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CARTAS PILOTO
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OCEANO ATLÂNTICO

DE TRINIDAD AO RIO DA PRATA 20º

PUBLICADO PELA DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO


D
MARINHA DO BRASIL

25º

C
B S
30º

35º

60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

Publicada no Rio de Janeiro, em 01 de Janeiro de 1974 2a. EDIÇÃO: 15 de dezembro de 1993


© Diretoria de Hidrografia e Navegação - Marinha do Brasil - 2019
ESCALA BEAUFORT

Designação Velocidade
Aspecto do mar
Beaufort em nós

0 — Calmaria < 1 Espelhado.

1 — Bafagem 1 a 3 Mar encrespado em pequenas rugas com apa-


rência de escamas, sem cristas.

2 — Aragem 4 a 6 Ligeiras ondulações curtas, de 30 cm de altura,


com cristas vidradas, mas sem arrebentação.

3 — Fraco 7 a 10 Grandes ondulações de 60 cm, com princípio de


arrebentação. Alguns carneiros.

4 — Moderado 11 a 16 Pequenas vagas, 1,50m, com freqüentes carnei-


ros.

5 — Fresco 17 a 21 Vagas moderadas, de forma longa e 2,40m de


Vagas moderadas, de forma longa e 2,40m de
Vagas moderadas, de forma longa e 2,40m de

6 — Muito fresco 22 a 27 Grandes vagas de 3,60 m de altura. Muitas


cristas brancas. Freqüentes borrifos.

7 — Forte 28 a 33 Mar grosso; vagas de 4,80m de altura. A es-


puma da arrebentação se dispõe em estrias, in-
dicando a direção do vento. Muitos borrifos.

8 — Muito forte 34 a 40 Vagalhões regulares de 5,50 a 7,50m com fai-


xas espessas e espuma branca e fanca arre-
bentação.

9 — Duro 41 a 47 Vagalhões de 7,00m a 10,00m com faixas de


espuma densa. O mar rola. A visibilidade
começa a ser afetada.

10 — Muito duro 48 a 55 Grandes vagalhões de 9 a 12m. O vento arran-


ca as faixas de espuma, arrebentando as vagas
em cascata. Visibilidade reduzida. A superfície
do mar é quase toda coberta de estrias brancas.

11 — Tempestuoso 56 a 63 Vagalhões excepcionalmente grandes, até


16,00m. A visibilidade é afetada. Os navios de
tamanho médio desaparecem no cavalo das
vagas.

12 — Furacão 64 e acima Mar branco de espuma; respingos saturam o ar.


A visibilidade é seriamente afetada.

Nota do Editor: Nesta edição (1993) foram atualizadas


as linhas Isogônicas para 2015.

REFERÊNCIAS

MARINHA DO BRASIL (dados meteorológicos e correntes)


DEPARTAMENTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (informações meteorológicas
de Manaus, Belém, Fernando de Noronha, Recife e Salvador)
DEUTSCHES HYDROGRAPHISCHES INSTITUT (dados meteorológicos)
USN OCEANOGRAPHIC OFFICE Pub. Nº 106 (correntes)
A DO BR
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G

O
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F I A E N AV

ATLAS

DE

CARTAS PILOTO

APRESENTAÇÃO
Na confecção do presente ATLAS, foram utilizados e processados todos os dados disponíveis na DHN
relativos ao período de 1951 a 1972, compreendendo informações procedentes de navios brasileiros e estrangeiros e
dados adquiridos no Centro Coletor do Atlântico Sul.
As informações sobre correntes resultaram de observações da área oceânica, aperfeiçoadas com estudos
recentes efetuados em áreas específicas.
Foram incluídas informações meteorológicas dos principais portos e ilhas oceânicas do Brasil, cujo
conhecimento é de utilidade para o navegante.
A D.H.N. pretende, com este ATLAS, fornecer subsídios para que os navegantes possam contar,
efetivamente, com informações úteis à segurança da navegação e para planejamento de derrotas econômicas, na área
compreendida entre os paralelos de 10ºN e 35ºS, e o meridiano de 20ºW e a costa leste da América do Sul.

PAULO GITAHY DE ALENCASTRO


Vice-Almirante
Diretor de Hidrografia e Navegação
Na ocasião em que é editada a primeira coletânea de carta-piloto
brasileiras, a Diretoria de Hidrografia e Navegação julga oportuno trans-
crever o trecho abaixo, extraído do livro “História do Brasil nos Velhos
Mapas” (Tomo II), de autoria do Professor Jaime Cortesão, editado pelo
Instituto Rio Branco, e aqui publicado com autorização do Ministério
das Relações Exteriores. Trata-se de uma homenagem a memória de um
brasileiro, José Fernandes Portugal que, no último quartel do século
XVIII, foi autor de cartas de ventos e correntes que o qualificam como
precursor deste tipo de informação organizada, para uso dos navegantes.

