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Acervo são os documentos de uma entidade produtora ou de uma entidade custodiadora.

Uma definição de arquivo bastante comum é a formulada pela autora Paes (2004):

A acumulação ordenada dos documentos, em sua maioria textuais, criados por uma instituição ou
pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a consecução dos seus objetivos, visando à
utilidade que poderão oferecer no futuro.

Percebeu a ênfase que a autora dá ao fato de que os documentos do arquivo referem-se


às atividades da instituição (realização da missão ou objetivos)? Daí a relação com a atividade
funcional ou intelectual de instituições ou pessoas!

Segundo o Dicionário de Terminologia Arquivística, elaborado pelo Arquivo Nacional, em


2005, Arquivo possui os seguintes significados:

1. Conjunto de documentos produzidos e acumulados por uma entidade coletiva, pública


ou privada, pessoa ou família, no desempenho de suas atividades, independentemente da
natureza do suporte.
2. Instituição ou serviço que tem por finalidade a custódia, o processamento técnico, a
conservação e o acesso a documentos.
3. Instalações onde funcionam arquivos.
4. Móvel destinado à guarda de documentos.

À partir dos trechos acima, verificamos que o conceito de arquivo possui mais de um
significado, podendo representar o local de guarda ou a instituição que possui a finalidade de
guarda e conservação de documentos, bem como o móvel ou o conjunto de documentos produzidos
e acumulados.

Segundo PAES (2004, p.20)


Cópia:
“1. Reprodução de um documento, obtida simultaneamente à execução do original.
2. Reprodução de um documento, obtida a partir do original. ”
Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística
cópia
“Resultado da reprodução de um documento, geralmente qualificada por sua função ou processo de
duplicação.”
Portanto, a cópia refere-se ao mesmo conteúdo e no mesmo contexto que o original.

Segundo PAES (2004, p.16)


Biblioteca: “É o conjunto de material, em sua maioria impresso, disposto ordenadamente para
estudo, pesquisa e consulta. ”
Arquivo: “É a acumulação ordenada dos documentos, em sua maioria textuais, criados por uma
instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a consecução de seus objetivos,
visando à utilidade que poderão oferecer no futuro. ”
Segundo a lei 8.159/1991 art.2º § que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados e dá outras providências:
Art. 2º - Consideram-se arquivos, para os fins desta Lei, os conjuntos de documentos produzidos e
recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades privadas, em decorrência
do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa física, qualquer que seja o suporte da
informação ou a natureza dos documentos.
Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística
arquivo
“1 Conjunto de documentos produzidos e acumulados por uma entidade coletiva, pública ou
privada, pessoa ou família, no desempenho de suas atividades, independentemente da natureza do
suporte.
2 Instituição ou serviço que tem por finalidade a custódia, o processamento técnico, a conservação e
o acesso(1) a documentos.”
Portanto, a biblioteca se caracteriza por apresentar materiais em sua maioria impressa (ou seja, via
de regra os materiais são do tipo impressos sendo os demais não tão representativos) além de servir
como fonte de estudo, pesquisa e consulta. Já os arquivos, esses podem estar presentes em diversos
suportes (ou seja, não podemos afirmar que um conjunto de material impresso é o que caracteriza os
arquivos uma vez que em sua definição isso não é mencionado). Esses suportes dos arquivos não
necessariamente devem impresso, podendo sim conter uma % impresso mais não necessariamente a
maioria ou a totalidade conforme afirma o enunciado da questão. Além disso, os arquivos não se
caracterizam como fonte de estudo mas sim como fonte de consulta e pesquisa. Portanto, tanto os
arquivos como as bibliotecas podem possuir material impresso mas a grande diferença é o nível
de representatividade desse tipo de material perante o todo que compõe cada um.
A FIXIDEZ de um documento está ligada a autenticidade, integridade e confiabilidade. É a
característica do documento cujo conteúdo e forma (apresentação) não sofreram alterações
indevidas. Ou seja, sua forma manteve-se fixa e seu conteúdo manteve-se estável.
Espera-se que todo documento arquivístico seja autêntico, natural, verdadeiro e imparcial, como cita
a questão. Também é esperado que o documento seja dotado de FIXIDEZ, portanto, essa
característica é conhecida durante a fase de tramitação dos arquivos correntes.

Vejamos o que cita Santos & Flores (2016) sobre FIXIDEZ:

"De maneira geral, um documento arquivístico que assegure forma fixa e conteúdo estável possui
uma característica que é denominada fixidez (INTERPARES, 2007b). O documento arquivístico
digital mantém a mesma apresentação, tal qual, este princípio de fixidez se encontra no conceito de
documento arquivístico de maneira implícita e explícita, no âmbito da Arquivologia ou da
Diplomática. (RONDINELLI, 2013)."
Quanto ao órgão produtor ou entidade produtora/acumuladora, os arquivos podem ser:
a. Públicos - arquivo formado por documentos provenientes de órgãos federais,
estaduais ou municipais. Ex.: o Arquivo Nacional, Arquivos Públicos Estaduais, etc.

b. Privados - constituídos por documentos de instituições particulares. Os Arquivos


Privados podem ser classificados em:
a. Institucionais (escolas, igrejas, sociedades, clubes, associações);
b. Comerciais (empresas, corporações, companhias); e
c. Pessoais ou familiares (fotos de família, cartas, originais de trabalhos, etc.).

Segundo o Dicionário Brasileiro de terminologia Arquivística:

Acervo - Documentos de uma entidade produtora ou de uma entidade custodiadora.

Depósito - Local de guarda de documentos. Entrada de documentos sob custódia temporária, sem a
cessão da propriedade.

O arquivo caracteriza-se por ser um conjunto orgânico, resultado das atividades de uma pessoa
física ou jurídica, e não uma coleção de documentos.

De acordo com Paes (1997), três são as características básicas dos arquivos:
1. Exclusividade de criação e recepção por uma repartição, firma ou
instituição. Não se considera arquivo uma coleção de manuscritos históricos reunidos por
uma pessoa.

2. Origem no curso de suas atividades. Os documentos devem servir de prova de


transações realizadas.

3. Caráter orgânico que liga o documento aos outros do mesmo conjunto. Um


documento, destacado de seu conjunto, do todo a que pertence, significa muito menos do que
quando em conjunto. Os documentos de arquivos são acumulados naturalmente de acordo
com as atividades meio e fim realizadas por uma organização.

De acordo com a extensão, os arquivos se dividem em:

ARQUIVO SETORIAL - estabelecido junto aos órgãos operacionais, cumprindo as


funções de um arquivo corrente.
Exemplo: o arquivo da contabilidade de uma empresa comercial.

ARQUIVO CENTRAL OU GERAL - destina-se a receber os documentos correntes


provenientes dos diversos órgãos que integram a estrutura de uma instituição. Nesse caso,
portanto, as atividades de arquivo corrente são centralizadas.
Exemplo: o arquivo único das diversas faculdades de uma universidade.

Portanto:

Os arquivos gerais (SETORIAIS) são localizados nas unidades político-administrativas de


uma organização e cumprem a função de arquivos correntes.
Segundo Sousa (2003), os arquivos são constituídos de documentos ativos, semi-ativos e
inativos, misturados a outros passíveis de eliminação e a documentos não orgânicos, que não são
considerados de arquivo e que são produzidos ou recebidos fora do quadro das missões de uma
organização.
Assim, temos:

ATIVOS - Fase Corrente - em tramitação;


SEMIATIVOS - Fase Intermediária - consulta esporádica; e
INATIVOS - Fase Permanente - arquivados definitivamente.
Arquivo é a acumulação ordenada de documentos, em sua maioria textuais, criados por uma
instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a consecução de seus
objetivos, visando à utilidade que poderão oferecer no futuro.

Para Paes (2004), "a principal finalidade dos arquivos é servir a administração, constituindo-
se, com o decorrer do tempo, em base do conhecimento da história". A autora destaca, ainda,
que a "função básica do arquivo é tornar disponível as informações contidas no acervo
documental sob sua guarda".

Os documentos de arquivo têm finalidade diferenciada e única dentre os outros órgão de


documentação, ou seja, possuem finalidade funcional, isto é, atendem às necessidades da
administração de uma instituição ou da vida de uma pessoa, no sentido dos documentos
serem acumulados para a consecução dos objetivos e das atividades destas, ao passo que os
materiais de bibliotecas e museus tem finalidade cultural e dos centros de documentação e
informação tem foco na pesquisa especializada, corroborando a especificidade dos arquivos
no que tange à finalidade como órgão de documentação.
Arquivo é a acumulação ordenada de documentos, em sua maioria textuais, criados por
uma instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a consecução
de seus objetivos, visando à utilidade que poderão oferecer no futuro”.
Na lata! Mas não fiquemos só nisso. Veja mais algumas definições comuns do termo
"arquivo", que podem ser cobradas em prova:
“Arquivo é o conjunto de documentos oficialmente produzidos e recebidos por um
governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados e
conservados por si e seus sucessores para efeitos futuros”
Essa primeira definição é de Marilena Leite Paes, doutrinadora pela qual a CESPE tem
carinho especial :P. Veja que ela enfatiza bastante o fato de os documentos do arquivo
referirem-se às atividades da instituição (realização da missão ou objetivos)

Mas nem mesmo a CESPE, no alto de sua torre de marfim, poderá negligenciar a definição
legal. Aí temos a Lei 8.159 de 08 de janeiro de 1991, a qual dispõe sobre a política nacional
de arquivos públicos e privados. Lá, em seu artigo 2º, temos também uma definição de
arquivo:
Art. 2º - Consideram-se arquivos, para os fins desta Lei, os conjuntos de documentos
produzidos e recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades
privadas, em decorrência do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa
física, qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos.

Considerando-se uma das definições de "Arquivo" como um conjunto de documentos


produzidos ou recebidos por uma entidade no decorrer de suas funções, e de "Documento"
como a informação registrada em um suporte, tem-se que as organizações públicas ou
privadas produzem e recebem informações que, registradas, tornam-se documentos de
arquivo. Isso porque os documentos originam-se em processos de trabalho e, através do
conjunto de processos de trabalho desenvolvido pelos mais diversos setores, é possível
identificar as características que lhe são comuns e diferenciadoras.

O material de referência ou informação não orgânica, utilizado nos setores de trabalho,


(NÃO) é considerado documento de arquivo.

Segundo Sousa (2003)1, os arquivos montados nos setores de trabalho são acervos
arquivísticos constituídos de documentos ativos, semi-ativos e inativos, misturados a outros
passíveis de eliminação e a documentos não orgânicos, que não são considerados de
arquivo e que são produzidos ou recebidos fora do quadro das missões de uma
organização.
suporte para a arquivística, é a base onde é registrada a informação. Assim, qualquer meio
utilizado para registro de informação é um suporte. Logo o papel, a película fotográfica, meio
eletrônico e a película videográfica são suportes de documentos.

Veja que o próprio CESPE, na prova do Ministério da Saúde, 2010, em uma questão definiu
suporte de documentos da seguinte forma:

“O termo suporte é utilizado em arquivologia para denominar qualquer material que contém
informações registradas. Alguns exemplos, além do mais comum hoje, que é o papel, são:
papiro, pergaminho, filme de acetato, fita magnética, disco magnético, disco ótico, entre
outros.”

Os arquivos setoriais são arquivos originados em um setor determinado da instituição,


cumprindo as funções de um arquivo corrente. Ex.: Arquivo do Departamento de Pessoal, do
Setor Financeiro, do Setor de Recursos Humanos, etc.

Logo, nada de ter o mesmo papel dos arquivos intermediários e tampouco de receber
documentos provenientes de diversos órgãos.

Vamos às definições doutrinárias de arquivo, biblioteca e museu:

Museu: Um museu é, primordialmente, uma instituição de interesse público. O seu


principal propósito é colocar a disposição do público conjuntos de peças e objetos de
valor cultural

“Biblioteca é o conjunto de material, em sua maioria impresso, e não produzido pela


instituição em que está inserida, de forma ordenada para estudo, pesquisa e consulta”

“Arquivo é a acumulação ordenada de documentos, em sua maioria textuais, criados


por uma instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a
consecução de seus objetivos, visando à utilidade que poderão oferecer no futuro”

Não precisa fazer força para memorizar. Deixe fluir. Imagine um arquivo de um órgão
público: um número infindável de documentos organizados cuidadosamente, no mais das
vezes representado por um calhamaço de papéis encartados em processos. Parece cultural
para você? Justamente porque não é objetivo do arquivo sê-lo :P, mas sim do museu.
O arquivo busca, através da acumulação ordenada de documentos, refletir a estrutura da
organização a que está vinculado. Talvez você já tenha visto eu escrever isto várias vezes, e é
porque cai em prova.

Pois bem, os documentos do arquivo, além de refletirem as atividades da instituição, dão o


que se chama de "testemunho da verdade". Cada documento comprova uma fração de tudo
aquilo que a instituição fez ao longo de sua existência. E assim sendo, tais documentos
precisam servir como meio de prova das transações efetuadas.

Alias, é até um contrasenso afirmar o que o enunciado afirma e ainda dizer que os
documentos devem ser autênticos no que se refere às informações que veiculam. A partir do
momento que uma informação se reputa autêntica, ela é capaz de fazer prova de algo.
A CESPE mostrando suas preferências literárias :P. Bom:

Veja a definição de Marilena Leite Paesa respeito da finalidade dos arquivos:

“a principal finalidade dos arquivos é servir a administração, constituindo-se, com o


decorrer do tempo, em base do conhecimento da história"

O enunciado apenas faz um desdobramento desta proposição, apontando ainda que os


arquivos permitem a tomada de decisões e a garantia de direitos e deveres.

E faz todo o sentido: quem encontra-se na posição de decidir precisa de informações a


respeito da matéria sobre a qual deve se pronunciar.

O arquivo, em sendo um órgão de documentação voltado a interesses "práticos" (ou aquilo


que Schellenberg chamaria de valor primário, ou ainda, administrativo, fiscal ou legal),
guarda documentos que possuem as informações que devem ser consultadas.

Quanto à garantia de direitos, os documentos, por comprovarem transações ocorridas no


curso das atividades da instituição, asseguram que a vontade praticada pelas partes, ou ainda,
emanada pelo Estado na forma de leis, não seja deturpada ao longo do tempo, vítima do
esquecimento.
Segundo PAES (1997), três são as características básicas que distinguem os arquivos:

1) Exclusividade de criação e recepção por uma repartição, firma ou instituição. Não se


considera arquivo uma coleção de manuscritos históricos reunidos por uma pessoa.

2) Origem no curso de suas atividades. Os documentos devem servir de prova de transações


realizadas.

3) Caráter orgânico que liga o documento aos outros do mesmo conjunto. Um


documento, destacado de seu conjunto, do todo a que pertence, significa muito menos do que
quando em conjunto.
Os arquivos podem ser classificados conforme os seguintes aspectos:

1.1 – Natureza dos Documentos


Quanto à natureza dos documentos, classificam-se em especial e especializado.
O arquivo especial é constituído por documentos de diversos formatos, como DVD’s. CD’s,
fitas e microfilmes que, devido as características do suporte, merecem um tratamento
especial quanto ao seu armazenamento e tratamento técnico. O arquivo especializado é
constituído por documentos resultantes de uma determinada área do conhecimento humano,
independentemente do suporte onde a informação encontra-se registrada. São exemplos de
acervos especializados os arquivos médicos, os arquivos de engenharia, entre outros.

1.2 - Extensão de sua atuação


Quanto à sua extensão, os arquivos podem ser classificados em setoriais, estabelecidos junto
aos setores de trabalho da empresa, ou em arquivos centrais ou gerais, ou seja, aqueles que
reúnem sob sua guarda documentos provenientes de diversos setores de uma instituição.

1.3 - Entidades mantenedoras


Conforme as características da entidade acumuladora de documentos, estes podem ser
divididos em:
a) arquivos públicos: são aqueles produzidos por instituições públicas nas esferas federal,
estadual e municipal, no desempenho de suas atribuições administrativas, legislativas e/ou
judiciárias. Também são considerados públicos os arquivos acumulados por empresas
privadas encarregadas da gestão de serviços públicos.
b) arquivos privados: consideram-se arquivos privados os conjuntos de documentos
produzidos ou recebidos por pessoas físicas ou jurídicas, em decorrência de suas atividades.
(Lei nº 8.159/91, art. 11). Ex: arquivos comerciais, institucionais, pessoais.

1.4 - Estágios de evolução


Os documentos arquivísticos são identificados como correntes, intermediários e permanentes,
o que corresponde ao ciclo vital das informações, também chamado de teoria das três idades:
a) arquivos correntes: são aqueles em curso, ou que, mesmo sem movimentação, constituam
objeto de consultas freqüentes.
b) arquivos intermediários: são aqueles que, não sendo de uso corrente nos órgãos
produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
c) arquivos permanentes: conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e
informativo que devem ser definitivamente preservados. (Lei nº 8.159/91, art. 8º).
Vamos sair um pouco de Arquivologia e visualizar o que diz o artigo 6º da Lei 8.935 de
1994, a qual dispõe sobre os serviços notariais e de registro:
Art. 6º Aos notários compete:

I - formalizar juridicamente a vontade das partes;

II - intervir nos atos e negócios jurídicos a que as partes devam ou queiram dar forma legal
ou autenticidade, autorizando a redação ou redigindo os instrumentos adequados,
conservando os originais e expedindo cópias fidedignas de seu conteúdo;

III - autenticar fatos.


Olha que legal. O notário exerce atividades vinculadas à manifestação de vontade das partes,
atribuindo-lhe caráter público. Ora, o acumulo gradual de documentos oriundos desta
atividade (que é em que consiste o arquivo) apresentará as mesmas características da
atividade em si.

Como o Notário não desempenha atividades econômicas, o arquivo composto pelos


documenots por ele produzidos também não possuirão este traço. Irei mais longe: os arquivos
notariais, em face de suas características, são arquivos pertencentes à categoria de "arquivos
públicos".

Um pouquinho de história agora:

O termo “arquivo” não tem uma origem precisa. Entretanto, aquela frequentemente apontada
na doutrina nos remete à antiga Grécia, com a denominação “arché”, que denominava o
“palácio dos magistrados”.

Com a evolução do conceito, chegamos à palavra “archeion”, que denomina o “local de


guarda e depósito de documentos”, tradução que o enunciado também adotou ao traduzir
para "edifício público" e "casa da câmara", já que estes locais se prestavam a armazenar
documentos na Antiga Grécia. Quanto a tradução direta para "documentos", lembre-se que
estamos falando de tempos muito anteriores ao nascimento de Cristo, e por mais avançados
que os gregos fossem, alguns vocábulos levam tempo para se formar, não havendo distinção
naquela época entre os documentos e a instituição que os guardava (mesmo hoje a palavra
arquivo designa tanto o órgão que armazena o documento como os móveis que os
guarnecem).

Quanto àquilo que se chamou de "material de arquivo", o enunciado fez menção direta ao
conceito exposto por Marilena Leite Paes (super bem cotada no conceito da CESPE):
“Arquivo é a acumulação ordenada de documentos, em sua maioria textuais, criados
por uma instituição ou pessoa, no curso de sua atividade, e preservados para a
consecução de seus objetivos, visando à utilidade que poderão oferecer no futuro”.
Veja que o conceito é muito semelhante.

O conceito de arquivo adotado pela arquivística independe do suporte físico.

De acordo com Rousseau e Couture (1998), os suportes em que foi registrada a informação
administrativa despertam também um grande interesse. A história dos arquivos está
intimamente ligada à história do suporte da informação administrativa. Esse suporte é
importante, na medida em que se deve à sua durabilidade ou a sua fragilidade o fato de se ter
ou não conservado o testemunho e de poderem consultar os vestígios do passado.
Segundo os autores, entre os principais suportes utilizados, encontra-se a placa de argila,
o papiro, o couro, o papel e, mais recentemente os diferentes suportes eletrônicos.

Vejamos o conceito de arquivo segundo a Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991 (política


nacional de arquivos públicos e privados):

Art. 2º - Consideram-se arquivos, para os fins desta Lei, os conjuntos de


documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e
entidades privadas, em decorrência do exercício de atividades específicas, bem como
por pessoa física, qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos.

O CONARQ assim conceitua o termo "arquivo":

Designação genérica de um conjunto de documentos produzidos e recebidos por uma pessoa


física ou jurídica, pública ou privada, caracterizado pela natureza orgânica de sua
acumulação e conservado por essas pessoas ou por seus sucessores, para fins de prova ou
informação.

Documentos manuscritos e impressos são documentos textuais. Podem, além desses, ser de
outros tipos, como por exemplo, documentos cartográficos, documentos iconográficos, etc.

Sobre a documentação ser única em seu lugar de armazenamento, trata-se do princípio da


UNICIDADE ou ORIGINALIDADE, que está ligado à qualidade pela qual os documentos
de arquivo, a despeito da forma, espécie ou tipo, conservam caráter único em função de seu
contexto de origem.
Carta, ofício, memorando e relatório são exemplos de espécies documentais. Agora, carta de
recomendação, ofício de intimação, memorando de transferência e relatório de vistoria, por
exemplo, é que são tipos documentais.

A tipologia é a configuração que assume uma espécie documental, de acordo com a atividade que a
gerou. Exemplos: boletim de ocorrência, certidão de nascimento, declaração de Imposto de
Renda. A formação dos tipos documentais é feita por meio da junção “espécie” e função
(atividade). Na prática, o tipo é o que qualifica uma espécie.
Os documentos são classificados quanto: ao Gênero; à Espécie; e à Natureza do Assunto.

Quanto ao Gênero, os documentos são classificados conforme a forma de registro, e podem ser:
escritos ou textuais; cartográficos; iconográficos; filmográficos; sonoros; micrográficos;
informáticos.

Os documentos iconográficos são registrados em suportes sintéticos, em papel emulsionado ou


não, com imagens fixas, as informações se apresentam em imagem estática, com figuras, como
desenhos, fotografias em jornal e revista, slides.
São 4 as etapas que o documento percorre para o arquivamento:

1. Inspeção - etapa na qual se verifica, examina, o documento, quanto ao último


despacho, para se assegurar do seu destino correto.

2. Análise - nesta etapa ocorre a leitura do documento para seu estudo, classificação e
codificação, bem como analisar a sua relação com outros documentos.

3. Ordenação - disposição dos documentos conforme a classificação e codificação


realizadas na etapa anterior, agilizando a o arquivamento e a busca documental.

4. Arquivamento - etapa da guarda documental propriamente dita.

Observa-se, portanto, que na etapa da Análise ocorre a leitura do documento com a finalidade
de estudo, classificação e codificação.

Por fim, no âmbito do protocolo, a atividade de classificação depende de análise documental para a
correta classificação, e, como vimos, a análise é a leitura do documento para seu estudo,
classificação e codificação.
Segundo a lei 8.159/1991 art.7º que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados
e dá outras providências:
Art. 7º - Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e recebidos, no exercício
de suas atividades, por órgãos públicos de âmbito federal, estadual, do Distrito Federal e
municipal em decorrência de suas funções administrativas, legislativas e judiciárias.
Segundo TIAGO e MACEDO (2014)
Classificação
“Refere-se à criação e à utilização de planos de classificação que reflitam as funções, atividades e
ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas fases corrente e
intermediária e a elaboração de quadros de arranjo da fase permanente. A classificação orienta a
organização intelectual do acervo de forma a refletir a estrutura organizacional e decisória da
instituição acumuladora e facilitar o acesso aos documentos produzidos. ”
Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística
plano de classificação
“Esquema de distribuição de documentos em classes, de acordo com métodos de arquivamento
específicos, elaborado a partir do estudo das estruturas e funções de uma instituição e da análise
do arquivo(1) por ela produzido.”
Portanto, a afirmação abordada no enunciado da questão está correta pois o processo de
classificação realizado através do plano de classificação dos arquivos deve refletir as funções da
instituição acumuladora e essas funções é que influenciam diretamente as atividades dos arquivos
como produção etc. Assim, podemos afirmar que a classificação de um arquivo se dá de acordo com
o tópico função. Logo, questão correta.

A correspondência oficial que trata de informações de caráter pessoal é classificada


como ostensiva.

ITEM ERRADO.

Os documentos que possuem informações de caráter pessoal são considerados SIGILOSOS e


possuem acesso restrito. Por essa razão, devem ser adotadas medidas especiais de salvaguarda
(segurança, proteção) na sua custódia e disseminação.

Os documentos ostensivos são aqueles de acesso amplo, cujo assunto pode ser divulgado sem
restrição.

Essa classificação (ostensivos X sigilosos) é quanto à natureza do assunto.

Vejamos o que cita Valentini (2013) sobre essa classificação:


 Ostensivos ou Ordinários – Qualquer pessoa pode consultar o documento (a sua
divulgação não prejudica a instituição);
 Sigilosos – Tais documentos são limitados a um número restrito de pessoas.
 Exato, o documento digital estático é aquele que não pode ser alterado, ou seja, seu
conteúdo permanece o mesmo, sem sofrer modificações. Geralmente é permitida somente a
visualização do arquivo.

 Ex.: um documento em formato PDF protegido contra alterações.

 Para complementar nossos estudos, vejamos o que cita Yamaoka (2012), baseado no
conceito de Duranti e Thibodeau (2006):

 "Os objetos digitais estáticos são aqueles que têm a persistência da sua forma e do
seu conteúdo garantidos pela definição de um formato. Desta forma, documentos digitais
são estáticos quando não fornecem facilidades para alterar o conteúdo e a sua estrutura é
invariante."

 Em oposição aos documentos estáticos, estão os documentos digitais
interativos, cujas alterações são permitidas, tanto em sua forma como em seu conteúdo.
 A questão quis dizer que um DOCUMENTO necessita de um SUPORTE, e é nesse
suporte em que se registram as informações (signos, dados, etc.). E que, para que seja
considerado como documento, o tipo do suporte (físico ou digital) não influencia.

 Em resumo:

 O documento possui informações registradas em um suporte (independentemente de
qual seja esse suporte).

 DOCUMENTO = informação (dados, signos) + suporte (onde está a informação).


 Como embasamento, vejamos as definições abaixo retiradas do Dicionário Brasileiro
de Terminologia Arquivística (2005):

 DOCUMENTO - "Unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte
ou formato."
 SUPORTE - "Material no qual são registradas as informações."

 Para complementar, vejamos a definição de arquivo, aqui também entendido
como documento, segundo a Lei nº 8.159/91, que considera qualquer que seja o suporte
da informação:

 Art. 2º - Consideram-se arquivos, para os fins desta Lei, os conjuntos de documentos
produzidos e recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades
privadas, em decorrência do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa física,
qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos.
 Apesar de o conceito apresentado no fragmento de texto remeter a imparcialidade,
organicidade,
naturalidade e unicidade como características dodocumento arquivístico, não se depreende
do conceito apresentado a característica da autenticidade do documento arquivístico.
 ITEM ERRADO.

Ao analisarmos o fragmento de texto proposto pela banca,


devemos identificar se nele há ou não trechos que nos remetem à característica daAUTENTI
CIDADE.


A AUTENTICIDADE é conferida àqueles documentos que se mantiveram da forma como f
oram produzidos, preservando sua integridade ao longodo tempo,
sem alterações e que foram produzidos conforme normas estabelecidas.

Vamos verificar as demais definições:

“Autenticidade é a credibilidade de um documento enquanto documento, isto é,


a qualidade de um documento ser o que diz ser e que estálivre de adulteração ou qualquer o
utro tipo de corrupção.”
(Glossário de Documentos Arquivísticos Digitais, 2016)
"Autenticidade está ligada ao processo de criação, manutenção e custódia;
os documentos são produto de rotinas processuais que visam aocumprimento de determinad
a função, ou consecução de alguma atividade,
e são autênticos quando criados e conservados de acordo comprocedimentos regulares que
podem ser comprovados, a partir de rotinas estabelecidas." (Rondinelli, 2002)

Com base nessas definições,


entendemos que o erro da questão está em dizer que não se depreende o conceito de aute
nticidade, pois ele existeno fragmento de texto, conforme destaques abaixo:

Documento arquivístico é um conjunto de dados estruturados, apresentados em uma forma fi


xa, representando um conteúdo estável, produzido ourecebido por pessoa física ou jurídica (
pública ou privada), no exercício de uma atividade, em observância aos requisitos normativ
os da atividade àqual esteja relacionado, e preservado como evidência da realização dessa a
tividade.

Filme, fotografia, disco, planta, microficha e relatório são os gêneros em que se diferem os
documentos arquivísticos.
ITEM ERRADO.

Os documentos citados (filme, fotografia disco, planta, microficha e relatório) não são gêneros.

São considerados ESPÉCIES DOCUMENTAIS, que é a designação dos documentos de acordo


com seu aspecto formal (formato).

Vamos ver a definição do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):

ESPÉCIE DOCUMENTAL - Divisão de gênero documental que reúne tipos documentais por seu
formato. São exemplos de espécies documentais: ata, carta, decreto, disco, filme, folheto,
fotografia, memorando, ofício, planta, relatório.

Já GÊNERO DOCUMENTAL designa os documentos levando em conta o aspecto de sua


representação nos diferentes suportes.

De acordo com a classificação de Marilena Leite Paes (2007), bastante cobrada em provas, os
documentos, quanto ao GÊNERO, podem ser:
 Escritos ou textuais: documentos manuscritos, datilografados ou impressos;
 Cartográficos: documentos em formatos e dimensões variáveis, contendo
representações geográficas, arquitetônicas ou de engenharia (mapas, plantas, perfis);
 Iconográficos: documentos em suportes sintéticos, em papel emulsionado ou não,
contendo imagens estáticas (fotografias, diapositivos, desenhos, gravuras);
 Filmográficos: documentos em películas cinematográficas e fitas magnéticas de
imagem (tapes), conjugados ou não trilhas sonoras, com bitolas e dimensões variáveis,
contendo imagens em movimento (filmes e fitas videomagnéticas);
 Sonoros: documentos com dimensões e rotações variáveis, contendo registros
fonográficos (discos e fitas audiomagnéticas);
 Micrográficos: documentos em suporte fílmico resultantes da microrreprodução de
imagens, mediante utilização de técnicas específicas (rolo, microficha, jaqueta, cartão-
janela);
 Informáticos: documentos produzidos, tratados ou armazenados em computador
(disquete, disco rígido - winchester -, disco óptico).
O documento audiovisual (que contém imagens e sons) também pode ser considerado
um GÊNERO DOCUMENTAL.

As instituições produzem documentos arquivísticos de forma natural e ordenada. Esses


documentos refletem suas atividades, sejam elasadministrativas, legais ou fiscais (são os chamados
valores primários)

Essa questão, portanto, remete-nos a dois conceitos:

 VALOR PRIMÁRIO OU IMEDIATO - valor definido conforme interesse ou


utilidade que os documentos possuem para a instituição produtora (geralmente atribuídos aos
arquivos em fase corrente e intermediária):

“Valor atribuído a documento em função do interesse que possa ter para a entidade produtora
levando-se em conta a sua utilidade para fins administrativos, legais e fiscais.” (Dicionário
Brasileiro de Terminologia Arquivística, 2005)

 PRINCÍPIO DA ORGANICIDADE - reconhece a natureza dos documentos:

“O documento arquivístico se caracteriza pela organicidade, ou seja, pelas relações que mantém
com os demais documentos do órgão ou entidade e que refletem suas funções e atividades. Os
documentos arquivísticos não são coletados artificialmente, mas estão ligados uns aos outros por
um elo que se materializa no plano de classificação, que os contextualiza no conjunto ao qual
pertencem.” (e-ARQ Brasil, 2011)

Para complementar nosso estudo, vejamos o artigo abaixo da Lei nº 8.159/91:

Art. 7º - Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e recebidos, no exercício


de suas atividades, por órgãos públicos de âmbito federal, estadual, do Distrito Federal e
municipal em decorrência de suas funções administrativas, legislativas e judiciárias.
A COMPLETEZA é a característica de completude e inteireza de um documento, associado ao
conceito de confiabilidade.

De acordo como Glossário de Documentos Arquivísticos Digitais (2016), a completeza é:

“atributo de um documento arquivístico que se refere à presença de todos os elementos intrínsecos


e extrínsecos exigidos pela organização produtora e pelo sistema jurídico-administrativo a que
pertence, de maneira a ser capaz de gerar consequências.”

Percebemos que a banca se baseou no conceito citado acima e mencionou no final da assertiva que a
característica da completeza de um documento faz com que ele seja útil para a sociedade.

Conforme o conceito do Glossário, espera-se que a completeza de um documento gere


consequências. Essas consequências, por sua vez, devem ser úteis para a sociedade, principalmente
no âmbito das instituições públicas.

Entendemos que, mesmo que um documento seja usado apenas no expediente da instituição, por
exemplo, a sua função deve ser útil à sociedade como um todo, visto que esse é seu objetivo maior.

Nesse sentido, podemos citar Bernardes & Delatorre (2008):

“Ao definir normas e procedimentos técnicos referentes à classificação, avaliação, preservação e


eliminação de documento, um programa de gestão documental contribui decisivamente para
atender às demandas da sociedade contemporânea por transparência que permitam a fiscalização
das ações do governo, assegurando o efetivo exercício da cidadania e acesso rápido aos
documentos e informações gerados pelo Poder Público.”
Exato, essas são as TRÊS FASES BÁSICAS DA GESTÃO DE DOCUMENTOS:

 PRODUÇÃO
 UTILIZAÇÃO
 DESTINAÇÃO

Essas fases compreendem o fluxo percorrido pelo documento na instituição — desde o momento de
sua criação ou entrada (produção), durante seu uso em fase corrente e intermediária (utilização),
até o esgotamento de seu valor administrativo que leva à eliminação ou a guarda permanente
(destinação).

Para complementar nossos estudos, vejamos o que cita Valentini (2013) sobre essas fases:

1ª) Produção – Os documentos são criados em razão das atividades específicas de um órgão,
evitando-se, dessa forma, que sejam elaborados os não essenciais. Assim, diminui o volume a ser
manuseado, facilitando o controle da massa documental.

Esta fase abrange os seguintes elementos:


 gerenciamento de fichas e formulários (produção ou eliminação);
 controlar os atos normativos (produção, atualização e divulgação desses documentos:
decretos, estatutos, portarias, entre outros);
 aproveitar de forma adequada os recursos reprográficos e informáticos (relacionados
à automação de arquivos);
 escolher materiais (de consumo e permanente) para as tarefas arquivísticas;
 selecionar e capacitar pessoal para trabalhar com a documentação.

2ª) Utilização – Diz respeito ao fluxo documental (atividades de protocolo), sendo importante
conhecer o trâmite correto dos documentos, para se evitar a burocratização das atividades.
Esta fase abrange os seguintes elementos:
 gerenciamento dos arquivos de 1ª e 2ª idades (correntes e intermediários), com o
objetivo da recuperação da informação o mais rápido possível;
 política de acesso aos documentos.

3ª) Destinação – Fase primordial, pois decide quais os documentos a serem eliminados ou
preservados permanentemente. Para isso, deve ser feita uma avaliação correta dos documentos
(por Comissão devidamente constituída).
A gestão de documentos abrange sim a elaboração de normas para consulta (acesso) aos
documentos.
Essa atividade ocorre na fase de UTILIZAÇÃO (lembrando que a gestão de documentos possui
três fases básicas: produção, utilização, e destinação).

Essas normas de consulta/acesso aos documentos são necessárias para o correto andamento do fluxo
documental dentro de uma organização, de forma a garantir a integridade, confiabilidade, segurança
e preservação dos arquivos. Além disso, ao se normatizar, por exemplo, prazos de consulta e
devolução de documentos, o controle do fluxo documental é facilitado.

Vejamos abaixo a explicação da fase de UTILIZAÇÃO citada por Valentini (2013). Perceba que a
produção de uma "política de acesso aos documentos é sinônimo de "normas para consulta de
documentos", expressão utilizada na assertiva.

Utilização – Diz respeito ao fluxo documental (atividades de protocolo), sendo importante conhecer
o trâmite correto dos documentos, para se evitar a burocratização das atividades.

Esta fase abrange os seguintes elementos:

 gerenciamento dos arquivos de 1ª e 2ª idades (correntes e intermediários), com o


objetivo da recuperação da informação o mais rápido possível;
 política de acesso aos documentos.

Para complementar, vamos verificar o que cita Paes (2007) sobre a mesma fase:
Utilização de documentos: esta fase inclui as atividades de protocolo (recebimento, classificação,
registro, distribuição, tramitação), de expedição, de organização e arquivamento de documentos
em fase corrente e intermediária, bem como a elaboração de normas de acesso à documentação
(empréstimo, consulta) e à recuperação de informações, indispensáveis ao desenvolvimento de
funções administrativas, técnicas ou científicas das instituições.
Um documento de arquivo é o registro de qualquer informação - fato, ideia, conhecimento,
sentimento ou qualquer coisa que se deseje comunicar -, qualquer que seja o suporte ou formato; é
por meio do documento que o homem se expressa.

O principal motivo de criação do documento é provar ou testemunhar algo, sendo que o tipo de
conhecimento registrado em cada documento é único. Por isso, os documentos são produzidos e
recebidos para atender um fim funcional, administrativo ou jurídico.
Um documento de arquivo é o registro de qualquer informação - fato, ideia, conhecimento,
sentimento ou qualquer coisa que se deseje comunicar -, qualquer que seja o suporte ou formato; é
por meio do documento que o homem se expressa.

O principal motivo de criação do documento é provar ou testemunhar algo, sendo que o tipo de
conhecimento registrado em cada documento é único. Por isso, os documentos são produzidos e
recebidos para atender um fim funcional, administrativo ou jurídico.

Logo, os documentos de arquivo são aqueles acumulados pelas atividades meio e fim.

A atividade fim é um conjunto de operações que uma instituição leva a efeito para o desempenho de
suas atribuições específicas e que resulta na acumulação de documentos de caráter substantivo para
o seu funcionamento.

Já a atividade meio é o conjunto de operações que uma instituição leva a efeito para auxiliar e
viabilizar o desempenho de suas atribuições específicas e que resulta na acumulação de documentos
de caráter instrumental e acessório.

Perceba que fica muito difícil entender o que o examinador quis dizer com "valor deve ultrapassar
os objetivos para o qual ele tiver sido criado". Ora, se houve um objetivo que resultou na criação
de um documento, esse objetivo é que torna tal documento com valor arquivístico.

A natureza diz respeito ao grau de restrição, vale dizer, a classificação de segurança ao acesso dos
documentos. Conforme a natureza, os documentos podem ser:
a. Ostensivos ou ordinários - qualquer pessoa pode consultar o documento, ou seja, a
sua divulgação não prejudica a instituição;
b. Sigilosos - tais documentos são limitados a um número restrito de pessoas. Por essa
razão, devem ser adotadas medidas especiais de salvaguarda (segurança, proteção) na sua
custódia e disseminação.
O termo classificação, no contexto da segurança ao acesso, é o ato de atribuir grau de sigilo e
restrição de acesso ao documento, considerando critérios legais e normativos, uma vez que o
conteúdo informacional do mesmo, caso seja amplamente divulgado, pode acarretar danos à
instituição e/ou a terceiros.

Já o termo desclassificação trata-se da retirada do grau de sigilo e restrição de acesso ao


documento. Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, desclassificação é o ato
pelo qual a autoridade competente libera à consulta, no todo ou em parte, documento anteriormente
sujeito a grau de sigilo.
Portanto, se classificar um documento significa atribuir grau de sigilo e restringir o acesso,
desclassificar um documento significa retirar os graus de sigilo e a restrição de acesso, tornando-o
um documento ostensivo ou ordinário.

Um documento de arquivo é o registro de qualquer informação - fato, ideia, conhecimento,


sentimento ou qualquer coisa que se deseje comunicar -, qualquer que seja o suporte ou formato; é
por meio do documento que o homem se expressa. Em síntese, a importância do documento não
está no seu formato, mas na informação presente.

O principal motivo de criação do documento é provar ou testemunhar algo, sendo que o tipo de
conhecimento registrado em cada documento é único. Por isso, os documentos são produzidos e
recebidos para atender um fim funcional, administrativo ou jurídico.

Tratam-se de dois conceitos bastantes cobrados em provas: espécie e tipo.

Espécie: divisão de gênero documental que reúne tipos documentais por seu formato. São exemplos
de espécies documentais: ata, carta, decreto, disco, filme, folheto, fotografia, memorando, ofício,
planta, relatório.

Tipo: divisão de espécie documental que reúne documentos por suas características comuns no que
diz respeito à fórmula diplomática, natureza de conteúdo ou técnica do registro. São exemplos de
tipos documentais: ata de reunião, carta precatória, decreto sem número.

Portanto:

O ofício e o memorando são exemplos de tipos (espécies) documentais.

A classificação dos documentos quanto ao gênero é a reunião de espécies documentais que se


assemelham por seus caracteres essenciais, particularmente o suporte e o formato, e que
exigem processamento técnico específico e, por vezes, mediação técnica para acesso. Pose ser assim
resumida:
 textuais: documentos que contêm informação em formato de texto. Ex: atas e
ofícios;
 sonoros: são os documentos com dimensões e rotações variáveis, contendo registros
fonográficos. Ex: cd’s de música , fitas K7;
 cartográficos: são os documentos que contêm representações geográficas,
arquitetônicas ou de engenharia. Ex: mapas, plantas e perfis;
 filmográficos: são os documentos em películas cinematográficas e fitas magnéticas de
imagem, conjugadas ou não a trilhas sonoras, contendo imagens em movimento. Ex: fitas
videomagnéticas;
 iconográficos: são os documentos em suportes sintéticos, em papel emulsionado ou
não, contendo imagens estáticas. Ex: fotografias , negativos, diapositivos (slides), gravuras,
desenhos;
 micrográficos: documentos em suporte fílmico resultantes da microrreprodução de
imagens. Ex: microfilme, microficha, cartão-janela;
 informático: documentos criados, armazenados e utilizados em computador; Ex:
disquete, disco rígido, arquivo do Excel.
Portanto:

Os microfilmes fazem parte do gênero documental conhecido como filmográfico (micrográfico).

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica - Cade é uma autarquia federal, vinculada ao


Ministério da Justiça, com sede e foro no Distrito Federal, que exerce, em todo o Território
nacional, as atribuições dadas pela Lei nº 12.529/2011.

O Cade tem como missão zelar pela livre concorrência no mercado, sendo a entidade responsável,
no âmbito do Poder Executivo, não só por investigar e decidir, em última instância, sobre a matéria
concorrencial, como também fomentar e disseminar a cultura da livre concorrência.

Um DOCUMENTO é o registro de qualquer informação, é através dele que o homem se


expressa. O principal motivo de criação do DOCUMENTO DE ARQUIVO é provar, testemunhar
algo, sendo que o tipo de conhecimento registrado em cada documento é único.

Os documentos de arquivo são produzidos e recebidos para atender um fim funcional,


administrativo ou jurídico.

As ações principais da gestão de documentos contempla as fases corrente e intermediária. No


entanto, não é correta a afirmação de que a gestão de documentos não se aplica aos documentos
com valor permanente/histórico (arquivo permanente); as simples ações preventivas de manutenção,
por exemplo, são atividades de gestão de documentos.
A ideia deve ser no sentido de que a maioria das ações de gestão de documentos (mas não a sua
totalidade) vinculam-se aos arquivos com valor primário (corrente e intermediário).

Textual não se refere a tipo, mas sim gênero documental. Vejamos.

A classificação quanto ao gênero considera o aspecto externo, se em texto, audiovisual, sonoro, isto
é, a configuração que assume um documento de acordo com o sistema de signos utilizado na
comunicação de seu conteúdo. Exemplos: textual (documentos escritos de uma forma
geral); iconográfico (obras de arte, fotografias, negativos, slides, microformas); sonoros (discos,
fitas); audiovisual (filmes); tridimensionais (esculturas, objetos,
roupas); magnéticos/informáticos (disquetes, CD-ROM).

O ofício, o memorando e o processo são exemplos de espécies, e não tipos documentais.

A ESPÉCIE é a configuração que assume um documento de acordo com a disposição e


a natureza das informações nele contidas. Exemplos: ofícios, memorandos, processos, cartas,
telegramas, e-mails.

Já a TIPOLOGIA DOCUMENTAL é a configuração que assume uma espécie documental, de


acordo com a atividade que a gerou. Exemplos: ofício de apresentação, processo de desapropriação,
boletim de ocorrência, certidão de nascimento, declaração de Imposto de Renda.

Quanto ao tipo (tipologia), de acordo com a sua utilização, as espécies documentais recebem
funções específicas dentro das instituições, formando tipos documentais.

Entende-se por tipo documental a configuração que assume uma espécie documental, de acordo
com a atividade que a gerou.

Ex: Ata de reunião, certidão de casamento, boletim de frequência e etc.

A formação dos tipos documentais é feita por meio da junção: espécie documental e função
(atividade).
Pela característica da autenticidade, os documentos são definidos como autênticos porque são
criados tendo-se em mente a necessidade de agir através deles, para serem mantidos como garantias
para futuras ações ou para informação. Assim, os documentos são autênticos porque são criados,
mantidos e conservados sob custódia de acordo com procedimentos regulares que podem ser
comprovados.

Ou seja, não se relaciona com vinculação de um conteúdo informacional com o suporte desse
conteúdo.
Os mapas e plantas encontrados nos arquivos da ANATEL pertencem ao gênero
documental iconográfico (CARTOGRÁFICO), sendo classificados e avaliados de forma
diferenciada e específica, conforme esse gênero documental.

Quanto ao gênero: reunião de espécies documentais que se assemelham por seus caracteres
essenciais, particularmente o suporte e o formato, e que exigem processamento técnico específico e,
por vezes, mediação técnica para acesso.
 textuais: documentos que contêm informação em formato de texto. Ex: atas e
ofícios;
 sonoros: são os documentos com dimensões e rotações variáveis, contendo registros
fonográficos. Ex: cd’s de música , fitas K7;
 cartográficos: são os documentos que contêm representações geográficas,
arquitetônicas ou de engenharia. Ex: mapas, plantas e perfis;
 filmográficos: são os documentos em películas cinematográficas e fitas magnéticas de
imagem, conjugadas ou não a trilhas sonoras, contendo imagens em movimento. Ex: fitas
videomagnéticas;
 iconográficos: são os documentos em suportes sintéticos, em papel emulsionado ou
não, contendo imagens estáticas. Ex: fotografias , negativos, diapositivos (slides), gravuras,
desenhos;
 micrográficos: documentos em suporte fílmico resultantes da microrreprodução de
imagens. Ex: microfilme, microficha, cartão-janela;
 informático: documentos criados, armazenados e utilizados em computador; Ex:
disquete, disco rígido, arquivo do Excel.
Gabarito: ERRADO.
O estado de transmissão se relaciona com a "Forma", ou seja, o estágio de preparação e transmissão
dos documentos. Como exemplo, original, cópia, minuta, rascunho, leiaute (pré-apresentação do
documento), arte-final (sinônimo de leiaute), croqui, esboço.

O recebimento ou a produção de um documento dizem respeito ao próprio conceito de documento


de arquivo, e não com um tipo de classificação.
Duranti (1994)1 aponta as características dos documentos arquivísticos:

- imparcialidade: os documentos são inerentemente verdadeiros. As razões de sua produção e as


circunstâncias de sua criação asseguram o caráter de prova e fidedignidade dos fatos e ações;
- autenticidade: os documentos são autênticos porque são criados tendo-se em mente a necessidade
de agir através deles, são mantidos como garantias para futuras ações ou para informação e são
criados mantidos e conservados sob custódia de acordo com procedimentos regulares que podem ser
comprovados;

- naturalidade: os documentos de arquivo não são coletados ao acaso. Surgem de acordo com o
desenrolar dos atos e das ações de uma administração;

- inter-relacionamento: cada documento está intimamente relacionado com outros tanto dentro
quanto fora do grupo no qual está preservado e seu significado depende dessas relações.

1DURANTI, Luciana. Registros Documentais Contemporâneos como Provas de Ação. Estudos


Históricos. Rio de Janeiro: UFRJ, v. 7, n.13, p.49-64, 1994.

Para que sirva como prova, o documento de arquivo deve preservar a característica de
verdadeiro, não havendo, nesse caso, necessidade de autenticidade.

Pela característica da autenticidade, os documentos são definidos como autênticos porque são
criados tendo-se em mente a necessidade de agir através deles, para serem mantidos como garantias
para futuras ações ou para informação. Assim, os documentos são autênticos porque são criados,
mantidos e conservados sob custódia de acordo com procedimentos regulares que podem ser
comprovados.

Portanto, para que sirva como prova, o documento de arquivo necessariamente deve ser
autêntico.

O gênero se refere à reunião de espécies documentais que se assemelham por seus caracteres
essenciais, particularmente o suporte e o formato, e que exigem processamento técnico específico e,
por vezes, mediação técnica para acesso. O gênero é baseado no sistema de signos, que é a
linguagem utilizada na comunicação de um documento. Podem ser:
 Textuais - documentos que contêm informação em formato de texto. Ex.: atas e
ofícios;

 Sonoros - são os documentos com dimensões e rotações variáveis, contendo registros


fonográficos. Ex.: cd’s de música, fitas k7;

 Cartográficos - são os documentos que contêm representações geográficas,


arquitetônicas ou de engenharia. Ex.: mapas, plantas e perfis;
 Filmográficos - são os documentos em películas cinematográficas e fitas magnéticas
de imagem, conjugadas ou não a trilhas sonoras, contendo imagens em movimento. Ex.: fitas
videomagnéticas;

 Iconográficos - são os documentos em suportes sintéticos, em papel emulsionado ou


não, contendo imagens estáticas. Ex.: fotografias, negativos, diapositivos (slides), gravuras,
desenhos;

 Micrográficos - documentos em suporte fílmico, resultantes da microrreprodução de


imagens. Ex.: microfilme, microficha, cartão-janela;

 Informático - documentos criados, armazenados e utilizados em computador. Ex.:


disquete, disco rígido, arquivo do Excel.

 Multimídia - reúne em um mesmo documento, animação, som e hipertexto.

A natureza diz respeito ao grau de restrição, vale dizer, a classificação de segurança ao acesso dos
documentos. Conforme a natureza, os documentos podem ser:
a. Ostensivos ou ordinários - qualquer pessoa pode consultar o documento, ou seja, a
sua divulgação não prejudica a instituição;

b. Sigilosos - tais documentos são limitados a um número restrito de pessoas. Por essa
razão, devem ser adotadas medidas especiais de salvaguarda (segurança, proteção) na sua
custódia e disseminação.

GABARITO: ERRADO.

Gênero dos Arquivos

Os documentos são classificados conforme o gênero, ou seja, segundo o modo em que a informação
foi registrada, assim temos documentos:
 Textuais: no qual as informações estão inseridas por meio da escrita, de textos.
Podem ser manuscritos, datilografados ou impressos e são a grande maioria dos arquivos
nos acervos administrativos.
 Iconográficos: são as informações registradas por meio de imagens estáticas. Essa
nomenclatura se dá em razão de possuirem ícones, figuras e imagens que não estão em
movimento.
 Sonoros: as informações encontram-se em forma de som.
 Filmográficos: arquivos que possuem informações representadas em um filme, que
mesmo sem possuir som, possuem imagens em movimento.Exemplo: filmes mudo
de Charlie Chaplin.
 Audiovisuais: nessa classificação encontram-se as informações que estão em forma
de som e imagem, ou seja, uma junção dos arquivos sonoros e filmográficos.
Exemplo: documentários e filmes, ou gravações de palestras e etc.
 Informativos: essas informações necessitam, necessariamente, de um computador
para serem lidas. Esse tipo de arquivo necessita de um programa para transformar a
linguagem da máquina em liguagem humana, assim também são chamados de arquivos
digitais. Exemplo, HD, CD, DVD, Disket, Pen-Drive e etc.
 Cartográficos: são documentos produzidos pela cartografia, ou seja, representam uma
área maior de forma reduzida. Exemplo: Atlas, mapas, globo, fotografia aérea, etc.
 Micrográficos: são documentos ou arquivos em suporte fílmico resultante da
microrreprodução de documentos. Para a criação deste é utilizada a microfilmagem.

ITEM ERRADO. Os documentos de arquivo são produzidos e recebidos para atender um fim
funcional, administrativo ou jurídico, enquanto os documentos de bibliotecas têm como objetivo
um fim cultural ou histórico. O item está ERRADO.

O uso jurídico e tramitação legal são características dos documentos dos arquivos correntes. O valor
jurídico ou legal é o valor intrínseco (valor primários) que um documento possui perante a lei para
comprovar um fato ou constituir um direito. Também chamado de valor probatório (não confundir
com valor histórico probatório).

Vale destacar, mais uma vez, que o valor primário é estabelecido em função do grau de importância
que o documento possui (valor imediato) para a entidade que o acumulou. O valor primário é a
qualidade de um documento baseada nas utilizações imediatas e administrativas que lhe deram os
seus criadores, ou seja, nas razões para as quais o documento foi criado. A noção de valor primário
está diretamente ligada à razão de ser de documentos e recobre exatamente a utilização dos
documentos para fins administrativos.

Os documentos de arquivo são produzidos por uma entidade pública ou privada ou por uma família
ou pessoa no transcurso das funções que justificam sua existência como tal, guardando esses
documentos relações orgânicas entre si. Surgem, pois, por motivos funcionais administrativos e
legais. Tratam sobretudo de provas, de testemunhar alguma coisa. Sua apresentação pode ser
manuscrita, impressa ou audiovisual; são em geral exemplares únicos e sua gama é variadíssima
assim como sua forma e suporte (BELLOTTO, 2006).

GABARITO: CERTO.

BELLOTTO, H. L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. Rio de Janeiro: FGV, 2006.

FECHAR
O item está CERTO.

A questão faz referência a uma característica básica de todo documento de arquivo: o inter-
relacionamento com os demais documentos.

Veja a definição desta característica:

Inter-relacionamento - Decorre do caráter orgânico, ligando os documentos uns aos outros


através de uma relação complementar. Quando um documento é separado de seu conjunto ele
perde muito do seu significado.

A organicidade, por sua vez, trata-se de relação natural entre os documentos de um arquivo,
em decorrência das atividades da entidade produtora. Assim, os documentos produzidos e
recebidos mantêm relações entre si, como partes de um organismo, naturalmente, como
resultado das atividades desenvolvidas em uma organização.

O item está ERRADO. A palavra "iconográfico" possui o mesmo radical grego da palavra "ícone" e
ambos remetem à ideia de "imagem". Desta forma, estão compreendidos aqui os documentos cuja
informação se manifeste através de uma imagem estática. Slides e Fotografias são excelentes
exemplos.

A questão é que imagens, slides, fotografias e quaisquer documentos do gêner iconográfico são
documentos "bidimensionais". Pense um pouco: as fotos que você tira na máquina não são "3D",
possuem apenas largura e altura, sem profundidade.

E eu talvez esteja indo um pouco longe de mais, mas as imagens bidimensionais só possuem um
eixo de rotação, ao longo do eixo x,y.

Como não possuem o eixo z (que é a nossa noção de profundidade), não há como possuírem
rotações variáveis (mas tudo isso é só curiosidade), que seriam ao longo dos eixos x,y x,z e y,z.

O objeto que seu examinador definiu no enunciado pode ser encontrado em um museu, sendo, por
exemplo, uma estátua. Esse item sim possui dimensão e rotações variadas.

Formato é classificação atinente ao aspecto físico do documento. Está bastante ligada ao seu
suporte, embora o mesmo suporte possa dar origem a diferentes formatos. Por exemplo: apesar
de servirem-se do suporte “papel”, livros, cadernos e cartões constituem diferentes

Por outro lado, carta, ofício e afins são espécies documentais, que nada mais são do que subdivisões
do gênero "documentos". A espécie documental é definida através do aspecto externo do
documento, assumido através das informações que nele estejam contidas (mas não confundir com
seu aspecto físico, falamos aqui da apresentação do documento). Não tem nada a ver com o
suporte do documento, mas com a natureza da informação que ele pretende passar.

Um ofício é uma comunicação para uma entidade externa à estrutura da organização ao passo que
um memorando é uma comunicação voltada a uma unidade que compõe a estrutura organizacional
desta mesma instituição. São duas espécies documentais diferentes, cada qual com uma finalidade
diferente.

Cartografia é a ciência dedicada à concepção, produção, difusão, utilização e estudo dos mapas.
Pois bem, os documentos cartográficos, fazem uso de escala (reprodução de grandes objetos em
tamanho menor, mas ainda assim, obedecendo a um critério de proporcionalidade nas medidas).

E sim, mapas e plantas se dedicam a fazer exatamente isto que foi descrito acima.

Segundo Bellotto (1995), um arquivo documental é a unidade constituída pela informação


(elemento referencial ou dado) e seu suporte (material, base), produzida em decorrência do
cumprimento de uma atividade, preservados para servir de prova, testemunho e pesquisa.

Ainda, segundo prevê o art. 1º da Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de
arquivos públicos e privados, é dever do Poder Público a gestão documental e a proteção especial a
documentos de arquivos, como instrumento de apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento
científico e como elementos de prova e informação.

Segundo Bellotto (2006, p. 38), arquivo, biblioteca e museu se diferenciam nos seguintes aspectos,
essencialmente:
- o arquivo é órgão receptor (recolhe naturalmente o que produz a administração pública ou privada
à qual serve) e em seu acervo os conjuntos documentais estão reunidos segundo sua origem e
função, isto é, suas divisões correspondem ao organograma da respectiva administração; os
objetivos primários do arquivo são jurídicos, funcionais e administrativos e os fins secundários
serão culturais e de pesquisa histórica, quando estiver ultrapassado o prazo de validade jurídica dos
documentos (em outras palavras, quando cessarem as razões por que foram criados); e a fonte
geradora é única, ou seja, é administração ou a pessoa à qual o arquivo é ligado.

- a biblioteca é órgão colecionador (reúne artificialmente o material que vai surgindo e interessando
à sua especialidade), em cujo acervo as unidades estão reunidas pelo conteúdo (assunto); os
objetivos dessa coleção são culturais, técnicos e científicos; e seus fornecedores são múltiplos
(diferentes livrarias, editoras, empresas gráficas, empresas jornalísticas, laboratórios de microfilmes
etc.). (BELLOTTO, 2006, p.38).

- o museu é órgão colecionador, isto é, a coleção é artificial e classificada segundo a natureza do


material e a finalidade específica do museu a que pertence; e seus objetivos finais são educativos e
culturais, mesmo custodiando alguns tipos de documentos originariamente de cunho funcional.
(BELLOTTO, 2006, p.39).
Assim, corrigindo o item, temos:

Em regra, a inclusão de documentos em uma biblioteca ocorre por compra ou permuta de fontes
múltiplas.

Quanto ao gênero, os documentos podem ser classificados em:


 Textual ou Escritos: apresentam a informação como texto. Ex: carta, livro, folheto,
ficha, etc.
 Iconográfico: apresentam a informação como imagem estática. Ex: desenhos,
gravuras, fotografias, slides, etc.
 Filmográfico: apresentam a informação como imagem dinâmica (sem som). Ex:
cinema mudo, película, etc.
 Audiovisual: apresentam a informação como imagem dinâmica (com som). Ex: filmes
em VHS, película de cinema, etc.
 Sonoro: apresentam a informação como som. Ex: disco de vinil, fita K-7, etc.
 Cartográfico: apresentam a informação como uma representação de uma área maior.
Ex: mapas, plantas, perfis, etc.
 Informático, Digital ou Eletrônico: apresentam a informação como código binário e
precisam de equipamento especial para sua leitura. Ex: filme em DVD, mp3, planilhas, sites,
etc.
 Micrográfico: documento resultado do processo de microfilmagem.
Os documentos que apresentam imagens estáticas e NÃO SÃO uma representação de uma área
maior, são do gênero iconográfico.

Segundo o CONARQ, arquivo é a designação genérica de um conjunto de documentos produzidos e


recebidos por uma pessoa física ou jurídica, pública ou privada, caracterizado pela natureza
orgânica de sua acumulação e conservado por essas pessoas ou por seus sucessores, para fins de
prova ou informação.

Os documentos de arquivo, originalmente, são mantidos, organizados e preservados para servir a


administração da entidade (valor primáriofuncional, administrativo ou jurídico). Apenas tempos
depois, e em alguns casos específicos, alguns destes documentos adquirirão valor secundário, sendo
organizados, mantidos e preservados com função cultural, histórica, entre outras.

Gabarito: CERTO.

