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1. Considere as seguintes afirmativas sobre as desvantagens das osteotomias de cunha aberta.

I — Reabilitação menos agressiva.


II — Mais difícil de controlar a inclinação tibial no plano coronal.
III — Pode alterar a altura patelar.
IV — Pode alongar excessivamente o membro inferior.

Quais estão corretas?

a) Apenas I e II.

b) Apenas I, III e IV.

c) Apenas II e III.

d) Apenas I, II e III.

2. Homem de 47 anos, que sofre de osteoartrose do joelho, é submetido à osteotomia


valgizante proximal da tíbia, fixada por pinos e um fixador externo. Após 8 horas da
cirurgia, o paciente se queixa de dor importante na perna, não aliviada por analgésicos. O
exame revela que o paciente é incapaz de fazer a dorsiflexão dos dedos do pé. O membro é
elevado, mas os sintomas persistem após 2 horas. Qual é o diagnóstico mais provável?

a) Embolia arterial.

b) Perda da fixação e desvio da osteotomia.

c) Tromboflebite aguda.

d) Síndrome compartimental.

3. Sobre as principais causas de complicações relacionadas às osteotomias, assinale V


(verdadeiro) ou F (falso).

( ) Erro na seleção do paciente.


( ) Planejamento pré-operatório errôneo.
( ) Deformidade grave da articulação do joelho.
( ) Técnica cirúrgica inadequada.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

a) V — V — F — F

b) V — F — V — F
c) V — V — F — V

d) F — V — V — F

4. No acesso de Hardinge, o limite da dissecção proximal do m. glúteo médio é:

a) a corona mortis.

b) o nervo pudendo.

c) o nervo glúteo superior.

d) o nervo glúteo inferior.

5. No acesso de Hardinge, o plano internervos:

a) situa-se entre o n. femoral e o n. glúteo superior.

b) situa-se entre os nervos glúteos superior e inferior.

c) situa-se entre o n. femoral e o n. glúteo inferior.

d) não existe.

6. Sobre a dor crônica na coluna lombar, é correto afirmar que:

a) sempre há evento causador.

b) falta de atividade física é cofator importante.

c) não é influenciada por aspectos culturais.

d) a definição exclui dor psicossomática.

7. Quando se deve solicitar exame de imagem na lombociatalgia aguda?

a) Nunca.

b) Imediatamente, em caso de dor intensa.

c) Após 6 semanas, excluídos sinais de alerta.

d) Após 12 semanas, excluídos sinais de alerta.

8. Considere as seguintes opções cirúrgicas, eficazes no tratamento da lombociatalgia


crônica:

I — estimulação cerebral profunda.


II — rizotomia lombar.
III — neuromodulação espinhal.
IV — bomba intratecal.

Quais estão corretas?


a) Apenas I, II e III.

b) Apenas I, II e IV.

c) Apenas I, III e IV.

d) Apenas II, III e IV.

9. São programas voltados para educação médica em parceria com a SBOT:

a) PERTO e PROATO.

b) PERTO e ORTHOEDUCA.

c) PROATO E ORTHOEDUCA.

d) PERTO, PROATO E ORTHOEDUCA.

10. São aplicativos desenvolvidos em parceira com a SBOT com intuito de treinar para o
Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT):

a) Contusões Extraordinárias e treinador Mundipharma.

b) Luxações Extraordinárias e coach Mundipharma.

c) Luxações Extraordinárias e treinador Mundipharma.

d) Contusões Extraordinárias e coach Mundipharma.

11. É um simulador cirúrgico interativo 3D:

a) Knee Decide.

b) Knee Pro III.

c) Touch Surgery.

d) ICUC.

12. Assinale a alternativa correta a respeito do tratamento artroscópico dos corpos livres
intra-articulares no quadril.

a) O diagnóstico pode ser facilmente determinado pelo exame físico do quadril.

b) O tratamento artroscópico oferece menor morbidade e menor dor pós-operatória e retorno mais
rápido às atividades, quando comparado com a artrotomia aberta.

c) A remoção artroscópica dos corpos livres promove melhora significativa do quadro álgico até
mesmo em casos de osteoartrose avançada do quadril.

d) Os fragmentos de sinóvia, pela sua consistência, geralmente não cursam com sintomatologia
quando livres na articulação.
13. Assinale a alternativa correta sobre as lesões condrais do acetábulo.

a) A mosaicoplastia da cabeça femoral é classicamente realizada por via aberta; ainda não há
estudos a longo prazo por via artroscópica.

b) As lesões condrais da superfície da cabeça femoral ocorrem mais comumente no impacto


femoroacetabular.

c) A cartilagem articular da cabeça femoral é mais espessa, o que resulta em maior dificuldade
técnica.

d) A lesão iatrogênica da cartilagem articular apresenta bom prognóstico.

