INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES

Autarquia associada à Universidade de São Paulo

EFEITOS DAS ONDAS ACÚSTICAS EM PUPAS DE Ceratitis capitata. (Wied., 1824) (Diptera: Tephritidae)

ADILSON CAMILO DE BARROS

Tese apresentada como parte dos requisitos para obtenção do grau de Doutor em Ciências na Área de Tecnologia Nuclear – Aplicações

Orientador: Prof. Dr. Valter Arthur

São Paulo 2007

ii DEDICATÓRIAS

À minha família

Meu pai: João de Barros, que iniciou minha biblioteca pessoal, presenteandome ainda quando criança com a primeira coleção de livros. Minha mãe: Neuza Correia de Barros, que incentivou meus estudos de Física mesmo sem saber exatamente o que era isso. Meu irmão: Adimilson de Barros, que também tornou-se professor e fez a revisão do inglês de vários trabalhos que publiquei no exterior e também do SUMMARY desta tese. Minha avó: Ottilia Benzi, que mesmo com cem anos de idade e saindo de uma internação hospitalar bastante debilitada perguntou-me: Daqui a dois dias será a sua defesa de doutorado, não é ?

Aos professores da rede pública do Estado de São Paulo que suportam um fardo pesado, pois sobre eles pesa a culpa de serem os responsáveis pelo pior sistema educacional do mundo, quando na verdade a culpa é de políticos e empresários inescrupulosos que estão enriquecendo com o sucateamento da escola pública. Nenhum país se torna 1º mundo com sistema educacional de 3º mundo.

iii AGRADECIMENTOS

Ao meu orientador prof. Dr. Valter Arthur pela paciência e credibilidade depositadas em mim, como também por todo o suporte acadêmico prestado.

Ao pesquisador João Justi Jr. do Instituto Biológico, por ajudar de todas as maneiras possíveis na realização dos trabalhos práticos.

Ao físico e fotógrafo Sérgio Vianna do Instituto Biológico, pela realização das fotos dos meus primeiros experimentos (In memoriam).

Ao pesquisador Adalton Raga do Instituto Biológico de Campinas, pela colaboração em prover sistematicamente os lotes da dieta inoculada com ovos de Ceratitis capitata.

Ao prof. Elie Aziz Chamoun, pelo empréstimo do decibelímetro.

Ao prof. Dr. Sérgio Oliveira Moraes do Departamento de Ciências Exatas da ESALQ - USP, pelo empréstimo do gerador de áudio e pela participação na banca do seminário geral de área e da defesa.

Aos técnicos Elizabeth S. R. Somessari e Carlos G. da Silveira do Centro de Tecnologia das Radiações do IPEN, pela boa vontade e simpatia em todas as vezes que foram necessárias as irradiações dos insetos.

Aos bibliotecários do IPEN: Eneida, Edna e Valdir pelo constante apoio, paciência e bom humor.

À Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, pelo apoio financeiro.

Às secretárias da Divisão de Ensino do IPEN: Ilze, Ana, Vera e Maria do Rosário, sempre muito atenciosas e prestativas.

Temos que fazer a troca dos saberes para enriquecer o nosso acesso ao real. Leonardo Boff . Sabedoria é poder saborear todos os saberes ”. na qual a riqueza do nosso tempo é a interface dos saberes.iv “ Estamos em uma fase mais avançada da humanidade.filósofo .

0 kHz e 20.0 Hz . 10. 100 Gy .1 cm de diâmetro e ondas senoidais com respostas em decibéis. 40. 20. 7. aplicados em grays foram: 5. Os experimentos de irradiação foram realizados no Centro de Tecnologia das Radiações do IPEN. (Wied.0 Hz . situado no campus da USP em São Paulo.069 ± 293. Uma etapa da pesquisa verifica possíveis efeitos de interação entre ondas acústicas e raios gama.106 ± 0. 12. Foi utilizada a fonte Gammacell modelo 220. tratamento denominado sonicação.6 cm de comprimento por 9. 15 Gy . em hertz e quilohertz. .0 Hz . A radiação ionizante.51 dB até 123. Foi utilizado um tubo acústico de vidro com dimensões de 40.0 kHz .0 kHz . que é o agente físico causal do tratamento denominado irradiação. foi utilizada como referência pois seus efeitos sobre os seres vivos e em especial sobre os insetos são amplamente conhecidos.0 Hz .0 Hz . 10. 5. de intensidade sonora de 93. foram 0 Hz (controle) . 150 Gy e 200 Gy.5 Gy .96 ± 0. Os resultados mostraram que há evidencias para rejeitarmos a hipótese de nulidade H0.0 kHz . Os níveis do tratamento irradiação. 10. Os níveis do tratamento sonicação aplicados.5 Gy .0 Gy .0 kHz .245 quilograys por hora (kGy/h). 1. 15. 50 Gy .0 Hz . 60.484 curies (Ci) e taxa de dose média de 3.v EFEITOS DAS ONDAS ACÚSTICAS EM PUPAS DE Ceratitis capitata. de que as médias dos tratamentos devido as ondas acústicas não diferem significativamente.23 dB.60 ± 1. com atividade média de 3757. 1824) (Diptera: Tephritidae) ADILSON CAMILO DE BARROS RESUMO Este trabalho teve por objetivo investigar a hipótese de que as ondas acústicas provocam algum efeito mensurável no desenvolvimento de uma população de moscas das frutas.0 Gy . Os experimentos de sonicação foram realizados no laboratório de Entomologia do Instituto Biológico de São Paulo. 2. 80..

0 Hz .0 Gy .40. 100 Gy . 20.0 Hz . It has been employed a Gammacell source model 220 with average activity of 757. as long as its effects on living beings and particularly on insects are widely known. 80. The experiments of radiation were carried out in the Centro de Tecnologia das Radiações .1cm in diameter . It has been used an acoustic tube made of glass .vi EFFECTS OF ACOUSTIC WAVES ON PUPES OF Ceratitis capitata.0 kHz .0 Gy . 60. Irradiation dosis applied in Grays were: 5.0 Hz .IPEN.245 quilograys per hour (kGy/h). Ionizing radiation.23 dB.5 Gy . in hertz and quilohertz were: 0 Hz (control) . 15.51 dB to 123. Final results have pointed to evidences that would justify the rejection of null hypothesis H0. 5.069 ± 293.106 ± 0.484 curies (Ci) and an average dosis rate of 3.5 Gy . 15 Gy . 40. This research also enquiries into the possible effects of acoustic waves and Gamma rays. The experiments of sonication were carried out in the Laboratory of Entomology of the Instituto Biológico de São Paulo. Levels applied to the sonication treatment.60 ± 1. 1. which sound intensity varied from 93. 7. 10. with response in decibels.and sinusoidal waves originated from three acoustic sources. 10. 12.6 cm in lenght and 9. 50 Gy .0 kHz . a treatment denominated sonication.0 Hz . (Wied. 2. 150 Gy and 200 Gy.0 kHz e 20.0 kHz .0 Hz . the causative agent for the treatment designated by irradiation has been used as a reference. 10. .. to which the average of the treatments due to acoustic waves do not differ significantly from each other.96 ± 0.0 Hz .0 kHz . 1824) (Diptera: Tephritidae) ADILSON CAMILO DE BARROS SUMMARY The aim of this research has been to investigate the hypothesis that acoustic waves would provoke a measurable effect on a population of fruit flies. located within the campus of the University of São Paulo.

......vii SUMÁRIO Página 1................................................................................................28 3................................4 3..... METODOLOGIA ..................... INTRODUÇÃO ................27 3...........................6 Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “morte prematura”..................................35 3..................................37 3...24 Delineamento experimental e modelo matemático ...........................................2.....3....5 2................................................7 Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “morte prematura”..1 Esquema da montagem experimental para os tratamentos com ondas acústicas ...........................................................2.......................................1 Análise de variância ...................................22 Teste de Tukey .......................................................................22 3..............................................................4............................................19 3.................................................27 3................4......................3 Aspectos biológicos do inseto Ceratitis capitata.......2 2....................................... REVISÃO BIBLIOGRÁFICA .........4 Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” ........2 2...........................................................................................................4 Experimentos com ondas acústicas.........41 ................37 3.......1 Objetivos do trabalho .........6 Teste F ....................................19 3................9 3..................4..2 2..39 3............................................................2......................................3 3............1 Composição da dieta artificial ..5 3......................................................3 Material experimental utilizado..................2......28 3............4..12 3...4......................24 Análise de Próbites ....1......................................1 Descrição das instalações físicas e equipamentos utilizados............................2...........1 1..29 Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” .................12 3.........................................................4........4....2.............2 Ondas acústicas e seus efeitos biológicos................2 3........23 Distribuição de Poisson .2 Análise estatística dos dados......2.................25 3.......................3 Aplicação dos tratamentos.........5 Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos”...........................2 3...1 Quadro da análise de variância ...............1 Radiações ionizantes e seus efeitos biológicos............................................

.............................45 3.....................8 Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “má formação”.............4 Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “morte prematura”.....................................................76 4..5 Experimentos com raios gama ..............................1.. SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS..2 Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”..........46 4......................1...........5 Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “morte prematura” ..92 5....................1..............61 4.43 3...... CONCLUSÕES....7 Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “má formação”............. RESULTADOS E DISCUSSÃO ......................................1 Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos”....................................................................................................................67 4..................................3 Resultados dos experimentos de interação: ondas acústicas e raios gama...........................................100 6.....................................................................1........................1 Experimentos com ondas acústicas ....1......................................44 3.6 Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “má formação”..............1....................2 Resultados dos experimentos com raios gama ....85 4..........4.............9 Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “má formação”..............................................................48 4..........................................................1 Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”............74 4.....................48 4........viii 3..................................4..................................................................48 4.....................................83 4............................................................1.......................4.................................6 Experimentos de interação: ondas acústicas e raios gama...5.......45 3................................101 REFERÊNCIAS ..........................3 Resultados da análise de próbites no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos .................102 ..............................................1.10 Análise do parâmetro “sexo”..............................59 4.............................................84 4............................................................41 3............8 Resultados da análise de dados do parâmetro “sexo”.................

INTRODUÇÃO Este trabalho pretendeu investigar possíveis efeitos das ondas acústicas sobre o desenvolvimento de uma das fases do ciclo evolutivo do inseto Ceratitis capitata (Wied. Não se trata de um estudo sobre os ultra-sons. cujo mecanismo de interação com as células e tecidos já é bem conhecido devido às suas aplicações médicas. a hipótese de nulidade H0 estabelece que não há qualquer efeito das ondas acústicas sobre o desenvolvimento dos insetos. deve ser testada para que sua validade seja determinada. É uma suposição que antecede a constatação (ou não) dos fatos e tem como característica uma formulação provisória .1. A hipótese é uma afirmação que se faz na tentativa de verificar a validade de resposta existente para um problema. pois tal fenômeno. Estatisticamente.. A hipótese específica deve restringir a hipótese geral à variáveis e componentes que sejam fundamentais ao problema da pesquisa (APOLINÁRIO. A função da hipótese na pesquisa científica é propor explicações para certos fatos e orientar a busca de outras informações (OLIVEIRA. embora não seja o principal agente físico em estudo neste trabalho. já é de amplo conhecimento na área de entomologia. A hipótese específica a ser investigada neste trabalho é: “As ondas acústicas podem causar estimulação ou inibição sobre o desenvolvimento de uma população de insetos”. A hipótese geral que alicerça o trabalho pode ser assim introduzida: “Todos os tipos de energia causam algum efeito sobre os seres vivos”. em particular sobre os insetos. 2001). correrá o risco de produzir um trabalho confuso e sem embasamento científico. Na contrapartida a hipótese alternativa Ha rejeita a hipótese de nulidade. tornou-se importante como referência devido à grande disponibilidade de informações dos seus efeitos sobre os seres vivos. quando o pesquisador se nega a utilizar hipóteses ou não é orientado para tal. A radiação ionizante. 1824) (Diptera: Tephritidae). denominado fonotropismo. . Na produção do trabalho científico. Também não se trata de investigar o aspecto comportamental dos insetos mediante ondas acústicas. 2004).

Toda radiação é uma forma de energia (RUSSO. energia calórica. 2. 1982). Objetivos do trabalho a) Verificar se as ondas acústicas apresentam propriedades estimuladoras ou deletérias sobre o desenvolvimento de uma população de moscas. Entre as formas de energia presentes na natureza estão a mecânica (cinética e potencial).1. etc (DICIONÁRIO DE ECOLOGIA E CIÊNCIAS AMBIENTAIS. líquido ou sólido. alterações no sistema enzimático das células . que é uma perturbação . Podem ser mecânicas ou não mecânicas (RUSSO. Uma visão geral das diferentes formas de energia presentes na natureza e que expõe de diferentes modos todos os seres vivos. Dentre esses efeitos podemos citar as alterações da membrana celular (mudanças na permeabilidade seletiva). energia eletromagnética. energia nuclear. Radiações ionizantes e seus efeitos biológicos Os efeitos que as radiações ionizantes causam sobre os organismos são estudados por um ramo da biofísica denominado radiobiologia. 1993). energia elétrica.2 1. . REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2. Um conceito muito importante é o de onda. abalo ou distúrbio transmitido através do vácuo ou de um meio gasoso. pode ser visualizada na figura 1.1. c) Gerar uma hipótese estatística a partir da hipótese específica a fim de dar uma resposta em termos de H0 (hipótese de nulidade) ou Ha (hipótese alternativa) para os itens a e b acima. que interfere na função de transferência de materiais críticos para a atividade celular . energia sonora. As ondas transmitem energia sem haver transporte de matéria. b) Verificar se as ondas acústicas apresentam algum tipo de interação com a radiação ionizante no desenvolvimento de uma população de moscas. 1993). 2001). danos nas cadeias de DNA e RNA e alterações no metabolismo energético (CARNEIRO LEÃO.

raios-x e raios-γ são prejudiciais aos insetos.3 FIGURA 1 . As radiações ionizantes podem provocar a morte em qualquer estágio de desenvolvimento do inseto. atraso no desenvolvimento larval. entre outros) ou por radioisótopos que possuem seus átomos com núcleos que se desintegram espontaneamente. As radiações ionizantes são emitidas por equipamentos especiais (tubos de raios-X ou aceleradores de elétrons. formação de tumores. redução da fecundidade e esterilidade em adultos (ALVES. . As radiações ionizantes como os raios ultravioleta C (λ ≤ 100 nm). 1986).Diagrama esquemático que exibe um panorama das diferentes formas de energia presentes na natureza e como ocorre sua propagação através do espaço na forma de radiação. anorexia (perda de apetite).

Concluíram que o referido inseto percebe a radiação gama e se locomove em direção oposta à fonte (CAMPANHOLA. . ou seja. pupa ou adulto. 1997). As interações entre radiação ionizante e matéria tem como conseqüências possíveis. que o elétron que forma parte da ligação covalente entre átomos do esqueleto molecular do vírus seja lançado a grandes velocidades fora da posição de equilíbrio. da presença de raios gama. que são esterilizados por meio de radiações ionizantes e liberados no ambiente. No campo da imunologia. A competição com os insetos da população natural acarreta decréscimo do número de acasalamentos férteis. os isótopos mais empregados são o Cobalto-60 com meia vida de 5. LOMBARDO. obtendo dessa maneira a possibilidade de quebra da capacidade infectiva destes vírus. Dispuseram tubos de locomoção de lucite com 1m de comprimento. que resulta em redução drástica e até erradicação da espécie do local (ARTHUR. conforme exemplos dados na figura 1. radialmente à uma fonte gama de 60 Co e fizeram contagens dos indivíduos à diversas distâncias da fonte.4 emitindo radiação corpuscular ou eletromagnética. A inativação viral pode ser obtida por radiação ionizante eletromagnética ou corpuscular (SMOLKO. A segunda é chamada de “técnica do inseto estéril” (SIT) e consiste na criação massal do inseto-praga em laboratório. 1997).3 anos e o Césio-137 com meia vida de 30 anos (ARTHUR. 1991). sobre a percepção pelos insetos. Wiendl e Walder (1975) realizaram estudos com Sitophilus zeamais. 1995). Há dois tipos de aplicação prática das radiações ionizantes no controle de insetos-praga: A primeira é a aplicação direta que consiste em esterilizar ou matar toda a população de insetos em alimentos armazenados como grãos. larva. as radiações ionizantes permitem obter vírus inativados para sua utilização como antígeno. Nas fontes de radiação ionizante. farinhas. especiarias. A radiosensibilidade dos insetos difere enormemente nos diferentes estágios do processo de metamorfose. ela é influenciada pela idade do inseto: ovo. frutas e carnes. Em geral a radiosensibilidade é a mais alta no estágio de ovo e a mais baixa no estágio adulto do desenvolvimento (DIEHL. 1980).

São também chamadas ondas transversais ou ondas T pois o sentido de propagação dessas ondas é perpendicular ao sentido da perturbação que sofrem as partículas do meio. Nos sólidos pode haver combinação L e T.5 2. STORK. Como toda onda contém energia. a efetuar oscilações de amplitude muito superior à da fonte que o excitou. Em conseqüência deste fenômeno. 2003). Quando as radiações mecânicas se propagam em meios sólidos como objetos. São também denominadas ondas longitudinais ou ondas L . líquidos ou sólidos (BERG. Nos gases não. . São exemplos de ressonância acústica: cantores líricos que quebram copos de cristal com a voz. ao contrário das ondas eletromagnéticas que se propagam mesmo na ausência de um meio material. Quando as ondas mecânicas ou radiações mecânicas se propagam através de um meio aeriforme como o ar. Assim a energia é transportada através do sistema em que a onda se propaga (DURÁN. quando ela está se deslocando. 1995). são denominadas ondas acústicas ou sonoras. ocorrendo apenas o tipo L. 1993). é energia que estará sendo transportada na direção de seu movimento. Se uma fonte sonora emitir uma onda sonora cuja freqüência coincida com a do sistema. dizemos que os dois entram em ressonância. são normalmente denominadas vibrações. destruída pela ressonância causada pela coincidência entre sua freqüência natural e a freqüência de vibração do vento. por acúmulo progressivo de energia. Os meios podem ser aeriformes.2. Todo sistema elástico possui uma freqüência natural de vibração. o relato bíblico da derrubada das Muralhas de Jericó. o sistema elástico pode ser induzido. pois o sentido de propagação dessas ondas é paralelo ao sentido da perturbação que sofrem as partículas do meio. a ponte de Tacoma na América do Norte. tropas militares em marcha sobre pontes que recebem ordem para sairem de forma a fim de as frequências da marcha e da ponte não coincidirem causando desmoronamento da última (RUSSO. aviões supersônicos que estilhaçam vidraças . Ondas acústicas e seus efeitos biológicos As ondas mecânicas necessitam de um meio material para se propagarem.

