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Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar

Formando elos de cidadania

As grandes convenções
sobre o meio ambiente
e os acordos internacionais
para a sustentabilidade – II
Carlos Eduardo Leal
Educação Ambiental
e Agenda 21 Escolar
Formando elos de cidadania

META DA AULA
Apresentar as convenções e alianças internacionais que discutiram
o uso sustentável dos recursos naturais, a preservação da
biodiversidade, a implementação de Agenda 21 em vários níveis
institucionais, assim como as estratégias de combate às emissões
de gases estufa e as metas de desenvolvimento para o milênio.

OBJETIVOS
Ao final desta aula, você deverá ser capaz de
1. reconhecer os principais aspectos e objetivos das convenções
internacionais como instrumentos legais para assegurar a
conservação e o uso sustentável dos recursos naturais;
2. identificar os objetivos e as metas de desenvolvimento
estabelecidas para o milênio, de modo a garantir um ambiente
economicamente próspero, socialmente justo, equilibrado
e saudável;
3. reconhecer a importância de todos os setores da sociedade
em estabelecer um compromisso global e local para o estudo de
soluções dos problemas socioambientais, por meio da elaboração
da Agenda 21.

PRÉ-REQUISITOS
Para que você tenha um bom aproveitamento desta aula, é
necessário que reveja os conceitos abordados na Aula 3 –
As grandes convenções sobre o meio ambiente e os acordos
internacionais para a sustentabilidade – I.
Aula 4
As grandes convenções sobre o meio ambiente e os
acordos internacionais para a sustentabilidade – II

Introdução
onforme foi visto na aula anterior, a 2ª Conferência das Nações Unidas para o Meio
Ambiente e o Desenvolvimento – Conferência Rio-92 – não somente consagrou o conceito
de Desenvolvimento Sustentável como também contribuiu para uma ampla conscientização da
responsabilidade dos países desenvolvidos em relação aos danos ambientais. A partir de uma
discussão geral envolvendo vários segmentos da sociedade, empresas e Governos, a Rio-92 frutificou
a elaboração de importantes documentos e acordos oficiais voltados para a garantia da integridade
do sistema ambiental planetário. Em seus 25 princípios, a Declaração do Rio de Janeiro sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento procurou estabelecer uma aliança mundial equitativa por meio da
criação de novos níveis de cooperação entre os Estados e demais setores-chave da sociedade. Por
conta disso, discutiremos, nesta aula, alguns dos principais acordos e convenções definidos durante
a Rio-92.

As convenções e os acordos in Rio-92


A Conferência Rio-92 deu início ao processo de elaboração de vários documentos. Um deles foi o
documento intitulado ACartada Terra, tidocomo a base de um código ético planetário e estruturado
em termos de valores, princípios e aspirações a serem compartilhados por toda a sociedade. O
documento inspira-se em uma variedade de áreas de conhecimento, nas tradições religiosas e
filosóficas do mundo, na literatura sobre ética global, no meio ambiente, no desenvolvimento
econômico e na experiência prática dos povos que vivem de maneira sustentada. Trata, ainda, das
declarações e dos tratados intergovernamentais e não-governamentais relevantes, expressando,
dessa forma, os anseios de toda a comunidade terrestre no sentido de gerar uma sociedade
sustentável global, num modelo que incorpore a conservação dos recursos naturais e o bem-
estar social à atividade econômica.
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A Carta da Terra

Qual é a importância da biodiversidade


para o mundo?
Outro importante documento elaborado durante a Rio-92 diz respeito à questão da biodiversidade
no mundo. Você já deve ter ouvido falar sobre Biodiversidade ou Diversidade Biológica. Desde
meados da década de 1980, o termo biodiversidade tem adquirido largo uso entre biólogos,
ambientalistas, líderes políticos e cidadãos conscientizados no mundo todo, preocupados
com a extinção de várias espécies. A biodiversidade refere-se tanto ao número de diferentes
categorias biológicas quanto à abundância relativa dessas categorias e engloba a variabilidade
em nível local; a complementaridade biológica entre habitat e a variabilidade entre as paisagens,
incluindo a totalidade dos recursos vivos e dos recursos genéticos e seus componentes. Para
você entender melhor a relevância da biodiversidade no mundo deve considerar o termo em dois
níveis diferentes: o primeiro, referindo-se a todas as formas de vida, com os respectivos genes de
cada indivíduo; o segundo, envolvendo às inter-relações, ou ecossistemas, nos quais a existência
de uma espécie afeta diretamente muitas outras. Daí a importância da biodiversidade para a
sobrevivência da espécie humana.
Aula 4
As grandes convenções sobre o meio ambiente e os
acordos internacionais para a sustentabilidade – II

Como podemos proteger a biodiversidade


dos ecossistemas?

