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NP

Norma EN 10025-6:2004+A1
2009
Portuguesa
Portuguesa
Portuguesa

o
Produtos laminados a quente de aços de construção

ida nic
Parte 6: Condições técnicas de fornecimento para produtos planos de
aço de construção de alto limite elástico no estado temperado e
revenido

oib tró
Produits laminés à chaud en aciers de construction

pr lec
Partie 6: Conditions techniques de livraison pour produits plats en aciers à haute
limite d'élasticité à l'état trempé et revenu

ão o e
Hot rolled products of structural steels
Part 6: Technical delivery conditions for flat products of high yield strength structural
uç ent
steels in the quenched and tempered condition
pr u m
re doc
od
IP de

ICS HOMOLOGAÇÃO
© ão

77.140.10; 77.140.50 Termo de Homologação n.º 325/2009, de 2009-11-11


Q

DESCRITORES
Laminados; aços; aços de construção; elasticidade; temperatura;
s

aços de construção de grão fino; aços de alta resistência


es

mecânica ELABORAÇÃO
CATIM
CORRESPONDÊNCIA
Versão portuguesa da EN 10025-6:2004+A1:2009 EDIÇÃO
pr

Dezembro de 2009

CÓDIGO DE PREÇO
Im

X007

IPQ reprodução proibida

Rua António Gião, 2


2829-513 CAPARICA PORTUGAL

Tel. + 351-212 948 100 Fax + 351-212 948 101


E-mail: ipq@mail.ipq.pt Internet: www.ipq.pt
Preâmbulo nacional
À Norma Europeia EN 10025-6:2004+A1:2009 foi dado o estatuto de Norma Portuguesa em 2009-08-27
(Termo de Adopção n.º 1191/2009, de 2009-08-27).

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od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NORMA EUROPEIA EN 10025-6:2004+A1
EUROPÄISCHE NORM
NORME EUROPÉENNE
EUROPEAN STANDARD Maio 2009

ICS: 77.140.10; 77.140.50

o
ida nic
Versão portuguesa
Produtos laminados a quente de aços de construção

oib tró
Parte 6: Condições técnicas de fornecimento para produtos planos de aço de construção de alto limite
elástico no estado temperado e revenido

pr lec
Warmgewalzte Erzeugnisse Produits laminés à chaud en Hot rolled products of
aus Baustählen aciers de construction structural steels
Teil 6: Technische Partie 6: Conditions techniques Part 6: Technical delivery
Lieferbedingungen für de livraison pour produits plats conditions for flat products of

ão o e
Flacherzeugnisse aus Stählen en aciers à haute limite high yield strength structural
mit höherer Streckgrenze im d'élasticité à l'état trempé et steels in the quenched and
vergüteten Zustand revenu tempered condition
uç ent
pr u m

A presente Norma é a versão portuguesa da Norma Europeia EN 10025-6:2004+A1:2009, e tem o mesmo


estatuto que as versões oficiais. A tradução é da responsabilidade do Instituto Português da Qualidade.
re doc

Esta Norma Europeia foi ratificada pelo CEN em 2004-04-01 e inclui a emenda A1 ratificada pelo CEN em
2009-04-17.
od

Os membros do CEN são obrigados a submeter-se ao Regulamento Interno do CEN/CENELEC que define
as condições de adopção desta Norma Europeia, como norma nacional, sem qualquer modificação.
Podem ser obtidas listas actualizadas e referências bibliográficas relativas às normas nacionais
IP de

correspondentes junto do Secretariado Central ou de qualquer dos membros do CEN.


A presente Norma Europeia existe nas três versões oficiais (alemão, francês e inglês). Uma versão noutra
língua, obtida pela tradução, sob responsabilidade de um membro do CEN, para a sua língua nacional, e
notificada ao Secretariado Central, tem o mesmo estatuto que as versões oficiais.
© ão

Os membros do CEN são os organismos nacionais de normalização dos seguintes países: Alemanha,
Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França,
Q

Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos,
s

Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Suécia e Suíça.


es
pr

CEN
Im

Comité Europeu de Normalização


Europäisches Komitee für Normung
Comité Européen de Normalisation
European Committee for Standardization

Secretariado Central: Avenue Marnix 17, B-1000 Bruxelas

2009 CEN Direitos de reprodução reservados aos membros do CEN

Ref. nº EN 10025-6:2004+A1:2009 Pt
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o
Sumário Página

ida nic
Preâmbulo nacional ................................................................................................................................. 2

oib tró
Preâmbulo ................................................................................................................................................ 5

1 Objectivo e campo de aplicação........................................................................................................... 6

pr lec
2 Referências normativas ........................................................................................................................ 6

ão o e
3 Termos e definições .............................................................................................................................. 7

4 Classificação e designação....................................................................................................................
uç ent 7

5 Informação a ser fornecida pelo cliente .............................................................................................. 8

6 Processo de fabrico ............................................................................................................................... 9


pr u m

7 Requisitos .............................................................................................................................................. 9

8 Inspecção ............................................................................................................................................... 13
re doc

9 Preparação de amostras e provetes de ensaio .................................................................................... 14


od

10 Métodos de ensaio ............................................................................................................................... 15


IP de

11 Marcação, etiquetagem, embalagem ................................................................................................. 15

12 Reclamações ........................................................................................................................................ 15
© ão

13 Opções (ver 5.2)................................................................................................................................... 15


Q

Anexo A (informativo) Lista das designações anteriores correspondentes ......................................... 22


s
es

Anexo B (informativo) Lista das normas nacionais correspondentes à ECSC IC 2 referenciada..... 23

Anexo C (informativo) Raio interior mínimo recomendado para dobragem...................................... 24


pr

Bibliografia ............................................................................................................................................... 25
Im

Anexo NA (informativo) Correspondência entre as normas europeias referidas na presente