As fontes de infra-sons podem . através do fenômeno de ressonância acústica. estando apenas próximos um do outro. Em virtude da natureza da onda sonora.. etc. Fonotropismo é o tropismo relacionado ao som (EIZEMBERG. 2003). 1993). Os insetos tem capacidade de ouvir sons até 150 kHz. Os infra-sons são ondas mecânicas com frequências menores que aquelas que o ouvido humano percebe (20 Hz). que pode ser um cristal. como fonotropismo. dependendo da freqüência (NETO et al. uma placa piezoelétrica. uma corda. Os sons são importantes no comportamento dos insetos. um tubo.6 A figura 2 ilustra um exemplo de ressonância acústica entre dois diapasões que não se encostam. FIGURA 2 – O diapasão A recebe pequenos choques mecânicos e passa a vibrar. Devido à proximidade induz a vibração no diapasão B. 2006). sendo sua velocidade de propagação uma função das propriedades do meio como o módulo de elasticidade e a densidade deste (COSTA. o som só se propaga nos meios elásticos. (RUSSO. uma membrana. um organismo vivo. que pode ser positivo quando se aproxima do estímulo ou negativo quando se afasta do estímulo. que também começa a vibrar. podendo ser utilizados como atraentes ou repelentes. Tropismo consiste na orientação de um animal em relação à um estímulo. Uma onda sonora é produzida por um elemento vibrador ou fonte. 1976).

Os ultra-sons podem ser usados com intensidades pequenas ou bastante elevadas: Em baixa intensidade visa a transmissão de energia ao meio . O infra-som é fracamente absorvido por diferentes meios e por isso se propaga à distâncias consideráveis. etc (CARNEIRO LEÃO. reações de oxi-redução. Também ocorre elevação térmica do meio pela passagem dos ultra-sons. baseando-se na propagação dos infra-sons na crosta terrestre. através de ondas ultra-sônicas que eles próprios emitem. (RÉMIZOV. gelatina. A ativação molecular está na origem de certas reações em face das enormes pressões que desenvolvem. morcegos e mariposas são animais que se locomovem na busca de alimentos ou fugindo de perigos. Os golfinhos. proteínas. fisico-químicas e biológicas. raios. Este fenômeno é potencializado pela presença de oxigênio no meio. Os ultra-sons apresentam propriedades físicas.7 ser naturais ou artificiais. exercida na superfície de separação de dois meios de índices de refração diferentes e que é responsável pela agitação do meio. formadas às custas da liberação de gases dissolvidos quando ocorre a passagem dos ultrasons. etc. máquinas. Esta característica permite. reações explosivas. 2001). É comum que os infra-sons venham acompanhados de ruído audível. porém animais como o cão e o morcego. tendo sido observado em amido. . etc. Em intensidade elevada visa a produção de alterações no meio (DICIONÁRIO DE ECOLOGIA E CIÊNCIAS AMBIENTAIS. As artificiais podem ser explosões. O aparelho auditivo do homem não consegue detectálos. Entre as propriedades físicas temos a pressão de radiação. 1982). terremotos. etc. A cavitação é uma propriedade física que consiste no surgimento de bolhas gasosas nos meios líquidos. Entre as propriedades fisico-químicas dos ultra-sons destacam-se a ativação molecular. 1982). Há. 1991). Os ultra-sons são vibrações elásticas cujas menores frequências estão em torno de 20 000 Hz. cujo valor depende da energia e das características do meio material. também os percebem (CARNEIRO LEÃO. etc. despolimerização de moléculas. automóveis. A despolimerização ocorre com polissacarídeos que são transformados em moléculas menores. que além de emitir. Como fontes naturais temos o mar. prever tsunami (onda gigante) por ondas infra-sonoras medidas. a detecção de uma explosão à grande distância de sua fonte.

Sob energias ainda mais elevadas obtêm-se destruições celulares e de microorganismos.0 kHz e 12. Estudos com mariposas indianas de farinha. pois a temperatura atingida foi de apenas 38ºC .. WEINBERGER et al.8 Entre as propriedades biológicas dos ultra-sons podemos citar a paralisação de certos organismos e o rompimento de estruturas celulares. que como se sabe.25 kHz . Também é relatada a quebra de dormência de brotos de trigo pela exposição à frequência simples de som audível. que foram continuamente expostas à baixos níveis sonoros durante o período de oviposição que dura em torno de 4 dias. permanecendo deitados na água enquanto permanece a ação dos ultra-sons. 1. Os peixes perdem o sentido de equilíbrio. não é letal a esta espécie (GALLO et al. 1964). A exposição contínua à frequência sonora de 5 kHz provocou estimulação do crescimento do trigo se a intensidade do som não ultrapassasse a faixa de 82-92 dB. 1988). 5. Evidências de que a energia sonora pode afetar a oviposição de insetos foram obtidas em estudos com insetos de grãos armazenados. 1973). A aplicação de ultra-sons produziu efeitos sobre o crescimento de células do meristema de raízes de Vicia faba. Muitas espécies de insetos utilizam-se da capacidade de percepção na freqüência do ultra-som para a sua sobrevivência . como por explosão (CARNEIRO LEÃO. indicaram baixa taxa de emergência e baixa porcentagem de sobrevivência para insetos de ovos depositados durante à exposição ao som (NELSON . Caso contrário ocorria inibição do desenvolvimento e redução significativa do número de raízes. 1982).30 kHz . SEUBERT. (GALLO et al. MILLER & GREGORY. 1988).0 kHz em diferentes níveis de intensidade. Ficou também comprovado que as ondas acústicas emitidas produziram aquecimento. (1978) realizaram estudos sobre os efeitos biológicos das radiações acústicas no desenvolvimento de sementes de trigo expondo esse material à frequências sonoras de 0. mas os insetos foram mortos pelo efeito duplo com a ressonância obtida. Experimentos realizados mostraram que ondas sonoras de 39 kHz causaram a mortalidade total de Sitophilus oryzae em grãos armazenados. Esses efeitos incluem redução da taxa de crescimento e depressão do índice mitótico (CATALDO.

2004). Os artrópodes formam o maior filo. são invertebrados caracterizados pela presença de membros locomotores articulados em número par. αρθρóπoδα). O gênero Ceratitis é composto por aproximadamente 65 espécies. DELONG. Os Diptera constituem uma das maiores ordens de insetos e seus representantes abundam em indivíduos e espécies em quase todos os lugares. ZUCCHI. Merostomatas. os Quilópodos. a mosca-do-mediterrâneo. que ocorrem principalmente na África tropical. ‘articulação’ . PORTUGUÊS GREGO. além de outras Classes de invertebrados menos comuns. está distribuída em quase todas as áreas tropicais e temperadas quentes do mundo. os Aracnídeos. No Filo dos artrópodos enquadram-se os Insetos. os Diplópodos. Essa espécie foi introduzida no Brasil no início do século XX (MALAVASI. 1969).3. . 1973). podos.9 A pesquisa de freqüências sonoras capazes de interromper o ataque de agentes xilófagos como os cupins Cryptotermes sp. Onicóforos e Trilobitas (este último grupo já fósseis). A família Tephritidae é representada por um grupo de dípteros de tamanho pequeno a médio nos quais as asas apresentam usualmente manchas ou faixas que podem formar padrões complicados (BORROR. 2000) e está representada iconograficamente na figura 3 (BASEL. capitata. DICIONÁRIO GREGO PORTUGUÊS. C. como Pantópodas. arthron. em número de indivíduos e variedades de espécies do reino Metazoa [animal] (DICIONÁRIO ETIMOLÓGICO E CIRCUNSTANCIADO DE BIOLOGIA. Todos portadores de exoesqueleto quitinoso. 1993 . “pés’. Aspectos biológicos do inseto Ceratitis capitata Os artrópodos (do gr. Entretanto. (Isoptera: Kalotermitidae) e Lyctus brunneus (Coleoptera: Lyctidae) em obras de arte e patrimônio em madeira está sendo realizada na Universidade Federal do Paraná (GIOVANELLA. 2. 2007). os Crustáceos.

c) pupa e d) adulto.10 FIGURA 3 – Ceratitis capitata. b) larva .Diagrama ilustrativo do processo de metamorfose completa pelo qual passa o inseto C. DELONG. 1969). a) ovo . a b c d FIGURA 4 . Os Diptera passam por metamorfose completa e as larvas de muitos são chamadas vermes ou bichos de mosca. revestimento rígido com invaginações nas quais se prendem os . vermiformes e da maioria dos tefritídeos são fitófagas. O processo de metamorfose está representado na figura 4. Nos artrópodos quase toda a sua superfície externa constitui o exoesqueleto. capitata. mosca-do-mediterrâneo ou mosca-das-frutas. A larva passa ainda por vários ínstares não representados neste diagrama. tendo algumas importância como pragas (BORROR. As larvas são geralmente ápodas.

3º C. Segundo Torre Bueno (1978). voltando a se alimentar de novo.3ºC o desenvolvimento é retardado consideravelmente. apresentam um período de incubação variável. chamadas apodemas. passando as larvas por três ínstares com durações de 26 à 48 horas (1º ínstar). sendo variável na maioria dos insetos de 4 a 8. capitata mostrados na figura 4a . nutrição. não tem maduros. A estadia pupal (figura 4c) varia de 9 à 11 dias a uma temperatura média de cerca de 24. Existem vários fatores. chama-se ínstar o período ou estágio entre ecdises. indicado para designar os vários períodos pelo qual passa a larva durante o processo de metamorfose. assim sucessivamente até chegar à última muda. ao emergirem dos pupários (figuras 3 e 4d) . A partir daí o inseto deverá trocar seu estojo quitinoso por um maior para continuar crescendo. processa-se em tempo pouco menor do que a da fêmea.1º C e T = 32. temperatura.8º C à 28. de 2 a 4 dias e se processam normalmente entre T = 21. A oviposição inicia-se no dia subseqüente ao do acasalamento.1º C. A maturidade sexual do macho . 24 à 48 horas (2º ínstar) e 48 à 265 horas (3º ínstar). que fazem com que haja variação do número de ínstares tais como: fatores hereditários. Os adultos. 1989). Abaixo de 11. sexo.4º C. . O número de ínstares não é constante. a partir da qual irá elaborar o exoesqueleto do adulto. e é de 6 dias à uma temperatura de 26. Os ovos de C. criação em grupos ou isoladamente. Esta armadura externa limita o crescimento constante podendo o inseto distender-se apenas até certos limites. Estas trocas de revestimentos são chamadas ecdises ou mudas e os tegumentos descartados são chamados de exúvias. além dos intrínsecos da espécie. O ciclo se completa em 31 dias (PEDROSO. os órgãos genitais. O período larval (figura 4b) tem duração de 6 a 11 dias à temperaturas de 13. HADDAD.2º C. Em temperaturas inferiores a 18.1º C não se verifica eclosão alguma. 1972). etc ( PARRA .11 músculos.

1 dB.1. b) Placas com tampa de tecido de voile. 2001).5 º C e umidade relativa do ar (média) de 77 ± 2 % . para as trocas gasosas.5 ± 1.woofer (baixas freqüências). c) Fontes acústicas: fonte acústica 1 . Instrumentos utilizados: a) Decibelímetro (sound level meter) modelo lutron SL-4001. mostrada na figura 5).tweeter piezoelétrico (altas freqüências). o qual mede o nível de intensidade sonora na faixa de 35 à 130 decibéis na escala C com resolução de 0. Materiais diversos utilizados: a) Pinça especial para manipulação de larvas e pupas. apresentou temperatura (média) de 26. que dispõe de instalações apropriadas ao trabalho com insetos e uma sala climatizada onde durante todo o período de realização dos experimentos.12 3. Descrição das instalações físicas e equipamentos utilizados A parte experimental foi realizada no Laboratório de Entomologia do Instituto Biológico de São Paulo. que é um leve tecido fino de estrutura telada (HOUAISS. fonte acústica 2 . d) Tubo de vidro pirex (tubo acústico) com 40. e) Bandejas plásticas e luvas descartáveis.alto falante (faixa de som audível. METODOLOGIA 3. fonte acústica 3 .6 cm de comprimento por 9.1 cm de diâmetro. c) Papel filtro qualitativo de 80 g/m2 e 7 cm de diâmetro. b) Termo-higrômetro incoterm. .

d) Osciloscópio modelo Tektronix TDS 310 de 2 canais.13 FIGURA 5 – Fonte acústica no 1 utilizada nos experimentos de sonicação. e) Gerador de áudio Minipa. À direita exemplo de onda senoidal utilizada em todos os experimentos. modelo MFG 4200 function generator. FIGURA 6 – Osciloscópio utilizado nos experimentos de sonicação. conforme mostra a figura 7. com resolução de tempo na faixa de 10 μs/divisão até 10 ns/divisão. À esquerda vista geral do painel frontal. . conforme ilustra a figura 6.

f) Fonte de cobalto 60 do tipo gammacell 220 da Atomic Energy of Canadá Limited Commercial Products (Otawa .4 ± 0.14 FIGURA 7 – Gerador de áudio minipa.2 50 ± 0.5 66. FREQÜÊNCIA (Hz) INTENSIDADE SONORA (dB) 0 25 ± 0. TABELA 1 .3 ± 1.1 .9 75 ± 0.3 90.4 75 ± 0.Dados numéricos do perfil de resposta da fonte acústica 1 obtida com o medidor de intensidade sonora (decibelímetro) em função de diferentes frequências. do gerador de áudio e do osciloscópio.Canadá). Os dados numéricos coletados foram organizados na tabela 1 e geraram o gráfico da figura 8 na página 17.1 84 ± 0. A curva de resposta para a fonte acústica 1 foi obtida com auxílio do medidor de intensidade sonora (decibelímetro).

1 116.8 230.0 ± 2.5 235.9 170.8 215.0 ± 0.8 ± 0.6 125 ± 0.5 105 ± 0.0 440.5 155.5 ± 0.2 118.0 ± 0.0 ± 0.6 200.9 110 ± 0.2 ± 0.1 105.9 160.9 220.3 117.1 117.0 ± 0.1 110.7 150.0 ± 0.0 ± 0.8 240.1 100.0 ± 0.5 130.1 111.5 ± 0.0 ± 1.5 205.4 ± 0.0 250.0 ± 0.1 119.1 113.7 135.8 ± 0.7 245.0 ± 1.5 120 ± 0.5 ± 0.0 400.9 ± 0.2 119.6 300.1 117.3 ± 0.0 ± 3.0 ± 0.1 106.3 119.2 120.1 98.7 115 ± 0.7 190.8 140.6 ± 0.0 ± 0.1 120.1 117.4 ± 0.1 103.0 ± 0.1 105.0 ± 0.0 ± 0.0 ± 0.4 ± 0.1 ± 0.4 ± 0.0 ± 0.8 ± 0.0 ± 0.0 ± 1.0 ± 0.2 ± 0.1 120.0 ± 1.1 106.2 117.1 117.7 ± 0.1 107.5 ± 0.0 ± 0.1 .3 ± 0.1 109.15 100 ± 0.1 117.2 119.0 ± 2.7 ± 0.3 ± 0.8 ± 0.0 ± 0.0 450.0 ± 0.8 225.5 ± 0.6 195.1 118.0 ± 0.1 118.9 165.1 119.7 ± 0.1 101.3 ± 0.0 97.8 185.8 ± 0.0 ± 0.5 ± 0.0 ± 0.8 ± 0.4 ± 0.8 350.0 ± 0.0 210.9 ± 0.1 104.0 ± 0.2 ± 0.1 115.7 175.9 ± 0.0 145.

0 1100.5 ± 0.8 ± 0.7 ± 0.0 3500.1 ± 0.8 ± 0.0 ± 2.0 3000.0 ± 6.5 ± 0.5 ± 0.0 ± 3.0 ± 3.0 1500.2 ± 0.8 700.0 1250.1 103.0 1000.0 ± 0.1 ± 0.0 950.1 95.0 5000.0 ± 5.1 100.0 ± 9.1 ± 0.0 5500.1 108.1 99.6 ± 0.0 4500.0 ± 9.2 ± 0.0 ± 14.1 102.1 100.9 ± 0.0 ± 11.9 ± 0.0 4000.1 .1 100.0 750.0 1050.4 ± 0.8 ± 0.1 104.1 100.7 ± 0.0 650.1 109.9 ± 0.6 ± 0.5 850.1 98.0 109.0 ± 0.9 ± 0.0 ± 4.0 1400.0 ± 5.0 ± 3.0 ± 3.0 ± 23.0 ± 6.1 107.0 ± 4.1 103.1 113.0 1300.1 108.1 102.1 99.0 1150.1 101.1 ± 0.0 ± 23.1 100.0 800.0 6000.0 ± 5.0 6500.1 102.1 103.0 1200.0 ± 2.0 2500.0 ± 1.0 ± 0.1 106.0 2000.8 ± 0.0 ± 7.7 ± 0.1 101.1 100.0 ± 4.1 108.0 ± 3.1 100.3 ± 0.1 100.0 600.0 ± 10.16 500.4 ± 0.0 ± 0.0 ± 4.1 ± 0.0 7000.0 7500.0 ± 2.3 ± 0.0 900.0 ± 8.0 550.9 ± 0.1 100.0 ± 16.0 ± 16.8 102.5 ± 0.

