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UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

PÓS-GRADUAÇÃO EM INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES

JOÃO NICÁCIO RODRIGUES NETO

RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTO FLEXÍVEL


ESTUDO DE CASO NA BR-317/AC COM RECICLAGEM PROFUNDA E
BASE USINADA

RIO BRANCO
2019
JOÃO NICÁCIO RODRIGUES NETO

RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTO FLEXÍVEL


ESTUDO DE CASO NA BR-317/AC COM RECICLAGEM PROFUNDA E
BASE USINADA

Monografia apresentada ao curso de


Especialização em Infraestrutura de
Transportes – Rodovias da Universidade
Cidade de São Paulo, como requisito parcial
para obtenção do título de Especialista.

RIO BRANCO
2019
JOÃO NICÁCIO RODRIGUES NETO

RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTO FLEXÍVEL


ESTUDO DE CASO NA BR-317/AC COM RECICLAGEM PROFUNDA E
BASE USINADA

Monografia apresentada ao curso de


Especialização em Infraestrutura de
Transportes – Rodovias da Universidade
Cidade de São Paulo, como requisito parcial
para obtenção do título de Especialista.

Área de concentração:
Data da apresentação:

Resultado:______________________

BANCA EXAMINADORA:

Prof.
Universidade Cidade de São Paulo ______________________________________

Prof.
Universidade Cidade de São Paulo ______________________________________
Todas as minhas obras dedico aos meus
descendentes e ascendentes, dos quais fui mero
elo.
AGRADECIMENTOS

Agradeço a minha amiga Engª Civil Daphne de Oliveira Peres pelos direcionamentos e
auxílios para a feitura deste trabalho.
Agradeço ao meu amigo Eng. Civil Carlos Henrique de Assis Moraes e ao DNIT pelo
auxílio e compreensão.
Agradeço a minha família, Samara e Raquel Elizabete.
Agradeço ao INBEC, que me mostrou do que sou capaz.
RESUMO

Esta monografia objetiva analisar as características geotécnicas de uma aplicação de solução de


Restauração Rodoviária: Reciclagem Profunda com incorporação do Revestimento como Sub-
Base e uma nova camada com Base Usinada, estabilizada granulometricamente com Solo-
Brita-Areia. Bem como avaliar se a Sub-Base com incorporação do Revestimento se adequaria
como Base Estabilizada Granulometricamente. A solução apresentada se mostrou eficiente, a
Sub-Base reciclada atingiu os parâmetros mínimos exigidos para sub-base. A mesma camada
não se enquadraria tal qual fora executado, sem a aplicação de outro estabilizante, químico ou
granulométrico. A Base Usinada apresentou resultados excelentíssimo, ultrapassando em
alguns casos o dobro do mínimo exigido para rodovias de baixo Número de Solicitações. Logo,
a técnica que foi aplicada se adequa e atende, no entanto, para rodovias de baixo tráfego, é
possível a estabilização da reciclagem do pavimento com incorporação do revestimento e outro
aditivo, de modo que não aumente o custo da obra, pelo acréscimo de uma nova camada. A
solução contempla dois revestimentos (por penetração e outro por mistura). Aquele foi colocado
logo após o serviço de restauração e este será posto findo o período chuvoso, que servirá como
período de observação, a fim de constatar a eficiência prática da solução.

Palavras-chave: Restauração Rodoviária. Reciclagem Profunda. Base Usinada. Pavimento


Flexível.
ABSTRACT

This monograph aims to analyze the geotechnical characteristics of a Road Restoration solution
application: Deep Recycling with incorporation of the Coating as Sub-Base and a new
Machined Mix Base layer, granulometrically stabilized with Soil-Gravel-Sand. As well as
assessing whether the Coating Embedded Sub-Base would be suitable as a Granulometrically
Stabilized Base. The solution presented proved to be efficient, the recycled sub-base reached
the minimum required parameters for sub-base. The same layer would not fit as it was made
without the application of another stabilizer, chemical or particle size. The Machined Mix Base
showed excellent results, in some cases exceeding twice the minimum required for low number
of highways. Therefore, the technique that is applied is suitable and meets, however, for low
traffic highways, it is possible to stabilize the pavement recycling with incorporation of the
coating and other additive, so that does not increase the cost of the work, by adding a new layer.
The solution comprises two coatings (by penetration and one by mixing). It was placed shortly
after the restoration service and it will be placed after the rainy season, which will serve as an
observation period, in order to verify the practical efficiency of the solution.

Keywords: Road Restoration. Deep recycling Pavement. Machined Mix base. Flexible
Pavement
LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 - Estrutura do Pavimento Rígido ................................................................................ 22


Figura 2 - Estrutura do Pavimento Flexível ............................................................................. 22
Figura 3 - Estrutura do Pavimento Semi-Rígido ...................................................................... 23
Figura 4 - Macadame - lançamento do agragado ..................................................................... 27
Figura 5 - Macame - Regularização da Base ............................................................................ 27
Figura 6 - Macadame - Compactação da Base ......................................................................... 28
Figura 7 - Tratamento Superficial simples e duplo por penetração invertida .......................... 33
Figura 8 - Espalhamento do Macadame Betuminoso ............................................................... 34
Figura 9 - Nivelamento da camada ........................................................................................... 34
Figura 10 - Compactação da 1ª camada.................................................................................... 35
Figura 11 - Conformação da superfície .................................................................................... 35
Figura 12 - Macadane Betuminoso imprimado ........................................................................ 36
Figura 13 - Reciclado e detalhe do tambor fresador ................................................................. 49
Figura 14 - Esquema de execução e controle da operação da reciclagem profunda ................ 49
Figura 15 - Estrutura do pavimento antes da reciclagem (a), após a reciclagem da base (b), e
com a camada reciclada atuando como sub-base (c) ................................................................ 50
Figura 16 - Divisão dos Lotes................................................................................................... 54
Figura 17 - Solução do Tipo 1 .................................................................................................. 57
Figura 18 - Solução do Tipo 2 .................................................................................................. 57
Figura 19 - Solução adotada ..................................................................................................... 58
LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Classificação das Bases conforme Senço (2007a) .................................................. 24


Tabela 2 - Classificação das Bases conforme o DNIT (2006) ................................................. 25
Tabela 3 - Tipos de Revestimentos........................................................................................... 32
Tabela 4 - Classificação de tipos de Reciclagem ..................................................................... 44
Tabela 5 - Lote 1 do Edital 216/2018-00 - DNIT ..................................................................... 52
Tabela 6 - Lote 2 do Edital 216/2018-00 - DNIT ..................................................................... 52
Tabela 7 - Lote 3 do Edital 216/2018-00 - DNIT ..................................................................... 52
Tabela 8 - Lote 4 do Edital 216/2018-00 - DNIT ..................................................................... 53
Tabela 9 - Faixas Granulométricas da Norma DNIT 141/2010 - ES ....................................... 59
Tabela 10 - Faixas Granulométricas da Norma DNIT 097/2007 - ES ..................................... 60
Tabela 10 - Granulometria das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base Reciclada .............. 62
Tabela 11 - Ensaios Físicos (LL, LP, IP e EA) das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base
reciclada .................................................................................................................................... 67
Tabela 12 – Classificação de HRB e IG das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base reciclada
.................................................................................................................................................. 67
Tabela 13 - ISC, Expansão, Dmax e Hótima das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base
reciclada .................................................................................................................................... 68
Tabela 14 – Dmax, Hótima, Densidade in situ, Umidade in situ, desvio da umidade e Grau de
Compactação das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base reciclada .................................... 69
Tabela 15 – Granulometria das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base Usinada. ....................... 70
Tabela 16 - Ensaios Físicos (LL, LP, IP e EA) das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base
Usinada ..................................................................................................................................... 75
Tabela 17 – Classificação de HRB e IG das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base Usinada .... 75
Tabela 18 - ISC, Expansão, Dmax e Hótima das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base Usinada .. 76
Tabela 19 – Dmax, Hótima, Densidade in situ, Umidade in situ, desvio da umidade e Grau de
Compactação das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base Usinada ............................................. 77
LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 1 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa


A da Norma do DNIT 141/2010 ............................................................................................... 63
Gráfico 2 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
B da Norma do DNIT 141/2010 ............................................................................................... 63
Gráfico 3 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
C da Norma do DNIT 141/2010 ............................................................................................... 64
Gráfico 4 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
D da Norma do DNIT 141/2010 ............................................................................................... 64
Gráfico 5 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
E da Norma do DNIT 141/2010 ............................................................................................... 65
Gráfico 6 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
F da Norma do DNIT 141/2010 ............................................................................................... 65
Gráfico 7 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
A da Norma do DNIT 097/2007 (Base com Solo Laterítico)................................................... 66
Gráfico 8 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da Faixa
B da Norma do DNIT 097/2007 (Base com Solo Laterítico) ................................................... 66
Gráfico 9 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa A da
Norma do DNIT 141/2010 ....................................................................................................... 70
Gráfico 10 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa B da
Norma do DNIT 141/2010 ....................................................................................................... 71
Gráfico 11 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa C da
Norma do DNIT 141/2010 ....................................................................................................... 71
Gráfico 12 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa D da
Norma do DNIT 141/2010 ....................................................................................................... 72
Gráfico 13 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa E da
Norma do DNIT 141/2010 ....................................................................................................... 72
Gráfico 14 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa F da
Norma do DNIT 141/2010 ....................................................................................................... 73
Gráfico 15 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa A da
Norma do DNIT 097/2007 (Uso de Solo Laterítico) ................................................................ 74
Gráfico 16 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa B da
Norma do DNIT 097/2007 (Uso de Solo Laterítico) ................................................................ 74
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

AAQ Areia Asfalto a Quente (o mesmo que AAUQ)


AAUQ Areia Asfalto Usinado a Quente
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas
ARRA Asphalt Recycling and Reclaiming Association (o mesmo que Associação de
Reabilitação e Reciclagem de Pavimentos Asfálticos [dos Estados Unidos])
Art. Artigo (jurídico)
BGS Brita Graduada Simples
BGTC Brita Graduada tratada com Cimento
BRA Brasil (nomenclatura do SNV/DNIT)
CAP Cimento Asfáltico de Petróleo
CBR California Bearing Ratio (o mesmo que ISC)
CBUQ Concreto Betuminoso Usinado a Quente
CCR Concreto Compactado com Rolo
cf. Conforme
CPA Camada Porosa de Atrito
CREMA Programa de Conservação e Restauração e Manutenção do DNIT
D Densidade
DIV Divisa (entre Estados Federativos, nomenclatura do SNV/DNIT)
DNER Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (extinto)
DNIT Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes
EA Equivalente de Areia
ENTR Entroncamento (nomenclatura do SNV/DNIT)
ES Especificação de Serviço (Norma DNIT)
Esp. Espessura
Exp. Expansão volumétrica
H Humidade
HRB Highway Research Board (Tabela de Pesquisa Rodoviária, tradução livre)
IG Índice de Grupo
ISC Índice de Suporte Califórnia
IP Índice de Plasticidade
lb. Libra (unidade de medida de peso, equivalente a 453,592 g)
LL Limite de Liquidez
LP Limite de Plasticidade
ME Método de Ensaio (Norma DNIT)
N Número de Solicitações
Nº/nº Número
NL Não apresenta Limite de Liquidez
NP Não Plástico
p. Página
PER Peru (País, Nomenclatura do SNV/DNIT)
PMF Pré-Misturado a Frio
PMQ Pré-Misturado a Quente
PRO Procedimento (Norma DNIT)
RAP Reclaimed Asphalt Pavement (o mesmo que Pavimento Asfáltico Recuperado)
RFI Reciclagem a Frio in situ
RQI Reciclagem a Quente in situ
RP Reciclagem Profunda
SH Segmento Homogêneo
SMA Stone Matrix Asphalt (Matriz Asfáltica de Pedra, tradução livre)
SNV Sistema Nacional de Viação
TRAV URB Travessia Urbana (nomenclatura do SNV/DNIT)
TSD Tratamento Superficial Duplo
TSS Tratamento Superficial Simples
TSQ Tratamento Superficial Quádruplo
TST Tratamento Superficial Triplo
VMD Volume Médio Diário
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 14
1.1 Objetivos ......................................................................................................................... 15
1.1.1 Objetivos Gerais .......................................................................................................... 15
1.1.2 Objetivos Específicos................................................................................................... 15
1.2 Metodologia ....................................................................................................................... 16

2 PAVIMENTAÇÃO .............................................................................................................. 17
2.1 Camadas Constituintes dos Pavimentos ......................................................................... 17
2.1.1 Subleito/Leito .................................................................................................................. 17
2.1.2 Regularização do Subleito .............................................................................................. 18
2.1.3 Reforço do Subleito ........................................................................................................ 18
2.1.4 Sub-Base ......................................................................................................................... 19
2.1.5 Base ................................................................................................................................. 19
2.1.6 Revestimento ................................................................................................................... 19
2.2 “Circunstâncias técnica-econômicas” ............................................................................. 20
2.3 Classificação dos Pavimentos .......................................................................................... 21
2.3.1 Pavimentos Rígidos......................................................................................................... 21
2.3.2 Pavimentos Flexíveis ...................................................................................................... 22
2.3.3 Pavimentos Semi-Rígidos ............................................................................................... 23
2.4 Tipos de Base e Sub-base ................................................................................................. 24
2.4.1 Bases e Sub-Bases Granulares....................................................................................... 25
2.4.1.1 Estabilização Granulométrica ..................................................................................... 25
2.4.1.2 Macadame Hidráulico e Seco ..................................................................................... 26
2.4.2 Bases e Sub-Bases Estabilizadas (com aditivos) ........................................................... 28
2.4.2.1 Solo-Cimento ............................................................................................................... 28
2.4.2.2 Solo Melhorado com Cimento ..................................................................................... 29
2.4.2.3 Solo-Cal ........................................................................................................................ 29
2.4.2.4 Solo Melhorado com Cal ............................................................................................. 30
2.4.2.5 Solo-Betume ................................................................................................................. 30
2.4.2.6 Macadame Betuminoso ............................................................................................... 30
2.4.3 Bases e Sub-Bases Rígidas ............................................................................................. 31
2.5 Tipos de Revestimentos .................................................................................................... 31
2.5.1 Revestimentos Flexíveis .................................................................................................. 32
2.5.1.1 Revestimentos Flexíveis Betuminosos por Penetração .............................................. 32
2.5.1.2 Revestimentos Flexíveis Betuminosos por Mistura .................................................... 36
2.5.1.3 Revestimentos Flexíveis por Calçamento ................................................................... 38
2.5.2 Revestimentos Rígidos .................................................................................................... 39

3 TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO RODOVIÁRIA ......................................................... 40


3.1 Manutenção Rodoviária ................................................................................................... 40
3.1.1 Conservação Rodoviária................................................................................................. 40
3.1.1.1 Conservação Corretiva Rotineira ................................................................................ 41
3.1.1.2 Conservação Preventiva Periódica ............................................................................. 41
3.1.1.3 Conservação de Emergência ....................................................................................... 41
3.1.2 Restauração Rodoviária ................................................................................................. 41
3.1.3 Melhoramento Rodoviário ............................................................................................. 42

4 RECICLAGEM DE PAVIMENTOS ................................................................................ 43


4.1 Tipos de Reciclagem ......................................................................................................... 44
4.1.1 Reciclagem a frio em usina ............................................................................................ 45
4.1.2 Reciclagem a quente em usina ....................................................................................... 46
4.1.3 Reciclagem a quente in situ............................................................................................ 46
4.1.4 Reciclagem a frio in situ ................................................................................................. 47
4.1.5 Reciclagem profunda ...................................................................................................... 48

5 ESTUDO DE CASO ............................................................................................................ 52


5.1 Localização e Caracterização do Estudo de Caso.......................................................... 52
5.2 Solução-projeto do Estudo de Caso ................................................................................ 55
5.2 Gestão pública e Engenharia de Infraestrutura de Transportes ................................. 58
5.3 Ensaios Laboratoriais ...................................................................................................... 59
5.3.1 Granulometria ................................................................................................................ 59
5.3.2 Compactação, Expansão e Índice de Suporte Califórnia (ISC) ................................... 60

6 RESULTADOS .................................................................................................................... 62
6.1 Sub-Base reciclada............................................................................................................ 62
6.1.1 Granulometria e índice de grupo ................................................................................... 62
6.1.2 Ensaios Físicos ............................................................................................................... 67
6.1.3 Índice de Grupo e Classificação HRB ........................................................................... 67
6.1.4 Índice de Suporte Califórnia e Expansão ...................................................................... 68
6.1.5 Densidade “in situ” e grau de compactação.................................................................. 68
6.2 Base Usinada (Solo-Brita-Areia) ..................................................................................... 69
6.2.1 Granulometria e índice de grupo ................................................................................... 69
6.2.2 Ensaios Físicos ............................................................................................................... 75
6.2.3 Índice de Grupo e Classificação HRB ........................................................................... 75
6.2.4 Índice de Suporte Califórnia e Expansão ...................................................................... 76
6.2.5 Densidade “in situ” e grau de compactação.................................................................. 76

7 CONCLUSÃO...................................................................................................................... 78
7.1 Recomendações para futuros trabalhos ......................................................................... 79

8 BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................. 80

9 ANEXOS .............................................................................................................................. 83
9.1 Sub-Base ............................................................................................................................ 83
9.1 Base .................................................................................................................................. 106
14

1 INTRODUÇÃO

A região do Estado do Acre é uma região que vive uma dicotomia sobre os materiais
para pavimentos flexíveis. Ao tempo em que não tem jazidas de pedras britadas (Todo o
material de pedra britada advém do estado vizinho, Rondônia), ao menos a BR-317 está rodeado
de jazidas de solo laterítico, que podem ser encontradas ao longo do seu 407 km de extensão, e
que possuem geralmente bons Índices de Suporte. Apesar de muito da origem do Manual de
Pavimentação do DNIT ter origem externa, de países com situações diferentes do nosso Brasil,
o DNIT separou e adaptou muitos das normas para situações típicas “tupiniquins”, tal como o
uso de solo laterítico na Pavimentação, sabidamente com bons ISC.

O Acre é um estado com apenas 3 modais. O Modal Aeroviário apesar de crescente, é


um modal caro, e ainda não há fluxo de pessoas o suficiente para que seja uma alternativa
comparado ao Rodoviário. O Modal Hidroviário iniciou a exploração e colonização desta
região, mas com tanta demanda cada vez mais crescente, e com a disponibilidade do Modal
Rodoviário, aquele vem cada vez mais diminuindo volume de tráfego, sendo praticamente
inexistente nestes tempos. Logo, o Acre se tornou totalmente dependente exclusivamente do
Sistema Rodoviário.

Assim, a grande missão do Gestor Público nessa região, além de procurar alternativas
perante a imponente Floresta Amazônica, que compõe a maior parte do território acreano, é a
de manter em bom estado as rodovias que modestamente permeiam o Estado do Acre. Apesar
de pouco VMD ainda, o fluxo de mercadorias, e pessoas, vem aumentando progressivamente.

Com isso há a necessidade de gerenciar a infraestrutura existente. Com o passar dos


anos, após findo o ciclo de operações das rodovias, gastar com conservação simples como
remendos profundos e tapa buracos podem se tornar um desperdício de verba pública. Apesar
de serem menos custosos que uma restauração robusta, se torna extremamente caro ao gestor
público, que deverá repetir o mesmo processo inócuo perante a rodovia.

Outro fator determinante no gerenciamento da infraestrutura rodoviária é a lacuna do


período chuvoso, onde o fator climático pluviométrico acaba por render a capacidade de
conservação e restauração que possa ser executado nessa região. Esse período, que geralmente
se inicia na segunda quinzena de outubro e vai até meados de maio, apesar de diminuir o fluxo
de serviços dentro do escopo de manutenção viária, é o momento certo de se analisar e ver a
15

eficiência dos serviços outrora executados. Apesar da baixa quantidade de serviços executados,
não é o momento para o gerenciamento descansar, devendo sempre ficar de sobreaviso, pois é
o período crítico, onde falhas no pavimento se tornarão mais acentuadas e visíveis.

Diante disso, uma alternativa econômica, célere e ajustável a realidade Acreana, com
poucos insumos disponíveis facilmente, está a Reciclagem Profunda. Essa técnica permite o
reaproveitamento integral dos materiais pré-existentes, não necessitando o deslocamento, ou
volume de transporte que possa inviabilizar um serviço de Restauração.

Além de econômica, permite uma proteção ambiental maior, por necessitar de menos
energia de produção que as outras alternativas. Diante de tantas qualidades, os gestores públicos
estão cada vez mais utilizando-se desta Reciclagem, sem se esquecer que a alternativa depende
também da qualidade do material pré-existente. Ou seja, mesmo que o material não “estrague”,
o resultado final da Reciclagem é extremamente dependente da qualidade do material no
pavimento que se encerra o seu ciclo-útil.

A restauração que esse trabalho estuda, foi delicadamente analisada e programada pelo
DNIT/AC, a fim de que as etapas desta Restauração possam tanto se encaixar com os recursos
frequentemente limitados, quanto com a qualidade do pavimento exigido pela população,
independente em que etapa esta Restauração esteja. Sendo assim, como em alguns segmentos
homogêneos, além da Reciclagem Profunda e a Base Usinada, o projeto contemplou também
dois Revestimentos sobrepostos, sendo um por penetração – mais barato – e outro por mistura
– mais caro. Desta forma, decidiu-se, dentro desta delimitação orçamentária, concluir tais etapas
no revestimento por penetração (TSD) no primeiro momento, e após a janela de observação do
período chuvoso sequente, concluir com o revestimento final, por mistura.

1.1 Objetivos

1.1.1 Objetivos Gerais

O objetivo deste presente trabalho será avaliar os resultados geotécnicos dos serviços de
restauração executado no Lote 2 do CREMA da BR-317, no Acre, a saber, todas as
características geotécnicas da Sub-Base (Reciclagem Profunda com incorporação do
Revestimento) e da Base Usinada (Solo-Brita-Areia).

1.1.2 Objetivos Específicos

Coletar, Analisar e Avaliar:


16

a) Granulometria e Faixa Granulométrica;

b) Ensaios Físicos (Limite de Liquidez, Limite de Plasticidade, Índice de


Plasticidade);

c) Índice de Grupo;

d) Densidade in situ; e, por fim,

e) Índice de Suporte Califórnia.

De todos os serviços executados no Lote II em 2019 do Programa CREMA, da BR-317,


no Estado do Acre. Tais itens devidamente regidos por normas específicas para Base e Sub-
Base estabilizada Granulometricamente.

Avaliar se a Sub-Base reciclada se adequaria como Base reciclada.

1.2 Metodologia

Inicialmente será feita a pesquisa bibliográfica sobre pavimentação latu sensu,


aprofundando nas técnicas de restauração de pavimentos.

Com o devido embasamento teórico, far-se-á um estudo de caso, com a avaliação de


dados presentes de todas as características geotécnicas dos serviços de restauração no estudo
de caso.
17

2 PAVIMENTAÇÃO

Diz-se de Pavimento que é uma estrutura de múltiplas camadas de espessuras finitas,


construída sobre o subleito, ou leito. Esta estrutura teria o objetivo de modo técnica e
economicamente, resistir os esforços oriundos de tráfego e das intempéries, bem como propiciar
conforto, economia e segurança aos usuários transeuntes (BERNUCCI et al, p. 9, 2006)

Senço (p. 7, 2007a) converge para a mesma definição, a complementando: “[Pavimento]


É um sistema de várias camadas de espessuras finitas que se assenta sobre um semi-espaço
infinito1 e exerce a função de fundação da estrutura.”. BRASIL (p. 106, 2006) também
estabelece os objetivos deste pavimento:

a) Resistir aos esforços verticais oriundos do tráfego e distribuí-los;

b) Melhorar as condições de rolamento quanto ao conforto e segurança; e por fim,

c) Resistir aos esforços horizontais (desgaste), tornando mais durável a superfície de


rolamento.

Para Pinto e Preussler (p. 11, 2002), segundo a perspectiva técnica, uma estrutura
constituída por uma ou mais camadas, com características para receber as cargas aplicadas na
superfície e distribuí-las, de modo que as tensões resultantes fiquem abaixo das tensões
admissíveis dos materiais que constituem a estrutura.

2.1 Camadas Constituintes dos Pavimentos

Essas camadas, do material a espessura, irão variar conforme o projeto de


dimensionamento e deverá constar uma fundação, denominado subleito (SENÇO, p. 15,
2007a). Tais camadas são:

2.1.1 Subleito/Leito

Subleito é o próprio terreno de fundação do pavimento das camadas (SENÇO, p. 15,


2007a). Deve apresentar a geometria definitiva. Senço explica que apenas a camada próxima
da superfície deve ser considerada subleito, pois ao se aprofundar, o bulbo de tensões torna a
pressão exercida pelas cargas desprezível. O material deve ser estudado, geralmente, a pelo

1
BRASIL (p. 95, 2006) ainda especifica: “assentes sobre um semi-espaço considerado teoricamente como infinito
- a infra-estrutura ou terreno de fundação, a qual é designada de subleito.” (grifo do autor)
18

menos um metro a um metro e meio. Para Balbo (p. 37, 2007), esta tensão chega a no máximo
um metro. BRASIL (p. 106, 2006) ainda coloca o termo Leito, para definir a superfície obtida
pela terraplanagem já no Greide de projeto, dando a entender que se trata da camada acabada.

2.1.2 Regularização do Subleito

BRASIL (p. 106, 2006) define Regularização do Subleito como camada posta sobre o
leito para que esta seja conformada transversal e longitudinalmente de acordo com o projeto.
Senço (p. 17, 2007a) também complementa que esta camada possui espessura variável e
irregular, portanto não sendo possível determinar volume, que pode ser menor ou maior,
dependendo da superfície. Portanto, a Regularização do Subleito deve ser medida em área.

É nesta fase inicial que deve ser dado o acabamento geométrico do pavimento, conforme
Senço (p. 17, 2007a). Executando-a assim com duas rampas opostas para cada lado, com 2%
de inclinação, ou 3 a 4% para regiões com alta pluviometria. Nas curvas, devem ser executadas
levando-se em consideração a superelevação2.