14. Considere as seguintes afirmações sobre as indicações de artroscopia na artrite


degenerativa, e assinale V (verdadeiro) ou F (falso).

( ) Quanto mais avançado o grau de osteoartrose, melhores os resultados funcionais com


artroscopia.
( ) Tem melhor indicação quanto mais idoso for o paciente.
( ) Sintomas recentes favorecem a indicação artroscópica.
( ) A dor na ausência de sintomas mecânicos não é uma boa indicação de artroscopia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

a) V — F — F — V

b) F — F — V — V

c) F — V — V — F

d) V — F — V — F

15. A melhor conduta quando o pino de Schanz apresenta secreção purulenta consiste em:

a) curativos diários e antibioticoprofilaxia.

b) curativos diários e antibioticoterapia.

c) retirada dos pinos de Schanz e antibioticoprofilaxia.

d) retirada dos pinos de Schanz e antibioticoterapia.

16. No tratamento definitivo da fratura exposta da tíbia após fixador externo, os melhores
resultados são obtidos com:

a) haste intramedular fresada e placa ponte.

b) haste intramedular não fresada e placa ponte.

c) haste intramedular fresada ou haste intramedular não fresada.

d) placa ponte e órtese funcional de Sarmiento.


17. Sobre a espondilolistese ístmica, é correto afirmar que:

a) ocorre em L5–S1 em 40% dos casos.

b) a raiz mais frequentemente acometida é a de S1.

c) nos adultos, o escorregamento geralmente é menor do que 50%.

d) ocorre apenas devido à fratura por stress na faceta articular.

18. A classificação da espondilolistese do Spinal Deformity Study Group (SDSG) se baseia em


3 características, que podem ser avaliadas na radiografia sagital da coluna e pelve: 1. grau de
escorregamento (baixo ou alto); 2. incidência pélvica (baixa, normal ou alta); 3. equilíbrio
espinopélvico (equilibrado ou desequilibrado). Nesse sentido, é correto afirmar que:

a) a espondilolistese do tipo I caracteriza-se por incidência pélvica (PI) normal (45–60 graus),
pelve e coluna balanceadas, sem cifose lombossacral.

b) a espondilolistese do tipo II caracteriza-se por PI alta (> 60 graus), pelve e coluna balanceadas,
com cifose lombossacral.

c) a espondilolistese do tipo III caracteriza-se por PI > 60 graus, pelve e coluna balanceadas, pode
haver cifose lombossacral.

d) a espondilolistese do tipo VI caracteriza-se por PI > 60 graus, pelve retrovertida e coluna


desequilibrada, com cifose lombossacral.

19. Segundo a classificação do Spinal Deformity Study Group, os pacientes cirúrgicos que
merecem correção dos parâmetros espinopélvicos apresentam:

a) incidência pélvica > 60 graus, pelve retrovertida, coluna desequilibrada e cifose lombossacral.

b) incidência pélvica > 60 graus, pelve e coluna balanceadas e sem cifose lombossacral.

c) incidência pélvica normal (45–60 graus), pelve e coluna balanceadas e sem cifose lombossacral.

d) incidência pélvica baixa (< 45 graus), pelve e coluna balanceadas e sem cifose lombossacral.

20. A viscossuplementação tem como objetivo a:

a) lubrificação articular.

b) regeneração tecidual.

c) cicatrização tecidual.

d) produção de mediador anti-inflamatório.