Gráfico que representa a curva de resposta de pressão sonora da fonte acústica 1. a taxa de dose é um dos principais fatores que determina as conseqüências biológicas de uma dada dose absorvida. em geral reduzidos (HALL.657 ± 0.17 NÍVEL DE INTENSIDADE SONORA (dB) 130 120 110 100 90 80 70 60 0 200 400 600 800 1000 1200 FREQUÊNCIA (Hz) FIGURA 8 . situado na cidade de São Paulo. Para raios X e raios gama. A fonte Gammacell 220 é constituída por 35 lápis encapsulados em aço inox com 1 cm de diâmetro e 20. . A referida fonte está instalada no CTR .39 ± 0.11) x 1014 Bq. contendo 7 pastilhas de 60Co em cada lápis. os efeitos biológicos são. A taxa de dose e a atividade da fonte são corrigidas mensalmente pelo fator de decaimento do 60 Co.069 ± 293. Os experimentos foram realizados entre 2005 e 2007.Centro de Tecnologia das Radiações .245 kGy/h. 1994) .233 Gy. A dose de trânsito média foi de 2.106 ± 0. obtido com os dados apresentados na tabela 1.nas dependências do IPEN.3 cm de altura. A taxa de dose (média) foi de 3. Quando a taxa de dose é baixa e o tempo de exposição é extendido. a atividade média da fonte foi de 3757. Nesse período. A última intercomparação de taxa de dose com o IDAS-IAEA foi feita em 2003.484 Ci ou (1.

Os atenuadores também alteram a taxa de dose (TD) e a dose de trânsito (DT).3. capitata para irradiação.797 ± 0. .5 Gy . 15 Gy .5 Gy .18 FIGURA 9 – À esquerda: vista geral da fonte gamacell do IPEN.070 Gy. O atenuador selecionado foi o de 70%. 12. sendo necessário neste caso multiplicar a taxa de dose do dia pelo fator de correção adimensional 0.5 Gy foi necessário a utilização de atenuadores de chumbo ilustrados na figura 10. A taxa de dose (média) com o atenuador foi de 0. A dose de trânsito (média) com o atenuador foi de 0. À direita: detalhe da colocação das placas com as pupas de C. Os atenuadores disponíveis eram de 90%. 70% e 50% que reduzem o feixe a 10%. As doses utilizadas foram de 5 Gy .074 kGy/h. 7. Para se obter doses tão baixas como aquelas entre 5 Gy e 12. 30% e 50% do feixe inicial respectivamente.932 ± 0. FIGURA 10 – Atenuadores de chumbo utilizados no experimento para redução da dose e da taxa de dose. 100 Gy . 150 Gy e 200 Gy. 10 Gy . que permite a passagem de 30% do feixe inicial. 50 Gy .

... níveis do tratamento ou doses. yk . A idéia é comparar a variação devido aos tratamentos com a variação devido ao acaso ou resíduo (VIEIRA. k yk 1 yk 2 ykn yk. A comparação se faz por meio do teste F (VIEIRA. neste trabalho foi realizado no pacote estatístico SAS.. y12 y22 y32 . . . . 2006). y3. 1999). . y 2. y11 y21 y31 . A tabela 2 organiza os dados observados para as operações necessárias a fim de se chegar aos resultados. Análise estatística dos dados 3.. . ... . y1n y2n y3n . O procedimento para a análise de variância. y 3. ..2. Observações Total Média y1. Cada linha varia de 1 até k e representa o número de tratamentos. por exemplo. . refere-se de maneira ampla a um conjunto de situações experimentais e procedimentos estatísticos para a análise de respostas quantitativas de unidades experimentais (DEVORE.. .. y2. Tratamento (nível) 1 2 3 . Deste modo y32 representa.... . .19 3.... Cada coluna varia de 1 até n e representa o número de repetições por tratamento. y. 2006). .2. ... TABELA 2: Esquema de organização dos dados para análise de variância segundo Montgomery (2005). .. . . Na tabela.1 Análise de variância A análise de variância ou mais resumidamente ANOVA. os insetos observados na placa 2 do tratamento 3. ... . Um determinado tratamento apresenta vários níveis ou doses. .. y. y representa um valor observado.. . y1.

A hipótese de nulidade H0 (equação 3.. . = ∑∑ yij i =1 j =1 k n (3.. k (3. que representa a média geral de todos os experimentos.. é o total de observações de todos os experimentos e y .2) Onde n é o número de placas por tratamento.20 Vamos supor que temos k tratamentos ou k diferentes níveis de um fator que queremos comparar. As equações (3.1) e (3. o valor de n é igual a 5 para todos os experimentos.. representa a média geral de todos os experimentos. Neste trabalho.4) Onde N = k . n i = 1.3) y . que representa o total de observações atribuídas à um tratamento. temos yi . Em geral há n observações sob o i − ésimo tratamento. N (3..3) e (3.. = y. A equações (3.... Em nossa explanação teórica da análise de variância.1) yi. y.2) demonstram os cálculos necessários para a obtenção do valor y i . yi = ∑ yij j =1 n (3. De modo análogo y i . 2.5) mostra que não há diferenças entre as médias observadas em decorrência dos tratamentos aplicados. = yi . A variável-resposta yij de cada um dos k tratamentos é uma variável dependente que representa a j − ésima observação de um tratamento i . y. é a média das observações de todas as repetições atribuídas à um tratamento..n é o número total de observações de todos os experimentos. que é a média de todas as repetições de um tratamento.4) demonstram os cálculos necessários para a obtenção do valor y .

A soma de quadrados é dada por: SQtotal = SQtrat + SQres O quadrado médio dos tratamentos é dado por: (3.7) Para se conhecer a variância S 2 primeiramente precisamos conhecer a média geral y . . Por essa razão o número de graus de liberdade de tratamentos é dado pela expressão (3. como pode ser visto na tabela 3. A variância é dada pela equação (3...8): k −1 (3. o número de graus de liberdade total é dado pela expressão (3. ) 2 i =1 n (3..21 H 0 : μ1 = μ2 = . − y . Por esse motivo. De modo análogo. Neste trabalho k =12. j ) Os graus de liberdade estão relacionados com a variância da amostra em estudo.6) exclui a possibilidade de aceitarmos H0 pois representa a condição de que as médias observadas não são iguais.6) para pelo menos um par (i . isto é.8) Onde k é o número de tratamentos empregados.9): N −1 (3. em decorrência predominantemente dos tratamentos aplicados. podemos dizer que somente n − 1 dos valores de amostras podem variar livremente.7): S 2 = ∑ ( yi .5) A hipótese alternativa Ha (equação 3.10) . = μk (3.. 2000). n − 1 graus de liberdade (LEVINE.9) O número de graus de liberdade do resíduo é dado pela diferença entre o número total de observações de todos os experimentos N e o número de tratamentos k. H a : μi ≠ μ j (3.

.1.12) Quadro da análise de variância A tabela 3 sintetiza os procedimentos matemáticos utilizados na análise dos dados segundo o modelo adotado.. 68. O teste não comprova nenhuma das hipóteses. ) 2 k QM trat QM trat QM res Resíduo Total N −k N −1 SQres = SQtotal − SQtrat SQtotal = ∑∑ ( yij − y . − y .2.22 QM trat = SQtrat k −1 (3. 76 e 83 desta tese.2.2 Teste F Os valores de F estão associados ao número de graus de liberdade do numerador e ao número de graus de liberdade do denominador (VIEIRA.1. SQres N −k (3. ) 2 i =1 j =1 k n QM res 3. 59. Se o resultado do teste for significante. existe evidência contra a hipótese da nulidade H0.11) O quadrado médio do resíduo é dado por: QM res = 3. de que as médias .∑ i =1 ( y i . A tabela 3 reproduz o formato de resposta fornecida na janela OUTPUT (saída) do programa SAS conforme será visto nas páginas 49. 75. TABELA 3: Quadro típico da análise de variância. 1999). Causas de Variação Tratamentos Graus de Liberdade k −1 Soma de Quadrados Quadrado Médio F SQtrat = n.

O valor de F tabelado deve ser consultado em uma tabela de F para os parâmetros α.é o valor da amplitude total estudentizada ao nível de 5% ou de 1% de probabilidade.13) for verdadeira: F > Fα . QM res . Se a inequação (3.2. k −1. 2005). Δ = q. Para proceder ao teste. r .é o quadrado médio do resíduo da análise de variância. O valor de F calculado é dado pela razão entre o quadrado médio dos tratamentos e o quadrado médio do resíduo (MONTGOMERY. k − 1 e N − k . QM res r (3. então se rejeita essa hipótese (VIEIRA. suposto o mesmo para todos os tratamentos (neste trabalho r = 5 ). q .14) que deve haver entre duas médias para que elas possam ser consideradas diferentes a determinado nível de significância (VIEIRA. N −k (3.) ou honestly significante difference (HSD) . 1990).m.23 são iguais.s.13) Então devemos rejeitar H0 e concluir que há diferenças entre a média dos tratamentos. costuma-se primeiro calcular a diferença mínima (equação 3.diferença mínima significante (d. O teste é exato e de uso simples quando o número de repetições é o mesmo para todos os tratamentos (PIMENTEL GOMES. 3.3 Teste de Tukey O teste de Tukey é baseado na amplitude total estudentizada e pode ser utilizado para comparar todo e qualquer contraste entre duas médias de tratamentos. 2006). .é o número de repetições. 2006).14) Onde: Δ .

2 . teste F e teste de Tukey. e ... 3. 20 (3.é a probabilidade de Poisson em função do valor observado y . 2 . UFPR.μ μ y y! (3. 2007 . A probabilidade de Poisson pode ser escrita como: P( y ) = Onde: e.2. μ . não cabendo a distribuição normal que é frequentemente empregada para uma distribuição de probabilidades de dados contínuos. 1997): yij = μ + ti + eij Onde: com i = 1... 1999) sendo necessário introduzir um fator de correção para a análise de variância... ou seja. Foi descoberta por Siméon Denis Poisson (17811840) (WIKIPÉDIA.valor de contagem observado.é a base do logaritmo natural ( e ≅ 2.5 Delineamento experimental e modelo matemático Os delineamentos tratam da forma como as unidades experimentais são arranjadas (VIEIRA.4 Distribuição de Poisson Na teoria da probabilidade e na estatística. a distribuição de Poisson é uma distribuição de probabilidades de dados discretos. O delineamento experimental aplicado na análise dos dados foi considerado um caso particular de experimento inteiramente casualizado (VIEIRA. y . é usada para modelar dados de contagem. A parcela experimental definida foi a seguinte: cinco placas por tratamento com vinte indivíduos em cada placa.71828. 12 e j = 1. 2006)...)..16) . Nesta pesquisa foi utilizada a distribuição de Poisson. O modelo matemático associado ao delineamento aplicado é o seguinte (NOGUEIRA. 2007). pois os experimentos não ocorreram todos no mesmo dia.15) P( y ) .parâmetro experimental (média aritmética das placas para um parâmetro considerado).24 3.2.

etc. . 1999). Placa 2 é a segunda mais próxima até a Placa 5 que é a mais afastada da fonte. ou seja. Porém. . diferenças entre as unidades experimentais.25 yij é a j − ésima observação realizada sob um tratamento i . A análise dos dados foi realizada no pacote estatístico SAS versão 8. ti é o efeito do tratamento no parâmetro em análise e mede o afastamento da média de uma placa μi em relação a μ .2. uma população humana. um teste mental. as placas numeradas de 1 à 5 segue a ordem: Placa 1 é a mais próxima da fonte. erros do experimentador. a fim de verificar possíveis efeitos de um gradiente de distância em relação à fonte. uma população de insetos. um agente físico como a radiação ionizante. eij é o erro aleatório atribuído à causas não controladas pelo pesquisador. etc. certas respostas não permitem essa graduação e são expressas apenas como “ocorridas” ou “não ocorridas”. μ é a média geral (já corrigida) de todos os experimentos.. 3.sas. A medida quantitativa de uma resposta é quase sempre preferida quando praticável. dois componentes devem ser considerados: 1) O estímulo. variações climáticas. (ti = μi − μ ) . 2) O sujeito.6 Análise de Próbites Segundo Finney (1980) muitas pesquisas tem como preocupação a relação entre um estímulo e uma resposta conforme mostrado na figura 11. Nos experimentos com ondas acústicas. Por exemplo um animal.1 cujo guia do usuário está disponível em http://v8doc. uma planta. Em toda situação dose-resposta. O exemplo mais óbvio é a morte.com/sashtml/ (SAS INSTITUTE INC. uma droga. Também denotada por y . Por exemplo uma vitamina.

26 ESTÍMULO Ex. delineia-se uma intensidade específica em unidades de concentração. em geral. Como resultado o sujeito manifesta uma resposta como crescimento. alteração de contagem. peso. tempo ou outra medida apropriada e sob condições ambientais controladas. também chamada de curva sigmoidal conforme ilustra a figura 12 (FINNEY. onde os valores no eixo das ordenadas varia. a ocorrência ou não-ocorrência dependerá da intensidade do estímulo. Trata-se de uma distribuição normal cumulativa.: radiação ionizante RESPOSTA Ex. mudança de cor.: câncer FIGURA 11 – Diagrama ilustrativo de exemplo estímulo .resposta. sinais de esgotamento. FIGURA 12 – Curva característica obtida na análise de regressão de próbites. ou mais usualmente. etc. A curva característica de uma regressão de próbites assemelha-se à letra S. Se a resposta característica é quantitativa. ou seja. de 0 até 1 e no eixo das abscissas tem valores específicos da análise que está sendo feita. . Diferentes estímulos podem ser comparados em termos de magnitudes de respostas que eles produzem. morte. em termos de intensidades necessárias para produzir as mesmas respostas. 1980). O estímulo aplicado ao sujeito é dosado. objeto de estudo da análise de próbites.

À esquerda: vista geral onde se observam cinco repetições por tratamento. a saber. À direita: detalhe de placa onde está ocorrendo emergência de adultos. Material experimental utilizado Os insetos foram criados em dieta artificial e submetidos aos diversos tratamentos em determinado estágio do seu ciclo evolutivo.27 3. O material era enviado em recipientes plásticos com tampa de tecido de voile para as trocas gasosas e encaminhado para a sala climatizada para o desenvolvimento constante e homogêneo das moscas até atingir a fase desejada do ciclo evolutivo quando então eram montadas as placas e aplicados os tratamentos. 3.3. gaiolas ou unidades experimentais. A primeira placa de cada fila é a de número 1 e a última é a de número 5. 1996). A dieta já inoculada com os ovos era proveniente do Instituto Biológico de Campinas.1 Composição da dieta artificial A dieta empregada para o desenvolvimento das larvas de C. FIGURA 13 – Placas. pode ser preparada com base na fórmula especificada na tabela 4 abaixo (RAGA. pupas jovens de dois à três dias de idade. capitata. .3.

capitata.00 g 12. 6 . Ingrediente Açúcar mascavo Levedo de Cerveja Leite em pó Nipagin Tetraciclina Cenoura crua ralada Bagacilho de cana Ácido benzóico Ácido clorídrico Quantidade 40.00 g 25. Esquema da montagem experimental para os tratamentos com ondas acústicas 5 6 4 1 2 3 FIGURA 14 .25 g 25. 2 . 3 . Experimentos com ondas acústicas 3.Diagrama esquemático da montagem experimental para o tratamento sonicação em que: 1.25 g 0.4.decibelímetro .placas (unidades experimentais) .28 TABELA 4 – Composição da dieta artificial para o desenvolvimento das larvas de C.fonte acústica .4. 3. 4 .00 g 195 ml 5 ml A proporção na dieta de C.osciloscópio .50 g 1.tubo acústico .00 g 10. 5 .gerador de áudio . capitata é de aproximadamente 4000 ovos / kg de dieta.1.

má formação. cuja principal finalidade foi a organização dos dados. Ao serem abertas. C. 1 kHz . 10 kHz . cada indivíduo nelas contidas. D. 15 kHz . Os entomogramas também evitaram a perda de contagem ou contagem dupla de um mesmo indivíduo como aconteceu nos experimentos-piloto. 20 kHz e o controle. 40 Hz . 80 Hz . 2 kHz .4. FIGURA 15 – Entomograma controle.2 Aplicação dos tratamentos A montagem experimental foi realizada conforme o diagrama da figura 14.emergência de adulto perfeito. 20 Hz .morte prematura. O tempo de exposição do material ao campo acústico foi padronizado em 2 horas para todos os experimentos incluindo aqueles interativos com os raios gama.29 3. 60 Hz . . As freqüências acústicas aplicadas foram de 5 Hz . 10 Hz . mostrados nas figuras 15 à 25.sexo. foi observado na lupa estereoscópica e classificado segundo os parâmetros: A. B. As placas foram analisadas criteriosamente. Montou-se então os entomogramas.

. FIGURA 17 – Entomograma do tratamento acústico de 10 Hz.30 Figura 16 – Entomograma do tratamento acústico de 5 Hz.

FIGURA 19 – Entomograma do tratamento acústico de 40 Hz. .31 FIGURA 18 – Entomograma do tratamento acústico de 20Hz.

FIGURA 21 – Entomograma do tratamento acústico de 80 Hz.32 FIGURA 20 – Entomograma do tratamento acústico de 60Hz. .

33

FIGURA 22 – Entomograma do tratamento acústico de 2 kHz.

FIGURA 23 – Entomograma do tratamento acústico de 10 kHz.

34

FIGURA 24 – Entomograma do tratamento acústico de 15 kHz.

FIGURA 25 – Entomograma do tratamento acústico de 20 kHz.

35

A partir de uma coleção de entomogramas, foram extraídos os dados numéricos para as contagens de cada parâmetro analisado.