PROTOCOLO DE
A Convenção da Diversidade Biológica foi o primeiro instrumento BIOSSEGURANÇA
legal para assegurar a conservação e o uso sustentável dos recursos De acordo com a abordagem
naturais. Cerca de 160 países assinaram esse acordo durante a de precaução contida no
Princípio 15 da Declaração
Conferência Rio-92, cujo objetivo principal era buscar meios de do Rio sobre Meio Ambiente e
conciliar o desenvolvimento socioeconômico com a conservação e a Desenvolvimento, o objetivo
do presente Protocolo é
proteção dos ecossistemas da Terra. Os objetivos da convenção são contribuir para assegurar um
a conservação da diversidade biológica, a utilização sustentável de nível adequado de proteção
no campo da transferência,
seus componentes e a repartição justa e equitativa dos benefícios da manipulação, além do uso
derivados da utilização dos recursos genéticos, mediante, inclusive, seguro dos organismos vivos
modificados resultantes da
o acesso adequado aos recursos genéticos e a transferência ade- biotecnologia moderna que
quada de tecnologias pertinentes, levando em conta todos os possam ter efeitos adversos
na conservação e no uso
direitos sobre tais recursos e tecnologias e mediante financiamento sustentável da diversidade
adequado. Um outro aspecto interessante neste documento é o biológica, levando em conta os
riscos para a saúde humana e
PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA, no qual é permitido aos países deixar enfocando especificamente os
de importar produtos com organismos geneticamente modificados movimentos transfronteiriços.

ou TRANSGÊNICOS.

TRANSGÊNICOS Como você pôde verificar ao longo do texto, a conservação da

São organismos manipulados biodiversidade tornou-se uma preocupação global e, apesar


geneticamente, com técnicas de não haver consenso quanto ao tamanho e à quantidade das
da engenharia genética,
capazes de efetuar alterações espécies ameaçadas de extinção, o fato é que a manutenção da
em cadeias do genoma. biodiversidade favorece o equilíbrio da vida no planeta e representa
As principais objeções ao cultivo
de plantas transgênicas estão um papel fundamental na preservação dos ecossistemas.
relacionadas às potenciais
consequências ambientais e
danos à saúde humana, já que
os alimentos transgênicos com
genes que conferem resistência
a antibióticos podem provocar a
transferência desta característica
para bactérias existentes no
organismo humano.
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Atende ao Objetivo 1
1
Faça uma pesquisa sobre as várias espécies (animais ou vegetais) que sofreram
Atividade

processo de extinção nos últimos 200 anos e aquelas que estejam, atualmente, na
lista de espécies em risco de extinção.

RESPOSTA COMENTADA

Infelizmente, o resultado de sua pesquisa deverá apontar para um número bastante


significativo de espécies extintas ou com risco de extinção, revelando uma perda
substancial de biodiversidade num intervalo de tempo da ordem da própria Teoria
da Evolução, de Darwin.

Agenda 21: ter ou não ter? Eis a questão!


Você sabia que o documento Agenda 21 foi um dos documentos mais importantes aprovados
durante a Conferência Rio-92? E que ele consiste, basicamente, em um conjunto de recomendações
para orientar governos de países, regiões e cidades, organizações e grupos da sociedade nos seus
processos de desenvolvimento sustentável?
Pois bem, para que seja implementado, cada país, região, estado e/ou município, partindo do
documento original, deve estabelecer sua própria Agenda 21, com metas de trabalho de acordo com
a realidade e especificidades de cada localidade. A Agenda 21 representa, portanto, um programa de
ação para viabilizar a adoção do desenvolvimento sustentável e ambientalmente racional em todos
os países e para todos os segmentos da sociedade. O documento está organizado em 600 páginas,
dividindo-se em 40 capítulos distribuídos em quatro seções que tratam dos seguintes aspectos:
• Seção 1 - aspectos sociais e econômicos do desenvolvimento.
• Seção 2 - aspectos ambientais e gerenciamento de recursos naturais.
• Seção 3 - fortalecimento do papel dos principais grupos sociais.
• Seção 4 - os meios de implementação.
Neste sentido, o documento da Agenda constitui, fundamentalmente, um roteiro para a implementação
de um novo modelo de desenvolvimento que se quer sustentável quanto ao manejo dos recursos
naturais e à preservação da biodiversidade; um modelo economicamente eficiente, politicamente
participativo e democrático; equânime e justo, tanto nas relações econômicas entre os países como
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acordos internacionais para a sustentabilidade – II

