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VANTAGENS E DESVANTAGENS PARA A MIGRAÇÃO DE UM SERVIÇO PARA A


NUVEM

Amoz Alves Cordeiro Junior


Professor orientador: Hermann Rego
MBA em Gestão de Infraestrutura de TI Como Serviço

Resumo

O objetivo desse trabalho é informar os principais serviços disponíveis na nuvem e


mostrar até que ponto é viável manter esse serviço na infraestrutura local ou na nuvem
e suas vantagens e desvantagens. Foi realizado um estudo bibliográfico para definir
computação em nuvem e seus principais tipos de serviços. Com base nas informações
levantadas, será possível identificar qual será o melhor cenário para cada empresa e
seu ambiente de infraestrutura com dicas para ajudar na tomada de decisão. Seja ele
totalmente voltado para nuvem, totalmente voltado para local ou até mesmo um
ambiente mesclando nuvem e local.

Palavras-chave: Computação Nuvem. Vantagens. Desvantagens. Migração.

Abstract

The purpose of this work is to inform the main services available in the cloud and to
show the feasibility of maintaining this service in the local infrastructure or in the cloud
and its advantages and disadvantages. A bibliographic study was carried out to define
cloud computing and its main types of services. Based on the information gathered, it
will be possible to identify the best scenario for each company and its infrastructure
environment with tips to help in decision making. Be it totally geared towards the cloud,
totally geared towards the site or even an environment of merging cloud and site.

Keywords: Cloud computing. Advantages. Disadvantages. Migration.

1. INTRODUÇÃO

Nos dias autuais fala-se muito sobre a utilização da nuvem, novas empresas surgem a
todo momento oferecendo variados tipos de serviços por variados valores, porém
explica-se muito pouco. Muitas empresas não se beneficiam dessa excelente
ferramenta por falta de simples informações técnicas como, os tipos de serviço
oferecidos, os tipos de ambientes disponíveis, segurança e etc.
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A computação em nuvem pode atingir a todo tipo de cliente. Podendo ser


utilizada por empresas de grande porte e com grande capacidade financeira ou até
mesmo por empresas recém-criadas e que não dispõem de um capital inicial para
investir em equipamentos de infraestrutura local para atender um baixo fluxo de
empregados e que pretende expandir juntamente com o seu crescimento. Isso pode
tornar a utilização da nuvem viável ou não, pois com o passar do tempo e com a soma
dos itens que são utilizados a empresa pode se deparar com um custo mensal maior
do que manter uma infraestrutura local.
Para maior clareza, é necessário conceituar elementos da computação em
nuvem mostrando benefícios em gestão da TI, confiabilidade, mobilidade,
escalabilidade e flexibilidade para mostrar as vantagens e desvantagens que esse
serviço oferece. Isso ajudará a responder algumas perguntas: Vale apena migrar para
a nuvem? Minha empresa é nova, começo minha infraestrutura pela nuvem ou
fisicamente? Minha empresa é totalmente baseada em software, a nuvem pode me
ajudar?
Utilizaremos as definições de alguns dos melhores players do mercado como a
Microsoft e a Amazon para nos ajudar a responder essas perguntas.

2. METODOLOGIA

Esse artigo concentra-se no estudo bibliográfico sobre os conceitos da computação em


nuvem com o intuito de uma melhor compreensão de cada tópico que envolve o tema
em questão, ajudando a decidir na realização de se migrar um ambiente para a nuvem
e mostrando as vantagens e desvantagens desse serviço.
 
3. REVISÃO DE LITERATURA

O propósito desse item é definir e elucidar conceitos para uma melhor percepção do
conteúdo desenvolvido utilizando como base os principais players do mercado.
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3.1 Computação em nuvem

Nos dias atuais quando pensamos na nuvem pensamos nos serviços mais utilizados no
dia-a-dia como e-mail e rede sociais. A Computação em Nuvem ou Cloud Computing
vai muito além disso. Segundo a Gartner (2017) a computação em nuvem é como um
estilo de computação em que capacidades escaláveis e elásticas de TI são fornecidas
como um serviço usando tecnologias da Internet.
Com ela temos a possibilidade de acessar programas sem a necessidade de
instalação previa em nossos computadoares, acessar arquivos de qualquer lugar, ou
seja, acessar todos os tipos de serviço somente utilizando uma conexão com a internet.
Hoje é possível até mesmo uma grande empresa ter uma enorme atividade sem a
necessidade de ter um ambiente físico. Para que esses serviços possam existir é
necessário um provedor na nuvem. A Microsoft, Amazon, Google e IMB são alguns dos
principais players do mercado. Diversos autores definem o seu próprio conceito de
computação em nuvem, sem o consenso entre eles.
A Microsoft possui o Microsoft Azure como provedor e define que:

