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Detector de ruídos aplicado a ambientes de estudo

Conference Paper · November 2013

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Ademar Goncalves Costa Junior


Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Brazil
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MEDEIROS ET. AL. (2013)

DETECTOR DE RUÍDOS APLICADO A AMBIENTES DE ESTUDO

2 3 4
A. P. Medeiros¹, J. I. Fernandes , L. A. Caldeira e A. G. Costa Junior .
1,2,3
Bacharelado do Curso de Engenharia Elétrica – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Paraíba, IFPB, campus João Pessoa. E-mails: anapaula_ee@live.com; ideiao@gmail.com; leoalbcal@gmail.com.
4
Laboratório de Instrumentação, Sistemas de Controle e Automação (LINSCA) – Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia da Paraíba, IFPB, campus João Pessoa. E-mail: ademar.costa@ifpb.edu.br

Artigo submetido em Agosto/2013 e aceito em Outubro/2013

RESUMO

Bibliotecas e outros ambientes de estudo barulho. Foram utilizados um microfone de eletreto,


exigem um nível de silêncio para questões de amplificadores operacionais e componentes passivos
concentração e para saúde. Este artigo apresenta uma para a captação e amplificação do sinal. Para o
proposta de aplicação de detectores de ruídos em processamento digital do sinal sonoro foi utilizado o
ambientes de estudo, principalmente em bibliotecas. Foi Arduino Uno, como também o módulo Bluetooth para a
criado um protótipo que capta o sinal sonoro no comunicação com o smartphone Android. Os resultados
ambiente, mostrando através de uma coluna de LEDs o experimentais do protótipo mostraram o correto
nível de barulho. Quando excedido certo valor limiar de funcionamento do mesmo, com possibilidades de uso na
barulho, é ativado um alerta luminoso, além do envio de Biblioteca da instituição com o intuito de reduzir o ruído
um aviso para um smartphone Android, via Bluetooth, gerado neste ambiente, além de tentar educar as
alertando ao responsável da Biblioteca, em qual mesa pessoas nestes locais, evitando problemas maiores ou
de estudos e o horário em que ocorreu o excesso de dispêndio de pessoal para tal tarefa.

PALAVRAS-CHAVE: Arduino, Bluetooth, controle de barulho, detector de ruído sonoro, biblioteca.

NOISE DETECTOR APPLIED TO STUDIES ENVIRONMENT

ABSTRACT
Libraries and other studies environments microphone, operational amplifiers, and passive
require a level of silence for matters of concentration components for capturing and amplification of the
and health. This paper presents a proposal for signal. For the sound signal digital processing it was used
application of noise detectors to studies environments, a Arduino Uno and a Bluetooth module for
mainly in libraries. It was created a prototype which communication with the Android smartphone. The
captures the sound signal of the surroundings, showing prototype experimental results showed the correct
through a LED column the level of noise. When functioning of the device that can be utilized in the
exceeded a certain level of noise threshold, it activates a institution’s library with intention of reducing the noise
luminous alert, besides sending a notice to an Android generated in this environment, preventing greater
smartphone, via Bluetooth, which table and the time problems or the use of personnel to the task.
was occurred the excessive noise. It was used a electret
KEY-WORDS: Arduino, Bluetooth, noise control, detection of sound noise, library.

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MEDEIROS ET. AL. (2013)

DETECTOR DE RUÍDOS APLICADO A AMBIENTES DE ESTUDO

1. INTRODUÇÃO

As bibliotecas e outros locais para estudo exigem um ambiente silencioso tanto para
questões de concentração, como para saúde (COLITO, 2008; BASTOS et. al., 2011). Segundo a
OSHA (Occupation Safety & Health Administration), o propósito do monitoramento do ruído
sonoro é o de evitar problemas físicos, como surdez ou até mesmo cardíacos. Em geral, a
organização indica que os próprios funcionários realizem o controle de ruído sonoro no local,
mas isso pode se tornar pouco prático em grandes ambientes, exigindo uma força de trabalho
específica para tal objetivo (OSHA, 2013).
Para o Brasil, quando se trata de normas técnicas, trabalha-se com nível de pressão
sonora e uma pressão de referência, ambas medidas em Pascal. O resultado obtido é em decibéis
(dB), segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As leis de conforto acústico,
que trabalham com ruído de fundo, no qual se avalia o ambiente sem realização de nenhuma
atividade, recomenda-se que, em bibliotecas, tenham-se níveis entre 35 a 45 dB (ALMEIDA FILHO
et. al., 2012). Como medida comparativa, a OSHA indica que níveis médios de exposição sonora
iguais ou acima de 85 dB já apresentam um ruído incômodo a ponto de causar danos
permanentes à audição dos presentes, necessitando de algum tipo de medição (OSHA, 2013).
No caso em específico da Biblioteca do IFPB até o presente momento, este controle de
ruído é realizado através de funcionários que tentam buscar através de um trabalho de
conscientização de que é necessário um mínimo de ruído, já que é um ambiente de concentração
para estudos. Buscando melhorar este controle, é proposto um medidor de nível sonoro, que
realiza a medição da intensidade do som em torno de uma mesa de estudos. Para isto, foram
realizados medições de níveis de som das vozes de um grupo nesta mesa, para a caracterização
do ambiente. Utilizando um circuito detector de ruído, integrado na mesa de estudos com um
microfone para captar as vozes, o sistema elaborado para controle de ruídos em ambientes
bibliotecários, utiliza alertas luminosos em forma de LEDs, quando o local excede o limite
estabelecido, além de fornecer informações online para o setor responsável, através de uma
interface homem-máquina, elaborada como aplicativo para smartphones com o sistema
operacional Android.