na distribuição da riqueza nacional entre os diferentes segmentos sociais. A Agenda 21 Nacional de


cada país deve adequar-se à sua realidade, de acordo com as diferenças socioeconômico-ambientais,
sempre, porém, em conformidade com os princípios e acordos da Agenda 21 Global. A metodologia
empregada internacionalmente para a elaboração das Agendas 21 nacionais contempla a participação
de diferentes níveis do governo, o setor produtivo e a sociedade civil organizada.

Atende ao Objetivo 3
2
Procure, na sua cidade, pessoas que tenham o interesse de participar de uma
Atividade

discussão sobre a Agenda 21.


Faça uma lista de prioridades e promova um encontro para discussão.
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Finalmente, o Tratado de Kyoto!


Como consequência de uma série de eventos iniciada na Toronto Conference on the Changing
Atmosphere, Canadá, em 1988, seguida pelo IPCCs First Assessment Report em Sundsvall,
Suécia, em 1990, e culminando com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança
Climática na Rio-92, foi constituído um tratado internacional, realizado na cidade de Kyoto,
Japão, em 1997, com compromissos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito
estufa. Denominado Tratado de Kyoto, teve o apoio de mais de 140 países, entretanto ainda não
conta com a adesão dos Estados Unidos e da Austrália e só entrou em vigor no início de 2005,
com a adesão da Rússia. Nesse documento, propõe-se um calendário a partir do qual os países
desenvolvidos têm a obrigação de reduzir a quantidade de gases poluentes em, pelo menos, 5,2%
até 2012, em relação aos níveis de 1990. Os países signatários terão de colocar em prática planos
para reduzir a emissão desses gases entre 2008 e 2012. A redução das emissões deverá acontecer
em várias atividades econômicas. O tratado estimula os países signatários a cooperarem entre si,
através de algumas ações básicas:
• reformar os setores de energia e transportes;
• promover o uso de fontes energéticas renováveis;
• eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção;
• limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos;
• proteger florestas e outros sumidouros de carbono.
Com a implementação efetiva do Tratado de Kyoto, estima-se que a temperatura global deva ser
reduzida entre 1,4ºC e 5,8ºC até 2100. Entretanto, isto dependerá muito das negociações pós-
período 2008/2012, pois há comunidades científicas que afirmam categoricamente que a meta de
redução de 5,2% em relação aos níveis de 1990 é insuficiente para a mitigação do aquecimento
global. Seja como for, o Tratado de Kyoto representa o primeiro passo concreto no sentido de
evitar o superaquecimento da Terra e reduzir as previsões trágicas oriundas da intensificação das
mudanças climáticas.
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Mecanismo de desenvolvimento limpo e o mercado de


carbono

Atende ao Objetivo 1
3
Alguns países estão discutindo taxas de redução em suas emissões de gases estufa bem
Atividade

acima do estipulado no Tratado de Kyoto. Faça uma pesquisa para saber que países
são esses e descreva os caminhos alternativos de modo a tornar essas metas possíveis.
Investigue, ainda, sobre a posição do Brasil e dos EUA em relação ao Tratado de Kyoto
e o que representa para países signatários do Anexo I (www.mma.gov.br).
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Que tipo de mundo podemos esperar


para esse milênio?
Na chamada reunião da Cúpula do Milênio, ocorrida em 2000, nos EUA, foi estabelecido um
compromisso político que definiu os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Até o ano de
2015, os 191 Estados-Membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil, assumiram o compromisso
de alcançar as chamadas Oito Metas do Milênio, que formam um conjunto de indicadores
quantitativos a respeito dos graves problemas atuais do mundo, tais como:
1. Erradicar a extrema pobreza e a fome – reduzindo pela metade, entre 1990 e 2015, a
proporção da população que sofre de fome.
2. Atingir o ensino básico universal – garantindo que, até 2015, todas as crianças, de ambos
os sexos, terminem o primeiro ciclo de ensino básico.
3. Promover a igualdade entre sexos e a autonomia das mulheres – eliminando a dispa-
ridade entre os sexos, no ensino primário e secundário, se possível, até 2005, e em todos
os níveis de ensino, o mais tardar até 2015.
4. Reduzir a mortalidade infantil – reduzindo em dois terços, entre 1990 e 2015, a
mortalidade de crianças menores de cinco anos.
5. Melhorar a saúde materna – reduzindo em três quartos, entre 1990 e 2015, a taxa de
mortalidade materna.
6. Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças – detendo a propagação do HIV/Aids,
a incidência da malária e de outras doenças importantes e invertendo a tendência
atual, até 2015.