3.4.3. Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a análise de variância do principal parâmetro desta pesquisa, que é a “emergência de adultos perfeitos”. Tal parâmetro foi considerado o principal por ser o mais informativo de todos e que forneceu a maior quantidade de dados. Nos entomogramas das figuras 15 até 25 correspondem aos indivíduos identificados pelos números 1 e 9. Essa numeração é uma escala arbitrária classificatória do estado dos insetos observados nas placas após a metamorfose completa ocorrida na sala climatizada. Os resultados encontram-se na seção 4.1.1. , página 48.
DATA ceratitis; INPUT dose adultos;OUTPUT; DATALINES; 1 16.078 /*CONTROLE GERAL*/ 1 15.619 1 15.914 1 15.985 1 16.404 2 16.432 /*FREQUENCIA ACUSTICA 2 17.297 2 15.568 2 12.108 2 8.649 3 15.827 /*FREQUENCIA ACUSTICA 3 15.827 3 15.827 3 14.994 3 16.660 4 12.304 /*FREQUENCIA ACUSTICA 4 13.842 4 16.918 4 23.070 4 16.918 5 21.060 /*FREQUENCIA ACUSTICA 5 19.656 5 18.252 5 22.464 5 21.060 6 18.536 /*FREQUENCIA ACUSTICA 6 15.345 6 16.685 6 17.241

DE 5 Hz*/

DE 10 Hz*/

DE 20 Hz*/

DE 40 Hz*/

DE 60 Hz*/

VBAR adultos. RUN. RUN.544 11 17. VAR adultos. PROC PLOT DATA=ceratitis.271 10 14. /*PROCEDIMENTO PARA MODELOS LINEARES*/ PROC GLM. PLOT adultos*dose="*". MODEL adultos=dose/ss3.215 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 15 kHz*/ 11 15.203 12 15.36 6 18.891 9 17. RUN. PROC UNIVARIATE DATA=ceratitis PLOT NORMAL.891 10 12.568 8 15.808 8 10. RUN.224 9 16. PROC CHART.808 9 17.796 8 15. RUN. /*TESTE DE TUKEY*/ MEANS dose/TUKEY.703 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 80 Hz*/ 7 16.190 12 18.190 11 18. RUN.432 7 15. PROC MEANS MEAN VAR STD STDERR LCLM UCLM. MEANS dose.215 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 kHz*/ 12 16.012 7 14.432 7 16.808 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 1 kHz*/ 8 15.228 12 17. VAR adultos.780 9 14. VAR adultos. RUN.568 7 15. CLASS dose.271 10 14. .228 11 16. OUTPUT OUT=saida MEAN=media STD=dpadrao.868 8 16. HBAR adultos.544 10 17. PROC MEANS. RUN.726 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 kHz*/ 10 17.190 12 17.203 11 15. PROC PRINT DATA=saida.215 .780 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 2 kHz*/ 9 16.

827 15.215 3. END. observed=response/N. RETURN. END.20. Os resultados encontram-se na seção 4.808 10.1.4. END. eof:do dose=0 to 11 by 0. DATA a.780 16. OUTPUT. INPUT dose N response.780 14. MEANS dose/TUKEY.918 23.1.37 3.432 17.108 15.4.656 18.4.241 14. RUN.726 17.078 15. .070 21.3.703 16.891 17.568 15.914 15.304 13. OUTPUT.215 15.228 . INPUT adultos@@.345 16.404 8.827 14.271 14. .536 15.544 17. DATALINES. DO rep = 1 TO 5.827 15.796 17.432 16.2.649 16.918 21.685 17.228 16. 16.297 15.891 14.432 15.568 15.252 22.660 16.203 17. 16.271 17. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”. página 61.808 15.190 17.012 15.842 16. DO dose = 1 TO 12. Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação do teste de Tukey.190 18.464 18. INFILE cards eof=eof.5.190 18. . OUTPUT. Os resultados encontram-se na seção 4.994 12. MODEL adultos=dose/ss3.808 16.985 16.060 18.060 19.868 16.215 16.619 15.568 12. Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação da análise de próbites para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos”. página 59.544 15. DATA ceratitis. PROC GLM.203 15.224 12. DATALINES. CLASS dose.

808 10.568 15.224 16.891 12.304 13.808 17.228 16.536 15.228 17.780 16.38 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 6 6 6 6 6 7 7 7 7 7 8 8 8 8 8 9 9 9 9 9 10 10 10 10 10 11 11 11 11 11 .190 18.060 19.252 22.918 21.808 15.610 15.796 15.827 14.827 15.432 16.544 17.703 16.215 15.070 16.432 17.108 8.985 16.404 16.203 15.544 17.685 17.271 14.432 15.640 15.656 18. 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 16.914 15.271 14.060 18.464 21.568 12.780 14.660 12.190 18.994 16.190 17.891 17.842 16.215 16.726 17.215 .241 18.868 16.297 15.827 15.078 15.012 14.568 15.918 23.345 16.203 15.

TITLE 'PLOTAGEM DAS PROBABILIDADES'.452 5 0. Os resultados encontram-se na seção 4.250 5 2. Nos entomogramas das figuras 15 até 25 correspondem aos indivíduos identificados pelos números 2 e 3. INPUT dose adultos. 1 2.000 3 0.6.286 2 10. RUN.419 DE 5 Hz*/ DE 10 Hz*/ DE 20 Hz*/ DE 40 Hz*/ . MODEL response/N=dose / lackfit inversecl itprint.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA 2 0. PLOT observed*dose prob*dose / OVERLAY FRAME CFRAME=ligr VAXIS=axis1 HAXIS=axis2 LEGEND=legend1.500 3 7.671 /*CONTROLE GERAL*/ 1 2.419 5 1. MODEL response/N=dose / d=logistic inversecl. OUTPUT out=B p=prob std=std xbeta=xbeta.1. AXIS1 MINOR=none COLOR=black LABEL=(angle=90 ROTATE=0). página 67.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA 3 7.500 3 15.066 1 3.714 3 0.419 /*FREQUENCIA ACUSTICA 5 2. RUN.375 /*FREQUENCIA ACUSTICA 4 3. AXIS2 MINOR=none COLOR=black.172 2 0.968 5 2.750 4 1.4.750 4 0.4 . PROC GPLOT. LEGEND1 LABEL=none FRAME CFRAME=ligr CBORDER=black POSITION=center VALUE=(justifv=center).870 1 3.OUTPUT. DATA ceratitis.222 1 3. Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “morte prematura” O programa a seguir foi desenvolvido para a análise de variância dos dados para o parâmetro “morte prematura”.000 2 4. 3.000 4 3. TITLE 'SAIDA DA ANALISE DE PROBITES'.286 2 4.125 4 2.39 PROC PROBIT log10. DATALINES.

000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 1 kHz*/ 8 1.250 8 5.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 2 kHz*/ 9 5.000 8 3.143 10 4. MODEL adultos=dose/ss3. RUN. /*TESTE DE TUKEY*/ . OUTPUT OUT=saida MEAN=media STD=dpadrao.308 12 3. RUN.000 9 0.932 6 3. PLOT adultos*dose="*".769 12 2.615 11 2.143 7 4. RUN. PROC PRINT DATA=saida.000 9 5. MEANS dose.000 8 0. PROC PLOT DATA=ceratitis. VAR adultos.428 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 kHz*/ 10 2.857 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 60 Hz*/ 6 1.461 . RUN.308 11 3.286 11 3.40 6 0. PROC MEANS MEAN VAR STD STDERR LCLM UCLM.143 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 80 Hz*/ 7 2. PROC UNIVARIATE DATA=ceratitis PLOT NORMAL. RUN.316 7 2.000 9 20.750 9 0.461 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 15 kHz*/ 11 4.292 6 1.462 11 4. PROC CHART.143 7 2. RUN. PROC MEANS. /*PROCEDIMENTO PARA MODELOS LINEARES*/ PROC GLM.615 12 5. HBAR adultos.000 10 6. RUN.615 12 2.000 10 4.863 6 2. VAR adultos. VAR adultos.286 10 0.308 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 kHz*/ 12 4. VBAR adultos.286 8 5.286 7 4. CLASS dose.

3. RUN. 2.286 0. MEANS dose/TUKEY.4.066 3. DO dose = 1 TO 12.750 0.000 1.143 2. PROC GLM.308 3.000 3. CLASS dose.615 2.500 7.316 2.125 2. DATA ceratitis.000 3. INPUT adultos@@.000 20.308 3. página 76.286 10. página 74.419 0.143 4.7. OUTPUT.4.6.000 4.000 4.172 0. MODEL adultos=dose/ss3.968 2.41 MEANS dose/TUKEY.5 .000 0.615 5.00 5. END.00 0.1.500 15.419 2.143 4.143 2.308 4.428 2.375 3. DO rep = 1 TO 5.000 6.286 4.462 4.863 2.671 2.286 4. Os resultados encontram-se na seção 4.857 1. .000 5.419 1. Sintaxe de programação no SAS da análise de variância do parâmetro “má formação” O programa a seguir foi desenvolvido para a análise de variância dos dados para o parâmetro “má formação”.714 0.286 3.870 3.222 3. RUN. Os resultados encontram-se na seção 4.8.615 2.750 0.000 0.461 4.000 0. END.292 1.750 1.286 5. Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “morte prematura” O programa a seguir foi desenvolvido para aplicação do teste de Tukey dos dados para o parâmetro “morte prematura”.452 0.250 5.461 . DATALINES.000 7. 3.769 2.1.250 2. Nos entomogramas das figuras 10 até 25 correspondem aos indivíduos identificados pelos números 5 e 8.932 3.

071 9 0.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 2 kHz*/ 9 0.OUTPUT.000 7 0.003 1 1. INPUT dose adultos.304 1 2.500 5 1.071 10 2.000 6 0.000 3 0. DATALINES.783 7 1.544 6 0.118 /*CONTROLE GERAL*/ 1 2.214 8 1.563 4 1.000 11 0.938 12 0.938 11 0.000 2 0.143 10 1.003 1 1.750 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 Hz*/ 3 0.000 3 0.214 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 10 kHz*/ 10 0.000 2 3.000 3 0.42 DATA ceratitis.587 6 0.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 40 Hz*/ 5 0.783 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 60 Hz*/ 6 2.357 8 3.000 8 0.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 1 kHz*/ 8 3.000 7 0.000 7 0.750 3 3.000 4 2.000 9 0.625 5 2.938 11 0.000 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 15 kHz*/ 11 0.000 9 0.000 2 3.214 8 5.000 10 3.938 4 6.250 5 0.875 4 2.813 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 Hz*/ 4 0.000 9 0.000 10 2. 1 1.071 2 0.938 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 20 kHz*/ .500 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 80 Hz*/ 7 0.813 5 0.978 6 0.143 11 0.750 /*FREQUENCIA ACUSTICA DE 5 Hz*/ 2 0.

750 0. Sintaxe de programação no SAS do teste de Tukey para o parâmetro “má formação” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação do teste de Tukey dos dados para o parâmetro “má formação”. INPUT adultos@@.43 12 0.304 2.000 2. DO rep = 1 TO 5.000 12 0. OUTPUT.9.563 1. PROC UNIVARIATE DATA=ceratitis PLOT NORMAL. RUN.813 0. 1. PROC MEANS MEAN VAR STD STDERR LCLM UCLM. Os resultados encontram-se na seção 4.000 0.587 0.500 0.783 2. /*TESTE DE TUKEY*/ MEANS dose/TUKEY. PROC PRINT DATA=saida.544 0.625 2. RUN. RUN. VAR adultos.000 0. página 83. END.500 1. VAR adultos. DATALINES.813 0. RUN.938 6. PROC PLOT DATA=ceratitis. RUN. PROC CHART.750 0.000 0. END. MEANS dose.4. DO dose = 1 TO 12.000 .875 2. VBAR adultos.000 0.118 2.000 .003 1. VAR adultos. 3. RUN.978 0. OUTPUT OUT=saida MEAN=media STD=dpadrao.000 0. PLOT adultos*dose="*". RUN.000 0. MODEL adultos=dose/ss3.783 1.000 3. CLASS dose.7.000 0.000 3.1.003 1.250 0.000 0. /*PROCEDIMENTO PARA MODELOS LINEARES*/ PROC GLM.000 0. HBAR adultos.750 3.000 12 0.071 0. DATA ceratitis.000 12 0. RUN. PROC MEANS.

Os resultados em termos percentuais foram organizados na tabela 5 e geraram o gráfico da figura 40.938 0.4 % 43 % 55.000 0.000 0.55 % 36 % 43 % 47 % 45 % 48.000 3.000 3. TABELA 5 .55 % 15 % 3% 8% 7% 6.000 2.5 % indefinidos 8. 1. CLASS dose.44 0.000 .143 1.357 3.Porcentagem de machos e fêmeas observados nos experimentos de sonicação.000 3.938 0. para melhor visualização.000 0. 2002).000 0. RUN.143 0.938 0. na fronte e entre os olhos.4.89 % 49 % 54 % 45 % 48 % 45..2 % 6% 9.10 Análise do parâmetro “sexo” Distingue-se facilmente o macho da fêmea.8 % 56 % 52 % 41 % 53.071 0.000 0. Tratamento controle 5 Hz 10 Hz 20 Hz 40 Hz 60 Hz 80 Hz 1 kHz 2 kHz 10 kHz 15 kHz 20 kHz machos 42.214 0.000 2.2 % 4% 4% 8% 4% . MODEL adultos=dose/ss3.071 0.214 0. na página 85. PROC GLM.000 0. pois aquele possui. MEANS dose/TUKEY.938 0. dois apêndices filiformes terminados em forma de espátula (GALLO et al.000 0.4 % 51 % 35 % 40 % 44 % 51 % 43 % fêmeas 48.214 5.

Experimentos com raios gama Os efeitos deletérios das radiações ionizantes sobre os seres vivos já são amplamente conhecidos.287 2 20 13. OUTPUT.637 1 20 12.619 0 20 15. Sintaxe de programação no SAS da análise de próbites do parâmetro “emergência de adultos perfeitos” O programa a seguir foi desenvolvido para a aplicação da análise de próbites para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” nos experimentos com radiação ionizante. conforme já explicado na introdução.078 /* CONTROLE GERAL */ 0 20 15.5. acidentes nucleares e a II guerra mundial com todas as suas conseqüências.404 1 20 14.5 Gray */ 2 20 15.20. que fornecerá a melhor base de comparação. eof:do dose=0 to 11 by 0. INPUT dose N response.447 /* 7. INFILE cards eof=eof. 0 20 16. DATA a.755 .867 2 20 13. página 85. RETURN. Os resultados encontram-se na seção 4.441 2 20 15.842 2 20 13.437 /* 5 Gray */ 1 20 9. END.020 1 20 12. que ocorreram ao longo do século XX.5.1.914 0 20 15. observed=response/N. através de dados de experimentos intencionais.2 . OUTPUT.985 0 20 16. Porém é o gráfico da figura 41.45 3. a radiação ionizante não representa o principal tratamento em estudo mas sua importância está em dois aspectos: fornecer dados para comparação com os tratamentos acústicos e permitir a verificação da ocorrência ou nãoocorrência de efeitos de interação entre tratamentos. DATALINES. 3. página 91.228 1 20 11. Neste trabalho.

852 4 20 7.000 9 20 0.000 8 20 0.055 3 20 14.000 /* 15 Gray */ 5 20 0. MODEL response/N=dose / lackfit inversecl itprint.46 3 20 13.000 7 20 0. AXIS2 MINOR=none COLOR=black.000 6 20 0. TITLE 'PLOTAGEM DAS PROBABILIDADES'.000 7 20 0.000 /* 100 Gray */ 7 20 0. RUN.000 /* 200 Gray */ 9 20 0.573 3 20 10.6.266 4 20 10.000 9 20 0. MODEL response/N=dose / d=logistic inversecl. PROC GPLOT.000 6 20 0. AXIS1 MINOR=none COLOR=black LABEL=(angle=90 ROTATE=0).000 9 20 0.000 9 20 0.000 5 20 0. PROC PROBIT log10.000 7 20 0. RUN.000 8 20 0. Este fato motiva as seguintes perguntas: Há interações entre os tratamentos ? Podem as ondas acústicas potencializar os . 3.000 .000 8 20 0.901 4 20 7.000 5 20 0.901 4 20 13.000 6 20 0.864 /* 12.000 7 20 0.160 /* 10 Gray */ 3 20 15. OUTPUT out=B p=prob std=std xbeta=xbeta.000 8 20 0.000 /* 50 Gray */ 6 20 0.561 3 20 16.5 Gray */ 4 20 11.000 5 20 0. PLOT observed*dose prob*dose / OVERLAY FRAME CFRAME=ligr VAXIS=axis1 HAXIS=axis2 LEGEND=legend1. Experimentos de Interação: ondas acústicas e raios gama Tanto no tratamento irradiação como na sonicação temos energia depositada em tecidos biológicos.827 5 20 0. TITLE 'SAIDA DA ANALISE DE PROBITES'.000 6 20 0. LEGEND1 LABEL=none FRAME CFRAME=ligr CBORDER=black POSITION=center VALUE=(justifv=center).000 /* 150 Gray */ 8 20 0.

por essa razão. . a sonicação foi padronizado em 1 hora para todos os experimentos. além do controle que não recebeu radiação. Tratamentos combinados (radiação_tempo_sonicação) envolveram o transporte do material após a irradiação. por algum mecanismo ainda desconhecido? As doses de radiação ionizante empregadas foram de 5.5 Gy. A figura 26 mostra o entomograma de tratamentos interativos: radiação ionizante e ondas acústicas. do IPEN ao Instituto Biológico. O tempo entre a irradiação e FIGURA 26 – Entomograma de tratamentos interativos:10 Gy e 1kHz.0 Gy . O tempo. 10 Gy e 12. A análise gráfica de dados consegue fornecer tendências importantes sobre possíveis efeitos de interação entre tratamentos.5 Gy . 7. não entrará na análise estatística como um terceiro tratamento. embora implicitamente ele seja fundamental.47 efeitos deletérios das radiações ionizantes ? Podem as ondas acústicas atenuar os efeitos deletérios das radiações ionizantes.

as freqüências acústicas designadas aqui como “dose”. RESULTADOS E DISCUSSÕES 4. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 O programa SAS oferece uma fonte tipográfica chamada SAS monospace que foi utilizada para formatação de palavras do programa a fim de distingui-las e destacá-las ao longo do texto das discussões dos resultados. August 12. . Class Level Information fornece informações à respeito das variáveis indicadas como classificatórias no comando CLASS. Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 15:43 Tuesday.1. ou seja. nesta etapa do experimento igual a 60. 1. Number of observations permite contar o número total de observações realizadas. Experimentos com ondas acústicas 4.48 4.1. The GLM Procedure representa a indicação do procedimento que gerou o resultado.