JOSÉ FERNANDES PORTUGAL, UM PRECURSOR BRASILEIRO


DAS CARTAS DE VENTOS E CORRENTES
hidrógrafo, não há dúvida, que são muito mais exatas e perfeitas, e se apro-
ximam notavelmente das de Maury. No entanto as primeiras Wind and
Professor JAIME CORTESÃO Currents Charts, acompanhadas das Explanations and Sailing Directions
to Accompany the Wind and Currents Charts, de Maury, datam de 1845
Dizem os historiadores da geografia dos oceanos que as mais e a sua obra geral sobre Geografia Física do Mar, de 1856.
antigas cartas de correntes e ventos são as de Atanasius Kircher (1678)
Ora, datam, pelo menos, de 1789 as primeiras cartas em que José
e E. Halley (1688), mas que o verdadeiro fundador da meteorologia Fernandes Portugal assinalou ventos e correntes. A primeira dessas cartas
marítima foi Mateus Fontaine Maury, notabilíssimo hidrógrafo e oficial tem por título Carta Reduzida que Contém os Dois Oceanos Atlântico e
da Marinha americana, nascido em 1806 e falecido em 1873. Datam dos Oriental por José Fernandes Portugal na Baía de Todos os Santos, no
meados do século as suas Cartas de Ventos e Correntes e a sua grande Ano de 1789. Logo ao primeiro relance impressiona a perfeita correção
obra sobre a Geografia Física do Mar. do traçado, e a preocupação científica que levou o cartógrafo a traçar no
mapa os diferentes meridianos, de Paris, Londres, cabo Lizard, Tenerife
Ninguém hoje pode contestar essa glória a Maury, mas — é este o e ilha do Ferro; as escalas em léguas marínhas de Portugal de 18 ao grau,
fato novo que desejamos assinalar — o seu verdadeiro precursor foi e as da França e da Inglaterra, de 20 ao grau. A carta abrange o oceano
José Fernandes Portugal. Nascido em 1755, desde muito cedo piloto e Atlântico compreendido entre, dum lado, os bancos da Terra Nova e o
Brasil, do outro, parte da Europa e a África Ocidental; e o Índico desde
hidrógrafo ao serviço da Marinha de Guerra portuguesa, e mais tarde
as costas orientais africanas até às da China e da Austrália. Uma muito
sargento-mor de artilharia, exercia ele uma cátedra de pilotagem, quando,
longa legenda traçada sobre toda a África, ao norte do equador, enumera
em 1817, rebentou a revolução autonomista de Pernambuco, em que tomou e situa, por meio de latitudes e longitudes, as diferentes ilhotas e baixios
parte, tendo sido nomeado intendente da Marinha. Vencida a revolução, que povoam o Atlântico, sendo que alguns, embora anotados com o nome
homiziou-se por alguns dias, mas achando-se doente entregou-se às dos capitães que os descobriram e a data do achado, são imaginários; e o
autoridades. Recolhido preso a um hospital, diz Varnhagen: “de tal modo próprio cartógrafo lhes põe em dúvida a existência.
se aproximou, por se ver tão tristemente comprometido, não tendo feito Trata-se, pois, dum sistemático ensaio científico para fixar na carta
mais que não resistir, que na prisão deixou de comer durante vinte dias, todas as ilhotas, parcéis e baixios que povoam o Atlântico. Também no
e veio a falecer de inanição aos 17 de dezembro de 1817”. Índico, atóis ou ilhas coralinas figuram em profusão. Mas esse trabalho
de observação fora realizado pelos pilotos e cartógrafos portugueses
Deve-se-lhe o levantamento de quase toda a costa do Brasil da qual
desde os começos do século de Quinhentos; e José Fernandes Portugal mais
deixou pelo menos uma dezena de cartas duma grande correção. Já em
não teve que utilizar-lhes a lição.
1777, por conseqüência, aos 22 anos de idade, embarcado como piloto
da nau portuguesa “Santo Antônio”, traçava os planos do porto de Santa Já o mesmo não se dá com ventos e correntes dos dois oceanos.
Catarina e da enseada das Garoupas. Deixou, além disso, uma “Descrição Aí não só o hidrógrafo utilizou para representá-los a convenção hoje
hidrográfica e roteiro de cabotagem da costa do Brasil desde o cabo de comum, as setas, e mais ou menos freqüentes, conforme a força desses
Santo Agostinho até a baía da Traição” (1809), “Sistema econômico sobre agentes físicos, mas mostra-se também consciente de que uns e outros
a defesa das marinhas e continentes do Brasil” (1808) e um “Discurso formam sistema e se movem na mesma direção. Lá se vêem apontados,
sobre o estado atual da ilha de Fernão de Noronha e parecer a respeito de com distinção, no oceano Atlântico, os alísios do sueste, a corrente equato-
seu melhoramento” (1808). Ligado ao mesmo tema, mas com anterio- rial do norte, a de Benguela, a de Guiné e a das Guianas; e estas duas e,
ridade, escreveu um “Diário náutico de Pernambuco para a ilha de Fernão em particular, a última, com setas muito mais densas, como se faz nas
de Noronha” (1798). cartas contemporâneas. Ao que supomos, convenção cartográfica e forma
Em 1881 figuraram umas duas dezenas de trabalhos seus na Expo- de utilizá-los nos diferentes casos constituem, em conjunto, novidade; e a
sição de História do Brasil, realizada na Biblioteca Nacional do Rio de individuação de ventos e correntes supera de muitos as cartas, por demais
Janeiro, e no respectivo catálogo, cuja organização pertenceu a Ramiz esquemáticas, do século anterior, atrás citadas.
Galvão. Mas exposição e catálogo foram obras vastíssimas que não Por forma igual estão representadas no Índico as monções entre o
podiam assinalar, e não assinalaram, o caráter original da obra de José nordeste africano e as costas ocidentais do Indostão ou no golfo de
Fernandes Portugal. É certo que foi há poucos anos comprada pelo Bengala, mas nos dois sentidos opostos, conforme a estação do ano,
Itamarati uma preciosa carta deste hidrógrafo, totalmente desconhecida expressas aliás na carta, num caso, o da ida: “de Abril athé Setembro”;
até então, e a mais completa sob o ponto de vista que nos ocupa, ou seja, e no regresso: “de Outubro athé Março”.
o traçado de ventos e correntes. Esse monumento cartográfico, carta Carta até hoje desconhecida, descobrimo-la há cerca de 20 anos na
hidrográfica em pergaminho, adquirida por compra em Portugal, acabou Biblioteca Nacional de Paris; mandamos fotografá-la em 1953, e o seu
por chamar-nos a atenção para a parte verdadeiramente criadora da estudo e comparação com a carta do Itamarati levaram-nos às conclusões
obra de José Fernandes Portugal. que hoje apresentamos.
Esta última, que tem por título Carta Reduzida do Oceano Atlântico,
Os nautas portugueses conheceram e utilizaram desde o século XV, por José Fernandes Portugal, na B de Todos os Santos, no Ano de 1791,
nas suas viagens de exploração, ou de comércio, os ventos e correntes e repete a lição específica da primeira, embora restringida ao Atlântico.
em particular os alísios do nordeste e sueste no Atlântico, a que chamavam Com uma diferença: acentuam-se preocupações de exatidão científica
os gerais, assim como as monções do Índico. Desde 1505 que Duarte Pa- em matéria de geografia matemática, pela mais larga e declarada utili-
checo, no Esmeraldo de situ orbis, descreve o complicado jogo das correntes zação de longitudes observadas; e acrescentam-se algumas legendas sobre
do golfo da Guiné; e Gago Coutinho patenteou que tanto o Gama, em 1497, a declinação conjunta e periódica de ventos e correntes.
como Cabral, em 1500, utilizaram os ventos do Atlântico, por modo distinto, Observe-se ainda que, numa e noutra carta, a indicação dos ventos e
em cada uma dessas viagens, e com uma precisão científica de quem correntes é muito mais freqüente e especificada no Atlântico meridional,
estivesse seguindo a respectiva derrota por uma Pilot Chart. mais conhecido e freqüentado por José Fernandes Portugal — o que prova
Mas sendo certo que José Fernandes Portugal pertence à escola que esse trabalho é fruto de experiências pessoais.
náutica portuguesa e se formou na sua marinha de guerra, é verdade que Haveria Maury conhecido os mapas de correntes do nosso hidrógrafo?
os cartógrafos portugueses nunca, que o saibamos, tiveram a idéia de É mais que possível; é provável, mas não se pode garantir. O que pode
aplicar diretamente às suas cartas os vastos conhecimentos que possuíam com segurança afirmar-se é que o hidrógrafo fluminense foi um dos
sobre o jogo dos ventos e correntes nos diferentes oceanos. Essa glória criadores do sistema de representação de ventos e correntes à superfície
pertence a Fernandes Portugal. Quando comparadas com as cartas que dos mares, que tamanhos benefícios trouxe à navegação a vela e ao comér-
mencionamos de Kircher (de correntes) e Halley (de ventos), as aquele cio intercontinental, nos fins do século XVIII e durante o seguinte.

A 881 Atlas de Cartas Piloto[Material Cartográfico]/


2019 Diretoria de Hidrografia e Navegação. _
Escala 1 : 10 000 000. _ Rio de Janeiro :
A Diretoria, 2019.
1 atlas [ 24p. ]: color.; 62 x 56 cm.
ISBN 85-7293-009-4

1. Brasil __ Costa __ Atlas. I. Brasil.


Diretoria de Hidrografia e Navegação.

CDD 912.196367
No. 14 200 JANEIRO
60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

No. 14 200
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10º 26º 26º 10º
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0,5 26º

10
VENEZUELA Rio Orenoco
1,4 20

ºW
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60 25

0,6
32
+

0,7
+
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++ 1,0 40 60 60 63 81 67 64 0, 50
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36 30 12 21 5 11

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47 29 Po 37 2 44 8 27 4 18 6 14

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43 33
1,0
OCEANO ATLÂNTICO 36 64 2,0 54 2 35 -5 1 44 6

G
São Luís
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CARTA PILOTO Lu
ís Co
Camocim
rreia 29 48 38 62

MARANHÃO Fortaleza
0,8 1,0 16
PIAUÍ
DE TRINIDAD AO RIO DA PRATA CEARÁ
Atol das Rocas Arq. de Fernando de Noronha
Pa
ra 26º
5º Observações efetuadas pela Marinha do Brasil de 1951 a 1972 Areia Branca

Macau
o
20

2,0
RIO GRANDE DO NORTE Ca
bo
Escala natural 1:10 000 000 na lat. 12º 30’ S

Projeção de Mercator
Natal
27º
1,
0 da ºW
27º
16
0,8
Cabedelo
PARAÍBA
1 47 52 35 41
PERNAMBUCO
INSTRUÇÕES 26 Recife 35 58 -4 55

-
D 3 0,5
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VENTOS
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0,5
Bo
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26º
10º As rosas dos ventos indicam em percentagens as direções de onde sopram os a pe 10º
ra
SERGIPE Es
1,0
ventos, e na escala BEAUFORT a velocidade média no mês, por octante. A percen- nç
tagem de ocorrência de ventos em determinada direção, quando não indicada dire- -1 pe a
go
s
’ -2 ra
nç La
tamente, pode ser determinada comparando-se o comprimento da seta, medida a
partir da circunferência, com a «ESCALA PERCENTUAL DE VENTOS.» O número Aracaju
’ a 25º
de penas, na extremidade da seta, indica a força média do vento na escala BEAUFORT.

0
2,
No centro das circunferências estão indicadas as percentagens de ocorrências
de calmarias. As rosas dos ventos em pontilhado significam número de informações 26 25 17
25º
inferior a 200.
49 1 43 62 78
Exemplo: Na rosa dos ventos, o vento predo-
Salvador 0,5

0
minante é o Leste com 54% de frequência e força

1,
14 19 20 20
BEAUFORT 3. NE é o terceiro vento predomi-
1 54 nante com 8% de frequência retirado da ESCALA BAHIA
PERCENTUAL DE VENTOS, e a força BEAUFORT
3. A calmaria registrada é de 1%.
29 0
0 10 20 50
Ilhéus
15º 15º
Escala percentual de ventos
io ão
Fr ns
sce
bo A
TEMPERATURA DO AR Ca de
a
As isotermas, em linhas tracejadas encarnadas, indicam em graus Celsius a tem- 22 23 Ilh
peratura do ar à superfície. 36

E
33 31
24º 16

TEMPERATURA DA ÁGUA DO MAR


As isotermas, em linhas cheias encarnadas, indicam em graus Celsius a tempe-
1 25 29 68 W 75
1,0

ratura da água do mar na superfície. Abrolhos


+1 24º
ÁREAS DE PREVISÃO 27º ’
As áreas definidas por letras e limitadas por linhas cheias em cinza repre- 24º
sentam as regiões para as quais a MARINHA DO BRASIL diariamente divulga pre-
26º Fri
o +2
visões meteorológicas. ESPÍRITO SANTO ’
20º bo 20º
CORRENTES Vitória Ca
As setas, em verde, indicam as direções predominantes, e os números as velo- 26º I. da Trindade Is. Martin Vaz 23º
cidades médias das correntes da água do mar na superfície. 25º
+
6
1,0

