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2 01.08.

05 Revisão Geral EETP MDP MDP WSF


1 07.03.03 Revisão geral pela RD – D.Eng.0053/03 EETP LJMM LJMM WSF
0A DEZ/01 Atualização EETP DRG DRG WSF
0 AGO/01 Emissão Inicial EETP DRG DRG WSF
REV. DATA DESCRIÇÃO PROJ. CONF. VISTO APROV.

CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A


SUPERINTENDÊNCIA DE EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO – EET
GERÊNCIA DE PROJETO DE PROTEÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO – EETP
PROJ. DATA No
AGO/01
PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DE PEP-000-55107
VISTO DATA INTERFACE HOMEM MÁQUINA PARA OS
AGO/01
EQUIPAMENTOS NÍVEL 2 SPCS
APROV. DATA
WSF AGO/01 Rev. 2
CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S/A - ELETRONORTE
SISTEMA DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO
PADRÃO PARA DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE HOMEM MÁQUINA

ÍNDICE

1 OBJETIVO 4

2 TELAS 5

2.1 DESCRIÇÃO GERAL 5


2.2 TIPOS FUNCIONAIS DE JANELAS 5
2.3 JANELAS DE SELEÇÃO E PAGINAÇÃO 6
2.4 APRESENTAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE TELAS 6
2.5 CARTÕES DE SEGURANÇA 6
2.6 SUPERVISÃO DO ESTADO DOS EQUIPAMENTOS E SINAIS 7
2.6.1 ESTADO DOS EQUIPAMENTOS 7
2.6.2 APRESENTAÇÃO DE VALORES 7
2.7 TENSÕES DE OPERAÇÃO 8

3 CRITÉRIO DE DESENHO DE TELAS 9

3.1 TELAS EM CENTROS DE OPERAÇÃO 9


3.2 TELAS DE UNIFILARES NAS SUBESTAÇÕES 9
3.3 TELAS DE INTEGRAÇÃO COM OUTROS SPCS 12
3.4 TELAS DE MEDIÇÃO 12
3.5 TELAS DE CONTROLE DE TENSÃO DOS TRANSFORMADORES 13
3.6 TELAS DE CONTROLE DE REATIVO DE COMPENSADORES SÍNCRONOS 14
3.7 TELAS DE SERVIÇOS AUXILIARES 14
3.8 TELAS DE ARQUITETURA 16
3.9 TELAS DE ERAC 16
3.10 TELAS DE ECE 17
3.11 TELAS DE SEQÜÊNCIA DE MANOBRAS 17
3.12 TELAS DE GRANDEZAS FORA DE FAIXA 17
3.13 TELAS DAS UCD´S 17

4 COMANDOS 20

4.1 DESCRIÇÃO GERAL 20


4.2 JANELA DE SELEÇÃO DE COMANDO 20

5 EVENTOS 22

5.1 DESCRIÇÃO GERAL 22


5.2 INIBIÇÃO E HABILITAÇÃO DE VARREDURA 23
5.3 LISTA DOS EVENTOS 23
5.4 DEFINIÇÃO DE UM EVENTO COMO ALARME 23

6 ALARMES 24

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6.1 DESCRIÇÃO GERAL 24


6.2 GRAU DE SEVERIDADE 25
6.3 MACRO ALARMES 25
6.4 INIBIÇÃO E HABILITAÇÃO DE ALARMES 26
6.5 RECONHECIMENTO E RETIRADA DE ALARMES 26
6.6 LISTA DOS ALARMES 26

7 IDENTIFICAÇÃO DE USUÁRIOS E NÍVEIS DE SENHAS 27

8 RELATÓRIOS 28

9 GRÁFICO DE MEDIDAS 29

10 DIVERSOS 30

10.1 CÓPIA DE SEGURANÇA 30


10.2 AJUDA 30
10.3 SINCRONÍSMO 30

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1 OBJETIVO
As orientações definidas neste documento deverão ser integralmente seguidas
pelo fornecedor para o desenho e configuração das telas de Sistemas de
Proteção, Controle e Supervisão - SPCS de subestações.
O fornecedor deverá discriminar qualquer eventual divergência entre a tela
configurada e o disposto neste documento, indicando o motivo do não
atendimento ao padrão.
Caso seja identificada alguma não conformidade na tela configurada com o
especificado neste documento durante a vigência da garantia técnica contratual
estabelecida e mesmo após a conclusão do comissionamento em campo sem
que tenha havido sua anuência expressa, a ELETRONORTE poderá solicitar a
correção da não conformidade, com ônus integral para o fornecedor.
1.5.1 O fornecedor deverá entregar para a ELETRONORTE a tela completamente
configurada 30 dias antes do início dos testes de Certificação de Funcionamento
Integrado.

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2 TELAS

2.1 DESCRIÇÃO GERAL


A tela da IHM deverão ser divida nas seguintes regiões:
• Identificação - Região da tela onde deverão ser apresentadas
informações gerais, comuns a todas as janelas, tais como nome e
logotipo da ELETRONORTE (no canto superior esquerdo) e hora no
formato HH:MM:SS (hora:minuto:segundo).
• Menu – Região da tela a partir da qual deverão poder ser selecionadas
todas as funções do sistema
• Área de alarme - Região da tela que deverá mostrar pelo menos o último
alarme.
• Janela - Região da tela que deverá apresentar informações específicas
dos vários setores da instalação, conforme a funcionalidade requerida.
Deverá ser composta por duas partes:
o Parte estática – onde deverão ser apresentados elementos de
caráter fixo, tais como: nome da janela (instalação e classe de
tensão, na parte superior central), barras, linhas de transmissão,
transformadores, molduras, identificações de equipamentos, etc.
o Parte dinâmica – onde deverão ser apresentados elementos de
caráter variável que residem na base de dados como valores
atuais de grandezas analógicas e indicações de estado.
o Área de atalho de navegação – situado na parte superior da
janela, onde deverão ser apresentados botões que permitem
abrir as principais janelas do sistema.

2.2 TIPOS FUNCIONAIS DE JANELAS


• Unifilar – janela gráfica que deverá apresentar os diagramas unifilares
(sinóticos) da subestação, dos serviços auxiliares e da arquitetura do
sistema computacional.
• Lista – janela que deverá apresentar informações que agrupam pontos com
características ou condições comuns, tais como: lista de eventos, lista de
alarmes, lista de pontos com alarme inibido, lista de pontos entrados
manualmente, lista de pontos com cartão de segurança, lista de pontos com
varredura inibida.
• Índice – janela que deverá apresentar informações a partir das quais outras
janelas podem ser chamadas.
• Tabular – janela que deverá apresentar informações em formato de tabela.
• Anunciador – janela que deverá apresentar informações em formato
semelhante a um anunciador de alarmes.