21. Sobre o papel dos exercícios terapêuticos orientados para o tratamento não
farmacológico da artrose, é correto afirmar que:
a) no tratamento da OA da coluna e dos membros inferiores, devem-se incentivar as atividades
com impacto ou que envolvam rotação sobre o próprio eixo, principalmente no início do
tratamento, quando ainda não há uma capacidade muscular tônica adequada.

b) uma comparação entre atividades realizadas em solo e em água mostrou que ambas reduzem a
dor e melhoram a forma física, porém os exercícios realizados em água foram inferiores no alívio
da dor antes e depois da caminhada, evidenciando que a hidroterapia é uma opção de tratamento a
ser evitada, principalmente nas fases iniciais da doença.

c) atualmente, também se foca no fortalecimento do CORE, centro de gravidade do corpo, o qual é


responsável por distribuir as forças necessárias para todos os movimentos, com aumento do
equilíbrio e controle corporal mais eficaz. O CORE inclui 29 músculos, sendo que os principais
são os abdominais, os lombares e os do assoalho pélvico.

d) os programas do método de Pilates baseiam-se no trabalho do CORE, mas existem poucos


artigos na literatura mostrando o real benefício desse método de tratamento para os pacientes
portadores de OA e dor crônica, e também não há consenso sobre a frequência, a intensidade e os
tipos de exercícios mais vantajosos para esses pacientes.

22. Quanto ao tratamento farmacológico da osteoartrose, é correto afirmar que:

a) no guia de orientações da American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS), de 2013, há


alta recomendação ao uso de anti-inflamatório não hormonal (AINH) para o tratamento da dor na
osteoartrose. Porém, os estudos sobre o uso tanto de analgésicos quanto o de opiáceos permanecem
inconclusivos.

b) o guia de orientações da American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS), de 2013, não


recomenda o uso de AINH para o tratamento da dor na osteoartrose, e os estudos sobre o uso tanto
de analgésicos quanto o de opiáceos são conclusivos.

c) o guia de orientações da AAOS, de 2013, é conclusivo quanto à eficácia e recomendação do uso


do plasma rico em plaquetas (PRP) intra-articular para tratamento da osteoartrose.

d) o guia de orientações da AAOS, de 2013, é conclusivo quanto à eficácia e recomenda o uso do


corticoide intra-articular para tratamento da OA.

23. Sobre o prognóstico da mielomeningocele, é correto afirmar que:

a) pacientes com nível torácico têm bom prognóstico de marcha após correção de deformidades e
uso de órteses.

b) a luxação do quadril é comum no nível sacral, devido ao desequilíbrio muscular, e piora o


prognóstico de marcha.

c) a presença do músculo glúteo médio é essencial para a aquisição de marcha comunitária.

d) pacientes com nível sacral apresentam o melhor prognóstico de marcha.

24. A escala de mobilidade funcional, do inglês functional mobility scale (FMS), foi
inicialmente idealizada para descrever a mobilidade funcional em crianças com paralisia
cerebral. Hoje, outros autores a utilizam com sucesso nos pacientes com mielomeningocele. A
FMS permite classificar rapidamente a mobilidade do paciente em três distâncias: em casa
(5m), na escola (50m) e na comunidade (500m). Em cada uma destas distâncias, associam-se
números (1 a 6) que mostram o tipo de auxílio utilizado na mobilidade. Nesse sentido, é
correto afirmar que:

a) o número 1 indica que o paciente é independente em todas as superfícies.

b) o número 2 indica que o paciente é independente em superfícies planas.

c) o número 1 indica que o paciente faz uso de cadeira de rodas.

d) o número 2 indica que o paciente faz uso de um par de muletas canadenses.

25. No contexto das deformidades ortopédicas na mielomeningocele, considerando a luxação


do quadril, é correto afirmar que:

a) a correção da luxação coxofemoral e da displasia acetabular está indicada na maioria dos casos.

b) a luxação pode ser de origem teratogênica ou devida ao desequilíbrio muscular entre os


músculos flexores/adutores e os músculos extensores/abdutores (ausência dos mecanismos de
contenção da cabeça femoral dentro do acetábulo) associada à frouxidão cápsulo-ligamentar. Pode
ser uni ou bilateral, mas é menos frequente nos níveis funcionais altos.

c) o prognóstico de marcha não se altera na presença de luxação do quadril devido à alteração na


sensibilidade da pele e, muitas vezes, à ausência de propriocepção desses pacientes.

d) pacientes do nível lombar baixo e sacral que apresentam alterações rotacionais dos membros
inferiores à custa de aumento ou diminuição da rotação dos quadris não devem ser submetidos à
análise de marcha.

26. Onde o ligamento anterolateral (LAL) se insere?

a) Tíbia

b) Menisco.

c) Fíbula.

d) Menisco e tíbia.

27. O ligamento anterolateral (LAL), quando reconstruído anatomicamente na posição


femoral posterior e proximal ao epicôndilo lateral, apresenta qual dos seguintes
comportamentos com a movimentação do joelho?

a) Tenso em extensão e frouxo em flexão.

b) Tenso em flexão e frouxo em extensão.

c) Isométrico, tenso em flexão e extensão.

d) Isométrico, frouxo em flexão e extensão.

