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CONSTRUÇÃO DE SABERES ECOLÓGICOS PARA O (RE)USO DE ÁGUAS CINZAS

NAS RESIDÊNCIAS FAMILIARES DE FORMA CONSCIENTE E SUSTENTÁVEL

Antônio Marcos da Costa Silvano1


Jailson Tavares Cruz2
Mardônio Junior de Souza3

RESUMO

No atual cenário climático brasileiro, acentuando-se a região nordeste, revela baixos níveis de
precipitações pluviométricas, diminuição dos recursos hídricos, secas e colapsos nos açudes e rios
gerando desequilíbrio ambiental, que compromete a qualidade de vida das pessoas, se faz
necessário repensar e construir novas estratégias ecologicamente corretas para amenizar os efeitos
da seca e do desperdício de água nas residências domiciliares. Nessa perspectiva, o presente artigo
discute novas concepções concernentes à construção de saberes ecológicos para o uso consciente e
sustentável de água em residências familiares. Para proceder na investigação, à pesquisa foi
desenvolvida a partir de uma abordagem teórico-metodológica enfatizando os pressupostos da
Educação Ambiental e concebida metodologicamente a partir de uma análise qualitativa e
interdisciplinar que possibilitou investigar as questões relativas às estimativas médias de consumo e
desperdícios de água por uma família durante o período de um mês. A partir desta análise construir
alternativas de reuso da água de forma consciente e sustentável. Foi possível refletir e maturar
novos saberes ecológicos a respeito da necessidade de construirmos ações concretas significativas
conscientes e eficazes sobre o uso de água nas residências e, propor sugestões adequadas para sua
reutilização minimizando os efeitos da escassez e do desperdício desse recurso natural fundamental
para a manutenção da vida no planeta.

Palavras–Chave: Educação Ambiental, Saberes Ecológicos, reutilização de águas cinza.

1 Professor da rede estadual de ensino (SEDUC/CE), Mestre no Ensino de Ciências e Matemática


(ENCIMA)/UFC e Doutorando em Educação pelo Programa de Pós-Graduação da UECE.
2 Professor da rede municipal de ensino de Beberibe (SME/Beberibe), Mestre no Ensino de Ciências e
Matemática (ENCIMA)/UFC.
3 Professor temporário da rede estadual de ensino (SEDUC/CE), Especialista no ensino de Biologia (UVA).
1 Introdução

A água é um recurso natural fundamental para a manutenção da vida no planeta, por


isso, sua escassez pode comprometer seriamente todos os ciclos vitais, gerar conflitos sociais,
políticos e econômicos. Por ser um recurso natural e o seu desperdício no contexto atual atingi um
patamar elevado, é imprescindível repensar ações coletivas de toda a sociedade no sentido da
preservação desse recurso para o equilíbrio dos ecossistemas terrestres.

O aumento do consumo de água se deve em função do crescimento da população, do


acelerado processo de urbanização, maior industrialização, aumento da extensão das áreas irrigadas
e o desperdício, bem como, a ausência de uma politica ambiental e estrutural de uso da água de
acordo com a finalidade, consumo humano, higiene pessoal, atividades domésticas, jardinagens
dentre outros. Uma avaliação geral dos recursos de água doce do mundo, feita conjuntamente por
diversos organismos internacionais e da Organização das Nações Unidas (ONU), indica que a
maneira como se usa a água em muitos países desenvolvidos e emergentes não é sustentável.

De acordo com os dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o volume total de


água na Terra ocupa, aproximadamente, 70% da superfície do planeta, mais 97,5% dessa água é
salgada. Dos 2,5% de água doce, 68,9% encontram-se nas geleiras, calotas polares ou em regiões de
montanhas; 29,9% em águas subterrâneas; 0,9% compõem a umidade do solo e dos pântanos e
apenas 0,3% constitui a porção superficial de água doce presentes nos rios e lagos para o consumo
humano (BRASIL, 2005).

Nas residências se consome grandes quantidades de água nas diversas atividades


domésticas, e em muitas ocasiões este recurso é desperdiçado simplesmente por descuido ou falta
de informação. O presente artigo discute novas concepções concernentes à construção de saberes
ecológicos para o uso consciente e sustentável da água em residências familiares a partir do
processo de coleta, tratamento e reutilização de águas cinzas ou servidas, em uma residência e
posteriormente seu reuso em atividades domésticas, minimizando o desperdício e o consumo.

