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Versão consolidada, com alterações até o dia 21/03/2005

DECRETO Nº 2912, DE 3 DE AGOSTO DE 1976.


(Vide Decreto nº 3184/1977)
(Revogado pelo Decreto nº 11.998/2005)

REGULAMENTA A LEI Nº 2.060 DE 27.4.72, QUE


ESTABELECE NORMAS DE PREVENÇÃO E COMBATE A
INCÊNDIOS EM EDIFICAÇÕES DESTINADAS AO USO
COLETIVO, NO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE

O Prefeito de Belo Horizonte, no uso de suas atribuições legais, decreta:

Art. 1º Fica regulamentada a Lei nº 2.060, de 27.4.72, que estabelece princípios e normas para sua
aplicação.

Capítulo I
DAS EDIFICAÇÕES

I - DA CLASSIFICAÇÃO

Art. 2º Para aplicação da Lei nº 2.060/72, as edificações des nadas ao uso cole vo classificam-se em:

I - Residenciais
II - Comerciais
III - Industriais
IV - Mistas
V - Públicas (Arquivos, museus, estabelecimentos hospitalares e congêneres, repar ções públicas, escolas,
etc)
VI - Garagens (Edi cios-garagens, postos de abastecimento, estacionamentos e oficinas para veículos,
etc.)
VII - De recepção de público (igrejas, auditórios, estádios, cinemas, teatros, boates, clubes, etc)

II - DOS ELEMENTOS DA CONSTRUÇÃO


Art. 3º Serão construídos de material incombus vel:

a) escadas e rampas, inclusive corrimão


b) tetos de garagem
c) paredes divisórias
d) jiraus
e) edificações localizadas a menos de 150m (cento e cinqüenta metros) de pontes e viadutos
f) depósitos e armazéns de estocagem de materiais
g) passarelas e pontes de ligação

Art. 4º As edificações des nadas a uso cole vo, com 3 (três) ou mais pavimentos, deverão possuir
obrigatoriamente uma ou mais escadas à prova de penetração de chamas ou fumaça, com os respec vos
poços separados do corpo principal do edi cio por parede de alvenaria de 0,25m (vinte e cinco
cen metros) de espessura. A comunicação da escada com o corpo principal do edi cio será feita, em cada
pavimento, através de portas incombus veis, que se abram no sen do da escada.
§ 1º - Ficam dispensados das exigências do ar go os prédios de apartamentos de até 3 (três) pavimentos,
exclusive pilo s, com 2 (dois) apartamentos, no máximo, em cada pavimento.
§ 1º - Ficam dispensados das exigências do ar go os prédios de apartamentos até 4 (quatro) pavimentos,
com 4 (quatro) unidades residenciais, no máximo, por andar, excluídas as áreas de pilo s, não des nadas
a estacionamento de veículos. (Redação dada pelo Decreto nº 2938/1976)
§ 2º - O cálculo de vazão da escada ou das escadas será feito em função da densidade ocupacional
prevista para cada pavimento, não se admi ndo escada com largura inferior a 1,20 m (um metro e vinte
cen metros).
§ 3º - As saídas finais da escada, no pavimento térreo, deverão ser localizadas de modo a permi r fácil
acesso ao exterior da edificação e, quando providas de portas, essas deverão abrir-se de dentro para fora.

Art. 4ºOs edi cios des nados ao uso cole vo deverão ser dotados de saídas de emergência, a fim de
que sua população possa abandoná-los, em caso de incêndio, protegida em sua integridade sica.

§ 1º - Entende-se por saída de emergência os meios de fuga que o usuário dispõe para abandonar a
edificação, compreendendo acessos, escadas, descarga, áreas de refúgio, elevador de emergência,
iluminação de emergência e alarme de incêndio. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

§ 2º - Para efeito de aplicação deste ar go prevalecem as seguintes definições:

I - Acesso
Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento para alcançar a porta da caixa da escada. Os
acessos podem ser cons tuídos de passagens, corredores, ves bulos, antecâmaras, balcões, varandas e
terraço;

II - Alarme de Incêndio
É o sistema de proteção contra incêndio des nado a alertar aos ocupantes da edificação sobre a
ocorrência de incêndio, de forma que os meios de fuga possam ser u lizados, adequadamente, para que
todos abandonem o edi cio em tempo hábil;

III - Altura da Edificação


É a medida em metros, entre o nível do pavimento de descarga e o piso do úl mo pavimento;

IV - Área de Refúgio
Parte da área de um pavimento separada da restante por parede corta-fogo e porta corta-fogo;

V - Descarga
Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e a via pública ou área externa
em comunicação com a mesma;

VI - Elevador de Emergência
É aquele que, além de atender às caracterís cas gerais de segurança previstas nas normas específicas,
tem a sua caixa envolvida por paredes resistentes ao fogo por 04 (quatro) horas e acesso através de
antecâmara;