Norma e as normas nacionais ................................................................................................................. 26
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Preâmbulo

ida nic
A presente Norma (EN 10025-6:2004+A1:2009) foi elaborada pelo Comité Técnico ECISS/TC 10,
“Structural steels – Grades and qualities”, cujo secretariado é assegurado pelo DIN.
A esta Norma Europeia deve ser atribuído o estatuto de Norma Nacional, seja por publicação de um texto

oib tró
idêntico, seja por adopção, o mais tardar em Novembro de 2009, e as normas nacionais divergentes devem
ser anuladas, o mais tardar em Novembro de 2009.
Este documento inclui a Emenda 1 aprovada pelo CEN em 2009-04-17.

pr lec
Esta Norma substitui a EN 10025-6:2004 .
O início e o fim do texto introduzido ou alterado por esta emenda são indicados no texto por

ão o e
marcadores A1 A1
.
Texto anulado
uç ent
Os títulos das outras Partes da presente Norma Europeia são:
– Part 1: General technical delivery conditions;
– Part 2: Technical delivery conditions for non-alloy structural steels;
pr u m

– Part 3: Technical delivery conditions for normalized/normalized rolled weldable fine grain structural
steels;
re doc

– Part 4: Technical delivery conditions for thermomechanical rolled weldable fine grain structural steels;
– Part 5: Technical delivery conditions for structural steels with improved atmospheric corrosion
od

resistance.
A presente Norma foi elaborada no âmbito do mandato M/120 atribuído ao CEN pela Comissão Europeia e
IP de

pela Associação Europeia de Comércio Livre e vem apoiar os requisitos essenciais da Directiva dos Produtos
de Construção da UE (89/106/CEE). No que se refere às relações com a Directiva dos Produtos de
Construção da UE, consultar o Anexo informativo ZA que constitui parte integrante da EN 10025-1:2004.
© ão

De acordo com os Regulamentos Internos do CEN/CENELEC a presente Norma deve ser implementada
pelos organismos nacionais de normalização dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre,
Q

Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia,
s

Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido,
es

República Checa, Suécia e Suíça.


pr
Im
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o
1 Objectivo e campo de aplicação

ida nic
A Parte 6 desta Norma especifica, em adição com a Parte 1, as condições técnicas de fornecimento para
produtos planos em aços especiais ligados de alto limite elástico. As classes e qualidades são as dadas nos
Quadros 2 a 4 (composição química) e Quadros 5 a 7 (características mecânicas), e são fornecidos no estado

oib tró
temperado e revenido especificado em 6.3.
Os aços especificados na presente Norma são aplicáveis aos produtos planos laminados a quente com uma
espessura nominal mínima de 3 mm e espessura nominal máxima ≤ 150 mm para as classes S400, S500,

pr lec
S550, S620 e S690, de espessura nominal máxima ≤ 100 mm para a classe S890, e de espessura nominal
máxima ≤ 50 mm para a classe S960, após têmpera e revenido, com tensão de cedência mínima especificada
de 460 MPa1) a 960 MPa1).

2 Referências normativas
ão o e
uç ent
Os documentos a seguir referenciados são indispensáveis para a aplicação deste documento. Para referências
datadas apenas se aplica a edição citada. Para as referências não datadas aplica-se a última edição do
documento referenciado (incluindo as emendas).
pr u m

2.1 Normas gerais


EN 1011-2*) Welding – Recommendations for welding of metallic materials – Part2: Arc welding of
re doc

ferritic steels
EN 10020*) Definition and classification of grades of steel.
od

EN 10025-1:2004 Hot rolled products of structural steels – Part 1: General technical delivery conditions
EN 10027-1 Designation systems for steels – Part 1: Steel names, principal symbols
IP de

EN 10027-2*) Designation systems for steels – Part 2: Numerical systems


EN 10163-1 Delivery requirements for surface condition of hot-rolled steel plates, wide flats and
© ão

sections- Part 1: General requirements


Q

EN 10163-2 Delivery requirements for surface condition of hot-rolled steel plates, wide flats and
sections – Part 2: Plates and wide flats
s

EN 10164 Steel products with improved deformation properties perpendicular to the surface of
es

the product – Technical delivery conditions


Texto anulado
pr
Im

2.2 Normas de dimensões e tolerâncias


EN 10029*) Hot rolled steel plates 3 mm thick or above – Tolerances on dimensions, shape and mass
EN 10048*) Hot rolled narrow steel strip – Tolerances on dimensions and shape
EN 10051 Continuously hot-rolled uncoated plate, sheet and strip of non-alloy and alloy steels –
Tolerances on dimensions and shape

1)
1 MPa = 1 N/mm2.
*)
Já disponível em Português – ver Anexo NA (nota nacional).
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EN 10162 Cold rolled steel sections – Technical delivery conditions – Dimensional and cross-sectional

o
tolerances

ida nic
2.3 Normas de ensaio

oib tró
EN 10160 Ultrasonic testing of steel flat product of thickness equal to or greater than 6 mm (reflection
method)

pr lec
3 Termos e definições
Para os fins da presente Norma aplicam-se os termos e definições dados na EN 10025-1:2004 e os seguintes:

ão o e
3.1 tempera
Operação que consiste em arrefecer um produto ferroso mais rapidamente que em ar calmo.
uç ent
3.2 revenido
Tratamento térmico que se aplica a um produto ferroso, geralmente depois duma têmpera, ou outro
pr u m

tratamento térmico para levar as propriedades ao nível desejado.


Consiste no aquecimento a temperaturas especificadas (< Ac1) e uma ou mais imersões seguidas de
arrefecimento a uma taxa adequada.
re doc
od

4 Classificação e designação

4.1 Classificação
IP de

4.1.1 Principais classes de qualidade


De acordo com o sistema de classificação da EN 10020, todas as classes de aço especificadas nesta Norma
© ão

devem ser classificadas como aços especiais ligados.