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2.3 JANELAS DE SELEÇÃO E PAGINAÇÃO


A seleção de janelas e paginação deverá poder ser feita através de menus com
o nome das janelas e de áreas sensíveis da janela em exibição, como botões,
nomes e símbolos de equipamentos. Deverá ser possível a paginação para a
tela anterior e para a tela inicial.

2.4 APRESENTAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE TELAS


As telas, menus, relatórios e comandos deverão ter todos os seus textos escritos
em português.
As telas deverão ser atualizadas periodicamente e por exceção. O período de
atualização para pontos analógicos deverá ser parametrizado e inicialmente
deverá ser de um segundo. Além disso, a tela deverá ser atualizada caso ocorra
variação de uma indicação de estado, alarme ou ultrapassagem de limite de um
ponto analógico que seja parte da tela em exibição. Os pontos digitais deverão
ser mostrados em tela no máximo em um segundo após a mudança do estado
em campo.

2.5 CARTÕES DE SEGURANÇA


Na tela de unifilar deverá existir um pequeno símbolo de cartão (¦ ) junto ao
símbolo dos equipamentos que indicará, através de uma cor, a colocação de
cartão de segurança pelo operador, conforme abaixo, em ordem decrescente de
prioridade:
• Vermelho Não Opere (indisponível para operação)
• Verde Manutenção
• Amarelo Linha Viva
• Invisível Normal
Poderá ser possível colocar mais de um cartão por equipamento ao mesmo
tempo. Caso haja mais de um cartão no equipamento, apenas o mais prioritário
deverá ser exibido no unifilar.
O cartão vermelho (mais prioritário) e o cartão verde deverão impedir tanto a
abertura quanto o fechamento do equipamento. O cartão amarelo (menos
prioritário) deverá impedir apenas o fechamento.
O cartão de segurança somente poderá ser colocado ou retirado pelo operador
do sistema que esteja comandando a instalação, conforme estabelecido pelas
chaves de seleção local/remoto. Uma vez colocado em um nível, o cartão deverá
ser visto em todos os demais.
O cartão de segurança deverá impedir o comando também a partir do mímico da
UCD. O mímico da UCD deverá dispor de meios para retirar os cartões de
segurança.
Se houver um reset na UCD o estado dos cartões deverá ser mantido.

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2.6 SUPERVISÃO DO ESTADO DOS EQUIPAMENTOS E SINAIS

2.6.1 ESTADO DOS EQUIPAMENTOS


O estado dos disjuntores e chaves seccionadoras deverá ser representado nas
telas utilizando as seguintes cores e símbolos

DISJ SECC CORES ESTADOS

verde aberto ou desligado

vermelho fechado ou ligado

intermediário (valor 00) ou indeterminado (valor


preto 11), extraído (fora do nicho) ou em posição de
teste
inválido, último estado aberto (falha de
branco comunicação, falha de aquisição ou varredura
inibida)
inválido, último estado fechado (falha de
branco comunicação, falha de aquisição ou varredura
inibida)

lilás forçado aberto manualmente

lilás forçado fechado manualmente

Quando alguma sinalização simples fizer parte da janela deverá ser mostrado
um texto ou símbolo usando cor ou cor de fundo para destacar o alarme, se o
estado estiver anormal, e não deve ser mostrado nada, se o estado estiver
normal (invisível).
A cor de fundo da janela de unifilar deverá ser cinza.

2.6.2 APRESENTAÇÃO DE VALORES


A cor do texto das grandezas analógicas deverá indicar a faixa da medida:

cor faixa Valor


faixa entre o primeiro limite inferior e o primeiro
verde normal
limite superior
faixas entre o primeiro e segundo limite inferior
amarelo advertência ou então entre o primeiro e segundo limite
superior
faixas entre o segundo limite inferior e o valor
laranja urgente mínimo ou então entre o segundo limite superior
e o valor máximo
preto indeterminado valor fora de faixa
último valor válido (falha de comunicação, falha
branco inválido
de aquisição ou varredura inibida)

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lilás forçado Manualmente

2.7 TENSÕES DE OPERAÇÃO


O padrão de cores considera a necessidade de visualização e identificação das
tensões tanto em tela de microcomputador quanto em papel.

Tensão WinWord AutoCAD


(kV) Cor de Referência
Nome % Nome Número
500 Preto Preto 100 Preto 7
230 Verde Verde 100 Verde 96
138 Vermelho Vermelho 100 Vermelho 240
69 Azul Ciano 100 Azul 140
34,5 Roxo Magenta escuro/Azul 75 Roxo 204
13,8 Laranja/Amarelo Vermelho/Amarelo 40 Laranja 30
6,6 Marrom Vermelho escuro 100 Marrom 14
4,4 Lilás Magenta 70 Lilás 6
2,3 Verde Claro Magenta 70 Lilás 6
AC Marrom
DC Laranja

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3 CRITÉRIO DE DESENHO DE TELAS

3.1 TELAS EM CENTROS DE OPERAÇÃO


Estes critérios se aplicam aos Sistemas Digitais de Controle e Supervisão:
• dos Centros de Operação Regional – COR,
• dos Centros de Operação Local – COL,
• dos Centros de Operação de Área,
• dos Postos de Operação da Transmissão – POT,
• das subestações que operam remotamente outras subestações
• do Centro de Informação e Análise da Transmissão do COT em Brasília.
A janela inicial de supervisão a ser mostrada deverá ser uma janela com o
unifilar geral simplificado, que deverá representar todas as instalações
supervisionadas por aquele centro, inclusive as linhas de transmissão,
interligando as diversas subestações e usinas.
Deverão ser representados apenas os disjuntores e barras da classe de tensão
mais elevada. Nesta janela deverão ser representadas as principais medidas
para a operação do centro como a potência ativa das linhas, tensão e freqüência
das barras, potência reativa dos compensadores. Não deverá haver comandos
disponíveis nesta janela. Seu objetivo será disponibilizar todas as informações
mais significativas de todas as instalações supervisionadas por aquele centro em
uma única janela, de forma a dar uma idéia geral da situação atual do sistema
sem necessidade de navegar em diversas telas.
A partir desta janela o operador deverá poder acessar as janelas específicas de
cada uma das instalações. Para isso, bastará clicar no nome da subestação ou
usina.
A área de atalho de navegação deverá prever botões de operação para acessar
as janelas de índice, alarmes, eventos, unifilar geral do centro e os unifilares de
cada subestação.
Os critérios de desenho das demais telas dos centros deverão ser os mesmos
critérios utilizados para os SPCS de subestação e usina.