3’
0,

LINHAS ISOGÔNICAS 16 33 30 20 16
20 32 24º 27 27 22

D
A Declinação Magnética para o ano de 2015 está representada em roxo por 50
linhas cheias, e as variações anuais em linhas tracejadas. RIO DE JANEIRO
NOTA 35
Ri25º
2 14 2 15 26 2 34 33
o de Jan
eiro 17º 17º
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, PRESSÃO e seu Angra dos Reis
DESVIO PADRÃO na área oceânica, bem como informações sobre VENTO MÉDIO
12 24º
+

e TEMPERATURA nos principais portos e ilhas do BRASIL, encontram-se no ver-


4’

so desta carta.
Santos Do
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25º par o Rio 25º
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13 14 33 27
Itajaí 27 21 37 45 31 21
SANTA CATARINA
1 18 8 21 14 3 13 5 22 5 31
Florianópolis 23º
+ 7’

Imbituba 17
19
25º
0,5
0,7
1,0

0,5

30º
Tramandaí
B 30º
Porto Alegre

24
0,8

RIO GRANDE DO SUL

24º ºW 22º
+ 8’

24º
+ + + + + +++

16 18 22 31 27 18 25 0,8 22º

23º 27
A 28 21 15 15 14 12
1,0
++

Rio Grande
+ 23º
+
19 2 14 11 11 5 12 6 15 21 12 2 21º
++ + + +

Lagoa Mirim
8

11 12 16 11 12 12 13 12
0,
++++

12 18 13
22º 14 16 12
20º
URUGUAI R 18º
A

RO
21º IO
CH
U 19º
Buenos Aires Montevideo 20º Í
Do Cabo da Boa Esperança para Montevideo
35º 35º
19º 18º 18º
20 18º
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No. 14 200

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10

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ARGENTINA A
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60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

Publicada no Rio de Janeiro, em 01 de Janeiro de 1974 2a. EDIÇÃO: 15 de dezembro de 1993 No. 14 200
JANEIRO © Diretoria de Hidrografia e Navegação - Marinha do Brasil - 2019
JANEIRO
60º NEVOEIRO 50º 40º 30º VISIBILIDADE 20º PRINCIPAIS PORTOS E ILHAS OCEÂNICAS DO BRASIL 60º PRESSÃO 50º 40º 30º 20º
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, VEN- 12 10
TO MÉDIO, TEMPERATURA DO AR, PRESSÃO E DESVIO PADRÃO
10º 10º 10º 2 10º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
12
1,0 1,0 1,0 1,0 0,0 0,0 1,0 1,0

0,0 0,0 2,0 0,0 0,0 0,0 1,0 0,0


60º
0,0 + 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 02’ 01’ +
+ + 2

+
+
1,0 0,0 0,0 0,0 1,0 1,0 0,0 PORTO DE MANAUS

+ +
+ +
+ +
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+
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Escala natural 1:30 000
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 0,0
0º 0º 0º 0º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10
12
20,0 20,0 1,0 1,0 0,0 1,0
3º 3º 12
0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 08’ 08’ 1
0,0 0,0 0,0 0,0 OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES
10,0 1,0 1,0 1,0
As linhas cheias indicam a pressão média ao nível 1 14
Os números em encarnado indicam o percentual
0,0 0,0 0,0 0,0 24 do mar, observada na área oceânica.
10º aproximado a décimos do nevoeiro (parte superior) 10º 10º 10º
0,1 0,0 0,0 0,0
As linhas tracejadas indicam o desvio padrão da
e ventos fortes (parte inferior), observados na área 32 11
3,0 0,0 0,0 1,0 pressão ao nível do mar na área oceânica.
oceânica. 16
Os números em azul indicam o percentual aproxi- 0,0 0,0 0,0 0,0
1,0 0,0 0,0 0,0 2
mado a décimos da visibilidade inferior a 2,5 milhas,
observada na área oceânica. 3,0 3,0 1,0 0,0 20

0,0 0,0 0,0 0,0


20º 0,0 0,8 0,0 0,0 0,0 0,0 20º 20º 20º

16,0 9,0 3,0 2,0 1,0 0,0


09’ 09’ 2
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 TEMPERATURA MÉDIA : 25,9º
0,0 0,8 0,0 0,0 0,0 0,0 3
20
0,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0
02’ 60º
01’
1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0
30º 30º 30º 4 30º
0,0 0,0 0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 16
+ +
+ +
+ +
3

+
0,0 0,0 2,0 1,0 0,0 0,0 0,0
+

++
++

+ +
+ +

14
1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0 10 20 30
5
Escala percentual de ventos 5 4 12
12

60º 50º 40º 30º VENTO FORTE 20º 60º 50º 40º DESVIO PADRÃO 20º

48º 32º 38º


50’ 40’ 20’ 10’ 12” 25’ 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 30’ 20’
30’
32” 32”
1º PORTO DE BELÉM 1º
ILHA DE FERNANDO DE NORONHA PORTO DO RECIFE PORTO DE SALVADOR
Escala natural 1:1 159 620 Escala natural 1:100 000 Escala natural 1:1 136 100 Escala natural 1:1 136 100
40’ 40’ 30’ 30’

10’ 10’ 48” 48”

50’ 50’
40’ 40’

20’ 12 20’
24 3º 3º
50’ 50’
21
8º 8º 50’ 50’
53 1 38 11 33 20 33
30’ 30’
12” 46 12” 33 28
13 10’ 10’
13º 13º

40’ 40’

24” 24” 20’ 20’


10’ 10’

50’ 50’
TEMPERATURA MÉDIA : 25,6º TEMPERATURA MÉDIA : 25,9º TEMPERATURA MÉDIA : 27,0º TEMPERATURA MÉDIA : 26,2º
30’ 30’
36” 36” 20’ 20’
50’ 40’ 48º 20’ 10’ 12” 32º 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 38º 20’
30’ 25’ 30’

38º 29º 43º


44’ 48’ 42’ 41’ 12” 20’ 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 10’ 48” 36”
56’ ABROLHOS 56’
ILHA DA TRINDADE PROXIMIDADES DO PORTO DO BAÍA DA GUANABARA
18” 18”
Escala natural 1:100 025 36” Escala natural 1:200 000 36” 40’ RIO DE JANEIRO 40’ Escala natural 1:20 000

Escala natural 1:1 046 128


24” 24”

57’ 57’

50’ 50’
48” 48”

36” 36”
17
58’ 48 58’ 15 14 12
23º 23º
20º 20º
2 32 30’ 7 41 30’ 12 38 26
48” 48”
19 12
59’ 59’
10’ 10’ 24
12” 12”
22º 22º
54’ 54’

18º TEMPERATURA MÉDIA : 26,0º 18º TEMPERATURA MÉDIA : 26,7º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 25,8º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 27,2º
NEVOEIRO : 2,2 % NEVOEIRO : 0,0 % NEVOEIRO : 6,7 % NEVOEIRO : 4,0 %
24” 24”
VISIBILIDADE : 12,3 % VISIBILIDADE : 13,3 % VISIBILIDADE : 19,0 % VISIBILIDADE : 20,8 %
12” 12”
VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’
44’ 48’ 38º 41’ 12” 29º 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 43º 48” 36”
42’ 20’ 10’

30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º
40’
10’ 10’ 20’ 20’
50’ 50’
PORTO DE SANTOS CABO DE SANTA MARTA GRANDE PROXIMIDADES DO RIO GRANDE CHUÍ
40’ Escala natural 1:1 046 128 40’ Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526

20’ 20’ 30’ 30’


31º 31º
50’ 50’

30’ 30’ 16
40’ 40’
14 43 10’ 29 10’
18
24º 24º

32 32 2 13 1 22 3 26

40’ 40’
11 13 50’ 50’
10’ 10’ 18 20’ 19 20’ 17

50’ 50’

30’ 34º 34º


20’ TEMPERATURA MÉDIA : 27,5º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 24,0º TEMPERATURA MÉDIA : 24,0º 30’ TEMPERATURA MÉDIA : 23,0º
NEVOEIRO : 17,7 % NEVOEIRO : 14,8 % NEVOEIRO : 0,4 % NEVOEIRO : 1,3 %
VISIBILIDADE : 37,8 % VISIBILIDADE : 14,8 % VISIBILIDADE : 5,8 % VISIBILIDADE : 7,4 %
VENTO FORTE : 0,0 % 29º VENTO FORTE : 1,0 % 29º VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’ 30’ 40’ 40’ 10’ 10’
30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º

JANEIRO
No. 14 200 FEVEREIRO
60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

No. 14 200
Grenada
Po
rt
of
Sp Tobago

-1

-3

-4

-5
ai

-2

-6
0
n




TRINIDAD
10º 26º 10º
0,5
0,7 0,5

10
VENEZUELA 0,6
Rio Orenoco

ºW
1,0 12 1,4 26
0,5
35 63 0,6 26º
+

+ 37 79 59
++ 71 67 72 54 26
++

+1
+

co
an
43 26 1 25 18 15 26º


1,0

Br
1,5

bo
Georgetown

+
0,6

Ca
1,5

2’