Neste contexto emerge a necessidade de conhecer a real quantidade de água consumida


na residência familiar, e no levantamento de informações concernentes ao consumo, desperdício e
possibilidades de reuso da água. Para proceder na investigação, preparou-se um protótipo de estação
de tratamento de água em uma residência familiar, adequando às tubulações para canalizar a água
usada nas tarefas domésticas, para um mesmo local (cisterna), onde posteriormente seria tratada e
reutilizada.
2 Uso consciente e sustentável do consumo de água e a crise hídrica na atual sociedade

A utilização de água desde os primórdios das primeiras civilizações despertou especial


atenção nos seres humanos, primeiramente por ser um recurso natural vital para os seres vivos e,
por possibilitar o desenvolvimento das mais diversas atividades humanas como agricultura,
pecuária, piscicultura, comércio, indústria, entre outras.

Muitas cidades tiveram suas origens e se constituíram próximas às margens de rios e


lagos, devido ao fácil acesso a esses mananciais para serem utilizadas nas atividades domésticas e
comerciais explorando suas potencialidades hídricas, econômicas, sociais e políticas.

As construções de açudes e canais com a finalidade de represar e distribuir água, foi


uma medida tomada emergencialmente para garantir o consumo desse líquido no contexto social
das populações, uma vez que sua falta causaria grandes transtornos à sobrevivência das pessoas e
dos animais, gerar conflitos e desequilíbrio ao meio ambiente.

Com o intenso crescimento da população humana mundial no planeta, destacando-se


que na década de 1650, havia uma população planetária de 500 milhões de pessoas e que na década
de 2010 passou, aproximadamente, para 7 bilhões (MANTOVANI, 2011), o consumo de água
passaria ser um desafio a ser enfrentado por esse contingente de pessoas nas mais diversas regiões
do globo terrestre e, que sua escassez poderia causar ameaças a sustentabilidade dos ecossistemas e
ao meio ambiente (RIBEIRO et al, 2013).

Observando-se a quantidade de água usada nas diversas tarefas domésticas segundo


dados da Agência Nacional de Água (ANA), percebe-se que o consumo per capita no Brasil,
aproximadamente, é de 384 litros/dia onde 40% desse volume são desperdiçados. Neste contexto
nos permite refletir e maturar novos conhecimentos e saberes para superação dessa problemática e
construção de atitudes responsáveis no usufruto desse recurso, uma vez que as políticas públicas
não emergiram efetivamente para amenizar essa questão.

Segundo Solís (2000), no banho de chuveiro se consome aproximadamente 90 litros de


água; no banho de banheira, 350 litros; ao escovar os dentes com torneira aberta durante 1 minuto
consome 6 litros; na lavagem de 10 kg de roupas, 140 litros e em cada descarga dos vasos
sanitários, se consome aproximadamente 20 litros.
Nesse cenário, percebem-se no contexto climático brasileiro, constantes períodos de
secas, baixos níveis de precipitações pluviométricas e curtos períodos de chuvas torrenciais
intensas, causando graves consequências e prejuízos à vida humana e a manutenção do clico vital
dos ecossistemas, isto devido ao desequilíbrio climático planetário causado pela ação (in)consciente
das pessoas e das ações agressivas desmedidas das sociedades capitalistas (RIBEIRO et al, 2013).

Contudo, se faz necessário conceber e construir novos conhecimentos e saberes


ecológicos para o enfrentamento dessas questões desafiadoras que engloba todos os setores da
sociedade, principalmente, a educação quanto à formação dos cidadãos para lidar com tais
problemas.

De acordo com Piaget (1972),

O conhecimento não é transmitido. Ele é construído progressivamente por meio de ações e


coordenações de ações, que são interiorizadas e se transformam. A inteligência surge de um
processo evolutivo nos quais muitos fatores devem ter tempo para encontrar seu equilíbrio.
(PIAGET 1972, p.14).

A construção de novos conhecimentos e saberes ecológicos numa concepção


construtivista possibilitam ressignificar e reestruturar cognitivamente os conhecimentos, saberes,
práticas, atitudes e o modo de agir dos cidadãos diante das questões desafiadoras que comprometem
e ameaçam o meio ambiente e qualidade de vida das pessoas.

Nessa perspectiva, educadores e pesquisadores, sugerem a integração ao currículo, dos


pressupostos teóricos e práticos da Educação Ambiental de forma contextualizada e interdisciplinar,
contemplando os objetivos e finalidades do processo de ensino e de aprendizagem, por meio de uma
prática pedagógica dos conteúdos disciplinares.

A partir dos pressupostos da Educação Ambiental possibilita construir e ressignificar


novos conhecimentos, saberes ecológicos, mudança de atitudes e perfeiçoar competências e
habilidades, por meio de atividades interdisciplinares e contextualizadas, integrando as áreas do
conhecimento e, estimulando educandos e educadores se apropriarem desses conhecimentos e
saberes para uma maior integração e harmonia dos indivíduos com o meio ambiente ( PÁDUA e
TABANEZ, 1997).

Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio, PCNEM (1999) e as Diretrizes


Curriculares do Ensino Médio, DCNEM (2006) concebem pedagogicamente a Educação Ambiental
como tema transversal curricular comum a todas as disciplinas e áreas do conhecimento de modo a
propiciar uma formação plena para o desenvolvimento das capacidades cognitivas e atitudinais com
relação à sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais, dentre entre, os recursos hídricos.

De acordo com a legislação vigente a partir da Lei nº 9.433/1997, também conhecida


como Lei das Águas em seu artigo 31, assegura que:

A Política Nacional de Recursos Hídricos tem seis fundamentos:


I - a água é um bem de domínio público;
II - a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico;
III - em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano
e a dessedentação de animais;
IV - a gestão dos recursos hídricos deve sempre proporcionar o uso múltiplo das águas;
V - a bacia hidrográfica é a unidade territorial para implementação da Política Nacional de
Recursos Hídricos e atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos;
VI - a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do
Poder Público, dos usuários e das comunidades (BRASIL, p. 1997)

Observa-se, conforme o enunciado da “Lei das Águas” que a gestão dos recursos
hídricos deve ser descentralizada, participativa envolvendo o poder público, os usuários e as
comunidades de modo que possam implementar um conjunto de ações educativas para amenizar o
desperdício e propor novas alternativas viáveis para a sua reutilização.

Neste cenário, a construção da estação de tratamento de água residencial surge como


uma alternativa de tratamento e reuso da água evitando o desperdício, otimizando o consumo e
construindo novos conhecimentos e saberes ecológicos para uma consciência ecológica a partir da
prática.

3 Metodologia

Na tentativa de resolver ou minimizar este problema do desperdício de água usando


como protótipo as residências familiares, construiu-se o projeto envolvendo alunos e a comunidade
escolar para intervir na realidade e propor sugestões concretas e viáveis à população no sentido de
proceder na questão do processo de captação, tratamento e reutilização da água.

A pesquisa foi realizada por um professor e dois alunos da EEM Ana Facó, localizada
na sede do município de Beberibe/CE durante o período de agosto a outubro de 2015. Buscou-se
preliminarmente verificar a quantidade de água consumida em uma residência familiar com cinco
pessoas, durante um período de um mês e observou-se a quantidade em metros cúbicos de água
desperdiçados devido ao uso inconsciente.
Para proceder no processo investigação, concebeu-se uma prática experimental de
pesquisa de campo em uma residência domiciliar e no levantamento de hipóteses na tentativa de
solucionar as questões que seriam aprofundadas e testadas durante as etapas da investigação. Foram
realizados estudos, pesquisas, análises e sínteses dos trabalhos já publicados concernentes ao tema
em investigado.

Uma das questões discutidas foi à problemática existente na maioria das residências
brasileiras, onde o grande volume de águas cinzas ou servidas que vão terminar nos esgotos, deixa
de retornar automaticamente ao ciclo hidrológico.

Na realização da prática experimental, escolheu-se uma residência localizada no Bairro


Planalto Beberibe, na Rua 01 na sede do município de Beberibe, por ser um domicilio familiar com
as características comuns as residências de região Nordeste. Neste domicilio residiam cinco
pessoas, sendo dois adultos e três jovens que executam as mesmas atividades comuns às famílias
dessa região.

Nessa residência, foram realizadas adequações das tubulações e canalizar a água usada
nos banheiros e lavagens, para um mesmo local (cisterna), onde posteriormente foi tratada e
reutilizada.

Na busca de um meio eficaz de reutilização deste tipo de efluente, foi realizado visitas a
uma estação de tratamento de água (ETA) da CAGECE (Companhia de Abastecimento de Água e
Esgoto do Ceará) localizada na cidade de Beberibe (CE). Neste local, foi possível assimilar e
compreender todos os passos, conceitos teóricos e práticos, procedimentos e instruções para o
desenvolvimento prático experimental para a coleta, tratamento e reutilização das águas cinzas ou
servidas da residência escolhida.

Foram realizados os primeiros ensaios, em pequena escala para averiguar as quantidades


de produtos a serem utilizados no tratamento das águas cinzas, e logo após verificar que tudo
aconteceu dentro do programado, passou-se executar o experimento em uma escala de maior
abrangência. Após essa fase preliminar, cuidou-se em canalizar, através de bombas, todas as águas
servidas recolhidas anteriormente na cisterna R1 para dois outros recipientes elevatórios R2 e R3 e
em seguida foi realizada a primeira filtragem F1 da água utilizada.