2.1.3 Reforço do Subleito

Reforço de Subleito é uma camada posta acima da regularização, não sendo uma camada
necessária, portanto não obrigatória (SENÇO, p. 19, 2007a). Senço conclui que o reforço do
subleito “poderia ser considerado indistintamente camada suplementar do subleito ou camada
complementar da sub-base”. Não é a camada final (que se mantém denominada subleito) do
pavimento, não tendo função de absorver definitivamente esses esforços, mas resistir e
distribuir os esforços verticais das camadas superiores para a camada inferior, no caso subleito.

Brasil (p. 106, 2006) informa que sua existência é devido a circunstâncias técnico-
econômicas, com características geotécnicas inferiores ao material usado na camada superior,
e características superiores ao subleito.

Geralmente é um material argiloso selecionado com boas a excelentes características


geotécnicas, de modo a ser melhor as do subleito, e dar resistência que permitam a absorção e
distribuição das cargas que se transmite através das camadas superiores (PINTO e
PREUSSLER, p. 13, 2002).

2
Superelevação: “Inclinação transversal da pista nas curvas horizontais, para compensar o efeito da força
centrífuga sobre os veículos.” (BRASIL, p. 105, 2006)
19

2.1.4 Sub-Base

Trata-se de uma camada complementar à base, quando por circunstâncias técnico-


econômicas não é viável a execução construir a base diretamente sobre a regularização
(BRASIL, p. 106, 2006). Senço (p. 20, 2007a) ainda afirma que as características geotécnicas
desta camada devem ser melhores que a do Reforço do Subleito e inferiores da Base. Este, por
sua vez, deve ter melhor qualidade que o material da sub-base. Como camada complementar,
supõe-se que não é obrigatória, a não ser que as condições técnica-econômica
obriguem/permitam sua implantação.

Segundo Pinto e Preussler (p. 14, 2002) o material da sub-base deve ser de melhor
qualidade que do que o solo do subleito ou do reforço do subleito. Sendo indicado a elaboração
de vários projetos alternativos definindo diferentes seções transversais, com e sem a sub-base,
de modo a considerar disponibilidade e o custo relativo dos materiais utilizados.

2.1.5 Base

A Base é a camada com o objetivo de “Resistir a e distribuir aos esforços oriundos do


tráfego” (BRASIL, p. 106, 2006). Tem tal importância que Senço (p. 20, 2007a) resume o
pavimento como um composto de base e revestimento, podendo, ou não, ser complementada
com sub-base e o reforço do subleito.

2.1.6 Revestimento

Segundo Senço (p. 20, 2007a) “É a camada, tanto quanto possível impermeável, que
recebe diretamente a ação do rolamento dos veículos e destinada a melhorá-la, quanto à
comodidade e segurança e a resistir ao desgaste”. Segundo Balbo (p. 36-37, 2007) o
Revesimento é portanto a camada com a função de receber as cargas, estáticas ou dinâmicas e
resistir as ações ambientais. Não podendo sofrer: deformações plásticas; grandes deformações
elásticas; desagregação de componentes; e, perda de compactação. Inclusive atesta que não há
pavimento sem Revestimento, mesmo que seja Revestimento Primário3 (por cascalhamento ou
agulhamento), ou sem subleito (fundação).

3
“Revestimento Primário - Camada de solo selecionado de boa qualidade, estabilizado, superposta ao leito natural
de uma rodovia para permitir uma superfície de rolamento com características superiores às de solo natural,
garantindo condições de trânsito” (BRASIL, p. 233, 1997)
20

Apesar de amplamente utilizado material asfáltico (BERNUCCI et al, 2006), Balbo (p.
36, 2007) cita revestimentos de: pedras cortadas justapostas; blocos pré-moldados de concreto;
placas de concreto; concreto compactado com rolo; bem como os conhecidos tratamentos
superficiais betuminosos; e as misturas asfálticas no geral.

2.2 “Circunstâncias técnica-econômicas”

Independente do modelo de dimensionamento de pavimentos, deve-se levar em


consideração a capacidade de suporte do subleito. Logo, conforme Senço (p. 20, 2007a), quanto
melhor a qualidade do material do subleito, menor a espessura do pavimento. Dessa maneira,
facilmente se dispensará camadas complementares como a Sub-base e o Reforço do Subleito.
O Revestimento, naturalmente a camada mais nobre do pavimento, poderia ter grande
espessura, com o objetivo de ter grande eficiência em atender as solicitações.

No entanto, mesmo que seja necessário estabelecer espessuras mínimas para o


revestimento, este é o item mais oneroso de um pavimento, custando geralmente muito mais
que as demais camadas. Senço (p. 20, 2007a) conclui que colocar uma grande espessura de
revestimento, de modo desproporcional a solicitação e ao pavimento, não corresponde a
realidade econômica brasileira. Tais soluções poderiam inviabilizar economicamente o
pavimento.

De igual modo, Balbo (p. 38, 2007) recomenda que, quando a Base for muito espessa,
pelas mesmas razões técnica-econômicas, o ideal é procurar dividi-las em ao menos duas
camadas, como a Sub-Base. Naturalmente, essa Sub-base custará menos que a Base,
desonerando o projeto.

Isso fica mais claro ao analisar a classificação dos materiais empregados no pavimento
no método de dimensionamento do DNER (BRASIL, p. 142, 2006):

a) Materiais para reforço do subleito, os que apresentam C.B.R. maior que o do


subleito e expansão ≤1% (medida com sobrecarga de 10 Ib);

b) Materiais para sub-base, os que apresentam C.B.R. ≥ 20%, I.G. = 0 e expansão


≤ 1% (medida com sobrecarga de 10 lb); e,
21

c) Materiais para base, os que apresentam: C.B.R. ≥ 80% e expansão ≤ 0,5%


(medida com sobrecarga de 10 Ib), Limite de liquidez ≤ 25% e Índice de
plasticidade ≤ 6%.

Ao avaliar tais classificações, percebe-se que quanto mais próximo da superfície do


pavimento, maiores são as exigências para as características geotécnicas da camada.

2.3 Classificação dos Pavimentos

Apesar da dificuldade de para achar um termo que possa definir a estrutura de pavimento
que pode ter várias camadas (SENÇO, p. 22, 2007a), podem ser classificados em:

a) Pavimentos Rígidos; e

b) Pavimentos Flexíveis.

Senço (p. 23, 2007a) comenta que esta dificuldade na classificação advém da
possibilidade em executar camadas rígidas com camadas flexíveis. Desta forma, o Pavimento
teria tanto propriedades rígidas e flexíveis.

BRASIL (p. 95, 2006) acaba por classificar um tipo específico de estrutura com ambas
as características, o Pavimento Semi-Rígido.

2.3.1 Pavimentos Rígidos

São pavimentos que se deformam pouco, e quando sujeitos a deformação rompem por
tração (SENÇO, p. 23, 2007a). BERNUCCI et al (p. 9, 2006) informa que existe uma tendência
no uso da nomenclatura Pavimentos de Concreto de Cimento Portland (ou concreto-cimento,
ou concreto de cimento). BRASIL (p. 95, 2006) acaba por atrelar o conceito ao Revestimento
com elevada rigidez.
22

Figura 1 - Estrutura do Pavimento Rígido

Fonte: FILHO (2018)

2.3.2 Pavimentos Flexíveis

São pavimentos que sofrem grande deformação elástica sob carregamento aplicado,
distribuindo em parcelas equivalentes entre as camadas abaixo (BRASIL, p. 95, 2006). São
dimensionadas levando em consideração a compressão e a tração na flexão causados pela ação
do contato das rodas dos veículos (SENÇO, p. 23, 2007a). No entanto, isso leva a estrutura a
deformações permanentes, e ao rompimento por fadiga. BERNUCCI et al (p. 9, 2006) comenta
que a maioria dos pavimentos flexíveis são revestidas com materiais asfálticos.

Figura 2 - Estrutura do Pavimento Flexível

Fonte: FILHO (2018)


23

2.3.3 Pavimentos Semi-Rígidos

Nomenclatura dada por BRASIL (p. 95, 2006) para definir os pavimentos com uma base
cimentada por aglutinante cimentício. A característica predominante então seria o Revestimento
flexível acima de uma base ou sub-base cimentada, que também são tracionados (BERNUCCI
et al, p. 338, 2006).

Senço (p. 23, 2007a) relata a pavimentação das vias Anchieta e Anhanguera, no trecho
São Paulo – Jundiaí, onde foram executadas placas de concreto sobre bases flexíveis em um
primeiro momento, e recapeado com material asfáltico em um segundo momento. Pela
classificação posta aqui, no primeiro momento, o trecho se definiria como Pavimento Rígido
(pelo Revestimento Rígido), e por fim, se tornara um Pavimento Semi-Rígido4.

No Acre sabe-se que foi utilizado na BR-364, entre a cidade de Sena Madureira ao Rio
Liberdade, no entanto veio apresentando graves problemas estruturais. (Colocar Referência)

Figura 3 - Estrutura do Pavimento Semi-Rígido

Fonte: BRITO (2017)

4
Não existe consenso entre os principais autores acadêmicos de pavimentação. Brasil (p. 95, 2006) atrela o
Pavimento Semi-rígido a existência de uma Base Cimentada, que é o caso em tela. No entanto, Balbo (p. 56, 2007)
propõe o termo Pavimento Asfáltico Rígido-Híbrido, uma vez que uma placa de concreto possui características
mecânicas extremamente diferentes que uma base de solo-brita ou solo-cal.
24

2.4 Tipos de Base e Sub-base

Ao iniciar este item, é importante acusar pequenas divergências sobre o conceito de base
e sub-base semi-rígida. A bem da verdade, é uma terminologia adotada apenas pelo Manual de
Pavimentação do DNIT (BRASIL, 2006). No entanto, como a própria definição dada por Brasil
(p. 95, 2006), a base cimentada por algum material aglutinante, logo sendo considerado desta
forma base e sub-bases do tipo de solo-cal ou solo-cimento. Bernucci et al, (p. 352, 2006)
classifica as base, sub-base e reforço do subleito em:

a) Granulares e solos: compostos pelas britas graduadas simples, bica ou brita


corrida; macadame hidráulico, ou seco; misturas estabilizadas
granulometricamente; solo agregado; solo natural; solo melhorado com cimento
ou cal; bem como outros materiais como escória de alto-forno, bem como
agregado reciclado de resíduo sólido de construção civil.

b) Cimentadas: Brita graduada tratada com cimento (BGTC); solo-cimento; solo-


cal; solo-cal-cimento; concreto rolado (CCR).

c) Asfálticas: solo-asfalto; solo-emulsão; macadame-betuminoso e base asfáltica.

Senço (p. 25, 2007a) classifica em bases rígidas e flexíveis. A diferença se encontra na
localização do solo-cal que passa a ser tratada como base flexível para Senço conforme tabela
1 a seguir.

Tabela 1 - Classificação das Bases conforme Senço (2007a)


Concreto de Cimento
Rígidas Macadame de Cimento
Solo-Cimento
Granulometricamente – SAFL
Solo Estabilizado Solo-Betume – Solo-Cal
Bases Solo-Brita
Macadame Hidráulico
Flexíveis
Brita graduada com ou sem cimento
Macadame Betuminoso
Alvenaria Poliédrica
Por aproveitamento
Paralelepípedos
Fonte: Senço (2007a)
25

Como Órgão Executivo Rodoviário Federal5, será adotado a nomenclatura estabelecida


por Brasil (p. 96, 2006), conforme tabela 2 a seguir:

Tabela 2 - Classificação das Bases conforme o DNIT (2006)


Solo-Brita
Estabilização
Brita Graduada
Granulares granulométrica
Brita Corrida
Macadame Hidráulico
Bases e Sub-bases Solo-Cimento
Com Cimento
Flexíveis e Semi-rígidas Solo Melhorado com Cimento
Estabilizados Solo-Cal
Com Cal
(com aditivos) Solo Melhorado com Cal
Solo-Betume
Com Betume
Solo betuminosas diversas
Fonte: Brasil (2006)

Brasil (p. 100, 2006) acaba por eliminar o conceito de base, ou sub-base, rígida pois este
é substituído, e classificado como Revestimento Rígido. Tópico que será visto mais a frente.

2.4.1 Bases e Sub-Bases Granulares

São bases e sub-bases sempre flexíveis, e Brasil (p. 96, 2006) classifica em dois
principais grupos: Estabilização Granulométrica e Macadame Hidráulico.

2.4.1.1 Estabilização Granulométrica

São camadas compostas puramente granulares. Segundo Brasil (p. 96, 2006), podem ser
compostos com solos, britas de rochas, escórias de alto forno, ou uma mistura destes itens. São
feitos com granulometria muito específica, de acordo com as normas vigentes, e compactadas.
Caso o material granular advenha diretamente de jazida, recomenda-se a utilização de britagem
e peneiramento para que o material se adeque a norma. Classifica em dois subtipos:

a) Mistura de material natural e pedra britada: bases e sub-bases de solo-brita; e,

b) Mistura de material exclusivamente britado: bases e sub-bases de sbrita


graduada ou de brita corrida.

Uma base com solo laterítico é considerada uma base granulometricamente estabilizada,
com norma específica, a saber NORMA DNIT 098/2007 - ES.

5
cf. Art. 21 da Lei Federal nº 9.503/1997 cc. Art. 8º da Lei Federal nº 12.379/2011
26

Yoder e Witczak apud Bernucci et al (p. 358, 2006) divide a Base Estabilizada
Granulometricamente de acordo com a proporção relativa entre a parte graúda e a parte fina da
estabilização, sendo:

a) Tipo (a): Contato grão-grão; predominantemente material graúdo, possui baixa


densidade e é permeável, não sendo suscetível a fatores climáticos como
umidade ou congelamento; possui compactação difícil;

b) Tipo (b): Finos preenchem os vazios; possui alta densidade e uma


permeabilidade mais baixa que o tipo (a); contato grão-grão; mais resistente que
o tipo (a); tem uma deformabilidade menor; e moderamente difícil de compactar;
e, por fim, o

c) Tipo (c): Matriz de finos, não se garante contato grão-grão; densidade e


permeabilidade menor que o tipo (b) (podendo ser considerado impermeável,
dependendo da granulometria dos finos); pode ser afetado facilmente com a
variação de umidade; e tem uma compactação mais fácil que os demais tipos
anteriores.

2.4.1.2 Macadame Hidráulico e Seco

O termo “macadame” é uma homenagem ao engenheiro escocês John McAdam, que


inventou tal modalidade de base/sub-base (SENÇO, p. 24, 2007a) e foi muito utilizado nas
primeiras rodovias brasileiras (BERNUCCI et al, p. 357, 2006). É uma variante do macadame
original, sendo executado com sucessivos espalhamentos de pedra britada com granulometrias
específicas. Em resumo, trata-se de uma camada granular com agregado graúdo, cujos vazios
são preenchidos com agregado miúdos, podendo ser aglutinados com água (daí o nome
Macadame Hidráulico) ou sem água (Macadame Seco) com a estabilidade alcançada pela
compactação sucessiva dessa camada. O macadame seco geralmente possui uma espessura
acabada entre 12 a 20 cm, devido ao tamanho significativo de seus agregados graúdos, para
facilitar aglutinação “seca” dos agregados miúdos (BERNUCCI et al, p. 357, 2006).

São pavimentos que sofrem grande deformação elástica sob carregamento aplicado,
distribuindo em parcelas equivalentes entre as camadas abaixo (BRASIL, p. 95, 2006). São
dimensionadas levando em consideração a compressão e a tração na flexão causados pela ação
do contato.
27

Figura 4 - Macadame - lançamento do agragado

Fonte: 1º Batalhão Ferroviário (2017)

Figura 5 - Macame - Regularização da Base

Fonte: 1º Batalhão Ferroviário (2017)


28

Figura 6 - Macadame - Compactação da Base

Fonte: 1º Batalhão Ferroviário (2017)

2.4.2 Bases e Sub-Bases Estabilizadas (com aditivos)

Conforme Brasil (p. 97, 2006) é semelhante a estabilização granulométrica, com a


diferença a adição de materiais reativos. Se dividem em:

2.4.2.1 Solo-Cimento

Senço (2007a) define o Solo-Cimento como uma mistura compactada de solo, cimento
Portland e água. Essa mistura tem requisitos específicos como densidade, durabilidade e
resistência, dando como resultado uma base dura, cimentada e com alta rigidez, o classificando
como Base rígida. Conforme Brasil (2006) o teor de cimento é na média de 6 a 10%, e considera
essa camada como semi-rígida. Bernucci et al (2006) informa que a faixa viável é na ordem de
5 a 9% em relação a massa total. Recomenda ainda que haja algum teor de areia, pois um
percentual alto de argila pode exigir um teor de cimento mais elevado, aumentando o custo
viário. Larsen 1967 apud Balbo (2006) recomenda um teor de cimento Portland mínimo de 7%
em massa (ou 8% em volume) para solos finos, siltosos ou argilosos.
29

Bernucci et al (2006) comenta que o Solo-Cimento é uma opção muito resistente e


durável desde que a mistura esteja bem dosada, sejam respeitados os prazos de mistura,
espalhamento e compactação. Também vem sendo utilizado com sucesso como sub-base de
pavimentos de concreto de cimento Portland.

Apesar de viável a mistura na pista, para vias de baixo tráfego, recomenda-se a mistura
em usina de solos, a fim de maior homogeneidade (BERNUCCI et al, 2006)

2.4.2.2 Solo Melhorado com Cimento

Este tipo de base contém um teor de cimento menor que a Base de Solo-Cimento, indo
de 3 a 4% (BRASIL, 2006). Portanto, sem a cimentação acentuada, a base irá se modificar
primordialmente nos requisitos de plasticidade e sensibilidade à água. Portanto é considerado
uma camada flexível.

Existe um ganho relevante de CBR no uso de Solo Melhorado com Cimento em relação
ao solo, quando utilizado como Sub-Base ou Base (BALBO, p. 199, 2006). Quando utilizado
como Reforço do Subleito, o ganho do CBR poderá não ser tão grande em relação ao solo sem
cimento.

2.4.2.3 Solo-Cal

Brasil (p. 97, 2006) define a camada de Solo-Cal como uma mistura de solo, cal e água,
e ás vezes pozolana artificial. O teor de cal pode variar entre 5 a 6%, e a estabilização química
pode ocorrer por:

a) Por modificação do solo, quanto a sua plasticidade e sensibilidade a água;

b) Por carbonatação (cimentação fraca); e,

c) Por pozolanização (cimentação forte).

Bernucci et al (p. 365, 2006) que essas duas reações (pozolânização e carbonatação) são
reações lentas, e a cura é altamente influenciada pela temperatura. O teor de Cal pode varia
entre 4 a 10% em massa. As reações rápidas provocam a floculação e permuta iônica, e por isso
há uma redução na plasticidade, com o aumento da trabalhabilidade dos solos, além da
diminuição da expansibilidade.
30

No entanto, TRB apud Balbo (p. 201, 2006) informa que a reação do solo com a Cal,
provocada pela pozolanização, pode ser afetada por vários outros fatores: “o PH do solo, o teor
de matéria orgânica, a mineralogia da argila, seu grau de maturidade (de estabilidade química),
entre inúmeros fatores”. Balbo ainda cita a possibilidade de produção de cristais expansivos
durante a hidratação da Cal (como o etringita, por exemplo), o que é inaceitável par a uma base
estabilizada, podendo levar a deterioração precoce desta.

Balbo (p. 202, 2006) coloca como como execução possível: aspersão da cal hidratada
(pulverização) ou em sacarias estrategicamente posicionadas (conforme o consumo de cal por
metro quadrado e o volume de solo); alternativamente, com o uso de aplicação de Cal sob a
forma de lama, com a mistura prévia da Cal e água (a descontar a umidade final); e, por fim,
com o uso de Usina misturadora de solo (tipo pugmill) que torna a mistura mais homogênea.
Senço (p. 26, 2006) diz dos cuidados necessários para o uso desse tipo de material – Cal – que
pode atacar certos órgãos do corpo humano, como olhos, nariz e gargantas, dos operários
encarregados de manipular a mistura.

Por fim, devido a cimentação advindo da carbonatação e pozolanização, acaba-se por


considerar o Solo-Cal como semirrígida (BRASIL, p. 97, 2006)

2.4.2.4 Solo Melhorado com Cal

Brasil (p. 97, 2006) cita esse tipo de base, no entanto, apesar de ser um composto de
Solo e Cal, tal qual o Solo-Cal, a base não sofreu cimentação pela Cal, e, portanto, considera-
se como uma base flexível, e não semirrígida. Apesar da falta da cimentação, o solo recebe uma
melhora quanto a plasticidade e sensibilidade à água.

2.4.2.5 Solo-Betume

Brasil (p. 97, 2006) define como: “É uma mistura de solo, água e material betuminoso.
Trata-se de uma mistura considerada flexível.”. Também conhecido como solo-asfalto, Brasil
(p. 256, 1997) informa que é utilizado asfalto diluído ou emulsão asfáltica na mistura com o
solo, podendo ser feita em equipamentos especiais ou no local de aplicação, com o consequente
espalhamento e compressão.

2.4.2.6 Macadame Betuminoso

Senço (p. 24, 2007a) explica que o Macadame Betuminoso é o que mais se aproxima a
técnica construtiva de John McAdam, porém usando o material betuminoso como aglutinante.
31

Foi muito utilizado na Inglaterra (tarmacadam) antes da Segunda Guerra Mundial, e na França
pós-guerra, com uma técnica predominante de dupla aplicação de ligante betuminoso, sendo a
primeira com um material mais fluido, e a segunda com material mais viscoso.

Também chamada de “base negra”, o número de camadas dependerá da espessura


estabelecida em projeto. Os agregados devem ser utilizados com sua granulometria do graúdo,
nas camadas inferiores, até uma menor granulometria nas camadas superiores, de tal forma, que
se pode chegar inclusive com granulometria específica para revestimento.

São pavimentos que sofrem grande deformação elástica sob carregamento aplicado,
distribuindo em parcelas equivalentes entre as camadas abaixo (BRASIL, p. 95, 2006). São
dimensionadas levando em consideração a compressão e a tração na flexão causados pela ação
do contato

2.4.3 Bases e Sub-Bases Rígidas

Conforme Brasil (p. 97, 2006) as bases e sub-bases rígidas são caracteristicamente os
feitos com concreto de cimento. A sua acentuada resistência à tração é ocasionada devido ao
Cimento Portland, e é levada em consideração no seu dimensionamento. Brasil os classifica
em:

a) Concreto Plástico – próprio para serem adensados por vibração manual ou


mecânica;

b) Concreto Magro – semelhante ao usado em fundações, com pequeno consumo


de cimento, mas com a consistência própria para compactação com
equipamentos rodoviários.

Senço (p. 23, 2007a) ainda resume todos os concretos à apenas Concreto de Cimento.
Ainda acrescenta o Macadame de Cimento, com diâmetro máximo entre 50 a 90 mm,
preenchidos com material de granulometria fina e cimento, que garante a ligação entre as
pedras.

2.5 Tipos de Revestimentos

Senço (p. 25, 2007a) e Brasil (p. 99, 2006) separam os revestimentos em dois grandes
grupos, os Revestimentos Flexíveis e os Revestimentos Rígidos. Assim descritos na seguinte
tabela 3:
32

Tabela 3 - Tipos de Revestimentos

Tratamento Superficial Betuminoso


Por Penetração
Macadames Betuminosos
Pré-Misturados
Betuminosos
Misturados na Areia-Betume
Usina Concreto Betuminoso
Revestimento
“sheet-asphalt”
Flexível
Alvenaria Poliédrica
Pedra
Por Calçamento Betume
Paralelepípedos
Cimento
Cerâmica
Revestimentos Concreto de Cimento
Rígidos Macadame Cimentado
Fonte: Senço (2007a) e Brasil (2006)

2.5.1 Revestimentos Flexíveis

Maior classe de Revestimentos, a grande maioria destes revestimentos são betuminosos


Bernucci et al (p. 9, 2006). Podem se dividir em?

2.5.1.1 Revestimentos Flexíveis Betuminosos por Penetração

São revestimentos onde ocorre a penetração do material asfáltico por entre as camadas
de agregados (BRASIL, p. 98, 2006). São compostos pelos tratamentos superficiais, capas
selantes e pelos macadames betuminosos, podendo ser divididos ainda em:

a) Penetração Invertida

A aplicação do ligante betuminoso é antecessora da única camada de agregado.


Caracteriza-se pela penetração do ligante de baixo para cima no agregado, daí o nome
penetração ‘invertida’ (LARSEN apud BERNUCI et al, p. 191, 2006). Brasil (p. 98, 2006)
informa que dependendo do número de camadas, o tratamento superficial receberá a
denominação de simples – TSS, duplo – TSD – ou triplo – TST.
33

Figura 7 - Tratamento Superficial simples e duplo por penetração invertida

Fonte: BERNUCCI, MOTTA, CERATTI e SOARES (2008)

E explica que o Tratamento Simples com o objetivo de impermeabilizar ou texturizar


um pavimento existente, denomina-se capa selante.

Senço (p. 28, 2006) diz que o tratamento mais utilizado é o Tratamento Superficial
Triplo, e da existência do TSQ, no caso o Tratamento Superficial Quadruplo, com quatro
camadas de agregados e quatro camadas pinturas de betume.

b) Penetração Direta:

Brasil (p. 98, 2006) explica que são os revestimentos executados através do
espalhamento e compactação de agregados com granulometria específica submetida a aplicação
de matéria betuminoso, recebendo ainda a última camada, uma aplicação final de agregado
miúdo.

Exemplos típicos de revestimento por penetração direta seria o Macadame Betuminoso,


que frequentemente é utilizado como base, apesar de ser possível o uso como revestimento,
conforme Item 2.4.2.6 deste tópico.
34

Figura 8 - Espalhamento do Macadame Betuminoso

Fonte: Arteris (2019)

Figura 9 - Nivelamento da camada

Fonte: Arteris (2019)


35

Figura 10 - Compactação da 1ª camada

Fonte: Arteris (2019)

Figura 11 - Conformação da superfície

Fonte: Arteris (2019)


36

Figura 12 - Macadane Betuminoso imprimado

Fonte: Arteris (2019)

Bernuci et al (p. 194, 2006) recomenda o uso de tratamentos superficiais por penetração
direta em acostamentos a fim de evitar o espalhamento do ligante betuminoso, iniciando-se pelo
espalhamento dos agregados. No caso, a compactação prévia do agregado sem o ligante
betuminoso poderia acarretar no agulhamento na base do acostamento, de modo a estabilizar
mais ainda a tratamento. Bernucci et al (p. 191, 2006) explica também que nos tratamentos
múltiplos, na primeira camada sempre ocorre a penetração invertida, e nas camadas seguintes,
ocorrem a penetração invertida e direta.