Q

4.1.2 Classes e qualidades


s

Esta Norma especifica sete classes de aço. Elas diferem na sua tensão de cedência à temperatura ambiente.
es

Todas as classes de aço podem ser fornecidas nas seguintes qualidades, conforme especificado no acto da
consulta e encomenda:
pr

– com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão por choque a temperaturas superiores ou
iguais a -20 ºC, (sem símbolo);
Im

– com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão por choque a temperaturas superiores ou
iguais a -40 ºC, designado por L;
– com um valor mínimo especificado da energia de rotura à flexão por choque a temperaturas superiores ou
iguais a -60 ºC, designado por L1 (excepto o S960).
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4.2 Designação

o
ida nic
4.2.1 A designação deve ser conforme a EN 10025-1.
NOTA: Para uma lista de correspondência com as designações nacionais anteriores e designações anteriores da
EN 10113-2:1993, ver Anexo A, Quadro A.1.

oib tró
4.2.2 A designação deve conter:
– número desta Norma (EN 10025-6);

pr lec
– designação simbólica ou numérica do aço; a designação simbólica consiste em:
– símbolo S (para aço estrutural*));

ão o e
– a indicação do valor mínimo especificado da tensão de cedência para espessuras ≤ 50 mm expressa em
MPa1);
– estado de fornecimento Q;
uç ent
– a letra maiúscula L ou L1 para a qualidade com um valor mínimo especificado da energia de rotura à
flexão por choque a temperaturas não inferiores a -40 ºC ou -60 ºC.
pr u m

EXEMPLO: O aço estrutural (S) no estado normalizado com tensão de cedência mínima especificada à temperatura ambiente de
460 MPa1), no estado de fornecimento temperado e revenido (Q) e da qualidade L:
Aço EN 10025-6 – S460QL
re doc

ou
Aço EN 10025-6 - 1.8906
od

5 Informação a ser fornecida pelo cliente


IP de

5.1 Informação obrigatória


As informações que devem ser fornecidas pelo cliente no acto da encomenda são especificadas na
© ão

EN 10025-1.
Q

Além do especificado na EN 10025-1 as seguintes informações devem ser fornecidas pelo cliente no acto da
encomenda:
s
es

g) o tipo de documento de inspecção requerido (ver 8.2);

5.2 Opções
pr

Na secção 13 são especificadas várias opções. Caso o cliente não indique qualquer uma dessas opções, o
Im

fabricante deve fornecer de acordo com a especificação de base.

*)
Em Português são utilizados tradicionalmente os dois termos: “aços de construção” e “aços estruturais”. Na designação deste
tipo de aço opta-se por utilizar o termo “aço estrutural” para dar ênfase à função mais usual (nota nacional).
1)
1 MPa = 1 N/mm2.
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o
6 Processo de fabrico

ida nic
6.1 Processo de fabrico do aço
O processo de fabrico do aço deve estar de acordo com a EN 10025-1. Se especificado no acto da
encomenda, o processo de fabrico do aço deve ser indicado ao cliente.

oib tró
Ver opção 1.

pr lec
6.2 Desoxidação e tamanho do grão
Os aços especificados na presente Norma devem ser totalmente calmados. Os aços devem apresentar uma

ão o e
estrutura granulométrica fina contendo as quantidades suficientes de elementos de fixação do Azoto.

6.3 Estado de fornecimento


uç ent
Os produtos devem ser fornecidos no estado temperado e revenido (Q) conforme definido na secção 3.
NOTA: O tratamento por têmpera directa após laminagem a quente seguido de revenido, é considerado como equivalente a uma
têmpera e revenido convencionais.
pr u m

7 Requisitos
re doc

7.1 Generalidades
od

Os seguintes requisitos aplicam-se aquando da amostragem, preparação de provetes e ensaios especificados


nas secções 8, 9 e 10.
IP de

7.2 Composição química

7.2.1 A composição química determinada pela análise de vazamento deve estar conforme com os valores
indicados no Quadros 2. No caso de pedido especial do cliente, o fabricante deve informar o cliente, no acto
© ão

da consulta e encomenda, quais os elementos de liga adequados para a classe de aço requerida que serão
Q

intencionalmente adicionados ao material fornecer.


s

Ver opção 29.


es

7.2.2 Os limites superiores aplicáveis para a análise do produto são indicados no Quadro 3. O fabricante deve
informar o cliente, no acto da consulta e encomenda, quais os elementos de liga adequados para a classe de
pr

aço requerida que serão intencionalmente adicionados ao material fornecer. A análise do produto deve ser
efectuada quando especificada no acto da encomenda.
Im

Ver opção 2.

7.2.3 São indicados no Quadro 4 os valores máximos de carbono equivalente (CEV) admitidos, baseados na
análise de vazamento. Para a fórmula do valor de carbono equivalente ver 7.2.3 da EN 10025-1:2004.

7.2.4 Quando são fornecidos produtos com controlo do teor máximo de Si, como por exemplo para
galvanização por imersão a quente, pode haver a necessidade de aumentar o teor de outros elementos como o
C ou o Mn para alcançar as características mecânicas especificadas, o valor máximo do carbono equivalente
indicado no Quadro 4 deve ser aumentado conforme o seguinte:
– para Si ≤ 0,030 %, aumentar CEV de 0,02 %;
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– para Si ≤ 0,25 %, aumentar CEV de 0,01 %.

o
ida nic
7.3 Características mecânicas

7.3.1 Generalidades

oib tró
7.3.1.1 Sob as condições de inspecção e ensaios especificadas nas secções 8, 9 e 10 e no estado de
fornecimento especificado em 6.3, assim como após normalização por tratamento térmico após

pr lec
fornecimento, as características mecânicas devem estar em conformidade com os valores indicados nos
Quadros 5 a 7.