VII - Escada Comum


É aquela que atende aos requisitos técnicos da engenharia, para circulação ver cal dos usuários,
possuindo comunicação direta com as áreas de circulação de cada pavimento;

VIII - Escada Protegida


Escada devidamente ven lada, cuja caixa é envolvida por paredes resistentes ao fogo, possuindo acesso e
descarga dotados de paredes e portas resistentes ao fogo;

IX - Escada Enclausurada
Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo;

X - Escada à Prova de Fumaça


Escada enclausurada e precedida de antecâmara ou local aberto, de modo a evitar, em caso de incêndio,
penetração de fogo e fumaça;

XI - Iluminação de Emergência
É aquela que, possuindo fonte própria, oferece iluminação suficiente nos acessos, escadas e descarga, de
forma que os meios de fuga possam ser u lizados, com segurança, durante a falta de energia elétrica na
rede normal da edificação;

XII - Pavimento
É o conjunto de áreas de uma edificação entre o plano de um piso e o teto imediatamente superior, quer
seja no subsolo, ao nível do terreno ou em plano superior, excetuando-se sobrelojas, jiraus, cobertura
(duplex), mezanino e sótão. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

§ 3º - Quando a terminologia u lizada neste Decreto for conflitante com as u lizadas nas demais normas
municipais, prevalecem as definições constantes deste ar go apenas para efeito de proteção contra
incêndio. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

§ 4º - Para determinação das exigências rela vas às saídas de emergência deverá ser u lizada a Tabela
anexa a este Decreto. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

§ 5º - Além das exigências constantes da Tabela, deverá ser observado o seguinte:

I - A distância máxima a percorrer entre o ponto mais afastado da edificação e a porta da escada será de
25 (vinte e cinco) metros, medida dentro do perímetro do edi cio, podendo ser acrescida de até 15
(quinze) metros sempre que a edificação possuir proteção total por chuveiros automá cos (sprinklers);
II - Nos edi cios com mais de 20 (vinte) pavimentos será exigido pelo menos 01 (um) elevador de
emergência. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

§ 6º - Para fins de projeto e construção das saídas de emergência, deverão ser adotados os detalhes
técnicos constru vos constantes das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas),
especialmente a NBR 9077. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

§ 7º - As edificações já licenciadas ou construídas deverão adaptar suas saídas, no que couber, às


prescrições deste Decreto. (Redação dada pelo Decreto nº 6942/1991)

Art. 5º A largura mínima do piso de cada degrau da escada ou escadas previstas no art. 4º não poderá
ser inferior a 0,25 m (vinte e cinco cen metros). (Revogado pelo Decreto nº 6942/1991)

Art. 6º As comunicações das escadas com cada pavimento ou com o exterior da edificação deverão
permanecer abertas e desimpedidas durante todo o tempo em que possam vir a ser u lizadas pelo
público. (Revogado pelo Decreto nº 6942/1991)

Art. 7º Se a edificação, ou parte dela, for des nada a recepção de público, o dimensionamento das
escadas deverá atender ao fluxo de circulação de cada nível, somado ao nível con nguo (superior ou
inferior). (Revogado pelo Decreto nº 6942/1991)

Art. 8º As escadas de que trata o art. 7º deverão:


I - ter largura na proporção de 1 m (um metro) para cada 100 (cem) pessoas, não sendo permi da largura
inferior a 1,50 m (um metro e cinqüenta cen metros);
II - ter o lance que se comunica com a saída, sempre orientado na direção dessa. (Revogado pelo Decreto
nº 6942/1991)

Art. 9º Nos estabelecimentos hospitalares e congêneres as escadas terão a largura mínima de 1,50 m
(um metro e cinqüenta cen metros). (Revogado pelo Decreto nº 6942/1991)

Art. 10 -Nos estádios, as escadas de circulação entre diferentes secções de platéia deverão ter largura de
1,50 m (um metro e cinqüenta cen metros) para cada 1.000 (mil) pessoas, não sendo permi da largura
inferior a 2,50 m (dois metros e cinqüenta cen metros).

Art. 11 - Nas edificações des nadas a uso cole vo, as rampas não poderão ter largura inferior a 1,20 m
(um metro e vinte cen metros) e sua inclinação será no máximo de 12% (doze por cento).

Parágrafo Único. Nos estabelecimentos hospitalares e congêneres, as rampas que subs tuírem escadas,
terão largura mínima de 1,60 m (um metro e sessenta cen metros).

Art. 12 - Nas edificações de recepção de público, quando a lotação exceder a 5.000 (cinco mil) lugares,
serão exigidas rampas para escoamento do público dos diferentes pisos.

