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Rumo à 4a Geração de

Comunicações Móveis
Tecnologias e Desafios
Seminários de Pós-Graduação do ENE
07/05/2010
Prof. André Noll Barreto
andrebarreto@ene.unb.br
http://mwsl.unb.br
Sumário
• Por quê 4G?
• O que é 4G
– IMT-A
• Tecnologias 4G
– Wide Area
• LTE-A, WiMAX 2 (IEEE 802.16m)
– Áreas Locais e Pessoais
• IEEE 802.11 (Wi-Fi) e 802.15
• Técnicas avançadas de transmissão
Por quê 4G?
Por quê 4G?
• Comunicações sem fio e internet são hoje
em dia parte essencial da infraestrutura de
um país

• Uso continua crescendo rapidamente:


– WWRF: “7 trillion wireless devices serving 7 billion
people in 2017”
– IDC: “U.S. consumer Internet-generated IP traffic is
forecast to grow from approximately 7,000TB per day
in 2006 to over 21,000TB per day in 2011.”
Por quê 4G?
O Futuro “Wireless”: Conectanto todo mundo e todas
as coisas
• Convergência
• novas tecnologias de acesso
• Wide-area (LTE-A, 802.16m)
• Conectividade local (WiFi 11n, UWB)
• Multirádio para coexistência
• Redução de tamanho de antenas e equipamentos
• Eficiência de potência
• Para transmissão sem fio banda larga
• Para features dos terminais
Por quê 4G?
Ambientes Terminais Internet
Móveis
Residência WiMAX Gaming
Espaços Inteligentes

WLAN

Trabalho WLAN
Entretenimento
Bluetooth

Veículos Esportes
GPRS
UWB
Outdoors Saúde
3G/3.5G
Locais Wibree
Localização
públicos
Eventos RFID LTE Comunidades

Equipamentos móveis fazem a ponte entre internet e realidade


O que é 4G?
•IMT-A
O que é 4G?
• Várias definições diferentes
• Ainda faz sentido falar de novas gerações?
– Tecnologia está em constante evolução
– Onde está a fronteira?
• Ou apenas beyond 3G (B3G)?

• De acordo com ITU (IMT – Advanced)


– Taxas mais altas ( até 1Gbps)
– Menor latência (~10ms RTT)
– Maior eficiência espectral (10 bits/s/Hz)
– Tudo IP
– Interworking entre redes

• Alguns candidatos:
– WiMAX (16m), WiFi (11n), LTE, UMB, …
– Ou todos eles juntos...
O que é 4G?
• As tecnologias, aplicações e serviços associados a sistemas 4G serão
diferentes do que temos hoje
Personal Area Immediate Area Wide Area

Relações de comunicações entre


terminais em três domínios diferentes
"Optimally Connected Anywhere, Anytime"

Interworking de sistemas de acesso


com diferentes tecnologias:
• Handover horizontal e vertical
• Provisão de serviço com
negociação de QoS, incluindo
mobilidade
• securança

9 © 2005 INdT
Órgãos de Padronização

• ITU (International Telecommunication Union):


– organização internacional estabelecida para padronizar e regulamentar rádio
e telecomunicações internacionais
– IMT-2000: padrão global para terceira geração de comunicações sem fio
• UMTS, cdma2000, EDGE, WiMAX (16e)
– IMT – Advanced : 4G

• 3GPP(3rd Generation Partnership Project)


– cooperação entre os órgãos de padronização ETSI (Europa), ARIB/TTC (Japão),
CCSA (China), ATIS (América do Norte) and TTA (Coreia do Sul)
– GSM /GPRS/EDGE
– UMTS (WCDMA)
– LTE (Long Term Evolution)

• IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers)


– Padronização em diversas áreas da Engenharia Elétrica
– Em comunicações móveis
• Wi-Fi (IEEE 802.11)
• WiMAX (IEEE 802.16)
• Bluetooth / Zigbee / UWB (IEEE 802.15)
IMT-A
• Atualmente, nenhuma tecnologia pode ser
classificada como 4G

• International Mobile Telecommunications -


Advanced (IMT-A)
– representa o marco, em termos de requisitos
a serrem atendidos, na evolução dos
sistemas IMT-2000 (3G).
IMT-A – Requisitos (1/3)