Exatamente! Na etapa de produção de documentos, é importante que se preste atenção para


que documentos desnecessários não sejam produzidos e que a reprodução (cópia) seja feita apenas
quando necessário. Dessa forma, evita-se o acúmulo de massa documental. É necessário que se
utilizem critérios racionais para que sejam produzidos somente os essenciais e sejam evitadas
cópias desnecessárias.
Essa recomendação é corroborada pela arquivista Marilena Leite Paes (2007), quando cita:

Produção de documentos: refere-se à elaboração dos documentos em decorrência das atividades


de um órgão ou setor. Nesta fase, o arquivista deve contribuir para que sejam criados apenas
documentos essenciais à administração da instituição e evitadas duplicação e emissão de vias
desnecessárias.

Para complementar nossos estudos, vejamos o que cita Valentini (2013) sobre essa mesma fase:
Produção – Os documentos são criados em razão das atividades específicas de um órgão, evitando-
se, dessa forma, que sejam elaborados os não essenciais. Assim, diminui o volume a ser
manuseado, facilitando o controle da massa documental.

Gabarito: CERTO.

Fonte:

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 4 ed.

Os documentos originais não devem ser desmembrados (separados/retirados) dos seus conjuntos,
pois se forem, correm o risco de perder seu caráter orgânico (inter-relação que os documentos
arquivísticos possuem entre si e que reflete as funções e atividades da organização que os produziu).

Além disso, se os documentos fazem parte de um conjunto, devem ser mantidos em conjunto para
manutenção de seu valor.

Também devemos levar em conta o caráter de originalidade dos documentos: não se deve retirar um
documento original do conjunto a qual ele pertence (é possível, caso o documento não seja sigiloso,
que seja feita apenas uma cópia do documento desse conjunto, sendo o original devolvido
imediatamente ao seu local de origem).

A saber: DESMEMBRAMENTO, conforme Valentini (2013) é:


"A separação de parte da documentação de um ou mais processos para formação de novo
processo; o desmembramento de processo dependerá de autorização e instruções específicas do
órgão interessado."

Para auxiliar a responder a questão, também é importante relembrar o conceito do princípio abaixo:

 PRINCÍPIO DO RESPEITO AOS FUNDOS: também conhecido com princípio da


proveniência, cita que a origem dos arquivos deve ser respeitada no sentido de que
os arquivos de uma mesma fonte geradora devem ser mantidos juntos (em um mesmo
conjunto documental), não podendo ser misturados aos de outras fontes.

Primeiramente é realizada a classificação. Em seguida, a ordenação e, por fim, o arquivamento.


Nessa sequência, deve-se classificar os documentos antes do arquivamento, conforme cita o
enunciado.

1º - Classificação
2º - Ordenação
3º- Arquivamento

Vejamos a sequência detalhada por Valentini (2013):

 Análise (estudo, classificação e codificação) – ler com atenção o documento,


interpretando-o, a fim de classificá-lo de forma adequada, colocando também a codificação
mais apropriada, as referências cruzadas necessárias (assuntos correlatos) e verificando a
existência de documentos antecedentes (mesmo assunto e mesma pessoa).
 Ordenação – é a maneira como os documentos estão dispostos, levando-se em conta a
classificação e a codificação adotadas. Torna o arquivamento mais rápido e racionaliza as
tarefas.
 Arquivamento – é a guarda do documento no local designado.

As minutas de documentos devem receber classificações individualizadas em função do prazo de


guarda a elas atribuído.
ITEM ERRADO.

A MINUTA é, segundo o Dicionário de Terminologia Arquivística (2005):


"Versão preliminar de documento sujeita à aprovação."

Devido à essa característica, as minutas não recebem classificação e também não são definidos seus
prazos de guarda.

Elas são consideradas rascunhos de um documento (estão em fase de elaboração, alteração, edição,
etc).

Quando uma minuta é finalizada (versão final apropriada, que não sofrerá alterações), ela passa
então a ser considerada um documento original.

O documento original é que recebe classificação e prazo de guarda.

Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, temos:

Fundo: “Conjunto de documentos de uma mesma proveniência”.


Princípio da Proveniência: “Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido
por uma entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de outras entidades
produtoras. Também chamado de princípio de respeito aos fundos”.
Percebemos através das definições que o fundo arquivístico é resultado do princípio da proveniência
pois ele é a representação do conjunto de arquivos que não devem ser misturados caso a origem
destes seja diferente, ou seja, somente arquivos com a mesma origem(mesma proveniência) podem
ser misturados constituindo o fundo.

Referência:
ARQUIVO NACIONAL, Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005. 232 p.

A manutenção do arranjo original dos documentos de arquivo público é determinada pelo princípio
do respeito à ordem original e não o princípio da pertinência.
Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, temos:

Princípio do Respeito à Ordem Original: “Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o
arranjo dado pela entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu”.
Princípio da Pertinência: “Princípio segundo o qual os documentos deveriam ser reclassificados
por assunto sem ter em conta a proveniência e a classificação original. Também chamado princípio
temático”.
Nesta questão a banca trocou os conceitos de princípios arquivísticos. Seria necessário somente
saber a definição de um dos dois princípios para resolver a questão.

A gestão documental possui princípios arquivísticos. Um deles, o princípio da organicidade,


reconhece a natureza dos documentos, auxiliando assim na distinção entre arquivo e
biblioteca/museu. Para esse princípio, os arquivos de uma organização decorrem diretamente das
atividades praticadas por ela, refletindo-a e estabelecendo assim esse vínculo arquivístico. Ou seja,
há uma interdependência (vínculo) do teor desses documentos com a atividade e estrutura da
organização onde eles foram produzidos.

a) princípio da proveniência. (CORRETA)

O PRINCÍPIO DA PROVENIÊNCIA, também conhecido como princípio do respeito aos fundos,


cita que os arquivos de uma fonte geradora devem sermantidos separadamente dos arquivos produzi
dos por outras fontes geradoras.
Ou seja,
os arquivos devem ser mantidos de acordo com quem os produziu, não podendo ser misturados ao
s de outras fontes, conforme citado noenunciado da questão.

Vejamos a definição do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):


“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva,
pessoa ou família não deve ser misturadoaos de outras entidades produtoras”.
Atenção: Nada impede que em os arquivos estejam em um mesmo ambiente físico (por exemplo,
em armários de uma mesma sala), mas cadaconjunto em diferentes espaços,
acondicionados de forma separada.

Vamos aos comentários das demais alternativas:


Obs.:
as citações dos conceitos abaixo são retiradas do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivísti
ca (2005).

b) princípio da ordem original. (ERRADA)

O PRINCÍPIO DA ORDEM
ORIGINAL/RESPEITO À ORDEM ORIGINAL é também conhecido como princípio do respeit
o à ordem primitiva, respeito àsantidade da ordem original, princípio de registro, etc.
Prevê que o arquivo deve conservar a ordem dos documentos dada inicialmente por seuproduto
r/criador.

“Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva,
pessoa ou família que o produziu”.

c) princípio da territorialidade. (ERRADA)

Esse princípio defende que os arquivos devem pertencer ao âmbito territorial (local)
em que foram produzidos.

"Conceito derivado do princípio da proveniência e segundo o qual os arquivos deveriam ser conser
vados em serviços de arquivo do territóriono qual foram produzidos,
excetuados os documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou resultante de operaçõe
s militares."

d) princípio da pertinência. (ERRADA)

Esse princípio visa a classificação dos documentos por assunto/tema,


diferentemente do princípio da proveniência/respeito aos fundos.

“Os documentos deveriam ser reclassificados por assunto sem ter em conta a proveniência ou a cla
ssificação original”.

e) princípio da estrutura interna. (ERRADA)


É outro nome dado ao princípio do respeito à ordem original citado no comentário da alternativa b).

Gabarito: Letra A.

O Princípio da proveniência, procedência ou respeito aos fundos, é reconhecido como o


princípio fundamental da organização dos documentos.

Segundo o Princípio da Proveniência, os arquivos devem se manter agrupados, sem se misturarem a


outros ou de origem diversa, mantendo sua originalidade.

À partir da aplicação do Princípio da Proveniência é que decorrem os demais procedimentos da


organização de arquivos, como classificação, avaliação, ordenação, etc.

Segundo o Arquivo Nacional (2011, p. 17):

O princípio da proveniência ou princípio do respeito aos fundos é um princípio básico da


arquivologia e determina que o arquivo produzido por um órgão ou entidade, pessoa ou família
não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras.

Extraem-se dois graus do princípio da proveniência:


1. a distinção e indivisibilidade do fundo de um arquivo, isolando e circunscrevendo a
entidade que constitui o fundo.
2. respeito à ordem original e estrutura de um fundo, respeitando ou restabelecendo a
ordem interna do fundo.

Desta forma, observe que o respeito à ordem original é um desdobramento do princípio da


proveniência, significando que os documentos não devem ser misturados aos de outras entidades
produtoras, bem como devem respeitar a ordem interna e estrutura de um fundo.

O erro da questão: usou conceito do Princípio da Pertinência na explicação do Princípio da


Ordem Original.

Princípio da Pertinência: reclassificação dos documentos por assuntos, por pertinência temática.
Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística
princípio da proveniência
“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo(1) produzido por uma
entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de outras entidades
produtoras. Também chamado princípio do respeito aos fundos. ”
Segundo FUNARI (2004, p.130)
“O princípio da proveniência (respect des fonds) constitui a pedra angular da ciência arquivística,
na medida em que essa proveniência define a posição do documento no seu fundo de arquivo. ”
Segundo TIAGO e MACEDO (2014)
Princípio da Proveniência ou do respeito aos fundos
“É considerado o princípio basilar da organização dos fundos de arquivo.

Todas as intervenções arquivísticas ocorrem sob a égide da proveniência, pois evita danos graves e
irreparáveis à organização dos arquivos que há tempos atrás eram dispostos por tema ou outro
fator qualquer.

Consiste em deixar os documentos de determinada instituição ou pessoa agrupados sem misturá-los


aos arquivos provenientes de outras administrações, instituições ou pessoas (físicas ou jurídicas).
Por esse princípio, os gestores da documentação devem levar em conta a origem administrativa dos
documentos, ou seja, sua proveniência, não misturando seus documentos com documentos de
origem distinta. Este princípio fixa a identidade e origem do fundo, define-se como o princípio
fundamental segundo o qual os arquivos de uma mesma proveniência não devem ser misturados
com os de outra proveniência. É universalmente aceito como a base teórica e prática da
Arquivística. ”
Segundo DIAS (2010, p.21)
“O princípio da proveniência é o primeiro que define um conjunto de documentos como arquivo,
isto é, que estes são resultado, produto das atividades desenvolvidas por uma pessoa ou instituição
mostrando a ordem que os documentos foram acumulados ao longo do tempo. ”
Portanto, a afirmação apresentada no enunciado da questão foi corretamente abordada. O princípio
da proveniência é sim o primeiro princípio a ser aplicado na classificação de documentos. Logo,
questão correta.

Segundo a lei 8.159/1991 art.17º que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados e dá outras providências:
Art. 17 - A administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições
arquivísticas federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais.

§ 1º - São Arquivos Federais o Arquivo Nacional os do Poder Executivo, e os arquivos do Poder


Legislativo e do Poder Judiciário. São considerados, também, do Poder Executivo os arquivos do
Ministério da Marinha, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério do Exército e do
Ministério da Aeronáutica.

§ 2º - São Arquivos Estaduais os arquivos do Poder Executivo, o arquivo do Poder Legislativo e o


arquivo do Poder Judiciário.

§ 3º - São Arquivos do Distrito Federal o arquivo do Poder Executivo, o Arquivo do Poder


Legislativo e o arquivo do Poder Judiciário.

§ 4º - São Arquivos Municipais o arquivo do Poder Executivo e o arquivo do Poder Legislativo.

§ 5º - Os arquivos públicos dos Territórios são organizados de acordo com sua estrutura político-
jurídica.
Portanto, o enunciado da questão abordou corretamente tipos de arquivos estaduais. Logo, questão
correta.

Segundo a lei 8.159/1991 art. 21º que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados e dá outras providências:
Art. 21 - Legislação estadual, do Distrito Federal e municipal definirá os critérios de organização e
vinculação dos arquivos estaduais e municipais, bem como a gestão e o acesso aos documentos,
observado o disposto na Constituição Federal e nesta Lei.
Portanto, o enunciado da questão abordou informações corretas sobre a legislação estadual. Logo,
questão correta.

Segundo a lei 8.159/1991 art.18º e 21º que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados e dá outras providências:
Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e
recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos
sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.

Art. 21 - Legislação estadual, do Distrito Federal e municipal definirá os critérios de organização e


vinculação dos arquivos estaduais e municipais, bem como a gestão e o acesso aos documentos,
observado o disposto na Constituição Federal e nesta Lei.
Portanto, a situação descrita no enunciado da questão não faz referência a uma responsabilidade do
Arquivo Nacional. Logo, questão incorreta.

De acordo com o princípio de respeito aos fundos, princípio básico da arquivologia, o documento
deve pertencer ao local de sua origem e não pode ser armazenado em local distinto daquele de sua
criação e acumulação.

A banca trocou os conceitos dos princípios!

A questão descreve o PRINCÍPIO DA PROVENIÊNCIA


TERRITORIAL/TERRITORIALIDADE, que prevê que os arquivos devem permanecer em seu
local de origem.

Esse princípio é, conforme o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005)1:

"Conceito derivado do princípio da proveniência e segundo o qual os arquivos deveriam


ser conservados em serviços de arquivo do território no qual foram produzidos, excetuados os
documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou resultante de operações militares."

ATENÇÃO: Proveniência territorial é diferente de pertinência territorial

Cuidado para não confundir o princípio acima com princípio da pertinência territorial, definido
pelo Dicionário (2005)1 como:
"Conceito oposto ao de princípio da proveniência e segundo o qual os documentos ou arquivos
deveriam ser transferidos para a custódia de arquivos com jurisdição arquivística sobre o território
ao qual se reporta o seu conteúdo, sem levar em conta o lugar em que foram produzidos."

A saber: o princípio de respeito aos fundos, também conhecido como princípio da proveniência,
é assim definido, segundo o Dicionário (2005)1:

“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva,
pessoa ou família não deve ser misturadoaos de outras entidades produtoras”.

Sendo assim, para esse princípio a origem dos arquivos deve ser respeitada no sentido de que os
arquivos de uma mesma fonte geradora devem ser mantidos juntos (em um mesmo conjunto
documental), não podendo ser misturados aos de outras fontes.

O princípio da proveniência determina a ordenação dos documentos no interior dos fundos.


ITEM ERRADO.

O PRINCÍPIO DA PROVENIÊNCIA está relacionado à ordenação externa.

Já a ordenação de documentos no interior dos fundos (ordenação interna), citada na assertiva, está
relacionada ao princípio da ordem original. Aí está o erro da questão.

Vejamos a definição do princípio da proveniência, (também conhecido como princípio de respeito


aos fundos), segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):

“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva,
pessoa ou família não deve ser misturadoaos de outras entidades produtoras”.

Sendo assim, para esse princípio a origem dos arquivos deve ser respeitada no sentido de que os
arquivos de uma mesma fonte geradora devem ser mantidos juntos (em um mesmo conjunto
documental), não podendo ser misturados aos de outras fontes.
A saber:

- princípio do respeito à ordem original, relacionado à manutenção da ordem interna, é, de acordo


com o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):

“princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva,
pessoa ou família que o produziu”.

Gabarito: ERRADO.

O princípio da ordem original surgiu devido à necessidade de se estabelecerem regras a serem


aplicadas para o tratamento de documentos dosarquivos corrente e intermediário pelo
seu produtor ou receptor.

ITEM ERRADO.

O PRINCÍPIO DA ORDEM ORIGINAL (ou respeito à ordem original) prevê que o arquivo
deve conservar a ordem dos documentos dada inicialmente por seu produtor/criador. Está
relacionado com a ordenação de documentos no interior dos fundos (ordenação interna).

Esse princípio aplica-se a quem recebe os documentos (receptor) predominantemente no


tratamento dos documentos em fase permanente (para que a ordem vinda das outras fases seja
respeitada).
Por exemplo, os encarregados do setor de arquivo devem respeitar a ordem dada pelos produtores
no momento da criação dos documentos nas fases corrente e intermediária.

Tal ordem não diz respeito à mera disposição física dos documentos, mas sim à ordem intelectual
(relacionada às atividades da organização e ao contexto de criação do documento).

Segue a definição desse princípio de acordo com o Dicionário Brasileiro de Terminologia


Arquivística (2005):
“Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva,
pessoa ou família que o produziu”.

A saber: esse princípio também é conhecido como princípio do respeito à ordem primitiva ou
original, respeito à santidade da ordem original e princípio de registro.
Gabarito: ERRADO.

ITEM CERTO

Conforme cita a questão, o PRINCÍPIO DA ORDEM ORIGINAL, que deriva do da


proveniência, é também conhecido como:

 princípio do respeito à ordem primitiva;


 princípio do respeito à santidade da ordem original;
 princípio de registro.

Vamos à definição do princípio, de acordo com o Dicionário Brasileiro de Terminologia


Arquivística (2005):

“Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva,
pessoa ou família que o produziu”.

De acordo com Cunha e Cavalcanti (2008), é assim definido:

"Princípio arquivístico fundamental, segundo o qual os arquivos que procedem, isto é, que provêm
de uma mesma origem, devem manter o mesmo arranjo (ou ordenação) estabelecido pelo órgão de
origem.

Ou seja, para o princípio da ordem original, o arquivo deve conservar a ordem dos documentos
dada por seu produtor.

Para fixar:

Cunha e Cavalcanti (2008, tradução nossa) citam os nomes equivalentes do princípio da ordem
original:

 princípio de respeito à ordem original;


 princípio de santidade da ordem original;
 princípio de registro;
 restauração da ordem original.

Dica: é importante saber os outros nomes do mesmo princípio, visto que a banca utiliza nomes
diferentes justamente para confundir na hora da prova.

O PRINCÍPIO DE RESPEITO AOS FUNDOS é também conhecido como princípio da


proveniência.

Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005), é o:


“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva,
pessoa ou família não deve ser misturadoaos de outras entidades produtoras”.
Sendo assim, a origem dos arquivos deve ser respeitada e cada conjunto documental devem ser
mantido separadamente.

Ou seja, os arquivos devem ser mantidos de acordo com quem os produziu, levando em conta as
relações entre documentos, seus produtores e suas funções (construção intelectual), conforme
cita o enunciado. Porém, sem dar tanto enfoque para a ordenação física dos
documentos(construção física).

Isso porque nada impede que o conjunto de arquivos de duas entidades produtoras diferentes
estejam em um mesmo ambiente físico (por exemplo, em uma mesma sala), desde que os
documentos estejam acondicionados em diferentes espaços e que eles não estejam misturados.

Em resumo, o PRINCÍPIO DE RESPEITO AOS FUNDOS tem maior enfoque na construção


intelectual — que demanda maior avaliação —, do que na construção física (que é o ato de
acondicionar, embalar, etc.).

Gabarito: CERTO.

Fonte:
Os PRINCÍPIOS ARQUIVÍSTICOS são a base da Arquivologia e o que a auxiliou a se solidificar
como uma Ciência.

Esses princípios servem de norte para a


correta organização, preservação, tratamento e processamento em geral dos documentos
arquivísticos. Dessa forma, tornam a informação acessível e facilitam sua busca (recuperação).

Os princípios fornecem as diretrizes essenciais para a gestão dos documentos, e devem ser
continuamente observados.

Até mesmo a gestão eletrônica de documentos, que trouxe novos desafios à Arquivologia, baseia-se
nos mesmos princípios arquivísticos, que se moldaram para se adaptar ao âmbito digital, sem
contudo perder sua essência.

A esse respeito citamos Belotto (2004):

"Os especialistas chamam a atenção para o fato de que todo processamento que se dê à informação
arquivística não pode se afastar dos princípios teóricos básicos da arquivística (...)."

Como PRINCÍPIOS ARQUIVÍSTICOS, podemos citar, dentre outros:

 Proveniência ou do respeito aos fundos;


 Respeito à ordem original;
 Organicidade;
 Integridade;
 Cumulatividade;
 Unicidade;
 Pertinência;
 Proveniência territorial, etc.

Gabarito: CERTO.

De acordo com esse princípio, os documentos devem ser conservados em serviços de arquivo do
território onde tiverem sido produzidos, mesmo que sejam documentos elaborados por
representações diplomáticas ou resultantes de operações militares.
ITEM ERRADO.

O erro da questão está em incluir os documentos das representações diplomáticas e de operações


militares, pois eles são exceções.
Vejamos a definição do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):

"Conceito derivado do princípio da proveniência e segundo o qual os arquivos deveriam ser


conservados em serviços de arquivo do território no qual foram produzidos, excetuados os
documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou resultante de operações militares."

O referido princípio se aplica às extensões territoriais internacionais, nacionais, aéreas, marítimas,


aos estados federados e aos municípios brasileiros.
ITEM ERRADO.

O PRINCÍPIO DA TERRITORIALIDADE prevê que os arquivos devem permanecer em seu


local de origem, onde foram produzidos.

(Os documentos elaborados por representações diplomáticas ou resultantes de operações militares


são exceção a essa regra.)

Porém, esse princípio não discorre de forma específica sobre territórios marítimos e aéreos,
pela dificuldade de delimitação de fronteiras nesses locais (aqui está é o erro da questão).

Atenção: Inicialmente a banca considerou o item como certo, porém alterou o gabarito para errado
com a seguinte justificativa:

"O princípio da territorialidade versa sobre o local que os documentos foram produzidos. Segundo
as definições mais aceitas na Arquivologia, o conceito abrange especificamente sobre territórios de
produção, por vezes, restringindo‐se apenas às entidades produtoras dos documentos, não
versando especificamente sobre a divisão geopolítica dos territórios marítimos e
aéreos." (CEBRASPE, 2018)

Para Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005), esse princípio é:


"Conceito derivado do princípio da proveniência e segundo o qual os arquivos deveriam ser
conservados em serviços de arquivo do território no qual foram produzidos, excetuados os
documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou resultante de operações
militares."

O princípio da PERTINÊNCIA TERRITORIAL é diferente do princípio da PROVENIÊNCIA.

Vamos às definições com base no Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):

 PRINCÍPIO DA PERTINÊNCIA TERRITORIAL - prevê que os arquivos devem


ser transferidos para o território ao qual se reporta o conteúdo, sem levar em conta o local de
origem:

"Conceito oposto ao de princípio da proveniência e segundo o qual os documentos ou arquivos


deveriam ser transferidos para a custódia de arquivos com jurisdição arquivística sobre o território
ao qual se reporta o seu conteúdo, sem levar em conta o lugar em que foram produzidos."
X

 PROVENIÊNCIA (RESPEITO AOS FUNDOS) - cita que a origem dos arquivos


deve ser respeitada no sentido de que os arquivos de uma mesma fonte geradora devem ser
mantidos juntos (em um mesmo conjunto documental), não podendo ser misturados aos de
outras fontes:

“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva,
pessoa ou família não deve ser misturadoaos de outras entidades produtoras”.

ATENÇÃO:

O princípio da PERTINÊNCIA TERRITORIAL também é diferente do princípio


da PROVENIÊNCIA TERRITORIAL, que é definido pelo Dicionário (2005) como:

"Conceito derivado do princípio da proveniência e segundo o qual os arquivos deveriam ser


conservados em serviços de arquivo do território no qual foram produzidos, excetuados os
documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou resultante de operações militares."

RESUMO:
 PERTINÊNCIA TERRITORIAL - documentos pertencem ao território ao qual se
reporta seu conteúdo;
 PROVENIÊNCIA (RESPEITO AOS FUNDOS) - documentos de entidades
produtoras diferentes não devem ser misturados;
 PROVENIÊNCIA TERRITORIAL - documento pertence ao território onde foi
criado.

Gabarito: CERTO.

A teoria das três idades documentais é um princípio arquivístico, na medida em que é um conceito
geral aplicável a qualquer realidade documental arquivística e plenamente aceito pela comunidade
científica da área.
ITEM ERRADO.

A TEORIA DAS TRÊS IDADES não é considerada um princípio arquivístico.

É uma teoria, como o próprio nome diz, também conhecida como Ciclo Vital dos Documentos, que
cita que os arquivos podem se encontrar em três estágios (de acordo com a frequência de
uso): corrente, intermediário e permanente.

Vejamos a explicação dessas fases, segundo Marilena Leite Paes (2007):

1. Arquivo de primeira idade ou corrente: constituído de documentos em curso ou


consultados frequentemente, conservados nos escritórios ou nas repartições que os
receberam e os produziram ou em dependências próxima de fácil acesso.
2. Arquivo de segunda idade ou intermediário: constituído de documentos que
deixaram de ser frequentemente consultados, mas cujos órgãos que os receberam e os
produziram podem ainda solicitá-los, para tratar de assuntos idênticos ou retomar um
problema novamente focalizado. Não há necessidade de serem conservados próximos aos
escritórios. A permanência dos documentos nesses arquivos é transitória.
3. Arquivo de terceira idade ou permanente: constituído de documentos que perderam
todo valor de natureza administrativa, que se conservam em razão do seu valor histórico ou
documental e que constituem os meios de conhecer o passado e sua evolução.

Como PRINCÍPIOS ARQUIVÍSTICOS, podemos citar, dentre outros:


 Proveniência ou do respeito aos fundos;
 Respeito à ordem original;
 Organicidade;
 Integridade;
 Cumulatividade;
 Unicidade;
 Pertinência;
 Proveniência territorial.

Os princípios da arquivologia foram definidos antes do advento do documento digital, por isso, para
estes, não se aplicam os princípios arquivísticos.
ITEM ERRADO.

Os princípios arquivísticos, embora tenham sido criados antes da era digital, também se aplicam
aos documentos digitais, de acordo com suas particularidades.

Ou seja, os princípios da arquivologia são aplicáveis a todos os tipos de formato e suporte


documental, sejam eles físicos ou digitais.

Um documento arquivístico digital é reconhecido e tratado como um documento arquivístico


(Glossário de Documentos Arquivísticos Digitais, 2016). Nesse sentido, entendemos a importância
de se aplicar os princípios e teorias da arquivologia também na esfera digital.

Para complementar, vejamos a definição de arquivo, segundo a Lei nº 8.159/91,


considerando qualquer que seja o suporte da informação (físico ou digital):

Art. 2º - Consideram-se arquivos, para os fins desta Lei, os conjuntos de documentos produzidos e
recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades privadas, em decorrência
do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa física, qualquer que seja o suporte da
informação ou a natureza dos documentos.

Exato, os princípios arquivísticos de respeito aos fundos e da ordem original incidem de forma
direta nas funções arquivísticas (produção, tramitação, uso, avaliação ,arquivamento, eliminação,
etc.), norteando essas atividades.
→ Os dois princípios citados são bastante cobrados em prova!

Vamos às suas definições, com base no Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005),
material importantíssimo nos estudos de arquivologia:

 PRINCÍPIO DO RESPEITO AOS FUNDOS: também conhecido com princípio da


proveniência, cita que a origem dos arquivos deve ser respeitada no sentido de que os
arquivos de uma mesma fonte geradora devem ser mantidos juntos (em um mesmo conjunto
documental), não podendo ser misturados aos de outras fontes:

“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma entidade coletiva,
pessoa ou família não deve ser misturadoaos de outras entidades produtoras”.

 PRINCÍPIO DO RESPEITO À ORDEM ORIGINAL: é também conhecido como


princípio do respeito à ordem primitiva, respeito à santidade da ordem original, princípio de
registro. Prevê que o arquivo deve conservar a ordem dos documentos dada por seu
produtor:

“Princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva,
pessoa ou família que o produziu”.

ITEM CERTO.

Coordenar a equipe que trabalha no arquivo da instituição e no local de armazenamento do


acervo faz parte das atribuições da gestão de documentos.

Essa equipe deve conhecer e aplicar os princípios, as normas e as boas práticas arquivísticas em
suas atividades, ações e projetos, de forma a organizar, manter e preservar os arquivos da maneira
mais adequada.

Geralmente há um coordenador responsável pela equipe de trabalho, que distribui as funções de


cada profissional de arquivo, acompanha a execução e realiza a avaliação das atividades.

A gestão arquivística de documentos, portanto, compreende a designação de responsabilidades e é


esse fator que garante o êxito da gestão (e-ARQ Brasil, 2011). É nessa etapa que se estabelece a
equipe de trabalho e que se determinam as diretrizes de coordenação dessa equipe.
Para uma eficaz gestão de documentos, em suma, é essencial que a equipe de trabalho seja bem
coordenada, acompanhada e avaliada.

Cuidado. Quando falamos no princípio da PROVENIÊNCIA, apenas o termo RESPEITO AOS


FUNDOS pode ser considerado seu sinônimo. Ou seja, o princípio da proveniência não pode ser
denominado "princípio da procedência". Essa distinção é bem evidenciada pelo Dicionário de
Terminologia Arquivística. Observe (destacou-se):

Procedência - Termo em geral empregado para designar a origem mais imediata do arquivo,
quando se trata de entrada de documentos efetuada por entidade diversa daquela que o
gerou. Conceito distinto do de proveniência.

O princípio da PROVENIÊNCIA ou RESPEITO AOS FUNDOS diz que os arquivos


originários de uma instituição ou de uma pessoa devem manter sua individualidade, não sendo
misturados aos de origem diversa.

O princípio da UNICIDADE ou ORIGINALIDADE está ligado à qualidade pela qual os


documentos de arquivo, a despeito da forma, espécie ou tipo, conservam caráter único em função de
seu contexto de origem.

De acordo com Duranti (1994), a unicidade provém do fato de que cada registro documental assume
um lugar único na estrutura documental do grupo ao qual pertence e no universo documental.
Cópias de um registro podem existir em um mesmo grupo ou em outros grupos, mas cada cópia é
única em seu lugar, porque o complexo das suas relações com outros registros é sempre único.

Esse ser “único”, portanto, para a Teoria Arquivística, designa que, naquele determinado contexto
de produção, no momento de sua gênese, com aqueles caracteres externos e internos genuínos e
determinados dados, os fixos e os variáveis, ele é único, não podendo, em qualquer hipótese, haver
outro que lhe seja idêntico em propósito pontual, nem em seus efeitos.

Cabe aqui, portanto, destacar que essa característica não significa que um documento não possa ter
originais múltiplos (cópias). Na verdade, essa necessidade advém de documentos que possuam
obrigações recíprocas entre partes ou ordens a vários destinatários.
O arquivista, conforme a terminologia arquivística, é o profissional de nível superior,
com formação em arquivologia ou experiência reconhecida pelo Estado. Ou seja, não é "qualquer"
empregado que atue na manutenção de acervos.

O item está ERRADO.

Pelo princípio do CICLO DAS TRÊS IDADES toda a organização, no desempenho de suas
atividades, cria inúmeros documentos de tipos e conteúdos variados. O ciclo de vida de um
documento é dividido em três fases: corrente, intermediária e permanente. Essas distinções ocorrem
muito em função da frequência de uso e da utilidade do documento para o desempenho das
atividades da organização.

Assim, esse princípio prega que os documentos “evoluem” ao longo de estágios, que são
determinados pela frequência com que são consultados e o propósito com que são mantidos
(primário ou secundário), e não pela "antiguidade" dos documentos, como afirma o item.

A palavra PRESCINDIR (muito apreciada pela banca) significa "NÃO NECESSITAR". É óbvio
que a adequada utilização da microfilmagem depende, em primeiro lugar, da organização
arquivística dos documentos e do estabelecimento de criterioso programa de avaliação.

Assim, é necessário o estabelecimento de critérios, avaliação e seleção de quais documentos irão


compor o acervo que será microfilmado.

Corrigindo o item:

De acordo com os princípios arquivísticos, a qualidade do serviço de


microfilmagem prescinde (IMPRESCINDE) da organização dos documentos.

O valor primário, na definição do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, do Arquivo


Nacional (2005) é o “valor atribuído a documento em função do interesse que possa ter para a
entidade produtora, levando-se em conta a sua utilidade para fins administrativos, legais e fiscais”.

Esse valor pode ser dividido em três valores: administrativo ou funcional, legal e fiscal.

O administrativo ou funcional é o “valor que um documento possui para a atividade administrativa


de uma entidade produtora, na medida em que informa, fundamenta ou prova seus atos”.

O legal é o “valor que um documento possui perante a lei para comprovar um fato o constituir um
direito”.

O fiscal é o “valor atribuído a documento para comprovação de operações financeiras ou fiscais”.

Assim, todo documento de arquivo nasce com valor primário em uma das suas três dimensões. A
tendência, com o tempo, é desaparecer esse valor. A diferença encontrada é o tempo em que isso
acontece. A permanência do valor primário para alguns documentos é rápida, outros, o intervalo é
mais longo. E é nessa curva entre o valor primário máximo, momento da criação ou recebimento do
documento, e a extinção, que se encontram as duas primeiras idades ou fases: corrente e
intermediária.

Em suma, temos:

O valor primário de um documento relaciona-se às razões de sua própria produção (ou seja,
originariamente), considerando seu uso para fins adminstrativos ou funcionais, legais e fiscais.
É característica dos arquivos correntes e intermediários.

O valor secundário diz respeito à potencialidade do documento como prova ou fonte de


informação para a pesquisa. É característica dos arquivos permanentes.

O princípio da ordem original é o princípio segundo o qual os arquivos de uma mesma


proveniência devem conservar a organização estabelecida pela entidade produtora, a fim de se
preservar as relações entre os documentos como testemunho do funcionamento daquela entidade.
Também chamado de princípio da organicidade.

A questão trata do princípio da proveniência, e não da teoria das três idades documentais.

O princípio do respeito aos fundos ou princípio do respeito à proveniência, consiste em manter


grupados, sem misturá-los a outros, os arquivos (documentos de qualquer natureza) provenientes
de uma administração, de uma instituição ou de uma pessoa física ou jurídica: é o que se chama de
fundo de arquivo dessa administração, instituição ou pessoa.

A teoria das três idades é a teoria segundo a qual os arquivos são considerados arquivos correntes,
intermediários ou permanentes, de acordo com a frequência de uso por suas entidades produtoras e a
identificação de seus valores primário e secundário.

O princípio do respeito aos fundos ou princípio do respeito à proveniência, consiste em manter


grupados, sem misturá-los a outros, os arquivos (documentos de qualquer natureza) provenientes
de uma administração, de uma instituição ou de uma pessoa física ou jurídica: é o que se chama de
fundo de arquivo dessa administração, instituição ou pessoa.

Assim, aplicar o princípio da proveniência significa separar, diferenciar, distinguir ou dividir um


conjunto de elementos da mesma composição (órgão produtor, competências, funções, atividades)
em classes e subclasses documentais que se articulam formando o fundo de arquivo. É evidente que
a dispersão de documentos compromete a integridade do arquivo, por isso classificação dos
documentos está fundamentada no princípio de proveniência e no princípio da ordem original.

Pelo princípio do respeito à ordem original ou santidade, a ordenação original da produção


documental e geração dos acervos arquivísticos devem ser obedecidas sempre, considerado que a
gênese (origem) do documento de arquivo reside no processo decisório.

A questão trata é do princípio da territorialidade, um conceito derivado do princípio da proveniência


e segundo o qual arquivos deveriam ser conservados em serviços de arquivo do território no qual
foram produzidos, excetuados os documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou
resultantes de operações militares. Também é chamado princípio da proveniência territorial.

Assim, considerando que a manutenção de um documento tenha sido realizada no local em que ele
foi acumulado, nessa situação, a ação realizada obedece ao princípio da territorialidade.

O item está ERRADO.

O princípio da reversibilidade é o princípio segundo o qual todo procedimento ou tratamento


empreendido em arquivos pode ser revertido, se necessário.

A questão trata é do princípio da pertinência.

O princípio da pertinência é a qualidade pela qual os documentos, quando recolhidos a uma


instituição arquivística, devem ser reclassificados e reorganizados por assuntos, independentemente
da sua proveniência e organização originais.
.
O princípio da pertinência é a qualidade pela qual os documentos, quando recolhidos a uma
instituição arquivística, devem ser reclassificados e reorganizados por assuntos, independentemente
da sua proveniência e organização originais.

Esse princípio não é mais adotado na Arquivologia, por ser contrário ao que preconiza o princípio
da Proveniência, que considera que o arquivo produzido por uma entidade coletiva, pessoa ou
família não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras.

Por fim, destaca-se a incoerência em vincular um princípio de recolhimento com prazo de guarda, já
que o documento permanente deve ser conservado sem prazo.

Segundo Duchein (1982), pelo princípio da proveniência, deve-se reunir todos os títulos que
foram propriedade de uma mesma instituição, de uma mesma corporação ou de uma família.

Fundo é o conjunto de documentos de uma mesma proveniência (instituição).

DUCHEIN, M.. O Respeito aos Fundos em Arquivística: princípios teóricos e problemas práticos.
Rio de Janeiro: Arquivo e Administração, 1982.

A organicidade é um princípio pelo qual as relações administrativas orgânicas se refletem nos


conjuntos documentais. A organicidade é a qualidade segunda a qual os arquivos espelham a
estrutura, funções e atividades da entidade produtora/acumuladora em suas relações internas e
externas.

Natodigitais são aqueles documentos de arquivo produzidos originalmente no formato digital.

Arquivo é a designação genérica de um conjunto de documentos produzidos e recebidos por uma


pessoa física ou jurídica, pública ou privada, caracterizado pela natureza orgânica de sua
acumulação e conservado por essas pessoas ou por seus sucessores, para fins de prova ou
informação.
De acordo com a natureza do suporte, o arquivo terá a qualificação respectiva, como, por exemplo,
arquivo audiovisual, fotográfico, iconográfico, de microformas, informático, o que não altera seu
conceito.

O princípio do respeito aos fundos ou princípio do respeito à proveniência consiste em manter


agrupados, sem misturá-los a outros, os arquivos (documentos de qualquer natureza) provenientes
de uma administração, de uma instituição ou de uma pessoa física ou jurídica: é o que se chama de
fundo de arquivo dessa administração, instituição ou pessoa.

Assim, aplicar o princípio da proveniência significa separar, diferenciar, distinguir ou dividir um


conjunto de elementos da mesma composição (órgão produtor, competências, funções, atividades)
em classes e subclasses documentais que se articulam formando o fundo de arquivo.

Gabarito: ERRADO.

Questão anulada pela banca. Eis a Justificativa do Cespe:


A redação da opção indicada como gabarito é ambígua, razão suficiente para a anulação da
questão.
Vamos analisar cada item.

a) O princípio da territorialidade desconsidera o contexto de produção dos documentos.


Errada. Também chamado de proveniência territorial derivado do princípio da proveniência e
segundo o qual arquivos deveriam ser conservados aos serviços de arquivo do território no qual
foram produzidos, excetuados os documentos elaborados pelas representações diplomáticas ou
resultantes de operações militares. (Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística).

b) A proveniência determina que os fundos de arquivo podem ser reunidos em um único


arquivo.
Errada. O princípio da proveniência diz que os arquivos são organizados por fundos ou núcleos de
uma mesma fonte, respeitando origem dos documentos. Também chamado de principio do respeito
aos fundos. Não se deve reunir fundo de arquivos de entidades distintas. Cada fundo é composto
por arquivos que obedecem à competência, as atvidades da entidade coletiva, pessoa ou família.

c) De acordo com o respeito à ordem original, não é possível redefinir a ordem primitiva dos
documentos.
Errada. É o mesmo que princípio da ordem original, segundo o qual o arquivo deveria conservar o
arranjo dado pela entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu. (Dicionário Brasileiro de
Terminologia Arquivística)

d) Os princípios da proveniência e de respeito aos fundos têm significados semelhantes.


Errada. De acordo come este princípio os arquivos são organizados por fundos ou núcleos de uma
mesma fonte, respeitando origem dos documentos. Não podem ser misturados os fundos. Também
chamado de principio do respeito aos fundos.

Portanto não são semelhantes e sim os mesmos. Na verdade o principio da proveniência é também
conhecido como o principio de respeito aos fundos.
e) Os princípios da proveniência e da pertinência têm o mesmo sentido, que é respeitar a
origem dos documentos.
Errada. Não possuem o mesmo sentido.

O princípio da proveniência diz que os arquivos são organizados por fundos ou núcleos de uma
mesma fonte, respeitando origem dos documentos Também chamado de principio do respeito aos
fundos.

Princípio pertinência segundo o qual os documentos deveriam ser reclassificados por assunto sem
ter em conta a proveniência e a classificação. Também referido como princípio temático.
(Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística).
a) autenticidade.
Errado. De acordo com a portaria MPS Nº 412 art 2º, XVI - autenticidade: qualidade da
informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo,
equipamento ou sistema. Um documento arquivístico autêntico é aquele que é o que diz ser,
independentemente de se tratar de minuta, original ou cópia, e que é livre de adulterações ou
qualquer outro tipo de corrupção;

b) unicidade.
Errado. De acordo com a portaria MPS Nº 412 art 2º, XIV - unicidade: o documento arquivístico é
único no conjunto documental ao qual pertence. Podem existir cópias em um ou mais grupos de
documentos, mas cada cópia é única em seu lugar, porque o conjunto de suas relações com os
demais documentos do grupo é sempre único;

c) veracidade.
Errado. E a através da veracidade que é possível verificar o que é falso ou não.

d) organicidade.
Correto. O Principio Organicidade, segundo a portaria MPS Nº 412 art 2º:
XIII - organicidade: a relação natural entre documentos de um arquivo em decorrência das
atividades da entidade produtora;
e) Imparcialidade
Errado. De acordo com Jenkinson, 2002, a imparcialidade é a capacidade dos documentos de
refletirem de maneira íntegra as ações do seu produtor.

ITEM ERRADO. Outra pegadinha clássica. Tão comum que nem dá mais pra chamar de
pegadinha :P. Definamos os termos antes de comentar:
Proveniência: Também denominado princípio do respeito aos fundos, este princípio tem a seguinte
premissa: “Os arquivos originários de uma instituição ou pessoa devem manter sua
individualidade, sem jamais se misturarem aos de origem diversa.”
A definição do Dicionário de Terminologia Arquivística não se afasta muito disto:
“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma coletiva, pessoa
ou família não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras.”
Também chamado princípio do respeito aos fundos

A Teoria das 3 idades, por sua vez, encontra-se consagrada no artigo 8º da Lei 8.159/1991, e prega
que os documentos "evoluem" ao longo de estágios determinados pela frequência com que são
consultados e o propósito com que são mantidos (primário ou secundário).
Art. 8º - Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.

§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem


movimentação, constituam objeto de consultas frequentes.
§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e
informativo que devem ser definitivamente preservados.
E, como você pode ver, o princípio da proveniência em nada depende da teoria das três idades para
sua completa compreensão e funcionamento. Cada qual existe é completo por si.

ITEM CERTO. Princípio da Organicidade:

Está relacionado ao termo “orgânico”. Todos os seres vivos (e portanto, seres orgânicos) possuem
diversos órgãos, cada qual com uma função específica, que, apenas em conjunto, cumprem sua
função (no caso, manter você vivo e estudando para virar funcionário público).

Conforme nosso querido, e sempre tido em maior conta, Dicionário de Terminologia Arquivística:

“Relação natural entre documentos de um arquivo em decorrência das atividades da entidade


produtora”.

Os documentos mantêm relações entre si, como partes de um organismo. Ou, melhor ainda, os
documentos são produzidos e recebidos, naturalmente, como resultado das atividades
desenvolvidas em uma organização, seja ela pública ou privada.

Arranque um pulmão de um ser humano, e o pulmão se tornará inútil, e o resto do corpo capenga. O
mesmo vale para os documentos :P.

Um documento arrancado do arquivo em que deveria estar perderá muito de seu significado, e o
arquivo em si se tornará menos completo.

O princípio fundamental da arquivologia, que norteia a organização dos arquivos é denominado


princípio da proveniência ou de respeito aos fundos.

O princípio da PROVENIÊNCIA ou RESPEITO AOS FUNDOS diz que os arquivos originários de


uma instituição ou de uma pessoa devem manter sua individualidade, não sendo misturados aos de
origem diversa. É a marca de identidade do documento relativamente ao produtor/acumulador, o seu
referencial básico. Esse princípio gera, com sua aplicação, o fundo de arquivo. Por isso, esse
princípio é reconhecido como o princípio fundamental da organização dos documentos.

Tal princípio possui dois graus de aplicação:


 em seu primeiro grau, determina que os documentos de arquivo devam ser agrupados de
acordo com seu produtor, provando e testemunhando sobre o seu produtor; os arquivos são
uma unidade indivisível;

 em seu segundo grau, confunde-se com o princípio da ordem original, afirmando que os
documentos devem manter a formação e organização determinadas pelo produtor.
Assim, aplicar o princípio da proveniência significa separar, diferenciar, distinguir ou dividir um
conjunto de elementos da mesma composição - órgão produtor, competências, funções, atividades -
em classes e subclasses documentais que se articulam, formando o fundo de arquivo.

A AUTENTICIDADE está ligada ao processo de criação, manutenção e custódia. Os documentos


são produtos de rotinas processuais que visam ao cumprimento de determinada função, ou
consecução de alguma atividade, e são autênticos quando criados e conservados de acordo com
procedimentos regulares que podem ser comprovados, a partir destas rotinas estabelecidas.

Caso o documento cumpra todos os requisitos para sua produção (padrões e formalidades), ele é
autêntico, mesmo que suas informações sejam incorretas! Em suma, a autenticidade é a certeza
da proveniência do documento.

Assim, a autenticidade é a qualidade de um documento ser exatamente aquele que foi produzido,
não tendo sofrido alteração, corrompimento e adulteração, e deve ser garantida em qualquer suporte
em que a informação esteja registrada.

A rastreabilidade refere-se à necessidade de saber em que local um documento se encontra na


organização ou fora dessa. Ou seja, com a rastreabilidade podemos saber, por meio de um código
numérico, qual a identidade, a origens e o destino de um determinado documento.

GABARITO: CERTO.

FECHAR

O item está ERRADO.

O as funções citadas na questão não tratam das rotinas de protocolo, mas das funções gerais da
arquivística.

De acordo com Rousseau e Couture (1998 ), as funções que fazem parte da arquivística de um modo
geral são: produção, avaliação, aquisição, conservação, classificação, descrição e difusão dos
arquivos.

Produção - onde devem ser observados procedimentos relacionados à manutenção do maior rigor
possível na produção dos documentos de arquivo, abrangendo definição de normas, conteúdo,
modelos, formato e trâmite;

Avaliação - define os prazos de guarda e destinação dos documentos nos arquivos corrente,
intermediário e permanente.

Aquisição - modo que os documentos nos arquivos corrente, intermediário e permanente entram na
unidade.

Conservação - são de ações que evitam oscilações visando desacelerar o processo de degradação de
documentos ou objetos, por meio de controle ambiental e de tratamentos específicos. Ex:
Higienização

Classificação - organiza os documentos produzidos e recebidos pela organização no decorrer de


suas atividades, de forma a construir um referencial para a sua recuperação.

Descrição - Para Lopes (2000), é proveniente do processo de classificação e de avaliação.


Representa as informações que identificam o acervo arquivístico e explicam o seu contexto.

Difusão - Torna os documentos acessíveis onde à consulta destes pode ser feita por catálogos, guias,
etc.

As funções de arquivísticas envolvem as fases da teoria das três idades, ou seja, arquivo corrente
(ou primeira idade), arquivo intermediário (ou segunda idade) e o arquivo permanente (ou terceira
idade ).

Já a rotina de protocolo encontra-se na fase dos arquivos correntes e intermediários.

O protocolo está relacionado como a porta de entrada e de saída dos documentos, sendo que as
atividades realizadas por ele são: o recebimento, registro (Autuação ), classificação, expedição
(distribuição) e o Controle.

Errado, a existência de um fundo de arquivo origina-se do princípio da proveniência.

Seguem as definições:

Princípio da pertinência - Princípio segundo o qual os documentos deveriam ser reclassificados


por assunto sem ter em conta a proveniência e a classificação. Também referido como princípio
temático. (Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística)

Princípio da proveniência - De acordo com este princípio os arquivos são organizados por fundos
ou núcleos de uma mesma fonte, respeitando a origem dos documentos. Também chamado de
principio do respeito aos fundos.

Item certo.

O Princípio da Proveniência é o princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo


produzido por uma entidade coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de outras
entidades produtoras. É também chamado Princípio do Respeito aos Fundos.

O Princípio da Territorialidade, também conhecido como Princípio da Proveniência Territorial, é


uma derivação do Princípio da Proveniência, segundo o qual os arquivos devem ser conservados
em serviços de arquivo do território em que foram produzidos, exceto os documentos
elaborados pelas representações diplomáticas ou resultantes de operações militares. Assim, se para a
manutenção de determinado documento não foi necessário o seu deslocamento para outro local,
obedeceu-se o princípio acima elencado (Princípio da Territorialidade).

Item errado.

Segundo leciona Renato Valentini, o Princípio da Proveniência está ligado à origem do


documento, ou seja, mesmo com a mesma tipologia, tratando de um mesmo assunto, há que se
respeitar a origem do documento – é um princípio intimamente ligado ao organograma da
instituição, ou seja, o organograma mostra a estrutura da instituição, os órgãos que a compõem e
suas ligações, relações e hierarquia.

Já pelo Princípio da Indivisibilidade ou Integridade, os fundos devem ser preservados sem


dispersão, mutilação, alienação, destruição não autorizada ou sem acréscimo indevido.

Portanto, o item trouxe a noção do Princípio da Proveniência, e não do Princípio da


Indivisibilidade.

ITEM ERRADO. Princípio da Proveniência

Também denominado princípio do respeito aos fundos, este princípio tem a seguinte premissa:
“Os arquivos originários de uma instituição oupessoa devem manter sua individualidade, sem
jamais se misturarem aos de origem diversa.”

A definição do Dicionário de Terminologia Arquivística não se afasta muito disto:


“Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivoproduzido por uma coletiva, pessoa
ou família não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras.”
Entretanto, o enunciado propõe algo absurdo.

Veja a definição de “fundo”, no nosso sagrado dicionário de terminologia arquivística:


Fundo: “Conjunto de documentos uma mesma proveniência. Termo que equivale a arquivo.”.
Agora, guarde: uma mesma proveniência significa a formação de um único fundo. Não dois, não
três, não quatro, mas apenas um único fundo.

Assim, quando aplicamos o princípio da proveniência à ANCINE, temos apenas um único fundo
formado.

ITEM CERTO. Vamos ver o tal princípio:

Da ordem original (ou da ordem primitiva)

Está relacionado ao arranjo original dos arquivos, é o “princípio segundo o qual o arquivo
deveria conservar o arranjo pela entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu.” (ESAF
2010).

Alias, este princípio representa a própria garantia da organicidade dos documentos. Mantendo-
se a ordem original, preservamos a intenção de que o arquivo reflita o curso das atividades da
instituição a que serve.

O que o enunciado tentou propor a você quando fala de ordem material o seguinte: você, arquivista,
deve manter o arranjo físico utilizado pela instituição. Se a instituição colocou o processo x antes do
processo w, você fará o mesmo.

Não é esta a ideia do princípio. Este arranjo não é mais do que uma concepção intelectual. A
organização dispôs os documentos de determinada forma, relacionando-os uns aos outros, e é isto
que deve ser preservado pelo arquivista, razão pela qual o item está certo.

A afirmativa se baseia no princípio da UNICIDADE ou ORIGINALIDADE, que está ligado à


qualidade pela qual os documentos de arquivo, a despeito da forma, espécie ou tipo, conservam
caráter único em função de seu contexto de origem.

De acordo com Duranti (1994), a unicidade provém do fato de que cada registro documental assume
um lugar único na estrutura documental do grupo ao qual pertence e no universo documental.
Cópias de um registro podem existir em um mesmo grupo ou em outros grupos, mas cada cópia é
única em seu lugar, porque o complexo das suas relações com outros registros é sempre único.

Esse ser “único”, portanto, para a Teoria Arquivística, designa que, naquele determinado contexto
de produção, no momento de sua gênese, com aqueles caracteres externos e internos genuínos e
determinados dados, os fixos e os variáveis, ele é único, não podendo, em qualquer hipótese, haver
outro que lhe seja idêntico em propósito pontual, nem em seus efeitos.
Cabe aqui, portanto, destacar que essa característica não significa que um documento não possa ter
originais múltiplos (cópias). Na verdade, essa necessidade advém de documentos que possuam
obrigações recíprocas entre partes ou ordens a vários destinatários.

O fundo de arquivo é o “conjunto de documentos de qualquer natureza reunidos automática


(natural) e organicamente, criados e/ou acumulados e utilizados por uma pessoa física ou moral
(jurídica) ou por uma família no exercício de suas atividades ou das suas funções”. (ROUSSEAU;
COUTURE, 1998).

Em suma, fundo é o conjunto de documentos de uma mesma proveniência (instituição).

É a conclusão a que chegamos quando conhecemos os princípios da proveniência e da


organicididade. Veja só:

Proveniência - “Os arquivos originários de uma instituição ou pessoa devem manter sua
individualidade, sem jamais se misturarem aos de origem diversa.”

Organicidade - "os documentos são produzidos e recebidos, naturalmente, como resultado das
atividades desenvolvidas em uma organização"

Lembre-se que o arquivo se forma gradualmente, recebendo documentos produzidos e recebidos no


decurso das atividades de uma instituição. Aos poucos, o próprio arquivo refletirá a estrutura da
organização a qual está ligado.

Você talvez me diga que bastaria reproduzir a definição do conceito de organicidade. Entretanto, é
importante que você se lembre que o princípio da organicidade é visto como mera decorrência
lógica do princípio da proveniência. Assim, é bom que você veja os dois como parte de um mesmo
raciocínio.

Perfeito.

Arrancado diretamente do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, onde consta:

Princípio básico da arquivologia segundo o qual o arquivo produzido por uma coletiva, pessoa ou
família não deve ser misturado aos de outras entidades produtoras. Também chamado princípio do
respeito aos fundos.
Lembre-se que o princípio da proveniência é o princípio mais básico da arquivologia moderna,
sendo que tudo que você respondeu ou irá responder na vida a respeito de arquivologia não poderá
conflitar com este princípio.

O princípio da ordem original está relacionado ao arranjo original dos arquivos, é o “princípio
segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo pela entidade coletiva, pessoa ou família
que o produziu.” (ESAF 2010).

Alias, este princípio representa a própria garantia da organicidade dos documentos. Mantendo-
se a ordem original, preservamos a intenção de que o arquivo reflita o curso das atividades da
instituição a que serve.

O enunciado tratou do princípio da reversibilidade, o qual orienta que todos os procedimentos do


arquivo podem ser revertidos, caso isto venha a ser necessário.

Rousseau e Couture (1998) afirmam que a aplicação do Princípio da Proveniência elimina


possíveis dispersões dos documentos em qualquer fase em que se encontrem, com o auxílio de
instrumentos de pesquisa adequados. Esses autores afirmam, também, que a aplicação do princípio é
o único meio de garantir tanto a integridade administrativa dos arquivos quanto o pleno valor de
testemunho de um fundo, favorecendo, assim, a recuperação da informação.

Esses autores chegam ao pico de caracterização dessa importância quando afirmam que esse
princípio é a “lei que rege todas as intervenções arquivísticas” (ROUSSEAU; COUTURE, 1998,
p. 79).

ITEM CERTO. Vamos analisar o que significam cada uma das características apontadas:
 Imparcialidade - está no fato de que os documentos são inerentemente
verdadeiros, livres da suspeita de preconceito no que diz respeito aos interesses em nome
dos quais são usados hoje. Os arquivos não tem interesses, paixões, vontades ou ambições,
eles simplesmente registram.
 Autenticidade – Os documentos são produzidos, recebidos, armazenados e conservados de
acordo com procedimentos regulares que podem ser comprovados. Um documento
autêntico é aquele que possui o mesmo conteúdo do documento original.
 Naturalidade – Decorre da maneira como os arquivos se originam, naturalmente, em
decorrência da acumulação de documentos.
 Inter-relacionamento - Decorre do caráter orgânico, liga os documentos uns aos
outros. Quando um documento é separado de seu conjunto ele perde muito do seu
significado.
 Unicidade – Os documentos de arquivo têm caráter único, independentemente da existência
de outro documento semelhante
Todas estas características colaboram para a compreensão do passado. Quer ver? Os atributos
Autenticidade e Imparcialidade garantem que a informação registrada corresponde à verdade e não
se encontra "manipulada". Os atributos Inter-relacionamento e Naturalidade garantem coesão ao
conjunto de documentos, garantindo que quando forem objeto de estudo, o sejam com relação ao
todo (em outras palavras, evita que cada documento seja analisado individualmente, e assim,
correspondendo a apenas uma versão parcial da "verdade histórica")

Por fim, a unicidade garante um aspecto de "exclusividade" nos aspectos que cercam a elaboração
do documento, assegurando que estejam, o máximo possível, dentro do contexto de sua criação.

De acordo com a legislação arquivística, os documentos permanentes, ainda que microfilmados, não
podem ser eliminados. Isso porque
todos os documentos permanentes devem ser permanentemente conservados.

Dispõe o § 3º do art. 8º da Lei 8.159/1991:


Art. 8º, § 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico,
probatório e informativo que devem ser definitivamente preservados.
Ainda, temos o Decreto 1.799/1996:
Art. 13. Os documentos oficiais ou públicos, com valor de guarda permanente, não poderão ser
eliminados após a microfilmagem, devendo ser recolhidos ao arquivo público de sua esfera de
atuação ou preservados pelo próprio órgão detentor.

O Decreto nº 1.799, de 30 de janeiro de 1996 regulamenta a Lei n° 5.433/1968. Segundo o Decreto,


a microfilmagem, em todo território nacional, autorizada pela Lei n° 5.433, de 8 de maio de 1968,
abrange os documentos oficiais ou públicos, de qualquer espécie e em qualquer suporte, produzidos
e recebidos pelos órgãos dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, inclusive da
Administração indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e os
documentos particulares ou privados, de pessoas físicas ou jurídicas.

A eliminação é uma atividade discricionária. No entanto, os documentos de valor permanente não


podem ser eliminados.
Decreto nº 1.799/1996, art. 13. Os documentos oficiais ou públicos, com valor de guarda
permanente, não poderão ser eliminados após a microfilmagem, devendo ser recolhidos ao arquivo
público de sua esfera de atuação ou preservados pelo próprio órgão detentor.

Concluído o processo de microfilmagem de documentos, o filme original e o filme-cópia serão


armazenados no mesmo local, devido à classificação que receberam.

Após o processo de microfilmagem, o armazenamento do filme original deverá ser feito em local
diferente do seu filme cópia (Decreto nº 1.799/1996, art. 5º, § 3º).
A eliminação de documentos acumulados por instituições públicas deverá ser realizada mediante
autorização da secretaria de justiça, no âmbito federal, ou de seu similar, nos estados.

Vejamos: a eliminação dos documentos públicos deverá ter autorização da instituição arquivística
pública, na específica esfera de competência. Cada esfera, em sua área de atuação, tem mais
conhecimento para ditar quais documentos públicos podem ou não ser eliminados.

É o que nos ensina o Art. 9º da Lei nº 8.159/1991:


Art. 9º - A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será
realizada mediante autorização da instituição arquivística pública, na sua específica esfera de
competência.

A destruição ou até mesmo a desfiguração de um documento que contenha valor permanente e que
seja de interesse público e social é considerado crime nas três esferas: penal, civil e administrativa.

Essa previsão está disposta no Art. 25 da Lei nº 8.159/1991:

Art. 25 - Ficará sujeito à responsabilidade penal, civil e administrativa, na forma da legislação em


vigor, aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente ou considerado como de
interesse público e social.

Fonte:

BRASIL. Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política nacional de arquivos
públicos e privados e dá outras providências. Brasília, DF. 1991.

Segundo a Lei 8.159/91, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá
outras providências:

Art. 3º - Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas


referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e
intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.
Atenção, a gestão de documentos ocorre nas fases corrente e intermediária. Após a fase
intermediária, ou o documento é eliminado ou ele entra na fase de guarda permanente. Assim, não
há gestão de documentos no âmbito do arquivo permanente.

A assertiva descreve corretamente o CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS, assim definido pelo
Dicionário de Terminologia Arquivística (2005):
"Sucessivas fases por que passam os documentos de um arquivo, da sua produção à guarda
permanente ou eliminação."

Dica: O Ciclo Vital dos Documentos possui relação com a Teoria das Três Idades. Para algumas
bancas é o mesmo conceito, visto que em seu Ciclo Vital o documento pode passar pelas Três
Idades.

Esse assunto é bastante cobrado em provas!

Para relembrar: a Teoria das Três Idades abrange três fases pelas quais pode passar um documento
em seu ciclo vital: corrente, intermediário e permanente.