Parágrafo Único. Nos estádios as saídas somente poderão ser feitas através de rampas, que terão a soma
de suas larguras calculadas na proporção de 1,40 m (um metro e quarenta cen metros) para cada 1.000
(mil) espectadores, não sendo permi da rampa com largura inferior a 2,50 m (dois metros e cinqüenta
cen metros).

Art. 13 - Nas edificações des nadas a indústria, os pisos conexos de níveis diferentes deverão ter rampa
que os concorde suavemente e tal circunstância deverá ser sinalizada no início da rampa, no piso superior.

Nas edificações de mais de 2 (dois) pavimentos, des nadas a indústria, os monta-cargas e poços
Art. 14 -
respec vos devem ser inteiramente de material resistente ao fogo.

Art. 15 - Os aparelhos de transporte, de qualquer po ou natureza, u lizados nas edificações de uso


cole vo, deverão ser man dos em permanente e perfeito funcionamento.

Nas edificações de uso cole vo, se houver portas fronteiras, em corredores, pelo menos uma
Art. 16 -
delas deverá ser incombus vel.

Art. 17 - Nos corredores, passagens, salas, pá os, ves bulos ou áreas de qualquer natureza, que se
des nem à saída para a via pública nas edificações de recepção de público, não será permi do intercalar
balcões, mostruários, bilheterias, pianos ou outros móveis, orquestras, barreiras, correntes ou qualquer
outro obstáculo que possa reduzir a largura ú l do percurso.

Art. 18 - Nenhuma porta de entrada ou de saída de qualquer pavimento de edificação des nada à
indústria, deverá ser fechada a chave ou aferrolhada, durante as horas de trabalho.

Capítulo II
DA CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS A PROTEGER E DA NATUREZA DO FOGO A EXTINGUIR

Art. 19 - De acordo com a Tarifa de Seguro-Incêndio do Brasil, os riscos a proteger são classificados,
segundo as ocupações, em:

Risco de Classe A - Riscos isolados, cuja classe de ocupação, na Tarifa de Seguro-Incêndio do Brasil, seja 1
ou 2, excluídos os Depósitos, que devem ser considerados como risco de Classe B;
Risco de Classe B - Riscos isolados, cuja classe de ocupação, na Tarifa de Seguro-Incêndio do Brasil, seja 3,
4, 5 ou 6, bem como os Depósitos de classe de ocupação 1 e 2;
Risco de Classe C - Riscos isolados, cuja classe de ocupação, na Tarifa de Seguro-Incêndio do Brasil, seja 7,
8, 9, 10, 11, 12 ou 13.

Art. 20 - A natureza do fogo a ex nguir é classificada nas quatro categorias seguintes:

Categoria I - Incêndios de materiais combus veis comuns, tais como madeira, tecidos, algodão, papéis
etc, cuja caracterís ca é o fogo em profundidade e o agente ex ntor necessita de poder de resfriamento e
de penetração;

Categoria II - Incêndios em líquidos inflamáveis e derivados de petróleo (gasolina, óleos, álcool etc), cuja
caracterís ca é o fogo de super cie, com grande desprendimento de calor, e o agente ex ntor necessita
de poder de abafamento e ação de permanência;

Categoria III - Incêndios em equipamentos elétricos com carga, cuja caracterís ca é a presença de risco de
vida e o agente ex ntor não deve ser condutor de eletricidade;

Categoria IV - Incêndios em metais, como magnésio em aparas, em pó etc, onde a ex nção deve ser feita
por meios especiais.

Capítulo III
DA PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS

Art. 21 - Cons tuem meios de prevenção e combate a incêndio:

I - Meios que retardam a propagação do fogo:

a) paredes e portas corta-fogo;


b) pisos, tetos e paredes incombus veis ou resistentes à combustão;
c) vidros entelados, em portas e janelas;
d) afastamentos;
e) instalações elétricas à prova de explosão.

II - Meios de evacuação:

a) escadas e saídas;
b) rampas com caminhamento para via pública ou para outros meios conjugados de vazão;
c) passarelas e pontes de ligação.

III - Instalação preven va convencional (disposi vos e equipamentos fixos e/ou móveis, comuns a todos
os pos de edi cios):

a) ex ntores de incêndio manuais e/ou sobre rodas;


b) hidrantes;
c) canalizações hidráulicas para combate a incêndios;
d) reservatórios de água.

IV - Instalação preven va especial (des nada a complementar a instalação preven va convencional):

a) sistema manual de alarme de incêndio;


b) sistema automá co de alarme de incêndio;
c) sistema de "sprinklers";
d) instalação própria para uso de dióxido de carbono;
e) instalação própria para uso de pó químico seco;
f) outros disposi vos e equipamentos aprovados.

V - Sinalização e indicações que facilitem as operações de salvamento e combate a incêndios:

a) sinais convencionais indica vos da existência, no local, de equipamentos de combate ao fogo;


b) mapas e fichas indica vas de zonas de alta periculosidade, zonas de acesso para veículos e zonas
construídas com material incombus vel ou não.