• Os principais requisitos do IMT-Advanced podem ser


definidas como
• Design em grande parte comum em todo o mundo
• mantendo ao mesmo tempo flexibilidade para suporte a uma
ampla gama de serviços e aplicações de modo eficiente
• Compatibilidade de serviços dentro do IMT e com redes fixas
• inter-working entre IMT e outros sistemas de acesso
• Serviços móveis de alta qualidade
• Terminais de usuário aptos a serem utilizados em todo o mundo
• Aplicação, serviços e equipamentos user-friendly
• Roaming em todo o mundo
• Taxas de dados mais altas a fim de permitir novos serviços e
aplicações, como multimídia

12 © 2005 INdT
IMT-A – Requisitos (2/3)

• Suporte para múltiplas aplicações e serviços;


• Controle de qualidade de serviço;
• Detecção e seleção de rede
• Continuidade de serviços, sem interrupção
• Suporte a IMS
• Interconexão de diversos tipos de rede
• Níveis de acesso:
• Fixo
• Pessoal
• Hot-Spot
• Celular

13 © 2005 INdT
IMT-A – Requisitos (3/3)

• Suporte à mobilidade
• pedestre (até 10 km/h)
• veicular (até 120 km/h)
• veicular de alta velocidade (até 500 km/h),

• Taxa de transmissão de dados da ordem de 1Gb/s para usuários


nomádicos, e de até 100 Mb/s para usuários de alta mobilidade;

• Baixa latência

14 © 2005 INdT
Faixas de Frequência para IMT-A
• Deve haver um plano de faixas FDD e
outro TDD
– Deve ser evitado misturar FDD e TDD na
mesma banda
– FDD melhor para prover cobertura
– TDD melhor para prover capacidade
• no ITU World Radiocommunication
Conference (WRC07), foram propostas
as seguintes faixas para o IMT-A
• UHF band (698-960 MHz)
• 2.3 GHz band
• C-band(3400-4200 MHz)
Tecnologias para 4G
•Wide Area
•LTE-A
•IEEE 802.16m
Evolução das Redes Móveis
0G 1G 2G 2,5 G 3G 3,5 G 3,9 G 4G
•Primeiros •Início da operação da •Transmissão • ~10 Mbps • ~100 Mbps • ~1 Gbps
serviços telefonia celular digital •Dados ~100kbps •Melhor suporte para •< Latência
•Transmissão de dados
de telefonia móvel •Comunicação •Serviços de dados •~1 Mbps
•Comunicação analógica de voz •~10kbps
analógica •paging
•Baixa capacidade

Américas WiMAX WiMAX


móvel IEEE
Américas IS54/IS136 802.16m
(TDMA)
AMPS
IMTS IS95
Europa 1X RTT EVDO UMB
(CDMA)
TACS
NMT Europa
GPRS/
C450 GSM EDGE UMTS
HSPA LTE LTE-A
Japão (WCDMA)
Japão
JTACS
PDC China
NTT
TD-
SCDMA

1950 1980 1990 2000 2010


Tecnologias para IMT-A
• LTE e WiMAX devem liderar o
desenvolvimento da tecnologia

• Evolução de tecnologias IMT


devem continuar além da
primeira fase do IMT-A

• Pesquisa a longo prazo é


necessária
LTE - A
• Long Term Evolution – Advanced

• Requisitos definidos em
• “3GPP TR 36.913 V8.0.0 (2008-06) : Requirements for Further
Advancements for E-UTRA(LTE-Advanced)(Release8)”

• Evolução da família 3GPP

• GSM GPRS/EDGE UMTS HSPA LTE


LTE - A
LTE-A - Requisitos
• Os principais requisitos para LTE-A são
• Taxa instantânea de 1Gbps no enlace direto e de 500Mbps no
enlace reverso
• Largura de banda de transmissão maior que 70MHz (até
100MHz) no enlace direto e 40 MHz no enlace reverso
• Flexibilidade espectral
• Otimizado para micro-células com distância entre sítios de 1km
• Compatibilidade e interworking com LTE Rel. 8 e com sistemas
3GPP legados
• Latência :
• De idle (com IP alocado) a conectado em menos de 50ms
• No plano do usuário, menor que 5ms por direção
IEEE 802.16m

• IEEE 802.16m proposto como evolução do 802.16e (WiMAX Móvel)


• WiMAX Release 2 será baseado no 802.16m

• Requisitos definidos em “IEEE 802.16m Requirements 2007-01-12”