De

Pa
Po

e
GUIANA

ra
nc 0,8

cif
mar
ib o 26º e

Re
Para e

Ne
++ UE
++
+

OQ
Co 27º
lon

eira
w
5º + AP 0,7 5º

+
I

++++
+

Yo
Cayenne
+

Mad
SURINAME O
27º

rk
RI

da
0,7

Ilha
15 13 19 31 23
71 27º 0,8

e —
GUIANA 69
H
++
1,0 60 53 42 46 26
Pa

++
FRANCESA

erd
ra

++
12 16 Po 30 33 5 22 8

o V
nc
e
28º 1,5

Cab
I. de Maracá (P
or 12 27º
Pa to
ra
Á 28º

. de
AP Ri
Co co 14
AM lon )

Arq
(Pa
RIO A
MAZONAS na

1,0 Ar
q. de


S. Pe dro e S
0º H A DO B R Macapá
) . Paulo
15 0º

ife
R IN A

Rec
á
MA

SI

ºW
L

r
a Salinópolis -6

P

HIDR

ÇÃO

o
I. de Marajó

Ri
1,0
GA
OG

RA
F I A E N AVE Belém
43 29 17 12 17
1,0
OCEANO ATLÂNTICO 38 52 56 41 -5 6 33 5 16

G
São Luís
PARÁ 2,0
CARTA PILOTO Lu
ís Co
Camocim
rreia 23 27 28 61

MARANHÃO Fortaleza
0,8 16
PIAUÍ 1,0
DE TRINIDAD AO RIO DA PRATA CEARÁ
Atol das Rocas Arq. de Fernando de Noronha
Pa
26º
ra
5º Observações efetuadas pela Marinha do Brasil de 1951 a 1972 Areia Branca

RIO GRANDE DO NORTE
Macau
1,0
o
Ca
bo
20
Escala natural 1:10 000 000 na lat. 12º 30’ S

Projeção de Mercator
Natal da ºW
28º 2,0
12 Cabedelo
PARAÍBA 0,8
49 1 51 3 56 57
PERNAMBUCO
INSTRUÇÕES 28 Recife 36 31 -4 40

-
D 3 0,5
o ’
VENTOS
ALAGOAS
Maceió F Ca
bo
da
0,5

Bo
Bo
a
Es
10º As rosas dos ventos indicam em percentagens as direções de onde sopram os a pe 10º
ra
ventos, e na escala BEAUFORT a velocidade média no mês, por octante. A percen- SERGIPE Es nç
tagem de ocorrência de ventos em determinada direção, quando não indicada dire- -1 pe a
go
s
’ -2 ra
nç La
tamente, pode ser determinada comparando-se o comprimento da seta, medida a
partir da circunferência, com a «ESCALA PERCENTUAL DE VENTOS.» O número Aracaju
1,0
’ a
de penas, na extremidade da seta, indica a força média do vento na escala BEAUFORT.
No centro das circunferências estão indicadas as percentagens de ocorrências 28º 2,0 13
de calmarias. As rosas dos ventos em pontilhado significam número de informações 22
inferior a 200. 27º
49 1 60 63 67
Exemplo: Na rosa dos ventos, o vento predo-
Salvador
minante é o Leste com 54% de frequência e força
18 20 25 31
BEAUFORT 3. NE é o terceiro vento predomi- 1,0
1 54 nante com 8% de frequência retirado da ESCALA BAHIA 0,5
PERCENTUAL DE VENTOS, e a força BEAUFORT
3. A calmaria registrada é de 1%.
29 0
0 10 20 50
Ilhéus
15º 15º
Escala percentual de ventos
io ão
Fr ns
sce
1,0 bo A
TEMPERATURA DO AR Ca de
a 26º
As isotermas, em linhas tracejadas encarnadas, indicam em graus Celsius a tem- 17 Ilh
peratura do ar à superfície. 34

E
22 16
24º 11

TEMPERATURA DA ÁGUA DO MAR


As isotermas, em linhas cheias encarnadas, indicam em graus Celsius a tempe-
34 54 54 W 55

ratura da água do mar na superfície. Abrolhos


17 27
+1
ÁREAS DE PREVISÃO ’
As áreas definidas por letras e limitadas por linhas cheias em cinza repre-
sentam as regiões para as quais a MARINHA DO BRASIL diariamente divulga pre-
Fri
o +2
visões meteorológicas. ESPÍRITO SANTO ’
20º bo 20º
CORRENTES Vitória Ca
I. da Trindade
As setas, em verde, indicam as direções predominantes, e os números as velo- Is. Martin Vaz
cidades médias das correntes da água do mar na superfície.
27º
1,0 +
LINHAS ISOGÔNICAS
3’
15 0,6 35 18
18 38 34 29 20

D
A Declinação Magnética para o ano de 2015 está representada em roxo por 33
linhas cheias, e as variações anuais em linhas tracejadas. RIO DE JANEIRO 22º
17º
NOTA 4 25 2 19 1 13 1 34 36 44
Rio de Jan 22º
17º 26º
eiro
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, PRESSÃO e seu Angra dos Reis
DESVIO PADRÃO na área oceânica, bem como informações sobre VENTO MÉDIO 14 27º 13 12
19
+

e TEMPERATURA nos principais portos e ilhas do BRASIL, encontram-se no ver- 11


4’

so desta carta.
Santos Do
SÃO PAULO I. d Rio Do C
eS abo
ão de
26º 1,5 Seba
stião Jan da Bo
a Esp
eir er ança
o para 27º
25º par o Rio 25º
a o de Ja 0,5
+5

PARANÁ neir 25º


+ 6’

Ca o
1,0
C 0,6
bo
da

S
Paranaguá
Bo
a E
spe
S. Francisco do Sul
0,6 ran
ça 18
18 16 28 28
Itajaí 23 33 30 19 32 25
SANTA CATARINA
2 16 2 19 26 1 28 1 18 2 43
Florianópolis
1,5 0,7
+ 7’

Imbituba 12 14
18 12
25º 0,5

30º
25º
Tramandaí
B 0,5
25º
24º
30º
Porto Alegre

RIO GRANDE DO SUL 24º 24


ºW
+ 8’
+ + + + + +++

23º
11 16 22 15 18 16 13
24º 29
A 22 11 15 15 26 24 15 15
24º
++

Rio Grande
+
+ 25 1 15 33 18 3 19 11 15 22º
++ + + +

Lagoa Mirim
22º 12 16 19 13
30
++++

14 19 14

URUGUAI R
23º
A

21º RO
IO 20º
CH
U
Buenos Aires Montevideo
20º 0,8 Í
Do Cabo da Boa Esperança para Montevideo
35º 35º
22º 20º 19º
20 18º 18º 19º
RI

22º
O
No. 14 200

D
E
LA
ºW
10

15

PL
AT
ARGENTINA A
ºW

ºW

21º
20º
60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

Publicada no Rio de Janeiro, em 01 de Janeiro de 1974 2a. EDIÇÃO: 15 de dezembro de 1993 No. 14 200
FEVEREIRO © Diretoria de Hidrografia e Navegação - Marinha do Brasil - 2019
FEVEREIRO
60º NEVOEIRO 50º 40º 30º VISIBILIDADE 20º PRINCIPAIS PORTOS E ILHAS OCEÂNICAS DO BRASIL 60º PRESSÃO 50º 40º 30º 20º
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, VEN- 8
2 12 10 2
TO MÉDIO, TEMPERATURA DO AR, PRESSÃO E DESVIO PADRÃO
10º 10º 10º 10º
0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
1,0 1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 12

0,0 1,0 3,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 60º


0,0+ + 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 02’ 01’ 2
+
+
2

+
+
PORTO DE MANAUS

+ +
+ +
+
++ 1,0 2,0 0,0 0,0 0,0 1,0 2,0 +
++
8

+
+
+ +
Escala natural 1:30 000
0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0
0º 0º 0º 0º
0,0 1,7 0,0 0,0 0,0 0,0
20,0 20,0 8,0 0,0 2,0 2,0
3º 3º
08’ 08’ 10
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0,5 0,0 0,0 0,0 OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES 12 2
9,0 1,0 0,0 0,0
As linhas cheias indicam a pressão média ao nível
Os números em encarnado indicam o percentual
0,0 0,0 1,0 0,0 do mar, observada na área oceânica. 12
10º aproximado a décimos do nevoeiro (parte superior) 10º 25 10º 10º
0,0 0,0 0,0 0,0 As linhas tracejadas indicam o desvio padrão da
e ventos fortes (parte inferior), observados na área
2,0 1,0 0,0 0,0 28 11 pressão ao nível do mar na área oceânica.
oceânica. 16 14
Os números em azul indicam o percentual aproxi- 0,0 0,0 0,0 0,0
11 2
mado a décimos da visibilidade inferior a 2,5 milhas, 0,0 0,0 0,0 0,0
observada na área oceânica. 1,0 2,0 0,0 0,0

0,0 0,0 0,0 0,0


20º 20º 20º 20 20º
0,0 1,5 0,0 0,0 0,0 0,0
3
12,0 4,0 2,0 5,0 6,0 0,0
09’ 09’ 4
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 TEMPERATURA MÉDIA : 25,8º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0

