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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E HUMANIDADES
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA

MEMORIAL DE ESTÁGIO: O ENSINO DE HISTÓRIA NO ENSINO MÉDIO

GOIÂNIA,
2018.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES E HUMANIDADES
CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA

MEMORIAL DE ESTÁGIO: O ENSINO DE HISTÓRIA NO ENSINO MÉDIO

Este trabalho consiste no Memorial de Estágio no Centro


de Educação de Jovens Adultos, realizado pelo discente
Luan Frederico Paiva da Silva como forma de verificação
da aprendizagem da disciplina: Estágio IV: O Ensino de
História no Ensino Médio, ministrada pela professora Dra.
Lucia Helena Rincon Afonso.

GOIÂNA,
2018.
SUMÁRIO

Introdução 4

Conhecendo o Cotidiano Escolar 5


O Entorno Escolar 5
Estrutura Física da Escola 5
Os Estudantes 5
Observando o Ensino de História 6
O Nível de Envolvimento do Professor 6
Atuação do Professor em Sala de Aula 7
O Material Didático Disponível na Escola: Pertinência e Utilização 7
As Formas de Avaliação 9
Regência na Educação para Jovens e Adultos – Ensino Médio 9

Considerações Finais 11

Bibliografia 12

Anexos
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4

INTRODUÇÃO

O Estágio do ensino de História no Ensino Médio foi para mim, um passo


importante para uma melhor práxis educacional. Enquanto um graduando de
licenciatura e professor contratado da rede estadual de ensino público de Goiás, tive
a oportunidade de ter experiências na Educação de Jovens Adultos.
A escola-campo em que estive presente foi o Centro de Educação de Jovens
Adultos, situado na cidade de Goiânia - Goiás. O professor observado foi o
historiador Carlos César Higa, Mestre pela Universidade Federal de Goiás. Com
uma recepção consideravelmente boa por parte da direção escolar, estive em
campo semanalmente durante o mês de outubro e início de novembro.
A seguir, vamos conhecer sobre o cotidiano escolar, seu entorno, estrutura
física e também sobre os estudantes que compõem a escola. Em seguida, trarei
minha observação relativa ao ensino de História, ao nível de envolvimento do
professor e sua atuação em sala de aula. Falarei também sobre o material didático
disponível na escola e a pertinência da sua utilização.
Também comentarei a experiência na minha primeira regência na Educação
de Jovens Adultos. Além de trazer as questões da escola, busquei trazer um pouco
do nosso referencial teórico estudado durante as aulas de estágio 4, e também dos
textos estudados nos estágios anteriores.
Por fim, falarei da importância do estágio de regência para a minha formação
e quais são as medidas que penso que contribuiriam para melhorar o funcionamento
da escola em que participei do estágio-campo, com o objetivo de não somente
aprimorar o meu conhecimento, mas também de colaborar com a instituição em que
estive.
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Investigando o Cotidiano Escolar

O Entorno Escolar

A maioria dos alunos moram no setor da escola (Universitário), mas existem


estudantes residentes em setores mais distantes. A maioria dos frequentes da
escola vão para a escola a pé ou em seus automóveis, também existem alguns que
são usuários do transporte público.
Sempre que realizei a observação, busquei estar fora da instituição com
antecedência para ver a chegada dos alunos, de onde vinham e qual era o meio
que utilizavam para chegar ao colégio para conseguir traçar algumas de suas
características, desde o seu deslocamento à instituição.
A região da escola, em geral, possui registros consideráveis de violência. Como
o setor é frequentado majoritariamente por universitários, diversas vezes ao ano há
casos de assaltos. Segundo os funcionários da escola o índice de drogas entre a
região é alta, principalmente entre os jovens do noturno, com isso, a fiscalização
dentro do espaço escolar é rígida, não havendo muitos incidentes sobre o uso ou
venda de drogas dentro da instituição.

Estrutura Física da Escola

A escola-campo possui uma boa estrutura, tendo um auditório (algo incomum


em instituições públicas de ensino), uma biblioteca aberta aos alunos, com cerca de
3000 exemplares. Além disso, conta também com um total de 8 salas de aula com
ventiladores. O colégio também possui rampas em vários locais, além da
acessibilidade para portadores de deficiência visual.