• Requisitos suplementares ao IMT-A

• IEEE 802.16m em fase final de padronização


• Draft disponível

• Camada física muito parecida com IMT-A


• São utilizadas praticamente as mesmas técnicas
Técnicas para 4G
SAE (System Architecture
Evolution)
• É a arquitetura de rede do LTE-A
– Evolução da rede “core” 2/3G

– Arquitetura simplificada
– “All-IP”
– Suporte a redes de acesso rádio com
maior taxa e menor latência
– Suporte a mobilidade entre tecnologias de
acesso de rádio (RAT) heterogêneas
• Outras RAT 3GPP legadas (GSM, UMTS)
• Tecnologias não 3GPP (WiMAX, Wi-Fi,…)
Desafios na Arquitetura
• Segurança em redes heterogêneas
• Arquitetura se baseará em protocolos e equipamentos
do universo da internet
– Mas como escolher a melhor tecnologia de acesso?
– Como garantir qualidade de serviço (QoS) em redes
heterogêneas?
– Como reduzir a sinalização e garantir continuidade no handover
entre tecnologias?
– Como se fazer otimização entre camadas se aspectos da
interface de rádio devem ser transparentes para a rede?
– ......
Interface de Rádio
• Como atingir requisitos na interface de rádio?
– Equalização na frequência
• OFDMA / SC-FDMA
– Códigos corretores de erro iterativos
• Turbo / LDPC
– Suporte a larguras de banda maiores
• Agregação de portadoras
– Técnicas de múltiplas antenas avançadas
• Códigos espaço-temporais (diversidade de transmissão)
• Multiplexação espacial (MIMO)
– Até 8 X 8 no DL, 4 x 4 no UL
• Pré-codificação
• Coordinated multipoint transmission and reception (CoMP)
– Técnicas de redução e controle de interferência
– Relays
– Femto-células
– ….
Modulação
• Técnicas com equalização na frequência se mostraram a
solução para sistemas banda larga
– OFDM ou SC-FDE
– Reduz a complexidade do receptor em canal seletivo na frequência
• Equalização se reduz à multiplicação complexa
• Facilita o uso de técnicas MIMO
Modulação
• Algumas dificuldades
• Variabilidade da amplitude (Alto PAPR)
• Problemas com não-linearidades
• Sincronização na frequência
• Imperfeições de RF
• Desbalanceamento I/Q
• Desvio de fase
• ...

• Existem alternativas a OFDM OFDM spectrum with nonlinear amplifiers (802.11a)

• Com menor intervalo de guarda


• Melhor desempenho
• Mas maior complexidade....
Modulação
• Maior eficiência espectral exige
esquemas de modulação de ordem
mais alta Adaptação de enlace em 802.11a

– Ex., 64-QAM, 256-QAM

• Adaptação de enlace é fundamental


– Aumento na sinalização

• Transmissão é mais suscetível a


imperfeições de RF

Ruído de fase em 64-QAM


OFDMA
• OFDMA ( and SC-FDMA ) provê a
flexibilidade necessária para a alocação de
recursos
• Mas como fazer esta alocação?
• 3 dimensões:
• tempo x frequência x
espaço
• Da maneira mais eficiente
• Em qual sentido? Capacidade
de rede? Satisfação de
usuário? Faturamento?
• Em tempo real!
Fonte: IEEE 802.16
Maior Largura de Banda
Banda mais larga necessária

100 MHz

Agregação de portadoras
2020
MHz
MHz 10 MHz 10 MHz 10 MHz 10 MHz 20 MHz 20 MHz

Flexibilidade de espectro
450 MHz 960 MHz 2300 MHz

2020 MHz 20 MHz 20 MHz


MHz

Suporte a bandas FDD e TDD


Códigos Corretores de Erro
• Códigos Turbo e LDPC têm desempenho 0
10
SNR vs. BER for rate 1/2 codes

próximo ao limite de Shannon


-1
10

• Apesar de avanços na velocidade de Uncoded


processamento, complexidade ainda é um -2
10

BER
Turbo
problema -3
Code
10
– Particularmente para terminais low-end, Conv. Code

