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DESENHO MECÂNICO I

ALUNO(A):________________________________
Revisão para AV2

SINTESE DOS ASSUNTOS:

REPRESENTAÇÃO DE ELEMENTOS DE MÁQUINAS;


 Construção de Componentes Mecânicos para:

4.1 Hélices – páginas 94 até 119

É a curva descrita por um ponto no espaço, animado de movimento de rotação e de translação em torno de um cilindro ou de
um cone imaginário.
A HÉLICE é uma curva de grande importância para a engenharia e em particular para a engenharia mecânica. Através de seus
princípios foram idealizadas as roscas, as engrenagens helicoidais, os camos helicoidais, os fusos, os cabos de aço, as pás dos
ventiladores e as hélices dos aviões, apenas para citar alguns elementos.
4.1.1 Elementos da Hélice:
Ph - Passo da hélice: distância percorrida axialmente por qualquer ponto da hélice, enquanto completa uma volta em torno do
eixo.
dp - Diâmetro efetivo: diâmetro do cilindro imaginário ou diâmetro imaginário local do cone, em torno do qual a hélice se
desenvolve.
bb - Ângulo da hélice: ângulo da reta tangente à hélice em qualquer ponto desta, medido em relação ao eixo imaginário do
cilindro ou do cone Sentido da hélice: esquerda ou direita

Os demais itens apenas a forma de representação e interpretação


o Fixação/União – páginas 94 até 160
o Parafusos – páginas 120 até 130
o Movimentação e Transmissão – páginas 161 até 216
o Rolamentos – páginas 198 até 199;
o Anéis – páginas 157 até 160;

MONTAGEM DE CONJUNTOS MECÂNICOS


Este tipo de desenho seja a nível de esboço ou desenho com instrumento, tem por objetivo fornecer uma imagem
da máquina ou dispositivo montado, permitindo uma visualização da posição ocupada pelas diversas peças que
compões o conjunto e o seu funcionamento.
1. no desenho de conjunto não devem aparecer dimensões, exceto aquelas necessárias a montagem de uma máquina
ou de peças, como distância entre eixos, a posição dos furos na base de uma máquina, uma tolerância geométrica,
Figura 2.2.1.
2. a posição do desenho de conjunto na folha deve ser a posição de funcionamento da máquina, Figura 2,2,1.
3. o desenho de conjunto deve apresentar tantas vistas (inclusive com arestas invisíveis), cortes e seções quantas
forem necessárias, com a finalidade de melhor interpretar este conjunto e de permitir uma melhor visualização das
peças existentes em seu interior.
4. todas as peças do desenho de conjunto devem se enumeradas (peça 1, 2, 3, 4, 5,..), Figura 2,2,1, caso o conjunto
seja muito complexo, pode-se dividi-lo em subconjuntos (subconjunto A, B, C, etc), como por exemplo em um
automóvel: subconjunto da suspensão dianteira, subconjunto da parte de injeção, subconjunto da carroceria, etc, e
em seguida após desenhar o sub-conjuto, enumerar todas as peças deste subconjunto, por exemplo sub-conjunto A
(A1, A2, A3, ...), subconjunto B (B1, B2, B3, ...), e assim por diante. Na numeração das peças deve-se empregar
setas, Figura 2.2.1.5. não é permitido neste tipo de desenho a numeração de peças ocultas (invisíveis) ou semi-ocultas, sendo
necessárioa execução d cortes e/ou seções que permitam a visualização completa de cada peça que compõe o conjunto,
Figura 2.2.2, e 2.2.3.6. o desenho de conjunto deve ser representado em folha específica, não podendo ocupar a mesma folha
que o desenho de detalhes, Figura 2.2.4
7. no desenho de conjunto deve-se representar todas as peças que compõe a máquina, as padronizadas (parafusos,
rolamentos, contra-pinos, etc) e as não padronizadas (engrenagens, suportes, eixos, manivelas, fusos, etc), Figura
2.2.1 e 2.2.3.8. o desenho de conjunto apresentará legenda com o nome da máquina e lista de peças, constando nesta todas as
peças do conjunto desenhado, Figura 2.2.5.