3.2 TELAS DE UNIFILARES NAS SUBESTAÇÕES


A janela inicial de supervisão a ser mostrada nos SPCS em subestação deverá
ser uma janela com o unifilar geral simplificado que deverá representar todos os
setores da subestação.
Caso a representação das seccionadoras carregue muito o desenho elas
poderão ser suprimidas, devendo ficar apenas a representação dos disjuntores,
bloqueio 86 e cartões de segurança dos disjuntores.
Também deverão ser representadas nesta janela todas as medidas significativas
para a operação da subestação, como a potência ativa em todas as linhas e
transformadores, tensão e freqüência das barras e potência reativa dos
compensadores.

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Não deverá haver comandos disponíveis nesta janela. Seu objetivo será
disponibilizar todas as informações mais significativas da subestação em um
única janela, de forma a dar uma idéia geral da situação atual do sistema sem
necessidade de navegar em diversas telas.
Cada um dos setores da subestação deverá ter uma janela específica,
geralmente associada a sua classe de tensão. Entretanto, dependendo da
complexidade da subestação, poderá ser necessário adicionalmente desenhar
uma janela específica para um ou alguns bays ou grupos de equipamentos,
como banco de capacitores série, compensador síncrono e estático.
As janelas com unifilares deverão ser feitas tomando-se como referência os
diagramas unifilares elaborados pela área de operação da ELETRONORTE,
inclusive para elaboração da biblioteca de símbolos que representam os
equipamentos.
Nestes diagramas a posição dos símbolos no desenho deverá corresponder
aproximadamente à disposição física dos equipamentos no pátio, tomando-se
como referência a posição da sala de comando da subestação. Eventualmente
estes desenhos poderão não coincidir com os unifilares utilizados para projeto.
Deverão ser supervisionados também os equipamentos dos bays pertencentes a
outras empresas, mesmo que não sejam operados pela ELETRONORTE.
Deverão ser representados em linhas tracejadas os equipamentos dos bays cuja
previsão de construção seja de curto prazo.
Cada janela deverá possuir em destaque a identificação da instalação e do setor
(centro superior).
O tamanho dos símbolos que deverão representar os equipamentos,
especialmente os disjuntores e as seccionadoras não deverão causar
dificuldades para supervisão e controle pelos operadores e despachantes.
As chaves seccionadoras deverão ser representadas de forma a poder identificar
corretamente o lado de articulação e o lado de contato exatamente conforme o
seu arranjo físico.
Não deverão ser mostrados os transformadores de corrente (TCs),
transformadores de potencial (TPs) e pára-raios.
O símbolo do capacitor série deverá ser associado dinamicamente com a
variável que indicar banco inserido (vermelho) ou fora de serviço (verde).
Deverá ser mostrado próximo a cada disjuntor o texto 86 em branco dentro de
um círculo com fundo vermelho caso o respectivo bloqueio de fechamento de
disjuntor esteja bloqueado. Caso esteja desbloqueado nada deverá ser mostrado
(invisível).
Deverá ser mostrado o texto .L. em vermelho próximo a cada disjuntor e
seccionadora caso a chave local/remoto 43LR do respectivo equipamento esteja
na posição local indicando que o comando está selecionado para execução no
pátio da subestação. Caso esteja selecionado para remoto nada deverá ser
mostrado (invisível).
Deverá ser mostrado o texto L em preto dentro de um círculo com fundo branco
próximo ao equipamento principal da UCD caso a chave local/remoto 43LR
desta UCD esteja na posição local indicando que o comando está selecionado
para execução no mímico da UCD. Caso esteja selecionado para remoto nada
deverá ser mostrado (invisível).

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Na janela de unifilar deverão ser mostrados, preferencialmente no canto inferior


esquerdo, a indicação e comando das chaves de seleção local/remoto dos SPCS
integrados e do COR. Caso esteja selecionado para própria IHM não deverá ser
mostrado (invisível).
Outros sinais que impedem o fechamento ou abertura de equipamentos não
deverão ser mostrados no unifilar.
Deverá ser mostrado o cartão de segurança mais prioritário próximo ao
equipamento.
Deverá ser indicado através de uma seta o sentido do fluxo instantâneo da
potência ativa nas saídas de linha e de transformador.
Os nomes de todos os equipamentos representados deverão seguir a
padronização definida pela área de operação da ELETRONORTE.
Os nomes dos reatores, capacitores, compensadores, transformadores, barras,
disjuntores e seccionadoras deverão ser representados sem os dois primeiros
caracteres do código operacional que identificam a instalação.
Os nomes das linhas deverão ser representados com todos os caracteres do
código operacional. As linhas podem indicar também o nome da subestação à
qual está interligada.
Os reatores, capacitores, compensadores, barras, linhas e alimentadores
deverão ser desenhados com a cor correspondente a sua classe de tensão.
Os transformadores deverão ser desenhados com todos seus enrolamentos e
cada um deles com a cor correspondente a sua classe de tensão.
Caso os símbolos dos equipamentos forem desenhados na horizontal, deverá
ser representado o nome dos disjuntores em baixo do seu símbolo e os cartões,
chave 43LR e 86 em cima. Para seccionadoras deverá ser representado o nome
em cima do seu símbolo e cartões e chave 43LR em baixo.
Quando se clicar no nome de um setor deverá ser aberto o unifilar daquele setor.
A área de atalho de navegação deverá prever botões para acessar as janelas de
índice, alarmes, eventos, unifilar geral da subestação e os unifilares de cada
setor (classe de tensão).
Deverão ser mostradas algumas medidas na própria janela de unifilar:
• Tensão entre fases BV e freqüência das barras
• Potência ativa, corrente fase B e tensão entre fases BV das linhas e
alimentadores
• Potência reativa dos compensadores síncronos e estáticos
• Potência ativa, corrente fase B e tensão entre fases BV de todos
enrolamentos dos transformadores
• Posição de tap dos transformadores

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3.3 TELAS DE INTEGRAÇÃO COM OUTROS SPCS