As conclusões finais são tomadas com base na relação entre o efeito das doses e do erro experimental.3147823 = 12.49 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 137. 4831620 11 F Value ou valor F calculado é dado pela razão entre os quadrados médios de doses (tratamentos) e do resíduo conforme apresentado na tabela 3 na página 22.4831620 4.1335110 F Value 3.0039 Dependent Variable:adultos fornece a variável resposta ou variável dependente obtida no experimento. neste caso 11.44323 Root MSE 2. .0039 R-Square 0. Error representa a linha do quadro de análise de variância onde é computado o erro experimental.7233119 15:43 Tuesday. a qual deve refletir as diferenças entre os níveis da variável independente.4831620 F Value 3.033104 adultos Mean 16. Mean Square é o quadrado médio calculado pela razão entre Type III SS e DF . DF representa os graus de liberdade para as doses utilizadas. a existência de efeito entre os tratamentos. August 12.3147823 Mean Square 12. Model é a linha do quadro de análise de variância que mede o efeito de todos os componentes do modelo. Source (dose) são as linhas do quadro de análise de variância que testam. através do teste F.02 Pr > F 0. neste caso as freqüências acústicas.3147823 198.02 Pr > F 0. O erro também é denominado resíduo.409012 Coeff Var 12.33903 Source dose DF 11 Type III SS 137. a saber: Mean Square = 137.4085296 335. 2007 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 12.

02) é maior do que o F tabelado (também denominado valor crítico de F).97066504 1. podemos rejeitar a hipótese de nulidade H0.596 no nível de significância de 1% [ou 0.01] (STOCKBURGER.23951793 0.4052000 16.60080630 1.0108000 15.15451535 .05 e 0. de que as médias dos tratamentos acústicos são iguais. havendo portanto evidências contra essa hipótese nos níveis de significância considerados de 5% e 1% para a variável “emergência de adultos perfeitos”.58663278 0.7132000 15.01).4984000 17. Como o valor de F calculado (Fcalc = 3.46077606 1.1335110 Pr > F fornece o nível de significância para rejeição da hipótese de nulidade H0.0176000 16.28376134 3.12688706 1. a hipótese de nulidade deve ser rejeitada. Opta-se então por Ha.58901995 4.968 no nível de significância de 5% [ou 0.8102000 0. 4831620 ≅ 3. Como o valor calculado pelo SAS é 0.32029190 1. encontramos o valor de F de 1.1638000 15.0039 que é menor do que os níveis previamente definidos de α (0.50 F value = 12.72323288 2.35881767 1. 2007 3 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 -----------adultos----------Mean Std Dev 16.2712000 16. Na tabela de F para 11 graus de liberdade dos tratamentos (numerador) e 48 graus de liberdade do resíduo (denominador).7406000 15. August 12.6104000 20.0000000 14.8270000 16.02 4. Type III SS é a soma de quadrados indicado para a análise de experimentos desbalanceados. 2007).05] e encontramos o valor de F de 2. The SAS System The GLM Procedure Level of dose 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 15:43 Tuesday.

variância.3390333 5.75 21. erro padrão e intervalo de confiança dos dados analisados. . apresentando média. August 12.25 23.3079563 15.25 13. desvio padrão. 2007 5 35 30 25 20 15 10 5 ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ˆ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ***** ***** Šƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 8. August 12.51 The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos 15:43 Tuesday.75 16.75 11. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas.3854194 0.25 18.9552525 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ O programa SAS realiza a estatística descritiva básica. 2007 4 Lower 95% Upper 95% Mean Variance Std Dev Std Error CL for Mean CL for Mean ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 16.75 adultos Midpoint FIGURA 27 – Gráfico do tipo histograma gerado automaticamente pelo programa SAS.7228142 16.6902256 2. The SAS System Frequency 15:43 Tuesday.

onde se verifica que 61. August 12. Podemos imaginar uma linha que passa pelo topo de todas as colunas desenhando uma curva simétrica.25.67 FIGURA 28 – Gráfico do tipo barras gerado automaticamente pelo programa SAS. valor mais freqüente observado na coleção de dados. Percent 1. Trata-se da moda. ou seja. The SAS System adultos Midpoint 8.75 ‚ ‚* ‚ ‚*** ‚ ‚******* ‚ ‚************************************* ‚ ‚******** ‚ ‚*** ‚ ‚* ‚ Šƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒ 5 10 15 20 25 30 35 Frequency 15:43 Tuesday.33 80. ou seja.33 98. 1977).33 100. com achatamento menor do que aquele verificado em uma distribuição normal (NETO.00 6 Freq 1 3 7 37 8 3 1 Percent 1. introduz na seqüência os valores em termos percentuais.33 5.00 11.25 18. Embora seja repetitivo com o gráfico anterior nesse aspecto. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas e as respectivas porcentagens e freqüências acumuladas.67 6.52 O gráfico da figura 27 mostra a distribuição de freqüências e dá o destaque para a média geral das placas de todos os tratamentos para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” incluindo os controles e não para um tratamento específico. Isto reflete a adequação do modelo matemático empregado para a análise dos dados.67 13. 2007 Cum.67 18.75 11.25 13.25 23.67 % de todas as placas estão próximos à média geral. No gráfico da figura 28 de adults Midpoint versus Frequency verificamos a linha horizontal em destaque em frente ao valor 16.67 61.75 21.00 1.67 5. Freq 1 4 11 48 56 59 60 Cum.75 16.00 93. levemente leptocúrtica. .

3390 15:43 Tuesday. August 12. 2007 dpadrao 2. Symbol used is '*'.0700000 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ The SAS System Obs 1 _TYPE_ 0 _FREQ_ 60 media 16.38542 8 The SAS System 15:43 Tuesday. 2007 7 N Mean Std Dev Minimum Maximum ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 60 16.3854194 8. . adultos ‚ 24 ˆ ‚ ‚ * ‚ ‚ * 22 ˆ ‚ ‚ * ‚ ‚ 20 ˆ ‚ * ‚ ‚ ‚ * * * * 18 ˆ * ‚ * ‚ * * * * * ‚ * * * * * ‚* * * * * 16 ˆ* * * ‚* * * ‚ * * * ‚ * * ‚ * * 14 ˆ * ‚ ‚ ‚ * ‚ * 12 ˆ * ‚ ‚ ‚ * ‚ 10 ˆ ‚ ‚ ‚ * ‚ 8 ˆ ‚ Šˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒƒˆ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 dose FIGURA 29 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS.3390333 2. August 12.53 The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos 15:43 Tuesday. August 12. 2007 9 Plot of adultos*dose. onde se observam as flutuações acima e abaixo da média.6490000 23.

logo de imediato observamos um ponto de dispersão.5639 14. A maioria das barras corta a linha horizontal da média. Ocorrem também pontos de dispersão.58165442 335. como por exemplo. cujas características são o afastamento da média e o isolamento dos demais pontos do conjunto ao qual pertencem. Unindo-se verticalmente os asteriscos correspondentes para cada dose. que correspondem respectivamente aos tratamentos 40 Hz e 60 Hz. o primeiro ponto superior e da dose 6 o primeiro ponto inferior. uma placa e apenas ela. temos a maior concentração de pontos acima da média. The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Moments N Mean Std Deviation Skewness Uncorrected SS Coeff Variation 60 16. podemos dividir o conjunto de dados em dois grupos: contagens de insetos acima da média dos controles e abaixo da média dos controles. Também podemos observar pontos dispersos na linha vertical imaginária que parte da dose 4.54 No gráfico da figura 29. Esses pontos de dispersão podem ser ignorados pois a causa que os produz é relacionada à variações do acaso.38541938 -0. porém para as dose 5 e 6. August 12.723312 0. Podemos verificar que para a dose 5 (tratamento de 40 Hz) e dose 6 (tratamento de 60 Hz). desenham-se barras que oscilam para cima e para baixo na direção y.342 5. partindo do número 16 do eixo y. Esse resultado é observado várias vezes nessa pesquisa. Na linha vertical que parte da dose 2 no eixo x.5995135 15:43 Tuesday.0377894 16353. porém em outras abordagens de análise. Esta análise pictórica dos dados exibe um efeito estimulador dos tratamentos 40 Hz e 60 Hz sobre a “emergência de adultos perfeitos” em relação ao controle. 2007 10 Sum Weights Sum Observations Variance Kurtosis Corrected SS Std Error Mean 60 980. que fungou alterando as contagens. podemos verificar uma oscilação positiva. teremos a barra que corta o eixo x.69022563 2. no entanto não importa as razões casuais que fizeram tal fato tornarse único nas várias placas em observação.30795632 . imaginando-se uma linha horizontal paralela ao eixo x. Ignorando-o e unindo verticalmente os quatro pontos restantes.3390333 2.

0001 <. mede a assimetria da curva. que é uma medida do achatamento da distribuição dos dados.42100 1.0700 23. O termo curtose foi introduzido por Karl Pearson em 1906.33903 16.1957).1957).0700 21. ou seja. Os dados geraram um coeficiente de assimetria igual a -0. indicando uma assimetria muito pequena para a esquerda.79950 NOTE: The mode displayed is the smallest of 6 modes with a count of 3.0100 <0. BUCKLAND .03779. Isto indica uma curva de distribuição levemente platicúrtica.55 Basic Statistical Measures Location Mean Median Mode 16. ou seja. levemente achatada. O valor obtido de uma distribuição rigorosamente simétrica é zero (KENDALL .928962 0.19000 Variability Std Deviation Variance Range Interquartile Range 2.656452 -----p Value-----Pr Pr Pr Pr < > > > W D W-Sq A-Sq 0.0001 Tests for Normality Test Shapiro-Wilk Kolmogorov-Smirnov Cramer-von Mises Anderson-Darling --Statistic--W D W-Sq A-Sq 0. Skewness mede a tendência de que os desvios sejam maiores em uma direção em relação à outra.30350 15.0050 Quantiles (Definition 5) Quantile 100% Max 99% 95% Estimate 23. representa a curtose (em português).38542 5. .0018 <0.0050 <0.69023 14.0001 <.582. BUCKLAND .0600 O coeficiente denominado Kurtosis no trecho de programa exibido anteriormente.143992 0. O valor de curtose de uma distribuição rigorosamente normal é 3 (KENDALL .288025 1.05633 30 915 -----p Value-----Pr > |t| Pr >= |M| Pr >= |S| <. O valor obtido no experimento é 2. Tests for Location: Mu0=0 Test Student's t Sign Signed Rank -Statistict M S 53. que não compromete o modelo utilizado na análise dos dados.

2007 11 O quantil (Quantile) mais utilizado é o de 50%. .6490 15:43 Tuesday.4565.656 21.3035 indivíduos e que o restante é maior.3940 17.304 12.2560 16. Extreme Observations -----Lowest----Value 8. O quantil 1 (Q1) indica que apenas 25% dos valores são menores que 15.108 12.464 23. August 12. O quantil 3 (Q3) indica que 75% dos valores são menores que 17.2060 8.3035 15.649 10.060 22.4565 14. valor mais frequente na amostra.6490 8. também conhecido como mediana.726 Obs 10 38 9 16 46 -----Highest---Value 19.070 Obs 22 21 25 24 19 Os extremos (Extreme Observations) são especialmente úteis na busca de valores digitados de maneira incorreta ou fora dos padrões esperados para a variável em estudo. The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Quantiles (Definition 5) Quantile 90% 75% Q3 50% Median 25% Q1 10% 5% 1% 0% Min Estimate 18.56 Mode é a moda.2560 e 25% dos dados da amostra são maiores que este valor.0330 12.868 12.060 21. O valor correspondente a 50% Median indica que 50% da população é menor que 16. Não inclui os valores médios mais representativos do conjunto de dados.

Na coluna à direita do diagrama de ramo e folhas. • Extensão da simetria na distribuição de valores. quando nos movemos para baixo e então declina. Um diagrama de ramo e folhas transmite informação sobre os seguintes aspectos dos dados (DEVORE. ou seja. • Número e localização dos picos. que corresponde a média geral dos controles.57 Stem 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 Leaf 1 5 11 7 02235 222233388 012244447789999 0222366668888889 2557 8 137 9 6 ----+----+----+----+ # 1 1 2 1 5 9 15 16 4 1 3 1 1 Boxplot * 0 0 | | +-----+ *--+--* +-----+ | | 0 0 * Um gráfico de ramo e folhas. 1997). O diagrama sugere que um valor típico ou representativo está na linha do ramo 15. Há lacunas nos ramos 20. de caixa e de probabilidade normal são técnicas de análise exploratória de dados (DIAS. 11 e 9. pontos fora da curva).como aconteceria se houvessem valores discrepantes. O diagrama cresce para dois picos nos ramos 16 e 15. 2006): • Indicação de um valor típico ou representativo. • Extensão da dispersão ao redor do valor típico. • Presença de valores fora da curva. Por último. não há observações distantes da parte principal dos dados (sem outliers. abaixo do símbolo # está representado o número de vezes que o valor do ramo aparece no conjunto de . No diagrama de ramos e folhas (Stem Leaf) busca-se uma representação visual informativa do conjunto de dados analisados. Seu formato não é perfeitamente simétrico. mas o pico está centralizado na região dos ramos 15 e 16. • Presença de lacunas nos dados.

5+ ****+++ | *+++ | +**+* 11. observações que normalmente estão distantes da maior parte dos dados. a linha tracejada inferior a essa com uma cruzeta (+) no meio. no entanto. em frente ao ramo 16 contém a mediana dos dados e a linha horizontal tracejada mais inferior na frente do ramo 15 indica o quartil 1 (Q1). 2006). The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Normal Probability Plot 23. 2007 12 FIGURA 30 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS. (3) a extensão e a natureza de qualquer desvio em relação à simetria e (4) a identificação de outliers. .5+ ++++ | ++*+ | +++**** 17. onde se observam a normalidade (+) e a dispersão dos dados (*). quarto inferior. (2) dispersão.5+ ++***** | ****** | ********* 14. possivelmente ocultando importantes informações sobre o mecanismo gerador dos dados.5+ * | * ++ | ** ++++ 20. O Boxplot é usado para descrever as características mais proeminentes de conjuntos de dados. logo à frente do ramo 17 indica que ele contém o quartil 3 (Q3). Um diagrama de ramo e folhas não mostra. Essas características incluem (1) centro. A cruzeta (+) na linha da mediana indica o posicionamento da média da amostra.5+ ++++ |+++ * | 8.5+ * +----+----+----+----+----+----+----+----+----+----+ -2 -1 0 +1 +2 15:43 Tuesday. Trata-se portanto da freqüência de cada dado no grande conjunto deles. Os diagramas de caule e folha conduzem a impressões gerais sobre um conjunto de dados. mediana. August 12. O Boxplot tem base no seguinte resumo de números: menor valor observado. quarto superior e maior valor observado (DEVORE. a ordem em que as observações foram obtidas. A linha horizontal tracejada do Boxplot. o valor 17 apareceu 9 vezes.58 dados. Por exemplo.

02 Pr > F 0. Podemos observar a normalidade dos dados pela “nuvem” de pontos dos dois tipos que se agrupam ao longo de uma reta média crescente.02 Pr > F 0.2.0039 R-Square 0.4831620 F Value 3.33903 Source dose DF 11 Type III SS 137.59 O gráfico da figura 30 mostra a dispersão dos dados (*) em relação à uma linha que representa a distribuição normal padrão (+). 2007 8 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 12. 4.3147823 198. August 12.409012 Coeff Var 12. 2007 7 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 137.3147823 Mean Square 12.0039 .4085296 335.1335110 F Value 3. August 12.033104 adultos Mean 16.4831620 4. Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 21:08 Tuesday.44323 Root MSE 2.7233119 21:08 Tuesday.1.

713 16. Os tratamentos com letras iguais A. os tratamentos alocados em A diferem significativamente dos alocados em B.827 15.60 The SAS System The GLM Procedure 21:08 Tuesday. No entanto diferem de uma letra para outra.018 14.164 16.000 15.741 15.4153 Means with the same letter are not significantly different. em dois grupos distintos A e B cujas diferenças são significativas ao nível de 5% pois Fcalc > Ftab. que em geral as baixas freqüências. duas a duas. classificando-as. O valor de F calculado é 3.271 15. 2007).02. com exceção de .810 16.05 Error Degrees of Freedom 48 Error Mean Square 4. Tukey Grouping A A A A A A A A A A A Mean 20.498 17. August 12. B ou AB não diferem significativamente entre si.85605 Minimum Significant Difference 4. O valor de F tabelado para 11 graus de liberdade do numerador e 48 graus de liberdade do denominador corresponde a 1. Sendo assim. neste caso.405 16.133511 Critical Value of Studentized Range 4. Alpha 0.011 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 dose 5 6 12 9 4 11 1 3 7 10 8 2 B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B O teste de Tukey compara as médias. Podemos observar. 2007 9 Tukey's Studentized Range (HSD) Test for adultos NOTE: This test controls the Type I experimentwise error rate. but it generally has a higher Type II error rate than REGWQ.968 (STOCKBURGER.610 16.

September 16.6353538482 Log10(dose) 0 0. Goodness-of-Fit Tests Statistic Pearson Chi-Square L.00042271 Log10(dose) -0.01012 -514.61 10 Hz diferem significativamente do grupo controle. Resultados da análise de próbites no SAS para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday. 4.5975570699 0.98017 -512.1018 0.2800443686 0.000376086 Last Evaluation of the Negative of the Hessian Intercept Intercept Log10(dose) 501.66298949 287.85121 -512. representado pela dose 1 e alocado no grupo B.6353538482 0.1.635379199 0.2826332971 Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.0565 .A response N 51 812.6224 16.66298949 Log10(dose) 342.3. 2007 Probit Procedure Iteration History for Parameter Estimates Iter 0 1 2 3 4 Ridge 0 0 0 0 0 Loglikelihood -707.85215 -512. Chi-Square Value 14.208825842 0.2826332971 0.87781219 Algorithm converged.5361 DF 9 9 Pr > ChiSq 0.85121 Intercept 0 0.8512079 Last Evaluation of the Negative of the Gradient Intercept -0.679 1020 56 NORMAL -512.37611546 342.R.