A computação em nuvem é o fornecimento de serviços de computação –


servidores, armazenamento, bancos de dados, rede, software, análise e muito
mais – pela Internet (“a nuvem”). As empresas que oferecem esses serviços de
computação são denominadas provedoras de nuvem e costumam cobrar pelos
serviços de computação em nuvem com base no uso, da mesma forma que
você seria cobrado pela conta de água ou luz em casa.

Com a definição acima já podemos perceber as possíveis variedades de


serviços e que elas podem ser moldadas conforme a necessidade e cobradas
conforme sua utilização. A Amazon com o AWS (Amazon Web Services) possui um
conceito muito próximo: “A computação em nuvem é a entrega sob demanda de poder
computacional, armazenamento de banco de dados, aplicações e outros recursos de TI
por meio de uma plataforma de serviços de nuvem via Internet com uma definição de
preço conforme o uso”.

3.2 Serviços de nuvem: IaaS, PaaS e SaaS


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Grande parte dos serviços existentes na computação em nuvem podem ser divididos
em três grandes categorias: IaaS (Infraestrutura como serviço), PaaS (Plataforma como
serviço) e SaaS (Software como serviço). Algumas vezes eles são chamados de pilha
de computação em nuvem pois são utilizados um sobre o outro. Na Figura 1 é possível
ter uma ideia global dessa relação.

Figura1. Visão geral da relação entre IaaS, PaaS e SaaS.

3.2.1 Infraestrutura como serviço

Infraestrutura como serviço (Infrastructure as a Service), primeira camada, é


considerado o mais básico dos três serviços e com ela é possível contratar servidores
(máquinas virtuais ou hardware dedicado), armazenamento (arquivos ou banco de
dados), segurança, firewall de rede e a construção completa de um datacenter. A
Amazon define esse serviço da seguinte maneira: “A infraestrutura como um serviço,
às vezes abreviada como IaaS, contém os componentes básicos da TI em nuvem e,
geralmente, dá acesso (virtual ou no hardware dedicado) a recursos de rede e
computadores, como também espaço para o armazenamento de dados”.

3.2.2 Plataforma como serviço

O serviço da segunda camada, Platform as a Service, é mais utilizado pelos


desenvolvedores de aplicações, pois eles geralmente criam as soluções e recursos
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necessários para os programas desenvolvidos, sistemas operacionais,


armazenamento, suporte de segurança e organização dos bancos de dados. Isso
permite que o contratante desse serviço se concentre na implantação e no
gerenciamento de suas aplicações, eliminando preocupações com manutenção de
software, aquisição de recursos ou qualquer outro tipo trabalho pesado semelhante que
não envolva a execução da implantação.
“O serviço PaaS (Plataforma como serviço) se refere aos serviços de
computação em nuvem que fornecem um ambiente sob demanda para
desenvolvimento, testes, fornecimento e gerenciamento de aplicativos de software. O
PaaS foi criado para facilitar aos desenvolvedores criarem aplicativos móveis ou Web
rapidamente, sem se preocupar com a configuração ou o gerenciamento de
infraestrutura subjacente de servidores, armazenamento, rede e bancos de dados
necessários para desenvolvimento”, mostra a definição da Microsoft.

3.2.3 Software como serviço

A última camada, Software as a Service, é comumente usada pela maioria das


pessoas. Isso é devido a popularidade de ferramentas como Google Drive, Dropbox,
Facebook, Netflix e muitas outras, que se encaixam dentro dessa camada. A Amazon
traz o seguinte:
O software como um serviço oferece um produto completo, executado e
gerenciado pelo provedor de serviços. Na maioria dos casos, as pessoas que
se referem ao software como um serviço estão se referindo às aplicações de
usuário final. Com uma oferta de SaaS, não é necessário pensar sobre como o
serviço é mantido ou como a infraestrutura subjacente é gerenciada, você só
precisa pensar em como usará este tipo específico de software. Um exemplo
comum de aplicação do SaaS é o webmail, no qual você pode enviar e receber
e-mails sem precisar gerenciar recursos adicionais para o produto de e-mail ou
manter os servidores e sistemas operacionais no qual o programa de e-mail
está sendo executado.

