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Faaaala, pessoal! Tudo certinho?

No módulo anterior estudamos a célula, vimos as suas principais


estruturas e seu funcionamento básico. Mas algumas organelas serão
estudadas mais detalhadamente ao longo dos próximo módulos.
Agora vamos estudar o núcleo, organela que guarda nosso material
genético. Fiquem atentos que a biologia é uma rede de ligações, esse
assunto será discutido novamente (mas com outra pegada) na parte
de genética. Vamos com tudo!

NÚCLEO CELULAR

O núcleo é uma organela e, portanto só existe em células


eucarióticas. Dentro dele está todo o material genético, responsável
pelo controle das atividades da célula e pelas características
genéticas do indivíduo.

O núcleo é composto de um envelope nuclear (carioteca ou ainda


membrana nuclear) que envolve a cromatina (material genético
mais as proteínas). É importante você se lembrar da aula de DNA e
RNA para que esse assunto seja claro para você.

A cromatina está mergulhada em um líquido, o nucleoplasma (ou


cariolinfa – semelhante ao citoplasma). Esse líquido é constituído de
água, sais minerais, proteínas e materiais que participam da síntese
de ácidos nucléicos (DNA e RNA). No nucleoplasma também existe
um ou mais nucléolos, pequenos corpúsculos onde o RNA
ribossômico é formado.

No envelope nuclear estão presentes os poros nucleares, por onde


passam as substâncias para dentro e para fora do núcleo. Ainda
sobre o envelope nuclear é importante saber que ele é constituído por
duas membranas, cada membrana é formada por uma bicamada de
fosfolipídio.

NÚCLEO

CROMATINA

Como vimos a pouco, a cromatina é todo o material genético dentro


do núcleo mais as proteínas. Quando tratada com um corante básico,
a cromatina aparece no microscópio como uma mancha irregular. As
regiões mais densas são chamadas de heterocromatina, as menos
densas de eucromatina.

Eucromatina – Região do DNA em que os genes estão ativos.


Cromatina sexual – Na maioria das espécies (inclusive na espécie
humana) existe um par de cromossomos sexuais, em geral na fêmea
esses cromossomos são iguais (na nossa espécie, fêmeas são XX) e
nos machos o par é diferente (na nossa espécie, machos são XY).
Agora veja uma informação importante que caiu em uma questão do
ENEM em 2017. Como a mulher tem XX, um dos cromossomos é
inativo e permanece condensado, portanto, ao observar no
microscópio é possível enxergá-lo. Ele é chamado de cromatina
sexual ou ainda corpúsculo de Barr.

CROMOSSOMOS

Um cromossomo é uma molécula de DNA condensada (ou


espiralizada), processo que ocorre antes da divisão celular ou na
porção dos cromossomos que não está ativa (heterocromatina). O
DNA se enrola em proteínas chamadas histonas para formar um
cromossomo.
Em nossa espécie existem 46 cromossomos nas células somáticas
(células do corpo, exceção dos gametas), 23 são herdados do pai e
23 da mãe. Por isso o número de cromossomos em nossas células é
representado por 2n = 46 (células somáticas são diplóides). O n é o
numero de cada cromossomo diferente (23). Perceba que cada
cromossomo tem seu par, os pares são chamados de cromossomos
homólogos.

Existem 23 tipos de
cromossomos em nossas
células, herdamos dos
nossos pais dois tipos de
cada cromossomo. Todos
eles estão representados
no cariótipo ao lado,
repare que os
cromossomos homólogos
estão um ao lado do
outro.

Guarde essa informação:

Célula diplóide é 2n = 46 e são chamadas células somáticas.