Quando o SPCS de um fabricante for integrado em outro SPCS, as telas do
sistema de nível superior deverão ser desenhadas da forma mais semelhante
possível com as telas do sistema integrado, devidamente compatibilizadas com
todos os requisitos exigidos neste documento e levando em consideração as
eventuais diferenças entre os sistemas.
Este critério deverá ser aplicado para a integração ao sistema SAGE de todos os
SPCS fornecidos para uma subestação por diversos fabricantes.
Também deverá ser aplicado para a integração de equipamentos que possuam
SPCS dedicados, como é o caso de banco de capacitor série e compensador
estático ou síncrono. Quando se clicar no símbolo do equipamento na janela do
unifilar do SPCS de nível superior, deverá ser aberta a janela detalhada
desenvolvida a partir dos dados obtidos da integração.
Caso o sistema integrado possua controle dual (A e B), a sinalização e os
comandos na janela do SPCS de nível superior deverão vir do controle A.
Deverá haver botões de forma a acessar as janelas do controle B a partir das
janelas do controle A e vice-versa.

3.4 TELAS DE MEDIÇÃO


Quando se clicar no nome das linhas, barras, reatores, capacitores,
compensadores e transformadores deverá ser aberta uma janela, que poderá ser
deslocada na tela, contendo a medição completa do equipamento.
Para linhas e alimentadores deverão ser exibidas as seguintes grandezas
elétricas:
• potência trifásica ativa e reativa,
• correntes nas fases A, B e V,
• tensões entre fases AB, BV e VA,
• freqüência.
Para cada um dos enrolamentos de transformadores deverão ser exibidas as
seguintes grandezas elétricas:
• potência trifásica ativa e reativa,
• correntes nas fases A, B e V,
• tensões entre fases AB, BV e VA,
• freqüência.
Para reatores, capacitores e compensadores deverão ser exibidas as seguintes
grandezas elétricas:
• potência reativa,
• correntes nas fases A, B e V,
• tensões entre fases AB, BV e VA.

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Para as barras deverão ser exibidas as seguintes grandezas elétricas:


• tensões entre fases AB, BV e VA,
• freqüência.
Para reatores e transformadores deverão ser mostradas também as
temperaturas de óleo e enrolamento, por fase.
Para compensadores deverão ser mostradas também as temperaturas e
pressões mais significativas.
Deverão ser elaboradas tabelas agrupando medidas de vários equipamentos.
Para cada setor deverá haver uma tabela mostrando todas as medidas elétricas
das linhas e transformadores e outra mostrando todas as medidas de
temperatura de óleo e enrolamento for fase dos transformadores e reatores.
Dependendo da subestação outras tabelas poderão ser necessárias.
Caso necessário deverão ser elaboradas tabelas com a medição operacional de
energia (ativa fornecida e recebida e reativa capacitiva e indutiva) das linhas,
alimentadores e transformadores indicando os valores medidos na hora cheia e
demanda horária para todo o dia.

3.5 TELAS DE CONTROLE DE TENSÃO DOS TRANSFORMADORES


Quando se clicar no símbolo dos transformadores que possuam comutador de
tap sob carga - CSC deverá ser chamada uma tela a partir da qual deverá ser
possível executar o controle de tensão do transformador.
De acordo com as funcionalidades disponíveis, deverá haver a indicação do tipo
de controle de tensão utilizado e seus respectivos comandos:
• controle por comando manual de aumentar/diminuir tensão
• controle por programação horária, através do preenchimento de tabela
horosazonal com o perfil da tensão e da carga (mínima, leve, média ou
pesada) hora a hora ao longo do dia, com recurso para determinação de
sábados, domingos e feriados.
• controle por carga, com a associação dos diversos patamares de carga
às suas respectivas tensões de controle.
• controle por curva de carga, com a associação das coordenadas
potência ativa às suas respectivas tensão de controle.
• controle por compensação de linha
Deverão também estar disponíveis:
• Indicação da posição corrente de tap e da tensão em cada um dos
enrolamentos do transformador.
• Seleção do paralelismo entre transformadores ou entre fases (mestre,
comandado ou individual).
• Comando aumentar/diminuir tensão, mediante comutação de tap.
• Comando de parada de emergência.
• Indicação de bloqueio do CSC.
• Indicação da chave de seleção local/remoto do relé 90 e do CSC.

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Quando houver disponibilidade de comando remoto para ligar/desligar a


ventilação forçada de transformadores, também deverão ser mostradas as
indicações relativas a ventilação forçada (43MA, 43LR, estado ligado/desligado
por grupo).

3.6 TELAS DE CONTROLE DE REATIVO DE COMPENSADORES


SÍNCRONOS
Quando se clicar no símbolo de cada um dos compensadores síncronos deverá
ser chamada uma tela na qual deverá ser possível o controle de sua potência
reativa.
Nesta janela deverá haver as seguintes indicações e comandos:
• Indicação da potência reativa e tensão.
• Indicação das temperaturas e pressões mais significativas ou que
possam impor restrição operacional.
• Indicação de seleção local/remoto (painel/UCD)
• Pré-condições de partida do compensador.
• Comandos de partida e parada do compensador.
• Comando de parada de emergência.
• Comandos para aumentar/diminuir excitação do compensador.
• Ativação do controle conjunto de todos os compensadores, que divide
igualmente a potência reativa dentre os compensadores em serviço.
• Campo para a entrada do valor objetivado de potência reativa a ser
igualmente dividida entre os compensadores em serviço.
Quando o controle de tensão da subestação depender da ação conjunta sobre
transformadores e compensadores, deverá ser possível ajustar os parâmetros
desta coordenação.

3.7 TELAS DE SERVIÇOS AUXILIARES


Os unifilares de serviços auxiliares de corrente alternada e de corrente contínua
deverão ser desenhados em janelas distintas, com até dois níveis de
detalhamento:
• O primeiro nível deverá mostrar todo o serviço auxiliar da instalação,
indicando as barras dos quadros e subquadros, por casa de relé,
interligadas entre si, por meio dos disjuntores de barra e disjuntores de
interligação com outros subquadros, diretamente ou através de
transformadores. Ao se clicar no nome de cada quadro e subquadro
deve-se abrir a tela do segundo nível.
• O segundo nível deverá mostrar todos os detalhes possíveis de cada
quadro e subquadro. Deverá indicar o nome dos subquadros aos quais é
interligado. Ao se clicar no nome destes subquadros deverá ser aberta a
respectiva tela de segundo nível.

