0% acharam este documento útil (0 voto)
494 visualizações25 páginas

NP en 10025-4 - 2009

NP EN 10025-4_2009
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
494 visualizações25 páginas

NP en 10025-4 - 2009

NP EN 10025-4_2009
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

NP

Norma EN 10025-4
2009
Portuguesa

o
Produtos laminados a quente de aços de construção

ida nic
Parte 4: Condições técnicas de fornecimento de aços de construção
soldáveis de grão fino obtidos por laminagem termomecânica

oib tró
Produits laminés à chaud en aciers de construction
Partie 4: Conditions techniques de livraison pour les aciers de construction soudables

pr lec
à grains fins obtenus par laminage thermomécanique

Hot rolled products of structural steels

ão o e
Part 4: Technical delivery conditions for thermomechanical rolled weldable fine grain
structural steels
uç ent
pr u m
re doc
od
IP de

ICS HOMOLOGAÇÃO
© ão

77.140.10; 77.140.50 Termo de Homologação n.º 323/2009, de 2009-11-11


Q

DESCRITORES
Aços; aços de construção; laminados; laminagem; pontes;
s

reservatórios; aços de construção de grão fino


es

ELABORAÇÃO
CORRESPONDÊNCIA CATIM
Versão portuguesa da EN 10025-4:2004
EDIÇÃO
pr

Dezembro de 2009

CÓDIGO DE PREÇO
Im

X007

 IPQ reprodução proibida

Rua António Gião, 2


2829-513 CAPARICA PORTUGAL

Tel. + 351-212 948 100 Fax + 351-212 948 101


E-mail: ipq@[Link] Internet: [Link]
Preâmbulo nacional
À Norma Europeia EN 10025-4:2004 foi dado o estatuto de Norma Portuguesa em 2005-03-10 (Termo de
Adopção n.º 378/2005, de 2005-03-10).

o
ida nic
oib tró
pr lec
ão o e
uç ent
pr u m
re doc
od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NORMA EUROPEIA EN 10025-4
EUROPÄISCHE NORM
NORME EUROPÉENNE
EUROPEAN STANDARD Novembro 2004

ICS: 77.140.10; 77.140.50 Substitui as EN 10113-1:1993 e EN 10113-3:1993

o
ida nic
Versão portuguesa
Produtos laminados a quente de aços de construção

oib tró
Parte 4: Condições técnicas de fornecimento de aços de construção soldáveis de grão fino obtidos por
laminagem termomecânica

pr lec
Warmgewalzte Erzeugnisse Produits laminés à chaud en Hot rolled products of
aus Baustählen aciers de construction structural steels
Teil 4: Technische Partie 4: Conditions techniques Part 4: Technical delivery
Lieferbedingungen für de livraison pour les aciers de conditions for

ão o e
thermomechanisch gewalzte construction soudables à thermomechanical rolled
schweißgeeignete grains fins obtenus par weldable fine grain structural
Feinkornbaustähle laminage thermomécanique steels
uç ent
pr u m

A presente Norma é a versão portuguesa da Norma Europeia EN 10025-4:2004, e tem o mesmo estatuto
que as versões oficiais. A tradução é da responsabilidade do Instituto Português da Qualidade.
re doc

Esta Norma Europeia foi ratificada pelo CEN em 2004-04-01.


Os membros do CEN são obrigados a submeter-se ao Regulamento Interno do CEN/CENELEC que define
od

as condições de adopção desta Norma Europeia, como norma nacional, sem qualquer modificação.
Podem ser obtidas listas actualizadas e referências bibliográficas relativas às normas nacionais
correspondentes junto do Secretariado Central ou de qualquer dos membros do CEN.
A presente Norma Europeia existe nas três versões oficiais (alemão, francês e inglês). Uma versão noutra
IP de

língua, obtida pela tradução, sob responsabilidade de um membro do CEN, para a sua língua nacional, e
notificada ao Secretariado Central, tem o mesmo estatuto que as versões oficiais.
Os membros do CEN são os organismos nacionais de normalização dos seguintes países: Alemanha,
© ão

Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria,
Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal,
Q

Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça.


s
es
pr

CEN
Im

Comité Europeu de Normalização


Europäisches Komitee für Normung
Comité Européen de Normalisation
European Committee for Standardization

Secretariado Central: Avenue Marnix 17, B-1000 Bruxelas

 2004 CEN Direitos de reprodução reservados aos membros do CEN

Ref. nº EN 10025-4:2004 Pt
NP
EN 10025-4
2009

p. 4 de 25

o
Sumário Página

ida nic
Preâmbulo nacional ................................................................................................................................. 2

Preâmbulo ................................................................................................................................................ 5

oib tró
1 Objectivo e campo de aplicação........................................................................................................... 6

pr lec
2 Referências normativas ........................................................................................................................ 6

3 Termos e definições .............................................................................................................................. 8

ão o e
4 Classificação e designação.................................................................................................................... 8

5 Informação a ser fornecida pelo cliente .............................................................................................. 9


uç ent
6 Processo de fabrico ............................................................................................................................... 9

7 Requisitos .............................................................................................................................................. 10
pr u m

8 Inspecção ............................................................................................................................................... 14
re doc

9 Preparação de amostras e provetes de ensaio .................................................................................... 15


od

10 Métodos de ensaio ............................................................................................................................... 16

11 Marcação, etiquetagem, embalagem ................................................................................................. 16


IP de

12 Reclamações ........................................................................................................................................ 16

13 Opções (ver 5.2)................................................................................................................................... 16


© ão
Q

Anexo A (informativo) Lista das designações anteriores correspondentes ......................................... 22


s

Anexo B (informativo) Lista das normas nacionais correspondentes às EURONORMAS


es

referenciadas ............................................................................................................................................ 23

Bibliografia ............................................................................................................................................... 24
pr

Anexo NA (informativo) Correspondência entre as normas europeias e referidas na presente


Im

Norma e as normas nacionais ................................................................................................................. 25


NP
EN 10025-4
2009

p. 5 de 25

o
Preâmbulo

ida nic
A presente Norma (EN 10025-4:2004) foi elaborada pelo Comité Técnico ECISS/TC 10, “Structural steels –
Grades and qualities”, cujo secretariado é assegurado pela NEN.
A esta Norma Europeia deve ser atribuído o estatuto de Norma Nacional, seja por publicação de um texto

oib tró
idêntico, seja por adopção, o mais tardar em Maio de 2005, e as normas nacionais divergentes devem ser
anuladas, o mais tardar em Maio de 2005.
A presente Norma, em conjunto com a EN 10025-1:2004, substitui a EN 10113-1:1993, Hot rolled products

pr lec
in weldable fine grains structural steels – Part 1: General delivery conditions e a EN 10113-3:1993, Hot
rolled products in weldable fine grains structural steels – Part 3: Delivery conditions for thermomechanical
rolled steels.