2.5.1.2 Revestimentos Flexíveis Betuminosos por Mistura

Brasil (p. 99, 2006) acaba por definir que o revestimento por mistura, o agregado é pré-
envolvido com material betuminoso, antes da compressão. Existe uma gama de opções bastante
ampla dentro dessa tipologia. Quando são misturados em usinas, são conhecidos como pré-
misturados “propriamente ditos”, ou quando misturados na pista, podem ser chamados de road
mixes.

Apesar da ampla tipologia deste item (BRASIL, p. 99, 2006), podem se classificar os
revestimentos flexíveis betuminosos por mistura em:
37

Pré-misturado a Frio – PMF – Quando os tipos de agregados e de ligantes é permissivo


para a aplicação, espalhamento e compactação à temperatura ambiente. Senço (p. 27, 2007a)
refere ao pré-misturado a frio como a menos nobre comparado ao pré-misturado a quente e ao
concreto betuminoso. Balbo (p. 191, 2006) informa que a mistura pode ser feita também em
usinas de grande capacidade e até em caminhões betoneiras, desde que possa ocorrer a aplicação
do ligante betuminoso. Além da trabalhabilidade em temperatura ambiente e boa adesividade
com quase todos os tipos de agregados existe a vantagem de estocar o revestimento para
aplicação posterior (BERNUCCI et al, p. 183, 2006).

Pré-misturado a Quente – PMQ – É uma mistura, produzida em usina, de agregado e


asfalto. Sendo sua aplicação e espalhamento na pista ainda quentes (BRASIL, p. 99, 2006).
Apesar de Brasil adotar a terminologia Pré-mistura a quente para todos os materiais produzidos
a uma temperatura maior, Senço (p. 27, 2007a) diferencia ao menos do Concreto betuminoso,
sendo que o PMQ teria uma especificação menos rigorosa quanto a granulometria, estabilidade
e índices de vazios. Brasil separa ainda os PMQ’s em graduação aberta6 ou densa7, sendo que
aquela não requer capa selante, e nesta é obrigatória.

Concreto Betuminoso Usinado a Quente – CBUQ – “A mais nobre dos revestimentos


flexíveis” (SENÇO, p. 27, 2007a). Trata-se de uma mistura rigorosamente dosado de agregado
e betume. Além disso, ainda é verificado as temperaturas de agregado e do betume, transporte,
aplicação e compressão, podendo se considerar o serviço mais controlado dos que compõem as
etapas de pavimentação. É preterido no uso das auto-estradas e das vias expressas.

Areia-asfalto – ou denominado por Brasil (p. 99, 2006) Areia-Betume, ou Areia Asfalto
Usinada a Quente – AAUQ – (BERNUCCI et al, p. 174, 2006), ou Areia-Asfalto a Quente –
AAQ – (BALBO, p. 191, 2006),é o revestimento com a granulometria predominante do
material passando pela peneira nº 10 (abertura 2,0 mm), ou seja, com um teor maior de areia.
Caso tenha as exigências semelhantes ao Concreto Betuminoso, recebe a designação “Sheet-
Asphalt”

Camada Porosa de Atrito – CPA – ou Revestimento Asfáltico Drenante – Misturas


asfálticas que possuem teor de vazios na ordem de 18 a 25% (BERNUCCI et al, p. 165, 2006).

6
Aberta – “graduação aberta, com alto volume de vazios” (BERNUCCI et al, p. 183, 2006)
7
Densa – “graduação contínua e bem graduado, com baixo volume de vazios” (BERNUCCI et al, p. 183, 2006)
38

Tem função principal de drenar a água pluvial. Deve ser posta acima de uma camada densa para
o escoamento da água, além da drenagem subsuperficial tem a vantagem de diminuir os ruídos
dos veículos passantes, devido a porosidade da camada (BALBO, p. 179, 2006).

Stone Matrix Asphalt – SMA – concebido na Alemanha, como Splittmastixasphalt, é


uma mistura asfáltica usinada a quente concebido para maximizar o contato entre os agregados
graúdos, a fim de aumentar o contato grão-grão. Existe uma porcentagem alta de agregados
graúdos com grandes volumes de vazios entre si, que são preenchidos com mástique asfáltico8
(BERNUCCI et al, p. 169, 2006). Devido a falta de finos, principalmente na superfície, forma
um sistema de microdrenagem na superfície do pavimento o que melhora a aderência do veículo
sobre o revestimento, conforme Balbo (p. 181, 2006).

Lama-Asfáltica ou Microrrevestimento – São misturas fluidas de agregados miúdos,


material de enchimento, emulsão asfáltica e água. Mais ligado a manutenção de pavimentos,
especialmente nos pavimentos com desgaste superficial e pequeno grau de trincamento,
servindo para rejuvenescer quimicamente e impermeabilizar o revestimento já debilitado
((BERNUCCI et al, p. 185, 2006). A principal diferença entre a Lama-Asfáltica e o
Microrrevestimento é que o “Micro” usa emulsões modificados com polímeros, e ambas podem
ser usadas para pavimentos de baixo volume de tráfego e capas selantes (BALBO, p. 193,
2006).

2.5.1.3 Revestimentos Flexíveis por Calçamento

Caindo em desuso, em vista da intensificação dos materiais asfálticos e de concreto,


consistem na aplicação de blocos para calçar o pavimento. Tem como desvantagem a aplicação
manual e demorada, além de alta trepidação e barulho dificultando que o veículo ande a
velocidades acentuadas conforme Senço (p. 28, 2006a).

Como vantagens está na possibilidade praticamente total de reaproveitamento do


revestimento, caso seja necessário. Por isso é uma vantagem para trechos com previsão
posterior de implantação de redes de água e esgoto, conforme Brasil (p. 100, 2006). Senço (p.
28, 2006a) divide os calçamentos em:

8
Mástique asfáltico é definido por Balbo (p. 181, 2006) como uma mistura entre a areia (artificial), pó de
preenchimento (filler), ligante asfáltico e fibras (em geral celulose, podendo ser minerais, desde que absorva o
excesso de ligante betuminoso)
39

Paralelepípedos – Revestimento constituído por blocos regulares, de pedra paralela,


tornando-se uma camada dessas pedras assentadas sobre base de areia. Recomendando-se o
rejunte com material asfáltico. Podem ser fabricados de diversos materiais, mas geralmente são
blocos de granito, gnaisse ou basalto (BRASIL, p. 100, 2006).

Alvenaria poliédrica – Também formado por pedras, mas de geometrias irregulares,


formando um mosaico dentre as pedras-guias, estas por sua vez, nivelam e guiam o
revestimento. O rejunte pode ser feitas com pequenas lascas de pedras ou com o próprio
material do colchão (BRASIL, p. 100, 2006).

Blocos de Concreto Pré-moldados – Também denominados “Blockrets”, são blocos de


concreto que permitem o intertravamento entre eles. Podem ser produzidos em blocos
quadrados, retangulares, sextavados etc (geralmente são patenteados). Possui uma execução
semelhante às dos paralelepípedos. Tem sido empregado com frequência em vias de baixo
tráfego, estacionamentos e acostamentos, oferecendo um aspecto agradável podendo também
serem reaproveitados.

2.5.2 Revestimentos Rígidos

O Revestimento Rígido é composto simplesmente de concreto de cimento Portland,


areia, agregado graúdo, água distribuídos numa camada adensada.

Senço (p. 23,2007a) e Brasil (p. 100, 2006) concordam que o revestimento de concreto
de cimento exerce, ao mesmo tempo, a mesma função de base e revestimento do pavimento.
Adotar-se-á logo essa nomenclatura, mesmo que Balbo (p. 39-39, 2006) seja terminantemente
contrário a essa nomenclatura, tratando o revestimento rígido diferente de uma eventual base
rígida.
40

3 TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO RODOVIÁRIA

3.1 Manutenção Rodoviária

Manutenção Rodoviária pode ser compreendida como um processo sistêmico contínuo,


o qual uma Rodovia deve ser submetida, de forma a oferecer ao usuário da pista um tráfego
econômico, confortável e seguro de forma permanente, conforme Brasil (p. 28, 2006b).

Brasil (p. 23, 2006b) declara que é imperativo uma rodovia apresentar permanentemente
um desempenho satisfatório, melhorando a oferta ao usuário, de condições de tráfego seguras,
confortáveis e econômicas, de modo a otimizar o custo total de transporte. Portanto, o
determinado nível de desempenho (funcional) deve ser mantida durante toda a vida útil do
pavimento. Daí o processo de Manutenção, que envolve a execução de conjuntos de diversas
intervenções tem a função de manter tal vida útil (p. 25, 2006b).

Sendo assim, separa a Manutenção Rodoviária (p. 22, 2006b) em Conservação


Rodoviária, Restauração e Melhoramento.

3.1.1 Conservação Rodoviária

Senço (p. 445, 2007b) define a Conservação de rodovias como o conjunto de operações
destinadas a dar aos usuários as condições de conforto e segurança de circulação, previstas em
projeto. Hindermann apud Senço (p. 445, 2007b) define Conservação como “a arte de manter
o pavimento em total serviço com o mínimo de despesa e com o menor inconveniente ao
tráfego”.

Brasil (p. 29, 2006b) define Conservação como:

É o conjunto de operações rotineiras, periódicas e de emergência desenvolvido com o


objetivo de preservar as características técnicas e físico-operacionais do sistema
rodoviário e das instalações físicas, dentro dos padrões de serviço pré-estabelecidos e
compatíveis com os preceitos de otimização técnico-econômica do “Custo Total de
Transporte”

Brasil em seguida informa que essas ações devem ser feitas continuamente e
programadas, ao longo de cada um dos ciclos de vida do pavimento. Também informa que ao
alcançar, ou ultrapassar, o final de cada ciclo-oportunidade, essas ações tendem a se tornar
antieconômicas.
41

Brasil (p. 22 e 29, 2006b) separa a Conservação em 3 modalidades, a saber: Corretiva


Rotineira, Preventiva Periódica e de Emergência.

3.1.1.1 Conservação Corretiva Rotineira

É o conjunto de operações de conservação que tem como objetivo reparar ou sanar um


defeito e restabelecer o funcionamento dos componentes da Rodovia, proporcionando conforto
e segurança aos usuários.

Exemplos de operações, pode-se citar a roçada manual, limpeza de bueiro, Remoção de


Lixo e Entulho e até mesmo Corte e Conservação de Árvores e Arbustos (BRASIL, p. 101-103,
2005).

3.1.1.2 Conservação Preventiva Periódica

É o conjunto de operações de conservação realizadas periodicamente com o objetivo de


evitar o surgimento ou agravamento de defeitos. Difere-se da Conservação Corretiva por tratar-
se de tarefas requeridas durante o ano, mas cuja freqüência de execução depende do tráfego, da
topografia e de efeitos climáticos.

Exemplos de operações, pode-se citar a caiação, Capa Selante com pedrisco, bem como
Lama Asfáltica, Fresagem, Reciclagem de Pavimentos bem como Recomposição de
Revestimento Primário ou Recomposição de Placa de Concreto (BRASIL, p. 101-104, 2005).

3.1.1.3 Conservação de Emergência

É o conjunto de operações a serem eventualmente realizadas com o objetivo de


recompor, reconstruir ou restaurar trechos que tenham sido seccionados, obstruídos ou
danificados por um evento extraordinário ou catastrófico, colocando em flagrante risco o
desenvolvimento do tráfego da Rodovia ou ocasionando a sua interrupção.

Exemplos de operações, pode-se citar Recomposições Mecanizadas de Aterro,


Enrocamento, ou Remoção de barreira- Solo (BRASIL, p. 105, 2005).

3.1.2 Restauração Rodoviária

Brasil (p. 30, 2006b) conceitua Recuperação do Pavimento, colocando a Restauração


Rodoviária como subgrupo do item Recuperação, assim como a Reabilitação:
42

Recuperação - É um processo a ser ordinariamente aplicado a um pavimento desgastado,


com o objetivo de restabelecer as suas adequadas características técnicas. Subdividindo-se em

Recuperação do Pavimento através de sua Restauração - É um processo a ser


ordinariamente aplicado a um pavimento que, desfrutando ainda da devida
habilitação, e apresentando desempenho compatível com os competentes modelos de
previsão, se encontra próximo de alcançar, conforme aferido por parâmetros
temporais e/ou índices de desempenho, o estágio final do ciclo de vida
correspondente.

Recuperação do Pavimento através de sua Reabilitação - É um processo a ser adotado


para um pavimento que, conforme aferido por parâmetros temporais e/ou índices de
desempenho já ultrapassou, de forma significativa, o estágio final do ciclo de vida
correspondente e apresenta anomalias com tendências irreversíveis, em termos de
desempenho funcional e estrutural – não desfrutando mais, portanto, da devida
habilitação.

As vezes o final de ciclo nem sempre corresponde ao definido em projeto, e é o tempo


de iniciar uma restauração (BRASIL, p. 107, 2005). Ante uma situação de dificuldade
financeira é possível “prolongar” o período de Conservação Preventiva a fim de dar uma
sobrevida ao pavimento antes da Restauração.

3.1.3 Melhoramento Rodoviário

É o conjunto de operações que, acrescentando à Rodovia características novas objetivam:

a) O atendimento a demandas operacionais que contemplam especificamente a geometria


da via e/ou o sistema de sinalização e de segurança do tráfego.

b) A adequação ou incorporação, face à ocorrência de eventos supervenientes, de


elementos ou componentes integrantes de drenagem e de proteção da infraestrutura e/ou
de obras complementares

Senço (p. 445-446, 2007b) comenta que são serviços que visam ampliar ou melhorar as
condições previstas no projeto original e podem ser feitos de forma parcial, ao longo do período
de operação da rodovia. O exemplo dado, está no aumento da plataforma do pavimento.
43

4 RECICLAGEM DE PAVIMENTOS

A Reciclagem de Pavimentos é uma técnica que consiste no reaproveitamento de toda,


ou parte, da camada do pavimento já existente, incorporando ou não novos materiais, garantindo
um novo pavimento com características semelhantes ou superiores ao pavimento antigo
(FONSECA apud SERRAGLIO, p. 14 e 44, 2014).

Bernucci et al (p. 473, 2008) comenta que tal técnica tem como principais benefícios
são a reutilização dos agregados e dos ligantes betuminosos, bem como a conservação de
energia e a preservação ambiental.

Com essa reutilização de ligante betuminoso, um concreto asfáltico que consome cerca
de 6% de material virgem betuminoso, pode utilizar de 1 a 3% com a reciclagem. É necessário
esse acréscimo, uma vez que o ligante betuminoso envelhecido poderá ter perdido parte de suas
propriedades químicas (BRASIL, 175 720). Além disso, há inúmeras outras vantagens
resultantes da Reciclagem do pavimento, entre eles:

a) Manutenção das condições geométricas da pista, ou,

b) Fácil modificação, caso seja necessário;

c) A reciclagem pode ser executada apenas na faixa deteriorada, sem causar


desnível e assegurando uma boa drenagem; e,

d) Não há alteração de cota que impacte nas Obras de Artes Correntes e Especiais.

A Associação de Reabilitação e Reciclagem de Pavimentos Asfálticos dos Estados


Unidos - The Asphalt Recycling and Reclaiming Association (ARRA apud PERES, p. 36, 2018)
ainda elenca os seguintes itens:

a) Redução de custos da construção;

b) Aproveitamento de agregados e ligantes;

c) Preservação da geometria existente;

d) Preservação do meio ambiente;


44

e) Economia de energia nas etapas de produção, transporte e extração da matéria


prima;

f) Menor tempo de execução.

4.1 Tipos de Reciclagem

Existem muitos tipos de processos de reciclagem, devido ao elevado número de


variáveis que a restauração pode conter. Isso é evidenciado por Felix (p. 17, 2013), que separa
os tipos de reciclagem:

a) De acordo com o local: In situ ou em Central;

b) Segundo a temperatura: A quente, temperada, Semi-quente ou a Frio; e,

c) Quanto ao tipo de ligante: Betuminoso, Hidraulico e Mistura.

Bonfim (p. 104, 2011) separa de forma mais ampla, e com todas as variáveis conforme
tabela 4 a seguir:

Tabela 4 - Classificação de tipos de Reciclagem

QUANTO À GEOMETRIA Sem modificação Mantém as cotas do greide


ORIGINAL Com modificação Não mantém as cotas do greide
Em usina Fixa ou móvel, quente ou frio
QUANTO AO LOCAL DE In situ Com uso de equipamentos
PROCESSAMENTO In situ da reciclagem da base e aplicação de reciclagem a
Mista
quente processada em usina com material fresado.
QUANTO À FRESAGEM DO A frio Realizada na temperatura ambiente
MATERIAL A quente Realizada com pré-aquecimento do pavimento
QUANTO À PROFUNDIDADE Superficial Somente na camada de revestimento
DE CORTE Profunda Camada de revestimento, base e até sub-base
QUANTO À MISTURA Mistura a frio PMF
RECICLADA Mistura a quente CBUQ, PMQ
Como base reciclada
QUANTO AO USO DA
Como camada de ligação
MISTURA
Como revestimento
Agregados Correção granulométrica
QUANTO AOS MATERIAIS Cimento Portland e Cal Aumento da capacidade estrutural
ADICIONADOS Emulsão especial e CAP Rejuvenescimento
Misturas asfálticas Adição de material fresado
Fonte: Bonfim (2011)
45

Segundo Sachet (2007), as cinco principais categorias de reciclagem definidas pela


Associação de Reciclagem Asfástica dos Estados Unidos - Asphalt Recycling and Reclaiming
– ARRA são:

a. Reciclagem a frio em usina (Cold recycling);

b. Reciclagem a quente em usina (Hot recycling);

c. Reciclagem a quente in situ (Hot in-place recycling);

d. Reciclagem a frio in situ (Cold in-place recycling);

e. Reciclagem profunda (Full depth reclamation).

Essa reciclagem pode ser usada de forma separada ou combinada com outras técnicas
de restauração. Souza (p. 16, 2009) cita as seguintes alternativas:

Uma rodovia poderia, por exemplo, ter a superfície de seu pavimento fresada e o RAP
“Reclaimed Asphalt Pavement” – (Pavimento Asfáltico Recuperado) – resultante ser
estocado para uso posterior. A superfície fresada a frio, após preparação, poderia ser
recapeada com um CBUQ contendo o RAP estocado. Alternativamente, antes do
lançamento da mistura reciclada, o pavimento restante, com a superfície fresada,
poderia ser objeto de RQI, RFI ou RP, com o objetivo de retardar os efeitos da reflexão
de trincas.

Brasil (p. 177 a 202, 720) classifica simplesmente em Reciclagem a Quente e


Reciclagem a Frio, com cada uma dessas classificações subdivididas caso a caso.

4.1.1 Reciclagem a frio em usina

Utiliza-se o RAP em usinas de mistura a frio, para voltar como capa asfáltica. Para isso
o material é retirado da antiga camada de revestimento, com a utilização de máquinas
fresadoras, e é transportado para uma usina móvel, onde será processada a mistura. Este método
permite correções no greide da pista, além das patologias como: trincas, buracos, trilhas de
roda, irregularidades na superfície, inclinações, ondulações e deformações na camada de
revestimento ou a ainda a combinação de todos esses defeitos (SACHET, 2007).

Dartora (2015) destaca como vantagem o controle de qualidade alcançado através da


mistura com materiais virgens e do tratamento com estabilizadores. E por se tratar de misturas
a frio, há uma diminuição na geração de poluentes, e ainda conservação de energia.
46

No entanto, Serraglio (2014), cita como desvantagens os custos com os transportes


adicionais (o material asfáltico “vai e volta” da obra) e com os prazos de execução, que serão
maiores, devido também aos transportes adicionais de materiais.

4.1.2 Reciclagem a quente em usina

Neste processo, há a incorporação do RAP, com agregado novo, CAP ou outro ligante,
e agente reciclador, produzindo assim uma mistura betuminosa usinada a quente. Tal qual a
Reciclagem a frio em usina, o presente método consiste em fazer a remoção total ou parcial do
pavimento deteriorado até uma profundidade pré-estabelecida, pelo processo de fresagem, em
seguida o RAP é transportado para o local de estocagem, para posteriormente ser misturado em
usinas fixas ou móveis. Conforme Sachet (2007) a mistura será lançada e compactada pelos
procedimentos e equipamentos convencionais para concretos asfálticos.

O produto final desse processo deverá atender às especificações de misturas asfálticas a


quente contidas na norma DNIT 033/2005 - ES – Pavimentos Flexíveis – Concreto asfáltico
reciclado a quente na usina – Especificação do Serviço.

Como vantagens da aplicação dessa técnica Santos (2009) menciona que há redução no
consumo de recursos naturais (agregados e betume), resultando assim na redução de custos.
Além disso, esse procedimento corrige defeitos superficiais, deformações permanentes e trincas
existentes na camada de revestimento (DARTORA, 2015). Contudo, o autor também aponta
que podem haver maiores custos energéticos em comparação à fabricação das misturas
betuminosas convencionais.

4.1.3 Reciclagem a quente in situ

A reciclagem a quente in situ se processa através do aquecimento e consequente


amolecimento do revestimento existente, com objetivo de desagregar o material, para em
seguida ser misturado a quente com novos materiais (agregados virgens, ligante betuminoso ou
agente rejuvenescedor), para assim gerar uma nova camada de revestimento. Depois a mistura
reciclada é distribuída e compactada de forma convencional (FELIX, 2013).

A execução do procedimento deverá atender às especificações contidas na norma DNIT


034/2005-ES – Pavimentos Flexíveis – Concreto asfáltico reciclado a quente no local –
Especificação de Serviço.

Batista apud Peres (2018), divide esse tipo de reciclagem, em dois processos:
47

a) Termo-reperfilagem: executado apenas com aquecimento do pavimento seguida


da sua compactação, tendo como principal objetivo selar as fendas e repor a
regularidade do perfil longitudinal. Não há à adição de novos materiais ou
misturas;

b) Termo-regeneração: compreende no aquecimento do pavimento, a sua


escarificarão, recomposição, nivelamento e compactação da nova camada.

É uma técnica que pode resolver problemas superficiais como desagregações,


corrugações, afundamentos nas trilhas de roda, exsudações. Santos (2009) lembra que, uma vez
que necessita aquecer o material fresado, não é recomendável exceder mais que 8 cm de
profundidade.

Dentre as vantagens do uso desse procedimento está o fato da rapidez do processo,


reduzindo o tempo de intervenção na rodovia, além do mais, permite um aproveitamento maior
da capacidade aglutinante do betume (MOREIRA, 2005 apud SANTOS, 2009).

Todavia os equipamentos utilizados são constituídos de duas unidades, sendo uma pré-
aquecedora e uma pequena usina para reciclagem in situ. Devido a essa complexidade e porte
dos equipamentos, a dificuldade de transporte destes gera custos elevados no emprego da
técnica, e que leva a sua fraca implementação. (CASTRO, 2003 apud BATISTA, 2016).

4.1.4 Reciclagem a frio in situ

Trata-se de reciclagem em pavimentos sem a aplicação de aquecimento, usando-se um


trem de reciclagem (comboio de equipamentos em sequência). Aplica-se na eliminação de
defeitos funcionais localizados somente no revestimento asfáltico (trincamento por fadiga,
irregularidades superficiais, desgaste e baixa resistência a derrapagem), havendo problemas
estruturais de base ou sub-leito esta solução pode ser ineficiente (WILBERT apud PERES,
2018)

A técnica consiste em misturar o RAP com um agente de reciclagem (emulsão asfáltica,


espuma de asfalto ou agente de reciclagem emulsionado). Eventualmente, pode-se adicionar
agregados virgens a mistura reciclada, que em seguida será espalhada e compactada
(BATISTA, 2016).
48

Atualmente, existem dois métodos diferentes para a reciclagem a frio in situ que são
utilizados, que são, segundo Dartora (2015):

a) Método da máquina única single-pass: o equipamento desintegra, pulveriza o


pavimento e adiciona agentes de reciclagem em uma única passagem. O sistema
consiste basicamente de uma unidade recicladora e outra pavimentadora.

b) Método do Trem de Equipamentos single-pass: é composto por diversos


equipamentos, e cada um é denominado para uma função em particular. Os mais
usuais são: máquina fresadora, britador/peneirador móvel, unidade de mistura e
uma unidade pavimentadora.

As vantagens da reciclagem a frio in situ são: a fácil aplicação, garante uma boa
resistência à fadiga e ainda melhorias no conforto ao rolamento, minimização dos problemas
com transporte e possibilidade de aumentar a largura do pavimento. Dentre as vantagens, pode-
se citar o fato de a mistura ser muito sensível a fatores como a humidade e a granulometria. Em
virtude disso, faz-se necessário a verificação do enquadramento da granulometria obtida na
faixa granulométrica especificado, além disso é essencial o controle do teor de humidade, tendo
em vista a saturação devido a emulsão (FELIX, 2013).

4.1.5 Reciclagem profunda

Segundo Dartora (2015), é uma técnica originada do método de reciclagem a frio in situ,
no qual tanto a camada de revestimento quanto a camada de base (as vezes sub-base também)
são tratadas e transformadas em uma estrutura homogênea e apta a resistir às solicitações
impostas pelo tráfego (camada estabilizada).

Nesse processo, Sachet (2007) menciona que existe a possibilidade de adicionar


materiais estabilizantes, como emulsão ou espuma asfáltica (estabilização betuminosa),
cimento Portland ou cal (estabilização química), além de agregados virgens como a brita
(estabilização granulométrica) à mistura para se obter uma eventual correção granulométrica
da mistura.