Célula haplóide é n = 23 e são os gametas (espermatozóide e óvulo).
(O número de cromossomos segue o exemplo de nossa espécie)

Agora atenção, sei que essa aula possui muitos conceitos, mas é
necessário. Vamos para mais um: antes da célula se dividir nosso
DNA tem que ser duplicado (se não duplicar, como serão formadas
duas células?), um cromossomo duplicado possui dois filamentos de
DNA condensado, nesse caso são chamados de cromátides irmãs,
pois estão no mesmo cromossomo duplicado. Você vai ver que na
divisão celular as cromátides irmãs são separadas, uma para cada
célula filha.

O Cromossomo duplicado possui uma estrangulação chamada


centrômero, é por onde as cromátides irmãs estão presas. De
acordo com a posição do centrômero os cromossomos podem ser
classificados:

CENTRÔMERO

No centrômero existe DNA e cinetócoro, um disco ao qual se


prendem os filamentos do fuso acromático (fuso mitótico ou meiótico)
durante a divisão celular.
Telômeros

Nas extremidades dos cromossomos existe uma organização especial


de DNA chamados telômeros, que protegem o cromossomo contra
danos. A enzima que sintetiza essa porção de DNA é chamada de
telomerase. Toda vez que a célula se divide os telômeros ficam
menores e na ausência deles a célula não se divide, podendo morrer.
Por isso acredita-se que essa estrutura pode estar relacionada ao
envelhecimento, se eles continuassem a ser produzidos sem perda,
não ocorreria o envelhecimento (seria a vida eterna?). Mas hoje
sabemos que não é tão simples assim, o envelhecimento está ligado
a diversos fatores.
TELÔMEROS

Cariótipo

O cariótipo é o conjunto de características morfológicas dos


cromossomos de uma célula. A célula humana é normalmente
constituída por 46 cromossomos, sendo 44 autossômicos e 2 sexuais.
Veja:

Mulher 22AA + XX (ou 46, XX)


Homem 22AA + XY (ou 46, XY)

É possível em um exame laboratorial examinar os cromossomos de


uma pessoa, para isso é retirado sangue e adicionado um corante
especial. O material é levado ao microscópio onde é feita uma foto de

uma célula em divisão, especificamente na fase da metáfase (nessa


fase os cromossomos estão no seu máximo de condensação). Os
cromossomos são então recortados e unidos lado a lado, de acordo
com seus pares (cromossomos homólogos), essa técnica é chamada
de idiograma e dessa forma é possível identificar anomalias como a
síndrome de Down, quando existe um cromossomo a mais no par 21:

IDIOGRAMA NORMAL SÍNDROME DE DOWN


Outras síndromes:

- Síndrome de Turner: apenas um cromossomo sexual, o X.

- Síndrome de Klinefelter: três cromossomos sexuais, sendo XXY


Existem outras síndromes, que iremos abordar em uma aula
específica.

Células e o número de núcleos

A maioria das células eucarióticas tem apenas um núcleo, mas como


quase tudo em biologia, existem exceções:

- As hemácias nos mamíferos não apresentam núcleo e são,


portanto, anucleadas.

- Protozoários ciliados possuem dois núcleos.

- Células de músculo estriado são multinucleadas.

RELAÇÃO ENTRE DNA, GENE E CROMOSSOMO

Como você viu, um cromossomo é uma molécula de DNA


condensada, mas o que é um gene? Pessoal, um gene é uma porção
do DNA (uma sequência de bases nitrogenadas – A, T, C, G) que
guarda informação suficiente para a formação de uma proteína. Em
uma molécula de DNA existem centenas de genes. Estima-se que em
nossa espécie existam mais de 20 mil genes diferentes e, devido a
processos que veremos em breve, são capazes de sintetizar em torno
de 400 mil tipos de proteínas.

Agora vamos falar de divisão celular: mitose e meiose. Mas não


podemos falar de divisão celular e esquecer o período em que a
célula não está se dividindo, chamado de interfase. Portanto a
próxima aula é sobre interfase e mitose e depois, meiose.