Os Estudantes

Em relação ao envolvimento dos alunos com a disciplina de História, foi


possível detectar uma certa apatia com a matéria. Previamente ao período da
regência e em comum acordo com o professor titular, entreguei um questionário que
poderá ser observado nos anexos ao final do trabalho.
O questionário era composto em sua maioria por questões objetivas. Seu
propósito era o de dar voz ao aluno que se sente inibido diante dos professores ou
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do próprio estagiário. Para garantir a segurança dos estudantes, não foi exigido a
identificação destes em nenhum local. Sendo por tanto anônimo, o documento nos
possibilitou receber reclamações e sugestões dos alunos a respeito da disciplina de
História.
Com o resultado final do questionário, percebemos que grande maioria da
turma não se interessa pelas aulas de História por inúmeros motivos. Desde
alegações que apontavam uma dificuldade em entender a relevância da disciplina
para a realidade concreta, até certos problemas pessoais entre aluno e professor.
Por outro lado, foi perceptível também, a preferência dos estudantes para
aulas diversificadas com a utilização do audiovisual e de materiais para leitura.
Nesse sentido, o público a instituição de ensino recebia, ansiava por aulas que
vogem ao tradicionalismo seguido pelo professor titular.

Observando o Ensino de História: o


Nível de Envolvimento do Professor

O professor observado se chama Carlos César Higa. É formado em Pedagogia


pela PUC – Goiás, graduado em História pela Universidade Federal de Goiás, e
Mestre em História pela mesma instituição. Sua jornada de trabalho na escola-campo
é restrita ao 2º ano da Educação de Jovens Adultos. Nesse sentido, o professor está
presente na unidade escolar apenas uma vez por semana.
O professor ainda trabalha em mais três instituições, sendo no total, duas
públicas, e duas privadas. A respeito do seu rendimento na escola-campo, o
Educador não demonstra um bom domínio de conteúdo, ou da própria turma, que se
mostra apática a disciplina de História.
Minha hipótese, é que as aulas ministradas no CEJA (Centro de Educação de
Jovens Adultos), são na verdade, apenas um complemento salarial para o professor.
Ou seja, todo o esforço e dedicação ao planejar e ministrar as aulas de História, estão
centrados nos outros colégios, de modo que o CEJA, não é sua prioridade.
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Atuação do Professor em Sala de Aula

O professor sempre se demonstrou calmo e passivo. Não apresentou em


nenhuma ocasião observada durante o estágio, interesse em estimular a participação
dos estudantes. Ao contrário disso, ministra a aula, elabora atividades no quadro
branco sem preparo prévio, e em certas ocasiões parece burlar o tempo da aula, ao
prolongar sua escrita no quadro por um longo tempo.
Como apontamos no tópico anterior, o professor atua em quatro instituições
de ensino, logo, existe a possibilidade de ser o CEJA, o menos privilegiado em
relação as suas contribuições enquanto Educador. Provavelmente pelo trabalho
excessivo que lhe é imposto – na lógica do capital –, para ter um salário digno, resta-
lhe tal desempenho.
Diante de um contexto de desvalorização da Educação, a clientela do sistema
público de ensino, assim como os professores são atingindos. Os educadores
precisam cumprir longas e exaustivas jornadas de trabalho para conseguir levar uma
vida materialmente digna em suas mínimas circunstâncias.
Não se trata de um julgamento do professor, mas apenas uma avaliação, que
em um sentido dialético, busca na totalidade da realidade concreta, as explicações
para uma Educação tão precária. A dificuldade em ministrar aulas adequadas está
no próprio sistema capitalista em que estamos inseridos.
O capital tenta quantificar a Educação em números, como se fosse possível
apontar níveis de qualidade por meio da quantidade. Enquanto a Educaçaõ estiver
submetida uma economia excludente, tal contexto não mudará.

O Material Didático Disponível na Escola: Pertinência e Utilização

A escola possui alguns recursos didáticos, como aparelhos de multimídia e um


auditório, além da Biblioteca que possui um vasto acervo, colaborando para um
ambiente de aula bem mais atrativo para os alunos, visto que não se contentam com
a aula tradicional de exposição em que eles ficam sentados e são passivos, frente a
esse mundo que a todo o momento mostra que esse modelo está ultrapassado.
O professor baseia as suas aulas, utilizando-se do recurso de livros
acadêmicos que não são oferecidos aos alunos. Não consegui acompanhar em
nenhum dos dias presentes, o uso de mídias, livros da biblioteca ou atividades fora
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do tradicional. Reconheço que exista uma dificuldade do docente em utilizar outros


recursos didáticos decorrente da sua formação acadêmica. Pode ser que a falta da
formação pela faculdade, de disciplinas que aproximassem mais o professor de
história das variedades de ensino na sala de aula.
O professor deve buscar, sempre que possível, pesquisar sobre métodos
pedagógicos do ensino de história. E "buscar continuamente a docência de melhor
qualidade e que ela se afirmará na explicitação e clareza do professor acerca do do
quê, por que, para que e para quem se destina o que ele faz" (BARREIRO, 2006:111).
Usar documentos históricos nas aulas seria uma das possíveis propostas para
outra estratégia pedagógica. Os professores que já fizeram esse método alegam que
é um