28. Na reconstrução do ligamento anterolateral (LAL), o objetivo é suplementar a


estabilização:
a) anteroposterior, avaliada no teste de Lachman.

b) anteroposterior, avaliada no teste da gaveta anterior.

c) rotatória para rotação interna, avaliada no teste de pivot shift.

d) rotatória para rotação externa, avaliada no teste de pivot shift.

29. Sobre as fraturas da mão na criança, assinale a alternativa correta.

a) A incidência de fratura tem distribuição bimodal, sendo mais frequente entre 0 e 4 anos de idade
e entre 10 e 14 anos de idade.

b) A fratura mais comum é a da falange média do quinto dedo.

c) As fraturas fisárias representam 20 a 30% de todas as fraturas na mão de crianças e são


predominantemente do tipo I de Salter-Harris.

d) Verificam-se com frequência distúrbios do crescimento nos dedos acometidos por fraturas
fisárias.

30. A fratura descrita por Seymour é:

a) causada por hiperextensão ou esmagamento.

b) também conhecida como “dedo em martelo”.

c) uma fratura com hematoma subungueal e de tratamento não cirúrgico.

d) uma fratura exposta da placa epifisária da falange distal com desvio e associada à laceração do
leito ungueal.

31. Nas fraturas intra-articulares das falanges em crianças, haverá indicação para
tratamento cirúrgico se houver incongruência articular entre:

a) 1 e 2mm, e a preferência é pela redução incruenta e fixação com fios de Kirschner.

b) 3 e 4mm, e a preferência é pela redução cruenta e fixação com fios de Kirschner.

c) 1 e 2mm, e a preferência é pela redução cruenta e fixação com fios de Kirschner.

d) 3 e 4mm, e a preferência é pela redução incruenta e fixação com fios de Kirschner.

32. Na fratura por estresse, é considerado fator de risco a(o):

a) hipervitaminose D.

b) uso crônico de cálcio.

c) alto nível de estrogênio.

d) baixo nível de testosterona.


33. No diagnóstico clínico das fraturas por estresse do colo do fêmur, é considerado teste
especial o(a):

a) de rolamento.

b) de Fujimaki.

c) de percussão.

d) double-leg hop test.

34. A localização da fratura por estresse que apresenta alto risco para pseudartrose e retardo
de consolidação é:

a) o maléolo lateral.

b) a cortical anterior da tíbia.

c) a cortical medial do colo do fêmur.

d) a base do primeiro osso metatarsal.

35. A osteomielite do calcâneo, após ferida puntiforme, é frequentemente causada por:

a) fungos.

b) Staphylococcus aureus.

c) Haemophilus influenzae.

d) Pseudomonas aeruginosa.

36. Em relação à cintilografia na osteomielite hematogênica aguda, é correto afirmar que:

a) é pouco sensível, porém altamente específica.

b) é válida quando o gálio é o radioisótopo usado.

c) no período neonatal, é considerado um teste mais confiável.

d) tem resultado falso-negativo quando há compressão vascular intraóssea.

37. Na cirurgia da osteomielite hematogênica aguda, é fundamental:

a) usar antibióticos locais.

b) manter drenagem contínua.

c) fazer uma ampla curetagem em todo canal medular.

d) proteger o membro no pós-operatório, para evitar fraturas patológicas.

38. O acesso de Kaplan para exposição da cabeça do rádio é definido anatomicamente:


a) entre o ligamento colateral lateral e o tendão extensor radial curto do carpo.

b) entre o músculo ancôneo e extensor ulnar do carpo.

c) através do tendão extensor comum dos dedos.

d) entre os tendões extensor radial curto do carpo e extensor comum dos dedos.

39. No cotovelo normal, as forças axiais pelo eixo do antebraço são transmitidas:

a) 50% pela articulação radiocapitelar e 50% pela ulnotroclear.

b) 40% pela articulação radiocapitelar e 60% pela ulnotroclear.

c) 60% pela articulação radiocapitelar e 40% pela ulnotroclear.

d) 20% pela articulação radiocapitelar e 80% pela ulnotroclear.