2531 -3.3372 -0.35 0.7261 -79.3926 95% Fiducial Limits -207.0677 -7.418486 SIGMA -2.6113 -3.09 0.08 0.8067 -3.6657 -138.7778 -178.9025 -8.2479795 SIGMA 3.3824 -54.1776 .4790 -9.5738 -0. Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.02 0.3494 -169.0384 Variable Intercept Log10(dose) DF 1 1 Estimate 0.07 0.0812 -45.30 0.418486 2.1000).3516 -0.5508 -4.20 0.25 0.28263 Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU -2.65 0.0360 -0.7593 -156.06 0.70 Log10(dose) -10.6344 -4.6856 -98.4696 -7.6926 -2.7444 4.7903 -189.1444 -2.3439 -2.7490 -7.2699 -1. 2007 Probit Procedure Response-Covariate Profile Response Levels Number of Covariate Values 2 11 Since the chi-square is small (p > 0.2480 -1.8180 -62. September 16.4592 -5.5577 -109.0899 0.2886 <.15 0.2193 -6.13648 37.919050 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.01 0.028728 -2.6428 -3.03 0.6989 -2.7524 -162.50 0.40 0.8034 -1.62 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday. September 16.05 0.0467 -4.8847 -0.45 0.9150 -5.7538 -122.5371 -70.5112 -1.10 0.5145 -8.53815354 Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 2.3479 -28.6347 -19.0001 Intercept 0.0391 -1.8072 -151.55 0.1034 -3.7823 -5.4990 -3.4422 -8.1453 -2.6428 -88.2258 -4.60 0.96.9993 -3. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.9155 -142.7807 -37.7652 -1.5883 -146.10342 0.8053 -0.3702 -3.04 0.63535 0. fiducial limits will be calculated using a t value of 1.9918 -6.2361 -3.

4191 2.4765 48.96 0.15656 0.8379 1.85 0.07 0.7234 2.75 0.8061 43.05372 0.37553 5.0185 5.00914 0.6981E70 4.03082 0.94614E-6 0.83672 29.3966 0.00203 0.6433 61.0000232 0.769E-170 1.85 0.70 0.50528 3.91 0.13042 0.4066 5.31078E61 1.04 0.09 0.09204 0.9736 3.00565 0.9929 1.80 0.80 0.0007172 0.65081E99 .35 0.0004264 0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability 0.01 0.8989 3.159E-143 1.062E-110 2.13029 149.50 0.05 0.21607E-6 5.75 0.96 0.0000581 0.99 0.0587E-10 1.25165E-9 3.621E-208 1.6931 54.74E-163 1.2863 2.55 0.03478E-8 1.45 0.25 0.9830 -9.36792 26.0005583 0.01912E-7 1.9839 2.3442 2.2952E-55 1.89167 68.19708 528.63 0.60326 50.87887 38.46006 0.98 0.91 0.35114 313.01334 1791 3730 8835 25501 104352 961605 95% Fiducial Limits 1.7298 1.39851E54 4.15 0.0003170 0.763E-139 2.4958 2.1498 2.5561E-9 1.488E-38 2.2763E-99 1.4956 2.90 0.00453 0.00200 0.215E-147 2.6568E-46 4.1455E-63 8.95 0.47466 792.0001561 0.4754 1.0002276 0.93 0.18681 220.3189E-29 3.90 0.5867 0.04450 0.47555E30 3.53619E81 4.01717 0.78235E-8 3.33895 2492 8.5826 2.60 0.94 0.0000281 0.39915E38 2.24708 193.20398 9.5902E-10 1.99 dose 3.03 0.97 0.668E-190 4.99542E43 4.3193E-11 3.26681 0.0000788 0.93304E48 4.90716 941.93 0.473E-179 1.61264E-9 8.9462 4.94 0.0002447 0.94155 3.5593 38.10 0.4737E-20 2.6508E-7 1.97 0.0007156 0.06 0.92 0.1759 14.81302 1.7066 1.5718 3.1385 0.6346 70.9795E-6 0.85025 96.2530 3.58E-152 1.08 0.62482E34 6.5866 1.01573 0.6508 34.2300 81.769E-123 2.39192E-8 6.20 0.92 0.6567 99.65 0.4907 30.89293 382.5207E-71 4.6675 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.0806 0.30 0.35590 141.9031E-80 1.40 0.95 0.09548E14 4.559E-157 2.98 0.8787E-89 2. September 16.40498 1.0001002 0.02 0.

2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.5266 -5.0793514 SIGMA 2.1072 -113.07 0.931632 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.02403697 Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 1.5791 -117.6486 -7.9755 4.08 0.5572 -2.5118 -8.679 1020 56 LOGISTIC -512.64 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.49406 Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU -2.0360 Variable Intercept Log10(dose) DF 1 1 Estimate 1.0001 Intercept 0.8252 -3.03 0.15 0. September 16.0423 -2.3821 -4.0699 -3.0147 -149. 2007 Probit Procedure Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.20 Log10(dose) -11.6863 -121.7622 -6.8853 95% Fiducial Limits -183.1347 -139.01 0.23561 33.265884 SIGMA -1.05 0.2992 -3.02 0.8296951 Algorithm converged.17625 0.8047 -162.02733 0.10 0.09 0. Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.1918 .3898 -5.1151 -8.4504 -3.5902 -4.0390 -7.1643 -3.A response N 51 812.3974 <.6628 -126.3800 -9.265884 0.9565 -9.9007 -132.1195 -109.5129 -95.1804 -84.5538 -4. September 16.04 0.0228 -6.6231 -3.06 0.3149 -7.744970 -1.8174 -4.

0000498 0.09 0.9564 5.90 0.1764E-48 3.98146 363.5189 -0.40 0.84277E-8 9.333E-150 1.45 0.02 0.43213 1.3304E-76 2.20 0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability 0.45 0.54116E49 1.76787 205.35739 731.07 0.3000 -0.02122 0.94 0.6787 30.50 0.2330 -28.53127 3.00327 0.50 0.3030 -3.30276 0.7321 -0.93548E43 6.08 0.00277 0.92 0.40925E12 4.65 0.9510 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 21:09 Tuesday.06 0.4855 -2.14914 0.77198E26 1.72888E-7 2.06910 0.2842 79.15 0.70 0.6256 -1.97 0.25 0.93467 32.07E-110 6.1562 3.4315 2.0001495 0.04 0.98 0.8264 -0.50122 0.14103E-9 2.30 0.9134E30 1.61972 2.1683E-12 1.60 0.00833 0.30 0.0002382 0.99 -4.85329 1.85 0.98 0.636E-122 7.568E-184 9.99152 60.41780 86.55 0.44559E38 6.3679 2.94 0.31234 748.595E-114 3.0489 -1.00643 0.39406 5.8411 49.80 0.0689 0.03 0.2213 -75.7812 1.8723E-55 2.60 0.01289 0.0761E-85 3. September 16.7978 7.7266 1.9449E-16 3.2666 38.0518 66.257E-140 2.80 0.93 0.0001606 0.4896E-8 1.4899 3.7360 43.6718E-10 3.56893E-6 0.40866 9.9743E-7 2.96 0.6213 -54.601E-96 4.0000851 0.18532 0.96 0.8740 3.5709E-42 5.6732 -1.4775 -67.35 0.12657E57 1.1627 100.45431E79 8.40 0.04116 0.3919E-61 9.00126 0.05512 0.99 dose 4.95 0.3138 2.8640 3.10 0.24615E-8 4.4861 0.0794 -1.25132 2046 11191 2.924E66 1.01129 233.8157 57.65 0.6434 1.2259 -7.29875 401.0056 -47.90 0.92 0.1052E-10 7.75 0.0000130 0.91 0.0004653 0.32794 27.3323 -2.08213 128.5603 2.11366 0.9000 -2.1443 0.8478E-36 1.02368 0.95458 43.07716E-9 9.75 0.8897 -1.0003545 0.3531 4.9972 1.0000152 0.0006850 0.1098 2.70 0.85 0.2655E-8 1.91 0.12401 118.0000415 0.3819 26.05 0.01 0.2818 34.5179 1.0009072 0.1605 -0.7943 -3.4472 -35.35 0.79386E-6 0.9331E100 .9349 2.1851 0.0317E-68 2.059E-127 2.65 0.6035 2.9444 -0.8803 4.25 0.0742 12.2587 -0.3855 -1.3109 4.814E-118 7.2132E-23 5.3644 0.1488 0.4947 2.174E-133 2.55 0.97 0.667E-163 7.2809E-29 5.84751E34 5.6921 -60.2829 -15.22213 1433 3089 7591 22550 90448 627822 16647196 95% Fiducial Limits 1.0005021 0.93 0.95 0.8925 -22.6623 -41.

como acontece para radiações ionizantes e drogas químicas. por exemplo. pois trata-se do óbvio. verificar a tendência que o gráfico exibe. como no exemplo físico dos diapasões. então a não existência de um limiar faz sentido e valores discretos e independentes de dose não gerarão necessariamente um mesmo efeito. mas isto não representa nenhuma importante informação. Não permite. na página 91. Notar que os valores de dose estão sempre situados entre os limites fiduciais. No gráfico intitulado Plotagem das Probabilidades (figura 31) tem-se o valor de dose no eixo das abscissas e as probabilidades no eixo das ordenadas. . que sugere efeito estimulativo das ondas acústicas. Fisher em 1930. as ondas acústicas apresentam um efeito contrário. portanto. O gráfico exibe uma reta média com inclinação positiva. Na verdade a única finalidade desta tabela gerada no programa é a construção do gráfico da figura 31 onde efetivamente podemos verificar se os tratamentos provocam uma tendência nos dados. Na prática. O mais importante passo na análise de próbites é. cujo efeito é cumulativo nos organismos. extrair um limiar de dose para um certo efeito como o LD50. Fiducial Limits é sinônimo de intervalo de confiança. A modelagem dos dados em termos de uma regressão de próbites mostrou-se inadequada para o efeito das ondas acústicas. Comparando-se o gráfico da análise de próbites da figura 31 para as ondas acústicas com o gráfico da figura 41 da análise de próbites para os raios gama. mesmo que sejam próximos. porém muito diferente da típica curva sigmoidal de análise de próbites. É possível verificar no gráfico que as ondas acústicas não provocam aumento de mortalidade na população em estudo. extrapolando-os de modo que se assemelhem à teoria de intervalo de confiança. O objetivo desta distribuição é produzir uma listagem de valores dos parâmetros não conhecidos. fica fácil compreender o que ocorreu: Enquanto as radiações ionizantes apresentam um efeito deletério sobre a população. Se o mecanismo de interação entre ondas acústicas e células dos insetos tiver natureza de ressonância. Uma possível explicação é a de que tal limiar não exista para as ondas acústicas. parâmetro conhecido na radiobiologia como a dose letal que mata 50 % da população em estudo.66 O comando PROBIT do SAS gera valores baseados na distribuição fiducial introduzida por Ronald A.

1. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 A descrição do significado de cada comando já foi realizada no item 4.4. 5 0. 4. . 7 0. 1 1.1.1. 2 1. indo-se diretamente para os resultados e sua interpretação.67 1. Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “morte prematura” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 01:02 Monday. 0 0. 8 0. August 18. 9 0. e não será repetida daqui por diante para os outros parâmetros. 4 0 1 2 3 4 5 d ose ob ser ved E i m ed P oba l i t y V ue st at r bi al 6 7 8 9 10 11 FIGURA 31 – Gráfico da análise de próbites gerado pelo programa SAS para os vários níveis do tratamento sonicação. 6 0.

74) é menor do que o F tabelado.05] e encontramos o valor de F igual a 2. de que as médias dos tratamentos acústicos são iguais. em nenhuma freqüência. A interpretação desse resultado parcial é compatível com os resultados gerais do experimento. para a variável ou parâmetro “morte prematura”. Como o valor de F calculado (Fcalc = 0. 2007).74 Pr > F 0. sobre as populações de moscas observadas.0764585 F Value 0.8921106 12.89211063 F Value 0.492333 Source dose DF 11 Type III SS 97.50711 Root MSE 3. não podemos rejeitar a hipótese de nulidade H0. As ondas acústicas não apresentam efeitos deletérios.475120 adultos Mean 3. August 18.81321693 Mean Square 8.144377 Coeff Var 99.6987 Na tabela de F para 11 graus de liberdade dos tratamentos [numerador] e 48 graus de liberdade do resíduo [denominador].968 no nível de significância de 5% [ou 0. não havendo portanto evidências contra essa hipótese nos níveis de significância considerados de 5% e 1% .4832273 01:02 Monday.6987 R-Square 0.74 Pr > F 0. encontramos o valor de F igual a 1.01] (STOCKBURGER. 2007 3 N -----------adultos----------Mean Std Dev . August 18. não alterando a porcentagem de mortes naturais ocorridas nessas populações. The SAS System The GLM Procedure Level of dose 01:02 Monday. Já a radiação ionizante aumenta a porcentagem de mortes com o aumento da dose chegando em 100% de mortalidade para 50 Gy. 2007 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 8.596 no nível de significância de 1% [ou 0.6700104 677.68 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 97.8132169 579.

21583836 2. .3886231 0. 2007 4 Lower 95% Upper 95% Mean Variance Std Dev Std Error CL for Mean CL for Mean ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 3.00020000 3.4827666 3.3677075 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ The SAS System Frequency ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ***** ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ***** Šƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 0 4 8 12 16 20 01:02 Monday.44308899 0.00000000 2.39145274 6.32582521 0.85720000 6.00000000 6. August 18.17376944 2.4374694 2. August 18.27495020 1.42860000 3. onde se observam as médias das placas para o parâmetro “morte prematura”.88507655 1.00020000 3.93540000 2.00000000 3.50417177 The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos 01:02 Monday.69220000 3.22823497 4.6169592 4.68394905 0. 2007 35 30 25 20 15 10 5 adultos Midpoint FIGURA 32 – Gráfico do tipo histograma gerado automaticamente pelo programa SAS.25000000 1.27073777 8.96508741 1.69220000 0.05200000 3.69 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 3.4923333 11.

00 96. 2007 Cum. Esse valor não difere significativamente da média de mortes prematuras nas placas. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas e as respectivas porcentagens e freqüências acumuladas para o parâmetro “morte prematura”. Podemos ver também a porcentagem do valor 4 que é de 63.22 indivíduos.67 1.00 6 Freq 16 38 3 1 1 1 Percent 26.33 100.05 ± 0. The SAS System adultos Midpoint 0 4 8 12 16 20 ‚ ‚**************** ‚ ‚************************************** ‚ ‚*** ‚ ‚* ‚ ‚* ‚ ‚* ‚ Šƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒƒˆƒƒƒ 5 10 15 20 25 30 35 Frequency 01:02 Monday. Trata-se da moda.67 1. 2007 7 . August 18.4923333 3. ou seja.67 FIGURA 33 – Gráfico do tipo barras gerado automaticamente pelo programa SAS. ou seja.00 1. o valor mais freqüente observado na coleção de dados para o parâmetro “morte prematura” com os tratamentos acústicos.67 63. No gráfico da figura 33 verificamos a linha horizontal em destaque na frente do valor 4. Não difere muito do valor da média dos controles que é 3.70 O gráfico da figura 32 mostra o valor mais freqüente 4 que representa a média das mortes prematuras com tratamentos acústicos.33% e sua frequência acumulada que é de 90 %.67 98. nos controles. Percent 26. August 18. sem os tratamentos acústicos. Freq 16 54 57 58 59 60 Cum. The SAS System The MEANS Procedure Analysis Variable : adultos N Mean Std Dev Minimum Maximum ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 60 3.0000000 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 01:02 Monday.67 90.3886231 0 20.33 5.00 95.

22 indivíduos). The SAS System Plot of adultos*dose. onde se observam as flutuações acima e abaixo da média dos controles de 3.05 ± 0.0 ˆ * ‚ ‚ ‚ ‚ 12.0 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ 7.38862 8 As figuras 34 e 35 mostram as flutuações dos valores em torno da média dos controles (3. August 18. respectivamente. 2007 9 adultos ‚ ‚ 20.5 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ * 10. August 18. as verificações da normalidade (+) e a dispersão dos dados (*) para o parâmetro “morte prematura”. 2007 dpadrao 3.05 ± 0. .0 ˆ * * * * * ‚ Šƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 dose FIGURA 34 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS.5 ˆ * * * * * * ‚ * * * ‚ * * ‚ * * * ‚ 0.5 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ 15.71 The SAS System Obs 1 _TYPE_ 0 _FREQ_ 60 media 3.0 ˆ * * ‚ * * * * * ‚ * * ‚ * * * * ‚ * 2.5 ˆ * ‚ ‚ * ‚ * ‚ 5. 01:02 Monday.22 indivíduos para o parâmetro “morte prematura”.49233 01:02 Monday. Symbol used is '*'.0 ˆ * ‚ ‚ ‚ ‚ 17.

0000 9.483227 0.4827666 10.0985 4.0050 <0.2860 2. 2007 10 Sum Weights Sum Observations Variance Kurtosis Corrected SS Std Error Mean 60 209.5897102 677.0000 20.0100 <0.48277 20.968000 0.43746936 Basic Statistical Measures Location Mean Median Mode 3.54 11.38850 Tests for Location: Mu0=0 Test Student's t Sign Signed Rank -Statistict M S 7.534798 -----p Value-----Pr Pr Pr Pr < > > > W D W-Sq A-Sq <0.76032328 1409.0000 .9680 1.1070 6.000000 Variability Std Deviation Variance Range Interquartile Range 3.0001 <.740176 0.0050 Quantiles (Definition 5) Quantile 100% Max 99% 95% 90% 75% Q3 50% Median 25% Q1 10% 5% Estimate 20.0001 <.0000 0. August 18.0001 <0.38862 11.72 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Moments N Mean Std Deviation Skewness Uncorrected SS Coeff Variation 60 3.00000 2.983035 26 689 -----p Value-----Pr > |t| Pr >= |M| Pr >= |S| <.38862311 2.211522 0.56961 3.492333 2.49233333 3.8975 0.0303457 01:02 Monday.26675 97.0001 Tests for Normality Test Shapiro-Wilk Kolmogorov-Smirnov Cramer-von Mises Anderson-Darling --Statistic--W D W-Sq A-Sq 0.

500 10. August 18.0000 0.73 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Quantiles (Definition 5) Quantile 1% 0% Min Estimate 0.500 7. 2007 11 Extreme Observations ----Lowest---Value 0 0 0 0 0 Obs 49 43 41 39 15 -----Highest---Value 7.0000 01:02 Monday.000 Obs 12 13 10 14 44 Stem 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 Leaf 0 # 1 Boxplot * 0 1 * 7 1 0 55 4 00008 333333666 1223455588 11112333344479 012599 0000000089 ----+----+----+----+ 2 1 5 9 10 14 6 10 | | | +-----+ *--+--* | | +-----+ | .000 20.714 15.

