto, lápis de cor, borrachas.
Desenvolvimento: 1. Grupo espalhado pela sala. Sentados. Dar a cada
participante uma folha sulfite. Distribuir o material de desenho pela sala.
2. Explicar ao grupo que a bandeira geralmente representa um país e significa
algo da história desse país. Nesta atividade cada um vai construir sua própria
bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador.
3. Pedir que respondam a cada pergunta por intermédio de um desenho ou de
um símbolo na área adequada. Os que não quiserem desenhar poderão
escrever uma frase ou algumas palavras, mas o coordenador deve procurar
incentivar a expressão pelo desenho.
4. O coordenador faz as seguintes perguntas, indicando a área onde devem ser
respondidas:
- Qual o seu maior sucesso individual?
- O que gostaria de mudar em você?
- Qual a pessoa que você mais admira?
- Em que atividade você se considera muito bom?
- O que mais valoriza na vida?
- Quais as dificuldades ou facilidades para se trabalhar em grupo?
Dar cerca de vinte minutos para que a bandeira seja confeccionada.
5. Quando todos tiverem terminado, dividir o grupo em subgrupos e pedir que
compartilhem suas bandeiras.
6. Abrir o plenário para comentar o que mais chamou a atenção de cada um
em sua própria bandeira e na dos companheiros. Contar o que descobriu sobre
si mesmo e sobre o grupo.
O orientador pode interagir com o grupo.

1.7 - APRESENTAÇÃO ATRAVÉS DE DESENHOS


Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
Material: Uma folha para desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para
cada participante.
Desenvolvimento:
1.Distribuídos os materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada
qual terá que responder, através de desenhos, à seguinte pergunta:
Quem sou eu?
Dispõem de 15 minutos para preparar a resposta.
2.Os participantes desenham sua resposta
3. A apresentação dos desenhos é feita em plenário ou nas respectivas
equipes. O grupo procura interpretar as resposta. Feita essa interpretação, os
interessados, por sua vez, comentam a própria resposta.

1.8 - DINÂMICA : QUEM SOU EU?


OBJETIVO: Obter conhecimento das pessoas do grupo e integração.

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MATERIAL: Uma cartolina para cada participante e materiais diversos
escolares e sucata.
PROCESSO: 1) O instrutor deverá distribuir o material entre os
participantes, dando a instrução de que cada um irá colocar da forma que
quiser no papel a resposta para a pergunta: QUEM SOU EU?
2) Fechamento com debate, cada um apresentado o seu cartaz.

1.9 - SOU MAIS UM NO NOSSO GRUPO.


OBJETIVOS: Técnica utilizadas que tem por finalidade descontrair as pessoas
e fortalecer a relação interpessoal.
Mateiral: Uma sala ampla, bem iluminada, arejada e cadeiras.
Desenvolvimento: O animador se apresenta falando da importância de todos
se conhecerem. Em seguida, pede que cada participante se apresente no
prazo Maximo de um minuto, dizendo o seu nome e qualquer outro assunto
que achar importante para a sua identificação.

OBSERVAÇÃO: E importante que as pessoas, ao se apresentarem, utilizem


sempre a expressão: “Meu nome e..., sou um no nosso grupo.”

1.10 - PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO


Objetivo: Promover a apresentação dos candidatos.
Material: Folhas para preenchimento e canetas.
Desenvolvimento: Peça aos participantes para preencher o formulário e em
seguida peça para trocarem os formulários. Cada participante deverá fazer a
apresentação do outro participante.
Formulário:
01 Nome....................................................................................................

02. Apelido..................................................................................................

03. Idade.....................................................................................................

04. Estado civil............................................................................................

05. Composição familiar..............................................................................

06. Graduação/Escola.................................................................................

07. Um esporte............................................................................................

08. Um lazer................................................................................................

09. Uma qualidade......................................................................................


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10. Um defeito.............................................................................................

11. Uma alegria...........................................................................................

12. Uma tristeza..........................................................................................

13. Um sonho..............................................................................................

14. Um medo...............................................................................................

15. Uma esperança.....................................................................................

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM TREINAMENTO

1.11 - Confecção de Jornal


Objetivo: Conhecer as expectativas do grupo diante do treinamento.
Material: Folha de flip-chart ou cartolinas – 2 para cada grupo.
Canetas, lápis, canetinhas coloridas, revistas, jornal, tesoura, cola, barbante.
Desenvolviemnto: Cada grupo irá confeccionar dois jornais.
1º data de hoje (1º dia de treinamento)como o grupo está hoje, diante do
mercado de trabalho, como estão meus recursos de trabalho no dia-a-dia.
2º data do último dia de treinamento. Como queremos ficar após o treinamento,
quais são nossas expectativas, o que precisamos melhorar para ficar mais
competitivo ao mercado de trabalho. Quais recursos que nos falta no dia-a-dia,
etc...
Tempo: 30min. Para executação.
Cada grupo irá colocar os jornais nas paredes e apresentar para o grupo.
Dia-a-dia iremos verificar se estamos caminhando para atender as
expectativas.
No último dia iremos finalizar.

1.12 - CARTA A SÍ PRÓPRIO


Objetivos: Levantamento de expectativas individual, compromisso consegue
próprio, percepção de si, autoconhecimento, sensibilização, reflexão,
automotivação, absorção teórica
Instruções: Individualmente, cada treinando escreve uma carta a si próprio,
como se estivesse escrevendo a seu (sua) melhor amigo (a).
Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do
evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente
daqui a 30 dias.
Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).

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O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e,
após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).

1.13 - DINÂMICA DA EMPATIA


OBJETIVO: Integração. Proporcionar o maior conhecimento do outro e de si
mesmo.
TEMPO REQUERIDO:30 minutos.
MATERIAL: Mesas e cadeiras
Desenvolvimento: 1) O instrutor deverá solicitar que os participantes formem
pares.
2) Informar que terão um tempo de 2 minutos para cada um; contar o que
quiser sobre ele: profissão, hobby, planos, preferências e etc.
3) Encerrado o tempo solicitar que cada um se apresente como se fosse o
outro.

1.14 - JOGO COMUNITÁRIO -


Objetivo: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos
outros participantes.
Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem
uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o
nome da pessoa), receba esta flor que o senhor... (diz o nome da pessoa da
direita) lhe enviou...
Entrega aflor. A pessoa seguinte deve fazer à mesma coisa. Quem trocar ou
esquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por
exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez
de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto
mais rápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.

1.15 - DINÂMICA BINGO GAME


OBJETIVO: Promover a integração e desinibição – grupal.
Promover a memorização dos nomes e o conhecimento interpessoal.
MATERIAL: Folha para cada membro do grupo com as instruções e lápis.
Desenvolviemnto: O instrutor lê as instruções em voz alta e as distribui a cada
membro do grupo. São dados 10 minutos para o cumprimento da tarefa
individual.
O instrutor observa o comportamento de cada elemento, apresenta os que
concluíram a tarefa e analisa a atuação dos que tiveram o resultado final
favorecido.
INTRODUÇÃO : O quadro abaixo contém 25 características pessoais.
Investigue entre os participantes quais dessas características, estão presentes
no grupo. Escreva o nome das pessoas nos campos correspondentes às
características que possuem, observando:
- Em cada campo você só poderá colocar um único nome.
- Cada nome não poderá constar em mais de um campo.

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1) 2) 3) 4) 5)
NASCEU NA É CASADO NUNCA TEM 2 JOGA
CAPITAL DE ESTEVE FILHOS FUTEBOL
SÃO PAULO NESTA SALA
ANTES
____________ ____________
_ _ ____________ ____________ ____________
_ _ _
6) 7) 8) 9) 10)
FALA OUTRA É BOM DESFILOU TEM CARRO GANHOU NA
LÍNGUA COZINHEIRO NUMA VERMELHO LOTO OU NA
ESCOLA DE ESPORTIVA
SAMBA
____________ ____________ ____________ ____________
_ _ ____________ _ _
_

11) 12) 13) 14) 15)


SABE NADAR TEM UM NÃO COME É FILHO SABE
CACHORRO CARNE ÚNICO DANÇAR

____________ ____________ ____________


_ _ ____________ ____________
_ _

16) 17) 18) 19) 20)


TEM RÁDIO – GOSTA DE JÁ VOTOU É PRATICA
RELÓGIO NOVELAS PARA SINDICALIZA DEFESA
PRESIDENTE DO PESSOAL

____________ ____________ ____________


_ _ ____________ ____________ _
_ _

2. Dinâmica de Criatividade

Objetivos:
Avaliar habilidade de mudança de paradigmas;
Avaliar a criatividade e habilidade de iniciativa (criar e inovar);
Avaliar agilidade mental; raciocínio lógico; pensamento estratégico;
Avaliar habilidade de negociação (visão de negócios);
Avaliar habilidade de relacionamento interpessoal;
Avaliar habilidade de trabalhar sob pressão.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS EM PROCESSO SELETIVO E


TAMBÉM EM TREINAMENTO

2.1 - ABRIGO SUBTERRÂNEO

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Objetivos: A Atividade tem por finalidade avaliar a comunicação dos
candidatos, e o trabalho em equipe. Oferece abertura para diagnosticar as
formas de argumentação, poder de persuasão, iniciativa, capacidade de
imaginar, criar e persuadir. Esclarecer valores e conceitos morais. Provocar um
exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente
quando os valores e conceitos morais estão em jogo.
Desenvolvimento: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir
distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que
façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência.
Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal,
procurando-se alcançar um consenso. Forma-se novamente o grupo maior,
para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se
um debate sobre a experiência vivida.

Abrigo subterrâneo

Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se


um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo
que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar
no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.

- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do


manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;
- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;
- Uma prostituta, com 34 anos de idade;
- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
- Uma universitária que fez voto de castidade;
- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder
levar consigo sua arma;
- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
- Uma menina com 12 anos e baixo Q.I.;
- Um homossexual, com 47 anos de idade;
- Um débil mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos

2.2 - JORNAL FALADO – EQUIPE


Objetivos: Atividade ampla em que podemos avaliar a criatividade,
organização, comunicação e o trabalho em equipe.
Material: Revistas e Jornais. Cartolinas, canetas, cola, tesoura.
Pontos a serem avaliados: 1- Organizar informações sobre um determinado
assunto; 2- Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de
cooperação e socialização; 3- Sintetizar idéias e fatos; 4- Transmitir idéias com
pronúncia adequada e correta.
Desenvolvimento: 1- Formar pequenos grupos;
2- O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa (podem ser
reportagens de jornais e revistas);
3- Cada grupo pesquisa e estuda o tema;
4- Cada grupo sintetiza as idéias do tema;
5- Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa;
6- Apresentação do jornal ao grupão.

2.3 - DINÂMICA SOZINHO.


Objetivo: Refletir sobre necessidade de pré- venda, acompanhamento a

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cliente, descontrair, “quebrar o gelo”.
Material: Equipamento de som ( CD, cassete ou similar) e letra da musica
“SOZINHO”
A quem se destina: Grupos de qualquer tamanho, onde o enfoque seja
“Atendimento & Venda”.
Desenvolvimento: O facilitador deve comentar que existe uma musica que,
aparentemente, e a tremenda “dor de cotovelo”, porem, na verdade, e um
desabafo de um cliente abandonado pelo seu melhor vendedor. A seqüência e
assim:

a) Distribuir a copia da musica “Sozinho”( conforme modelo adaptado, a seguir)


– pode-se utilizar transparência ou projetor multimídia e “ir soltando”cada
trecho, aos poucos.
b) Cantar com o grupo, efetuando as pausas, conforme a comparação de cada
tópico ou trecho da musica – Exemplo:
TRECHO: “As vezes no silencio da noite, eu fico imaginando nos dois... Eu
fico, ali, sonhando, acordado, juntando o antes, o agora e o depois”.