 Ver páginas da apostila - 69, 72, 74, 77, 117, 126, 127, 145, 149, 150, 164,168, 180, 182, 186, 189, 191, 193,
195, 200, 202, 206 até 216.
PRÁTICAS:
 Montagem usando AUTOCAD ou SolidWorks.

PLANIFICAR
O desenvolvimento da superfície de uma peça a ser construída é de suma importância na indústria de caldeiraria,
já que as peças utilizadas neste ramo são geralmente de grande porte e das mais variadas formas e dimensões, tais
como tubulações de usinas hidroelétricas, ventiladores industriais, etc. Dessa forma, é importante que a tarefa de
desenvolvê-las seja realizado de modo rápido e preciso. O processo manual de planificação de superfícies é
ensinado tradicionalmente em disciplinas de cursos de engenharia mecânica, onde são utilizados apenas conceitos
de geometria descritiva e a planificação é construída através de desenhos. Assim, o processo manual é lento e
pouco preciso, pois a precisão depende muito da habilidade do desenhista. Acredita-se que a construção manual é
importante no processo de ensino-aprendizagem para compreensão do processo de planificação, bem como para
análise de resultados obtidos. Com o advento dos microcomputadores, praticamente qualquer universidade ou
empresa tem ao seu dispor equipamento necessário para automatizar, via software, a tarefa de desenvolver a
planificação de superfícies de tubulações.

(KRIPKA, 2006, p1)

PRÁTICAS:
 No Autocad: Criar as formas segundo princípios geométricos;
 No Solidworks: Criar figuras usando recursos do sistema.

TUBULAÇÕES INDUSTRIAIAS
As plantas de tubulação são desenhos feitos em escala, contendo todas as tubulações de uma determinada área,
representadas em projeção horizontal, olhando-se de cima para baixo (TELLES, 1997).

As plantas de tubulação devem ser executadas utilizando-se as escalas 1:500, 1:100, 1:50, 1:20, (NBR 8196, 1999),
dependendo da complexidade da planta a ser representada, e preferencialmente no formato A1 (NBR 10068, 1987).

Desenho de Fluxogramas
As seguintes informações devem estar contidas nas plantas de tubulação:
• indicação do norte de projeto;
• coordenadas e cotas, de importantes linhas de referência, tais como: limites de área e desenho, linha de centro de ruas
ou acessos e seus contornos, travessia de ruas, canaletas de drenagem, diques, prédios, casas de controle e outras
edificações, contorno das bases principais, plantas de continuação;
• identificação de todos os tubos e seu sentido de fluxo – elevações e caimentos;
• todas as válvulas, acessórios e equipamentos de tubulação (exceto luvas ou uniões que funcionam como ligações entre
varas de tubos) representados em escala conforme simbologia própria;
• identificação dos sistemas de aquecimento conforme a norma PETROBRAS N-42;
• locação e identificação dos bocais dos equipamentos: identificação do bocal, orientação, diâmetro nominal, classe de
pressão, tipo de conexão e elevação;
• identificação, dimensões gerais, elevação e locação de plataformas, passarelas e escadas;
• identificação, representação conforme simbologia própria e locação de todos os instrumentos inerentes ao sistema de
tubulações;
• no campo próprio, definido pela norma PETROBRAS N-381, os desenhos e/ou documentos de referência: planta de
arranjo geral, notas gerais de tubulação, fluxograma de engenharia, desenho índice de plantas de tubulação e outros;
• todos os apoios e restrições, exceto se apresentados na planta de locação de suportes.

Símbolos
 São exemplos de símbolos usados nestes desenhos.
Desenhos Isométricos

Os isométricos são desenhos feitos em perspectiva axonométrica isométrica, sem escala. As são exemplos de desenhos
isométricos.