ão o e
7.3.1.2 Para produtos planos, é a espessura nominal que se toma em consideração.

7.3.2 Propriedades de choque


uç ent
7.3.2.1 A verificação do valor da energia de choque deve ser conforme a EN 10025-1.
Adicionalmente, o valor da energia de rotura à flexão por choque deve ser verificado, salvo acordo em
contrário (ver 7.3.2.2 e 7.3.2.3), sobre provetes longitudinais:
pr u m

a -20 C para a qualidade Q;


a -40 C para a qualidade QL;
re doc

a -60 C para a qualidade QL1;


od

7.3.2.2 Poderá ser acordada outra temperatura (indicada nos Quadros 6 e 7) no acto da consulta e
encomenda.
IP de

Ver opção 3.

7.3.2.3 Se acordado no acto da consulta e encomenda, devem ser aplicados os valores de energia de rotura à
flexão por choque no sentido transversal indicados no Quadro 7 em vez dos valores especificados para o
© ão

sentido longitudinal.
Q

Ver opção 30.


s

7.3.3 Propriedades de deformação melhoradas no sentido perpendicular à superfície


es

Se acordado no acto da encomenda, os produtos planos e longos devem estar conformes com um dos
requisitos da EN 10164.
pr

Ver opção 4.
Im

7.4 Características tecnológicas

7.4.1 Soldabilidade
Os aços especificados na presente Norma não são universalmente aptos para soldar segundo os diversos
processos, tendo em conta que o comportamento do aço durante a após a soldadura não depende só do
material, mas também das dimensões e forma, assim como das condições de fabricação e serviço dos
componentes.
Os requisitos gerais para a soldadura por arco eléctrico dos aços especificados nesta Norma devem estar de
acordo com o especificado na EN 1011-2.
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NOTA: O aumento da espessura e do nível de resistência do produto pode originar fissuração a frio. A fissuração a frio é

o
originada pela combinação dos seguintes factores:

ida nic
– quantidade de hidrogénio difusível no metal de adição;
– estrutura frágil na zona termicamente afectada;

oib tró
– concentrações significativas de tensões de tracção nas juntas soldadas.

7.4.2 Aptidão à conformação

pr lec
NOTA: Recomendações referentes à conformação a quente e a frio encontram-se no documento ECSC IC 2.

7.4.2.1 Generalidades

ão o e
NOTA: O documento CEN/TR 10347 fornece as recomendações relativas à conformação a quente, conformação a frio e a
endireitamento a quente.
uç ent
7.4.2.2 Conformação a quente
A conformação a quente não é recomendada para aços temperados e revenidos, assim como é muito
difícil de reproduzir o tratamento térmico necessário após a conformação a quente.
pr u m

7.4.2.3 Conformação a frio


re doc

7.4.2.3.1 Generalidades
od

NOTA: A conformação a frio conduz à redução da ductilidade. Adicionalmente é necessário ter em atenção o risco de rotura
devido ao endurecimento do material, quando submetido a um processo de galvanização por imersão a quente.

7.4.2.3.2 Aptidão à dobragem


IP de

Se especificado no acto da encomenda, as chapas e planos largos fornecidos no estado temperado e revenido
com uma espessura nominal ≤ 16 mm devem ser aptos à dobragem sem fissuração com raios de dobragem
internos por conformação a frio indicados no Anexo C.
© ão

Ver opção 11a.


Q

7.4.3 Aptidão à galvanização por imersão a quente


s
es

Os requisitos para a galvanização por imersão a quente devem ser acordados entre o fabricante e o cliente.
Para cumprimento dos requisitos deste revestimento deverão ser aplicadas as EN ISO 1461 e a
EN ISO 14713. A definição das classes apropriadas, baseada nos limites da composição química de acordo
pr

com o Quadro 1 pode ser usada a título indicativo.


Im
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Quadro 1 – Classes apropriadas à galvanização por imersão a quente baseadas na análise do vazamento

o
(a título indicativo)

ida nic
Classes Elementos % por massa
Si Si + 2,5 P P

oib tró
Classe 1 ≤ 0,030 ≤ 0,090 -
Classe 2ª) ≤ 0,35 - -
Classe 3 0,14 ≤ Si ≤ 0,25 - ≤ 0,035

pr lec
a)
A Classe 2 só se aplica a ligas de zinco especiais.

Para a classe 1 o valor máximo do carbono equivalente do Quadro 4 deve ser aumentado de 0,02. Para a

ão o e
classe 3 o valor máximo do carbono equivalente do Quadro 4 deve ser aumentado de 0,01.
Ver opção 5.
NOTA 1: A forma do produto, composição do banho de zinco, outros parâmetros de tratamento por imersão a quente e outros
uç ent
factores deverão ser considerados aquando do acordo dos requisitos para galvanização por imersão a quente.
NOTA 2: Na água, os produtos temperados poderão ser susceptíveis de fissuração por corrosão sob tensão após galvanização a
quente.
pr u m

7.5 Características da superfície


A EN 10163 partes 1 e 2 deve ser aplicada para as descontinuidades de superfície admissíveis para chapas e
re doc

planos largos e na reparação de defeitos superficiais por esmerilagem. Deve ser aplicada a classe A,
subclasse 1 da EN 10163-2. e pode ser acordada no acto da encomenda a classe B no caso de esmerilagem ou
od

as subclasses 2 e 3 no caso de reparações por soldadura.


Ver opção 15.
IP de

7.6 Sanidade interna


O nível admissível de imperfeições internas deve estar de acordo com EN 10025-1.
© ão

Ver opção 6 (para produtos planos).