3.3 Tipos de implantação em nuvem: Pública, Privada e Híbrida

Atualmente existem três conceitos diferentes para implantar recursos de computação


em nuvem, a pública, a privada e a híbrida. Na figura 2 podemos ter uma ideia global
delas, o que nos ajuda a decidir qual é a mais indicada para cada negócio.
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Figura 2. Visão global dos tipos de implantação em nuvem.

3.3.1 Nuvem pública

Sua característica é ter servidores alocados em data centers externos, instalações no


provedor de nuvem, ou seja, fora da empresa. Esse modelo é mais indicado para micro
e pequenas empresas, devido a seu baixo custo e de implantação simples e rápida.
Isso é possível porque há um compartilhamento de hardware, ou seja, duas ou mais
empresas podem estar utilizando o mesmo servidor para diferentes demandas.
Conforme a definição da Microsoft nos mostra: “Nuvens públicas são de propriedade de
um provedor de serviços de nuvem de terceiros e operadas por ele, que por sua vez
fornece recursos de computação, como servidores e armazenamento pela Internet. O
Microsoft Azure é um exemplo de nuvem pública. Com uma nuvem pública, todo o
hardware, software e outras infraestruturas de suporte são de propriedade e
gerenciadas pelo provedor de nuvem. Você acessa esses serviços e gerencia sua
conta usando um navegador da Web”.

3.3.1 Nuvem privada


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Com o foco na segurança e no controle total de sua rede ela é indicada para empresas
com um maior poder financeiro. Nesse caso a utilização do hardware (servidores) é de
uso exclusivo do contratante, o que traz uma maior segurança. A nuvem privada pode
ser mantida tanto no provedor quanto no datacenter da própria empresa.
“Uma nuvem privada se refere aos recursos de computação em nuvem usados
exclusivamente por uma única empresa ou organização. Uma nuvem privada pode
estar localizada fisicamente no datacenter local da empresa. Algumas empresas
também pagam provedores de serviço de terceiros para hospedar sua nuvem privada.
Uma nuvem privada é aquela em que os serviços e a infraestrutura são mantidos em
uma rede privada”. Microsoft.

3.3.3 Nuvem híbrida

“Nuvens híbridas combinam nuvens públicas e privadas ligadas por uma tecnologia que
permite que dados e aplicativos sejam compartilhados entre elas. Ao permitir que
dados e aplicativos sejam movidos entre nuvens públicas e privadas, a nuvem híbrida
dá aos negócios mais flexibilidade e mais opções de implantação”. Define a Microsoft.
Como o próprio nome sugere, a nuvem híbrida mescla características existentes
nas nuvens pública e privada. Dessa maneira, concede a empresa a segurança e sigilo
de uma nuvem privada e permite a transferência de informações entre ambos os tipos
de redes.