Segundo Marilena Leite Paes (2007):

1. Arquivo de primeira idade ou corrente: constituído de documentos em curso ou consultados


frequentemente, conservados nos escritórios ou nas repartições que os receberam e os
produziram ou em dependências próxima de fácil acesso.
2. Arquivo de segunda idade ou intermediário: constituído de documentos que deixaram de
ser frequentemente consultados, mas cujos órgãos que os receberam e os produziram podem
ainda solicitá-los, para tratar de assuntos idênticos ou retomar um problema novamente
focalizado. (...) A permanência dos documentos nesses arquivos é transitória.
3. Arquivo de terceira idade ou permanente: constituído de documentos que perderam todo
valor de natureza administrativa, que se conservam em razão do seu valor histórico ou
documental e que constituem os meios de conhecer o passado e sua evolução.

A eliminação de um documento público só será permitida se ele tiver em um arquivo intermediário


e se a sua eliminação tiver sido aprovada por alguma esfera pública.
ITEM ERRADO

O primeiro erro da questão está em dizer que a eliminação de um documento só ocorre na fase
intermediária, sendo que também pode haver eliminação NA FASE CORRENTE.
O segundo erro está em citar que a eliminação deve ser "aprovada por alguma esfera pública".
Segundo a Lei n.º 8.159/1991, a eliminação deve ser AUTORIZADA por INSTITUIÇÃO
ARQUIVÍSTICA PÚBLICA. Vejamos:
Art. 9º - A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será
realizada mediante autorização da instituição arquivística pública, na sua específica esfera de
competência.

Esquematizando:

 ELIMINAÇÃO DE DOCUMENTO PÚBLICO:


o pode ocorrer na fase corrente e na intermediária;
o não pode ocorrer na fase permanente;
o será realizada após autorização de instituição arquivística pública.

Documentos públicos pertencentes a arquivos permanentes constituem documentação pública


histórica e, uma vez que devem estar disponíveis ao cidadão, poderão ser recolhidos por ente de
qualquer um dos poderes constituídos, independentemente de sua origem.
ITEM ERRADO

O erro da questão está na última parte, onde é citado que os documentos públicos permanentes
podem ser recolhidos por ente de qualquer um dos poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário),
independentemente de sua origem.

O correto é que os documentos produzidos por cada um dos poderes sejam recolhidos por
entidades específicas, de forma a respeitar sua origem. É o que propõe os seguintes artigos da Lei
n.º 8.159/1991:

Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e


recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos
sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.
Parágrafo único - Para o pleno exercício de suas funções, o Arquivo Nacional poderá criar
unidades regionais.
Art. 19 - Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o recolhimento dos
documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no exercício das suas funções,
bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.
Art. 20 - Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos
documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções,
tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias, bem como preservar e facultar o acesso
aos documentos sob sua guarda.

Esquematizando:
 Poder Executivo Federal → Arquivo Nacional
 Poder Legislativo Federal → arquivos do Poder Legislativo Federal
 Poder Judiciário Federal → arquivos Poder Judiciário Federal
Também é importante citar o § 2º do Art. 7º da Lei n.º 8.159/1991 que explica que quando uma
instituição pública cessa suas atividades, os arquivos são recolhidos à instituição arquivística
pública ou transferidos para a nova instituição que a suceda:

§ 2º - A cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica o recolhimento


de sua documentação à instituição arquivística pública ou a sua transferência à instituição
sucessora.

A lei que estabelece categorias de sigilo para documentos é a Lei de Acesso à Informação (Lei nº
12.527/2011).

Com a Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação – LAI), o direito fundamental à informação
foi devidamente regulamentado, fixando-se parâmetros para a divulgação das informações públicas
e procedimentos aptos a permitir a todas as pessoas o amplo acesso aos dados produzidos pelo
poder público.

A Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados.
Segundo a Lei nº 8.159/1991, é dever do Poder Público a gestão documental e a proteção especial a
documentos de arquivos, como instrumento de apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento
científico e como elementos de prova e informação.

O art. 2º da Lei diz que são considerados arquivos os conjuntos de documentos produzidos e
recebidos por órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades privadas, em decorrência
do exercício de atividades específicas, bem como por pessoa física, qualquer que seja o suporte
da informação ou a natureza dos documentos.

A gestão e o recolhimento dos documentos dos órgão público variam de acordo com o Poder e a
esfera federativa. A Lei nº 8.159/1991 destaca o seguinte:
Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e
recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos
sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.
Parágrafo único - Para o pleno exercício de suas funções, o Arquivo Nacional poderá criar
unidades regionais.
Art. 19 - Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o recolhimento dos
documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no exercício das suas funções,
bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.
Art. 20 - Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos
documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções,
tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias, bem como preservar e facultar o acesso
aos documentos sob sua guarda.
Art. 21 - Legislação estadual, do Distrito Federal e municipal definirá os critérios de organização e
vinculação dos arquivos estaduais e municipais, bem como a gestão e o acesso aos documentos,
observado o disposto na Constituição Federal e nesta Lei.

De acordo com o art. 9º da Lei nº 8.159/1991, a eliminação de documentos produzidos por


instituições públicas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição
arquivística pública, na sua específica esfera de competência.

A questão é polêmica.

Os documentos com grande potencial de uso/consulta, mas que não são utilizados com frequência
elevada, são característicos dos arquivos intermediários.

Pela definição dada pela Lei 8.159/1991, em seu art. 8º, os documentos públicos são identificados
como correntes, intermediários e permanentes, da seguinte forma:
§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,
constituam objeto de consultas frequentes.
§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e
informativo que devem ser definitivamente preservados.
Perceba que não se trata de uso, mas de potencial de uso; ainda, diz-se que os documentos não são
utilizados com frequência. Características, portanto, do arquivo intermediário.
No entanto, a banca não alterou o gabarito, mantendo-o como CERTO.

Típica questão "chute" ou "em branco"!

a) os documentos privados não podem ser considerados de interesse público.


Errada. Lei n.º 8.159/1991 — dispõe que:
Art. 12 - Os arquivos privados podem ser identificados pelo Poder Público como de interesse
público e social, desde que sejam considerados como conjuntos de fontes relevantes para a história
e desenvolvimento científico nacional.
b) a administração pública deve definir os custos relativos à consulta aos documentos
públicos.
Errada. Lei n.º 8.159/1991 — dispõe que:
Art. 5º - A Administração Pública franqueará a consulta aos documentos públicos na forma desta
Lei.
c) o Arquivo Nacional do Poder Executivo, os arquivos do Poder Legislativo, do Poder
Judiciário e aqueles dos ministérios da Marinha, das Relações Exteriores, do Exército e da
Aeronáutica são considerados arquivos federais.
Correta. Lei n.º 8.159/1991 — dispõe que:
Art. 17 - A administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições
arquivísticas federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais.

§ 1º - São Arquivos Federais o Arquivo Nacional os do Poder Executivo, e os arquivos do Poder


Legislativo e do Poder Judiciário. São considerados, também, do Poder Executivo os arquivos do
Ministério da Marinha, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério do Exército e do
Ministério da Aeronáutica.
d) os registros civis de arquivos de entidades religiosas não podem ser identificados como de
interesse público e social.
Errada. Lei n.º 8.159/1991 — dispõe que:
Art. 16 - Os registros civis de arquivos de entidades religiosas produzidos anteriormente à vigência
do Código Civil ficam identificados como de interesse público e social.
e) os arquivos privados são os conjuntos de documentos produzidos ou recebidos
exclusivamente por pessoas físicas.
Errada. Lei n.º 8.159/1991 — dispõe que:
Art. 11 - Consideram-se arquivos privados os conjuntos de documentos produzidos ou recebidos
por pessoas físicas ou jurídicas, em decorrência de suas atividades.

Legislação meu caro. Pura legislação. Vejamos quem é quem no contexto da


disciplina. Comecemos pelo artigo 18 da Lei 8159/1991
Art. 18 - Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e
recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos
sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos.

Parágrafo único - Para o pleno exercício de suas funções, o Arquivo Nacional poderá criar
unidades regionais.
Ok, não é o Arquivo Nacional, então quem é?

O Decreto 4.073/2002 trata tanto do CONARQ como do SINAR, e lá está nossa resposta:
Art. 2o Compete ao CONARQ:

I - estabelecer diretrizes para o funcionamento do Sistema Nacional de Arquivos - SINAR, visando


à gestão, à preservação e ao acesso aos documentos de arquivos;
Mais claro que isto, impossível :P.

Documentos do MI considerados permanentes devem ser recolhidos ao Arquivo Público do Distrito


Federal (ARQUIVO NACIONAL).

Segundo a Lei nº 8.159/19911, compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos


documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o
acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de
arquivos.

Assim, arquivos permanentes do Ministério da Integração Nacional devem ser recolhidos ao


Arquivo Nacional.

A destinação final de um documento de arquivo pode ser a guarda permanente ou


a digitalização (ELIMINAÇÃO).

Segundo a Lei nº 8.159/19911 (art. 3º), considera-se gestão de documentos o conjunto de


procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e
arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para
guarda permanente.

1Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências.

O item está CERTO.

Conforme Lei nº 8.159/1991, em seu art. 17. Observe (grifos e anotações nossos):

Art. 17. A administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições


arquivísticas federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais.

§ 1º São Arquivos Federais o Arquivo Nacional do Poder Executivo, e os arquivos do Poder


Legislativo e do Poder Judiciário. São considerados, também, do Poder Executivo os arquivos do
Ministério da Marinha, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério do Exército e do
Ministério da Aeronáutica.

Assim, perceba que no § 1º subtende-se os órgão públicos federais. Convém ressaltar que todos os
TRE's são órgãos do Poder Judiciário Federal.

Portanto, item certo.

A Lei nº 8.159/91, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, em seu Art.
25, prevê:

Art. 25 - Ficará sujeito à responsabilidade penal, civil e administrativa, na forma da legislação em


vigor, aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente ou considerado como de
interesse público e social.

GESTÃO DE DOCUMENTOS é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referente à


sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a
sua eliminação ou recolhimento para a guarda permanente, com base na Lei nº 8.159/1991.

Logo, não há a fase descrita como "incorporação".


O item está CERTO.

A Lei 8.159 de 1991 dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, e, em seus
artigos 8º (§ 3º) e 10º, diz que arquivos permanentes são conjuntos de documentos de valor
histórico, probatório e informativo que devem ser definitivamente preservados. Sendo que os
documentos de valor permanente são inalienáveis e imprescritíveis.

Correta, compete ao Arquivo Nacional de acordo com a Lei 8.159, 1991, art. 18, a gestão e o
recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como
preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política
nacional de arquivos

Segundo a Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados, consideram-se arquivos os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por
órgãos públicos, instituições de caráter público e entidades privadas, em decorrência do
exercício de atividades específicas (e aqui deve-se entender sempre tanto atividades fins como
atividades meio), bem como por pessoa física, qualquer que seja o suporte da informação ou a
natureza dos documentos.

A afirmação do item se baseia na Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de
arquivos. Vejamos:
Art. 7º Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e recebidos, no exercício
de suas atividades, por órgãos públicos de âmbito federal, estadual, do Distrito Federal e
municipal em decorrência de suas funções administrativas, legislativas e judiciárias.
Art. 17. A administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições
arquivísticas federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais.
§ 2º São arquivos estaduais o arquivo do Poder Executivo, o arquivo do Poder Legislativo e o
arquivo do Poder Judiciário.
Leiam-se, aqui, os arquivos dos Poderes na esfera estadual de cada ente federativo, como por
exemplo, os arquivos do governo de Santa Catarina (Poder Executivo), Assembleia Legislativa de
Santa Catarina (Poder Legislativo) e Tribunal de Justiça de Santa Catarina - TJSC (Poder
Judiciário).

Destaca-se, aqui, o termo “jurisdição arquivística”, que é a competência de arquivos sobre a


produção, tramitação, entrada de documentos, avaliação, eliminação, preservação e/ou acesso,
definida por leis ou regulamentos.

As questões de provas, em sua maioria, exploram os conceitos atuais da gestão de documentos. Para
que possamos entender bem o tema, separamos 4 conceitos, destacando e explorando cada trecho
importante!

1. A Lei Federal nº 8.159/1991, em seu art. 3º, diz que a gestão de documentos é “o conjunto de
procedimentos e operações técnicas referentes à
sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em
fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para
guarda permanente”.

2. Para o Arquivo Nacional, “a gestão de documentos é operacionalizada através do planejamento,


da organização, do controle, da coordenação dos recursos humanos, do espaço físico e
dos equipamentos, com o objetivo de aperfeiçoar e simplificar o ciclo documental”.

3. Algumas legislações também apresentam o conceito de gestão de documentos como “o


planejamento e controle das atividades de produção, classificação e
recuperação, avaliação, descrição e difusão, proteção e preservação de documentos de
arquivo. Visa à racionalização e eficiência dos documentos de arquivo desde a produção até o seu
destino final, que pode ser eliminação ou guarda permanente”.

O destaque essencial para as provas é de que as principais ações da gestão de documentos, mais
precisamente as ações de intervenção, ocorrem durante o período em que o documento de
arquivo apresenta valor primário (fases corrente e intermediária), e não secundário, como afirma o
item.

No entanto, essas ações possuem reflexos que serão sentidos nos documentos com valor permanente
ou histórico (fase permanente); nesse caso, a gestão documental passa a se referir, também, não só à
produção e ao uso, mas à avaliação e à seleção de documentos. Assim, a gestão de documentos
utiliza-se de ações e métodos de intervenção econômicos e efetivos, visando, além de outros
objetivos, aperfeiçoar a massa documental a ser recolhida ao arquivo permanente.
Fique atento: a gestão de documentos engloba o tratamento da documentação nas fases corrente e
intermediária, tendo como um de seus resultados o processamento das eliminações e recolhimentos
ao arquivo permanente.

É o que determina a Lei de Arquivos (8.159/91) em seu Art. 3º:


“Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes
à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária,
visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente”.
A Gestão de Documentos tem o objetivo de controlar toda a produção e utilização da informação,
desde sua produção pela atividade administrativa até a sua destinação. Isso por que nos momentos
iniciais o documento é uma ferramenta administrativa, necessária para a tomada de decisão. Uma
boa gestão de qualquer entidade depende das decisões tomadas, do conhecimento disponível e da
capacidade de armazená-lo sem perdas. A Gestão de Documentos tem o objetivo de controlar todos
os documentos para evitar que os mesmo se percam, ou mesmo sejam utilizados de forma indevida.

De acordo com o art. 216, § 2º, cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da
documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela
necessitem.

Esse dispositivo constitucional foi, em parte, regrado pela Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre
a política nacional de arquivos públicos e privados.

Assim, o MTE não tem total autonomia para lidar com seus arquivos, pois, no Brasil, existe uma
política nacional que orienta os órgãos e entidades da administração pública federal com relação a
arquivos.

GABARITO: ERRADO.

FECHAR

Adriel Sá
Tanto o conjunto documental produzido e(ou) recebido pelo MTE, quanto os conjuntos documentais
produzidos e recebidos por instituições de caráter público ou por entidades privadas encarregadas da
gestão de serviços públicos são considerados arquivo público.

É o que determina a Lei 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e
privados (grifou-se):
Art. 7º - Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e recebidos, no exercício
de suas atividades, por órgãos públicos de âmbito federal, estadual, do Distrito Federal e
municipal em decorrência de suas funções administrativas, legislativas e judiciárias.
§ 1º - São também públicos os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de
caráter público, por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício
de suas atividades.

Os documentos permanentes, ou seja, os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e


informativo que devem ser definitivamente preservados, conforme previsão na lei que dispõe sobre
a política nacional de arquivos públicos e privados (Lei 8.159/1991):
Art. 8º - Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.
§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,
constituam objeto de consultas frequentes.
§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e
informativo que devem ser definitivamente preservados.

A assertiva está de acordo com o que está previsto no art. 12, da Lei nº 8.159/1991.

Art. 12. Os arquivos privados podem ser identificados pelo Poder Público como de interesse
público e social, desde que sejam considerados como conjuntos de fontes relevantes para a história
e desenvolvimento científico nacional.
Assim, destaca-se que os arquivos privados podem ser identificados pelo Poder Público como
de interesse público e social, desde que sejam considerados como conjuntos de fontes relevantes
para:
 a história
 desenvolvimento científico nacional

São chamados de arquivos os “conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de


caráter público e entidades privadas, em decorrência do exercício de atividades específicas, bem
como por pessoa física, qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos”
(Lei 8159/91).

Conforme a Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados,
considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à
sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando
a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.

Conforme a Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados,
considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à
sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando
a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.

Conforme a Lei nº 8.159/1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados,
considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à
sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária,
visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.

A Lei nº 8.159/1991 considera gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações


técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e
intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente (art. 3º).

O Decreto 4.073/02 regulamenta a Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política
nacional de arquivos públicos e privados. Segundo o Decreto:

Art. 1º O Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ, órgão colegiado instituído no âmbito do


Arquivo Nacional, criado pelo art. 26 da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, tem por finalidade
definir a política nacional de arquivos públicos e privados.

Art. 2o Compete ao CONARQ:


I - estabelecer diretrizes para o funcionamento do Sistema Nacional de Arquivos - SINAR, visando
à gestão, à preservação e ao acesso aos documentos de arquivos;
(...)
III - propor ao Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública atos normativos necessários ao
aprimoramento e à implementação da política nacional de arquivos públicos e privados;
* Dispositivos atualizados de acordo com o Decreto nº 10.148/2019.

Ademais, conforme disposto pelo próprio CONARQ (http://conarq.arquivonacional.gov.br/o-


conselho.html):

O CONARQ é responsável pela edição de decretos regulamentadores da Lei n. 8.159, e de


resoluções que tratam de temas diversos relativos à gestão de documentos convencionais e
digitais, microfilmagem, digitalização, transferência e recolhimento de documentos de qualquer
suporte, classificação, temporalidade e destinação de documentos, acesso aos documentos
públicos, capacitação de recursos humanos, terceirização de serviços arquivísticos públicos, dentre
outros.

O SINAR tem por finalidade implementar a política nacional de arquivos públicos e privados,
visando à gestão, à preservação e ao acesso aos documentos de arquivo.

Já o SIGA tem como uma de suas finalidades disseminar normas relativas à gestão de documentos
de arquivo.

Logo, os arquivos do Ministério da Integração Nacional seguem as orientações emanadas por


esses dois sistemas.

Conforme orientação do Arquivo Nacional, são os documentos que estão em processo de


transferência para o arquivo intermediário ou recolhimento para o arquivo permanente que deverão
ser higienizados, e não quando produzidos ou recebidos nos setores de trabalho.

Observe o que prevê o Decreto 4.073/2002, que regulamenta a Lei n. 8.159/1991:


Art. 19. Os documentos arquivísticos públicos de âmbito federal, ao serem transferidos ou
recolhidos ao Arquivo Nacional, deverão estar avaliados, organizados, higienizados e
acondicionados, bem como acompanhados de instrumento descritivo que permita sua identificação
e controle.
Outra questão que pode ser respondida conhecendo-se o básico a respeito da legislação arquivística.

Veja o que diz o artigo 3º do Decreto 4.915/2003


Art. 3o Integram o SIGA:

I - como órgão central, o Arquivo Nacional;


II - como órgãos setoriais, as unidades responsáveis pela coordenação das atividades de gestão de
documentos de arquivo nos Ministérios e órgãos equivalentes;
III - como órgãos seccionais, as unidades vinculadas aos Ministérios e órgãos equivalentes.
Só lembrando que o Decreto 4.915/2003 é aplicável somente à Administração Pública Federal (leia-
se, Executivo Federal). Vamos ver o que mais encontramos por aí:
Art. 1o Ficam organizadas sob a forma de sistema, com a denominação de Sistema de Gestão de
Documentos de Arquivo - SIGA, as atividades de gestão de documentos no âmbito dos órgãos e
entidades da administração pública federal.
Aqui começa a saga. Os órgãos e entidades da administração pública federal compõem o sistema
chamado SIGA, entre os quais, a ANCINE. Deve, portanto, seguir as diretrizes do sistema. Olha a
razão disto:
Art. 9o Os órgãos setoriais do SIGA vinculam-se ao órgão central para os estritos efeitos do
disposto neste Decreto, sem prejuízo da subordinação ou vinculação administrativa decorrente de
sua posição na estrutura organizacional dos órgãos e entidades da administração pública federal.
[...]

Segue um trecho do DECRETO Nº 7.845, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2012 que fala a respeito do


algoritmo de Estado:
Art. 1o Este Decreto regulamenta procedimentos para o credenciamento de segurança e
tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo no âmbito do Poder Executivo
federal, e dispõe sobre o Núcleo de Segurança e Credenciamento, conforme o disposto nos arts. 25,
27, 29, 35, § 5º, e 37 da Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011.

Art. 2o Para os efeitos deste Decreto, considera-se:

I - algoritmo de Estado - função matemática utilizada na cifração e na decifração, desenvolvido


pelo Estado, para uso exclusivo em interesse do serviço de órgãos ou entidades do Poder Executivo
federal;
Analisando o que diz a lei, pode-se entender que a afirmativa do enunciado está correta.

Conforme o Decreto nº 7.845/2012, que regulamenta procedimentos para credenciamento de


segurança e tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo, os documentos
considerados sigilosos poderão ser classificados em: ultrassecreto (U), secreto (S) ou reservado
(R).
Assim, os prazos de classificação são os seguintes:
 Documento ultrasecreto: máximo de 25 anos
 Documento secreto: máximo de 15 anos
 Documento reservado: máximo de 5 anos

A NOBRADE (Norma Brasileira de Descrição Arquivística) apresenta 28 elementos de descrição


disponíveis, dentre esse, sete são obrigatórios:
 código de referência;
 título;
 data(s);
 nível de descrição;
 dimensão e suporte;
 nome(s) do(s) produtor(es);
 condições de acesso (somente para descrições em níveis 0 e 1).

O âmbito e conteúdo é um elemento importante para o usuário identificar se a unidade de descrição


contém ou não informações relevantes para a sua pesquisa. Nos níveis mais específicos, seu uso
deve se restringir a situações em que o elemento de descrição Título necessite de informações
complementares.

Vejamos um exemplo:

Os documentos referem-se ao período em que João Goulart esteve no exílio, no Uruguai, após o
golpe de Estado que o depôs da Presidência da República. Abordam questões relativas às suas
propriedades no Brasil, à repressão política durante os governos dos generais Castelo Branco e
Costa e Silva, incluindo os aspectos relacionados à censura aos meios de comunicação, às
articulações políticas visando à formação da Frente Ampla de oposição ao regime militar, entre
outros assuntos.

A quantificação e o gênero documental são informados no elemento de descrição dimensão e


suporte.

Constitui informação estratégica para planos de pesquisa e gestão do acervo. O registro


normalizado das dimensões permite obter somatórios, propiciando políticas e ações de reprodução,
de conservação e de organização de acervos. As dimensões tornam-se mais precisas quando
associadas a informações relativas ao gênero, espécie ou tipo de documentos.
Ainda, outras unidades de quantificação ou mensuração, além da metragem linear, podem ser
indicadas em caráter complementar (caixas, volumes, pastas, álbuns, folhas etc.).

O código de classificação de documentos de arquivo é um instrumento de trabalho utilizado para


classificar todo e qualquer documento produzido ou recebido por um órgão no exercício de
suas funções e atividades.

No código de classificação, as funções, atividades, espécies e tipos documentais genericamente


denominados assuntos, encontram-se hierarquicamente distribuídos de acordo com as funções e
atividades desempenhadas pelo órgão. Em outras palavras, os assuntos recebem códigos numéricos,
os quais refletem a hierarquia funcional do órgão, definida através de classes, subclasses, grupos e
subgrupos, partindo-se sempre do geral para o particular1.

1Arquivo Nacional (Brasil). Conselho Nacional de Arquivos. Classificação, temporalidade e


destinação de documentos de arquivo; relativos às atividades-meio da administração
pública/Arquivo Nacional. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001.

De acordo com a Resolução 14 do CONARQ, quando se tratar de Atividade Meio, e o órgão em


questão pertencer ao Poder Executivo Federal, não será ele a estabelecer os prazos da tabela de
temporalidade, devendo simplesmente seguir o que determina o CONARQ. Veja só:
Art. 2º - Aprovar os prazos de guarda e a destinação dos documentos estabelecidos na versão
revista e ampliada da Tabela Básica de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivos
Relativos as Atividades-Meio da Administração Pública.

§ 1º - Caberá aos órgãos e entidades que adotarem a Tabela proceder às adaptações necessárias
para sua correta aplicação aos conjuntos documentais produzidos e recebidos em decorrência de
suas atividades, mantendo-se os prazos de guarda e a destinação nela definidos.

§ 2º - Caberá, ainda, aos órgãos e entidades que adotarem a Tabela estabelecer os prazos de
guarda e a destinação dos documentos relativos às suas atividades específicas ou atividades-fim, os
quais deverão ser aprovados pela instituição arquivística pública na sua específica esfera de
competência.

§ 3º - Caberá ao CONARQ, por intermédio de câmara técnica específica, proceder à atualização


periódica desta Tabela.

Ainda, conforme previsão expresa do Decreto nº 4.073/2002, em cada órgão e entidade da


Administração Pública Federal será constituída comissão permanente de avaliação de documentos,
que terá a responsabilidade de orientar e realizar o processo de análise, avaliação e seleção da
documentação produzida e acumulada no seu âmbito de atuação, tendo em vista a identificação dos
documentos para guarda permanente e a eliminação dos destituídos de valor (art. 18).

Os documentos relativos às atividades-meio serão analisados, avaliados e selecionados pelas


Comissões Permanentes de Avaliação de Documentos dos órgãos e das entidades geradores dos
arquivos, obedecendo aos prazos estabelecidos em tabela de temporalidade e destinação expedida
pelo CONARQ (§ 1º).

Já os documentos relativos às atividades-fim serão avaliados e selecionados pelos órgãos ou


entidades geradores dos arquivos, em conformidade com as tabelas de temporalidade e destinação,
elaboradas pelas Comissões mencionadas no caput, aprovadas pelo Arquivo Nacional.

Em suma (arquivos da Administração Pública Federal):

 atividade-meio, em conformidade com a TTD ELABORADA pelo CONARQ;


 atividade-fim, em conformidade com a TTD elaborada pelas CPAD de cada órgão,
aprovadas pelo AN.

A RESOLUÇÃO nº 14 do CONARQ, de 24 de outubro de 2001 dispõe que documentos com prazo


de guarda de 100 anos, independente do suporte, permanecerão na fase corrente pelo tempo
determinado pela Temporalidade de Documentos. Cumprido esse prazo, serão transferidos ao
arquivo intermediário, onde permanecerão até o cumprimento total do prazo estipulado.

A questão é baseada no anexo da PORTARIA INTERMINISTERIAL (MJ/MP) Nº 1.677, DE 07


DE OUTUBRO DE 2015.

Vejamos:

Procedimentos adotados para a formação de processo:


(...)
2.6.2 - Quanto aos processos digitais:
a) criar e registrar um processo no sistema informatizado, constando as seguintes informações de
identificação:
 nome do ministério ou órgão equivalente;
 nome do órgão ou entidade, quando couber;
 nome da unidade administrativa;
 número do processo (NUP);
 data de autuação;
 nome do interessado; e
 código de classificação e o respectivo descritor ou o assunto a que se refere o
documento.
b) associar os documentos digitais de forma que os documentos integrantes do processo sejam
apresentados sempre na mesma sequência;
c) registrar no sistema informatizado a unidade administrativa na qual o processo será instruído.
Essa informação é obrigatória para cada distribuição/movimentação/tramitação do processo. As
informações de trâmites deverão ser apresentadas sempre junto com as demais informações de
identificação do processo digital; e
d) quando a autuação ocorrer na unidade protocolizadora, o processo deverá ser encaminhado
para a unidade administrativa na qual será instruído, por meio de sistema informatizado.

Logo, corrigindo, temos:

a) e as demais informações de identificação do processo devem ser apresentadas separadas (sempre


juntas) das informações de trâmite do processo digital.

b) tem de ser precedida pelo encaminhamento do processo digital para a unidade administrativa na
qual será instruído (apenas quando a autuação ocorrer na unidade protocolizadora).

c) deve associar os documentos digitais de forma que os documentos integrantes de cada


processo sejam apresentados sempre na mesma sequência.

d) é facultada a usuários autorizados pela unidade protocolizadora, sem a necessidade de


monitoramento (nos processos digitais, a autuação poderá ser realizada por usuário autorizado,
diretamente no sistema informatizado, desde que o procedimento seja monitorado pela unidade
protocolizadora).
e) deve identificar o processo criado por seu número, sua data de autuação e seu interessado. O
código de classificação e o nome da unidade administrativa são informações opcionais, que podem
ser incluídas a qualquer momento (obrigatórias).

A questão se baseia no anexo da PORTARIA INTERMINISTERIAL (MJ/MP) Nº 1.677, DE 7 DE


OUTUBRO DE 2015.

As afirmativas I e IV estão corretas. Observe:

2.1.2 - Quanto aos documentos digitais:


Documentos digitais, avulsos ou processos, devem ser recebidos por meio de transmissão entre
sistemas integrados, que pode ser realizada de duas maneiras, a critério do órgão ou entidade:
 centralizada em uma unidade de protocolo/protocolizadora, que procederá o registro e
encaminhará o(s) documento(s) para o destinatário; ou
 diretamente para o destinatário.

As afirmativas II e III estão incorretas. Observe:

Excepcionalmente, documentos avulsos digitais também podem ser recebidos por meio de correio
eletrônico (centralizado em uma unidade de protocolo/protocolizadora ou diretamente para o
destinatário) ou em mídias removíveis (centralizado em uma unidade de
protocolo/protocolizadora), desde que o órgão ou entidade possua capacidade tecnológica para o
recebimento e leitura, empregando recursos para apoiar a confiabilidade, autenticidade e
acessibilidade desses documentos.
(...)
No caso de transmissão diretamente para o destinatário, por meio de sistemas integrados ou
correio eletrônico, deverão ser seguidas as alíneas a, c, d, e, f, g, h acima descritas pelo próprio
destinatário, que em seguida deverá realizar o registro diretamente no sistema informatizado em
uso no órgão ou entidade ou solicitar providências junto à unidade de protocolo/protocolizadora.

Conforme o anexo da PORTARIA INTERMINISTERIAL (MJ/MP) Nº 1.677, DE 7 DE


OUTUBRO DE 2015. Vejamos:
2.14 - Reconstituição de processo
Os procedimentos para a reconstituição de processos digitais são os mesmos adotados para os
processos não digitais.

Ao ocorrer a perda ou extravio de processo, a autoridade competente do órgão ou entidade deverá


ser comunicada, cabendo a ela promover a apuração dos fatos, por meio de sindicância ou
processo administrativo, e designar, formalmente, um servidor ou uma comissão para proceder
à reconstituição do processo, conforme descrito abaixo:

a) resgatar as informações e os documentos que integravam o processo perdido ou extraviado,


solicitando, quando necessário, às unidades administrativas por onde o processo tramitou, a
disponibilização de informações e/ou de cópias dos documentos;

b) reunir os documentos obtidos durante a operação de reconstituição, encaminhando à unidade


protocolizadora, para autuação, sendo atribuído ao processo formado um novo número (NUP),
mantendo-se o número (NUP) anterior como referência;

c) lavrar o "Termo de Reconstituição de Processo", o qual será a primeira folha do processo


reconstituído, devendo ser numerada, conforme Figura 22;

d) registrar a operação de reconstituição de processo em sistema informatizado ou


excepcionalmente em formulário; e

e) encaminhar o processo à autoridade competente que determinou a reconstituição, para que siga
seu trâmite.

O item trata da triagem de documentos em fase intermediária.


Segundo o CONARQ (Classificação, temporalidade e destinação de documentos de arquivo;
relativos às atividades-meio da administração pública), o conceito de triagem se confunde com o
de avaliação, na medida em que ambos os processos se relacionam à depuração da massa
documental arquivística, eliminando-se documentos sem valor e preservando-se aqueles que o
tenham, seja para fins administrativos ou de pesquisa histórico-científica.

Nesse sentido, a tabela de temporalidade pode prever a triagem em seu próprio conteúdo quando
assinala que serão preservados apenas
exemplares únicos de documentos repetitivos, ou quando destina conjuntos documentais à
eliminação, uma vez que outros, recapitulativos ou de mesmo teor, já se encontram preservados.

Segundo a Portaria SLTI/MPOG nº 5, de 19 de dezembro de 2002, que dispõe sobre os


procedimentos gerais para utilização dos serviços de protocolo, no âmbito da Administração Pública
Federal, para os órgãos e entidades integrantes do Sistema de Serviços Gerais - SISG,
a AUTUAÇÃO E/OU FORMAÇÃO DE PROCESSO é o termo que caracteriza a abertura do
processo. Na formação do processo deverão ser observados os documentos cujo conteúdo
esteja relacionado a ações e operações contábeis financeiras, ou requeira análises,
informações, despachos e decisões de diversas unidades organizacionais de uma instituição.

A proposição do enunciado afronta a Portaria Normativa nº 05 do MPOG (Ministério do


Planejamento, Orçamento e Gestão), de 19 de dezembro de 2002, quando esta portaria define o
termo "desmembramento":

DESMEMBRAMENTO – "É a separação de parte da documentação de um ou mais processos


para formação de novo processo; o desmembramento de processo dependerá de autorização e
instruções específicas do órgão interessado."

Como se vê, desde que haja autorização e instruções específicas do órgão interessado, parte da
documentação de um processo pode ser serpada para formar outro processo.

Mais uma questão que exige apenas o conhecimento da Portaria Normativa MPOG 5, de 19 de
dezembro de 2012. Veja o que prevê o documento, no item 5.9, letra c), quando o servidor constar o
extravio de um processo:

c) Reconstituir o processo, resgatando as suas informações e obtendo cópias de documentos que o


constituíam;

Não tem o que discutir. Processo desaparecido ou extraviado deve ser reconstituído, sem prejuízo de
apuração de responsabilidade eventual sanção disciplinar. O restante da questão está correto.
O empréstimo de documentos nos arquivos intermediários ou centrais, por exemplo, ocorre apenas
aos setores que os produziram ou receberam. Esses setores é que mantêm a propriedade sobre esses
documentos.

O item está CERTO.

Diagnóstico da situação arquivística ou análise das necessidades é um método que permite estudar
uma situação referente à informação arquivística em uma administração.

A elaboração de soluções realistas requer um diagnóstico, que se elabora a partir do conhecimento


dos arquivos e das pessoas que geram ou utilizam as informações.

A busca de soluções adequadas às necessidades deve ser feita a partir da compreensão e delimitação
dos problemas existentes e da cultura organizacional.

O diagnósticodearquivosé
uma constataçãodospontosdeatrito,defalhasoulacunasexistentesnocomplexoadministrativo
dasrazõesqueimpedemo funcionamento eficiente do arquivo (PAES,2006).

Já Bernardes (1998) conceitua diagnóstico de arquivos como a análise das informações


básicas (quantidade, localização, estado físico, condições de armazenamento, grau de crescimento,
frequência de consulta) sobre arquivos, a fim de implantar sistemas e estabelecer programas de
transferência, recolhimento, microfilmagem, conservação e demais atividades.

Assim, de fato, o ponto de partida de todas as funções arquivísticas é o diagnóstico da situação


arquivística.

Na etapa de recebimento dos documentos no protocolo, é realizada a separação dos documentos em:
 ostensivos (de acesso amplo); ou
 sigilosos (de acesso restrito).

Os ostensivos são abertos e registrados. Já os sigilosos são entregues diretamente ao(s)


destinatário(s).

Segundo Valentini (2013), os documentos podem ser classificados quanto à natureza do


assunto em:
• Ostensivos ou Ordinários – Qualquer pessoa pode consultar o documento (a sua divulgação não
prejudica a instituição)
• Sigilosos – Tais documentos são limitados a um número restrito de pessoas.
Por essa razão, devem ser adotadas medidas especiais de salvaguarda (segurança, proteção) na
sua custódia e disseminação.

Para fixar:
O Dicionário de Terminologia Arquivística (2005) define protocolo como:
“Serviço encarregado do recebimento, registro, classificação, distribuição, controle da tramitação
e expedição de documentos”.

a) a expedição. (ERRADA)
Essa é considerada a última etapa do protocolo (CONTROLE DA TRAMITAÇÃO E
EXPEDIÇÃO).

b) o registro. (CORRETA)

O Dicionário de Terminologia Arquivística (2005) define PROTOCOLO como:

“Serviço encarregado do recebimento, registro, classificação, distribuição, controle da tramitação


e expedição de documentos”.

Esquematizando:

1º - RECEBIMENTO

2º - REGISTRO

3º - CLASSIFICAÇÃO

4º - DISTRIBUIÇÃO
5º - CONTROLE DA TRAMITAÇÃO E EXPEDIÇÃO

O enunciado da questão já descreveu a etapa de RECEBIMENTO. Dessa forma, devemos


considerar a próxima etapa a partir daí, que inicia assim a sequência de procedimentos de protocolo
— nesse caso o REGISTRO, o nosso gabarito.

Na etapa de RECEBIMENTO dos documentos no protocolo, é comum haver a separação em


oficiais (dizem respeito à organização) ou particulares.Os oficiais recebem ainda outra separação:
sigilosos (de acesso restrito) ou ostensivos (de acesso amplo).

Os ostensivos são abertos e registrados, enquanto os sigilosos são entregues diretamente ao


destinatário.

Na fase de REGISTRO, os dados dos documentos são registrados em sistemas manuais ou


eletrônicos.

Registrar, como cita Souza (2011), é:

“fazer anotações em fichas, guias, etiquetas, carimbos, etc., que vão servir para o controle da
tramitação; deve conter informações como: número de protocolo, data de entrada, código do
assunto, origem, espécie, número e data do documento.”

Lembrando que as atividades de PROTOCOLO ocorrem tipicamente nos arquivos


correntes. Nessa fase os arquivos apresentam alta rotatividade.

c) a tramitação. (ERRADA)

d) a distribuição. (ERRADA)

As alternativas c) e d) correspondem às últimas etapas do protocolo, conforme citado no comentário


da assertiva b).

A saber:

 Tramitação: controle do trâmite (movimentação) dos documentos dentro da instituição, sua


localização, de onde o documento foi retirado, para onde foi enviado, etc.;
 Distribuição: etapa em que os documentos são encaminhados aos respectivos destinatários
internos.
e) a avaliação. (ERRADA)

A avaliação não é considerada uma etapa do protocolo.

O Protocolo, que é uma das atividades de arquivo corrente, é a denominação atribuída aos setores
encarregados do recebimento; registro; classificação; distribuição e movimentação;
e expedição de documentos.

 Recebimento - recepção/entrada de documentos de origem interna ou externa. Recebe-se os


documentos que entram na instituição ou aqueles que tiverem sido produzidos na própria
instituição, para que sejam formalizados.
 Autuação e Registro – autuação é a formação ou abertura do processo a partir do
documento entregue no protocolo, com atribuição de número ao documento ou conjunto
documental; já o registro é a inserção do documento ou conjunto documental no sistema de
controle de protocolo, mediante processo manual, mecanizado ou informatizado.
 Classificação - os documentos são anteriormente identificados e analisados, atendendo às
características do plano de classificação do órgão.
 Distribuição e Expedição – encaminhamento ou saída de documentos do protocolo para
outro setor ou instituição, respectivamente.
 Controle e Movimentação - Mediante processos, que podem ser manual, mecanizado ou
informatizado, faz-se o controle do fluxo documental desde a entrada/criação do documento
na instituição. Os sistemas informatizados atendem com precisão esta trajetória documental
traçando/registrando todo o percurso do documento.

A gestão de documentos compreende as fases arquivísticas de produção, utilização e


destinação (guarda permanente ou eliminação), as quais compõem o ciclo vital dos documentos.

 1ª FASE: Produção. a produção dos documentos ocorre conforme a função e atividade dos
órgãos e deve ser controlada para que não se produza documentos não essenciais, o que
geraria custo desnecessário de gestão documental, e envolve:

 2ª FASE: Utilização. refere-se à tramitação dos documentos e à sua guarda, envolve a gestão
de arquivos correntes e intermediários. Ocorrem as atividades de protocolo e o uso de
técnicas de classificação e organização.

 3ª FASE: Destinação. aqui se decide sobre os documentos a serem eliminados e os que


serão mantidos por questões administrativas, legais ou fiscais. Realiza-se análise, seleção e
definição de prazos de guarda.
Por fim, o protocolo é considerado um dos setores do arquivo corrente: Protocolo, expedição,
arquivamento, empréstimo/consulta e destinação.

As atividades de protocolo são:

 Recebimento: literalmente receber os documentos, é a porta de entrada dos documentos na


instituição.
 Registro e Autuação: Registro é o cadastramento do documento ou processo no sistema
(informatizado ou manual) e atribuição de código para acompanhamento. Autuação é a
abertura ou formação de processos, é a protocolização.
 Classificação: análise do documento quanto ao seu assunto, conforme o Plano de
Classificação, separando-se o que for de caráter ostensivo do que for de caráter sigiloso ou
particular.
 Expedição e Distribuição: envio ao destinatário, expedição tem caráter externo (para outra
instituição), enquanto distribuição tem caráter interno.
 Controle da Tramitação e Movimentação: controle sobre o destino da documentação e os
locais pelos quais passou, por meio de um sistema próprio.

Assim, após o recebimento de um documento (no caso da questão, um ofício) o protocolo deverá
registrá-lo em um sistema de controle, o que pode ser feito manualmente ou em um sistema
informatizado.

Para a questão, basta saber as atividades exercidas pelo protocolo, quais sejam:

 Recebimento: literalmente receber os documentos, é a porta de entrada dos documentos na


instituição.
 Registro e Autuação: Registro é o cadastramento do documento ou processo no sistema
(informatizado ou manual) e atribuição de código para acompanhamento. Autuação é a
abertura ou formação de processos, é a protocolização.
 Classificação: análise do documento quanto ao seu assunto, conforme o Plano de
Classificação, separando-se o que for de caráter ostensivo do que for de caráter sigiloso ou
particular.
 Expedição e Distribuição: envio ao destinatário, expedição tem caráter externo (para
outra instituição), enquanto distribuição tem caráter interno.
 Controle da Tramitação e Movimentação: controle sobre o destino da documentação e os
locais pelos quais passou, por meio de um sistema próprio.
Assim, poder-se-ia falar que a classificação ocorre à partir do ato de recebimento dos documentos,
pois seria uma atividade posterior ao recebimento. No entanto, a expedição possui caráter externo,
envio de documento para outra instituição, sendo errado afirmar que a classificação ocorre à partir
da expedição.

De toda forma, a classificação é uma atividade específica do protocolo, não se confundindo com
recebimento ou qualquer outra atividade exercida pelo protocolo.

Segundo o Conselho Internacional de Arquivos


Ponto de acesso (access point) – “Nome, termo, palavra-chave, expressão ou código que pode ser
usado para pesquisar, identificar e localizar uma descrição arquivística. ”
Segundo MACHADO e CAMARGO (2000, p.74)
“O registro se refere às anotações que servem de base para o controle da tramitação [...]. ”
Segundo MARQUES (2012, p.77)
Registro: “captação de documentos, atribuindo-lhes identidade única e fazendo breve descrição de
informações sobre o mesmo, como um título e data. ”
Segundo FREIBERGER (2012, p.41)
Registro: “Registrar diariamente, em um livro ou sistema informatizado, os documentos que darão
entrada no arquivo. Fazer um breve relato sobre o que trata o documento para facilitar a
localização. ”
Portanto, a questão está correta ao afirmar que o registro faz uso de pontos de acesso para
identificar/localizar os documentos uma vez que tais ponto de acesso funcionam como
identificadores dos documentos podendo ser um nome, um código, etc. durante sua tramitação na
organização. Logo, questão correta.
“O curso do documento, desde a sua produção ou recepção até o cumprimento de sua função
administrativa, é denominado distribuição controle da tramitação. ”

Segundo TIAGO e MACEDO (2014)


Atividades de Protocolo
“Consideram-se atividades de protocolo o recebimento, a classificação, o registro, a distribuição, o
controle da tramitação, a expedição e a autuação de documentos avulsos para formação de
processos, e os respectivos procedimentos decorrentes, sendo estas atividades aplicáveis a todos os
documentos, avulsos ou processos, independentemente do suporte.”

Controle da tramitação
“O controle da tramitação de documentos, avulso ou processo, realizado através de sistema
próprio (informatizado ou manual), possibilita mapear o curso do documento desde a sua produção
ou recebimento até o cumprimento de sua função administrativa.

Para que essa atividade seja realizada de forma eficiente e possa produzir os resultados esperados,
torna-se necessário que as etapas de recebimento e de registro tenham sido executadas
corretamente. ”
Distribuição
“É o procedimento de remessa dos documentos, avulsos ou processo, às unidades destinatárias. Na
distribuição, os documentos são entregues às unidades internas. ”
Portanto, o enunciado da questão faz referência ao controle da tramitação e não a distribuição.
Logo, questão incorreta.

Autuação e distribuição são responsabilidades do protocolo, mas descarte não!

A autuação é a formação ou abertura do processo a partir do documento entregue no protocolo,


com atribuição de número ao documento ou conjunto documental.

A distribuição é o encaminhamento de documentos para setores/unidades da mesma instituição


(âmbito INTERNO).

O descarte refere-se à eliminação de documentos, e sua previsão e regulação deve se encontrar na


tabela de temporalidade.
A gestão de documentos nas organizações, de regra, envolve três fases básicas: a fase de produção,
a fase de utilização e a fase de destinação.
 1ª fase - produção de documentos: refere-se ao ato de elaborar documentos em razão das
atividades específicas de um órgão ou setor. Nessa fase, deve-se otimizar a criação de
documentos, evitando-se a produção daqueles não essenciais, diminuindo o volume a ser
manuseado, controlado, armazenado e eliminado.

 2ª fase - utilização de documentos: refere-se ao fluxo percorrido pelos documentos,


necessário ao cumprimento de sua função administrativa, assim como sua guarda após cessar
seu trâmite. Essa fase envolve métodos de controle relacionados às atividades
de PROTOCOLO e às técnicas específicas para classificação, organização e elaboração de
instrumentos de recuperação da informação.

 3ª fase - destinação de documentos: envolve as atividades de análise e seleção dos


documentos, ou seja, implica relacionar quais os documentos serão eliminados e quais serão
preservados permanentemente.
Percebe-se que as atividades de Protocolo concentram-se na fase de utilização, ou seja, nos arquivos
correntes. Isso porque os documentos da fase corrente apresentam grande potencial de tramitação
dentro das áreas e setores da instituição.
As atividades de Protocolo concentram-se na fase de utilização, ou seja, nos arquivos correntes. Isso
porque os documentos da fase corrente apresentam grande potencial de tramitação dentro das áreas
e setores da instituição.

Logo, para que essa documentação não se perca, é necessário exercer o controle de sua
movimentação por meio de instrumentos próprios que garantam sua localização e segurança.

Em sua acepção mais comum, o Protocolo é uma das atividades de arquivo corrente, com
denominação atribuída aos setores encarregados
do recebimento; registro; classificação; distribuição e movimentação; e expedição de
documentos.

Ou seja, não contempla a atividade de microfilmagem.


Por fim, cabe destacar que a atividade de expedição envolve o encaminhamento de documentos para
outras instituições (ÂMBITO EXTERNO).
A atividade de Registro é a estruturação e codificação de dados, que descrevem e permitem acessar,
gerenciar, compreender e/ou preservar outros dados ao longo do tempo. Essa estruturação e
codificação é o que chamamos de metadados.

Em outras palavras, a função dos metadados é permitir a pesquisa de outros dados mais analíticos,
pois, antes do acesso e gerenciamento, é preciso localizar! O Setor de Registro funciona como um
centro de distribuição e redistribuição de documentos, identificando-os através dos metadados
registrados.

Assim, antes dessa atividade, o documento está “cru”, sem nenhum tipo de identificação,
cruzamento ou qualquer dado básico que permita seu controle. Com o Registro, providenciamos o
cadastro dos dados básicos do documento (metadados) no sistema de controle.
Os procedimentos de recebimento, registro, distribuição e movimentação de documento de arquivo
são realizados, em regra, pelo setor de ARQUIVO CORRENTE, mais especificamente, pelo setor
de PROTOCOLO.

O Protocolo, que é uma das atividades de arquivo corrente, é a denominação atribuída aos setores
encarregados do recebimento; registro; classificação; distribuição e movimentação; e expedição de
documentos.
 Em sua primeira acepção, a mais comum, o Protocolo, que é uma das atividades de arquivo
corrente, é a denominação atribuída aos setores encarregados
do recebimento; registro; classificação; distribuição e movimentação; e expedição de
documentos.

 Uma segunda acepção para “Protocolo” é o nome atribuído ao número de registro dado ao
documento.

 Por fim, a terceira acepção faz menção ao livro de registro de documentos recebidos e
expedidos.
A questão se situa, portanto, na primeira definição do termo "protocolo". Vamos analisar cada uma
das atividades inerentes ao setor de Protocolo. Antecipamos que as nomenclaturas das atividades
podem variar, a depender de cada autor. No entanto, as mais comuns são as seguintes:
Recebimento - recepção/entrada de documentos de origem interna ou externa. Recebe-se os
documentos que entram na instituição ou aqueles que tiverem sido produzidos na própria
instituição, para que sejam formalizados.

Autuação e Registro – autuação é a formação ou abertura do processo a partir do


documento entregue no protocolo, com atribuição de número ao documento ou conjunto
documental; já o registro é a inserção do documento ou conjunto documental no sistema de
controle de protocolo, mediante processo manual, mecanizado ou informatizado.

Classificação - os documentos são anteriormente identificados e analisados, atendendo às


características do plano de classificação do órgão.

Distribuição e Expedição – encaminhamento ou saída de documentos do protocolo para


outro setor ou instituição, respectivamente.
o Distribuição - encaminhamento de documentos para setores/unidades da mesma
instituição (âmbito INTERNO).
o Expedição - encaminhamento de documentos para outras instituições (ÂMBITO
EXTERNO).
Controle e Movimentação - Mediante processos, que podem ser manual, mecanizado ou
informatizado, faz-se o controle do fluxo documental desde a entrada/criação do documento
na instituição. Os sistemas informatizados atendem com precisão esta trajetória documental
traçando/registrando todo o percurso do documento.
Se os documentos são frequentemente consultados, independente de pertencerem ao ano em
curso, serão arquivados no arquivo corrente.

Os arquivos correntes são os conjuntos de documentos montados nos setores de trabalho, em


decorrência das funções e atividades exercidas e da necessidade de mantê-los no local por
razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de uso ou pela tramitação ainda
não encerrada, ainda que sem movimentação.

A principal característica é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os


acumula.
Ambas as atividades de tramitação e distribuição são realizadas pelo setor de protocolo.
Segundo Paes (2004), as atividades de protocolo incluem recebimento, classificação,
registro, distribuição e tramitação.

A tramitação é o curso do documento desde a sua produção ou recepção até o cumprimento


de sua função administrativa. Também chamado movimentação ou trâmite.

Atenção para o fato de que a tramitação pode ser também de responsabilidade dos setores de
trabalho.

A distribuição é a distribuição interna de documentos entre os setores.


A questão é bem específica, já que trata de um assunto não consensual entre os autores e
entre as organizações privadas e órgãos públicos.

Para a banca CESPE, por exemplo, um documento de arquivo (ofício, memorando, relatório,
projeto etc.) pode ser protocolado em qualquer unidade de órgão ou entidade, mas a
abertura de processo ou de um novo volume de processo deve ser feita, exclusivamente,
no setor de protocolo.

Segundo o dicionários brasileiro de terminologia arquivística, o protocolo responsável pela


autuação de documentos é chamado de unidade protocolizadora.
Outra questão que é interessante destacar é o fato de que a atividade de protocolo pode atuar
de forma descentralizada dentro dos órgão. Assim, os departamentos ou setores de um órgão
que autuam processos (abertura de processos) executam função de protocolo.

Segundo Paes (2004), o setor de Protocolo é a denominação geralmente atribuída a setores


encarregados do recebimento, registro, distribuição, movimentação e expedição dos
documentos em curso. Ainda segundo a autora, as atividades de protocolo estão inseridas na fase
de utilização de documentos.
É também o nome atribuído ao número de registro dado ao documento ou, ainda, ao livro de
registro de documentos recebidos e expedidos. O protocolo é a "porta de entrada" dos documentos
recebidos pela organização.
A questão traz o conceito de tramitação, e não registro.

Os documentos de arquivo de uma entidade são produzidos para cumprirem uma determinada
finalidade e, para isso, usualmente, tramitam. Ao tramitarem, os documentos circulam de uma
entidade para outra, ou de um setor para outro da mesma entidade, até finalmente ser arquivados.

Já o registro é a ação onde os documentos recebidos pelo protocolo são registrados em formulários
ou em sistemas eletrônicos, nos quais serão descritos os dados referentes a número, nome do
remetente, procedência, data e assunto a que se referem.

A questão é bem específica, já que trata de um assunto não consensual entre os autores e entre as
organizações privadas e órgãos públicos.

Para a banca CESPE, por exemplo, um documento de arquivo (ofício, memorando, relatório, projeto
etc.) pode ser protocolado em qualquer unidade de órgão ou entidade, mas a abertura de processo
ou de um novo volume de processo deve ser feita, exclusivamente, no setor de protocolo.

Segundo o dicionários brasileiro de terminologia arquivística, o protocolo responsável pela autuação


de documentos é chamado de unidade protocolizadora.

Outra questão que é interessante destacar é o fato de que a atividade de protocolo pode atuar de
forma descentralizada dentro dos órgão. Assim, os departamentos ou setores de um órgão que
autuam processos (abertura de processos) executam função de protocolo
A primeira atividade desenvolvida após o recebimento do documento é o registro.

O registro dos documentos, atividade típica dos arquivos correntes, deve ser realizado no
momento da criação ou no do recebimento desses documentos. As etapas ou operações sequenciais
das atividades de protocolo podem ser assim resumidas:
1. Recebimento
2. Registro
3. Autuação
4. Classificação
5. Expedição/Distribuição
6. Controle/Movimentação
O item está ERRADO.
As atividades de recebimento, classificação, registro, distribuição e tramitação são de
responsabilidade do arquivo permanente (CORRENTE, por meio do setor de Protocolo).
A atividade de protocolo é típica da fase corrente, pois é nesta idade que os documentos têm uma
maior tramitação.

O protocolo realiza as seguintes atividades: Recebimento, Classificação, Registro – Autuação,


Movimentação: Expedição – Distribuição e Controle da tramitação / movimentação.
 Recebimento: os documentos a serem tramitados pela instituição devem ser apresentados ao
protocolo para que este passe a controlar tal atividade. É a etapa de recebimento dos
documentos, tanto os produzidos internamente quanto os encaminhados à instituição por
outras organizações.
 Classificação: uma vez recebidos os documentos, o protocolo efetuará análise a fim de
identificar os assuntos dos documentos, classificando-os de acordo com os códigos existentes
na Tabela de Temporalidade da instituição.
 Registro / Autuação: é o procedimento no qual o protocolo cadastra o documento em um
sistema de controle (informatizado ou manual), atribuindo ao mesmo um número de
acompanhamento (autuação ou protocolização).
 Expedição / Distribuição: é a atividade que consiste em enviar o documento ao seu
destinatário. Chama-se distribuição quando é interna, e expedição quando direcionada a outra
instituição.
 Controle da tramitação / movimentação: é a atividade realizada pelo protocolo que
consiste em identificar os setores por que passam os documentos, de forma a recuperá-lo com
rapidez, quando necessário, bem como identificar possíveis atrasos na tramitação destes.
Os documentos da fase corrente apresentam grande potencial de tramitação dentro das áreas
e setores da instituição; para que esta documentação não se perca, é necessário exercer o
controle de sua movimentação por meio de instrumentos próprios que garantam sua
localização e segurança.

As atividades mais comuns do setor de Protocolo resumem-se na seguinte


ordem: Recebimento, Registro/Autuação, Classificação, Movimentação e Controle da
Tramitação.

O Registro e Autuação é a ação onde os documentos recebidos pelo protocolo são registrados
em formulários ou em sistemas eletrônicos, nos quais serão descritos os dados referentes a
número, nome do remetente, procedência, data e assunto a que se referem. Após essa etapa,
os documentos são numerados (autuados) conforme sua ordem de chegada ao protocolo. A
movimentação e tramitação ocorrem necessariamente após o registro/autuação.

A questão trata da utilização correta das nomenclaturas das principais atividades do Protocolo:

1) Recebimento - É o controle da entrada ou recepção dos documentos na instituição;

2) Registro - É a leitura, identificação e cadastro dos dados de acesso do documento entregue no


protocolo (origem, espécie, assunto);

3) Autuação - É a formação ou abertura do processo a partir do documento entregue no protocolo;

4) Classificação - É a separação dos documentos por assunto ou área;

5) Expedição/Distribuição - É o envio dos documentos por assunto ou área;

6) Controle/Movimentação - É o controle do andamento ou tramitação dos documentos por meio de


sistema manua ou informatizado.

Assim, corrigindo o item, temos:


Um documento de arquivo enviado à ANTAQ deve ser distribuído ao (recebido pelo) setor de
protocolo, onde recebe um despacho (registro), e, em seguida, é encaminhado (distribuído) ao
destinatário.
Definições de acrodo com o DICIONÁRIO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA
ARQUIVÍSTICA:
 Apensação: Juntada, em caráter temporário, feita com o objetivo de elucidar ou subsidiar a
matéria tratada. Conservando cada processo a sua identidade e independência.
 Anexação: Juntada em caráter definitivo, de documento ou processo a outro processo, na
qual prevalece, para referência, o número do processo mais antigo.
 Processo: Unidade de arquivamento constituída de documentos oficialmente reunidos no
decurso de uma ação administrativa ou judicial.
 Dossiê: Unidade de arquivamento constituída de documentos relacionados entre si por
assunto (ação, evento, pessoa, lugar, projeto).
a) A anexação de documentos é temporária.
Errado: Como exposto acima a juntada por anexação é definitiva.

b) Os documentos apensados passam a fazer parte do processo original.


Errado. A juntada por apensação é temporária , os processos são independentes.

c) A apensação é a juntada de documentos em caráter definitivo.


Errado. Apensação: Juntada, em caráter TEMPORÁRIO, feita com o objetivo de elucidar ou
subsidiar a matéria tratada. Conservando cada processo a sua identidade e independência.

d) Os processos e os dossiês constituem unidades de arquivamento.


Correto.
 Processo: Unidade de arquivamento constituída de documentos oficialmente reunidos no
decurso de uma ação administrativa ou judicial.
 Dossiê: Unidade de arquivamento constituída de documentos relacionados entre si por
assunto (ação, evento, pessoa, lugar, projeto).
e) A anexação é a juntada do documento ou processo a outro processo, prevalecendo o número
do documento mais recente.
Errado. Anexação: Juntada em caráter definitivo, de documento ou processo a outro processo, na
qual prevalece, para referência, o número do processo mais antigo.
a) a expedição de documentos não é realizada com o mesmo controle dado à entrada de
documentos, visto que sairão da instituição.
Errado. Ao contrário existe um controle no processo de expedição de documentos, segue as rotinas
de expedição de acordo com PAES, 2004:
1. Receber a correspondência
2. Observar se não faltam folhas ou anexos.
3. Numerar e completar a data no original e na cópia.
4. Expedir o original com os anexos se for o caso, pela ECT, malotes ou em mãos.
5. Encaminhar as cópias, acompanhadas dos antecedentes que lhe deram origem, ao setor de
arquivamento.
b) a entrada de documentos no arquivo acontece exclusivamente por transferência ou
recolhimento.
Errado.
 Transferência: Encaminhamento de documentos da fase corrente para a fase intermediaria.
 Recolhimento: Envio de documentos da fase corrente ou intermediária para a fase
permanente.
c) o registro de entrada de documentos é feito, geralmente, considerando-se o tema dos
documentos.
Errado. De acordo com PAES o registro de documentos é realizado primeiramente em uma ficha
de protocolo, em duas vias, anotando: número de protocolo; data de entrada; procedência; espécie;
número e data do documento; código e resumo do assunto e primeira distribuição.

d) a distribuição e a tramitação de documentos acontecem, atualmente, somente em meio


eletrônico.
Errado. Algumas instituições utilizam livros de registro.
e) a unidade de protocolo responsabiliza-se, institucionalmente, pela autuação de documentos.
Correta. Seguem, abaixo, as rotinas de protocolo:
 Recebimento – recebe os dos documentos e separa em sigiloso, particular e ostensivo. Sendo
que os documentos de natureza particular e sigilosos devem ser encaminhados ao
diretamente ao destinatário, já os ostensivos serão abertos e verificados.
 Registro – cadastro dos dados do documento ( elementos) para sua localização.
Descrever dados como nome do remetente, data e assunto a que se referem.
 Autuação – Ação pela qual um documento passa a se constituir processo.
 Classificação – identifica e codifica o assunto.
 Expedição/ Distribuição – encaminhamento ao destinatário
 Tramitação/Movimentação – controle da tramitação / andamento

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. Esta questão pode ser resolvida com o conhecimento das atividades do Protocolo
(se o você tomar posse em um cargo de nível médio, provavelmente terá contato prático com esta
disciplina :P).