ão o e
Os títulos das outras Partes da presente Norma são:
– Part 1: General technical delivery conditions;
uç ent
– Part 2: Technical delivery conditions for non-alloy structural steels;
– Part 3: Technical delivery conditions for normalized/normalized rolled weldable fine grain structural
steels;
pr u m

– Part 5: Technical delivery conditions for structural steels with improved atmospheric corrosion
resistance;
– Part 6: Technical delivery conditions for flat products of high yield strength structural steels in the
re doc

quenched and tempered condition.


od

A presente Norma foi elaborada no âmbito do mandato M/120 atribuído ao CEN pela Comissão Europeia e
pela Associação Europeia de Comércio Livre e vem apoiar os requisitos essenciais da Directiva dos Produtos
de Construção da UE (89/106/CEE). No que se refere às relações com a Directiva dos Produtos de
IP de

Construção da UE, consultar o Anexo informativo ZA que constitui parte integrante da EN 10025-1:2004.
De acordo com o Regulamento Interno do CEN/CENELEC, a presente Norma deve ser implementada pelos
organismos nacionais de normalização dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca,
© ão

Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália,
Q

Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, República Checa,
Suécia e Suíça.
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-4
2009

p. 6 de 25

o
1 Objectivo e campo de aplicação

ida nic
A Parte 4 desta Norma especifica, em adição com a Parte 1, as condições técnicas de fornecimento para
produtos planos e produtos longos em aços de construção soldáveis de grão fino no estado laminado
termomecânicamente, nas classes e qualidades dadas nos Quadros 2 a 4 (composição química) e Quadros 5
a 7 (características mecânicas), de espessura ≤ 120 mm para os produtos planos e ≤ 150 mm para os produtos

oib tró
longos.
Além das utilizações previstas na EN 10025-1:2004, os aços especificados na presente Norma europeia são

pr lec
particularmente destinados a serem utilizados em elementos de construção soldada altamente solicitados, tais
como pontes, eclusas, reservatórios de armazenamento, reservatórios de água, etc., para utilização à
temperatura ambiente e a baixas temperaturas.

ão o e
2 Referências normativas
Os documentos a seguir referenciados são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências
uç ent
datadas, apenas se aplica a edição citada. Para referências não datadas, aplica-se a última edição do
documento referenciado (incluindo as emendas).
pr u m

2.1 Normas gerais


EN 1011-2 Welding – Recommendations for welding of metallic materials – Part2: Arc welding
of ferritic steels
re doc

EN 10020*) Definition and classification of grades of steel.


od

EN 10025-1:2004 Hot rolled products of structural steels – Part 1: General technical delivery
conditions
IP de

EN 10027-1 Designation systems for steels – Part 1: Steel names, principal symbols
*)
EN 10027-2 Designation systems for steels – Part 2: Numerical systems
EN 10163-1 Delivery requirements for surface condition of hot-rolled steel plates, wide flats and
© ão

sections- Part 1: General requirements


Q

EN 10163-2 Delivery requirements for surface condition of hot-rolled steel plates, wide flats and
s

sections – Part 2: Plates and wide flats


es

EN 10163-3 Delivery requirements for surface condition of hot-rolled steel plates, wide flats and
sections – Part 3: Sections
pr

EN 10164 Steel products with improved deformation properties perpendicular to the surface of
the product – Technical delivery conditions
Im

EN 10221 Surface quality classes for hot-rolled bars and rods – Technical delivery conditions
CR 10260 Designation systems for steel – Additional symbols

*)
Já disponível em Português – ver Anexo NA (nota nacional).
NP
EN 10025-4
2009

p. 7 de 25

2.2 Normas de dimensões e tolerâncias (ver 7.7.1)

o
EN 10017*)

ida nic
Non-alloy steel rod for drawing and/or cold rolling – Dimensions and tolerances
EN 10024 Hot rolled taper flange I sections – Tolerances on shape and dimensions
*)
EN 10029 Hot rolled steel plates 3 mm thick or above – Tolerances on dimensions, shape and mass

oib tró
EN 10034*) Structural steel I and H sections – Tolerances on shape and dimensions
*)
EN 10048 Hot rolled narrow steel strip – Tolerances on dimensions and shape

pr lec
EN 10051 Continuously hot-rolled uncoated plate, sheet and strip of non-alloy and alloy steels –
Tolerances on dimensions and shape

ão o e
EN 10055 Hot-rolled steel equal flange tees with radiused root and toes – Dimensions and
tolerances on shape and dimensions
EN 10056-1*) Structural steel equal and unequal leg angles – Part 1: Dimensions
uç ent
*)
EN 10056-2 Structural steel equal and unequal leg angles – Part 2: Tolerances on shape and
dimensions
pr u m

EN 10058 Hot rolled flat steel bars for general purposes – Dimensions and tolerances on shape and
dimensions
EN 10059 Hot rolled square steel bars for general purposes – Dimensions and tolerances on shape
and dimensions
re doc

EN 10060 Hot rolled round steel bars for general purposes – Dimensions and tolerances on shape
od

and dimensions
EN 10061 Hot rolled hexagon steel bars for general purposes – Dimensions and tolerances
IP de

on shape and dimensions


EN 10067*) Hot rolled bulb flats – Dimensions and tolerances on shape, dimensions and mass
EN 10162 Cold rolled steel sections – Technical delivery conditions – Dimensional and cross-
© ão

sectional tolerances
Q

EN 10279*) Hot rolled steel channels – Tolerances on shape and dimensions


s
es

2.3 Normas de ensaio


EN 10160 Ultrasonic testing of steel flat product of thickness equal to or greater than 6 mm
(reflection method)
pr