COMENTÁRIO: Imagino, penso em quanto nos éramos parceiros...você estava


sempre comigo. Agora, estou aqui, pensando no que passou: nos negócios que
realizamos, como poderia ser agora e como seria bom no futuro!
c) Proceder os comentários finais ( grupo e facilitador).

2.4 - A AVENIDA COMPLICADA


Objetivo: Demonstrar a eficiência de um trabalho de equipe. Avaliar o
comportamento do candidato referente à organização e o relacionamento
interpessoal e grupal. Verificar agilidade mental, pensamento estratégico,
raciocínio lógico, persistência, liderança e argumentação.
Material: Uma cópia para cada membro da avenida complicada, caneta.
Desenvolvimento: 1. A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de
trabalho que resolva com máxima rapidez o problema da avenida complicada;
2. O coordenador formará subgrupos de 3 a 5 pessoas, entregando a cada
participante uma cópia da avenida complicada;
3. Todos os subgrupos procurarão resolver o problema da avenida complicada,
com a ajuda de toda a equipe;
4. Obedecendo as informações constantes da cópia a solução final deverá
apresentar cada uma das cinco casas caracterizada quanto a cor, ao
proprietário, a condução, a bebida e ao animal doméstico;
5. Será vencedor da tarefa o subgrupo que apresentar por primeiro a solução
do problema;
6. Terminado o exercício, cada subgrupo fará uma avaliação acerca da
participação dos membros da equipe na tarefa grupal;
7. O coordenador poderá formar um plenário com a participação de todos os
membros dos subgrupos para comentários e depoimentos.
A Avenida Complicada
A tarefa do grupo consiste em encontrar um método de trabalho que possa
resolver, com a máxima brevidade possível, o problema da avenida
complicada.
Sobre a avenida complicada encontram-se cinco casas numeradas; 801, 803,
805, 807 e 809, da esquerda para a direita. Cada casa caracteriza-se pela cor
diferente, pelo proprietário que é de nacionalidade diferente, pela condução
que é de marca diferente, pela bebida diferente e pelo animal doméstico
diferente.

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As informações que permitirão a solução da avenida complicada são: As cinco
casas estão localizadas sobre a mesma avenida e no mesmo lado. O mexicano
mora na casa vermelha, O peruano tem um carro mercedes-benz, O argentino
possui um cachorro, O chileno bebe coca-cola, Os coelhos estão a mesma
distância do cadilac e da cerveja, O gato não bebe café e não mora na casa
azul, Na casa verde bebe-se whisky, A vaca é vizinha da casa onde se bebe
coca-cola, A casa verde é vizinha da casa direita, cinza, O peruano e o
argentino são vizinhos, O proprietário do volkswagem cria coelhos, O chevrolet
pertence a casa de cor rosa, Bebe-se pepsi-cola na 3 casa, O brasileiro é
vizinho da casa azul, O proprietário do carro ford bebe cerveja, O proprietário
da vaca é vizinho do dono do cadilac, O proprietário do carro chevrolet é
vizinho do dono do cavalo.
Resposta:

Obs.: Pode ser que algum grupo consiga montar uma resposta diferente desta,
o importante é que todos os itens relacionados não se repitam, por exemplo, ter
dois animais na mesma casa, etc. E também que a ordem não interfira aos
detalhes como o proprietário da vaca ser vizinho do dono do cadilac, ou então,
a casa verde é vizinha da casa direita, cinza

801 803 805 807 809


Whisky Cerveja Pepsi Coca-cola Café
Mercedez Ford Volkswagem Cadilac Chevrolet
Peruano Argentino Mexicano Chileno Brasileiro
Gato Cachorro Coelho Cavalo Vaca
Verde Cinza Vermelha Azul Rosa

2.5 - PERSONAGEM
Objetivo: Analisar a apresentação e a criatividade do candidato.
Material: Não é necessário.
Desenvolvimento: Peça para cada candidato pensar rapidamente sobre um
brasileiro (a) de destaque em nosso país, pelo qual sente admiração.
Em seguida peça que cada um se apresente, contando o que faz, onde
trabalha o personagem escolhido e o motivo da escolha.
Dica: O Orientador deve interagir com o candidato que esta se apresentando
fazendo perguntas.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM TREINAMENTO

2.6 - O FEITIÇO VIROU CONTRA O FEITICEIRO.


OBJETIVO: Descontrair o grupo através de brincadeiras e mostrar o lado
criativo e desinibido de cada pessoa em situações que são peculiares a elas
em seu dia-a-dia.
Material: Ambiente descontraído, lugares aberto, papel e caneta.
Desenvolvimento: O animador devera iniciar a dinâmica falando que
esqueceu o nome da técnica, mas assim que se lembrar fala o nome. Entregue

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um pedaço de papel para cada pessoa e pede para escolher um amigo do
grupo que ela acha que tem as mesmas condições de fazer o que ela faz muito
bem: cantar, recitar, contar uma aventura, dramatizar, fazer imitações, etc.
No papel entregue devera constar o nome da pessoa endereçada e a atividade
que ela gostaria de ver a pessoa escolhida desempenhando. Deve constar,
também, um pseudônimo de quem esta enviando para não ser identificado.
Após todos preencherem, o animador recolhe os papeis e diz que finalmente se
lembrou do nome da técnica que esta sendo aplicada. “O Feitiço virou contra o
Feiticeiro”. Isto significa que a atividade que solicitou para o amigo realizar, terá
de ser feita por ela própria, durante no máximo um minuto, no centro do grupo.
O animador pega o primeiro papel e pergunta quem mandou a pessoa X,
tendo como pseudônimo Y realizar a tarefa Z.
Faz com todos o mesmo procedimento e reforçando as pessoas mais
introvertidas, para realizarem a tarefa solicitada para um amigo do grupo,
dizendo: “Você vai fazer da forma que você sabe e que, por sinal, você faz
bem.

OBSERVAÇÃO: Se algum participante não quiser se apresentar para realizar


a tarefa solicitada ao amigo, no decorrer da dinâmica, logicamente no final será
identificado, quando todos já tiverem desenvolvido a atividade. O animador
deve reforçar positivamente cada participante na hora de executar a tarefa,
solicitando uma salva de palmas ao termino de cada apresentação.

2.7 - SACO QUENTE.


OBJETIVOS: Iniciar o processo de coesão do grupo e prepara as pessoas
para as próximas atividades. Em uma analogia, seria como o aquecimento das
turbinas de um avião antes de decolar.
Material: Uma sala ampla, bem iluminada, arejada, cadeiras e um saquinho de
pano com elástico na boca.
Desenvolvimento: O instrutor pede para fazerem um circulo sem deixar lugar
vago. Fala que o grupo vai reviver o tempo de infância e brincar um pouquinho.
Escolhe uma pessoa próxima a ele e pede para ela segurar o saquinho e diz:
“Ele deve estar muito quente? O que será que vai acontecer?”
Fala que vai ficar de costas para o grupo enquanto o saquinho vai passar de
mão em mão , não podendo ser jogado, pois o grupo e o fiscal e vai observar
com quem esta na hora que mandar parar.
Quando o animador falar “pode parar”quem estiver com o saquinho na mão vai
ate o centro do grupo. Tira de dentro do saquinho um papel e faz um
comentário sobre o assunto escrito , olhando sempre para todos os membros
do grupo, durante três minutos. Apos a fala ou permanência no centro do
grupo, inicia-se nova rodada começando sempre por quem pagou a tarefa.

OBSERVAÇÃO: O animador deve controlar as voltas do saquinho, nunca


mantendo o mesmo ritmo, deixando-o dar meia volta, uma volta e as vezes ate
quatro voltas para aumentar a motivação entre os participantes. Os papeis
deverão ser colocados no saquinho antes do inicio da dinâmica, com os
seguintes temas: prego sem cabeça, papagaio mudo, fósforo queimado, lua de
dia, rio sem água ou qualquer frase que normalmente não e usada.

2.8 - DINÂMICA DO BOMBOM


Objetivo: Eleva os sentimentos do grupo
Tamanho do Grupo: 20 participantes
Tempo Aproximado: 15 min.
Material: Caixa de bombom.

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Desenvolvimento: Peça ao grupo que elejam um dos participantes, como
sendo a revelação do grupo, entregue a pessoa escolhida a caixa de bombons
embrulhada, em seguida inicie a leitura do texto para que ela não tenha tempo
de abrir o presente
Você foi a revelação do mês, e por esse motivo será presenteado...Mas, como
você é muito inteligente, entregue seu presente a pessoa que você acha mais
sincera.
SINCERA-Apesar de ser sincera, esse presente não é para você. Entregue a
pessoa que você considera mais Honesta.
HONESTA - Essa é uma das mais importantes características que uma pessoa
pode ter. Por gentileza, entregue a pessoa mais Prestativa.
PRESTATIVA - Se preocupa com tudo e com todos. Motivo esse suficiente
para você entregar a pessoa mais Otimista.
OTIMISTA - Excelente... Sempre quer mais e mais, mas vamos pensar no
próximo, entregue a pessoa mais Elegante.
ELEGANTE - Você não pode engordar, então entregue a pessoa mais
Atenciosa.
ATENCIOSA – Sempre atenta a tudo, né. Com certeza já percebeu que não é
para você. Entregue a pessoa mais esforçada.
ESFORÇADA – Se desdobra em tudo o que faz para obter sucesso pessoal e
profissional. Então passe o presente a pessoa mais Alegre.
ALEGRE – Que alegria contagiante, passe o presente a pessoa mais calma.
CALMA – Como a qualidade já diz: “Calma”, não é seu ainda, passe para a
pessoa mais inteligente.
INTELIGENTE – Por ser inteligente, seja inteligente e entregue a pessoa mais
Responsável.
RESPONSAVEL – Responsabilidade é seu forte, seja responsável e entregue
o presente a pessoa que você considera mais Profissional.
PROFISSIONAL – Que legal, o responsável te elegeu como um profissional,
mais ainda não é sua vez, passe para o Ambicioso.
AMBICIOSO – Apesar de ser ambicioso, você passará seu presente para a
pessoa mais vaidosa.
VAIDOSA – Continue assim, mas passe para o mais Curioso.
CURIOSO – Curiosidade mata, não abra o presente porque não é seu, passe
para o mais Cativante.
CATIVANTE – Admirada pela facilidade de cativar pessoas, entregue o
presente ao mais esperto.
ESPERTO – Espertinho, não é seu este presente, passe para o mais bonito.
BONITO – Que beleza essa sua, mas o presente deverá ser passado ao mais
Carinhoso.
CARINHOSO – Carinho é o sentimento que as pessoas mais precisam, seja
carinhoso e entregue o presente para a pessoa mais ingênua.
INGENUA – Ingenuidade não significa não saber das coisas, prove isso para
todos e entregue a pessoa que você considera um verdadeiro Amigo.
AMIGO – PARABENS, O PRESENTE CHEGOU AO DESTINO, MOSTRE
PARA TODOS QUE É SER AMIGO REALEMTE, ABRA SEU PRESENTE E
FAÇA O QUE TODO AMIGO FARIA EM SEU LUGAR.

Estimule para que entregue um bombom a cada participante,


Procure identificar o sentimento de cada um antes de proseguir

2.9 - DINÂMICA : TEMPESTADE DE IDÉIAS


OBJETIVO: Identificar a espontaneidade e o ponto de vista das pessoas.