4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 60º


02’
01’
1,0 1,0 1,0 2,0 2,0 2,0
30º 30º 30º 4 30º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 +
+
+
+
+
+ 3

+
+

3,0 1,0 0,0 1,0 1,0 1,0 0,0

++
++

+ +
+ +

14
1,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,0
0 10 20 30

Escala percentual de ventos 4 5 5 4

60º 50º 40º 30º VENTO FORTE 20º 60º 50º 40º DESVIO PADRÃO 20º

48º 32º 38º


50’ 40’ 20’ 10’ 12” 25’ 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 30’ 20’
30’
32” 32”
1º PORTO DE BELÉM 1º
ILHA DE FERNANDO DE NORONHA PORTO DO RECIFE PORTO DE SALVADOR
Escala natural 1:1 159 620 Escala natural 1:100 000 Escala natural 1:1 136 100 Escala natural 1:1 136 100
40’ 40’ 30’ 30’

10’ 10’ 48” 48”

50’ 50’
40’ 40’

20’ 12 20’ 3º 3º
21 50’ 50’ 18
8º 8º 50’ 50’
60 2 33 14 23 20 29
30’ 30’
12” 43 12” 41 32
10’ 10’
15
13º 13º

40’ 40’

24” 24” 20’ 20’


10’ 10’

50’ 50’
TEMPERATURA MÉDIA : 25,5º TEMPERATURA MÉDIA : 26,7º TEMPERATURA MÉDIA : 27,1º TEMPERATURA MÉDIA : 26,6º
30’ 30’
36” 36” 20’ 20’
50’ 40’ 48º 20’ 10’ 12” 32º 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 38º 20’
30’ 25’ 30’

38º 29º 43º


44’ 48’ 42’ 41’ 12” 20’ 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 10’ 48” 36”
56’ ABROLHOS 56’
ILHA DA TRINDADE PROXIMIDADES DO PORTO DO BAÍA DA GUANABARA
18” 18”
Escala natural 1:100 025 36” Escala natural 1:200 000 36” 40’ RIO DE JANEIRO 40’ Escala natural 1:20 000

Escala natural 1:1 046 128


24” 24”

57’ 57’

50’ 50’
48” 48”

36” 36”

58’ 58’ 16 11
44
23º 23º
20º 20º
30’ 10 40 30’ 11 37 28
4 38
48” 48”
23 15
59’ 59’ 28
10’ 10’

12” 12”
22º 22º
54’ 54’

18º TEMPERATURA MÉDIA : 25,1º 18º TEMPERATURA MÉDIA : 27,0º TEMPERATURA MÉDIA : 26,7º TEMPERATURA MÉDIA : 27,3º
20’ 20’
NEVOEIRO : 2,2 % NEVOEIRO : 0,0 % NEVOEIRO : 6,1 % NEVOEIRO : 3,9 %
24” 24”
VISIBILIDADE : 11,4 % VISIBILIDADE : 16,3 % VISIBILIDADE : 14,9 % VISIBILIDADE : 19,7 %
12” 12”
VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’
44’ 48’ 38º 41’ 12” 29º 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 43º 48” 36”
42’ 20’ 10’

30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º
40’
10’ 10’ 20’ 20’
50’ 50’
PORTO DE SANTOS CABO DE SANTA MARTA GRANDE PROXIMIDADES DO RIO GRANDE CHUÍ
40’ Escala natural 1:1 046 128 40’ Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526

20’ 20’ 30’ 30’


31º 31º
50’ 50’

30’ 30’ 16
40’ 40’
14 39 10’ 26 10’ 16
24º 24º

26 26 1 5 1 20 4 27

40’ 40’
12 50’ 50’
20’ 15 20’
10’ 10’ 17 17 18

50’ 50’

30’ 30’
34º 34º
20’ TEMPERATURA MÉDIA : 27,6º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 23,9º TEMPERATURA MÉDIA : 24,6º TEMPERATURA MÉDIA : 26,6º
NEVOEIRO : 20,2 % NEVOEIRO : 11,9 % NEVOEIRO : 0,4 % NEVOEIRO : 1,4 %
VISIBILIDADE : 37,4 % VISIBILIDADE : 11,9 % VISIBILIDADE : 5,4 % VISIBILIDADE : 7,0 %
VENTO FORTE : 0,0 % 29º VENTO FORTE : 1,0 % 29º VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’ 30’ 40’ 40’ 10’ 10’
30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º

FEVEREIRO
No. 14 200 MARÇO
60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

No. 14 200
Grenada
Po
rt
of
Sp Tobago

-1

-3

-4

-5
ai

-2

-6
0
n




TRINIDAD 27º 26º 26º 27º
10º 27º 26º 26º 10º

10
VENEZUELA Rio Orenoco
28º

ºW
22 42 77
28º
+

+++ 50 22 61 67 89 74 53
++

+1
+

co
0,5 27º

an
50 77 31 26 2

Br
bo
Georgetown

Ca
2’
0,8


De

Pa
Po 0,8

e
GUIANA

ra
nc

cif
ib o e
mar

Re
Para e

Ne
++ UE
++
+

OQ
Co
lon

eira
w
5º + AP 5º

+
I

++++
+

O
0,8

Yo
Cayenne
+

Mad
SURINAME O
28º

rk
RI

da
27º

Ilha
47 21 11 12 20 32 40

e —
GUIANA 12 17 59
H
++
60 54 45 44 15
Pa

++
FRANCESA

erd
ra

++
12 15 Po 25 1 25 5 19 5 5

o V
nc
e

Cab
I. de Maracá (P
Pa
or
to 0,8 20
Á 1,0 ra 0,6

. de
AP Ri
Co co
AM lon ) 0,9

Arq
(Pa
MAZONAS na Ar
RIO A má q. de
0,8


S. Pe dro e S
0º H A DO B R Macapá
) . Paulo
1 50,8 0º

ife
R IN A
0,9

Rec
á
MA

SI

2,0
ºW
L

r
a Salinópolis -6

P

HIDR

ÇÃO

o
I. de Marajó
27º

Ri
GA
OG

RA
F I A E N AVE Belém
21 29 17 0,9
0,8
OCEANO ATLÂNTICO 3 35 1 30 3 40 5 33 -5 5 37 12 26

G
São Luís
PARÁ
28º 1,9
CARTA PILOTO 21 18
Lu
ís Co
Camocim
rreia 25 34
0,8
32 44

MARANHÃO Fortaleza
PIAUÍ
DE TRINIDAD AO RIO DA PRATA CEARÁ
Atol das Rocas Arq. de Fernando de Noronha
Pa 28º
ra
5º Observações efetuadas pela Marinha do Brasil de 1951 a 1972 Areia Branca

RIO GRANDE DO NORTE
Macau
0,9
o
Ca
bo
20 0,7
Escala natural 1:10 000 000 na lat. 12º 30’ S

Projeção de Mercator
Natal da º0,7W
Cabedelo
0,8 27º
PARAÍBA
38 1 46 57 46
PERNAMBUCO
INSTRUÇÕES 38 Recife 36 37 -4 53

-
D 3 0,6
o ’
VENTOS
ALAGOAS
Maceió F 0,5 Ca
bo
da
Bo
Bo
a
Es
0,5

10º As rosas dos ventos indicam em percentagens as direções de onde sopram os a pe 10º
ra
ventos, e na escala BEAUFORT a velocidade média no mês, por octante. A percen- SERGIPE Es nç
tagem de ocorrência de ventos em determinada direção, quando não indicada dire- -1 0,5 pe a
go
s
’ -2 ra
nç La
tamente, pode ser determinada comparando-se o comprimento da seta, medida a
partir da circunferência, com a «ESCALA PERCENTUAL DE VENTOS.» O número Aracaju
’ a
de penas, na extremidade da seta, indica a força média do vento na escala BEAUFORT. 27º
No centro das circunferências estão indicadas as percentagens de ocorrências
12
0,5
de calmarias. As rosas dos ventos em pontilhado significam número de informações
inferior a 200.
52 57 80 1 74
Exemplo: Na rosa dos ventos, o vento predo-
0,5
Salvador
minante é o Leste com 54% de frequência e força
27 26 15 23
BEAUFORT 3. NE é o terceiro vento predomi-
1 54 nante com 8% de frequência retirado da ESCALA BAHIA 0,5
PERCENTUAL DE VENTOS, e a força BEAUFORT
3. A calmaria registrada é de 1%. 0,7
29 28º 0
0 10 20 50
Ilhéus 0,5
15º
Escala percentual de ventos
0,7 15º
0,5 io ão
Fr ns
sce
bo A
TEMPERATURA DO AR Ca de
a
As isotermas, em linhas tracejadas encarnadas, indicam em graus Celsius a tem- Ilh
peratura do ar à superfície. 26