EN 10306 Iron and steel – Ultrasonic testing of H beams with parallel flanges and IPE beams
Im

EN 10308 Non-destructive testing – Ultrasonic testing of steel bars


EN ISO 643 Steels – Micrographic determination of the apparent grain size (ISO 643:2003)

*)
Já disponível em Português – ver Anexo NA (nota nacional).
NP
EN 10025-4
2009

p. 8 de 25

o
3 Termos e definições

ida nic
Para os fins da presente Norma aplicam-se os termos e definições dados na EN 10025-1:2004 e os seguintes:

3.1 laminagem termomecânica

oib tró
O processo de laminagem em que a deformação final é realizada dentro de uma determinada gama de
temperaturas dando ao material determinadas características que não podem ser obtidas ou conservadas
somente com tratamento térmico.

pr lec
NOTA 1: Um posterior aquecimento superior a 580 ºC poderá reduzir os valores de resistência mecânica. O fornecedor deverá ser
informado se forem necessárias temperaturas superiores a 580 ºC.
NOTA 2: A laminagem termomecânica que conduz ao estado de fornecimento M pode incluir processos com aceleração da

ão o e
velocidade de arrefecimento, com ou sem revenido e incluindo auto-revenido, mas com exclusão de têmpera directa e têmpera
directa seguida de revenido.
NOTA 3: Em algumas publicações também é usada a expressão TMCP (processo de controlo termomecânico).
uç ent
3.2 aços de grão fino
Aços com estrutura granulométrica fina com tamanho de grão ferrítico de dimensão ≥ 6 determinado de
acordo com a EN ISO 643.
pr u m

4 Classificação e designação
re doc

4.1 Classificação
od

4.1.1 Principais classes de qualidade


De acordo com o sistema de classificação da EN 10020, todas as classes de aço especificadas neste
IP de

documento são aços especiais ligados.

4.1.2 Classes e qualidades


© ão

Este documento especifica quatro classes de aço, S275, S355, S420 e S460.
Q

Todas as classes de aço poderão ser fornecidas nas seguintes qualidades, conforme especificado no acto da
s

consulta e encomenda:
es

– com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão por choque a temperaturas não inferiores
a -20 ºC, designado por M;
pr

– com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão por choque a temperaturas não inferiores
a -50 ºC, designado por ML.
Im

4.2 Designação

4.2.1 A designação deve ser conforme a EN 10025-1.


NOTA: Para uma lista de correspondência com as designações nacionais anteriores e designações anteriores da
EN 10113-3:1993, ver Anexo A, Quadro A.1.

4.2.2 A designação deve conter:


– número desta Norma (EN 10025-4);
NP
EN 10025-4
2009

p. 9 de 25

– designação simbólica ou numérica do aço; a designação simbólica consiste em:

o
– símbolo S (para aço estrutural*));

ida nic
– a indicação do valor mínimo especificado da tensão de cedência para espessuras ≤ 16 mm expressa em
MPa1);

oib tró
– estado de fornecimento M;
– a letra maiúscula L para a qualidade com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão

pr lec
por choque a temperaturas não inferiores a -50 ºC.
EXEMPLO: O aço estrutural (S) obtido por laminagem termomecânica com tensão de cedência mínima especificada à temperatura
ambiente de 355 MPa1), e com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão por choque a -50 ºC:

ão o e
Aço EN 10025-4 – S355ML
ou
Aço EN 10025-4 – 1.8834
uç ent
5 Informação a ser fornecida pelo cliente
pr u m

5.1 Informação obrigatória


As informações que devem ser fornecidas pelo cliente no acto da encomenda são especificadas na
EN 10025-1.
re doc

Além do especificado na EN 10025-1 as seguintes informações devem ser fornecidas pelo cliente no acto da
od

encomenda:
g) o tipo de documento de inspecção requerido (ver 8.2).
IP de

5.2 Opções
Na secção 13 são especificadas várias opções. Caso o cliente não indique qualquer uma dessas opções, o
© ão

fabricante deve fornecer de acordo com a especificação de base.


Q

6 Processo de fabrico
s
es

6.1 Processo de fabrico do aço


O processo de fabrico do aço deve estar de acordo com a EN 10025-1. Se especificado no acto da
pr

encomenda, o processo de fabrico do aço deve ser indicado ao cliente.


Im

Ver opção 1.

6.2 Estrutura do grão


O aço deve apresentar uma estrutura granulométrica fina contendo as quantidades suficientes de elementos
de fixação do azoto (ver Quadro 2).

*)
Em Português são utilizados tradicionalmente os dois termos: “aços de construção” e “aços estruturais”. Na designação deste
tipo de aço opta-se por utilizar o termo “aço estrutural” para dar ênfase à função mais usual (nota nacional).
1)
1 MPa = 1 N/mm2.
NP
EN 10025-4
2009

p. 10 de 25

6.3 Estado de fornecimento

o
ida nic
Os produtos devem ser fornecidos no estado obtido por laminagem termomecânica conforme definido na
secção 3.

oib tró
7 Requisitos

7.1 Generalidades

pr lec
Os seguintes requisitos aplicam-se aquando da amostragem, preparação de provetes e ensaios especificados
nas secções 8, 9 e 10.

ão o e
7.2 Composição química
7.2.1 A composição química determinada pela análise de vazamento deve estar conforme com os valores
uç ent
indicados no Quadro 2. O fabricante deve informar o comprador, no acto da consulta e encomenda, quais os
elementos de liga adequados para a classe de aço requerida que serão intencionalmente adicionados ao
material a fornecer.
pr u m

Ver opção 29.