7. Garantir a sustentabilidade ambiental – reduzindo pela metade, até 2015, a proporção


da população sem acesso permanente e sustentável à água potável segura integrando
os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e
revertendo a perda de recursos ambientais.
8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento – promovendo o desenvol-
vimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras previsíveis e
não-discriminatórias e que atenda às necessidades especiais dos países menos desen-
volvidos; atendendo às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos
pequenos Estados insulares em desenvolvimento; tratando globalmente o problema da
dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais,
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de modo a tornar a sua dívida sustentável a longo prazo; proporcionando, nos países
em vias de desenvolvimento, o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis; e
tornando acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de
informação e de comunicações.

Figura 16.1: As oito metas do milênio.

Educando para a sustentabilidade


Após as Reuniões de Cúpula do Meio Ambiente e do Desenvolvimento do Rio de Janeiro (1992) e de
Joanesburgo (2002), a Unesco decidiu impulsionar a Década da Educação para o Desenvolvimento
Sustentável –2005-2014 como um instrumento programático orientado a coordenar ações,
promover iniciativas, desenvolver programas e incentivar instrumentos sociais que contribuam
para a redução dos problemas socioambientais do presente e paliar suas causas. Tal como reúne
o Relatório sobre os Objetivos do Milênio, o Desenvolvimento Sustentável aparece como um
dos oito grandes desafios da humanidade. Para alcançar um futuro sustentável, é necessário
fomentar, entre a população, a consciência da importância do meio ambiente. Uma das formas de
as pessoas adquirirem essa consciência, os conhecimentos e as habilidades necessárias à melhoria
de sua qualidade de vida é a implementação de programas de Educação Ambiental – EA.
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Unesco

As Conferências Internacionais sobre o assunto, nas quais a Unesco teve papel catalisador fundamental,
recomendam que a Educação Ambiental não seja feita somente nas escolas. Seus veículos devem ser
a educação formal, a não-formal e os meios de comunicação de massa. No Brasil, a Unesco aplica
essa recomendação, a partir de um acordo de cooperação com o Ministério do Meio Ambiente para a
execução do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA). Desta forma, busca assegurar, no
âmbito educativo, a integração equilibrada das múltiplas dimensões da sustentabilidade – ambiental,
social, ética, cultural, econômica, espacial e política – ao desenvolvimento do País, resultando em
melhor qualidade de vida para toda a população brasileira.
Atividade Final

Atende ao Objetivo 2

Identifique, em ordem de prioridade, os principais problemas socioambientais do


entorno de sua moradia e/ou local de trabalho. Comente cada um, apresentando suas
causas e impactos, e apresente algumas possíveis soluções.
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Vimos o estabelecimento de acordos e alianças internacionais com o objetivo de


construir soluções para os problemas ambientais globais, em particular. Também,
vimos que a ratificação do Tratado de Kyoto é muito importante para a redução da
emissão dos gases estufa. A questão da diversidade biológica é fundamental para o
equilíbrio dos ecossistemas e da manutenção da vida no planeta. A implementação
diversificada de Agendas 21 em vários segmentos da sociedade, juntamente com a
adoção de práticas voltadas para o atendimento às metas do milênio, devem ser ainda
mais fortalecidas durante esta década, dedicada à educação para o desenvolvimento
sustentável.

Referências bibliográficas
LEAL, Carlos Eduardo, et al. O documento “Carta da Terra” como ferramenta de Responsabilidade
Socioambiental. Disponível em: <www.abcvbrasil.org.br/cilca2007/>
LAGO, André Aranha Corrêa. Estocolmo, Rio de Janeiro, Joanesburgo – O Brasil e as 3 Conferências
das Nações Unidas. Brasília, IRBr, Funag, 2006.
Disponível em www.mma.gov.br
Disponível em www.onu-brasil.org.br/documentos_convencoes.php
Disponível em www.unep.org

Disponível em www.unes.org