sensores, etc Capacity


-4
10 Bound

• Desempenho é bom apenas para pacotes


0 1 2 3 4 5 6
longos SNR

– Atrasos maiores

• Hybrid-ARQ pode aumentar eficiência


– Mas exige mais sinalização, memória e causa
maiores atrasos
Múltiplas Antenas (MIMO)
• O uso de múltiplas antenas é reconhecidamente útil para
– Aumento da taxa de dados (MIMO – multiplexação espacial) Smart Antenna
– Aumento da robustez por diversidade espacial (Códigos espaço-
temporais)
• Tem se falado muito há algum tempo sobre espaço-tempo,
mas existem poucas aplicações comerciais. Por quê?
– Ganhos reduzidos em ambientes com muita interferência (como
em redes celulares)
• Interferência deve ser considerada em algoritmos MIMO
– Canais favoráveis não são encontrados sempre
– Necessidade de múltiplos modems e antenas no transmissor e MIMO
1 1
receptor 2 2
• Complexidade e Espaço (principalmente no terminal móvel) 3 3
– Imperfeições, como acoplamento mútuo entre antenas .. ..
– Necessidade de adaptação de enlace incluindo modos MIMO
. .
M M
– Necessidade de sinal de referência (mais pilotos) para se estimar
MxN canais
MIMO – Pré-Codificação
• Se o canal é conhecido, podemos pré-codificar sinal para adequá-lo a
canal
– Ganhos substanciais de desempenho
code words layers antenna ports

Modulation Resource element OFDM signal


Scrambling mapper
mapper generation
Layer
Precoding
mapper
Modulation Resource element OFDM signal
Scrambling mapper
mapper generation

• Mas isso exige canais simétricos Source: 3GPP TS 36.211

– Como no caso TDD, mesmo canal é usado nos enlaces direto e reverso
• Mas Interferência e componentes de RF não são simétricos...
• Ou canal de retorno
– Aumenta overhead de sinalização (exige quantização da informação)
– É difícil manter informação atualizada em ambientes móvesi
• Qual a melhor maneira de se pré-codificar com informação de canal
limitada e imperfeita
Transmissão Cooperativa
(CoMP)
• Diferentes ERBs podem ser vistas como
antenas distribuídas em um único sistema
• Elas podem cooperar a fim de
– Controlar interferência
– Melhorar desempenho
Unidade
Central
Transmissão Cooperativa
(CoMP)
Transmissão conjunta com detecção coerente

Alocação de recursos e beamforming coordenados


– Algoritmos devem ser rápidos (em tempo real) e eficientes
• Como decidir quem coopera com quem dinamicamente
• E como pré-codificar com informações de canal disponíveis
– Algoritmos centralizados ou distribuídos
• Centralização é mais eficiente
• Mas redes 4G tendem a se decentralizadas (all-IP)
• Como fazer sinalização rápida entre ERBs (backbone)
• Como tomar decisão independentemente em cada célula
– Tendo eficiência da rede como objetivo
– Teoria dos jogos, algoritmos genéticos, ...

– Solução deve escalar para redes maiores


Recepção Cooperativa (CoMP)

Processamento centralizado do
sinal recebido

Recepção multiponto

– Similar a “soft-handoff” em redes 2/3G CDMA


– Mas com demodulação e decodificação centralizadas
Multihop / Relay
• Redes multihop/relay aumentam capacidade Base BS coverage area
do sistema e a sua confiabilidade Station

– Na verdade um conceito antigo, repetidores e boosters


Relay
são amplamente utilizados Node
– Mas agora relays têm mais inteligência
• Sinal é decodificado e retransmitido
• Alocação de recursos independente em cada enlace
Relay
– Relays podem ser fixos ou próprios terminais Relay
Node
Node

• Algoritmos de roteamento eficientes e


escaláveis ainda estão sendo investigados RN
coverage
– Especialmente em um cenário com variações rápidas, areas
como em comunicações móveis

•Como convencer usuários a compartilhar seus


recursos de rádio e sua bateria?

•Como podemos garantir continuidade e qualidade


da conexão com relays móveis?
Femtocélulas - Motivação
• Capacidade de redes sem fio dobra a cada 30 mese (Lei de Cooper)
– Desde 1957
• Ganho de 25x devido a espectro mais largo
• Ganho de 5x pela divisão inteligente do espectro em pequenas frações
• Ganho de 5x em novos esquemas de modulação
• Ganho de 1600x com maior reuso de frequência
– Células menores
» Macro (1980), micro (1990), pico (2000), femto (2010)
– Antenas diretivas (setorização, beamforming)

• Estudos indicam que mais de 50% das chamadas de voz e 70% do


tráfego de dados ocorrem dentro de edificações
Femtocélulas – o que são?
• Células muito pequenas para cobertura indoor
– Taxa mais alta e confiabilidade
– Redução no tráfego em macrocélulas