7.2.2 Os limites superiores aplicáveis para a análise do produto são indicados no Quadro 3. O fabricante deve
informar o comprador, no acto da consulta e encomenda, quais os elementos de liga adequados para a classe
re doc

de aço requerida que serão intencionalmente adicionados ao material a fornecer. A análise do produto deve
ser efectuada quando especificada no acto da encomenda.
od

Ver opção 2.
7.2.3 São indicados no Quadro 4 os valores máximos de carbono equivalente (CEV) admitidos, baseados na
IP de

análise de vazamento. Para a fórmula do valor de carbono equivalente ver 7.2.3 da EN 10025-1:2004.
7.2.4 Quando são fornecidos produtos com controlo do teor máximo de Si, como por exemplo para
galvanização por imersão a quente, pode haver a necessidade de aumentar o teor de outros elementos como o
© ão

C ou o Mn para alcançar as características mecânicas especificadas, podendo o valor máximo do carbono


equivalente indicado no Quadro 4 ser aumentado conforme o seguinte:
Q

– para Si ≤ 0,030 %, aumentar CEV de 0,02 %;


s
es

– para Si ≤ 0,25 %, aumentar CEV de 0,01 %.

7.3 Características mecânicas


pr

7.3.1 Generalidades
Im

[Link] Sob as condições de inspecção e ensaios especificadas nas secções 8, 9 e 10 e no estado de


fornecimento especificado em 6.3 as características mecânicas devem estar em conformidade com os valores
indicados nos Quadros 5 a 7.

[Link] Para produtos planos, é a espessura nominal que se toma em consideração. Para os produtos longos
de secção irregular considera-se a espessura nominal da parte da peça de onde se colhem as amostras (ver o
Anexo A da EN 10025-1:2004).
NP
EN 10025-4
2009

p. 11 de 25

7.3.2 Propriedades de choque

o
ida nic
[Link] A verificação do valor da energia de choque deve ser conforme a EN 10025-1.
Adicionalmente, o valor da energia de rotura à flexão por choque deve ser verificado, salvo acordo em
contrário (ver [Link] e [Link]), sobre provetes longitudinais:

oib tró
– a -20 °C para a qualidade M;
– a -5 °C para a qualidade ML.

pr lec
[Link] Poderá ser acordada outra temperatura (indicada nos Quadros 6 e 7) no acto da consulta e
encomenda.

ão o e
Ver opção 3.

[Link] Se acordado no acto da consulta e encomenda, devem ser aplicados os valores de energia de rotura à
uç ent
flexão por choque no sentido transversal indicados no Quadro 7 em vez dos valores especificados para o
sentido longitudinal.
Ver opção 30.
pr u m

7.3.3 Propriedades de deformação melhoradas no sentido perpendicular à superfície


Se acordado no acto da encomenda, os produtos planos e longos devem estar conformes com um dos
re doc

requisitos da EN 10164.
Ver opção 4.
od

7.4 Características tecnológicas


IP de

7.4.1 Soldabilidade
Os aços especificados na presente Norma devem ser aptos para soldar.
© ão

Os requisitos gerais para a soldadura por arco eléctrico dos aços especificados nesta Norma devem estar de
Q

acordo com o especificado na EN 1011-2.


s

NOTA: O aumento da espessura e do nível de resistência do produto pode originar fissuração a frio. A fissuração a frio é
originada pela combinação dos seguintes factores:
es

– quantidade de hidrogénio difusível no metal de adição;


– estrutura frágil na zona termicamente afectada;
pr

– concentrações significativas de tensões de tracção nas juntas soldadas.


Im

7.4.2 Aptidão à conformação


NOTA: Recomendações referentes à conformação a quente e a frio encontram-se no documento ECSC IC 2.

[Link] Conformação a quente


A conformação a quente não deve ser admissível.
NOTA: Os produtos encomendados e fornecidos no estado obtido por laminagem termomecânica não estão aptos para serem
conformados a quente.
NP
EN 10025-4
2009

p. 12 de 25

[Link] Aptidão à conformação a frio

o
ida nic
[Link].1 Generalidades
NOTA: A conformação a frio conduz à redução da ductilidade. Adicionalmente é necessário ter em atenção o risco de rotura
devido ao endurecimento do material, quando submetido a um processo de galvanização por imersão a quente.

oib tró
[Link].2 Aptidão à dobragem
Se especificado no acto da encomenda, as chapas, folhas, bandas e planos largos encomendados e fornecidos

pr lec
no estado obtido por laminagem termomecânica com uma espessura nominal ≤ 12 mm devem ser aptas à
dobragem sem fissuração com os seguintes raios de dobragem mínimos:
– 2 vezes a espessura nominal com o eixo da dobragem na direcção transversal e 2,5 vezes a espessura

ão o e
nominal na direcção longitudinal para as classes de aço S275 e S355;
– 4 vezes a espessura nominal com o eixo da dobragem na direcção transversal e 5 vezes a espessura
nominal na direcção longitudinal para as classes de aço S420 e S460.
uç ent
Ver opção 11b.

[Link].3 Conformação com rolos


pr u m

Se especificado no acto da encomenda, as chapas, folhas e bandas com uma espessura nominal ≤ 8 mm
devem ser aptas à conformação com rolos a frio (p. ex.. de acordo com a EN 10162), com os mesmos raios
mínimos de dobragem indicados em [Link].1.
re doc

Ver opção 12.


od

NOTA: Os produtos com aptidão à conformação com rolos também são aptos para o fabrico de perfis ocos quadrados e
rectangulares acabados a frio.
IP de

7.4.3 Aptidão à galvanização por imersão a quente


Os requisitos para a galvanização por imersão a quente devem ser acordados entre o fabricante e o
comprador.
© ão

Para cumprimento dos requisitos deste revestimento deverão ser aplicadas as normas EN ISO 1461 e a
Q

EN ISO 14713. A definição das classes apropriadas, baseada nos limites da composição química de acordo
com o Quadro 1 pode ser usada a título indicativo.
s
es

Quadro 1 – Classes apropriadas à galvanização por imersão a quente baseadas na análise do vazamento
(a título indicativo)
Classes Elementos % por massa
pr

Si Si + 2,5 P P
Im

Classe 1 ≤ 0,030 ≤ 0,090 -


Classe 2 ª) ≤ 0,35 - -
Classe 3 0,14 ≤ Si ≤ 0,25 - ≤ 0,035
a)
Classe 2 só se aplica a ligas de zinco especiais.