2. PRINCIPAIS COMPONENTES DO PROTÓTIPO

Nesta seção, são abordados em uma forma resumida, os conceitos básicos dos principais
componentes utilizados no projeto abordado neste artigo.

2.1 Amplificadores Operacionais


Uma das principais funções dos amplificadores operacionais é a de amplificar tensões
elétricas. Conjugando estes dispositivos com outros componentes, podem ser efetuadas
montagens que desempenhem outras funções sobre os sinais (SEDRA & SMITH, 2007; PERTENCE

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JUNIOR, 2012).
O uso dos amplificadores operacionais é necessário para a obtenção de níveis de tensões
desejados na saída. Os resistores trabalham junto com os amplificadores operacionais, para que
se obtenha o ganho desejado na saída do circuito, utilizando as mais diversas configurações de
circuito. No projeto empregou-se o circuito integrado TL084 que conta com quatro
amplificadores operacionais com FETs (Transistor de Efeito de Campo – Field Effect Transistor),
na entrada.

2.2 Microfone de Eletreto


O microfone de eletreto teve o seu desenvolvimento em escala industrial nos laboratórios
da Bell por Gerhard Sessler e James West em 1962 com a grande vantagem de não requerer uma
fonte de tensão elevada. Este microfone comercial com membranas sensíveis de películas
poliméricas emprega apenas um pré-amplificador integrado, com um transistor FET, não
requerendo grandes potências para operar (AQUINO, 2007).
Segundo Aquino (2007), uma onda de pressão sonora faz vibrar a membrana superior
deste tipo de microfone, variando o espaçamento de ar entre ela e o filme carregado de eletreto.
Observa-se que o comportamento deste microfone é similar como um transdutor eletromecânico
que produz uma tensão proporcional ao sinal acústico recebido na entrada pela membrana.
Atualmente os microfones de eletreto são extremamente difundidos devido ao seu baixo preço,
as suas dimensões (em torno de 1 mm de espessura e 5 mm de diâmetro) e às suas
características eletroacústicas.

2.3 Arduino Uno


A plataforma de desenvolvimento Arduino é dito uma plataforma de computação física,
no qual sistemas digitais ligados aos sensores e aos atuadores são capazes de medir variáveis no
ambiente físico, realizar cálculos numéricos, e tomar decisões lógicas no ambiente computacional
gerando novas variáveis no ambiente físico (ARAUJO et al., 2012).
O Arduino faz parte do conceito de hardware e software livre e está aberto para uso e
contribuição por toda a sociedade. Pelo fato do Arduino ser open-source e ser de fácil aquisição,
existem diversos fóruns na Internet que oferecem suporte aos usuários e projetistas, assim como
o compartilhamento de ideias e projetos com outros desenvolvedores. Para o desenvolvimento
do projeto, foi utilizada a plataforma Arduino Uno (Figura 1), no qual é baseado no
microcontrolador ATmega 328, possuindo 14 terminais de entrada/saída (06 podem ser usado
como saída PWM), 06 entradas analógicas, um oscilador a cristal de frequência de 16 MHz, uma
conexão USB, entre outros detalhes (ARDUINO, 2013).
Para iniciar a criação de um projeto no Arduino, é necessário fazer a comunicação
entre o mesmo e o computador, através de um IDE (Integrated Development Environment – ou
Ambiente de Desenvolvimento Integrado). O IDE do Arduino utiliza uma DSL (Domain Specific
Language) inspirada nas linguagens C/C++.

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Figura 1 - Arduino UNO. Fonte: Arduino, 2013.