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Deverão ser mostrados nos unifilares de serviço auxilar de corrente alternada:


• o alimentador expresso e/ou enrolamento de 13.8kV de transformador.
• o arranjo dos equipamentos de 13.8kV.
• os grupos geradores a óleo diesel.
• a tensão entre fase BV dos grupos geradores a óleo diesel.
• indicação de falha e indicação de operação dos grupos geradores a óleo
diesel.
• comandos de partida/parada e parada de emergência dos grupos
geradores a óleo diesel.
• a tensão entre fase BV, a corrente fase B, as potências ativa e reativa
das barras do quadro.
• os transformadores entre quadros e subquadros.
• a tensão entre fase BV e a corrente fase B das barras dos subquadros.
• posição/comandos dos disjuntores e seccionadoras motorizados.
• posição dos disjuntores e seccionadoras não motorizados, mas
supervisionados.
• indicação das chaves 43LR e 43MA.
• indicação/comando da chave lógica IHM/UCD.
• indicação de cartão de segurança.
• indicação/comando de seleção de prioridade de partida entre os grupos
geradores a óleo diesel.
• indicação/comando de seleção de prioridade entre os alimentadores
expresso e/ou enrolamentos de 13.8kV de transformador.
• indicação de bloqueio de fechamento (86) de disjuntor de 13.8kV.
Deverão ser mostrados nos unifilares dos serviços auxiliares de corrente
contínua:
• os retificadores e bancos de bateria.
• a tensão e a corrente das barras do quadro e dos subquadros.
• fuga a terra dos retificadores (texto 64 em fundo vermelho).
• posição/comandos dos disjuntores e seccionadoras motorizados.
• posição dos disjuntores e seccionadoras não motorizados, mas
supervisionados.
• indicação das chaves 43LR e 43MA.
• indicação/comando da chave lógica IHM/UCD.
• indicação de cartão de segurança.

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3.8 TELAS DE ARQUITETURA


No COR deverá haver uma tela que sintetize a arquitetura geral do sistema,
inclusive os canais de dados que interligam as instalações. A partir desta tela
dever ser possível selecionar a tela de arquitetura de cada uma das instalações.
Nas subestações deverão ser desenhadas telas que representem a arquitetura
do SPCS, o estado de seus equipamentos (UCD, UPD, concentrador, GPS,
starcoupler, hub, switch. roteador, microcomputador, etc) e dos canais de dados
associados.
Deverão ser implementados as seguintes indicações e comandos:
• Indicar o painel e casa de relé ou sala de comando onde está o
equipamento.
• Identificar cada equipamento com sua identificação de etiqueta, tipo e
modelo.
• Indicar falhas de comunicação ou defeito crítico (IRF) representando o
equipamento em vermelho.
• Indicar falhas de comunicação com o SPCS de nível superior ou com o
SPCS integrado representando a linha entre eles em vermelho.
• Indicar perda de sincronismo de GPS para cada um dos equipamentos
• Ao se clicar sobre o equipamento deverá ser aberta uma tela contendo
indicações mais detalhadas de sua autosupervisão e seus comandos
(pedido de integridade, autoteste, reset, configuração, ajuste).
• Indicar qual é a IHM ativa e permitir sua comutação, caso o sistema seja
tipo hot standby.
• Permitir ao supervisor solicitar pedido de integridade e desativar o alarme
sonoro da IHM
• Indicar alarme de HD cheio
• Indicar falha de impressora

3.9 TELAS DE ERAC


Quando aplicável, deverá haver uma tela em cada instalação para configuração
do esquema de alívio de carga por subfreqüência. Deverá ser possível
selecionar o estágio do nível (f) ou taxa (∆f/∆t) para cada linha ou alimentador
que deva ser desligado.
Quando aplicável, deverá haver uma tela em cada subestação para configuração
do esquema de alívio de carga por sobrecarga dos transformadores. Deverá ser
possível selecionar o estágio para cada linha ou alimentador que deva ser
desligado.
Excepcionalmente, quando a instrução de operação exigir a exclusão de
disjuntor do esquema de alívio de carga antes de seu fechamento, a sinalização
desta ativação/desativação deve ser mostrada na tela de seleção de comando
daquele disjuntor.

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3.10 TELAS DE ECE


Quando aplicável deverá haver uma tela com as medidas, indicações e
comandos de configuração digitais e analógicos do Esquema de Controle de
Emergência – ECE de cada subestação. Deverá ser possível visualizar o unifilar
simplificado da subestação supervisionado pelo ECE e também a sua
arquitetura.

3.11 TELAS DE SEQÜÊNCIA DE MANOBRAS


Quando aplicável deverá haver uma tela por setor onde possam ser ativadas as
seqüências de manobra, tais como transferência de proteção, restabelecimento
automático, isolamento e by pass de equipamentos, e outras.
Deverá ser possível acompanhar as diversas etapas que compõem a manobra, e
inclusive interrompê-la a qualquer momento, se necessário, mesmo depois de
iniciada. Caso necessário a própria seqüência poderá prever a sua interrupção
por alguma anormalidade e ainda a confirmação pelo operador para passar ao
passo seguinte.

3.12 TELAS DE GRANDEZAS FORA DE FAIXA


Deverá haver uma tela que permita verificar ao longo do mês a quantidade de
vezes e por quanto tempo a tensão e a freqüência das barras de suprimento
para outras concessionárias ultrapassaram os limites máximos e mínimos
estabelecidos em uma tabela horosazonal editável pelo operador, com o perfil da
tensão hora a hora ao longo do dia, variando conforme seja dia útil, sábado e
domingo/feriado, levando-se em consideração o tempo de ação do operador.