I - Dos Ex ntores
Art. 22 -A proteção por ex ntores prevista no item III, do ar go anterior, deverá obedecer aos seguintes
requisitos:

I - Cons tuir-se de uma ou mais "unidades ex ntoras", considerado como tal o ex ntor que possuir
capacidade nominal mínima a seguir indicada:

a) para ex ntor manual:

10 (dez) litros de água-gás;


06 (seis) quilogramas de dióxido de carbono (podendo ser subs tuído por 2 (dois) ex ntores com 4
(quatro) quilogramas cada um);
06 (seis) quilogramas de pó químico seco (podendo ser subs tuído por 2 (dois) ex ntores com 4 (quatro)
quilogramas cada um).

b) para ex ntores sobre rodas:

75 (setenta e cinco) litros de água-gás;


20 (vinte) quilogramas de dióxido de carbono;
20 (vinte) quilogramas de pó químico seco.

II - A área máxima de ação de cada "unidade ex ntora" manual é determinada de conformidade com o
risco a proteger, dentro dos limites abaixo:

Risco de Classe A - 500,00 m² (quinhentos metros quadrados), devendo os ex ntores ser dispostos de
maneira tal que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida, sem que haja necessidade
de serem percorridos, pelo operador, mais de 20 m (vinte metros);
Risco de Classe B - 250,00 m² (duzentos e cinqüenta metros quadrados), devendo os ex ntores ser
dispostos de maneira tal que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida, sem que haja
necessidade de serem percorridas, pelo operador, mais de 15 m (quinze metros);
Risco de Classe C - 150,00 m² (cento e cinqüenta metros quadrados), devendo os ex ntores ser dispostos
de maneira tal que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida sem que haja
necessidade de serem percorridos, pelo operador, mais de 10 m (dez metros).

III - Tratando-se de ex ntores sobre rodas, as distâncias a serem percorridas pelo operador poderão ser
acrescentadas da metade dos valores constantes do item II.

IV - A quan dade necessária de ex ntores é calculada, em cada pavimento, em função do risco a proteger
na área a ser coberta, de acordo com o item II, e da capacidade nominal dos ex ntores; deverá haver pelo
menos duas "unidades ex ntoras" em cada pavimento nos riscos de Classe B e C, bem como nas escolas e
nos estabelecimentos hospitalares.

V - Para as áreas com risco de Classe C é obrigatório o emprego conjugado de ex ntores manuais e
ex ntores sobre rodas.

VI - Não é permi da a proteção unicamente por ex ntores sobre rodas, a qual poderá corresponder, no
máximo, à metade da proteção total correspondente ao risco.

VII - O po de ex ntor está condicionado à natureza do fogo a ex nguir, conforme o quadro abaixo:
_________________________________________________________
|Categoria de | TIPO DE EXTINTOR |
| Fogo |--------+------------------+---------------|
| |Agua-Gás|Dióxido de Carbono|Pó Químico Seco|
|=============|========|==================|===============|
|Categoria I |Sim |(*) |(*) |
|-------------|--------|------------------|---------------|
|Categoria II |(**) |(*) |Sim |
|-------------|--------|------------------|---------------|
|Categoria III|Não |Sim |Sim |
|-------------|--------|------------------|---------------|
|Categoria IV |Não |Não |Não |
|_____________|________|__________________|_______________|

(*) Somente permi do para pequenos focos de incêndio.


(**) Somente permi do sob forma de neblina.

VIII - Quando a edificação dispuser de casa de caldeiras, casas e galerias de transmissão de energia
elétrica, casa de bombas, queimadores, incineradores, casas de máquinas de escadas rolantes, de pontes
rolantes, ou de elevadores, quadros especiais de comando de força e luz etc, devem esses riscos ser
protegidos por "unidades ex ntoras" adequadas ao po de risco, independentemente da proteção geral
da edificação.

IX - Os ex ntores manuais devem ser colocados com sua parte superior no máximo 1,80 m (um metro e
oitenta cen metros) acima do piso.

X - Os ex ntores não poderão ser colocados nas paredes das escadas e rampas.

XI - Os ex ntores devem permanecer desobstruídos e visíveis.

XII - Cada ex ntor será sinalizado com um círculo amarelo de 0,15 m (quinze cen metros) de diâmetro,
circunscrito por outro vermelho com 0,30 m (trinta cen metros) de diâmetro, pintados com ntas de
cores firmes, a 0,50 m (cinqüenta cen metros) acima de sua parte superior; nas indústrias, deverá ser
pintada de vermelho uma área do piso abaixo do ex ntor, a qual não poderá ser obstruída de forma
alguma.