A acreção destes materiais são executados in situ com uso de recicladoras, constituindo
assim uma nova camada estruturalmente resistente de um novo pavimento (FELIX, 2013;
SILVA JUNIOR, 2015). Essas máquinas possuem uma alta produtividade, e foram concebidas
como uma junção de equipamentos fresadores de revestimento e estabilizadores de solo. Dessa
49

forma, estas são compostas por tambores com rolos giratórios que fresam e misturam o material,
como é observado na Figura 13. Estas máquinas recicladoras especialmente desenvolvidas para
este fim, podem reciclar camadas de até 300 mm.

Figura 13 - Reciclado e detalhe do tambor fresador

Fonte: WILBERT (2015)

O avanço desse método é devido principalmente às máquinas recicladoras, que realizam


todo o processo de reciclagem no próprio equipamento em uma única passagem. Oliveira
(2003), explica que a máquina é equipada com motores de grande potência e sistemas de
controle e medição, que regulam e registram a incorporação de água ou estabilizantes. Na
Figura 14 é exposto o esquema da recicladora para execução e controle da técnica.

Figura 14 - Esquema de execução e controle da operação da reciclagem profunda

Fonte: WIRTGEN GROUP COMPANY (2012)


50

Oliveira (2003 p. 41) ressalta que “a camada reciclada poderá ser transformada numa
nova base ou sub-base, ou ainda poderá atuar como uma camada de reforço do subleito, quando
a estrutura do pavimento antigo for composta apenas pela capa asfáltica e base”. Dessa forma,
essas possibilidades são ilustradas na Figura 15.

Figura 15 - Estrutura do pavimento antes da reciclagem (a), após a reciclagem da base (b), e com a
camada reciclada atuando como sub-base (c)

Fonte: OLIVEIRA (2003)

O autor destaca ainda que a determinação de parâmetros como: espessura da nova


camada e sua função; tipo e quantidade de agente estabilizante; e a espessura do novo
revestimento, serão especificadas de acordo com o projeto, a partir da vida útil prevista para o
pavimento.

Souza (2009) destaca essa técnica devido ser o processo mais adequado para a
reabilitação funcional e estrutural do pavimento, resultando em desempenhos apropriados para
as características técnicas, econômicas e operacionais das vias a serem restauradas.

Indica-se, segundo Silva Junior (2015), que essa técnica de reciclagem seja adotada
quando houver: elevado grau de trincamento e afundamentos nas trilhas de rodas visíveis, ou
seja, por se tratar de uma técnica de reciclagem que abrange uma profundidade maior é
especialmente recomendada para pavimentos com problemas nas bases.

As vantagens da reciclagem profunda, segundo Souza (2009) incluem:

a. Preservação de recursos não renováveis;


51

b. Redução do gasto com energia, comparado com os métodos tradicionais;

c. Exigência de poucos equipamentos;

d. Eliminação de ondulações, deformações, trilhas de roda, remendos e


trincas;

e. Correção das deficiências estruturais, resultando em maior estabilidade


do pavimento;

f. Correção dos problemas com a granulometria dos agregados, por


intermédio de uma seleção própria de novos agregados virgens;

g. Reconstrução de bases deterioradas, de modo a restaurar o perfil


superficial e a drenagem;

h. Produção de camadas espessas e coesas, que se mostram homogêneas;

i. Ampliação das opções entre tipos e espessuras dos revestimentos;

j. Aumento da produtividade e redução das interrupções do tráfego,


minimizando os transtornos para os usuários, pela construção “in-situ” e
as altas taxas de produção;

k. Economia de tempo e dinheiro

A reciclagem profunda, também pode ser usada em: vias urbanas, estradas vicinais,
pistas de aeroportos e de taxiamento de aeronaves, estacionamentos de veículos, áreas de
armazenagem e acesso a indústrias (OLIVEIRA, 2003). A técnica permite a correção rápida de
problemas estruturais e de qualidade do material, evitando assim interrupções prolongadas do
tráfego (SERRAGLIO, 2014).
52

5 ESTUDO DE CASO

O presente estudo de caso foi elaborado sobre a execução do serviço de reciclagem


profunda em pavimentos flexíveis simples com incorporação do revestimento asfáltico já
existente. A técnica executada foi analisada através do acompanhamento executivo, bem como,
análise dos ensaios laboratoriais e o controle tecnológico.

5.1 Localização e Caracterização do Estudo de Caso

A obra estudo de caso em tela localiza-se na BR-317, no Estado do Acre, Região Norte
do Brasil. A obra faz parte do Programa CREMA e compõe toda a extensão da BR-317 no Acre,
a saber 407,90 km. A contratação de empresa para tal serviço se deu pelo Edital 216/2018-00
do DNIT e é composto por 4 itens, conforme tabelas 5, 6, 7 e 8 a seguir:

Tabela 5 - Lote 1 do Edital 216/2018-00 - DNIT


Subtrecho DIV AM/AC - ENTR AC-040(A)
Segmento Km 0,00 ao km 92,15
Extensão 92,15 km
Valor Inicialmente orçado R$ 60.134.170,95
Valor do lance vencedor R$ 50.252.913,00
Desconto 16,43%
Valor/Km R$/Km 545.338,18

Tabela 6 - Lote 2 do Edital 216/2018-00 - DNIT


Subtrecho ENTR AC-040(A) - ENTR AC-463/482 (VILA CAPIXABA)
Segmento Km 92,15 ao km 196,00
Extensão 111,29 km
Valor Inicialmente orçado R$ 69.950.359,11
Valor do lance vencedor R$ 56.299.990,00
Desconto 19,51%
Valor/Km R$/Km 505.885,43

Tabela 7 - Lote 3 do Edital 216/2018-00 - DNIT


ENTR AC-463/482 (VILA CAPIXABA) - FIM DA TRAV URB
Subtrecho
DE BRASILÉIA
Segmento Km 196,00 ao km 348,70
Extensão 153,20 km
Valor Inicialmente orçado R$ 140.291.435,33
Valor do lance vencedor R$ 116.698.176,00
Desconto 16,82%
Valor/Km R$/Km 761.737,44
53

Tabela 8 - Lote 4 do Edital 216/2018-00 - DNIT


Lote 4
FIM DA TRAV URB DE BRASILÉIA – FRONTEIRA
Subtrecho
BRA/PER
Segmento Km 348,70 ao km 407,90
Extensão 61,15 km
Valor Inicialmente orçado R$ 68.103.952,93
Valor do lance vencedor R$ 56.107.713,00
Desconto 17,61%
Valor/Km R$/Km 917.542,32

Os lotes estão divididos conforme o mapa da figura seguinte:


54

Figura 16 - Divisão dos Lotes

Lote 1

Lote 2

Lote 4

Lote 3

Fonte: própria
55

5.2 Solução-projeto do Estudo de Caso

Apresentar-se-á a solução de Restauração adotada para a pista de todos os segmentos:

Lote 1 (Km 0 ao 91), com 16 Segmentos Homogêneos9:

a) Fresagem simples contínua e descontínua na pista esp. 3 cm. Área total


38.972,50 m².

b) Aplicação de CBUQ esp. 4 cm acima do revestimento existente. Área total


486.446,00 m².

c) Reciclagem de Base (Simples) com incorporação do revestimento existente esp.


15 cm + Base (solo 40% + brita 35% + areia 25%) esp. 20 cm + Tratamento
Superficial Duplo esp. 2 cm + CBUQ esp. 5 cm. Área total 159.380,00 m².

Lote 2 (Km 91 ao 196), com 55 Segmentos Homogêneos:

a) Fresagem simples contínua e descontínua na pista esp. 3 cm. Área total


144.620,80 m².

b) Aplicação de CBUQ esp. 4 cm acima do revestimento existente. Área total


565.077,00 m².

c) Aplicação de CBUQ esp. 5 cm acima do revestimento existente. Área total


66.710,00 m².

d) Aplicação de CBUQ esp. 6 cm acima do revestimento existente. Área total


22.900,00 m².

e) Aplicação de CBUQ esp. 7 cm acima do revestimento existente. Área total


58.450,00 m².

9
Considera-se segmento homogêneo a extensão da rodovia na qual as condições do pavimento requeiram o mesmo
tipo de solução de recuperação, não sendo admitidos segmentos com soluções diferenciadas, devem ter no mínimo
200 m e no máximo 3.000 m, de acordo com a Norma DNIT 008/2003-PRO
56

f) Aplicação de CBUQ esp. 8 cm acima do revestimento existente. Área total


42.000,00 m².

g) Aplicação de CBUQ esp. 9 cm acima do revestimento existente. Área total


800,00 m².

h) Reciclagem de Base (Simples) com incorporação do revestimento existente esp.


15 cm + Base (solo 50% + brita 35% + areia 15%) esp. 20 cm + Tratamento
Superficial Duplo esp. 2 cm + CBUQ esp. 6 cm. Área total 29.750,00 m².

Lote 3 (Km 196 ao 348,70) com 77 Segmentos Homogêneos:

a) Fresagem simples contínua e descontínua na pista esp. 3 cm. Área total


200.690,00 m².

b) Aplicação de CBUQ esp. 4 cm acima do revestimento existente. Área total


356.400,00 m².

c) Aplicação de CBUQ esp. 5 cm acima do revestimento existente. Área total


48.650,00 m².

d) Aplicação de CBUQ esp. 6 cm acima do revestimento existente. Área total


147.000,00 m².

e) Aplicação de CBUQ esp. 7 cm acima do revestimento existente. Área total


83.300,00 m².

f) Aplicação de CBUQ esp. 8 cm acima do revestimento existente. Área total


64.400,00 m².

g) Reciclagem de Base (Simples) com incorporação do revestimento existente esp.


15 cm + Base (solo 40% + brita 35% + areia 25%) esp. 20 cm + Tratamento
Superficial Duplo esp. 2 cm + CBUQ esp. 5 cm. Área total 372.460,00 m².

Lote 4 (Km 196 ao 348,70) com 39 Segmentos Homogêneos:

a) Fresagem simples contínua e descontínua na pista esp. 3 cm. Área total


58.494,00 m².
57

b) Aplicação de CBUQ esp. 4 cm acima do revestimento existente. Área total


68.112,00 m².

c) Aplicação de CBUQ esp. 5 cm acima do revestimento existente. Área total


5.250,00 m².

d) Aplicação de CBUQ esp. 6 cm acima do revestimento existente. Área total


51.450,00 m².

e) Reciclagem de Base (Simples) com incorporação do revestimento existente esp.


15 cm + Base (solo 40% + brita 35% + areia 25%) esp. 20 cm + Tratamento
Superficial Duplo esp. 2 cm + CBUQ esp. 5 cm. Área total 302.050,00 m².

Em resumo, são apresentados dois tipos de soluções conforme as duas figuras a seguir:

Figura 17 - Solução do Tipo 1

CBUQ esp var (4 a 9 cm)


CBUQ Existente
Restauração
Base Base

Fonte: própria

Figura 18 - Solução do Tipo 2

CBUQ esp var (5 a 6 cm)

TSD
Base (Solo-brita-areia)
CBUQ esp = var esp 20 cm

CBUQ Existente
Restauração
Base Reciclagem de Base (Sub-Base) esp 15 cm

Fonte: própria
58

O presente estudo de caso será sobre a restauração no lote 2, da Reciclagem Profunda


até a aplicação do TSD. Nos segmentos homogêneos:

SH 51 – Km 185,750 ao 186,800 (E 9287 + 10 a E 9340)

SH 54 – Km 192,800 ao 193,000 (E 9640 a E 9650)

SH 55 – Km 193,000 ao 196,000 (E 9650 a E 9800)

5.2 Gestão pública e Engenharia de Infraestrutura de Transportes

Por uma questão de gestão pública relacionada a falta de recursos orçamentários que
permitisse a execução integral das soluções previstas contratualmente logo no primeiro ano, o
Gestor e a Fiscalização da Superintendência Regional do DNIT/AC, respaldado pelo
conhecimento técnico sobre o revestimento TSD, decidiram pela execução inicial da solução
de Reciclagem Profunda + Base (Solo-brita-areia) + TSD apenas. No caso em tela, o TSD está
sendo usado como revestimento do Pavimento de forma temporária.

Com as severas chuvas amazônicas, que geralmente se iniciam na metade de Outubro e


se encerram em Maio, não permite a execução técnica confortável. Esse volume pluviométrico
pode afetar as camadas do solo na região, que sabidamente são solos argilosos e siltosos. A BR-
317 em específico, está acima de intensos veios de material laterítico, o que viabiliza o uso
desses materiais. No entanto, a ocorrência desses materiais lateríticos sempre estão associados
com solos argilosos ou siltosos.

Dessa forma, a aplicação parcial da solução: Rec. + Base + TSD no 1º Ano / CBUQ no
2º Ano é uma maneira de avaliar as condições das camadas da base e Sub-base após tal período
chuvoso.

Figura 19 - Solução adotada


CBUQ esp var (5 a 6 cm)
TSD
TSD
Base (Solo-brita- Base (Solo-brita-
areia) esp 20 cm areia) esp 20 cm
CBUQ Existente
Restauração Restauração
Base Reciclagem de Base ReciclagemdedeBase
Reciclagem Base
1º Ano (Sub-Base) esp 15 2º Ano (Sub-Base) esp 15
(Sub-Base) esp 15
cm cm
cm
Fonte: própria
59

Caso ocorra alguma patologia precoce, quaisquer que seja o motivo, com certeza o hiato
entre a aplicação do TSD e a aplicação do CBUQ será momento oportuno para avaliar e reparar
o ponto. Considerando que o CBUQ tem um custo maior que o TSD por área, a eventual
reparação do pavimento no período será mais barata que a reparação na aplicação imediata do
CBUQ.

Tal decisão não é recomendada se as etapas forem feitas em contratos distintos. Como
o TSD é um revestimento provisório, a eventual retenção de orçamento pode acabar por impedir
o próximo contrato.

5.3 Ensaios Laboratoriais

Os ensaios laboratoriais foram realizados no laboratório da empresa responsável


execução da obra de restauração, bem como em campo. As normas técnicas, as quais descrevem
os equipamentos utilizados, a amostragem e os requisitos necessários para execução dos ensaios
e a obtenção dos resultados são citadas a seguir de acordo com o ensaio.

5.3.1 Granulometria

Este ensaio foi realizado conforme método prescrito na norma DNER-ME 080/94, para
a mistura reciclada. O objetivo desse ensaio é determinar a granulometria resultante da mistura
reciclada, e verificar se a granulometria resultante desses materiais se enquadra em pelo menos
uma das faixas granulométricas estipuladas pela especificação de serviço para base estabilizada
granulometricamente DNIT 141/2010 – ES, conforme a Tabela 9 a seguir:

Tabela 9 - Faixas Granulométricas da Norma DNIT 141/2010 - ES


Peneira Percentagem em peso passando (%) Tolerâncias
Abertura da faixa de
ABNT A B C D E F
(mm) projeto (%)
2" 50.8 100 100 - - - - ±7
1" 25.4 - 75-90 100 100 100 100 ±7
3/8" 9.50 30-65 40-75 50-85 60-100 - - ±7
Nº 4 4.75 25-55 30-60 35-65 50-85 55-100 1010-100 ±5
Nº 10 2.0 15-40 20-45 25-50 40-70 40-100 55-100 ±5
Nº 40 0.425 8-20 15-30 15-30 25-45 20-50 30-70 ±2
Nº 200 0.075 2-8 5-15 5-15 10-25 6-20 8-25 ±2

10
Sic
60

De igual modo, far-se-á tentativas de enquadrar, tanto a base usinada, quanto exercício
de simulação para a sub-base reciclada nos conformes da Norma DNIT 097/2007 – ES para
Base estabilizada granulometricamente com o uso de solo laterítico, conforme a Tabela 10 a
seguir:

Tabela 10 - Faixas Granulométricas da Norma DNIT 097/2007 - ES


Peneira Percentagem em peso passando (%) Tolerâncias
Abertura da faixa de
ABNT A B
(mm) projeto (%)
2" 50.8 100-100 - -
1" 25.4 100-75 100-100 ±7
3/8" 9.50 85-40 95-60 ±7
Nº 4 4.75 75-20 85-30 ±5
Nº 10 2.0 60-15 60-15 ±5
Nº 40 0.425 45-10 45-10 ±5
Nº 200 0.075 30-5 30-5 ±2

Este ensaio foi realizado conforme método prescrito na norma DNER-ME 080/94, para
a mistura reciclada. O objetivo desse ensaio é determinar a granulometria resultante da mistura
reciclada, e verificar se a granulometria resultante desses materiais se enquadra em pelo menos
uma das faixas granulométricas estipuladas pela especificação de serviço para base estabilizada
granulometricamente DNIT 141/2010 – ES, conforme a Tabela 9 a seguir:

5.3.2 Compactação, Expansão e Índice de Suporte Califórnia (ISC)

O ensaio de compactação teve o objetivo de determinar o peso específico aparente seco


máximo e a umidade ótima de compactação para a mistura reciclada utilizada na execução da
nova base para os segmentos homogêneos. Esse ensaio foi realizado conforme a norma DNIT
164/2013 - ME.

Para analisar a capacidade de suporte da nova camada de base, foram ensaiadas as


amostras de material da mistura reciclada com energia de compactação modificada. Os ensaios
foram realizados segundo a norma DNER-ME 049/94 - Determinação do Índice de Suporte
Califórnia.

A partir dos corpos de provas utilizados nos ensaios de compactação, foram executados
também o ensaio de expansão conforme recomendações da norma DNER-ME 049/94.

Através de dados secundários do controle tecnológico, será averiguado se o grau de


compactação obtido está de acordo com o que especifica a norma DNIT 141/2010 no item 7.2,
onde é estabelecido como valor mínimo 100% em relação à densidade obtida com a Energia
61

Modificada. Para o teor de umidade do material, imediatamente antes da compactação, a


tolerância admitida para o teor de umidade deve ser de ±2 pontos percentuais em relação à
umidade ótima.

Para determinação dos valores de densidade da camada reciclada apurada em campo,


são realizados ensaios durante a execução dos serviços, de acordo com a DNER - ME 092/94 -
Determinação da massa especifica aparente "in situ", com emprego do frasco de areia, para que
possam ser comparados com a densidade máxima aparente seca determinada pelo Proctor. E
para a determinação da umidade em campo foi utilizado o método “Speedy”, de acordo com
norma DNER - ME 052/94 - Solos e agregados miúdos – determinação da umidade com
emprego do “Speedy”.
62

6 RESULTADOS

A seguir serão apresentados os resultados das análises dos ensaios de compactação,


umidade ótima da execução da reciclagem de pavimento, da base usinada, da imprimação e do
TSD aplicado entre as estacas do 9267 a 9319+10, 9619+10 a 9637 e 9637 a 9651.

6.1 Sub-Base reciclada

A Sub-Base, outrora reciclada pelo método reciclagem profunda com incorporação do


revestimento e compactada com a mesma energia de Base (Proctor Modificada), apresentou os
seguintes resultados:

6.1.1 Granulometria e índice de grupo

Este ensaio foi realizado conforme método prescrito na norma DNER-ME 051/94, para
a mistura reciclada.

Tabela 11 - Granulometria das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base Reciclada


Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
Abertura
ABNT % Passando
(mm)
2" 50.8 100 100 100 100 100 100 100 100 100
1" 25.4 100 100 100 100 100 100 100 100 100
3/8" 9.50 84,9 73,5 84,7 80,7 85,9 92,9 90,9 84,7 84,0
Nº 4 4.75 74,4 59,5 71,7 72,4 72,2 81,2 70,9 70,7 70,2
Nº 10 2.0 66,7 49,8 63,1 67,1 62,1 73,8 58,3 61,1 60,6
Nº 40 0.425 62,3 38,3 54,1 60,8 57,1 69,7 50,2 55,2 53,5
Nº 200 0.075 34,7 23,8 38,9 33,9 37,7 36,2 33,8 36,3 34,9

A norma DNIT 139/2010 – ES não estabelece faixas granulométricas para a Sub-base,


apesar de tais porcentagens influenciarem na obtenção do Índice de Grupo. No entanto, para
efeitos de comparação, fez-se a tentativa em enquadrar tanto nas faixas A a F da Norma DNIT
141/2010 e faixas A e B da Norma DNIT 098/2007, conforme Gráficos de 1 a 8 a seguir:
63

Gráfico 1 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa A da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 2 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa B da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
64

Gráfico 3 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa C da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 4 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa D da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
65

Gráfico 5 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa E da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0

60,0
% Passante acumulada

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 6 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa F da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0

60,0
% Passante acumulada

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
66

Gráfico 7 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa A da Norma do DNIT 097/2007 (Base com Solo Laterítico)
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 8 - Enquadramento da granulometria da Sub-Base Reciclada com os limites da


Faixa B da Norma do DNIT 097/2007 (Base com Solo Laterítico)
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
67

Após tal análise contata-se que esse serviço de restauração não conseguiria adequar o
pavimento reciclado como Base, uma vez que não se enquadraria em nenhuma das normas de
Base estabilizada granulometricamente e a Base estabilizada granulometricamente com
utilização de solo laterítico.

Além disso, nas estacas 9290 e 9630, a porcentagem passante na peneira nº 200
ultrapassou 2/3 da porcentagem na peneira nº 40, o que torna o material novamente em
desconformidade com uma eventual solução de reciclagem profunda como base.

6.1.2 Ensaios Físicos

A norma DNIT 139/2010 – ES não estabelece critérios mínimos de Limite de Liquidez


e Plasticidade, bem como do Índice de Plasticidade, no entanto se fez necessário tais ensaios
para a obtenção do Índice de Grupo, conforme observa-se na Tabela 10.

Tabela 12 - Ensaios Físicos (LL, LP, IP e EA) das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-
Base reciclada
Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
ABNT
% Passando
Abertura (mm)
LL (%) NL 25,7 25,9 24,3 28,5 25 27,8 27,4 27,4
LP (%) NP 20,2 20,2 19,8 22,3 17,6 16,0 13,6 16,6
IP (%) - 5,5 5,7 4,5 6,2 7,4 7,4 13,8 10,8
EA (%) 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0

6.1.3 Índice de Grupo e Classificação HRB

Com a granulometria, os índices e os limites já constatados obtém-se o Índice de Grupo


e a Classificação HRB. A norma 139/2010 do DNIT não implica faixas granulométrica para a
Sub-base, no entanto, quanto ao índice de grupo estabelece que deve ser igual a zero, conforme
constata-se na Tabela 11 a seguir:

Tabela 13 – Classificação de HRB e IG das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base


reciclada
Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
H.R.B. A2-4 A2-4 A4 A2-4 A4 A4 A2-6 A6 A2-6
I.G. 0 0 1 0 1 0 0 1 0

As estacas 9290, 9310 e 9640 teve resultado do IG = 1. No entanto, como a base antes
da reciclagem era composta por solo laterítico, a norma DNIT 139/2010 – ES permite IG > 0 e
68

Expansão > 1% nesses casos, desde que o ensaio de expansibilidade (Norma DNER – 029/1994
– ME) seja menor que 10 %.

Portanto, pode-se aplicar o material reciclado como Sub-base.

6.1.4 Índice de Suporte Califórnia e Expansão

A norma 139/2010 do DNIT estabelece o mínimo 20 % de ISC e máximo 1,0 % de


Expansão para a Sub-base. Conforme Tabela 12 a seguir, constata-se que o material de Sub-
Base facilmente preencheu os requisitos:

Tabela 14 - ISC, Expansão, Dmax e Hótima das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base


reciclada
Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
ISC (%) 74,5 - 67,2 - 77,8 78,6 - 58,0 -
Expansão (%) 0,3 - 0,2 - 0,2 0,4 - 0,8 -
Densidade Máxima
1,992 1,997 1,998 1,995 1,978 1,976 1,930 2,028 2,041
(g/cm³)
Umidade Ótima (%) 12,3 12,0 12,5 10,6 13,0 11,2 12,0 9,6 9,8

Constata-se também que o material, nesse quesito de ISC e exp., pode ser utilizado para
Base, em casos de vias de baixo tráfego, com N < 10^5, que se exige 60% de ISC. Apenas na
estaca 9640 houve um ISC abaixo do 60%, com 58%.

6.1.5 Densidade “in situ” e grau de compactação

A norma DNIT 139/2010 – ES prescreve Grau de Compactação não inferior a 100%.


Dessa forma, com a Densidade Máxima constatada em laboratório, comparou-se com a
Densidade obtida em campo, conforme Tabela 13 a seguir:
69

Tabela 15 – Dmax, Hótima, Densidade in situ, Umidade in situ, desvio da umidade e


Grau de Compactação das amostras do SH 51, 54 e 55 da Sub-Base reciclada
DMáx Hótima Dcampo Hcampo Desvio G.C.
SH Estaca
(g/cm³) (%) (g/cm³) (%) H (%) (%)
9270 1,992 12,3 2,000 12,2 -0,1 100,4
9275 1,992 12,3 2,011 12,0 -0,3 101,0
9280 1,997 12,0 2,007 10,1 -1,9 100,5
9285 1,997 12,0 2,049 11,2 -0,8 102,6
9290 1,998 12,5 2,021 12,0 -0,5 101,1
51
9295 1,998 12,5 2,008 10,6 -1,9 100,5
9300 1,995 10,6 2,067 10,9 0,3 103,6
9305 1,995 10,6 2,012 9,9 -0,7 100,9
9310 1,978 13,0 1,996 11,1 -1,9 100,9
9315 1,978 13,0 2,003 11,2 -1,8 101,3
9620 1,976 11,2 1,993 9,3 -1,9 100,9
9625 1,976 11,2 1,982 10,9 -0,3 100,3
54
9630 1,930 12,0 1,952 10,9 -1,1 101,1
9635 1,930 12,0 1,938 10,1 -1,9 100,4
9640 2,028 9,6 2,086 7,9 -1,7 102,9
55 9645 2,028 9,6 2,039 10,0 0,4 100,5
9650 2,041 9,8 2,098 7,9 -1,9 102,8

Todos os pontos com a análise da densidade in situ passaram dos 100%, sem a
necessidade de repetição do processo de compactação de sub-base. No entanto, houveram
estacas que passaram dos 102% de G.C. (Estacas 9285, 9300, 9640 e 9650), que não traz
prejuízo para a camada do pavimento, mas pode representar numa aplicação demasiada de
energia de compactação em campo, implicando em gasto desnecessário com compactação.