Q
s

7.7 Dimensões, tolerâncias dimensionais e de forma, massa


es

7.7.1 As dimensões, assim como as tolerâncias dimensionais e de forma devem estar em conformidade com
os requisitos definidos na encomenda através da referência aos documentos relevantes referidos em 2.2 e de
pr

acordo com 2.2 e 7.7.1 da EN 10025-1:2004.


Para as tolerâncias da chapa laminada a quente, os requisitos de base devem estar em conformidade com a
Im

EN 10029, incluindo as tolerâncias de espessura para a classe A, salvo indicação em contrário no acto da
encomenda.
Ver opção 18.
Para chapa formatada laminada a quente, as tolerâncias da espessura devem estar em conformidade com a
EN 10051.

7.7.2 A massa nominal deve estar em conformidade com a EN 10025-1.


NP
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o
8 Inspecção

ida nic
8.1 Generalidades
Os produtos devem ser fornecidos com uma inspecção e ensaio específico que indiquem a conformidade com

oib tró
a encomenda e esta Norma.

8.2 Tipo de inspecção e documento de inspecção

pr lec
O tipo de documento de inspecção requerido deve estar conforme a EN 10025-1.
Ver opção 9.

ão o e
8.3 Frequência dos ensaios
uç ent
8.3.1 Amostragem
A verificação das características mecânicas deve ser efectuada por vazamento.
8.3.2 Unidades de ensaio
pr u m

8.3.2.1 Salvo especificação em contrário (ver 8.3.2.2), para a verificação das características mecânicas, deve
ser aplicada a seguinte unidade de ensaio:
re doc

– 40 toneladas ou fracção restante.


od

A unidade de ensaio deve compreender produtos da mesma forma, classe e qualidade, e da mesma gama de
espessuras conforme especificado no Quadro 5 para a tensão de cedência. A espessura nominal de todos os
produtos da mesma unidade de ensaio não se deve desviar mais de 5 mm da do produto de referência.
IP de

8.3.2.2 Se especificado no acto da encomenda apenas o ensaio de resistência ao choque ou o ensaio de


choque e o ensaio de tracção devem ser efectuados para cada unidade submetida a um tratamento térmico.
© ão

Ver opção 13a.


Q

Ver opção 14a.


s

8.3.3 Verificação da composição química


es

A verificação da composição química deve estar conforme a EN 10025-1.


Ver opção 2.
pr

8.4 Ensaios a efectuar na inspecção específica


Im

8.4.1 Devem ser efectuados os seguintes ensaios:


– a análise do vazamento para todos os produtos;
– o ensaio de tracção para todos os produtos;
– o ensaio de resistência ao choque para todos os produtos.
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 14 de 26

8.4.2 No acto da encomenda podem ser acordados os seguintes ensaios adicionais:

o
ida nic
a) o ensaio de resistência ao choque a uma outra temperatura ou sobre provetes transversais, para todos os
produtos (ver 7.3.2.2 e 7.3.2.3);
Ver opção 3.

oib tró
Ver opção 30.
b) a análise do produto (ver 8.3.3.2 da EN 10025-1:2004).

pr lec
Ver opção 2.

9 Preparação de amostras e provetes de ensaio

ão o e
9.1 Selecção e preparação das amostras para a análise química
A preparação das amostras para a análise do produto deve ser conforme a EN 10025-1.
uç ent
9.2 Localização e orientação das amostras e provetes para os ensaios mecânicos
pr u m

9.2.1 Generalidades
A localização e orientação das amostras e provetes para os ensaios mecânicos deve ser conforme a
EN 10025-1.
re doc

9.2.2 Preparação das amostras


od

Adicionalmente à EN 10025-1 as amostras devem ser colhidas:


– de qualquer produto da unidade de ensaio.
IP de

9.2.3 Preparação dos provetes de ensaio


A preparação dos provetes para os ensaios mecânicos deve ser conforme a EN 10025-1.
© ão

Adicionalmente à EN 10025-1 aplicam-se os seguintes requisitos:


Q

Para os provetes submetidos ao ensaio de tracção, pode ser utilizada toda a espessura do produto ou metade
s

da espessura do produto, mas uma superfície do produto deve ser mantida. Para produtos de espessura
es

superior a 30 mm também poderão ser utilizados provetes de secção circular cujo eixo se situe a ¼ da
espessura do produto. Em caso de litígio a espessura total da chapa deve ser subdividida em provetes
prismáticos de igual espessura. Deve ser considerada a média dos resultados individuais dos ensaios.
pr

9.2.4 Provetes para o ensaio de resistência à flexão por choque


Im

Adicionalmente à EN 10025-1 aplicam-se os seguintes requisitos:


– os provetes para o ensaio de resistência à flexão por choque devem ser retirados a ¼ da espessura para
chapas com espessura nominal 40 mm.

9.3 Identificação das amostras e provetes de ensaio


A identificação das amostras e provetes de ensaio deve ser conforme a EN 10025-1.
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 15 de 26

o
10 Métodos de ensaio

ida nic
10.1 Análise química
A análise química deve ser realizada conforme a EN 10025-1.

oib tró
10.2 Ensaios mecânicos

pr lec
Os ensaios mecânicos devem ser realizados conforme a EN 10025-1.
Adicionalmente à EN 10025-1 aplica-se a seguinte Nota:
NOTA: Os aços temperados e revenidos são excluídos do campo de aplicação da EN ISO 2566-1. Na prática, é admissível utilizar

ão o e
os valores da EN ISO 2566-1.

10.3 Ensaio por ultra-sons


uç ent
O ensaio por ultra-sons deve ser realizado conforme a EN 10025-1.

10.4 Contra-ensaios
pr u m

Os contra-ensaios devem ser realizados conforme a EN 10025-1.


re doc

11 Marcação, etiquetagem, embalagem


od

A marcação, etiquetagem e embalagem deve estar de acordo com a EN 10025-1.