2.4 App Inventor


O App Inventor foi um projeto do Google Labs com o objetivo de tornar possível a criação
de aplicativos para o Android, de forma rápida e descomplicada por um usuário comum, já que
para isso, o usuário não precisaria ter conhecimento de alguma linguagem de programação
específica. Ao invés de escrever um código, basta o usuário projetar visualmente, através de
blocos, a forma como o aplicativo deve se comportar (MIT APP INVENTOR, 2013).
Com o encerramento do projeto Google Labs, o Google disponibilizou, de forma open
source, o código do App Inventor para que outros desenvolvedores pudessem dar continuidade
ao projeto. Coube então ao Massachusetts Institute of Technology (MIT) assumir a missão de dar
continuidade e suporte ao App Inventor com o objetivo de desenvolver uma ferramenta que
ajude no aprendizado e no projeto de novas tecnologias e aplicações móveis.
O IDE do App Inventor funciona através do browser de qualquer navegador. Para utilizá-lo,
o usuário tem que ter uma conta no Google e estar conectado à Internet. Esse IDE é composto de
três janelas, no qual a primeira é denominada Design, a segunda denominada de Blocks Editor e a
última é a do emulador Android (MIT APP INVENTOR, 2013).

2.5 Bluetooth
O padrão IEEE 802.15.1, mais conhecido como Bluetooth, é um padrão global de
comunicação sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre
os mais diferentes tipos de dispositivos compatíveis com essa tecnologia. A transmissão de dados
é feita através de radiofrequência, permitindo que um dispositivo detecte o outro independente
de suas posições, desde que estejam dentro do limite de proximidade (INFO WESTER, 2013).
Quando dois ou mais dispositivos se comunicam através de uma conexão Bluetooth, eles
formam uma rede denominada piconet. Neste modelo de comunicação, o dispositivo que iniciou
a conexão assume o papel de mestre, enquanto que os demais dispositivos tornam-se escravos.
Cabe ao mestre à tarefa de gerenciar a transmissão de dados entre a rede e o sincronismo entre
os dispositivos (INFO WESTER, 2013).
O módulo Bluetooth ZT-05 utilizado neste trabalho, é um shield que funciona como uma
conexão serial entre o Arduino e outros dispositivos com suporte a tecnologia Bluetooth
permitindo uma comunicação de forma remota.

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3. A METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO DO PROTÓTIPO ELABORADO


O projeto do detector de ruído pode ser dividido em quatro etapas distintas (Figura 2):
captação do sinal; amplificação deste sinal; processamento microcontrolado e acionamento do
aviso luminoso; e a transmissão para um smartphone com sistema operacional Android.

Figura 2 – Diagrama de blocos do projeto.

Nas etapas de captação e amplificação do sinal de voz (Figura 3), o circuito consiste em
um microfone de eletreto devidamente polarizado, ligados a um buffer evitando problemas de
impedância e de capacitância que podem ocorrer com a conexão do microfone com o filtro
passa-alta (frequência de corte de 212 Hz), implementado através de um circuito RC. Após esta
etapa, o sinal é amplificado por um AMPOP, com ganho variável ajustado por um trimpot.

Figura 3 – Circuito implementado para a captação e a amplificação do sinal de voz.

Na etapa de processamento, é utilizada a plataforma de prototipagem eletrônica Arduino


Uno. O sinal de saída do circuito analógico é conectado a uma das entradas analógicas do
Arduino, que já possui um conversor A/D com resolução de 10 bits. O processamento é realizado
de tal maneira que uma coluna de LED's, implantado fisicamente em uma mesa, por exemplo,
indique o nível de ruído no ambiente. Este nível, ao passar de um determinado valor limiar,
aciona esta sinalização em LED’s, com a função de aviso de excesso de barulho no ambiente.
Como o aumento do uso dos smartphones com sistema operacional Android , o projeto foi
desenvolvido no intuito do uso da interação entre os usuários e os administradores da Biblioteca.
Para isso, foi criado um sistema de comunicação sem fio entre o equipamento projetado e um
dispositivo Android, que informa a um funcionário da biblioteca que determinada mesa ou
bancada excedeu o limite de baralho predeterminado. A tecnologia utilizada foi a transmissão via
Bluetooth, através do shield específico (Figura 4) conectado ao Arduino.

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Figura 4 – Transmissão via Bluetooth para smartphone Android.

Para a consolidação da transmissão, foi desenvolvido um aplicativo, com a ferramenta


App Inventor® para o dispositivo Android, responsável por receber a informação e mostrar na tela
do smartphone. O aplicativo desenvolvido (Figura 5) apresenta ao usuário, a mesa que excedeu o
limite de barulho, o horário e quantas vezes o fato aconteceu, em tempo real.

Figura 5 – Aplicativo desenvolvido com a ferramenta App Inventor.