INTERFASE E MITOSE

A célula possui um ciclo de vida (ciclo celular) dividido em interfase,


quando a célula não está se dividindo e mitose, quando ocorre a
divisão (a divisão pode ser meiose também, mas falarei dela na
próxima aula). Na mitose uma célula se divide em duas idênticas,
verdadeiros clones.

Final da mitose
Com exceção de Chuck Norris, ninguém se lembra quando era
constituído de apenas uma célula, originada a partir da fecundação
entre óvulo e espermatozóide. Essa única célula passa a sofrer a
divisão celular por mitose, originando o que você é hoje – um
organismo com trilhões de células. Ao longo de sua vida o processo
de mitose vai ocorrer em torno de dez quatrilhões de vezes (10 mil
bilhões) apenas em seu corpo. A mitose está ocorrendo a todo o
momento, na sua pele, nas suas unhas, cabelo, sangue etc.

Uma única
célula origina
todas as outras
células de nosso
corpo

Mas é importante saber que embora algumas células se dividam


constantemente, outras, depois de maduras, não de dividem mais. É
o caso dos neurônios e das células musculares. Algumas células
podem ficar um longo período sem se dividir, mas se necessário
entram em divisão para suprir a demanda de um tecido, por
exemplo, os fibroblastos que são células do tecido conjuntivo que
podem ficar anos em latência até voltarem a se dividir, caso houver
necessidade (pode ser para cicatrização).

Funções da mitose

- Regeneração;
- Renovação de tecidos;
- Crescimento para organismos multicelulares;
- Reprodução nos organismos unicelulares.
Como vimos, a mitose ocorre em praticamente todo nosso corpo,
quando uma célula origina duas idênticas.

Agora perceba, se uma célula origina duas outras com o material


genético idêntico, antes da divisão ela deve duplicar seu DNA, caso
contrário ficariam duas células com metade do material genético, o
que seria um problema!

O ciclo celular é
dividido em
interfase e INTERFASE
mitose (ou
meiose)

MITOSE

Repara que a mitose é muito mais rápida que a interfase.

A duplicação do material genético ocorre antes da mitose, na


interfase. Vamos ver tudo que ocorre nessa fase:
INTERFASE

G1 –
- Crescimento celular;
- Aumento do número de organelas;
- Intensa síntese de proteínas e RNA;
INTERFASE
- Os cromossomos não estão duplicados;
- Existe um ponto de checagem.
S–
- Duplicação do DNA (importante saber isso);
- Duplicação dos centríolos.
G2 –
- Antecede a mitose;
- Ponto de checagem.

Ponto de checagem: É um tipo de controle celular, uma análise


para saber se a célula está funcionando corretamente, com todas
suas estruturas presentes e intactas. Esses pontos são importantes
para evitar, por exemplo, o câncer, quando a célula perde o controle
de sua divisão. Caro estudante, grave essa informação: a mitose é
um processo extremamente controlado.

G0 – Algumas células ao passarem pelo ponto de checagem ficam em


G0, é quando cessa definitivamente ou momentaneamente a divisão
celular, como vimos anteriormente.

MITOSE

A mitose é dividida em quatro fases: prófase, metáfase, anáfase e


telófase.

Para gravar: ProMeto a Ana Telefonar (você pode criar suas


combinações).
Vamos ver em imagens o que ocorre em cada uma das fases:

Final da interfase:

Veja como está a célula momentos antes da divisão, no final da


interfase.

- DNA e centrossomos duplicados;


- Célula pronta para a divisão.

Prófase:

- Inicia a condensação dos cromossomos;


- Nucléolo desaparece;
- Migração dos centrossomos;
- Formação do fuso mitótico (acromático);
- Membrana nuclear (núcleo) desaparece. Fuso mitótico

Núcleo se desfaz
Cromossomos condensando

Metáfase

- Cromossomos alinhados no centro da célula, para a perfeita divisão;


- Máxima condensação dos cromossomos (evitando erros);
- Fibra do fuso se liga aos cromossomos pelo cinetócoro;
- No final da metáfase existe outro ponto de checagem.
Placa equatorial

Fibras do fuso se
ligam aos
cromossomos
pelo cinetócoro

Bizu: é nessa fase que os cromossomos são fotografados para a


realização do exame por cariótipo (idiograma), isso porque eles estão
na máxima condensação.