3.13 TELAS DAS UCD´S


Deverá ser implementado nas unidades de controle – UCD através de mímico
e/ou touch screen pelo menos as seguintes indicações e comandos, de forma a
manter as funções de supervisão e controle da instalação durante a
indisponibilidade da IHM do SPCS, e ainda subsidiar a manutenção.
Para todas as UCDs:
• Indicação de alimentação da UCD
• Indicação de falha da própria UCD (IRF)
• Indicação de falha de comunicação
• Indicação e comando da chave local/remoto (UCD/IHM)
• Indicação e comando de todas as seccionadoras e disjuntores do
bay/quadro
• Indicação e rearme de atuação de alguma proteção (apenas para UPCD)
• Indicação de defeito nas demais unidades de controle e/ou proteção do
bay
• Indicação da existência de ao menos um cartão de segurança em algum
dos equipamentos de manobra do bay/quadro
• Comando de retirada de todos os cartões de segurança colocados nos
equipamentos de manobra do bay/quadro

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Adicionalmente para as UCDs de bays de linha, transformador, reator e


capacitor:
• Indicação e comando de rearme do bloqueio de fechamento de disjuntor
• Indicação e comando da chave de transferência de proteção 43P
• Indicação de algum defeito interno no disjuntor
• Indicação de algum defeito interno nas seccionadoras
• Indicação de queima fusível no bay
Adicionalmente para as UCDs de bays de linha:
• Medição das grandezas 3 x tensão fase-fase, 3 x corrente, potência
ativa, potência reativa e freqüência
• Indicação e comando ativar/desativar religamento automático 79
Adicionalmente para as UCDs de bays de transformador:
• Medição das grandezas 3 x tensão fase-fase, 3 x corrente, potência
ativa, potência reativa, temperaturas de óleo e de enrolamento
• Indicação 43LR/CSC
• Comando Aumentar/Diminuir tap
• Indicação tap em curso
• Indicação e comando de parada de emergência
• Indicação e comando de Individual/Mestre/Comandado
• Indicação e comando de 43MA
• Indicação de alarmes CSC
• Alarmes das proteções intrínsecas
Adicionalmente para as UCDs de bays de reator:
• Medição das grandezas 3 x tensão fase-fase, 3 x corrente, potência
reativa, temperaturas de óleo e de enrolamento
• Alarmes das proteções intrínsecas
Adicionalmente para as UCDs de bays de capacitor:
• Medição das grandezas 3 x tensão fase-fase, 3 x corrente e potência
reativa
Adicionalmente para as UCDs de serviço auxiliar de corrente contínua ou
alternada:
• Indicação 43LR/QSA
• Indicação e comando 43MA
• Indicação de térmicos atuados
Adicionalmente para as UCDs de serviço auxiliar de corrente contínua:
• Medição das grandezas tensão e corrente nas barras
• Indicação de ausência de tensão nas barras

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• Indicação de Fuga a terra barra 1


• Indicação de Fuga a terra barra 2
• Indicação de Defeito retificador/bateria 1
• Indicação de Defeito retificador/bateria 2
Adicionalmente para as UCDs de serviço auxiliar de corrente alternada:
• Medição das grandezas 3 x tensão fase-fase, 3 x corrente, potência
ativa, potência reativa e freqüência do TSA
• Indicação de Defeito GDG1
• Indicação de Defeito GDG2
• Indicação e comando prioridade para GDG
• Indicação e comando prioridade para TSA
• Indicação de presença de tensão para GDGs
• Indicação de ausência de tensão nas barras

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4 COMANDOS

4.1 DESCRIÇÃO GERAL


Deverão existir na tela recursos que possibilitem comandar equipamentos de
manobra, comandar tap de transformadores, rearmar relés de bloqueio,
ligar/desligar chaves de configuração e de modos de operação, ativar/cancelar
seqüências de manobra, ativar programas ou procedimentos, colocar/retirar
cartões de segurança, mudar valores de referência de tensão, etc.
Uma vez selecionado o equipamento desejado (operação de apontar e clicar
sobre o equipamento desejado), deverá ser aberta uma janela onde deverá ser
possível selecionar o comando desejado.
Deverá ser possível ao operador selecionar um comando somente se permitido
pelo intertravamento do equipamento associado.
A seleção do comando deverá ser rejeitada se:
• o dispositivo a ser comandado estiver bloqueado ou intertravado
• o dispositivo a ser comandado já estiver selecionado em outra IHM
• o operador não fizer a ativação dentro de um tempo pré-estabelecido (um
minuto)
• a IHM receber alguma notificação de erro proveniente do processamento
de comandos
Uma vez selecionado o comando desejado, deverá ser aberta uma janela para
confirmar ou cancelar a execução do comando.
Depois de iniciada a execução de um comando, O SPCS deverá informar que o
comando está em execução.
Caso o comando não seja executado após um tempo pré-estabelecido a
execução deste comando deverá ser abortada e a janela de comando
automaticamente fechada pelo SPCS.
O comando de equipamentos de manobra deverá ser implementado seguindo o
procedimento Select Before Operate, que envolve as etapas de seleção pela
UCD do ponto a ser comandado, confirmação da seleção e a execução do
comando.

4.2 JANELA DE SELEÇÃO DE COMANDO


A janela de comando de equipamentos de manobra deverá ser exibida através
da operação apontar e clicar sobre o símbolo do equipamento a ser comandado.
Ela deverá aparecer em uma região tal que o equipamento a ser comandado
não fique encoberto por ela.
Esta janela deverá disponibilizar:
• Identificação do equipamento (código operacional com 7 caracteres)
• Teclas de Comandos para Abrir e Fechar
• Teclas de Comandos para Colocar e Retirar cada um dos cartões de
segurança

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• Indicação de cada cartão colocado no momento


• Tecla de Comando de Rearme de Bloqueio de Fechamento (86) (apenas
para disjuntor)
• Teclas de Comandos de Ativar e Desativar Religamento (79) e indicação
de religamento ativado ou desativado (apenas para disjuntores de bay de
linha)
• Teclas de Comandos de Transferência de Proteção (43P) e indicação de
estado atual (Normal, Transferida, Em Transferência) (apenas para
disjuntores em arranjo de barra dupla ou barra principal/transferência)
No arranjo disjuntor e meio deverá permitir selecionar se o religamento é
efetuado apenas pelo disjuntor lateral, apenas pelo disjuntor central ou por
ambos. Para o disjuntor central deverá permitir comandar e ativar o religamento
de forma distinta para as duas linhas. Se aplicável deverá ser possível selecionar
o tipo de religamento (Monopolar, Tripolar, Mono/Tripolar).
Para os disjuntores deverá haver indicação de verificação de sincronismo (25).