Para a classe 1 o valor máximo do carbono equivalente do Quadro 4 deve ser aumentado de 0,02. Para a
classe 3 o valor máximo do carbono equivalente do Quadro 4 deve ser aumentado de 0,01 (ver 7.2.4).
Ver opção 5.
NOTA: A forma do produto, composição do banho de zinco, outros parâmetros de tratamento por imersão a quente e outros
factores deverão ser considerados aquando do acordo dos requisitos para galvanização por imersão a quente.
NP
EN 10025-4
2009

p. 13 de 25

7.5 Características da superfície

o
ida nic
7.5.1 Bandas
A característica da superfície não deverão comprometer uma utilização apropriada à classe de aço se
efectuada uma aplicação correcta no processamento da banda.

oib tró
7.5.2 Chapas e planos largos

pr lec
A EN 10163 parte 1 e 2 deve ser aplicada para as descontinuidades de superfície admissíveis e na reparação
dos defeitos superficiais por esmerilagem. Deve ser aplicada a classe A, subclasse 1 da EN 10163-2. Pode
ser acordada no acto da encomenda a classe B no caso de esmerilagem ou as subclasses 2 e 3 no caso de
reparações por soldadura.

ão o e
Ver opção 15.

7.5.3 Perfis
uç ent
A EN 10163 parte 1 e 3 deve ser aplicada para as descontinuidades de superfície admissíveis e na reparação
dos defeitos superficiais por esmerilagem. Deve ser aplicada a classe C, subclasse 1 da EN 10163-3. Pode ser
acordada no acto da encomenda a classe D no caso de esmerilagem ou as subclasses 2 e 3 no caso de
pr u m

reparações por soldadura.


Ver opção 16.
re doc

7.5.4 Barras e varões


od

A EN 10221 deve ser aplicada para as descontinuidades de superfícies admissíveis e na reparação de defeitos
superficiais por esmerilagem. Deve ser aplicada a classe A da EN 10221, salvo indicação em contrário no
acto da encomenda.
IP de

Ver opção 17.

7.6 Sanidade interna


© ão

O nível admissível de imperfeições internas deve estar de acordo com EN 10025-1.


Q

Ver opção 6 (para produtos planos).


s

Ver opção 7 (para vigas H com banzos paralelos e perfis IPE).


es

Ver opção 8 (para barras).


pr

7.7 Dimensões, tolerâncias dimensionais e de forma, massa


Im

7.7.1 As dimensões, assim como as tolerâncias dimensionais e de forma devem estar em conformidade com
os requisitos definidos na encomenda através da referência aos documentos relevantes referidos em 2.2 e de
acordo com 2.2 e 7.7.1 da EN 10025-1:2004.
Para as tolerâncias da chapa laminada a quente, os requisitos de base devem estar em conformidade com a
EN 10029, incluindo as tolerâncias de espessura para a classe A, salvo indicação em contrário no acto da
encomenda.
Ver opção 18.
Para chapa formatada laminada a quente, as tolerâncias da espessura devem estar em conformidade com a
EN 10051.
NP
EN 10025-4
2009

p. 14 de 25

7.7.2 A massa nominal deve estar em conformidade com a EN 10025-1.

o
ida nic
8 Inspecção

oib tró
8.1 Generalidades
Os produtos devem ser fornecidos com uma inspecção e ensaio específico que indiquem a conformidade com
a encomenda e este documento.

pr lec
8.2 Tipo de inspecção e documento de inspecção

ão o e
O tipo de inspecção e documento de inspecção requerido deve estar conforme a EN 10025-1.
Ver opção 9. uç ent
8.3 Frequência dos ensaios

8.3.1 Amostragem
pr u m

A verificação das características mecânicas deve ser efectuada por vazamento.

8.3.2 Unidades de ensaio


re doc

[Link] A unidade de ensaio deve conter produtos da mesma forma, classe e qualidade, condições de
od

fornecimento e da mesma gama de espessuras conforme especificado no Quadro 5 para a tensão de cedência.
Para a verificação das características mecânicas deve ser aplicada a seguinte unidade de ensaio:
IP de

– 40 toneladas ou fracção restante.

[Link] Se especificado no acto da encomenda, para os produtos planos, apenas o ensaio de resistência ao
choque ou o ensaio de choque e o ensaio de tracção devem ser efectuados para cada chapa mãe ou bobina
© ão

mãe.
Q

Ver opção 13.


s

Ver opção 14.


es

8.3.3 Verificação da composição química


pr

A verificação da composição química deve estar conforme a EN 10025-1.


Ver opção 2.
Im

8.4 Ensaios a efectuar na inspecção específica

8.4.1 Os seguintes ensaios devem ser efectuados:


– a análise do vazamento para todos os produtos;
– o ensaio de tracção para todos os produtos;
– o ensaio de resistência ao choque para todos os produtos.
NP
EN 10025-4
2009

p. 15 de 25

8.4.2 No acto da encomenda podem ser acordados os seguintes ensaios adicionais:

o
ida nic
a) o ensaio de resistência ao choque a uma outra temperatura ou sobre provetes transversais, para todos os
produtos (ver [Link] e [Link]);
Ver opção 3.

oib tró
Ver opção 30.
b) a análise do produto (ver [Link] da EN 10025-1:2004).

pr lec
Ver opção 2.

9 Preparação de amostras e provetes de ensaio

ão o e
9.1 Selecção e preparação das amostras para a análise química
A preparação das amostras para a análise do produto deve ser conforme a EN 10025-1.
uç ent
9.2 Localização e orientação das amostras e provetes para os ensaios mecânicos
pr u m

9.2.1 Generalidades
A localização e orientação das amostras e provetes para os ensaios mecânicos deve ser conforme a
EN 10025-1.
re doc

9.2.2 Preparação das amostras


od

Adicionalmente à EN 10025-1 as amostras devem ser colhidas:


– de qualquer produto da unidade de ensaio.
IP de

9.2.3 Preparação dos provetes de ensaio


A preparação dos provetes para os ensaios mecânicos deve ser conforme a EN 10025-1.
© ão

Adicionalmente à EN 10025-1 aplicam-se os seguintes requisitos:


Q

– Para os provetes submetidos ao ensaio de tracção, pode ser utilizada toda a espessura do produto ou
s

metade da espessura do produto, mas uma superfície do produto deve ser mantida. Para produtos de
es

espessura superior a 30 mm também poderão ser utilizados provetes de secção circular cujo eixo se situe a
¼ da espessura do produto. Em caso de litígio a espessura total da chapa deve ser subdividida em
provetes prismáticos de igual espessura. Deve ser considerada a média dos resultados individuais dos
pr

ensaios.
Im

9.2.4 Provetes para o ensaio de resistência à flexão por choque


Adicionalmente à EN 10025-1 aplicam-se os seguintes requisitos:
– os provetes para o ensaio de resistência à flexão por choque devem ser retirados a ¼ da espessura para
chapas com espessura nominal ≥ 40 mm.