Anáfase

- As fibras do fuso encolhem e puxam as cromátides irmãs para pólos


opostos da célula;
- Ocorre a separação das cromátides irmãs;
- É uma cópia de DNA para cada lado.

Fibras do fuso se
encolhem e puxam as
cromátides para
lados opostos
Telófase

- Descondensa o DNA (processo necessário para voltar a síntese


proteica);
- O envoltório nuclear é novamente montado;
- Núcleo volta (envoltório nuclear abrigando o material genético);
- Ocorre a citocinese (separação das células).

Citocinese Células filhas (clones da célula mãe)

Bizu: podemos dizer que a telófase é o contrário da prófase .

Uma super sugestão  faça um desenho resumindo todas as fases da


mitose, escreva o que de mais importante ocorre em cada uma delas!
Vai ser fundamental caso caia uma questão sobre o assunto em sua
prova.

Agora vamos para a temida meiose!


MEIOSE

Agora já sabemos o nome de diversas estruturas envolvidas na


divisão celular, assim ficará mais fácil entender a meiose. Perceba
que na meiose uma célula (2n) da origem a quatro, com metade no
número de cromossomos (n).

Na meiose uma célula


diplóide origina quatro
células haplóides – os
gametas

Mas porque isso precisa existir? Veja, se para a fecundação as células


não diminuíssem ao meio o número de cromossomos, como poderiam
juntar o espermatozóide e o óvulo? Em nossa espécie formaria um
indivíduo de 92 cromossomos... hiii não iria vingar. Por isso esse
processo ocorre na formação dos gametas! Perceba ainda que na
meiose ocorre duas divisões – Meiose I e Meiose II, e o material
genético se duplica apenas uma vez, na fase S da intérfase, como
vimos anteriormente.

Função da meiose: formação dos gametas em animais e esporos


em plantas.

Fases da meiose

Tanto a meiose I quanto a meiose II são divididas em quatro fases,


onde ocorrem eventos semelhantes a mitose, sendo assim elas
recebem os mesmos nomes.

Meiose I = prófase I, metáfase I, anáfase I e telófase I.


Meiose II = prófase II, metáfase II, anáfase II e telófase II.

Vamos falar de cada uma delas, lembrando que quando inicia a


meiose, já acabou a interfase e, portanto, os cromossomos estão
duplicados. A interfase é comum a mitose e a meiose! Veja os
principais eventos de cada fase e acompanhe com o esquema ao final
da apostila.

Meiose I

Prófase I

A prófase I é a fase mais complexa da meiose, por isso ela foi


dividida em subfases: leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno
e diacinese (é muito difícil o ENEM cobrar esses nomes, mas como o
seguro morreu de velho vamos estudar todas essas subfases,
lembrando que elas ocorrem sem interrupção).

Leptóteno

- Inicia a condensação dos cromossomos tornando eles visíveis

Zigóteno

- Aqui ocorre o pareamento (emparelhamento) dos cromossomos


homólogos, fenômeno conhecido como sinapse cromossômica. Eles
ficam ligados por uma estrutura chamada de complexo
sinaptonêmico.
Paquíteno

- Os cromossomos continuam a se condensar;


- Cromossomos estão completamente pareados;
- Cada par de cromossomos homólogos formam um conjunto
denominado bivalente (ou tétrade) – veja imagem acima;
- Ocorre o crossing-over (ou permutação) que é a troca de pedaços
entre os cromossomos homólogos. Pessoal, gravem muito bem essa
informação, é um evento cobrado seguidamente em vestibulares. A
importância do crossing-over é que ele aumenta a variabilidade
genética, pois possibilita a formação de maior variedade de gametas
em um indivíduo.