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5 EVENTOS

5.1 DESCRIÇÃO GERAL


A IHM deverá manter atualizada uma lista seqüencial com todos os eventos
ocorridos na subestação. Deverá ser considerado como evento:
• mudança de estado de pontos digitais;
• colocação e retirada de cartão de segurança;
• ultrapassagem de limites de pontos analógicos;
• execução de comando;
• falha na execução de comando;
• inserção manual de valor;
• inibição e habilitação de varredura;
• inibição e habilitação de alarme;
• identificação de operador.
• reconhecimento de alarme;
A ocorrência de cada evento deverá provocar o surgimento de uma nova linha
na lista de eventos, independentemente das informações deste ponto em outros
locais da lista. Cada linha deverá conter pelo menos as seguintes informações
na seguinte ordem:
• data,
• hora (com precisão de um milisegundo do momento da ocorrência),
• tag,
• equipamento,
• descrição,
• estado ou valor
• severidade.
A lista de eventos deverá ser apresentada em fundo azul. As linhas devem
aparecer em ordem decrescente de data e hora (mais recente em cima).
Caso o evento esteja configurado também como alarme este evento deverá ser
mostrado conforme o padrão de cores definido para alarmes ( vermelho ,
laranja ou amarelo ).
Caso o evento não esteja configurado como alarme este evento deverá aparecer
na cor branco .
Caso o evento seja uma ação de operador este evento deverá aparecer na cor
lilás .
A lista de eventos deverá ter a capacidade para armazenar no mínimo a
informação de 60 dias de operação com carregamento normal.

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5.2 INIBIÇÃO E HABILITAÇÃO DE VARREDURA


Deverá estar disponível ao operador um mecanismo simples que permita a
inibição e habilitação de varredura individualmente por ponto. Um ponto na
condição de varredura inibida não poderá ter sua condição atualizada no banco
de dados.

5.3 LISTA DOS EVENTOS


Deverá ser possível ao operador visualizar, imprimir e gravar em disquete ou
qualquer outra mídia disponível toda a lista de eventos ou solicitar
apresentações específicas selecionando uma combinação de períodos, tags,
equipamentos, descrições, estados e severidades.

5.4 DEFINIÇÃO DE UM EVENTO COMO ALARME


Qualquer mudança de estado de um ponto digital deverá ser classificada como
um evento, sendo possível à operação definir, para cada ponto, se o mesmo
deverá ser ou não tratado também, como um alarme.

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6 ALARMES

6.1 DESCRIÇÃO GERAL


A IHM deverá manter atualizada uma lista de alarmes, de modo que cada ponto
em alarme só apareça uma única vez nesta lista. Caso um mesmo ponto volte a
condição de alarme após o seu reconhecimento, uma nova linha nesta lista
deverá ser gerada e a linha contendo a informação anterior deverá desaparecer.
A lista de alarmes deverá ter a capacidade para armazenar tantos alarmes
quantos forem os pontos da subestação.
Cada linha deverá conter pelo menos as seguintes informações na seguinte
ordem:
• data,
• hora (com precisão de um milisegundo do momento da ocorrência),
• tag,
• equipamento,
• descrição,
• estado ou valor
• severidade.
A lista de alarmes deverá ser apresentada em fundo azul. As linhas devem
aparecer em ordem decrescente de data e hora (mais recente em cima).
Um alarme de severidade desligamento deverá aparecer na lista na cor
vermelho e piscando. Ao ser reconhecido deverá parar de piscar.
Um alarme de severidade urgência deverá aparecer na lista na cor laranja e
piscando. Ao ser reconhecido deverá parar de piscar.
Um alarme de severidade advertência deverá aparecer na lista na cor amarelo
e piscando. Ao ser reconhecido deverá parar de piscar.
Quando a condição que gerou o alarme voltar ao normal e o alarme já tiver sido
reconhecido, o alarme deverá ser automaticamente eliminado da lista.
Se a condição que gerou o alarme voltar ao normal antes do alarme ser
reconhecido, o alarme deverá passar a ser apresentado na cor verde , até ser
reconhecido quando então deverá ser automaticamente eliminado da lista.
Deverá haver uma tecla que apresente a lista de alarmes já filtrada pela
severidade desligamento, permitindo ao operador identificar mais facilmente a
causa de um desligamento.

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6.2 GRAU DE SEVERIDADE


Deverá ser possível classificar cada ponto conforme o grau de severidade de
sua ocorrência em pelo menos três prioridades de alarme:
• Desligamento - todos os sinais que provoquem o desligamento
(trip/shutdown)
• Urgência - todos os sinais que não provoquem desligamento, mas que
exijam uma ação imediata por parte da operação e/ou manutenção do
sistema
• Advertência - todos os sinais que não provoquem desligamento, mas que
mereçam ser alertados, apesar de não exigir uma ação imediata por
parte da operação e/ou manutenção do sistema.
Os pontos analógicos que ultrapassarem a primeira faixa inferior ou superior
deverão ser considerados como alarme de advertência. Quando ultrapassarem a
segunda faixa inferior ou superior deverão ser considerados como alarme de
urgência.

6.3 MACRO ALARMES


Para efeito de organização, os alarmes de cada subestação deverão poder ser
divididos em subconjuntos chamados de macro-alarmes. De forma geral
deverão ser previstos os seguintes macro-alarmes:
• um para cada setor (classe de tensão),
• serviço auxiliar AC e DC,
• autosupervisão do SPCS,
• um para cada tipo de equipamentos especiais (ECE, compensador série,
sincrono e estático)
Deverão ser previstos até 16 macro-alarmes por subestação, apresentados
numa janela na forma de um anunciador de alarmes. Se qualquer um dos pontos
do subconjunto estiver com alarme ativo ou não reconhecido deverá ser indicada
esta situação através da mudança da cor do texto do nome do macro-alarme no
anunciador.
Quando se clicar sobre a sinalização do macro-alarme deverá ser aberta uma
lista de alarmes, já filtrada, mostrando apenas os alarmes daquele subconjunto.
O estado do macro-alarme deverá ser representado seguindo o mesmo padrão
de cores definido para os alarmes, ou seja:
• vermelho piscante se existir no subconjunto pelo menos um alarme do
tipo desligamento ativo e não reconhecido.
• vermelho se existir no subconjunto pelo menos um alarme do tipo
desligamento ativo e todos os alarmes deste tipo estiverem
reconhecidos.
• laranja piscante se não existir no subconjunto alarme do tipo
desligamento ativo e também não reconhecido, e existir pelo menos um
alarme do tipo urgente ativo e não reconhecido.

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• laranja se não existir no subconjunto alarme do tipo desligamento ativo


nem não reconhecido, e existir pelo menos um alarme do tipo urgente
ativo e todos os alarmes deste tipo estiverem reconhecidos.
• amarelo piscante se não existir no subconjunto alarme do tipo
desligamento/urgente ativo nem não reconhecido, e existir pelo menos
um alarme do tipo advertência ativo e não reconhecido.
• amarelo se não existir no subconjunto alarme do tipo
desligamento/urgente ativo nem não reconhecido, e existir pelo menos
um alarme do tipo advertência ativo e todos os alarmes deste tipo
estiverem reconhecidos.
• verde se nenhum alarme do subconjunto estiver ativo e existir pelo
menos um alarme do tipo advertência não reconhecido.
• branco, se nenhum alarme do subconjunto estiver ativo e todos os
alarmes do subconjunto estiverem reconhecidos.