XIII - Os ex ntores devem possuir o "Selo de Conformidade" da Associação Brasileira de Normas Técnicas,
ser periodicamente inspecionados por pessoas habilitadas e ter a sua carga renovada nas épocas e
condições recomendadas.

II - Dos Hidrantes e Canalizações

Art. 23 - Considera-se hidrante o disposi vo de tomada de água des nado a alimentar o equipamento
hidráulico de combate a incêndio.

§ 1º - Hidrante interno é aquele cons tuído de uma tomada de água com disposi vo de manobra e
localizado no interior da edificação.

§ 2º - O hidrante interno deve ser instalado no interior de um abrigo que contenha mangueira e esguicho
com requinte e apresente externamente, bem visível, a palavra "INCÊNDIO".

§ 3º - Hidrante de recalque é aquele que, situado no passeio público, permite o abastecimento da


canalização do edi cio por fonte externa.

Art. 24 - Os hidrantes e canalizações previstos no item III do Ar go 21 obedecerão às condições


seguintes:

I - Os hidrantes, instalados interna ou externamente, devem ser colocados de forma que qualquer ponto
da edificação possa ser alcançado por um jato d`água, admi ndo-se para cada hidrante o alcance máximo
de 40 m (quarenta metros) no plano horizontal, sendo 30 m (trinta metros) de mangueira e 10 m (dez
metros) de jato efe vo d`água, com a exceção prevista no item IV do Ar go 28.
II - Os hidrantes internos não deverão ser instalados a mais de 1,30 m (um metro e trinta cen metros) de
altura em relação ao piso;
III - Os hidrantes externos devem ser, sempre que possível, do po coluna, com entrada 75 mm (setenta e
cinco milímetros) de diâmetro interno e três bocas de expulsão, sendo uma de 100 mm (cem milímetros)
e duas de 63 mm (sessenta e três milímetros) de diâmetro interno;
IV - Todos os hidrantes devem estar situados em lugares de fácil acesso, permanentemente
desobstruídos, sendo vedada a sua localização em escadas e rampas, podendo, entretanto, ser instalados
no hall das mesmas;
V - Deve ser instalado, no passeio público da edificação, um hidrante de recalque, o qual consis rá de um
prolongamento da canalização hidráulica para combate a incêndio, provido de:
a) registro com haste igual à das válvulas públicas, de 63 mm (sessenta e três milímetros) de diâmetro
interno;
b) expedição de igual medida, voltada para cima, com engate do po adotado pelo Corpo de Bombeiros;
c) tampão.
VI - O hidrante de recalque deve ser encerrado em caixa embu da no passeio, com tampa metálica
iden ficada com a expressão "INCÊNDIO", e com as dimensões mínimas de 0,40 m (quarenta
cen metros) por 0,60 m (sessenta cen metros); a expedição não deve situar-se em profundidade
superior a 0,15 m (quinze cen metros) em relação ao nível do passeio.
VII - As canalizações hidráulicas para combate a incêndio não poderão ter diâmetro interno inferior a 63
mm (sessenta e três milímetros), deverão ser completamente independentes das demais canalizações
existentes na edificação e ser de ferro fundido, de aço galvanizado ou preto, de cobre ou latão.
VIII - Não será permi do o uso de válvula de retenção que impeça a re rada de água da canalização
através do hidrante de recalque.
IX - Todas as tomadas de água bem como as mangueiras e os esguichos devem ter conexões iguais às
adotadas pelo Corpo de Bombeiros.

Art. 25 - Segundo o risco, o comprimento máximo e o diâmetro das mangueiras para cada hidrante, bem
como os diâmetros dos requintes dos esguichos, são determinados pelo quadro abaixo:
______________________________________
| MANGUEIRAS REQUINTES |
|--------+-----------+--------+--------|
| RISCOS |COMPRIMENTO|DIÂMETRO|DIÂMETRO|
|========|===========|========|========|
|Classe A|30 m |38 mm |13 mm |
|--------|-----------|--------|--------|
|Classe B|30 m |38 mm |19 mm |
|--------|-----------|--------|--------|
|Classe C|30 m |63 mm |25 mm |
|________|___________|________|________|

Parágrafo Único. As mangueiras deverão ser forradas internamente com borracha ou outro material
aprovado, não sendo aceitas mangueiras hidrófilas.