6.2 Base Usinada (Solo-Brita-Areia)

A Base usinada (Energia Proctor Modificada), com Misturadora de Solos apresentou os


seguintes resultados:

6.2.1 Granulometria e índice de grupo

Este ensaio foi realizado conforme método prescrito na norma DNER-ME 051/94, para
a mistura reciclada, conforme Tabela 14 a seguir.
70

Tabela 16 – Granulometria das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base Usinada.


Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
Abertura
ABNT % Passando
(mm)
2" 50.8 100 100 100 100 100 100 100 100 100
1" 25.4 100 100 100 100 100 100 100 100 100
3/8" 9.50 70,7 72,8 66,1 71,8 75,4 82,5 81,3 74,5 73,9
Nº 4 4.75 50,7 51,2 49,6 57,6 57,1 61,6 62,0 57,8 56,7
Nº 10 2.0 40,4 40,4 41,3 48,6 45,2 51,8 50,1 48,9 43,8
Nº 40 0.425 35,1 33,2 35,2 41,4 38,3 42,2 41,3 40,1 34,0
Nº 200 0.075 17,4 16,4 17,6 22,8 19,1 21,2 20,2 20,0 16,3

A norma DNIT 141/2010 – ES estabelece faixas granulométricas para a Base. Dessa


forma, fez-se a tentativa em enquadrar a base usinada tanto nas faixas A a F da Norma DNIT
141/2010 quanto nas faixas A e B da Norma DNIT 098/2007, conforme Gráficos de 9 a 14:

Gráfico 9 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


A da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0
% Passante acumulada

70,0

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
71

Gráfico 10 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


B da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 11 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


C da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
72

Gráfico 12 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


D da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 13 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


E da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma
73

Gráfico 14 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


F da Norma do DNIT 141/2010
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

A norma DNIT 098/2007 não especifica claramente a possibilidade de mistura com


agregado graúdo como pedra britada, apesar de prever o processo de mistura com outros solos
arenosos, sendo este um dos 4 métodos de beneficiamento apresentado. Mesmo assim, fez-se
os gráficos de estudo da curva granulométrica das Faixas A e B da Norma DNIT 098/2007,
conforme Gráficos 15 a 16:
74

Gráfico 15 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


A da Norma do DNIT 097/2007 (Uso de Solo Laterítico)
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Gráfico 16 - Enquadramento da granulometria da Base Usinada com os limites da Faixa


B da Norma do DNIT 097/2007 (Uso de Solo Laterítico)
100,0

90,0

80,0

70,0
% Passante acumulada

60,0

50,0

40,0

30,0

20,0

10,0

0,0
0,01 0,1 1 10 100
Peneiras (mm)
Faixa Limite da Norma Resultados dos Ensaios Tolerância da Norma

Após tal análise contatou-se que a Base Usinada (Solo-Brita-Areia) se adequou na Faixa
D da Norma DNIT 141/2010 – ES e nas Faixas A e B da Norma DNIT 098/2007 – ES. No
75

entanto, como não há especificação clara sobre a possibilidade da Norma DNIT 098/2007 – ES
implicar numa mistura com pedra britada, apenas solo arenoso, e a clara adequação na Faixa D
da Norma DNIT 141/2010, considera-se plenamente atendido nesta Faixa.

Além disso, em nenhuma das estacas apresentadas, a porcentagem passante na peneira


nº 200 ultrapassou 2/3 da porcentagem na peneira nº 40, o que torna o material apto
granulometricamente como base.

6.2.2 Ensaios Físicos

A norma DNIT 141/2010 – ES estabelece: LL ≤ 25% e IP ≤ 6%. Sendo assim, as


amostras da Base não apresentaram Limite de Liquidez e demonstraram-se Não Plástico, sendo
o Índice de Plasticidade nulo, portanto, conforme Tabela 15 a seguir:

Tabela 17 - Ensaios Físicos (LL, LP, IP e EA) das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base
Usinada
Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
ABNT
% Passando
Abertura (mm)
LL NL NL NL NL NL NL NL NL NL
LP NP NP NP NP NP NP NP NP NP
IP - - - - - - - - -
EA 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0

6.2.3 Índice de Grupo e Classificação HRB

Com a granulometria, os índices e os limites já constatados obtém-se o Índice de Grupo


e a Classificação HRB. A norma 141/2010 do DNIT, nem o Manual de Pavimentação do DNIT
restringe esses itens, sendo assim, apresenta-se tais valores por meio da Tabela 16, sem juízo
de valor.

Tabela 18 – Classificação de HRB e IG das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base


Usinada
Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
H.R.B. A2-4 A2-4 A2-4 A2-4 A2-4 A2-4 A2-4 A2-4 A2-4
I.G. 0 0 0 0 0 0 0 0 0
76

6.2.4 Índice de Suporte Califórnia e Expansão

A norma 141/2010 do DNIT estabelece o mínimo 80 % de ISC e 0,5 % de Expansão


para a Base. A norma ainda prevê como possibilidade o mínimo de 60 %, em casos de vias de
baixo tráfego, com N < 10^5.

A mistura solo-brita-areia, apresentou ISC surpreendente, no qual se constatou valores


superiores a 100 %, conforme Tabela 17 a seguir:

Tabela 19 - ISC, Expansão, Dmax e Hótima das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base


Usinada
Segmento Homogêneo 51 54 55
Estaca 9270 9280 9290 9300 9310 9620 9630 9640 9650
ISC (%) 121,3 - 105,8 - 112,3 134,6 - 133,5 -
Expansão (%) 0,29 - 0,07 - 0,30 0,04 - 0,09 -
Densidade Máxima
2,262 2,230 2,227 2,354 2,412 2,232 2,230 2,241 2,269
(g/cm³)
Umidade Ótima (%) 9,9 9,5 8,0 8,8 8,5 8,5 8,4 8,1 8,3

6.2.5 Densidade “in situ” e grau de compactação

A norma DNIT 141/2010 – ES prescreve Grau de Compactação não inferior a 100%.


Dessa forma, com a Densidade Máxima constatada em laboratório, comparou-se com a
Densidade obtida em campo, conforme Tabela 18 a seguir:
77

Tabela 20 – Dmax, Hótima, Densidade in situ, Umidade in situ, desvio da umidade e


Grau de Compactação das amostras do SH 51, 54 e 55 da Base Usinada
DMáx Hótima Dcampo Hcampo Desvio G.C.
SH Estaca
(g/cm³) (%) (g/cm³) (%) H (%) (%)
9270 2,191 8,5 2,262 9,9 1,4 103,2
9275 2,191 8,5 2,203 10,1 1,6 100,5
9280 2,192 8,3 2,230 9,5 1,2 101,7
9285 2,192 8,3 2,244 9,1 0,8 102,4
9290 2,192 9,0 2,227 8,0 -1,0 101,6
51
9295 2,192 9,0 2,236 8,1 -0,9 102,0
9300 2,242 8,4 2,354 8,8 0,4 105,0
9305 2,242 8,4 2,436 7,6 -0,8 108,6
9310 2,274 7,8 2,412 8,5 0,7 106,1
9315 2,274 7,8 2,373 8,8 1,0 104,3
9620 2,181 8,3 2,236 8,5 0,2 102,5
9625 2,181 8,3 2,232 8,8 0,5 102,3
54
9630 2,197 8,1 2,230 8,4 0,3 101,5
9635 2,197 8,1 2,299 7,5 -0,6 104,6
9640 2,202 8,1 2,241 8,1 0,0 101,8
55 9645 2,202 8,1 2,290 7,9 -0,2 104,0
9650 2,206 7,2 2,269 8,3 1,1 102,9

Todos os pontos com a análise da densidade in situ passaram dos 100%, sem a
necessidade de repetição do processo de compactação de Base.
78

7 CONCLUSÃO

O presente trabalho permitiu avaliar o resultado, com seus pontos positivos e negativos,
dos serviços de Reciclagem Profunda com Incorporação do Revestimento, bem como da
solução de Base Usinada com Solo-Brita-Areia para a Restauração da Rodovia BR-317, que
hoje contém grande parte do tráfego Rodoviário do Acre.

A Reciclagem Profunda tem a grande vantagem de reaproveitar o material já instalado


e devidamente compactado, desde a época da construção da Rodovia. No entanto, além de
aumentar o número de finos devido a máquina fresadora, a Reciclagem Profunda simples, tem
a desvantagem de não melhorar o índice de suporte por si só. Ou seja, se a base, por quaisquer
que seja o motivo, podendo inclusive ser econômica ou advento de norma posterior, foi
implantada sem as características geotécnicas suficientes, o simples serviço de Reciclagem
Profunda pode não agregar grande Capacidade de Suporte, mesmo com a incorporação do
Revestimento.

Isso pode ser constatado no ISC da Sub-Base reciclada dos Segmentos Homogêneos
deste Estudo de Caso. Mesmo o ISC sendo compatível para Sub-Base (ISC ≥ 20%), se não
houvesse a Base Usinada por cima, o material reciclado não se encaixaria como base, e em
algumas situações, não conseguiria ter sua capacidade funcional plenamente sem algum tipo de
adição, no caso podendo ser adição de pedra britada, ou cimento por exemplo.

Para a Base Usinada, esta se mostrou excelentíssima, com resultados geotécnicos muito
maiores que os exigidos em norma (ISC ≥ 60% para baixo VMD), algumas vezes alcançando
até mesmo mais que o dobro, com mais de 130%. Isso representa uma grande eficiência
geotécnica, e implica em maior durabilidade do Pavimento. No entanto, é bom ressaltar que
esse grande valor implica em grande capacidade de suporte, da mesma forma que pode implicar
em um gasto maior que o necessário.

Evidentemente que valores maiores sempre serão bem-vindos, principalmente para


pavimentos que estão suscetíveis a condições bem adversas, desde caminhões com excesso de
peso, quanto intempéries. No entanto, sempre é bom usar da razoabilidade para que uma obra
de restauração não se torne inviável. Por outro lado, se devemos exigir a melhor resposta de
nosso pavimento, também devemos fazer o melhor dos pavimentos possível.
79

Em suma, a Sub-Base reciclada atendeu perfeitamente como Sub-Base, mas mesmo


sendo aplicado a energia modificada, ela não atenderia com êxito como Base. A Base Usinada
atendeu perfeitamente como Base, dando características geotécnicas excelentíssimas.

Logo, é uma solução vantajosa e eficiente, considerando toda a dificuldade de insumos


do Acre. No entanto, é bom avaliar se essa solução robusta seria ideal para todos os casos do
Estado do Acre, considerando o aumento de custo com a implantação de uma Base Usinada,
pode ser que tratar a reciclagem com algum aditivo granulométrico ou químico, possa dar a
mesma eficiência solicitada, mas com menor custo.

7.1 Recomendações para futuros trabalhos

a) Realizar um estudo de caso da deterioração ocorrida após a liberação do tráfego,


e após o período chuvoso no trecho estudado da BR-317/AC onde foi aplicada a
técnica de reciclagem de pavimentos, com base usinada e TSD;

b) Analisar os custos, bem como a efetividade da aplicação da reciclagem com


incorporação de brita, ou com adição de cimento Portland, para o aumento do
ISC da camada Reciclada de modo que esta camada possa atender como Base
estabilizada;

c) Verificar a viabilidade da utilização da técnica de reciclagem de pavimentos,


para restauração de vias urbanas;
80

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em Geotecnia) - Curso de Engenharia Geotécnica, Núcleo de Tecnologia da Escola de Minas,
Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2009.

WILBERT, E. C. Restauração de Pavimentos Flexíveis Através do Processo Full Depth


Reclamation - Estudo de Caso na BR 364/AC. 2015. 60 p. Trabalho de Conclusão de Curso
(Graduação em Engenharia Civil) - Universidade Federal do Acre, Rio Branco, 2015.

WIRTGEN GROUP COMPANY. Reciclagem a frio: Tecnologia de reciclagem a frio


Wirtgen. 1ª. ed. [S.l.]: [s.n.], 2012.
RESUMO GERAL DOS ENSAIOS DE SOLOS
OBRA: 241 RODOVIA: BR-317 AC TRECHO: DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU LOTE: 2 (103,85 Km) PERÍODO: SETEMBRO / 2019
SUB-TRECHO: Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) CAMADA: SUB-BASE RECICLADA ENC.º LABORATÓRIO ELIANDRO BRASIL 9.1 Sub-Base
Granulometria - % que passa Ensaios Físicos Classificação Ensaio no Laboratório Ensaio no Campo
9 ANEXOS

Localização / Furo
1" 3/8" Nº 4 Nº 10 Nº 40 Nº 200 LL LP IP E.A I.G. H.R.B. D. Máx. Hot C.B.R Exp. D. Campo hot Desv. G. C.
9.270 100,0 84,9 74,4 66,7 62,3 34,7 NL NP - 0,0 0 A2 - 4 1.992 12,3 74,5 0,3 2.000 12,2 -0,1 100,4
9.275 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.011 12,0 -0,3 101,0
9.280 100,0 73,5 59,5 49,8 38,3 23,8 25,7 20,2 5,5 0,0 0 A2 - 4 1.997 12,0 - - 2.007 -1,9 100,5
9.285 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.049 11,2 -0,8 102,6
9.290 100,0 84,7 71,7 63,1 54,1 38,9 25,9 20,2 5,7 0,0 1 A4 1.998 12,5 67,2 0,2 2.021 12,0 -0,5 101,1
9.295 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.008 10,6 -1,9 100,5
9.300 100,0 80,7 72,4 67,1 60,8 33,9 24,3 19,8 4,5 0,0 0 A2 - 4 1.995 10,6 - - 2.067 10,9 0,3 103,6
9.305 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.012 9,9 -0,7 100,9
9.310 100,0 85,9 72,2 62,1 57,1 37,7 28,5 22,3 6,2 0,0 1 A4 1.978 13,0 77,8 0,2 1.996 11,1 -1,9 100,9
9.315 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.003 11,2 -1,8 101,3

9.620 100,0 92,9 81,2 73,8 69,7 36,2 25,0 17,6 7,4 0,0 0 A4 1.976 11,2 78,6 0,4 1.993 9,3 -1,9 100,9
9.625 - - - - - - - - - - - - - - - - 1.982 10,9 -0,3 100,3
9.630 100,0 90,9 70,9 58,3 50,2 33,8 27,8 16,0 7,4 0,0 0 A2 - 6 1.930 12,0 - - 1.952 10,9 -1,1 101,1
9.635 - - - - - - - - - - - - - - - - 1.938 10,1 -1,9 100,4

9.640 100,0 84,7 70,7 61,1 55,2 36,3 27,4 13,6 13,8 0,0 1 A6 2.028 9,6 58,0 0,8 2.086 7,9 -1,7 102,9
9.645 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.039 10,0 0,4 100,5
9.650 100,0 84,0 70,2 60,6 53,5 34,9 27,4 16,6 10,8 0,0 0 A2 - 6 2.041 9,8 - - 2.098 7,9 -1,9 102,8

VALORES ESTATÍSTICOS
Freq. de Amostras 8 8 8 8 8 8 8 8 8 - - - 8 8 4 4 17 17 17 17
Nº de Amostras - n 9 9 9 9 9 9 8 8 8 - - - 9 9 5 5 17 16 17 17
Coeficiente - k 1,25 1,25 1,25 1,25 1,25 1,25 1,31 1,31 1,31 - - - 1,25 1,25 1,55 1,55 1,06 1,08 1,06 1,06
Média - X 100,0 84,7 71,5 62,5 55,7 34,5 26,5 18,3 7,7 - - - 1.993 11,4 71,2 0,4 2.015 10,5 -1,1 101
Desvio padrão - s 0,0 3,5 3,2 4,6 6,0 2,6 1,3 2,3 2,3 - - - 21,1 1,0 6,9 0,2 31,4 1,0 0,8 0,8
Valor Mínimo Encont. 100,0 73,5 59,5 49,8 38,3 23,8 24,3 13,6 4,5 - - - 1.930 9,6 58,0 0,2 1.938 7,9 -1,9 100,3
Valor Máximo Encont. 100,0 92,9 81,2 73,8 69,7 38,9 28,5 22,3 13,8 - - - 2.041 13,0 78,6 0,8 2.098 12,2 0,4 103,6
ESPECIFICAÇAO
Granul. 1" 3/8" Nº 4 Nº 10 Nº 40 Nº 200 LL LP IP E.A I.G. H.R.B. D. Máx. Hot C.B.R Exp. D. Campo hot Desv. G. C.
Mínimo Especificado 100 35 40 25 10 - - - - - 20 - - - -2 100,0
Máximo Especificado 100 65 70 45 25 - - - - - - 1,0 - - 2 -
CONDIÇÕES DE CONFORMIDADE / NÃO-CONFORMIDADE
X - k•s 100,0 80,3 67,4 56,8 48,1 31,2 - - - - - - 1.966 10,2 60,5 0,11 1.982 9,4 -1,9 100,4
X + k•s 100,0 89,1 75,5 68,2 63,2 37,8 - - - - - - 2.019 12,7 81,9 0,65 2.049 11,6 -0,3 102,1
ACEITA/REJEITA Aceita Aceita Aceita Aceita Aceita Aceita - - - - - - - - Aceita - - - Aceita Aceita
83
Empresa: CONSÓRCIO LCM/CCL Obra: 241 Mês referência: SETEMBRO / 2019
Trecho: DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Rodovia: BR-317 AC Camada: SUB-BASE RECICLADA
Sub-trecho: Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote: 2 (103,85 Km) Material: SOLO RECICLADO

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU" COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
Peso do frasco com areia Peso da Peso da Determinação da umidade Ensaio no Lab.
Prof. Estaca N.º Dens. da Volume Solo Dens. Desvio Grau de
Furo PERIODO SEGMENTO Posição areia no areia no Solo Solo Teor de Solo Seco Densidade Um. Repetir
(cm) Furo Antes Depois Diferença Funil areia do furo úmido Solo seco de umid. compac.
funil furo úmido seco umidade Máxima Ótima
1 28/08/19 15,50 9267 - 9319+10 9270 D 7.000 4.659 2.341 1 581 1.760 1.469 1,198 122,1 108,8 12,2 2.688 2.396 2.000 1.992 12,3 -0,1 100,4 NÃO
2 28/08/19 15,00 9267 - 9319+10 9275 E 7.000 4.756 2.244 4 626 1.618 1.469 1,101 114,5 102,3 12,0 2.481 2.215 2.011 1.992 12,3 -0,3 101,0 NÃO
3 28/08/19 15,00 9267 - 9319+10 9280 X 7.000 4.619 2.381 4 626 1.755 1.469 1,195 117,6 106,8 10,1 2.640 2.398 2.007 1.997 12,0 -1,9 100,5 NÃO
4 28/08/19 15,00 9267 - 9319+10 9285 D 7.000 4.660 2.340 1 581 1.759 1.469 1,197 111,5 100,3 11,2 2.728 2.453 2.049 1.997 12,0 -0,8 102,6 NÃO
5 28/08/19 15,10 9267 - 9319+10 9290 E 7.000 4.825 2.175 1 581 1.594 1.469 1,085 106,0 94,6 12,0 2.456 2.193 2.021 1.998 12,5 -0,5 101,1 NÃO
6 28/08/19 15,00 9267 - 9319+10 9295 X 7.000 4.615 2.385 1 581 1.804 1.469 1,228 100,8 91,2 10,6 2.727 2.466 2.008 1.998 12,5 -1,9 100,5 NÃO
7 28/08/19 15,10 9267 - 9319+10 9300 D 7.000 4.760 2.240 4 626 1.614 1.469 1,099 114,4 103,1 10,9 2.519 2.271 2.067 1.995 10,6 0,3 103,6 NÃO
8 28/08/19 15,00 9267 - 9319+10 9305 E 7.000 4.769 2.231 1 581 1.650 1.469 1,123 113,2 103,0 9,9 2.484 2.260 2.012 1.995 10,6 -0,7 100,9 NÃO
9 28/08/19 15,10 9267 - 9319+10 9310 X 7.000 4.689 2.311 4 626 1.685 1.469 1,147 108,6 97,8 11,1 2.543 2.289 1.996 1.978 13,0 -1,9 100,9 NÃO
10 28/08/19 15,10 9267 - 9319+10 9315 D 7.000 4.621 2.379 1 581 1.798 1.469 1,224 108,6 97,6 11,2 2.726 2.451 2.003 1.978 13,0 -1,8 101,3 NÃO
11 28/08/19 15,00 9619+10 - 9637 9620 X 7.000 4.621 2.379 4 626 1.753 1.469 1,193 104,2 95,4 9,3 2.600 2.379 1.993 1.976 11,2 -1,9 100,9 NÃO
12 28/08/19 15,10 9619+10 - 9637 9625 D 7.000 4.679 2.321 1 581 1.740 1.469 1,184 108,8 98,1 10,9 2.604 2.348 1.982 1.976 11,2 -0,3 100,3 NÃO
13 28/08/19 15,10 9619+10 - 9637 9630 E 7.000 4.654 2.346 1 581 1.765 1.469 1,201 120,4 108,6 10,9 2.601 2.345 1.952 1.930 12,0 -1,1 101,1 NÃO
14 28/08/19 15,10 9619+10 - 9637 9635 X 7.000 4.581 2.419 4 626 1.793 1.469 1,221 106,0 96,3 10,1 2.605 2.366 1.938 1.930 12,0 -1,9 100,4 NÃO
15 31/08/19 15,20 9637 - 9651 9640 D 7.000 4.675 2.325 4 626 1.699 1.469 1,157 114,3 105,9 7,9 2.603 2.412 2.086 2.028 9,6 -1,7 102,9 NÃO
16 31/08/19 15,10 9637 - 9651 9645 E 7.000 4.850 2.150 1 581 1.569 1.469 1,068 104,0 94,6 10,0 2.395 2.177 2.039 2.028 9,6 0,4 100,5 NÃO
17 31/08/19 15,00 9637 - 9651 9650 X 7.000 4.770 2.230 1 581 1.649 1.469 1,123 114,5 106,1 7,9 2.541 2.355 2.098 2.041 9,8 -1,9 102,8 NÃO
84
85

LABORATÓRIO DE SOLOS
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU"
COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
EMPRESA OBRA RODOVIA LOTE

CONSÓRCIO LCM/CCL 241 BR 317/AC 2


TRECHO SUB-TRECHO

DIV AM/AC - FRONTEIRA BRA/PER Entr. AC-040-(A) - Entr. AC-463/482 (Vila capixaba )
CAMADA SEGMENTO LABORATORISTA

SUB-BASE RECICLADA 9267 - 9319+10 LEANDRO GUIMARÃES


FURO 01 02 03 04 05 06
DATA 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019
PROFUNDIDADE (cm) 15,50 15,00 15,00 15,00 15,10 15,00

ESTACA DO FURO 9.270 9.275 9.280 9.285 9.290 9.295


POSIÇÃO D E X D E X
ANTES 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000
PESO DO
FRASCO DEPOIS 4.659 4.756 4.619 4.660 4.825 4.615
COM AREIA
DIFERENÇA 2.341 2.244 2.381 2.340 2.175 2.385
FUNIL 1 4 4 1 1 1
PESO DA AREIA NO FUNIL(g) 581 626 626 581 581 581
PESO DA AREIA NO FURO (g) 1.760 1.618 1.755 1.759 1.594 1.804
DENSIDADE DA AREIA (g/dm³) 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469
VOLUME DO FURO (dm³) 1,198 1,101 1,195 1,197 1,085 1,228
UMIDADE (H) 12,2 12,0 10,1 11,2 12,0 10,6
PESO DO SOLO ÚMIDO(g) 2688 2481 2640 2728 2456 2727
PESO DO SOLO SECO(g) 2396 2215 2398 2453 2193 2466
DENS.DO SOLO SECO (g/dm³) 2.000 2.011 2.007 2.049 2.021 2.008

ENSAIO NO
DENS.DE MÁX. (g/dm³) 1.992 1.992 1.997 1.997 1.998 1.998
LABORATÓRIO
ÚMIDADE ÓTIMA 12,3 12,3 12,0 12,0 12,5 12,5
GRAU DE COMPACTAÇÃO (GC%) 100,4 101,0 100,5 102,6 101,1 100,5
REPETIÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE
PESO DO SOLO ÚMIDO (g) 119,0 100,8 100,7 117,6 98,3 117,0
PESO DO SOLO SECO (g) 108,2 91,5 92,0 107,8 91,0 108,2
PESO DA ÁGUA (g) 10,7 9,2 8,7 9,8 7,3 8,8
TEOR DE UMIDADE 9,9 10,1 9,5 9,1 8,0 8,1
DESVIO DE UMIDADE 1,4 1,6 1,2 0,8 -1,0 -0,9

OBSERVAÇÕES:
86

LABORATÓRIO DE SOLOS
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU"
COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
EMPRESA OBRA RODOVIA LOTE

CONSÓRCIO LCM/CCL 241 BR 317/AC 2


TRECHO SUB-TRECHO

DIV AM/AC - FRONTEIRA BRA/PER Entr. AC-040-(A) - Entr. AC-463/482 (Vila capixaba )
CAMADA SEGMENTO LABORATORISTA

SUB-BASE RECICLADA 9267 - 9319+10 LEANDRO GUIMARÃES


FURO 07 08 09 10 11 12
DATA 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019 28/08/2019
PROFUNDIDADE (cm) 15,10 15,00 15,10 15,10 15,00 15,10

ESTACA DO FURO 9.300 9.305 9.310 9.315 9.620 9.625


POSIÇÃO D E X D X D
ANTES 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000
PESO DO
FRASCO DEPOIS 4.760 4.769 4.689 4.621 4.621 4.679
COM AREIA
DIFERENÇA 2.240 2.231 2.311 2.379 2.379 2.321
FUNIL 4 1 4 1 4 1
PESO DA AREIA NO FUNIL(g) 626 581 626 581 626 581
PESO DA AREIA NO FURO (g) 1.614 1.650 1.685 1.798 1.753 1.740
DENSIDADE DA AREIA (g/dm³) 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469
VOLUME DO FURO (dm³) 1,099 1,123 1,147 1,224 1,193 1,184
UMIDADE (H) 10,9 9,9 11,1 11,2 9,3 10,9
PESO DO SOLO ÚMIDO(g) 2519 2484 2543 2726 2600 2604
PESO DO SOLO SECO(g) 2271 2260 2289 2451 2379 2348
DENS.DO SOLO SECO (g/dm³) 2.067 2.012 1.996 2.003 1.993 1.982