Ver opção 10.
IP de

Adicionalmente à EN 10025-1, caso especificado no acto da consulta e encomenda, não deve existir
marcações por punção ou marcações por punção em zonas indicadas pelo cliente.
Ver opção 31.
© ão
Q

12 Reclamações
s

Qualquer reclamação deve ser tratada de acordo com a EN 10025-1.


es

13 Opções (ver 5.2)


pr

As seguintes opções da EN 10025-1:2004 são aplicáveis:


1) O processo de fabrico do aço da qualidade requerida deve ser indicado (ver 6.1).
Im

2) Deve ser realizada a análise do produto; o número de amostras e os elementos a serem determinados
devem ser objecto de acordo (ver 7.2.2, 8.3.3 e 8.4.2).
3) A temperatura à qual as características de resistência ao choque devem ser verificadas (ver 7.3.2.2 e
8.4.2).
4) Os produtos devem estar conformes com uma das propriedades de deformação melhoradas no sentido
perpendicular à superfície de acordo com a EN 10164 (ver 7.3.3).
5) O produto deve ser apto à galvanização por imersão a quente (ver 7.4.3).
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 16 de 26

6) Para os produtos planos com espessura ≥ 6 mm, a ausência de defeitos internos deve ser verificada de

o
acordo com a EN 10160 (ver 7.6 e 10.3).

ida nic
9) A inspecção das características de superfície e dimensões deve ser comprovada pelo cliente nas
instalações do fabricante (ver 8.2).

oib tró
10) O tipo de marcação requerido (ver secção 11).
Adicionalmente às opções da EN 10025-1:2004, aplicam-se as seguintes opções aos produtos conforme a
EN 10025-6:

pr lec
11a) As folhas, chapas, bandas e planos largos com uma espessura nominal ≤ 16 mm, devem ser aptas à
dobragem a frio sem fissuras (ver 7.4.2.2.1).

ão o e
13a) Para cada unidade submetida a tratamento térmico devem ser verificadas as características de
resistência ao choque (ver 8.3.2.2).
14a) Para cada unidade submetida a tratamento térmico devem ser verificadas as características de
uç ent
resistência ao choque e as características à tracção (ver 8.3.2.2).
15) Para chapas e planos largos, nas descontinuidades de superfície admissíveis e na reparação dos defeitos
superficiais por esmerilagem e/ou soldadura deve ser aplicada uma outra classe que não a classe A,
pr u m

subclasse 1 da EN 10163-2 (ver 7.5.2).


18) Para chapas laminadas a quente, aplicam-se outras tolerâncias que não as da classe A da EN 10029
(ver 7.7.1).
re doc

29) O fabricante deve informar o cliente, no acto da consulta e encomenda, quais os elementos de liga
adequados para a classe de aço requerida que serão intencionalmente adicionados ao material fornecer
od

(ver 7.2.1).
30) As características de resistência à flexão por choque devem ser verificadas em provetes transversais com
IP de

entalhe em V (ver 7.3.2.3 e 8.4.2).


31) Não é permitida a marcação do aço com punção ou a marcação com punção deve ser realizada no local
indicado pelo cliente (ver secção 11).
© ão

Quadro 2 – Composição química da análise de vazamento para aços temperados e revenidos a)


Q

C Si Mn P S N B Cr Cu Mo Nb Ni Ti V Zr
s

Classe Qualidade % % % % % % % % % % % % % % %
es

máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. b) máx. máx. b) máx. b) máx. b)
pr

(sem símbolo) 0,20 0,025 0,015


Todas as
L 0,20 0,80 1,70 0,020 0,010 0,015 0,0050 1,50 0,50 0,70 0,06 2,0 0,05 0,12 0,15
classes
Im

L1 0,20 0,020 0,010


a)
Para se obterem as características especificadas, o fabricante poderá adicionar ao aço um ou mais elementos de liga sem
ultrapassar os teores limites indicados na encomenda, em função da espessura do produto e condições de fabrico (ver 7.2.2).
b)
O teor mínimo de elementos de afinação do grão deve ser pelo menos 0,015 %. O alumínio faz igualmente parte destes
elementos. O teor mínimo de 0,015 % aplica-se ao alumínio solúvel, sendo considerado como atingido se o teor de alumínio
total é de pelo menos 0,018 %; em caso de litígio deve ser determinado o teor de alumínio solúvel.
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 17 de 26

Quadro 3 – Composição química da análise do produto baseada no Quadro 2 a)

o
ida nic
C Si Mn P S N B Cr Cu Mo Nb Ni Ti V Zr
Classe Qualidade % % % % % % % % % % % % % % %
b) b) b)
máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx. máx.b)

oib tró
(sem símbolo) 0,030 0,017
Todas as
L 0,22 0,86 1,80 0,025 0,012 0,016 0,0060 1,60 0,55 0,74 0,07 2,1 0,07 0,14 0,17

pr lec
classes
L1 0,025 0,012
a)
Para se obterem as características especificadas, o fabricante poderá adicionar ao aço um ou mais elementos de liga sem

ão o e
ultrapassar os teores limites indicados na encomenda, em função da espessura do produto e condições de fabrico (ver 7.2.2).
b)
O teor mínimo de elementos de afinação do grão deve ser pelo menos 0,010 %. O alumínio faz igualmente parte destes
elementos. O teor mínimo de 0,010 % aplica-se ao alumínio solúvel, sendo considerado como atingido se o teor de alumínio
total é de pelo menos 0,013 %; em caso de litígio deve ser determinado o teor de alumínio solúvel.
uç ent
pr u m
re doc
od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 18 de 26