III - Dos Reservatórios de Água

O abastecimento da canalização hidráulica para combate a incêndios será feito por reservatório
Art. 26 -
elevado, preferivelmente, ou por reservatório subterrâneo, nas condições seguintes:
I - o reservatório deve ser estanque, com paredes lisas e protegidas internamente;
II - a adução será feita por gravidade, no caso de reservatório elevado, e por bomba de recalque, de
acionamento automá co, no caso de reservatório subterrâneo;
III - no reservatório elevado deverá ser instalada válvula de retenção junto à saída da rede adutora, e no
subterrâneo, junto à saída da bomba;
IV - poderá ser usado o mesmo reservatório para consumo normal da edificação e para combate a
incêndio, desde que seja assegurada permanentemente a reserva prevista para essa úl ma finalidade;
V - no caso de comprovada impossibilidade técnica de construção de reservatório único, admi r-se-á o
seu desmembramento em, no máximo, cinco unidades, as quais, a par r do fundo, deverão ser
interligadas por tubos com diâmetro interno mínimo de 125 mm (cento e vinte e cinco milímetros);
VI - a capacidade do reservatório, em metros cúbicos, é determinada pelo quadro abaixo, em função do
risco a proteger e da área construída:
__________________________________________________________
| ÁREA | TIPO DE | RISCO |
| CONSTRUIDA |RESERVATÓRIO|----------+----------+----------|
| | |"Classe A"|"Classe B"|"Classe C"|
|============|============|==========|==========|==========|
|Até 2.000 m²|Elevado | 5| 10| 15|
| |Subterrâneo | 15| 20| 30|
|------------|------------|----------|----------|----------|
|De 2.001 m² |Elevado | 10| 15| 20|
|a 5.000 m² |Subterrâneo | 30| 40| 50|
|------------|------------|----------|----------|----------|
|De 5.001 m² |Elevado | 15| 20| 20|
|a 10.000 m² |Subterrâneo | 40| 50| 60|
|------------|------------|----------|----------|----------|
|De 10.001 m²|Elevado | 20| 30| 40|
|a 15.000 m² |Subterrâneo | 50| 60| 70|
|------------|------------|----------|----------|----------|
|Acima de |Elevado | 30| 40| 60|
|15.000 m² |Subterrâneo | 70| 80| 100|
|____________|____________|__________|__________|__________|

IV - Das Bombas de Recalque

Art. 27 - As bombas de recalque de que trata o item II do ar go anterior, deverão atender às


especificações abaixo:

I - Serão de acionamento independente e automá co, recalcando água diretamente na canalização de


combate a incêndio.
II - Deverão ser instaladas em nível inferior ao do fundo do reservatório ou, em caso contrário, ter
disposi vo de escorva automá co.
III - Serão de acoplamento direto, sem interposição de correias ou correntes.
IV - Terão capacidade, em vazão e pressão, suficiente para manter a demanda prevista; para uniformidade
das bombas, serão exigidas as seguintes vazões mínimas:
a) Risco de Classe "A" - 250 litros por minuto;
b) Risco de Classe "B" - 500 litros por minuto;
c) Risco de Classe "C" - 750 litros por minuto.
V - Os conjuntos moto-bombas podem ser de combustão ou elétricos; se elétricos, a ligação de
alimentação do motor deve ser independente, de forma a permi r o desligamento das demais instalações
elétricas da edificação sem prejuízo do funcionamento dos conjuntos moto-bombas.
V - Das Vazões e Pressões

Art. 28 - As vazões e pressões previstas devem atender ao disposi vo do item I do Ar go 24 e às


seguintes condições:

I - Deve ser assegurado o funcionamento do hidrante mais desfavorável simultaneamente com o mais
próximo a ele, com as vazões e pressões previstas.
II - Devem ser calculadas e constar do projeto as pressões e vazões do hidrante mais desfavorável e do
mais próximo a ele, supondo-os simultaneamente em funcionamento.
III - As vazões e pressões do item anterior serão calculadas supondo-se o esguicho com requinte (boca de
esguicho) acoplado à mangueira.
IV - Nas edificações de risco de Classe A, o alcance do jato pode ser reduzido para 4 m (quatro metros) no
pavimento mais elevado e para 7 m (sete metros) no pavimento imediatamente inferior, ficando o alcance
dos hidrantes, de que trata o item I do Ar go 24, reduzido para 34 m (trinta e quatro metros) e 37 m
(trinta e sete metros) respec vamente.

Capítulo IV
DOS SISTEMAS

I - DAS EXIGÊNCIAS

Art. 29 - Para prevenção e combate a incêndios, serão exigidas as instalações preven vas nos ítens
abaixo:

I - Edificações Residenciais:
Instalação preven va convencional, exceto para os prédios de apartamentos de até 3 (três) pavimentos,
exclusive pilo s, com 2 (dois) apartamentos, no máximo, em cada pavimento, nos quais será exigido
apenas o uso de ex ntores.