O protocolo (enquanto conjunto de operações de controle) realiza as seguintes atividades:


 Recebimento
 Registro
 Autuação
 Classificação
 Expedição/Distribuição
 Controle/Movimentação
Naquilo que é pertinente para resolver esta questão, expliquemos no que consiste o Recebimento:

Recebimento: É o procedimento inicial. Aqui o encarregado no setor de protocolo vai receber os


documentos que entram na instituição, ou aqueles que tiverem sido produzidos na própria
instituição, para que sejam formalizados.

Só que existem duas pegadinhas neste ponto: para que o documento possa ser classificado, ele
precisa ser lido (afinal, como é que você vai saber do que se trata se não ler o dito documento?).
Desta forma, envelopes lacrados com um baita carimbo escrito “SIGILOSO” não serão abertos
(não é para você saber o que tem neles), e desta forma, não serão classificados e nem mesmo
precisarão passar pela etapa de autuação, sendo apenas recebidos, registrados e encaminhados.

A segunda pegadinha diz respeito aos documentos particulares. Da mesma forma, ninguém na
instituição quer saber o que está escrito na fatura do banco que chegou pelo correio para o
Joãozinho das Flores, e menos ainda as informações ali constantes devem ser registradas.

Ele será simplesmente recebido e encaminhado ao interessado.

Com isso, você já consegue deduzir que os documentos sigilosos e particulares não passam por
todas as etapas do protocolo, limitando-se à etapa de Recebimento, ou Recebimento e Registro,
conforme o caso.
E só frisando: mesmo que o assunto seja tema pertinente às atividades do órgão, ainda assim não
deverá ser aberto. No exercício de minhas funções públicas, eu posso muito bem receber um
envelope com documentos para instrução de um processo, mas se a informação “particular” constar
nele, como é que o protocolo ia saber o que tem dentro, já que não poderia abrir o documento? :P.

Pegou o detalhe?

Adriel Sá
Data do comentário: 27/11/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

O protocolo do MI deve ser responsável pela abertura e controle da tramitação de


processos, enquanto aos arquivos cabe (E TAMBÉM) o registro dos outros documentos
(correspondências, relatórios etc.).

Dentre as rotinas do Setor de Protocolo, destacam-se:


Portanto, tanto a abertura e controle da tramitação de processos, quanto o registro dos outros
documentos (correspondências, relatórios etc.) são atividades típicas do setor de Protocolo.

O item está CERTO.

Segundo Paes (1997), protocolo é a denominação geralmente atribuída a setores encarregados


do recebimento, registro, distribuição, movimentação e controle dos documentos em curso;
denominação atribuída ao próprio número de registro dado ao documento; livro de registro de
documentos recebidos e/ou expedidos, sendo uma atividade típica de arquivo corrente.

Ainda segundo a autora, as atividades de protocolo estão inseridas na fase de utilização de


documentos.

Gabarito: CERTO.

PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Editora
Fundação Getúlio Vargas, 1997.
FECHAR
Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

O registro é a inserção do documento ou conjunto documental no sistema de controle de protocolo,


mediante processo manual, mecanizado ou informatizado.

A questão trata é da atividade de distribuição, que é o encaminhamento ou saída de documentos do


protocolo para outro setor.

GABARITO: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A rotina das atividades de Protocolo podem ser assim descritas:

1º passo – Receber a correspondência.

2º passo – Separar as correspondências oficiais das particulares.

3º passo – Distribuir as correspondências particulares.

4º passo – Separar as correspondências oficiais de caráter ostensivo das de caráter sigiloso.

5º passo – Encaminhar as correspondências sigilosas aos respectivos destinatários.

6º passo – Abrir as correspondências ostensivas.


7º passo – Tomar conhecimento das correspondências pela leitura, verificando a existência de
antecedentes.

8º passo – Requisitar ao Arquivo os antecedentes. Se os antecedentes não estiverem no Arquivo, o


Setor de Registro e Movimentação informará onde se encontram e os solicitará para ser feita a
juntada.

9º passo – Interpretar e classificar as correspondências, com base no código de assuntos adotados, se


for o caso.

10º passo – Apor carimbo de protocolo – numerador/datador, sempre que possível, no canto
superior direito do documento.

11º passo – Anotar abaixo do número e da data a primeira distribuição e o código de assunto, se for
o caso.

12º passo – Elaborar o resumo do assunto a ser lançado na ficha de protocolo.

13º passo – Encaminhar os documentos ao Setor de Registro e Movimentação.

Patrícia Stival
Data do comentário: 19/02/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

O protocolo é a considerado a porta de entrada e saída de documentos de uma empresa, portanto,


mesmo que uma empresa não utilize de processos em suas atividades, isto não tira a necessidade de
um órgão possuir um sistema de protocolo. Não importa o tipo de documento para ter um serviço
de protocolo. Outra atividade do protocolo é o controle de tramitação de documentos em um órgão,
possibilitando sua localização imediata.

As rotinas de protocolo estão elencadas abaixo:

- Recebimento - recebe os dos documentos e separa em sigiloso, particular e ostensivo. Sendo que
os documentos de natureza particular e sigilosos devem ser encaminhados ao diretamente ao
destinatário, já os ostensivos serão abertos e verificados.

- Classificação - identifica e codifica o assunto.

- Registro - cadastro dos dados do documento (elementos) para sua localização. Descrever dados
como nome do remetente, data e assunto a que se referem.
- Expedição/ Distribuição - encaminhamento ao destinatário.

- Tramitação/Movimentação - controle da tramitação / andamento.

Adriel Sá
Data do comentário: 12/02/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Apesar de não haver consenso entre os autores sobre a atividade de expedição ser ou não ser
atividade de protocolo, a banca CESPE parece que se queda a esse entendimento.

O importante é que você atente ao fato de que, se uma banca considera a expedição como atividade
de protocolo, ela mencionará isso na questão, ok?

Pois bem! O termo "Protocolo" pode ter algumas concepções. Vejamos:

1º. A denominação atribuída aos setores encarregados do recebimento, registro, distribuição e


movimentação e, para o CESPE, a expedição de documentos.

2º. O nome atribuído ao número de registro dado ao documento.

3º. O livro de registro de documentos recebidos e expedidos.

Vamos à segunda parte da assertiva: a expedição contempla todos os documentos? Vejamos.

A expedição é a atividade que consiste em enviar o documento ao seu destinatário. É chamada de


distribuição quando é interna, e expedição quando direcionada a outra instituição. Ora, assim, todo e
qualquer documento deve ser contemplado, ou seja, deve chegar ao seu destinatário, ainda que
documentos sigilosos ou particulares.
GABARITO: CERTO.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO. Vamos nós de novo (algumas coisas não mudam):

Protocolo é o conjunto de operações visando ao controle dos documentos que ainda tramitam
no órgão, de modo a assegurar sua imediatalocalização e recuperação, garantindo assim, o
acesso à informação.

Vejamos algumas das tarefas que são executadas no protocolo

Recebimento: É o procedimento inicial. Aqui o encarregado no setor de protocolo vai receber os


documentos que entram na instituição, ou aqueles que tiverem sido produzidos na própria
instituição, para que sejam formalizados.

Registro: O documento está cru. Sem nenhum tipo de identificação, cruzamento ou qualquer dado
básico que permita seu controle. No Registro, providenciaremos o cadastro dos dados básicos do
documento no sistema de controle. É através destes dados cadastrados que será possível efetuar
buscas para localizar o documento quando precisarmos das informações dele;

Tudo que entra na instituição precisa passar pelo Protocolo. Entretanto, o Registro já não é uma fase
que todos os documentos irão conhecer. Entenda: algumas correspondências, por sua natureza
sigilosa ou particular, serão apenas recebidas e encaminhadas diretamente aos destinatários, sem
passar pela fase de registro.

Como se vê, a exceção é apenas para alguns tipos de correspondência, em razão do assunto que elas
contém, e não para aquelas citadas no enunciado.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
Classifique este comentário:
ITEM CERTO. Questão traiçoeira meu caro. Só entendi o porquê de esta alternativa estar correta
quando já trabalhava na Receita. Vamos dar nome ao boi primeiro:

Expedição: é o envio do documento para outro órgão, externo à estrutura da instituição;

Qualquer órgão dentro da instituição pode determinar a expedição de documentos. Qualquer um


mesmo. Entretanto, a operacionalização deste procedimento é atividade exclusiva do protocolo, que
executará todos os trâmites, garantindo que haja controle daquela movimentação.

E qualquer setor que se comporte desta maneira ao expedir o documento é o próprio Protocolo (em
caso de protocolos descentralizados). Digamos que justamente por expedir seus próprios
documentos da maneira descrita, o tal setor será também o Protocolo quando se falar de seus
próprios documentos.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. Outra lição aprendida em um cargo de nível médio dentro do Executivo: processo
se numera, se carimba e se rubrica. Faça isso!

Entretanto, abordando a questão pro um viés menos “prático”, é necessário conhecer o


procedimento de Autuação, também atividade do Protocolo:

Autuação: Este procedimento somente surgirá caso o documento deva ser transformado em um
processo. Lembre-se que alguns documentos não precisarão passar por este tratamento (é o caso
típico de resposta a um ofício que apenas solicite informações). Mas, caso seja necessário um
processo, a autuação é justamente o procedimento que transforma documentos em processos.

Isto será feito através da inserção de capa específica, numeração das páginas e atribuição de um
número específico, através do qual aquele processo será identificado dali por diante. Fora isto, ainda
será necessário numerar as folhas e rubricar a numeração, para identificar o servidor que executou o
procedimento.

Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
Classifique este comentário:

Antes vamos considerar as fases da Gestão de Documentos, que são:


 Produção: atividades realizadas antes ou na criação do documento. São atividades como
estudos, elaboração de manuais, de ferramentas, implantação de sistemas, de políticas,
elaboração de modelos, de formulários, etc.
 Utilização: atividades realizadas após a produção ou recebimento e no uso dos documentos.
São atividades como a classificação, o trâmite, o empréstimo, a consulta, a ordenação, o
arquivamento, etc.
 Destinação: atividades realizadas após a utilização dos documentos, com o objetivo de lhe
dar um fim. São atividades como a avaliação, a eliminação e o recolhimento ao arquivo
permanente.
O protocolo é um conjunto de atividades que tem por objetivo realizar o controle do trâmite dos
documentos dentro de uma instituição. Suas atividades são de recebimento e classificação, onde
toma posse do documento e lhe atribui um código; registro e movimentação (distribuição), onde
insere o documento em um sistema de controle e o envia ao destinatário; de tramitação, onde
registras os movimentos do documento dentro da instituição, e de expedição, onde remete os
documentos para destinatários externos à instituição. Então até aqui o item está correto.

Mas se o protocolo controla o trâmite de documentos, significa que o documento já foi produzido e
está sendo utilizado. Portanto é uma atividade da fase de Utilização de documentos, e não da fase de
Produção, como afirma o item.

Adriel Sá
Data do comentário: 24/09/2018
Classifique este comentário:

Gabarito: CERTO.

A correspondência particular não será expedida pelas unidades de protocolo central ou setorial do
órgão ou entidade. A correspondência de caráter particular recebida pelas unidades de protocolo
central ou setorial deverá ser encaminhada diretamente ao destinatário.

Imagine que você, servidor público, resolva adotar seu endereço de trabalho como o endereço para
receber sua fatura de cartão de crédito. Ao chegar sua fatura no protocolo do órgão, não haverá
"expedição", mas tão somente uma "distribuição" a você. Simples assim!

Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.
Protocolo é setor ou serviço encarregado do recebimento, registro, classificação, distribuição,
controle da tramitação, movimentação e expedição de documentos.

O protocolo compreende um conjunto de operações que possibilita o controle do fluxo documental


no órgão/instituição viabilizando a sua recuperação e o acesso à informação.

Em relação às atividades do protocolo:


 Recebimento – recepção/entrada de documentos de origem interna ou externa.
 Autuação e Registro – atribuição de número ao documento/conjunto documental e registro
no sistema de controle de protocolo, mediante processo manual, mecanizado ou
informatizado.
 Classificação – Os documentos são anteriormente identificados e analisados atendendo ao
plano de classificação do órgão.
 Distribuição e Expedição – saída/encaminhamento de documentos do protocolo para outro
setor/instituição. Distribuição (encaminhamento de documentos para setores
internos/unidades da mesma instituição). Expedição (encaminhamento de documentos para
outras instituições).
 Controle e Movimentação – Mediante processo que pode ser: manual, mecanizado ou
informatizado, faz-se o controle do fluxo documental desde a entrada/criação do documento
na instituição. Os sistemas informatizados atendem com precisão esta trajetória documental
traçando/registrando todo o percurso do documento.

Fonte:
Arquivo Nacional (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005.

Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

A AUTUAÇÃO, também conhecida como FORMAÇÃO DE PROCESSO, é o termo que


caracteriza a abertura do processo. Na formação do processo devem ser observados os
documentos cujo conteúdo esteja relacionado a ações e operações contábeis financeiras, ou requeira
análises, informações, despachos e decisões de diversas unidades organizacionais de uma
instituição.
Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

A TRAMITAÇÃO é a atividade de circular um processo ou qualquer documento entre as


unidades/setores/departamentos ou, ainda, entre diferentes órgãos. Sua finalidade é dar
conhecimento, bem como receber informes e pareceres para subsidiarem a tomada de decisão.

Comumente, a tramitação envolve a emissão de guias de movimentação (em número de 3 vias), para
o emitente, o destinatário e o Setor de Protocolo.

Logo, a responsabilidade pelo controle da tramitação envolve o Setor de protocolo e cada


unidade de trabalho componente do sistema de trâmite de uma documentação.
Quanto à natureza, a correspondência classifica-se em interna e externa, oficial e
particular, recebida e expedida.

a) Interna e externa: a correspondência interna é mantida entre as unidades do órgão ou entidade. A


correspondência externa é mantida entre os órgãos ou entidades da Administração Pública Federal.

b) Oficial e particular: a correspondência oficial é a espécie formal de comunicação mantida entre


os órgãos ou entidades da Administração Pública Federal ou destes para outros órgãos públicos
ou empresas privadas. A correspondência particular é a espécie informal de comunicação utilizada
entre autoridades ou servidores e instituições ou pessoas estranhas à Administração Pública Federal.

c) Recebida e expedida: a correspondência recebida é aquela de origem interna ou externa recebida


pelo protocolo central ou setorial do órgão ou entidade. A expedição é a remessa da
correspondência interna ou externa no âmbito da Administração Pública Federal.
- Em relação a documentos ostensivos (documentos cujo acesso é irrestrito), devem ser abertos
para tomada de ciência do teor; logo após, registrado e encaminhada ao destinatário.
Os documentos da fase corrente apresentam grande potencial de tramitação dentro das áreas e
setores da instituição; para que esta documentação não se perca, é necessário exercer o controle de
sua movimentação por meio de instrumentos próprios que garantam sua localização e segurança.
As atividades mais comuns do setor de Protocolo resumem-se
em Recebimento, Registro/Autuação, Classificação, Movimentação e Controle da Tramitação.

O Registro e Autuação é a ação onde os documentos recebidos pelo protocolo são registrados em
formulários ou em sistemas eletrônicos, nos quais serão descritos os dados referentes a número,
nome do remetente, procedência, data e assunto a que se referem. Após essa etapa, os documentos
são numerados (autuados) conforme sua ordem de chegada ao protocolo.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A juntada por anexação consiste na união definitva e irreversível de um ou mais documentos a outro
documentos, tido por principal.

Tal juntada só será possível se todos os processos pertencerem ao mesmo interessado e contiverem
o mesmo assunto.

O termo de ressalva, por sua vez, consiste em uma anotação com o objetivo de informar a retirada
de uma peça do processo no momento do ato de anexação. Em outras palavras, se procedermos à
juntada por anexação e constarmos a ausência de uma peça, utilizaremos a nota de ressalva para
consignar esta ocorrência, do jeito que o enunciado propôs.

Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A afirmativa descreve duas das atividades do Protocolo: autuação e registro. Em sua acepção mais
comum, o Protocolo, que é uma das atividades de arquivo corrente, é a denominação atribuída aos
setores encarregados do recebimento; registro; classificação; distribuição e movimentação;
e expedição de documentos.
Pois bem! A autuação é a formação ou abertura do processo a partir do documento entregue no
protocolo, com atribuição de número ao documento ou conjunto documental; já o registro é a
inserção do documento ou conjunto documental no sistema de controle de protocolo, mediante
processo manual, mecanizado ou informatizado.

Especificamente sobre a atividade de registro, é a estruturação e codificação de dados, que


descrevem e permitem acessar, gerenciar, compreender e/ou preservar outros dados ao longo do
tempo. Essa estruturação e codificação é o que chamamos de metadados.

Em outras palavras, a função dos metadados é permitir a pesquisa de outros dados mais analíticos,
pois, antes do acesso e gerenciamento, é preciso localizar! O Setor de Registro funciona como um
centro de distribuição e redistribuição de documentos, identificando-os através dos metadados
registrados.

Assim, antes dessa atividade, o documento está “cru”, sem nenhum tipo de identificação,
cruzamento ou qualquer dado básico que permita seu controle. Com o Registro, providenciamos o
cadastro dos dados básicos do documento (metadados) no sistema de controle.

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A tramitação, também denominada movimentação ou trâmite, é entendida como o curso do


documento desde a sua produção ou recepção até o cumprimento de sua função administrativa; em
suma, é o registro e o controle de fluxo documental.

Como podemos inferir, ainda que seja uma atividade do Protocolo, essa atividade não é exclusiva
desse setor. E a explicação é bem lógica: os documentos estão tramitando, ou seja, estão passando
por diversos setores. Assim, é necessário que os setores de trabalho registrem o andamento dos
mesmos no sistema de protocolo, independente da exigência de tal formalidade.
GABARITO: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 13/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

A expedição e a tramitação de documentos classificados com grau de sigilo devem observar os


seguintes procedimentos:
- acondicionamento em envelopes duplos;
- no envelope externo não constará indicação do grau de sigilo ou do teor do documento;
- no envelope interno constarão o destinatário e o grau de sigilo do documento, de modo a
serem identificados logo que removido o envelope externo;
- o envelope interno será fechado, lacrado e expedido mediante recibo, que indicará remetente,
destinatário e número ou outro indicativo que identifique o documento; e

Em relação à documentação "pessoal", será inscrita a palavra “PESSOAL” no envelope que contiver
documento de interesse exclusivo do destinatário.

Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

De fato, registro, expedição, distribuição são atividades típicas do Protocolo. O registro é a inserção
do documento ou conjunto documental no sistema de controle de protocolo, mediante processo
manual, mecanizado ou informatizado. A expedição é o encaminhamento de documentos para
outras instituições. A distribuição é o encaminhamento de documentos para setores/unidades da
mesma instituição.
Quanto à atividade de movimentação, por ela se faz o controle do fluxo documental desde a
entrada/criação do documento na instituição. Os sistemas informatizados atendem com precisão esta
trajetória documental traçando/registrando todo o percurso do documento. Note que todo o percurso
envolve o documento estar localizado em outro setores. Ainda assim, o Protocolo deve exercer,
assim como o setor responsável, o controle sobre os documentos.

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A afirmativa descreve a atividade de registro, que é a estruturação e codificação de dados, que


descrevem e permitem acessar, gerenciar, compreender e/ou preservar outros dados ao longo do
tempo. Essa estruturação e codificação é o que chamamos de metadados. Em outras palavras, a
função dos metadados é permitir a pesquisa de outros dados mais analíticos, pois, antes do acesso e
gerenciamento, é preciso localizar!

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 24/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Sabemos que a atividade de Recebimento é a recepção de documentos de origem interna ou externa,


certo? Pois bem! Quanto ao recebimento externo, pode-se dizer que a maioria desses documentos
trata-se de correspondências.
A correspondência pode ser particular, oficial ou empresarial.

A correspondência particular é aquela estabelecida entre pessoas físicas e pode ter ou não caráter
de intimidade.

Já a correspondência oficial é a que ocorre entre órgãos da administração direta ou indireta do


serviço público civil ou militar, no âmbito municipal, estadual ou federal e desses para particulares.

Enfim, a correspondência empresarial é aquela por meio da qual as empresas ou quaisquer


organizações comunicam-se com as pessoas físicas ou jurídicas, tendo em vista as mais diversas
finalidades.

Assim, quanto às correspondências, Bellotto (2006) relaciona as principais etapas inerentes ao setor
de Protocolo:

Pelas sequências 2, 3, 4, 5 e 6, notamos que os documentos ostensivos são abertos, lidos e


encaminhados. Já os documentos sigilosos e particulares são encaminhados fechados aos
destinatários.

GABARITO: CERTO.

BELLOTO, H. L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. 4.ed. Rio de Janeiro: Editora


Fundação Getúlio Vargas, 2006.

Jhony Kossoski
Data do comentário: 03/10/2019
Classifique este comentário:

A principal função de um setor de protocolo deve ser o empréstimo de documentos.


ITEM ERRADO.
A principal função de um setor de PROTOCOLO é o controle do fluxo documental dentro de
uma organização.

Na área de controle de tramitação do protocolo, podem ocorrem empréstimos de documentos, mas


essa é apenas uma das atividade que podem ser controladas pelo protocolo, e não a sua função
principal.

As atividades de protocolo envolvem o tratamento dos documentos que entram na instituição e seu
envio aos respectivos destinatários de forma correta, após registro e classificação. Dessa forma,
controla-se melhor o fluxo dentro dos documentos dentro da instituição.

Esse setor é de suma importância para organizações que possuem grande volume de fluxo
documental.

Para complementar:

O Dicionário de Terminologia Arquivística (2005) define PROTOCOLO como:

“Serviço encarregado do recebimento, registro, classificação, distribuição, controle da tramitação


e expedição de documentos”.

Esquematizando:

1. RECEBIMENTO
2. REGISTRO
3. CLASSIFICAÇÃO
4. DISTRIBUIÇÃO
5. CONTROLE DA TRAMITAÇÃO E EXPEDIÇÃO

Gabarito: ERRADO.

Fonte:
ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005.

Jhony Kossoski
Data do comentário: 03/10/2019
Classifique este comentário:

O instrumento utilizado para controlar os documentos que tramitam em instituições como o STJ
denomina-se folha de autuação.
ITEM ERRADO.

O instrumento utilizado para o controle de documentos que tramitam nas instituições é


o PROTOCOLO.

A principal função de uma área de protocolo é o controle do fluxo documental.

As atividades de protocolo envolvem o tratamento dos documentos que entram na instituição e seu
envio aos respectivos destinatários de forma correta, após registro e classificação. Dessa forma,
controla-se melhor o fluxo dentro dos documentos dentro da instituição.

Esse setor é de suma importância para organizações que possuem grande volume de fluxo
documental, como o STJ, por exemplo.

Lembrando que as atividades de protocolo ocorrem tipicamente nos arquivos correntes.

A saber:

A FOLHA DE AUTUAÇÃO é a ferramenta utilizada para registrar quando um documento


recebido no protocolo passa a constituir um processo. Ou seja, quando algum documento dá início a
um processo, ocorre a chamada "autuação".
Para complementar:

O Dicionário de Terminologia Arquivística (2005) define PROTOCOLO como:

“Serviço encarregado do recebimento, registro, classificação, distribuição, controle da tramitação


e expedição de documentos”.

Esquematizando:

1º - RECEBIMENTO

2º - REGISTRO

3º - CLASSIFICAÇÃO

4º - DISTRIBUIÇÃO

5º - CONTROLE DA TRAMITAÇÃO E EXPEDIÇÃO

Gabarito: ERRADO.

Fonte:

ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

Jhony Kossoski
Data do comentário: 13/08/2019
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ITEM ERRADO.
Primeiramente é realizada a classificação. Em seguida, a ordenação e, por fim, o arquivamento.
A ordem foi invertida no enunciado. O correto é:

1º - Classificação
2º - Ordenação
3º - Arquivamento

Vejamos a sequência detalhada por Valentini (2013):


• análise (estudo, classificação e codificação) – ler com atenção o documento, interpretando-o, a
fim de classificá-lo de forma adequada, colocando também a codificação mais apropriada, as
referências cruzadas necessárias (assuntos correlatos) e verificando a existência de documentos
antecedentes (mesmo assunto e mesma pessoa).
• ordenação – é a maneira como os documentos estão dispostos, levando-se em conta a
classificação e a codificação adotadas. Torna o arquivamento mais rápido e racionaliza as tarefas.
• arquivamento – é a guarda do documento no local designado.

Fonte:

VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 4 ed

Jhony Kossoski
Data do comentário: 13/08/2019
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO.
Plano de destinação é a denominação do instrumento utilizado na classificação de documentos no
arquivo corrente.

Essa é a definição de plano de classificação.


Vamos observar o que nos diz o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005):
Plano de classificação: esquema de distribuição de documentos em classes, de acordo com
métodos de arquivamento específicos, elaborado a partir de estudo das estruturas e funções de uma
instituição e da análise do arquivo por ela produzido. Expressão geralmente adotada em arquivos
correntes.

O plano de destinação é utilizado para verificar a destinação final dos documentos: guarda ou
eliminação.

Fonte:

ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

Jhony Kossoski
Data do comentário: 11/09/2019
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c) pelas funções e atividades da instituição. (CORRETA)

A CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS de arquivo é determinada pelas FUNÇÕES e


ATIVIDADES das instituições, pois dessa maneira a sua estrutura real é refletida, respeitando
a organicidade (os arquivos de uma organização decorrem das atividades praticadas por ela,
refletindo-a e estabelecendo uma interdependência do teor desses documentos com a atividade e
estrutura da organização onde eles foram produzidos).

Para auxiliar a responder nossa questão, vejamos as citações abaixo de Marilena Leite Paes (2007):
"A classificação se fundamenta basicamente na interpretação dos documentos. Para isso, é
indispensável conhecer o funcionamento e as atividades desenvolvidas pelos órgãos que recebem e
produzem os documentos remetidos ao arquivo."

"Cada instituição deverá, de acordo com suas peculiaridades, elaborar seu próprio plano de
classificação, (...). A elaboração desse esquema, índice, plano ou código de assuntos exige um
estudo completo da organização a que se destina (suas finalidades, funcionamento etc.), o qual
deve ser complementado por um levantamento minucioso da documentação arquivada."
A partir dessa classificação, é elaborado um PLANO DE CLASSIFICAÇÃO que, segundo o
Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005), é definido como:
"Esquema de distribuição de documentos em classes, de acordo com métodos de arquivamento
específicos, elaborado a partir de estudo das estruturas e funções de uma instituição e da análise
do arquivo por ela produzido."

Vamos analisar as demais alternativas:

a) pelo tema do documento. (ERRADA)

b) pelo assunto do documento. (ERRADA)

Ambos os elementos das assertivas acima são utilizados no método de arquivamento temático/por
assunto/ideográfico. A classificação de documentos não é determinada por tema ou assunto, mas
sim por funções e atividades da instituição.

d) pelo ato de recebimento ou pela expedição. (ERRADA)

O ato de recebimento ou de expedição (destinação) de documentos não são considerados dados


suficientes para determinar uma ampla classificação de documentos.

Recebimento e expedição são atividades inerentes ao setor de PROTOCOLO (recebimento,


registro, classificação, distribuição, controle da tramitação e expedição).

e) pela pertinência do conjunto documental. (ERRADA)

A pertinência do conjunto documental é considerado um princípio. De acordo com o Dicionário


Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005), para esse princípio:

“Os documentos deveriam ser reclassificados por assunto sem ter em conta a proveniência ou a
classificação original”.

Gabarito: Letra C.
Fontes:

ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

Adriel Sá
Data do comentário: 22/02/2018
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O item está CERTO.

O arranjo é a reunião e ordenação adequada dos documentos em fundos, as séries dentro dos
fundos e, caso seja necessário, dos itens documentais dentro das séries. O arquivo permanente
recebe documentos de vários órgãos e, pelo princípio da proveniência ou de respeito aos fundos, os
arquivos devem ser organizados por fundos ou núcleos de uma mesma fonte geradora, não devendo,
portanto, serem misturados aos de outras fontes.

Arranjo, portanto, é a disposição física dos documentos de arquivo, com base na sua classificação
e de acordo com métodos específicos.

Gabarito: CERTO.

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 29/06/2019
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O instrumento utilizado para a classificação de documentos de arquivo é o PLANO DE


CLASSIFICAÇÃO.
Segundo o Código de Classificação de Documentos de Arquivo para a Administração Pública,
elaborado pelo CONARQ em 2001:

PLANO DE CLASSIFICAÇÃO

Esquema elaborado a partir do estudo das estruturas e funções da instituição e análise do arquivo
(1) por ela produzido, pelo qual se distribuem os documentos em classes, de acordo com métodos
de arquivamento específicos.

Gabarito: Errado.

O inventário analítico é um instrumento de pesquisa. Segundo o Dicionário de Terminologia


Arquivística, elaborado pelo Arquivo Nacional em 2005:

inventário

Instrumento de pesquisa que descreve, sumária ou analiticamente, as unidades de arquivamento de


um fundo ou parte dele, cuja apresentação obedece a uma ordenação lógica que poderá refletir ou
não a disposição física dos documentos. Ver também repertório.

Letícia Ahnert
Data do comentário: 22/12/2019
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Item ERRADO. Corrigindo a questão:

“A classificação dos documentos de arquivo é feita por meio do plano denominado plano
de destinação classificação. ”
Segundo TIAGO e MACEDO (2014)
Classificação
“Refere-se à criação e à utilização de planos de classificação que reflitam as funções, atividades e
ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas fases corrente e
intermediária e a elaboração de quadros de arranjo da fase permanente. A classificação orienta a
organização intelectual do acervo de forma a refletir a estrutura organizacional e decisória da
instituição acumuladora e facilitar o acesso aos documentos produzidos. ”
Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística
classificação
“1 Organização dos documentos de um arquivo(1) ou coleção, de acordo com um plano de
classificação, código de classificação ou quadro de arranjo.”
Portanto, a classificação utiliza-se do plano de classificação e não do plano de destinação. Logo,
questão incorreta.

Referências
TIAGO, D; MACEDO, R. Gestão de documentos. Arquivologia para Concurso, 2014. Disponível
em: <https://www.arquivologiaparaconcurso.com/tpicos-de-arquivologia> Acesso em: 11 dez. 2019

ARQUIVO NACIONAL, Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005. 232 p.

Adriel Sá
Data do comentário: 05/06/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A afirmação é retirada do documento "Código de classificação de documentos de arquivo para a


administração pública: atividades-meio", do CONARQ:
O código de classificação de documentos de arquivo é um instrumento de trabalho utilizado para
classificar todo e qualquer documento produzido ou recebido por um órgão no exercício de suas
funções e atividades. A classificação por assuntos é utilizada com o objetivo de agrupar os
documentos sob um mesmo tema, como forma de agilizar sua recuperação e facilitar as tarefas
arquivísticas relacionadas com a avaliação, seleção, eliminação, transferência, recolhimento
e acesso a esses documentos, uma vez que o trabalho arquivístico é realizado com base no
conteúdo do documento, o qual reflete a atividade que o gerou e determina o uso da informação
nele contida. A classificação define, portanto, a organização física dos documentos arquivados,
constituindo-se em referencial básico para sua recuperação.
De fato, a organização de documentos de arquivo envolve a classificação, a ordenação e o
arquivamento. A classificação é a ação intelectual de elaboração de esquemas para o agrupamento
de documentos; a ordenação é a forma de disposição dos documentos dentro desses esquemas; e
o arquivamento é a ação física de armazenar e acondicionar os documentos conforme as atividades
anteriores.

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 05/06/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Primeiramente, vejamos o que é um documento com valor secundário.

O valor primário se refere ao uso administrativo para o órgão, razão primeira da criação do
documento, o que pressupõe o estabelecimento de prazos de guarda ou retenção anteriores à
eliminação ou ao recolhimento para guarda permanente. Relaciona-se, portanto, ao período de
utilidade do documento para o cumprimento dos fins administrativos, legais ou fiscais.

O valor secundário se refere ao uso para outros fins que não aqueles para os quais foram criados.

Pois bem! de acordo com o CONARQ (Classificação, temporalidade e destinação de documentos de


arquivo; relativos às atividades-meio da administração pública), quanto ao valor secundário dos
documentos relativos a pessoal, foram considerados permanentes os seguintes conjuntos
documentais:

 quadros, tabelas e política de pessoal, por refletirem diretrizes adotadas pelo serviço público
na composição de seus quadros;
 documentos que refletem as diretrizes, normas e procedimentos relativos a exames de
seleção, cursos e estágios;
 apuração de responsabilidade e ação disciplinar, pelo caráter punitivo que reflete hábitos e
costumes do período;
 prêmios, por refletirem uma possível política de valorização dos servidores;
 reclamações/ações trabalhistas, acordos e dissídios, que refletem o relacionamento
empregadores/empregados no serviço público;
 documentos referentes a movimentos reivindicatórios de servidores.
GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 17/11/2016
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A resposta é a letra A.

O objetivo da descrição é alcançado com a elaboração dos instrumentos de pesquisa, que são as
ferramentas utilizadas para fornecer informações sobre os documentos e fundos, bem como sua
localização.

Assim, um conceito para a função de descrição de documentos é o do processo intelectual de


sintetizar os elementos formais e o conteúdo textual de unidades de arquivamento, adequando-os ao
instrumento de pesquisa que se pretende produzir. Logo, conhecer a proveniência do acervo
é requisito essencial para a descrição de documentos.

Uma vez elaborados os instrumentos de pesquisa, que consistem na descrição e localização dos
documentos do acervo, já podemos torná-los de conhecimento do público, por meio da atividade
de difusão.

A avaliação de documentos consiste, fundamentalmente, em identificar valores e definir prazos de


guarda para os documentos de arquivo, independentemente de seu suporte ser o papel, o filme, a fita
magnética, o disquete, o disco ótico ou qualquer outro.

O arranjo é a reunião e ordenação adequada dos documentos em fundos (fase permanente), as


séries dentro dos fundos e, caso seja necessário, dos itens documentais dentro das séries.

A conservação é um conjunto de ações estabilizadoras que visam desacelerar o processo de


degradação de documentos ou objetos, por meio de controle ambiental e de tratamentos específicos
(higienização, reparos e acondicionamento). O objetivo aqui é fazer cessar o avanço do dano.
A preservação é um conjunto de medidas e estratégias de ordem administrativa, política e
operacional que contribuem direta ou indiretamente para a preservação da integridade dos materiais.
O dano ainda não ocorreu, e assim, buscamos evitá-lo.

GABARITO: A.

Adriel Sá
Data do comentário: 23/05/2017
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O item está CERTO.

A função “Classificação” refere-se à organização dos documentos de um arquivo ou coleção, de


acordo com um plano de classificação, código de classificação ou quadro de arranjo. Envolve
também a análise e identificação do conteúdo de documentos, seleção da categoria de assunto sob a
qual sejam recuperados, podendo-se lhes atribuir códigos, além da atribuição a documentos, ou
às informações neles contidas, de graus de sigilo, conforme legislação específica.

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
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O item está ERRADO.

A classificação é a operação pela qual se atribui ao documento um dado código designativo


(RUBRICA) do seu assunto principal associando-o física ou intelectualmente a outros documentos.
Para se operar a classificação dos documentos utiliza-se um instrumento que consiste no "plano de
classificação".
Perceba que se cada documento recebe uma identificação própria, não é possível que possa existir
um modelo padrão de código ou plano de classificação. Daí o erro da afirmação.

Gabarito: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

O controle sobre a produção documental e a racionalização de seu fluxo, por meio da aplicação de
modernas técnicas e recursos tecnológicos, são objetivos de um programa de gestão de documentos
de uma organização.

O plano de classificação de documentos de arquivo e a tabela de temporalidade e destinação de


documentos de arquivo constituem elementos essenciais à organização dos arquivos, permitindo
acesso aos documentos por meio da racionalização e controle eficazes das informações neles
contidas.

Tabela ou plano de classificação é o esquema de distribuição de documentos em classes, de acordo


com métodos de arquivamento específicos, elaborado a partir do estudo das estruturas e funções de
uma instituição e da análise do arquivo por ela produzido. É expressão geralmente adotada em
arquivos correntes.

Assim, cada organização ou instituição deve possuir um plano de classificação, elaborado conforma
as suas especificidades; não há como se estabelecer nenhum plano de classificação genérico,
aplicado a diversas organizações indistintamente.

Gabarito: ERRADO.
Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.


O acesso à informação independe (DEPENDE), para sua eficácia, da aplicação do programa de
gestão de documentos.
Segundo as diretrizes do Conselho Internacional de Arquivos, um programa de gestão de
documentos deve ser desenvolvido em três fases: produção; utilização e conservação; e destinação
(eliminação).

Na fase de produção devem ser definidas normas de criação visando não só a racionalização de
recursos materiais para o registro das informações, mas principalmente a manutenção da
integridade, autenticidade, fidedignidade e unicidade do documento de arquivo.

A utilização envolve o controle, uso, acesso e armazenamento de documentos necessários ao


desenvolvimento das atividades de uma organização. Refere-se ao fluxo percorrido pelos
documentos para cumprir as competências, funções e atividades administrativas do órgão.

A fase de destinação envolve decisões sobre quais documentos devem ser preservados ou
eliminados, referindo-se à análise e fixação de prazos de guarda dos documentos.

Gabarito: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A classificação é uma tarefa que consiste em estabelecer a imagem do contexto onde são
produzidos os documentos. Significa separar, diferenciar, distinguir ou dividir um conjunto de
elementos da mesma composição (órgão produtor, competências, funções, atividades) em classes,
subgrupos, grupos e fundo.
Nesse sentido, a classificação é um conjunto de operações técnicas destinadas a organizar a
documentação de caráter corrente, a partir da análise das funções e atividades do organismo
produtor de arquivos.

O controle sobre a produção documental e a racionalização de seu fluxo, por meio da aplicação de
modernas técnicas e recursos tecnológicos, são objetivos de um programa de gestão de documentos
de uma organização. E um desses recursos é o Plano ou Tabela de Classificação.

Em síntese, o plano de destinação está ligado à tabela de temporalidade de documentos (TTD). É


um instrumento que pode oferecer maiores detalhes sobre a destinação dos documentos prevista na
TTD; no entanto, a aplicação da tabela de temporalidade não gera, necessariamente, um plano de
destinação.

GABARITO: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2013
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O item está CERTO.

ROTINAS CORRESPONDENTES ÀS OPERAÇÕES DE CLASSIFICAÇÃO:

1. Receber o documento para classificação;

2. Ler o documento, identificando o assunto principal e o(s) secundário(s) de acordo com seu
conteúdo;

3. Localizar o(s) assunto(s) no Código de classificação de documentos de arquivo, utilizando o


índice, quando necessário;

4. Anotar o código na primeira folha do documento;

5. Preencher a(s) folha(s) de referência (ver item 2.2), para os assuntos secundários.

OBS: Quando o documento possuir anexo(s), este(s) deverá(ão) receber a anotação do(s) código(s)
correspondente(s).
Adriel Sá
Data do comentário: 10/05/2013
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Item certo.

Segundo a Resolução nº 14 do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), o código de


classificação de documentos de arquivo para a administração pública, na atividades-meio, possui
duas classes comuns a todos os seus órgãos: a classe 000, referente aos assuntos de
ADMINISTRAÇÃO GERALe a classe 900, correspondente a ASSUNTOS DIVERSOS. As
demais classes (100 a 800) destinam-se aos assuntos relativos às atividades-fim do órgão. Estas
classes não são comuns, cabendo aos respectivos órgãos sua elaboração, seguindo orientações da
instituição arquivística na sua esfera específica de competência.

Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
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O item está ERRADO.

A classificação refere-se à criação e à utilização de planos de classificação que reflitam as funções,


atividades e ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas fases
corrente e intermediária, além da elaboração de quadros de arranjo na fase permanente.

A classificação abrange também a fiscalização e o controle da utilização correta do plano, bem


como contato com os setores produtores a fim de identificar possíveis necessidades de revisão deste
instrumento, efetivando-as quando julgadas cabíveis.

GABARITO: ERRADO.
Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A classificação refere-se à criação e à utilização de planos de classificação que reflitam as funções,


atividades e ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas fases
corrente e intermediária, além da elaboração de quadros de arranjo na fase permanente.

Para traduzir visualmente as relações hierárquicas e orgânicas entre as classes definidas na


organização dos documentos, os arquivistas utilizam, em relação aos documentos de primeira e
terceira idades, respectivamente, o plano de classificação e o quadro de arranjo.

A autora Janice Gonçalves (1998) explica, com didática perfeita, a relação entre esses dois
instrumentos de organização dos documentos do Arquivo. Para ela, como decorrência da distinção
tradicional de “classificação” e “arranjo”, os esquemas ou quadros gerais que os expressam
costumam ser denominados diferentemente: “plano de classificação”, para os documentos de caráter
corrente e “quadro de arranjo”, para os documentos de caráter permanente. Ambos, porém, são
operações semelhantes e têm a mesma finalidade.

GABARITO: CERTO.

GONÇALVES, J.. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:
O item está CERTO.

Segundo destaca o "Código de Classificação de Documentos de Arquivo para a Administração


Pública: Atividades-meio", os prazos de guarda se referem ao tempo necessário para arquivamento
dos documentos nas fases corrente e intermediária, visando atender exclusivamente às necessidades
da administração que os gerou, mencionado, preferencialmente, em anos. Excepcionalmente, pode
ser expresso a partir de uma ação concreta que deverá necessariamente ocorrer em relação a um
determinado conjunto documental. Entretanto, deve ser objetivo e direto na definição da ação –
exemplos: até aprovação das contas; até homologação da aposentadoria; e até quitação da dívida.

Ainda, destaca que o prazo estabelecido para a fase corrente relaciona-se ao período em que o
documento é frequentemente consultado, exigindo sua permanência junto às unidades
organizacionais. A fase intermediária relaciona-se ao período em que o documento ainda é
necessário à administração, porém com menor frequência de uso, podendo ser transferido para
depósito em outro local, embora à disposição desta.

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A classificação refere-se à criação e à utilização de planos de classificação que reflitam as funções,


atividades e ações ou tarefas da instituição acumuladora dos documentos arquivísticos nas
fases corrente e intermediária, além da elaboração de quadros de arranjo na fase permanente.

A autora Janice Gonçalves (1998) explica, com didática perfeita, a relação entre esses dois
instrumentos de organização dos documentos do Arquivo. Para ela, como decorrência da distinção
tradicional de “classificação” e “arranjo”, os esquemas ou quadros gerais que os expressam
costumam ser denominados diferentemente: “plano de classificação”, para os documentos de caráter
corrente e “quadro de arranjo”, para os documentos de caráter permanente.

GABARITO: ERRADO.
GONÇALVES, J.. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO. Vamos exercitar um pouquinho a cabeça. Comecemos analisando o que são as
característias "gênero" e "natureza dos documentos". O gênero está ligado à maneira como a
informação se manifesta no nosso mundo, ou, como diria Heloísa Barreto, a "configuração que
assume um documento de acordo com o sistema de signos de que seus executores se serviram para
registrar a mensagem". Exemplos tornam o assunto mais palatável: um documento do gênero textual
é um documento cujo os executores (pessoas que produziram o documento) se serviram da palavra
escrita (signo) para registrar a mensagem (informação). Por outro lado, um documento do gênero
iconográfico é um documento do qual seus executores se serviram de uma imagem estática (também
um signo) para registrar uma mensagem (a imagem fotografada).

Quanto à natureza dos documentos, diz respeito diretamente a que tipo, precisamente, de documento
se pretende arquivar. Falo aqui tanto do tipo de informação contida nele (notas fiscais, duplicatas,
certidões de nascimento, entre infinitos exemplos), bem como quanto ao suporte no qual foram
fixados (papel, filme, fita magnética).

Esses dados são importantes, mas falta algo essencial: a estrutura da unidade vinculada. Como é que
um arquivo pode atender aos interesses da instituição (no caso, disponibilizar a informação
tempestivamente e de maneira precisa) se arquiva os documentos sem nem mesmo entender o que a
instituição faz? Por exemplo: se uma empresa tem um calhamaço de notas fiscais, alguém que não
saiba para que elas servem talvez acredite que o método numérico simples de arquivamento seja
suficiente para atender às necessidades da instituição. Mas, se conhecesse melhor a estrutura da
insituição, saberia que ela deve atender à fiscalização de três esferas de poder (federal, estadual e
municipal), e é muito provável que lhe seja exigida documentação de um período específico. Sem
conhecer a estrutura da unidade, o método de arquivamento poderá se tornar inútil.

Agora que você já aprendeu a pensar, leve isso para sua prova: A escolha do método de
arquivamento deve levar em conta a natureza dos documentos e a estrutura da instituição.
Somente assim o método de arquivamento tornar-se-á verdadeiramente útil à instituição.

Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A organização e a classificação dos documentos fazem parte da gestão documental. Quanto


aos métodos, três possíveis critérios são os mais adotados na elaboração dos planos de classificação:
o funcional, o estrutural e por assuntos. Logo, o tipo não é um critério comumente adotado.

GABARITO: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 24/09/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O arquivo setorial cumpre função de arquivo corrente e, por esta razão, deve estar próximo aos
órgãos operacionais (costumam ser descentralizados). Logo, a descentralização se aplica apenas à
fase corrente dos arquivos.

Já o arquivo gerais ou central é aquele onde todos os documentos estão reunidos em um único local.
Assim, em fases intermediária e permanente, os arquivos devem ser centralizados, embora possam
existir depósitos de documentos fisicamente separados.

Outra relação interessante é que o "plano de classificação" é para os documentos de caráter corrente
e o “quadro de arranjo” para os documentos de caráter permanente.

Enfim, o plano de classificação é o instrumento auxiliar adotado nos arquivos setoriais.

Gabarito: CERTO.
Adriel Sá
Data do comentário: 05/01/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Para o Arquivo Nacional, “a gestão de documentos é operacionalizada através do planejamento,


da organização, do controle, da coordenação dos recursos humanos, do espaço físico e
dos equipamentos, com o objetivo de aperfeiçoar e simplificar o ciclo documental”.

De acordo com o documento "Gestão Documental Aplicada", publicado pelo Sistema de Arquivos
do Estado de São Paulo, são objetivos da gestão de documentos:
 Assegurar o pleno exercício da cidadania;
 Agilizar o acesso aos arquivos e às informações;
 Promover a transparência das ações administrativas;
 Garantir economia, eficiência e eficácia na administração pública ou privada;
 Agilizar o processo decisório;
 Incentivar o trabalho multidisciplinar e em equipe;
 Controlar o fluxo de documentos e a organização dos arquivos;
 Racionalizar a produção dos documentos;
 Normalizar os procedimentos para avaliação, transferência, recolhimento, guarda e
eliminação de documentos;
 Preservar o patrimônio documental considerado de guarda permanente.

GABARITO: CERTO.

ITEM CERTO.

O PLANO DE CLASSIFICAÇÃO (também chamado de CÓDIGO DE CLASSIFICAÇÃO) é


um instrumento utilizado para classificar os documentos de arquivos, com o intuito de auxiliar tanto
no arquivamento quanto na recuperação (busca) dos documentos.

Geralmente são definidos códigos numéricos (através de classes, subclasses, grupos e subgrupos)
para classificar os arquivos, levando em conta a hierarquia funcional e as atividades da organização.

Esse Plano tem como objetivos:

 agrupar documentos de mesmo tema para facilitar sua recuperação;


 auxiliar na organização e arquivamento dos documentos;
 organizar o arquivo de forma lógica;
 controlar o fluxo documental;
 padronizar as séries e tipos documentais, etc.

Para complementar nosso estudo, vamos ver a definição proposta por Bernardes e Delatorre (2008):

"O Plano de Classificação de Documentos de Arquivo resulta da atividade de classificação que


recupera o contexto de produção dos documentos de arquivo agrupando-os de acordo com o órgão
produtor, a função, a subfunção e a atividade responsável por sua produção ou acumulação."

Gabarito: CERTO.

Fonte:

BERNARDES, I. P.; DELATORRE, H. Gestão documental aplicada. São Paulo: Arquivo Público
do Estado de São Paulo, 2008.

FECHAR

#476210

Jhony Kossoski
Data do comentário: 13/08/2019
Classifique este comentário:

ITEM CERTO.

Arquivar é o ato de guardar os documentos de forma correta (acondicioná-los), após o processo de


classificação e ordenação.

A banca baseou-se no conceito da arquivista Marilena Leite Paes (2007):


ARQUIVAMENTO — Operação que consiste na guarda de documentos nos seus devidos lugares,
em equipamentos que lhes forem próprios e de acordo com um sistema de ordenação previamente
estabelecido.
Além disso, é importante saber que acondicionar um documento significa embalá-lo ou guardá-lo
de forma a garantir sua proteção e preservação, também facilitando seu acesso.

Fonte:

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

FECHAR

Jhony Kossoski
Data do comentário: 11/09/2019
Classifique este comentário:

a) numericamente. (ERRADA)

Esse método de ordenação de documentos utiliza como elemento identificar o número do


documento ou do conjunto de documentos (número de entrada, número de aquisição, de criação
etc).

b) alfabeticamente. (ERRADA)

Esse método tem por base a ordenação dos documento seguindo a ordem alfabética composta por
letras e, eventualmente, letras e caracteres especiais.

c) geograficamente. (ERRADA)

Nesse método, a ordenação dos arquivos é realizada levando em conta características geográficas.
d) cronologicamente. (CORRETA)

Caso não haja uma orientação de como organizar/ordenar os documentos de arquivo, adota-se
como ordenação padrão a ordem CRONOLÓGICA. Esse método é considerado um método
básico e é recomendado para o arquivamento dos documentos, utilizando como elemento de
identificação a data, que auxilia e facilita a busca dos documentos.

Além disso, é esse o método adotado na maioria das repartições públicas (PAES, 2007).

De acordo com Valentini (2013) o método cronológico é o:

"Método mais indicado para arquivamento de “processos”. É o mais usado em sistemas de


protocolo e adotado em repartições públicas, as mais variadas. Numera-se os documentos e não as
pastas."

Para complementar, vejamos a definição de Cunha e Cavalcanti (2008):

"Ordenação de arquivos catálogos e índices de acordo com as datas de publicação dos itens ou
sequência de sua história ou evolução."

Atenção: a banca CESPE/CEBRASPE, em várias de suas questões semelhantes a essa, cita o


método cronológico como modo-padrão de arquivamento. Pode haver divergências em outras
bancas.

e) tematicamente. (ERRADA)

Conhecido como método temático, leva em conta o assunto/tema dos documentos para fins de
ordenação/arquivamento.

Gabarito: Letra D.

Fontes:

CUNHA, M. B.; CAVALCANTI, C. R. de O. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia.


Brasília: Briquet de Lemos, 2008.
PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 4 ed.

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Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
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A resposta é a letra C.

Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, processo é um conjunto de


documentos oficialmente reunidos no decurso de uma ação administrativa ou judicial, que constitui
uma unidade de arquivamento.

A letra A é o conceito de dossiê. A letra B é o conceito de indexação. A letra D é o conceito de item


documental. A letra E é o conceito de identificação.

Gabarito: Letra C.

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Rafael Ribeiro
Data do comentário: 29/06/2019
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São 4 as etapas que o documento percorre para o arquivamento:

1. Inspeção - etapa na qual se verifica, examina, o documento, quanto ao último despacho,


para se assegurar do seu destino correto.
2. Análise - nesta etapa ocorre a leitura do documento para seu estudo, classificação e
codificação, bem como analisar a sua relação com outros documentos.

3. Ordenação - disposição dos documentos conforme a classificação e codificação realizadas


na etapa anterior, agilizando a o arquivamento e a busca documental.

4. Arquivamento - etapa da guarda documental propriamente dita.

Após a Análise e a consequente Classificação, o documento será ordenado (disposto), antes de ser
arquivado.

Gabarito: Certo.
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Letícia Ahnert
Data do comentário: 22/12/2019
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Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo GONÇALVES (1998, p. 13-14)


“Buscar alcançar boa qualidade técnica na organização de documentos de arquivo implica
entender a necessidade de realização conjunta - embora não necessariamente simultânea - dos
procedimentos de classificação e de ordenação. ”

“[...] tal organização não é suficiente para informar sobre os vínculos da documentação com o seu
organismo produtor. A natureza destes vínculos fica verdadeiramente clara através do plano de
classificação. ”
Segundo PADILHA e SPUDEIT (2014, p.127)
“A escolha do método de ordenação no plano de classificação pode variar desde a ordenação
alfabética, geográfica, numérica, funcional, estrutural até o método ideográfico (por função,
assunto), podendo ser utilizado apenas um, ou a união de outros métodos. ”
Portanto, a ordenação e a classificação são atividades complementares e não excludentes. Logo,
questão incorreta.
Referências
GONÇALVES, J. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.

PADILHA, Tamara de Souza; SPUDEIT, Daniela. Plano de classificação de documentos: análise


das metodologias utilizadas por instituições brasileiras. Revista Brasileira de Biblioteconomia e
Documentação. São Paulo, v. 10, n. 2, p. 121-143, jul/dez. 2014.
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Adriel Sá
Data do comentário: 05/06/2017
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O item foi anulado pela banca.

A banca anulou o item sob a justificativa de que o assunto abordado é controverso. De fato, as
operações técnicas que compõem a gestão de documentos é bem "diversificada"!

A Lei Federal nº 8.159/1991, em seu art. 3º, diz que a gestão de documentos é “o conjunto de
procedimentos e operações técnicas referentes à
sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e
intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente”.

Para o Arquivo Nacional, “a gestão de documentos é operacionalizada através do planejamento,


da organização, do controle, da coordenação dos recursos humanos, do espaço físico e
dos equipamentos, com o objetivo de aperfeiçoar e simplificar o ciclo documental”.

Algumas legislações também apresentam o conceito de gestão de documentos como “o


planejamento e controle das atividades de produção, classificação e
recuperação, avaliação, descrição e difusão, proteção e preservação de documentos de arquivo.
Visa à racionalização e eficiência dos documentos de arquivo desde a produção até o seu destino
final, que pode ser eliminação ou guarda permanente”.
Para o historiador norte-americano Lawrence Burnet, a gestão de documentos é “uma operação
arquivística entendida como o processo de reduzir seletivamente a proporções manipuláveis a
massa de documentos, que é característica da administração moderna, de forma a conservar
permanentemente os que têm um valor cultural futuro sem menosprezar a integridade substantiva
da massa documental para efeitos de pesquisa”.

Portanto, correta a anulação da banca, pelas divergências do tema na legislação e literatura.

GABARITO: ANULADA.

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Adriel Sá
Data do comentário: 05/06/2017
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O item está CERTO.

A organização de documentos de arquivo envolve a classificação, a ordenação e o arquivamento.


A classificação e a ordenação são operações intelectuais e o arquivamento, uma operação física.

A classificação é a ação intelectual de elaboração de esquemas para o agrupamento de


documentos; a ordenação, também ação intelectual, é a forma de disposição dos documentos dentro
desses esquemas; e o arquivamento é a ação física de armazenar e acondicionar os documentos
conforme as atividades anteriores.

GABARITO: CERTO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 05/06/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A organização de documentos de arquivo envolve a classificação, a ordenação e o arquivamento.


A classificação e a ordenação são operações intelectuais e o arquivamento, uma operação física.

A classificação é a ação intelectual de elaboração de esquemas para o agrupamento de


documentos; a ordenação, também ação intelectual, é a forma de disposição dos documentos dentro
desses esquemas; e o arquivamento é a ação física de armazenar e acondicionar os documentos
conforme as atividades anteriores.

GABARITO: CERTO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
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O item está ERRADO.

Segundo Paes (2004), a tarefa de classificar documentos para um arquivo exige do classificador
conhecimentos não só da administração a que serve, como da natureza dos documentos a serem
classificados. Cada ramo de atividade exige um método diferente, adequado às suas finalidades. Daí
o problema difícil, quando se quer organizar um arquivo, da escolha de um método ideal de
classificação para que a finalidade precípua do arquivo, que é o acesso aos documentos, seja
plenamente atingida.

Segundo a autora, o método de arquivamento é determinado pela natureza dos documentos a


serem arquivados e pela estrutura da entidade.
PAES, Marilena Leite. Arquivo; Teoria e Prática. 3ª ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Editora
Fundação Getúlio Vargas, 2004.
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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à


sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária,
visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente (Lei Federal nº 8.159, de 8 de
janeiro de 1991).

As ações principais da gestão de documentos contempla as fases corrente e intermediária. Ou seja,


não é correta a afirmação de que a gestão de documentos não se aplica aos documentos com valor
permanente/histórico (arquivo permanente); as simples ações preventivas de manutenção, por
exemplo, são atividades de gestão de documentos. A ideia deve ser no sentido de que a maioria das
ações de gestão de documentos (mas não a sua totalidade) vinculam-se aos arquivos com valor
primário (corrente e intermediário).
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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
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O item está CERTO.

O controle sobre a produção documental e a racionalização de seu fluxo, por meio da aplicação de
modernas técnicas e recursos tecnológicos, são objetivos de um programa de gestão de
documentos.
O plano de classificação de documentos de arquivo e a tabela de temporalidade e destinação
de documentos de arquivo constituem elementos essenciais à organização dos arquivos,
permitindo acesso aos documentos por meio da racionalização e controle eficazes das informações
neles contidas.
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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A codificação dos documentos está relacionada à classificação, e não à avaliação.

Na etapa de codificação, o arquivista apõe, nos documentos, os símbolos correspondentes ao


método de arquivamento adotado: letras, números, letras e números e cores.

A classificação do documento de arquivo é feita a partir de um código ou plano de classificação e


efetivada mediante a anotação desse código no próprio documento.

Por sua vez, a avaliação de documentos é operacionalizada mediante a aplicação da tabela de


temporalidade de documentos, que se fundamenta no conceito das três idades documentais. Por
meio dessa tabela, são gerenciados os prazos de guarda e definida a destinação final dos
documentos.
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O item está ERRADO.

Protocolo e transferência de documentos (passagem do arquivo corrente para o arquivo


intermediário) são atividades desenvolvidas nos arquivos correntes, e não permanentes.

Ainda, a eliminação, entendida como a destruição de documentos que, na avaliação, foram


considerados sem valor permanente, é atividade que pode ser desenvolvida nos arquivos correntes
e intermediários, mas jamais nos arquivos permanentes.
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#183

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
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O item está errado.

O item apresenta uma questão bastante discutida na doutrina, em relação a aspecto terminológico: a
falta de clareza na utilização de três conceitos envolvidos no processo de organização dos
documentos arquivísticos: classificação, ordenação e arquivamento. Os dois primeiros
(classificação e ordenação) referem-se ao aspecto intelectual e o último (arquivamento) ao aspecto
físico.

Na literatura arquivística é comum a confusão principalmente entre os dois primeiros conceitos.


Esteban Navarro (1995) chama atenção para o que ele chamou de falta de normalização
terminológica, que gera certo grau de ambiguidade. Dessa forma, em alguns idiomas um único
termo engloba as duas operações (classificação e ordenação).

O autor espanhol esclarece que a origem dessa confusão se encontra na não distinção da interrelação
entre classificação, ordenação e instalação (arquivamento) como a soma de três operações
diferenciadas, correlativas e sequenciais. A instalação consiste na colocação dos documentos nas
unidades de acondicionamento mais adequadas para cada tipo de suporte e a identificação de seu
lugar no depósito, reproduzindo fisicamente o resultado da ação intelectual de classificar.

ESTEBAN NAVARRO, M. A.. La representa ción y la organización del conocimiento en los


archivos: los lenguajes documentales ante los procesos de classificación, ordenación y descripción.
In: MARCO, Francisco Javier García (ed.). Organización del conocimiento em sistemas de
información y documentación. Zaragoza: Libreria General, 1995. p. 65-90.

SOUSA, R. T. B.. CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS: TRAJETÓRIA DE UM


CONCEITO. Arquivística.net, Rio de Janeiro, v. 2, nº 2, p. 120-142, ago./dez. 2006.

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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Os documentos, quando produzidos, pertencem à fase corrente. Assim, a saída dos documentos
dessa classificação podem ser por três tipos (desde que constem na tabela de temporalidade):
 transferência para a fase intermediária;
 eliminação direta (sem a necessidade de passar para as outras fases); ou
 recolhimento à fase permanente.

Portanto:

Um documento de arquivo deve, inicialmente, ser submetido ao processo de fase corrente; em


seguida, esse documento deve ser digitalizado e, após cinco anos, transferido ao arquivo
permanente.

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Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
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O item está CERTO.

