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Há milênios pessoas contam histórias a outras para passar conhecimento.

Antes da invenção
da escrita, o conhecimento adquirido por toda uma geração era passado para a geração
seguinte através de histórias.

Histórias sobre medo, superação, redenção, humildade, perseverança, comprometimento,


dedicação, ganância, e várias outras.

Existem várias formas de se contar uma história, mas o modelo conhecido como “Jornada do
Herói” é um dos mais convincentes e utilizados na história da humanidade.

Storytelling é a técnica de criação de histórias que geram empatia nas pessoas pelas marcas
para que as empresas conquistem novos consumidores – e mantenham a preferência dos
atuais. Com o Storytelling, o processo de compra tende a acontecer naturalmente. Afinal,
quando um consumidor prefere uma marca, opta por consumir mais seus produtos e serviços.
Mas há uma técnica que pode ser utilizada para transformar a história em uma venda
garantida – e muito bem-sucedida: o Storyselling. Storyselling significa, basicamente, utilizar a
narrativa criada por meio das técnicas do Storytelling para vender algo. Com ela, a organização
não só oferece seu produto ou cria um vínculo com o cliente, como também o estimula a
comprá-lo. Confira como colocá-la em prática:

1. ESCOLHA OS CANAIS DE INTERAÇÃO

Primeiramente, é preciso definir em quais canais de comunicação (televisão, internet, mídia


impressa, rádio) sua empresa irá divulgar a história. Não pense pequeno: com a técnica de
Storyselling, é possível criar conteúdos transmidiáticos, ou seja, cada mídia transmitindo a
história de forma diferente, de maneira que todas as pontas se complementem.

Isso significa que a campanha pode acontecer na televisão e fazer com que os consumidores
migrem para a internet para acompanhar a continuação ou participar de alguma ação. Para
determinar a escolha é preciso, também, analisar o perfil do público-alvo da organização:
gostos, interesses, tendências de consumo, comportamento de compra, canais em que
buscam informação, necessidades como consumidor, concorrentes que procuram. Toda
informação é relevante para construir um conteúdo diferenciado, que chame a atenção e
engaje o consumidor-alvo.

2. DEFINA SEU CONTEÚDO

Boas histórias permitem que consumidores criem empatia com uma marca, criando um vínculo
efetivo com a empresa. A partir do que sua empresa oferece, analise com que tipo de histórias
é possível associar: mostrando bastidores? Apresentando o impacto que possui na vida das
pessoas? Relatando como o produto chega até o consumidor? Com os canais de interação
definidos, verifique como a história pode ser contada em cada mídia, de forma que impacte
positivamente o consumidor que esteja na ponta.
3. SEJA TRANSPARENTE E AUTÊNTICO

As narrativas das histórias não podem ser complexas – na verdade, quanto mais simples de
serem compreendidas, melhor – e muito menos falsas. Hoje em dia, o consumidor tem todos
os meios possíveis para buscar a veracidade de informações, por esse motivo, a empresa não
pode arriscar divulgar narrativas que não sejam verdadeiras. Com uma mentira, ao invés dos
clientes criarem empatia pela marca, vão queimá-la para o mercado.

LINGUAGEM CORPORAL afeta a percepção e o julgamento das pessoas. Segundo ela, a posição
de poder - que significa demonstrar confiança, mesmo sem realmente estar confiante - pode
alterar os níveis dos hormônios, como a testosterona e o cortisol (que interfere no estresse), e
impactar diretamente nas suas chances de sucesso. Para um advogado, isso pode ser a chave
no fechamento de um caso na frente de um júri e em uma negociação, por exemplo. Mas, vai
além disso. A linguagem corporal pode ajudar no gerenciamento da equipe do escritório e nas
conversas com os clientes.

A importância do storytelling nas profissões. Advogados precisam fazer com que juízes, um júri
inteiro, seus clientes e toda a equipe do escritório se importem com o que eles estão falando
(o famoso: “Make me care!”).