• Femto-Access Point
– Equipamento de baixo custo e baixa
potência utilizando tecnologia celular
– Com backhaul IP por meio de conexão
banda larga (como xDSL, cabo,
WiMAX, ...)
Femtocélulas - Desafios
• Arquitetura de rede
– Uso de Femto-Aps vai aumentar consideravelmente carga das rede
“core”
– Aumento do número de handovers
• Tendência a redes all-IP
– Administração distribuída de recursos
• Administração de interferência
– Para técnicas avançadas de redução de interferência sincronização é
essencial
• Redes autoconfiguráveis e com operação autônoma
– Femto-AP s devem ser plug-and-play
Device-to-device (D2D)
• Comunicação direta entre terminais
– Sem precisar passar por AP ou ERB
• Usando recursos de uma rede celular
– Ex. os mesmos elementos de recurso de uma rede
LTE
– Coordenados pela rede (eNodeB)
– Transmitindo com menor potência e/ou taxa mais alta
sinalização

dados
Tecnologias para 4G
•Áreas Locais e Pessoais
•IEEE 802.15
•IEEE 802.11
Redes WPAN
• Wireless Personal Area Network
– [WBAN] Wireless Body Area Network

• Alcance de cobertura: metros ou fração de metro

• Motivado por demanda por aplicações em:


– Casa (automação domiciliar, entretenimento, jogos)
– Escritório (automação predial)
– Indústria (controle de processos)
– Saúde (monitoração de paciente, exercício físico)

• Desafios
– Aumento da eficiência espectral (bits/s/Hz)
– Projeto de transmissores e receptores de faixa larga
– Redução do custo por bit transmitido

• São essenciais para viabilizar a internet de coisas


IEEE 802.15
• 802.15.1 - Wireless Personal Area Networks (WPAN)
– Bluetooth
• 802.15.2 - Coexistência
• 802.15.3 - High Rate WPAN
– High-Rate Bluetooth, UWB
• 802.15.4 - Low Rate WPAN
– Zigbee
– Baixo consumo de bateria / baixo custo
• 802.15.5 - Mesh Networking
• 802.15.6 – Body Area Networks (BAN)
• 802.15.7 – Visible Light Communications (VLC)
UWB - Ultra WideBand
• Largura de faixa superior a 500 MHz ou 20% maior do que a freqüência
central
• Já (de)regulamentado nos EUA, seguidos de Singapura, Japão e China
– Não precisa de licença de uso
– Emissão de potência baixa (<-43 dBm)
– Desafio: Desenvolver regras harmonizadas internacionalmente para tratar de
possíveis interferências

• Permite coexistência com


sistemas já existentes
• Propostas de integração com
outras tecnologias
• Usar UWB como camada
física de WLAN
• Cooperação com BT
Redes Locais Sem Fio - WLAN
• Redes de curto alcance (até ~100m)
• WLANs WiFi baseadas na norma
IEEE802.11a/b/e/g já estão bastante difundidas
– Tecnologia em evolução, por exemplo:
• IEEE 802.11n (Nov/2009): MIMO, aumento do throughput
• IEEE 802.11p (Jun/2010): Wireless Access for the Vehicular
Environment (WAVE)
• IEEE 802.11ac (Dez/2012): very high throughput – melhorias
em relação ao 802.11n
• IEEE 802.11af (Jun/2011): TV Whitespace
• ...
IEEE 802.11n - Requisitos
• Vazão na camada MAC > 100Mbps
– Até 600 Mbps na camada física
• Suporte a sistemas legados (802.11a/b/g)
• Suporte a 802.11e (QoS)
• Eficiência espectral >= 3 bps / Hz
IEEE 802.11n - Novidades
• Intervalo de guarda e número de pilotos podem ser
reduzido
– Depende das condições do canal
• Pacotes podem ser agregados, para redução do
overhead relativo
• Canal de 40MHz opcional (em vez de 20 MHz)
• Beamforming e MIMO
– Até 4 x 4 antenas
• Códigos LDPC e turbo
• Transmissão de ACK por blocos
• Canal de retorno para adaptação de enlace
Conclusões
Conclusões
• A próxima geração de comunicações móveis está para
chegar em breve
– Não apenas taxas mais altas
– Mas interconexão entre redes
• Já está claro quais as tecnologias deverão ser utilizadas
– Mas desafios ainda permanecem
• E depois do 4G?
– Rádio cognitivo
– Comunicação quântica
– ...
Mais perguntas e informações

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