São três os conceitos envolvidos no processo de organização dos documentos


arquivísticos: classificação, ordenação e arquivamento.

Os dois primeiros referem-se ao aspecto intelectual e o último ao aspecto físico. Na literatura


arquivística é comum a confusão principalmente entre os dois primeiros conceitos. Em alguns
idiomas, um único termo engloba as operações classificação e ordenação.

A origem dessa confusão se encontra na não distinção da interrelação entre classificação, ordenação
e instalação (arquivamento) como a soma de três operações diferenciadas, correlativas e
sequenciais. A instalação consiste na colocação dos documentos nas unidades de acondicionamento
mais adequadas para cada tipo de suporte e a identificação de seu lugar no depósito, reproduzindo
fisicamente o resultado da ação intelectual de classificar.

Gabarito: CERTO.
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Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

As três fases básicas da gestão de documentos são produção, utilização e destinação dos
documentos.

A produção de documentos é a elaboração padronizada de tipos/séries documentais.

A utilização de documentos inclui todas as atividades de Protocolo (recebimento, classificação,


registro, distribuição,tramitação e expedição) e todas as atividades de Arquivo (organização e
arquivamento, reprodução, acesso à documentação e recuperação de informações).

A destinação de documentos é a decisão, com base na avaliação, quanto ao encaminhamento de


documentos para guarda permanente, descarte ou eliminação.

Gabarito: ERRADO.
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Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:
O item está ERRADO.

Temos aqui uma questão bastante discutida na doutrina, em relação a aspecto terminológico: a falta
de clareza na utilização de três conceitos sequenciais envolvidos no processo de organização dos
documentos arquivísticos: classificação, ordenação e arquivamento. Os dois primeiros referem-se
ao aspecto intelectual e o último ao aspecto físico.

Na literatura arquivística é comum a confusão principalmente entre os dois primeiros conceitos.


Esteban Navarro (1995) chama atenção para o que ele chamou de falta de normalização
terminológica, que gera certo grau de ambiguidade. Dessa forma, em alguns idiomas um único
termo engloba as duas operações (classificação e ordenação):ordinamento em
italiano, classement em Francês e arrangement em inglês.

O autor espanhol esclarece que a origem dessa confusão se encontra na não distinção da interrelação
entre classificação, ordenação e instalação (arquivamento) como a soma de três operações
diferenciadas, correlativas e sequenciais. A instalação consiste na colocação dos documentos nas
unidades de acondicionamento mais adequadas para cada tipo de suporte e a identificação de seu
lugar no depósito, reproduzindo fisicamente o resultado da ação intelectual de classificar.

Assim, corrigindo o item, temos:


A sequência adequada para a organização do documento de arquivo é o arquivamento, a
ordenação e a classificação (classificação, ordenação e arquivamento).
Gabarito: ERRADO.

ESTEBAN NAVARRO, Miguel Angel. La representa ción y la organización del conocimiento en los
archivos: los lenguajes documentales ante los procesos de classificación, ordenación y descripción.
In: MARCO, Francisco Javier García (ed.). Organización del conocimiento em sistemas de
información y documentación. Zaragoza: Libreria General, 1995. p. 65-90.
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Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
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Segundo a Jardim, 1987:


A gestão de documentos: Contribuiu para o aprimoramento das funções arquivísticas, sob vários
aspectos:

1- ao garantir que as políticas e atividades dos governos fossem documentadas adequadamente;


2- que menor número de documentos inúteis e transitórios fossem reunidos a documentos de valor
permanente;
3- a melhor organização desses documentos, caso atingissem a fase permanente;
4- a definição de forma criteriosa da parcela de documentos que constituíssem o patrimônio
arquivístico do país, ou seja, 2% a 5% da massa documental produzida, segundo a UNESCO.
Vamos aos itens:

a) sejam eliminados documentos em todo o ciclo de vida documental.


Errado. Os documentos só serão eliminados caso não apresentem valor primário ou secundário.
E o julgamento do valor dos documentos é feito na fase de avaliação onde será decidido se os
documentos serão eliminados ou arquivados. A avaliação é distribuir valores distintos aos
documentos produzidos ou recebidos, de acordo com as informações contidas.

b) apenas os documentos com valor administrativo sejam organizados.


Errado. Os documentos na fase primária podem apresentar valor administrativo, fiscal, técnico e
legal. A organização não é feita apenas com documentos de valor administrativo.

c) uma parcela dos documentos que constituem o patrimônio arquivístico do país seja descartada.
Errado. Documentos que constituem patrimônio arquivistico (valor secundário) não podem ser
eliminados.

d) os documentos sejam avaliados como de guarda permanente.


Errado. O julgamento do valor dos documentos é feito na fase de avaliação onde será decidido se
os documentos serão eliminados ou arquivados. A avaliação é distribuir valores distintos aos
documentos produzidos ou recebidos, de acordo com as informações contidas.
Os documentos serão avaliados não somente como de guarda permanente a avaliação envolve
também eliminação daqueles que não possuem valor permanente

e) as políticas e atividades dos governos sejam documentadas adequadamente.


Correta. Conforme citado no início deste comentário, segundo a Jardim, a gestão de documentos
contribuiu para o aprimoramento das funções arquivísticas, sob vários aspectos, sendo um
deles: garantir que as políticas e atividades dos governos fossem documentadas adequadamente.
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Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
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a) é a ação física de acondicionar os documentos a partir do plano de classificação.


Errado. De acordo com Faria, 2006, a classificação documental é um processo intelectual de
identificação e de reagrupamento sistemático de temas semelhantes, segundo suas características
comuns, podendo, em seguida, serem diferenciados, desde que a quantidade o exija.

b) é determinada pelas espécies de documentos.


Errado. Espécie documental - Divisão de gênero documental que agrupa gênero documental por
seu formato. São exemplos de espécies documentais ata, carta, decreto, disco, filme, folheto, folheto
fotografia, fotografia memorando, ofício, planta, planta relatório.
A classificação é um processo intelectual, está relacionado com o tema do documento.

c) deve ignorar os princípios da proveniência e de respeito à ordem original.


Errado. A classificação é considerada como sendo uma atividade intelectual voltada para o
agrupamento dos documentos a partir das funções e atividades geradoras desses documentos. Deve
respeitar o principio da proveniência onde os arquivos são organizados por fundos ou núcleos de
uma mesma fonte, respeitando origem dos documentos. Também chamado de principio do respeito
aos fundos. Os arquivos em seu contexto orgânico de produção não devem ser mesclados a outros
documentos diferenciados.

d) é uma atividade intelectual voltada para o agrupamento dos documentos a partir das
funções e atividades geradoras desses documentos.
Correto. De acordo com Faria, 2006, a classificação documental é um processo intelectual de
identificação e de reagrupamento sistemático de temas semelhantes, segundo suas características
comuns, podendo, em seguida, serem diferenciados, desde que a quantidade o exija.

e) é a disposição dos documentos dentro das divisões estabelecidas no instrumento de


descrição.
Errado. Descrição - Para Lopes (2000), é proveniente do processo de classificação e de avaliação.
Representa as informações que identificam o acervo arquivístico e explicam o seu contexto.
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Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
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a) Na ordem alfabética, considera-se a sequência numérico-cronológica.


Errado. Numérico cronológico- Observa-se a data e a ordem numérica para classificar os
documentos.

b) Os documentos, no sistema numérico simples, são agrupados em sequência numérica,


exigindo o índice alfabético remissivo.
Correto. Numérico simples – Se preocupa com a ordem de entrada ou registro do
documento. A numeração está envolvida com o cliente ou correspondente. Não tem preocupação
com a ordem alfabética, já que exige um índice alfabético remisso.( PAES, 2004)
c) A ordenação pelo sistema numérico cronológico determina que os documentos sejam
organizados conforme sua sequência numérica, dispensando o índice alfabético remissivo.
Errado. Numérico cronológico- Observa-se a data e a ordem numérica para classificar os
documentos. De acordo com PAES, 2004, devem ser preparados índices auxiliares alfabético-
onomástico, de procedência e de assunto que facilita a recuperação do documento.

b) Na ordenação temática dicionária, as letras são distribuídas conforme a sequência dos


assuntos.
Errado. Pelo contrário, na ordenação temática em que os assuntos são distribuídos conforme a
sequência das letras do alfabeto.

e) A ordem geográfica prevê que os verbetes sejam ordenados por temas.


Errado. Método geográfico – Neste método utiliza-se o local ou a procedência para localização
dos documentos. O elemento de ordenação é o local e não o tema. O método geográfico é do
sistema direto. Aconselhado para serviços que utilizam pesquisas por áreas geográficas.
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Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
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O item está CERTO.

A ORDENAÇÃO consiste na reunião dos documentos classificados sob um mesmo assunto. A


ordenação tem por objetivo agilizar o arquivamento, minimizando a possibilidade de erros. Além
disso, estando ordenados adequadamente, será possível manter reunidos todos os documentos
referentes a um mesmo assunto, organizando-os previamente para o arquivamento.

GABARITO: CERTO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2013
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

O método numérico unitermo (indexação coordenada) é o método que tem como base a analogia.
É usado em arquivos especiais e especializados.Utiliza fichas com dez colunas, que vão de 0 a 9, e
atribui assuntos (descritores) de um único termo. Para cada documento haverá uma ficha-índice que
fornece uma descrição minuciosa do documento a que se refere.

A assertiva trouxe a descrição do método alfabético.


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Patrícia Stival
Data do comentário: 19/02/2013
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Item errado.

Na verdade o inventário é um instrumento de pesquisa que descreve, sumária ou analiticamente, as


unidades de arquivamento de um fundo ou parte dele, cuja apresentação obedece a uma ordenação
lógica que poderá refletir ou não a disposição física dos documentos (Dicionário de terminologia
arquivistica)
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Adriel Sá
Data do comentário: 10/05/2013
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Item errado.

O item trouxe o conceito de ORDENAÇÃO, e não ARQUIVAMENTO.

A ordenação consiste na reunião dos documentos classificados sob um mesmo assunto. A


ordenação tem por objetivo agilizar o arquivamento, minimizando a possibilidade de erros. Além
disso, estando ordenados adequadamente, será possível manter reunidos todos os documentos
referentes a um mesmo assunto, organizando-os previamente para o arquivamento.

Já o arquivamento é o conjunto de técnicas e procedimentos que visa ao acondicionamento e


armazenamento dos documentos no arquivo.
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Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
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O item está ERRADO.


O arquivamento (A ordenação) é a disposição dos documentos dentro de uma unidade de
classificação, e a ordenação (o arquivamento) é o ato físico de colocar o documento dentro de uma
unidade de acondicionamento.
A ordenação trata-se de estabelecer um ou mais critérios que determinem a disposição física de um
dado conjunto de documentos - e não um conjunto qualquer, mas uma série, isto é, o conjunto de
unidades de um mesmo tipo documental (GONÇALVES, 1998).

Notem que a ordenação é uma atividade que estabelece uma disposição física. Assim, temos que
distinguir a atividade de ordenação(mais intelectual) da atividade de arquivamento (mais ato
físico).

A ordenação é a maneira como os documentos estão dispostos, levando-se em conta a classificação


e a codificação adotadas. É a ordenação que torna o arquivamento mais rápido, racionalizando as
tarefas. A ordenação permite evitar que, para a localização de um único documento, seja necessária
a consulta de dezenas ou centenas de outros. Logo, é uma atividade mais intelectual que física.

Já o arquivamento é a guarda do documento no local designado, ou seja, essencialmente um ato


físico, guiado pela atividade intelectual da ordenação.

GABARITO: ERRADO.

GONÇALVES, J.. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.
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Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

O método variadex é considerado uma variação do sistema alfabético. Para um grupo de letras é
definida uma cor associada. O método não é fixo, ou seja, as cores podem variar de país para país.

A ideia do método consiste basicamente em dividir os arquivos em seções menores, restringindo,


assim, o campo de pesquisa e a manipulação de pastas ou fichas. As cores são atribuídas em função
da segunda letra do nome de entrada no arquivo.

Nesse método, trabalha-se com uma chave constituída de cinco cores:

GABARITO: ERRADO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.


O método numérico simples constitui-se na atribuição de um número a cada correspondente ou
cliente, obedecendo-se à ordem de entrada ou de registro. Segundo esse método, são numerados
assuntos, clientes, correspondentes, representantes e outros, pela ordem de entrada dos documentos,
sem qualquer preocupação com a ordem alfabética, já que o método exige um índice alfabético
remissivo.

O índice alfabético remissivo é um instrumento arquivístico auxiliar à classificação. Contém todos


os assuntos do Código, por ordem alfabética, remetendo à codificação das classes.

Assim, quando se utiliza o método de arquivamento numérico, em que o elemento de ordenação


considerado é o número atribuído ao documento (simples) ou o nº + a data (cronológico), a consulta
ao documento será feita de forma indireta, recorrendo-se, sempre, a um índice alfabético remissivo -
busca primária da informação -, a fim de localizá-lo.

GABARITO: ERRADO.

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Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Nem sei por onde começar, esta questão quase não tem nada certo :P.

Vamos lá: a criação de formulários é etapa anterior à elaboração do plano arquivístico, fase esta que
permitirá que se chegue a uma conclusão de como o arquivo será estruturado e organizado. O
mesmo vale para a seleção de materiais e equipamentos. Tudo isso deve ser pensado muito antes de
o arquivo começar a ser formado.

Sem que isso tenha acontecido antes, não há o que se falar em gestão de documentos. E eu provo
para você:

Segundo a Lei 8.159/1991, em seu artigo 3º, a gestão de documentos é conceituada como o
"conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso,
avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permantente".
Ora, os procedimentos não podem ser fixados sem que antes haja um arquivo, e estamos um pouco
antes desta fase quando falamos de seleção de materiais e elaboração de questionários.

Mas caso você não tenha se convencido apenas com este raciocínio, aqui vai mais um pouco de
teoria:

A avaliação dos documentos é feita através de análise e seleção dos documentos, o que
posteriormente, permitirá à formação da tabela de temporalidade

A destinação permitirá o encaminhamento subsequente do documento, ora para o arquivo


intermediário, ora para o arquivo permanente, ora para a eliminação.

Por tudo isto, esta questão só está certa até a palavra "gestão documental". Depois, pode jogar fora.
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Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. Antes vamos considerar as fases da Gestão de Documentos, que são:
 Produção: atividades realizadas antes ou na criação do documento. São atividades como
estudos, elaboração de manuais, de ferramentas, implantação de sistemas, de políticas,
elaboração de modelos, de formulários, etc.
 Utilização: atividades realizadas após a produção ou recebimento e no uso dos documentos.
São atividades como a classificação, o trâmite, o empréstimo, a consulta, a ordenação, o
arquivamento, etc.
 Destinação: atividades realizadas após a utilização dos documentos, com o objetivo de lhe
dar um fim. São atividades como a avaliação, a eliminação e o recolhimento ao arquivo
permanente.
A fase de produção deve abarcar atividades que vão subsidiar a produção e utilização dos
documentos. Deve haver estudos de normas, padrões, procedimentos, a determinação de manuais,
de políticas e de etapas do processo; além disso, o arquivista deve sempre acompanhar o processo
de produção dos documentos para observar suas falhas e/ou pontos a serem melhorados.
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Mayko Gomes
Data do comentário: 20/06/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. A Comissão Permanente de Avaliação de Documentos – CPAD, ao avaliar os


documentos para determinar seus prazos de guarda e destinação, devem considerar a legislação e
demais normas que regulamentam as atividades geradoras do documento, bem como na importância
dessas atividades para a instituição.

Por exemplo: o Código Civil determina que as dívidas prescrevam em cinco anos. Portanto os
documentos originados de atividades de compra e venda, como notas fiscais e recolhimento de
impostos devem ser mantidos por, no mínimo, este período. Geralmente se inclui mais um ano na
fase corrente para as instituições públicas, por motivos de prestação e aprovação de contas do
exercício financeiro.

Outro exemplo seria o da atividade importante para a instituição. Neste caso, devem ser
preservados, por exemplo, os manuais de procedimentos e as políticas internas, pois refletem uma
forma de identidade ou um método de ação da mesma.

Portanto são nesses critérios que a CPAD se fundamenta para determinar os prazos de guarda e a
destinação de todos os documentos: normatização e importância da atividade para a instituição e
para a sociedade.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
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Item errado.

O ato pelo qual um processo que, tendo deixado de atender as formalidades indispensáveis ou de
cumprir alguma disposição legal, é devolvido ao órgão que assim procedeu, a fim de corrigir ou
sanar as falhas apontadas é chamado de DILIGÊNCIA.

Distribuição e Expedição é a saída/encaminhamento de documentos do protocolo para outro


setor/instituição. Assim, enquanto a "Distribuição" é o encaminhamento de documentos para setores
internos/unidades da mesma instituição, a "Expedição" é o encaminhamento de documentos para
outras instituições.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Anexação é a juntada, em caráter definitivo, de documento ou processo a outro processo, na qual


prevalece, para referência, o número do processo mais antigo.

Já a apensação é a juntada, em caráter temporário, com o objetivo de elucidar ou subsidiar a


matéria tratada, conservando cada processo a sua identidade e independência.

Assim, corrigindo o item, temos:

Por meio da operação conhecida como juntada por APENSAÇÃO, é possível unir provisoriamente
um ou mais processos a um processo mais antigo para o estudo e a uniformização de tratamento em
matérias semelhantes.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
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Item certo.

DESENTRANHAMENTO DE PEÇAS é a retirada de peças de um processo, que poderá


ocorrer quando houver interesse da Administração ou a pedido do interessado.

Sugere-se a adoção de alguns requisitos para o desentranhamento:


 A retirada de folhas ou peças ocorrerá onde se encontrar o processo, mediante despacho
prévio da autoridade competente.
 Sempre que houver retirada de folhas ou peças, lavrar, após o último despacho, o “TERMO
DE DESENTRANHAMENTO”.
 Quando a retirada de folhas ou peças for a pedido de terceiros, usar o carimbo de
desentranhamento de peça, onde consta o recibo da parte interessada.
 O processo que tiver folha ou peça retirada conservará a numeração original de suas folhas
ou peças, permanecendo vago o número de folha(s) correspondente(s) ao desentranhamento,
apondo-se o carimbo de desentranhamento.
 Não desentranhar a folha ou peça inicial do processo.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
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Item certo.

A NUMERAÇÃO DE FOLHAS E DE PEÇAS seguem um rito na Administração Pública:


 As folhas devem ser numerados em ordem crescente e sem rasuras, com a utilização de
carimbo próprio para colocação do número, aposto no canto superior direito da página,
recebendo, a primeira folha, o número 1.
 O documento não encadernado receberá numeração em seqüência cronológica e individual
para cada peça que o constituir.
 A numeração das peças de processo é iniciada no protocolo central ou setorial da unidade
correspondente.
 As peças subsequentes serão numeradas pelas unidades que as adicionarem.
 A capa do processo não será numerada.
 Nenhum processo poderá ter duas peças com a mesma numeração, não sendo admitido
diferenciar pelas letras "A" e "B".
 Nos casos em que a peça do processo estiver em tamanho reduzido, será colada em folha de
papel branco, apondo-se o carimbo da numeração de peças de tal forma que o canto superior
direito do documento seja atingido pelo referido carimbo.
 Os processos oriundos de instituições não pertencentes à Administração Pública Federal só
terão suas peças renumeradas se a respectiva
numeração não estiver correta; não havendo falhas, prosseguir com a sequência numérica
existente.
 Qualquer solicitação ou informação inerente ao processo será feita por intermédio de
despacho no próprio documento ou, caso seja possível, em folha de despacho, a ser incluída
ao final do processo, utilizando-se tantas folhas quanto necessário.
 Utilizar somente a frente da folha de despacho, não se permitido a inclusão de novas folhas
até seu total aproveitamento.
 No caso de inserção de novos documentos no processo, inutilizar o espaço em branco da
última folha de despacho, apondo o carimbo “Em branco”.
 Quando, por falha ou omissão, for constatada a necessidade da correção de numeração de
qualquer folha dos autos, inutilizar a anterior, apondo um “X” sobre o carimbo a inutilizar,
renumerando as folhas seguintes, sem rasuras, certificando-se da ocorrência.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
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Item errado.

O método numérico é um método de arquivamento indireto, pois é necessário que seja realizada
uma consulta anterior a um índice ou arquivo de fichas para localizar o número atribuído ao assunto
em questão. É mais demorado, porém, mais sigiloso. Divide-se em numérico simples e duplex.

Numérico simples: método de ordenação que tem por eixo o número atribuído às unidades de
arquivamento. As pastas devem ser numeradas em ordem da entrada do correspondente ou assunto,
sem nenhuma consideração à ordem alfabética dos mesmos, dispensando, assim, qualquer
planejamento anterior do arquivo. Para que esse método tenha sucesso, os índices devem ser
organizados

Duplex: método de ordenação que tem por eixo a distribuição dos documentos em grandes classes
por assunto, numeradas consecutivamente, que podem ser subdivididas em classes subordinadas,
mediante o uso de números justapostos com traços de união.

Assim, corrigindo o item, temos:

A disposição de processos por seu número é um método de classificação de documentos conhecido


como numérico simples.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
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Item certo.

Pelas regras de alfabetação, empresas, nome de firmas, instituições e órgãos governamentais devem
ser transcritos como se apresentam.
Exemplo: EMBRATEL
Arquiva-se: EMBRATEL

No entanto, se houver artigos ou preposições nas composições nominais, omite-se esses conectivos.
O Globo
Arquiva-se: Globo (O)
Observação: alguns autores admitem arquivar "O Globo" exatamente como se escreve, mas na hora
da procura o arquivista busca pela letra G.
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Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
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Item errado.

O método numérico dígito-terminal surge em decorrência da necessidade de reduzir erros no


arquivamento de grande volume, cujo elemento principal de identificação é o número. Os
documentos são numerados sequencialmente, dispostos em três grupos de dois dígitos cada um,
lidos da direita para a esquerda. Exemplo: 524375 (grupo primário: 75; grupo secundário: 43; e
grupo terciário: 52).

Diferentemente, pelo método numérico simples, atribui-se um número a cada correspondente ou


cliente, obedecendo à ordem de entrada ou registro, sem qualquer preocupação com a ordenação
alfabética. Nesse método, quando se anula um registro, este é aproveitado para outro arquivamento.

Assim, corrigindo o item, temos:

Caso seja necessário adotar o método NUMÉRICO SIMPLES nos documentos referentes à
correspondência com órgãos públicos ou com entidades da sociedade civil, deve-se atribuir um
número a cada órgão público ou entidade da sociedade civil, obedecendo a ordem de entrada ou de
registro, sem qualquer preocupação com a ordem alfabética.
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O item está ERRADO.

As classificações apontadas não descrevem critérios de ordenação, mas sim, critérios de


classificação quanto à natureza do assunto (ostensivo e sigiloso), quanto à classificação da
correspondência pelo protocolo (oficial ou particular), e pelo tipo de remessa (movimentação) de
documentação que o protocolo pode efetuar: distribuição (envio de documentos para um órgão
ligado à estrutura da qual o protocolo faz parte, ou seja, interna) ou remessa (envio de documentos
para um órgão externo à estrutura da qual faz parte o protocolo).
Os métodos de ordenação são classificados de maneira completamente diferente, a saber:

- Métodos Básicos: Alfabético, Geográfico, Numérico e Ideográfico,

- Métodos Padronizados: Variadex, Automático, Soundex, Mnemônico e Rôneo


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#90918 CEB

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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ITEM ERRADO. O método de arquivamento digito-terminal utiliza um sistema interessante: os


documentos são ordenados numericamente, mas a leitura deste número é feita de maneira especial:
os números são divididos em grupos de dois dígitos. Um documento de número 123456 será
dividido nos dígitos 56, 34 e 12. Neste sistema, a leitura é feita sempre da direita para a esquerda,
sendo no nosso exemplo o grupo 56 o grupo primário, 34 o grupo secundário e o 12 terciário.

Pois bem, todos os documentos de final 56 estarão arquivados juntos em uma única gaveta. Se
quisermos o documento 123456, iremos na gaveta dos documentos final 56, e lá dentro,
procuraremos a pasta ou guia 34, e depois o documento 12 dentro desta pasta.

A divisão dos documentos em classes, segundo os temas, diz respeito aos métodos de arquivamento
por assunto (método ideográfico), no qual agruparemos documentos que tratem de temas de
natureza semelhante, segundo os critérios fixados pelo plano de classificação.
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#90919 CEB

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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Questão perfeita, e o melhor, o exemplo dela é justamente o deste site :P. Como você já deve ter
reparado, as questões encontram-se divididas por assuntos, tanto no que se refere à disciplina,
quanto ao que diz respeito aos temas dentro da disciplina. Para que eu seja capaz de classificar
corretamente as questões, eu devo ser capaz de duas coisas:
 Ao ler a questão, interpretá-la para saber do que se trata;
 Conhecer todas as classificações possíveis da árvore de assuntos, a fim de enquadrar a
questão dentro de uma alternativa válida. E isso só é possível quando eu sei exatamente o que
estou fazendo, pois compreendo as atividades organizacionais do site (e da disciplina).
Se me faltar a intepretação do documento, farei a classificação do assunto de maneira equivocada,
prejudicando você. Se me faltar o amplo conhecimento das atividades organizacionais, classificarei
a questão corretamente, mas dentro de um assunto geral, ao invés de utilizar um tópico mais
específico, o que irá te atrasar. Em ambos os cenários, estarei prejudicando o bom funcionamento da
classificação dos documentos por assunto.
FECHAR

#90920 CEB
Os nomes considerados são:

Thiago Pereira de Moura Júnior


Pedro Augusto Morais Lima
Alfonso Henrique Bernardes Neto
Manoel Carlos de Oliveira
Gustavo Silva Ribeiro

A regra geral é que nos nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o
pronome.

Os sobrenomes que exprimem grau de parentesco como Filho, Júnior, Neto, Sobrinho são
considerados parte integrante do último sobrenome, mas não são considerados na ordenação
alfabética.

PORTANTO, teríamos as seguintes correções:

Moura Júnior, Thiago Pereira de (e não Júnior, Thiago Pereira de Moura)


Bernardes Neto, Alfonso Henrique (e não Neto, Alfonso Henrique Bernardes)

Ordenando, teríamos:

Bernardes Neto, Alfonso Henrique


Lima, Pedro Augusto Morais
Moura Júnior, Thiago Pereira de
Oliveira, Manoel Carlos de
Ribeiro, Gustavo Silva

Adriel Sá
Data do comentário: 13/09/2013
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Item certo.

Os nomes são organizados conforme as seguintes regras de alfabetação:

Alencastro, Marcelo Pereira d'


Os artigos e preposições tais como a, o, de, d’, da, do, e, um, uma, não são considerados na
alfabetação.

Brito, Pedro Paulo de


REGRA GERAL: nos nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o
pronome.

Castelo Branco, Antonio Barbosa


Sobrenomes compostos de um substantivo e um adjetivo ou ligados por hífen não se separam.

Moreira, Artur de Azevedo


REGRA GERAL: nos nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois o
pronome.

São Tiago, Vicente de Paula de


Os sobrenomes formados com as palavras "Santa", "Santo" ou "São" seguem a regra dos
sobrenomes compostos por um adjetivo e um substantivo.

Adriel Sá
Data do comentário: 13/09/2013
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Item errado.

A desclassificação é a SUPRESSÃO da classificação de sigilo por ato da autoridade competente ou


decurso de prazo, tornando irrestrito o acesso a documentos, dados e informações sigilosas.
Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
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O item está ERRADO.

As regras de alfabetação para arquivamento de documentos não é exclusiva para nomes de pessoas.
Por exemplo, temos as mesmas regras para a organização de nomes de instituições e nomes de
eventos. Observe:

Na organização de nomes de instituições, os nomes são mantidos da mesma forma como se


apresentam, levando-se o artigo do início para o final, entre parênteses. Quando não há artigo no
início, não deve ser feita qualquer alteração.

Associação Brasilense de Arquivologia


Bi-ba-bô Shopping
Boticário (O)
Casas Bahia

Nos nomes de eventos, o numeral do início deve ser colocado no final, entre parênteses. A
ordenação, neste caso, se dará pelo nome do evento e não pelo numeral.

Congresso de Medicina (Segundo)


Encontro de Arquivistas (IV)

GABARITO: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
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O item está ERRADO.

Pelas regras de alfabetação, nesse caso específico da questão, devemos considerar a sequência letra
por letra, considerando cada palavra primeiramente, ou seja:

Monteiro

Montenegro

Morro Alegre

Morro Branco

Morro Maior

Morro Santo

GABARITO: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
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Item certo.

Método de arquivamento e a sequência de operações que determina a disposição dos documentos de


um arquivo ou coleção, uns em relação aos outros, e a identificação de cada unidade. Podem ser
alfabéticos, numéricos ou alfanuméricos.

O método geográfico (do tipo alfabético) é um sistema direto, em que a busca é feita diretamente
no documento. É o preferido quando o principal elemento do documento é a procedência ou o local.

O método alfabético é o mais simples e mais antigo; baseia-se na ordem alfabética. Quando o
método alfabético envolve nome de pessoas, pode ser chamado método nominal.

O método numérico-cronológico (do tipo numérico) prevê que além da ordem numérica, deve se
observar a data da produção do documento. Nesse método, quando se anula um registro, só se
aproveita o número se for na mesma data.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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ITEM CERTO. Eu sei que vocês ficam bravos quando a explicação da questão reproduz o
enunciado, mas não tem muito o que fazer aqui :P.

Enfim, tentemos melhorar um pouco as coisas:

No método numérico simples (simplex), cada documento recebido ou produzido pela instituição
receberá um número de pasta e um número sequencial (correspondente à ordem de entrada). E as
pastas estarão dispostas segundo seu número: 1,2,3,4 e assim por diante. Não há qualquer problema
na utilização de pastas que eventualmente vagarem, guardando-se novos documentos naquela
mesma localização.

Por pertencer ao grupo dos métodos de arquivamento do sistema indireto, será necessário efetuar
uma consulta prévia a um índice alfabético remissivo, a fim de que busquemos a informação de
onde está localizado o documento, para então localizar o documento em si, razão pela qual o
enunciado afirma, corretamente, a utilização do índice alfabético remissivo para a codificaçaõ das
pastas.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO. Comecemos do início: os conceitos estão trocados. A ideia de sistema remete a
algo mais amplo. Um sistema é um conjunto de princípios ordenados entre si, de maneira a se
atingir um determinado fim. Pense no sistema educacional do país: ele é o resultado de diversas
diretrizes e objetivos, com vistas a fornecer a determinada pessoa conhecimento suficiente para que
ela possa tanto viver em sociedade como colaborar com o avanço da nação.

O método, por sua vez, é a faceta braçal do sistema: o nosso "por em prática". Método é o emprego
calculado (planejado) de esforço para atingimento de um fim. Você quer passar em um concurso
público. Você poderia estar correndo em círculos agora ou jogando video game, e ambas as
atividades consumiriam esforço de sua parte. Entretanto, como você não aplicaria organização neste
esforço (como é que alguém vai passar em concurso se somente ficar correndo em círculos?), não
atingiria a meta. Por outro lado, como você empregou um método (escolheu estudar a teoria e fazer
um monte de exercícios), seus esforços estão direcionados, e com maiores chances de atingir o
objetivo.

Agora, observe como estes conceitos se encaixam nas definições de sistemas de arquivamento e
método de arquivamento:

Sistemas de Arquivamento:
 Direto
 Indireto
Ambos constituem diretrizes gerais de como o arquivamento funciona (se através de busca direta ou
por intermédio de um índice remissivo)

Métodos de Arquivamento:

Métodos Básicos:
 Alfabético: elemento a ser considerado na organização do documento é o nome;
 Geográfico: elemento a ser considerado na organização será a procedência do documento
(local);
 Numérico: aqui levaremos em consideração o número constante do documento ou então, da
pasta onde está arquivado;
 Ideográfico: classificação feita de acordo com o assunto do documento.
Métodos Padronizados:
 Variadex
 Automático
 Soundex
 Mnemônico
 Rôneo
Cada um destes métodos representa a maneira como o arquivista optou por efetuar o arquivamento,
se através de palavras, letras, cores, entre outras posssibilidades.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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A questão torna-se bem mais fácil quando desvendamos o significado de "processamento técnico do
acervo". Esta expressão sintetiza as atividades típicas de um arquivo no desempenho de sua função,
entre as quais:
 Arranjo
 Descrição e Publicação
 Conservação
 Referência (política de acesso e uso dos documentos)
E quem é que deve desempenhar estes trabalhos? Justamente o pessoal responsável pelo tratamento
da informação, ou, em outras palavras, nosso querido, amado e estimado arquivista. É dele que
falamos aqui.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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ITEM ERRADO. A questão faz referência ao que normalmente é tratado nesta disciplina
como Método Ideográfico Numérico Decimal.

Consiste em um sistema extremamente simples de arquivamento, no qual existem 9 classes de


assuntos possíveis, e mais 1 classe geral, totalizando as 10 classes do sistema.

Entretanto, sua notação é composta APENAS por números.

Veja um exemplo construído através desta notação:

0 - Geral
1 - Departamento Pessoal
2 - Finanças
Agora veja como ficaria a classe 1
100 - Departamento Pessoal
110 - Admissão
111 - Exame Médico
112 - Documentos de Interesse do Empregado
112.1 - Documentos Recebidos
112.2 - Documentos Não Recebidos
113 - Contratos
120 - Férias
200 - Finanças ...

Absolutamente nenhuma letra compõe essa notação.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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ITEM CERTO. O método duplex opera de maneira bastante semelhante ao Método Ideográfico
Alfabético Enciclopédico, razão pela qual irei explicar inicialmente este;

Método Ideográfico Alfabético Enciclopédico: O método enciclopédico procura tirar vantagem da


relação existente entre os diversos assuntos passíveis de organização, relacionando estes assuntos
entre si. Entretanto, dentro de um mesmo tópico, os documentos seguem a ordem alfabética:

- Arquivo Corrente
- Documentos Consultados de Maneira Frequente
- Arquivo Intermediário
- Purgatório
- Arquivo Permanente
- Valor Histórico
- Valor Informativo

Observe que os documentos referentes ao tema "Valor Histórico" estão relacionados a um tema
mais geral, chamado "Arquivo Permanente". Essa é a ideia da construção.

Pois bem, vejamos agora o o método duplex:

Segue o mesmo método de construção do método Enciclopédico, com a diferença de que


adicionaremos um número antes de cada classe de assunto. Procedendo-se desta maneira, seremos
capazes de abrir um número ilimitado de classes, o que torna este método bastante flexível. O único
cuidado que devemos é o de utilizar classes muito bem definidas, sob o risco de terminar
classificando documentos de mesma natureza em mais de um lugar.

1. Arquivo Corrente
1.1 Documentos Consultados de Maneira Frequente
2. Arquivo Intermediário
2.1 Purgatório
3 Arquivo Permanente
3.1 Valor Histórico
3.2 Valor Informativo

Veja que as classes recebem um número único, e quando um assunto consiste em subclasse de
outro, este recebe um número apenso, do jeitinho que o enunciado propôs.

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
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ITEM ERRADO. Os "Arquivos de Correspondência" tratam, na verdade, de uma subclassificação
dos sistemas numéricos de arquivamento. Para ser bem honesto, já tem muito tempo que não vejo
esta classificação ser cobrada em prova. Em todo caso, conhecimento é poder:

A. Arquivos de Correspondência: Neste sistema, as pastas são numeradas de forma consecutiva, e


seu conteúdo é organizado pelo índice de nomes ou ainda, de assuntos.

B. Arquivos de Casos: As pastas são numeradas contendo índices por nome, assunto ou, ainda, atos
legais reguladores e de investigação.

C. Arquivos de Assuntos: Números atribuídos a diversos cabeçalhos de assuntos, conforme a ordem


em que foram selecionados, sem consideração a respeito de sua ordem alfabética.

Vemos aqui que o que a banca definiu enquanto Arquivos de Correspondência trata-se na verdade
de Aqruivos de Assuntos, o que torna a questão incorreta.

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
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O item está ERRADO.

O arquivamento consiste na colocação dos documentos nos seus devidos lugares, reproduzindo
fisicamente o resultado da ação intelectual de classificar e ordenar. Isso pode ocorrer por meio
de vários métodos, e não um método único.

Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, método de arquivamento é uma


sequência de operações que determina a disposição dos documentos de um arquivo ou coleção, uns
em relação aos outros, e a identificação de cada unidade.

Os métodos de arquivamento são divididos em duas classes: BÁSICOS e PADRONIZADOS. Por


sua vez, esses métodos básicos e padronizados fazem parte de três grandes
sistemas: DIRETO, INDIRETO e SEMIDIRETO.

Gabarito: ERRADO.
Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

O método alfabético é o mais simples e mais antigo, baseando-se na ordem alfabética. Quando o
método alfabético envolve nome de pessoas, pode ser chamado método nominal. Ocorre que nem
sempre esse método adota a primeira letra do nome, como por exemplo, na regra abaixo de
ordenação:

Nome + Sobrenome
Luiz Carlos Oliveira, arquiva-se: OLIVEIRA, Luiz Carlos

Gabarito: ERRADO.

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

O método onomástico é o método de ordenação por nomes, e não por assuntos. Por exemplo, como
no método nominal alfabético. Por oportuno, vejamos algumas regras desse tipo de ordenação
alfabética:

1) Nos nomes de pessoas físicas, considera-se o último sobrenome e depois, o prenome.


Araújo, Marcos Pereira
Carvalho, Lucas Tavares
Obs.: No caso de sobrenomes iguais, a ordenação será feita pelo prenome.
Ferreira, André
Ferreira, João

2) Sobrenomes compostos de substantivo e adjetivo ou ligados por hífen não devem ser separados.

Bom Tempo, Cláudia


Castelo Branco, Humberto de Alencar
Monte-Verde, Juvenal Silva
Santos-Dumont, Alberto
Obs.: Sobrenomes iniciados com as palavras Santo, São e Santa seguem a mesma regra.
Santa Cruz, Pedro Henrique
Santo Expedito, João Barbosa
São Tiago, Bernardo Oliveira

3) As iniciais abreviativas de prenomes, quando da ordenação, devem preceder os nomes que


iniciam com a mesma letra.

Pereira, M.
Pereira, Marcelo
Pereira, Maria

4) Artigos e preposições não devem ser considerados.

Anjos, Milton Sousa dos


Costa, Severino Pereira da
Obs.: No caso de sobrenomes estrangeiros, esta partícula que acompanha o nome pode ou não ser
considerada. O mais comum é considerá-la, quando esta iniciar com letra maiúscula.
Da Vinci, Leonardo
Del Piero, Fabio
Mc Cain, John
O´Brian, Paul

5) Sobrenomes de parentesco, como Filho, Júnior, Neto e Sobrinho, devem vir para o início
acompanhados do sobrenome anterior.

Araújo Filho, Marcos Pereira


Carvalho Júnior, Lucas Tavares
Ferreira Neto, Maria Souza

6) Títulos que acompanham os nomes não devem ser considerados. Devem ser colocados no final,
entre parênteses.

Alves, José Silva dos (Presidente)


Barbosa, Lucas Moreira (Ministro)

7) No caso de nomes estrangeiros, a organização será feita pelo último sobrenome, com exceção dos
nomes orientais e de países de língua espanhola, que tem regras especificas.

Camões, Luis Vaz de


Clinton, Bill
Newton, Isaac

8) No caso de nomes de espanhóis ou de qualquer país de língua espanhola, a ordenação deverá ser
feita pelo penúltimo sobrenome e, para tanto, os dois últimos sobrenomes deverão ser transpostos
para o início.

Bolaños Fuentes, Pablo


Gutierrez Salazar, Juan

9) Nomes orientais, chineses, japoneses, coreanos ou árabes, por exemplo, deverão ser organizados
da mesma forma como se apresentam, sem qualquer alteração.
Al Jahzira
Kim Il Sung
Law Kim Chong

10) Os nomes ligados por apóstrofo devem ser lidos e arquivados como uma só palavra.
Sant'Ana, Armindo (lê-se e arquiva-se Santana)
Obs.: Apóstrofo no início do nome, despreza a letra que inicia, para fins de alfabetação.
D'Andrade, Adriel
C'Lauss, Benjamin

11) Na organização de nomes de instituições, os nomes são mantidos da mesma forma como se
apresentam, levando-se o artigo do início para o final, entre parênteses. Quando não há artigo no
início, não deve ser feita qualquer alteração.

Associação Brasilense de Arquivologia


Bi-ba-bô Shopping
Boticário (O)
Casas Bahia

12) Nos nomes de eventos, o numeral do início deve ser colocado no final, entre parênteses. A
ordenação, neste caso, se dará pelo nome do evento e não pelo numeral.

Congresso de Medicina (Segundo)


Encontro de Arquivistas (IV)

Obs.: O numeral servirá para ordenar eventos com o mesmo nome.

Encontro de Arquivistas (I)


Encontro de Arquivistas (II)

Gabarito: ERRADO.
Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O método numérico simples constitui-se na atribuição de um número a cada correspondente ou


cliente, obedecendo-se à ordem de entrada ou de registro. Segundo esse método, são numerados
assuntos, clientes, correspondentes, representantes e outros, pela ordem de entrada dos documentos,
sem qualquer preocupação com a ordem alfabética, já que o método exige um índice alfabético
remissivo.

Gabarito: CERTO.

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 16/05/2019
Classifique este comentário:

Segundo o Arquivo Nacional (2011, p. 29):

A tabela de temporalidade e destinação de documentos de arquivo é um instrumento de destinação,


aprovado por autoridade competente,que determina prazos e condições de guarda tendo em vista a
transferência, recolhimento ou eliminação de documentos.
A elaboração e aplicação da tabela de temporalidade é uma função da Comissão Permanente de
Avaliação de Documentos.

Gabarito: Certo.
Jhony Kossoski
Data do comentário: 18/09/2019
Classifique este comentário:

A avaliação de documentos é uma das atividades precípuas da área de protocolo, visto que subsidia
a criação da tabela de temporalidade dos documentos.
ITEM ERRADO.

A avaliação não é uma das atividades precípuas (principais) do protocolo. Esse é o erro da questão.

O protocolo1 envolve as seguintes atividades em relação aos documentos:


 recebimento;
 registro;
 classificação;
 distribuição;
 controle da tramitação e expedição.

Mas atenção:

→ a avaliação de documentos é sim um processo realizado antes da criação de uma tabela de


temporalidade, subsidiando a criação desse instrumento;
→ essa avaliação é responsabilidade de uma Comissão Permanente de Avaliação de Documentos
(CPAD)2, que identifica quais documentos, dentre a massa documental, serão preservados
permanentemente e quais serão eliminados.

Gabarito: ERRADO.

Fonte:

1ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

2 BRASIL. Decreto nº 4.073, de 3 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei nº 8.159, de 8 de janeiro


de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. Brasília, DF. 2002

Adriel Sá
Data do comentário: 14/03/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Em suma, a Teoria das Três Idades é uma teoria por quais os documentos de arquivo podem passar:
arquivos correntes (valor administrativo/vigência), arquivos intermediários (local onde os
documentos geralmente aguardam longos prazos precaucionais), arquivo permanente (valor
histórico-cultural).

Ou seja, o prazo de guarda dos documentos nessas fases variará de acordo com os critérios
estabelecidos pela atividade de avaliação, considerando as peculiaridades de cada instituição. Por
isso, essa teoria também é chamada de teoria do ciclo documental.

Seguindo a lógica, possuem valor primário os documentos das fases corrente e intermediária,
uma vez que aqui eles são utilizados como ferramentas administrativas. A única diferença é que os
documentos correntes são utilizados com frequência e os intermediários, não. Daí, os arquivos
correntes devem ficar próximos aos seus acumuladores e os intermediários podem ficar afastados
dos seus acumuladores.

Por sua vez, possuem valor secundário os documentos da fase permanente, uma vez que aqui eles
são utilizados como fontes de pesquisa.

GABARITO: CERTO.

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Segundo Bernardes (1998), a avaliação documental é um trabalho interdisciplinar que consiste


em identificar valores para os documentos (imediato e mediato) e analisar seu ciclo de vida,
com vistas a estabelecer prazos para sua guarda ou eliminação, contribuindo para a racionalização
dos arquivos e eficiência administrativa, bem como para a preservação do patrimônio documental.
Logo, a avaliação possui como objetivo principal a identificação de valores dos documentos
produzidos e acumulados por uma organização.

BERNARDES, Ieda Pimenta. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado,
1998.

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está errado.

A avaliação consiste fundamentalmente em identificar valores e definir prazos de guarda para os


documentos de arquivo, independentemente de seu suporte ser o papel, o filme, a fita magnética, o
disquete, o disco ótico ou qualquer outro. A avaliação deverá ser realizada no momento da
produção, paralelamente ao trabalho de classificação, para evitar a acumulação desordenada,
segundo critérios temáticos, numéricos ou cronológicos.

O item, na verdade, contempla fases ou etapas do serviço de protocolo.

Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
Classifique este comentário:

Antes vamos considerar as fases da Gestão de Documentos, que são:


 Produção: atividades realizadas antes ou na criação do documento. São atividades como
estudos, elaboração de manuais, de ferramentas, implantação de sistemas, de políticas,
elaboração de modelos, de formulários, etc.
 Utilização: atividades realizadas após a produção ou recebimento e no uso dos documentos.
São atividades como a classificação, o trâmite, o empréstimo, a consulta, a ordenação, o
arquivamento, etc.
 Destinação: atividades realizadas após a utilização dos documentos, com o objetivo de lhe
dar um fim. São atividades como a avaliação, a eliminação e o recolhimento ao arquivo
permanente.
A avaliação é a atividade mais complexa da Gestão de Documentos, pois trata de atribuir valor e
importância aos documentos segundo critérios subjetivos. Além disso, deve ser realizada por uma
equipe multidisciplinar que componha a Comissão Permanente de Avaliação de Documentos –
CPAD. Sua função é determinar se os documentos de uma instituição são ou não importantes, e qual
o destino deve ser reservado a eles, além do tempo de guarda.

Então, se a avaliação é realizada para determinar o destino, significa que os documentos que sofrem
destinação já foram utilizados. Então a avaliação é uma atividade da fase de Destinação.

Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.


O programa de gestão de documentos, quando implantado em um ministério, por exemplo, permite
o desenvolvimento de uma série de atividades arquivísticas, exceto (inclusive) a de avaliação, que
são próprias do arquivo permanente.
O conceito de gestão de documentos pode ser entendido como o planejamento e controle das
atividades de produção, classificação e recuperação, avaliação, descrição e
difusão, proteção e preservação de documentos de arquivo. Visa à racionalização e eficiência dos
documentos de arquivo desde a produção até o seu destino final, que pode ser eliminação ou guarda
permanente.

A avaliação dos documentos faz parte da fase de DESTINAÇÃO. A avaliação determina os destinos
dos documentos de uma instituição, além do prazo de guarda. Os prazos de guarda referem-se ao
tempo em que os documentos permanecerão nos arquivos correntes e intermediários. Já a destinação
refere-se ou à guarda permanente, ou à eliminação. Ou seja, prazos de guarda são temporários,
enquanto a destinação é permanente.

Note, portanto, que a atividade de avaliação não pode ocorrer no arquivo permanente, já que esse
poderá ser um dos seus resultados. Assim, a etapa de avaliação, na prática, ocorre nos arquivos
correntes ou intermediários.

GABARITO: ERRADO.
Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Comumente, as Tabelas de Temporalidade sinalizam o tempo de permanência na fase corrente e


intermediária, além da destinação final dada a cada espécie documental (recolhimento ou
eliminação). No entanto, nada impede que algum documento tenha seu prazo estipulado apenas
para a fase corrente e destinação final. Isso ocorre, por exemplo, para documentos mais simples,
como e-mails, por exemplo, e aqueles que a legislação impõe um período de guarda que coincida
com o prazo do arquivo corrente.

Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Do ponto de vista técnico, a avaliação documental permite criar e manter uma gestão documental
mais eficaz, tendo como resultado imediato a eliminação. Desta forma “avaliar é estabelecer
preceitos capazes de orientarem a ação dos responsáveis pela analise e seleção de documentos,
com vistas à fixação de prazos para sua guarda ou eliminação, contribuindo para a racionalização
dos arquivos públicos” (ARQUIVO NACIONAL, 1985, p.11).

De maneira geral, os objetivos da avaliação documental são:


Reduzir, ao essencial a massa documental dos arquivos; aumentar o índice de recuperação da
informação; garantir condições de conservação da documentação de valor permanente. Controlar
o processo de produção documental, orientando o emprego de suportes adequados para o registro
da informação; conquistar espaço físico e reduzir o peso; aproveitar melhor os recursos humanos e
materiais (ARQUIVO NACIONAL, 1985, p.11).
Assim, esse índice de recuperação da informação se dá com a maneira racional com que se
acumulam os arquivos.
Bibliografia:
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Orientações para avaliação e arquivamento intermediário em
arquivos públicos. Publicações Técnicas, 41. Rio de Janeiro, 1985.

Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Para auxiliar na execução da avaliação documental de uma instituição, é fundamental a convocação


e constituição em caráter formal e permanente de uma Comissão de Avaliação de Documentos, a
fim de garantir o desenvolvimento dos trabalhos de análise e atribuição dos prazos de destinação
dos documentos (BERNARDES, 1998, p. 17).

Nesse sentido, Machado e Camargo (2000) aduzem que essa equipe deve ser composta por:
a) titular da unidade orgânica responsável pela avaliação;
b) responsável pela guarda da documentação a ser avaliada ou arquivista;
c) autoridade administrativa conhecedora da estrutura e funcionamento do órgão;
d) autoridade ou servidor das unidades orgânicas ligadas aos documentos, com conhecimento
abalizado das atividades que lhes deram origem;
e) profissional da área jurídica, a título de assessoramento, para avaliação dos aspectos legais dos
documentos;
f) profissionais ligados às atividades-fim do órgão (médicos, engenheiros, economistas etc.) ou
aqueles que possam utilizar os documentos para pesquisa retrospectiva (historiadores, sociólogos
etc.), a título de assessoramento.

Apesar da indicação desse comissão por vários autores, nada impede que a avalição documental seja
realizada por uma única pessoa, desde que atendidos os mesmos requisitos para a comissão.

Bibliografia:
BERNARDES, Ieda Pimenta. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado,
1998.
MACHADO, Helena Corrêa; CAMARGO, Ana Maria de Almeida. Como implantar arquivos
públicos municipais. 2ª ed. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado, 2000.
Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Os documentos não devem ser conservados por tempo maior do que o necessário para o
cumprimento das atividades que o geraram Assim, de maneira geral, são objetivos da avaliação
documental:
Reduzir, ao essencial a massa documental dos arquivos; aumentar o índice de recuperação da
informação; garantir condições de conservação da documentação de valor permanente. Controlar
o processo de produção documental, orientando o emprego de suportes adequados para o registro
da informação; conquistar espaço físico e reduzir o peso; aproveitar melhor os recursos humanos
e materiais (ARQUIVO NACIONAL, 1985, p.11).

Bibliografia:
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Orientações para avaliação e arquivamento intermediário em
arquivos públicos. Publicações Técnicas, 41. Rio de Janeiro, 1985.

Item errado.

Um dos critérios estabelecidos nos processos de avaliação documental é indicar o descarte dos
documentos que tenham sido produzidos no prazo superior a 20 anos.

A gestão documental pressupõe a avaliação do ciclo de vida dos documentos, desde sua produção
até serem eliminados ou recolhidos para guarda definitiva. Nesse sentido, um programa geral de
gestão compreende todas as atividades inerentes às idades corrente e intermediária de arquivamento,
o que garante um efetivo controle da produção documental nos arquivos correntes (valor
administrativo/vigência), das transferências aos arquivos centrais/intermediários (local onde os
documentos geralmente aguardam longos prazos precaucionais), do processamento das eliminações
e recolhimentos ao arquivo permanente (valor histórico-cultural)1.

Assim, o prazo de guarda dos documentos variará de acordo com os critérios estabelecidos
pela atividade de avaliação, considerando as peculiaridades de cada instituição.
1BERNARDES, Ieda Pimenta. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.
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#11076

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

O arquivo permanente reflete a história da instituição; assim, a documentação que o compõe


reflete a sua atuação, seu desempenho e até mesmo sua evolução política. Essa é uma questão
essencial na área arquivística. Refletir as atividades de uma instituição, ou ela própria, é um atributo
específico do arquivo permanente.
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Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Os arquivos permanentes ou de 3ª idade são constituídos de documentos que perderam todo


valor de natureza administrativa, conservados em razão de seu valor histórico ou documental
e que constituem os meios de conhecer o passado e a evolução de uma instituição.
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Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Em relação à política de avaliação dos documentos arquivísticos, serão preservados, em caráter


permanente, os documentos que registram pura formalidade.

Os documentos oferecem dois genêros de valores, assim definidos: primários são os que interessam
à própria repartição originária e secundários, às outras entidades do governo e ao público em geral.
Neste segundo tipo, ele considera os valores de informação. Se esse valor for constituído de valor
histórico, deverá ser recolhido ao arquivo permanente. Caso o documento não possua valor
histórico, reservando-se apenas à comprovação de algo formal, possuirá seus prazos de
guarda determinados com base na legislação, sendo eliminados por ocasião da destinação
final.

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Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Em relação à política de avaliação dos documentos arquivísticos, serão preservados, em caráter


permanente, os documentos que registram pura formalidade.

Os documentos oferecem dois genêros de valores, assim definidos: primários são os que interessam
à própria repartição originária e secundários, às outras entidades do governo e ao público em geral.
Neste segundo tipo, ele considera os valores de informação. Se esse valor for constituído de valor
histórico, deverá ser recolhido ao arquivo permanente. Caso o documento não possua valor
histórico, reservando-se apenas à comprovação de algo formal, possuirá seus prazos de
guarda determinados com base na legislação, sendo eliminados por ocasião da destinação
final.

FECHAR

Item errado.

Em relação à política de avaliação dos documentos arquivísticos, serão preservados, em caráter


permanente, os documentos que estão inseridos na fase corrente.

Todos os documentos são produzidos na fase corrente. Assim, a produção de qualquer


documento se dá nessa fase. No entanto, o recolhimento ao arquivo permanente dependerá da
destinação dada ao documento, considerando-se suas propriedades de valor histórico.
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#106804
Jhony Kossoski
Data do comentário: 29/10/2019
Classifique este comentário:

O prazo de prescrição é estabelecido na tabela de temporalidade e é fundamentado em estimativas


de uso.
ITEM ERRADO.

O prazo estabelecido na tabela de temporalidade fundamentado nas estimativas de uso é o PRAZO


DE GUARDA.

É o período em que o documento, conforme frequência de uso e consulta, permanece nos arquivos
correntes ou intermediários, antes de sua destinação final (guarda permanente ou eliminação).

O prazo de guarda é definido pelo Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005) como:

"Prazo, definido na tabela de temporalidade e baseado em estimativas de uso, em que documentos


deverão ser mantidos no arquivo corrente ou no arquivo intermediário, ao fim do qual a destinação
é efetivada. Também chamado de período de retenção ou prazo de retenção "
O PRAZO DE PRESCRIÇÃO (ou prescricional) corresponde ao período em que ainda se pode
tutelar direito junto ao Poder Judiciário.

Gabarito: ERRADO.

Fonte:

ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

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#874972 CEBRASPE (CESPE) - Assistente de Procuradoria (PGE PE)/2019

Adriel Sá
Data do comentário: 22/02/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento


de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento, ao descarte
ou à eliminação de documentos.

Perceba que a tabela de temporalidade é o instrumento fundamental da avaliação, pois ela registra
o ciclo de vida dos documentos (ou Teoria das Três Idades).

Gabarito: CERTO.

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#577161 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João
Pessoa)/2018

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Um documento arquivístico digital é um documento arquivístico codificado em dígitos binários,


produzido, tramitado e armazenado por sistema computacional.

Documento digital não é virtual: está fixado em um suporte. E, segundo a Resolução nº 20 do


CONARQ, é indispensável submeter os documentos arquivísticos digitalizados ou natodigitais ao
plano de classificação ou à tabela de temporalidade. Observe:
Art. 5º, parágrafo único – A eliminação de documentos arquivísticos submetidos a processo de
digitalização só deverá ocorrer se estiver prevista na tabela de temporalidade do órgão ou
entidade, aprovada pela autoridade competente na sua esfera de atuação e respeitado o disposto no
art. 9º da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991.

Gabarito: ERRADO.

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#577164 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Municipal de Controle Interno (CGM João


Pessoa)/2018

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:
A digitalização ocorre com a finalidade de preservação de acervos e para a difusão documental, uma
vez que restringe o manuseio dos documentos originais.

Quando um documento é destinado à eliminação, conforme critérios dispostos na tabela de


temporalidade e destinação, não há mais necessidade de sua difusão e preservação, tampouco será
guardado o original, que será eliminado.

Assim, a assertiva está INCORRETA.

Gabarito: Errado.
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#596794 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (STM)/Administrativa/"Sem


Especialidade"/2018

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 10/07/2019
Classifique este comentário:

Segundo o Arquivo Nacional (2011, p. 29):

A tabela de temporalidade e destinação de documentos de arquivo é um instrumento de destinação,


aprovado por autoridade competente,que determina prazos e condições de guarda tendo em vista a
transferência, recolhimento ou eliminação de documentos.

Observe que a Tabela de Temporalidade e Destinação afeta as 3 idades documentais,


determinando o prazo e condição de guarda que permanecerá em cada idade, e as destinações
que receberão: 1) se serão transferidos do arquivo corrente para o intermediário; 2) se serão
recolhidos dos arquivos corrente ou intermediário para o arquivo permanente; 3) ou ainda se serão
eliminados diretamente após cumprirem seus objetivos no arquivo corrente ou no arquivo
intermediário.

Por fim, a elaboração e aplicação da tabela de temporalidade é uma função da Comissão


Permanente de Avaliação de Documentos.
Gabarito: Certo.
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#647866 CEBRASPE (CESPE) - Assistente Administrativo (EBSERH)/2018

Letícia Ahnert
Data do comentário: 22/12/2019
Classifique este comentário:

Item CERTO

Segundo FERREIRA (2015, p.18)


“Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTDD, ou Tabela de Temporalidade) é o
instrumento arquivístico que define todo o ciclo de vida dos documentos arquivísticos dentro de
instituições [...].”

“[...] a TTDD determina os prazos de guarda dos documentos em suas três etapas de ciclo vital,
segundo a Teoria das Três Idades: corrente, intermediária e permanente. ”
Segundo CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (2001, p.45)
“Para a elaboração da tabela de temporalidade há que se observar os princípios da teoria das três
idades, que define parâmetros gerais para arquivamento e destinação dos documentos de arquivo.

Portanto, a afirmação abordada no enunciado da questão está correta. Logo, questão correta.

Referências
FERREIRA, Ramon Maciel. Universidade Federal de Juiz de Fora: um estudo de caso sobre a
implantação de procedimentos arquivísticos para a otimização da gestão por PDCA. Dissertação
(mestrado) – Universidade Federal Fluminense, Programa de Pós-Graduação em Sistema de Gestão,
RJ, 2015. Disponível em :<https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/1915/1/Dis...> Acesso em: 12 dez.
2019.
Arquivo Nacional (Brasil). Conselho Nacional de Arquivos. Classificação, temporalidade e
destinação de documentos de arquivo; relativos às atividades-meio da administração pública/
Arquivo Nacional. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. Disponível em:
<http://www.siga.arquivonacional.gov.br/images/p...> Acesso em: 12 dez. 2019
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#667058 CEBRASPE (CESPE) - Assistente Portuário (EMAP)/Administrativa/2018

Letícia Ahnert
Data do comentário: 22/12/2019
Classifique este comentário:

Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (2001, p. 43)


“A tabela de temporalidade deverá contemplar as atividades-meio e atividades-fim de cada órgão
público. ”
Portanto, a tabela de temporalidade compreende tanto a atividade fim como a atividade meio. Logo,
questão incorreta.

Referência
Arquivo Nacional (Brasil). Conselho Nacional de Arquivos. Classificação, temporalidade e
destinação de documentos de arquivo relativos às atividades-meio da administração pública.
Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. Disponível em:
<http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/pub...> Acesso em: 12 dez. 2019.
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#667059 CEBRASPE (CESPE) - Assistente Portuário (EMAP)/Administrativa/2018


Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento


de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento, ao descarte
ou à eliminação de documentos.

Observe o exemplo de tabela de temporalidade abaixo:

GABARITO: CERTO.

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#460303 CEBRASPE (CESPE) - Técnico de Gestão Educacional (SEDF)/Apoio
Administrativo/2017

Adriel Sá
Data do comentário: 24/05/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Ora, se a tabela de temporalidade é o instrumento de destinação resultante da avaliação documental,


aprovado por autoridade competente, que determina prazos e condições de guarda com vistas
à transferência, ao recolhimento, ao descarte ou à eliminação de documentos, não há como a
atividade de digitalização ocorrer se não houver essa previsão na própria TTD.