E
38 21 15
24º
TEMPERATURA DA ÁGUA DO MAR 2 33 38 57 W 3 62
As isotermas, em linhas cheias encarnadas, indicam em graus Celsius a tempe-
ratura da água do mar na superfície.
0,5
Abrolhos
16 16 30
0,5 +1
ÁREAS DE PREVISÃO ’
As áreas definidas por letras e limitadas por linhas cheias em cinza repre-
sentam as regiões para as quais a MARINHA DO BRASIL diariamente divulga pre-
Fri
o +2 26º
visões meteorológicas. ESPÍRITO SANTO ’ 0,5
20º bo 20º
CORRENTES Vitória 0,8 Ca
I. da Trindade
As setas, em verde, indicam as direções predominantes, e os números as velo- Is. Martin Vaz
cidades médias das correntes da água do mar na superfície.
+
0,63
LINHAS ISOGÔNICAS 11 27º 27 ’ 19
26 30 27 33 0,5 26 13

D
A Declinação Magnética para o ano de 2015 está representada em roxo por
linhas cheias, e as variações anuais em linhas tracejadas. 27º
RIO DE JANEIRO
NOTA 2 29
Rio de Jan
26º 3 23 1 19 21 20 20 13 13 40
eiro
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, PRESSÃO e seu Angra dos Reis
DESVIO PADRÃO na área oceânica, bem como informações sobre VENTO MÉDIO 16 0,5 17 13 0,5
26º
+

e TEMPERATURA nos principais portos e ilhas do BRASIL, encontram-se no ver- 20 25º


4’

so desta carta.
Santos Do
SÃO PAULO I. d Rio Do C
eS abo
ão de da Bo
Seba
stião 0,7 Jan
eir
a Esp
er
0,9 o ança
para 0,5
25º par o Rio 25º
a o de Ja
+5

PARANÁ neir
+ 6’

Ca o

C 0,5
bo
da

S
Paranaguá
Bo
a E
spe
S. Francisco do Sul ran
ça 20 20
19 11 20 26
25º 24 11 12
Itajaí 30 11 15 16 26º
SANTA CATARINA
25º 2 12 1 18 3 28 4 25 1 35 4 30
Florianópolis
0,5
0,5
+ 7’

Imbituba 16
15 20
16 11 13 25º
0,5
24º

30º
Tramandaí
24º
0,7
0,6
B 0,5
30º
Porto Alegre
24º
RIO GRANDE DO SUL
0,5 20,54 24º

23º 0,5 ºW
+ 8’

1,0
+ + + + + +++

15
23º
11 51 12
20 25 0,5 0,6
22º
22º 17 0,5
A 23
0,5 11 13 13 12 22º
++

Rio Grande
+
+ 21 1 13 2 12 13 2 21
++ + + +

Lagoa Mirim
1121º 13 12 16 0,6 16 12 22 22º
0,5
++++

20 12 28 20 22 23
0,6
URUGUAI 20º R 20º
A

RO
CH 0,7
IO
20º
U 21º
Buenos Aires Montevideo 19º Í
Boa Esperança para Montevideo
Do Cabo da
35º 35º
18º 18º
20
RI
O
No. 14 200

D
E 20º
LA
ºW
10

15

PL
AT
0,7
ARGENTINA 0,7 A
19º
ºW

ºW

60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

Publicada no Rio de Janeiro, em 01 de Janeiro de 1974 2a. EDIÇÃO: 15 de dezembro de 1993 No. 14 200
MARÇO © Diretoria de Hidrografia e Navegação - Marinha do Brasil - 2019
MARÇO
60º NEVOEIRO 50º 40º 30º VISIBILIDADE 20º PRINCIPAIS PORTOS E ILHAS OCEÂNICAS DO BRASIL 60º PRESSÃO 50º 40º 30º 20º
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, VEN-
TO MÉDIO, TEMPERATURA DO AR, PRESSÃO E DESVIO PADRÃO 2 12 2 10
10º 10º 10º 10º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0,0 0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 1,0 0,0

0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 60º 12


02’ 2
0,0+ + 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 01’
+
+

+
+
PORTO DE MANAUS

+ +
+ +
+
++ 0,0 1,0 2,0 0,0 2,0 0,0 1,0 +
++

+
+
+ +
Escala natural 1:30 000
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0º 0º 0º 0º
0,0 1,6 0,0 0,0 0,0 0,0
17,0 8,0 3,0 1,0 0,0 0,0
3º 3º
08’ 08’ 10
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0,0 0,0 0,0 0,0 OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES 12
6,0 0,0 0,0 0,0
As linhas cheias indicam a pressão média ao nível
Os números em encarnado indicam o percentual
0,0 0,0 0,0 0,0 do mar, observada na área oceânica.
10º aproximado a décimos do nevoeiro (parte superior) 10º 28 10º 12 10º
0,0 0,0 0,0 0,0 As linhas tracejadas indicam o desvio padrão da
e ventos fortes (parte inferior), observados na área
1,0 0,0 0,0 0,0 26 11 pressão ao nível do mar na área oceânica.
oceânica. 14
Os números em azul indicam o percentual aproxi- 0,0 0,0 0,0 0,0 16
11 2
mado a décimos da visibilidade inferior a 2,5 milhas, 0,0 0,0 0,0 0,0 14

observada na área oceânica. 2,0 2,0 1,0 1,0

0,0 0,0 0,0 0,0


20º 20º 20º 20º
1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 20 16
4,0 2,0 1,0 0,0 0,0 0,0 3
09’ 09’
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 TEMPERATURA MÉDIA : 25,8º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0

1,0 1,0 1,0 0,0 1,0 0,0 60º 16


02’ 4
01’
1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0
30º 30º 30º 30º
0,0 0,5 0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 +
+ +
+ +
+

+
+

0,0 2,0 1,0 1,0 1,0 0,0 0,0

++
++

+ +
+ +

4,0 2,0 0,0 0,0 1,0 0,0 0,0


0 10 20 30
5
Escala percentual de ventos
5 4 3

60º 50º 40º 30º VENTO FORTE 20º 60º 50º 40º DESVIO PADRÃO 20º

48º 32º 38º


50’ 40’ 20’ 10’ 12” 25’ 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 30’ 20’
30’
32” 32”
1º PORTO DE BELÉM 1º
ILHA DE FERNANDO DE NORONHA PORTO DO RECIFE PORTO DE SALVADOR
Escala natural 1:1 159 620 Escala natural 1:100 000 Escala natural 1:1 136 100 Escala natural 1:1 136 100
40’ 40’ 30’ 30’

10’ 10’ 48” 48”

50’ 50’
40’ 40’

20’ 13 20’ 3º 3º
22 50’ 50’ 14
8º 8º 50’ 50’
58 3 35 18 14 20 25
30’ 30’
12” 39 12” 43 35
10’ 10’
14
13º 13º

40’ 40’

24” 24” 20’ 20’


10’ 10’

50’ 50’
TEMPERATURA MÉDIA : 25,4º TEMPERATURA MÉDIA : 25,9º TEMPERATURA MÉDIA : 26,9º TEMPERATURA MÉDIA : 26,6º
30’ 30’
36” 36” 20’ 20’
50’ 40’ 48º 20’ 10’ 12” 32º 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 38º 20’
30’ 25’ 30’

38º 29º 43º


44’ 48’ 42’ 41’ 12” 20’ 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 10’ 48” 36”
56’ ABROLHOS 56’
ILHA DA TRINDADE PROXIMIDADES DO PORTO DO BAÍA DA GUANABARA
18” 18”
Escala natural 1:100 025 36” Escala natural 1:200 000 36” 40’ RIO DE JANEIRO 40’ Escala natural 1:20 000

Escala natural 1:1 046 128


24” 24”

57’ 57’

50’ 50’
48” 48”

36” 36”
12 13
58’ 28 58’ 18
23º 23º
20º 20º
4 42 30’ 11 36 30’ 5 33 37
48” 48”
24 14
59’ 59’
10’ 11 10’ 20
12” 12”
22º 22º
54’ 54’

18º TEMPERATURA MÉDIA : 27,1º 18º TEMPERATURA MÉDIA : 27,0º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 26,6º 20’
TEMPERATURA MÉDIA : 26,9º
NEVOEIRO : 2,2 % NEVOEIRO : 0,0 % NEVOEIRO : 8,5 % NEVOEIRO : 2,1 %
24” 24”
VISIBILIDADE : 10,3 % VISIBILIDADE : 16,3 % VISIBILIDADE : 18,4 % VISIBILIDADE : 18,9 %
12” 12”
VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’
44’ 48’ 38º 41’ 12” 29º 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 43º 48” 36”
42’ 20’ 10’

30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º
40’
10’ 10’ 20’ 20’
50’ 50’
PORTO DE SANTOS CABO DE SANTA MARTA GRANDE PROXIMIDADES DO RIO GRANDE CHUÍ
40’ Escala natural 1:1 046 128 40’ Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526

20’ 20’ 30’ 30’


31º 31º
50’ 50’

30’ 30’ 14
40’ 40’
13 36 10’ 24 10’ 15
24º 24º

26 37 2 13 1 20 6 22
40’ 40’
13 50’ 50’
10’ 10’ 20’ 17 20’
17 19 23

50’ 50’

30’ 30’
34º 34º
20’
TEMPERATURA MÉDIA : 27,0º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 23,8º TEMPERATURA MÉDIA : 23,3º TEMPERATURA MÉDIA : 21,0º
NEVOEIRO : 20,8 % NEVOEIRO : 9,3 % NEVOEIRO : 0,3 % NEVOEIRO : 2,1 %
VISIBILIDADE : 38,8 % VISIBILIDADE : 9,3 % VISIBILIDADE : 5,8 % VISIBILIDADE : 9,0 %
29º VENTO FORTE : 0,0 % 29º VENTO FORTE : 1,0 %
VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’ 30’ 40’ 40’ 10’ 10’
30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º

MARÇO
No. 14 200 ABRIL
60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

No. 14 200
Grenada
Po
rt
of
Sp Tobago

-1

-3

-4

-5
ai

-2

-6
0
n




TRINIDAD 27º 26º 27º 25º
10º 10º
27º

10
VENEZUELA Rio Orenoco

ºW
16 32 51
28º
+

+++ 31 43 61 80 78 59 34
++ 1,5
0,5

+1
+

co
25º

an
50 59 54 36 11

Br
bo
Georgetown

+
25

Ca
0,8

2’
25


27º De
0,8

Pa
Po

e
GUIANA 26º

ra
nc

cif
ib o e
mar

Re
Para e

Ne
++ UE
++
+

OQ
Co
lon 28º

eira
w
5º + AP 5º

+
I
0,8

++++
+

Yo
Cayenne
+

Mad
SURINAME O

rk
RI
27º 0,9

da
Ilha
16 13 13 19 31 28

e —
GUIANA 72 58
H
++
53 48 46 43 25
Pa

++
FRANCESA

erd
ra

++
18 23 Po 30 3 29 8 13 4 7

o V
nc
e 0,7

Cab
I. de Maracá (P
Pa
or
to 13 0,9
Á
ra 0,7

. de
AP Ri
Co co 0,9
AM lon )

Arq
(Pa
Ar
RIO A
MAZONAS na
má 1,0 q. de


S. Pe dro e S
0º H A DO B R Macapá
) . Paulo
0,8 15 26º 0º

ife
R IN A

Rec
á
MA

SI

26º 26º
ºW
L

r
a Salinópolis -6

P
0,8 ’
HIDR

ÇÃO

o
I. de Marajó

Ri
27º
1,0
GA
OG

RA
F I A E N AVE Belém 14
26º
56 47 1,0 13

OCEANO ATLÂNTICO 13 28 7 32 10 26 -5 8 27 5 32

G
São Luís
PARÁ 1,0
CARTA PILOTO Lu
ís Co
Camocim
rreia 22 26 23 41
11
MARANHÃO Fortaleza
PIAUÍ
DE TRINIDAD AO RIO DA PRATA CEARÁ
Atol das Rocas Arq. de Fernando de Noronha
Pa 1,0
0,8 ra
5º Observações efetuadas pela Marinha do Brasil de 1951 a 1972 Areia Branca

RIO GRANDE DO NORTE
Macau
o
Ca
bo
20
Escala natural 1:10 000 000 na lat. 12º 30’ S

Projeção de Mercator
Natal da ºW
13 Cabedelo
PARAÍBA 28º
1 36 3 37 45 65
PERNAMBUCO
INSTRUÇÕES 38 Recife 37 48 -4 0,8 28
0,4 ’
-
D 3 o ’
VENTOS
ALAGOAS
Maceió F Ca
bo
da
Bo
Bo
a
Es
10º As rosas dos ventos indicam em percentagens as direções de onde sopram os a pe 10º
ra
ventos, e na escala BEAUFORT a velocidade média no mês, por octante. A percen- SERGIPE Es nç
tagem de ocorrência de ventos em determinada direção, quando não indicada dire- -1 pe a
go
s
’ -2 ra
nç La
tamente, pode ser determinada comparando-se o comprimento da seta, medida a
partir da circunferência, com a «ESCALA PERCENTUAL DE VENTOS.» O número Aracaju 0,4 ’ a
de penas, na extremidade da seta, indica a força média do vento na escala BEAUFORT.
No centro das circunferências estão indicadas as percentagens de ocorrências
de calmarias. As rosas dos ventos em pontilhado significam número de informações 0,4 11
inferior a 200.
1 42 1 56 46 72
Exemplo: Na rosa dos ventos, o vento predo-
minante é o Leste com 54% de frequência e força
Salvador 0,4 27º
28º 33 24 34 25
BEAUFORT 3. NE é o terceiro vento predomi-
1 54 nante com 8% de frequência retirado da ESCALA BAHIA
PERCENTUAL DE VENTOS, e a força BEAUFORT
3. A calmaria registrada é de 1%. 0,5 26º
29 0
0 10 20 50
Ilhéus
15º 15º
Escala percentual de ventos 0,8
io ão
Fr ns
sce
bo A
Ca de
TEMPERATURA DO AR 0,5 a
As isotermas, em linhas tracejadas encarnadas, indicam em graus Celsius a tem- 18 Ilh
peratura do ar à superfície. 12

E
18 16
24º
TEMPERATURA DA ÁGUA DO MAR 3 26
0,7 2 23 16 22 W 50
As isotermas, em linhas cheias encarnadas, indicam em graus Celsius a tempe- 27º
ratura da água do mar na superfície. Abrolhos
27 26 25
15 + 1 22
ÁREAS DE PREVISÃO ’
As áreas definidas por letras e limitadas por linhas cheias em cinza repre- 0,7
sentam as regiões para as quais a MARINHA DO BRASIL diariamente divulga pre-
Fri
o +2
visões meteorológicas. ESPÍRITO SANTO ’ 26º
20º 26º bo 20º
CORRENTES Vitória Ca 0,4 0,5
I. da Trindade
As setas, em verde, indicam as direções predominantes, e os números as velo- 0,4 Is. Martin Vaz
cidades médias das correntes da água do mar na superfície.
+ 25º
3’ 0,7
LINHAS ISOGÔNICAS 11 66
14 23 16 15 33

D
A Declinação Magnética para o ano de 2015 está representada em roxo por
linhas cheias, e as variações anuais em linhas tracejadas. 26º
RIO DE JANEIRO
NOTA 5 30 3 21 2 21
0,4 12 7 19 25 6 18
Rio de Jan
eiro 25º 0,5
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, PRESSÃO e seu Angra dos Reis
0,8
DESVIO PADRÃO na área oceânica, bem como informações sobre VENTO MÉDIO 25 15 20 13
+

16 18
e TEMPERATURA nos principais portos e ilhas do BRASIL, encontram-se no ver- 11
25º
13 11 0,3
4’

so desta carta.
Santos Do
SÃO PAULO I. d Rio Do C 0,4
eS
ão
Seba de 0,4 abo da Bo
stião Jan a Esp
0,4 eir
o er ança
para 25º
25º 24º 0,5
par o Rio 0,7 0,4 25º
a o 0,4
de Ja
+5

PARANÁ neir
+ 6’

Ca o

C bo
da 24º

S
Paranaguá
Bo
a E
spe
0,5
S. Francisco do Sul
17 13
0,4 rança 13 36
Itajaí 26 25
SANTA CATARINA
2 15 4 27 16 5 11 18 2 21 12 12 20
Florianópolis 24º
+ 7’

Imbituba 12 18 18
18 33 23
0,5 15 19 13 17 0,7
24º 22º

Tramandaí
B 0,5 0,7
0,7

0,4
30º
Porto Alegre 1,0 30º
23º
RIO GRANDE DO SUL
22º 0,5
0,5 24
ºW 20º
+ 8’

0,7
+ + + + + +++

13 22º
11 12
23º 21
0,5 A 22 18 12 11 13 16
++

Rio Grande
+ 20º
+ 1 12 1 18 12 3 15 23 23 19 13 14 2 21º
++ + + +

Lagoa Mirim
18º
16 22º 13 12 19 23 25 12 14
20º
++++

21 15 15 19 15 14
0,4 0,7
URUGUAI 21º R
A

RO 0,4
18º IO 19º
19º 20º
CH
U 0,4
Buenos Aires Montevideo Í
Do Cabo da Boa Esperança para Montevideo
35º 35º
18º
18º
20
RI
O
No. 14 200

D
E
LA
ºW
10

15

PL
AT 0,7
ARGENTINA A
ºW

ºW

60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

Publicada no Rio de Janeiro, em 01 de Janeiro de 1974 2a. EDIÇÃO: 15 de dezembro de 1993 No. 14 200
ABRIL © Diretoria de Hidrografia e Navegação - Marinha do Brasil - 2019
ABRIL
60º NEVOEIRO 50º 40º 30º VISIBILIDADE 20º PRINCIPAIS PORTOS E ILHAS OCEÂNICAS DO BRASIL 60º PRESSÃO 50º 40º 30º 20º
Informações sobre NEVOEIRO, VISIBILIDADE, VENTO FORTE, VEN-
12 10 8
TO MÉDIO, TEMPERATURA DO AR, PRESSÃO E DESVIO PADRÃO 2
10º 10º 10º 10º
0,0 0,0 0,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0,0 1,0 0,0 2,0 0,0 0,0 0,0 0,0
12
0,0 2,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 60º
0,0+ + 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 02’ 01’ 2 +
+

+
+
PORTO DE MANAUS

+ +
+ +
+
++ 1,0 2,0 0,0 0,0 0,0 1,0 1,0 +
++
8

+
+
+ +
Escala natural 1:30 000
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0º 0º 0º 0º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
20,0 10,0 2,0 1,0 1,0 0,0 12
3º 3º 10
08’ 08’
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
0,0 0,0 0,0 0,0 OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES
7,0 1,0 0,0 0,0
As linhas cheias indicam a pressão média ao nível
Os números em encarnado indicam o percentual 12
0,0 0,0 1,0 0,0 do mar, observada na área oceânica.
10º aproximado a décimos do nevoeiro (parte superior) 10º 23 10º 10º
0,1 0,0 0,0 0,0 As linhas tracejadas indicam o desvio padrão da
e ventos fortes (parte inferior), observados na área
1,0 0,0 0,0 0,0 33 pressão ao nível do mar na área oceânica. 14 14
oceânica.
Os números em azul indicam o percentual aproxi- 0,0 0,0 0,0 0,0
0,0 0,0 0,0 0,0 13
mado a décimos da visibilidade inferior a 2,5 milhas,
16
observada na área oceânica. 1,0 0,0 0,0 0,0 2 2
0,0 0,0 0,0 0,0 16 20
20º 20º 20º 20º
0,0 0,5 0,0 0,0 0,0 0,0

1,0 4,0 1,0 3,0 1,0 0,0


09’ 09’
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 TEMPERATURA MÉDIA : 25,9º
0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
20
1,0 1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 60º
02’ 16
01’
1,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,0 3
30º 30º 30º 3 30º
0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 +
+
+
+
+
+ 16

+
+

2,0 1,0 1,0 1,0 0,0 0,0 0,0

++
++

+ +
+ +

14
2,0 2,0 0,0 0,0 1,0 1,0 0,0
0 10 20 30

Escala percentual de ventos


4 14
60º 50º 40º 30º VENTO FORTE 20º 60º 50º 40º DESVIO PADRÃO 20º

48º 32º 38º


50’ 40’ 20’ 10’ 12” 25’ 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 30’ 20’
30’
32” 32”
1º PORTO DE BELÉM 1º
ILHA DE FERNANDO DE NORONHA PORTO DO RECIFE PORTO DE SALVADOR
Escala natural 1:1 159 620 Escala natural 1:100 000 Escala natural 1:1 136 100 Escala natural 1:1 136 100
40’ 40’ 30’ 30’

10’ 10’ 48” 48”

50’ 50’
40’ 40’

20’ 20’
11 3º 3º
22 50’ 50’
8º 8º 50’ 50’
59 5 33 16 23 14
30’ 30’
12” 40 12”
50 37
10’ 10’ 13
13 12 13º 13º

40’ 40’

24” 24” 20’ 20’


10’ 10’

50’ 50’
TEMPERATURA MÉDIA : 25,7º TEMPERATURA MÉDIA : 26,1º TEMPERATURA MÉDIA : 26,5º TEMPERATURA MÉDIA : 26,0º
30’ 30’
36” 36” 20’ 20’
50’ 40’ 48º 20’ 10’ 12” 32º 48” 86” 10’ 35º 50’ 40’ 30’ 50’ 40’ 38º 20’
30’ 25’ 30’

38º 29º 43º


44’ 48’ 42’ 41’ 12” 20’ 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 10’ 48” 36”
56’ ABROLHOS 56’
ILHA DA TRINDADE PROXIMIDADES DO PORTO DO BAÍA DA GUANABARA
18” 18”
Escala natural 1:100 025 36” Escala natural 1:200 000 36” 40’ RIO DE JANEIRO 40’ Escala natural 1:20 000

Escala natural 1:1 046 128


24” 24”

57’ 57’

50’ 50’
48” 48”

36” 36”
18
58’ 15 58’ 16
23º 23º
20º 20º
3 34 30’ 8 21 30’ 51
3 35
48” 48”

59’ 16 59’
24 12
26 13 10’ 10’ 20
12” 12”
22º 22º
54’ 54’

18º 18º
TEMPERATURA MÉDIA : 26,1º TEMPERATURA MÉDIA : 26,9º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 24,8º 20’ TEMPERATURA MÉDIA : 24,8º
NEVOEIRO : 1,0 % 24” NEVOEIRO : 0,0 % 24” NEVOEIRO : 8,8 % NEVOEIRO : 5,6 %
VISIBILIDADE : 10,9 % VISIBILIDADE : 24,7 % VISIBILIDADE : 16,5 % 12”
VISIBILIDADE : 28,0 %
12”
VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 1,0 % VENTO FORTE : 0,0 %
30’
44’ 48’ 38º 41’ 12” 29º 48” 36” 30’ 20’ 10’ 43º 50’ 12” 43º 48” 36”
42’ 20’ 10’

30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º
40’
10’ 10’ 20’ 20’
50’ 50’
PORTO DE SANTOS CABO DE SANTA MARTA GRANDE PROXIMIDADES DO RIO GRANDE CHUÍ
40’ Escala natural 1:1 046 128 40’ Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526 Escala natural 1:990 526

20’ 20’ 30’ 30’


31º 31º
50’ 50’

30’ 30’ 16
40’ 40’
32 10’
19 10’ 11
24º 24º

28 33 1 12 3 5 13 8 18
40’ 40’
14 50’ 50’
10’ 10’ 20’ 12 20’
21 18 19

50’ 50’

20’ 20’ 30’ 30’


34º 34º
TEMPERATURA MÉDIA : 25,2º TEMPERATURA MÉDIA : 22,3º TEMPERATURA MÉDIA : 20,8º TEMPERATURA MÉDIA : 18,3º
NEVOEIRO : 17,2 % NEVOEIRO : 8,2 % NEVOEIRO : 0,8 % NEVOEIRO : 3,0 %
VISIBILIDADE : 36,7 % VISIBILIDADE : 8,2 % VISIBILIDADE : 9,3 % VISIBILIDADE : 9,5 %
29º 29º
VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 1,0 % VENTO FORTE : 0,0 % VENTO FORTE : 1,0 %
30’ 30’ 40’ 40’ 10’ 10’
30’ 20’ 10’ 46º 10’ 49º 50’ 40’ 30’ 10’ 51º 50’ 40’ 40’ 30’ 20’ 10’ 53º

ABRIL
No. 14 200 MAIO
60º 55º 50º 45º 40º 35º 30º 25º 20º

No. 14 200
Grenada
Po
rt
of
Sp Tobago

-1

-3

-4

-5
ai

-2

-6
0
n




TRINIDAD 27º 28º 26º 28º 27º 25º
10º 1,0 10º

0,7 27º

10
26º 0,7
VENEZUELA Rio Orenoco

ºW
14 28 26
+

+ ++ 37 51 52 52 57 65 50 34
++
0,9 0,7

+1
+

0,5

co
an
62 48 43 1 37 35 1 16 2 2 12 25º

Br
0,7

bo
Georgetown

+
1,0 0,8 15

Ca
2’
0,9


De

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Po

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GUIANA

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mar
0,7

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Para 26º e

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++ UE
++
+

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OQ lon 0,9

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w
5º + AP 5º

+
I

++++
+

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Cayenne
+

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SURINAME O
27º

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0,7

RI

da
0,9
0,5

Ilha
21 11 20 11

e —
GUIANA 46 42
H
++
32 26 29 35 13
Pa

++
FRANCESA

erd
ra

++
22 36 Po 1 41 4 35 4 33 8 14 8 23

o V
nc
0,9 e 1,5

Cab
I. de Maracá (P
or 12 24 13 11 22
28º Pa to
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Á

. de
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MAZONAS
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0º H A DO B R Macapá
) 1,5 . Paulo
15 0º

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26º
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L

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a Salinópolis
1,5 -6 1,0

P

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I. de Marajó
26º

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1,4
GA
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F I A E N AVE Belém
13 16

OCEANO ATLÂNTICO 1 54 2 40 37 3 34 -5 4 34 2 27
’ 1,0
G
São Luís
PARÁ 1,0
1,5
CARTA PILOTO 17
L Camocim
28 uís Correia 40 39 40 60
11 12
MARANHÃO Fortaleza
PIAUÍ
DE TRINIDAD AO RIO DA PRATA CEARÁ
Atol das Rocas
0,9
Arq. de Fernando de Noronha
Pa
ra
5º Observações efetuadas pela Marinha do Brasil de 1951 a 1972 Areia Branca

RIO GRANDE DO NORTE
Macau
o
Ca
bo
20
Escala natural 1:10 000 000 na lat. 12º 30’ S

Projeção de Mercator
Natal da
1,4
ºW
Cabedelo 26º
PARAÍBA
24 0,7 30 58 67
26º
PERNAMBUCO
INSTRUÇÕES 41 Recife 49 35 -4 32
’ 0,7
29 14 -
D 3 o ’
VENTOS
ALAGOAS
Maceió F Ca
bo
da
Bo
Bo