9.3 Identificação das amostras e provetes de ensaio


A identificação das amostras e provetes de ensaio deve ser conforme a EN 10025-1.
NP
EN 10025-4
2009

p. 16 de 25

o
10 Métodos de ensaio

ida nic
10.1 Análise química
A análise química deve ser realizada conforme a EN 10025-1.

oib tró
10.2 Ensaios mecânicos

pr lec
Os ensaios mecânicos devem ser realizados conforme a EN 10025-1.

10.3 Ensaio por ultra-sons

ão o e
O ensaio por ultra-sons deve ser realizado conforme a EN 10025-1.

10.4 Contra-ensaios
uç ent
Os contra-ensaios devem ser realizados conforme a EN 10025-1.
pr u m

11 Marcação, etiquetagem, embalagem


A marcação, etiquetagem e embalagem devem estar de acordo com a EN 10025-1.
Ver opção 10.
re doc

Adicionalmente à EN 10025-1, caso especificado no acto da consulta e encomenda, não deve existir
od

marcações por punção ou marcações por punção em zonas indicadas pelo comprador.
Ver opção 31.
IP de

12 Reclamações
Qualquer reclamação deve ser tratada de acordo com a EN 10025-1.
© ão
Q

13 Opções (ver 5.2)


s

As seguintes opções da EN 10025-1:2004 são aplicáveis:


es

1) O processo de fabrico do aço da qualidade requerida deve ser indicado (ver 6.1).
2) Deve ser realizada a análise do produto; o número de amostras e os elementos a serem determinados
pr

devem ser objecto de acordo (ver 7.2.2, 8.3.3 e 8.4.2).


3) A temperatura à qual as características de resistência ao choque devem ser verificadas (ver [Link] e
Im

8.4.2).
4) Os produtos devem estar conformes com uma das propriedades de deformação melhoradas no sentido
perpendicular à superfície de acordo com a EN 10164 (ver 7.3.3).
5) O produto deve ser apto à galvanização por imersão a quente (ver 7.4.3).
6) Para os produtos planos com espessura ≥ 6 mm, a ausência de defeitos internos deve ser verificada de
acordo com a EN 10160 (ver 7.6 e 10.3).
7) Para os perfis H com banzos paralelos e perfis IPE, a ausência de defeitos internos deve ser verificada de
acordo com a EN 10306 (ver 7.6 e 10.3).
NP
EN 10025-4
2009

p. 17 de 25

8) Para as barras, a ausência de defeitos internos deve ser verificada de acordo com a EN 10308 (ver 7.6 e

o
10.3).

ida nic
9) A inspecção das características de superfície e dimensões deve ser comprovada pelo cliente nas
instalações do fabricante (ver 8.2).

oib tró
10) O tipo de marcação requerido (ver Secção 11).
Adicionalmente às opções da EN 10025-1:2004, aplicam-se as seguintes opções aos produtos conforme a
EN 10025-4.

pr lec
11b) As folhas, chapas, bandas e planos largos com uma espessura nominal ≤ 12 mm, devem ser aptas à
dobragem a frio sem fissuração (ver [Link].1).

ão o e
12) As chapas e bandas com espessura nominal ≤ 8 mm devem ser aptas para a produção de perfis por
conformação com rolos a frio e raios de dobragem indicados em [Link].1 (ver [Link].2).
13) Para produtos planos, para cada chapa mãe ou rolo, apenas devem ser verificadas as características de
uç ent
resistência ao choque (ver [Link]).
14) Para cada unidade submetida a tratamento térmico, devem ser verificadas as características de resistência
ao choque e as características à tracção (ver [Link]).
pr u m

15) Para as descontinuidades de superfície admissíveis e na reparação dos defeitos superficiais por
esmerilagem, deve ser aplicada uma outra classe que não a classe A, subclasse 1 da EN 10163-2
(ver 7.5.2).
re doc

16) Para as descontinuidades de superfície admissíveis e na reparação dos defeitos superficiais por
esmerilagem, deve ser aplicada uma outra classe que não a classe C, subclasse 1 da EN 10163-3
od

(ver 7.5.3).
17) Para as descontinuidades de superfície admissíveis e na reparação dos defeitos superficiais por
IP de

esmerilagem, deve ser aplicada uma outra classe que não a classe A da EN 10221 (ver 7.5.4);
18) Para chapas laminadas a quente, aplicam-se outras tolerâncias que não as da classe A da EN 10029
(ver 7.7.1).
© ão

29) O fabricante deve informar o comprador, no acto da consulta e encomenda, quais os elementos de liga
Q

adequados para a classe de aço requerida que serão intencionalmente adicionados ao material a fornecer
(ver 7.2.1).
s

30) As características de resistência à flexão por choque devem ser verificadas em provetes transversais com
es

entalhe em V (ver [Link] e 8.4.2).


31) Não é permitida a marcação do aço com punção ou a marcação com punção deve ser realizada no local
pr

indicado pelo comprador (ver secção 11).


32) Para aplicações em caminhos-de-ferro é requerido um teor máximo de S de 0,010 % na análise do
Im

vazamento e de 0,012 % na análise do produto (ver Quadro 2 e 3, nota b).