Logo, os procedimentos arquivísticos devem ser sequenciados de maneira que a digitalização dos
documentos do arquivo intermediário seja realizada APLICANDO-SE a tabela de temporalidade.

GABARITO: ERRADO.

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#419729 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANVISA)/2016

Adriel Sá
Data do comentário: 23/05/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.


A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento
de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento, ao descarte
ou à eliminação de documentos.

Observe o exemplo de tabela de temporalidade abaixo:

Portanto, a destinação final se refere ou à guarda permanente ou à eliminação.

GABARITO: ERRADO.

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#419731 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANVISA)/2016


Adriel Sá
Data do comentário: 23/05/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento


de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento, ao descarte
ou à eliminação de documentos.

Observe o exemplo de tabela de temporalidade abaixo:

Portanto, a destinação final se refere ou à guarda permanente ou à eliminação.


GABARITO: ERRADO.

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#419731 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANVISA)/2016

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A destinação é a decisão, com base na avaliação, quanto ao encaminhamento de documentos


para guarda permanente, descarte ou eliminação.

Nesse sentido, a Tabela de Temporalidade é o instrumento fundamental da avaliação, pois ela


registra o ciclo de vida dos documentos. Nela devem constar os prazos de arquivamento dos
documentos no arquivo corrente, de sua transferência ao arquivo central ou intermediário, e de sua
destinação final, quando se determina sua eliminação ou recolhimento ao arquivo permanente.
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#166160 CEBRASPE (CESPE) - Agente Administrativo (SUFRAMA)/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está certo.


Sabemos que a avaliação consiste fundamentalmente em identificar valores e definir prazos de
guarda para os documentos de arquivo, independentemente de seu suporte. A avaliação deverá ser
realizada no momento da produção, paralelamente ao trabalho de classificação, para evitar a
acumulação desordenada.

Portanto, logo após o trâmite, qualquer documento deve seguir a destinação constante na Tabela de
Temporalidade, que poderá ser: eliminação, transferência ao arquivo intermediário ou
recolhimento ao arquivo permanente.
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#183959 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ICMBio)/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante da avaliação, que tem por


objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos, com vistas a garantir o acesso à
informação a quantos dela necessitem.

Sua estrutura básica deve contemplar os conjuntos documentais produzidos e recebidos por uma
instituição no exercício de suas atividades, os prazos de guarda nas fases corrente e intermediária, a
destinação final – eliminação ou guarda permanente – além de um campo para observação
necessárias à sua compreensão e aplicação.
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#185701 CEBRASPE (CESPE) - Agente Administrativo (PF)/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Tabela de Temporalidade é um instrumento técnico-arquivístico que tem por finalidade a


definição de prazos de guarda e de destinação final de documentos, para assegurar a localização e o
acesso às informações contidas em documentos produzidos e recebidos por cada órgão que compõe
a estrutura organizacional.

Note que a tabela de temporalidade define os prazos de guarda dos documentos nas fases corrente e
intermediária, além de definir a destinação final desses documentos.

Assim, considerando que a TT é um instrumento de destinação de arquivos correntes, de fato, a


existência desses arquivos pode (e não deve) ser constatada pela aplicação da tabela de
temporalidade de documentos.
Gabarito: CERTO.
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#229059 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANATEL)/Administrativo/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O ciclo de vida dos documentos é uma sucessão de fases por que passam os documentos (corrente,
intermediária, permanente), desde o momento em que são produzidos até sua destinação final
(eliminação ou guarda permanente).

Essa sucessão de fases e o tempo de permanência envolvido são estabelecidos pela Tabela de
Temporalidade, um instrumento aprovado pela autoridade competente que regula a destinação final
dos documentos (eliminação ou guarda permanente), baseado nos prazos para sua guarda temporária
(vigência), em função de seus valores legais, fiscais, administrativos etc, determinando prazos para
sua transferência, recolhimento e eliminação. Logo, o ciclo vital dos documentos corresponde a uma
sucessão de fases, cuja duração depende, basicamente, da vigência de prazos.

Gabarito: CERTO.
FECHAR

#229067 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANATEL)/Administrativo/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:
O item está CERTO.

Suporte refere-se ao material no qual são registradas as informações informações.

A avaliação dos documentos de arquivo, independentemente dos tipos de suportes (a tabela não
diferencia arquivos pelo suporte), é feita com base na Tabela de Temporalidade que, além dos
prazos de guarda nas idades corrente e intermediária, indica a eliminação ou guarda permanente dos
documentos, mediante o recolhimento.

Gabarito: CERTO.
FECHAR

#229070 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANATEL)/Administrativo/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Tabela de Temporalidade de Documentos é o instrumento resultante da avaliação documental,


aprovado por autoridade competente, que define prazos de guarda e a destinação de cada série
documental.

A efetiva implementação de tal instrumento objetiva a simplificação e racionalização dos


procedimentos de gestão dos documentos e das informações, ou seja, permitirá uma considerável
redução da massa documental acumulada, eliminando enormes volumes de documentos rotineiros e
desprovidos de valor que justifique a sua guarda, com consequente otimização do espaço físico e
racionalização de custos, e sobretudo garantirá a preservação dos documentos de guarda
permanente, de relevante valor informativo e probatório.

Gabarito: CERTO.
FECHAR
#229071 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANATEL)/Administrativo/2014

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A Tabela de Temporalidade de Documentos (TTD) é o instrumento de destinação, aprovado por


autoridade competente, que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao
recolhimento, ao descarte ou à eliminação de documentos. Já o plano de destinação é o esquema no
qual se fixa a destinação dos documentos.

Em síntese, o plano de destinação pode oferecer maiores detalhes sobre a destinação dos
documentos prevista na TTD; assim, aquele não é decorrência obrigatória da TTD.

Gabarito: ERRADO.
FECHAR

#229073 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANATEL)/Administrativo/2014

Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
Classifique este comentário:

a) avaliação.
Correta.
"A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante de avaliação, que tem por
objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos, com vista a garantir o acesso à
informação a quantos dela necessitem (Arquivo Nacional, 2001)."
b) codificação.
Errado. E a classificação que identifica e codifica o assunto.

c) classificação.
Errado. Classificação: Considerada como sendo uma atividade intelectual voltada para o
agrupamento dos documentos a partir das funções e atividades geradoras desses documentos.

d) descrição.
Errado. A descrição para Lopes (2000), é proveniente do processo de classificação e de avaliação.
Representa as informações que identificam o acervo arquivístico e explicam o seu contexto.

e) indexação
Errado. A indexação é instrumento de pesquisa utilizado para descrever um arquivo, ou parte dele,
orientando a consulta.
FECHAR

#96051 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (TRE MS)/Administrativa/"Sem


Especialidade"/2013

Felipe Petrachini
Data do comentário: 03/06/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. Acredito que não haja maneira melhor de visualizar a resposta do que ter uma
tabela de temporalidade hipotética na cabeça. A que segue foi tomada emprestada de Elvis Correia
(com adaptações):

Prazos de Guarda Destinação


Código Assunto Observações
Corrente IntermediáriaFinal

Projetos de Guarda
002. 5 anos 10 anos -
Trabalho Permanente
Legislação de Enquanto Guarda
020.1 - -
Pessoal vigorar Permanente
Guarda
020.2 Sindicatos 5 anos 5 anos -
Permanente
Cursos Guarda
022.1 5 anos - -
Internos Permanente
023.1 Admissão 5 anos 45 anos Eliminação -

Folha de
024.1 5 anos 95 anos Eliminação Microfilmar
Pagamento
Escala de
024.2 7 anos - Eliminação -
Férias

026.1 Aposentadoria5 anos 95 anos Eliminação Microfilmar

Folha de
027.1 5 anos 47 anos Eliminação Microfilmar
Ponto

Olha que legal: a tabela de temporalidade fixa os prazos de guarda nas idades corrente e
intermediária (enunciado ok!) e ainda nos diz o que fazer no tocante a destinação final do
documento (que tanto no enunciado quanto na tabela, resumem-se a "Guarda Permanente" ou
"Eliminação"..
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#102421 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (CNJ)/Administrativa/2013

Adriel Sá
Data do comentário: 05/03/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Tabela de Temporalidade é o instrumento fundamental da avaliação, pois ela registra o ciclo de


vida dos documentos. Nela devem constar os prazos de arquivamento dos documentos no arquivo
corrente, de sua transferência ao arquivo central ou intermediário, e de sua destinação final, quando
se determina sua eliminação ou recolhimento ao arquivo permanente.

Observe o exemplo de Tabela de Temporalidade abaixo:

Prazos de Guarda
Código Assunto Destinação final
Corrente Intermediária
001 A 5 anos 9 anos Guarda Permanente
002 B 5 anos - Guarda Permanente
003 C 5 anos 95 anos Eliminação
004 D 7 anos - Eliminação

Para os casos de transferência e recolhimento, podemos ter 4 situações distintas:

001 - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será transferido para o arquivo
intermediário, onde cumprirá seu prazo de guarda; cessada essa fase, ele será recolhido ao Arquivo
Permanente. Assim, temos: CORRENTE - INTERMEDIÁRIO - PERMANENTE.

002 - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será recolhido diretamente ao Arquivo
Permanente. Assim, temos: CORRENTE - PERMANENTE.

003 - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será transferido para o arquivo
intermediário, onde cumprirá seu prazo de guarda; cessada essa fase, ele terá como destinação final
a eliminação. Assim, temos: CORRENTE - INTERMEDIÁRIO - ELIMINAÇÃO.

004 - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, ele terá como destinação final a
eliminação. Assim, temos: CORRENTE - ELIMINAÇÃO.

Gabarito: CERTO.
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#142784 CEBRASPE (CESPE) - Técnico do Banco Central do Brasil/Área 1 - Suporte


Técnico-Administrativo/2013

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A digitalização é uma técnica de alteração do suporte, e não de destinação final. Já a microfilmagem


pode ser relacionada na tabela de temporalidade, mas não como destinação final, e sim como uma
observação. Repisa-se: a destinação final será OU eliminação OU guarda permanente.
A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento
de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento,
ao descarte ou à eliminaçãode documentos.

Prazos de Guarda
Destinação
Código Assunto Observações
Corrente Intermediária Final

Projetos de Guarda
002. 5 anos 10 anos -
Trabalho Permanente
Legislação de Enquanto Guarda
020.1 - -
Pessoal vigorar Permanente
Guarda
020.2 Sindicatos 5 anos 5 anos -
Permanente
Guarda
022.1 Cursos Internos 5 anos - -
Permanente

023.1 Admissão 5 anos 45 anos Eliminação -

Folha de
024.1 5 anos 95 anos Eliminação Microfilmar
Pagamento

024.2 Escala de Férias 7 anos - Eliminação -

026.1 Aposentadoria 5 anos 95 anos Eliminação Microfilmar

027.1 Folha de Ponto 5 anos 47 anos Eliminação Microfilmar

GABARITO: ERRADO.

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#162190 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (STF)/Administrativa/"Sem


Especialidade"/2013

Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Tabela de Temporariedade dos Documentos é um instrumento onde determina-se prazos e


condições de guarda dos documentos. Será um processo vinculado à lesgilação, já que deve cumprir
os prazos legais de armazenamento de alguns documentos, estando também ligado à
discricionariedade da organização quando cumpre os prazos estabelecidos pela própria organização.
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#80052 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (TRE RJ)/Administrativa/2012

Patrícia Stival
Data do comentário: 19/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

De acordo como CONARQ, a tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante de


avaliação, que tem por objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos.
Contempla em sua estrutura básica os conjuntos documentais produzidos e recebidos por uma
instituição no exercício de suas atividades, os prazos de guarda nas fases corrente
e intermediária, a destinação final, eliminação ou guarda permanente.

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#91834 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (ANATEL)/2012

Adriel Sá
Data do comentário: 10/05/2013
Classifique este comentário:
Item certo.

Segundo definição do CONARQ, a Tabela de Temporalidade de Documentos (TTD) é


um instrumento de gestão arquivística resultante do processo de avaliação documental, que
tem por objetivo estabelecer prazos de guarda e destinação de documentos, com vistas a
garantir o acesso à informação a quantos dela necessitem.

Os prazos de guarda e a destinação documentos da Tabela de Temporalidade se referem aos


assuntos contemplados no Código de Classificação.
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#94059 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Administrativo (IBAMA)/2012

Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento


de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento,
ao descarte ou à eliminação de documentos.
Não confundir a tabela de temporalidade com o plano de destinação, que é um esquema no qual se
fixa a destinação dos documentos. Em síntese, o plano de destinação pode oferecer maiores
detalhes sobre a destinação dos documentos prevista na TTD; no entanto, a aplicação da tabela de
temporalidade não gera, necessariamente, um plano de destinação.
Perceba que a tabela de temporalidade é o instrumento fundamental da avaliação, pois ela registra
o ciclo de vida dos documentos (ou Teoria das Três Idades).

GABARITO: CERTO.

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#65400 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (TRE ES)/Administrativa/"Sem
Especialidade"/2011

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento


de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento, ao descarte
ou à eliminação de documentos.

Perceba, portanto, que se os documentos já estão definitivamente no arquivo permanente, não há


motivo para aplicação da TTD!

GABARITO: ERRADO.

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#476698 CEBRASPE (CESPE) - Técnico Judiciário (STM)/Administrativa/"Sem


Especialidade"/2011

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Questão puramente conceitual. O enunciado define a Tabela de Temporalidade, na qual teremos as


informações gerais sobre como tratar cada um dos documentos do nosso arquivo, incluindo os
prazos de guarda e a destinação final dos documentos, conforme consta no enunciado.

O código de classificação de documentos, conforme definido pelo Arquivo Nacional, é "um


instrumento de trabalho utilizado para classificar todo e qualquer documento produzido ou recebido
por um órgão no exercício de suas funções e atividades" Observe que, pela própria definição, o
objetivo do código de classificação de documentos é classificar os documentos produzidos ou
recebidos pela instituição, e não fixar prazos ou procedimentos para sua guarda ou destruição.

Porém, é a partir do código de classificação (que permite a correta identificação da infinidade de


documentos que passam pela instituição) que conseguiremos utilizar adequadamente a tabela de
temporalidade.
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#18380 CEBRASPE (CESPE) - Agente Técnico de Inteligência/Administração/2010

ITEM CERTO. A avaliação de documentos é a atividade mais complexa da Gestão de


Documentos e está na fase de destinação. Deve ser realizada por uma equipe multidisciplinar, que
analisa os documentos segundo alguns critérios para estabelecer valores aos mesmos.

Do seu trabalho, isto é, da analise dos documentos surge a Tabela de Temporalidade, ferramenta
que orienta os prazos de guarda dos documentos nas fases do arquivo, além de sua destinação final,
que pode ser eliminação ou guarda permanente.
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#697
O item está CERTO.

A questão se baseia na Resolução n. 14/2001 do CONARQ, que dispõe sobre o Código de


Classificação de Documentos de Arquivo para a Administração Pública: Atividades-Meio, a ser
adotado como modelo para os arquivos correntes dos órgãos e entidades integrantes do Sistema
Nacional de Arquivos (SINAR), e os prazos de guarda e a destinação de documentos estabelecidos
na Tabela Básica de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos as
Atividades-Meio da Administração Pública.

Segundo o documento, em sua pag. 43, a tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico


resultante de avaliação, que tem por objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos,
com vista a garantir o acesso à informação a quantos dela necessitem. Sua estrutura básica deve
necessariamente contemplar os conjuntos documentais produzidos e recebidos por uma instituição
no exercício de suas atividades, os prazos de guarda nas fases corrente e intermediária, a destinação
final - eliminação ou guarda permanente -, além de um campo para observações necessárias à sua
compreensão e aplicação.
GABARITO: CERTO.

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#7593 CE

Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos (TTD) é o instrumento


de destinação resultante da avaliação documental, aprovado por autoridade competente,
que determina prazos e condições de guarda com vistas à transferência, ao recolhimento,
ao descarte ou à eliminação de documentos.

Observe o exemplo de tabela de temporalidade abaixo:

E aí? Conseguiu perceber, em especial pela coluna "Prazos de Guarda", que a tabela de
temporalidade é um instrumento aplicado em todas as fases do ciclo vital dos documentos?

Gabarito: ERRADO.

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#471533
Jhony Kossoski
Data do comentário: 03/10/2019
Classifique este comentário:

A tabela de temporalidade visa atribuir prazo de guarda para os documentos de terceira idade.
ITEM ERRADO.

A TABELA DE TEMPORALIDADE é um instrumento criado para atribuir os prazos de guarda


dos documentos de PRIMEIRA E SEGUNDA IDADE (fase corrente e intermediária).

Essa tabela também determina quais documentos devem ser recolhidos ao arquivo de TERCEIRA
IDADE (fase permanente). Porém, ela não atribui prazos de guarda para esses documentos
(devem ser preservados permanentemente).

Vale lembrar que os arquivos permanentes são considerados inalienáveis e imprescritíveis.

Para complementar, vejamos a definição da TABELA DE TEMPORALIDADE segundo Paes


(2007):

"Instrumento de destinação, aprovado pela autoridade competente, que determina os prazos em que
os documentos devem ser mantidos nos arquivos correntes e intermediários, ou recolhidos aos
arquivos permanentes, estabelecendo critérios para microfilmagem e eliminação."

Gabarito: ERRADO.

Fonte:

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

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#476208

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

A tabela de temporalidade é um instrumento de destinação, aprovado por autoridade


competente, que determina prazos e condições de guarda tendo em vista a transferência,
recolhimento, descarte ou eliminação de documentos1.

1ArquivoNacional (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.
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#106795

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

A tabela de temporalidade é um instrumento de destinação, aprovado por autoridade competente,


que determina prazos e condições de guardatendo em vista a transferência, recolhimento,
descarte ou eliminação de documentos.

Observe um exemplo simples de TTD:


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#106796

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

A tabela de temporalidade é um instrumento de destinação, aprovado por autoridade competente,


que determina prazos e condições de guarda tendo em vista a transferência (fase intermediária),
recolhimento, descarte ou eliminação de documentos.

Observe:

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#106797

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Os prazos de guarda referem-se às fases corrente e intermediária. Não há prazo para


destinação final, que se resume na eliminação ou guarda permanente.

Observe:

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#106798

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:
Item errado.

A tabela de temporalidade é um instrumento adotado nos arquivos das instituições públicas e


privadas. As finalidades dessa tabela incluem indicar a data provável para a eliminação dos
documentos.

As tabelas de temporalidade indicam, com exatidão, os prazos que anteciparão a destinação


final (eliminação ou guarda permanente). Ainda, uma TTD indica prazo certo, e não data certa ou
provável.

Observe:

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#106799

Jhony Kossoski
Data do comentário: 29/10/2019
Classifique este comentário:

Gabarito: CERTO.
Essa é a da Teoria das Três Idades, também conhecida como Ciclo Vital dos Documentos.

Abrange três estágios (de acordo com a frequência de uso dos documentos): corrente, intermediário
e permanente.
Esse assunto é bastante cobrado em provas!

Segundo Marilena Leite Paes (2007):


1. Arquivo de primeira idade ou corrente: constituído de documentos em curso ou consultados
frequentemente, conservados nos escritórios ou nas repartições que os receberam e os produziram
ou em dependências próxima de fácil acesso.
2. Arquivo de segunda idade ou intermediário: constituído de documentos que deixaram de ser
frequentemente consultados, mas cujos órgãos que os receberam e os produziram podem ainda
solicitá-los, para tratar de assuntos idênticos ou retomar um problema novamente focalizado. (...) A
permanência dos documentos nesses arquivos é transitória.
3. Arquivo de terceira idade ou permanente: constituído de documentos que perderam todo valor
de natureza administrativa, que se conservam em razão do seu valor histórico ou documental e que
constituem os meios de conhecer o passado e sua evolução.

Fonte:

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

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#874961

Jhony Kossoski
Data do comentário: 24/07/2019
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO.
As atividades de protocolo são realizadas no arquivo corrente. Nessa fase, os documentos possuem
alta rotatividade e demandam maior controle pela entidade para evitar que se percam.
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#874965

Jhony Kossoski
Data do comentário: 11/09/2019
Classifique este comentário:

a) permanente. (ERRADA)
A Tabela de Temporalidade não inicia sua aplicação na fase permanente, visto que essa é a última
fase do ciclo de vida dos documentos. Documentos nessa fase devem ser permanentemente
preservados, devido ao seu valor histórico, probatório, científico, legal, informativo, etc.

b) inativo. (ERRADA)

Arquivo inativo é sinônimo de arquivo/fase permanente, explicado no comentário da


alternativa a).

c) intermediário. (ERRADA)

Essa é a fase intermediária do ciclo de vida dos documentos, onde os documentos aguardam
prazos prescricionais e precaucionais definidos na Tabela de Temporalidade, sem ainda possuir
destinação final (seja para guarda permanente, seja para eliminação).

A Tabela de Temporalidade inicia-se na primeira fase, ou seja, na corrente.

d) semiativo. (ERRADA)

Arquivo semiativo é sinônimo de arquivo/fase intermediária (explicação no comentário da


alternativa c)).

e) corrente. (CORRETA)

Para responder a questão é importante entender o conceito de TABELA DE TEMPORALIDADE.


Vejamos o conceito citado por Marilena Leite Paes (2007):
Instrumento de destinação, aprovado pela autoridade competente, que determina os prazos em que
os documentos devem ser mantidos nos arquivos correntes e intermediários, ou recolhidos aos
arquivos permanentes, estabelecendo critérios para microfilmagem e eliminação.

A partir desse conceitos, podemos entender que a TABELA DE TEMPORALIDADE é aplicada


em todas as fases arquivísticas (corrente, intermediária e permanente).

Os documentos localizados na fase corrente (que são de uso frequente), após esgotada a sua função
e utilidade, passarão para a fase intermediária. O que determina o prazo de utilização e guarda na
fase corrente e intermediária é a Tabela de Temporalidade.

Além disso, essa Tabela também determina os prazos prescricionais e precaucionais dos
documentos localizados na fase intermediária e sua destinação para a fase permanente ou para a
eliminação.

Ao passar um documento de uma fase para a outra, é importante que já estejam estabelecidos os
prazos de guarda e destinação na Tabela de Temporalidade.

Conforme observado acima, a fase arquivística inicial é a do arquivo CORRENTE.

A saber: arquivo/fase corrente também pode ser chamada de arquivo ativo.

Gabarito: Letra E.

Fontes:

ARQUIVO NACIONAL. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

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#973445

Adriel Sá
Data do comentário: 22/02/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Os arquivos correntes, por serem formados pelos documentos com grande possibilidade de uso,
devem ficar próximos dos usuários diretos.

Pelo princípio do CICLO DAS TRÊS IDADES toda a organização, no desempenho de suas
atividades, cria inúmeros documentos de tipos e conteúdos variados. O ciclo de vida de um
documento é dividido em três fases: corrente, intermediária e permanente. Essas distinções ocorrem
muito em função da frequência de uso e da utilidade do documento para o desempenho das
atividades da organização.

ARQUIVOS CORRENTES, DE GESTÃO OU ATIVOS (1ª IDADE) - São os conjuntos de


documentos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas e
da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de
uso ou pela tramitação ainda não encerrada, ainda que sem movimentação. A principal característica
é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula.

ARQUIVOS INTERMEDIÁRIOS, CENTRAIS, SEMIATIVOS ou PRÉ-ARQUIVOS (2ª


IDADE) - A segunda idade é composta de documentos que são conservados por razões de ordem
administrativa, legal ou financeira, mas que têm uso menos frequente que os da primeira idade. São
documentos que aguardam a sua eliminação ou o recolhimento para a guarda permanente (plano de
destinação). Permanecem na propriedade exclusiva da unidade produtora/acumuladora. A principal
finalidade é a redução de custos (economia de espaço, pessoal, equipamentos e tempo), já que esses
arquivos asseguram a simplicidade e facilidade na guarda e conservação dos documentos. É o
arquivo que possui documentos que deixaram de ser frequentemente consultados.

ARQUIVOS PERMANENTES ou HISTÓRICOS (3ª IDADE) - A última idade é formada pelos


documentos que não têm valor previsível no plano administrativo, legal ou financeiro. Quando
destituídos desses valores, os documentos são eliminados ou conservados, segundo tenham ou não
valor histórico, ou seja, são definitivamente preservados.
Gabarito: CERTO.

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#577157

Adriel Sá
Data do comentário: 22/02/2018
Classifique este comentário:

De acordo com Marilena Leite Paes, a descentralização se aplica apenas à fase corrente dos
arquivos. Em suas fases intermediária e permanente, os arquivos devem ser sempre centralizados,
embora possam existir depósitos de documentos fisicamente separados.

Os arquivos intermediários não são de uso constante, por isso não há necessidade de que estes
arquivos estejam próximos à instituição.

Logo, o arquivo corrente é que, por sua natureza, deve ser descentralizado e ficar localizado
próximo do usuário direto.

Gabarito: ERRADO.

Fonte: PAES, M. L. Arquivo; teoria e prática. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas,
2004.

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#577158

Adriel Sá
Data do comentário: 22/02/2018
Classifique este comentário:
O item está ERRADO.

O arquivo corrente e o arquivo intermediário é que são constituídos por documentos com valor
primário (valores administrativos, legais ou fiscais). O valor secundário refere-se ao uso para outros
fins que não aqueles para os quais foram criados (probatório ou informativo), ou seja, refere-se aos
arquivos permanentes!

Gabarito: ERRADO.

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#577160

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 29/06/2019
Classifique este comentário:

A Teoria das Três Idades representa a sucessão de fases dos documentos desde o momento em que
são produzidos até sua destinação final.

O artigo 8º da lei 8.159/1991 dispõe sobre as três idades documentais - corrente, intermediária e
permanente:

“Art. 8º - Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.

§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,


constituam objeto de consultas freqüentes.

§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e
informativo que devem ser definitivamente preservados.”

Por serem objetos de consultas frequentes, por serem necessários no dia a dia da
instituição, os arquivos correntes possuem localização física mais próxima do acumulador, ou
seja, são conservados nos escritórios ou repartições que os receberam ou produziram, ou em
locais mais próximos, para facilitar a consulta.

Gabarito: Certo.
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#596786

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 29/06/2019
Classifique este comentário:

A Teoria das Três Idades representa a sucessão de fases dos documentos desde o momento em que
são produzidos até sua destinação final.

O artigo 8º da lei 8.159/1991 dispõe sobre as três idades documentais - corrente, intermediária e
permanente:

“Art. 8º - Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.

§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,


constituam objeto de consultas freqüentes.

§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e
informativo que devem ser definitivamente preservados.”

Por serem objetos de consultas frequentes, por serem necessários no dia a dia da
instituição, os arquivos correntes possuem localização física mais próxima do acumulador, ou
seja, são conservados nos escritórios ou repartições que os receberam ou produziram, ou em
locais mais próximos, para facilitar a consulta.

Gabarito: Certo.
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#596786

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 29/06/2019
Classifique este comentário:

São termos, setores e atividades diferentes, embora devam funcionar de maneira integrada.

Gabarito: Errado.

Arquivos correntes (ou arquivos de 1ª idade) guardam documentos de valor primário que são
consultados frequentemente, por possuírem valor jurídico e administrativo.

O Protocolo é um setor do Arquivo Corrente, e possui as seguintes atividades: recebimento,


registro, autuação, classificação, expedição, distribuição e controle da tramitação e movimentação.

Ainda, o protocolo e a expedição são dois dos setores do arquivo corrente: Protocolo, expedição,
arquivamento, empréstimo/consulta e destinação.

Por fim, observe que a expedição figura tanto como um setor do arquivo corrente, como uma
atividade do protocolo.
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#647863

Diego Ximenes
Data do comentário: 11/02/2020
Classifique este comentário:

ITEM CERTO (gabarito da banca). De acordo com sua própria natureza, a Gestão de documentos
somente pode ser aplicada nas fases corrente e intermediária do arquivo, pois segundo a Lei nº
8.159/91:

“gestão de documentos é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes a produção,


tramitação, uso, avaliação e arquivamento de documentos nas fases corrente e intermediária,
visando sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.”
A função da gestão de documentos é controlar os documentos com valor primário, ou seja, que
ainda tem valor administrativo para a instituição, enquanto documentos da fase
permanente possuem somente valor histórico, ou seja, não necessitam desse controle

Portanto, meu entendimento é o de que a resposta deveria ser “Errado”. Inclusive, este foi o
gabarito preliminar que foi alterado, equivocadamente, pelo CEBRASPE na análise dos recursos.
Vejam a justificativa:

A afirmação feita no item está de acordo com as definições mais recentes de gestão de documentos.
Primeiro que a banca não cita uma definição sequer que exemplifica o afirmado na justificativa.
Segundo, que essa justificativa contraria a própria banca em questões anteriores e posteriores a esta
concurso.

STM 2018 - https://www.tecconcursos.com.br/questoes/596795


TJ AM 2019 - https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1040748
MDIC 2014 - https://www.tecconcursos.com.br/questoes/178463
FUB 2015 - https://www.tecconcursos.com.br/questoes/289026
SEDF 2017 - https://www.tecconcursos.com.br/questoes/464163
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#694542

Adriel Sá
Data do comentário: 05/06/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Os documentos de arquivo que apresentam valor primário são os da fases corrente e intermediária.

O item está ERRADO, pois, nem todo documento que tenha esgotado seu valor primário pode ser
eliminado. Após passarem pelos arquivos correntes (fase obrigatória a todo documento), os
documentos de arquivo podem ter quatro destinações ou situações distintas:

1º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será TRANSFERIDO para o arquivo
intermediário, onde cumprirá seu prazo de guarda; cessada essa fase, ele será RECOLHIDO ao
arquivo permanente. Assim, temos:
2º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será RECOLHIDO diretamente ao
Arquivo Permanente. Assim, temos:

3º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será TRANSFERIDO para o arquivo
intermediário, onde cumprirá seu prazo de guarda; cessada essa fase, ele terá como destinação final
a eliminação. Assim, temos:

4º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, ele terá como destinação final a
eliminação. Assim, temos:
GABARITO: ERRADO.

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#460301

Adriel Sá
Data do comentário: 17/11/2016
Classifique este comentário:

A resposta é a letra C.

Os ARQUIVOS CORRENTES, DE GESTÃO OU ATIVOS (1ª IDADE) são os conjuntos de


documentos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas e
da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de
uso ou pela tramitação ainda não encerrada, ainda que sem movimentação. A principal
característica é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula.

Assim, analisando as alternativas incorretas, temos:

a) A eliminação de arquivos correntes, quando ocorrer de forma direta, pode variar, segundo a
avaliação documental.
b) Os arquivos correntes possuem natureza administrativa, e não interesse para a pesquisa científica.
d) Os arquivos correntes e intermediários possuem valor primário. O valor secundário relaciona-se
aos arquivos permanentes.
e) A classificação mais comum (regra) para os arquivos correntes é a de ostensivos, e não como
sigilosos (exceção).

GABARITO: C.

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#383163

Adriel Sá
Data do comentário: 24/05/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O arquivo do setor de trabalho, citado no item, é o arquivo corrente, como por exemplo, o arquivo
do Departamento de Pessoal, do Setor Financeiro, do Setor de Recursos Humanos, etc.

ARQUIVOS CORRENTES, DE GESTÃO OU ATIVOS (1ª IDADE) são os conjuntos de


documentos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas
e da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de
uso ou pela tramitação ainda não encerrada, ainda que sem movimentação. A principal característica
é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula.

GABARITO: CERTO.

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#419728

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:
O item está ERRADO.

Todos os documentos são produzidos na fase corrente. Assim, a produção de qualquer documento
se dá nessa fase.

Ainda, destaca-se que os documentos de arquivo são produzidos e conservados com fins funcionais
da organização (valores informativos, probatórios e culturais - históricos), geralmente em um
único exemplar ou em limitado número de cópias. Daí o erro do item.

Portanto:

Os documentos de arquivo são produzidos, originariamente, nos arquivos correntes, em múltiplos


exemplares.
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#183376

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
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O item está CERTO.

Os documentos correntes não são, necessariamente, utilizados todos os dias. Há uma confusão entre
frequência e potencialidade de uso.

Os documentos correntes têm uma possibilidade de uso grande, por isso da necessidade de mantê-
los próximos dos usuários diretos. São poucos os documentos utilizados diariamente, mas são
muitos aqueles que podem ser utilizados a qualquer momento de acordo com as atividades
cotidianas de um setor de trabalho.
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#183384

Adriel Sá
Data do comentário: 14/12/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Vamos entender, primeiramente, o que a questão quer dizer com "valor primário maior"?

O valor primário refere-se ao uso administrativo para o órgão, razão primeira da criação do
documento, o que pressupõe o estabelecimento de prazos de guarda ou retenção anteriores à
eliminação ou ao recolhimento para guarda permanente. Logo, o valor primário está presente nos
documentos de arquivo das fases corrente e intermediária, ok?

Prosseguindo, vamos perceber, então, que os arquivos na fase corrente possuem um valor primário
maior, enquanto que os arquivos da fase intermediária possuem um valor primário menor, ou seja,
decrescente em relação à fase corrente.

O item afirma que a acumulação de massas documentais resulta da ausência de tratamento adequado
durante o período em que o valor primário dos documentos é maior, ou seja, a acumulação
desordenada dos documentos na fase corrente. De fato, por ser fase obrigatória de todo documento
de arquivo, a fase corrente, onde o documento é produzido, possuindo valor primário mais elevado,
é a principal etapa de análise documental no tocante à acumulação ordenada ou desordenada.

Assim, a atividade de avaliação deverá ser realizada no momento da produção (fase corrente -
valor primário maior), paralelamente ao trabalho de classificação, para evitar essa acumulação
desordenada.

GABARITO: CERTO.

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#194733

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está errado.

Os documentos correntes têm uma possibilidade de uso grande, por isso da necessidade de mantê-
los próximos dos usuários diretos.

São poucos os documentos utilizados diariamente, mas são muitos aqueles que podem ser utilizados
a qualquer momento de acordo com as atividades cotidianas de um setor de trabalho.
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#194734

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.


Os arquivos setoriais possuem a função de arquivos permanentes (CORRENTES ou
INTERMEDIÁRIOS) nas organizações públicas.
A Teoria das Três Idades divide o ciclo de vida dos documentos produzidos ou recebidos por uma
pessoa física ou jurídica em três fases: corrente, intermediária e permanente. Estas fases são
caracterizadas pela freqüência e tipo de utilização que lhes são dados aos documentos. Trata-se das
três idades documentais.

Os arquivos correntes são os conjuntos montados nos setores de trabalho, em decorrência das
funções e atividades exercidas e da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e
técnicas.
A segunda idade (arquivos intermediários) é composta de documentos que são conservados por
razões de ordem administrativa, legal ou financeira, mas que têm um uso menos frequente que os da
primeira idade. A regra é que, assim como os arquivos correntes, também estejam localizados nas
estações de trabalho.

A última idade (arquivos permanentes) é formada pelos que não têm valor previsível no plano
administrativo, legal ou financeiro. Esses documentos são eliminados ou conservados segundo
tenham ou não valor histórico, permanente. Geralmente são recolhidos ao arquivo central da
organização.

Gabarito: ERRADO.
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#229060

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Vejamos a definição de arquivos correntes, antes de começarmos:

Arquivos Correntes (Primeira Idade): Estes arquivos são constituídos de documentos


frequentemente consultados pela instituição. Uma vez que são necessários constantemente, seus
documentos devem ser armazenados próximos aos escritórios e repartições que a eles recorrem.
Sua principal característica deve ser o fácil acesso.

Pois bem, este é o básico. Agora vamos refletir sobre o significado da definição. Os documentos do
arquivo corrente são frequentemente consultados pela instituição. E o são porque possuem valor
primário (administrativo, fiscal ou legal). Em outras palavras, são utilizados pela instituição para
consecução de seus fins. E já que são utilizados para "trabalho", quem os consulta precisa de uma
razão funcional para fazê-lo. Só se consulta um processo do arquivo corrente porque nós, os
usuários, estamos trabalhando em atividades que demandam as informações ali contidas. De outro
modo, não há porque consultá-los.

Mesmo que todo cidadão tenha direito às informações constantes em repartições públicas, quando
estas não tiverem caráter sigiloso, não é qualquer pesssoa que está autorizada a adentrar o balcão do
servidor e pegar o processo da prateleira. Só os funcionários da instituição podem fazer isso, ainda
que estejam obrigados a exibir os documentos ali constantes a qualquer um que os solicite.
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#18385

Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
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ITEM ERRADO. Os arquivos correntes são compostos por documentos que são frequentemente
consultados e utilizados, devido à sua alta importância administrativa. Nesta fase, eles são
ferramentas essenciais e indispensáveis à Gestão e à Tomada de Decisão.

E justamente por isso devem permanecer muito próximos de seus produtores, uma vez que a
disponibilidade da informação, sua segurança e a velocidade com que ela pode ser acessada e
recuperada também são fatores estratégicos para qualquer decisão a ser tomada.
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#69718

Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

No arquivo corrente ou 1ª idade, ou ainda, ativo, os documentos estão estreitamente vinculados aos
fins imediatos (administrativo, fiscal, legal) que determinaram sua produção ou recebimento no
cumprimento de atividades e se encontram junto aos órgãos produtores/acumuladores em razão
de sua vigência e da freqüência com que são consultados por eles. Impende destacar, então,
que documentos em uso ou em tramitação classificam-se como integrantes do arquivo corrente
(1ª idade ou ativo).
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#63905

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Questão que trabalha com conceitos básicos da disciplina da arquivologia. Vamos ver os conceitos
necessários:

Arquivo é o conjunto de documentos criados ou recebidos por uma instituição, no decorrer de


suas atividades, preservados para garantir a consecução de seus objetivos

Arquivos Correntes (Primeira Idade): Estes arquivos são constituídos de documentos


frequentemente consultados pela instituição. Uma vez que são necessários constantemente, seus
documentos devem ser armazenados próximos aos escritórios e repartições que a eles recorrem.
Sua principal característica deve ser o fácil acesso

Agora, exercitemos o raciocínio. Os documentos descritos no enunciado acabaram de ingressar na


instituição (mesmo que em condições precárias de organização :P). Desta forma, estão fresquinhos,
prontos para ser trabalhados. Eles, necessariamente, de compor o arquivo corrente da unidade.

Como sei disso: se tais documentos não tivessem qualquer valor primário (administrativo),
simplesmente não seriam encaminhados ao setor destinatário, ou nem mesmo recebidos pelo
protocolo do órgão. Se o foram, é porque possuem valor administrativo. Pois bem, se possuem valor
administrativo, e acabaram de chegar, é óbvio que ainda não tiverem seu valor administrativo
exaurido, porque, simplesmente, ninguém teve tempo de lê-los ainda (acabaram de chegar :P).
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#90914

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.


Muita gente chorou e esperneou nesta questão, mas a CESPE é irredutível em sua predileção
doutrinária :P.

O sistema centralizdo de arquivos correntes não envolve apenas juntar toda a documentação em um
único local, mas fazer com que todas as atividades de controle (recebimento, registro, distribuição,
movimentação e expedição) dos documentos de uso corrente passe por um único órgão. Pense em
uma repartição pública localizada em um prédio de 40 andares, com um setor por andar. Caso
desejemos protocolizar um documento perante um desses setores, se a dita repartição adotar um
sistema centralizado, haverá um único setor responsável por receber toda e qualquer documentação
endereçada a qualquer um dos setores, e este nosso "protocolo" é que efetuará todos os
procedimentos de recepção e encaminhamento da documentação.

Um sistema descentralizado, por sua vez, pode referir-se tanto às atividades de controle dos
documentos, como aos próprios arquivos. Marilena cita dois critérios de descentralização de
arquivos correntes:

- centralização das atividades de controle (protocolo) e descentralização dos arquivos: o órgão de


recepção de documentos será um só, mas os arquivos correntes serão mantidos, cada qual, pelo setor
responsável por estes.

- descentralização das atividades de controle (protocolo) e dos arquivos: neste caso, teremos vários
órgãos responsáveis pela recepção dos documentos, além de os próprios arquivos não se
encontrarem "unificados".
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#90916

Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,


constituam objeto de consultas frequentes. Perceba que não se trata de uso, mas de potencial de uso.
Assim, potencial de uso frequente, arquivo corrente.

De fato, a documentação mantida no setor de trabalho, próxima de quem trata dos assuntos
relacionados a esses documentos, aguardam a transferência ao arquivo intermediário, o
recolhimento ao arquivo permanente ou a eliminação.
TRANSFERÊNCIA: é a passagem de um documento do arquivo corrente para o arquivo
intermediário.

RECOLHIMENTO: delimita a passagem de um arquivo corrente ou intermediário para o arquivo


permanente.

ELIMINAÇÃO: é a destruição do documento.

GABARITO: CERTO.

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#7588

Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,


constituam objeto de consultas frequentes. Perceba que não se trata de uso, mas de potencial de uso.

Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos órgãos
produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou recolhimento para
guarda permanente. Os documentos não são utilizados com frequência.

Logo, o diferencial entre arquivo corrente e intermediário é o seguinte:


 potencial de uso frequente, arquivo corrente.
 uso apenas quando necessário, arquivo intermediário.

GABARITO: ERRADO.

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#288693

Adriel Sá
Data do comentário: 18/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,


constituam objeto de consultas frequentes. Essas consultas é que possibilitam o ponto de partida
para o processo decisório.

Os documentos do arquivo corrente formam os conjuntos de documentos montados nos setores de


trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas e da necessidade de mantê-los no local
por razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de uso ou pela tramitação ainda não
encerrada, ainda que sem movimentação. A principal característica é a de serem essenciais ao
funcionamento cotidiano de quem os acumula.

GABARITO: CERTO.

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#288695

Adriel Sá
Data do comentário: 18/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Segundo Paes (1997), embora as atividades de protocolo, expedição e arquivo corrente sejam
distintas, o ideal é que funcionem de forma integrada, com vistas à racionalização de tarefas
comuns.

Assim, a autora destaca que devido ao íntimo relacionamento dessas áreas de trabalho, julgou-se
oportuno distribuir em cinco setores distintos as atividades dos arquivos correntes:

1. Protocolo, incluindo recebimento e classificação, registro e movimentação;


2. Expedição;
3. Arquivamento - o arquivo propriamente dito;
4. Empréstimo e consulta; e
5. Destinação.

Bibliografia:
PAES, Marilena Leite. Arquivo; Teoria e Prática. 3ª ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Editora Fundação
Getúlio Vargas, 1997.

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#96684

Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

ARQUIVOS CORRENTES, DE GESTÃO OU ATIVOS (1ª IDADE) são os conjuntos de


documentos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas e
da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de
uso ou pela tramitação ainda não encerrada, ainda que sem movimentação. A principal característica
é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula.

ARQUIVOS INTERMEDIÁRIOS, CENTRAIS, SEMIATIVOS ou PRÉ-ARQUIVOS (2ª


IDADE) - A segunda idade é composta de documentos que são conservados por razões de ordem
administrativa, legal ou financeira, mas que têm uso menos frequente que os da primeira idade. São
documentos que aguardam a sua eliminação ou o recolhimento para a guarda permanente (plano de
destinação). Permanecem na propriedade exclusiva da unidade produtora/acumuladora. A principal
finalidade é a redução de custos (economia de espaço, pessoal, equipamentos e tempo), já que esses
arquivos asseguram a simplicidade e facilidade na guarda e conservação dos documentos. É o
arquivo que possui documentos que deixaram de ser frequentemente consultados.

ARQUIVOS PERMANENTES ou HISTÓRICOS (3ª IDADE) - A última idade é formada pelos


documentos que não têm valor previsível no plano administrativo, legal ou financeiro. Quando
destituídos desses valores, os documentos são eliminados ou conservados, segundo tenham ou não
valor histórico, ou seja, são definitivamente preservados.

GABARITO: CERTO.

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#31336

Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Arquivo Corrente são os arquivos que guardam os documentos mais recentes e mais utilizados
pela instituição. No arquivo corrente os documentos possuem grande freqüência de uso, pois
possuem fins administrativos. Assim, o responsável pela guarda dos documentos nos arquivos
correntes deve, sempre que necessário, disponibilizá-los aos seus produtores; a cópia de documentos
deve obedecer a uma política eficiente de controle e gestão documental, de modo a não favorecer
reproduções desnecessárias do acervo institucional.
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#31337

Adriel Sá
Data do comentário: 26/06/2016
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A autuação, o controle da tramitação, a distribuição e a expedição dos documentos são atividades


inerentes aos funcionários do setor de Protocolo, e não aos funcionários do setor de arquivos
correntes.

Em sua primeira acepção mais comum, o termo "Protocolo", que é uma das atividades de arquivo
corrente, é a denominação atribuída aos setores encarregados do recebimento; registro;
classificação; distribuição e movimentação; e expedição de documentos.

Vamos analisar cada uma das atividades inerentes ao setor de Protocolo. Antecipamos que as
nomenclaturas das atividades podem variar, a depender de cada autor. No entanto, as mais comuns
são as seguintes:
 Recebimento - recepção/entrada de documentos de origem interna ou externa. Recebe-se os
documentos que entram na instituição ou aqueles que tiverem sido produzidos na própria
instituição, para que sejam formalizados.
 Autuação e Registro – autuação é a formação ou abertura do processo a partir do
documento entregue no protocolo, com atribuição de número ao documento ou conjunto
documental; já o registro é a inserção do documento ou conjunto documental no sistema de
controle de protocolo, mediante processo manual, mecanizado ou informatizado.
 Classificação - os documentos são anteriormente identificados e analisados, atendendo às
características do plano de classificação do órgão.
 Distribuição e Expedição – encaminhamento ou saída de documentos do protocolo para
outro setor ou instituição, respectivamente.
o Distribuição - encaminhamento de documentos para setores/unidades da mesma
instituição (âmbito INTERNO). Essa transferência é feita, normalmente, por meio de
guia de encaminhamento.
o Expedição - encaminhamento de documentos para outras instituições (ÂMBITO
EXTERNO).
 Controle e Movimentação - Mediante processos, que podem ser manual, mecanizado ou
informatizado, faz-se o controle do fluxo documental desde a entrada/criação do documento
na instituição. Os sistemas informatizados atendem com precisão esta trajetória documental
traçando/registrando todo o percurso do documento.

GABARITO: ERRADO.

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#31339

Adriel Sá
Data do comentário: 26/06/2016
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A autuação, o controle da tramitação, a distribuição e a expedição dos documentos são atividades


inerentes aos funcionários do setor de Protocolo, e não aos funcionários do setor de arquivos
correntes.

Em sua primeira acepção mais comum, o termo "Protocolo", que é uma das atividades de arquivo
corrente, é a denominação atribuída aos setores encarregados do recebimento; registro;
classificação; distribuição e movimentação; e expedição de documentos.

Vamos analisar cada uma das atividades inerentes ao setor de Protocolo. Antecipamos que as
nomenclaturas das atividades podem variar, a depender de cada autor. No entanto, as mais comuns
são as seguintes:
 Recebimento - recepção/entrada de documentos de origem interna ou externa. Recebe-se os
documentos que entram na instituição ou aqueles que tiverem sido produzidos na própria
instituição, para que sejam formalizados.
 Autuação e Registro – autuação é a formação ou abertura do processo a partir do
documento entregue no protocolo, com atribuição de número ao documento ou conjunto
documental; já o registro é a inserção do documento ou conjunto documental no sistema de
controle de protocolo, mediante processo manual, mecanizado ou informatizado.
 Classificação - os documentos são anteriormente identificados e analisados, atendendo às
características do plano de classificação do órgão.
 Distribuição e Expedição – encaminhamento ou saída de documentos do protocolo para
outro setor ou instituição, respectivamente.
o Distribuição - encaminhamento de documentos para setores/unidades da mesma
instituição (âmbito INTERNO). Essa transferência é feita, normalmente, por meio de
guia de encaminhamento.
o Expedição - encaminhamento de documentos para outras instituições (ÂMBITO
EXTERNO).
 Controle e Movimentação - Mediante processos, que podem ser manual, mecanizado ou
informatizado, faz-se o controle do fluxo documental desde a entrada/criação do documento
na instituição. Os sistemas informatizados atendem com precisão esta trajetória documental
traçando/registrando todo o percurso do documento.
GABARITO: ERRADO.

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#31339

Adriel Sá
Data do comentário: 17/09/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Um documento, ao ser criado, pertence à fase corrente, onde permanecerá durante determinado
período. Nesse caso, o documento poderá ter três destinos: transferência para a fase
intermediária, recolhimento direto à fase permanente ou eliminação direta (sem passar pelas fases
seguintes).

Assim, podemos concluir que determinados documentos podem ser eliminados na fase corrente,
desde que a tabela de temporalidade assim o defina. Ainda, conclui-se ainda que o arquivamento nas
três fases não é condição obrigatória para todos os documentos. Na verdade, a única fase em todo
documento, obrigatoriamente, deve passar, é a fase corrente, pois é nela é criado o documento.
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#68905

Adriel Sá
Data do comentário: 17/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Os documentos, quando produzidos, pertencem à fase corrente. Assim, a saída dos documentos
dessa classificação podem ser por três tipos (desde que constem na tabela de
temporalidade): transferência para a fase intermediária, eliminação direta (sem a necessidade
de passar para as outras fases) ou recolhimento à fase permanente.
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#68906

Jhony Kossoski
Data do comentário: 13/08/2019
Classifique este comentário:

ITEM CERTO.

A questão descreve o arquivo intermediário, um dos estágios da Teoria das Três Idades.
De acordo com Marilena Leite Paes (2007):

Arquivo de segunda idade ou intermediário: constituído de documentos que deixaram de ser


frequentemente consultados, mas cujos órgãos que os receberam e os produziram podem ainda
solicitá-los, para tratar de assuntos idênticos ou retomar um problema novamente focalizado. (...) A
permanência dos documentos nesses arquivos é transitória.

Para memorizar:

 Arquivo corrente – onde ficam os documentos de uso frequente devido ao seu valor
administrativo. Possuem alta rotatividade;
 Arquivo intermediário – onde ficam os documentos utilizados com menor
frequência, mas ainda sem destinação permanente;
 Arquivo permanente – onde ficam guardados os documentos destinados ao
recolhimento permanente. Geralmente possuem valor histórico, científico e/ou legal.

Fonte:

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

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#874959

Adriel Sá
Data do comentário: 17/11/2016
Classifique este comentário:

A resposta é a letra E.

Possuem valor primário os documentos das fases corrente e intermediária, uma vez que aqui eles
são utilizados como ferramentas administrativas (a única diferença é que os documentos correntes
são utilizados com frequência e os intermediários, não).

Por sua vez, possuem valor secundário os documentos da fase permanente, uma vez que aqui eles
são utilizados como fontes de pesquisa.

Em síntese, a organização dos documentos de arquivo na fase intermediária deve ser realizada do
mesmo modo daquela adotada na fase corrente. Isso porque a diferença entre os documentos da fase
corrente e intermediária diz respeito à frequência de consulta, e não o uso que se faz deles. Aliás,
tanto os documentos da fase corrente como intermediária possuem valor primário, ou seja, o mesmo
propósito.

GABARITO: E.

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#383164

Adriel Sá
Data do comentário: 15/03/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.


A segunda idade (ARQUIVOS INTERMEDIÁRIOS, CENTRAIS, SEMIATIVOS ou PRÉ-
ARQUIVOS) é composta de documentos que são conservados por razões de ordem administrativa,
legal ou financeira, mas que têm uso menos frequente que os da primeira idade. São documentos
que aguardam a sua eliminação ou o recolhimento para a guarda permanente (plano de
destinação). Permanecem na propriedade exclusiva da unidade produtora/acumuladora.

A principal finalidade é a redução de custos (economia de espaço, pessoal, equipamentos e tempo),


já que esses arquivos asseguram a simplicidade e facilidade na guarda e conservação dos
documentos.

A autora Marilena Leite Paes destaca os seguintes objetivos do arquivo intermediário:


 evitar a manutenção de documentos por um longo período nos setores de trabalho e o
recolhimento prematuro de documentos ao arquivo permanente: o arquivo intermediário
assim concebido tem a dupla vantagem de centralizar e de administrar os documentos
que perderam sua utilidade corrente para as administrações. Ele evita a eliminação
descontrolada e permite uma verdadeira política de conservação dos arquivos.

 garantir a redução dos custos de conservação de documentos: o arquivo intermediário


possui a finalidade de apoiar tecnicamente os arquivos correntes do respectivo órgão, para a
correta transferência dos documentos inerentes à atividade-fim e à atividade-meio do órgão.

 potencializar o acesso à informação: os arquivos intermediários são, sob o ponto de vista


teórico, extensões dos arquivos correntes. Também, conhecidos como arquivos semiativos,
ficam guardados documentos que possuem longo valor jurídico e/ou histórico, os quais
podem retornar, por inúmeras razões, aos arquivos correntes.

Perceba que os comprovantes de matrícula não são mais acessados; logo, não devem ocupar espaço
no arquivo corrente. Note, ainda, que esses documentos deverão ser eliminados, mas aguardam
prazo para essa destinação final; logo, não possuindo valor histórico, não devem estar no arquivo
permanente.

GABARITO: CERTO.

PAES, M. L.. Arquivo; teoria e prática. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 2004.

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#287391

Adriel Sá
Data do comentário: 15/03/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Os arquivos intermediários, centrais, semiativos ou pré-arquivos fazem parte da segunda idade


documental, composta de documentos que são conservados por razões de ordem administrativa,
legal ou financeira, mas que têm uso menos frequente que os da primeira idade (arquivos
correntes). São documentos que aguardam a sua eliminação ou o recolhimento para a guarda
permanente (plano de destinação). Permanecem na propriedade exclusiva da unidade
produtora/acumuladora.

A principal finalidade é a redução de custos (economia de espaço, pessoal, equipamentos e tempo),


já que esses arquivos asseguram a simplicidade e facilidade na guarda e conservação dos
documentos.

Lembrando de que os arquivos intermediários são, sob o ponto de vista teórico, extensões dos
arquivos correntes. Também, conhecidos como arquivos semiativos, ficam guardados documentos
que possuem longo valor jurídico e/ou histórico, os quais podem retornar, por inúmeras razões,
aos arquivos correntes.

GABARITO: CERTO.

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#287396

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:
O item está CERTO.

Segundo Paes (2004), até a primeira metade do século XX a tradição arquivística clássica con-
siderava apenas duas idades dos arquivos: a administrativa e a histórica. Assim, os documentos
passavam diretamente de um a outro estágio, não sendo prevista nenhuma fase de transição.

Quando as instituições contavam com espaço, conservavam os seus documentos por longo tempo,
muitas vezes sem condições adequadas para sua preiervação; outras, por falta de espaço, recolhiam
precocemente documentos ainda de uso corrente, congestionando o arquivo permanente com
documentação ainda necessária à administração.

Com o crescimento da massa documental, produzida em quantidades cada vez maiores, a situação
agravou-se.

Foi então que, na busca de uma solução, surgiu a teoria da “idade intermediária” e com ela a
noção de depósitos intermediários, cujo acervo é constituído de papéis que não estão mais em uso
corrente.

São objetivos do arquivo intermediário:


 evitar a manutenção de documentos por um longo período nos setores de trabalho e o
recolhimento prematuro de documentos ao arquivo permanente: o arquivo intermediário
assim concebido tem a dupla vantagem de centralizar e de administrar os documentos que
perderam sua utilidade corrente para as administrações. Ele evita a eliminação descontrolada
e permite uma verdadeira política de conservação dos arquivos.
 garantir a redução dos custos de conservação de documentos: o arquivo intermediário
possui a finalidade de apoiar tecnicamente os arquivos correntes do respectivo órgão, para a
correta transferência dos documentos inerentes à atividade-fim e à atividade-meio do órgão.
 potencializar o acesso à informação: os arquivos intermediários são, sob o ponto de vista
teórico, extensões dos arquivos correntes. Também, conhecidos como arquivos semi-ativos,
ficam guardados documentos que possuem longo valor jurídico e/ou histórico, os quais
podem retornar, por inúmeras razões, aos arquivos correntes.

PAES, Marilena Leite. Arquivo; Teoria e Prática. 3ª ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Editora
Fundação Getúlio Vargas, 2004.
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#185132

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Os documentos arquivísticos são identificados como correntes, intermediários e permanentes, o


que corresponde ao ciclo vital das informações, também chamado de teoria das três idades:

a) arquivos correntes: são aqueles em curso, ou que, mesmo sem movimentação, constituam objeto
de consultas frequentes.

b) arquivos intermediários: são aqueles que, não sendo de uso corrente nos órgãos produtores, por
razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou recolhimento para guarda
permanente.

c) arquivos permanentes: conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e informativo que


devem ser definitivamente preservados.

Portanto:

A alta frequência de uso de um documento de arquivo indica que ele pertence à


fase intermediária (corrente).
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#185136

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:
O item está CERTO.

O arquivo intermediário é o arquivo que possui documentos que deixaram de ser frequentemente
consultados. Já os arquivos correntes
são os conjuntos de documentos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e
atividades exercidas e da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas,
seja pela frequência de uso ou pela tramitação ainda não encerrada, ainda que sem movimentação. A
principal característica é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula.

GABARITO: CERTO.

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#476694

Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. Os arquivos intermediários funcionam como um meio de “desafogar” o fluxo de


documentos nos arquivos correntes. Eles são uma maneira de economizar recursos (tempo, espaço e
material) e de manter a organização, preservação e segurança dos documentos.

Como seus documentos são utilizados com pouca ou nenhuma frequência, eles devem ser mantidos
em depósitos, pois são provas e garantias de direitos e deveres das instituições. Além disso, os
documentos desta fase devem aguardar o fim do seu tempo de guarda para sofrerem sua destinação,
que pode ser a guarda permanente (caso possuam valor secundário) ou a eliminação (caso não
possuam).
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#69720

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Definição perfeita, pronta e acabada de Arquivo Intermediário:

Arquivos Intermediários (Segunda Idade): Composto de documentos que deixaram de ser


frequentemente consultados pelos funcionários da instituição que os produziu ou recebeu, mas
que, pelo fato de o assunto neles tratads ainda poder ser revisitado, ou simplesmente para aguardar o
decurso de prazo prescricional, devem ser conservados. Ainda assim, como seu uso não é
constante, não há necessidade de que estes arquivos estejam próximos à instituição.

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#90915

Adriel Sá
Data do comentário: 24/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A frequência de consulta é o que, praticamente, distingue os arquivos correntes dos intermediários.

Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem movimentação,


constituam objeto de consultas frequentes.
Perceba que não se trata de uso, mas de potencial de uso. Assim, potencial de uso frequente, arquivo
corrente.

Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos órgãos
produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou recolhimento para
guarda permanente. Note que os documentos não são utilizados com frequência. Assim, uso apenas
quando necessário, arquivo intermediário.
Corrigindo o item, temos:

Os documentos consultados com pouca frequência fazem parte do arquivo corrente (intermediário).

GABARITO: ERRADO.

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#288702

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Arquivos intermediários, também denominados limbos ou purgatórios, são constituídos de


documentos em curso ou consultados freqüentemente, conservados em escritórios ou em
dependências próximas de fácil acesso.

São os arquivos correntes ou de 1ª idade corrente que se constituem de documentos em curso ou


consultados frequentemente, conservados nos escritórios ou nas repartições, ou em dependências
próximas de fácil acesso.

Sobre os arquivos temporários ou de 2ª idade, a permanência dos documentos nesses arquivos é


transitória; por isso, são chamados de “limbo” ou “purgatório”.

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#96685

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Segundo Paes (1997, p. 119)1, os documentos transferidos aos arquivos intermediários devem
conservar a classificação que lhes foi dada nos arquivos correntes. Os símbolos e notações que
lhe forem atribuídos pelo arquivo intermediário serão usados apenas para localização no momento
de atender consultas.

1PAES,Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Editora
Fundação Getúlio Vargas, 1997.

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#96686

Adriel Sá
Data do comentário: 28/02/2018
Classifique este comentário:

A banca considerou a afirmativa correta. No entanto, discordamos pelo simples fato de que
isso não é uma regra, ou seja, a fase intermediária não necessariamente destinará documentos
ao arquivo permanente. Aliás, um documento pode passar de forma direta da fase corrente para a
permanente ou da fase corrente para a eliminação.

A organização dos documentos de arquivo na fase intermediária deve ser realizada do mesmo modo
daquela adotada na fase corrente. Isso porque a diferença entre os documentos da fase corrente e
intermediária diz respeito à frequência de consulta, e não o uso que se faz deles. Aliás, tanto os
documentos da fase corrente como intermediária possuem valor primário, ou seja, o mesmo
propósito.