Quadro 4 – CEV máximo, baseado na análise de vazamento, dos aços temperados e revenidos a)

o
ida nic
CEV em % para os produtos de espessura
Designação
nominal, em mm
Segundo a EN 10027-1 Segundo a ≤ 50 > 50 > 100
≤ 100 ≤ 150

oib tró
Texto anulado EN 10027-2
S460Q 1.8908

pr lec
S460QL 1.8906 0,47 0,48 0,50
S460QL1 1.8916
S500Q 1.8924

ão o e
S500QL 1.8909 0,47 0,70 0,70
S500QL1
uç ent 1.8984
S550Q 1.8904
S550QL 1.8926 0,65 0,77 0,83
S550QL1 1.8986
pr u m

S620Q 1.8914
S620QL 1.8927 0,65 0,77 0,83
S620QL1 1.8987
re doc

S690Q 1.8931
od

S690QL 1.8928 0,65 0,77 0,83


S690QL1 1.8988
S890Q 1.8940
IP de

S890QL 1.8983 0,72 0,82 -


S890QL1 1.8925
© ão

S960Q 1.8941
Q

0,82 - -
s

S960QL 1.8933
a)
es

Para um aumento opcional dos elementos que influenciam o CEV ver 7.4.3.
pr
Im
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 19 de 26

Quadro 5 – Características mecânicas à temperatura ambiente para aços temperados e revenidos

o
ida nic
Tensão de cedência Percentagem
Tensão de rotura Rm mínima de
superior mínima ReH
alongamento após
Designação MPa a) MPa a) rotura

oib tró
Espessura nominal Espessura nominal %
mm mm Lo = 5,65√So

pr lec
Segundo a Segundo a ≥3 > 50 > 100 ≥3 > 50 > 100
EN 10027-1 EN 10027-2
Texto anulado ≤ 50 ≤ 100 ≤ 150 ≤ 50 ≤ 100 ≤ 150

ão o e
S460Q 1.8908
S460QL 1.8906 460 440 400 550 a 720 500 a 670 17
S460QL1 1.8916
uç ent
S500Q 1.8924
S500QL 1.8909 500 480 440 590 a 770 540 a 720 17
pr u m

S500QL1 1.8984
S550Q 1.8904
S550QL 1.8926 550 530 490 640 a 820 590 a 770 16
re doc

S550QL1 1.8986
od

S620Q 1.8914
S620QL 1.8927 620 580 560 700 a 890 650 a 830 15
IP de

S620QL1 1.8987
S690Q 1.8931
© ão

S690QL 1.8928 690 650 630 770 a 940 760 a 930 710 a 900 14
Q

S690QL1 1.8988
S890Q 1.8940
s
es

S890QL 1.8983 890 830 - 940 a 1100 880 a 1100 - 11


S890QL1 1.8925
pr

S960Q 1.8941
960 - - 980 a 1150 - - 10
Im

S960QL 1.8933
a)
1MPa = 1 N/mm2.
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 20 de 26

Quadro 6 – Valores mínimos da energia de rotura à flexão por choque sobre provetes com entalhe em V

o
longitudinais para aços temperados e revenidos

ida nic
Valores mínimos da energia de rotura à
Designação flexão por choque, em J, às temperaturas de
ensaio, em C, de

oib tró
Segundo a EN 10027-1 Segundo a
0 -20 -40 -60
Texto anulado EN 10027-2

pr lec
S460Q 1.8908
S500Q 1.8924
S550Q 1.8904

ão o e
S620Q 1.8914 40 30 - -
S690Q 1.8931
uç ent
S890Q 1.8940
S960Q 1.8941
S460QL 1.8906
pr u m

S500QL 1.8909
S550QL 1.8926
S620QL 1.8927 50 40 30 -
re doc

S690QL 1.8928
od

S890QL 1.8983
S960QL 1.8933
S460QL1 1.8916
IP de

S500QL1 1.8984
S550QL1 1.8986
60 50 40 30
S620QL1 1.8987
© ão

S690QL1 1.8988
Q

S890QL1 1.8925
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 21 de 26

Quadro 7 – Valores mínimos da energia de rotura à flexão por choque sobre provetes com entalhe em V

o
transversais para aços normalizados, quando o ensaio de resistência ao choque com provetes transversais foi

ida nic
acordado no acto de consulta e encomenda
Ver Opção 30
Valores mínimos da energia de rotura à

oib tró
Designação flexão por choque, em J, às temperaturas de
ensaio, em C, de

pr lec
Segundo a EN 10027-1 Segundo a
0 - 20 - 40 - 60
Texto anulado EN 10027-2
S460Q 1.8908

ão o e
S500Q 1.8924
S550Q 1.8904
S620Q 1.8914 30 27 - -
uç ent
S690Q 1.8931
S890Q 1.8940
S960Q 1.8941
pr u m

S460QL 1.8906
S500QL 1.8909
S550QL 1.8926
re doc

S620QL 1.8927 35 30 27 -
od

S690QL 1.8928
S890QL 1.8983
S960QL 1.8933
IP de

S460QL1 1.8916
S500QL1 1.8984
© ão

S550QL1 1.8986
40 35 30 27
Q

S620QL1 1.8987
S690QL1 1.8988
s

S890QL1 1.8925
es
pr
Im
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 22 de 26

o
Anexo A

ida nic
(informativo)

Lista das designações anteriores correspondentes

oib tró
pr lec
Quadro A.1 – Lista das designações anteriores correspondentes
Designações anteriores equivalentes em

ão o e
Designação segundo
a EN 10025-6 Segundo a Segundo a
Alemanha França Suécia
EN 10137-2:1995 EU 137 (1983)
S460Q 1.8908 S460Q 1.8908 Fe E 460 V -
uç ent
S460QL 1.8906 S460QL 1.8906 Fe E 460 V KT TStE 460 V E 460 T
pr u m