40. Sobre as talalgias, é correto afirmar que:

a) as bursites simples geralmente são resolvidas com medidas conservadoras, do mesmo modo que
as tendinopatias insercionais do Aquiles e a deformidade de Haglund.

b) no tratamento cirúrgico das tedinopatias insercionais, são necessárias a ressecção da porção


tendinosa degenerada ou calcificada e possíveis transferências tendinosas para cobrir o gap
tendinoso deixado pela ressecção.

c) na síndrome do coxim subcalcaneano, a dor ocorre na face medial do retropé.

d) nos casos de síndrome do túnel do tarso, o sintoma álgico ocorre na região plantar do calcâneo
ou na transição entre a face medial e plantar do retropé.

41. Como é formada a calcificação intratendínea aquileana?

a) Por processo repetitivo de inflamação, microrrupturas e reparo local.

b) Por trauma local agudo.

c) Pela ruptura aguda do tendão de Aquiles.

d) Por hiperpressão de calçados com um contraforte duro.

42. Qual é a principal complicação após a ressecção da fáscia plantar?

a) Dor crônica na cabeça dos metatarsos.

b) Parestesia na região central plantar do calcâneo.

c) Dor na região dorsal do mediopé.

d) Alteração da marcha.

43. Considere as seguintes afirmativas sobre as diferenças entre pele palmar e dorsal da mão.
I — A pele dorsal, por apresentar maior quantidade de terminações nervosas, é mais sensível
ao calor.
II — A pele palmar, por ter maior acolchoamento subcutâneo, apresenta maior mobilidade.
III — A pele dorsal se assemelha à pele do resto do corpo, enquanto que a palmar se
assemelha à da planta do pé.

Quais estão corretas?

a) Apenas I e II.

b) Apenas I e III.

c) Apenas II e III.

d) Apenas III.

44. Assinale a alternativa correta que descreve um risco do uso prolongado dos curativos a
vácuo.

a) Edema crônico.

b) Manutenção da infecção.

c) Contraturas.

d) Compressão neural.

45. Nas fraturas-luxações de Monteggia, a lesão vasculonervosa mais comum é a:

a) do nervo mediano no punho.

b) do ramo motor do nervo radial.

c) da artéria braquial no cotovelo.

d) do ramo sensitivo do nervo radial.

46. No tratamento cirúrgico da fratura-luxação de Monteggia do tipo II, pode-se dizer que a:

a) cabeça do rádio deve ser reduzida e fixada com fios de Kirschner.

b) redução e fixação do processo coronoide são realizadas por acesso anterior.

c) fratura da ulna deve ser fixada com placa DCP modelada ao olécrano.

d) redução da cabeça do rádio produz redução indireta da fratura da ulna.

47. No tratamento cirúrgico da fratura-luxação de Galeazzi, a fratura do rádio:

a) deve ser fixada após a redução da rádio-ulnar distal.

b) deve ser fixada antes da redução da rádio-ulnar distal.

c) não deve ser fixada em lesões instáveis da rádio-ulnar distal.


d) multifragmentária não dificulta a redução da rádio-ulnar distal.

48. Qual das seguintes etiologias é a mais frequente entre as causas das deformidades nos
dedos dos pés?

a) Doenças neuromusculares.

b) Artrite reumatoide.

c) Calçado inadequado.

d) Lesões pós-traumáticas.

49. Sobre a patologia das deformidades dos dedos menores dos pés, é correto afirmar que:

a) o comprimento dos metatarsos não é importante na sintomatologia das deformidades dos dedos
menores dos pés.

b) a deformidade na articulação interfalangeana distal (IFD) nos dedos em malho é muitas vezes
atribuída ao uso de calçados apertados. Pode estar associada também à artrite inflamatória e até
mesmo a trauma. Assim, sua causa específica frequentemente é conhecida.

c) no dedo em martelo, a principal deformidade ocorre na articulação interfalangeana proximal


(IFP).

d) no dedo em garra, a primeira deformidade a ser observada é na articulação metatarso-falangeana


(MTF), e o mecanismo exato para tal alteração é bastante conhecido.

50. Qual é a função primária da musculatura intrínseca do pé?

a) Flexão das interfalângicas proximal e distal, nenhuma ação sobre a articulação metatarso-
falangeana (MTF).

b) Extensão das interfalângicas proximal e distal, flexão da articulação MTF.

c) Flexão da interfalângica proximal, extensão da articulação interfalangeana distal (IFD) e MTF.

d) Flexão das interfalângicas proximal e distal, flexão da articulação MTF.