15
TEMPO REQUERIDO: 30 minutos.
MATERIAL: Bola e lousa.
Desenvolvimento: 1) O instrutor deverá dar um tema ao grupo para que as
pessoas expressem sua opinião em apenas uma palavra, quando alguém lhe
jogar a bola.
2) A bola não pode ficar mais do que 5 segundos na mão do participante sem
que este fale alguma palavra. Assim que este falar a sua palavra joga a bola
para a outra pessoa, e assim por diante.
3) O fechamento deve ser em debate.

3. Dinâmica de Organização
Objetivos:
Avaliar a habilidade de negociação (visão de negócios);
Avaliar a rapidez de trabalhar em equipe;
Avaliar a agilidade mental; raciocínio lógico; pensamento estratégico;
Avaliar a iniciativa de imaginar, criar e implementar novas idéias;
Avaliar a habilidade de relacionamento interpessoal;
Avaliar a habilidade de trabalhar sob pressão;
Avaliar a habilidade de liderança e gerenciamento.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS EM PROCESSO SELETIVO


TREINAMENTO

3.1 - SOLUÇÃO CRIADORA DE UM PROBLEMA


Objetivos: Ao aplicar esta dinâmica pode-se avaliar organização, criatividade e
trabalho em equipe. Avaliar a habilidade de mudança de paradigmas,
criatividade, habilidade para trabalhar sob pressão, percepção, iniciativa de
imaginar e criar novas idéias, Observar atitudes grupais e explorar influências
interpessoais na solução de um problema.
Material: Papel e lápis ou caneta.
Desenvolvimento: O animador esclarece que se trata da solução criadora de
um problema, para o qual deve ser procurado um consenso. Todos deverão
prestar atenção acerca do processo da discussão, pois no final será analisado
pelo grupo.
A seguir, o animador expõe o problema a ser solucionado pelos subgrupos (de
3 a 5 pessoas, dependendo do numero total de alunos participantes) , durante
10 minutos:

"Anos atrás, um mercador londrino teve o azar de ficar devendo uma grande
soma de dinheiro a outra pessoa, que lhe fez um empréstimo. Este encantou-
se pela jovem e linda filha do mercador. Propôs-lhe então um acordo. Disse
que cancelaria a dívida do mercador, se pudesse desposar-lhe a filha. Tanto o
mercador quanto a sua filha ficaram apavorados. Aí a pessoa que havia
emprestado o dinheiro propôs que se deixasse a solução do caso à
Providência. Para tal, sugeriu colocarem uma pedra preta e outra branca
dentro de uma bolsa de dinheiro vazia, e a moça deveria então retirar uma das
pedras. Se retirasse a pedra preta tornar-se-ia sua esposa e a dívida de seu
pai seria cancelada. Se retirasse a pedra branca, permaneceria com o pai e
mesmo assim a dívida seria perdoada. Mas, recusando-se a retirar a pedra, o
pai seria atirado na prisão e ela morreria de fome. O mercador concordou,
embora constrangido. Eles estavam num caminho cheio de pedras, no jardim
16
do mercador. O credor abaixou-se para apanhar as duas pedras e ao faze-la
apanhou duas pretas e colocou-as na bolsa do dinheiro, que foi visto pela
moça. Pediu então à moça que retirasse a pedra que indicaria não só a sua
sorte, como também a de seu "pai".

Cabe então ao grupo encontrar a solução que a moça encontrou para poder
continuar em companhia do pai e ter a dívida cancelada.
Após 10 minutos, o animador pede aos subgrupos a solução encontrada e
solicita que expliquem o processo usado para chegar à conclusão.
Enquanto todos não tiverem encontrado a solução, pode-se continuar o
trabalho, ficando os subgrupos, que terminaram como observadores, sem
interferir nos debates.
O avaliador pode observar o comportamento dos membros no grupo de
discussão, focalizando as atitudes de:
Membros que pouco participaram;
Pessoas que dificilmente aceitaram as idéias dos outros;
Elementos que ficaram nervosos, inseguros durante o debate;
Demonstração de inibição, etc.

Solução: "A moça do conto meteu a mão na bolsa e retirou uma pedra. Porém,
antes de olhá-lo, desajeitada, deixou-a cair no caminho onde ele logo se
perdeu no meio dos outros".

3.2 - ROLETA DAS FRUTAS.


OBJETIVO: Descontrair o grupo mostrando que todos tem capacidade de
realizar qualquer tarefa solicitada.
Material: Ambiente descontraído, lugares aberto, cadeiras, ficha com letras de
iniciais de frutas e fichas de tarefas.
Desenvolvimento:O instrutor pede que as pessoas façam um circulo para
relembrarem um período rico em brincadeiras da sua infância. Avisa que vai
trabalhar com dois grupos de fichas. Um tem iniciais de frutas e o outro com as
tarefas que serão realizadas no decorrer da dinâmica. Esclarece que cada
pessoa, por vez, falara o nome da fruta correspondente a inicial escolhida.
Quando uma pessoa repetir o nome da fruta já citada ou não se lembrar de
outro nome, realizara uma tarefa: escolhera uma ficha e desenvolvera no
centro do grupo o assunto determinado, durante dois minutos. As tarefas
deverão estar escritas nas fichas em poder do animador: cantar, recitar,
declamar, imitar, dançar e outras. Nas fichas das iniciais, as letras mais
convenientes para desenvolver um trabalho eficaz e fácil, são: A, C, M, P, T e
U.
OBSERVAÇÃO: O animador devera usar fichas com cores diferentes para
distinguir as letras das tarefas. Uma recomendação importante para
proporcionar clima efetivo de descontração e incentivo e que o animador e o
grupo deverão aplaudir a pessoa, apos a realização da tarefa solicitada.

3.3 - DINÂMICA DO EXERCÍCIO DE SAÍDA


OBJETIVOS: a) Aliviar o excessivo controle interno do que o externo, de um
grupo.
b) Liberar as pessoas contraídas, de suas inibições.
MATERIAL: Nenhum.
Desenvolvimento: 1) O instrutor escolhe umas seis a sete pessoas como
membros de ação, que ficam de pé, no centro do grupo, formado um círculo
apertado, entrelaçando os braços.

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2) A seguir, o instrutor destaca uma pessoa, entre as mais inibidas, que fica de
pé dentro do círculo e procura sair do jeito que puder, por cima, por baixo ou
arrebentando a corrente de braços.
3) Os componentes do círculo tentam ao máximo contê-la e não deixá-la sair.
4) O exercício se repete, com outros membros.

5) Ao final haverá depoimentos e contrários acerca da experiência entre os


membros de ação e os observadores.

4.Dinâmica de Equipe
Objetivos:
Avaliar a percepção das pessoas;
Avaliar a habilidade de trabalhar em equipe;
Avaliar a habilidade de relacionamento interpessoal e grupal;
Avaliar a habilidade de liderança e gerenciamento;
Avaliar a comunicação;
Avaliar a habilidade de negociação (visão de negócios);
Avaliar os conceitos a valores pessoais;
Estabelecer um consenso grupal, com valores e conceitos morais em jogo.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM PROCESSO


SELETIVO

4.1 - A ESCOLHA DE UM ASTRONAUTA


Objetivo: Este teste foi adaptado de um teste utilizado pela NASA para avaliar
a capacidade de superação de seus potenciais candidatos a astronautas em
situações difíceis e inusitadas.
Desenvolvimento: “Você esta em um vôo de aproximadamente de 5 horas de
duração. Sai do ponto de partida as 9:00 h da manhã. No meio do caminho o
piloto anuncia que desviou da rota aproximadamente 150 Km e que está em
sérias dificuldades.
Em seguida o avião cai em um deserto e todos os tripulantes morrem.
Somente os cem passageiros sobrevivem. Ao olhar-se do alto o avião se
confunde com a areia do deserto.
Sua missão é salvar todos os passageiros. No avião, todo quebrado, você
encontra os seguintes utensílios:
- 3 bússolas
- 100 garrafas de água
- 100 óculos escuros
- 100 pacotes de sal
- 30 canivetes suíços
- 1 grande lona cor da areia
- 50 cobertores
- 1 espelho de maquiagem
- 2 mapas da região

18
- 100 latas de comida
Descreva em poucas palavras a sua estratégia de ação para salvar a todos.
Enumere em ordem decrescente de prioridade os objetos acima relatados que
serão utilizados nesta missão de salvamento, sento o n.º 1 o mais importante e
o n.º 10 o menos importante.
Resposta
Em termos aéreos, 150 Km representa apenas poucos minutos. Em pouco
tempo o avião será encontrado.
Rapidamente será sentida a falta do avião. No máximo, em 5 horas, que era
o tempo previsto para o vôo, as buscas começarão.
A estratégia é:
- Manter todos juntos, próximos do avião, e aguardar o socorro.
- É fundamental:
- Estar preparado e orientar o resgate;
- Manter-se vivo;
- Manter a sobrevivência por um período maior, se for necessário.
O quadro a seguir estabelece a utilidade de cada um dos objetos para esta
situação específica:
Óculos - Sem utilidade prática. Se fosse na neve ele protegeria a visão
Bússola - Idem, já que todos devem permanecer nas proximidades do avião
Sal - Extremamente prejudicial à saúde, sal e sol é uma mistura explosiva
Canivete - Sem utilidade aparente
Água - Útil, mas o ser humano sobrevive alguns poucos dias sem ela.
Cobertor - À noite no deserto o frio facilmente atinge a temperatura abaixo de
zero
Lona - Útil para proteger do sol escaldante do dia
Espelho - Extremamente útil para dar sinal em caso de aproximação de
socorro
Comida - Útil, mas disponível uma vez que o socorro deverá chegar em breve
Mapa - Desnecessário, uma vez que todos deverão permanecer juntos
aguardando o socorro.
Assim, a ordem mais ou menos correta é:
Espelho
Lona
Cobertor
Água
Comida
Canivete
Óculos
Bússola
Mapa
19
Sal
Para verificar a sua performance, calcule o seu desvio, fazendo a diferença
absoluta da suas respostas com a referência da tabela acima.

4.2 - A EMPRESA DOMINOZ S.A


Objetivo: Trabalho em equipe.
Material: 1. Folha grande de cartolina de duas cores diferentes, Tesoura,
Cola, Régua, Lápis e borracha, Estilete, Outros materiais possíveis para apoio
(lápis de cor, etc.).
1. Cenário:
Vocês agora representam a Empresa DOMINOX S.A., trata-se de uma
empresa especializada na fabricação e exportação de “jogos de dominó”.

A empresa nos últimos dez anos dominou o seu mercado mas, nos últimos
seis meses, estão surgindo concorrentes.
Vocês necessitam de uma “saída” para a conquista de novos clientes.
2. Sua tarefa consiste em:
a) Compor o organograma da Empresa, levando em conta os “funcionários”
disponíveis (o próprio grupo).
b) Elaborar um “Plano de Trabalho”.
c) Construir um protótipo de um jogo de dominó, que será apresentado a um
grupo de compradores de grande potencial.
d) Os itens “a” e “b” deverão ser apresentados, no final, juntamente com o jogo
pronto.
Observações:
1. Este grupo está disposto a fazer um alto investimento, inclusive com
possibilidades de exportação mas, é muito exigente e já visitou o seu
concorrente. Na visita em sua empresa, esses compradores esperam encontrar
“algo diferente”, pois “dinheiro não é o problema”.
2. O líder do grupo será o responsável direto pela execução ou não do projeto,
para o quê, deverá ou poderá usar da sua autoridade.
Técnica: SIMULAÇÃO
Objetivo: Observar comportamentos em situação simulada de competição e
conflito.
Participantes: Grupos ou sub-grupos de no mínimo 5 pessoas.