I - Edificações Residenciais:

a) nas edificações com até 12m (doze metros) de altura e área total construída igual ou inferior a 1.200m²
(hum mil e duzentos metros quadrados), será exigido apenas sistema de ex ntores de incêndio;
b) nas edificações divididas em blocos isolados por paredes corta fogo ou espaços desocupados com
largura mínima de 3m (três metros), será adotado o critério descrito na alínea `a`, desde que cada bloco
possua escada independente e seja considerado isoladamente;
c) nas edificações acima de 12m (doze metros) de altura e área total construída superior a 1.200m² (hum
mil e duzentos metros quadrados), será exigido sistema de ex ntores de incêndio e sistema de hidrantes.
(Redação dada pelo Decreto nº 11.699/2004)

II - Edificações Comerciais:
Instalação preven va convencional, complementada por instalação preven va especial a par r do 12º
(décimo segundo) pavimento e em qualquer área classificada em risco de Classe "C".

III - Edificações Industriais:


Instalação preven va convencional, complementada por instalação preven va especial em qualquer área
classificada em risco de Classe "C", bem como por outras exigências especiais que a segurança
recomendar.

IV - Edificações Mistas:
Instalação preven va convencional, complementada, exceto nas áreas residenciais, por instalação
preven va especial.
V - Edificações Públicas:
Instalação preven va convencional, complementada por instalação preven va especial em qualquer área
classificada em risco de Classe "C", bem como por outras exigências especiais que a segurança
recomendar.

VI - Garagens:
Atender-se-á ao Ar go 41 deste Regulamento até que seja estabelecida legislação especial.

VII - Edificações De Recepção De Público:


Instalação preven va convencional e outras exigências especiais que a segurança recomendar, tais como
ignifiguração de peças combus veis, portas corta-fogo, lâmpadas à prova de explosão, vidros entelados
etc.

Parágrafo Único. As edificações especificadas na alínea "b" com parede corta fogo serão consideradas de
risco isolado, desde que atendido o disposto nas instruções técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do
Estado de Minas Gerais - CBMMG. (Redação acrescida pelo Decreto nº 11.699/2004)

Os sistemas devem ser instalados por técnicos habilitados, sob a responsabilidade e orientação
Art. 30 -
de profissionais ou firmas registradas no CREA - 4ª Região.

Parágrafo Único. Os sistemas devem ser man dos em perfeitas condições de uso e funcionamento.

II - DOS PROJETOS

Art. 31 - Os projetos de instalação de sistema preven vo e de combate a incêndio, elaborados por


profissionais ou firmas habilitadas junto ao CREA 4ª Região, devem atender aos seguintes requisitos:

I - Serão elaborados em 3 (três) vias, devidamente encadernados em pastas de mesma cor e nas
dimensões de 0,24 m (vinte e quatro cen metros) de largura por 0,35 m (trinta e cinco cen metros) de
comprimento.
II - As plantas estarão, sempre que possível, na escala de 1:100 e obedecerão às normas técnicas em vigor,
não sendo aceitas emendas, rasuras e correções, salvo as que forem auten cadas pelo autor do projeto
na forma permi da pelas normas.
III - Na elaboração das plantas deverão ser u lizados os símbolos constantes do anexo nº 1.
IV - Serão adotadas as seguintes unidades de medida:
a) vazão - litro por minuto;
b) pressão e perda de carga - altura de coluna d`água em metros;
c) diâmetros de tubulações e equipamentos - milímetros;
d) comprimento - metro;
e) área - metro quadrado;
f) capacidade dos reservatórios - metro cúbico.
V - Cada via do projeto deverá ser acompanhada do memorial descri vo da construção, do memorial
descri vo do sistema de prevenção e combate a incêndios e, no caso de edificações industriais, do
memorial descri vo da indústria, conforme modelos dos anexos números 2, 3 e 4, respec vamente.
VI - As capas das pastas a que se refere o item I deste Ar go terão o tulo "PROJETO DE PREVENÇÃO E
COMBATE A INCÊNDIOS", seguido dos seguintes dados: endereço da construção; iden ficação do terreno
(número do lote quarteirão e secção); classificação da edificação, de acordo com o ar go 2º deste
Regulamento; nome do autor do projeto (inclusive nº de registro no CREA - 4ª Região); nome do
proprietário do imóvel.

A documentação de que trata o ar go 31, será encaminhada mediante requerimento, conforme


Art. 32 -
modelo anexo V ao setor próprio do Corpo de Bombeiros, que, no prazo máximo de 10 (dez) dias, decidirá
de sua aprovação ou não.

No caso da aprovação, duas vias do projeto serão devolvidas ao interessado, ficando uma via
Art. 33 -
arquivada no Setor próprio do Corpo de Bombeiros; em caso contrário, o interessado receberá de volta
toda a documentação, para as correções necessárias.

Parágrafo Único. O setor próprio do Corpo de Bombeiros fornecerá ao interessado atestado de aprovação
do projeto de prevenção e combate a incêndios, o qual será apresentado à Prefeitura Municipal de Belo
Horizonte para ser anexado ao processo de aprovação do projeto arquitetônico.