(...) instrumento pedagógico eficiente e insubstituível, por possibilitar o


contato com o "real" com as situações concretas de um passado abstrato,
ou por favorecer o desenvolvimento intelectual dos alunos, em substituição
de uma forma pedagógica limitada à simples acumulação de fatos e de uma
história linear e global elaborada pelos manuais didáticos. (BITTENCOURT,
2004:327)

Outra maneira de ensinar aos alunos, se da através de documentos não


escritos, como os museus e seus objetos, imagens, cinema e audiovisuais e músicas.
Nesses métodos algumas observações devem ser feitas: Qual é o objetivo dessa
aula com documentos não escritos? Qual metodologia devo usar para ensinar
história? Como devo proceder? como os alunos vão receber essa informação?,
preciso do apoio da escola com materiais?, dentre várias outras questões que vão
facilitar na escolha dos documentos e na sua execução, com métodos pedagógicos
ajustados ao ambiente escolar e à turma.
Destaco aqui que o meu objetivo não é apontar técnicas milagrosas que sem
dúvidas vão melhorar as aulas do professor. Mas sim, que o "professor deve
desenvolver habilidades que façam com que ele desenvolva adequadamente
técnicas conforme as diversas e diferentes situações em que o ensino ocorre, o que,
necessariamente implica à criação de novas técnicas." (PIMENTA,2010:38)

A instituição também recebe de três em três anos do MEC, novos livros para
os estudantes. Com o tempo, a falta de fiscalização para a devolução dos livros ao
fim do ano, a má educação dos alunos com a responsabilidade do cuidado e
devolução, colabora para que nos outros anos, alguns alunos fiquem sem o material
didático individual.
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Faz se necessário uma maior conscientização, por parte da gestão da escola,


de momentos em que se discutam a importância de entenderem o que é um
patrimônio público, para vermos se essa situação melhora.

As Formas de Avaliação

As formas de avaliações do professor, seguem a proposta em que eles são


avaliados de três maneiras: Avaliação contínua, realizada durante todo o período
letivo, por meio de inúmeros instrumentos de observação do desenvolvimento
humano e escolar do aluno. A cumulativa, onde tem como objeto os resultados
conseguidos pelo educando no conjunto do seu desenvolvimento global, humano e
escolar, somando suas atividades em classe.
Já a Avaliação qualitativa, vai além dos critérios matemáticos e valoriza os
avanços do educando visando ao seu desenvolvimento no processo de
aprendizagem. Porém, ao observarmos as aulas do professor Carlos Cesár,
identificamos uma contradição, em vista que os próprios estudantes, apáticos a
disciplina, apenas em exeções demonstram alguma relação prática com os estudos
feitos em sala. O próprio educador não demonstra em sua prática essa preocupação.
Segundo o professor Carlos, os alunos são majoritariamente desinteressados
pelo conteúdo, e ele faz o que está ao seu alcance para tentar reverter a situação.

Regência na Educação para Jovens e Adultos - Ensino Médio

Planejamento e Execução das Aulas

A regência foi feita em uma turma do 4º ciclo do EJA. O conteúdo a ser


ministrado, se tratava das expedições das entradas e bandeiras no centro-oeste da
América portuguesa. Nesse sentido, como todo estudo histórico deve partir de
inquietações do presente, procurei relacionar o conteúdo com a realidade concreta
dos estudantes.
Para isso, elaborei juntamente ao professor regente, um plano de aula que
buscasse partir do contexto dos alunos e ao mesmo tempo, sanasse as exisgências
da matriz 9urricular. Nessa perspectiva, decidimos que deveríamos começar a
análise tendo o munumento em homenagem aos bandeirantes como ponto de
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partida.
Localizado no cruzamento das avenidas Anhanguera e Goiás, o monumento
evoca o que o Chaul afirmou ser “uma memória dicotômica”. Por um lado, a estatua
lembra a construção identitária goiana, e por outro, o genocídio indígena cometido
pelos bandeirantes. Ao analisarmos essas memórias que estão intrinsecamente
ligadas a realidade concreta dos estudantes, acreditamos que seria possível tornar a
aula mais atrativa e rica.
O plano de aula foi elaborado de forma que os estudantes praticassem –
durante a aula – a leitura e a capacidade de interpretação textual. Como se trata de
uma turma de faixa etária variada, encontramos alunos que se sentiam estimulados
com a utilização do audiovisual e de material impresso para estudo, em vista que não
utilizam livros didáticos.
Utilizamos como material de apoio na aula, uma reportagem do jornal O
Popular de 2017, a respeito da comemoração dos 75 anos do munumento aos
bandeirantes. Foi feita a leitura coletiva da reportagem, seguida de uma breve
discussão sobre o tema. A turma se demonstrou a principio um tanto apática a minha
abordagem, mas no decorrer da aula, as primeiras dúvidas surgiram e tanto os
alunos, quanto a mim, sentimo-nos mais avontade uns com os outros.
Estava previsto a exibição de um curta metragem de 4 minutos sobre a
colonização portuguesa, contudo, por falta de recussos midiáticos, não foi possível a
discussão sobre o filme. De forma cômica, o curta produzido pelo canal do youtube:
Porta dos fundos, reconstruiu o diálogo entre Pedro Alvares Cabral e um possível
habitate do “Novo Mundo”.
Entretanto, a ausência da utilização dos recursos audiovisuais, não
prejudicaram a regência, pelo contrário, a situação serviu como uma preparação para
futuros momentos imprevisíveis que enquanto professores, enfrentaremos em sala
de aula. Ao final das aulas, os alunos responderam algumas questões de fixação de
conteúdo, que serviram como atividade de composição de notas para o 4º bimestre
na disciplina do professor Carlos César.
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Considerações Finais