ENSAIO NO
DENS.DE MÁX. (g/dm³) 1.995 1.995 1.978 1.978 1.976 1.976
LABORATÓRIO
ÚMIDADE ÓTIMA 10,6 10,6 13,0 13,0 11,2 11,2
GRAU DE COMPACTAÇÃO (GC%) 103,6 100,9 100,9 101,3 100,9 100,3
REPETIÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE
PESO DO SOLO ÚMIDO (g) 114,0 113,0 120,3 118,3 113,5 104,9
PESO DO SOLO SECO (g) 104,8 105,1 110,9 108,7 104,6 96,4
PESO DA ÁGUA (g) 9,2 8,0 9,4 9,6 8,9 8,5
TEOR DE UMIDADE 8,8 7,6 8,5 8,8 8,5 8,8
DESVIO DE UMIDADE 0,1 -1,1 0,6 0,9 0,2 0,5

OBSERVAÇÕES:
87

LABORATÓRIO DE SOLOS
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU"
COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
EMPRESA OBRA RODOVIA LOTE

CONSÓRCIO LCM/CCL 241 BR 317/AC 2


TRECHO SUB-TRECHO

DIV AM/AC - FRONTEIRA BRA/PER Entr. AC-040-(A) - Entr. AC-463/482 (Vila capixaba )
CAMADA SEGMENTO LABORATORISTA

SUB-BASE RECICLADA 9619+10 - 9637 LEANDRO GUIMARÃES


FURO 13 14 15 16 17
DATA 28/08/2019 28/08/2019 31/08/2019 31/08/2019 31/08/2019
PROFUNDIDADE (cm) 15,10 15,10 15,20 15,10 15,00

ESTACA DO FURO 9.630 9.635 9.640 9.645 9.650


POSIÇÃO E X D E X
ANTES 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000
PESO DO
FRASCO DEPOIS 4.654 4.581 4.675 4.850 4.770
COM AREIA
DIFERENÇA 2.346 2.419 2.325 2.150 2.230
FUNIL 1 4 4 1 1
PESO DA AREIA NO FUNIL(g) 581 626 626 581 581
PESO DA AREIA NO FURO (g) 1.765 1.793 1.699 1.569 1.649
DENSIDADE DA AREIA (g/dm³) 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469
VOLUME DO FURO (dm³) 1,201 1,221 1,157 1,068 1,123
UMIDADE (H) 10,9 10,1 7,9 10,0 7,9
PESO DO SOLO ÚMIDO(g) 2601 2605 2603 2395 2541
PESO DO SOLO SECO(g) 2345 2366 2412 2177 2355
DENS.DO SOLO SECO (g/dm³) 1.952 1.938 2.086 2.039 2.098

ENSAIO NO
DENS.DE MÁX. (g/dm³) 1.930 1.930 2.028 2.028 2.041
LABORATÓRIO
ÚMIDADE ÓTIMA 12,0 12,0 9,6 9,6 9,8
GRAU DE COMPACTAÇÃO (GC%) 101,1 100,4 102,9 100,5 102,8
REPETIÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE
PESO DO SOLO ÚMIDO (g) 99,4 118,2 105,6 99,5 105,4
PESO DO SOLO SECO (g) 91,7 110,0 97,7 92,3 97,3
PESO DA ÁGUA (g) 7,7 8,2 7,9 7,3 8,1
TEOR DE UMIDADE 8,4 7,5 8,1 7,9 8,3
DESVIO DE UMIDADE 0,3 -0,6 0,0 -0,2 1,1

OBSERVAÇÕES:
88

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 20/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.270 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 25,6 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.592
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 408
1 165,4 155,7 9,7 0 155,7 6,2 Porcententagem
6,2 1,5
1 162,6 153,2 9,4 0 153,2 6,1 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 10 8.912 4.737 4.175 2.079 2.008 190 9,1 1.841
2º 09 9.235 4.750 4.485 2.095 2.141 295 10,7 1.935
3º 06 9.325 4.670 4.655 2.082 2.236 400 12,3 1.992
4º 02 9.184 4.581 4.603 2.081 2.212 505 13,8 1.943
5º 05 9.138 4.666 4.472 2.095 2.135 610 15,4 1.849
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 09 06 02

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 18 2,5 - - 35 4,8 - - 38 5,2 - -
1,0 1,27 - 37 5,0 - - 78 10,6 - - 65 8,9 - -
1,5 1,90 - 53 7,2 - - 138 18,8 - - 88 12,0 - -
2,0 2,54 70,31 66 9,0 12,8 18,2 200 27,2 38,7 55,1 109 14,8 21,1 30,0
3,0 3,81 - 78 10,6 - - 340 46,3 - - 126 17,2 - -
4,0 5,08 105,5 92 12,5 11,9 11,3 405 55,2 52,3 74,4 160 21,8 20,7 19,6
6,0 7,62 131,6 112 15,3 - - 464 63,2 - - 200 27,2 - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 70

09 111,5 1,00 1,75 0,67 60


06 111,46 1,00 1,38 0,34 50
02 111,48 1,00 1,24 0,22 40

Curva da Compactação 30
2.100 20
2.050 10

2.000 0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

1.950
Índice de Suporte Califórnia
1.900 100,0
Índice de Suporte Califórnia - %

1.850
75,0
1.800

1.750
50,0
1.700

1.650 25,0

1.600
8 9 10 11 12 13 14 15 16 0,0
9,0 10,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.992 UMIDADE ÓTIMA (%) 12,3 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 403
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 74,5% EXP. 0,30%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


89

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 20/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.270 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 25,6 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 165,4 155,7 9,7 0 155,7 6,2
6,2 0,0521 0,3543
1 162,6 153,2 9,4 0 153,2 6,1
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 639,0 1361,0 1281,8 1920,8
Parcial 200,0 - - - 188,4
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1920,8 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1920,8 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 290,0 1630,8 84,9 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 201,7 1429,1 74,4 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 147,3 1281,8 66,7 - 33,3
Pedregulho E.A. - 1 → 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 4,5 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 12,6 175,8 62,3 - Areia Fina 27,5 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 77,7 98,1 34,7 - Silte + Argila 34,7 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS

Curva Granulométrica
100

90

80

70
% que passa

60

50

40

30

20

10

0
0,0 200 40 10 0,1 4 1,0 10,0 100,0

Peneiras

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


90

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 20/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.280 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 40,5 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.594
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 406
1 197,3 186,0 11,3 0 186,0 6,1 Porcententagem
6,2 1,5
1 183,1 172,4 10,7 0 172,4 6,2 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 42 9.437 5.170 4.267 2.077 2.054 190 9,0 1.884
2º 42 9.695 5.170 4.525 2.077 2.179 295 10,6 1.969
3º 42 9.824 5.170 4.654 2.077 2.241 400 12,2 1.997
4º 42 9.796 5.170 4.626 2.077 2.227 505 13,8 1.957
5º 42 9.658 5.170 4.488 2.077 2.161 610 15,4 1.872
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - 1,00 - -
0,8
- - 1,00 - - 0,7
- - 1,00 - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.100 0,3
0,2
2.050 0,1
0
2.000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


1.950
1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

1.900
0,8
0,7
1.850
0,6
0,5
1.800
0,4
0,3
1.750
0,2
0,1
1.700
7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 0,0
7,0 9,0 11,0 13,0 15,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.997 UMIDADE ÓTIMA (%) 12,0 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 385
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


91

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 20/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.280 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 40,5 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 197,3 186,0 11,3 0 186,0 6,1
6,2 0,0515 0,2641
1 183,1 172,4 10,7 0 172,4 6,2
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 975,0 1025,0 965,6 1940,6
Parcial 200,0 - - - 188,4
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1940,6 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1940,6 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 513,6 1427,0 73,5 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 272,0 1155,0 59,5 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 189,4 965,6 49,8 50,2 -E.A. - 1 →Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 11,4 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 43,2 145,2 38,3 - Areia Fina 14,6 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 55,1 90,1 23,8 - Silte + Argila 23,8 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 01 07 12 16 17 Cápsula Nº 03 05 09 16 17
Golpes - Nº 09 21 31 39 50 P. Br.Úmido - g 5,44 6,01 5,36 7,71 7,56
Peso Bruto Úmido - g 19,86 21,32 22,90 24,06 25,78 P. Br.Seco - g 5,12 5,59 5,13 7,12 7,00
Peso Bruto Seco - g 16,42 18,05 19,50 20,75 22,36 Tara cáps. - 3,56 3,83 3,98 4,16 4,25
Peso da Cápsula - g 5,66 5,58 5,62 6,30 5,63 Água - g 0,32 0,42 0,23 0,59 0,56
Peso da Água - g 3,44 3,27 3,40 3,31 3,42 Peso Seco - g 1,56 1,76 1,15 2,96 2,75
Peso do Solo Seco - g 10,76 12,47 13,88 14,45 16,73 Umidade - % 20,26 23,88 19,57 19,97 20,53
Umidade -% 31,97 26,22 24,50 22,91 20,44 Resultado OK Fora Fora OK OK
RESUMO DO ENSAIO L.L 25,67 L.P. 20,20 Índice de Plasticidade (IP) 5,47

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 35,0

90
30,0
80

70 25,0
% que passa

60
Umidade - (%)

20,0
50

40 15,0

30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


92

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 20/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.290 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 28,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.766
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 234
1 160,0 154,9 5,1 0 154,9 3,3 Porcententagem
3,5 1,5
1 158,3 152,8 5,5 0 152,8 3,6 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.662 4.522 4.140 2.071 1.999 390 9,2 1.830
2º 27 8.685 4.229 4.456 2.079 2.143 495 10,8 1.935
3º 12 9.286 4.645 4.641 2.069 2.243 600 12,3 1.997
4º 05 9.330 4.666 4.664 2.095 2.226 705 13,9 1.955
5º 55 8.924 4.522 4.402 2.071 2.125 810 15,4 1.841
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 27 12 05

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 50 6,8 - - 80 10,9 - - 31 4,2 - -
1,0 1,27 - 74 10,1 - - 160 21,8 - - 60 8,2 - -
1,5 1,90 - 85 11,6 - - 210 28,6 - - 88 12,0 - -
2,0 2,54 70,31 95 12,9 18,4 26,2 245 33,4 47,5 67,5 110 15,0 21,3 30,3
3,0 3,81 - 105 14,3 - - 291 39,6 - - 148 20,2 - -
4,0 5,08 105,5 115 15,7 14,9 14,1 325 44,3 42,0 59,7 163 22,2 21,1 20,0
6,0 7,62 131,6 128 17,4 - - 340 46,3 - - 186 25,3 - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 50
45
27 111,50 1,00 2,78 1,60
40
12 111,52 1,00 1,26 0,23 35
05 111,41 1,00 1,11 0,10 30
25
Curva da Compactação 20
2.100 15
10
2.050
5
2.000 0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

1.950
Índice de Suporte Califórnia
1.900
95,0
Índice de Suporte Califórnia - %

1.850
85,0
1.800 75,0
65,0
1.750
55,0
1.700 45,0
1.650 35,0
25,0
1.600
8 9 10 11 12 13 14 15 16 15,0
10,0 11,0 12,0 13,0 14,0 15,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.998 UMIDADE ÓTIMA (%) 12,5 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 612
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 67,2% EXP. 0,20%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


93

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 20/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.290 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 28,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 160,0 154,9 5,1 0 154,9 3,3
3,5 0,0511 0,3263
1 158,3 152,8 5,5 0 152,8 3,6
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 722,8 1277,2 1234,6 1957,4
Parcial 200,0 - - - 193,3
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 1 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1957,4 100,0 - Class. H.R.B. A4 (h1) (h2)
1" 0,0 1957,4 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 299,1 1658,3 84,7 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 254,2 1404,1 71,7 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 169,5 1234,6 63,1 36,9 E.A. - 1
- → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 9,0 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 27,5 165,8 54,1 - Areia Fina 15,2 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 46,7 119,1 38,9 - Silte + Argila 38,9 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 02 05 11 15 18 Cápsula Nº 02 05 10 14 19
Golpes - Nº 09 20 32 41 52 P. Br.Úmido - g 5,41 5,63 7,60 5,66 4,89
Peso Bruto Úmido - g 19,79 22,32 22,76 23,47 25,16 P. Br.Seco - g 5,19 5,28 6,98 5,38 4,65
Peso Bruto Seco - g 16,43 18,94 19,59 20,04 21,56 Tara cáps. - 4,13 3,83 3,89 3,98 3,43
Peso da Cápsula - g 5,61 5,80 6,45 5,64 5,80 Água - g 0,22 0,35 0,62 0,28 0,24
Peso da Água - g 3,36 3,38 3,17 3,43 3,60 Peso Seco - g 1,06 1,45 3,09 1,40 1,22
Peso do Solo Seco - g 10,82 13,14 13,14 14,40 15,76 Umidade - % 20,89 23,89 20,17 20,27 19,93
Umidade -% 31,05 25,72 24,12 23,82 22,84 Resultado OK Fora OK OK Fora
RESUMO DO ENSAIO L.L 25,92 L.P. 20,20 Índice de Plasticidade (IP) 5,72

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 35,0

90
30,0
80

70 25,0
% que passa

60
Umidade - (%)

20,0
50

40 15,0

30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


94

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 22/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.300 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 27,6 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.845
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 155
1 158,2 154,5 3,7 0 154,5 2,4 Porcententagem
2,3 1,5
1 157,5 154,2 3,3 0 154,2 2,1 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 21 8.275 4.037 4.238 2.076 2.041 370 7,7 1.896
2º 21 8.476 4.037 4.439 2.076 2.138 475 9,2 1.958
3º 21 8.624 4.037 4.587 2.076 2.210 580 10,7 1.995
4º 21 8.590 4.037 4.553 2.076 2.193 685 12,3 1.953
5º 21 8.504 4.037 4.467 2.076 2.152 790 13,8 1.891
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - 1,00 - -
0,8
- - 1,00 - - 0,7
- - 1,00 - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.100 0,3
0,2
2.050 0,1
0
2.000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


1.950
25,0
Índice de Suporte Califórnia - %

1.900

1.850

1.800

1.750

1.700
6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0,0
7,0 8,0 9,0 10,0 11,0 12,0 13,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.995 UMIDADE ÓTIMA (%) 10,6 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 570
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


95

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 22/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.300 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 27,6 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 158,2 154,5 3,7 0 154,5 2,4
2,3 0,0508 0,3429
1 157,5 154,2 3,3 0 154,2 2,1
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 649,0 1351,0 1321,0 1970,0
Parcial 200,0 - - - 195,6
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1970,0 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1970,0 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 380,5 1589,5 80,7 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 162,7 1426,8 72,4 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 105,8 1321,0 67,1 32,9 -E.A. - 1 →Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 6,3 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 18,3 177,3 60,8 - Areia Fina 26,9 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 78,4 98,9 33,9 - Silte + Argila 33,9 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 04 08 12 15 20 Cápsula Nº 03 08 10 13 19
Golpes - Nº 10 22 30 42 52 P. Br.Úmido - g 6,75 5,96 6,66 7,24 5,07
Peso Bruto Úmido - g 19,50 21,49 23,22 23,29 25,04 P. Br.Seco - g 6,21 5,66 6,21 6,67 4,80
Peso Bruto Seco - g 16,50 18,23 19,85 19,98 21,63 Tara cáps. - 3,56 4,06 3,89 3,86 3,43
Peso da Cápsula - g 5,60 4,86 5,62 5,64 5,38 Água - g 0,54 0,30 0,45 0,57 0,27
Peso da Água - g 3,00 3,26 3,37 3,31 3,41 Peso Seco - g 2,65 1,60 2,32 2,81 1,37
Peso do Solo Seco - g 10,90 13,37 14,23 14,34 16,25 Umidade - % 20,46 18,67 19,60 20,15 19,73
Umidade -% 27,52 24,38 23,68 23,08 20,98 Resultado OK Fora OK OK OK
RESUMO DO ENSAIO L.L 24,27 L.P. 19,80 Índice de Plasticidade (IP) 4,47

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 30,0

90
25,0
80

70
20,0
% que passa

60
Umidade - (%)

50 15,0
40

30 10,0

20
5,0
10

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


96

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 22/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.310 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 27,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.511
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 489
1 167,2 155,7 11,5 0 155,7 7,4 Porcententagem
7,5 1,5
1 158,1 146,9 11,2 0 146,9 7,6 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.735 4.522 4.213 2.071 2.034 150 9,8 1.852
2º 20 9.062 4.590 4.472 2.079 2.151 255 11,4 1.930
3º 19 9.326 4.739 4.587 2.051 2.236 360 13,0 1.978
4º 14 9.264 4.611 4.653 2.099 2.217 465 14,7 1.933
5º 55 9.034 4.522 4.512 2.071 2.178 570 16,3 1.873
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 20 19 14

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 63 8,6 - - 123 16,8 - - 42 5,7 - -
1,0 1,27 - 91 12,4 - - 185 25,2 - - 71 9,7 - -
1,5 1,90 - 124 16,9 - - 234 31,9 - - 96 13,1 - -
2,0 2,54 70,31 156 21,2 30,2 43,0 282 38,4 54,6 77,7 120 16,3 23,2 33,1
3,0 3,81 - 198 27,0 - - 335 45,6 - - 143 19,5 - -
4,0 5,08 105,5 225 30,6 29,1 27,6 400 54,5 51,7 73,5 180 24,5 23,2 22,0
6,0 7,62 131,6 280 38,1 - - 480 65,4 - - 230 31,3 - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 70

20 111,47 1,00 1,55 0,49 60


19 111,43 1,00 1,27 0,24 50
14 111,52 1,00 1,12 0,11 40

Curva da Compactação 30
2.100 20

2.050 10

0
2.000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


1.950
90,0
80,0
Índice de Suporte Califórnia - %

1.900
70,0
1.850 60,0
50,0
1.800 40,0
30,0
1.750
20,0
10,0
1.700
8,5 9,5 10,5 11,5 12,5 13,5 14,5 15,5 16,5 17,5 0,0
11,0 12,0 13,0 14,0 15,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.978 UMIDADE ÓTIMA (%) 13,0 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 357
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 77,8% EXP. 0,20%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


97

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 22/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.310 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 27,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 167,2 155,7 11,5 0 155,7 7,4
7,5 0,0523 0,3336
1 158,1 146,9 11,2 0 146,9 7,6
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 725,1 1274,9 1185,8 1910,9
Parcial 200,0 - - - 186,0
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 1 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1910,9 100,0 - Class. H.R.B. A4 (h1) (h2)
1" 0,0 1910,9 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 269,2 1641,7 85,9 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 261,2 1380,5 72,2 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 194,7 1185,8 62,1 37,9 -E.A. - 1 →Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 5,0 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 15,0 171,0 57,1 - Areia Fina 19,3 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 57,9 113,1 37,7 - Silte + Argila 37,7 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 02 05 12 13 20 Cápsula Nº 01 07 12 13 20
Golpes - Nº 08 19 29 38 48 P. Br.Úmido - g 6,20 7,41 5,74 6,50 5,77
Peso Bruto Úmido - g 19,42 22,72 23,59 24,11 24,75 P. Br.Seco - g 5,81 6,85 5,46 6,01 5,27
Peso Bruto Seco - g 15,69 18,89 19,84 20,53 21,01 Tara cáps. - 4,12 4,31 4,06 3,86 3,38
Peso da Cápsula - g 5,61 5,80 5,62 6,05 5,38 Água - g 0,39 0,56 0,28 0,49 0,50
Peso da Água - g 3,73 3,83 3,75 3,58 3,74 Peso Seco - g 1,69 2,54 1,40 2,15 1,89
Peso do Solo Seco - g 10,08 13,09 14,22 14,48 15,63 Umidade - % 23,04 22,05 20,23 22,60 26,62
Umidade -% 37,00 29,26 26,37 24,72 23,93 Resultado OK OK Fora OK Fora
RESUMO DO ENSAIO L.L 28,47 L.P. 22,30 Índice de Plasticidade (IP) 6,17

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 40,0

90
35,0
80
30,0
70
% que passa

60 25,0
Umidade - (%)

50 20,0
40
15,0
30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


98

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 25/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.620 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 18,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.790
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 210
1 155,1 150,5 4,6 0 150,5 3,1 Porcententagem
3,1 1,5
5 148,1 143,6 4,5 0 143,6 3,1 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.718 4.522 4.196 2.071 2.026 340 8,1 1.874
2º 31 8.290 3.894 4.396 2.085 2.108 445 9,6 1.923
3º 03 9.309 4.703 4.606 2.096 2.198 550 11,2 1.976
4º 17 9.332 4.796 4.536 2.082 2.179 655 12,7 1.932
5º 55 9.020 4.522 4.498 2.071 2.172 760 14,3 1.900
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 31 03 17

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 16 2,2 - - 80 10,9 - - 57 7,8 - -
1,0 1,27 - 34 4,6 - - 166 22,6 - - 90 12,3 - -
1,5 1,90 - 52 7,1 - - 238 32,4 - - 128 17,4 - -
2,0 2,54 70,31 68 9,3 13,2 18,7 285 38,8 55,2 78,5 142 19,3 27,5 39,1
3,0 3,81 - 81 11,0 - - 343 46,7 - - 193 26,3 - -
4,0 5,08 105,5 102 13,9 13,2 12,5 405 55,2 52,3 74,4 226 30,8 29,2 27,7
6,0 7,62 131,6 126 17,2 - - 504 68,6 - - 295 40,2 - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 80

31 111,39 1,00 1,70 0,63 70

03 111,52 1,00 1,49 0,44 60


50
17 111,43 1,00 1,26 0,23
40
Curva da Compactação 30
2.100
20

2.050 10
0
2.000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


1.950
90,0
80,0
Índice de Suporte Califórnia - %

1.900
70,0
1.850 60,0
50,0
1.800 40,0
30,0
1.750
20,0
10,0
1.700
7 8 9 10 11 12 13 14 15 0,0
9,0 10,0 11,0 12,0 13,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.976 UMIDADE ÓTIMA (%) 11,2 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 550
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 78,6% EXP. 0,40%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


99

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 25/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.620 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 18,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 155,1 150,5 4,6 0 150,5 3,1
3,1 0,0511 0,3805
5 148,1 143,6 4,5 0 143,6 3,1
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 512,0 1488,0 1443,3 1955,3
Parcial 200,0 - - - 194,0
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1955,3 100,0 - Class. H.R.B. A4 (h1) (h2)
1" 0,0 1955,3 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 138,8 1816,5 92,9 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 228,3 1588,2 81,2 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 144,9 1443,3 73,8 26,2 E.A. - 1
- → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 4,1 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 10,9 183,1 69,7 - Areia Fina 33,5 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 88,0 95,1 36,2 - Silte + Argila 36,2 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 01 08 09 13 19 Cápsula Nº 04 05 10 16 19
Golpes - Nº 11 20 29 41 52 P. Br.Úmido - g 5,17 5,32 5,97 6,97 5,19
Peso Bruto Úmido - g 19,44 20,90 21,90 23,39 24,79 P. Br.Seco - g 4,94 5,07 5,67 6,55 4,92
Peso Bruto Seco - g 16,23 17,68 18,80 20,31 21,31 Tara cáps. - 3,54 3,83 3,89 4,16 3,43
Peso da Cápsula - g 5,66 4,86 5,16 6,05 5,68 Água - g 0,23 0,25 0,30 0,42 0,27
Peso da Água - g 3,21 3,22 3,10 3,08 3,48 Peso Seco - g 1,40 1,24 1,78 2,39 1,49
Peso do Solo Seco - g 10,57 12,82 13,64 14,26 15,63 Umidade - % 16,17 19,79 17,07 17,46 18,20
Umidade -% 30,37 25,12 22,73 21,60 22,26 Resultado Fora Fora OK OK OK
RESUMO DO ENSAIO L.L 25,02 L.P. 17,60 Índice de Plasticidade (IP) 7,42

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 35,0

90
30,0
80

70 25,0
% que passa

60
Umidade - (%)

20,0
50

40 15,0

30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


100

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 25/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.630 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 29,1 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.672
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 328
3 135,0 127,2 7,8 0 127,2 6,1 Porcententagem
4,9 1,5
7 154,1 148,6 5,5 0 148,6 3,7 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 03 8.618 4.703 3.915 2.096 1.868 220 8,2 1.726
2º 03 8.950 4.703 4.247 2.096 2.026 325 9,8 1.846
3º 03 9.189 4.703 4.486 2.096 2.140 430 11,4 1.922
4º 03 9.235 4.703 4.532 2.096 2.162 535 12,9 1.915
5º 03 9.100 4.703 4.397 2.096 2.098 640 14,5 1.832
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - - - - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - - - -
0,8
- - - - - 0,7
- - - - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.100 0,3
0,2
2.050
0,1
2.000 0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

1.950
Índice de Suporte Califórnia
1.900 1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

1.850
0,8
1.800 0,7
0,6
1.750
0,5
1.700 0,4
0,3
1.650 0,2
0,1
1.600
8 9 10 11 12 13 14 15 0,0
0,0 5,0 10,0 15,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 1.930 UMIDADE ÓTIMA (%) 12,0 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 473
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