6.4 INIBIÇÃO E HABILITAÇÃO DE ALARMES


Deverá estar disponível ao operador um mecanismo simples que permita a
inibição e habilitação de alarmes por ponto. Um ponto na condição de alarme
inibido não poderá gerar alarme, mas apenas mostrar na tela a sua nova
condição.
Deverá ser possível ao operador modificar o valor dos limites das faixas de
alarme das grandezas analógicas, ajustando os valores de ativação de alarme
por ultrapassagem de limite, conforme a programação operacional prevista.

6.5 RECONHECIMENTO E RETIRADA DE ALARMES


Deverá estar disponível ao operador um mecanismo simples que permita o
reconhecimento de alarmes por ponto ou página de alarmes.
O reconhecimento de um alarme deverá implicar na interrupção do piscamento
dos símbolos associados ao ponto em alarme em todas as janelas onde ele
aparece e no silenciamento do alarme sonoro em todas as IHMs, se não
existirem mais alarmes a reconhecer.
O reconhecimento de alarmes somente deverá poder ser feito a partir de uma
das janelas onde se encontra o alarme que se deseja reconhecer.
Deverão ser automaticamente eliminados os alarmes que já tenham sido
reconhecidos e que voltaram à condição normal. Uma vez eliminado, o alarme
deixará de aparecer em todas as listas.
Deverá ser possível ao operador fazer o silenciamento do alarme sonoro sem
reconhecimento de todos os alarmes.

6.6 LISTA DOS ALARMES


Deverá ser possível ao operador visualizar, imprimir e gravar em disquete ou em
outro tipo de mídia qualquer que estiver disponível, toda a lista de alarmes ou
solicitar apresentações específicas de período, tag, equipamento, descrição,
estado e severidade.

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7 IDENTIFICAÇÃO DE USUÁRIOS E NÍVEIS DE SENHAS


Através desta função, o usuário deverá poder identificar-se perante o SPCS,
fornecendo nome e senha secreta. Quando esta identificação for bem sucedida,
o usuário deverá receber direitos de uso dos recursos da IHM, de acordo com os
privilégios a ele atribuídos. Deverá existir pelo menos quatro categorias de
usuários:
• Visitante - que tem acesso apenas a visualização;
• Operador - que tem acesso à visualização, relatórios e operação do
sistema (comando, alarmes, eventos, histórico e back-up);
• Supervisor - que tem acesso à visualização, relatórios, operação do
sistema, e algumas configurações no sistema, tais como, modificar
limites de alarme de grandezas analógicas, inibir alarmes e cadastrar
novos usuários;
• Superusuário - que tem acesso à todas as funções, inclusive as de
instalação, manutenção e configuração do sistema.
Todas as ações do operador do sistema deverão ser registradas: o login, o
logout, a parada do sistema, a execução de comando, a colocação de cartão de
segurança, o reconhecimento de alarme, identificando o momento que as
realizou.

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8 RELATÓRIOS
Deverá ser possível ao operador copiar qualquer tela apresentada no monitor de
vídeo para a impressora (hardcopy).
Deverão ser implementados no mínimo os relatórios definidos no anexo
“Modelos de Relatórios”.
A qualquer momento o operador deverá poder solicitar a impressão de qualquer
relatório a que tenha acesso. Se o operador estiver em uma subestação deverá
poder ter acesso somente aos relatórios relativos àquela subestação. Se estiver
no COL deverá poder ter acesso aos relatórios de qualquer uma das instalações
de sua área.
Quando solicitar algum relatório, o operador deverá poder selecionar a data a
que se referirão os dados do relatório.
Deverão ser implementados no mínimo os relatórios especificados abaixo, ver os
modelos no anexo “Modelo de Relatórios”.
• Relatório Seqüencial de Eventos
• Relatório de Histórico de Eventos
• Relatório de Ações de Operador
• Relatório Diário de Bloqueios
• Relatório Mensal de Disponibilidade
• Relatório de Grandeza Fora de Faixa
- Freqüência Fora de Faixa
- Tensão Fora de Faixa
• Relatório de Abertura de Disjuntores
• Relatório de Controle de Emergência

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9 GRÁFICO DE MEDIDAS
O sistema deverá permitir a visualização na forma gráfica de valor x tempo das
curvas instantâneas dos pontos analógicos adquiridos, ou seja, os valores
coletados e atualizados em tempo real.
Qualquer ponto analógico deverá poder ser configurado na base de dados para
que todos os seus valores adquiridos permaneçam disponíveis para
apresentação durante pelo menos 24 horas.
Deverá ser possível a apresentação por gráfico de até 5 curvas
simultaneamente, identificadas por diferentes cores, definidas em legenda, onde
deverão ser exibidos o equipamento, a descrição, o valor e a unidade de
engenharia de todas grandezas apresentadas. As cores utilizadas para
apresentar os pontos na legenda deverão ser iguais às cores utilizadas para
plotar as curvas.
Através de uma barra vertical que se deslocará no gráfico o operador poderá
identificar o tempo e o valor correto das grandezas para aquele ponto através de
sua apresentação na forma numérica.
Deverá ser possível ao operador selecionar o período de seu interesse com
relação a ocorrência dos dados disponíveis, selecionar as grandezas para
apresentação, definir a escala de apresentação das grandezas e do tempo e as
cores das penas associadas às grandezas.
Deverá ser possível manter por subestação pelo menos 20 configurações de
curvas de tendência identificadas por seu nome.
Deverá ser possível a exportação destes dados como tabelas e a sua impressão.

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10 DIVERSOS

10.1 CÓPIA DE SEGURANÇA


Deverá ser possível o arquivamento de cópia de segurança (backup) dos dados
históricos e de eventos armazenados em mídia magnética e/ou ótica. Deverão
existir mecanismos que permitam a restauração destes dados em caso de
necessidade.

10.2 AJUDA
Deverá haver opção de ajuda com instruções ao operador de como utilizar as
diversas funções do sistema.

10.3 SINCRONÍSMO
Todas as IHMs devem ser sincronizadas através de GPS.
10.3.2

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