CROMOSSOMOS
HOMÓLOGOS CROMÁTIDES
ALINHADOS CROSSING-OVER RECOMBINADAS

CROMÁTIDES
QUIASMAS NÃO RECOMBINADAS

Diplóteno

- Melhor visualização dos quiasmas que é o ponto de contato entre


os cromossomos homólogos. Isso ocorre porque o complexo
sinaptonêmico que mantinha os cromossomos unidos começa a se
desfazer, afastando os cromossomos, mas os quiasmas permanecem
devido a proteínas chamadas coesinas que ainda estão mantendo
eles presos.

Quiasmas

Diacinese

- Os cromossomos migram para o centro (equador) da célula;


- Os cromossomos permanecem ligados apenas pelos quiasmas;
- Nucléolo desaparece;
- Membrana nuclear é completamente desintegrada;

Metáfase I

- Ocorre o pareamento dos cromossomos homólogos na placa


equatorial (centro) da célula. Mas cuidado, existe uma diferença
fundamental entre a metáfase da mitose e da meiose I. Nesta última,
os cromossomos homólogos estão um ao lado do outro e, portanto, a
fibra do fuso vai se ligar apenas em um lado de cada cromossomo,
enquanto que na mitose os cromossomos não estão um ao lado do
outro, mas todos alinhados no centro, fazendo com que a fibra do
fuso se ligue aos dois lados do mesmo cromossomo duplicado (rever
imagens da mitose).

Anáfase I

- Os cromossomos duplicados são puxados para os lados opostos da


célula, de maneira que cada pólo celular receba metade dos
cromossomos. Mas lembrem-se, esses cromossomos ainda estão
duplicados com suas duas cromátides irmãs.
Telófase I

- Os cromossomos já estão separados em dois lotes, um em cada


lado da célula;
- Os cromossomos passam a se descondensar;
- O fuso acromático se desfaz;
- A membrana nuclear se reorganiza;
- Os nucléolos reaparecem;
- Estão formados os novos núcleos, cada um com metade do número
de cromossomos e, portanto, cada célula é n. Mas esses
cromossomos ainda estão duplicados, com suas duas cromátides
irmãs.

Citocinese I

- Células são separadas;


- Durante um breve período entre a meiose I e II os centrossomos se
duplicam em cada uma das células filhas recém-formadas;

- O período entre a meiose I e II é chamado de intercinese, e é


muito curto.

Meiose II

A segunda divisão da meiose é muito semelhante à mitose. Cada


uma das células filhas resultantes da meiose I entram na prófase II.

Prófase II

- Cromossomos voltam a se condensar;


- Nucléolos desaparecem;
- Migração dos centrossomos para os pólos opostos;
- Formação do fuso acromático.

Metáfase II
- Cromossomos localizados na placa equatorial da célula;
- Fibras do fuso ligadas aos centrômeros;
- Separação das cromátides irmãs. Veja que essa é a diferença
entre metáfase I e II. Enquanto que na metáfase I são os
cromossomos homólogos que são separados, aqui, na metáfase II
são as cromátides irmãs, evento semelhante a metáfase da mitose.

Anáfase II

- As cromátides irmãs são puxadas para os pólos opostos da célula.

Telófase II

- Reaparecimento da membrana nuclear e nucléolo;


- Cromossomos se descondensam.

Citocinese
– Divisão citoplasmática, originando as quatro células filhas do final
da meiose.
ESQUEMA DA MEIOSE
- LEPTÓTENO
- ZIGÓTENO
PRÓFASE I - PAQUÍTENO
- DIPLÓTENO
- DIACINESE

METÁFASE

ANÁFASE I

TELÓFASE I E CITOCINESE I

PRÓFASE II

METÁFASE II

ANÁFASE II

TELÓFASE II E CITOCINESE