4. DISCUSSÕES SOBRE O PROJETO IMPLEMENTADO

O uso de sinalização através de LEDs permite a visualização do nível de ruído sonoro


gerado no ambiente. Os LEDs verdes indicam um ruído relativamente baixo, os amarelos um
ruído médio, porém suportável, enquanto o vermelho já indica um ruído se aproximando do
limite. Caso o limite seja alcançado, no qual é ajustado pela necessidade do cliente, em específico
neste projeto pela biblioteca do IFPB, um sinal de alerta visual contínuo com tempo aproximado
de cinco segundos, avisará aos usuários da mesa para que reduzam o barulho emitido.
Além da sinalização luminosa, o uso do App Inventor permitiu criar um aplicativo, que se
comunica através de Bluetooth com o telefone celular de um responsável do ambiente,

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alertando-o de quando e onde foi excedido o limite de ruído. Isto permite ao responsável do
setor, controlar a situação sem a necessidade de um grande número de pessoas para fiscalização.
Após uma série de testes, foi determinada que o alcance efetivo do sensor de som está
em uma faixa entre 60 centímetros e um metro, apesar de também funcionar fora deste
parâmetro, mas sem a mesma eficácia, estando à erros de leitura, como a captação de som
advindo de outras mesas, ou pessoas circulando ao redor da mesa.
O protótipo foi projetado de tal maneira que os componentes do equipamento estejam
fora do alcance dos estudantes no ambiente de estudo, evitando danos acidentais e mudanças
não autorizadas. No caso de um microfone que esteja mais sensível, ou não, ao barulho do
ambiente, apenas pessoas autorizadas com ferramentas específicas poderão alterar o ganho do
AMPOP, através de um trimpot. Com isso, é possível calibrar o sistema sem alterar a
programação do microcontrolador ou mudar seus componentes. O protótipo implementado é
apresentado na Figura 6.

Figura 6 – Foto do protótipo do detector de ruídos implementado.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

As bibliotecas se encontram sob forte impacto de ruídos, que se tornam opositores


invisíveis à aprendizagem, em um local no qual a situação de silêncio deveria ser privilegiada. A
aplicação deste projeto pode auxiliar no monitoramento das mesmas e na implantação de
programas de conservação auditiva.
Aprimoramentos no protótipo deverão ser realizados e testados in loco, como o
tratamento de sinais dos vários sentidos de propagação e tipos de som (ruídos como arrastar de
cadeiras, ou de carrinhos de biblioteca), para posterior disponibilização a estes ambientes de
estudos. Além disso, será feito um estudo de design de produto, para que o mesmo possa ser
disponibilizado para uso comercial, já que não há um produto equivalente no mercado.

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6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. ALMEIDA FILHO, N. et. al. Intensidade do ruído produzido em sala de aula e análise de
emissões acústicas em escolares. Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia, v. 16, n. 01,
p. 91-95, jan/fev/mar, 2012.
2. AQUINO, C. V. Transdutores Eletromecânicos de Eletretos Poliméricos com Bolha de Ar
Termoformada. São Carlos – SP, 2007. Tese de Doutorado – Escola de Engenharia de São
Carlos da Universidade de São Paulo, 2007.
3. ARAUJO, I. B. Q. et. al. Desenvolvimento de um protótipo de automação predial/residencial
utilizando a plataforma de prototipagem eletrônica Arduino. Anais: XL Congresso Brasileiro de
Educação em Engenharia, Cobenge. Belém, UFPA, 2012.

4. ARDUINO. Disponível em: <http://arduino.cc/>. Acesso em julho de 2013.

5. BASTOS, G. G. et. al. Biblioteca escolar – espaço de silêncio e interdição. Liinc em Revista, v.7,
n.2, setembro, 2011.
6. COLITO, A. H. G. et. al. Ruído em ambientes de estudo e sua influência sobre o desempenho
acadêmico de estudantes de computação na UNICAMP. Revista Ciências do Ambiente On-line,
v.4, n. 01, agosto, 2008.
7. INFO WESTER. Tecnologia Bluetooth. Disponível em:
<http://www.infowester.com/bluetooth.php>. Acesso em julho de 2013.
8. MIT APP INVENTOR. Information & Tutorials. Disponível em:
http://explore.appinventor.mit.edu/. Acesso em: julho. 2013.

9. OSHA. Regulation Standards. Disponível em:


<https://www.osha.gov/pls/oshaweb/owadisp.show_document?p_table=STANDARDS&p_id=
9742>. Acesso em: julho. 2013.

10. SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. São Paulo: Pearson, 2007. 864 p., il.

11. PERTENCE JUNIOR, A. Porto Alegre: Bookman / Tekné, 2012. 324 p., il.

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