Permite Observar:
Estilo de liderança,
Administração de conflitos,
Planejamento,
Organização,
Controle,
20
Trabalho de Grupo,
Tomada de decisões.
Processo:
O grupo deverá construir um jogo de dominó, utilizando o material que lhe é
colocado à disposição. Antes porém, deverá:
1. Eleger um líder,
2. Compor o organograma da empresa, levando em conta os funcionários
disponíveis (o próprio grupo).
3. Elaborar um Plano de Trabalho.
4. Prever o prazo em que a tarefa será concluída.
** As tarefas 2 e 3 deverão ser apresentadas, no final, juntamente com o jogo
pronto.
O líder do grupo será o responsável direto pela execução ou não do projeto,
para o quê, deverá ou poderá usar de sua autoridade.
Estratégia Didática:
Prévia e reservadamente, o coordenador instruirá um ou dois elementos do
grupo, no sentido de que ele tente boicotar o trabalho da “empresa”,
cometendo erros propositais ou perturbando os demais “funcionários”. Poderá,
inclusive, tentar assumir a liderança.
Discussão:
Expirado o prazo estabelecido (geralmente em torno de trinta a quarenta
minutos), o coordenador recolhe o “produto” e mais as tarefas “a” e “b” -
afixando-os em lugar visível. Questiona, então, pela ordem:
1. os funcionários
2. o líder
3. os funcionários rebeldes

4.3 - RECRUTAMENTO E SELEÇÃO


Você assumiu a gerência de uma empresa terrivelmente desorganizada.
A sua admissão objetiva exatamente corrigir as irregularidades existentes. Para
isso, você tem plena autoridade. A sua primeira missão será a de reduzir o seu
quadro de pessoal em 50%. Portanto, dos dez funcionários abaixo, escolha
cinco que deverão permanecer com você para ajudá-lo a cumprir uma
importante e inadiável tarefa.
Sr. A: Tem 50 anos de idade, sendo 20 no emprego. É rabugento, mal
humorado e lento.
Srta. B: Secretária, muito bonita, mas de baixíssimo QI. Tem 23 anos, é
assídua e pontual. É péssima digitadora.
Sr. C: Jovem de 19 anos, de bom potencial, mas bastante indisciplinado e
impontual. Já sofreu várias punições, mas comenta-se que é apadrinhado por
um Diretor.
Sr. D: Sujeito muito competente, apesar de muito nervoso e violento. Tem o
mau hábito de gritar com as pessoas.

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Sra. E: Excelente digitadora, mas muito fofoqueira. Ocupa o telefone o dia
inteiro, batendo papo e fazendo fofocas. Além disso, tem a saúde fraca, o que
a faz ausentar-se com freqüência.
Sr. F: Economista, exímio na área econômica / financeira. Contudo, tem o vício
da embriagues, o que o faz ausentar-se e ser grosseiro com as pessoas.
Sr. G: Ex-toxicomaníaco, recém saído do tratamento. Admitido a menos de um
mês, ainda não mostrou suas qualidades.
Srta. H: escrituraria bilíngüe. Não leva o trabalho muito a sério, pois seu sonho
é ser atriz de cinema. Nos últimos doze meses, mudou de emprego quatro
vezes.
Sra. I: Viúva de 59 anos. Exímia arquivista, á a mais antiga da firma. Tem
sérios problemas cardíacos, em razão dos quais não pode ser contrariada.
Sr. J: Passa o dia contanto piadas ou fazendo brincadeiras de mau gosto. Sua
única vantagem é a força física descomunal que possui, muito útil para
trabalhos pesados. É muito preguiçoso.

4.4 - “Case Sorveteria”


Objetivo: Trabalho em grupo, poder de persuasão ( vendas), liderança.
Material: 01 abacaxi, 04 maças, 06 bananas.
Material publicitário: papel sulfite, canetão, cartolina, fita adesiva, tesoura,
Stand, 50 Copos de sorvete, 5 lts de sorvete, 30 colheres descartáveis, 30
palitos de sorvete, 01 pegador de Sorvete, 02 facas.
Texto:
Vocês agora representam a sorveteria Ki-Calor, que é uma empresa muito
antiga no mercado. Está localizada em um ponto estratégico da cidade, porém
há algum tempo vem mostrando queda de resultados, principalmente em
faturamento.

Após um breve diagnóstico, você conclui que o seu baixo índice de vendas
está relacionado a falta de inovação e comodismo perante as demais
concorrentes, já que a organização se trata de uma empresa de tradição.

Porém as pessoas não mais reconhecem a sorveteria Ki-Calor e a mesma está


caindo no esquecimento da população, perdendo market share para
concorrência.
Vocês necessitam de uma “saída” para conquistar novos clientes.
Fase 1 – Planejamento – 2hs
a) Compor o organograma da Empresa, levando em conta os “funcionários”
disponíveis (o próprio grupo).
b) Elaborar um “Plano de Trabalho”.
c) Montar o ponto de venda.
Fase 2 – Execução – 1h e meia
Você terá um tempo de 1h30 para vender o seu produto para um público
alvo muito exigente que se encontrará reunido no refeitório da empresa no
horário do almoço. Os clientes esperam encontrar um produto inovador a um
preço compatível com o seu bolso.
Recursos Disponíveis:
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- 01 abacaxi: R$ 10,00
- 04 maças: R$ 10,00
- 06 bananas: R$ 10,00
- Material publicitário: papel sulfite, canetão, cartolina, fita adesiva, tesoura:
R$ 10,00
- Stand: R$ 20,00
- 50 Copos de sorvete: R$ 10,00 Irons
- 5 lts de sorvete: R$ 30,00
- 30 colheres descartáveis: R$ 10,00
- 30 palitos de sorvete: R$ 10,00
- 01 pegador de Sorvete: R$ 10,00
- 02 facas: R$ 10,00
- R$ 20,00 em dinheiro
Total de Capital: R$ 160,00

Informações adicionais:
 A atividade prática deverá ser encerrada às 13h00
pontualmente.

 Às 13h10 retornaremos para o auditório para fechamento e


conclusão da dinâmica.

Fase 3 – Análise – 45 minutos


O grupo defenderá perante a uma banca examinadora seu plano de
marketing/trabalho.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS EM PROCESSO SELETIVO E


TREINAMENTO

4.5 - DINÂMICA ELO INTEGRATIVO


OBJETIVO: Buscar no grupo maior atenção e concentração. Quando
precisamos de atenção ou de uma ruptura para mudar temas, chamar mais a
atenção para um determinado momento, podemos usar esta dinâmica.
MATERIAL:Não há.
Desenvolviemnto: Colocamos todos os participantes em círculo, sentados ou
não, e pedimos para que uma pessoa diga uma palavra para seu colega da
direita e que o colega da direita diga outra para o próximo e assim por diante.
Deveremos manter o elo até que percebamos uma concentração dos
indivíduos, o que pode ser percebido pela demora ao dizer as palavras.
Quando o elo se forma há uma velocidade maior nas palavras e os risos
desaparecem.

23
4.6 - ATERRISSAGEM EM LOCAL DESCONHECIDO.
OBJETIVO: Técnica que tem por objetivo avaliar a capacidade criativa das
pessoas, levando- se em consideração o poder da persuasão.
CONDIÇÕES PARA APLICAÇÃO: Sala ampla, bem arejada. Iluminada,
cadeiras, saquinho pano e pequenos objetos diversos para aplicação da
técnica.
Desenvolvimento: O coordenador apresenta uma situação em que os
integrantes do grupo são a tripulação de uma nave em pane durante o vôo
interplanetário. Vai acontecer uma aterrissagem forçada, num local
desconhecido num local e cada tripulante terá que escolher apenas um objeto
de estimação, que poderá ser utilizado como instrumento de volta a Terra. O
coordenador pede para cada componente do grupo retirar de dentro do
saquinho, sem escolher, somente um objeto, que poderá ser, entre outros,
isqueiro, espelho, apito, moeda, remédio e lixa de unha. O coordenador forca
dizendo que apenas um objeto, entre todos os presentes, podem ser levados
pelos tripulantes. Por isso, ha necessidade de escolher o que mais te serviria
no local desconhecido, visando sempre a volta a TERRA.
Em seguida, pede aleatoriamente a cada participante do grupo que apresente
um argumento convincente para justificar o objeto escolhido, durante o tempo
máxima de três minutos. O auxiliar de coordenação permanece fora do grupo,
observando os argumentos apresentados par justificar o retorno a Terra não
leva em consideração o objeto em posse de cada candidato.

OBSERVAÇÃO: Pode acontecer de algum candidato achar que saiu


prejudicado, pois ficou um determinado objeto insignificante. Nesse caso,
caberá ao coordenador explicar que todos os objetos tem o mesmo valor. O
coordenador deve evitar responder quando o candidato perguntar se foi bem
no teste.

4.7 - TÉCNICA DO JORNAL


Objetivo: Analisa tabalho em grupo, coorperação.
Material: Folhas de jornal.
Desenvolvimento: Cada participante recebe uma folha de jornal , abre e
coloca no chão à sua frente.
O líder fala: DENTRO - a pessoa pisa sobre o jornal. Depois fala FORA - a
pessoa sai de cima do jornal. Depois fala: TROCANDO DE LUGAR - a pessoa
pisa sobre o jornal do colega ao lado.
Após alguns comandos, o instrutor retira um jornal e quem sobrar, fica junto a
outro colega no jornal dele. E assim sucessivamente vai tirando outros jornais,
até que não caiba mais todos no mesmo jornal.
Trabalha-se: equilíbrio, acolher e ser acolhido, sentimento, etc.

4.8 - TRAVESSIA
Objetivo: Organização, trabalho em gupo, persistência.
Material: Cadeiras.
Desenvolvimento: Divide-se o grupo em 04 equipes (navios) que formarão
uma "Esquadra" e ficarão dispostas em 04 fileiras como um grande quadrado.
Cada "tripulante" começará o jogo sentado em uma cadeira.
Como a vida é um mar de rosas, margaridas, violetas e outras mais e se,
estamos todo no mesmo barco, que tal unirmos nossas forças para evitarmos
um naufrágio? É um desafio grupal que fortalece a integração, favorece o
24
contato, promove a ajuda mutua, estimula a liderança compartilhada e a
resolução de problemas cooperativamente.
Propósito: Levar o "navio" para o "porto seguro".

Esquema:

Cada "Navio" deverá chegar ao "Porto Seguro" que corresponde ao lugar que
está o navio da sua frente. Porém, para isso deverá chegar com todas as suas
cadeiras e com todos os participantes.

Nenhum tripulante poderá colocar qualquer parte do corpo no chão nem


arrastar as cadeiras.

Quando todos os "navios" conseguirem alcançar o "porto seguro”, o desfio será


vencido por toda a Esquadra.

Dicas:

Uma variação muito interessante do jogo é ao final, quando todos já estiverem


alcançados o "porto seguro", é pedir que os tripulantes de toda a "esquadra" se
coloquem em ordem alfabética. Respeitando as mesmas regras utilizadas na
"Travessia".

Depois de todo esse trabalhão em equipe, que bom se déssemos um mergulho


na cooperação. O que você acha? Peça que todos dêem as mãos e pulem
juntos das cadeiras até o chão. Vai ser muito refrescante.

Para facilitar o desafio para grupos mais jovens ou, na falta de cadeiras,
podemos substituir as mesmas, por folhas de jornal abertas e estendidas no
chão.

No caso de um grupo menor podemos montar 3 navios ao invés de 4.

É muito interessante também se possível, utilizar músicas que falem do tema


(ex.: Como uma onda no mar – Lulu Santos). Porque com certeza nada do que
foi será, do jeito que já foi um dia.

