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4.

A Epidemiologia na perspectiva Saúde Pública e Ambiente é definida como “a ciência que estuda a
distribuição e os determinantes dos problemas de saúde (e fenômenos e processos associados) em
populações humanas. A Epidemiologia constitui uma ciência básica da saúde coletiva” (ALMEIDA FILHO e
ROUQUAYROL, 2006).

1. De acordo com Philippi (2005), define a saúde pública e Ambiente como uma ciência que

estuda a interação existente entre o ser humano e o meio ambiente promovendo a qualidade de vida,
por meio esforço individual ou coletivo tendo uma motivação em consideração os factores económicos,
sócio- culturais, ambientais na resolução dos problemas provocados pela acção do homem.

2. O objecto de estudo saúde Pública e Ambiente é melhorar a qualidade de vida baseada nas melhorias
das condições Ambientais.

3. Para Abrasco (2003) diz que Considerando que a saúde e o ambiente são "bens" coletivos, cujos
modos de apropriação e gestão estão profundamente relacionados com os processos civilizatórios,
políticos e decisórios, o objetivo principal deste Grupo Temático é contribuir para que o tema da saúde
ambiental seja internalizado no campo da Saúde Coletiva e colaborar para que a ABRASCO se posicione
de maneira mais organizada na formulação de políticas relacionadas com o desenvolvimento
sustentável.

Na perspectiva de Arlindo (2009), diz que a relação saúde e Ambiente é multidisciplinar,


necessariamente e comporta uma infinidade de abordagens e articulações interdisciplinares e
transdisciplinares. Neste sentido convém explicitar alguns conceitos e noções que nos orientam nesse
campo.

5. O papel da epidemiologia e Ambiental possui um papel fundamental na consolidação da contral dos


processos produtivos como fontes de risco para o ambiente e, consequentemente para a saúde humana.
Oferece oportunidades de riscos tamém a implantação de programas de monitoramento, vigilância por
exemplo.

6. O sistema de informação em saúde e ambiente em Moçambique é caracterizado da seguinte maneira:

7. Os problemas de saúde gerada pelo exposição ambiental, segundo


a conferência de Estocolmo (1972) destaca a poluição ambiental como o solo, ar e água, considerando o
homem como principal causador dos problemas.

8. Para Medronho (2002) destaca os elementos que fazem parte da taxicodinamica as seguintes: Ação
independente, Efeito aditivo, Sinergismo, Potenciação e Antagonismo.

9. Os efeitos adversos provocados pela taxococonetica são:

Podem ser Classificados de acordo com principais sistemas biológicos comprometidos, como exemplo o
sistema nervoso, rins, fígado, sistema reprodutivo entre outros, ou pelo tipos de toxicidade apresentada,
como o caso de carcinogenicidade.

Sistema nervoso- pode se manifestar pelas alterações e disfunções motoras, sensoriais,


comportamentais, cognitivas, de memória e de desenvolvimento. Exposições crônicas podem
comprometer a velocidade de condução dos nervos periféricos por afectar directamente a bainha de
mielina.

Rins- são expostos a uma enorme variedade de substâncias tóxicos absorvida graças à sua rica
vascularização sanguínea. Os compostos nefrotóxicos podem produzir diferentes efeitos desde
glomerulonefrites, necrose tubulares, nefrites intersticiais, litíase renal, e até mesmo neoplasias.

Fígado- pode afectar indirectamente, a toxicidade de outros compostos químicos por interferência nos
seus respectivos mecanismos de biotransformação.

Pulmões- os efeitos agudos como a redução da função pulmonar, o aumento da incidência de


internações hospitalares graças às doenças respiratórias e cardiovasculares podem estar associados à
poluição atmosférica de determinada região.

Referência bibliográfica

ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à epidemiologia. 4ed., rev. e ampliada. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 282p.

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