Este elevatório foi construído utilizando-se doze pneus. Nestes dois recipientes
acontece, alternadamente, o processo de floculação e decantação das sujeiras suspensas. Na segunda
fase do processo, a água passa para outro recipiente F2 que é composto por areia, carvão,
pedregulho, cascalho, nesta ordem, onde ela é filtrada.

Estação de Tratamento de Águas Cinzas Residencial

Fonte: Própria (2016)

Na terceira fase do processo, a água já limpa é recebida em um recipiente R4 onde passa


processo de cloração que tem a finalidade de matar os microrganismos patogênicos existentes.
Depois de clorada, esta água poderá ser usada para diferentes fins, como lavagens da casa, dos
automóveis, na irrigação das plantas, nas descargas dos banheiros e outros fins. Foi necessário
também a verificação do pH4 para ajustando-o por meio da adição de produtos químicos aos
diferente usos.

4 Discussão e análise dos resultados

Analisando os resultados obtidos com a realização do experimento verificou-se, que


antes da implantação do protótipo de estação de tratamento de água na residência, havia desperdício
em larga escala de água devido à falta de ações e saberes ecologicamente sustentáveis para garantir

4 pH significa "potencial Hidrogeniônico", uma escala logarítmica que mede o grau de acidez, neutralidade ou
alcalinidade de uma determinada solução.
o uso consciente de água na residência, gerando elevado nível de consumo e consequentemente dos
custos financeiros.

Antes da implementação das ações estabelecidas, verificou-se indícios que parte da água
captada a partir das fontes de captação era desperdiçada inicialmente por gotejamento de algumas
torneiras danificadas, falta de ajustes nas caixas de sanitários, vazamento nas tubulações hidráulicas
que precisavam de reparos e ausência de estratégias para a reutilização das águas cinzas ou servidas.

Após a realização das primeiras visitas à residência e ao iniciar as fases da pesquisa, foi
necessário substituir as torneiras danificadas e ajustar as caixas de sanitários e tubulações
hidráulicas para reduzir os desperdícios imediatos. Nesse sentido foi construídos momentos de
reflexão, estudos e conscientização envolvendo os temas da educação ambiental com as pessoas que
residiam na residência.

A construção das estratégias de intervenção consciente e necessária para otimização do


uso adequado de águas cinzas ou servidas, possibilitou ressignificar as concepções concernentes ao
reuso desse recurso gerando impacto diretamente na forma de uso, reduzindo o consumo e baixando
significativamente as taxas cobradas no valor de consumo de água, notadamente realizando as
mesmas tarefas que a família realizava anteriormente.

Com a reutilização da água, a partir da instalação do protótipo de estação de tratamento


de água residencial, houve uma redução e economia de 50% do toda água captada. Essa condição
possibilitou armazenar aproximadamente, 100% do volume de água limpa e boa para reuso, nos
vários processos requeridos, como na lavagem de veículo, de piso, de irrigação das plantas
frutíferas, hortaliças, jardinagens e nas descargas dos vasos sanitários.

Esta ação propiciou uma economia considerável de água potável, reduziu o seu uso pela
residência e possibilitou uma sensibilização consciente dessa família e da vizinhança.

5 Considerações finais

A partir da realização da pesquisa, constatou-se evidências a respeito à construção de


valores, conhecimentos e saberes ecológicos para preservação e sustentabilidade dos recursos
naturais por parte dos alunos, professores e família em relação ao (re)uso de água. Verificou-se,
maior participação do envolvidos na investigação, nas discussões e debates dos temas da educação
ambiental propondo novas alternativas para amenizar as questões relativas ao desequilíbrio dos
ecossistemas e das ações humana que destrói o meio ambiente.
A pesquisa possibilitou refletir, maturar e desenvolver novos saberes ecológicos a
respeito da necessidade de construirmos ações concretas significativas conscientes e eficazes sobre
a utilização de água nas residências de modo sustentável minimizando os efeitos da escassez e do
desperdício desse recurso natural fundamental para a manutenção da vida no planeta.

O protótipo estação de tratamento de água residencial trouxe benefícios significantes


para a família e comunidade ao qual estar inserido. Levou a comunidade a refleti na importância
desse elemento precioso e indispensável para a vida, que e a água uma vez que nas grandes e
pequenas cidades a captação da água, seu tratamento, e sua distribuição estão se tornando cada vez
mais difíceis.

Portanto, conclui-se que na atual realidade do nordeste brasileiro é um imperativo


estratégico a construção de ações mais conscientes sobre o uso da água e propor sugestões
adequadas para sua reutilização minimizando os efeitos da escassez e que represente um avanço
substancial em favor da eliminação gradual do desperdício deste recurso.

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