4. Vantagens e desvantagens da computação em nuvem

Uma das maiores vantagens da cloud computing está na redução de custos da implantação e
manutenção da infraestrutura da TI. Ao adotar os serviços e os tipos de implantação propostas
pela computação em nuvem, gera-se um ganho financeiro muito atrativo para as empresas.
Analisando os benefícios com a implantação podemos perceber que a primeira vantagem está na
acessibilidade, bastando ter somente um navegador de internet, assinatura de um serviço de
banda larga e de posse de sua senha de acesso.
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Quando a empresa definir a sua necessidade ao provedor ela não precisará mais se
preocupar com as configurações dos hardwares, quantos servidores irão ser utilizados para
suportar a operação, quais são os sistemas a serem utilizados, e como o escalonamento desses
recursos são feitos. Mesmo tendo uma infraestrutura simples a empresa não se preocupará, pois
terá todos os serviços rodando na nuvem. Visto isso já se percebe uma possível grande
economia, já que não será mais necessário realizar altos investimentos em computadores para
usuários, servidores, bancos de dados, sala cofre, segurança e licenças de software.
A escalabilidade torna-se outra potencial vantagem, trazendo a possibilidade de controlar
a utilização do serviço de maneira flexível e conforme a necessidade. Em momentos de baixo
volume de acesso a um determinado site por exemplo, é possível solicitar menos demanda dos
servidores disponíveis abaixando o custo da operação naquele período. Podendo também ocorrer
o inverso, solicitando ao provedor um aumento na capacidade devido a uma alta demanda
proveniente de uma promoção. Dessa maneira é possível controlar bem o gasto, pois geralmente
a empresa realiza altos investimentos para adquirir equipamentos e softwares com alta
capacidade para aguentar esses picos de utilização, deixando-os ociosos no resto do tempo.
Ademais, outra possível vantagem está em mais uma diminuição de custos, com a grande
redução da utilização da energia elétrica. Uma vez que além da redução dos equipamentos de
hardware pesados e de grande parte do parque computacional existe a possibilidade do
homework, ou seja, funcionários que podem trabalhar de casa. Dessa maneira a empresa não
precisa fazer investimentos em aquisição de computadores para os funcionários e nem a energia
que esses utilizariam trabalhando na sede empresarial. Esse é um forte motivo para a adoção da
computação em nuvem pelas empresas em meio a preocupação com o meio ambiente e de busca
pela preservação dos recursos naturais.
Portanto, é certo dizer que a cloud computing traz a possibilidade de ganhos
substanciais, tanto pela questão operacional quanto financeira. Porém existem outras
ponderações sobre as desvantagens que devem ser levadas em consideração quando
tratamos desse tema. Seguem algumas das ponderações mais relevantes:
 Confidencialidade: Trata-se do controle das informações e dos dados da empresa
que estarão nos servidores do provedor, essas estarão ao alcance não só do contratante do serviço
mais também dos funcionários e colaboradores do provedor. Protegidas por contratos entre as
partes e outros dispositivos que tentam garantir a confidencialidade ainda restam dúvidas quanto
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a uma possível quebra dessa confiança. Nem todas as empresas se sentem confortáveis sabendo
que seus dados mais importantes como o financeiro e projetos de um produto novo podem ser
acessados por pessoas não autorizadas.
 Segurança: Para toda a transmissão de dados como solicitação de acesso a
documentos e uploads de arquivos diversos para a nuvem haverá um trafego dessas informações
pela internet. A dúvida fica na garantia que no trâmite desses dados que passam pela rede, não
existirá nenhuma interceptação de pacotes permitindo o vazamento de informações.
 Disponibilidade: Apesar da facilidade e mobilidade da utilização que esse
serviço pela internet traz, ela também pode trazer dor de cabeça. Podem ocorrer diversas falhas
de conexão entre a empresa e o provedor como internet instável, problemas na rede e
indisponibilidade do fornecedor do serviço. Naturalmente, a empresa ficaria sem acesso às suas
aplicações, sistemas e arquivos. Para certos tipos de negócios, minutos ou até mesmo segundos
de indisponibilidade podem trazer sérios prejuízos financeiros.
Já foi visto que o financeiro é um dos principais motivos para ocorrer a migração para a
nuvem, porém, dependendo do cenário, ele pode se tornar um dos vilões. Conforme a empresa
vai expandindo, pode ocorre um aumento na utilização de recursos e haver um aumento
significativo no valor final, uma vez que os serviços são pagos conforme utilizados.
Outro que pode trazer um aumento de custo ao negócio é o crescimento de
tráfego de dados. Além de aumentar despesas pode ocorrer um congestionamento de
dados, com esse crescimento e dependendo do fluxo de dados que se pretende
transmitir pode haver perdas de pacotes. Claro que nesse caso estamos falando de
grandes corporações multinacionais, com várias unidades espalhadas pelo mundo.
Todas as ponderações acima citadas, entre outras, têm uma alta relevância,
independentemente do tipo de implantação realizada (pública, privada ou híbrida) ou até mesmo
da escolha pelo servidor próprio.

5. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

É preciso que cada cenário seja tratado de maneira particular. Mas como saber realmente se a
migração de algum serviço específico ou todos os serviços de uma empresa é viável? Para
começar é necessário uma análise interna na empresa e focar em seu core business, essa simples
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ação já permite enxergar onde a empresa não precisa se preocupar em gastar com atenção, custos
com funcionários especializados e equipamentos. A exemplo, uma empresa de advocacia onde o
foco é a prestação de serviços jurídicos, mas que não pode ter o seu site fora do ar por nenhum
minuto. Ao invés de se realizar elevados gastos com serviços de redundância (de internet e
energia), servidores para alocação do site, complexidade de manutenção e segurança - tanto
física quanto lógica, ela poderia simplesmente contratar um provedor na nuvem para manter o
seu site.
Nesse momento já é possível perceber um cenário onde uma corporação pode possuir
seus principais serviços, onde são guardadas informações sigilosas, em um ambiente interno e
seguro, e serviços que não requer tanta atenção hospedados na nuvem. Cenário esse que já é
possível caracterizar a nuvem hibrida e o qual já não teria mais preocupação com questões das
desvantagens como a segurança, confiabilidade e disponibilidade. A mudança de um servidor
local para um que esteja na nuvem pode acabar trazendo prejuízos se for mal planejada e nem
sempre representar uma redução de custos significativa.
Para facilitar na percepção e no estudo de viabilidade é possível encontrar dicas que
ajudam na hora de decidir o que migrar e até quando migrar. Diversos provedores, entre os
principais players e os que surgem a todo momento, oferecem dicas de passos básicos e até
mesmo prestam consultoria. Algumas dessas dicas ajudam na decisão, a hora de decidir migrar e
como saber o tipo ideal de nuvem para a sua empresa, como: quanto custará cada serviço, qual é
o desempenho oferecido, pós-venda (suporte e atendimento), critérios de segurança da
informação, formas de migração, entre outros. Lembre-se de que alguns serviços podem
aumentar sua demanda com o passar do tempo o que eleva os custos. Por isso, é importante
realizar uma frequente avaliação, pois o cenário pode se inverter e ser mais viável
economicamente manter o serviço localmente. Porém, com o passar do tempo e o aumento da
utilização da computação em nuvem, esse serviço deve ser cada vez mais barateado.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A grande maioria das grandes e médias empresas já faz uso da computação em


nuvem, principalmente da nuvem híbrida pois conseguem maximizar os ganhos com o
uso dessa tecnologia. Como o custo da computação em nuvem é um dos maiores
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atrativos, ela também atrai as pequenas empresas, que com o baixo investimento
conseguem redirecionar seu orçamento para outros objetivos mais importantes como a
área fim. O conceito de cloud computing surge com a promessa de reduzir
substancialmente esses custos, oferecendo tudo o que a empresa precisa para rodar
seus sistemas no formato de serviços, pagando por eles de acordo com sua
necessidade. O objetivo das empresas em usar a computação em nuvem é transformar
os custos fixos de TI em custos variáveis, proporcionando um maior controle e
flexibilidade.
O fato é que empresas como Microsoft, Amazon, Google e IMB já apostam
nesse novo modelo de serviços em TI e já representam alguns dos principais players
do mercado que vendem essas soluções. Além da atuação dessas empresas no Brasil
também é possível encontrar empresas brasileiras com forte atuação no mercado
brasileiro como a Locaweb, UOL Host e Hostnet, mostra uma pesquisa do Portal do
Host (2017).
Com a velocidade que cada vez mais é imprimida nos negócios, é preciso que
as empresas gastem menos tempo e concentrem menos esforços em atividades que
não sejam o foco das empresas. Permitindo que os gestores e as equipes de TI
possam concentrar toda a atenção em atividades estratégicas, aumentando as chances
de sucesso do core business da corporação. Naturalmente ainda existem questões a
serem respondidas quando se trata dessa proposta de utilização da nuvem,
principalmente nas questões como confidencialidade dos dados, disponibilidade do
serviço e segurança. Muitas empresas ainda não confiam o fato de ter seus dados na
mão de terceiros, o que não traz a devida segurança para a popularização da
computação em nuvem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Documento publicado na internet

FONTELLES, Mauro José; SIMÕES, Marilda Garcia; FARIAS, Samantha Hasegawa;


FONTELLES, Renata Garcia Simões. Título: METODOLOGIA DA PESQUISA
CIENTÍFICA: DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE
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acesso: 15 de abril de 2017.

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acesso: 15 de abril de 2017.

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Disponível em:< https://configr.com/blog/conheca-as-diferencas-entre-nuvem-hibrida-
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18 de abril de 2017.

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pontos essenciais. Disponível em:<
https://blog.algartelecom.com.br/tecnologia/servidor-local-ou-em-nuvem-saiba-como-
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Portal do Host. Título: As gigantes: Locaweb x UOL Host x Hostnet. Disponível em:<
https://portaldohost.com.br/geral/as-gigantes-locaweb-x-uol-host-x-hostnet>. Data de
acesso 19 de abril de 2017.

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