101

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 25/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.630 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 29,1 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
3 135,0 127,2 7,8 0 127,2 6,1
4,9 0,0514 0,3057
7 154,1 148,6 5,5 0 148,6 3,7
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 811,1 1188,9 1133,2 1944,3
Parcial 200,0 - - - 190,6
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1944,3 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 6 (h1) (h2)
1" 0,0 1944,3 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 177,3 1767,0 90,9 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 389,4 1377,6 70,9 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 244,4 1133,2 58,3 41,7 E.A. - 1
- → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 8,1 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 26,6 164,0 50,2 - Areia Fina 16,4 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 53,6 110,4 33,8 - Silte + Argila 33,8 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 02 08 12 15 20 Cápsula Nº 03 08 10 14 18
Golpes - Nº 12 19 29 41 51 P. Br.Úmido - g 6,54 5,78 5,48 5,27 6,48
Peso Bruto Úmido - g 19,31 21,70 23,39 22,90 23,94 P. Br.Seco - g 6,11 5,55 5,27 5,09 6,06
Peso Bruto Seco - g 15,66 17,88 19,90 19,87 20,76 Tara cáps. - 3,56 4,06 3,89 3,98 3,49
Peso da Cápsula - g 5,61 4,86 5,62 5,64 5,38 Água - g 0,43 0,23 0,21 0,18 0,42
Peso da Água - g 3,65 3,82 3,49 3,03 3,18 Peso Seco - g 2,55 1,49 1,38 1,11 2,57
Peso do Solo Seco - g 10,05 13,02 14,28 14,23 15,38 Umidade - % 16,70 15,49 14,93 16,30 16,35
Umidade -% 36,32 29,34 24,44 21,29 20,68 Resultado OK OK Fora OK OK
RESUMO DO ENSAIO L.L 27,78 L.P. 16,00 Índice de Plasticidade (IP) 11,78

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 40,0

90
35,0
80
30,0
70
% que passa

60 25,0
Umidade - (%)

50 20,0
40
15,0
30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


102

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 22/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.640 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 29,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.835
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 165
1 166,2 162,1 4,1 0 162,1 2,5 Porcententagem
2,4 1,5
1 157,1 153,6 3,5 0 153,6 2,3 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.720 4.522 4.198 2.071 2.027 280 6,5 1.903
2º 23 8.758 4.127 4.631 2.171 2.133 385 8,0 1.974
3º 36 8.610 3.985 4.625 2.081 2.222 490 9,6 2.028
4º 25 8.743 4.160 4.583 2.080 2.203 595 11,1 1.983
5º 55 8.974 4.522 4.452 2.071 2.149 700 12,7 1.908
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 23 36 25

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 25 3,4 - - 85 11,6 - - 15 2,0 - -
1,0 1,27 - 40 5,4 - - 145 19,7 - - 40 5,4 - -
1,5 1,90 - 45 6,1 - - 180 24,5 - - 86 11,7 - -
2,0 2,54 70,31 55 7,5 10,7 15,2 210 28,6 40,7 57,9 125 17,0 24,2 34,4
3,0 3,81 - 65 8,9 - - 240 32,7 - - 190 25,9 - -
4,0 5,08 105,5 75 10,2 9,7 9,2 270 36,8 34,9 49,6 225 30,6 29,1 27,6
6,0 7,62 131,6 95 12,9 - - 315 42,9 - - 305 41,5 - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 50
45
23 111,46 1,00 2,72 1,54
40
36 111,40 1,00 1,91 0,82 35
25 111,36 1,00 1,28 0,25 30
25
Curva da Compactação 20
2.100 15
10
2.050 5
0
2.000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


1.950
70,0
Índice de Suporte Califórnia - %

1.900 60,0

50,0
1.850
40,0
1.800
30,0

1.750 20,0

10,0
1.700
5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 0,0
7,0 8,0 9,0 10,0 11,0 12,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.028 UMIDADE ÓTIMA (%) 9,6 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 491
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 58,0% EXP. 0,80%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


103

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 22/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.640 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 29,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
1 166,2 162,1 4,1 0 162,1 2,5
2,4 0,0507 0,3126
1 157,1 153,6 3,5 0 153,6 2,3
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 767,6 1232,4 1203,4 1971,0
Parcial 200,0 - - - 195,3
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 1 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1971,0 100,0 - Class. H.R.B. A6 (h1) (h2)
1" 0,0 1971,0 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 302,1 1668,9 84,7 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 275,2 1393,7 70,7 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 190,3 1203,4 61,1 38,9 E.A. - 1
- → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 5,8 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 18,6 176,7 55,2 - Areia Fina 18,9 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 60,6 116,1 36,3 - Silte + Argila 36,3 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 04 09 06 07 10 Cápsula Nº 04 09 06 07 10
Golpes - Nº 12 21 32 42 51 P. Br.Úmido - g 5,72 5,88 5,26 6,62 5,77
Peso Bruto Úmido - g 27,61 25,81 29,32 20,45 31,87 P. Br.Seco - g 5,47 5,63 5,10 6,36 5,55
Peso Bruto Seco - g 22,40 21,41 24,30 17,44 26,79 Tara cáps. - 3,54 3,98 3,96 4,31 3,89
Peso da Cápsula - g 5,60 5,16 5,01 5,58 6,06 Água - g 0,25 0,25 0,16 0,26 0,22
Peso da Água - g 5,21 4,40 5,02 3,01 5,08 Peso Seco - g 1,93 1,65 1,14 2,05 1,66
Peso do Solo Seco - g 16,80 16,25 19,29 11,86 20,73 Umidade - % 12,95 15,15 14,04 12,68 13,25
Umidade -% 31,01 27,08 26,02 25,38 24,51 Resultado OK Fora OK Fora OK
RESUMO DO ENSAIO L.L 27,41 L.P. 13,60 Índice de Plasticidade (IP) 13,81

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 35,0

90
30,0
80

70 25,0
% que passa

60
Umidade - (%)

20,0
50

40 15,0

30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


104

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 29/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.650 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 29,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.652
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 348
5 50,2 47,8 2,4 0 47,8 5,0 Porcententagem
5,2 1,5
3 50,3 47,7 2,6 0 47,7 5,5 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 33 8.299 4.097 4.202 2.081 2.019 90 6,6 1.894
2º 33 8.511 4.097 4.414 2.081 2.121 195 8,2 1.961
3º 33 8.758 4.097 4.661 2.081 2.240 300 9,7 2.041
4º 33 8.688 4.097 4.591 2.081 2.206 405 11,3 1.982
5º 33 8.610 4.097 4.513 2.081 2.169 510 12,9 1.921
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - - - - -
EXPANSÃO
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - - - -
0,8
- - - - - 0,7
- - - - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.100 0,3
0,2
2.050 0,1
0
2.000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


1.950
1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

1.900
0,8
0,7
1.850
0,6
0,5
1.800
0,4
0,3
1.750
0,2
0,1
1.700
5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 0,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 16,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.041 UMIDADE ÓTIMA (%) 9,8 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 304
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


105

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 29/08/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 SUB-BASE RECICLADA SOLO RECICLADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.650 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 29,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
5 50,2 47,8 2,4 0 47,8 5,0
5,2 0,0516 0,3189
3 50,3 47,7 2,6 0 47,7 5,5
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 763,7 1236,3 1174,8 1938,5
Parcial 200,0 - - - 190,0
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO - Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1938,5 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 6 (h1) (h2)
1" 0,0 1938,5 100,0 - Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 309,8 1628,7 84,0 - Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 268,3 1360,4 70,2 - Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 185,6 1174,8 60,6 39,4 E.A. - 1
- → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 7,1 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 22,3 167,7 53,5 - Areia Fina 18,6 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 58,2 109,5 34,9 - Silte + Argila 34,9 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº 02 05 10 16 18 Cápsula Nº 02 07 12 13 17
Golpes - Nº 09 19 32 42 51 P. Br.Úmido - g 5,37 6,14 5,31 6,86 7,10
Peso Bruto Úmido - g 19,85 22,25 22,75 24,91 25,05 P. Br.Seco - g 5,19 5,88 5,13 6,43 6,69
Peso Bruto Seco - g 16,49 18,72 19,22 21,03 21,27 Tara cáps. - 4,13 4,31 4,06 3,86 4,25
Peso da Cápsula - g 5,61 5,80 6,06 6,30 5,80 Água - g 0,18 0,26 0,18 0,43 0,41
Peso da Água - g 3,36 3,53 3,53 3,88 3,78 Peso Seco - g 1,06 1,57 1,07 2,57 2,44
Peso do Solo Seco - g 10,88 12,92 13,16 14,73 15,47 Umidade - % 17,37 16,41 16,43 16,83 16,88
Umidade -% 30,88 27,32 26,82 26,34 24,43 Resultado OK OK OK OK OK
RESUMO DO ENSAIO L.L 27,44 L.P. 16,60 Índice de Plasticidade (IP) 10,84

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 35,0

90
30,0
80

70 25,0
% que passa

60
Umidade - (%)

20,0
50

40 15,0

30
10,0
20

10 5,0

0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25 125
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


RESUMO GERAL DOS ENSAIOS DE SOLOS
9.1 Base

OBRA: 241 RODOVIA: BR-317 AC TRECHO: DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU LOTE: 2 (103,82 Km) PERÍODO: SETEMBRO / 2019
SUB-TRECHO: Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) CAMADA: BASE USINADA ENC.º LABORATÓRIO ELIANDRO BRASIL

Granulometria - % que passa Ensaios Físicos Classificação Ensaio no Laboratório Ensaio no Campo
Localização / Furo
1" 3/8" Nº 4 Nº 10 Nº 40 Nº 200 LL LP IP E.A I.G. H.R.B. D. Máx. Hot C.B.R Exp. D. Campo hot Desv. G. C.
9.270 100,0 70,7 50,7 40,4 35,1 17,4 NL NP - - 0 A2 - 4 2.191 8,5 121,3 0,29 2.262 9,9 1,4 103,2
9.275 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.203 10,1 1,6 100,5
9.280 100,0 72,8 51,2 40,4 33,2 16,4 NL NP - - 0 A2 - 4 2.192 8,3 - - 2.230 9,5 1,2 101,7
9.285 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.244 9,1 0,8 102,4
9.290 100,0 66,1 49,6 41,3 35,2 17,6 NL NP - - 0 A2 - 4 2.192 9,0 105,8 0,07 2.227 8,0 -1,0 101,6
9.295 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.236 8,1 -0,9 102,0
9.300 100,0 71,8 57,6 48,6 41,4 22,8 NL NP - - 0 A2 - 4 2.242 8,4 - - 2.354 8,8 0,4 105,0
9.305 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.436 7,6 -0,8 108,6
9.310 100,0 75,4 57,1 45,2 38,3 19,1 NL NP - - 0 A2 - 4 2.274 7,8 112,3 0,30 2.412 8,5 0,7 106,1
9.315 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.373 8,8 1,0 104,3

9.620 100,0 82,5 61,6 51,8 42,2 21,2 NL NP - - 0 A2 - 4 2.181 8,3 134,6 0,04 2.236 8,5 0,2 102,5
9.625 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.232 8,8 0,5 102,3
9.630 100,0 81,3 62,0 50,1 41,3 20,2 NL NP - - 0 A2 - 4 2.197 8,1 - - 2.230 8,4 0,3 101,5
9.635 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.299 7,5 -0,6 104,6

9.640 100,0 74,5 57,8 48,9 40,1 20,0 NL NP - - 0 A2 - 4 2.202 8,1 133,5 0,09 2.241 8,1 0,0 101,8
9.645 - - - - - - - - - - - - - - - - 2.290 7,9 -0,2 104,0
9.650 100,0 73,9 56,7 43,8 34,0 16,3 NL NP - - 0 A2 - 4 2.206 7,2 - - 2.269 8,3 1,1 102,9
- - - - - - - - - - - - - - -

VALORES ESTATÍSTICOS
Freq. de Amostras 8 8 8 8 8 8 - - - - - - 8 8 4 4 17 17 17 17
Nº de Amostras - n 9 9 9 9 9 9 - - - - - - 9 9 5 5 17 17 17 17
Coeficiente - k 1,25 1,25 1,25 1,25 1,25 1,25 - - - - - - 1,25 1,25 1,55 1,55 1,06 1,06 1,06 1,06
Média - X 100,0 74,3 56,0 45,6 37,9 19,0 - - - - - - 2.209 8,2 121,5 0,2 2.281 8,6 0,3 103,2
Desvio padrão - s 0,0 3,6 3,7 3,8 3,1 1,8 - - - - - - 22,0 0,3 10,0 0,1 56,29 0,6 0,7 1,6
Valor Mínimo Encont. 100,0 66,1 49,6 40,4 33,2 16,3 - - - - - - 2.181 7,2 105,8 0,0 2.203 7,5 -1,0 100,5
Valor Máximo Encont. 100,0 82,5 62,0 51,8 42,2 22,8 - - - - - - 2.274 9,0 134,6 0,3 2.436 10,1 1,6 108,6
ESPECIFICAÇAO
Granul. - Faixa D 1" 3/8" Nº 4 Nº 10 Nº 40 Nº 200 LL LP IP E.A I.G. H.R.B. D. Máx. Hot C.B.R Exp. D. Campo hot Desv. G. C.
Mínimo Especificado 100 60 50 40 25 10 0 - 0 - - - - - 80 - - - -2 100,0
Máximo Especificado 100 100 85 70 45 25 25 - 6 - - - - - - 0,5 - - 2 -
CONDIÇÕES DE CONFORMIDADE / NÃO-CONFORMIDADE
X - k•s 100,0 69,8 51,4 40,9 34,0 16,7 - - - - - - 2.181 7,8 105,9 -0,01 2.221 8,0 -0,4 101,6
X + k•s 100,0 78,9 60,6 50,3 41,7 21,3 - - - - - - 2.236 8,6 137,1 0,33 2.340 9,2 1,0 104,9
ACEITA/REJEITA Aceita Aceita Aceita Aceita Aceita Aceita - - - - - - - - Aceita - - - Aceita Aceita
106
Empresa: CONSÓRCIO LCM/CCL Obra: 241 Mês referência: SETEMBRO / 2019
Trecho: DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Rodovia: BR-317 AC Camada: BASE USINADA
Sub-trecho: Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote: 2 (103,82 Km) Material: SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO

DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU" COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
Peso do frasco com areia Peso da Peso da Determinação da umidade Ensaio no Lab.
Prof. Estaca N.º Dens. da Volume Solo Dens. Desvio Grau de
Furo Data SEGMENTO Posição areia no areia no Solo Solo Teor de Solo Seco Densidade Um. Repetir
(cm) Furo Antes Depois Diferença Funil areia do furo úmido Solo seco de umid. compac.
funil furo úmido seco umidade Máxima Ótima
1 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.270 D 7.000 4.422 2.578 1 581 1.997 1.469 1,359 101,4 92,3 9,9 3.379 3.075 2.262 2.191 8,5 1,4 103,2 NÃO
2 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.275 E 7.000 4.054 2.946 1 581 2.365 1.469 1,610 104,9 95,2 10,1 3.905 3.547 2.203 2.191 8,5 1,6 100,5 NÃO
3 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.280 X 7.000 4.218 2.782 1 581 2.201 1.469 1,498 115,1 105,1 9,5 3.659 3.342 2.230 2.192 8,3 1,2 101,7 NÃO
4 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.285 D 7.000 4.455 2.545 1 581 1.964 1.469 1,337 117,2 107,4 9,1 3.273 3.000 2.244 2.192 8,3 0,8 102,4 NÃO
5 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.290 E 7.000 4.223 2.777 1 581 2.196 1.469 1,495 113,8 105,4 8,0 3.596 3.330 2.227 2.192 9,0 -1,0 101,6 NÃO
6 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.295 X 7.000 4.195 2.805 1 581 2.224 1.469 1,514 101,1 93,6 8,1 3.660 3.386 2.236 2.192 9,0 -0,9 102,0 NÃO
7 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.300 D 7.000 4.375 2.625 1 581 2.044 1.469 1,391 115,9 106,5 8,8 3.564 3.276 2.354 2.242 8,4 0,4 105,0 NÃO
8 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.305 E 7.000 4.307 2.693 1 581 2.112 1.469 1,438 115,1 107,0 7,6 3.768 3.502 2.436 2.242 8,4 -0,8 108,6 NÃO
9 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.310 X 7.000 4.281 2.719 1 581 2.138 1.469 1,455 112,8 104,0 8,5 3.809 3.511 2.412 2.274 7,8 0,7 106,1 NÃO
10 09/09/2019 20,0 9267 - 9319+10 9.315 D 7.000 4.305 2.695 1 581 2.114 1.469 1,439 98,0 90,1 8,8 3.715 3.415 2.373 2.274 7,8 1,0 104,3 NÃO
11 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.620 X 7.000 4.002 2.998 4 626 2.372 1.469 1,615 111,3 102,5 8,5 3.917 3.610 2.236 2.181 8,3 0,2 102,5 NÃO
12 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.625 D 7.000 3.959 3.041 1 581 2.460 1.469 1,675 102,1 93,8 8,8 4.066 3.737 2.232 2.181 8,3 0,5 102,3 NÃO
13 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.630 E 7.000 3.936 3.064 1 581 2.483 1.469 1,690 106,9 98,6 8,4 4.085 3.768 2.230 2.197 8,1 0,3 101,5 NÃO
14 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.635 X 7.000 4.329 2.671 1 581 2.090 1.469 1,423 109,6 102,0 7,5 3.516 3.271 2.299 2.197 8,1 -0,6 104,6 NÃO
15 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.640 D 7.000 4.044 2.956 4 626 2.330 1.469 1,586 104,6 96,7 8,1 3.843 3.555 2.241 2.202 8,1 0,0 101,8 NÃO
16 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.645 E 7.000 4.025 2.975 1 581 2.394 1.469 1,630 116,5 108,0 7,9 4.026 3.731 2.290 2.202 8,1 -0,2 104,0 NÃO
17 13/09/2019 20,0 9619 + 10 - 9653 9.650 X 7.000 4.028 2.972 4 626 2.346 1.469 1,597 115,3 106,5 8,3 3.925 3.624 2.269 2.206 7,2 1,1 102,9 NÃO
107
108

LABORATÓRIO DE SOLOS
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU"
COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
EMPRESA OBRA RODOVIA LOTE

CONSÓRCIO LCM/CCL 241 BR 317/AC 2


TRECHO SUB-TRECHO

DIV AM/AC - FRONTEIRA BRA/PER Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba)
CAMADA SEGMENTO LABORATORISTA

BASE USINADA 9267 - 9319+10 LEANDRO GUIMARÃES


FURO 01 02 03 04 05 06
DATA 09/09/2019 09/09/2019 09/09/2019 09/09/2019 09/09/2019 09/09/2019
PROFUNDIDADE (cm) 20,00 20,00 20,00 20,00 20,00 20,00

ESTACA DO FURO 9.270 9.275 9.280 9.285 9.290 9.295


POSIÇÃO D E X D E X
ANTES 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000
PESO DO
FRASCO DEPOIS 4.422 4.054 4.218 4.455 4.223 4.195
COM AREIA
DIFERENÇA 2.578 2.946 2.782 2.545 2.777 2.805
FUNIL 1 1 1 1 1 1
PESO DA AREIA NO FUNIL(g) 581 581 581 581 581 581
PESO DA AREIA NO FURO (g) 1.997 2.365 2.201 1.964 2.196 2.224
DENSIDADE DA AREIA (g/dm³) 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469
VOLUME DO FURO (dm³) 1,359 1,610 1,498 1,337 1,495 1,514
UMIDADE (H) 9,9 10,1 9,5 9,1 8,0 8,1
PESO DO SOLO ÚMIDO(g) 3379 3905 3659 3273 3596 3660
PESO DO SOLO SECO(g) 3075 3547 3342 3000 3330 3386
DENS.DO SOLO SECO (g/dm³) 2.262 2.203 2.230 2.244 2.227 2.236

ENSAIO NO
DENS.DE MÁX. (g/dm³) 2.191 2.191 2.192 2.192 2.192 2.192
LABORATÓRIO
ÚMIDADE ÓTIMA 8,5 8,5 8,3 8,3 9,0 9,0
GRAU DE COMPACTAÇÃO (GC%) 103,2 100,5 101,7 102,4 101,6 102,0
REPETIÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE
PESO DO SOLO ÚMIDO (g) 101,4 104,9 115,1 117,2 113,8 101,1
PESO DO SOLO SECO (g) 92,3 95,2 105,1 107,4 105,4 93,6
PESO DA ÁGUA (g) 9,1 9,6 10,0 9,8 8,4 7,6
TEOR DE UMIDADE 9,9 10,1 9,5 9,1 8,0 8,1
DESVIO DE UMIDADE 1,4 1,6 1,2 0,8 -1,0 -0,9

OBSERVAÇÕES:
109

LABORATÓRIO DE SOLOS
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU"
COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
EMPRESA OBRA RODOVIA LOTE

CONSÓRCIO LCM/CCL 241 BR 317/AC 2


TRECHO SUB-TRECHO

DIV AM/AC - FRONTEIRA BRA/PER Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba)
CAMADA SEGMENTO LABORATORISTA

BASE USINADA 9267 - 9319+10 LEANDRO GUIMARÃES


FURO 07 08 09 10 11 12
DATA 09/09/2019 09/09/2019 09/09/2019 09/09/2019 13/09/2019 13/09/2019
PROFUNDIDADE (cm) 20,00 20,00 20,00 20,00 20,00 20,00

ESTACA DO FURO 9.300 9.305 9.310 9.315 9.620 9.625


POSIÇÃO D E X D X D
ANTES 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000
PESO DO
FRASCO DEPOIS 4.375 4.307 4.281 4.305 4.002 3.959
COM AREIA
DIFERENÇA 2.625 2.693 2.719 2.695 2.998 3.041
FUNIL 1 1 1 1 4 1
PESO DA AREIA NO FUNIL(g) 581 581 581 581 626 581
PESO DA AREIA NO FURO (g) 2.044 2.112 2.138 2.114 2.372 2.460
DENSIDADE DA AREIA (g/dm³) 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469
VOLUME DO FURO (dm³) 1,391 1,438 1,455 1,439 1,615 1,675
UMIDADE (H) 8,8 7,6 8,5 8,8 8,5 8,8
PESO DO SOLO ÚMIDO(g) 3564 3768 3809 3715 3917 4066
PESO DO SOLO SECO(g) 3276 3502 3511 3415 3610 3737
DENS.DO SOLO SECO (g/dm³) 2.354 2.436 2.412 2.373 2.236 2.232

ENSAIO NO
DENS.DE MÁX. (g/dm³) 2.242 2.242 2.274 2.274 2.181 2.181
LABORATÓRIO
ÚMIDADE ÓTIMA 8,4 8,4 7,8 7,8 8,3 8,3
GRAU DE COMPACTAÇÃO (GC%) 105,0 108,6 106,1 104,3 102,5 102,3
REPETIÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE
PESO DO SOLO ÚMIDO (g) 115,9 115,1 112,8 98,0 111,3 102,1
PESO DO SOLO SECO (g) 106,5 107,0 104,0 90,1 102,5 93,8
PESO DA ÁGUA (g) 9,4 8,1 8,8 7,9 8,7 8,3
TEOR DE UMIDADE 8,8 7,6 8,5 8,8 8,5 8,8
DESVIO DE UMIDADE 0,4 -0,8 0,7 1,0 0,2 0,5

OBSERVAÇÕES:
110

LABORATÓRIO DE SOLOS
DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE "IN SITU"
COM EMPREGO DO FRASCO DE AREIA - DNER ME 092/94
EMPRESA OBRA RODOVIA LOTE

CONSÓRCIO LCM/CCL 241 BR 317/AC 2


TRECHO SUB-TRECHO

DIV AM/AC - FRONTEIRA BRA/PER Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba)
CAMADA SEGMENTO LABORATORISTA

BASE USINADA 9619 + 10 - 9653 LEANDRO GUIMARÃES


FURO 13 14 15 16 17
DATA 13/09/2019 13/09/2019 13/09/2019 13/09/2019 13/09/2019
PROFUNDIDADE (cm) 20,00 20,00 20,00 20,00 20,00

ESTACA DO FURO 9.630 9.635 9.640 9.645 9.650


POSIÇÃO E X D E X
ANTES 7.000 7.000 7.000 7.000 7.000
PESO DO
FRASCO DEPOIS 3.936 4.329 4.044 4.025 4.028
COM AREIA
DIFERENÇA 3.064 2.671 2.956 2.975 2.972
FUNIL 1 1 4 1 4
PESO DA AREIA NO FUNIL(g) 581 581 626 581 626
PESO DA AREIA NO FURO (g) 2.483 2.090 2.330 2.394 2.346
DENSIDADE DA AREIA (g/dm³) 1.469 1.469 1.469 1.469 1.469
VOLUME DO FURO (dm³) 1,690 1,423 1,586 1,630 1,597
UMIDADE (H) 8,4 7,5 8,1 7,9 8,3
PESO DO SOLO ÚMIDO(g) 4085 3516 3843 4026 3925
PESO DO SOLO SECO(g) 3768 3271 3555 3731 3624
DENS.DO SOLO SECO (g/dm³) 2.230 2.299 2.241 2.290 2.269

ENSAIO NO
DENS.DE MÁX. (g/dm³) 2.197 2.197 2.202 2.202 2.206
LABORATÓRIO
ÚMIDADE ÓTIMA 8,1 8,1 8,1 8,1 7,2
GRAU DE COMPACTAÇÃO (GC%) 101,5 104,6 101,8 104,0 102,9
REPETIÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

DETERMINAÇÃO DA UMIDADE
PESO DO SOLO ÚMIDO (g) 106,9 109,6 104,6 116,5 115,3
PESO DO SOLO SECO (g) 98,6 102,0 96,7 108,0 106,5
PESO DA ÁGUA (g) 8,3 7,6 7,8 8,5 8,8
TEOR DE UMIDADE 8,4 7,5 8,1 7,9 8,3
DESVIO DE UMIDADE 0,3 -0,6 0,0 -0,2 1,1

OBSERVAÇÕES:
111

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.270 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
COMPLETO 49,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.850
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 150
5 128,3 125,6 2,7 0 125,6 2,1 Porcententagem
2,2 1,5
5 128,1 125,3 2,8 0 125,3 2,2 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.716 4.522 4.194 2.071 2.025 210 5,3 1.924
2º 09 9.287 4.750 4.537 2.095 2.166 315 6,8 2.028
3º 31 8.837 3.894 4.943 2.085 2.371 420 8,3 2.189
4º 18 9.555 4.700 4.855 2.105 2.306 525 9,9 2.099
5º 55 9.114 4.522 4.592 2.071 2.217 630 11,4 1.990
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 09 31 18