III - DA VISTORIA PARA LIBERAÇÃO DA OBRA

Art. 34 - Executada a obra, o interessado deverá, mediante requerimento (modelo anexo VI), solicitar
vistoria da edificação, a fim de capacitar-se ao recebimento do Cer ficado Comprobatório que no tocante
à prevenção e combate a incêndios, será o documento legal, junto à Prefeitura Municipal de Belo
Horizonte pra obtenção do habite-se e da baixa de construção.

Parágrafo Único. Em caso de baixa parcial, as exigências constantes do projeto deverão ser obedecidas
integralmente na parte concluída da edificação, permi ndo-se, contudo, se as circunstâncias o exigirem
que o reservatório elevado tenha capacidade proporcional à área construída, de acordo com o
estabelecido no Ar go 26.

Art. 35 -Para a concessão do Cer ficado Comprobatório previsto neste Regulamento, será sempre
observada também a legislação federal e estadual per nente.

Art. 36 - A edificação ou parte dela não poderá ser u lizada para fins não previstos no projeto de
prevenção e combate a incêndios sem a prévia autorização do Corpo de Bombeiros, que, se necessário,
poderá exigir novo projeto.

Capítulo V
DA FISCALIZAÇÃO

Art. 37 - Sempre que achar conveniente, o órgão próprio do Corpo de Bombeiros fiscalizará as edificações
já vistoriadas anteriormente, tomando as medidas previstas na Lei 2.060, de 27 de abril de 1972, se for o
caso.

Parágrafo Único. A Secretaria Municipal da Fazenda, em portaria, fixará normas para o recolhimento da
multa prevista.

Art. 38 - A fiscalização e exigências previstas neste Regulamento, aplicam-se no que couber às edificações
de uso cole vo já construídas.
Para as edificações cuja construção já foi licenciada, mas não concluída, será exigida a instalação
Art. 39 -
preven va convencional, como condição para concessão da baixa e habite-se.

Parágrafo Único. A critério do Setor próprio do Corpo de Bombeiros e à vista das condições da edificação:

a) poderá ser dispensado o hidrante de recalque;


b) poderá ser dispensada a construção de reservatório de água para combate a incêndio, u lizando-se
para esse fim, o reservatório des nado ao uso normal da edificação, sem a exigência da reserva a que se
refere o item IV do ar go 26.

Capítulo VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 40 -De acordo com o ar go 8º da Lei Municipal nº 2.060 de 27 de abril de 1972, e convênio
celebrado em 17 de setembro de 1974 entre a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e o Governo do
Estado de Minas Gerais, as atribuições de aplicação e fiscalização do disposto no presente Regulamento
ficam delegadas à Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, a quem caberá, também através de seu
Corpo de Bombeiros, assessorar à Administração Municipal e aos demais interessados, em assuntos
per nentes à prevenção e combate a incêndios em edificações des nadas ao uso cole vo no Município
de Belo Horizonte.

Até que seja aprovada a regulamentação especial a que se refere o item VI do ar go 29, as
Art. 41 -
garagens cole vas, oficinas em geral e postos de abastecimento e de serviço de veículos, com mais de
750,00 m² (setecentos e cinqüenta metros quadrados) de área u lizável, deverão ter a instalação
preven va convencional.

Parágrafo Único. Se a área u lizável es ver situada entre 200,00 m² (duzentos metros quadrados) e
750,00 m² (setecentos e cinqüenta metros quadrados) serão dispensados os hidrantes, reservatórios e
canalização; nesse caso o equipamento preven vo será cons tuído de ex ntores, havendo pelo menos
um ex ntor sobre rodas, obedecendo-se à área de ação de cada unidade ex ntora.

Art. 42 - Os casos especiais ou que fugirem às prescrições deste Regulamento serão apresentados, pelo
interessado, ao órgão próprio do Corpo de Bombeiros, ao qual caberá examinar e decidir.

Art. 43 - Das decisões do Setor próprio do Corpo de Bombeiros, caberá recurso ao Prefeito de Belo
Horizonte.

Art. 44 - Ficam fazendo parte deste Decreto os anexos numerados de I a VI.

Art. 45 - Revogados as disposições em contrário, este Decreto entra em vigor na data da sua publicação.

Mando, portanto, a quem o conhecimento e a execução do presente Decreto pertencer, que o cumpra e o
faça cumprir, tão inteiramente como nele se contém.

Belo Horizonte, 3 de agosto de 1976


Luiz Verano
Prefeito

Israel Pinheiro Filho


Secretário Municipal de Comunicações e Obras

Mar m Francisco Coelho de Andrada


Vice-presidente do Conselho Municipal de Planejamento do Desenvolvimento

Data de Inserção no Sistema LeisMunicipais: 03/07/2012

Nota: Este texto disponibilizado não subs tui o original publicado em Diário Oficial.
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