NP
EN 10025-4
2009

p. 18 de 25

Quadro 2 – Composição química da análise de vazamento para aços obtidos por laminagem termomecânica

o
ida nic
Designação C Si Mn P S Nb V Altotal Ti Cr Ni Mo Cu N
% % % % % % % % % % % % % %
Segundo
Segundo
EN 10027-1 máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. mín. máx. máx. máx. máx. máx. máx.
EN 10027-2

oib tró
e CR 10260 a) a) b) c) d)

S275M 1.8818 0,13 0,030 0,025

pr lec
e) 0,50 1,50 0,05 0,08 0,02 0,05 0,30 0,30 0,10 0,55 0,015
S275ML 1.8819 0,025 0,020
S355M 1.8823 0,14 0,030 0,025
e) 0,50 1,60 0,05 0,10 0,02 0,05 0,30 0,50 0,10 0,55 0,015

ão o e
S355ML 1.8834 0,025 0,020
S420M 1.8825 0,030 0,025
0,16 f) 0,50 1,70 0,05 0,12 0,02 0,05 0,30 0,80 0,20 0,55 0,025
S420ML 1.8836 0,025 0,020
uç ent
S460M 1.8827 0,030 0,025
0,16 f) 0,60 1,70 0,05 0,12 0,02 0,05 0,30 0,80 0,20 0,55 0,025
S460ML 1.8838 0,025 0,020
pr u m

a)
Para os produtos longos, os teores de P e S podem ser acrescidos de 0,005 %.
b)
Para aplicações em caminhos-de-ferro, poderá ser acordado no acto de consulta e encomenda, um teor máximo de 0,010 % de S
na análise de vazamento.
re doc

Ver opção 32.


c)
Se a quantidade de elementos fixadores do Azoto é suficiente, o teor mínimo de Al total não é aplicável.
od

d)
Um teor de Cu superior a 0,40 % poderá causar fragilidade a quente durante a conformação a quente.
e)
Para os produtos longos, aplica-se um teor máximo para o C de 0,15 % para a classe de aço S275 e de 0,16 % para a classe de
aço S355.
IP de

f)
Para os produtos longos, aplica-se um teor máximo para o C de 0,18 % para as classes de aço S420 e S460.
© ão
Q
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-4
2009

p. 19 de 25

Quadro 3 – Composição química da análise do produto baseada no Quadro 2

o
ida nic
Designação C Si Mn P S Nb V Altotal Ti Cr Ni Mo Cu N
Segundo Segundo % % % % % % % % % % % % % %
EN 10027-1 EN 10027-2
máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. mín. máx. máx. máx. máx. máx. máx.
e CR 10260

oib tró
a) a), b) c) d)

S275M 1.8818 0,15 0,035 0,030

pr lec
e) 0,55 1,60 0,06 0,10 0,015 0,06 0,35 0,35 0,13 0,60 0,017
S275ML 1.8819 0,030 0,025
S355M 1.8823 0,16 0,035 0,030
e) 0,55 1,70 0,06 0,12 0,015 0,06 0,35 0,55 0,13 0,60 0,017

ão o e
S355ML 1.8834 0,030 0,025
S420M 1.8825 0,18 0,035 0,030
f) 0,55 1,80 0,06 0,14 0,015 0,06 0,35 0,85 0,23 0,60 0,027
S420ML 1.8836 0,030 0,025
uç ent
S460M 1.8827 0,18 0,035 0,030
f) 0,65 1,80 0,06 0,14 0,015 0,06 0,35 0,85 0,23 0,60 0,027
S460ML 1.8838 0,030 0,025
pr u m

g)
Para os produtos longos, os teores de P e S podem ser acrescidos de 0,005 %.
h)
Para aplicações em caminhos-de-ferro, poderá ser acordado no acto de consulta e encomenda, um teor máximo de 0,012 % de S
na análise de vazamento.
re doc

Ver opção 32.


i)
Se a quantidade de elementos fixadores do Azoto é suficiente, o teor mínimo de Al total não é aplicável.
od

j)
Um teor de Cu superior a 0,45 % poderá causar fragilidade a quente durante a conformação a quente.
k)
Para os produtos longos, aplica-se um teor máximo para o C de 0,17 % para a classe de aço S275 e de 0,18 % para a classe de
aço S355.
IP de

l)
Para os produtos longos, aplica-se um teor máximo para o C de 0,20 % para as classes de aço S420 e S460.
© ão

Quadro 4 – CEV máximo, baseado na análise de vazamento, de aços obtidos por laminagem termomecânicaa)
Q

Designação CEV em % para os produtos de espessura nominal, em mm


s

Segundo
es

Segundo > 16 > 40 > 63 > 120


EN 10027-1 e ≤ 16
CR 10260
EN 0027-2 ≤ 40 ≤ 63 ≤ 120 ≤ 150 b)
pr

S275M 1.8818
0,34 0,34 0,35 0,38 0,38
S275ML 1.8819
Im

S355M 1.8823
0,39 0,39 0,40 0,45 0,45
S355ML 1.8834
S420M 1.8825
0,43 0,45 0,46 0,47 0,47
S420ML 1.8836
S460M 1.8827
0,45 0,46 0,47 0,48 0,48
S460ML 1.8838
m)
Para um aumento opcional dos elementos que influenciam o CEV ver 7.4.3.
n)
Estes valores aplicam-se exclusivamente aos produtos longos.
NP

2009

p. 20 de 25
Im
EN 10025-4

Quadro 5 – Características mecânicas à temperatura ambiente para aços obtidos por laminagem termomecânica
pr
es
© ão s
IP de
Q
re doc
pr u m
od
uç ent
ão o e
pr lec
oib tró
ida nic
o
NP
EN 10025-4
2009

p. 21 de 25

Quadro 6 – Valores mínimos da energia de rotura à flexão por choque sobre provetes com entalhe em V

o
longitudinais para aços obtidos por laminagem termomecânica

ida nic
Valores mínimos da energia de rotura à flexão por
Designação
choque, em J, às temperaturas de ensaio, em °C, de

oib tró
Segundo Segundo
EN 10027-1 e + 20 0 - 10 - 20 - 30 - 40 - 50
CR 10260 EN 10027-2

pr lec
S275M 1.8818
S355M 1.8823
55 47 43 40 a) - - -
S420M 1.8825

ão o e
S460M 1.8827
S275ML 1.8819
uç ent
S355ML 1.8834
63 55 51 47 40 31 27
S420ML 1.8836
S460ML 1.8838
pr u m

a)
Este valor corresponde a 27 J a -30 °C (ver Eurocódigo 3).
re doc

Quadro 7 – Valores mínimos da energia de rotura à flexão por choque sobre provetes com entalhe em V
transversais para aços obtidos por laminagem termomecânica, quando o ensaio de resistência ao choque com
od

provetes transversais foi acordado no acto de consulta e encomenda


Ver Opção 30
IP de

Valores mínimos da energia de rotura à flexão por


Designação
choque, em J, às temperaturas de ensaio, em °C, de
Segundo Segundo
© ão