4.9 - DINÂMICA DA NASA


OBJETIVO: Ilustrar o processo de tomada de decisão.
MATERIAL: Folha de análise grupal, lápis ou caneta.
Desenvolvimento: 1) Cada participante fará o exercício individualmente.
2) Reuna grupos e estes farão a análise grupal.
3) Em comparação com a análise da Nasa, as pessoas farão um comparativo
de suas decisão e da decisão grupal.
INSTRUÇÕES: Vocês devem utilizar métodos do consenso do grupo para
obter sua decisão, o que significa que os participantes do grupo devem estar

25
de acordo com cada um dos 15 itens, antes da ordem de prioridade se
converter em decisão do grupo.
É difícil. Tentem ao menos que todos estejam “participantes de acordo”.
Algumas dicas para obter o consenso:

1- Evitem argumentos só pelas suas opiniões pessoais. Usem a lógica na


tarefa.
2- Evitem mudar de idéia só para evitar o conflito e obter um acordo. Apoie
as soluções com as quais você pode estar “quase de acordo”.
3- Evite usar técnicas “redutoras de conflito”, tais como “voto da maioria” ,
negociar entre itens ou “decisão ditatorial”.
4- Veja a diferença de opiniões mais como ajuda que como obstáculo.

O PROBLEMA :
Você formam a tripulação de uma nave espacial que vai se reunir com a
estação espacial na superfície iluminada da lua. Devido a problemas
mecânicos, vocês aterrizaram num lugar que fica distante cerca de 350 KM do
lugar do encontro. Durante a aterrissagem muito do equipamento foi quebrado.
A sobrevivência da tripulação depende da possibilidade de conseguir chegar ao
lugar onde se encontra a estação espacial, e para isso, os objetivos mais
indispensáveis devem ser escolhidos para levar durante o percurso.
Abaixo, a lista dos itens que ficaram em bom estado após a aterrissagem. A
tarefa consiste em classificá-los de acordo com a sua importância e utilidade
para ajudar o grupo a chegar até a estação espacial.

ANÁLISE GRUPAL

INDIVID. GRUPO NA INDIVxNAS GRUPOxN


SA A ASA
CAIXA DE FÓSFORO
COMESTÍVEIS
CONCENTRADO
20M DE CORDA DE NYLON
TELA DE PARAQUEDAS
UNIDADE PORTÁTIL PARA
ESQUENTAR
DUAS PISTOLAS CALIBRE
45
UMA CAIXA DE LEITE EM

DOIS TANQUES DE
OXIGÊNIO DE 50Kg
MAPA ESTELAR
(CONSTELAÇÃO LUA)
BOTE SALVA – VIDAS
UMA BÚSSOLA
MAGNÉTICA
25 LITROS DE ÁGUA
LUZES DE BENGALA
CAIXA DE PRONTO –
26
SOCORRO
RECEPTOR -
TRANSMISSOR FM
ENERGIA SOLAR
TOTAL

OBSERVAÇÃO: GERALMENTE O GRUPO OBTÉM MELHOR


EFICIÊNCIA.

4.10 - ATITUDES EMPRESARIAIS – Entrevista e Treinamento


Obijetivo: Verificar atitudes empreendedoras e negociação com a equipe.
Material: Não tem.
Texto:
Dia 27/07. Sua equipe não fez ainda 20 % da meta estabelecida. O que você
faria? Que problemas você acredita que eles estariam enfrentando para não
vender?
Faz 2 meses que um de seus vendedores não produz a contento. Quando lhe é
perguntado o porque, percebe-se que está com um problema emocional. O que
faria diante da pressão constante?
Seu gerente solicita mudança de estratégia para o próximo mês. Coloca que
você e sua equipe foram os últimos no mês passado e que estão sendo
avaliados por isso. Qual atitude prática tomaria?
Em uma pesquisa realizada por sua equipe, foram compilados os seguintes
dados:
80% de sua equipe diz que você não negocia e não consegue intervir de
maneira eficaz, não resolvendo e nem intermediando as necessidades da
equipe, não mantendo assim, um bom clima.
50% estão insatisfeitos com tal situação e desejam trocar de equipe;
O que faria?
O Sr. Vale solicita uma reunião com você, pois quer saber o que está
impedindo a equipe do “Novo” se projetar, já que acredita nestes potenciais.
Quer saber sua percepção. O que falaria?
O que você diria e qual a sua percepção:
“Quem trabalha muito, erra mais,
Quem trabalha pouco, erra menos,
Quem não assume nada, não erra,
Quem não erra, é promovido.”
Sua equipe solicita uma reunião com você, para dizer da decepção, pois
acreditavam que uma pessoa “recém-vendedora” não esqueceria que tão
rápido das deficientes que a equipe enfrenta e do que ela precisa para
melhorar. Porque você não está conseguindo?
Seus pares de trabalho não estão lhe apoiando, uma vez que não concordaram
que tenha sido você, o melhor no processo seletivo. Seu gerente está
27
esperando um resultado global e integrado, mesmo porque, ele confia que você
como recém admitido poderá superar suas expectativas. Qual sua atitude?
O que você diria e faria para não decepcionar no 1º mês de supervisão, já que
sua gerência estipulou uma meta elevada e que tem certeza que superará sua
expectativa?
Se te dessem a oportunidade de ser o (a) supervisor (a) entre estes o que você
gostaria de lhes mostrar?
O que você prefere: Reduzir custos ou aumentar ganhos? Porque? Como
faria ?
Quais são suas expectativas para ser supervisor?
* Que tipo de atitude teria ao se deparar com um vendedor que seja mais
“solto” e sempre esbarra nas normas internas da Empresa?

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM TREINAMENTO

4.11 - CONHECER O OUTRO.


OBJETIVO: Promover a descontração entre os participantes e maior
entrosamento entre os mesmos.
Mateiral: Cadeiras
Desenvolvimento: Formar dois círculos com cadeiras, dividindo-os em
proporção iguais. Os do circulo interno virado para fora e os do circulo externos
virados para dentro, formando pares. Comunica-se aos participantes da roda
de fora, que estes deverão apresentar-se a pessoa da sua frente e quando o
facilitador bater palma, os participantes passam para a cadeira da direita, e
assim vai ate completar a roda. Só os participantes da roda de fora é que
podem falar, os da roda de dentro podem somente fazer o gesto e não falar. Ao
completar a volta invertem-se as posições, os participantes do circulo interno é
que se apresentarão. Ao terminar o facilitador pede então para que cada
participante se apresente para o seu companheiro da direita ( o que é
impossível). Pedir então para que todos de pé andem pela sala e procure, com
o olhar, uma pessoa que fosse do seu circulo, quando o facilitador bater palma,
dirigir-se a essa pessoa e conversar com ela. Repetir três a quatro vezes.
CONCLUSÃO : * Questionar junto aos participantes, o que é pior?
 Apenas ouvir, ou só falar?
 Levantar a falta que faz o dialogo
 A importância de saber escutar e colocar-se na hora certa
 Qual a sensação na hora da escolha do parceiro para conversar?
 Teve “medo”de não ser escolhido? Se insto aconteceu, qual foi a
sensação?
 Foi em busca de algum grupo ou ficou sozinho(a) ?

4.12 - Escola de Samba


Objetivo: Trabalho em grupo.
Material: Sucatas em geral, fantasias, revistas, tesouras, colas, cartolinas,
papel crepom, barbante, bexigas, buzinas, mascáras, etc...
Desenvolvimento: Cada grupo terá que apresentar uma escola de samba
completa: comissão de frente, coleografia, música criada pelo grupo (letra e
28
rítimo), porta bandeira, rainha da bateria, alegoria, bateria, harmonia, samba
em redo, mestre sala, usem muito a criatividade.
Todos terão que participar, dançar, cantar.
A escola precisa ter nome e um líder.
Tempo: 40min. para execução e 20 para apresentação.

4.13 - AMIGOS DE JÔ
Objetivo: Analisa atenção, comprometimento, organização e trabalho em
equipe.
Material: Uma Caixinha de fósforo vazia para cada participante ou qualquer
outra caixa do mesmo tamanho.
Música: “Escravos de Jô, jogavam Caxangá
Tira, põe, deixa ficar
Guerreiros com guerreiros
Fazem Zig-zig-zá
Guerreiros com guerreiros
Fazem Zig-”Zig-Zá”.
Nota: O orientador deve conhecer a música e ensinar o grupo. Nas palavras,
“tira” cada participante deve levantar o objeto, “ põe” coloca o objeto na sua
frente, “ deixa ficar” aponta-se o objeto com o dedo indicador, “ zig-zig-zá” fa-se
movimentos de vaivém com o objeto e, na palavra “zá” , entrega o objeto à
pessoa da direita. Em outros trechos passa-se o objeto, normalmente. Deve-se
repetir o mesmo preenchimento em toda a seqüência.
Desenvolvimento: Os participantes deverão ficar sentados no chão e em
circulo, com a caixa na frente. O objeto é passado de um para o outro em
sentido horário (direta), cantarolando a música.
Deixem fazer duas vezes se ainda estiverem errando, pedem para descutir
como irão fazer para acertarem (deixe o grupo entrar em consenso).
O orientador pode interagir com o grupo ajudando a acharem uma solução, por
exemplo: Fazendo perguntas tipo, “Porque estamos errando?” O que está
faltando para acertarmos?”“ É falta de atenção?”Falta comprometimento?”
Podem separa o grupo em subgrupos pequenos intercalando pessoas que
estão fazendo certo das que estão errando com o objetivo de um ensinar o
outro. Depois volta o grupo com todos os candidatos e pedem para fazerem
novamente.

4.14 - INICIATIVA – ILHA


Objetivo: Iniciativa, organização, trabalho em grupo, cooperação, persistência.
Desenvolvimento: Coloque um grande tapete sobre o chão e mande os
participantes
ficarem em cima do mesmo. Em seguida, diga que aquilo é uma ilha. Tudo
em volta, conseqüentemente, é mar. O que fariam?
Observação: Geralmente todos ficam andando de um lado ao outro. Encerre o
tempo. Dificilmente alguém demonstra a iniciativa de se associar a um colega e
busca uma alternativa para sair dali de forma enfática. Ninguém "pisa" na água,
buscando sair a nado ou explorar a existência de uma ilha mais estruturada
nas proximidades. Na situação do dia-a-dia, é importante demonstrar
criatividade, iniciativa e desprendimento.

4.15 - A TROCA DE UM SEGREDO.


OBJETIVOS: Criar maior habilidade de empatia entre os participantes grupais.
29
MATERIAL: Lápis e papeletas.
Desenvolvimento:O animador distribui uma papeleta para cada membro
participante:
II. Os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sente
no relacionamento, e que não gostaria de expor oralmente;
III. O animador recomenda que todos despistem a letra, para não revelar o
autor
IV. O animador solicita que todos dobrem a papeleta de forma idêntica, e uma
vez recolhida, misturará e distribuirá uma papeleta dobrada para cada
participante;
V. A seguir, o animador recomenda que cada qual assuma o problema que
estiver na papeleta, como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por
compreende-lo;
VI. Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na
papeleta, usando a primeira pessoa “eu “e fazendo as adaptações necessárias,
dando a solução;
VII. Ao explicar o problema aos outros, cada qual deverá personaliza-lo;
VIII. Não será permitido debates, nem perguntas sobre o assunto, durante a
exposição;
IX. No final, o animador poderá liderar o debate sobre as reações, formulando
as seguintes perguntas;

- Como você se sentiu ao descrevendo seu problema ?


- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro ?
- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por um
outro ?
- No seu entender, o outro compreendeu o seu problema ?
- Conseguiu-se pôr-se na sua situação ?
- Você sentiu que conseguiu compreender o problema da
outra pessoa ?
- Como você se sentiu em relação aos outros membros do
grupo ?
- Mudaram sue sentimentos em relação aos outros, como
conseqüência deste exercício ?