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 23 3,1 - - 99 13,5 - - 32 4,4 - -
1,0 1,27 - 47 6,4 - - 230 31,3 - - 63 8,6 - -
1,5 1,90 - 66 9,0 - - 330 44,9 - - 95 12,9 - -
2,0 2,54 70,31 84 11,4 16,3 23,1 442 60,2 85,6 121,8 128 17,4 24,8 35,3
3,0 3,81 - 102 13,9 - - 650 88,5 - - 202 27,5 - -
4,0 5,08 105,5 133 18,1 17,2 16,3 830 113,0 107,2 101,6 295 40,2 38,1 36,1
6,0 7,62 131,6 165 22,5 - - 968 131,8 - - 378 51,5 - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 140

09 111,50 1,00 1,93 0,83 120


31 111,39 1,00 1,37 0,33 100
18 111,54 1,00 1,12 0,11 80

60
Curva da Compactação
2.400 40

20
2.300
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
2.200
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


2.100 140,0
Índice de Suporte Califórnia - %

120,0
2.000
100,0

80,0
1.900
60,0

1.800 40,0

20,0
1.700
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 0,0
6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.191 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,5 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 432
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 121,3% EXP. 0,29%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


112

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.270 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 49,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
5 128,3 125,6 2,7 0 125,6 2,1
2,2 0,0504 0,2066
5 128,1 125,3 2,8 0 125,3 2,2
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1180,9 819,1 801,5 1982,4
Parcial 200,0 - - - 195,7
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1982,4 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1982,4 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 579,9 1402,5 70,7 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 397,6 1004,9 50,7 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 203,4 801,5 40,4 59,6
40 - 70 E.A. - 1 →
Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 5,4 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 26,0 169,7 35,1 25 - 45 Areia Fina 17,6 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 85,3 84,4 17,4 10 - 25 Silte + Argila 17,4 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


113

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.280 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
SIMPLES 48,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.718
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 282
6 167,2 160,3 6,9 0 160,3 4,3 Porcententagem
4,2 1,5
1 167,4 160,8 6,6 0 160,8 4,1 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 33 8.318 4.097 4.221 2.081 2.028 40 4,8 1.935
2º 33 8.647 4.097 4.550 2.081 2.186 145 6,4 2.056
3º 33 9.003 4.097 4.906 2.081 2.358 250 7,9 2.184
4º 33 8.997 4.097 4.900 2.081 2.355 355 9,5 2.151
5º 33 8.815 4.097 4.718 2.081 2.267 460 11,1 2.042
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - - - - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - - - -
0,8
- - - - - 0,7
- - - - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.400 0,3
0,2
0,1
2.300
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

2.200 Índice de Suporte Califórnia


1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

2.100
0,8
0,7
2.000 0,6
0,5
0,4
1.900 0,3
0,2
0,1
1.800
4 5 6 7 8 9 10 11 12 0,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.192 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,3 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 275
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


114

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.280 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 48,8 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
6 167,2 160,3 6,9 0 160,3 4,3
4,2 0,0509 0,2107
1 167,4 160,8 6,6 0 160,8 4,1
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1171,1 828,9 795,5 1966,6
Parcial 200,0 - - - 191,9
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1966,6 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1966,6 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 534,3 1432,3 72,8 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 425,2 1007,1 51,2 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 211,6 795,5 40,4 59,6
40 - 70 E.A. - 1 →
Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 7,3 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 34,5 157,4 33,2 25 - 45 Areia Fina 16,7 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 79,4 78,0 16,4 10 - 25 Silte + Argila 16,4 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


115

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 08/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.290 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
COMPLETO 50,4 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.762
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 238
3 120,3 116,3 4,0 0 116,3 3,4 Porcententagem
3,5 1,5
7 120,7 116,5 4,2 0 116,5 3,6 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 9.073 4.522 4.551 2.071 2.197 175 6,1 2.071
2º 23 9.139 4.127 5.012 2.171 2.309 280 7,7 2.144
3º 14 9.635 4.611 5.024 2.099 2.394 385 9,2 2.192
4º 10 9.635 4.737 4.898 2.079 2.356 490 10,8 2.127
5º 55 9.312 4.522 4.790 2.071 2.312 595 12,3 2.059
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 23 14 10

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 35 4,8 - - 105 14,3 - - 13 1,8 - -
1,0 1,27 - 62 8,4 - - 209 28,5 - - 22 3,0 - -
1,5 1,90 - 86 11,7 - - 295 40,2 - - 31 4,2 - -
2,0 2,54 70,31 112 15,3 21,7 30,9 385 52,4 74,6 106,1 42 5,7 8,1 11,6
3,0 3,81 - 160 21,8 - - 535 72,9 - - 57 7,8 - -
4,0 5,08 105,5 215 29,3 27,8 26,3 665 90,6 85,9 81,4 70 9,5 9,0 8,6
6,0 7,62 131,6 265 36,1 - - 765 104,2 - - 85 11,6 - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 120

23 111,46 1,00 1,19 0,17 100


14 111,52 1,00 1,06 0,05
80
10 111,43 1,00 1,02 0,02
60
Curva da Compactação
2.300 40

20
2.250
0
2.200 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


2.150
120,0
Índice de Suporte Califórnia - %

2.100 100,0

2.050 80,0

60,0
2.000
40,0
1.950
20,0
1.900
5 6 7 8 9 10 11 12 13 0,0
6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0 12,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.192 UMIDADE ÓTIMA (%) 9,0 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 370
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 105,8% EXP. 0,07%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


116

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 08/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.290 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 50,4 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
3 120,3 116,3 4,0 0 116,3 3,4
3,5 0,0507 0,2136
7 120,7 116,5 4,2 0 116,5 3,6
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1157,8 842,2 813,5 1971,3
Parcial 200,0 - - - 193,2
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1971,3 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1971,3 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 668,3 1303,0 66,1 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 325,1 977,9 49,6 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 164,4 813,5 41,3 58,7
40 - 70 E.A. - 1 →
Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 6,0 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 28,3 164,9 35,2 25 - 45 Areia Fina 17,7 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 82,7 82,2 17,6 10 - 25 Silte + Argila 17,6 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


117

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.300 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
SIMPLES 42,4 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.745
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 255
2 213,7 205,9 7,8 0 205,9 3,8 Porcententagem
3,8 1,5
3 208,4 200,8 7,6 0 200,8 3,8 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 40 8.092 3.800 4.292 2.085 2.059 95 5,2 1.957
2º 40 8.464 3.800 4.664 2.085 2.237 200 6,8 2.095
3º 40 8.862 3.800 5.062 2.085 2.428 305 8,3 2.242
4º 40 8.675 3.800 4.875 2.085 2.338 410 9,9 2.128
5º 40 8.518 3.800 4.718 2.085 2.263 515 11,4 2.031
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - - - - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - - - -
0,8
- - - - - 0,7
- - - - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.300 0,3
0,2
2.250
0,1
2.200 0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

2.150
Índice de Suporte Califórnia
2.100 1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

2.050
0,8
2.000 0,7
0,6
1.950
0,5
1.900 0,4
0,3
1.850 0,2
0,1
1.800
3,5 4,5 5,5 6,5 7,5 8,5 9,5 10,5 11,5 12,5 0,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.242 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,4 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 311
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


118

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.300 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 42,4 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
2 213,7 205,9 7,8 0 205,9 3,8
3,8 0,0509 0,2521
3 208,4 200,8 7,6 0 200,8 3,8
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1009,9 990,1 954,0 1963,9
Parcial 200,0 - - - 192,7
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1963,9 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1963,9 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 554,0 1409,9 71,8 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 278,8 1131,1 57,6 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 177,1 954,0 48,6 51,4
40 - 70 E.A. - 1 →
Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 7,1 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 28,3 164,4 41,4 25 - 45 Areia Fina 18,6 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 73,8 90,6 22,8 10 - 25 Silte + Argila 22,8 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


119

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.310 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
COMPLETO 42,9 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.894
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 106
50 92,5 91,1 1,4 0 91,1 1,5 Porcententagem
1,5 1,5
50 92,6 91,2 1,4 0 91,2 1,5 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.719 4.522 4.197 2.071 2.026 220 4,7 1.935
2º 07 9.325 4.620 4.705 2.112 2.228 325 6,3 2.097
3º 11 9.758 4.633 5.125 2.091 2.451 430 7,8 2.274
4º 16 9.536 4.751 4.785 2.071 2.310 535 9,3 2.114
5º 55 9.126 4.522 4.604 2.071 2.223 640 10,8 2.006
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 07 11 16

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 16 2,2 - - 130 17,7 - - 49 6,7 - -
1,0 1,27 - 31 4,2 - - 208 28,3 - - 115 15,7 - -
1,5 1,90 - 44 6,0 - - 312 42,5 - - 182 24,8 - -
2,0 2,54 70,31 66 9,0 12,8 18,2 406 55,3 78,6 111,9 240 32,7 46,5 66,1
3,0 3,81 - 94 12,8 - - 560 76,3 - - 362 49,3 - -
4,0 5,08 105,5 118 16,1 15,2 14,5 713 97,1 92,1 87,3 493 67,1 63,7 60,4
6,0 7,62 131,6 235 32,0 - - 856 116,6 - - 575 78,3 - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 140

07 111,42 1,00 1,72 0,65 120


11 111,45 1,00 1,34 0,31 100
16 111,43 1,00 1,12 0,11 80

Curva da Compactação 60
2.400 40

20
2.300
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

2.200 Índice de Suporte Califórnia


120,0
Índice de Suporte Califórnia - %

2.100 100,0

80,0
2.000
60,0

1.900 40,0

20,0
1.800
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 0,0
4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.274 UMIDADE ÓTIMA (%) 7,8 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 432
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 112,3% EXP. 0,30%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


120

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 06/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.267 à 9.319 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.310 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 42,9 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
50 92,5 91,1 1,4 0 91,1 1,5
1,5 0,0503 0,2293
50 92,6 91,2 1,4 0 91,2 1,5
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1089,1 910,9 897,1 1986,2
Parcial 200,0 - - - 197,0
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1986,2 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1986,2 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 488,6 1497,6 75,4 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 363,5 1134,1 57,1 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 237,0 897,1 45,2 54,8
40 - 70 E.A. - 1 →
Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 6,9 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 30,1 166,9 38,3 25 - 45 Areia Fina 19,1 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 83,5 83,4 19,1 10 - 25 Silte + Argila 19,1 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


121

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.620 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
COMPLETO 38,4 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.931
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 69
3 141,1 139,7 1,4 0 139,7 1,0 Porcententagem
1,0 1,5
2 141,2 139,8 1,4 0 139,8 1,0 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 55 8.713 4.522 4.191 2.071 2.023 275 5,0 1.928
2º 08 9.341 4.694 4.647 2.100 2.213 380 6,5 2.078
3º 40 8.703 3.800 4.903 2.085 2.352 485 8,0 2.177
4º 33 8.971 4.097 4.874 2.081 2.342 590 9,5 2.139
5º 55 9.101 4.522 4.579 2.071 2.211 695 11,0 1.991
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 08 40 33

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 15 2,0 - - 160 21,8 - - 41 5,6 - -
1,0 1,27 - 26 3,5 - - 280 38,1 - - 85 11,6 - -
1,5 1,90 - 33 4,5 - - 390 53,1 - - 130 17,7 - -
2,0 2,54 70,31 36 4,9 7,0 9,9 490 66,7 94,9 135,0 174 23,7 33,7 47,9
3,0 3,81 - 42 5,7 - - 644 87,7 - - 260 35,4 - -
4,0 5,08 105,5 50 6,8 6,5 6,1 760 103,5 98,2 93,1 320 43,6 41,3 39,2
6,0 7,62 131,6 62 8,4 - - 825 112,4 - - 385 52,4 - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 120

08 111,53 1,00 1,26 0,23 100


40 111,46 1,00 1,06 0,05
80
33 111,48 1,00 1,02 0,02
60
Curva da Compactação
2.300 40

20
2.200
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

2.100 Índice de Suporte Califórnia


160,0
140,0
Índice de Suporte Califórnia - %

2.000
120,0

1.900 100,0
80,0
60,0
1.800
40,0
20,0
1.700
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 0,0
5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.181 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,3 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 506
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 134,6% EXP. 0,04%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


122

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.620 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 38,4 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
3 141,1 139,7 1,4 0 139,7 1,0
1,0 0,0503 0,2617
2 141,2 139,8 1,4 0 139,8 1,0
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 958,5 1041,5 1031,2 1989,7
Parcial 200,0 - - - 198,0
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1989,7 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1989,7 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 348,6 1641,1 82,5 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 414,7 1226,4 61,6 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 195,2 1031,2 51,8 48,2 E.A. - 1
40 - 70 →Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 9,6 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 36,8 161,2 42,2 25 - 45 Areia Fina 21,0 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 80,2 81,0 21,2 10 - 25 Silte + Argila 21,2 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


123

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 12/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.630 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
SIMPLES 38,0 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.861
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 139
50 50,4 49,4 1,0 0 49,4 2,0 Porcententagem
2,0 1,5
50 50,1 49,1 1,0 0 49,1 2,0 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 48 9.020 4.531 4.489 2.087 2.151 180 4,7 2.055
2º 30 8.914 4.152 4.762 2.091 2.277 285 6,2 2.145
3º 21 8.945 4.037 4.908 2.076 2.364 390 7,7 2.195
4º 01 9.285 4.323 4.962 2.082 2.383 495 9,2 2.181
5º 48 9.450 4.531 4.919 2.087 2.357 600 10,8 2.128
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - - - - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - - - -
0,8
- - - - - 0,7
- - - - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.300 0,3
0,2
2.250 0,1
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
2.200
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


2.150 1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

0,8
2.100
0,7
0,6
2.050 0,5
0,4
2.000 0,3
0,2
0,1
1.950
2 4 6 8 10 12 0,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.197 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,1 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 416
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


124

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 12/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA E 9.630 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 38,0 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
50 50,4 49,4 1,0 0 49,4 2,0
2,0 0,0505 0,2554
50 50,1 49,1 1,0 0 49,1 2,0
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 988,5 1011,5 991,4 1979,9
Parcial 200,0 - - - 196,0
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1979,9 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1979,9 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 370,2 1609,7 81,3 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 383,0 1226,7 62,0 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 235,3 991,4 50,1 49,9 E.A. - 1
40 - 70 →Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 8,7 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 34,2 161,8 41,3 25 - 45 Areia Fina 21,2 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 82,9 78,9 20,2 10 - 25 Silte + Argila 20,2 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


125

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.640 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
COMPLETO 42,2 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.688
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 312
50 145,5 139,1 6,4 0 139,1 4,6 Porcententagem
4,7 1,5
50 146,2 139,6 6,6 0 139,6 4,7 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 01 8.250 4.323 3.927 2.082 1.886 -10 4,5 1.804
2º 17 9.247 4.796 4.451 2.082 2.138 95 6,1 2.015
3º 19 9.572 4.739 4.833 2.051 2.356 200 7,7 2.189
4º 25 9.059 4.160 4.899 2.080 2.355 305 9,2 2.156
5º 01 8.950 4.323 4.627 2.082 2.222 410 10,8 2.006
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 17 19 25

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 14 1,9 - - 178 24,2 - - 22 3,0 - -
1,0 1,27 - 31 4,2 - - 305 41,5 - - 48 6,5 - -
1,5 1,90 - 50 6,8 - - 409 55,7 - - 95 12,9 - -
2,0 2,54 70,31 65 8,9 12,6 17,9 508 69,2 98,4 140,0 131 17,8 25,4 36,1
3,0 3,81 - 90 12,3 - - 680 92,6 - - 215 29,3 - -
4,0 5,08 105,5 108 14,7 13,9 13,2 775 105,6 100,1 94,9 284 38,7 36,7 34,8
6,0 7,62 131,6 154 21,0 - - 901 122,7 - - 308 41,9 - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 140

17 111,43 1,00 1,65 0,58 120


19 111,43 1,00 1,16 0,14 100
25 111,36 1,00 1,11 0,10 80

Curva da Compactação 60
2.400 40

20
2.300
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
2.200
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


2.100 160,0
140,0
Índice de Suporte Califórnia - %

2.000 120,0
100,0
1.900 80,0
60,0
1.800
40,0
20,0
1.700
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 0,0
5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.202 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,1 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 230
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 133,5% EXP. 0,09%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


126

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA D 9.640 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 42,2 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
50 145,5 139,1 6,4 0 139,1 4,6
4,7 0,0511 0,2561
50 146,2 139,6 6,6 0 139,6 4,7
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 998,6 1001,4 956,8 1955,4
Parcial 200,0 - - - 191,1
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1955,4 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1955,4 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 497,7 1457,7 74,5 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 327,6 1130,1 57,8 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 173,3 956,8 48,9 51,1 E.A. - 1
40 - 70 →Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 8,9 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 34,6 156,5 40,1 25 - 45 Areia Fina 20,1 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 78,5 78,0 20,0 10 - 25 Silte + Argila 20,0 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


127

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.650 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
SIMPLES 43,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.737
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 263
50 91,1 87,6 3,5 0 87,6 4,0 Porcententagem
3,9 1,5
50 90,2 86,9 3,3 0 86,9 3,8 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 01 8.405 4.323 4.082 2.082 1.960 -10 3,7 1.890
2º 26 8.750 4.174 4.576 2.088 2.192 95 5,3 2.081
3º 34 9.120 4.232 4.888 2.078 2.352 200 6,9 2.201
4º 22 9.102 4.234 4.868 2.076 2.345 305 8,4 2.163
5º 01 8.995 4.323 4.672 2.082 2.244 410 10,0 2.040
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº - - -

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - - - - - - - - - - - - -
1,0 1,27 - - - - - - - - - - - - -
1,5 1,90 - - - - - - - - - - - - -
2,0 2,54 70,31 - - - - - - - - - - - -
3,0 3,81 - - - - - - - - - - - - -
4,0 5,08 105,5 - - - - - - - - - - - -
6,0 7,62 131,6 - - - - - - - - - - - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 1
0,9
- - - - -
0,8
- - - - - 0,7
- - - - - 0,6
0,5
Curva da Compactação 0,4
2.400 0,3
0,2
0,1
2.300
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

2.200 Índice de Suporte Califórnia


1,0
0,9
Índice de Suporte Califórnia - %

2.100
0,8
0,7
2.000 0,6
0,5
0,4
1.900 0,3
0,2
0,1
1.800
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 0,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.206 UMIDADE ÓTIMA (%) 7,2 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 223
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) - EXP. -

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


128

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA X 9.650 - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
SIMPLES 43,3 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
50 91,1 87,6 3,5 0 87,6 4,0
3,9 0,0509 0,2277
50 90,2 86,9 3,3 0 86,9 3,8
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1104,6 895,4 861,8 1966,4
Parcial 200,0 - - - 192,5
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1966,4 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1966,4 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 512,6 1453,8 73,9 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 339,3 1114,5 56,7 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 252,7 861,8 43,8 56,2 E.A. - 1
40 - 70 → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 9,8 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 43,0 149,5 34,0 25 - 45 Areia Fina 17,7 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 77,9 71,6 16,3 10 - 25 Silte + Argila 16,3 MÉDIA -
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
01 05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


129

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaio de Compactação Utilizando Amostras Não Trabalhadas
Índice de Suporte Califórnia
Obra 241 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019
Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Segmento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA - - - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Golpes por camada Operador Laboratorista
COMPLETO 40,6 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME Am. Total Úmida 7.000
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de Média Am. Total Seca 6.742
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) (%) Água Existente 258
3 167,7 161,7 6,0 0 161,7 3,7 Porcententagem
3,8 1,5
4 168,2 161,8 6,4 0 161,8 4,0 de água p/ ensaio
ENSAIO DE COMPACTAÇÃO - DNIT 164/2013-ME
Ponto Cilíndro Peso Bruto Tara Cilíndro Solo Úmido Vol. Cilíndro Dens. Úmida Água Adic. Umid. Enc. Dens. Seca
1º 32 8.552 4.253 4.299 2.079 2.068 90 5,2 1.966
2º 07 9.175 4.620 4.555 2.112 2.157 195 6,7 2.021
3º 16 9.545 4.751 4.794 2.071 2.315 300 8,3 2.138
4º 23 8.976 4.127 4.849 2.171 2.234 405 9,8 2.033
5º 11 9.258 4.633 4.625 2.091 2.212 510 11,4 1.986
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA - DNIT 172/2016-ME
ENSAIO DE PENETRAÇÃO
Cilíndro nº 07 16 23

Tempo Pen. Press. Leit. Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) % Pressão (kgf/cm²) %
Leit. Ext. Leit. Ext.
(min.) (mm) Pad. Ext. ISC ISC ISC
Calc. Corrig. Calc. Corrig. Calc. Corrig.
0,5 0,63 - 65 8,9 - - 107 14,6 - - 20 2,7 - -
1,0 1,27 - 95 12,9 - - 175 23,8 - - 42 5,7 - -
1,5 1,90 - 110 15,0 - - 244 33,2 - - 64 8,7 - -
2,0 2,54 70,31 120 16,3 23,2 33,1 295 40,2 57,1 81,3 82 11,2 15,9 22,6
3,0 3,81 - 145 19,7 - - 389 53,0 - - 116 15,8 - -
4,0 5,08 105,5 168 22,9 21,7 20,6 477 65,0 61,6 58,4 152 20,7 19,6 18,6
6,0 7,62 131,6 192 26,2 - - 564 76,8 - - 169 23,0 - -
EXPANSÃO - DNIT 172/2016-ME
Curva de Penetração x Pressão (3º Ponto - Ponto ótimo)
Cil. nº Altura do Cil. Leitura Inicial Leitura Final Expansão 90

1,49 0,44 80
07 111,42 1,00
70
16 111,43 1,00 1,24 0,22
60
23 111,46 1,00 1,09 0,08 50
40
Curva da Compactação
2.200 30
20
2.150 10
0
2.100 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Densidade - Y

Índice de Suporte Califórnia


2.050
90,0
80,0
Índice de Suporte Califórnia - %

2.000
70,0
1.950 60,0
50,0
1.900 40,0
30,0
1.850
20,0
10,0
1.800
4 5 6 7 8 9 10 11 12 0,0
6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 11,0
Umidade - % Umidade - %

DENSIDADE MÁXIMA (g/cm³) 2.138 UMIDADE ÓTIMA (%) 8,3 ÁGUA DO PONTO ÓTIMO (ml) 301
Anel dinamométrico n.º - Constante do Anel 0,1362 ISC (%) 81,2% EXP. 0,20%

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato


130

LABORATÓRIO DE SOLOS
Ensaios de Caracterização de Solos

Obra 236 Trecho DIV. AM/AC - FRONTEIRA BRASIL/PERU Data 10/09/2019


Sub-Trecho Entr. AC-040(A) - Entr. AC-463/482 (Vila Capixaba) Lote 2 (103,85 Km) Registro -
Localização / Seguimento Camada Material
9.619 + 10 à 9.779 + 10 BASE USINADA SOLO COM MISTURA DE MATERIAL BRITADO
Procedência (Jazida/Depósito/Pista) Posição (D-X-E) Furo Prof. (m) Método de compactação (A-B-C)
PISTA - - - C - MODIFICADO
Ensaio (Simples/Completo/Estudo) % Retida na #4 Energia (Golpes) Operador Laboratorista
COMPLETO 40,6 55 EQUIPE ELIZEU LIMA
DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE - DNIT 164/2013-ME
CONSTANTES
Cápsula Peso Bruto Peso Bruto Peso da Água Peso da Peso do Solo Teor de
Média
nº Úmido (g) Seco (g) (g) Cápsula (g) Seco (g) Umidade (%) K¹ K²
3 167,7 161,7 6,0 0 161,7 3,7
3,8 0,0509 0,2339
4 168,2 161,8 6,4 0 161,8 4,0
Peso da amostra Peso retido na #10 Peso úmido pass. na #10 Peso seco pass. na #10 Peso da amostra seca
Total 2000,0 1080,4 919,6 885,7 1966,1
Parcial 200,0 - - - 192,6
GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO - DNER ME 051/94 EQUIVALENTE DE AREIA
Peneiras - Pol DNER ME 054/97
Peso retido Peso retido Características do
% que passa Faixa Granul.
individual acumulado Material Leitura em cm
(ASTM)
PENEIRAMENTO GROSSO D Índ. de Grupo 0 Proveta nº Topo da Argila Topo da Areia
2" 0,0 1966,1 100,0 - Class. H.R.B. A2 - 4 (h1) (h2)
1" 0,0 1966,1 100,0 100 Resumo do 1 0,0 0,0
3/8" 456,8 1509,3 76,8 60 - 100 Peneiramento da 2 0,0 0,0
N° 4 341,1 1168,2 59,4 50 - 85 Granulometria 3 0,0 0,0
N° 10 282,5 885,7 45,0 55,0 E.A. - 1
40 - 70 → Pedregulho 0,0%
PENEIRAMENTO FINO - Areia Grossa 8,1 E.A. - 2 → 0,0%
N° 40 34,5 158,1 37,0 25 - 45 Areia Fina 18,1 E.A. - 3 → 0,0%
N° 200 77,2 80,9 18,9 10 - 25 Silte + Argila 18,9 MÉDIA 0,0%
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES FÍSICOS
LIMITE DE LIQUIDEZ - DNER ME 122/94 LIMITE DE PLASTICIDADE - DNER ME 082/94
Cápsula - Nº - - - - - Cápsula Nº - - - - -
Golpes - Nº - - - - - P. Br.Úmido - g - - - - -
Peso Bruto Úmido - g - - - - - P. Br.Seco - g - - - - -
Peso Bruto Seco - g - - - - - Tara cáps. - - - - - -
Peso da Cápsula - g - - - - - Água - g - - - - -
Peso da Água - g - - - - - Peso Seco - g - - - - -
Peso do Solo Seco - g - - - - - Umidade - % - - - - -
Umidade -% - - - - - Resultado - - - - -
RESUMO DO ENSAIO L.L 0,00 L.P. 0,00 Índice de Plasticidade (IP) 0,00

Curva Granulométrica Limite de Liquidez


100 1,0

90 0,9

80 0,8

70 0,7
% que passa

60
Umidade - (%)

0,6

50 0,5
40
0,4
30
0,3
20
0,2
10
0,1
0
0,0 0,0
2000,1 40 1,0 10 4 10,0 100,0
05 25
Peneiras Golpes

Fiscalização Enc. de Laboratório Gerente de Contrato

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