EN 10027-1 e + 20 0 - 10 - 20 - 30 - 40 - 50
CR 10260 EN 10027-2
Q

S275M 1.8818
s

S355M 1.8823
es

31 27 24 20 - - -
S420M 1.8825
S460M 1.8827
pr

S275ML 1.8819
Im

S355ML 1.8834
40 34 30 27 23 20 16
S420ML 1.8836
S460ML 1.8838
NP
EN 10025-4
2009

p. 22 de 25

o
Anexo A

ida nic
(informativo)

Lista das designações anteriores correspondentes

oib tró
Quadro A.1 – Lista das designações anteriores correspondentes

pr lec
Designação Designações anteriores equivalentes em
segundo Segundo a Segundo a

ão o e
Alemanha Itália
a EN 10025-4 EN 10113-3:1993 UE 113-72
S275M 1.8818 S275M 1.8818 Fe E 275 KG TM - Fe E 275 KG TM
S275ML 1.8819 S275ML 1.8819 Fe E 275 KT TM - Fe E 275 KT TM
uç ent
S355M 1.8823 S355M 1.8823 Fe E 355 KG TM StE355 TM Fe E 355 KG TM
S355ML 1.8834 S355ML 1.8834 Fe E 355 KT TM TstE355 TM Fe E 355 KT TM
pr u m

S420M 1.8825 S420M 1.8825 Fe E 420 KG TM StE420 TM -


S420ML 1.8836 S420ML 1.8836 Fe E 420 KT TM TstE420 TM -
S460M 1.8827 S460M 1.8827 Fe E 460 KG TM StE460 TM Fe E 460 KG TM
re doc

S460ML 1.8836 S460ML 1.8836 Fe E 460 KT TM TstE460 TM Fe E 460 KT TM


od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-4
2009

p. 23 de 25

o
Anexo B

ida nic
(informativo)

Lista das normas nacionais correspondentes às EURONORMAS referenciadas

oib tró
Até as seguintes EURONORMAS serem transformadas em normas europeias, estas poderão ser

pr lec
implementadas ou referirem-se às normas nacionais correspondentes como listadas no Quadro B.1
NOTA: As normas indicadas no Quadro B.1 podem não ser estritamente similares embora tratem dos mesmos assuntos.

ão o e
Quadro B.1 – EURONORMAS com a correspondente norma nacional
Normas Nacionais correspondentes em
EURONORMA Reino-
uç ent
Alemanha França Espanha Itália Bélgica Portugal Suécia Áustria Noruega
-Unido
a)
19 DIN 1025 T5 NF A 45 205 BS 4 UNE 36-526 UNI 5398 NBN 533 NP-2116 SS 21 27 40 M 3262 -

53 a)
pr u m

DIN 1025 T2 NF A 45 201 BS 4 UNE 36-527 UNI 5397 NBN 633 NP-2117 SS 21 27 50 - NS 1907
DIN 1025 T3 UNE 36-528 - - - SS 21 27 51 - NS 1908
DIN 1025 T4 UNE 36-529 - - - SS 21 27 52 - -
re doc

UNI-EU NBN A 24-


54 a) DIN 1026-1 NF A 45 007 BS 4 UNE 36-525 NP-338 - M 3260 -
54 204
od

ECSC IC 2 SEW 088 NF A 36 000 BS 5135 - - - - SS 06 40 25 - -


a)
Esta EURONORMA está formalmente retirada, mas não existe norma europeia correspondente.
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-4
2009

p. 24 de 25

o
Bibliografia

ida nic
[1] EN ISO 1461 Hot dip galvanized coatings on fabricated iron and steel articles –
Specifications and test methods (ISO 1461:1999)

oib tró
[2] EN ISO 14713 Protection against corrosion of iron and steel structures – Zinc and
aluminium coatings – Guidelines (ISO 14713:1999)

pr lec
[3] ECSC IC 2 (1983) 2) Weldable fine-grained structural steels – Recommendations for processing,
in particular for welding

ão o e
uç ent
pr u m
re doc
od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im

2)
Até a ECSC IC 2 ser transformada num Relatório Técnico CEN, ela pode ser implementada ou referenciada às normas nacionais
correspondentes, lista das quais é dada no Anexo B desta Norma.
NP
EN 10025-4
2009

p. 25 de 25

o
Anexo NA

ida nic
(informativo)

Correspondência entre as normas europeias referidas na presente Norma e as

oib tró
normas nacionais

pr lec
Norma europeia Norma nacional Título

ão o e
EN 10020:2000 NP EN 10020:2002 Definição e classificação dos aços

EN 10027-2:1992 NP EN 10027-2:1993 Sistemas de designação dos aços – Parte 2: Sistema


numérico
uç ent
EN 10017:2004 NP EN 10017:2007 Fio laminado de aço não ligado para trefilagem e/ou
laminagem a frio – Dimensões e tolerâncias
pr u m

EN 10029:1991 NP EN 10029:1996 Chapas de aço laminadas a quente, de espessura igual ou


superior a 3 mm – Tolerâncias de dimensões, forma e
massa
re doc

EN 10034:1993 NP EN 10034:1998 Perfis estruturais I e M de aço de construção –


od

Tolerâncias de forma e dimensões

EN 10048:1996 NP EN 10048:1999 Banda estreita de aço laminada a quente – Tolerâncias de


IP de

dimensões e de forma

EN 10056-1:1997 NP EN 10056-1:2000 Cantoneiras de abas iguais e desiguais de aço de


construção – Parte 1: Dimensões
© ão
Q

EN 10056-2:1993 NP EN 10056-2:1998 Cantoneiras de abas iguais e desiguais de aço de


s

construção – Parte 2: Tolerâncias de forma e dimensões


es

EN 10067:1996 NP EN 10067:2000 Bolbos achatados laminados a quente – Dimensões e


tolerâncias de forma e nas dimensões e massa
pr

EN 10279:2000 NP EN 10279:2008 Perfis em U de aço laminados a quente – Tolerâncias na


forma, nas dimensões e na massa
Im

Você também pode gostar