4.16 - DINÂMICA DO CHEFE


Objetivo: Trabalho em grupo, persuasão, interesse do grupo.
INSTRUÇÕES: Vocês, como um grupo, e por consenso, deverão decidir, entre
as características listadas abaixo, as 5 mais importantes que um Chefe deve
possuir para ser um líder eficiente de seus subordinados.
Após a escolha das 5 características, vocês deverão enumerá-las em ordem de
importância, da mais importante (1) à menos importante (5).

1. Ser sociável.
2. Ter capacidade de estimular a equipe a definir o problema e propor
soluções.
3. Estabilidade emocional.
4. Capacidade de tomar decisões experimental e mudá-las, baseando-se
em sugestões apresentadas.
5. Lealdade com a organização.

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6. Capacidade de expor um problema e pedir sugestões antes de tomar a
decisão.
7. Capacidade de tomar decisões e implantá-las.
8. Respeito para com a comunidade.
9. Capacidade de expor idéias e estimular perguntas.
10. Senso de humor.
11. Capacidade de definir um problema e estimular a equipe a tomar a
decisão.
12. Saúde e vigor físico.
13. Personalidade carismática.
14. Capacidade para “vender” uma decisão já tomada.
15. Habilidade/capacidade de manter a equipe “fora de conflito”.

1. Da lista acima destaque 5 características que você considera


importantes.

_________________________________________________________( )

_________________________________________________________( )

_________________________________________________________( )

_________________________________________________________( )

_________________________________________________________( )

2. Numere, de (1) a (5), dentro dos parênteses acima, segundo o grau de


importância.

4.17 - DINÂMICA DO EXERCÍCIO DA QUALIDADE


OBJETIVO: a) Conscientizar os membros do grupo para observar as boas

qualidades nas outras pessoas.

b) Despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas

mesmas.

MATERIAL: Lápis e papeletas.

Desenvolvimento: O instrutor iniciará dizendo que, na vida diária, o mais da

vezes as pessoas observam não as qualidades, porém os defeitos do próximo.

Nesse instante, cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do

colega. Para isso:

31
1) O instrutor distribuirá uma papeleta para todos os
participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no seu entender
caracteriza seu colega da direita;
2) A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma
identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita,
nem vir assinada;
3) A seguir, o animador solicita que todos dobrem a papeleta
para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
4) Feita a redistribuição, começando pela direita do animador, um
a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os
membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com
esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes;
5) Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a
caracteriza;
6) Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada
mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final, cada qual dirá
em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
7) Ao término do exercício, o animador pede aos participantes
depoimentos sobre o mesmo.

4.18 - O TRABALHO EM EQUIPE É EFICAZ ?


Objetivo: Ressaltar a importância do trabalho em equipe.
Material: bexigas
Desenvolvimento: A aplicação da técnica inicia-se com as pessoas reunidas
em círculo e no centro uma bexiga para cada participante. Cada pessoa pega
enche a sua bexiga e após amarrá-la é dada a proposta de que o grupo deve
mantê-las voando. Então, o monitor responsável pela dinâmica deve ir
retirando os participantes lentamente, um por vez. O número de bexigas
continuará o mesmo, porém o número de pessoas será cada vez menor, até
chegar a ponto de não mantê-las mais suspensas.

4.19 - DINÂMICA DE AMPLIAÇÃO


OBJETIVO: Possibilitarão grupo desenvolver mais conhecimentos pessoais.
MATERIAL: Cartões nas cores verde e vermelho. Folha em branco, caneta e
prémios.
Desenvolvimento: Cada participante recebe 02 cartões, sendo um verde e
outro vermelho, e uma folha para anotações.
Cada um dirá ao grupo uma particularidade a seu respeito.
O instrutor deve então perguntar ao grupo se à particularidade dela e verdadeira ou falsa.
Cada participante deve responder levantando seu cartão (se verdadeira verde, se falsa
vermelho)
.0 instrutor deverá contar os cartões de verdadeiros ou falsos. 6-Ao final deve perceber
que revelem se é verdadeiro ou falso a revelação. 7. Ganhará pontos do número de
cartões que forem idênticos a revelação.
O fechamento da dinâmica deverá ser perguntado a cada um o que sentiu durante a
dinâmica, e se posicionando quanto a importância de nos integrarmos aos grupos e
estabelecermos um bom relacionamento interpessoal.
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4.20 - DINÂMICA DA FLEXIBILIDADE
OBJETIVO: Aquecer o grupo e fixar conceitos de mudança e flexibilidade.
MATERIAL: Uma fita gravada com vários ritmos de música com duração total
de 4 à 6 minutos.
Desenvolvimento: 1) O instrutor deve solicitar que os participantes dancem
conforme a música.
2) Depois da dança faça o fechamento solicitando que os participantes relatem,
segundo sua opinião, qual é a mensagem desta dinâmica.

4.21 - DINÂMICA DOS FLOQUINHOS


OBJETIVO: Mostrar a importância do “toque”.
MATERIAL: Saquinhos de floquinhos, música ambiente.
Desenvolvimento: 1) Coloque a música ambiente.
2) Distribua os saquinhos de floquinhos.
3) Peça para que os participantes troquem floquinhos com afagos.

“TEXTO DOS FLOQUINHOS”

Em uma aldeia bem distante, existia um povo muito semelhante. Sua


paisagem era linda e cheia de cores, não sabiam se quer magoar as flores.
Interessante é que trocavam floquinhos quentes, que ficavam em
saquinhos, e davam muito contentes. As crianças como sempre imitavam os
adultos, esbanjando floquinhos.
Uma bruxa das malvadas, tudo fazia para acabar com a alegria, fazia
remédio que ninguém consumia. Um dia em conversa, um homem lhe ouviu, e
ela perguntou: - Você sabe quando vão acabar os floquinhos quentes? O
homem na ingenuidade lhe respondeu: - Nunca senhora, o segredo dos
floquinhos é este, quanto mais damos mais recebemos, por isso que nunca vai
acabar. Continuou a bruxa insistindo lhe fez mais uma pergunta: - já pensou se
ao dar um você não receber? E se todos assim agirem, logo você vai ficar sem,
pois seus filhos vivem esbanjando.
O homem tolo sai dali observando, e pego pela maldade da bruxa nada
mais estava enxergando. Chegando em casa pediu a todos que
economizassem seus floquinhos, se possível, guardá-los para que ninguém
pudesse roubá-los, mas que esperassem, pois traria a presente de uma velha
senhora, saquinhos de espetinhos frios a toda hora.
Na aldeia fez a bruxa tamanha confusão dando a todos uma nova
poção, espetinhos no lugar de floquinhos, que passou a ser os novos carinhos.
A aldeia de alegria transformou - se em confusão, pois todos agora
precisavam da velha senhora, um remédio de bruxa que escondia o coração.
O mais velho da aldeia, cheio de sabedoria continuou não ligando para
os espetinhos que levavam a poção, pois a ele nunca servirão.
E assim, muitos sentindo tristeza no seu coração, tendo pesadelos que
lhes levavam a poção, viram que de graça nada tinhas. A doação dos
espetinhos era apenas ilusão, o que a senhora bruxa queria era vender a sua
poção.
Copiando a brande sabedoria do velho senhor, todos voltaram a aldeia e
passaram a trocar floquinhos de montão, e a bruxa malvada que nos
espetinhos viu a solução, teve que usar a sua própria poção.
O segredo bem se sabe, quanto mais trocamos mais nos dão a mão
33
4.22 - A JAULA
OBJETIVO : trabalhar a resistência à mudança através da vivência de ver-se
preso a determinadas situações que desejamos evitar. Pode objetivar também
trabalhar a função da cultura organizacional.
MATERIAL : não tem
DESENVOLVIMENTO : dividir os participantes em dois grupos (A e B). O
grupo A deve posicionar-se em círculo, mantendo certa distância entre si
(aproximadamente um braço) - formando a jaula. O grupo B representará os
animais e, como tais, deverão circular livremente pela sala (ou pátio) devendo,
necessariamente, entrar e sair da jaula.

Ao sinal do instrutor os animais deverão começar a circular. A um novo sinal


(previamente combinado) as pessoas do grupo A devem dar as mãos,
fechando a jaula e prendendo, assim, aqueles que ficaram dentro do círculo.
Os animais presos passam então a fazer parte da jaula. O jogo reinicia-se e
continua até que sobre apenas um participante ou todos tenham sido
aprisionados.
VARIAÇÃO :
1. O grupoA escolhe um líder que irá comandá-los dando o sinal para que
a jaula feche. O sinal pode ser o mesmo em todas as rodadas ou variar a cada
uma, de forma a confundir os demais participantes (animais).
2. UESTÕES PARA DISCUSSÃO :
Como foi jogar? O que sentimos?
Como é ser a jaula? Como é prender os demais?
Como é ser preso e obrigado a transformar-se em jaula?
Que relação esta atividade tem com o dia-a-dia das empresas?
Imaginem que as grades que compunham a jaula são situações que
acontecem na empresa e não controlamos. Como reajo ao ser “aprisionado”
por essas situações? Quais ações executo para resolvê-las? Quais deveria
executar?

4.23 - EXISTEM OUTRAS MANEIRAS?


OBJETIVO : trabalhar a disposição para a mudança
MATERIAL : bolinha de tênis, cronômetro
DESENVOLVIMENTO : formar um círculo em pé, com os participantes a uma
distância aproximada de um braço entre si. O instrutor escolhe alguém para
iniciar a atividade, entregando-lhe a bola e pedindo que a jogue a outra pessoa,
que deverá passá-la adiante e assim sucessivamente, até que todos a tenham
recebido. O instrutor deve orientar o grupo no sentido de não ser permitido
passar a bola para quem já a recebeu anteriormente e que todos devem
lembrar-se para quem passaram-a.

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Quando a bola já tiver passado por todos, o instrutor pede que repitam a
operação na mesma seqüência anterior mais duas vezes. Com estas jogas
terminadas o instrutor avisa que a partir de agora cronometrará o tempo gasto
na operação. Ao final da rodada comunica o tempo gasto e desafia o grupo a
reduzí-lo, lembrando o grupo que não é permitido alterar a seqüência da bola.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :
Qual o processo percorrido pelo grupo para conseguir diminuir o tempo?
Como foi mudar algo que já estava determinado?
Qual foi a reação predominante no grupo: resistência ou envolvimento?

Como reagimos quando somos desafiados a mudar nossa maneira de agir


dentro das organizações? Por que isto acontece?
Em que já fui desafiado a mudar no meu trabalho? Como reagi? Por que ?
Que resultados obtive?
Em que já fui desafiado a mudar em mim mesmo? Como reagi? Por que ?
Que resultados obtive?

4.24 - JORNADA CEGA


OBJETIVO : trabalhar a confiança, estímulo à cooperação e a importância
de uma comunicação clara.
MATERIAL : cadeiras, mesas, objetos diversos.
DESENVOLVIMENTO: o instrutor prepara a sala com as cadeiras, mesas e
objetos dispostos de forma a tornarem-se obstáculos à locomoção. Os
participantes são divididos em duplas para as quais deve ser entregue uma
venda. Um dos componentes da dupla é vendado e ao outro cabe a tarefa
de guiá-lo pela sala, através dos obstáculos, orientando-o para que este não
caia . Após o percurso ter sido percorrido, invertem-se os papéis.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :
Como é ser guiado? Que sentimentos experimentei?
Como é guiar?
É fácil confiar no outro? Por que?
Como nos sentimos quando somos levados para um lugar que não
conhecemos, sem saber o que encontraremos pela frente?
Que relação podemos estabelecer entre esta atividade e a empresa?