S460QL1 1.8916 S460QL1 1.8916 -


S500Q 1.8924 S500Q 1.8924 Fe E 500 V StE 500 V 2614

S500QL 1.8909 S500QL 1.8909 Fe E 500 V KT TStE 500 V E 500 T 2615


re doc

S500QL1 1.8984 S500QL1 1.8984 EStE 500 V


od

S550Q 1.8904 S550Q 1.8904 Fe E 550 V StE 550 V

S550QL 1.8926 S550QL 1.8926 Fe E 550 V KT TStE 550 V E 550 T


IP de

S550QL1 1.8986 S550QL1 1.8986 EStE 550 V


S620Q 1.8914 S620Q 1.8914 Fe E 620 V StE 620 V
© ão
Q

S620QL 1.8927 S620QL 1.8927 Fe E 620 V KT TStE 620 V E 620 T


s

S620QL1 1.8987 S620QL1 1.8987 EStE 620 V


es

S690Q 1.8931 S690Q 1.8931 StE 690 V 2624

S690QL 1.8928 S690QL 1.8928 Fe E 690 V KT TStE 690 V E 690 T 2625


pr

S690QL1 1.8988 S690QL1 1.8988 EStE 690 V


Im

S890Q 1.8940 S890Q 1.8940 --


S890QL 1.8983 S890QL 1.8983 TStE 890 V --
S890QL1 1.8925 S890QL1 1.8925 EStE 890 V
S960Q 1.8941 S960Q 1.8941 --
S960QL 1.8933 S960QL 1.8933 TStE 960 V E 960 T
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 23 de 26

o
Anexo B

ida nic
(informativo)

Lista das normas nacionais correspondentes à ECSC IC 2 referenciada

oib tró
pr lec
Até a ECSC IC 2 ser transformada em Relatório Técnico do CEN, estas poderão ser implementadas ou
referirem-se às normas nacionais correspondentes como listadas no Quadro B.1.

Quadro B.1 – ECSC IC 2 com a correspondente norma nacional

ão o e
Normas Nacionais correspondentes em
EURONORMA
Alemanha França Reino-Unido Suécia
uç ent
ECSC IC 2 SEW 088 NF A 36 000 BS 5135 SS 06 40 25
pr u m
re doc
od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 24 de 26

o
Anexo C

ida nic
(informativo)

Raio interior mínimo recomendado para dobragem

oib tró
Quadro C.1 – Raio interior mínimo recomendado para dobragem

pr lec
Raio interior mínimo recomendado para
dobragem para espessuras nominais (t) 3 ≤ t ≤ 16
Designação

ão o e
mm
a)

Segundo EN 10027-1 Eixo de dobragem


Segundo Eixo de dobragem na
uç ent
na direcção
Texto anulado EN 10027-2 direcção longitudinal
transversal
S460Q 1.8908 3,0t 4,0t
pr u m

S460QL 1.8906 3,0t 4,0t


S460QL1 1.8916 3,0t 4,0t
S500Q 1.8924 3,0t 4,0t
re doc

S500QL 1.8909 3,0t 4,0t


od

S500QL1 1.8984 3,0t 4,0t


S550Q 1.8904 3,0t 4,0t
S550QL 1.8926 3,0t 4,0t
IP de

S550QL1 1.8986 3,0t 4,0t


S620Q 1.8914 3,0t 4,0t
S620QL 1.8927 3,0t 4,0t
© ão

S620QL1 1.8987 3,0t 4,0t


Q

S690Q 1.8931 3,0t 4,0t


s

S690QL 1.8928 3,0t 4,0t


es

S690QL1 1.8988 3,0t 4,0t


S890Q 1.8940 3,0t 4,0t
pr

S890QL 1.8983 3,0t 4,0t


S890QL1 1.8925 3,0t 4,0t
Im

S960Q 1.8941 4,0t 5,0t


S960QL 1.8933 4,0t 5,0t
a)
Estes valores são aplicáveis para ângulos de dobragem ≤ 90°.
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 25 de 26

o
Bibliografia

ida nic
oib tró
[1] EN ISO 1461 Hot dip galvanized coatings on fabricated iron and steel articles –
Specifications and test methods (ISO 1461:1999)
[2] EN ISO 2566-1 Steel – Conversion of elongation values – Part 1: Carbon and low alloy steels

pr lec
(ISO 2566-1:1984)
[3] EN ISO 14713 Protection against corrosion of iron and steel structures – Zinc and aluminium
coatings – Guidelines (ISO 14713:1999)

ão o e
[4] CEN/TR Guidance for forming of structural steels in processing
10347
uç ent
pr u m
re doc
od
IP de
© ão
Q
s
es
pr
Im
NP
EN 10025-6:2004+A1
2009

p. 26 de 26

o
Anexo NA

ida nic
(informativo)

Correspondência entre as normas europeias referidas na presente Norma e as

oib tró
normas nacionais

pr lec
Norma europeia Norma nacional Título

Soldadura – Recomendações para a soldadura de

ão o e
EN 1011-2:2001 NP EN 1011-2+A1:2008
materiais metálicos – Parte 2: Soldadura por arco de
uç ent aços ferríticos

EN 10020:2000 NP EN 10020:2002 Definição e classificação dos aços

EN 10027-2:1992 NP EN 10027-2:1993 Sistemas de designação dos aços – Parte 2: Sistema


numérico
pr u m

EN 10029:1991 NP EN 10029:1996 Chapas de aço laminadas a quente, de espessura igual


ou superior a 3 mm – Tolerâncias de dimensões,
re doc

forma e massa
od

EN 10048:1996 NP EN 10048:1999 Banda estreita de aço laminada a quente –


Tolerâncias de dimensões e de forma
IP de
© ão
Q
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