Por meio do estágio de regência no Ensino Médio, foi possível ampliar meus
conhecimentos enquanto professor. Tive contato com categorias de estudantes os
quais nunca havia tido antes. A experiência com uma turma de faixa etária tão
variada, contribuiu gradativamente para minha formação profissional.
Primeiramente, porque enquanto jovens e adultos, precisei manter uma
postura distinta da que costumava ter. Os anseios dessa categoria de alunos é
diferente, pois carregam em sua maioria, vivências que jamais tive a oportunidade
de presenciar.
Nada adianta estudarmos teorias educativas revolucionárias se não as
testamos na realidade concreta. Faz-se necessário aos professores uma práxis
transformadora em de sala de aula. Por mais difícil que seja, por mais que as
condições materiais estejam contra essa práxis, precisamos nos dedicar ao máximo
à essa causa.
Nesse sentido, a disciplina de Estágio IV: O Ensino de História no Ensino
Médio se torna parte da construção de melhores professores. Não existe momento
melhor para testarmos nossas teorias que na escola-campo. Portanto, ao confrontar
teoria e prática, podemos enfim, de forma dialética, avançar no desenvolvimento de
processos educativos mais eficazes e transformadores.
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Bibliografia

BARREIRO, Iraíde Marques de Ferreira, Raimunda Abou Gebran. Prática de


ensino e estágio supervisionado na formação de professores. – São Paulo: Ed.
Avercamp, 2006.

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Documentos Não Escritos na Sala de Aula.


In: . Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São
Paulo:Cortez,2004.

. Usos Didáticos de Documentos. In: . Ensino de História:


Fundamentos e Métodos. São Paulo:Cortez,2004.
BRASIL, Lei De Diretrizes e Base da Educação Nacional. Lei N° 9394/96, de 20
de dezembro de 1996.
BRAICK, P. R. Estudar História: das origens do homem à era digital. 2 ed. São
Paulo: Moderna, 2015.
CEZARETTO, A. ALMEIDA, N. A. R. L. (Orgs.) Biblioteca da escola em casa. São
Paulo: Difusão Cultural do Livro, 2005.

LIBÂNEO, Jose Carlos. A Escola Como Organização de Trabalho e Lugar de


Aprendizagem do Professor. In: . Organização e Gestão da Escola:
Teoria e Prática. 5. ed. Revista e ampl., Goiânia: Editora Alternativa, 2004.

MORAIS, Regis. Entre a Jaula e o Picadeiro de Aula.In: .(Org.).Sala de


Aula: Que Espaço é Esse?. São Paulo:Papirus,1986.
Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), do Estado de Goiás, Site: <
http://www.seduc.go.gov.br/imprensa/documentos/arquivos/Curr%C3%ADculo%20
Refer%C3%AAncia/Curr%C3%ADculo%20Refer%C3%AAncia%20da%20Rede%2
0Estadual%20de%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20de%20Goi%C3%A1s!.pdf >.
Acesso em 11/04/2017.
PIMENTA, Selva Garrido. Estágio: diferentes concepções. In: . O Estágio
na Formação dos Professores: Unidade Teoria ou Prática?. 7. São Paulo:
Cortez, 2010.
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ANEXOS

Anexo 1 – Portaria da escola-campo

ANEXO 2 – visão interna da portaria


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ANEXO 3 – Biblioteca
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ANEXO 4 – Parte interna da biblioteca


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ANEXO 5 - Escadaria
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ANEXO 6 – Sala de aula

ANEXO 7 – Banheiros
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ANEXO 8 – Regência
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ANEXOS DOS DOCUEMENTOS

Os anexos seguintes, são os documentos referentes a frequência do estagiário


na escola-campo e demais atividades realizadas com os estudantes. Segue também
o plano de aula utilizado durante a regência.
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ANEXO 1 – Ficha de frequência


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ANEXO 2 – Plano de aula


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ANEXO 3 – Atividade de uma estudante realizada durante a regência