Ou seja, corrigindo o item, temos:

Na fase intermediária, uma parcela dos documentos será (poderá ser) recolhida para a guarda
permanente sem que ocorra descarte.

Gabarito da banca: CERTO.

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#471535

Letícia Ahnert
Data do comentário: 18/07/2019
Classifique este comentário:

Item Errado. Corrigindo a questão:

“Documento de arquivo de valor primário secundário pertence ao arquivo permanente”


O valor secundário é uma característica inerente aos arquivos permanentes. Estes arquivos possuem
valor histórico e são fonte de informação para pesquisadores e para a própria organização, além
disso não podem ser excluídos.

De acordo com Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, temos que:

Arquivo Permanente: “Conjunto de documentos preservados em caráter definitivo em função de


seu valor. Também chamado arquivo histórico”.
Valor Secundário: “Valor atribuído a um documento em função do interesse que possa ter para a
entidade produtora e outros usuários, tendo em vista a sua utilidade para fins diferentes daqueles
para os quais foi originalmente produzido”.
Já o valor primário diz respeito aos arquivos correntes e intermediários e que tem como função
apoiar funções de rotinas administrativas da organização
Referência:
ARQUIVO NACIONAL, Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005. 232 p.
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#874957

Adriel Sá
Data do comentário: 22/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Uma vez permanente, nunca mais corrente!

Os documentos permanentes são documentos que não têm valor previsível no plano administrativo,
legal ou financeiro. Quando destituídos desses valores, os documentos são eliminados ou
conservados, segundo tenham ou não valor histórico, ou seja, são definitivamente preservados.
Logo, sem razão de voltarem a ser arquivos correntes!

Gabarito: ERRADO.

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#577159

Letícia Ahnert
Data do comentário: 04/01/2020
Classifique este comentário:

Item ERRADO. Corrigindo a questão:


Segundo ARQUIVO NACIONAL
“Todos os materiais usados para o armazenamento de documentos permanentes devem manter-se
quimicamente estáveis ao longo do tempo, não podendo provocar quaisquer reações que afetem a
preservação dos documentos. Os papéis e cartões empregados na produção de caixas e invólucros
devem ser alcalinos e corresponder às expectativas de preservação dos documentos.

No caso de caixas não confeccionados em cartão alcalino, recomenda-se o uso de invólucros


internos de papel alcalino, para evitar o contato direto de documentos com materiais instáveis. ”
Portanto, as reações químicas decorrentes dos materiais utilizados para o armazenamento de
documentos permanentes NÃO são situações esperadas mas podem ser evitadas. É importante que a
seleção dos materiais utilizados na preservação dos documentos seja adequada e correta de forma
que esses materiais apresentem um equilíbrio químico e não provoquem reações químicas que
prejudiquem a preservação dos documentos. Logo, a questão está incorreta ao afirmar que as
reações químicas são esperadas quando na verdade não o são, pois parte-se do pressuposto que a
escolha dos materiais já será adequada de forma a não proporcionar reações químicas prejudiciais.
Além disso, as reações químicas (caso venham a ocorrer) podem sim ser evitadas fazendo-se uso de
materiais adequados, como por exemplo os materiais alcalinos, de modo a controlar as reações
químicas . Assim, questão incorreta.

Referência
ARQUIVO NACIONAL (BRASIL). Conselho Nacional de Arquivos. Recomendações para a
produção e o armazenamento de documentos de arquivo/Conselho Nacional de Arquivos — Rio
de Janeiro: O Conselho, 2005. Disponível em: <http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/pub...>
Acesso em: 31 dez. 2019
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#647867

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 16/05/2019
Classifique este comentário:

O Arquivo Permanente guarda documentos que, embora tenham perdido seu valor administrativo,
possuem valor probatório (legal), e devem ser preservados definitivamente, devido ao seu valor
secundário (histórico).
Gabarito: Certo.
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#694508

Jhony Kossoski
Data do comentário: 18/09/2019
Classifique este comentário:

Os arquivos permanentes devem ser preservados apenas se ficar constatado o seu uso específico, i
mediato ou remoto.
ITEM ERRADO.

→ O primeiro erro da questão está em citar a palavra "apenas".

A primeira regra dos ARQUIVOS PERMANENTES é que eles DEVEM ser preservados devido
ao seu valor.

→ O segundo erro da questão está dizer que os arquivos permanentes possuem uso "imediato",
quando o correto seria uso MEDIATO.

Esses documentos são fonte de informação e pesquisa, possuem valor histórico, cultural, científico,
legal e probatório, dentre outros — isso échamado de valor secundário ou MEDIATO .

Vale lembrar que os arquivos permanentes são considerados inalienáveis e imprescritíveis.

Vejamos a definição de arquivo permanente segundo o § 3º do Art. 8º da Lei n.º 8.159/1991:


Art. 8º § 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico,
probatório e informativo que devem serdefinitivamente preservados.

Dica: atenção ao uso do "APENAS" nas assertivas.

Gabarito: ERRADO.

Fonte:

BRASIL. Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política nacional de arquivos públic
os e privados e dá outras providências. Brasília, DF. 1991.

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#694524

Adriel Sá
Data do comentário: 19/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

RECOLHIMENTO é a passagem de documentos do arquivo intermediário para o arquivo


permanente. E como sabemos, todo documento, uma vez passado a integrar o arquivo permanente,
não poderá ser mais eliminado.

GABARITO: CERTO.

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#460358

Adriel Sá
Data do comentário: 19/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Os INVENTÁRIOS são instrumentos de pesquisa (descrição) que buscam oferecer um quadro


sumário de um ou mais fundos ou coleções. Ou seja, estão associados aos documentos permanentes
e em nada se referem a descrever a documentação a ser descartada ou a auxiliar a realização do
processo de avaliação!

GABARITO: ERRADO.

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#460359

Adriel Sá
Data do comentário: 11/12/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Os arquivos permanentes são aqueles arquivos que possuem valor histórico-cultural; logo, não
devem ter restrição de acesso ao público!

A leitura do enunciado é de suma importância. A questão não trata da natureza da informação, ou


seja, sob a ótica dos documentos de natureza ostensiva ou sigilosa, mas sim de aspecto ligado aos
arquivos correntes e intermediários (gestão da informação e de documentos e dos tipos
documentais).
Com base na Teoria das Três Idades, temos que os documentos de arquivo podem passar pelos:
arquivos correntes (valor administrativo/vigência), arquivos intermediários (local onde os
documentos geralmente aguardam longos prazos precaucionais), arquivo permanente (valor
histórico-cultural).

Seguindo a lógica, possuem valor primário os documentos das fases corrente e intermediária,
uma vez que aqui eles são utilizados como ferramentas administrativas (a única diferença é que os
documentos correntes são utilizados com frequência e os intermediários, não).

Por sua vez, possuem valor secundário os documentos da fase permanente, uma vez que aqui eles
são utilizados como fontes de pesquisa.

Assim, os documentos dos arquivos correntes e intermediários são acessados pelos setores
produtores, e não de forma ampla ao público em geral. Por sua vez, os arquivos permanentes não
estão mais restritos apenas ao âmbito de produção, mas ao público em geral. Daí o erro da
afirmação.

GABARITO: ERRADO.

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#325486

Adriel Sá
Data do comentário: 15/03/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Os instrumentos de pesquisa são as ferramentas utilizadas para descrever um arquivo, ou parte


dele, tendo a função de orientar a consulta e de determinar com exatidão quais são e onde estão os
documentos. De acordo com o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística:
Instrumento de pesquisa é o meio que permite a identificação, localização ou consulta a
documentos ou a informações neles contidas. Expressão normalmente empregada em arquivos
permanentes.

Em suma, cada um desses diferentes tipos de instrumentos de pesquisa se define em função da


menor ou maior profundidade desejada na descrição dos níveis da classificação arquivística. Em
resumo, temos:

Percebe que a base de descrição do catálogo são as unidades documentais, justamente o que o item
apresenta: "possibilita a pesquisa de todos os documentos por temas".

Os CATÁLOGOS constituem instrumentos voltados para a localização específica de unidades


documentais. O catálogo dará continuidade à descrição da série iniciada com o inventário, detendo-
se, agora, em cada documento, respeitando ou não a ordenação destes dentro da série.

GABARITO: CERTO.

LOPEZ, A. P. A.. Como descrever documentos de arquivo: elaboração de instrumentos de pesquisa.


São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa oficial, 2002.

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#287383

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Eliminação é a destruição de documentos que, na avaliação, foram considerados sem valor


permanente. Também chamada expurgo de documentos.

A gestão de documentos é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua


produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a
sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente.

Assim, documento recolhido (conforme Tabela de Temporalidade) não poderá ser eliminado.
A avaliação de um documento como arquivo permanente é de caráter final e irrevogável.
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#185137

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Os documentos apresentam duas espécies de valores inerentes:

VALOR PRIMÁRIO (arquivos corrente e intermediário) – estabelecido em função do grau de


importância que o documento possui para a entidade que o acumulou. O valor primário é a
qualidade de um documento baseada nas utilizações imediatas e administrativas que lhe deram os
seus criadores, ou seja, nas razões para as quais o documento foi criado. A noção de valor primário
está diretamente ligada à razão de ser de documentos e recobre exatamente a utilização dos
documentos para fins administrativos.

VALOR SECUNDÁRIO (arquivo permanente) – estabelecido em função do grau de importância


que o documento possui para outras entidades e pesquisadores.

O VALOR PRIMÁRIO de um documento manifesta-se sob três diferentes tipos, ou seja:


1. VALOR ADMINISTRATIVO – documentos que envolvem política e métodos e que são
necessários para a execução das atividades do órgão. Ex: Planos, Programas de Trabalho,
Relatórios etc;
2. VALOR JURÍDICO OU LEGAL – documentos que envolvem direitos a curto ou a longo
prazo do Governo ou dos cidadãos, e que produzem efeito perante os tribunais. Ex: Acordos,
Contratos, Convênios etc;
3. VALOR FISCAL – documentos que se referem a operações financeiras e à comprovação de
receitas e despesa geradas para atender às exigências governamentais. Ex: Notas Fiscais,
Receitas, Faturas etc.
O VALOR SECUNDÁRIO subdivide-se em:
1. VALOR HISTÓRICO PROBATÓRIO – documentos que retratam a origem, organização,
reforma e história de uma administração. Ex: Atos Normativos, Exposição de Motivos etc;
2. VALOR HISTÓRICO INFORMATIVO – documentos que, embora recebidos por uma
determinada entidade em função de suas atividades, são valiosos pelas informações que
contém, retratando pessoas, fatos ou épocas. Ex: Tabelas de Recenseamento, Documentos
sobre Serviço Militar, Índices de Preços, Indicadores Econômicos etc.
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#185705

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está certo.

Gonçalves (1998) leciona que no meio arquivístico brasileiro, foi consagrada a distinção entre
“classificação” e “arranjo”.

De acordo com tal distinção, a “classificação” corresponderia às operações técnicas destinadas a


organizar a documentação de caráter corrente, a partir análise das funções e atividades do organismo
produtor de arquivos. Por seu turno, o “arranjo” englobaria as operações técnicas destinadas a
organizar a documentação de caráter permanente.

GONÇALVES, Janice. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.

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#194728

Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2013
Classifique este comentário:

Portanto, item certo.

O arquivo permanente tem como


atividades Arranjo, Descrição, Publicação, Conservação, Referência e Ações Socioeducativas.

Em relação à atividade DESCRIÇÃO, resume-se na elaboração de instrumentos de pesquisa para


identificar, rastrear, localizar dados, seja pela via sumária ou pela analítica, facilitando o acesso aos
documentos e a divulgação do acervo. Ou seja, é a descrição dos conjuntos documentais (fundos),
consistindo na extração das informações sobre o produtor e sobre os documentos, informações estas
relacionadas ao seu conteúdo e à sua estrutura.
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#80046

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Os arquivos permanentes são arquivos formados por documentos que perderam seu valor
administrativo, fiscal ou legal (valor primário), mas que, por ainda ostentarem valor secundário
(eminentemente histórico, informativo ou propabtório), são conservados em arquivos permanentes
até o fim dos tempos (é essa a ideia mesmo).

Levando-se em conta que estes documentos agora se apresentam como uma mostra de como a
instituição evoluiu ao longo do tempo, e como operava em tempos passados, seu valor informativo
passa a guiar as atividades relacionadas a estes documentos. Assim sendo, queremos colocá-los à
disposição do maior número de pessoas (estudiosos e pesquisadores em sua maioria), facilitando seu
acesso.

Pois bem, as atividades do arquivo permanente são, de fato, as expostas no enunciado da questão:

- Arranjo: Os documentos serão reunidos e ordenados de maneira adequada;

- Descrição e publicação: Atividade afeta à tarefa de relacionar os documentos do arquivo, e dar


conhecimento ao público sobre o conteúdo do acervo (lembre-se da finalidade informativa,
probatória e histórica dos documentos deste arquivo);

- Conservação: Lembre-se que falamos de documentos já com vários anos de existência, e assim,
são necessárias medidas de proteção aos mesmos, principalmente no que se refere ao seu local de
guarda, protegendo-os da exposição de agentes químicos, físicos e biológicos;

- Referência: Fixar políticas de acesso e utilização dos documentos.


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#18381

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Questão que cobra do candidato o básico do básico sobre a classificação dos arquivos em função
dos estágios de sua evolução.

Os documentos de valor histórico devem ser recolhidos ao arquivo permanente, se e quando


apresentarem valor histórico que justifique sua guarda permanente e não sua eliminação. Os
documentos do arquivo permanente são aqueles que perderam seu valor administrativo (valor
primário), mas que ainda possuem valor probatório, informativo ou histórico, justificando sua
preservação como mostra da história da instituição que o produziu ou recebeu.

O arquivo intermediário se dedica à conservação de documentos que ainda possuem valor primário
(administrativo, legal ou fiscal), mas que deixaram de ser consultados frequentemente pela
instituição, não mais justificando sua guarda em um local próximo daquela.
Por fim, nunca, em hipótese alguma (e estou ciente do peso destas palavras para concurseiros) os
documentos que cheguem ao arquivo permanente poderão ser destruídos, já que o valor histórico
jamais se perderá.
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#18386

Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO. Os arquivos correntes e intermediários têm a função de guardar documentos com
valor primário (administrativo, legal, fiscal ou jurídico), enquanto os arquivos permanentes têm a
função de guarda documentos de valor secundário (fontes de pesquisa).

Se os documentos dos arquivos correntes e intermediários possuem a mesma função (se diferenciam
apenas pela frequência de sua utilização), então o arquivo intermediário deve ser visto como uma
extensão do arquivo corrente, e ambos independentes (funcionalmente) do arquivo permanente.
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#69721

Mayko Gomes
Data do comentário: 22/04/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. A Descrição de documentos é atividade realizada na fase permanente, onde há o


estudo dos documentos ou dos fundos (conjunto de documentos, arquivos). Este estudo serve para
identificar e extrair informações a respeito do mesmo, com o objetivo de orientar os usuários sobre a
localização da informação.

O objetivo da descrição é alcançado com a elaboração dos instrumentos de pesquisa, que são as
ferramentas utilizadas para fornecer informações sobre os documentos e fundos, bem como sua
localização. Esses instrumentos podem ser básicos (o guia, o inventário, o catálogo e o repertório)
ou padronizados (o índice e a tabela de equivalência).
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#69722

Adriel Sá
Data do comentário: 17/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Arranjo: operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter permanente.

Descrição: conjunto de procedimentos que leva em conta os elementos formais e de conteúdo dos
documentos para elaboração de instrumentos de pesquisa. É uma operação da fase permanente.

Publicação: é caracterizado como um elemento de eficácia de alguns documentos; logo, relaciona-se


com a fase corrente.

Preservação: é um conjunto de medidas e estratégias de ordem administrativa, política e operacional


que contribuem direta ou indiretamente para a preservação da integridade dos materiais. Aplica-se a
todas as idades documentais (corrente, intermediária e permanente).

Avaliação: consiste fundamentalmente em identificar valores e definir prazos de guarda para os


documentos de arquivo, independentemente de seu suporte. A avaliação deverá ser realizada no
momento da produção, paralelamente ao trabalho de classificação, para evitar a acumulação
desordenada, segundo critérios temáticos, numéricos ou cronológicos. Portanto, refere-se à
fase corrente.

Criação: é o momento inicial da vida de um documento. Logo, como todo documento,


obrigatoriamente, origina-se na fase corrente, a criação é atividade restrita a essa fase (corrente).

Referência: pode constar nas fases corrente e permanente, como por exemplo, na fase corrente
equivalendo à notação de identificação; na fase permanente, por ocasião da elaboração de
documentos de pesquisa. Portanto, fases corrente e permanente.
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#96679

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Os processos ultimatos, de procedência externa, serão transferidos ao arquivo de caráter


permanente.

Os documentos serão definidos como permanentes pelo seu valor histórico, independente de
serem internos ou externos. Portanto, não relação de dependência no que afirma o item.

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#110758

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Por suas características de produção, todos os processos constituídos no TRT são de guarda
permanente.

A tabele de temporalidade de documentos possibilita um armazenamento disciplinado,


com adoção de critérios na seleção de documentos, evitando o desconhecimento das
potencialidades que um acervo arquivístico apresenta enquanto fonte de informação gerencial e
fonte de informação sobre a história da organização. Assim, aos processos constituídos em qualquer
órgão seguem-se a mesma metodologia, com as especificidades de cada entidade.

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#110761

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

Bernardes (1998)1 elenca alguns exemplos de DOCUMENTOS DE VALOR MEDIATO E


GUARDA PERMANENTE:
√ de criação, constituição, modificação ou extinção do órgão produtor (Leis, Decretos, Portarias,
Resoluções);
√ atos normativos que reflitam a organização e funcionamento do órgão (regulamentos,
regimentos, normas, organogramas, fluxogramas);
√ convênios, ajustes, acordos, termos de cooperação;
√ balanços, livros-razão e livros-diário;
√ atas, resoluções;
√ correspondências relativas à atividade-fim das unidades da Superior Administração;
√ publicações oficiais e/ou co-produções;
√ projetos de edificações públicas e particulares;
√ projetos de infra-estrutura e equipamentos urbanos;
√ documentos que firmem jurisprudência jurídica, administrativa ou técnica (pareceres apreciados
judicial ou administrativamente e que possuam características inovadoras, não encontradas nos
textos legais);
√ documentos relativos à administração de pessoal: planos de sálarios e benefícios,
criação/reestruturação de carreiras;
√ documentos relativos ao patrimônio imobiliário;
√ documentos que contenham vinhetas, iluminuras, caligrafias especiais;
√ documentos de divulgação de obras, eventos ou atividades desenvolvidas pelo órgão
(convites, folhetos, cartazes);
√ documentos relativos ao parcelamento do solo.
1BERNARDES, Ieda Pimenta. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do
Estado, 1998.

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Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A Teoria das Três Idades, também chamada de Teoria do Ciclo de Vida dos documentos, é uma
sucessão de fases (vigência ou frequência) por que passam os documentos (corrente, intermediária,
permanente), desde o momento em que são produzidos até sua destinação final (eliminação ou
guarda permanente).

ARQUIVOS CORRENTES, DE GESTÃO OU ATIVOS (1ª IDADE) - São os conjuntos de


documentos montados nos setores de trabalho, em decorrência das funções e atividades exercidas e
da necessidade de mantê-los no local por razões administrativas e técnicas, seja pela frequência de
uso ou pela tramitação ainda não encerrada, ainda que sem movimentação. A principal característica
é a de serem essenciais ao funcionamento cotidiano de quem os acumula.

ARQUIVOS INTERMEDIÁRIOS, CENTRAIS, SEMIATIVOS ou PRÉ-ARQUIVOS (2ª


IDADE) - A segunda idade é composta de documentos que são conservados por razões de ordem
administrativa, legal ou financeira, mas que têm uso menos frequente que os da primeira idade. São
documentos que aguardam a sua eliminação ou o recolhimento para a guarda permanente (plano de
destinação). Permanecem na propriedade exclusiva da unidade produtora/acumuladora. A principal
finalidade é a redução de custos (economia de espaço, pessoal, equipamentos e tempo), já que esses
arquivos asseguram a simplicidade e facilidade na guarda e conservação dos documentos. É o
arquivo que possui documentos que deixaram de ser frequentemente consultados.

ARQUIVOS PERMANENTES ou HISTÓRICOS (3ª IDADE) - A última idade é formada pelos


documentos que não têm valor previsível no plano administrativo, legal ou financeiro. Quando
destituídos desses valores, os documentos são eliminados ou conservados, segundo tenham ou não
valor histórico, ou seja, são definitivamente preservados.
GABARITO: CERTO.

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#460293

Adriel Sá
Data do comentário: 19/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Apesar de a redação estar um pouco "truncada", a ideia de organização se inicia na fase corrente.
Por exemplo, a ideia de um documento não receber o devido tratamento da atividade de
classificação inviabiliza ações essenciais nas fases seguintes (intermediária ou permanente).

Logo, o correto é o início da organização da documentação arquivística na fase corrente.

GABARITO: ERRADO.

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#460361

Adriel Sá
Data do comentário: 11/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.


A Teoria das Três Idades foi formulada por Theodore Schellenberg na sua obra intitulada por
"Modern archives: principles and techniques" (1956), inspirada no Relatório Hoover (1949) –
corolário da Comissão Hoover nomeada pelo Presidente norte-americano Truman em 1948, com
o intuito de se encontrar uma solução para a documentação acumulada nos Estados Unidos da
América no contexto da II Guerra Mundial.

A teoria das três idades é a teoria segundo a qual os arquivos são considerados arquivos correntes,
intermediários ou permanentes, de acordo com a freqüência de uso por suas entidades produtoras e a
identificação de seus valores primário e secundário.
arquivos correntes: são aqueles em curso, ou que, mesmo sem movimentação, constituam
objeto de consultas freqüentes.
 arquivos intermediários: são aqueles que, não sendo de uso corrente nos órgãos produtores,
por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou recolhimento para
guarda permanente.
 arquivos permanentes: conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e informativo
que devem ser definitivamente preservados.
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#166153

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Os documentos arquivísticos são identificados como correntes, intermediários e permanentes, o


que corresponde ao ciclo vital das informações, também chamado de teoria das três idades:
 arquivos correntes: são aqueles em curso, ou que, mesmo sem movimentação, constituam
objeto de consultas frequentes.
 arquivos intermediários: são aqueles que, não sendo de uso corrente nos órgãos produtores,
por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou recolhimento para
guarda permanente.
 arquivos permanentes: conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e informativo
que devem ser definitivamente preservados.
Portanto:

Os documentos frequentemente utilizados devem compor o arquivo intermediário (corrente).


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#185700

Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O valor primário, na definição do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, do Arquivo


Nacional (2005) é o “valor atribuído a documento em função do interesse que possa ter para a
entidade produtora, levando-se em conta a sua utilidade para fins administrativos, legais e fiscais”.

Esse valor pode ser dividido em três valores: administrativo, legal e fiscal.

O administrativo é o “valor que um documento possui para a atividade administrativa de uma


entidade produtora, na medida em que informa, fundamenta ou prova seus atos”.

O legal é o “valor que um documento possui perante a lei para comprovar um fato o constituir um
direito”.

O fiscal é o “valor atribuído a documento para comprovação de operações financeiras ou fiscais”.

Assim, todo documento de arquivo nasce com valor primário em uma das suas três dimensões. A
tendência, com o tempo, é desaparecer esse valor. A diferença encontrada é o tempo em que isso
acontece.

A permanência do valor primário para alguns documentos é rápida, outros, o intervalo é mais
longo. E é nessa curva entre o valor primário máximo, momento da criação ou recebimento do
documento, e a extinção, que se encontram as duas primeiras idades ou fases: corrente e
intermediária.
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#185703

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:
O item está certo.

No entanto, para os casos de transferência e recolhimento de arquivos, após a fase corrente,


podemos ter 4 situações distintas:

1º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será transferido para o arquivo
intermediário, onde cumprirá seu prazo de guarda; cessada essa fase, ele será recolhido ao Arquivo
Permanente. Assim, temos: CORRENTE - INTERMEDIÁRIO - PERMANENTE.

2º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será recolhido diretamente ao Arquivo
Permanente. Assim, temos: CORRENTE - PERMANENTE.

3º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, será transferido para o arquivo
intermediário, onde cumprirá seu prazo de guarda; cessada essa fase, ele terá como destinação final
a eliminação. Assim, temos: CORRENTE - INTERMEDIÁRIO - ELIMINAÇÃO.

4º - Após o prazo de guarda estipulado para a fase corrente, ele terá como destinação final a
eliminação. Assim, temos: CORRENTE - ELIMINAÇÃO.

Essas 4 situações conduzem, então, à eliminação, encaminhamento ao arquivo intermediário, ou,


ainda, recolhimento ao arquivo permanente.

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#194731

Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O valor primário, na definição do Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, do Arquivo


Nacional (2005) é o “valor atribuído a documento em função do interesse que possa ter para a
entidade produtora, levando-se em conta a sua utilidade para fins administrativos, legais e fiscais”.

Assim, todo documento de arquivo nasce com valor primário em uma das suas três dimensões. A
tendência, com o tempo, é desaparecer esse valor. A diferença encontrada é o tempo em que isso
acontece. A permanência do valor primário para alguns documentos é rápida, outros, o intervalo é
mais longo. E é nessa curva entre o valor primário máximo, momento da criação ou recebimento do
documento, e a extinção, que se encontram as duas primeiras idades ou fases: corrente e
intermediária.

Por sua vez, o valor secundário diz respeito à potencialidade do documento como prova ou fonte
de informação para a pesquisa, valor probatório e valor informativo. Sua relação vincula-se à
fase permanente.

Gabarito: CERTO.
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#251041

Felipe Petrachini
Data do comentário: 03/06/2013
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ITEM ERRADO. Agora sim a CESPE mostra os dentes :P. O erro desta questão é bastante sútil.
Acompanhe:
Art. 8º - Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.

§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem


movimentação, constituam objeto de consultas frequentes.
§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.
Veja que a diferença entre os documentos da fase corrente e intermediária diz respeito à frequência
de consulta, e não o uso que se faz deles. Alias, tanto os documentos da fase corrente como
intermediária possuem valor primário, ou seja, o mesmo propósito.
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#102422

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
Classifique este comentário:

ITEM CERTO. Vários” é muita gente :P. Mas questão é questão.

Bom, é fato que a divisão proposta resolve alguns problemas de armazenamento (não seria possível
guardar todos os documentos em um só lugar), de agilidade na consulta (os documentos que a
instituição precisa consultar estarão próximos da repartição), conservação (os documentos de valor
permanente não serão eliminados acidentalmente), entre outras ideias. Se isso é “vários” é outro
problema, mas seu enunciado entendeu que sim!

Pois bem, como bacharel em Direito que sou (e que fique registrado que só não sou advogado
porque a OAB não gosta de Fiscal em seus quadros :P), vamos viajar pela definição legal.
Art. 8º - Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.

§ 1º - Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem


movimentação, constituam objeto de consultas frequentes.

§ 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente nos
órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.

§ 3º - Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico, probatório e


informativo que devem ser definitivamente preservados.
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#103651

Mayko Gomes
Data do comentário: 26/03/2013
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ITEM ERRADO. A teoria dos valores documentais afirma que os documentos de arquivo PODEM
TER dois valores distintos:

Primário: este valor é a importância do documento para a atividade que o gerou. Este valor é
imediato (está ligado aos fins administrativos, fiscais, legais ou jurídicos), temporário (reduz em
função do tempo), todo documento o possui (senão sequer seriam produzidos) e está ligado
intimamente à administração. Este valor é a própria condição do documento de “ferramenta
administrativa”.
Secundário: este valor é a importância do documento para outras áreas do conhecimento, diferentes
daquela para a qual foi originalmente produzido. Este valor é mediato (está ligado à outras áreas do
conhecimento, com outras funções), definitivo (não reduz e nem cessa nunca), nem todos os
documentos o possuem (depende de um processo complexo de avaliação para ser atribuído ao
documento) e está ligado a outras áreas do conhecimento, como a História, a Cultura, a Pesquisa
Científica, etc. Este valor torna o documento uma importante fonte de estudos e pesquisa, mas sem
utilidade administrativa.

Seguindo esta lógica, possuem valor primário os documentos das fases corrente e intermediária,
uma vez que aqui eles são utilizados como ferramentas administrativas (a única diferença é que os
documentos correntes são utilizados com frequência e os intermediários não); e possuem valor
secundário os documentos da fase permanente, uma vez que aqui eles são utilizados como fontes de
pesquisa.

Portanto:
Valor primário: corrente e intermediário.
Valor secundário: permanente.
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#69719

Adriel Sá
Data do comentário: 09/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

A gestão documental assegura o cumprimento de todas as fases do documento: corrente,


intermediária e permanente. Nesse sentido a gestão documental garante o efetivo controle do
documento desde sua produção até sua destinação final: eliminação ou guarda permanente e permite
a localização dos documentos e acesso rápido às informações.

Arquivo corrente ou 1ª idade: os documentos estão estreitamente vinculados aos fins imediatos
(administrativo, fiscal, legal) que determinaram sua produção ou recebimento no cumprimento de
atividades e se encontram junto aos órgãos produtores/acumuladores em razão de sua vigência e da
freqüência com que são consultados por eles. É nessa idade que os documentos devem ser avaliados
determinando-se os prazos de permanência dos documentos no arquivo corrente, quando deverão
ser transferidos ao arquivo intermediário, quais os que poderão ser eliminados e quais deverão ser
recolhidos ao arquivo permanente.
Arquivo intermediário ou 2ª idade: documentos originários do arquivo corrente, com pouca
freqüência de uso e que aguardam cumprimento de prazos de prescrição ou precaução. Nessa fase,
após o cumprimento dos prazos estabelecidos, executa-se a destinação final procedendo-se à
eliminação, coleta de amostragem dos documentos que serão eliminados ou recolhimento ao
arquivo permanente.

Arquivo permanente ou 3ª idade: os documentos são preservados em definitivo em razão de seu


valor histórico, testemunhal, legal, probatório e científico-cultural. Como fonte de pesquisa são
liberados para consulta, sendo permitido o acesso ao público em geral.

Valor informativo é o valor que um documento possui pelas informações nele contidas,
independentemente de seu valor probatório.

Assim, corrigindo o item, temos:

Os arquivos INTERMEDIÁRIOS são constituídos de documentos com pouca frequência de uso


que, pelo valor informativo que apresentam, são mantidos próximos de quem os recebe ou os
produz.

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#63904

#110762

Adriel Sá
Data do comentário: 20/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Primeiramente, vejamos a primeira expressão: "diminuição do valor primário".

Todo documento de arquivo nasce com valor primário em uma das suas três dimensões. A
tendência, com o tempo, é desaparecer esse valor. A diferença encontrada é o tempo em que isso
acontece. Ou seja, a permanência do valor primário para alguns documentos é rápida; em outros, o
intervalo é mais longo. Concomitantemente à curva decrescente de valor primário, o documento
poderá adquirir valor secundário ou não. Caso positivo, esse documento deverá ser preservado
permanentemente. Caso negativo, será eliminado após o prazo de guarda no arquivo corrente ou
intermediário.

Sabemos, também, que o valor primário é o valor que se refere aos arquivos corrente e
intermediário. Logo, a diminuição do valor primário é um indicador da necessidade de transferência
desse registro documental ao arquivo intermediário.

Agora, tratemos da segunda expressão: "redução da possibilidade de uso". A segunda idade


(arquivo intermediário) é composta de documentos que são conservados por razões de ordem
administrativa, legal ou financeira, mas que têm uso menos frequente que os da primeira idade
(arquivo corrente). Logo, a redução da possibilidade de uso é um indicador da necessidade de
transferência desse registro documental ao arquivo intermediário.

Por fim, vejamos o "encerramento da atividade que gerou o documento". Os arquivos


intermediários são compostos por documentos que aguardam a sua eliminação ou o recolhimento
para a guarda permanente (plano de destinação). Portanto, o encerramento da atividade que gerou o
documento de arquivo é um indicador da necessidade de transferência desse registro documental ao
arquivo intermediário.

GABARITO: CERTO.

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#7589

Adriel Sá
Data do comentário: 17/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Conforme os estágios de arquivamento, pelos quais os documentos tramitam, os arquivos podem ser
classificados em Correntes, Intermediário ou Permanente.
a) Arquivo Corrente: conjunto de documentos estreitamente vinculados aos fins imediatos para os
quais foram produzidos ou recebidos e que, mesmo cessada sua tramitação, se conservam junto aos
órgãos produtores em razão da freqüência com que são consultados.

b) Arquivo Intermediário: tem sob sua guarda documentos originários do arquivo corrente, que,
embora pouco consultados, ainda servem à administração que os produziu e aguardam sua
destinação final.

c) Arquivo Permanente: conjunto de documentos de valor histórico, probatório e informativo


que devem ser definitivamente preservados. Esses documentos são inalienáveis e imprescritíveis.

Assim, corrigindo o item, temos:

Os documentos definidos como de valor permanente devem ser preservados no


arquivo PERMANENTE.
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#68904

Adriel Sá
Data do comentário: 17/09/2013
Classifique este comentário:

Item errado.

Conforme os estágios de arquivamento, pelos quais os documentos tramitam, os arquivos podem ser
classificados em Correntes, Intermediário ou Permanente.

a) Arquivo Corrente: conjunto de documentos estreitamente vinculados aos fins imediatos para os
quais foram produzidos ou recebidos e que, mesmo cessada sua tramitação, se conservam junto aos
órgãos produtores em razão da freqüência com que são consultados.

b) Arquivo Intermediário: tem sob sua guarda documentos originários do arquivo corrente, que,
embora pouco consultados, ainda servem à administração que os produziu e aguardam sua
destinação final.

c) Arquivo Permanente: conjunto de documentos de valor histórico, probatório e informativo


que devem ser definitivamente preservados. Esses documentos são inalienáveis e imprescritíveis.
Assim, corrigindo o item, temos:

Os documentos definidos como de valor permanente devem ser preservados no


arquivo PERMANENTE.
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#68904

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 29/06/2019
Classifique este comentário:

Para a questão, basta saber as atividades exercidas pelo protocolo, quais sejam:

 Recebimento;
 Registro e atuação;
 Classificação;
 Expedição/Distribuição;
 Controle/ Movimentação.

Assim, percebe-se que a Eliminação não se inclui nas atividades de protocolo.

Gabarito: Errado.

Ademais, a Gestão de documentos é dividida em três fases: produção, utilização, avaliação e


destinação.

 A primeira fase se relaciona às atividades de produção do documento.

 O Protocolo se localiza na 2ª fase - utilização.


 Na 3ª fase - Destinação, decide-se sobre os documentos a serem eliminados e os que serão
mantidos por questões administrativas, legais ou fiscais.

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#596790

Letícia Ahnert
Data do comentário: 22/12/2019
Classifique este comentário:

Item CERTO

Segundo TIAGO e MACEDO (2014)


“A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante da avaliação dos
documentos. Ela tem por objetivos definir os prazos de guarda (tempo necessário para o
arquivamento dos documentos nas fases corrente e intermediária, visando atender exclusivamente
às necessidades da administração que os gerou) e a destinação de documentos (encaminhamento de
documentos para guarda permanente, [...] ou eliminação), com vista a garantir o acesso à
informação aos que dela necessitarem, seja a própria instituição ou o público externo. ”
Portanto, temos duas possibilidades de destinação dos documentos: a guarda permanente
(documentos que possuem valor histórico) ou a eliminação (documentos sem valor permanente).
Logo, questão correta.

Referência
TIAGO, D; MACEDO, R. Tabela de temporalidade e plano de destinação. Arquivologia para
Concurso, 2014. Disponível em: <https://www.arquivologiaparaconcurso.com/tpicos-de-
arquivologia> Acesso em: 12 dez. 2019
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#667060

Jhony Kossoski
Data do comentário: 18/09/2019
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ITEM CERTO.

Os ARQUIVOS INTERMEDIÁRIOS são aqueles utilizados com menor frequência, mas ainda
sem destinação permanente. Justamente por serem menos consultados é que podem ser guardados
em outros locais, diferentemente dos arquivos correntes (que devem estar próximos devido à
frequência de uso).

Além disso, muitas vezes a falta de espaço físico nas instituições faz com que a guarda dos arquivos
intermediários em outros locais seja necessária.Muitos desses locais possuem a infraestrutura
necessária para a preservação e conservação dos documentos e, quando houver necessidade de
consulta, fornecer acesso rápido ao usuário (devido à catalogação prévia).

Vejamos o que ensina a arquivologista Marilena Leite Paes (2007, grifo nosso) sobre o assunto:

"Arquivo de segunda idade ou intermediário: constituído de documentos que deixaram de ser


frequentemente consultados, mas cujos órgãos que os receberam e os produziram podem ainda
solicitá-los, para tratar de assuntos idênticos ou retomar um problema novamente focalizado. Não
há necessidade de serem conservados próximos aos escritórios. A permanência dos documentos
nesses arquivos é transitória."

Para complementar, de acordo com o Art. 8º § 2º da Lei nº 8.159/1991:


Art. 8º § 2º - Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso corrente
nos órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua eliminação ou
recolhimento para guarda permanente.

Gabarito: Certo.

Fontes:

BRASIL. Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política nacional de arquivos
públicos e privados e dá outras providências. Brasília, DF. 1991.

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.
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#694523

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A destinação de documentos envolve as atividades de análise e seleção dos documentos, ou seja,


implica relacionar quais os documentos serão eliminados e quais
serão preservados permanentemente.

Assim, a destinação final de um documento de arquivo pode ser, tão somente, a guarda
permanente ou a eliminação. Ou seja, ou um ou outro!

GABARITO: CERTO.

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#476695

Mayko Gomes
Data do comentário: 22/04/2013
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO. A Destinação de um documento é o resultado do processo de avaliação, onde o


mesmo é analisado com critérios legais e subjetivos, a fim de se decidir sobre sua importância para
a instituição que o produziu.

Da avaliação surge a decisão sobre sua destinação, que somente pode ser duas: a eliminação ou a
guarda permanente. Uma vez que a destinação de documentos é uma ação definitiva, não há o que
se falar em guarda temporária, ou qualquer outra medida do gênero. Também não existe
amostragem para eliminação de documentos, pois TODOS ELES devem sofrer a destinação que
lhes foi atribuída.
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#69723

Felipe Petrachini
Data do comentário: 20/03/2013
Classifique este comentário:

ITEM ERRADO. Questãozinha pilantra. Digo isto pois ela trabalha essencialmente com
conceitos, forçando você ou a conhecer profundamente a matéria, ou memorizar os termos de
maneira inconsequente. Fora isto, esta questão não consegue encerrar uma única frase sem cometer
alguma impropriedade :P. Mas já que foi solicitado, será feito.

Tenhamos em mente o conceito de "Avaliação": "Processo de análise de documentos de


documentos arquivo, que estabelece os prazos de guarda e a destinação, de acordo com os valores
que lhes são atribuídos."

Vejamos a definição do termo "Destinação":


"Decisão, com base na avaliação, quanto ao encaminhamento de documentos documentos para
guarda permanente, descarte ou descarte eliminação."
Destinação não é um conjunto de instrumentos, mas sim um "ato", um "fazer". Não é meio de
decisão nem instrumento para tanto, mas é a decisão em si.

Segundo problema da questão: a destinação de documentos, a rigor, só poderá desembocar em duas


consequencias finais: Guarda Permanente ou Eliminação. Com o esgotamento de seu valor
administrativo, ou o documento será eliminado, ou conservado permanentemente, em decorrência
de seu valor histórico, informativo ou probatório.

Quanto à "Tabela das Três Idades", o enunciado faz referência em verdade à Tabela de
Temporalidade, a qual apresenta a identificaçaõ dos documentos, prazos de guarda e destinação. A
"Tabela das Três Idades" não existe com este nome na doutrina, sendo em verdade uma teoria,
devendo, portanto, ser chamada de "Teoria das Três Idades", a qual prega que os documentos, de
acordo com seu ciclo vital, podem passar por três fases de existência: a fase corrente, a fase
intermediária e a fase permanente.
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#92482

Jhony Kossoski
Data do comentário: 03/10/2019
Classifique este comentário:

O descarte deve ocorrer em todas as fases do ciclo vital de documentos.


ITEM ERRADO.

O descarte de documentos não ocorre em todas as fases do ciclo vital dos documentos (teoria das
três idades). Podem (não necessariamente devem) ocorrer descartes nas fases corrente e
intermediária.

NÃO PODEM (nem devem) ocorrer descartes na FASE PERMANENTE!

Os documentos que se encontram no arquivo permanente devem ser preservados indefinidamente,


devido ao seu valor. Eles são fontes de informação, de pesquisa, possuem valor legal, científico e
probatório, dentre outros.

Marilena Leite Paes (2007) cita que a o descarte (eliminação) só é realizado em documentos
que não possuem valor para serem enviados ao arquivo permanente:

"Eliminação: Destruição de documentos julgados destituídos de valor para guarda permanente."

Lembrando que o descarte deve sempre respeitar os prazos de guarda previstos na Tabela de
Temporalidade e ser realizado após seleção criteriosa. Também, se for o caso, devem ser
previamente autorizados por entidade arquivística competente.

Gabarito: ERRADO.
Fonte:

PAES, Marilena Leite. Arquivo. Teoria e Prática. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

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#476209

Adriel Sá
Data do comentário: 28/02/2018
Classifique este comentário:

O acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de preservá-los. Já


a transferência é a passagem de documentos do arquivo corrente para o arquivo intermediário.

Bem, considere que determinado processo administrativo esteja em curso no arquivo corrente.
Assim, certamente esse processo estará acondicionado em um local de fácil acesso, ou seja,
dificilmente estará dentro de uma caixa e, possivelmente, estará em uma pilha, junto com outros
processos.

Quando esse processo for transferido para o arquivo intermediário, é quase certo que será já
acondicionado em caixas de papelão...

Por isso, o item está ERRADO.

Gabarito: ERRADO.

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#471534

Jhony Kossoski
Data do comentário: 03/10/2019
Classifique este comentário:

Cumpridos os prazos estabelecidos pela tabela de temporalidade para os documentos da fase


corrente, aqueles que não forem descartados devem ser recolhidos à fase intermediária.
ITEM ERRADO.

Quando são cumpridos os prazos estabelecidos para os documentos da fase corrente e eles não são
descartados, eles devem ser TRANSFERIDOSpara a fase intermediária (e não recolhidos).

A questão inverteu os conceitos.

Quando os documentos são movidos de uma fase para a outra, temos:

 TRANSFERÊNCIA - passagem dos documentos do arquivo corrente para o intermediário.


 RECOLHIMENTO - passagem dos documentos do arquivo intermediário para o
permanente.

Lembrando que as transferências e recolhimentos devem sempre observar os prazos definidos em


Tabela de Temporalidade.

Gabarito: ERRADO.

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#476212
Item errado.

A transferência é a passagem de documentos da fase corrente para a fase intermediária. Os


documentos da fase corrente caracterizam-se por estarem vinculados aos objetivos imediatos para os
quais foram produzidos ou recebidos, em virtude das atividades pertinentes. Outra peculiaridade é o
seu uso constante dentro do órgão que o produziu.

Assim, mesmo após o encerramento de seu trâmite, um documento pode permanecer no


arquivo corrente, para fiuns de consultas e acesos frequentes.
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#68907

Jhony Kossoski
Data do comentário: 29/10/2019
Classifique este comentário:

ITEM CERTO.

 ACONDICIONAMENTO: é o processo de colocar o documento em uma embalagem


correta (pasta, caixa, etc.), também chamada de invólucro. Acondicionar um documento
significa embalá-lo ou guardá-lo (empacotá-lo) de forma a garantir sua proteção e
preservação, também facilitando seu acesso.

 ARMAZENAMENTO: é a guarda de documentos (que já foram acondicionados) em


mobiliários apropriados (geralmente em estantes ou gaveteiros). Também deve-se garantir a
preservação dos documentos e facilitar seu acesso posterior.

Vejamos o esquema proposto por Valentini (2013):

armazenamento x acondicionamento
armazenamento → guarda
acondicionamento → embalagem (proteção aos documentos)

Gabarito: CERTO.

Fonte:

VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 4 ed.

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#874973

Jhony Kossoski
Data do comentário: 29/10/2019
Classifique este comentário:

A retirada de poeira de documentos em suporte papel deve ser feita com pano levemente úmido.
ITEM ERRADO.

 Não se deve utilizar pano úmido ao realizar a limpeza de um acervo.


 A limpeza deve ser feita a seco.
 A água prejudica o papel e altera a umidade relativa do ambiente, deteriorando todo o
acervo.

O acervo deve ser higienizado constantemente de forma a eliminar poeira, sujeiras e demais
detritos que possam deteriorar os documentos. Entretanto, essa higienização deve ser feita com
bastante cuidado, sem o uso de água, utilizando-se técnicas adequadas e com atenção às materiais
utilizados (pode-se utilizar por exemplo, borracha, pó de borracha, pincel, pano macio, flanela,
escova, aspiradores de pó, etc.).

De acordo com Cassares (2000), na limpeza de um acervo é necessário:

"evitar também a água, pois sua interferência, por menor que seja, desequilibra a umidade relativa
do ambiente. Normalmente, as bibliotecas e arquivos funcionam em espaços não adequados, que
apresentam elevado índice de umidade relativa do ar e temperatura. Toda a umidade residual que
entrar no ambiente vai se transformar em vapor e, desta forma, fazer subir ainda mais o índice de
umidade nas salas de acervo."

"manter vigilância constante dos documentos contra acidentes com água, secando-os
imediatamente caso ocorram."

"não limpar o ambiente com água, pois esta, ao secar, eleva a umidade relativa do ar, favorecendo
a proliferação de colônias de fungos"
Gabarito: ERRADO.

Fonte:

CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São
Paulo: Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.

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#874974

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O banho de gelatina é uma das técnicas de restauração que consiste em mergulhar o documento em
gelatina ou cola, objetivando aumentar a resistência do documento, não prejudicando a visibilidade
e flexibilidade, proporcionando a passagem dos raios ultravioletas e infravermelhos.

Os documentos, porém, tratados por este processo, que é natural, tornam-se suscetíveis ao ataque
dos insetos e dos fungos, além de exigir habilidade do executor.

Gabarito: CERTO.

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#577165

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:
O item está ERRADO.

Segundo Cassares (2000), o calor e a umidade contribuem significativamente para a destruição dos
documentos, principalmente quando em suporte-papel. Evidências de temperatura e umidade
relativa altas são detectadas com a presença de colônias de fungos nos documentos, sejam estes em
papel, couro, tecido ou outros materiais. Umidade relativa do ar e temperatura muito baixas
transparecem em documentos distorcidos e ressecados.

de acordo com a autora, o mais recomendado é manter a temperatura o mais próximo possível de
20°C e a umidade relativa de 45% a 50%, evitando-se de todas as formas as oscilações de 3°C de
temperatura e 10% de umidade relativa, e não manter o ar seco.

Gabarito: ERRADO.

CASSARES, N. C. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo:


Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.

COOK, T.. Mind over Matter: towards a new theo ry for archival appraisal. In.: CRAIG, Barbara
L. (dir.). The Archival Imagination: essays in honour of A. Taylor. Ottawa: Association of Canadian
Archivists, 1992, p. 38-70.

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#577167

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:

Segundo as Recomendações para a Produção e Armazenamento de Documentos de Arquivo" do


CONARQ (2005, p. 14):

As mídias magnéticas, como fitas de vídeo, áudio e de computador, devem ser armazenadas longe
de campos magnéticos que possam causar a distorção ou a perda de dados. O armazenamento
será preferencialmente em mobiliário de aço tratado com pintura sintética, de efeito antiestático.
Gabarito: Certo.
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#596796

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:

Segundo as Recomendações para a Produção e Armazenamento de Documentos de Arquivo" do


CONARQ (2005, p. 7):

Nos processos de produção, tramitação, organização e acesso aos documentos, deverão ser
observados procedimentos específicos, de acordo com os diferentes gêneros documentais, com
vistas a assegurar sua preservação durante o prazo de guarda estabelecido na tabela de
temporalidade e destinação.

Assim, ao contrário do que afirma a assertiva, não serão desconsiderados os gêneros documentais.

De toda forma, não faz sentido armazenar documentos de gêneros distintos em conjunto, pois além
de não otimizar a utilização de espaço, dadas as eventuais diferenças de tamanho, poder-se-ia
prejudicar a conservação documental, dadas as características distintas de mobiliário para
determinados gêneros. como documentação informática e documentação textual.

Gabarito: Errado.
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#596797

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:

Sobre o armazenamento, segundo as Recomendações para a Produção e Armazenamento de


Documentos de Arquivo" do CONARQ (2005, p. 14):

Os documentos de valor permanente que apresentam grandes formatos, como mapas, plantas e
cartazes, devem ser armazenados horizontalmente, em mapotecas adequadas às suas medidas, ou
enrolados sobre tubos confeccionados em cartão alcalino e acondicionados em armários ou
gavetas.

Ainda, vale salientar que os documentos não serão armazenados diretamente sobre o chão sob
nenhuma hipótese.

Gabarito: Certo.
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#596798

Letícia Ahnert
Data do comentário: 06/12/2019
Classifique este comentário:

Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo ARQUIVO PÚBLICO DO PARANÁ


“A entrada de luz solar deve ser controlada com filtros UV nas janelas, ou com cortinas e
persianas. O mobiliário deve ser posicionado de forma que não receba luz direta. As radiações
luminosas são fatores de deterioração dos documentos, causando alterações físico-químicas na
estrutura do papel, das tintas, das fotografias e do couro da capa dos livros. ”
Portanto, NÂO se deve dar preferência à luz solar para iluminar os ambientes de armazenamento
uma vez que nessas áreas a luz solar não deve incidir diretamente sobre os documentos sob a
possibilidade de deterioração do mesmo. Logo, questão incorreta.
Referência
ARQUIVO PÚBLICO DO PARANÁ. Preservação de documentos. Disponível em:
<http://www.arquivopublico.pr.gov.br/modules/con...>. Acesso em: 05 dez. 2019.
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#596799

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:

Segundo as Recomendações para a Produção e Armazenamento de Documentos de Arquivo" do


CONARQ (2005, p. 9):

As áreas de trabalho e de circulação de público deverão atender às necessidades de


funcionalidade e conforto, enquanto as de armazenamento de documentos devem ser totalmente
independentes das demais.

Gabarito: Errado.
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#596800

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:

Segundo as Recomendações para a Produção e Armazenamento de Documentos de Arquivo" do


CONARQ (2005, p. 15):
Todos os materiais usados para o armazenamento de documentos permanentes devem manter-se
quimicamente estáveis ao longo do tempo, não podendo provocar quaisquer reações que afetem a
preservação dos documentos.

Os papéis e cartões empregados na produção de caixas e invólucros devem ser alcalinos e


corresponder às expectativas de preservação dos documentos.

No caso de caixas não confeccionados em cartão alcalino, recomenda-se o uso de invólucros


internos de papel alcalino, para evitar o contato direto de documentos com materiais instáveis.

Gabarito: Certo.
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#596801

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 04/08/2019
Classifique este comentário:

As "Recomendações para a Produção e Armazenamento de Documentos de Arquivo" do CONARQ


(2005, p. 6) apresentam requisitos para a produção e o armazenamento físico de documentos, com
exceção dos aspectos de preservação de documentos digitais, os quais se encontram na "Carta de
Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital".

A preservação de documentos de arquivo, em qualquer suporte, depende dos procedimentos


adotados em sua produção, tramitação, acondicionamento e armazenamento físico.

Gabarito: Errado.
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#596802

Letícia Ahnert
Data do comentário: 04/01/2020
Classifique este comentário:

Item CERTO

Segundo o Conselho Nacional de Arquivos


“A preservação de documentos de arquivo, em qualquer suporte, depende dos procedimentos
adotados em sua produção, tramitação, acondicionamento e armazenamento físico.

[...] seis princípios que devem ser observados para assegurar a preservação dos documentos de
arquivo, a saber:
- Produção e acesso
- Áreas de armazenamento
- Condições ambientais
- Acondicionamento
- Manuseio e transporte
- Segurança”
Segundo Arquivo Nacional
“A preservação dos documentos [...] exige uma política de preservação eficaz a longo prazo,
visando garantir a salvaguarda do patrimônio documental. ”
Portanto, a estrutura em que se armazena e conserva os documentos devem sim apresentar
facilidades para vários procedimentos que envolvam os documentos de forma a proporcionar uma
preservação por um maior período de tempo e com a devida qualidade. Logo, questão correta.

Referências
Conselho Nacional de Arquivos (Brasil). Criação e desenvolvimento de arquivos públicos
municipais: transparência e acesso à informação para o exercício da cidadania / Conselho
Nacional de Arquivos -- Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2014. Disponível em:
<http://www.conarq.gov.br/images/publicacoes_tex...> Acesso em: 30 dez. 2019

ARQUIVO NACIONAL (BRASIL). Conselho Nacional de Arquivos. Recomendações para a


produção e o armazenamento de documentos de arquivo/Conselho Nacional de Arquivos — Rio
de Janeiro: O Conselho, 2005. Disponível em: <http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/pub...>
Acesso em: 27 dez. 2019
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#647869

Letícia Ahnert
Data do comentário: 04/01/2020
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Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo TIAGO e MACEDO (2014)


Áreas de Armazenamento
“Todos os documentos devem ser armazenados em locais que apresentem condições ambientais
apropriadas às suas necessidades de preservação, pelo prazo de guarda estabelecido em tabela de
temporalidade e destinação. ”

Áreas Externas
“A localização de um depósito de arquivo deve prever facilidades de acesso e de segurança contra
perigos iminentes, evitando-se, por exemplo: ”

Segundo TIAGO e MACEDO,2014


Portanto, também é possível estabelecer critérios de controle quanto ao ambiente externo do
depósito. Logo, questão incorreta.
Referência
TIAGO, D; MACEDO, R. Preservação, Conservação e Restauração de Documentos. Arquivologia
para Concurso, 2014. Disponível em: <https://www.arquivologiaparaconcurso.com/tpicos-de-
arquivologia> Acesso em: 28 dez. 2019
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#647870

Letícia Ahnert
Data do comentário: 22/12/2019
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Item CERTO

Segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística


acondicionamento
“Embalagem ou guarda de documentos visando à sua preservação e acesso(1).”
Portanto, a questão abordou corretamente a definição de acondicionamento. Logo, questão correta.

Referência
ARQUIVO NACIONAL, Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005. 232 p.
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#667069

Letícia Ahnert
Data do comentário: 27/12/2019
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Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo o Conselho Nacional de Arquivos


Áreas de Depósito

Nas áreas de depósito, os cuidados devem ser dirigidos a:


- "evitar, principalmente, os subsolos e porões, em razão do grande risco de inundações, dando
preferência a terrenos mais elevados, distanciados do lençol freático. No caso de depósitos em
andares térreos, prever pisos mais elevados em relação ao solo e com boas condições de drenagem
deste, pelas mesmas razões;"
Portanto, os subsolos e porões NÃO são os locais mais indicados para se realizar o armazenamento
de arquivos. Logo, questão incorreta.

Referência
ARQUIVO NACIONAL (BRASIL). Conselho Nacional de Arquivos. Recomendações para a
produção e o armazenamento de documentos de arquivo/Conselho Nacional de Arquivos — Rio
de Janeiro: O Conselho, 2005. Disponível em: <http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/pub...>
Acesso em: 27 dez. 2019
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#667070

Letícia Ahnert
Data do comentário: 27/12/2019
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Item CERTO

Segundo o Conselho Nacional de Arquivos


“Os documentos de valor permanente que apresentam grandes formatos, como mapas, plantas e
cartazes, devem ser armazenados horizontalmente, em mapotecas adequadas às suas medidas, ou
enrolados sobre tubos confeccionados em cartão alcalino e acondicionados em armários ou
gavetas. Nenhum documento deve ser armazenado diretamente sobre o chão. ”
Portanto, a questão abordou informações corretas e de forma literal sobre o armazenamento de
documentos de valor permanente e com grandes formatos. Logo, questão correta.

Referência
ARQUIVO NACIONAL (BRASIL). Conselho Nacional de Arquivos. Recomendações para a
produção e o armazenamento de documentos de arquivo/Conselho Nacional de Arquivos — Rio
de Janeiro: O Conselho, 2005. Disponível em: <http://conarq.arquivonacional.gov.br/images/pub...>
Acesso em: 27 dez. 2019
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#667071

Letícia Ahnert
Data do comentário: 04/01/2020
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Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo TIAGO e MACEDO (2014)


“A deterioração natural dos suportes dos documentos, ao longo do tempo, ocorre por reações
químicas, que são aceleradas por flutuações e extremos de temperatura e umidade relativa do ar e
pela exposição aos poluentes atmosféricos e às radiações luminosas, especialmente dos raios
ultravioleta. ”

Temperatura e umidade relativa


“As condições adequadas de temperatura e de umidade relativa do ar são elementos vitais para
prolongar a sobrevivência dos registros. ”

“Evidências de temperatura e umidade relativa altas são detectadas com a presença de colônias de
fungos nos documentos, sejam estes em papel, couro, tecido ou outros materiais. ”
“Umidade relativa do ar e temperatura muito baixas transparecem em documentos distorcidos e
ressecados. ”

“De acordo com o CONARQ, por meio da Recomendação para Construção de Arquivos, (2000, p.
14), o controle da temperatura e da umidade relativa do ar deve obedecer aos seguintes
parâmetros: ”

Segundo TIAGO e MACEDO,2014


Portanto, é importante a realização de um correto controle das condições ambientais evitando-se
flutuações bruscas (muito alto ou muito baixo) nos valores de temperatura e de umidade uma vez
que tais flutuações são prejudiciais ao papel. É importante sempre tentar manter um valor constante
de temperatura e umidade (mesmo que um pouco fora dos limites ideais) ou manter os valores
dentro dos limites estabelecidos como ideais (o mais recomendável) pois assim o papel conseguirá
prolongar sua existência. Logo, questão incorreta.

Referência
TIAGO, D; MACEDO, R. Preservação, Conservação e Restauração de Documentos. Arquivologia
para Concurso, 2014. Disponível em: <https://www.arquivologiaparaconcurso.com/tpicos-de-
arquivologia> Acesso em: 28 dez. 2019
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#667072

Letícia Ahnert
Data do comentário: 27/12/2019
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Item CERTO

Segundo TIAGO e MACEDO (2014)


Radiação da luz
“As radiações luminosas podem causar sérios danos pelas reações físico-químicas que
desencadeiam nos materiais. A radiação produz um efeito cumulativo. Isso quer dizer que o dano
causado pela radiação se relaciona à intensidade e ao tempo de exposição. O papel se torna frágil,
quebradiço, amarelecido, escurecido e as tintas desbotam ou mudam de cor, alterando a
legibilidade dos documentos textuais, dos iconográficos e das encadernações.

O componente da luz que mais merece atenção é a radiação ultravioleta (UV). Ela é invisível e
constitui a forma mais energética e destrutiva da luz, devendo, no que se refere à conservação de
documentos, ser evitada ao máximo. Entretanto, as radiações visíveis também podem causar danos
e, portanto, os níveis de luminosidade devem ser sempre controlados.

A luz pode ser de origem natural (sol) e artificial, proveniente de lâmpadas incandescentes
(tungstênio) e fluorescentes (vapor de mercúrio). Em áreas muito ensolaradas são necessárias
persianas ou outros recursos para reduzir a entrada da luz solar. Recomenda-se, especialmente, o
uso de filtros contra a radiação ultravioleta invisível.

O sistema de iluminação setorizado e controlado, que desliga a fonte de luz artificial após um
período pré-determinado, reduz o tempo de exposição dos documentos às radiações. Não é
permitido o uso de lâmpadas de mercúrio ou sódio, devido a sua intensa emissão de radiação
ultravioleta. ”
Portanto, os documentos serão melhor preservados e conservados com um adequado controle da luz
nos depósitos. Logo, questão correta.

Referência
TIAGO, D; MACEDO, R. Preservação, Conservação e Restauração de Documentos. Arquivologia
para Concurso, 2014. Disponível em: <https://www.arquivologiaparaconcurso.com/tpicos-de-
arquivologia> Acesso em: 26 dez. 2019
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#667075

Rafael Ribeiro
Data do comentário: 16/05/2019
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O armazenamento de documentos de arquivo deve seguir regras sobre condições ambientais, como
iluminação, umidade relativa, temperatura, obedecidos prazos da tabela de temporalidade e
destinação.

Gabarito: Certo.
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#693505

Adriel Sá
Data do comentário: 19/10/2017
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O item está CERTO.

A preservação é um conjunto de medidas e estratégias de ordem administrativa, política e


operacional que contribuem direta ou indiretamente para a preservação da integridade dos materiais.
Ou seja, a ideia de se preservar é, lógico, estender o acesso aos documentos a longo prazo!

GABARITO: CERTO.

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#460360

Adriel Sá
Data do comentário: 15/06/2017
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O item está ERRADO.

O acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram em boas
condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma segura. Em
suma, o acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de preservá-
los.

Assim, a qualidade arquivística é uma exigência necessária para o acondicionamento, pois esse
material está em contato direto com os documentos.

A depender do que será acondicionado, os principais e mais utilizados materiais de


acondicionamento são:
 papéis e cartões neutros ou alcalinos das mais variadas gramaturas;
 papelões de diversas gramaturas;
 filmes de poliéster;
 fita adesiva dupla neutra;
 tiras ou cadarços de algodão;
 tubos de PVC;
 tecido de linho etc.
Logo, o material utilizado na confecção das caixas que acondicionam documentos de arquivo
é relevante na preservação documental.

GABARITO: ERRADO.

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#460366
Adriel Sá
Data do comentário: 16/06/2017
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O item está CERTO.

O documento “RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE


DOCUMENTOS DE ARQUIVO - CONARQ, 2005”, quanto às condições climáticas, as áreas de
pesquisa e de trabalho devem receber tratamento diferenciado das áreas dos depósitos, as quais, por
sua vez, também devem se diferenciar entre si, considerando-se as necessidades específicas de
preservação para cada tipo de suporte.

Com base nessas constatações, recomenda-se:

- armazenar todos os documentos em condições ambientais que assegurem sua preservação, pelo
prazo de guarda estabelecido, isto é, em temperatura e umidade relativa do ar adequadas a cada
suporte documental;

- monitorar as condições de temperatura e umidade relativa do ar, utilizando pessoal treinado, a


partir de metodologia previamente definida;

- utilizar preferencialmente soluções de baixo custo direcionadas à obtenção de níveis de


temperatura e umidade relativa estabilizados na média, evitando variações súbitas;

- reavaliar a utilidade de condicionadores mecânicos quando os equipamentos de climatização não


puderem ser mantidos em funcionamento sem interrupção;

- proteger os documentos e suas embalagens da incidência direta de luz solar, por meio de filtros,
persianas ou cortinas;

- monitorar os níveis de luminosidade, em especial das radiações ultravioleta;

- reduzir ao máximo a radiação UV emitida por lâmpadas fluorescentes, aplicando filtros


bloqueadores aos tubos ou às luminárias;

- promover regularmente a limpeza e o controle de insetos rasteiros nas áreas de armazenamento;

- manter um programa integrado de higienização do acervo e de prevenção de insetos;


- monitorar as condições do ar quanto à presença de poeira e poluentes, procurando reduzir ao
máximo os contaminantes, utilizando cortinas, filtros, bem como realizando o fechamento e a
abertura controlada de janelas;

- armazenar os acervos de fotografias, filmes, meios magnéticos e ópticos em condições climáticas


especiais, de baixa temperatura e umidade relativa, obtidas por meio de equipamentos mecânicos
bem dimensionados, sobretudo para a manutenção da estabilidade dessas condições, a saber:

- fotografias em preto e branco: T 12ºC ± 1ºC e UR 35% ± 5%

- fotografias em cor: T 5ºC ± 1ºC e UR 35% ± 5%

- filmes e registros magnéticos T 18ºC ± 1ºC e UR 40% ± 5%

GABARITO: CERTO.

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#460367

Adriel Sá
Data do comentário: 16/06/2017
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O item está ERRADO.

Segundo o Arquivo Nacional (Manual Técnico de Preservação e Conservação), para preencher os


espaços das caixas que não estiverem completamente cheias, deve-se utilizar cartões de
espaçamento, confeccionados em materiais alcalinos, somente no caso de sobra de espaço dentro
das caixas, para evitar a deformação dos documentos.

GABARITO: ERRADO.
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#460368

Adriel Sá
Data do comentário: 16/06/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A questão trata de uma recomendação prevista nas "Recomendações para a salvaguarda de


acervos arquivísticos danificados por água" - CONARQ.

Item 4.2. Procedimentos a serem realizados na área atingida


 Entrar nos locais inundados utilizando equipamentos de proteção individual (EPI’s), tais
como luvas, botas, óculos de proteção, máscaras e, se possível, roupas emborrachadas,
conforme descrito no Anexo I;
 Fechar imediatamente o registro da água, em caso de desastre causado por rompimento de
tubulação hidráulica;
 Recolher, cuidadosamente, com uma peneira de pedreiro, grande, revestida com tecido de
algodão ou algum tipo de tela de nylon, os documentos que estejam a flutuar na inundação,
antes de iniciar a operação de drenagem da água do local;
 Abrir pequenos buracos nas paredes para escoar a água em direção ao exterior da edificação,
os quais deverão ser vedados tão logo o local esteja em condições de uso, ou seja, tenha sido
limpo e desinfetado. Importante lembrar que as aberturas deverão ser feitas somente quando
não houver mais perigo de novas enchentes imediatas;
 Drenar a água dos locais atingidos, utilizando bombas elétricas, nos casos em que o
fornecimento de energia tenha sido normalizado. Ao realizar este procedimento, fazê-lo sob a
orientação de um profissional capacitado e impedir a entrada de pessoas no local até que a
bomba finalize a remoção da água, por existir o risco de choque elétrico;
 Remover a água residual com o auxílio de baldes, rodos e vassouras. Lavar o local com água
e sabão e desinfetá-lo com etanol a 70%, conforme resolução SS-374, de 15 de dezembro de
1995, da Vigilância Sanitária do estado de São Paulo;
 Remover imediatamente o acervo dos espaços onde houver entrada de água da chuva. Na
impossibilidade de remoção, cobrir o acervo atingido com lona plástica até que a chuva
cesse. Este procedimento é fundamental para reduzir a quantidade de itens danificados pela
água infiltrada em lajes e/ou paredes, evitando, dessa forma, expor o acervo durante todo o
processo de escoamento;
 Reparar imediatamente todas as situações que causaram a entrada de água, em especial a
desobstrução de calhas entupidas, tão logo existam condições meteorológicas favoráveis.

GABARITO: CERTO.

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#460369

Adriel Sá
Data do comentário: 24/05/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

Não podemos confundir acondicionamento com arquivamento.

O acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram em boas
condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma segura.

O armazenamento, por sua vez, é o sistema que recebe o documento, acondicionado ou não, para
ser guardado.

Em suma, o acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de


preservá-los. E o armazenamento refere-se à guarda do próprio documento. Consiste no mobiliário
das salas destinadas à guarda do acervo: estantes, arquivos e armários.
GABARITO: CERTO.

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#419727

Adriel Sá
Data do comentário: 15/06/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

A função “Preservação e Conservação” é um conjunto de ações estabilizadoras que visam


desacelerar o processo de degradação de documentos ou objetos, por meio de controle ambiental e
de tratamentos específicos (higienização, reparos e acondicionamento). Logo, quanto antes essas
medidas iniciarem-se, melhor! Ou seja, independe de qual fase pertence o documento.

GABARITO: ERRADO.

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#287470
O item está CERTO.
A forma mais eficaz de aumentar a longevidade de uma coleção é prevenir e retardar a deterioração,
nomeadamente, conhecer, minimizar e eliminar os fatores que causam a degradação do papel.

Desse modo, manter um pH neutro é uma medida altamente efetiva nessa conservação. O pH é a
medida da acidez ou alcalinidade de uma substância. A escala de pH varia de pH 1 (acidez máxima)
a pH 14 (alcalinidade máxima), sendo o pH 7 considerado neutro.

Assim, os documentos de arquivo em suporte papel devem ser acondicionados em pastas suspensas
ou caixas-arquivo de papelão produzido com pH neutro.
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#183

Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está errado.

O acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram em boas
condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma segura. Para
cumprir sua função, que é a de proteger contra danos, o acondicionamento deve ser confeccionado
com material de qualidade arquivística e necessita ser projetado apropriadamente para o fim a que
se destina.

Os acondicionamentos mais usados em acervos de bibliotecas e arquivos são: caixas, envelopes,


pastas, porta-fólios. (CASSARES, 2000).

Na verdade, a questão trata da indicação para o armazenamento, não acondicionamento. Para o


armazenamento, sugere-se estantes de aço com pintura antioxidante.

CASSARES, N. C.. Como Fazer Conservação Preventiva em Arquivos e Bibliotecas. São Paulo:
Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.

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Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está certo.

A higienização é a retirada, por meio de técnicas apropriadas, de poeira e outros resíduos, com
vistas à preservação dos documentos.

A sujeira é o agente de deterioração que mais afeta os documentos. A sujeira não é inócua e, quando
conjugada a condições ambientais inadequadas, provoca reações de destruição de todos os suportes
num acervo. Portanto, a higienização das coleções deve ser um hábito de rotina na manutenção de
bibliotecas ou arquivos, razão por que é considerada a conservação preventiva por excelência.
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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O valor do pH refere-se ao grau de concentração de íons de hidrogênio num suporte. É expresso


numa escala logarítmica de 0 a 14, sendo 7 o ponto neutro.

Os valores acima de 7 caracterizam o estado alcalino e os inferiores, a acidez. Quanto mais


próximo do neutro, a degradação é mais difícil.

Por oportuno, uma das principais medidas de conservação de documentos é a desacidificação, um


processo pelo qual o valor do pH do papel é elevado a um mínimo de 7, com vistas à sua
preservação.
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Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
Classifique este comentário:

O item está certo.

No acondicionamento de documentos permanentes, embalagens de papel com pH alcalino (neutro)


devem ser utilizadas, porque protegem os documentos de reações químicas que aceleram o processo
de deterioração dos documentos.

PAPEL ALCALINO é um papel não ácido ou neutro que não se deteriora com facilidade.

Nos projetos de conservação/preservação de acervos de bibliotecas, arquivos e museus, é


recomendado apenas o uso de materiais de qualidade arquivística, isto é, daqueles materiais livres
de quaisquer impurezas, quimicamente estáveis, resistentes, duráveis.

Dentro das especificações positivas, encontramos vários materiais: os papéis e cartões alcalinos, os
poliésteres inertes, os adesivos alcalinos e reversíveis, os papéis orientais, borrachas plásticas etc.,
usados tanto para pequenas intervenções sobre os documentos como para acondicionamento.

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Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.


Fundo é a principal unidade de arranjo estrutural, constituído dos documentos provenientes de
uma mesma fonte geradora de arquivos, bem como de mais de uma fonte geradora de
arquivos, reunidos pela semelhança de suas atividades e respeitada a proveniência.

Portanto, fundo é o conjunto de documentos de uma mesma proveniência (instituição). O termo


equivale a arquivo, segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística.

Gabarito: CERTO.
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Adriel Sá
Data do comentário: 27/04/2015
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

A forma mais eficaz de aumentar a longevidade de uma coleção é prevenir e retardar a deterioração,
nomeadamente, conhecer, minimizar e eliminar os fatores que causam a degradação do papel.

Desse modo, manter um pH neutro é uma medida altamente efetiva nessa conservação. O pH é a
medida da acidez ou alcalinidade de uma substância. A escala de pH varia de pH 1 (acidez máxima)
a pH 14 (alcalinidade máxima),sendo o pH 7 considerado neutro.

Ainda, outros elementos que causam danos aos documentos: prendedores metálicos, fitas adesivas,
papéis e cartões ácidos. Elementos metálicos podem transmitir a acidez para o papel.

Gabarito: CERTO.
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Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
Classifique este comentário:

a) encolagem.
Errado. Encolagem: visa restituir ao papel a substância adesiva original perdida (Dicionário
brasileiro de terminologia arquivística).

b) acondicionamento.
Correto. Acondicionamento é a guarda ou embalagem do documento com o fim de preservação e
acesso (Dicionário brasileiro de terminologia arquivística).

c) armazenamento.
Errado. Armazenamento é a guarda de documentos em depósitos (Dicionário brasileiro de
terminologia arquivística).

d) aditamento.
Errado. Aditamento, segundo o Dicionário brasileiro de terminologia arquivística, é a informação
acrescentada a um documento para alterá-lo, explicando ou corrigindo seu conteúdo.

e) amostragem.
Errado. Amostragem é a técnica de selecionar, de um conjunto de documentos, um subconjunto
representativo do todo (Dicionário brasileiro de terminologia arquivística).
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Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
Classifique este comentário:

a) O empilhamento é uma forma adequada de armazenamento de documentos.


Errado. Como regra geral os documentos não devem ser armazenados por empilhamento, apenas
no caso de absoluta necessidade.

b) Para que se ajustem à embalagem, os documentos devem ser dobrados.


Errado. As medidas de caixas, envelopes ou pastas devem respeitar formatos padronizados, e
devem ser sempre superiores às dos documentos que irão abrigar (Arquivo Nacional, 2005).

c) A qualidade do material da embalagem não afeta o documento.


Errado. “As embalagens de má qualidade igualmente aceleram a deterioração dos materiais,
quando o objetivo seria protegê-los. (Sherelyn Ogden, 2001)”

d) A troca das pastas e caixas deve adequar-se ao armazenamento de documentos.


Correto. Todos os materiais usados para o armazenamento de documentos permanentes devem
manter-se quimicamente estáveis ao longo do tempo, não podendo provocar quaisquer reações que
afetem a preservação dos documentos (Arquivo Nacional, 2005).
e) Os tamanhos das embalagens devem ser fixos.
Errado. As medidas de caixas, envelopes ou pastas devem respeitar formatos padronizados, e
devem ser sempre superiores às dos documentos que irão abrigar (Arquivo Nacional, 2005).
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Patrícia Stival
Data do comentário: 25/08/2013
Classifique este comentário:

Pessoal, essa é questão direta (para não dizer literal). Ela focou na definição de Câmara de
Segurança constante no Dicionário de Terminologia Arquivístiva
(http://www.arquivonacional.gov.br/download/dic_term_arq.pdf):
Câmara de segurança - Local próprio para armazenar documentos dotados de condições especiais
visando restringir o acesso e garantir a máxima segurança contra furtos e sinistros.
Os outros termos presentes nas demais alternativas formam combinações inexistentes (Ex. "Câmara
de acondicionamento", "Câmara de estocagem", etc.) para fins de arquivologia.
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Patrícia Stival
Data do comentário: 11/08/2013
Classifique este comentário:

a) determina prazos e condições de guarda dos documentos.


Errado. De acordo com o CONARQ a tabela de temporalidade envolve as atividades-meio e
atividades-fim de cada órgão público. A tabela de temporalidade é uma ferramenta arquivística
resultante de avaliação, sendo seus objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos,
com vista a garantir o acesso à informação a quantos dela necessitem.

b) distribui documentos em classes.


Errado. Plano de classificação- De acordo com o CONARQ é um esquema de distribuição
de Documentos em classes de acordo com métodos de arquivamento específicos, elaborado a
partir do estudo das estruturas e funções de uma instituição e da análise do arquivo por ela
produzido. Expressão geralmente adotada em arquivos correntes.

c) estabelece medidas preventivas e de segurança em caso de sinistros.


Correto. De acordo com o CONARQ “Toda instituição arquivística deve contar com um Plano de
Emergência escrito, direcionado para a prevenção contra riscos potenciais e para o salvamento de
acervos em situações de calamidade com fogo, água, insetos, roubo e vandalismo".
O plano de emergência contará com uma equipe técnica e uma administrativa com atribuições
específicas, para as várias atividades que irão demandar a pronta resposta e a recuperação dos
acervos atingidos, no caso de algum sinistro.

d) indica a disposição do mobiliário e a utilização atual ou futura do espaço disponível.


Errado. O plano de emergêcia é direcionado para a prevenção contra riscos potenciais e para o
salvamento de acervos em situações de calamidade com fogo, água, insetos, roubo e vandalismo.

e) prevê a destinação dos documentos


Errado. A função do plano de destinação é a avaliação da massa documental, realizando as etapas:
 avaliação de documentos;
 eliminação dos documentos;
 transferência de documentos.
 identificação e descrição das séries de documentos;
 estabelecimento de programas de conservação e preservação de
 documentos;
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Patrícia Stival
Data do comentário: 31/07/2013
Classifique este comentário:

a) a classificação dos documentos, tendo em vista a sua recuperação.


Errado. Classificação: Considerada como sendo uma atividade intelectual voltada para o
agrupamento dos documentos a partir das funções e atividades geradoras desses documentos.

b) a avaliação dos documentos, mediante o uso de instrumentos de pesquisa.


Errado. Informa valores e define prazos de guarda. Resulta na criação da Tabela de temporalidade.
De acordo com o CONARQ a tabela de temporalidade envolve as atividades-meio e atividades-fim
de cada órgão público. A tabela de temporalidade é uma ferramenta arquivística resultante de
avaliação, sendo seus objetivos definir prazos de guarda e destinação de documentos, com vista a
garantir o acesso à informação a quantos dela necessitem.

c) as atividades relacionadas ao recebimento, distribuição, tramitação e expedição de


documentos.
Errado. Essas são atividades de protocolo, as quais descrevo abaixo:
 Recebimento – recebe os dos documentos e separa em sigiloso, particular e ostensivo. Sendo
que os documentos de natureza particular e sigilosos devem ser encaminhados ao
diretamente ao destinatário, já os ostensivos serão abertos e verificados.
 Classificação - identifica e codifica o assunto
 Registro – cadastro dos dados do documento ( elementos) para sua localização.
Descrever dados como nome do remetente, data e assunto a que se
referem.
 Expedição/ Distribuição - encaminhamento ao destinatário
 Tramitação/Movimentação - controle da tramitação / andamento.
d) as políticas institucionais voltadas para a prevenção de danos aos documentos.
Correto. Uma Política de Preservação significa elaborar um de Preservação onde estejam bem
definidas as necessidades gerais e específicas, destinadas aos bons procedimentos no trato dos
documentos. São políticas institucionais com o fim de prevenção de danos aos documentos.

e) os métodos de arquivamento e ordenação de documentos.


Errado. Para GONÇALVES, 1998 a ordenação tem como objetivo básico facilitar e agilizar a
consulta aos documentos, pois mesmo que se refiram a uma mesma atividade, e em relação a um
tipo documental com características iguais, os documentos podem formar um volume significativo.
A adoção de um ou mais critérios de ordenação para uma série documental pode evitar, que, para a
localização de algum documento, seja necessária a consulta de dezenas ou centenas de outros.

Para ordenar arquivos são utilizados os métodos de arquivamento. De acordo com Dicionário
Brasileiro de Terminologia Arquivística (1992), Método de Arquivamento é uma sequência de
operações que determina a disposição dos documentos de um arquivo ou coleção, uns em relação
aos outros, e a identificação de cada unidade.

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Felipe Petrachini
Data do comentário: 03/06/2013
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ITEM CERTO. Hohoho, é natal na CESPE. A questão saiu da publicação "RECOMENDAÇÕES


PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO" do
CONARQ, cujo link pode ser consultado aqui:
(http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/...)

Veja dois excertos da publicação:


 As presilhas devem ser em plástico ou metal não oxidável;
 As práticas de grampear e de colar documentos devem ser evitadas;
Do jeitinho que o enunciado propõe. Lembre-se que grampear uma folha envolve perfurá-la para
fixação do grampo.

Quanto ao uso de elementos metálicos, não que você precise saber disso, mas os metais de aplicação
comercial mais comuns (ferro, cobre, estanho, entre outros) encontram-se na forma de íons
positivos na natureza, tendendo a se unir a átomos de oxigênio para adquirir estabilidade molecular.
Isto se chama oxidação (e se fosse ferro, falaríamos de ferrugem :P), que embora gere um composto
estável, em nada colabora para manutenção do seu arquivo.
FECHAR

Felipe Petrachini
Data do comentário: 23/07/2013
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Comecemos pelos termos:


 Acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim
de preservá-los.
 O armazenamento refere-se à guarda do próprio documento. É a colocação do
documento no arquivo.
Até aqui, nada que indique o acerto ou erro da questão.

Entretanto, esta afirmação já está se tornando bastante comum em provas da CESPE. Veja, por
exemplo, esta questão do concurso do Ministério da Integração, em 2013:
CESPE/2013/MINISTERIO DA INTEGRAÇÃO/ ASSISTENTE
TÉCNICO ADMINISTRATIVO
Os documentos de arquivo em suporte papel são muito frágeis e, por
isso, devem ser conservados em sacos plásticos.
Estava errado lá, está errado aqui :P. Recomenda-se que os documentos em suporte em papel sejam
acondicionados em caixas.

O uso de sacos plásticos dificulta a "transpiraçao" do papel, o que aumenta sua fragilidade ao longo
do tempo, tanto no que diz respeito à temperatura, quanto à umidade do suporte.

Para quem tiver curiosidade, o CNJ disponibiliza o seguinte


documento:http://folivm.files.wordpress.com/2011/04/manua..., explicando tudo que há para se
saber sobre preservação e conservação de papel. E naquele mesmo documento está a sugestão de
acondicionamento em "caixas arquivo", feitas normalmente de papelão, para acondicionamento
deste tipo de suporte.

Portanto, ITEM ERRADO.


FECHAR

Felipe Petrachini
Data do comentário: 30/07/2013
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ITEM ERRADO. Meu caro, esta questão é um pouco cruel. Cada doutrinador, profissional que
trabalha com fotografia ou arquivista tem um método diferente de armazenar fotografias e
negativos, de maneira que só perguntando pro tio que fez a questão para saber no que ele estava
pensando.

Quer dizer... na verdade, tem mais uma entidade que podemos consultar: a ABRACOR (Associação
Brasileira de Conservadores e Restauradores)

Veja o que ela diz sobre o assunto (http://www.abracor.com.br/novosite/txt_tecnicos...):


"Muitos conservadores recomendam que o acondicionamento de certos processos seja
feito somente com papéis de pH neutro ou sem reserva alcalina, ao invés dos papéis com reserva
alcalina. A diferença entre estes dois tipos de papéis é que os materiais com reserva alcalina têm
um componente, em geral carbonato de cálcio ou de magnésio, adicionado durante sua produção,
para combater a degradação por acidez das fibras do papel. Os papéis neutros não têm este
aditivo. Tipicamente, têm o pH aproximado de 7.0, ou quase neutro, enquanto os papéis alcalinos
variam aproximadamente de 7.5 a 8.5, na escala de pH."
Mesmo aqui a ABRACOR deixa registrado que é uma opinião de boa parte dos conservadores, mas
já temos uma ideia do que a CESPE estava procurando.
FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 27/11/2013
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Item errado.
Os documentos de arquivo em suporte papel são muito frágeis e, por isso, devem ser conservados
em sacos plásticos (PAPEL CARTÃO).

A melhor forma de preservar documentos em suporte papel é o seu acondicionamento por


meio de embalagens em papel cartão, em torno de 300g/m2, que utiliza somente o sistema de
dobras e encaixe, sem fazer uso de qualquer tipo de adesivo. Caracteriza-se por uma completa
vedação que proporciona um benefício duplo de preservação: primeiro, contra agentes externos e
ambientais; segundo, a favor da manutenção da integridade física da obra1.

1ArquivoNacional (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro:


Arquivo Nacional, 2005.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
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O item está ERRADO.

O acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram em boas
condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma segura.

Os acondicionamentos mais usados em acervos de bibliotecas e arquivos são: caixas, envelopes,


pastas, portfólios. Os papelões são empregados na construção de caixas, enquanto que os papéis e
os cartões especiais são bastante utilizados para a confecção de folders e pastas.

Quanto ao mobiliário, será preferencialmente em aço tratado com pintura sintética, de efeito
antiestético (Recomendações para a Produção e o Armazenamento de Documentos de Arquivo –
CONARQ).

Assim, corrigindo o item, temos:


Acondicionar os documentos dos arquivos correntes em suporte papel em caixas-arquivo de
plástico (de papelão ou papel) e colocar essas caixas em estantes de aço é a ação mais indicada
tecnicamente.

GABARITO: ERRADO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
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O item está CERTO.

A qualidade arquivística é uma exigência necessária para o acondicionamento, pois esse material
está em contato direto com os documentos.

Enquanto o acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram
em boas condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma
segura, o armazenamento, por sua vez, é o sistema que recebe o documento, acondicionado ou
não, para ser guardado.

Em suma, o acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de


preservá-los. E o armazenamento refere-se à guarda do próprio documento. Consiste no mobiliário
das salas destinadas à guarda do acervo: estantes, arquivos e armários.
GABARITO: CERTO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram em boas
condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma segura.

O armazenamento, por sua vez, é o sistema que recebe o documento, acondicionado ou não, para
ser guardado.

Em suma, o acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de


preservá-los. E o armazenamento refere-se à guarda do próprio documento. Consiste no mobiliário
das salas destinadas à guarda do acervo: estantes, arquivos e armários.
GABARITO: CERTO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
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O item está ERRADO.

O pH é a medida da acidez ou alcalinidade de uma substância. A escala de pH varia de pH 1 (acidez


máxima) a pH 14 (alcalinidade máxima), sendo o pH 7 considerado neutro.

Para medir o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade de determinado suporte utiliza-se o


peagâmetro - que mede o pH (“peagá”). Esse instrumento possui outras denominações: medidor de
pH, condutivímetro, phmetro, analisador de pH, medidor de condutividade e TDS.

Apesar de alguns autores usarem o termo “papel alcalino ou tamponado” como sinônimo para “pH
neutro”, essa relação não é absoluta. Isso porque os papéis neutros, tipicamente, têm o pH
aproximado de 7.0, ou quase neutro, enquanto os papéis alcalinos variam aproximadamente de 7.5 a
8.5, na escala de pH.
Destaca-se que a utilização de papel neutro envolve maiores custos. Daí, a importância de se
produzir documentos considerados de valor permanente (e não todo e qualquer documento) em
papel com pH neutro e sem elementos metálicos.

GABARITO: ERRADO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 11/04/2016
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O item está CERTO.

Segundo leciona Marilena Leite Paes, o método mais eficiente de combater os insetos é
a fumigação (desinfestação). A substância química a ser empregada nesse processo deve passar por
testes de garantia da integridade do papel e da tinta sob sua ação.

Com a fumigação, os insetos, em qualquer fase de desenvolvimento, são completamente destruídos.


Posteriormente, deve se efetuar a limpeza dos documentos, que na falta de instalações especiais para
essa operação, pode utilizar-se um pano macio, uma escova ou um aspirador de pó.

A higienização dos documentos é tanto uma ação de preservação como de conservação dos
documentos de arquivo. De acordo com Cassares (2000), a sujidade (sujeira) é o agente de
deterioração que mais afeta os documentos. A sujidade não é inócua e, quando conjugada a
condições ambientais inadequadas, provoca reações de destruição de todos os suportes num acervo.

Por fim, o alisamento é um método de conservação que consiste em colocar os documentos em


bandejas de aço inoxidável, expondo-os à ação do ar e com umidade variando de 90 a 95%, por um
período de uma hora, em uma câmara de umidificação; posteriormente, será passado a ferro folha
por folha, em máquinas elétricas.

GABARITO: CERTO.
CASSARES, N. C.. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo:
Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.

PAES, M. L.. Arquivo; teoria e prática. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 2004.

FECHAR

Patrícia Stival
Data do comentário: 08/02/2013
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O item está CERTO.

A deterioração ocorre por reações químicas, ao longo do tempo, que são aceleradas por vários
fatores como os: ambientais, biológicos, Intervenções Impróprias, agentes biológicos, furtos e
vandalismo

No fator ambiental um dos motivos que pode provocar o amarelecimento de um papel é a exposição
à radiação da luz.

Toda fonte de luz, natural ou artificial, emite radiação prejudicial aos materiais de acervos, levando
a um processo de oxidação. Tornando o papel frágil, quebradiço, amarelecido, escurecido.

De acordo com Pereira, (2005) O amarelecimento é visto como um dos primeiros sintomas do
envelhecimento e deterioração do papel.

O componente da luz que mais merece atenção é a radiação ultravioleta (UV). A exposição à luz,
mesmo em curto período, é prejudicial e o dano é cumulativo e irreversível.

A luz pode ser de origem natural e artificial, proveniente de lâmpadas incandescentes e


fluorescentes. É importante evitar a exposição de documentos a luz natural e as lâmpadas
fluorescentes, que são fontes geradoras de raios UV.

Para proteger ou prolongar a vida destes documentos de acordo com orientações do CONARQ
pode-se:

- Proteger os documentos e suas embalagens da incidência direta de luz solar, por meio de filtros,
persianas ou cortinas;

- monitorar os níveis de luminosidade, em especial das radiações ultravioleta;


- reduzir ao máximo a radiação UV emitida por lâmpadas fluorescentes, aplicando filtros
bloqueadores aos tubos ou às luminárias.
FECHAR

Patrícia Stival
Data do comentário: 08/02/2013
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O item está CERTO.

O CONARQ (Conselho Nacional de Arquivos) em suas orientações declara que todos os


documentos devem ser armazenados em locais que apresentem condições ambientais apropriadas
às suas necessidades de preservação, pelo prazo de guarda estabelecido em tabela de
temporalidade e destinação.

Para a escolha do tipo de armazenamento arquivistico é importante levar em consideração a


composição química dos documentos, suporte a forma, etc. E verificar como os fatores ambientais,
biológicos, intervenções impróprias, agentes biológicos, furtos e vandalismo, agem sobre eles.

Poderíamos dizer que a composição dos papéis de uma forma generalizada é de origem vegetal
obtido a partir da justaposição artificial de fibras celulósicas. Ou seja, o tipo de papel que será
gerado dependerá do tipo de planta utilizada para sua convecção. Essa composição influência na
durabilidade, cor, textura, etc. E também interfere na ação da temperatura, umidade, tipos de fungos,
etc que afetam e aceleram a deterioração dos documentos. Vários fatores determinam a escolha do
armazenamento de um arquivo. Logo a diferença de armazenamento pode ocorrer até mesmo entre
papéis.

De acordo com as orientações do CONARQ devem-se armazenar os acervos de fotografias, filmes,


meios magnéticos e ópticos em condições climáticas especiais, de baixa temperatura e umidade
relativa, obtidas por meio de equipamentos mecânicos bem dimensionados, sobretudo para a
manutenção da estabilidade dessas condições.
FECHAR

Patrícia Stival
Data do comentário: 08/02/2013
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O item está ERRADO.

Existem vários fatores responsáveis pela acidez do papel, e que contribuem na sua deterioração.

Um das grandes preocupações dos arquivistas tem sido a acidez dos papéis, pois ocasiona o
aparecimento de manchas marrons, amarelecimento, o papel perde a rigidez e fica quebradiço
(ALMEIDA, 1991).

CUNHA (1971) couros, pergaminhos, papéis se acidificam com facilidade durante a própria
produção; e a deterioração é iniciada logo no momento de sua fabricação, antes mesmo que sejam
utilizados para compro livros, gravuras, mapas, etc.

De acordo com IRIGON (1973), existem três caminhos que o ácido pode percorrer para entrar em
contato com os documentos.

1- Durante a Fabricação do papel

2- Pelo uso de tintas ácidas

3- Pelo depósito, sobre os documentos de dióxido de enxofre ( SO2)10 que está presente no ar e que
pode reagir e formar ácido sulfúrico (H2SO4).

Para BARRETO (1959), a acidez pode ser ocasionada por tintas à base de óxido de ferro, colas de
variadas, impurezas do ar e até mesmo contato com outros papéis que estejam acidulados.

Como foi possível observar existem vários motivos que corroboram para a acidez do papel.
Não sendo, portanto, os elementos metálicos responsáveis pela acidez do papel.
FECHAR

Patrícia Stival
Data do comentário: 19/02/2013
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O item está ERRADO.

Importante relembrar sobre os valores dos arquivos para as instituições;

Arquivos de valor primário ou administrativo – são aqueles que foram gerados pelas atividades
de uma instituição. Apresenta um valor funcional. São de guarda temporária.

Arquivos de valor secundário – é uma qualidade que alguns documentos podem adquirir depois de
esgotada sua utilização primária. Possuem informações de valor probatório ou histórico.
Embora aos arquivos primários sejam de caráter temporário, isto não os exclui da necessidade de
serem preservados, seguindo critérios de conservação e manutenção corretos. Afinal o objetivo da
preservação é manter a integridade da informação. Então em um primeiro momento a conservação
e manutenção estarão presentes nos arquivos de valor primário.

A conservação e a manutenção de documentos remetem um conjunto de ações estabilizadoras que


visam desacelerar o processo de degradação de documentos por meio de controles ambientais e
tratamentos específicos. O conceito de preservação envolve tanto as atividades de conservação,
armazenamento e restauração de documentos.
FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 10/05/2013
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Item errado.

A Gestão de documentos é o conjunto de medidas e rotinas que garante o efetivo controle de todos
os documentos de qualquer idade desde sua produção até sua destinação final (eliminação ou guarda
permanente), com vistas à racionalização e eficiência administrativas, bem como à preservação do
patrimônio documental de interesse histórico-cultural.

Em vista disso, não se coaduna com a racionalização e ficiência administrativa a higienização e


restauração de um documento cuja destinação final seja a sua eliminação.

Corrigindo o item, adequadamente teríamos:

O documento de arquivo em papel, a depender (e não independentemente) de sua destinação final,


deve ser higienizado e restaurado.
FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 10/05/2013
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Item errado.
Documentos que apresentam grandes formatos, como mapas, plantas e cartazes (cartográficos),
devem ser armazenados horizontalmente, em mapotecas adequadas às suas medidas, ou enrolados
sobre tubos confeccionados em cartão alcalino e acondicionados em armários ou gavetas.

Portanto, a primeira parte do item encontra-se errada (acondicionar os documentos cartográficos em


pastas suspensas). Já a segunda parte do item pode ser considerada correta (armazená-los em
estantes de aço com pintura antioxidante).

Assim, observe que é inviável o acondicionamento desses formatos em pastas suspensas.

FECHAR

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
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ITEM CERTO. Só tomar cuidado com duas palavrinhas mágicas:

Acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de preservá-los.

O armazenamento refere-se à guarda do próprio documento. É a colocação do documento no


arquivo.

Dito isto, de fato, o armazenamento é conceito que prescinde de embalagem, desde que envolva a
guarda do documento.
FECHAR

Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
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ITEM ERRADO. Gostaria de convidá-lo a refletir no que lhe está sendo pedido.

Caso nunca tenham te dito, nunca, nunca, mas nunca mesmo, dobre uma folha de papel se tiver
intenção de guardá-la. O vinco formado é a parte mais frágil de qualquer folha de papel, e a
primeira coisa a se deteriorar.

Fora isto, as pastas suspensas de papelão não são muito maiores que uma folha A4, sendo que
pensar em usá-las para guardar um cartaz beira o rídiculo :P.

Bom, mas não estamos aqui apenas para falar de bom senso :P. Seu examinador tirou a questão da
seguinte passagem:
“Os documentos de valor permanente que apresentam grandes formatos, como mapas, plantas
e cartazes, devem ser armazenados horizontalmente, em mapotecas adequadas às suas
medidas, ou enrolados sobre tubos confeccionados em cartão alcalino e acondicionados em
armários ou gavetas“.
O trecho pertence a uma publicação do CONARQ com recomendações a respeito do
armazenamento de documentos, disponível no link a
seguir: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/...
FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
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O item está ERRADO.

A preservação no armazenamento deve, sempre, levar em consideração o suporte do documento. É


fácil concluir que um documento em suporte de papel (um mapa, por exemplo) possui condições e
adequações distintas de um documento armazenado em suporte de disco magnético.

A preservação é um conjunto de medidas e estratégias de ordem administrativa, política e


operacional que contribuem direta ou indiretamente para a preservação da integridade dos materiais.
O dano ainda não ocorreu, e assim, buscamos evitá-lo. Assim, a preservação de documentos de
arquivo, em qualquer suporte, depende dos procedimentos adotados em sua produção, tramitação,
acondicionamento e armazenamento físico.

GABARITO: ERRADO.

FECHAR
Adriel Sá
Data do comentário: 23/10/2017
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

De acordo com as RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE


DOCUMENTOS DE ARQUIVO - CONARQ, os documentos que apresentam grandes formatos,
como mapas, plantas e cartazes (cartográficos), devem ser armazenados horizontalmente,
em mapotecas adequadas às suas medidas, ou enrolados sobre tubos confeccionados em cartão
alcalino e acondicionados em armários ou gavetas.

GABARITO: CERTO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
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O item foi anulado, e com razão, já que a doutrina e a legislação não são unânimes quanto à
temperatura ideal na área de guarda dos documentos de arquivo.

Segundo Cassares (2000), o mais recomendado é manter a temperatura o mais próximo possível
de 20°C e a umidade relativa de 45% a 50%, evitando-se de todas as formas as oscilações de 3°C
de temperatura e 10% de umidade relativa.

As RECOMENDAÇÕES PARA A PRODUÇÃO E O ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS


DE ARQUIVO - CONARQ (2005) sugerem a adoção dos parâmetros recomendados por diferentes
autores: temperatura entre 15° e 22° C e de umidade relativa entre 45% e 60%, evitando-se
oscilações diárias.
Em suma, há divergências na literatura sobre os padrões de umidade e temperatura. E nem de longe
o assunto está pacificado, pois encontramos diversas variações quanto à temperatura e à umidade
consideradas ideais.

GABARITO: ANULADO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
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O item está CERTO.

A questão reproduz trecho de citação da autora Marilena Leite Paes:


A luz, o ar seco, a umidade, o mofo, a temperatura inadequada, a poeira, gases e inúmeras
pragas, a médio e longo prazos, são altamente prejudiciais a conservação do acervo documental
(PAES, 2004).
Assim, a luz, o ar seco, a umidade, o mofo, a temperatura inadequada, a poeira, gases e inúmeras
pragas alguns dos principais fatores de deterioração de acervos de bibliotecas e arquivos.

GABARITO: CERTO.

PAES, M. L. Arquivo: teoria e prática. 3.ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 27/10/2017
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Alisamento e fumigação são processos diferentes entre si.

O alisamento consiste em colocar os documentos em bandejas de aço inoxidável, expondo-os à


ação do ar e com umidade variando de 90 a 95%, por um período de uma hora, em uma câmara de
umidificação; posteriormente, será passado a ferro folha por folha, em máquinas elétricas.

A fumigação é o método químico de desinfestação que combate insetos e pragas, onde o


documento é inserido em uma câmara com produtos químicos.

GABARITO: ERRADO.

FECHAR

O item está CERTO.

Senhores, favor não confundir o princípio da proveniência (respeito aos fundos) com o que a
necessidade de guarda física no mesmo local dos documentos do arquivo.

Vamos relembrar o princípio da proveniência: “Princípio básico da arquivologia segundo o qual


o arquivo produzido por uma coletiva, pessoa ou família não deve ser misturado aos de
outras entidades produtoras.”

Embora a informação seja algo intangível (nada pode destruir uma ideia, elas são a prova de bala
:P), ela precisa, necessariamente, ser fixada em um suporte (material físico tangível) para que seja
armazenada e preservada. Hoje fixamos informações, normalmente, utilizando tinta e papel, mas
poderíamos pegar um bloco de mármore e talhar palavras nele.

Pois bem, a questão é que o material do qual é composto o suporte está sujeito a deterioração. E
cada tipo de material, por suas peculiaridades, é mais vulnerável a este ou aquele tipo de agente
químico, físico ou biológico deteriorante.

E aí chegamos no ponto da questão: em face das peculiaridades de cada suporte, é possível que
procuremos armazená-los em locais diferentes, para preservá-los destes agentes específicos
(específicos em função das características físicas do suporte). Embora os processos de papel possam
ser guardados em um ambiente com controle de temperatura e umidade, isto talvez não baste para
preservar as películas fotográficas (negativos de filmes, slides e diapositivos), que talvez precisem
de outro local, onde possam ser armazenadas em pequenas molduras, dentro de caixas fechadas,
pois é um material bem mais sensível.
FECHAR
#1838

Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

As informações são intangíveis, e assim, não são dotadas de existência física. Entretanto, para que
possamos preservar as informações, precisamos retirá-las de nossas cabeças e fixa-las em um meio
material que permita sua manipulação. Este meio material é o suporte.

Como todo material, o suporte é algo dotado de existência física, e desta forma, suscetível a ação de
agentes deteriorantes, a exemplo de agentes físicos, químicos ou biológicos. Mesmo que eu
digitalize um documento, ele será armazenado em um CD, Disquete, HD ou qualquer outro tipo de
meio que garanta a integridade dos dados. E a temperatura continuará a ser fator de preocupação,
visto que pode deteriorar o suporte. Imagine um CD exposto a uma temperatura de 50º. Os materiais
do qual é composto começarão a estragar, e a informação nele contida se perderá.

Levando a situação a um nível extremo: experimente jogar o disco rígido de seu computador e um
forno siderúrgico e depois tente reaver as informações que estavam nele. Só cuidado para não
queimar os dedos :P
FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 05/09/2013
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Item errado.

Regra geral, os documentos devem ser armazenados na posição vertical, acondicionados em caixa
ou pastas suspensas. No entanto, as estantes mais adequadas são as de metal esmaltado. A madeira
não revestida ou de fórmica não é recomendada, pois em ambos os casos há emissão de produtos
voláteis ácidos. O mesmo tratamento se aplica aos móveis de madeira. Além disso, toda fonte de
luz, seja ela natural ou artificial, emite radiação nociva aos materiais de acervos, provocando
consideráveis danos através da oxidação.
Fonte:
CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São
Paulo: Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
Classifique este comentário:

Item certo.

A preferência por hastes plásticas a hastes metálicas se dá por motivos de conservação e facilidade
de juntadas e desentranhamento das peças que compõem o processo. As hastes plásticas são
mais mais fáceis de manuseio e evitam sinais de oxidação no documento.

Haste de metal:

Haste de plástico:

FECHAR
Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
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Item certo.

Toda fonte de luz, seja ela natural ou artificial, emite radiação nociva aos materiais de acervos,
provocando consideráveis danos através da oxidação. No mesmo sentido, o calor contribui
significativamente para a destruição dos documentos, principalmente quando em suporte-papel,
acelerando a sua deterioração.

Assim, a utilização de filtros e cortinas minimizam o efeito da luz sobre os socumentos; ainda,
em relação à temperatura, o mais recomendado é mantê-la o mais próximo possível de 20°C1.

1CASSARES, Norma Cianflone. Como Fazer Conservação Preventiva em Arquivos e Bibliotecas.


São Paulo: Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000.
FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
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A banca anulou a questão, mas, preliminarmente, divulgou o gabarito como correto. Não houve
justificativa da banca para a anulação.

A questão da utilização de clipe merece cuidado. Em casos de extrema necessidade, entre metal e
plástico, a utilização do clipe de plástico é menos prejudicial ao documento, isso porque, no caso
dos clipes de metal, o processo de oxidação dos clipes passará para a folha marcada, manchando-a e
rasgando-a.
Gabarito: ANULADA.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
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O item está ERRADO.

O uso de fitas adesivas para consertos de rasgos no suporte papel é uma intervenção inadequada de
recuperação de documento. Vamos ver um exemplo dessa intervenção incorreta e um resultado
prático?

Gabarito: ERRADO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Recomenda-se a utilização de caneta do tipo “nanquim” ao invés da caneta esferográfica, como


forma de preservação do papel. As tintas esferográficas são à base de anilinas, possuindo como
aglutinante uma resina sintética viscosa. A tinta “nanquim” é indicada para documentos de
caráter permanente, pois diferentemente das canetas esferográficas, não borram e com o passar do
tempo fixam-se cada vez mais ao papel.

Gabarito: ERRADO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:

O item está CERTO.

O acondicionamento tem por objetivo a proteção dos documentos que não se encontram em boas
condições ou a proteção daqueles já tratados e recuperados, armazenando-os de forma segura. Em
suma, o acondicionamento diz respeito à embalagem que guarda os documentos, a fim de preservá-
los.

A recomendação é de que as medidas das pastas ou envelopes devem respeitar formatos


padronizados, e devem ser sempre superiores às dos documentos que irão abrigar, até por questão de
lógica!

Gabarito: CERTO.

FECHAR

Adriel Sá
Data do comentário: 23/02/2018
Classifique este comentário:
O item está CERTO.

Não se deve colocar os dedos diretamente sobre as imagens e negativos de uma fotografia. Usar
sempre luvas, de preferência as de algodão. Esse procedimento previne manchas e impressões
digitais sobre as imagens.

Pra confirmar, pego um óculos e manuseie suas lentes, primeiramente, com a mão revestida num
pano de algodão; depois retire o pano e manuseie diretamente com os dedos sobre a lente... com
fotografias e negativos o resultado é o mesmo!

Gabarito: CERTO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 24/02/2018
Classifique este comentário:

O item está ERRADO.

Estamos falando de um ambiente repleto de arquivos de documentos, em sua maioria, de suporte


papel. Ora, a água pode causar um estrago irreversível, se não for utilizada com cuidado. Por isso, o
ideal não é a limpeza constante do ambiente com água, mas utilizando-se de aspirador de pó ou
vassoura revestida com um pano levemente umedecido.

Gabarito: ERRADO.

FECHAR

Letícia Ahnert
Data do comentário: 27/12/2019
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Item ERRADO. Corrigindo a questão:

Segundo PAES (2004, p.143)


3.4 Restauração
3.4.1 Banho de Gelatina
3.4.2 Tecido
3.4.3 Silking
3.4.4 Laminação
3.4.5 Laminação Manual
3.4.6 Encapsulação
Portanto, a reformatação NÃO é um método de restauração de documentos. Logo, questão incorreta.

Referência
PAES, Marilene Leite. Arquivo: teoria e prática. FGV Editora, 2004.
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Patrícia Stival
Data do comentário: 31/07/2013
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Questão anulada pela banca segundo a justificativa transcrita abaixo:

"A redação do comando da questão permitiu a interpretação de que os fatores enumerados após a
palavra “deteriorados” seriam causadores da deterioração de documentos, o que acarretaria a
inexistência de resposta correta. Dessa forma, opta-se por sua anulação."
Explicando os conceitos das alternativas:

VELATURA . Conforme o Dicionário Barsileiro de Arquivística no processo de velatura é feita a


aplicação de reforço de papel ou de tecido em qualquer face de uma folha. De acordo com SILVA,
1984, é um processo utilizado quando se tem pressa e muito material para ser restaurado,
aconselhável para grandes acervos.

UMIDIFICAÇÃO- . De acordo Dicionário Barsileiro de Arquivística quando os documentos estão


quebradiços e ressecados usa se essa técnica para que eles readquiriram flexibilidade. Dessa forma o
documento é exposto a uma atmosfera úmida para que absorva de forma gradual o vapor d' agua.

SECAGEM A VÁCUO – De acordo Dicionário Barsileiro de Arquivística quando os documentos


estão molhados é utilizado o processo de secagem a vácuo. O procedimento é feito com a retirada
gradual do ar e com a elevação da temperatura.

REENCOLAGEM. De acordo Dicionário Barsileiro de Arquivística - Encolagem visa restituir ao


papel a substância adesiva original perdida.

LAMINAÇÃO – De acordoDicionário Barsileiro de Arquivística, Processo de restauração que


consiste no reforço de documentos deteriorados ou frágeis, colocando-os entre folhas de papel de
baixa gramatura, fixadas por adesivo natural, semissintético ou sintético, por meio de diferentes
técnicas, manuais ou mecânicas.
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Felipe Petrachini
Data do comentário: 24/07/2013
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ITEM CERTO. Laminação: vou explicar do jeito fácil e do jeito certo :P.

O jeito fácil de entender a laminação é pensar no processo de plastificação de documento. Nos bons
tempos em que isso era autorizado por lei (meu RG ainda é plastificado), pegamos o documento, e
colocamos entre duas tiras de plástico. Utilizamos uma máquina que prensa tudo isso, ao mesmo
tempo em que aquece as bordas, prendendo o documento no meio do plástico.

Agora que você entendeu a ideia, vamos explicar bonitinho:

O documento será envolvido de um lado em uma folha de papel seda e do outro lado, em um
material chamado acetato de celulose. Esse sanduiche será colocado em uma prensa hidráulica sob
uma temperatura de em torno de 150ºC.

O acetato de celulose é um material, quando aquecido e prensado, vai aderir ao documento e à folha
de papel seda, vedando completamente o documento.

Agora a durabilidade do papel e suas qualidades permanentes ficam asseguradas, tudo isso sem
perda da legibilidade do documento. E ainda ficará imune à ação de insetos e fungos. Embora o
peso do documento duplique, seu volume ficará reduzido.
A matéria prima aplicada ao processo é de fácil obtenção e o próprio processo é de rápida execução.
Por todos estes motivos, a laminação é tida como o processo de restauração mais próximo do ideal.
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Mayko Gomes
Data do comentário: 22/04/2013
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ITEM ERRADO. A laminação é uma técnica de restauração de documentos em papel, que consiste
em envolver o mesmo em uma folha de seda e outra de acetato de celulose, pressioná-lo em uma
prensa hidráulica com pressão entre 7 e 8 kg/cm e temperatura entre 145º e 155º.

Para combater o problema da obsolescência de equipamentos o que se deve fazer é a migração de


suporte, ou seja, quando um hardware ou software estiver ultrapassado deve-se transferir o conteúdo
dos documentos digitais a outro suporte. Contudo este processo pode ser muito caro e sistemático,
sendo necessário um estudo de sua real necessidade.
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Mayko Gomes
Data do comentário: 22/04/2013
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ITEM ERRADO. O alisamento, a restauração, a desinfestação e a limpeza são todas operações de


conservação corretiva, ou seja, de combate aos efeitos danosos aos documentos.

O alisamento é o procedimento de passar o documento a ferro para retirar suas marcas de dobras e
facilitar a remoção de manchas. Já as técnicas e ferramentas de restauração são empregadas para
combater os efeitos de agentes danosos quando o documento os está sofrendo.

O alisamento, a desinfestação e a fumigação, apesar de trabalharem na conservação corretiva, não


são técnicas de restauração.
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Jhony Kossoski
Data do comentário: 18/09/2019
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Após a microfilmagem, os documentos oficiais ou públicos com valor de guarda


permanente poderão ser eliminados, desde que se garanta sua inutilização por completo.
ITEM ERRADO.

Os documentos de guarda PERMANENTE jamais poderão ser eliminados.


Mesmo após serem microfilmados, seus originais devem ser preservados, devido ao seu valor.
A microfilmagem, nesses casos, serve como uma cópia de segurança e de consulta. Ao acessar o
microfilme, contribui-se para a preservação do documento original.

Essa previsão se encontra no Decreto nº 1.799/1996:


Art. 13. Os documentos oficiais ou públicos, com valor de guarda permanente, não poderão ser
eliminados após a microfilmagem, devendo ser recolhidos ao arquivo público de sua esfera de
atuação ou preservados pelo próprio órgão detentor.

Atenção: o mesmo Decreto prevê a eliminação de documentos após a microfilmagem,


porém apenas dos arquivos correntes ou intermediários. Além disso, deve-se sempre respeitar a
Tabela de Temporalidade:

Art. 12. A eliminação de documentos, após a microfilmagem, dar-se-á por meios que garantam sua
inutilização, sendo a mesma precedida de lavratura de termo próprio e após a revisão e a extração
de filme cópia.

Parágrafo único. A eliminação de documentos oficiais ou públicos só deverá ocorrer se prevista na


tabela de temporalidade do órgão, aprovada pela autoridade competente na esfera de sua atuação
e respeitado o disposto no art. 9° da Lei n° 8.159, de 8 de janeiro de 1991.

Gabarito: ERRADO.

Fonte:

BRASIL. Decreto nº 1.799, de 30 de janeiro de 1996. Regulamenta a Lei n° 5.433, de 8 de maio de


1968, que regula a microfilmagem de documentos oficiais, e dá outras providências. Brasília, DF.
1996.
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Adriel Sá
Data do comentário: 19/10/2017
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O item está ERRADO.

A microfilmagem visa, em essencial, a preservação e o acesso ao documento. Ou seja, visa ao


aumento da vida útil e a facilidade na gestão das informações de uma organização. A economia de
espaço é uma vantagem em alguns casos, mas não sua finalidade principal. Por exemplo, se a
microfilmagem ocorrer em documentos permanentes, esses documentos físicos deverão ser
mantidos.

GABARITO: ERRADO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 06/06/2017
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O item está ERRADO.

A Lei nº 5.433, de 8 de maio de 1968, que regula a microfilmagem, assim dispõe:


Art. 1º (...)
§ 2º Os documentos microfilmados poderão, a critério da autoridade competente, ser eliminados
por incineração, destruição mecânica ou por outro processo adequado que assegure a sua
desintegração.
§ 3º A incineração dos documentos microfilmados ou sua transferência para outro local far-se-á
mediante lavratura de termo, por autoridade competente, em livro próprio.

GABARITO: ERRADO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 15/06/2017
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O item está CERTO.

A microfilmagem é uma técnica que permite criar uma cópia do documento em formato
micrográfico (documentos em microforma).

Portanto, a microfilmagem de documentos consiste na captação da imagem através de processo


fotográfico. Esse sistema ainda permite a conversão do microfilme em imagem digital,
possibilitando rapidez no acesso a partir do gerenciamento eletrônico de documentos, ou seja, a
consulta diretamente no seu computador.

Note que o microfilme contempla o acesso rápido à informação contida no documento, e não ao
documento em si. Por isso, é comum a banca CESPE considerar incorreta a afirmação de que a
microfilmagem garante o acesso rápido "aos documentos".

GABARITO: CERTO.

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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
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O item está ERRADO.

De acordo com a Lei nº 12.682/2012, o processo de digitalização deve ser realizado de modo a
manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade dos documentos.

Microfilmagem e digitalização não se confundem. A legislação não prevê a operação conjunta


desses dois métodos.

A microfilmagem é um processo realizado mediante captação da imagem por meio fotográfico ou


eletrônico, tendo como objetivos principais reduzir o tamanho do acervo e preservar os documentos
originais.

A digitalização é a transposição do suporte inicial do documento (papel, fita magnética etc.) para
um suporte digital (CD, DVD etc.) por meio de computadores.
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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
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O item está ERRADO.

As tintas esferográficas são à base de anilinas, possuindo como aglutinante uma resina sintética
viscosa, cuja função é sua distribuição uniforme e a secagem rápida na superfície do papel. Apesar
disso, deve-se preferir a utilização de canetas tinteiros, do tipo "nanquim".

A tinta "nanquim" é uma adaptação da antiga fórmula da tinta da China. Suas propriedades
continuam as mesmas, e são indicadas, para fins arquivísticos, em documentos de
caráter permanente, pois diferentemente das canetas esferográficas, não borram e com o passar do
tempo fixam-se cada vez mais ao papel.
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Adriel Sá
Data do comentário: 26/09/2014
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O item está CERTO.

A emissão de cópias, traslados e certidões extraídas de microfilmes, bem assim a autenticação


desses documentos, para que possam produzir efeitos legais, em juízo ou fora dele, é regulada pelo
Decreto 1.799/1996, que regulamenta a Lei n° 5.433, de 8 de maio de 1968, que regula a
microfilmagem de documentos oficiais.

A microfilmagem é um processo realizado mediante captação da imagem por meio fotográfico ou


eletrônico, tendo como objetivos principais reduzir o tamanho do acervo e preservar os documentos
originais.
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Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
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O item está certo.

A microfilmagem é um processo realizado mediante captação da imagem por meio fotográfico ou


eletrônico, tendo como objetivos principais reduzir o tamanho do acervo e preservar os documentos
originais.

A microfilmagem é mais indicada para grande conjunto documental com longo prazo de guarda,
com valor fiscal e legal e demanda relativamente pequena, que não exige acesso múltiplo e
simultâneo, pois apresenta elevado custo de produção.
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Adriel Sá
Data do comentário: 10/11/2014
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O item está errado.

No arquivo permanente, a alteração do suporte da informação, devido à microfilmagem ou


digitalização, pode ser utilizada como medida para a preservação do acervo, pois possibilita a
redução do manuseio dos documentos originais. No entanto, de acordo com a legislação, esses
documentos não podem ser eliminados, mesmo após terem sido digitalizados ou microfilmados.

Conforme dispõe o Decreto nº 1.799/1996, que regulamenta a Lei n° 5.433, de 8 de maio de 1968,
que regula a microfilmagem de documentos oficiais, a eliminação de documentos, após a
microfilmagem, dar-se-á por meios que garantam sua inutilização, sendo a mesma precedida de
lavratura de termo próprio e após a revisão e a extração de filme cópia (art. 12).

No entanto, os documentos oficiais ou públicos, com valor de guarda permanente, não poderão ser
eliminados após a microfilmagem, devendo ser recolhidos ao arquivo público de sua esfera de
atuação ou preservados pelo próprio órgão detentor (art. 13).
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Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
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O item está ERRADO.

Questão traiçoeira. Ainda bem que você está aqui comigo :P. Pois bem, a microfilmagem de
documentos possui validade legal, tendo sido regulamentada através do Decreto 1.799/1996, que
inclusive teve a bondade de definir o termo:

"Microfilme é o resultado do processo de reproduçaõ em filme, de documentos dados e imagens,


por meios fotográficos ou eletr`^onicos, em diferentes graus de redução".
Assim sendo, um documento microfilmado poderia ser destruído, já que seu correspondente
microfilme possui o mesmo valor do documento original.

O problema está nos documentos digitalizados. Estes ainda não possuem o reconhecimento
merecido pelas leis de nosso país, havendo a necessidade de manter os orginais em papel até o fim
do decurso de seu prazo prescricional, ou ainda pior, caso possuam valor secundário quando
esgotado seu valor primário (administrativo), devem ser armazenados para sempre, mesmo que
digitalizados.
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Felipe Petrachini
Data do comentário: 21/02/2013
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O item está ERRADO.

Questão que exige o conhecimento da Lei 5.433/1968 e de seu Decreto regulamentador 1.799/1996.

Pois bem, vamos desmascarar a questão, reproduzindo o artigo 1º, parágrafo 1º da Lei 5.433/1968:
Art 1º É autorizada, em todo o território nacional, a microfilmagem de documentos particulares
e oficiais arquivados, êstes de órgãos federais, estaduais e municipais.
§ 1º Os microfilmes de que trata esta Lei, assim como as certidões, os traslados e as cópias
fotográficas obtidas diretamente dos filmes produzirão os mesmos efeitos legais dos documentos
originais em juízo ou fora dêle. (grifo nosso)

Não precisa mais nada né? :P


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Mayko Gomes
Data do comentário: 22/04/2013
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ITEM ERRADO. Os documentos de valor secundário ou permanente jamais devem ser


eliminados; ao contrário, devem ser preservados indefinidamente, pois são importantes fontes de
pesquisa.
Além disso, o fato de estar microfilmado ou digitalizado não é critério para decidir sobre a
eliminação de documentos, uma vez que isso já é feito pela Tabela de Temporalidade. E ela que vai
determinar os prazos de guarda e o destino dos documentos.

Neste caso, o ideal é realizar a microfilmagem de preservação, para expor o microfilme à consulta
enquanto se toma medidas para evitar o desgaste do documento original pelo uso e manuseio.
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Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
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Item errado.

Uma das vantagens da microfilmagem é a característica de poder prescindir da organização


arquivística de documentos e do estabelecimento de um programa de avaliação e seleção do acervo
documental.

Prescindir = não necessitar.

Segundo o CONARQ, pressupõe-se que a organização arquivística dos documentos e o


estabelecimento de um programa de avaliação e seleção dos conjuntos documentais a serem
digitalizados ou microfilmados, já tenham sido desenvolvidos, e o acervo arquivístico
selecionado deve, previamente, estar higienizado, identificado e organizado (arranjo, descrição e
indexação) antes do processo.

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Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
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Item certo.

Enquanto a MICROFILMAGEM é a produção de imagens fotográficas de um documento em


formato altamente reduzido (filmes, microfichas), a DIGITALIZAÇÃO é o processo de conversão
de imagens e sons de código analógico para código digital através de dispositivos apropriados,
como por exemplo, um scanner.

Para redução de custos com a armazenagem de documentos em papel, são utilizadas essas duas
técnicas de atualização de arquivos. Além do objetivo de reduzir o espaço físico necessário à guarda
do documento, essas técnicas de atualização visam, também, em alguns casos, a preservação do
documento original, utilizando a cópia como instrumento de consulta interna ou externa (ao público
geral).
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Adriel Sá
Data do comentário: 08/10/2013
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Item errado.

Os recursos técnicos da microfilmagem são contra-indicados para os processos que tramitam no


TRT em virtude de os documentos serem originais.

Não há relação alguma entre a microfilmagem e sua contraindicação para documentos


originais. Os benefícios da microfilmagem são a qualidade, a imagem, a redução de custos com
itens como transporte de equipamentos, mão-de-obra, tempo de preparação, a permissão de imagens
uniformes, puras, com alto contraste. Outra vantagem dessa tecnologia é que ela pode ser feita no
próprio local onde estão os documentos.
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