5+ | * 14.5+ | +++ 10.5+ +++ * | +++ **** 4.74 The SAS System 01:02 Monday.1. August 18.5+ * | 18.5+ | 16.5+ ******* | ****+ 0.5+ * * ** ******+ +----+----+----+----+----+----+----+----+----+----+ -2 -1 0 +1 +2 FIGURA 35 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS para verificação da normalidade (+) e dispersão (*) dos dados. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations The SAS System 60 21:34 Monday.5+ * +++ | +++ 8. 2007 12 The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Normal Probability Plot 20. August 18.5. August 18. Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “morte prematura” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 21:34 Monday.5+ | 12.5+ +++**** | +***** 2.5+ +++ | +++* * 6. 2007 2 . 4.

75 The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 97.6700104 677. 2007 3 Tukey's Studentized Range (HSD) Test for adultos NOTE: This test controls the Type I experimentwise error rate.6987 The SAS System The GLM Procedure 21:34 Monday.0764585 F Value 0.8132169 579.692 3.692 3.000 2.81321693 Mean Square 8.000 3.000 3.000 6.89211063 F Value 0.74 Pr > F 0.250 2. August 18.144377 Coeff Var 99.07646 Critical Value of Studentized Range 4.74 Pr > F 0.6987 R-Square 0.50711 Root MSE 3.8921106 12.935 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 dose 9 3 2 12 11 10 1 7 8 4 6 5 .475120 adultos Mean 3. but it generally has a higher Type II error rate than REGWQ.4832273 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 8. Alpha 0.85605 Minimum Significant Difference 7.429 3.5469 Means with the same letter are not significantly different.000 3.052 1.857 3.492333 Source dose DF 11 Type III SS 97. Tukey Grouping A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A Mean 6.05 Error Degrees of Freedom 48 Error Mean Square 12.

6925656 124. August 21.72 Pr > F 0. no entanto. 4. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations 60 The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 47.34160798 F Value 2. Segundo o teste não há efeitos prejudiciais de nenhuma freqüência acústica em termos de aumentar a quantidade de mortes nas populações observadas.1.75768773 Mean Square 4.3416080 1. encontramos o valor de F igual .383749 Coeff Var 107.0083 R-Square 0.6.264026 adultos Mean 1. August 21.174667 Source dose DF 11 Type III SS 47.7576877 76.5977618 F Value 2.76 O teste Tukey não distingue diferenças importantes entre as populações estudadas para o parâmetro “morte prematura” com a aplicação dos tratamentos acústicos. é grande. Resultados da análise de variância no SAS para o parâmetro “má formação” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 12:13 Thursday.72 Pr > F 0.6072 Root MSE 1. A diferença das médias em termos de porcentagem.4502533 12:13 Thursday. 1997 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 4.0083 Na tabela de F para 11 graus de liberdade dos tratamentos (numerador) e 48 graus de liberdade do resíduo (denominador).

77 a 1.4523520 0.18760000 0.596 no nível de significância de 1% [ou 0.57120000 0.00000000 1.41948635 The SAS System The MEANS Procedure 12:13 Thursday. havendo portanto evidências contra essa hipótese nos níveis de significância considerados de 5% e 1% para a variável “má formação”. August 21. indicando possíveis propriedades restauradoras desses tratamentos.46754647 1.67082039 2. Como o valor de F calculado (Fcalc = 2.1874978 0. August 21.1093263 1.67705098 2.51376376 0.75890591 1.1746667 2. The SAS System The GLM Procedure Level of dose 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 12:13 Thursday.01] (STOCKBURGER.75000000 3. podemos rejeitar a hipótese de nulidade H0.05] e encontramos o valor de F igual a 2.00040000 0.968 no nível de significância de 5% [ou 0.13500000 0. 1997 3 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 -----------adultos----------Mean Std Dev 1. 2007). de que as médias dos tratamentos acústicos são iguais.72) é maior do que o de F tabelado.49980000 1. Ocorre uma redução significativa de má formações nas populações em estudo com a aplicação dos tratamentos acústicos.79969400 0. 2007 4 Analysis Variable : adultos Lower 95% Upper 95% Mean Variance Std Dev Std Error CL for Mean CL for Mean ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 1.87500000 1.22161029 0.50000000 0.5498490 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ .00000000 1.04582503 0.13789471 1.7994844 1.71420000 0.30000000 2.56280000 0.08858414 0.

antes da aplicação dos tratamentos acústicos. onde se observam as médias das placas para o parâmetro “má formação”.2 representa a media dos controles de má formações nas placas.4 3. O valor 1.50 ± 0.78 The SAS System Frequency 12:13 Thursday.2 2.8 6. O valor da média dos controles é de 1. O gráfico revela que as ondas acústicas reduziram a quantidade de má formações nas populações comparadas.47 indivíduos. . 2007 5 ‚ ***** 25 ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** 20 ˆ ***** ‚ ***** ‚ ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** 15 ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** ‚ ***** ***** 10 ˆ ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** 5 ˆ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ‚ ***** ***** ***** ***** ***** ***** Šƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 0.6 4.0 1. O valor 0.0 adultos Midpoint FIGURA 36 – Gráfico do tipo histograma gerado automaticamente pelo programa SAS.0 corresponde à média de má formações nas placas após a aplicação dos tratamentos acústicos. O gráfico da figura 36 mostra a distribuição de freqüências para o parâmetro “má formação”. August 21.

0. August 21.33 % dos valores observados nas placas. Freq 26 43 52 58 59 60 Cum.1746667 1.33 100.33 71. 2007 Cum. August 21.79 The SAS System adultos Midpoint 0.67 FIGURA 37 – Gráfico do tipo barras gerado automaticamente pelo programa SAS.2 2. Trata-se da moda. The SAS System The MEANS Procedure 12:13 Thursday.4 3. onde se observam as freqüências de ocorrências das médias das placas e as respectivas porcentagens e freqüências acumuladas para o parâmetro “má formação”.67 86. 2007 dpadrao 1.4523520 0 6. Percent 43.5630000 ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ The SAS System Obs 1 _TYPE_ 0 _FREQ_ 60 media 1. em frente ao valor 0.67 1.0 12:13 Thursday. No gráfico da figura 37 verificamos a linha horizontal em destaque.6 4.67 96.00 10. valor mais freqüente observado após o tratamento com as ondas acústicas.33 28.00 1. August 21.67 98. 2007 7 Analysis Variable : adultos N Mean Std Dev Minimum Maximum ƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒƒ 60 1.17467 12:13 Thursday.45235 8 .0 1.00 6 Freq ‚ ‚**************************************************** ‚ ‚********************************** ‚ ‚****************** ‚ ‚************ ‚ ‚** ‚ ‚** ‚ Šƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆƒƒƒˆ 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 Frequency 26 17 9 6 1 1 Percent 43. Podemos verificar que corresponde a 43.8 6.33 15.

47 indivíduos para o parâmetro “má formação”. . 2007 9 Symbol used is '*'.50 ± 0. August 21.50 ± 0. The SAS System Plot of adultos*dose.80 As figuras 38 e 39 mostram as flutuações dos valores em torno da média dos controles (1. respectivamente. 12:13 Thursday. adultos ‚ ‚ 7 ˆ ‚ ‚ ‚ * ‚ ‚ 6 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ * ‚ 5 ˆ ‚ ‚ ‚ ‚ ‚ 4 ˆ ‚ * * ‚ ‚ ‚ ‚ * * 3 ˆ * ‚ * ‚ ‚ * * ‚ ‚ * 2 ˆ * ‚ * ‚ ‚ * ‚ * * ‚ * 1 ˆ * * * * * * * ‚ * * ‚ * * ‚ ‚ ‚ 0 ˆ * * * * * * * * * ‚ Šƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒƒƒƒƒˆƒƒ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 dose FIGURA 38 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS. onde se observam as flutuações acima e abaixo da média dos controles de 1.47 indivíduos) e as verificações da normalidade (+) e dispersão dos dados (*) para o parâmetro “má formação”.

10933 6.55189693 207.65358 3.5630 3.0050 Quantiles (Definition 5) Quantile 100% Max 99% 95% 90% 75% Q3 50% Median 25% Q1 10% 5% Estimate 6.0001 <.7500 3.209314 0.17466667 1.0030 0.0050 <0.2140 2.0000 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos 12:13 Thursday.00300 Tests for Location: Mu0=0 Test Student's t Sign Signed Rank -Statistict M S 6.174667 0. August 21.56300 2.835554 -----p Value-----Pr Pr Pr Pr < > > > W D W-Sq A-Sq <0.48 2. August 21.798965 0.8605 0.0001 Tests for Normality Test Shapiro-Wilk Kolmogorov-Smirnov Cramer-von Mises Anderson-Darling --Statistic--W D W-Sq A-Sq 0.0000 0.81 The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos Moments N Mean Std Deviation Skewness Uncorrected SS Coeff Variation 60 1.264961 17.18749784 Basic Statistical Measures Location Mean Median Mode 1.0001 <0.860500 0.10932633 2.62647498 124.000000 Variability Std Deviation Variance Range Interquartile Range 1.0000 0.45235 2.0001 <.6395 12:13 Thursday. 2007 10 Sum Weights Sum Observations Variance Kurtosis Corrected SS Std Error Mean 60 70.5 315 -----p Value-----Pr > |t| Pr >= |M| Pr >= |S| <.0100 <0.5630 6.452352 1.24076 123. 2007 11 .450253 0.

August 21.357 6.750 3.563 Obs 46 10 11 38 18 Stem 6 6 5 5 4 4 3 3 2 2 1 1 0 0 Leaf 6 # 1 Boxplot 0 4 1 0 88 0222 5588 0011 59 0111123 6688899999 0000000000000000000000000 ----+----+----+----+----+ 2 4 4 4 2 7 10 25 | | | +-----+ | | | + | *-----* +-----+ The SAS System The UNIVARIATE Procedure Variable: adultos 12:13 Thursday.750 5.0000 Extreme Observations ----Lowest---Value 0 0 0 0 0 Obs 60 59 58 57 53 ----Highest---Value 3.82 Quantiles (Definition 5) Quantile 1% 0% Min Estimate 0.214 3.25+ * * ** ************* +----+----+----+----+----+----+----+----+----+----+ -2 -1 0 +1 +2 FIGURA 39 – Gráfico gerado automaticamente pelo programa SAS para verificação da normalidade (+) e dispersão (*) dos dados. 2007 12 Normal Probability Plot 6.75+ * | | | * | +++ | +++ | **++ | **+*++ | **++ | ***+ | ++** | ++++*** | ++***** 0.0000 0. .

85605 Minimum Significant Difference 2.4502533 60 10:40 Friday.6072 Root MSE 1.75768773 Mean Square 4.5977618 F Value 2.597762 Critical Value of Studentized Range 4. Alpha 0.83 4.6925656 124. August 22. 2007 3 Tukey's Studentized Range (HSD) Test for adultos NOTE: This test controls the Type I experimentwise error rate.7576877 76.0083 R-Square 0.1.05 Error Degrees of Freedom 48 Error Mean Square 1.7451 Means with the same letter are not significantly different.3416080 1.34160798 F Value 2.72 Pr > F 0.264026 adultos Mean 1.0083 The SAS System The GLM Procedure 10:40 Friday. 2007 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Number of observations The SAS System The GLM Procedure Dependent Variable: adultos Sum of Squares 47. August 22.72 Pr > F 0. .383749 Coeff Var 107. Resultados da análise do teste de Tukey no SAS para o parâmetro “má formação” The SAS System The GLM Procedure Class Level Information Class dose Levels 12 Values 10:40 Friday.174667 Source dose DF 11 Type III SS 47.7. 2007 2 Source Model Error Corrected Total DF 11 48 59 Mean Square 4. but it generally has a higher Type II error rate than REGWQ. August 22.

8. 4. A porcentagem de indefinidos não altera drasticamente essa relação entre machos e fêmeas no controle.5628 0. No entanto.1. pois temos uma situação semelhante ao controle.5000 1.0004 2. não é possível concluir nada a respeito de possíveis efeitos sobre a emergência de machos ou fêmeas.5712 1.1876 0.7500 0.1350 0.0000 N 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 dose 4 8 10 2 1 6 5 3 11 7 12 9 B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B B O teste Tukey gera dois grupos significativamente distintos A e B para o parâmetro “má formação”. embora a porcentagem de emergência de machos seja maior. 10 Hz e 40 Hz. Podemos verificar que a porcentagem de emergência de fêmeas no controle é um pouco maior do que a verificada para machos.8750 0. com a aplicação dos tratamentos acústicos.7142 1. para os tratamentos de 1kHz e 2 kHz a emergência de fêmeas é muito superior que a de machos. Já para freqüências baixas como 5 Hz. .4998 1. mesmo levando-se em consideração os indivíduos com sexo indefinido.3000 0.84 Tukey Grouping A A A A A A A A A A A A A A A A A A A Mean 3. mesmo que considerássemos os indivíduos sem sexo definido como machos. Resultados da análise do parâmetro “sexo” O gráfico da figura 40 foi elaborado com os dados da tabela 5.

936846505 -3.0962865677 Log10(dose) 0 -2.0954153407 1.6716 -369.90804 -369.0962865677 1.050465497 -3.047524923 -3.260524556 -2. 4. 2007 Probit Procedure Iteration History for Parameter Estimates Iter 0 1 2 3 4 5 Ridge 0 0 0 0 0 0 Loglikelihood -623.050465497 . September 29.6714 -369.85 Porcentagem % 60 machos fêmeas indefinidos 50 40 30 20 10 0 controle 5 Hz 10 Hz 20 Hz 40 Hz 60 Hz 80 Hz 1 kHz 2 kHz 10 kHz 15 kHz 20 kHz Tratamento acústico FIGURA 40 – Gráfico da porcentagem de emergência de machos e fêmeas observados.0621426809 1.8503343563 1.83246 -384.96633 -369. para os diversos tratamentos acústicos. 2. Resultados dos experimentos com raios gama SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.6714 Intercept 0 0.

332.921 900 56 NORMAL -369.3209 225.6713992 Last Evaluation of the Negative of the Gradient Intercept 0. A t value of 2.36 will be used in computing fiducial limits.02377 3.0001 <. Goodness-of-Fit Tests Statistic Pearson Chi-Square L.86 Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.1083 DF 7 7 Pr > ChiSq <.56554316 Algorithm converged.A response N 45 253.64783843 Log10(dose) 185. 2007 Probit Procedure Response-Covariate Profile Response Levels Number of Covariate Values 2 9 All variances and covariances have been multiplied by the heterogeneity factor H= 30.09629 -3.0660 Intercept 0. Chi-Square Value 212.R. Please check to be sure that the large chi-square (p < 0.0001417095 Last Evaluation of the Negative of the Hessian Intercept Intercept Log10(dose) 364.0001) is not caused by systematic departure from the model.64783843 123.0001610608 Log10(dose) 0.05047 .0029 Variable Intercept Log10(dose) DF 1 1 Estimate 1. Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0. September 29.3800 8.22363013 185.59630 1.8782 0.0001 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.

61144 -2.08348 0.94776 3.73503 -2.31819 0.62683 0.83410 2.91 0.93 0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability dose 95% Fiducial Limits .80057 0.005551 SIGMA -0.87 Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU 0.72292 0.01 0.06073 -0.67426 0.81610 0.06695 -0.29894 0.96 0.38340 0.58786 0.77950 0.39324 0.38526 -0.47362 0.92 0.17983 -0.08 0.01171 1.45 0. September 29.03264 0.52681 3.04215 -3.63358 2.20501 0.97 0.14327 -1.50090 -2.65 0.03494 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.08841 0.63528 0.21452 -0.60 0.59254 0.42180 0.07 0.33404 2.89860 0.21437 2.37069 -1.79891 0.13827 0.90 0.23321 0.23307 0.30460 1.93534 -1.30816 -2.56924 1.40 0.51844 -3.87616 -3.04 0.15 0.15030 -0.10208 2.10123 -0. 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.98 0.97594 0.18872 0.50016 0.005551 0. September 29.10 0.02 0.10789 2.92725 -2.18748 0.47135 2.86907 0.69915 0.06 0.50 0.05 0.48570 0.01962 -0.94 0.35938 0.75 0.30 0.07361 -0.62655 -1.35938337 SIGMA 0.80 0.60662 0.55 0.32781882 Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 0.17030 0.09 0.85 0.35 0.24647 -3.08014 -0.65070 0.81999 0.25718 -0.30317 0.31387 -0.40324 95% Fiducial Limits 0.012104 SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday.25 0.54349 0.74251 0.34327 0.58049 0.55876 -0.21972 0.84318 0.70 0.011495 -0.64906 0.12200 1.93857 0.74157 -0.12441 -0.22087 -0.14886 0.40058 0.44244 0.46019 0.03 0.93329 0.95 0.55316 0.27633 0.53129 0.57013 0.24574 0.40049 -2.12275 0.70417 0.20 0.19745 0.99 Log10(dose) 1.92382 1.09866 0.

88

0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 0.06 0.07 0.08 0.09 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 0.55 0.60 0.65 0.70 0.75 0.80 0.85 0.90 0.91 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.97 0.98 0.99

13.24354 10.78055 9.46113 8.57613 7.91767 7.39720 6.96908 6.60682 6.29373 6.01866 5.00202 4.31800 3.80622 3.39853 3.05984 2.76972 2.51523 2.28762 2.08060 1.88943 1.71028 1.53984 1.37491 1.21195 1.04622 0.86949 0.83149 0.79209 0.75092 0.70746 0.66095 0.61020 0.55313 0.48543 0.39515

6.31782 5.52729 5.06028 4.72350 4.45715 4.23475 4.04226 3.87129 3.71645 3.57404 2.97592 2.47310 2.00990 1.57562 1.18469 0.85714 0.60136 0.41185 0.27621 0.18131 0.11605 0.07190 0.04259 0.02363 0.01182 0.00492 0.00398 0.00316 0.00245 0.00184 0.00133 0.00091 0.00057 0.00030 0.00011

3363.63570 1264.95586 682.49459 430.11185 296.04184 215.79678 163.81964 128.19933 102.73183 83.91143 37.08860 20.16494 12.55060 8.68104 6.54783 5.28347 4.47402 3.91327 3.49533 3.16343 2.88531 2.64119 2.41770 2.20429 1.99040 1.76092 1.71085 1.65851 1.60327 1.54425 1.48014 1.40884 1.32664 1.22576 1.08378

SAIDA DA ANALISE DE PROBITES

20:00 Monday, September 29, 2007

Probit Procedure Model Information Data Set Events Variable Trials Variable Number of Observations Number of Events Number of Trials Missing Values Name of Distribution Log Likelihood WORK.A response N 45 253.921 900 56 LOGISTIC -374.1232046

Algorithm converged.