4.25 - BEXIGAS I
OBJETIVO : propiciar a descontração e a integração entre as pessoas,
além da análise da importância da relação ganha-ganha dentro de um grupo.
MATERIAL: uma bexiga e um pedaço de barbante para cada participante
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DESENVOLVIMENTO: entregar para cada participante uma bexiga e um
pedaço de barbante. Pedir para que encham a própria bexiga, amarrem-na
no barbante e depois amarrem o barbante no próprio tornozelo. Quando
todos tiverem executado o que foi pedido, solicitar que se encaminhem para
o centro da sala e dizer: “Aquele que me apresentar a bexiga cheia, ganha
um bom prêmio.”
Normalmente, ao ouvir a ordem todos saem tentando estourar a bexiga do
outro, enquanto bastaria que todos apresentassem suas bexigas para que
todos ganhassem o prêmio.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :


Recolocar a ordem dada e questionar se em algum momento foi colocado
que somente um deveria apresentar a bexiga cheia.
Dentro de um grupo o que é mais importante a competição ou a
cooperação?
Como alcançamos a cooperação?
Qual a importância da relação ganha-ganha dentro do grupo? e da
Empresa? Quais as possíveis implicações deste tipo de atitude para o
indivíduo? Para o grupo? E para a empresa?
Como podemos minimizar a competição natural?

4.26 - BEXIGAS II
OBJETIVOS: propiciar a discussão sobre o trabalho de equipe, feudos,
cooperação e visão sistêmica.
MATERIAL: uma bexiga para cada participante
DESENVOLVIMENTO: entregar para cada participante uma bexiga, pedindo
que eles a encham e dêm um nó na ponta. Todos são solicitados a dirigirem-
se para o centro da sala e brincarem com as bexigas, batendo com a mão. A
única regra é: Nenhuma bexiga pode cair no chão. Após um pequeno tempo,
o instrutor deve começar a retirar as pessoas (discretamente), mantendo,
contudo, suas bexigas em jogo. O jogo termina quando tiver só 2 ou 3
pessoas tentando manter todas as bexigas no ar.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :
O que aconteceu conforme as pessoas foram sendo retiradas?
Como vocês se sentiram?
Qual a importância de cada um dentro da equipe?
Qual o papel de cada departamento dentro da empresa?
Qual a importância da cooperação?

4.27 - CORRIDA DE PÉS AMARRADOS


OBJETIVO : propiciar a reflexão e a conscientização da importância da
cooperação e do efeito sinergético.
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MATERIAL : um pedaço de barbante para cada dupla
DESENVOLVIMENTO : separar o grupo em duplas e pedir para que eles
amarrem o tornozelo direito de um no esquerdo de outro. Traçar duas linhas
distantes entre si, aproximadamente, 10 metros. Pedir para as duplas
colocarem-se atrás da linha de “saída”. Ao sinal do instrutor todos devem

dirigir-se à linha de “chegada”. A dupla que chegar primeiro será a


vencedora.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO :
O que dificultou o desenvolvimento da atividade?
O que o grupo fez para superar a dificuldade?
Houve algum planejamento antes de iniciar a atividade? Como foi?
O que se pode concluir com esta atividade no que se refere à cooperação e
sinergia?
Qual a importância destes fatores para a execução eficaz da tarefa
proposta?
Qual a importância destes fatores para a empresa?
Eles ocorrem na empresa? Em que momentos? O que pode ser feito para
que eles aumentem?
4.28 - MINHA SITUAÇÃO NO GRUPO
OBJETIVO: levar à auto-reflexão
MATERIAL: 1 folha com as perguntas abaixo:
Como me sinto no grupo?
Qual o meu espaço no grupo?
Quando fico mais à vontade?
O que me constrange no grupo?
Tenho mais facilidade de comunicação.....
Que coisas não gosto de falar no grupo?
O que me traz mais satisfação no grupo?
Como gostaria de ser no grupo?
O que (ainda) receio no grupo?
Minhas dificuldades no trabalho em grupo....
Minhas facilidades no trabalho em grupo....
Que dificuldades eu acho que causo aos que trabalham comigo?

DESENVOLVIMENTO : Pedir para que cada um reflita individualmente a


partir das questões colocadas. Caso a equipe já esteja madura, pode-se
pedir para que cada um coloque para o grupo o que gostaria de compartilhar
com os demais.

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4.29 - COLOCANDO-ME NO SEU LUGAR – FEEDBACK
OBJETIVO : levar os participantes a uma reflexão sobre o impacto que o
comportamento e as características pessoais de cada um causam nos
demais.
MATERIAL : humano
DESENVOLVIMENTO : o instrutor pede para que um participante, de cada
vez, posicione-se diante de uma cadeira vazia. Cada um deve imaginar-se
sentado nela e ouvindo o feedback de seu superior, seu colega ou seu
subordinado. A pessoa deve falar como se fosse aquele parceiro.
VARIAÇÃO :
Nos mesmos moldes do exercício anterior, só que agora ele fornecendo o
feedback ao parceiro, que hipoteticamente está sentado na cadeira, e
depois, sentando-se na cadeira reage como aquelas pessoas normalmente
reagem.
Duas pessoas (A e B) do grupo dialogam, só que trocando sua
personalidade, ou seja, A age como se fosse B e vice-versa.
QUESTÕES PARA DISCUSSÃO (após cada rodada):
O que pudemos observar, perceber?
O que pode ser inferido (hipóteses, conclusões provisórias, conseqüências,
recomendações)?
Como cada um se sentiu durante e após a representação?

5. Dinâmicas de Comunicação
Objetivos:
Avaliar o processo de comunicação dos participantes
Avaliar o poder de persuasão;
Avaliar a habilidade de negociação (visão de negócios);
Avaliar a iniciativa de imaginar, criar e implementar novas idéias;
Avaliar a agilidade mental e habilidade de raciocínio lógico;
Avaliar a iniciativa (criar e inovar).

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS EM PROCESSO SELETIVO E


TREINAMENTO

5.1 - COSME DAMIÃO TORNAM-SE CONHECIDOS


OBJETIVOS: Ajudar os membros do grupo a se conhecer facilmente de uma
maneira não ameaçadora. Explorar sentimentos que se originam em “tornar-se
uma outra pessoa”. Explorar as dimensões de um encontro curto. Enfatizar a
necessidade em saber escutar cuidadosamente durante uma conversa.
Desenvolvimento: O instrutor forma grupos de dois, orientando a todos que,
durante cinco a dez minutos, procurem fazer um trabalho de conhecimento

mutuo. Nesta entrevista procurem conhecer-se, evitando os dados chamados


demográficos, mas antes, focalize as características pessoais de cada um.
Esse exercício visa igualmente a treinar “saber ouvir “. Para isso, convém
assegurar-se de que entendeu bem, dizendo por exemplo: “o que ouvi dizer
foi...” .
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Apos 10 minutos forma-se um circulo maior, cabendo a cada participante
apresentar o seu colega do subgrupo a dois. Para esse trabalho, aquele que
fará a apresentação ficara em pé, por detrás da pessoa a ser apresentada,
usando ao falar, a primeira pessoa, como se ela própria fosse a pessoa que se
apresentasse. Aquele que esta sendo apresentado não pode intervir na sua
apresentação, aguardando o seu pronunciamento para o final do exercício.
No final, o apresentador coordena a discussão, procurando focalizar o que
cada qual sentiu durante o exercício.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM TREINAMENTO

5.2 - JOGOS DE BILHETES


Objetivo: Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus
fatores. A atividade possibilita avaliar a forma de comunicação e integração dos
candidatos.
Material: Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.
Desenvolvimento: Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a
lado, voltados para o lado de dentro do mesmo. O coordenador deve grudar
nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente. Terminado o
processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos
colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete. Todos devem
atender ao maior número possível de bilhetes. Após algum tempo, todos
devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que
está escrito em seu bilhete. Então cada integrante deve dizer o que está escrito
em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão. Caso não tenha
descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas. O que facilitou
ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz
no cotidiano? Sugestões de bilhetes:

- Em quem voto para presidente?


- Como se faz arroz?
- Sugira um nome para meu bebê?
- Sugira um filme para eu ver?
- Cante uma música para mim?
- Gosto quando me aplaudem.
- Estou com fome. Console-me!
- Dance comigo.
- Estou com falta de ar. Me leve à janela.
- Me descreva um jacaré.
- Me ensine a pular.
- Tem uma barata em minhas costas!
- Dobre a minha manga.
- Leia a minha sorte.
- Quanto eu peso?
- Estou dormindo, me acorde!
- Me cumprimente.
- Meu sapato está apertado. Ajude-me.
- Quantos anos você me dá?
- Quero um telefone. Que faço?
- Me elogie.
- O que faz o síndico de um prédio?
- Como conquistar um homem?
- Veja se estou com febre.
- Chore no meu ombro.

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- Estou de aniversário, quero meu presente.
- Sorria para mim.
- Me faça uma careta.

5.3 - Dinâmica do Rótulo


Objetivo: Experimentar as pressões decorrentes dos papéis que se assume
num grupo, Mostrar os efeitos das expectativas dos papéis no comportamento
individual dentro do grupo.
Material: para o participante nenhum, para o orientador etiquetas e caneta.
Desenvolvimento: Escreva nas etiquetas os seguintes rótulos:
Aprecia-me, Aconselha-me, rejeita-me, ignora-me, ria de mim, ensina-me,
concorde comigo, Respeita-me, Tenha piedade de mim, Ajude-me,

O orientador cola uma etiqueta em cada participante, sem que o participante


veja o que está escrito nele. Os participantes devem se tratar uns aos outros
conforme o rótulo que virem na testa dos companheiros.
O orientador dá um tema, ex: “O brasileiro sabe votar.” O que faltou para o
Brasil ser Hexa campão.” , ou seja temas polêmicos.
O grupo ficará em circulo e discutindo sobre o assunto. Depois de uns 20
minutos, interrompa a discusão e pergunta um a um como se sentiu, se o
participante já sabe o que está escrito no rótulo.
Dica: Deve-se conversar com o grupo sobre os efeitos que os rótulos provocam
nas pessoas se gostaram ou não de ser tratados a partir do rótulo e comparar
com o que acontece no dia-a-dia, rotulamos os colegas de trabalho? Etc.

5.4 - PÔR-SE NA PELE DO OUTRO O ESPELHO.


OBJETIVOS: Conscientizar as pessoas acerca da dificuldade que existe em
compreender os outros.
MATERIAL: Lápis ou caneta e papel branco.
Desenvolvimento:O animador explica inicialmente o que se entende pela
expressão “Por-se na pele do outro “. Como é o outro, na própria pele ? Como
compreende-lo para melhor comunicar ? etc.
IEm continuação o animador pede que formem subgrupos a dois, para
poderem vivenciar a situação de “espelho “com o parceiro. Este exercício tem 3
frases:
PRIMEIRA FASE: O parceiro A procura executar uma ação ( tomar café,
escrever uma carta, etc. ) e o colega B o imitara em todos os gestos, co o seu
ritmo, suas emoções e com toda a precisão.
SEGUNDA FASE: Inverter-se os papeis. O parceiro B começa a ação e A o
imita em tudo.

TERCEIRA FASE: Nessa terceira fase, é sempre a situação do espelho. Apos


algum tempo de concentração de um sobre o outro, cada um procurará ser, ao
mesmo tempo, aquele que inicia o gesto e fará a vez do espelho, limitando os
gestos do outro. Ninguém saberá o que irá acontecer. Observa-se que as duas
pessoas farão ao mesmo tempo as duas coisas.
Finalmente as duas pessoas comentarão a experiência vivida, pondo em
comum as seguintes observações:
a) A dificuldade de estar atento durante todo o tempo;
b) A concentração sobre o grupo;
c) O gesto externo, revelando o movimento interno;
40
d) Quem toma a iniciativa de um gesto? Quem o imitará ?

5.5 - RADIO PEÃO.


OBJETIVO: Desenvolver o processo da comunicação criando uma mensagem
em cima de uma simples palavra.
Material: Uma sala ampla, iluminada, arejada, papel e caneta.
Desenvolvimento: O animador entrega um pedaço de papel para cada
participante e pede para escrever uma única palavra.
Em seguida recolhe os papeis, mistura-os e entrega novamente um para cada
pessoa. Cada participante cria uma mensagem em cima da palavra recebida.
Talvez até sobre a sua própria palavra, durante 20 minutos.

5.6 - DINÂMICA DA COMUNICAÇÃO


OBJETIVO: Demonstração do processo de comunicação.
MATERIAL: Nenhum.
Desenvolvimento: 1) O instrutor se dirige a um participante e conta a história.
2) Se desencadeia o processo de telefone sem fio.

O CAPITÃO AO 1º SARGENTO:
Amanhã haverá eclipse do sol, o que não acontece todos os dias.
Mande formar às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos
observar o fenômeno e darei explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os
homens formarão no alojamento, para a chamada.

O 1º SARGENTO AO 2º SARGENTO:
Por ordem do Sr. Capitão, haverá eclipse do sol amanhã, o que não
acontece todos os dias. O Capitão dará as explicações às 7 horas, o que não
acontece todos os dias. Se chover não haverá lá fora a chamada;
O eclipse será no alojamento.

O 2º SARGENTO AO CABO:
Amanhã, às 7 horas, virá ao quartel um eclipse do sol, em uniforme de
passeio. O Capitão dará no alojamento, as explicações, se não chover, o que
não acontece todos os dias.

O CABO AOS SOLDADOS:


Atenção: Amanhã às 7 horas o Capitão vai fazer um eclipse com
uniforme de passeio, e dará as explicações . Vocês deverão entrar formados
no alojamento, o que não acontece todos os dias.
Caso chova não haverá chamada.

ENTRE OS SOLDADOS:
O cabo disse que amanhã o sol, em uniforme de passeio vai fazer
eclipse para o Capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma
encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

5.7 - Dinâmica de Comunicação.


Objetivo: A importância da comunicação.
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Material: 1 Folha de sufite, 1 lápis, 1 prancheta e cadeiras para cada
participante.
Desenvolvimento: O grupo fica em U, sentados, o Orientador pede que cada
participante imaginem um desenho e que não fale para ninguém, então o
orientador começa passando uma folha de sufite para a primeira pessoa e
pede para desenhar o que imaginou, dá mais ou menos uns 30 segundos e
passa para o próximo, pede para continuar o desenho diante do que ela
imaginou, dá 30 segundos e passa para o próximo e assim por diante.
Quando todos terminarem mostre o desenho para o grupo e pergunta se é o
desenho que alguém imaginou? E conversa com o grupo no seguinte; que
ninguém passou um para o outro o que era para fazer e não deu o objetivo de
ninguém, pois não teve comunicação.
Não obtemos resultados bons quando tem falha na comunicação.
Sejam claros nos objetivos, explicam detalhadamente as tarefas atribuídas as
demais pessoas.
Dica: Estimule a participação de todos.

5.8 - LUGAR PARA UM PASSAGEIRO.


OBJETIVO: Tecnicas que tem por objetivo avaliar a capacidade das pessoas
sobre a assertividade e a persuasão.
Material: Sala ampla, iluminada, arejada e cadeiras.
Desenvolvimento: O coordenador comunica aos candidatos que um ônibus
vem da cidade X e vai para a cidade Y, passando pela cidade Z, cidade esta
que nos estamos. Comunica ainda que a apenas 1 lugar disponível nesse
ônibus.
O coordenador da uma condição social a cada participante e fala que todos
terão que estar na cidade Y, pois de suma importância a sua presença la. As
condições sociais distribuídas aleatoriamente aos candidatos são: medico
obstetra, coveiro, religioso, político, confeiteiro, policial, bombeiro, entre outras.
Cada participante terá ate três minutos para criar uma historia convincente para
garantir seu lugar no ônibus.
O auxiliar do coordenador fica fora do grupo abservando as alternativas
propostas pelas pessoas para justificar sua ida a cidade Y. Na avaliação não se
leva em consideração quem foi o escolhido para ocupar o lugar no ônibus ,
mas sim, os argumentos utilizados por cada um dos participantes.

OBSERVAÇÃO: Pode acontecer de algum candidato se sentir injustiçado por


ter ficado com uma condição social inadequada. Nesse caso o coordenador
orienta que todas as profissões indicadas tem o mesmo peso da avaliação no
trabalho desenvolvido. Nem sempre a pessoa escolhida para ocupar a vaga no
ônibus e aquela com o melhor perfil para a vaga na empresa. O coordenador
dve evitar responder quando o candidato perguntar se foi bem no teste.

6. Dinâmicas de Atenção

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS EM PROCESSO SELETIVO E


TREINAMENTO

6.1 – “TESTE DA ATENÇÃO”

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1. Leia tudo muito cuidadosamente antes de fazer qualquer coisa.
2. Ponha seu nome no campo superior direito desta folha de papel.
3. Faça um círculo ao redor da palavra nome na sentença dois.
4. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto esquerdo superior.
5. Ponha u X em cada quadrado.
6. Assine seu nome debaixo do título desta folha.
7. Depois do título escreva: SIM, SIM, SIM.
8. Nas costas deste papel multiplique 703 por 6.
9. Pronuncie o seu primeiro nome quando chegar aqui.
10. Se você acredita que seguiu as instruções cuidadosamente até aqui,
Diga em voz alta: EU CONSEGUI.
11. No reverso desta folha de papel some 895 a 980.
12. Ponha um círculo ao redor de sua resposta.
13. Na sua voz, em tom normal, conte de dez até um, de trás para diante.
14. Faça três pequenos furos com a ponta da caneta no topo desta folha.
15. Se você for a primeira pessoa a chegar a este ponto, diga em voz
Bem alta: EU SOU A PRIMEIRA PESSOA A CHEGAR A ESTE PONTO
E EU SOU O LÍDER EM SEGUIR INSTRUÇÕES.
16. Sublinhe todos os números pares ao lado esquerdo deste papel.
17. Diga em voz alta: EU ESTOU QUASE TERMINANDO, EU SEGUI TODAS
AS INSTRUÇÕES.
18. Agora que você terminou de ler tudo cuidadosamente faça apenas as
sentenças um e dois, não diga nada e descanse a caneta em cima do papel.

6.2 - VIAGEM A LUA

OBJETIVO: Técnicas destinada a avaliar a capacidade do candidato em


relação a percepção, memória e atenção.
MATERIAL NECESSÁRIO: Uma sala ampla, bem iluminada, arejada, cadeiras
e crachás de identificação pessoal.
Desenvolvimento: Cada participante deverá estar com o crachá de
identificação colocado no peito. Após se colocarem em circulo, o coordenador
anuncia que todo as farão uma viagem a LUA. Porém os objetos a serem
levados terão que passar por uma triagem. O coordenador tem o poder de
vetar ou libertar bagagem escolhida por cada pessoa. O coordenador
discretamente olha para crachá da pessoa que está ao seu lado direito e cita
um objeto cuja inicial seja coincidentemente a mesma do nome desta pessoa.
EXEMPLO: se a pessoa que está sentada do seu lado direito do coordenador
se chamar Vivian, um vídeo poderá ser levado. Dando continuidade na
dinâmica, cada pessoa deverá falar o nome de um objeto. O coordenador
responde se autoriza ou não levar, desde que coincida com a inicial do nome
da pessoa que estiver sentada a direita de quem escolheu o objeto. Quando o
coordenador observar que algumas pessoas já perceberam o processo da
dinâmica, poderá concretizar seu pensamento utilizando outras formas de
aplicação. Por exemplo: o objetivo a ser levado pela pessoa poderá coincidir
com a própria inicial da pessoa ou com as iniciais das pessoas que estão
sentadas nos lados direito e esquerdo. O coordenador deverá dar dicas do que
está acontecendo para facilitar a escolha dos objetos.

OBSERVAÇÃO: O auxiliar do coordenador deverá anotar as respostas dadas


pelos integrantes do grupo para uma avaliação posterior, serem analisadas
possíveis tentativas de “chute”.

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6.3 - DINÂMICA DOS EXERCÍCIOS DE VISÃO
OBJETIVOS a) Sensibilizar o órgão da visão.
b) Obrigar os participantes a caracterizar a diferença entre “olhar” e “ver”.
MATERIAL: Nenhum.
Desenvolviemnto: 1) O instrutor começa por explicar a máxima importância
que todos temos em aprender o ver. No dia-a-dia acontece que muitas vezes
olhamos não vemos.
2) A seguir convida os participantes do grupo a perambularem pela sala,
procurando ver com atenção, descobrindo coisas novas.
3) Decorridos cinco minutos, o instrutor coloca um relógio de pulso sobre a
mesa com o mostrador virado para cima, e pede aos participantes que olhem
com atenção esse relógio.
4) Uma vez visto o relógio, o instrutor formulará as seguintes perguntas:
a)“De que marca é o relógio?”; b) “Como é o marcador: em algarismos arábicos
ou romanos?”; c) “Outras características?”.
5) Uma vez colhidas as respostas, verificar-se-á que muitos só olham o relógio
sem o terem visto realmente.

6.4 - RESPONDENDO A PERGUNTA DO OUTRO


OBJETIVO: Técnica destinada a avaliar a capacidade do candidato a nível de
percepção, memória e atenção.
MATERIAL: Uma sala ampla, bem iluminada, arejada e cadeiras.
Desenvolvimento:: O coordenador lança uma pergunta para a pessoa que
esta sentada ao seu lado. Essa pessoa responde e faz uma outra pergunta
para quem esta ao lado, na sequência. A técnica prossegue mantendo a
mesma sistemática. Quando chegar sua vez, ao ser perguntado, o coordenador
vai se prender na pergunta elaborada, que seria respondida, teoricamente, por
quem esta ao seu lado esquerdo. As respostas, inicialmente, se tornam
aparentemente sem sentido, quando o coordenador responde. No decorrer da
dinâmica, alguns componentes do grupo perceberão o ocorrido e entrarão no
esquema adotado. As pessoas que não perceberam o processo, continuarão
respondendo erradamente.

OBSERVAÇÃO : O auxiliar do coordenador estará fora do grupo observando


as respostas para um futuro debate.

DINÂMICAS PARA SEREM UTILIZADAS SOMENTE EM TREINAMENTO

6.5 - DINÂMICA DO RECOMEÇAR


OBJETIVO: Obter concentração dos grupos de forma a obter através do
relaxamento, trazê-los de volta a trabalhos que venham exigir mais
participação.
MATERIAL:Música e tapa olhos.

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Desenvolviemnto: Pedir a todos que usem seu tapa olhos e andem pé a pé na
sala em direção a um lugar imaginário, orientar que só de vem parar quando
receberem esta instrução. Pedir que cada um conte que lugar era o seu
imaginário. Não aprofundar ou evocar mais elementos para que não sejam
comprometidos emocionalmente.

CONTRATE POR ATITUDE, A CAPACITAÇÃO PARA APERTAR BOTÕES


PODERÁ SE ADQUIRIDA DEPOIS.

WALL - MART

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