Analysis of Parameter Estimates Standard Error Chi-Square Pr > ChiSq Label 0.21068 0.35797 86.1098 210.3968 <.0001 Intercept <.0001

Variable Intercept Log10(dose)

DF 1 1

Estimate 1.95504 -5.19237

89

Probit Model in Terms of Tolerance Distribution MU 0.37652156 SIGMA 0.1925901

Estimated Covariance Matrix for Tolerance Parameters MU MU SIGMA 0.000427 -0.000140 SIGMA -0.000140 0.000176

SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday, September 29, 2007 Probit Procedure Probit Analysis on Log10(dose) Probability 0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 0.06 0.07 0.08 0.09 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 0.55 0.60 0.65 0.70 0.75 0.80 0.85 0.90 0.91 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.97 0.98 0.99 Log10(dose) 1.26150 1.12605 1.04598 0.98858 0.94359 0.90644 0.87469 0.84689 0.82210 0.79969 0.71059 0.64351 0.58810 0.53970 0.49574 0.45461 0.41517 0.37652 0.33787 0.29843 0.25730 0.21334 0.16494 0.10953 0.04245 -0.04664 -0.06906 -0.09385 -0.12165 -0.15340 -0.19055 -0.23554 -0.29294 -0.37300 -0.50845 95% Fiducial Limits 1.16833 1.04775 0.97621 0.92473 0.88425 0.85070 0.82193 0.79665 0.77401 0.75346 0.67079 0.60707 0.55308 0.50467 0.45963 0.41657 0.37453 0.33271 0.29038 0.24676 0.20090 0.15156 0.09694 0.03412 -0.04224 -0.14404 -0.16970 -0.19810 -0.22996 -0.26638 -0.30903 -0.36071 -0.42670 -0.51881 -0.67481 1.38192 1.22656 1.13499 1.06953 1.01836 0.97622 0.94031 0.90897 0.88110 0.85598 0.75714 0.68421 0.62533 0.57513 0.53062 0.48988 0.45158 0.41466 0.37826 0.34153 0.30360 0.26338 0.21940 0.16935 0.10905 0.02934 0.00933 -0.01277 -0.03753 -0.06579 -0.09883 -0.13881 -0.18975 -0.26074 -0.38069

90

SAIDA DA ANALISE DE PROBITES 20:00 Monday, September 29, 2007 Probit Procedure Probit Analysis on dose Probability 0.01 0.02 0.03 0.04 0.05 0.06 0.07 0.08 0.09 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50 0.55 0.60 0.65 0.70 0.75 0.80 0.85 0.90 0.91 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.97 0.98 0.99 dose 18.25981 13.36742 11.11690 9.74055 8.78196 8.06195 7.49363 7.02900 6.63903 6.30500 5.13557 4.40056 3.87350 3.46500 3.13143 2.84846 2.60117 2.37970 2.17708 1.98808 1.80843 1.63433 1.46197 1.28687 1.10269 0.89817 0.85298 0.80566 0.75570 0.70243 0.64484 0.58138 0.50940 0.42364 0.31013 95% Fiducial Limits 14.73416 11.16214 9.46686 8.40881 7.66037 7.09092 6.63638 6.26103 5.94308 5.66840 4.68590 4.04641 3.57335 3.19649 2.88158 2.60959 2.36880 2.15135 1.95157 1.76506 1.58818 1.41763 1.25009 1.08174 0.90732 0.71773 0.67655 0.63373 0.58889 0.54152 0.49088 0.43580 0.37437 0.30282 0.21144 24.09438 16.84838 13.64564 11.73624 10.43174 9.46715 8.71594 8.10902 7.60506 7.17763 5.71665 4.83290 4.22019 3.75952 3.39327 3.08946 2.82864 2.59814 2.38923 2.19550 2.01186 1.83392 1.65729 1.47688 1.28544 1.06990 1.02173 0.97103 0.91720 0.85942 0.79647 0.72643 0.64602 0.54860 0.41621

Podemos verificar no gráfico da figura 41 a tendência de redução da população com o aumento da dose de radiação ionizante. . 1995).91 FIGURA 41 – Gráfico de análise de próbites gerado pelo programa SAS para os vários níveis do tratamento irradiação. 1994 . Este fato já é amplamente conhecido (HALL. DIEHL.

a radiação ionizante desloca a média do número de indivíduos da população para baixo devido a seus efeitos deletérios em relação ao controle.08 0. Em alguns casos não desloca a média. como já esperado.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 42 . Resultados dos experimentos de interação: ondas acústicas e raios gama Os gráficos das figuras 42 à 49 demonstram uma tendência em deslocar a média de “emergência de adultos perfeitos” para cima ( para a direita no eixo das abscissas).Distribuição de probabilidades de Poisson.92 4. porém em nenhum caso ocorre deslocamento da média de “emergência de adultos perfeitos” para baixo (para a esquerda no eixo das abscissas) após aplicação de tratamento acústico. 3. . para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy e o controle. Distribuição de Poisson P(y) 0.04 0.06 0.10 controle 5 Gy 0. quando são aplicados os tratamentos acústicos após a radiação ionizante.02 0. Na figura 42.

08 0.Distribuição de probabilidades de Poisson.10 controle 5 Gy + 60 Hz 0. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas em seguida à radiação ionizante parecem deslocar a média do número de indivíduos da população para cima tornando-a indistinta do controle.02 0.04 0.06 0. Na figura 43. como se a radiação ionizante não tivesse sido aplicada.93 Distribuição de Poisson P(y) 0.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 43 . para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy + 60 Hz e o controle. .

. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas depois da radiação ionizante parecem deslocar a média do número de indivíduos da população para cima.94 Distribuição de Poisson P(y) 0.10 controle 7. ao contrário do esperado para uma dose de 7.5 Gy + 60 Hz 0.Distribuição de probabilidades de Poisson.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 44 .5 Gy que apresentaria efeito deletério deslocando o pico para baixo em relação ao controle.02 0. leva o pico do gráfico para a direita no eixo das abscissas.5 Gy + 60 Hz e o controle. ou seja. Na figura 44.04 0. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 7.06 0.08 0.

Na figura 45.02 0.95 Distribuição de Poisson P(y) 0. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas em seguida à radiação ionizante parecem deslocar a média do número de indivíduos da população para cima. .04 0.08 0. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy e 5 Gy + 60 Hz. as duas curvas deveriam ser coincidentes pois o único tratamento determinante seria a dose de 5 Gy.10 5 Gy 5 Gy + 60 Hz 0.06 0.Distribuição de probabilidades de Poisson.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 45 . Se as ondas acústicas não apresentassem nenhum efeito.

02 0.10 7. deslocando para cima o número de indivíduos em relação ao tratamento irradiação com dose de 7.96 Distribuição de Poisson P(y) 0. .00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 46 .5 Gy 7.5 Gy e 7.5 Gy + 60 Hz. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 7.08 0.Distribuição de probabilidades de Poisson.06 0.5 Gy + 60 Hz 0.5 Gy. Na figura 46.04 0. as ondas acústicas de 60 Hz aplicadas em seguida à radiação ionizante provocam a mesma tendência observada na figura 45.

00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 47 . os quais exibem sempre a mesma tendência já evidenciada nos gráficos das figuras 43 a 46.08 0.97 Distribuição de Poisson P(y) 0. As figuras 47 a 49 mostram gráficos comparativos.04 0.06 0. . para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy e 60 Hz.Distribuição de probabilidades de Poisson.10 5 Gy 60 Hz 0.02 0.

98 Distribuição de Poisson P(y) 0.08 0.02 0. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 7.5 Gy e 60 Hz.5 Gy 60 Hz 0. .10 7.04 0.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 48 .Distribuição de probabilidades de Poisson.06 0.

02 0.10 60 Hz 5 Gy + 60 Hz 0.04 0.Distribuição de probabilidades de Poisson. para o parâmetro “emergência de adultos perfeitos” comparando 5 Gy + 60 Hz e 60 Hz.00 0 10 20 30 40 50 número de indivíduos FIGURA 49 .99 Distribuição de Poisson P(y) 0.08 0. .06 0.

embora haja estudos sob o ponto de vista de cada efeito separadamente. . está predominantemente voltada para a indústria automobilística. . dependendo de sua freqüência. podem apresentar propriedades restauradoras. as baixas freqüências (da ordem de Hertz). capazes de reverter em certo grau os efeitos deletérios de baixas doses de radiação ionizante sobre uma população de moscas. . . que mostraram-se praticamente inexistentes.A originalidade deste trabalho tornou-se evidente a partir das pesquisas bibliográficas e levantamento de artigos em bases de dados internacionais sobre o tema. controle de ruído. Embora a Acústica seja uma grande área do conhecimento humano. Arquitetura e Fonoaudiologia. dependendo de sua freqüência. construção de instrumentos musicais. pois não há na literatura científica estudos sob o ponto de vista da interação.Devemos rejeitar a hipótese de nulidade H0 e aceitar a hipótese alternativa Ha pois as médias dos tratamentos são significativamente diferentes para pelo menos um par de tratamentos.100 5. .As ondas acústicas.Em relação às ondas acústicas.O trabalho também é original em termos da comparação entre efeitos da radiação ionizante e das ondas acústicas sobre seres vivos. . apresentam maior efeito de estimulação nas moscas do que as altas freqüências (da ordem de quilohertz).As ondas acústicas. CONCLUSÕES . podem apresentar propriedades estimuladoras sobre a emergência de uma população de moscas.

SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS .101 6.Investigar a possibilidade de aplicar a sonicação em Biofábricas que produzem larvas para controle biológico no campo. a fim de aumentar a produção das larvas. . .Investigar a possibilidade de aplicar a sonicação no tratamento de radioacidentados.

653p. SP: Editora Edgard Blücher Ltda. 534p. 34.M. Ilustração de Max H. 211-213.. COSTA.3 cm x 28. 1986.) Controle microbiano de insetos. p.D.H. New Jersey: Prentice-Hall. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. In: Dicionário etimológico e circunstanciado de biologia. STORK. R.7 cm. Estatística. Radiation Botany. Inc.Centro de Energia Nuclear na Agricultura.102 REFERÊNCIAS ALVES. 1997. 1969. A description of ultrasonically induced chromosomal anomalies in Vicia faba. 898. 2 ed.77-79. vol. .P. 1ª ed. jan. .A. 383p. 1977. São Paulo: Atlas. P. Percepção de radiações ionizantes por insetos. D. 20. 1973 color. 1391p. 2 ed. CARNEIRO LEÃO.E. CAMPANHOLA. S. português-grego. DELONG. BORROR. Basel. 112p.B.. ARTRÓPODES. 127p. 59. ARTRÓPODE. Porto: Porto Editora. (Coord. 1993. Dissertação (mestrado) . p.13. Piracicaba. The physics of sound. C. 1982. W./jun. São Paulo: Editora Scipione Ltda. F. 1973. 1973. ARTHUR. 2004. GREGORY. Série dicionários académicos. O Biológico.L. 510p.W. 2004. D. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda e Editora da Universidade de São Paulo. E. p. COSTA NETO. São Paulo. 1ª ed. 1995. São Paulo: Editora Manole. D.L. Basle. APPOLINÁRIO. S.V. Controle de insetos-praga por radiações ionizantes. 407p.. M. Acústica técnica. BASEL. M. 264p. The Mediterranean fruit fly: Ceratitis capitata Wied. BERG.C. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. copyright de 1975.. Introdução ao estudo dos insetos. M.J... Universidade de São Paulo. In: Dicionário grego-português. MILLER.O. 2003. CATALDO. Suiça: Ciba-Geigy Ltda. vol. 1980. São Paulo.: Edgard Blücher Ltda. 300p. Princípios de biofísica. p. F.G.

p.S. São Paulo. Dicionário Houaiss da língua portuguesa.ed.. 4. O.T.html. Biofísica: fundamentos e aplicações. FILHO. 318 p.B. Edinburgh: Oliver and Boyd. ARTE E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL LASMAC2007.G. W.R. NETO. C. PARRA. New York: Marcel Dekker Inc...L.R. Piracicaba: ESALQ-USP. ______. A dictionary of statistical terms. 2001. MARCHINI.. 132p. Glossário entomológico brasileiro . CARVALHO. In: 1º SIMPÓSIO LATINO AMERICANO SOBRE MÉTODOS FÍSICOS E QUÍMICOS EM ARQUEOLOGIA.. 493p. a Dicionário de ecologia e ciências ambientais.. Piracicaba. R. J. EIZEMBERG. Cambridge: University Press. DIEHL. ZUCCHI. M.. 6ª ed.J. M. São Paulo: MASP.P.. Henry W. SP: Editora agronômica Ceres Ltda.. GALLO. São Paulo: Prentice Hall. 1994. Safety of irradiated foods. Disponível em http://geocities. 1957. Probit analysis. D.S.. C.198-200. BAPTISTA..C.S. Acesso em 16 fev.. art editor-geral . 2922 p.S. DIAS. 2003. VENDRAMIM. Entomologia agrícola. p. BUCKLAND. Rio de Janeiro: Editora Objetiva. 1995. A.com. KENDALL. 2007. 333p.C.J. NAKANO. J.B. São Paulo: Thomson.. 2002. .. 1997. 1978.br/insecta_tv/glossario. OMOTO. Manual de entomologia agrícola. Estatística básica através do SAS para windows.R.D. S.J. 454 p. VILLAR. Radiobiology for the radiologist. J.. R. GIOVANELLA. HALL. 649p. 2 ed. FINNEY.B. LOPES.A. J.. 2006. Resumos. 692p.P. Utilização de freqüências sonoras no controle de biodegradadores em obras de arte e patrimônio de madeira. 2 ed.D. DURAN. 583p. R. SP: Editora agronômica Ceres Ltda. Philadelphia: J. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. São Paulo: Editora da Unesp . 1980. R. J. 2001. 531p. 2006.. FRANCO. F. G. 3 ed. E. 1ª ed. Lippincott Company. 11-16 junho. Companhia Melhoramentos .M... ALVES..yahoo.F.R. Piracicaba. HOUAISS. 478p.H. E. L.103 DEVORE. S.M. 18.L.

C. 327 p. D.S. of Agriculture... Section 0 on Agriculture. N. Eletromagnetic energy and sound for use in control of certain pests.104 LEVINE.R.L. 1990. Pest control by chemical. 2000...P.. NAKANO. S. 49p. F. In: KNIPLING. p. HADDAD. 114-118. M. Piracicaba: Ceres. monografias. PARRA.. U.A. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos S. (Editores). S. Dados bionômicos da Ceratitis capitata Wied. 2001. A.O.A. R. TGI. J.S.T. VILLA NOVA. Piracicaba: ESALQ. 13 ed. J.1966 (U. agricultural Research services.L. E. Design and analysis of experiments. São Paulo: Pioneira Thomson Learning Ltda.Fundação de estudos agrários Luiz de Queiroz. O. 320 p. 250 p.).. 1824 (Díptera: Tephritidae) obtidos em laboratório em regime de dieta artificial. PIMENTEL GOMES.O. Determinação do número de ínstares de insetos. ZUCCHI. Sensibilidade de ovos de Ceratitis capitata (Wied. 468p.. A.C. Dept.F. SATO.. BERENSON. NELSON.S. A. OLIVEIRA. RAGA..D. n. FARIA. 811p. SUPLICY FILHO. 1964. 2000. M.. Inc. Estatística: teoria e aplicações. S.L. Estatística experimental aplicada à experimentação agronômica. M.T. D. MALAVASI. SEUBERT. Curso de estatística experimental.1976. 26-31. M. J. TCC. 1997. Piracicaba. STEPHAN.A.. USA: John Wiley & Sons. BARBIN. Tese (Doutorado) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. 1989. S. Agric. 1972. D. Piracicaba: FEALQ . PEDROSO. 1996.53. MONTGOMERY. Sci. Piracicaba: Livraria Nobel. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas. YASUOKA.. (ed). v. Moscas-das-frutas de importância econômica no Brasil: conhecimento básico e aplicado. dissertações e teses. biological. Washington: Agricultural Research Service.M. genetic and physical means: a symposium presented at the meeting of the American Association for the Advancement of Science. Ribeirão Preto: Holos.1824) irradiados em dieta artificial e em frutos de manga (Mangifera indica L. 419 p.1. Manual de ecologia dos insetos.S. 642p. N. Dec. p. Series ARS 33-110). .E.. E.2005..L.177-194. NOGUEIRA. AMORIM.. NETO.S. Universidade de São Paulo.

missouristate. 2007. Acústica e psicoacústica aplicadas à fonoaudiologia.1. Enciclopédia livre: distribuição de Poisson. Fisica medica y biologica. 692 p.W. M. Inactivando vírus con radiaciones. 178p. v. Canadian Journal of Botany. Acesso em : 04 mai. WIKIPEDIA. v.E.edu/introbook/fdist.wikipedia.89-95.72. 2007. Laboratório de Estatística e Geoinformação: A distribuição de Poisson. 1991. A.105 RÉMIZOV. Análise de variância.com/sashtml/>. São Paulo: Atlas. May. São Paulo: Atlas.C. 2006. 2007.. models and em: Introduction values for to statistics: the F-distribution.S.8. Effects of the intensity of audible sound on the growth and development of Rideau winter wheat. Disponível em <http://v8doc.org Acesso em: 05 mar. . 1979. J. VIEIRA. n. I.sas.P. E. Acesso em: 12 ago. STOCKBURGER. p. MEASURES. abril. Disponível http://www. n.1036-1039. Estatística experimental. 204p. P. Veterinária Argentina.. SMOLKO. Disponível em:http://pt. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Moscú: Editorial Mir. applications: D. 1991.57. critical concepts. LOMBARDO. version 8. SAS INSTITUTE INC Sas for Windows 99. 1993. ______. São Paulo: Editora Lovise-Científica. p.ufpr.br> Acesso em 05 mar. 2 ed. 185p.9. WEINBERGER. RUSSO. Disponível em: <http//leg. 1999.H. 2007.htm.psychstat.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful