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- Considerações Inicias -

Paralelo ao estrondoso crescimento da informática, com microcomputado-


res cada vez mais velozes e sofisticados, está crescendo o comércio e a assistên-
cia técnica de No-Breaks.

O No-Break, conhecido também como UPS - Uninterruptable Power


Supply (Fonte de Alimentação Ininterrupta) é um aparelho que trabalha como
gerenciador estratégico de energia. Quando a rede elétrica falha, o equipamento
fornece energia para o computador.

Em épocas de chuvas, o No-Break passa a ser um equipamento de


extrema importância. Enquanto o estabilizador de voltagem corrige a tensão
elétrica, o NO-BREAK produz corrente, além de desempenhar o papel de estabili-
zador e filtro.

Para compreender seu funcionamento, é necessário conhecer os


princípios básicos de uma fonte de alimentação, fonte chaveada e circuitos digita-
is de controle. Todos estes serão apresentados neste livro.

Durante a elaboração desta obra, voltamos a nossa atenção ao


profissional de informática, que geralmente não está muito familiarizado com a
eletrônica analógica, já que em informática, os conceitos de reparação diferentes
pois trabalha-se com a lógica digital. Mas sabemos que grande parte dos proble-
mas dos micros está na parte da alimentação, geralmente nos acessórios como o
no-break.

Neste curso, pretendemos ensinar toda teoria de funcionamento, o


suficiente para preparar os técnicos a repararem tais equipamentos. Para tornar
este trabalho mais prático, incluímos diversos circuitos reais que poderão ser
encontrados em alguns modelos comercializados atualmente.

Esperamos que todos os leoitores tirem pleno proveito desta obra e


possam aplicar estes conhecimentos imediatamente na prática.
- Capítulo 1 -
A finalidade do no-break em um sistema informatizado

Introdução

O No-Break, tecnicamente conhecido por UPS - Uninterruptable Power


Supply, tem como função principal o suprimento temporário de energia ao
sistema, fazendo isso de forma automática em caso de falha na transmissão
elétrica.

São usualmente ligados a equipamentos de informática como micros,


impressoras, mainframes, etc.

De fato, quanto mais crítico for o abastecimento de energia elétrica, mais


necessário é o No-Break.

O No-Break além de evitar que os usuários percam seus dados no caso de


uma falha de energia, também protege o equipamento contra descargas estáticas
e variações da rede elétrica, prolongando a vida útil do equipamento nele ligado.

Categorias

No-Break está dividido em 3 categorias: pode ser do tipo On-Line, Stand-


By ou Line-lnteractive. Assim como qualquer outro equipamento, a medida que se
ampliam seus recursos, o preço também aumenta. Por exemplo, um modelo On-
Line de 6 kVA de potência, pode custar mais de 8.000 dólares. Já um modelo
Line-lnterativo pode custar cerca de 300 dólares.

É importante não confundir o No-Break com estabilizador de voltagem.


Enquanto o estabilizador de voltagem corrige a tensão elétrica, o No-Break
produz corrente e também estabiliza e filtra a tensão.

Com respeito às categorias, as diferenças técnicas entre elas são:


On Line: A rede só é alimentada pelas baterias (figura 1).
Off Line ou Stand By: Alimentação pela rede elétrica, passando pela
bateria em caso de queda (figura 2).
Line-lnteractive (Linha Interativa): Trata-se de um meio-termo entre o tipo
Off Line e o On Line. Neste modelo, o inversor (dispositivo que converte a
corrente contínua das baterias em corrente alternada), trabalha em paralelo com a
rede, fornecendo parte da energia necessária. Em caso de falha, este No-Break
assume a carga total da alimentação. A figura 3 ilustra este tipo.
Fig. 1

Fig. 2

Fig. 3

O circuito verificador tem por função detetar o estado da energia elétrica,


inclusive "prever" descargas estáticas.

O chaveamento é um dos maiores segredos do sucesso de um No-Break.


Ele deve ser o mais rápido possível.

No caso do On-Line, o chaveamento nem existe, pois em nenhum


momento haverá corte de energia, já que o equipamento é alimentado direta-
mente pela bateria.

Já os sistemas com chaveamento podem levar cerca de 5 mili-segundos.


Na prática, esse tempo de chaveamento não acarreta nenhum problema para o
microcomputador, que retém seus dados com até 8 mili-segundos na
transferência.

No-breaks inteligentes

O No-Break inteligente é aquele tipo comandado por Software. Ele envia


para a tela do micro mensagens que alertam o usuário sobre o tempo restante da
energia, possibilitando que o usuário feche os arquivos antes de extinguir por
completo a carga da bateria. De acordo com a sofisticação do Software, o
programa pode até emitir relatório sobre as últimas ocorrências de interrupção da
rede elétrica e até mesmo apresentar um auto-diagnóstico.
- Capítulo 2 -
Diagrama em blocos do no-break

Introdução

Conforme vimos no capítulo anterior, o No-Break é um equipamento que


deve suprir a falta de energia elétrica. Para isto, deve possuir uma bateria e a
mesma deve ser recarregada automaticamente. Na figura 4 apresentamos o
diagrama em blocos didático de um No-Break.

Fig. 4

Retificador

O primeiro estágio é um circuito retificador que tem por funções alimentar


o circuito inversor e alimentar a bateria.

Os diodos retificadores têm por função converter a corrente alternada em


corrente contínua (figura 5). A curva da corrente alternada, ilustrada na figura 6,
possui ora o pico positivo, ora o pico negativo.

Já na corrente contínua, o fluxo ocorre em um só setor, sem nenhuma


mudança ou alternância de ciclo, como ilustra o gráfico da figura 7.

Os diodos retificadores são semicondutores de silício, convenientemente


polarizados.
Fig. 5

Fig. 6

Fig. 7

Para uma melhor assimilação de todos estágios de um No-Break, vamos


detalhar cada tema, iniciando pelos tipos de retificadores.

Em resumo, um diodo pode ser um retificador, bastando para isso


polarizá-lo convenientemente.

Na figura 8 observamos este conceito: se o diodo (junção PN) estiver


polarizado diretamente (+ no P e - no N), ele conduz e é, portanto, comparado a
uma chave fechada.
Fig. 8

Se o diodo estiver polarizado inversamente (- no P e + no N), ele não


conduz e é comparado a uma chave aberta.

De acordo com a forma em que o diodo (ou os diodos) é colocado no


circuito, ele recebe diferentes nomes. Passaremos a analisá-los.

Retificador de meia-onda

Este é o circuito retificador mais simples - veja a figura 9. Ele é chamado


de retificador de meia onda porque apenas meio ciclo da forma de onda CA de
entrada é convertido em CC na saída. O diodo permanece bloqueado (inativo)
durante o outro meio ciclo de alternação.

Para melhor entendermos, vamos comentar um pouco sobre a corrente


alternada. Nos reportaremos à figura 10.

Uma CA inverte a direção do fluxo periodicamente. As polaridades dos


terminais de um gerador de CA se alteram periodicamente e uniformemente. Um
ciclo é um deslocamento completo dos valores da voltagem.

Como nos mostra a figura 6, um ciclo da CA é completado quando a CA


aumenta desde um valor zero, passando sem interrupção ao valor máximo
positivo, indo ao valor zero, atingindo o valor máximo negativo e em seguida
retornando ao zero.

O número de ciclos, passados sem interrupção num segundo, chama-se


FREQUÊNCIA.
Fig. 9

Fig. 10

Um ciclo é um conjunto completo de valores de voltagens, repetindo-se


num circuito periodicamente.

A curva dos senos representa as variações de voltagem durante um ciclo.


Equivale a uma rotação de 360° de um gerador. Logo, meio ciclo equivale a
metade, ou seja, 180°.

Retornando ao conceito do retificador de meia onda, percebemos que ele


aproveita apenas metade da tensão CA, produzindo a forma de onda da figura 11-
B. Com a inclusão do capacitor na saída do diodo, obtemos a forma de onda da
figura 11-C.

Este circuito de meia onda é largamente utilizado, especialmente em


receptores de rádio de baixo custo. Ele é o menos eficiente dos tipos de
retificadores e gera muito ruído.
Fig. 11

Retificador de onda completa

Na figura 12 temos um retificador de onda completa. Este, além de melhor


do que o anterior, é usado em quase todos os aparelhos. São utilizados dois
diodos para a retificação. Os ânodos são ligados às extremidades das metades
opostas do secundário, com tomada central no transformador. Em qualquer
instante, a voltagem em uma extremidade do secundário do transformador será
de polaridade oposta à voltagem na outra extremidade. Para aproveitar estas
duas polaridades, usamos a derivação central (CT) do enrolamento secundário,
que deve ser aterrada.

Quando uma extremidade do enrolamento secundário estiver positiva, o


diodo D-1 conduz e fornece corrente para RC (resistor de carga). Neste momento,
D-2 está bloqueado. Meio ciclo depois, as polaridades do secundário serão
invertidas, fazendo com que o diodo D-2 conduza justamente no instante em que
D-1 ficou inativo. O resistor RC continua recebendo tensão contínua, só que
agora via D-2. Assim, ambos os meios ciclos da forma de onda CA são
retificados, reinterando o nome de "onda completa".
Fig. 12

Observamos que no retificador de onda completa, a frequência de


pulsação da voltagem CA retificada é o dobro da frequência da CA da entrada, a
saber, 120 Hz. Esta frequência de pulsação mais alta torna-se mais fácil de ser
filtrada, função esta a ser feita pelo capacitor C (eletrolítico).

Em um circuito de onda completa com derivação central, cada metade do


secundário deve fornecer uma voltagem CA igual à voltagem da saída CC
desejada. Portanto, o secundário deve ter o dobro da tensão CC desejada. Por
outro lado, cada metade do secundário precisa fornecer apenas metade da
corrente CC necessária para a carga.

Retificador em ponte

A figura 13 mostra o esquema básico deste circuito. A figura 14 apresenta


suas formas de ondas. Trata-se de um circuito bastante eficiente, porém
necessita de quatro diodos. Contudo, o secundário do transformador não
necessita de derivação central e precisa fornecer aos diodos uma voltagem CA
igual à voltagem CC desejada.

No primeiro semiciclo da tensão no secundário, o ponto A estará num


potencial positivo. Assim, no ânodo de D-1 temos polarização direta (potencial
positivo) e no cátodo de D-4 também potencial positivo (polarização reversa).
Analogamente, no ponto B, haverá um potencial negativo, sendo o ânodo de D-3
inversamente polarizado e o cátodo de D-2 diretamente polarizado. Lembrando
que diodos inversamente polarizados correspondem a chaves abertas e
diretamente polarizados a chaves fechadas.

Deste modo, podemos representar o circuito em ponte como mostra a


figura 15, uma vez que D-3 e D-4 não estão conduzindo. Como podemos ver,
apenas os diodos D-1 e D-2 conduzirão no primeiro semiciclo.
Fig. 13

Fig. 14

No próximo semiciclo da tensão da rede, ocorrerá uma situação inversa,


pois agora o ponto B estará num potencial positivo e o ponto A num potencial
negativo. Teremos, neste caso, D-3 e D-1 inversamente polarizados e D-2 e D-4
diretamente polarizados. É como se os diodos D-3 e D-1 que estão inversamente
polarizados não estivessem no circuito, ficando o mesmo equivalente à
representação da figura 16. Como observamos, apenas os diodos D-3 e D-4
conduzirão no segundo semiciclo da tensão do secundário. Um transformador
projetado para um retificador em ponte opera mais eficientemente do que um
projetado para um circuito de onda completa com tomada central, e é um pouco
menor para uma potência de saída equivalente.

Atualmente, há no momento circuitos retificadores de onda completa em


ponte acondicionados num único invólucro. Nestes, na identificação dos terminais,
o símbolo de senóide indica os terminais de entrada e os símbolos (+) e (-)
indicam os terminais de saída.
Fig. 15

Fig. 16

Filtros

A função dos filtros em uma fonte de alimentação é transformar a tensão


pulsada em contínua. Os filtros são formados por capacitores e indutores.
Observe a figura 17. Esta é a saída de tensão de um retificador de onda
completa. Ela é contínua, porém pulsante. A polaridade da tensão de saída não
se inverte, porém há uma flutuação denominada fator de ripple. O fator de ripple é
definido pela equação:

R = valor eficaz da ondulação na saída x 100


tensão contínua

A ondulação se deve a uma somatória de todas as harmónicas, que


devem ser eliminadas após a retificação. Portanto, o circuito que elimina o ripple
de saída do retificador denomina-se FILTRO. Um capacitor colocado na saída do
diodo em meia onda apresenta a forma de onda da figura 18 onde:

TC = tempo de carga do capacitor; tempo em que o diodo conduz e


fornece carga ao capacitor e resistor.
TD = tempo de descarga do capacitor; tempo em que o diodo não conduz
e equivale ao instante em que o capacitor mantém a corrente na resistência de
carga.

Fig. 17

Fig. 18

Sendo o circuito de onda completa, a ação do capacitor de filtragem será


mais eficaz, como mostra a figura 19. Cada semiciclo equivale no cálculo de filtros
a um π (letra grega). Com o capacitor, o fator ripple é quase que totalmente
eliminado.

Para aplicações que exigem uma melhor filtragem, utiliza-se outros


elementos de filtragem. São eles:
1. Filtro LC: veja a figura 20. O indutor L ajuda a atenuar a ondulação que
o capacitor não conseguir eliminar.

2. Filtro PI: veja a figura 21. Aqui dobrou-se a ação de filtragem por causa
de dois capacitores. Este filtro elimina quase que 100% (cem por cento) o ripple.

Fig. 19

Fig. 20

Fig. 21
Diagrama em blocos do retificador

Basicamente, o retificador possui as seguintes etapas ou blocos:

1. Proteção (fusíveis)
2. Transformador de força
3. Retificação
4. Filtragem
5. Regulação

A PROTEÇÃO é feita com fusíveis que se interrompem a qualquer


anomalia da rede. O TRANSFORMADOR deve abaixar a tensão ou elevá-la, de
acordo com o valor necessário do aparelho a ser alimentado. O RETIFICADOR
converte CA em CC pulsante. O sistema de FILTRAGEM fornece uma CC
constante a partir da CC pulsante. O circuito de REGULAÇÃO tem por função
manter a voltagem de saída num determinado valor. Ele deve compensar
automaticamente qualquer alteração de voltagem, a fim de manter a tensão de
saída no valor necessário.

O elemento básico de um regulador é o diodo zener. O díodo zener é uma


junção PN que foi especialmente dopada durante sua construção para que frente
a uma polarização reversa operasse num nível que compensasse eventuais
quedas de tensão. Se a voltagem de entrada do circuito regulador diminui, a
voltagem no zener também diminui, provocando uma diminuição na corrente do
zener. Para um acréscimo na voltagem de entrada, a corrente no zener é
aumentada, provocando um acréscimo na corrente total do circuito. Logo, teremos
uma queda de voltagem em RS (figura 22) elevando a tensão através do zener e,
portanto, a carga é reduzida para a tensão de saída ideal. Todos os aparelhos
eletrônicos que necessitam ter uma tensão bem estável, possuem na fonte um
circuito de regulação com zener.

Baterias

As baterias formam a alternativa de energia durante a falha da rede. As


baterias estacionárias são as mais indicadas para No-Break pois podem fornecer
uma corrente de médio valor por um grande intervalo de tempo. As baterias de
carro já são ao contrário: fornecem alta corrente mas suportam menos tempo. A
vida útil de uma bateria está na qualidade da recarga. Daí a necessidade do
circuito de chaveamento ser o melhor possível.

Baterias de Níquel-Cádmio

A bateria de Níquel-Cádmio é constituída de eletrodo de chumbo e seu


eletrólito é de ácido sulfúrico. Os elementos químicos básicos são: níquel, cádmio
e hidróxido de potássio. Cada célula fornece uma tensão de 1,25 V. Para 12 volts
usam-se 10 células.
Fig. 22

A Níquel-Cádmio é carregada com corrente constante. Outro fator técnico


importante é que deve trabalhar com temperaturas baixas, até 25°C. Em
temperaturas altas, a célula não aceita carga completa. Outro detalhe técnico
importante: a níquel-cádmio não pode sofrer aquecimento na sobrecarga. A carga
com menos corrente ou menos tempo causa o efeito "memória".

O efeito memória é a perda de parte da capacidade de aceite de carga.


Isto provoca o incómodo de ter que recarregar todo tempo a bateria. O efeito
memória pode ser corrigido, efetuando várias cargas e descargas completas o
mais rápido possível.

Carga e Descarga

A carga rápida usa corrente acima da prescrita na carga normal. A


descarga é determinada pelo aquecimento que se produz nas células quando se
provoca um curto-circuito. Só para se comprovar que a temperatura comanda a
descarga e a retenção de carga, uma célula completamente carregada terá a
seguinte capacidade em função da temperatura:

a) em 25° C: 70% de capacidade, cerca de 3 meses.


b) em 0°C: 90% da capacidade, cerca de 1 ano de duração sem
necessidade de recarga.

Vida Útil

A vida útil de uma bateria é medida em ciclos. Um ciclo é igual a uma


carga e descarga completa. A medida que vai aumentando os ciclos, ela vai
perdendo parte de sua capacidade. Em valores nominais temos:

- Acima de 500 ciclos: a capacidade cai para 70%.


- Acima de 1.500 ciclos: a capacidade cai para 50%. Neste caso,
considera-se a célula como "morta".
Cuidados com a níquel-cádmio

Até mesmo para medir esta bateria temos que adotar um cuidado técnico.
Deveremos usar o circuito da figura abaixo, evitando que a resistência interna do
galvanômetro acelere o processo de descarga da célula. Será produzida uma
resistência equivalente com o resistor externo.

Evite a carga e descarga em temperaturas altas. Nunca solde diretamente


os eletrodos da bateria. Evite curtos-circuitos. Nunca abra uma níquel-cádmio e
nunca a exponha ao fogo. Lembre-se que seu material é tóxico. Evite conectar as
células invertidas, mesmo momentaneamente ou durante a recarga.

Bateria Automotiva

Certos tipos de No-Break utilizam bateria ou acumulador de carro, usando


células de ácido-chumbo. Cada célula é constituída por placas de chumbo ligadas
ao eletrodo negativo e por placas de peróxido de chumbo ligadas ao eletrodo
positivo. Estas placas positivas e negativas ficam separadas entre si por meio de
isolantes e estão ligadas em série. Estas placas estão mergulhadas em uma
solução eletrolítica de ácido sulfúrico dissolvida em água em proporções de 40
partes de ácido e 60 partes de água.

Quando a bateria está descarregada, a maior parte do ácido sulfúrico fica


combinado com o eletrodo de chumbo. A produção da energia é o resultado da
ação química entre o chumbo e o ácido do eletrólito. No processo de carga o
fenómeno é invertido, fazendo com que o sulfato de chumbo volte ao estado
inicial, dissolvendo-se de modo que o metal chumbo retorne às placas dos
eletrodos e os outros elementos ao ácido sulfúrico. A figura 24 mostra em
detalhes a construção de uma bateria chumbo-ácido.
Fig. 24

Se a bateria estiver carregada e ligarmos a ela uma carga, haverá fluxo de


elétrons do eletrodo negativo ao eletrodo positivo (figura 25).

Durante a descarga, a concentração de ácido sulfúrico decresce


gradativamente (figura 26).

Durante a carga, haverá aumento do chumbo esponjoso e diminuição do


sulfato de chumbo, como mostra a figura 27.

Numa oficina que dará manutenção em No-Breaks, será interessante


possuir um carregador de bateria, a fim de controlar a corrente de carga da
bateria, dentro da norma exigida para uma carga eficiente, sem danificá-la.

Inversor

O inversor é o circuito mais complexo do No-Break. Esse circuito


transforma a corrente contínua proveniente das baterias em uma corrente
alternada de ciclagem igual a 60 Hz em valor fixo de 127 volts (ou 220 volts). Os
circuitos inversores ideais trabalham com tiristores e com circuitos PWM - Pulse
Width Modulation. Basicamente, toda sofisticação de No-Breaks fica neste
estágio. Vamos detalhar este circuito.
Fig. 25 Fig. 26

PWM: Modulação por largura de pulsos

A figura 28 ilustra um Cl PWM,


destinado a controle em fontes chave-adas
e também em conversores de tensão
DC/DC. Os circuitos de controle atual-
mente usados nos circuitos integrados que
controlam a fonte chaveada são denomi-
nados de PWM - Moduladores por Largura
de Pulso. O circuito funciona da seguinte
forma: o oscilador carrega e descarrega o
capacitor C1 entre dois níveis de tensão
determinados e cujo valor de frequência é
dado por RC.

Fig. 27
Como a carga do capacitor e feita por corrente constante, a tensão do
capacitor tem a forma de uma rampa. Durante a descarga do capacitor, o
oscilador fornece um pulso positivo de curta duração que ocasiona o Reset
interno do Cl, alterando a combinação da porta NOR e inibindo a saída. Uma
realimentação (feedback) será necessária para informar ao operacional a situação
na carga. Só então o operacional (ou o par deles) vai produzir uma tensão
contínua denominada de tensão de erro.

O operacional destinado a produzir a tensão de erro necessita de um


divisor resistivo externo que adequará o valor da tensão a ser comparada com a
tensão de referência. Os amplificadores operacionais possuem alto ganho em
baixas frequências, o que é desejável para a boa regulação da fonte. A seguir,
comentaremos alguns circuitos integrados controladores de largura de pulso
aplicados em No-Breaks.
Fig. 28

Na abaixo está ilustrado um CI UC 3842A da motorola. Ele incorpora um


flip-flop que é usado como Latch.

Durante a descarga do capacitor, o oscilador fornece um pulso positivo de


curta duração que ocasiona o Reset do latch, fazendo mudar a condição da saída
do flip-flop e inibindo as saídas. O latch é usado para armazenar o estado ou nível
do comparador. Ao receber um pulso de clock, o latch vai para o estado zero até
que a tensão de erro seja menor do que a tensão VC, quando então passa para
nível alto e fica armazenando este nível até novo clock.
Na figura abaixo está ilustrado um CI MC 34066. Ele é um PWM do tipo
quase ressonante. Neste circuito, o oscilador gera os pulsos de clock para o latch
e para o gerador de rampa. A inclinação da rampa, que vai ao comparador PWM,
depende da tensão de entrada.

Estes Cls usados em No-Breaks produzem uma melhora na forma de onda


pois trabalham com pulsos lógicos, conforme representa a figura 31.

Fig. 31

Para determinar os pontos de disparo necessários para produzir a


modulação por largura de pulsos, utiliza-se uma senóide fundamental como
referência, que será comparada com uma forma de onda triangular (dente-de-
serra), como mostra a figura 32.
Fig. 32

Esta onda triangular é produzida dentro do Cl PWM. A comparação


acertará a largura dos pulsos digitais. Através de tiristores (SCR), ocorrerão
gatilhamentos para aproveitar somente os pulsos de nível alto da forma de onda.
Um tiristor conduz um terço da corrente de carga em um ciclo. Logo, teremos
vários tiristores para poder suprir corrente em 100% da carga.

Funcionamento do Tiristor

O SCR é um dispositivo de quatro camadas PNPN com um terceiro


terminal chamado Gate (gatilho), representado na abaixo.

Estas quatro camadas PNPN são fortemente dopadas, formando um


conjunto de três junções. Basicamente, ele é um diodo com ânodo e cátodo, com
um gatilho ou porta conectado a um cristal P. Este diodo forma um circuito de
controle.
Efetivamente, se entre o gate e o cátodo se aplica uma pequena tensão
em sentido direto, circulará uma pequena corrente entre ambos os cristais,
fazendo com que o diodo atue como condutor.

Normalmente, sem atuar sobre o gate (G), o circuito anodo-catodo


encontra-se em estado de não condução em qualquer que seja o sentido da
tensão aplicada. Como a corrente de ânodo deve atravessar as três junções em
série, seu valor ficará limitado ao valor da saturação reversa da junção polarizada
reversamente.

O processo pelo qual o SCR passa do estado de não condução


(bloqueado) para o estado de condução, chama-se DISPARO. O disparo de um
SCR pode ser conseguido através da ruptura da junção polarizada reversamente.
São dois processos capazes de fazer isso:
a) através da aplicação de tensões entre ânodo e cátodo suficientemente
elevadas;
b) através da aplicação de polarização direta entre gate e cátodo. Nesta
opção, o disparo é obtido instantaneamente.

Após o disparo, poderemos retirar o sinal do gatilho, sem interromper a


condução, desde que entre ânodo e cátodo tenhamos uma polarização direta.
Para auxiliar no entendimento de seu funcionamento, podemos comparar um
SCR com dois transistores, um NPN e outro PNP.

Funcionamento em detalhes

a) Sem aplicação de tensão: Na figura 34 representamos a estrutura do


SCR quando não é aplicada nenhuma tensão no gatilho. Isto produz zonas bem
definidas desprovidas de cargas, indicadas nesta figura pelas letras J1, J2 e J3.
b) Quando é aplicada tensão direta:
Quando é aplicada uma tensão direta entre
ânodo e cátodo, as uniões J1 e J3 se
polarizam no sentido direto, enquanto que J2
fica no sentido reverso. Veja a figura 35. Na
polarização direta, a zona entre um cristal e
outro fica mais estreita. Nestas condições,
ainda não há fluxo de corrente, pois a zona de
J2 está oferecendo uma resistência alta.

c) Quando é polarizado direto e com


pulso de gatilho: Na figura 36 vemos a
situação onde é aplicada a tensão direta entre
ânodo e cátodo e se aplica um pulso positivo
no gatilho. Os elétrons fluem através da
função J3 e parte da corrente de cátodo
atravessa a função J2. Nestas condições,
circulará corrente pelo dispositivo.
d) Aumentando a polarização direta após o pulso de gatilho: Ao
aumentar a polarização direta na junção J1, um certo número de lacunas a
atravessam - veja a seta na figura 37.

As regiões P1, N1 e P2 podem ser representadas como um transistor


PNP. A medida que a tensão vai aumentando, o fluxo de corrente vai atraves-
sando com maior intensidade, conforme observa-se na figura 38.
Este efeito acumulativo, iniciado pelo pulso de gatilho, continua a crescer
atravessando o SCR até que J1, J2 e J3 fiquem com a mínima resistência,
permitindo que circule uma corrente elétrica direta de grande intensidade. Veja na
figura 39, o gráfico do tiristor.

Esse funcionamento é aproveitado justamente para carregar baterias em


No-Breaks. A bateria se carrega transpondo energia da rede CA. A corrente é
retificada e se mantém constante mediante um retificador-regulador com tiristor.
Após um certo período de tempo, um dispositivo automático interrompe a carga e
inverte, mediante um comutador, a polaridade de conexão da bateria. O ângulo de
retardo do disparo possui um valor superior a 90°. A figura 40 representa esta
aplicação.

Em 0º temos plena tensão.


Em 60° temos 50% de tensão.
Em 90° a tensão de saída é nula.
Em 120° temos menos de50% da tensão (equivale a tensão negativa).

Retornando ao conceito principal do inversor para uso em No-Break, vimos


que o tiristor, se estiver devidamente gatilhado (e isto é feito pelo circuito PWM),
fará a conversão da tensão contínua em tensão alternada. Todo controle deve ser
tal que a frequência atinja 60 Hz.

Transformador Elevador

A fim de trabalhar com a bateria, geralmente 12 ou 24 volts, é necessário


utilizar um transformador elevador na saída do bloco inversor que elevará a
tensão para 110 volts (ou 220 V).
e: Retardo do disparo: 120°
d: Retardo do disparo: 90°
RL: Carga - L: Indutância

c: Retardo do disparo: 60°


b: Retardo do disparo: 0°
a: Componentes
Chave estática

A chave estática é outro estágio do No-Break e constitui-se como um By-


Pass para a carga. Ela é uma chave eletrônica, sem contato. Geralmente utiliza-
se transistores de chaveamento ou TRIAC.

TRIAC

TRIAC foi um termo criado para identificar o comutador de corrente


alternada que conta com três eletrodos, constituindo uma espécie de triodo
semicondutor. É um triodo tiristor bidirecional que substitui as válvulas eletrô-
nicas.

Assim, como ocorre no SCR, o dispositivo conduz corrente quando se


aplica um sinal no gatilho. A diferença entre os dois é que o TRIAC conduz
corrente em ambos os sentidos, conforme a polaridade do sinal no gatilho seja
positiva ou negativa. O objetivo principal que levou à criação deste componente
foi o de possibilitar um controle tecnicamente mais perfeito e mais económico da
corrente alternada.

A utilização do SCR numa enorme variedade de aplicações e condições


demonstrou as possibilidades técnicas de construção de comutadores estáticos e
controle de fase em estado sólido. Faltava, porém, um dispositivo que permitisse
a condução ou o bloqueio da corrente, quer o ânodo estivesse positivo, ou
negativo, e onde a passagem da corrente com ânodo positivo ou negativo fosse
comandada por um único gatilho.
Símbolo e funcionamento

A figura 41 mostra o símbolo do TRIAC, a sua configuração de cristais e


sua equivalência em SCR.

É empregada uma pastilha monocristalina de silício, na qual se difundem


quantidades controladas de outros elementos, a fim de formar as diversas regiões
de tipo P e do tipo N.

Observando a figura, notamos que entre os terminais ânodo 1 e ânodo 2


(ele não tem cátodo), existe um elemento PNPN em paralelo com um NPNP,
existindo ainda, próximo ao gatilho, uma "ilha" de material tipo N.

Devido ao fato de que a porta ou gatilho pode ser disparada tanto por
pulsos positivos quanto por pulsos negativos, a porta está conectada a ambas as
regiões P e N.

Há quatro modos possíveis de operação com um TRIAC:


- A1 positivo em relação a A2, porta positiva.
- A1 positivo em relação a A2, porta negativa.
- A2 positivo em relação a A1, porta positiva.
- A2 positivo em relação a A1, porta negativa.

Observando o gráfico da figura 42, notamos que a condução pode ocorrer


tanto no primeiro como no terceiro quadrante, bastando para isso aplicar ao
gatilho sinais ou pulsos de disparo.

Quando não há sinal no gatilho, o TRIAC permanece em estado


bloqueado (não condução). O disparo é feito por meio de um sinal positivo ou
negativo aplicado ao gatilho, podendo-se acioná-lo por meio de CC, CA ou fontes
de pulsos, tais como transistores unijunção e DIAC. O disparo por pulso é mais
frequentemente usado por ser mais eficaz e mais simples. A duração de cada
pulso é de 20 micro-segundos e a frequência de repetição é normalmente de 5
kHz.

Transistor como chave

Como já sabemos, o transistor bipolar depende da sua polarização para


poder operar. Por exemplo, no gráfico da figura 43 vemos as três possibilidades
de fazer um transistor operar: na região quiescente, no corte ou na saturação.
Para uma corrente de base pequena, temos o estado do corte. Para uma elevada
corrente de base, temos o estado da saturação.

Nos transistores de potência, com exceção dos amplificadores, o transistor


é polarizado para operar exclusivamente nos estados de corte e saturação. Deste
modo, tanto o processo de fabricação (que dimensiona o substrato para suportar
tensões, correntes, potências e temperaturas elevadas) quanto a polarização
(corte/saturação), determinam os parâmetros para os transistores de potência.
Darlington

Um dos maiores inconvenientes dos transistores bipolares de potência é o


ganho estático. A configuração Darlington (figura 44) resolve este problema. O
ganho de corrente é aumentado pelo fato de termos dois transistores montados
em um só substrato. Os resistores R1 e R2 (também internos) diminuem a
amplificação das correntes de fuga coletor-base no estado de corte.

Filtro

Apesar de a própria bateria e o inversor efetuarem a filtragem da rede


contra transientes (picos e ruídos de tensão), muitos modelos utilizam filtros na
saída do inversor, com o objetivo de "limpar" plenamente a tensão de
alimentação. A figura 45 ilustra 3 tipos de filtros passivos:

a) Filtro indutivo;
b) Filtro em Pi (nome derivado da letra grega π);
c) Filtro tipo T com dois indutores e um capacitor.

O transiente da corrente que sai da fonte pode gerar um pico de tensão


(figura 46) que será eliminado pelo filtro, protegendo o aparelho que por ele será
alimentado.
Carregador de baterias

Faz parte do circuito do No-Break um carregador de baterias. O


carregador é uma fonte de tensão regulada. Um Cl muito comum encontrado em
No-Breaks é o LM 317 (figura 47). Internamente, ele possui um circuito de prote-
ção, um gerador de corrente e um operacional configurado como comparador.

A figura 48 ilustra um circuito regulador para carregador de bateria (foi


usado o equivalente do LM 317, a saber, LM 117).
O transistor FET foi colocado com o propósito de referenciar o regulador
automaticamente. Quando não se usa o FET, é necessário colocar um trimpot e
um diodo zener, como ilustra a figura 49.
- Capítulo 3 -
Fonte bi-voltgem e fonte chaveada

Introdução

A medida que o circuito do No-Break vai se sofisticando, recursos


interessantes passam a ser aplicados. Dois deles serão comentados neste
capítulo: a fonte Bi-Voltagem e a fonte chaveada.

Fonte bi-voltagem

Sabe-se que se uma fonte de alimentação for conectada em uma rede de


tensão superior, queima-se grande parte dos seus elementos (transformador,
diodos, etc).

De um tempo para cá, grande parte dos aparelhos saem da fábrica com o
sistema BI-VOLTAGEM, ou seja, com o sistema automático que lê e identifica
eletricamente se a rede local é 110 ou 220 volts.

Conforme a figura 50, as fontes convencionais utilizam uma chave seletora


que comuta os enrolamentos do transformador para 110 ou 220 volts. Esta chave
é eliminada no sistema automático bi-boltagem.

Na figura 51 apresentamos um circuito de comutação automática. Os


componentes envolvidos são: capacitores, diodos zeners e tiristores (SCR), além
de um relê.

Antes de a fonte ser ligada na tomada da rede CA, os terminais 3-2 e 7-6
do relê RY-1 estão fechados, mantendo os enrolamentos primário do
transformador ligados em série, comutado para 220 volts. Portanto, 220 volts é a
posição normal da fonte automática, evitando que qualquer defeito venha a
destruir a fonte, pois se fosse ao contrário, em 110 volts, um defeito poderia
colocá-la em risco se esta fosse ligada em 220 volts.

Quando ligamos o cabo de força na tomada CA da rede, a tensão da rede,


independente do seu valor, passa pelos enrolamentos primários e é aplicada no
circuito detetor de voltagem. Esta tensão, 110 ou 220 volts, é retificada pelos
diodos D-1101 e D-1102. Esta tensão, agora contínua, é aplicada no capacitor C-
1104 e nos seguintes componentes: zener D-1103 (através dos resistores
divisores de tensão R-1103, R-1104 e R-1107) e zener D-1104 (através de C-11-
6, R-1106 e R-1106).

Analisaremos daqui para frente em dois casos: 110/220 volts.


a) Sendo a Tensão 110 volts: Neste caso, o capacitor C-1106 começa a
se carregar. O zener D-1103 ficará bloqueado, pois a tensão que chega até ele é
muito pequena. Conseqúentemente, quando o capacitor C-1106 atingir 18 volts, o
outro zener, D-1104, conduz e produz um pulso que gatilhará o SCR D-1107,
polarizando os terminais do relê RY-1 e mudando a posição dos pinos 3 e 5 deste
relê. Assim sendo, os enrolamentos primários do transformador de força ficam
ligados em paralelo, com o mesmo sendo comutado para 110 volts.

b) Sendo a Tensão 220 volts: Neste caso, o capacitor C-1106 começa a


se carregar e ozener D-1103 conduz, pois a tensão sobre ele é maior que 12
volts. Ao conduzir, este zener produz o pulso de gatilho do SCR D-1106,
aterrando o resto do circuito e mantendo os enrolamentos primários do
transformador ligados em série.

Resumindo, temos que o capacitor C-1106 é comum às duas voltagens.


Porém, quem detecta 110 volts é o zener D-1104 e quem detecta 220 volts é o
zener D-1103. Cada vez que um destes zeners conduz, ele libera um pulso para o
gatilho do respectivo SCR, em cujos terminais está conectada a bobina do relê.
Em 220 volts, o SCR D-1106 nada aciona, pois o normal do circuito é 220 volts
(enrolamentos do primário em série - contatos 3-2 e 7-6 do relê fechados). Em
110 volts, o SCR D-1107, uma vez gatilhado, excita a bobina do relê que está em
seu ânodo, fazendo mudar os contatos do relê.

Apenas para relembrar, um SCR (retificador controlado por silício)


necessita de um pulso de disparo, que deve ser uma polarização direta entre gate
e cátodo. Após o disparo, poderemos retirar o sinal do gate, sem interromper a
condução, bastando contudo, manter polarizado o ânodo e o cátodo, como se
fosse um diodo comum. Outra característica deste circuito bi-boltagem é que os
valores dos zeners responsáveis pela identificação de voltagem são diferentes.

No dimensionamento do circuito, já se determina o valor do zener. Existe


no comércio diodo zener com tensões desde 4 volts até 220 volts. No diodo
zener, d sentido da corrente de operação será do cátodo para o ânodo, portanto,
trabalha reversamente - ao contrário do diodo retificador.

Fonte chaveada

O princípio de funcionamento da fonte chaveada está na capacidade de


armazenamento de tensão pelos capacitores e armazenamento de corrente pelos
indutores. São inúmeras as vantagens de uma fonte chaveada. Entre elas,
destaca-se o fator ripple que é de baixa ondulação, sendo necessários
capacitores de baixa capacitância.

As fontes chaveadas são divididas em vários tipos: Buck, Boost, Flyback,


Cuk, etc. A figura 52 ilustra o princípio de funcionamento destes quatro tipos, que
são os mais utilizados atualmente.
Em todas as configurações, quando o transistor satura, a energia
(corrente) está sendo armazenada pelo indutor através da tensão primária VE.
Quando o transistor corta, os diodos conduzem a corrente armazenada no
indutor, transferindo a potência para a saída. Quando o transistor conduz, a fonte
fornece a corrente para o indutor. Quando o transistor corta, essa corrente é
transferida para o capacitor e a carga. Isto é um exemplo do que ocorre no
Flyback.

No Flyback, a tensão de saída tem a polaridade oposta à tensão de


entrada. A seguir, estudaremos os principais tipos de fontes chaveadas.

Buck

As fontes denominadas de conversores BUCK são as mais utilizadas


atualmente, devido às suas boas características. Seu funcionamento baseia-se no
armazenamento de corrente pelo indutor e tem a tensão de saída dependente da
amplitude e largura dos pulsos. A figura 53 ilustra o conversor BUCK.

Pelo capacitor circula a parte alternada da corrente e pelo resistor circula a


parte contínua. O capacitor em paralelo com a carga serve para diminuir o ripple.
É muito importante que o valor do capacitor esteja muito bem dimensionado, pois
uma pequena alteração de valor pode provocar transiente de tensão (figura 54) e
este transiente pode acionar os circuitos de proteção, gerando problemas na
fonte.
De fato, não só o
capacitor, mas os demais
componentes de uma fonte
chaveada devem estar bem
dimensionados e operarem com a
menor faixa de tolerância. São os
transientes provocados por
alteração de valores dos compo-
nentes que geram os problemas
mais sérios nas fontes chaveadas.
Os diodos para trabalharem nesta
fonte devem ser do tipo Schottky.
Fig. 54

Forward

A fonte chaveada tipo FORWARD é um tipo BUCK com um transformador


de isolação, como ilustra a figura 55. Lembramos que um transformador isolador é
um transformador 1 x 1, ou seja, há a mesma relação entre espiras do primário e
do secundário.

Push-pull

O funcionamento da fonte chaveada Push-Pull (figura 56) é o seguinte:


quando T-1 satura, T-2 vai para o corte. Com T-1 saturado, a tensão de entrada
VE é colocada em um dos enrolamentos primários, sendo retificada por um dos
diodos. Durante o corte dos dois transistores, os dois diodos colocam os
secundários em curto, devido ao fato de que a corrente do indutor circula pelos
dois diodos ao mesmo tempo. Assim, gera-se pulsos cuja frequência é o dobro da
frequência dos pulsos no transformador.

Meia ponte

A figura 57 mostra o circuito do conversor MEIA PONTE. Seu


funcionamento é semelhante ao PUSH-PULL. A vantagem é que ele é de custo
mais barato que o PUSH-PULL.

Fig. 55
Fig. 56

Ponte Completa

A figura 58 ilustra a
fonte chaveada PONTE
COMPLETA. Ela possui
quatro transistores que
transferem a tensão de em-
trada para o secundário do
transformador, e cuja rela-
ção de espiras e largura
dos pulsos definem a tem-
são da saída. Quando T-1 e
T-2 saturam, T-3 e T-4 es-
tão cortados.

Observe que este tipo de fonte utiliza um grande número de componentes,


o que a torna dispendiosa e só é viável seu uso em fontes com mais de 1000
watts de saída.

Fig. 57
Fig. 58

Flyback

Baseia-se no armazenamento de energia (corrente) no indutor. A figura 59


ilustra um conversor FLAYBACK de modo contínuo (a corrente que circula no
condutor nunca chega a zero). No FLYBACK modo contínuo, não temos boa
resposta a transientes de corrente. A corrente do indutor aumenta de acordo com
o aumento da corrente de magnetização, o que geralmente provoca acréscimos
sucessivos na corrente.

No FLYBACK de modo descontínuo, apesar de ter o mesmo esquema


elétrico que o modo contínuo, a corrente no indutor deve sempre chegar a zero.
No FLYBACK de modo descontínuo, a energia no indutor é tal que mantém a
potência de saída para cada ciclo de chaveamento. Na prática, utilizamos o
FLYBACK com transformador.
Fig. 59

Boost

A fonte conversor BOOST é semelhante ao FLYBACK (figura 60). Quando


o transistor satura, uma corrente circula pelo indutor, que armazena energia para
fornecer à carga, quando o transistor entrar no corte.

Todas estas fontes chaveadas que acabamos de comentar geram muito


ruído, devido às formas de onda serem retangulares, além das harmónicas das
altas frequências (são irradiadas através do meio ambiente e pelos cabos). É por
isso que se torna necessário um circuito de filtragem e de controle.

Reguladores e
proteçãode fontes chaveadas

As fontes chaveadas, como


vimos, utilizam conversores para obter,
a partir de uma CC, uma corrente
pulsante. Na figura 61 podemos ver um
diagrama em blocos didático de uma
fonte chaveada: fonte DC, interruptor
que representa o circuito de chavea-
mento, filtro e circuito de proteção e
controle.

Na figura 62 temos outra


ilustração que explica exatamente onde
atua o circuito de proteção e controle.
Observe que ele verifica o nível da
corrente de saída e qualquer anormali-
dade o fará atuar sobre a base do tran-
sistor oscilador, despolarizando-o. Co-
mo este transistor desempenha o papel
de um interruptor, automaticamente ele
ficará cortado durante a despolarização
Fig. 60
e interromperá o fluxo da corrente AC sobre o transformador. Numa fonte
chaveada, seja qual for seu tipo, existe uma equação que relaciona em tensões
de entrada e saída o que chamamos de "função de transferência da conversão".
Nessas equações, a largura do pulso de chaveamento é o parâmetro que deve
variar, para compensar as variações das tensões de entrada e da corrente de
saída.

Fig. 61

O valor da largura de pulso é a razão entre o tempo de condução do


transistor de chaveamento e o período de chaveamento. Portanto, numa fonte
chaveada, o valor da largura de pulso deve ser corrigido continuamente para
evitar variações de tensão, devido a algum problema na entrada ou na própria
carga. Em suma, o valor da largura de pulso deve ser corrigido continuamente
para manter a tensão de saída estável. Os circuitos de largura de pulso são
conhecidos pelo nome de PWM -sigla do nome em inglês.

Fig. 62

A figura 63 mostra um diagrama em blocos de um conversor DC/DC com o


circuito de controle por largura de pulso. O símbolo (letra grega ∝) representa o
circuito PWM. Neste diagrama, vemos que a tensão de saída é atenuada pelo
bloco ∝ e é comparada com uma tensão de referência (ref) que, por sua vez, gera
a tensão de erro.
Os filtros são formados por resistores, capacitores e indutores. Portanto,
uma fonte de alimentação chaveada é formada por um loop com realimenta-ção
negativa que visa manter constante a tensão de saída (VS).
O controle pode também ser feito com circuitos digitais. Neste caso, o
circuito é chamado de PLL, do inglês Phase Locked Loop, que significa elo de
fase travada. A figura 64 ilustra uma configuração digital. Utiliza uma porta OU-
exclusiva, cuja tabela lógica (tabela verdade) seguinte: entradas iguais (zero,
zero) ou (um, um), a saída é zero; entradas diferentes (zero, um) ou (um, zero), a
saída é um.

Fig. 63

Somente quando as entradas são diferentes é que ela produz um pulso na


saída. Este pulso é depois convertido em uma tensão DC de erro. Este circuito da
figura 64 forma um PLL que efetua a comparação de fase entre o oscilador de
referência e o oscilador controlado por tensão (VCO), que é controlado pela
tensão de controle do circuito PWM.

Lembramos que todo VCO possui internamente um varicap, cuja


capacitância varia com a tensão reversa aplicada em seu cátodo. Logo, a
alteração de sua capacitância provocará uma pequena alteração na frequência,
corrigindo-a, até o ponto em que, no comparador de fase (porta OU-exclusiva) as
duas entradas estejam iguais (VCO = oscilador f1).

Fig. 64
- Capítulo 4 -
Reparação de no-breaks: defeitos e causas

Introdução

A incidência de defeitos em No-Breaks, ocorre na prática na seguinte


proporção:

- Circuito inversor 70%.


- Baterias e carregador 15%.
- Circuito de chaveamento 10%.
- Filtros e demais circuitos 5%.

O circuito inversor é de fato o mais crítico, pois além de trabalhar com alta
potência, envolve componentes mais sensíveis a estáticas tais como FET,
tiristores e circuitos integrados.

Antes de comentarmos os defeitos e suas causas, vamos abordar os


procedimentos de testes dos componentes especiais tais como FET e tiristores.

Testando transistores

Um transistor pode apresentar os seguintes defeitos:


- em curto;
- uma das funções abertas;
- com fuga;
- com valor Beta baixo.

Qualquer um destes quatro defeitos provoca mau funcionamento do


circuito, já que o transistor é um elemento ativo no mesmo.

Teste com o Ohmímetro

Para medir o transistor, usa-se o ohmímetro na escala R X100. Deve-se,


sempre que possível, desconectá-lo do circuito. Mede-se de base a coletor. Num
sentido deve conduzir e invertendo-se as pontas de prova não deverá conduzir.

Em seguida, mede-se de base a emissor, adotando o mesmo


procedimento. Há uma pequena diferença nas medições entre os transistores de
silício e de germânio. Nos de germânio, por possuírem maior corrente de fuga, as
resistências entre emissor e coletor são inferiores às encontradas nos transistores
de silício.
Teste com o Voltímetro

O teste feito com o ohmímetro é chamado de teste estático. Já o teste feito


com o voltímetro, medindo as tensões nos elementos do transistor, é chamado de
teste dinâmico. Em qualquer tipo de transistor a polarização de base-emissor é
sempre direta e a polarização base-coletor é inversa.

Este conceito nos ajuda a efetuar as


medições do transistor. É, contudo, impres-
cindível saber se ele é do tipo PNP ou
NPN. Daremos um exemplo de PNP (veja a
figura abaixo). As medições são:

a) emissor-base: sendo PNP, a ponta de


prova negativa deve ser aplicada na base.
A tensão lida é pequena.

b) base-coletor: sendo PNP, a ponta de


prova positiva deve ser aplicada na base.
Tensão média.

c) emissor-coletor: sendo PNP, a ponta de prova positiva deve ser aplicada no


emissor. Tensão grande.

Das leituras obtidas, a de maior valor corresponde à medição entre


coletor-emissor. se saber de antemão que se trata de uma tensão bastante
pequena, da ordem de décimos de volts. Outra forma de analisar o
comportamento dinâmico do transistor, é fazendo medições de tensões junto ao
circuito.

Testando os demais componetes

Darlington

Procedemos da mesma forma que o teste de transistor com ohmímetro,


levando em conta que estes são de maior potência e, portanto, não admitem
nenhuma fuga.

FET Tipo N

Também podemos nos basear na medição do ohmímetro, usando a escala


R X100. Um FET bom deverá apresentar as seguintes características:

- Entre Dreno e Source: cerca de 150 ohms.


- Entre Porta (+) e Dreno (-): 600 ohms.
- Entre Porta (+) e Source (-): resistência baixa.
- Entre Source (+) e Porta (-): resistência alta.
O símbolo (+) refere-se à polaridade positiva da ponta de prova. É
importante testar todos os FETs do circuito e, quando encontrar um queimado,
verificar os componentes adjacentes.

Díodo Retif icador

Utilizamos a escala R X100 do ohmímetro. Mede-se do ânodo ao cátodo


e vice-versa. Se num sentido conduzir e ao inverter as ponteiras não conduzir, o
diodo estará bom. Se o diodo conduzir nos dois sentidos, estará em curto. Se o
diodo não conduzir em nenhum sentido, estará aberto. A figura abaixo ilustra
estas medições.

Diodo Zener

Antes de medir o zener, é importante conhecer o valor da sua tensão


zener. Para diodos de tensão até 6 V, a resistência inversa é da ordem de alguns
quilohms. Para zener bem superior a 6 V, a resistência inversa é infinita.

Polarização direta: resistência baixa.


Polarização inversa: resistência alta.

Observação: na polarização direta colocamos o positivo do ohmímetro no


ânodo.

Diac

Na escala R X100, o Diac apresentará resistência infinita nos dois


sentidos. Se em um ou nos dois sentidos ele apresentar um valor baixo de
resistência, é porque está em curto.
SCR

Ânodo e cátodo (qualquer polaridade do ohmímetro) = resistência infinita


(alta).
Ânodo e gatilho (qualquer polaridade das pontas de prova) = resistência
infinita.
Gatilho e cátodo (polarização direta, sendo positivo no gatilho) =
resistência baixa, cerca de alguns ohms.
Gatilho e cátodo (polarização inversa, sendo positivo no cátodo) =
resistência infinita.

A escala apropriada é R X100.

Triac

Use a escala R X100. Não se preocupe com a polaridade. As medições


para um bom estado são:

- gatilho e TP1: resistência baixa (menor que 500 ohms);


- gatilho e TP2: resistência infinita;
- TP1 e TP2: resistência infinita.

Dissipador e Ventilador

Os transistores de potência estão montados em um dissipador para pro-


teção térmica. Certifique-se de que haja perfeita conexão física, como mostra a
figura 66. Quando houver necessidade de se colocar diodos em dissipadores, é
fundamental aplicar pasta térmica (figura 67) sobre o diodo no momento de
encostá-lo no dissipador. A pasta térmica ajudará a diminuir o aquecimento deste
diodo.

O No-Break não pode funcionar sem o ventilador em bom estado.


Portanto, verifique se o mesmo não está com as hélices travadas.
Defeitos e causas

Para desenvolvermos este tema, vamos nos reportar ao circuito do No-


Break da figura 69. Os terminais de 12 volts são pontos de conexão com a bateria
de automóvel (chumbo-ácido). Os transistores Q1 e Q2 são FETs de potência que
fazem o chaveamento alternado. U1 é o Cl que gera a base de tempo de 60 Hz, a
partir do clock (cristal) de 3,58 MHz.

Queima do FET

Causas Prováveis:

- Ventilador travado;
- Integrado LM 324 queimado;
- Transistor Q1 ou Q2 em curto.

Não Tem Tensão de 120 V na Saída

Causas prováveis:

- Transistor Q1 (FET);
- Transistor Q2 (FET);
- Resistor R15 ou R16 aberto;
- Integrado LM 324 queimado;
- Bateria descarregada.

Não Carrega Bateria

Causas prováveis:
- Integrado LM 324 queimado;
- Bateria defeituosa.

Para avaliar o estado da bateria, é necessário medi-la com uma carga. Por
exemplo, utilize uma lâmpada de farol (12 V) e verifique se a tensão cai com o
aumento da luminosidade da lâmpada. Se isto ocorrer, a bateria está danificada.

Flutuação na Tensão de Saída

Causas prováveis:
- Transistor Q1 ou Q2 com fuga;
- Integrado Cl U1 (clock);
- Integrado Cl U3 (conversor);
- Integrado LM 324 queimado;
- Transformador T1.
Ruídos na Saída

Causas prováveis:
- Capacitor C3 em curto;
- Capacitor C5 em curto;
- Capacitor C4 com fuga;

Queima do Fusível do No-Break

Causas prováveis:
- Transistor Q1 (FET) ou transistor Q2 em curto.
- Transformador queimado;

Ripple na Tensão de Saída

Causas prováveis:
- Capacitor C2 U3 defeituoso;
- Resistor R10 aberto;
- Resistor R6 aberto;
- Integrado LM 324 queimado;
- Capacitor C6 em curto.

Provoca a Descarga Rápida da Bateria

Causas prováveis:
- Transformador com espiras em curto;
- Transistor Q1 ou Q2 com fuga.

Falta de 60 Hz (Ciclagem Incorreta)

Causas prováveis:
- Integrado Cl U1 queimado;
- Integrado Cl U2 queimado;
- Capacitor C1 defeituoso;
- Capacitor C2 defeituoso;
- Capacitor C3 em curto.

By-Pass Inoperante

Este defeito se deve ao Cl ou a componentes semicondutores


responsáveis pelo chaveamento bateria/rede CA. O circuito apresentado aqui não
tem este recurso.
- Capítulo 5 -
Circuitos de no-breaks

Introdução

Apresentaremos agora diversos circuitos típicos, usados em vários


modelos de no-breaks. Nossa intenção em apresentá-los é fazer com que o leitor
fique familiarizado com estes circuitos e também a de fornecer ideias para que
projete e monte seu próprio No-Break.

Carregador de Bateria

Na figura 70 vemos um circuito para carregar bateria de 12 V a partir de


uma fonte de tensão de 18 V DC. O circuito foi polarizado de maneira que a
tensão jamais excederá a 14,5 V, que é a tensão máxima que a bateria
suportaria. Quando a bateria estiver com plena carga, Q1 conduz e o LED
acenderá.
Controlador de Carregador de Bateria

Este circuito, esquematizado na figura abaixo, é um carregador a partir da


rede CA, com retificadores e um tiristor para limitar a corrente. O Zener Z1 e o
transistor unijunção são os responsáveis pelo controle da tensão aplicada na
bateria.

Carregador de Bateria NICAD

Na figura 72 temos um circuito para carregar baterias do tipo Níquel-


Cádmio. Dispõe de um trimpot para ajustar a voltagem de saída, tornando este
carregador do tipo universal (qualquer valor entre 1 e 18 V). Os transistores Q1 e
Q2 são reguladores de voltagem. O Cl U1 faz o controle do ajuste da tensão
através do potenciômetro R9.

Os Cls U2 e U3, junto com o transistor Q3 e componentes adjacentes,


formam a etapa de proteção contra sobre-voltagem, impedindo que a bateria
receba um valor acima do recomendado. O leitor deve ficar atento ao resistor R8,
de valor crítico (0,1 ohm) e potência de dissipação de no mínimo 5 watts.

Carregador de Bateria com PUT

O PUT é um transistor unijunção programável. Seu símbolo é o mesmo do


SCR, apenas com o gatilho invertido (fica no ânodo). Na figura 73 temos o circuito
completo.
O PUT entra em condução fazendo-se a porta negativa em relação ao
ânodo. Ele opera como um oscilador de relaxação (começa num valor alto de
ciclagem e vai diminuindo até chegar a zero).

O zener D1 e o capacitor C1 são os responsáveis pela condução do PUT


e, conseqúentemente, pela tensão de saída para a bateria.

O resistor R2 faz o ajuste de pico da tensão de saída. Quando C1 se


carrega, o PUT faz com que o SCR conduza, aplicando tensão na bateria. O valor
máximo é 12 volts devido a presença do zener D1.

Carregador de Bateria de Lítio

A figura 74 ilustra um circuito para carregar bateria de Lítio (corrente de 60


mA para cada célula de 2,4 V). A máxima voltagem é de 14,4 V (6 células). O
elemento principal é o Cl LM 317, no papel de regulador.

O Cl ICL 7665, juntamente com o FET Q2, formam o circuito regulador e


compensador de temperatura (no capítulo 2 comentamos sobre os problemas de
carregamento de baterias e de como a temperatura influi). Aqui, a temperatura é
compensada na forma de corrente.

Fonte Ininterrupta de 5 V

O circuito, ilustrado na figura abaixo, prevê uma tensão de 5 V mesmo


com a falta da Rede CA. Utiliza uma bateria NICAD de 3,6 V e um regulador/
controlador formado pelo Cl MAX 630.
Fig. 72
Fig. 73
Fig. 74
Fonte Backup de 5V

Outro circuito que fornece uma tensão ininterrupta de 5 e uma de 12V,


ideal para computadores, é mostrado na figura 76. Através da bateria NICAD,
supre-se a tensão para T2 e, deste, para o regulador 7805. Para os 12 volts,
pode-se utilizar um capacitor de alta capacidade (1 farad). O FET de potência T1
é quem controla a voltagem drenada para bateria. Os diodos D3 e D4 polarizam o
circuito de maneira que a bateria não é utilizada quando a fonte está energizada,
evitando descarregá-la. R1 e C1 formam a constante de tempo RC para o FET.

Regulador de Voltagem

Um regulador de voltagem é sempre um circuito indispensável em No-


Breaks e em filtros de linha. O circuito apresentado na figura 77 é simples e bem
versátil, usando um Cl regulador e um zener.

Circuito de Proteção da Fonte (-12V)

Na figura 78 temos um circuito de proteção de sobre-voltagem, que pode


ser aplicado em circuito de 12 V. Um Cl regulador (7812) mais um diodo zener
garantem a estabilidade da tensão em 12 V. O tiristor SCR 1 será gatilhado em
qualquer anormalidade, conduzindo e produzindo um curto circuito que provocará
a queima do fusível.

Circuito de Proteção (5V)

Na figura abaixo temos um circuito de proteção para 5 volts, usando um


regulador (7805) e um tiristor. Quando o SCR for gatilhado por excesso de
tensão, ele conduzirá e polarizará a base do transistor PNP, fazendo-o conduzir e
excitando o LED sinalizador. O trimpot é utilizado para efetuar o ajuste da tensão,
atuando em cerca de mais ou menos 10% sobre o valor da saída do regulador.
Fig. 76
Fig. 77

Fig. 78
- Capítulo 6 -
Eliminação de interferências em equipamentos elétricos

Introdução

A localização de interferências intermitentes é sem dúvida um árduo


trabalho para o técnico. Em geral, não podem ser realizados testes. Contudo, pela
prática, pode-se ter alguma noção de quais ruídos e interferências os aparelhos
elétricos normalmente provocam.

Os aparelhos domésticos constituem a principal causa de interferência


proveniente de defeitos. Felizmente, filtrar (ou reparar) a maioria deles é bastante
simples. Se o aparelho necessitar de reparo, é imperioso, naturalmente, que não
se tente efetuar a filtragem. Tem sido verificado, muitas vezes, que o dono não
imagina que o aparelho acabará por avariar-se definitivamente, se continuar
trabalhando nessas condições - o que lhe acarretará depois maiores despesas de
reparo. Nesses casos, é importante convencê-lo que é de seu interesse proceder
a uma revisão no aparelho.

O exame do aparelho poderá mostrar suas condições e indicar qual o


procedimento adequado para reduzir ou eliminar a interferência: reparo ou
filtragem. Contatos muito corroídos são ocorrências muito comuns, sendo
necessária nesses casos a sua substituição.

Os termostatos e relês podem ser reajustados para impedir formação


anormal de centelha, sem, contudo, prejudicar suas funções normais. Determinar
se esse procedimento reduzirá efetivamente a perturbação dependerá das
condições dos contatos e do grau de centelhamento que estiver ocorrendo, já
que, até certo ponto, é normal o centelhamento, durante o funcionamento do
aparelho.

Em muitos casos, também será necessário um filtro, para reduzir o ruído a


um nível suficientemente baixo, para que seja satisfatório o funcionamento do
aparelho.

Filtros

Os filtros tem por função atenuar ou eliminar as diversas causas de


interferências.

Mediante a escolha adequada do tipo de filtro e sua correta aplicação nos


aparelhos causadores da interferência, poderá ser obtida a eliminação do
distúrbio.
Tipos de filtros

Os filtros de eliminação de ruídos são classificados em 2 tipos:

- Filtros de eliminação de faixa, que são dimensionados para atenuar


sinais em uma faixa de frequência.
- Filtros de passagem de alta e de baixa, que atenuam dentro de uma
gama maior de frequência. Um filtro de passagem de alta é usado para eliminar
todos os sinais interferentes abaixo da frequência de corte, deixando passar todos
os sinais desejados acima desta frequência.

Um filtro de passagem de baixa elimina interferência acima da frequência


de corte e deixa passar todos os sinais abaixo dessa frequência. A figura abaixo
ilustra como efetuar a instalação de filtros. Vejamos alguns exemplos de circuitos
de filtros.

Filtro para termostatos:


Filtro para interferências de lampadas fluorescentes:

Filtro de linha CA: Nota: L1 e L2 possuem 30 espiras de fio 12. Todos os


capacitores são se 0,005 µF, preferencialmente de mica.
Filtro de linha CC: Nota: Todos os capacitores de 0,01 µF. Os reatores podem
ser de 5 a 10 micro-henrys (existe no mercado de componentes importados estes
valores em pequenos invólucros azuis). L1 e L2 possuem 30 espiras de fio 12.

Compartimento blindado do transmissor

Fonte de Fonte de Fonte de


polarização alta tensão alta tensão
intermediária final

Filtro atenuadorde linha CC: Os resistores podem ser de 1/4 watt. Os filtros
devem ser instalados o mais próximo possível dos aparelhos produtores de
interferências.
NOBREAK´S

MANAGER II – µSM / µSV PÁG. 1


(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

MANAGER NET + – µSM PÁG. 20


(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

NET SLIM – µNS PÁG. 31


(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

MANAGER II SPECIAL – µSM PÁG. 38


(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

SLIM PROFESSIONAL – µPS PÁG. 46


(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

MANAGER III – ONDA QUADRADA – µSM PÁG. 53


(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

MANAGER III – SENOIDAL – µSM PÁG. 68


(ANEXO WSQUEMA ELÉTRICO)

EMERLUX – EM PÁG. 78
(ANEXO ESQUEMA ELÉTRICO)

Since 1982
ROTEIRO DE TESTE DO MANAGER II / VISION II
µSM600 / µSM1200 - VERSÃO II

I. APRESENTAÇÃO

1- Chave On/Off.
2- Conectores telefônicos - padrão RJ 11 (somente nos modelos FaxNet).
3- Led verde para indicação de operação em rede elétrica.
4- Led vermelho para indicação de operação em bateria. REDE

5- Tomada de saída - padrão NEMA 5/15.


BATERIA
6- Conector para bateria externa.
7- Chave seletora da tensão de rede (somente nos modelos com sufixo Bi).
8- Cabo de força (entrada de rede).
9- Conector (opcional) com 9 pinos (padrão DB9) para comunicação inteligente.
10- Porta-fusível.
11- Conector para o encaixe do Controle Remoto.

II. FUNCIONAMENTO
As Linhas Manager II oferecem praticidade e simplicidade ao usuário, que pode operar
o sistema facilmente, pois os Nobreak’s auto-executam as funções sem intervenção do
usuário. Entre estas funções podemos destacar o acionamento liga/desliga do
Nobreak pelo Controle Remoto, a Recarga Automática de Bateria, o Sistema de
Sinalização das Condições de Uso (Led’s e Alarme Sonoro) e o Sistema de
Comunicação Inteligente.

O ACIONAMENTO LIGA/DESLIGA DO NOBREAK PELO CONTROLE REMOTO


é uma característica exclusiva dos Nobreak’s SMS, sendo que a utilização deste
controle é opcional. Para utilizá-lo faça o seguinte:
Após a instalação do controle remoto, basta posicionar a chave do controle na posição
“I” para ligar o Nobreak ou na posição “ 0 ” para desligá-lo. Mantenha o botão 1 no
painel frontal do Nobreak sempre desligado.

REN0803 1
A RECARGA DE BATERIA é feita automaticamente na PRESENÇA DE REDE
ELÉTRICA independente da configuração das baterias utilizadas (interna(s),
externa(s) ou ambas) , mesmo quando o Nobreak estiver desligado. Característica
exclusiva dos Nobreak’s SMS que permite a recarga constante da bateria, deixando-a
sempre pronta para uso, aumentando sua durabilidade.

O SISTEMA DE COMUNICAÇÃO INTELIGENTE (OPCIONAL)


Fornecido em forma de Kit composto por um disquete, um cabo para conexão e um
manual de instalação. O software de gerenciamento de energia permite comunicação
com computadores, mostrando na tela do monitor mensagens sobre as
anormalidades da rede elétrica e a condição de uso das baterias. Executa também,
automaticamente, o encerramento dos aplicativos (shutdown) algum tempo após a
queda de energia. O software é compatível com diversos sistemas operacionais: DOS,
Windows, Windows NT, Novell, Unix, etc.

CONECTORES TELEFÔNICOS (Somente nos modelos FaxNet)


Composto por dois conectores telefônicos (padrão RJ11) com protetor contra surtos de
tensão. Protege equipamentos sensíveis como placa de Fax/Modem e aparelhos de
fac-símile, etc.

III. SEQUÊNCIA DE TESTE P/ GARANTIA DA QUALIDADE E RENATEC:

CONDIÇÕES PRELIMINARES:

1. Deixe a chave bivolt em 110 V e a chave push - botton desacionada.

2. Instale um variac em rede 220 Vac e zere a saída. Instale também um osciloscópio
na saída do equipamento e um multímetro na saída do variac.

3. Caso o equipamento não possua bateria interna, conecte uma bateria externa (12
V), através de um fusível de 10 A.

TESTE:

1. Suba a tensão de entrada e verifique se o relê RE1 deverá bater com


aproximadamente 85,0V.

2. Ligue a chave do equipamento.

3. Verifique se os 3 estágios de regulação do estabilizador do Nobreak através de um


variac, instalando uma carga de 100W (para todos os modelos) e verificando se a
tensão de saída fica num limite mínimo de 103,5V ±1,7V e máximo de 121,9V
±1,7V, para uma faixa de entrada variando desde 100,0V ±2,3V até 138,0V ±2,3V.

4. Instale agora carga nominal na saída do equipamento por aproximadamente 3


segundos, para verificar a qualidade do fusível de entrada.

5. Retire a carga e abaixando a tensão de entrada verifique o Nobreak entra em


operação bateria com 94,0V ±2,3V de entrada (sub-tensão) e se este retorna à
operação rede com aproximadamente 100,5V ±2,3V de entrada.

REN0803 2
6. Aumente a tensão de entrada e verifique se o Nobreak passa a funcionar em
operação bateria com aproximadamente 142,0V ±2,3V de entrada (sobretensão) e
se este retorna a operação rede com aproximadamente 137,0V ±2,3V de entrada.

7. Desligue a tensão de alimentação do variac e observe que na condição de


operação bateria existe onda quadrada mesmo sem carga instalada na saída do
equipamento. Veja figura abaixo:

8. Ainda com o variac desligado, ligue o equipamento e observe se o led vermelho


acende no instante da ligada e o led verde pisca rapidamente. Deve haver
chaveamento 1,5 segundos após a ligada.

9. Desligue o equipamento. Ligue uma bateria ou fonte de tensão através de um


disjuntor de 100 A.

10.Verificar a sobrecarga, conforme tabela a seguir:

MODELO SAÍDA NORMAL PROTEÇÃO ATUANDO


µSM 600Bi 600 W 700 W
µSM 1200Bi 1200 W 1400 W

Obs.
a) Com tensão crítica de bateria 9,60V ±0,18V o Nobreak se auto desligará e só
voltará a operar se a rede retornar ou se “resetado” pela chave do painel frontal.
b) Com tensão baixa de bateria 10,10V ±0,18V o Nobreak começa a tocar a buzina
com uma freqüência maior do que a normal.

11.Permanecendo o variac desligado, verifique a tensão de saída em operação bateria


(sem carga) que deve ser de 115 V ± 3 V. Aumente a carga gradualmente até
metade da potência máxima do equipamento e verifique que a tensão de saída
permanece dentro da faixa de estabilização de saída 103,5V ±1,7V até 121,9 ±1,7V

Obs. Utilize multímetro TRUE RMS.

12.Ligue o Nobreak sem rede e verifique se a forma de onda de saída permanece


“quase estática” na tela do osciloscópio

13.Faça comutações rede/bateria e verifique sincronismo e fase com relação à rede


elétrica de entrada.

REN0803 3
14.Faça várias comutações rede/bateria e bateria/rede e verifique se não ocorre
nenhuma interrupção na saída do Nobreak..

15.Faça o mesmo teste do item anterior com uma fonte chaveada com carga na saída.
Observe se a fonte funciona normalmente (FACULTATIVO).

16.Mude a chave bivolt para 220 V.

17.Repita o item 3, variando apenas a faixa de entrada que deverá ser de um limite
mínimo de 180V ±3,3V até um máximo de 264,5V ±3,3V.

18.Abaixando a tensão de entrada, verifique se o Nobreak passa a funcionar em


operação bateria com aproximadamente 180,0V ±3,3V de entrada (sub-tensão), e
se este retorna à operação rede com aproximadamente 190,5V ±3,3V de entrada.

19.Aumente a tensão de entrada e verifique se o Nobreak passa a funcionar em


operação bateria com aproximadamente 272,5V ±3,3V de entrada (sobretensão), e
se este retorna a operação rede com aproximadamente 262,5V ±3,3V de entrada.

20.Desligue o equipamento sem desconectá-lo da tomada, desligue o cabo positivo da


bateria. Meça a tensão no borne de expansão, que deverá ser de 14,0V ±0,18V.

21.Ligue o Nobreak em uma rede 115V ou 220V, conforme a configuração da chave


bivolt e certifique-se que a chave do painel frontal encontra-se desligada.

22.Certificando-se que a chave “liga/desliga” do controle remoto está na posição “0”,


instale-o no conector apropriado localizado no painel traseiro.

23.Com o controle remoto conectado ao Nobreak passe a chave “liga/desliga” do


controle remoto para a posição “I” e verifique se o Nobreak liga após isso, retorne a
chave a posição “0” e verifique se o Nobreak desliga.

24.Desligue o Nobreak da rede e estando este em operação bateria repita o item


acima.

25.Para os modelos com conector para comunicação inteligente, proceda o teste


seguindo a orientação abaixo

a) Instale o cabo de força do jig na saída do Nobreak.

b) Conecte o cabo de 9 vias no conector DB9 do Nobreak e a outra extremidade no


conector denominando (rede / novell).

c) Ligue o Nobreak em rede e depois o jig.

d) Desconecte o Nobreak da rede e verifique se o led AC FAIL acende.

e) Coloque carga gradualmente no Nobreak e verifique se quando a buzina do


Nobreak começar a tocar com maior freqüência e o led BATTERY LOW do jig
acende.

REN0803 4
f) Retire a carga e o led BATTERY LOW deverá apagar, ainda com o Nobreak em
operação bateria acione a chave SHUT-DOWN do jig e verifique se o Nobreak
desliga.

OBS.: Após a operação acima, o Nobreak só volta a funcionar se conectado à rede ou se


resetado pela chave do painel frontal.

26.Desligue o Nobreak.

27.Confira (para todos os modelos Fax Net) se a tomada telefônica com denominação
“Linha” está dando continuidade com a denominada “Fone” e também se os
terminais das mesmas não estão em curto.

28.Para os modelos Fax Net, efetuar o teste do filtro telefônico medindo a continuidade
com um ohmímetro, da seguinte maneira.

a) Curto-circuitar a saída e medir a resistência de entrada que deverá estar entre 38Ω
e 50Ω.

b) Ainda com a saída curto-circuitada meça a resistência entre a linha e o terra ,


onde a mesma deverá ser ∞.

c) Retire o curto-circuito da saída e meça a resistência entre linha, sendo que a mesma
deverá ser ∞.

IV. MANUTENÇÃO

• Após desligar o Nobreak da rede elétrica e os cabos da bateria, curto-circuito o capacitor


C27 para descarregá-lo, evitando assim danos na placa durante a manutenção.

ROTEIRO DE MANUTENÇÃO LINHA µSM e µSV

• Conteúdo:
Formas de onda nos principais pontos

REN0803 5
Defeitos mais comuns

• Manutenção:
Primeiramente verifique visualmente a placa;
Verifique se há curto de solda ou algum componente mau conectado;
Verificar se as baterias estão bem conectadas;
Após a inspeção, verifique o funcionamento das fontes de alimentação da placa:
• + 5V (terminal K de IC5)
• + 12V (catodo de D32)
• - 12V (anodo de D25)

• Nobreak não liga:


Verificar a existência de:
• + 5V (terminal K do IC5)
Caso não tenha, verificar se Q12 e Q13 estão saturados. Conferir IC5
• + 12V (catodo D32)
• - 12V (anodo D25)
Caso não tenha, verificar se Q12 e Q13 estão saturados. Conferir os sinais de IC10
(IR2151) com os sinais abaixo:

Vpino 1 Vpino 5
11,7V
12V
11,1V

0,8V
t 0,5V t
180µs 180µs

Vpino 2 Vpino 7

_ 22V
~
12V

t t
180µs 180µs 180µs 180µs

Vpino 3 Vpino 8

8V _ 22V
~

4V

t t
360µs

As fontes + 12V e - 12V também podem apresenta problemas quando existir algum resistor
errado ligado as portas de IC1 e IC4

• Verificar se o cristal X1 está oscilando na freqüência de 8MHz (pino 3 de IC3).

REN0803 6
Vpino 3

_ 12,5V
~ t

125 ns f = 8MHz

• Verificar a presença do sinal abaixo no pino 4 de IC2.


Vpino 4

_ 12,5V
~

t
6,6 ms 9,8 ms

• Caso não possua o sinal acima, verifique a entrada do Foto acoplador (pinos 1 e 2 de
IC2).
Vin

_ 12V
~

- 1V t

13,1 ms 3,5 ms

• Nobreak não reconhece rede:

REN0803 7
• Com 115Vac de entrada, compare os sinais do Nobreak com os gráficos abaixo:

Vpino 27 Vpino 1

4,75V Pino 1 6V
Pino 27 IC1
IC3

t t
125 ns
8,3 ms 8,3 ms

Vpino 7 V C16

+ 12V _ 3,3 V
~
Pino 7
IC1 t

- 12V t

7,7 ms 0,7 ms 0,48 ms 4,84 ms 3 ms


8,32 ms

• Verificar o sinal na entrada do Foto acoplador (pinos 1 e 2 de IC2)


Vent.

_ 12V
~

- 1V t

_ 13,1 ms
~ 3,5 ms

• Verificar se em presença de rede (entrada 115Vac), os transistores Q12 e Q13 estão


saturados.
• Caso Q12 sature e Q13 continue cortado, verificar o valor do R37 que deverá ser 4,7 K
e R36 - 12 K 

• Forma de onda de saída deformada na sobrecarga


• Conferir se todos os Mosfet’s são IRFZ 46N, verificar resistência entre “DRENO” e
“SOURCE” RDS = 20m .
• Verificar os pulsos de excitação dos fet’s (pinos 7 e 8 de IC4 defasados em 180°).
Vpino7

_ 12V
~

3 ms 13 ms

• Sobrecarga
• Se, a sobrecarga atuar simetricamente nos dois canais mas com valores de potência
maior ou menor do que especificado no roteiro, verificar R18, R19 e R16.

REN0803 8
• Quando a sobrecarga atuar fora da potência especificada e com deformação no
chaveamento:
− Algum mosfet pode estar com problema ou terminal sem solda.
− Transformador com problema.

• Recarregador não funciona


• Tensão de recarga fora do especificado 13,9V±1V
• Conferir resistores:
− R24 = 75K 1% 0,4W
− R25 = 47K 1% 0,4W
− R26 = 270K 1% 0,4W
− R100 = 2K2 1% 0,4W

• Corrente no recarregador fora do especificado


• P/ Bateria descarregada IREC = 600mA
• Conferir:
− P/ modelos 800, 1000 ou 1200 R28, R29 e R30 = 2R7
− P/ modelos 400, 600 R28, R29 e R30 = 3R3

• Valor de subtensão fora do especificado


• Comparar o sinal no capacitor C16 com o sinal abaixo (115Vac de entrada)
V C16

_ 3,3 V
~

0,48 ms 4,84 ms 3 ms
8,32 ms

• Conferir o valor dos seguintes resistores:


− R61 = 22K 1%
− R78 = 22K 1%
− R79 = 150R 1%
• Verificar D37

• Comutação dos tap’s do estabilizador desajustada


• Conferir o valor dos seguintes resistores:
− R50 = 22K 1%, R51 = 56K 1%, R52 = 47K 1%

• Comparar o sinal no pino 14 de IC1 do Nobreak, com o sinal abaixo: (115Vac de


entrada)

REN0803 9
Vpino 14

_ 6,3 V
~

t
125 ns
8,3 ms 8,3 ms

DEFEITOS E SOLUÇÕES
DEFEITO : APITO CONTÍNUO, NÃO DESLIGA E NÃO TEM SAÍDA.
SOLUÇÃO: Q-21 EM CURTO , NÃO ACIONA RESET CORRETAMENTE.

DEFEITO: NÃO RECONHECE REDE , PORÉM COM A CHAVE DESLIGADA BATE RELÊ 1.
SOLUÇÃO: RESISTOR R-57 (VERIFICAR MALHA DE R-60 A 70) ABERTO, NÃO ENVIA
SINAL PARA O PINO 20 DO IC-3.

DEFEITO: TENSÃO DE SAÍDA DE 180 VAC EM BATERIA.


SOLUÇÃO: FONTE DE -VCC COM -0,7 AO INVÉS DE -12 V, CAUSADO PELO C-23 EM
CURTO.

DEFEITO: APITA DIRETO E CRISTAL NÃO OSCILA (PINO 3 DO IC3).


SOLUÇÃO: CAPACITOR C-21 OU 22 EM CURTO, NÃO DEIXA CRISTAL OSCILAR.

DEFEITO: RECARREGADOR COM TENSÃO DE 9 V.


SOLUÇÃO: DIODO D-13 ABERTO.

DEFEITO: SEM TENSÃO DE SAÍDA EM BATERIA.


SOLUÇÃO: FONTE +12VCC COM +0,7 DEVIDO A D-28 E 29 ABERTOS.

DEFEITO: EM BATERIA QUANDO DESLIGAMOS A CHAVE , DEMORA PARA DESLIGAR O


PONTO ALFA (O LED VERMELHO FICA ACESO).
SOLUÇÃO: Q-11 EM CURTO (DESMAGNETIZADOR).

DEFEITO: REPICANDO RELÊ 1 E SEM SAÍDA


SOLUÇÃO: C-16 DANIFICADO.

DEFEITO: APITA CONTÍNUO E SEM SAÍDA.


SOLUÇÃO: CRISTAL( NÃO OSCILAVA PINO 3 DO IC-3).

DEFEITO: TENSÃO DE SAÍDA EM BATERIA 350V


SOLUÇÃO: DIODOS DA PONTE DO D-18 A 21 EM CURTO.

REN0803 10
DEFEITO: REPICANDO RELÊ 1 COM A CHAVE DESLIGADA E LED 1 PISCANDO JUNTO.
SOLUÇÃO: TL-431 DEIXAVA O -12VCC COM -5 .

DEFEITO: FICA DANDO PULSOS NA CAMPAINHA EM BATERIA E NÃO TEM SAÍDA .


SOLUÇÃO: C-16 DANIFICADO OU ABERTO.

DEFEITO: DISPLAY SÓ EXIBE [][][][].


SOLUÇÃO: IC-12 (LM-324) DANIFICADO.

DEFEITO: QUANDO LIGA EM BATERIA, DESARMA POR SOBRECARGA; RECONHECE


REDE, PORÉM QUANDO CAI POR SUBTENSÃO, CORTA O INVERSOR E O LED
VERMELHO FICA ACESO CONTINUAMENTE.
SOLUÇÃO: VERIFICAR SE PINO 12 DO IC-4 SE EXIBE UMA SENÓIDE.

DEFEITO: EM OPERAÇÃO BATERIA A FORMA DE ONDA FICA DEFORMADA EM UM DOS


LADOS E O DISSIPADOR DESSE LADO AQUECE.
SOLUÇÃO: DIODOS DE PROTEÇÃO DOS FETS DESTE CANAL COM FUGA.

DEFEITO: RECARREGADOR COM TENSÃO DE 9 V.


SOLUÇÃO: MEDIR BASE E EMISSOR DE Q-10, SE AMBOS ESTIVEREM COM ~ 20V, R28,29
E 30 ESTÃO ABERTOS(3,3 R).

DEFEITO: LED PISCANDO E APITANDO EM PULSOS RÁPIDOS COM A CHAVE


DESLIGADA.
SOLUÇÃO: FET EM CURTO.

DEFEITO: 95 V EM OPERAÇÃO BATERIA.


SOLUÇÃO: R-45 ABERTO MANDA TENSÃO IRREGULAR DO SENSOR DE
ESTABILIZAÇÃO PARA O IC-3.

DEFEITO: SEM TENSÃO DE SAÍDA EM REDE E BATERIA.


QUANDO VARIA TENSÃO NO VARIAC, BATE RELÊS DO ESTABILIZADOR.
SOLUÇÃO: NÃO ACIONAVA RE-4 DEVIDO A Q-22 ABERTO.

DEFEITO: QUANDO DESLIGA A CHAVE SEM REDE, BATE O RELÊ ALGUMAS VEZES.
SOLUÇÃO: VERIFICAR SE Q-12 E 13 ESTÃO OK, ENTÃO TROQUE O IC-3.

DEFEITO: NÃO ENTRA REDE APENAS NO ÚLTIMO TAP.


SOLUÇÃO: VERIFICAR SE EM REDE TENSÃO DE +5V CAI PARA 4,5 V. ENTÃO É O
MICROCONTROLADOR.

DEFEITO: RECARREGADOR NÃO REGULA, VARIA CONFORME A REDE E ONDA PWM FICA
DEFORMADA.
SOLUÇÃO: Q-9 DANIFICADO.

REN0803 11
DEFEITO: DESARMA POR SOBRECARGA QUANDO TIRA DA REDE, COM REDE BAIXA,
FUNCIONA NORMAL EM BATERIA.
SOLUÇÃO: MICROCONTROLADOR.

DEFEITO: TENTA ENTRAR EM REDE MAS BATE RE-1 A CADA 3 segundos.


SOLUÇÃO: VERIFICAR FONTES +12 E –12 SE ESTÃO OK, R-69 ABERTO.

DEFEITO: SÓ RECONHECE REDE EM 220V , EM 115 SINCRONIZA MAS NÃO ENTRA.


SOLUÇÃO: C-16 ALTERADO.

DEFEITO: NÃO RECONHECE REDE, PINO 6 DO IC-3 COM 3.4 V.


SOLUÇÃO: C-16 ALTERADO.

LISTAGEM DE COMPONENTES VISION II


µSV2000 / µSV3000 - VERSÃO II

VARIÁVEIS µSV2000/3000
MODELO MSV 2000BI 2000S 3000BI 3000S
POSIÇÃO NA PLACA
C8 100kpF/400v 47kpF/630V 100kpF/400v 47kpF/630V
R105 JUMPER 33K 5% JUMPER 33K 5%
R106 5K6 5% 5K6 5% não conectado não conectado
J1 18AWG (posição) 1 6 1 6
Q3,Q4,Q22,Q25 Não conectado não conectado IRF2807 IRF2807
VR2 175V 275V 175V 275V
FS1,FS2 60A 60A 80A 80A
FS5 3AG 20A 10A 30A 15A
R108 1K / 2W 2K2 / 2W 330R / 2W 1K / 2W
R19 1K2 1% 1K2 1% 820R 1% 820R 1%
R3,R4,R73,R116 Não conectado não conectado 470R 5% 470R 5%

OBS: MODELOS S 220V “JUMPEAR” J220V E AM CH BI COM RS CH BI

COMPONENTES POSIÇÃO
CAP. CER. DISCO NP0 22pF/100V -/+10% CINTADO C21,C22
CAP. CER. DISCO 100kpF/50V -20/+80 % CINTADO C26,C1,C23
CAP. CER. FUNCAOY2 4K7pF/250Vac -20/50% 7,5mm C30,C31
CAP. ELET. RAD 470uF/25V 20% CINTADO C13
CAP. ELET. RAD 0,1uF/100V 20% CINTADO C5
CAP. ELET. RAD 1uF/100V 20% CINTADO C19
CAP. ELET. RAD 4,7uF/100V 20% CINTADO C6
CAP. ELET. RAD 1000uF/50V 20% GRANEL C4,C27,C29
CAP. ELET. RAD 10uF/50V 20% CINTADO C32,C41
CAP. ELET. RAD 22uF/50V 20% CINTADO C11,C12,C35,C36
CAP. POL. 100KpF/63V 5% 5mm CINTADO C20,C16,C7,C39
CAP. POL. 100kpf/400V 10% 10mm GRANEL C8

CAP. POL. 1KpF/63V 10% 5mm CINTADO C28,C25,C3,C33,C34


CAP. POL. 10KpF/63V 10% 5mm CINTADO C9,C15
CAP. POL. 22KpF/63V 10% 5mm CINTADO C24
CAP. POL. 4,7KpF/63V 10% 5mm CINTADO C18
CAP. POLP. FUNCAO X2 100KpF/250Vac 10% 15mm C10
FIO RIG COBRE 18 AWG ESTAN NU C/ CARRETEL N6 J1
FIO RIG COBRE 22 AWG ESTAN NU C/ CARRETEL N6 R105
FUSIVEL AUTOM. GD. 60A TIPO LAMINA DOURADO FS1,FS2

REN0803 12
FUSIVEL 20A 3AG ACAO MEDIA FS5
RELE MNIATURA 20A 24VDC RE1,RE2,RE3,RE4
INDUTOR P/ FILTRO DE LINHA H-532 NT35 REV.01 L1
TRAFO DE CORRENTE H-050 REV.02 TR1
RESISTOR CARBONO 1K 1/3W 5% CINTADO R41,R103,R97
RESISTOR CARBONO 10K 1/3W 5% CINTADO R104,R118,R119,R131,R132,
R136,R109,R125,R137
RESISTOR CARBONO 1M 1/3W 5% CINTADO R86,R92,R95,R98,R99
RESISTOR CARBONO 120R 1/3W 5% CINTADO R101
RESISTOR CARBONO 1K2 1/3W 5% CINTADO R27
RESISTOR CARBONO 12K 1/3W 5% CINTADO R74,R36,R13,R20,R127
RESISTOR CARBONO 120K 1/3W 5% CINTADO R15
RESISTOR CARBONO 150R 1/3W 5% CINTADO R79,R35
RESISTOR CARBONO 1K5 1/3W 5% CINTADO R72,R94
RESISTOR CARBONO 15K 1/3W 5% CINTADO R39
RESISTOR CARBONO 220R 1/3W 5% CINTADO R117
RESISTOR CARBONO 2K2 1/3W 5% CINTADO R40,R56,R87,R91
RESISTOR CARBONO 2R2 1/3W 5% CINTADO R28,R29,R30
RESISTOR CARBONO 2M7 1/3W 5% CINTADO R85
RESISTOR CARBONO 330R 1/3W 5% CINTADO R135
RESISTOR CARBONO 33K 1/3W 5% CINTADO R57,R83,R84
RESISTOR CARBONO 330K 1/3W 5% CINTADO R32,R31
RESISTOR CARBONO 390R 1/3W 5% CINTADO R82
RESISTOR CARBONO 3K9 1/3W 5% CINTADO R120,R121
RESISTOR CARBONO 390K 1/3W 5% CINTADO R16
RESISTOR CARBONO 470R 1/3W 5% CINTADO R23,R2,R1,R5,R6,R110,R7,R8
RESISTOR CARBONO 4K7 1/3W 5% CINTADO R96,R54,R55,R37,R21,R12,R77,R128,R113,R115
RESISTOR CARBONO 47K 1/3W 5% CINTADO R38,R58,R93,R111,R112,R122,R123,R124,R126
RESISTOR CARBONO 470K 1/3W 5% CINTADO R17
RESISTOR CARBONO 560R 1/3W 5% CINTADO R76,R75
RESISTOR CARBONO 5K6 1/3W 5% CINTADO R106
RESISTOR CARBONO 56K 1/3W 5% CINTADO R71
RESISTOR CARBONO 560K 1/3W 5% CINTADO R42,R43
RESISTOR CARBONO 6K8 1/3W 5% CINTADO R134
RESISTOR CARBONO 68K 1/3W 5% CINTADO R22,R14
RESISTOR CARBONO 8K2 1/3W 5% CINTADO R59
RESISTOR FIO 1K 2W 10% CINTADO R108
RESISTOR FILME METALICO 10K 0,33W 1% CINTADO R9,R10,R33,R34
RESISTOR FILME METALICO 1K2 0,33W 1% CINTADO R19
RESISTOR FILME METALICO 12K 0,33W 1% CINTADO R81
RESISTOR FILME METALICO 120K 0,33W 1% CINTADO R53
RESISTOR FILME METALICO 15K 0,33W 1% CINTADO R25
RESISTOR FILME METALICO 1K8 0,33W 1% CINTADO R44
RESISTOR FILME METALICO 2K2 0,33W 1% CINTADO R100
RESISTOR FILME METALICO 22K 0,33W 1% CINTADO R11,R61,R78,R65,R50
RESISTOR FILME METALICO 270K 0,33W 1% CINTADO R26
RESISTOR FILME METALICO 33K 0,33W 1% CINTADO R69,R70,R45
RESISTOR FILME METALICO 3K6 0,33W 1% CINTADO R102,R107
RESISTOR FILME METALICO 3K9 0,33W 1% CINTADO R68,R18
RESISTOR FILME METALICO 39K 0,33W 1% CINTADO R114
RESISTOR FILME METALICO 47K 0,33W 1% CINTADO R52,R60,R80
RESISTOR FILME METALICO 56K 0,33W 1% CINTADO R51,R62
RESISTOR FILME METALICO 560K 0,33W 1% CINTADO R49,R47,R63,R67
RESISTOR FILME METALICO 680K 0,33W 1% CINTADO R48,R64,R46,R66
RESISTOR FILME METALICO 75K 0,33W 1% CINTADO R24

TRIMPOT HORIZ. 100K 20% DIAM.10mm TP1


CI 4 AMP. OPERACIONAL 324 IC1,IC4,IC12
CI ZENER AJUSTAVEL TL431AC (AI) CINTADO IC5
CI GATE DRIVER 2151 IR IC10
CRISTAL OSCILADOR 8MHz CINTADO X1
RESSONADOR CERAMICO 8.0MHz 30pF CINTADO X2
DIODO SINAL 1N 4148 200mA 75V trr=4ns CINTADO D3...D9,D22...D24,D26,D27,D30,
D40,D42,D48,D49
DIODO SINAL 1N 4148 200mA 75V trr=4ns CINTADO D50,D51,D52
DIODO RET. 1N 5406 3A 600V CINTADO D14,D15

REN0803 13
DIODO RET. 1N 4007 1A 1000V CINTADO D10...D12,D18...,D21,D31,D33...D36,D43,D44
DIODO RET. 1N 4007 1A 1000V CINTADO D45,D46,D47
DIODO ZENER 33V 0,5W 5% CINTADO D1,D2,D28,D29
DIODO ZENER 12V 0,5W 5% CINTADO D25,D37
DIODO ZENER 24V 0,5W 5% CINTADO D32
DIODO ZENER 36V 0,5W 5% CINTADO D38,D39
CI MICROCONTROLADOR (0123456789) IC3
CI MICROCONTROLADOR DISPLAY (0123456789) IC13
CI FOTO ACOPLADOR 4N33 DARLINGTON OUTPUT IC2,IC7,IC8,IC9
TRANSISTOR BIPOLAR NPN BC 337 45V 500mA CINTADO Q9,Q14,Q15,Q18,Q23
TRANSISTOR BIPOLAR PNP BC 327 45V 500mA CINTADO Q13,Q24,Q26
TRANSISTOR BIPOLAR NPN BC 548 30V 100mA CINTADO Q12,Q17,Q19,Q20,Q21,Q27
TRANSISTOR BIPOLAR NPN 2N5550 140V 600mA CINTADO Q16
TRANSISTOR BIPOLAR NPN TIP 41C 100V 5A TO220 Q28
TRANSISTOR BIPOLAR PNP TIP 42C 100V 5A TO220 Q10
TRANSISTOR MOSFET IRF2807 75V 71A 0,013R TO220 Q1,Q2,Q5,Q6,Q7,Q8,Q11,Q30
REGULADOR DE TENSAO LM 7812 IC11
VARISTOR 275V DIAM. 14mm CINTADO VR1,VR3,VR4
VARISTOR 175V DIAM. 14mm CINTADO VR2

OBS.: NÃO CONSIDERAR OS TERMOS “CINTADO” E “GRANEL”.

LISTAGEM DE COMPONENTES VISION II


µSV600 / µSV1200 - VERSÃO II

VARIÁVEIS µSV600/1200
MODELO µSV 600BI 1200BI
POSIÇÃO
FS1,FS3 NÃO CONECT. AUTOM. 30A

REN0803 14
R28,R29,R30 3R3 5% 2R7 5%
R5,R6 NÃO CONECT. 470R 5%
R106 6K8 5% NÃO CONECT.
R19 1K5 1% 1K 1%
Q5,Q6 NÃO CONECT. IRF 3205
J1 GRANDE PEQUENO

OBS: MODELOS S 220V JUMPEAR J220V E AM CH BI COM RS CH BI

COMPONENTES POSIÇÃO
CAP. CER. DISCO NP0 22pF/100V -/+10% CINTADO C21,C22
CAP. CER. DISCO 100kpF/50V -20/+80 % CINTADO C26,C1,C23
CAP. CER. FUNCAOY2 4K7pF/250Vac -20/50% 7,5mm C30,C31
CAP. ELET. RAD 470uF/25V 20% CINTADO C27
CAP. ELET. RAD 100uF/25V 20% CINTADO C17
CAP. ELET. RAD 0,1uF/100V 20% CINTADO C5
CAP. ELET. RAD 1uF/100V 20% CINTADO C19
CAP. ELET. RAD 4,7uF/100V 20% CINTADO C6
CAP. ELET. RAD 1000uF/50V 20% GRANEL C4
CAP. ELET. RAD 10uF/50V 20% CINTADO C32,C41
CAP. ELET. RAD 22uF/50V 20% CINTADO C11,C12,C13,C14,C35,C36
CAP. POL. 100KpF/63V 5% 5mm CINTADO C20,C16,C7,C39
CAP. POL. 100kpf/400V 10% 10mm GRANEL C8
CAP. POL. 1KpF/63V 10% 5mm CINTADO C3,C25,C28,C33,C34
CAP. POL. 10KpF/63V 10% 5mm CINTADO C9,C15
CAP. POL. 22KpF/63V 10% 5mm CINTADO C24
CAP. POL. 4,7KpF/63V 10% 5mm CINTADO C18
CAP. POLP. FUNCAO X2 100KpF/250Vac 10% 15mm GRAN C10
FIO RIG COBRE 22 AWG ESTAN NU C/ CARRETEL N6 J1,R105
FUSIVEL AUTOM. PQ. 30A TIPO LAMINA DOURADO FS2,FS4
MICRO SWITCH MODEL MS 12-10 RE1,RE2,RE3,RE5
TRAFO DE CORRENTE H-050 REV.02 TR1
RESISTOR CARBONO 1K 1/3W 5% CINTADO R41,R103
RESISTOR CARBONO 10K 1/3W 5% CINTADO R104,R118,R119,R131,R132,R136
RESISTOR CARBONO 1M 1/3W 5% CINTADO R86,R99
RESISTOR CARBONO 120R 1/3W 5% CINTADO R101
RESISTOR CARBONO 12K 1/3W 5% CINTADO R74,R36,R13,R20,R127
RESISTOR CARBONO 120K 1/3W 5% CINTADO R15
RESISTOR CARBONO 150R 1/3W 5% CINTADO R79,R35
RESISTOR CARBONO 1K5 1/3W 5% CINTADO R72
RESISTOR CARBONO 15K 1/3W 5% CINTADO R39
RESISTOR CARBONO 220R 1/3W 5% CINTADO R117
RESISTOR CARBONO 2K2 1/3W 5% CINTADO R40,R82
RESISTOR CARBONO 270R 1/3W 5% CINTADO R27
RESISTOR CARBONO 27K 1/3W 5% CINTADO R96
RESISTOR CARBONO 2M7 1/3W 5% CINTADO R85
RESISTOR CARBONO 330R 1/3W 5% CINTADO R135
RESISTOR CARBONO 33K 1/3W 5% CINTADO R57,R83,R84
RESISTOR CARBONO 330K 1/3W 5% CINTADO R32,R31

RESISTOR CARBONO 3R3 1/3W 5% CINTADO R28,R29,R30


RESISTOR CARBONO 3K9 1/3W 5% CINTADO R120,R121
RESISTOR CARBONO 390K 1/3W 5% CINTADO R16
RESISTOR CARBONO 470R 1/3W 5% CINTADO R73,R23,R2,R1,R110
RESISTOR CARBONO 4K7 1/3W 5% CINTADO R54,R55,R56,R37,R21,R12,R109,R77,R128
RESISTOR CARBONO 47K 1/3W 5% CINTADO R38,R58,R122,R123,R124,125,R126
RESISTOR CARBONO 470K 1/3W 5% CINTADO R17
RESISTOR CARBONO 560R 1/3W 5% CINTADO R76,R75
RESISTOR CARBONO 56K 1/3W 5% CINTADO R71
RESISTOR CARBONO 560K 1/3W 5% CINTADO R42,R43
RESISTOR CARBONO 6K8 1/3W 5% CINTADO R106,R134

REN0803 15
RESISTOR CARBONO 68K 1/3W 5% CINTADO R22,R14
RESISTOR CARBONO 8K2 1/3W 5% CINTADO R59
RESISTOR FIO 1K 2W 10% CINTADO R108
RESISTOR FILME METALICO 10K 0,33W 1% CINTADO R9,R10,R33,R34
RESISTOR FILME METALICO 11K 0,33W 1% CINTADO R81
RESISTOR FILME METALICO 120K 0,33W 1% CINTADO R53
RESISTOR FILME METALICO 1K5 0,33W 1% CINTADO R19
RESISTOR FILME METALICO 1K8 0,33W 1% CINTADO R44
RESISTOR FILME METALICO 2K2 0,33W 1% CINTADO R100
RESISTOR FILME METALICO 22K 0,33W 1% CINTADO R11,R61,R78,R65,R50
RESISTOR FILME METALICO 270K 0,33W 1% CINTADO R26
RESISTOR FILME METALICO 33K 0,33W 1% CINTADO R69,R70,R45,R80
RESISTOR FILME METALICO 3K6 0,33W 1% CINTADO R102,R107
RESISTOR FILME METALICO 3K9 0,33W 1% CINTADO R68,R18
RESISTOR FILME METALICO 47K 0,33W 1% CINTADO R25,R52,R60
RESISTOR FILME METALICO 56K 0,33W 1% CINTADO R51,R62
RESISTOR FILME METALICO 560K 0,33W 1% CINTADO R49,R47,R63,R67
RESISTOR FILME METALICO 680K 0,33W 1% CINTADO R48,R64,R46,R66
RESISTOR FILME METALICO 75K 0,33W 1% CINTADO R24
TRIMPOT HORIZ. 100K 20% DIAM.10mm TP1
CI 4 AMP. OPERACIONAL 324 IC1,IC4,IC12
CI ZENER AJUSTAVEL TL431AC (AI) CINTADO IC5
CI GATE DRIVER 2151 IR IC10
CRISTAL OSCILADOR 8MHz CINTADO X1
DIODO SINAL 1N 4148 200mA 75V trr=4ns CINTADO D3...D9,D22...D24,D26...D30,D42,D48,D49...D52
DIODO RET. RL204 2A 400V CINTADO D13,D14,D15,D16,D17
DIODO RET. 1N 4007 1A 1000V CINTADO D10...D12,D18...,D21,D31,D33...D36,D43,D44
DIODO ZENER 33V 0,5W 5% CINTADO D1,D2
DIODO ZENER 12V 0,5W 5% CINTADO D25,D32,D37
DIODO ZENER 24V 0,5W 5% CINTADO D38
CI M.C. NOBREAK uSV/SM IC3
CI M.C. DISPLAY NOBREAK uSV IC13
CI FOTO ACOPLADOR 4N33 DARLINGTON OUTPUT IC2
TRANSISTOR BIPOLAR NPN BC 337 45V 500mA CINTADO Q9,Q14,Q15,Q16,Q22
TRANSISTOR BIPOLAR PNP BC 327 45V 500mA CINTADO Q13,Q26
TRANSISTOR BIPOLAR NPN BC 548 30V 100mA CINTADO Q12,Q17,Q20,Q21,Q27
TRANSISTOR BIPOLAR NPN TIP 41C 100V 5A TO220 Q25
TRANSISTOR BIPOLAR PNP TIP 42C 100V 5A TO220 Q10
TRANSISTOR MOSFET IRFZ46N 55V 53A 0,020R TO220 Q11
TRANSISTOR MOSFET IRF3205 55V 110A 0.008R TO220 Q1,Q2
VARISTOR 275V DIAM. 14mm CINTADO VR1,VR3,VR4
VARISTOR 175V DIAM. 14mm CINTADO VR2

OBS.: NÃO CONSIDERAR OS TERMOS “CINTADO” E “GRANEL”.

REN0803 16
ANOTAÇÕES

REN0803 17
REV. DESCRICAO VISTOS DATA

LR
CZ
PT0 1 AZ
PR/ ENT L1 PR/ SD
VR3 PR/ TR

N
PT4 1

C3 1
C8

C1 0

G
VR2
RE1

VR1
PT0 2 VR4 PT4 0
PT4 3 PT4 2

F
FS1 NA RS/ CH Bi
CH BIVOLT

C3 0
C
NF ALFA CH2
BR/ ENT
+ VCC + 5V

R1 0 8
RE3

R6 3
ALFA 220V
C2 3 C
D3 3 D3 4

R7 0
NF PT3 8 AM/ CH 115V
PT0 3 D3 8 D2 4 PT0 5

R6 4
R5 8
IC1 A

D2 3
3 4 NA LR/ TR
1 R1 0 3 5 IC1 B PT1 1 TOMADAS
+
D3 6 D3 5 2- + 7 PT0 4 SAIDA

R6 9
Q1 6
11 6- N

R1 0 2
R7 7
ALFA PT3 7 PT3 6 G

C2 4
R5 6
PT1 4 PT1 5 F

R5 9
R5 7
R6 7 R6 6 ALFA

R6 8
Q1 5
- VCC R6 1 RE2
C
R6 0 NF VL/ TR
ALFA

R5 4
NA AM/ TR
N

R6 5
R6 2
D2 2
- VCC G
R4 6 R4 7 R1 0 5

C2 5

R8 3
F

D3 1
C RE4
C1 1 D2 6 R7 2 NF TOMADA
PT0 6 R7 9 C1 6 PT1 2 1 2 D2 1 D1 8

R7 8 D3 0
Q1 4
R4 5
NA J1 BR/ SD GREEN
IC1 0

C1 7
14 +

D2 5
ALFA N

R5 5
+ 5V TR1

C1 2
D4 8
1 8 -

D2 7
IC1 D
R5 0
R5 3 G
2 7 13 D2 0 D1 9 F

D3 7
+ VCC R5 2

R4 4
C1 3 Q2 0 R4 8 R4 9
3 6 Q2 2 C3 4 C3 3
D2 9

D2 8
C7
R7 3 PT0 7 MR TR4 BR
4 5 C1 4 LD1 R7 6

R5 1

R8 4
R1 0 7
R1 1 9
R1 1 8
PT1 3

C1 8 R7 1
PT0 8
D5 2
D5 1

D3 2
BZ1

LD2 R7 5
+ VCCD
R7 4 VM
VM/ CH LR

Q1 7
ALFA

C1 5
Q1 3 R3 5 R1 0 1 PT1 7 + 5V CH1 B AM
Q2 6
R1 2 9 R1 3 0 IC2 VL PR
+ VCC
VCCD 2 5
+ 5V D4 4 AZ

R1 2 7
R1 2 1
R3 6

R1 2 2
R8 6
R3 2
R3 4
C2 8
PT1 6 A
C6

B1 R1 2 4 12 IC1 2 D 3 IC1 2 A R PT3 3 PT3 4 PT3 5


1 +
4 + 5V B
14 1
IC5

TP1
2-

CN3
Q2 5
13 -
2 1 6 4 C2 6

R3 7

R1 2 8
R9 9
R3 1
11
R3 3
ALFA PR AZ
PT1 8

C3 5
PT1 0
R3 8

R8 5
R1 2 5 D4 3
VM/ CH

Q2 7
R1 2 0
+ 5 VD AZ/ TR

Q1 2
IC3

R1 0 4
1 28 AZ/ TR
1 R1 3 1 D5 0 PT0 9 R4 0 D1 3 PT2 0
2 27 D1 4

C3 6
D1 7

R4 1
D4 2
ALFA C2 1
2 3 26 Q1 1
R2 8
R2 9
R3 0

D
IC1 3 4 25
3

R8 0
G

C5
C4

R1 2 6

X1
R3 9
4 19 1 5 24 S
PT2 1
D1 2 D1 1

D1 6 D1 5
5 18 11 1 0 IC1 2 C 6 23 R4 2
+

R8 1
Q1 0

CN1
C1 9
C2 2 7 22
6 17 8 9- PT1 9 D1 0 VM/ TR
IC1 C ALFA
7 NC 15 10 8 21 10 R2 3
+
Q9

8 + VCC BAT.INT.
NC R1 2 3 9 20 9-
8 14 9 12V
C2 7

PT3 2
NC + 5 VD 10 19
R2 4

9 13 5 CN1
R2 6

DISPLAY
5 R2 5

R4 3
+ R1 0 0 2 IC4 A
NC 7 R1 3 6 + +
R2 7

10 12 7 11 18 4 BAT.EXT.
6- - 1
NC
BAT1
BAT2

11 16 6 12 17 3+ 12V
IC1 2 B 11 - -
13 16 PT2 2

C4 1
12 NC 2 2 0
3 4 PT3 1
13 14 15 C1

D5 3
R1 3 3 R1 3 2
R1 3 4
PT2 4 D7 D5 FS1
PT2 3 AZ/ TR
14 X2
R1 2 R1 4
FS2
D1

C3 9
C9 + 5V 5
R9

R1 0 9 +

C2 0
7

R1 3 5

C3 8
C3 7
6-

Q2 1
+ 5V Q7 Q5 Q3 Q1
D3

PT3 0
R7

D D D D PR/ BAT
R1

+ 5V

R8 2
D9 IC4 B
R5
R3

R1 1 0
R1 5
R1 6

G G G G PT2 9
R1 1

6 0 Hz S S S S
R1 8

ALFA + 5 V 5 0 Hz IC4 D
ALT. EM 2 0 / 0 8 / 9 8
R1 7

13
C3

14
- D8 D6 FS3 PCI No 5 0 2 9 - 8
PT2 8

D4 9 + 12 BR/ TR
PF
1
PT2 5 PT2 7
D2

2 BL R1 1 7 FS4
R1 0

C3 2
R9 6
TO
3
R1 9
R1 0 6

IC4 C Q2

CN2
4 R2 1 PT2 6 Q8 Q6 Q4
10 D D D D
D4
R2

+
R6
R4

8
R8

5 9- G G G G

PCI INTELIGENTE
S S S S
R1 3

R2 0

6 COD.SMS
R2 2 TOL. GERAL
SMS
TITULO ESQUEMA ELETRICO VISTOS DATA
lu SV/ lu SM SERIE COMPACTA 1 2 V DES. OSVALDO 31/ 07/ 97
MAT. CONF.
TRAT. APROV.
APLIC. ESC. DES.No
lu SV/ u
l SM 4 0 0 / 6 0 0 / 8 0 0 / 1 0 0 0 / 1 2 0 0 S/ E 5047- 2

DESENHO CONFECCIONADO POR COMPUTACAO GRAFICA ( F.A2 )


REV. DESCRICAO VISTOS DATA

LR
CZ
PT0 1 AZ
PR/ ENT L1 PR/ SD
VR3
PT4 1 CH BIVOLT
PR/ TR

C3 1
GND ALFA RE1

C1 0

VR1
CH2

VR2

C8
VR4 PT4 3 PT4 2
PT0 2 PT4 0 RS/ CH 220V
NA

C3 0
FS5
BR/ ENT C AM/ CH
N F NF ALFA
+ VCC PT0 3 + 5V RE3

R1 0 8
G

R6 3
D3 3 D3 4 C2 3 C 115V

R7 0
NF PT3 8
PT0 5

R6 4
IC1 A

R5 8
D2 3
3 4 NA LR/ TR
R1 0 3 IC1 B

PT0 4
D3 6 + 1 5 D3 9 D3 8 D2 4
+ 7 PT1 1

R6 9
2-
D3 5 CZ/ TR TOMADAS
11 6-
+ VCC ALFA SAIDA

R1 0 2
ALFA R5 6 R5 4 ALFA AM/ TR N

Q1 6

R5 7
Q1 5

R6 8
R5 9

C2 4
R6 7 R6 6 - VCC R6 0 R6 1 RE2 VL/ TR G
C F
S
NF

R7 7
IC1 1 E
ALFA

PT0 7
R8 2
D2 2
G D3 2 NA N

R6 5
R6 2
PT1 2

C1 4
- VCC

PT1 5
C RE4 G
IC1 0

PT1 4

D3 0
NF F
1 8
C1 1 D2 6 R7 2 PT0 6 J1
NA

C2 5
R5 5

D4 8
2 7 R7 9 C1 6 R4 6 R4 7 R1 0 5

R7 8
N

R8 3
D1 9

Q1 4
D1 8 TR1 BR/ SD
3 6 C1 2 + 5V G

R7 1
D2 7
D2 5
IC1 D 12
F
4 5 BZ1 R5 3 +

C1 7
14

PT0 8
R5 0

D3 7
- 13 Q1 8 VENTUINHA

R8 4
R4 4 R4 5
+ VCCD + VCC D2 0 D2 1

C1 8
CN4 C3 4 C3 3
VM/ VT

C7
+ 5V R5 2 R4 8 R4 9
LD1 PT1 3

Q2 0
IC2

Q1 7
2 5 A

R5 1
K R7 6

R1 0 7
R1 2 9 R1 3 0

R1 1 9
R1 1 8
Q2 6

D5 2

C1 5
R7 4
PR/ VT
D5 1
1 ALFA
R1 2 4 12

CN2
2 + 14 LD2

R1 2 7
CH1

Q2 8
13 -
1 6 4 K A R7 5 VM/ CH TR4
IC1 2 D MR BR
D5 0 R8 5 PT1 7 + 5V
Q1 3 D4 4

C3 6
R1 1 3
C6 D4 5 D4 7 CZ/ TR

Q2 4

R8 6
R3 2
R3 4
+ VCC
VCCD

C2 8

Q2 7 R1 2 8
R3 6

R1 0 1
K CZ VM
+ VCC

Q2 3
R

PT1 6
+ 5 VD

R1 1 5

R1 2 0

R1 2 5
R1 2 2

R1 3 7
LR

IC5
3
CZ/ TR
4 IC1 2 A A
1 + 1

R1 0 4
AM

R3 5
D4 6 D4 3

R3 1

R9 9
R3 3
R1 3 1

TP1
R3 7
R1 1 2
R1 1 1
2- RM
2 C1 3 PT3 3 PT3 4 PT3 5
11 RM CN3 VL PR
3 + 5V VM/ CH AZ

C3 5
IC1 3

R1 2 1
4 AZ/ TR
R3 8

R1 2 3
5 19 1 C2 6 PT1 8 AZ/ TR AZ

Q1 2
PT0 9
6 18 11 PT2 0

CN1
D1 3 CZ
NC 5 IC3 D1 7 D1 4
7 17 8 + 7 C2 1

PT1 0
1 28 Q1 1

R3 9
R4 1
NC 6- D PR
R2 8
R2 9
R3 0

CZ

D4 2
15 10 ALFA R4 0
C4

D3 1
8 2 27
NC IC1 2 B G
9 14 9

X1

DISPLAY
3 26 D1 6 D1 5 S
NC
D1 2 D1 1

PT2 1
C2 9

10 13 5 + 5 VD 4 25 R4 2 C5
Q1 0

11 12 7
NC
C2 2 5 24 PT1 9
IC1 C VM/ TR
12 16 6 10 R2 3

C4 1 R1 3 6
R8 0 R1 1 4
6 23

R4 3
NC + BAT.INT.
Q9

2 20 8 D1 0
13 R1 2 6 1 2 V( 6 x)
C2 7

7 22 9-

D5 3
+ VCC PT3 2 CN1

R1 3 3 R1 3 2
3 4 ALFA
R2 6

14 IC1 2 C 8 21 + +
10
R2 7

R8 1
C1 9
X2 8 BAT.1
BAT1
BAT3
BAT5

9 20
R2 4

9- - - BAT.EXT.

R1 3 5 R1 3 4
R1 0 0 R2 5 2 4
IC4 A + +
10 19

C3 9
PT2 4 - 1 1 2 V( 2 x)
3+ BAT.2

C3 7
11 18

C3 8
ALFA PT2 2 1 1 C1 - -
BAT2
BAT4
BAT6

PT3 0
PT2 9
PT3 1

PT2 3
12 17
R1 2 R1 4 D7 D5
5 1 13 16 PR/ TR

14 15
D1

FS1

IC7
5
R9

+ 7

POWER FAIL
4 6 2 + 5V
6-
R9 2 + 5V + 5V Q7 Q2 5 Q5 Q3 Q1 FS2
R7

6 0 Hz IC4 B D D D D D PR/ BAT


R1

R5
R3
D3 D2 8

R1 1 6

G G G G G
R1 1

5 1 5 0 Hz

R9 1
S S S S S ALT. EM 1 2 / 0 3 / 9 8

C2 0
R8 7
R1 8

D9
R1 6
R1 5
2 R9 3 IC4 D 1 3 PCI No 5 0 3 0 - 3

IC8
R9 4
-
14 D8 D6

Q1 9

BAT LOW
PT2 8

12 BR/ TR
C3
+
4
R1 7

4 6 2
R9 5 + 5V R1 1 7
D2

5 PT2 7

C3 2

R9 6
R1 0

PT2 5
R9 7
6
R1 9

D4 9
1 5

NOVEL UNIX CN5


R1 0 6

R1 0 9 C9 PT2 6
R2 1 IC4 C Q8 Q2 2 Q6 Q4 Q2
10 D D D D D

Q2 1
R2

+
R6
R4

8
R8
D4 D2 9

R7 3

IC9
9- G G G G G

D4 0
S S S S S
R2 0
R1 3

R1 1 0

TURN OFF
2 6 4 R2 2
R9 8 COD.SMS
SMS TOL. GERAL

TITULO ESQUEMA ELETRICO VISTOS DATA


u
l SV SERIE COMPACTA 2 4 V DES. OSVALDO 2 1 .0 7 .9 7
MAT. CONF.
TRAT. APROV.
APLIC. ESC. DES.No
lu SV 2 0 0 0 - 3 0 0 0 S/ E 5048- 2

DESENHO CONFECCIONADO POR COMPUTACAO GRAFICA ( F.A2 )


ROTEIRO DE TESTE DO MANAGER NET +
µSM650 / µSM1300

I.APRESENTAÇÃO EQUIPAMENTOS µSM650 e µSM1300

5
3
5
3

2 1

1
6 4
6
4
7 7

8 8

µSM650 µSM1300

c Chave liga/desliga e mute


d Led verde para indicação de operação rede.
e Led vermelho para indicação de operação bateria.
f Tomada de saída – padrão NEMA 5/15.
g Protetor telefônico.
h Porta fusível.
i Cabo de força (entrada de rede).
j Conector para conexão de bateria externa

II.FUNCIONAMENTO
A Linha Manager Net + ( Plus ) oferece praticidade e simplicidade ao usuário que
pode operar o sistema facilmente, pois o Nobreak auto-executa as funções sem
intervenção do usuário. Entre estas funções podemos destacar a Recarga
Automática das Baterias e o Sistema de Sinalização das Condições de Uso (Leds e
Alarme Sonoro).

A RECARGA DAS BATERIAS é feita automaticamente na condição de PRESENÇA


DE REDE ELÉTRICA NORMAL com o Nobreak ligado através do botão localizado
no painel frontal.
A SINALIZAÇÃO é constituída por indicações audiovisuais que identificam as
diferentes condições de funcionamento, descritas a seguir:

a) PRESENÇA DE REDE ELÉTRICA NORMAL, é indicada pelo led verde 2 que


permanece aceso ou piscando a cada três segundos até que haja mudança nas

REN0803 20
condições de rede elétrica (rede muito alta/baixa, ausência de rede elétrica, etc.) e
o Nobreak passe a operar em ANORMALIDADE NA REDE ELÉTRICA ( vide item
c ).

b) RECARGA DAS BATERIAS é sinalizada durante a condição de PRESENÇA DE


REDE ELÉTRICA NORMAL. O led verde 2 piscará, indicando que as baterias
estão sendo recarregadas.
Quando o nível de carga atinge 90% do valor total o led 2 para de piscar,
permanecendo nesta condição até que as baterias necessitem novamente de
recarga.

c) ANORMALIDADE NA REDE ELÉTRICA ocorre quando existir anormalidades no


fornecimento de energia tais como: subtensão, sobretensão, ausência de energia,
etc. Ocorrendo um destes eventos o led vermelho 3 acende e, automaticamente,
as baterias passam a suprir o fornecimento de energia. Se a anormalidade
persistir e a causa for "queda" de rede elétrica ou subtensão ocorrerá um único
apito juntamente com o piscar do led vermelho 3 a cada 15 segundos. Se a causa
for sobretensão ocorrerão dois apitos consecutivos também a cada 15 segundos.

d) FINAL DE AUTONOMIA ocorre quando a condição ANORMALIDADE NA REDE


ELÉTRICA prolonga-se e, desta forma o fornecimento de energia da(s) bateria(s)
está próximo do final. O alarme audiovisual nesta situação, atua em intervalos
menores que 3 segundos, indicando que as saídas do Nobreak serão
automaticamente desligadas em um curto espaço de tempo.

e) INIBINDO O ALARME SONORO: Toda vez que ocorrer uma ANORMALIDADE


NA REDE ELÉTRICA, FINAL DE AUTONOMIA ou SOBREAQUECIMENTO DO
INVERSOR, o alarme sonoro vai soar, caso o usuário deseje inibir o alarme, basta
pressionar o botão 1 Liga / Desliga / Mute com dois breves toques consecutivos,
neste instante o alarme irá soar rapidamente, indicando que a função mute foi
acionada ou desacionada. O alarme permanece inibido até que o nobreak passe a
operar em outra condição de funcionamento, isto é, o Nobreak seja desligado e
ligado novamente, ou ainda, se o usuário pressionar novamente o botão Liga /
Desliga / Mute com dois toques consecutivos.

f) A RESTAURAÇÃO DA REDE ELÉTRICA ocorre quando a rede elétrica retorna


ao normal. Sua estabilidade é analisada e, uma vez considerada aceitável, o
Nobreak passa a operar em PRESENÇA DE REDE ELÉTRICA NORMAL
( vide item a ).

g) SOBREAQUECIMENTO DO INVERSOR: Durante uma falha na rede elétrica,


ocorrerá o sobreaquecimento quando a temperatura do inversor estiver próxima
aos limites aceitáveis. O Led vermelho 3 e o verde 2 alternam-se a cada meio
segundo juntamente com um sinal sonoro indicando que o nobreak vai se desligar
dentro de um pequeno intervalo de tempo. O sobreaquecimento pode ser evitado
desligando-se alguns dos equipamentos ligados ao Nobreak, para que a
temperatura interna do Nobreak volte aos níveis normais.

h) ACIONANDO O NOBREAK DURANTE UMA ANORMALIDADE NA REDE


ELÉTRICA (DC Start). Quando o usuário necessita ligar o Nobreak na condição
de rede elétrica anormal, basta acioná-lo, mantendo o botão 1 pressionado até
que o alarme soe, soltando o botão neste instante. O Nobreak passa a fornecer
tensão em suas saídas, utilizando a energia da(s) bateria(s).

REN0803 21
DC Start: Esta característica dos Nobreaks SMS permite ao usuário, não só ligar
equipamentos de informática durante uma anormalidade na energia elétrica, como

também em locais onde ela não é disponível, como por exemplo, propriedades
rurais.

i) FALHA INTERNA ( somente nos modelos Bivolt ) ocorre quando é detectado um


problema no circuito interno. Nesta condição, o Nobreak emitirá apitos
sequenciais quase continuos acompanhados do piscar do led vermelho 3
,desligando imediatamente as saidas. Para desligar definitivamente o Nobreak
basta o usuário tocar o botão 1 liga/desliga. O equipamento nesta condição deve
ser encaminhado a uma de nossas assistências técnicas para ser reparado.

CONECTORES TELEFÔNICOS
Composto por dois conectores telefônicos ( padrão RJ11 ) com protetor contra
surtos de tensão. Protege equipamentos sensíveis como placa de Fax/Modem,
aparelhos de facsímile, etc.

III.SEQUËNCIA DE TESTES
A. PRELIMINARES :
Para a realização dos testes nos nobreak da linha Manager Net é necessário o
uso dos seguintes equipamentos :
- 1 osciloscópio.
- 2 multímetros ou medidores de potência com leituras tipo “true RMS”.
- 1 módulo de carga resistiva padrão SMS.
- 1 Variac ou fonte AC programável com potência mínima de 500VA.

Obs.: Assegure que nenhum cabo esta posicionado próximo do


microcontrolador (IC1). Se necessário reposicione a fiação.

1. Conectar um canal do osciloscópio e um multímetro na saída do nobreak e o


outro multímetro na entrada do equipamento.
2. Conecte a saída do nobreak a carga resistiva e configure-a conforme tabela
abaixo:

Modelo µSM : Potência[W] :


650S- 115/220V
200
650Bi
1300S – 115V/220V
400
1300Bi

3. Configure a tensão de entrada em 115V (modelos Bi e S115V) ou em 220V


(modelos S220V) e pressione o botão do painel frontal até o alarme soar, neste
momento ambos os leds deverão acender e então solte o botão e o nobreak
passará a operar em modo rede.
Regulação de saída - entrada 115V saída 115V

REN0803 22
4. (modelos Bi e S115V) Varie a tensão de entrada desde 95,0V até 136,0V e
verifique se a tensão de saída permanece dentro da faixa desde 101,2V até
124,2V.

Regulação de saída - entrada 220V saída 220V


5. (modelos S220V) Varie a tensão de entrada desde 179,0V até 263,0V e
verifique se a tensão de saída permanece dentro da faixa desde 193,6V até
237,6V.
Regulação de saída – entrada 220V saída 115V
6. (modelo Bi ) Desconecte o nobreak da tomada e eleve a tensão de entrada até
220V. Conecte o nobreak à tomada de entrada e verifique se o mesmo passa a
operar em modo rede. Varie a tensão de entrada desde 177,0V até 253,0V e
verifique se a tensão de saída permanece dentro da faixa desde 101,2V até
124,2V.
Subtensão de entrada
7. (modelos Bi e S115V) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele
passa a operar em modo bateria com até 83,0V. Suba a tensão de entrada até
95,0V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
8. (modelo S220V) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele
passa a operar em modo bateria com até 166,0V. Suba a tensão de entrada
até 179,0V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
9. (modelo Bi ) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele passa a
operar em modo bateria com até 165,0V. Suba a tensão de entrada até 178,0V
e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
Sobretensão de entrada
10. (modelos Bi e S115V) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele
passa a operar em modo bateria com até 142V. Diminua a tensão de entrada
até 136V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
11. (modelo S220V) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele
passa a operar em modo bateria com até 268,0V. Diminua a tensão de entrada
até 260,0V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
12. (modelo Bi) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele passa a
operar em modo bateria com até 264,0V. Diminua a tensão de entrada até
256,0V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
13. Retire a carga conectada à saída do nobreak.
Forma de onda de saída
14. Desconecte o nobreak da entrada e este passará a operar em modo bateria.
Neste momento confira se a forma de onda de saída se assemelha a forma de
onda abaixo. Vale ressaltar que a onda de tensão de saída não deve

apresentar picos de curta duração ( “spikes” ) de tensão com amplitude


superior a 1/3 do valor de pico da onda de saída.

REN0803 23
Frequência livre em modo bateria
15. Coloque um multímetro na escala de freqüência na saída do nobreak e
verifique se a freqüência de saída está compreendida dentro da faixa variando
desde 59,7Hz até 60,3Hz.

Regulação de saída em modo bateria


16. (modelo Bi e S115V) Verifique se a tensão de saída em vazio fica dentro da
faixa de 111,6V até 118,5V.
17. (modelo S220V) Verifique se a tensão de saída em vazio fica dentro da faixa de
213,4V até 226,6V.
18. Conecte a carga conforme tabela abaixo e verifique se a tensão de saída do
nobreak permanece dentro da faixa de 109,2 até 120,8V (modelos Bi e S115V)
e de 209,0V até 231,0V (modelos S220V).
Modelo µSM : Potência[W] :
650S- 115/220V
200
650Bi
1300S - 115V/220V
400
1300Bi

Alarmes sonoros
19. Ainda permanecendo com o nobreak operando em modo bateria efetue um
duplo clique no botão do painel frontal ( num período máximo entre cliques de 2
segundos ). Neste momento o alarme do nobreak irá soar 2 vezes consecutivas
com alarmes de curta duração e então verifique se o nobreak não emite mais
nenhum alarme sonoro.
20. Pressione a chave do painel frontal até que soe o alarme e o led vermelho
desligue, neste momento solte o botão e então o nobreak irá desligar.

Sobrecarga no inversor
21. (modelo Bi) Para efetuarmos o teste de sobrecarga é necessário uma
associação de baterias automotivas com capacidade mínima de 80Ah 12VDC.
Conecte este conjunto ao borne de conexão de bateria externa presente na
traseira dos nobreaks e conecte as cargas na saída do nobreak conforme
tabela a seguir:
Faixa de sobrecarga
Modelos: admissível:
Máximo: 850W (15,6Ω)
µSM 650Bi
Mínimo: 650W (20,3Ω)
Máximo: 1700W (7,8Ω)
µSM 1300Bi
Mínimo: 1300W (10,2Ω)

22. (modelo Bi) Ligue o nobreak e verifique com o canal do osciloscópio conectado
à saída a presença da onda de tensão por alguns instantes e imediatamente
após a saída é desligada por sobrecorrente no inversor. A forma mais imediata
de verificar se o nobreak desligou por sobrecorrente é a verificação do sinal no

REN0803 24
pino 1 do IC4 no momento que o nobreak ligar a saída, este sinal deverá ser
uma seqüência de pulsos com amplitude de aproximadamente 11V. Vale
ressaltar que este teste somente é válido se as baterias automotivas estiverem
plenamente carregadas.

Gerenciamento das baterias

23. (modelo Bi) Conecte ao borne de conexão de bateria externa um multímetro na


escala DC. Conecte à saída do nobreak as cargas conforme tabela a seguir :

Modelo µSM : Potência[W] :


650Bi 250
1300Bi 500

Ligue o nobreak na ausência de rede elétrica e verifique se :

V_bateria [V] : Alarme sonoro :


Maior que 10,2V1 Soa de 15 em 15s
Menor que 10,2V1 Soa de 2 em 2s

Continue descarregando as baterias e verifique se com 9,6V1 o nobreak se


auto-desliga. A tolerância para estes patamares é de +/-0,25V.

24. (modelo Bi) Conecte o nobreak à correspondente rede de entrada nominal e


pressione o botão do painel frontal até o alarme soar e então solte-o, deste
modo o nobreak passará a operar em modo rede e então verifique se o led
verde pisca indicando que o nobreak está recarregando as baterias.
Transferência rede/bateria e bateria/rede
25. Realize diversas comutações de modo rede para modo bateria e de modo
bateria para modo rede e verifique através do canal do osciloscópio conectado
à saída do nobreak se não ocorre nenhuma interrupção na tensão fornecida.

Proteção de sobretemperatura no inversor


26. (modelo Bi) Para se realizar o ensaio do sensor de temperatura, deve-se
primeiramente verificar se o transistor Q1 (BC337) está encostado no
dissipador e também se a pasta térmica está colocada apropriadamente entre o
dissipador e o transistor possibilitando desta forma um acoplamento térmico
adequado entre ambos.

REN0803 25
TENSÕES DO MANAGER NET+ SEM BORNE
(µSM 650/1300 S115/220 NET+)

C01 (Processador) IC02 (LM324)


Pinos Bateria Rede Pinos Bateria Rede
1 5 5 1 0,6 1,8
2 3,25 3,25 2 2,9 3
3 0,5 0,8 3 2,5 3
4 2,5 2,5 4 12 12
5 0 0 5 2,5 2,5
6 1,5 2 6 2,5 2,5
7 0 0 7 2,5 2,5
8 0 0 8 2,5 2,5
9 ? ? 9 2,5 2,5
10 2 2 10 2,5 2,5
11 0 5 11 0 0
12 5 5 12 4 3,7
13 5,6 1 13 0,5 0,7
14 0 5 14 11,5 10,8
15 0 0
16 0 0 IC04 (LM324)
17 0,6 1,5 Pinos Bateria Rede
18 0 0 1 0 0
19 0 0 2 0,5 0,5
20 5 5 3 0 0
21 0 2 4 12 12
22 5 5 5 0,8 0,7
23 0 5 6 0,6 1,8
24 2,7 0 7 11,5 1,8
25 4,6 0 8 2,5 0
26 0 4,6 9 2 2,5
27 1 0 10 1 0
28 1 0 11 0 0
12 1 0
IC05 (4N33) 13 2,5 2,5
Pinos Bateria Rede 14 2,5 0
1 3 3
2 10 16
3 0 0
4 0 5
5 12 13,6
6 0,5 5

REN0803 26
TENSÕES DO MANAGER NET+ COM BORNE
(µSM 650/1300 BIVOLT NET+)
C01 (Processador) IC02 (LM324)
Pinos Bateria Rede Pinos Bateria Rede
1 5 5 1 0,6 1,8
2 3,25 3,25 2 2,9 3
3 0,7 0,7 3 2,5 3
4 2,5 2,5 4 12 12
5 1,5 2 5 2,5 2,5
6 0 5 6 2,5 2,5
7 0 0 7 2,5 2,5
8 0 0 8 2,5 2,5
9 ? ? 9 2,5 2,5
10 2 2 10 2,5 2,5
11 0 5 11 0 0
12 5 5 12 4 3,7
13 5,6 1 13 0,5 0,5
14 0 5 14 12 10,8
15 0 0
16 0 0 IC04 (LM324)
17 0,6 1,5 Pinos Bateria Rede
18 0 0 1 0 0
19 0 0 2 0,5 0,5
20 5 5 3 0 0
21 0 2,2 4 12 12
22 5 5 5 0,8 0,7
23 0 0 6 0,6 1,8
24 2,6 0 7 11,5 1,8
25 4,6 0 8 2,5 0
26 0 4,6 9 2,8 2,5
27 1 0 10 1,1 0
28 1 0 11 0 0
12 1,1 0
IC06 (4N33) 13 2,8 2,5
Pinos Bateria Rede 14 2,5 0
1 -7 -13
2 2 -13 IC05 (LM339)
3 0 0 Pinos Bateria Rede
4 0 5 1 0 8
5 12 14 2 11 10
6 0,5 5 3 12 12
4 0 0
5 0,5 0,2
6 2,5 2,5
7 0,3 5
8 5 3
9 4,5 3
10 0,6 0,6
11 0 0,5
12 0 0
13 0 0
14 0 0
REN0803 27
ANOTAÇÕES

REN0803 28
REV. DESCRICAO VISTOS DATA
01 ALTERADO POSICAO DOS RESISTORES R4 4 , R4 7 , R4 5 , R5 4 , R4 6 , R5 5 E D1 2 P/ ZENER. JORGE 23/ 01/ 02
02 EXCLUIDO CAPACITOR C2 4 NC. JORGE 20/ 06/ 02
J1
L1
N PR- ENT H- 5 2 0 NC
C1 V.BAT
4 ,7 n F V.BAT RE4 RE1
C4 2 5 0 VAC REDE/ BAT SELECAO R1
G VR1 Y2 R2 1k
275V 1 0 0 nF 1 2 V/ 1 0 A 1 2 V/ 1 0 A 560k 1%
C2 2W
2 5 0 VAC CN1 TR1
4 ,7 n F NF NF 220V MR BR
X2 2 5 0 VAC C C
VM- ENT Y2 NA NA 115V
F FS5
V.BAT MR- TR
+ 12V R1 0 8 + 5V
* 15A R2 1 C3
10R 0R 1 0 0 nF CZ- TR CZ VM
GND BZ1 R1 0 9 400V LR- TR LR
R1 1 R1 0 R2 0 R2 4 D2 R2 7 R3 9 0R C
10k R4 AM- TR AM
15k 15k 560k 1% 11k 1% D5 5 k6 1 % NF
D6 D9 D1 1 N4 1 4 8 1% 560k 1% VL- TR
R1 9 + 12V 33V 1 N4 1 4 8 VL AZ
ALFA 1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 C7 NA
1 5 k R1 4 R1 3 PR- TR
R1 2 47k 47k 1%
15k 1% 1 0 0 nF Q2 RE3 N.C.
R2 2 Q3 - 6 D3 1 2 V/ 1 0 A AZ
4 63V BC3 3 7 BC3 3 7 7
15k R2 8 EST.SD.
2 - 5
+
D8 D1 0 1 1 N4 1 4 8 V.BAT
3
+ IC2 :B 5 k6 1 %
2 5 1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 IC2 :A
R2 6 LM3 2 4 + 5V LM3 2 4
15k 10 D4
D7 IC6 R1 8 1 R9 0 +
1 8 PR AZ
33V 4 N3 3 9
1 N4 1 4 8
560k 1% 150k - C 0758*
R2 5 R3 3 R6 R3 4
R7 IC2 :C NF
1 6 4 11k 1% 1k 1% 4 k7 4 k7 10k 1%
LM3 2 4 NA
IC2 :D R8 8 TOMADAS SAIDA
R4 3 12
+
R5 D1 1 47k 1% 14
R3 8 R3 6 13 27k RE2 PR- SD N
2 M7 -
C6 R1 5 LM3 2 4 1 2 V/ 1 0 A G
2 2 k 1 %1 N4 1 4 8 22k 1% R5 1 R8 Q4 EST.ENT. BR- SD F
C1 3 NC 1k
R3 7 1 0 0 nF R8 9 4 k7 BC3 3 7
470k 1% GND
R3 D4 6
+ 5V 1 5 0 R 653%V 220k N
10k 1% - 6 G
R4 2 7
C2 7 F
5 R9 Q5 1 N4 0 0 7
R8 5 33k +
4 n7 4 k7 BC3 3 7
0R 63V IC4 :B R5 2 Q1 4
C1 4 N
R1 0 7 C9 LM3 2 4 C2 0 ALFA 2 SB7 7 2 G
1 nF 1 0 n F 7 k5
10k 63V 1% 1 nF F
63V
C2 3 63V
NC N
D4 2 R1 1 0 G
120R F
1 N4 1 4 8 D4 1 D4 0
R9 2
V.BAT L2 1 N4 9 3 7
1 N5 4 0 6 12k
ALFA + 12V R8 2 H- 0 7 9 2
C2 5 + 5V 560R CN3
Q1 5 Q8 + 12V

CN2
R3 1 BC3 3 7 TIP4 1 C D4 4
LD2 / 4 1 2 2 0 0 uF AZ- TR
D1 8 D2 0 35V R9 4
VM ALFA 1 N5 4 0 6 1 N5 4 0 6 3 IC5 :A V.BAT
560R R9 7 10k 1 N4 0 0 7 AZ- TR
R3 0 D2 7 18k 6 -
LM3 3 9
LD1 / 3 2 1 R7 5 Q1 3
1 N4 1 4 8
VD D2 2 7 BC3 3 7 VM- TR
560R R7 2 R7 3 +
+ 12V 10k
1 N4 0 0 7 D2 3 NC 0 R2 2 R9 6
1 N4 0 0 7 D2 6 C2 6 1 N.C.
3 1 N4 1 4 8 1W 2 C2 1 1 M
D1 6 D1 7 1 nF 1 0 0 nF C1 5
R1 6 IC1 1 N5 4 0 6 1 N5 4 0 6 63V 63V D4 5 4 7 0 uF
33k 1% 470R 470R + 12V 3 V3 25V
CH1 4 100R 1 28 R6 4 R6 5
MCLR RB7 D1 9
R9 1 2 27
C1 9
AN0 RB6 2 2 uF + 5V 1 N4 1 4 8
5V 50V R7 1 R8 4 R7 4 R8 3 R9 3 R9 9 + 12V
5 3 26
AN1 RB5 C1 7 N.C. 0 R2 2 2 k7 N.C. N.C.
R1 7 C5 D1 4 R9 8
11k 1% 1 uF 4 25 1 0 uF 1W R9 5 1M R1 0 0
AN2 RB4 12V 1 k2 10k
100V 50V 150k
5 24 5
J2 8 V.REF RB3 + CN5
2
N.C. 6 23 4
* * + +
RA4 RB2 - BAT1 BAT2
+ 5V 12V 12V
7 22 IC5 :B
AN4 RB1
-
-

R1 1 3 LM3 3 9
8 21
VSS INT
9 20
1k
J2 1 OSC1 VDD D2 8 D3 1
R6 7 R6 6 AZ- TR
N.C. 10 19
OSC2 VSS 4 k7 68k
X1 1 N4 1 4 8 1 N4 1 4 8 D3 2
11 18 IC4 :D
8 MHz RC0 RC7 R5 0 + 5V R7 7 43V FS1*
LM3 2 4
12 17 C2 2 12K 12 10k
RC1 RC6 + 30A
1 0 0 nF R1 0 6 14
13 16 13 - D3 3
CCP1 RC5 63V 10k FS2
+ 5V 1 N4 1 4 8
14 15
RC3 RC4 + 12V R8 0* 30A PR- BAT
D
R8 1
R5 8 R6 1 470R 470R D
120k 390k C1 8 FS3* PR- BAT
PIC 1 6 C7 2 A R6 0 Q1 0* Q9
3 K9 1 % G IRF 30A
D2 1 1 0 0 n F4 G
R3 2 1405
1 N4 1 4 8 6 3 V + 3 S IRF S FS4
1
12k 2
1405
R2 3 - 30A
IC4 :A
10k LM3 2 4 D2 4 D2 5 BR- TR
C1 6 R5 9 1 R6 3
C1 1 1 nF 4 7 0 k 1
5 1 0 R* 1 N4 1 4 8
0 ,4 7 u F 63V 1 % 1 N4 1 4 8
100V R3 5 R7 0 D3 0
2 k2 D1 3 10k 43V
R8 6 R4 8
22R D3 7 V.BAT ALFA + 5V IC4 :C
D3 9 R4 0 R2 9 680R 1 N4 1 4 8 LM3 2 4
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 Q7 R4 1 R7 6 10
1k 4 k7 R6 2 R5 3 + D2 9
BC3 2 7 27k C1 2 4 k7 8 R6 9 R7 9* R7 8 1 N4 1 4 8
VR2 9 - 1k 470R D D
+ 120R 120R + 5V 1 0 u F/ 5 0 V + 5V R4 9 470R * PARA OBTER OS VALORES UTILIZADOS
12K + 5V
R5 7 D1 5 Q1 1* Q1 2 E AS CONFIGURACOES DOS OUTROS
275V R6 8 G IRF G IRF
IN 12k 1 N4 0 0 7

CN4
R5 6 R1 0 3 68k S
1405 S
1405 MODELOS DE u SM NET CONSULTAR
D3 6 D3 8 C1 0 C8 R1 0 1 R1 0 5
- Q6 4 7 uF IC5 :D 47k 1%
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 4 k7 1 nF 4 7 kLM3 39 2 k2 1 % OS RELEASES CORRESPONDENTE.
BC3 3 7 63V 25V R1 0 4
R4 4 R4 5 R4 6 - 10
13

TRILHA- FS TRILHA- FS
D3 4 D3 5 1M 330k 10k K 10k
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 11
D1 2 1% IC3 +
R8 7 R R1 1 1
2 V7 TL4 3 1 COD.SMS
22R Q1 TOL. GERAL NAO SE APLICA
A 1M SMS ZZOB0 4 2 7 0 0
R4 7 R5 4 R5 5 1%
R1 1 2 R1 0 2 BC3 3 7
1M 330k 10k 10k 10k 1% TITULO VISTOS DATA
1% 1%
GND ESQUEMA ELETRICO DES. JORGE 05/ 09/ 01
MAT. NAO SE APLICA CONF.
OUT
TRAT. NAO SE APLICA APROV.
- CN4 +
FAX NET APLIC. ESC. DES.No
MANAGER NET 1 3 0 0 Bi C/ BORNE S/ E T0 1 1 5 9 - 0 2

DESENHO CONFECCIONADO POR COMPUTACAO GRAFICA ( F.A2 )


REV. DESCRICAO VISTOS DATA
01 ALTERACAO GERAL. JORGE 14/ 08/ 01

J1 02 ALTERADO D1 2 P/ ZENER. JORGE 28/ 01/ 02


L1
H- 5 2 0 0R
C1
PR- ENT 4 ,7 n F V.BAT RE4 V.BAT RE1
C4 2 5 0 VAC REDE/ BAT SELECAO * R1*
VR1* Y2 1 2 V/ 1 0 A NC R2 1k
VM- ENT 175V 1 0 0 nF 560k 1% 2W
2 5 0 VAC C2 TR1
FS5* 4 ,7 n F NF NF 220V CN1 MR BR
N F
X2 2 5 0 VAC C C
Y2 NA NA 115V
15A MR- TR
* V.BAT
R2 1 + 12V R1 3 C3*
G 10R * 1 0 0 nF CZ- TR CZ VM
GND 0R R9 5
* 400V LR- TR LR
R1 1 R1 0 R2 0 R2 4 D2 R2 7
0R C
* AM- TR AM
15k 15k 560k 11k 1% D5 5 k6 1 % R4 NF
D6 D9 1% D1 NC VL- TR
R1 9 + 12V 33V 1 N4 1 4 8 560k 1% VL AZ
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 15k C7 NA
ALFA R9 4 R9 3 PR- TR
15k 47k 47k RE3
R1 2 1% 1% 1 0 0 nF Q3 6 N.C. AZ
R2 2 - 1 2 V/ 1 0 A
4 63V NC 7
15k EST.SD.
2 - 5
+
D8 D1 0 1 V.BAT
3 + 5V * D3
D7 1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 + IC2 :A IC2 :B R2 8
R2 6 LM3 2 4 Q2 LM3 2 4 5 k6 1 % 1 N4 1 4 8
33V 1 5 15k 1 BC3 3 7
1 PR AZ
R3 9
R1 8 C * H- 7 6 2
IC5 560k 1% R3 3 10k IC2 :C
R2 5 R1 5 C6 1% NF
4 N3 3 11k 1k 1% LM3 2 4
1k NC
1% 10 NA
2 6 4 D1 1 +
8
+ 5V 9 -
R3 81 N4 1 4 8 R3 6 RE2
R3 4 1 2 V/ 1 0 A
22k 1% 22k 1% R5 1 R9 0 10k 1% EST.ENT.
R5
2 M7 R3 7 C1 3 470k R4 3 150k
1 0 0 nF 1% 47k 1%
150R 63V R6 IC2 :D R8 8 D4
- 6 R7 12
1% R4 2 +
5% 7 4 k7 NC 14
5 13 27k
+ - 1 N4 1 4 8 TOMADAS SAIDA
33k LM3 2 4
IC4 :B PR- SD
LM3 2 4 C1 4 R5 2 N
C9 R8 9 G
R3 1 nF 1 0 n F7 K5 1 % BR- SD
63V R8 F
10k 63V 220k Q4
4 k7 BC3 3 7 GND
C2 0 N
BZ1 D4 2 1 nF R9 Q5 G
1 N4 1 4 8 63V BC3 3 7 F
V.BAT 4 k7
ALFA
N
C2 4 R1 4 G
10k F

CN2
4 n7
LD2 / 4 63V R3 1
1 + 5V R9 6
120R N
VM 560R R9 1 ALFA G
R8 5 F
LD1 / 3 R3 0 0R + 12V
2 100R
VD + 5V ALFA 5 6 0 R D2 2 D1 6
C2 3 1 N4 0 0 7 RL2 0 5 D1 8 Q1 5
3 CN3
NC RL2 0 5 BC3 3 7 D4 1
R1 6 IC1 R7 1 Q8
33k 1% TIP4 1 C 1 N4 1 4 8 R8 3 R8 4 AZ- TR
C1 7 47k NC 0 R2 2 1 W
CH 4 1 28 R6 4 R6 5 D1 4
MCLR RB7 1 0 uF D4 0
470R 470R 12V 50V AZ- TR
2 27 1 N4 1 4 8

*
AN0 RB6 D2 0 D2 7
J2 3 D1 7 RL2 0 5
5 NC 3 26 + 5V RL2 0 5 1 N4 1 4 8 Q1 4 V.BAT VM- TR
AN1 RB5
R1 7 C5 R7 4 TIP4 2 C
4 25 2 k7 R8 2
1 1 k 1 % 1 uF AN2 RB4
100V D2 3 1 k2 N.C.
5 24 D2 6 R7 2 R7 3 D1 9
V.REF RB3
1 N4 1 4 8 NC 0 R2 2
6 23 1 N4 0 0 7 1W Q1 3
RA4 RB2

*
BC3 3 7 RL2 0 5 C1 5
J1 3 7 22
AN4 RB1
0R 4 7 0 uF
8 21 R7 5 25V
VSS INT
C2 2 10k
9 20 D3 1
OSC1 VDD R6 7 R6 6 D2 8 AZ- TR
10 19 1 0 0 nF
OSC2 VSS 4 k7 68k
X1 63V R5 0 1 N4 1 4 8 1 N4 1 4 8 D3 2
11 18 IC4 :D
8 MHz RC0 RC7 12K + 5V R7 7 43V FS1*
LM3 2 4 10k BAT2 * BAT1
12 17 12
RC1 RC6 + 30A
C1 9 14 12V 12V
13 16 2 2 uF 13 - D3 3
CCP1 RC5 FS2
50V + 5V 1 N4 1 4 8
14 15
RC3 RC4 + 12V 30A PR- BAT
R8 0* D
R8 1
R5 8 R6 1 470R 470R D
120k 390k C1 8 FS3 PR- BAT
PIC 1 6 C7 2 A R9 2 R6 0 Q1 0* Q9
3 K9 1 % G IRF1 4 0 5 30A
10K D2 1 1 0 0 n F4 G
1 N4 1 4 8 6 3 V + 3 S IRF1 4 0 5S FS4*
R3 2 1
12k - 2
R2 3 IC4 :A 30A
10K LM3 2 4 D2 4 D2 5 BR- TR
C1 6 R5 9 1 R6 3 *
R3 5 1 nF 4 7 0 k 1
C1 1 510R
63V 1 % 1 N4 1 4 8 1 N4 1 4 8
0 ,4 7 u F 2 k2 D3 0
100V R7 0 43V
R8 6 R4 8 D1 3 10k
22R D3 7 V.BAT ALFA + 5V IC4 :C
D3 9 R4 0 R2 9 680R 1 N4 1 4 8 LM3 2 4
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 Q7 R4 1 R7 6 10
1k 4 k7 R6 2 R5 3 + D2 9
BC3 2 7 27k C1 2 4 k7 8 R6 9 R7 9* R7 8 1 N4 1 4 8 * PARA OBTER OS VALORES UTILIZADOS
VR2 9 - 1k 470R D D
+ 120R 120R 1 0 u F/ 5 0 V 470R E AS CONFIGURACOES DOS OUTROS
R5 7 D1 5 R4 9 Q1 1* Q1 2
275V 12K R6 8 G IRF1 4 0 5 G IRF1 4 0 5 MODELOS DE u SM NET CONSULTAR OS
IN 12k 1 N4 0 0 7

CN4
R5 6 C8 68k S S
D3 6 C1 0 RELEASES CORRESPONDENTES.
- 1 N4 0 0 7 D3 8 Q6 1 nF 4 ,7 u F
1 N4 0 0 7 4 k7
BC3 3 7 63V 100V
R4 4 R4 5 R4 6

TRILHA- FS TRILHA- FS
D3 4 D3 5 1M 330k 10k K
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 D1 2 1% IC3
R8 7 R
2 V7 TL4 3 1 COD.SMS
22R TOL. GERAL NAO SE APLICA
R4 7 R5 4 R5 5 A
SMS ZZOB0 3 7 7 0 0
1M 330k 10k TITULO VISTOS DATA
1%
GND ESQUEMA ELETRICO DES. JORGE 11/ 06/ 01
MAT. NAO SE APLICA CONF.
OUT
TRAT. NAO SE APLICA APROV.
- CN4 +
FAX NET APLIC. ESC. DES.No
MANAGER NET 1 3 0 0 S 1 1 5 V S/ BORNE S/ E T0 0 4 7 1 - 0 2

DESENHO CONFECCIONADO POR COMPUTACAO GRAFICA ( F.A2 )


ROTEIRO DE TESTE DO NET SLIM
µNS 600

I.APRESENTAÇÃO EQUIPAMENTOS µNSM600


Led de indicação operação bateria

Led de indicação operação rede

Chave liga/desliga

Conector telefônico FaxNet

Cabo de alimentação Padrão Nema 5/15

Tomadas saída Padrão Nema 5/15

II.FUNCIONAMENTO
A Linha Net Slim oferece praticidade e simplicidade ao usuário, que pode operar o
sistema facilmente, pois o Nobreak auto-executa as funções sem intervenção do
usuário.
Entre estas funções podemos destacar: a Recarga Automática das baterias e o
Sistema de Sinalização das Condições de Uso (leds e alarme sonoro).
• ACIONAMENTO DO NOBREAK: para ligar ou desligar o Net Slim, basta manter
pressionada a chave 3 até que soe o alarme, neste momento, solte a chave. Para
desligar o Nobreak, execute o mesmo procedimento.
• A RECARGA DAS BATERIAS é feita automaticamente na presença de rede
elétrica normal, quando a chave do painel traseiro do Nobreak estiver ligada.
Quando as baterias estão sendo carregadas, o Led verde 2 pisca a cada três
segundos, parando de piscar quando a bateria está carregada.
• BIVOLT AUTOMÁTICO DE ENTRADA: (Modelos Bivolt)
É uma característica que permite ao usuário instalar o Nobreak em qualquer
tomada (115V ou
220V) sem se preocupar, obtendo sempre 115V na saída independente da tensão
da tomada da rede elétrica de entrada.
NOTA: O Nobreak só reseleciona a tensão de entrada se for desligado pelo painel
frontal e depois reconectado à nova rede.
• A SINALIZAÇÃO é constituída por indicações audiovisuais que identificam as
diferentes 2condições de funcionamento, descritas a seguir:

REN0803 31
a) A PRESENÇA DE REDE NORMAL: é indicada pelo led verde 2 que
permanece aceso até que haja mudança na condição de rede e o
nobreak passe a operar em FALHA DE REDE ELÉTRICA (item b).
b) FALHA DE REDE ELÉTRICA: ocorre quando uma falha no fornecimento
de energia, sub/sobretenção, etc. Ocorrendo a falha de rede elétrica, a
bateria passa automaticamente a suprir o fornecimento de energia. No
painel o Led vermelho 1 acende. Persistindo a falha, esta será indicada
através de um alarme audiovisual que é composto de um som
intermitente e pelo Led vermelho 1 piscando. Se a causa for queda de
rede ou subtensão, dois toques consecutivos.
c) FIM DE AUTONOMIA: Quando a bateria (na condição de falha de rede
elétrica), estiver se esgotando, o alarme audiovisual atuará em intervalos
menores, indicando o fim de autonomia, ou seja, as saídas serão
desligadas em pouco tempo (aproximadamente 01 minuto).
d) INIBINDO O ALARME SONORO: Toda vez que ocorrer uma falha da
rede elétrica ou bateria baixa, o alarme sonoro vai soar. Caso o usuário
deseje inibir o alarme, basta “clicar” a chave liga/desliga com os dois
toques consecutivos e curtos. Na ocorrência de outro evento de
anormalidade, o alarme volta a soar novamente. O alarme permanece
inibido até que o Nobreak passe a operar em outra condição anormal de
funcionamento.
Obs.: O alarme sonoro volta a ser habilitado sempre que o Nobreak é
desligado e ligado novamente, ou quando o Nobreak voltar a operar em
rede elétrica normal.
e) A RESTAURAÇÃO DA REDE ELÉTRICA ocorre quando a rede retorna
ao normal. Sua instabilidade é analisada e, uma vez considerada normal,
o Nobreak passa a operar em PRESENÇA DE REDE NORMAL (item a).
f) ACIONANDO O NOBREAK NA FALTA DE REDE ELÉTRICA (DC Start).
Quando o usuário necessita utilizar o nobreak na condição de rede
elétrica anormal ou na ausência desta basta ligá-lo através do painel
frontal. Neste instante o nobreak fornece tensão utilizando a energia das
baterias.

DC Start: Esta característica dos Nobreaks SMS, permite ao usuário não


só ligar equipamentos de informática na falta da energia elétrica, como
também em locais onde ela não é disponível, como por exemplo em
propriedades rurais.

III.SEQUËNCIA DE TESTES

A. PRELIMINARES :

Para a realização dos testes nos nobreak da linha Manager Net é necessário o uso
dos seguintes equipamentos :
- 1 osciloscópio.
- 2 multímetros ou medidores de potência com leituras tipo “true RMS”.
- 1 módulo de carga resistiva padrão SMS.
- 1 Variac ou fonte AC programável com potência mínima de 500VA.

REN0803 32
Obs.: Assegure que nenhum cabo esta posicionado próximo do
microcontrolador (IC1). Se necessário reposicione a fiação.

1. Conectar um canal do osciloscópio e um multímetro na saída do nobreak e o outro


multímetro na entrada do equipamento.
2. Conecte a saída do nobreak uma carga resistiva de 100W.
3. Configure a tensão de entrada em 115V (modelos Bi e S115V) e pressione o botão
do painel traseiro até o alarme soar, neste momento ambos os leds deverão
acender e então solte o botão e o nobreak passará a operar em modo rede.

Regulação de saída - entrada 115V saída 115V

4. (modelos Bi e S115V) Varie a tensão de entrada desde 95,0V até 136,0V e


verifique se a tensão de saída permanece dentro da faixa desde 101,2V até
124,2V.

Regulação de saída – entrada 220V saída 115V

5. (modelo Bi ) Desconecte o nobreak da tomada e eleve a tensão de entrada até


220V. Conecte o nobreak à tomada de entrada e verifique se o mesmo passa a
operar em modo rede. Varie a tensão de entrada desde 177,0V até 253,0V e
verifique se a tensão de saída permanece dentro da faixa desde 101,2V até
124,2V.

Subtensão de entrada

6. (modelos Bi e S115V) Com o nobreak operando em modo rede verifique se


ele passa a operar em modo bateria com até 83,0V. Suba a tensão de entrada até
95,0V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
7. (modelo Bi ) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele passa a
operar em modo bateria com até 162,0V. Suba a tensão de entrada até 178,0V e
verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.

Sobretensão de entrada

8. (modelos Bi e S115V) Com o nobreak operando em modo rede verifique se


ele passa a operar em modo bateria com até 145V. Diminua a tensão de entrada
até 136V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
9. (modelo Bi) Com o nobreak operando em modo rede verifique se ele
passa a operar em modo bateria com até 264,0V. Diminua a tensão de entrada até
253,0V e verifique se o nobreak retorna a operar em modo rede.
10. Retire a carga conectada à saída do nobreak.

Forma de onda de saída

11. Desconecte o nobreak da entrada e este passará a operar em modo bateria. Neste
momento confira se a forma de onda de saída se assemelha a forma de onda
abaixo. Vale ressaltar que a onda de tensão de saída não deve apresentar picos

REN0803 33
de curta duração ( “spikes” ) de tensão com amplitude superior a 1/3 do valor de
pico da onda de saída.

Freqüência livre em modo bateria

12. Coloque um multímetro na escala de freqüência na saída do nobreak e verifique se


a freqüência de saída está compreendida dentro da faixa variando desde 59,7Hz
até 60,3Hz.

Regulação de saída em modo bateria

13. (modelo Bi e S115V) Verifique se a tensão de saída em vazio fica dentro da faixa
de 111,6V até 118,5V.
14. Conecte uma carga de 200W e verifique se a tensão de saída do nobreak
permanece dentro da faixa de 109,2 até 120,8V (modelos Bi e S115V).

Alarmes sonoros

15. Ainda permanecendo com o nobreak operando em modo bateria efetue um duplo
clique no botão do painel traseiro (em um período máximo entre cliques de 2
segundos) . Neste momento o alarme do nobreak irá soar 2 vezes consecutivas
com alarmes de curta duração e então verifique se o nobreak não emite mais
nenhum alarme sonoro.
16. Pressione a chave do painel frontal até que soe o alarme e o led vermelho
desligue, neste momento solte o botão e então o nobreak irá desligar.

Sobrecarga no inversor

17. (modelo Bi e S115V) Para efetuarmos o teste de sobrecarga é necessária uma


associação de baterias automotivas com capacidade mínima de 80Ah 12VDC ou
uma fonte DC (por exemplo de 25V/100 A, ajustada em 12,2V).

Modelos: Faixa de sobrecarga


admissível:

µNS600Bi Máximo: 700W


Mínimo: 450W

µNS600S 115V Máximo: 800W


Mínimo: 550W

REN0803 34
18. (modelo Bi e S115V) Ligue o nobreak e verifique com o canal do osciloscópio
conectado à saída a presença da onda de tensão por alguns instantes e
imediatamente após a saída é desligada por sobrecorrente no inversor. A forma
mais imediata de verificar se o nobreak desligou por sobrecorrente é a verificação
do sinal no pino 1 do IC4 no momento que o nobreak ligar a saída, este sinal
deverá ser uma seqüência de pulsos com amplitude de aproximadamente 11V.
Vale ressaltar que este teste somente é válido se as baterias automotivas
estiverem plenamente carregadas.

Gerenciamento das baterias

19. (modelo Bi) Conecte o nobreak à correspondente rede de entrada nominal e


pressione o botão do painel frontal até o alarme soar e então solte-o, deste modo o
nobreak passará a operar em modo rede e então verifique se o led verde pisca
indicando que o nobreak está recarregando as baterias.
20.
Transferência rede/bateria e bateria/rede

21. Realize diversas comutações de modo rede para modo bateria e de modo bateria
para modo rede e verifique através do canal do osciloscópio conectado à saída do
nobreak se não ocorre nenhuma interrupção na tensão fornecida.

Faixa de Freqüência de entrada admissível

22. (facultativo)
Este ensaio deverá ser realizado mediante a utilização de uma fonte AC
programável, possibilitando dessa forma variação de freqüência).
Conectar o nobreak à tensão de entrada nominal com a freqüência da fonte
configurada em 60,0 +/- 0,2Hz.
Ligar o nobreak através da chave do painel frontal.
Após o nobreak estar operando em modo rede, configure a fonte para fornecer
uma onda senoidal com freqüência de 63,5 +/- 0,2Hz, neste instante o nobreak
passará a operar em modo bateria e dentro de no máximo de 4 segundos este
deverá voltar a operar em modo rede.
Volte a freqüência ao valor nominal de 60,0 +/- 0,2Hz e estando o nobreak
operando em modo rede configure a fonte para fornecer uma onda senoidal com
freqüência de 56,5 +/- 0,2Hz, neste instante o nobreak passará a operar em modo
bateria e dentro de no máximo de 4 segundos este deverá voltar a operar em
modo rede.

REN0803 35
ANOTAÇÕES

REN0803 36
REV. DESCRICAO VISTOS DATA
01 ATERADO DIODO D1 2 DE 1 N4 1 4 8 P/ ZENER 2 V7 OSVALDO 22/ 01/ 02

J1*
0R

V.BAT RE4 V.BAT RE1*


VR1 R1*

CN2
C4 REDE/ BAT SELECAO *
1 0 0 nF 1 2 V/ 1 0 A NC R2 175V 1k
PR- ENT 560k 1% 2W
2 5 0 VAC TR1
NF NF 220V MR BR
N F BR- ENT X2 C C
FS1
NA NA 115V

4A V.BAT CN1
R2 1 * C3*
+ 12V R1 3
G 10R 0R * 1 0 0 nF CZ- TR CZ VM
* R9 5 400V
D2 * PR- TR LR
GND R2 0 R2 4 R2 7 C
0R
* MR- TR AM
560k 11k 1% D5 5 k6 1 % R4 NF
D6 D9 1% D1 1 N4 1 4 8
R1 9 + 12V 33V 1 N4 1 4 8 560k 1% VL- TR VL AZ
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 15k C7 NA
R9 4 R9 3 AM- TR
47k 47k * RE3
1% 1% 1 0 0 nF Q3 6 LR- TR AZ
R2 2 - 1 2 V/ 1 0 A
4 63V BC3 3 7 7
15k ESTAB.
2 - 5
+
D8 D1 0 1 V.BAT
3 + 5V * D3
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 + IC2 :A IC2 :B R2 8
R2 6 LM3 2 4 Q2 LM3 2 4 5 k6 1 % 1 N4 1 4 8
15k 1 BC3 3 7
R1 0 R5 1 PR AZ
15k 15k R3 9
R1 8 C * MMTH0 8 2 1
560k 1% R3 3 10k IC2 :C
R2 5 R1 5 C6 1% NF
11k 1k 1% LM3 2 4
1k NC
1% 10 NA
D1 1 +
8
R1 1 R3 + 5V 9
15k 15k R3 81 N4 1 4 8 R3 6 -
R3 4 RE2
1 2 V/ 1 0 A
22k 1% 22k 1% R5 1 R9 0 10k 1% ESTAB.
D4 4 C1 3 470k R4 3 150k
1 0 0 nF 1% 47k 1%
33v 63V R6 IC2 :D R8 8 D4
- 6 R7* 12
R3 7 R4 2 +
5% 7 4 k7 4 k7 14
150R 5 13 27k
+ - 1 N4 1 4 8
CN3

1% 33k TOMADAS SAIDA


LM3 2 4
IC4 :B PR- SD
D4 3 LM3 2 4 C1 4 R5 2 N
C9 R8 9 R8 Q4 G
33v 1 nF 1 0 n F7 K5 1 % BR- SD F
63V 63V 220k 4 k7 BC3 3 7

C2 0 R9 Q5 N
BZ1 D4 2 1 nF BC3 3 7 G
1 N4 1 4 8 63V 4 k7 GND F

ALFA
N
D7 G

CN7
CN6
C2 4 R1 4 5 V1 F
LD1 NC NC
1 1
R3 1 + 5V R9 6
120R N
VM 560R R9 1 ALFA G
R8 5 F
LD2 R3 0 0R + 12V
2 2 100R
VD 560R
+ 5V ALFA D2 2 D1 6
C2 3 1 N4 0 0 7 D1 8
3 3 1 N4 0 0 7
CN5

NC 1 N4 0 0 7 Q1 5 D4 1
IC1 R7 1 BC3 3 7 R8 3 R8 4
R1 6 1 N4 1 4 8 AZ- TR
C1 7 47k Q8 NC 0 R2 2 1 W
33k 1% 1 28 R6 4 R6 5 D1 4
MCLR RB7 1 0 uF D4 0
470R 470R 12V 50V TIP4 1 C AZ- TR
2 27 1 N4 1 4 8

*
AN0 RB6 D1 7 D2 0 D2 7
J1 1 1 N4 0 0 7
NC 3 26 + 5V 1 N4 0 0 7 1 N4 1 4 8 Q1 4 VM- TR
AN1 RB5 R7 4 V.BAT
R1 7 C5 TIP4 2 C
4 25 2 k7
1 1 k 1 % 1 uF AN2 RB4 R7 3
100V D2 3 R8 2
5 24 D2 6 R7 2 0 R2 2 1 k2 D1 9
V.REF RB3 1 N4 1 4 8 NC 1W
6 23 1 N4 0 0 7
RA4 RB2

*
Q1 3 1 N4 0 0 7 C1 5
J1 9 7 22
AN4 RB1
0R BC3 3 7 4 7 0 uF
8 21 R7 5 25V
VSS INT
C2 2 10k
9 20 D2 8 D3 1
OSC1 VDD R6 7 R6 6 AZ- TR
10 19 1 0 0 nF
OSC2 VSS 4 k7 68k
X1 63V R5 0 1 N4 1 4 8 1 N4 1 4 8 BAT1
11 18 IC4 :D
8 MHz RC0 RC7 12K + 5V R7 7 6V
LM3 2 4 10k D3 2
12 17 12
RC1 RC6 C1 9 + 43V
14
13 16 2 2 uF 13 BAT2
CCP1 RC5 -
50V + 12V + 5V 6V
V.BAT 14 15 D3 3
RC3 RC4 PR- BAT
C1 8 R8 1
R5 8 R6 1 470R 1 N4 1 4 8 D
120k 390k
PIC 1 6 C7 2 A R9 2 1 0 0 nF R6 0 Q9
10K D2 1 63V 4 G IRF1 4 0 5
CH1 R3 2 3 K9 1 %
1 N4 1 4 8 3
+ S
1
12k 2
R2 3 -
IC4 :A
10K LM3 2 4 D2 4 D2 5 BR- TR
C1 1 C1 6 R5 9 1 R6 3 *
1 nF 4 7 0 k 1
0 ,4 7 u F 680R
100V 63V 1% 1 N4 1 4 8 1 N4 1 4 8
R7 0
+ TRILHA- FS
R8 6 10k D3 0
V.BAT ALFA + 5V IC4 :C 43V
22R D3 7 D3 9
IN 1 N4 0 0 7 R4 0 R2 9 LM3 2 4
1 N4 0 0 7 1k 4 k7 Q7 R7 6 10
TRILHA- FS R8 7 BC3 2 7 R6 2 R5 3 + R6 9
8 D2 9 * PARA OBTER OS VALORES UTILIZADOS
4 k7 9 1k R7 8 D
- VR2 - 1 N4 1 4 8
2 k2
R3 5

22R 120R 120R 470R E AS CONFIGURACOES DOS OUTROS

CN4
R5 7 D1 5 R4 9 Q1 2
G
-

FAX NET
275V 12k 1 N4 0 0 7 12K IRF1 4 0 5 MODELOS DE u NS CONSULTAR OS
R5 6 C8 R6 8 S
D3 6 C1 0 RELEASES CORRESPONDENTES.
OUT 1 N4 0 0 7 D3 8 Q6 1 nF 4 ,7 u F 68k
1 N4 0 0 7 4 k7
BC3 3 7 63V 100V
R4 4 R4 5 R4 6 D1 3

+
R4 8
1M 330k 10k K
D1 2 1% IC3
R 680R 1 N4 1 4 8
2 V7 TL4 3 1 COD.SMS
TOL. GERAL NAO SE APLICA
R4 7 R5 4 R5 5 A
SMS ZZOB0 4 6 0 0 0
D3 4 D3 5 R4 1 C1 2
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 1M 330k 10k 27k 1 0 u F/ 5 0 V TITULO VISTOS DATA
1%
ESQUEMA ELETRICO DES. JORGE 04/ 12/ 01
MAT. NAO SE APLICA CONF.
TRAT. NAO SE APLICA APROV.
APLIC. ESC. DES.No
NET SLIM S/ E T0 1 4 9 5 - 0 1

DESENHO CONFECCIONADO POR COMPUTACAO GRAFICA ( F.A2 )


ROTEIRO DE TESTE DO MANAGER II SPECIAL
µSM600 / 1200

I. APRESENTAÇÃO EQUIPAMENTO µSM II 600 e 1200

Special.
1. Chave liga/desliga.
2. Led bicolor que indica as condições do nobreak em modo rede (cor verde), e em modo
inversor/bateria (cor vermelha).
3. Tomadas de saída (padrão NEMA 5/15).
4. Conectores telefônicos padrão RJ-11. (Para modelos FX).
5. Cabo de força (entrada de rede).

II. FUNCIONAMENTO:

Entre estas funções podemos destacar: Recarregador “Strong Charger”, que


permite a recarga das baterias mesmo com níveis muito baixos de carga (por
exemplo: quando o nobreak fica desligado da tomada por longos períodos;
como viagens, estocagem etc.) e o Sistema de Sinalização das Condições de
Uso (led com duas cores e alarme sonoro).

REN0803 38
• ACIONAMENTO DO NOBREAK: para ligar o nobreak, mude a chave (1)
do painel para a posição I, para desligar mude a chave para a posição 0.Tanto
com a presença de rede elétrica quanto sem ela.

• A RECARGA DAS BATERIAS é feita automaticamente na presença de rede


elétrica normal, mesmo com a chave do painel frontal desligada.

• BIVOLT AUTOMÁTICO DE ENTRADA: (Modelos Bivolt)


É uma característica que permite ao usuário instalar o Nobreak em qualquer
tomada (115V ou 220V) sem qualquer preocupação com relação a tensão da
rede, obtendo sempre 115V na saída independente da tensão da tomada da
rede elétrica de entrada.

NOTA: O Nobreak só seleciona a tensão de entrada se for desconectado da


rede elétrica da entrada e desligado pelo painel frontal e somente depois
reconectado à nova condição de rede elétrica de entrada.

• A SINALIZAÇÃO é constituída por indicações audiovisuais que identificam


as diferentes condições de funcionamento, descritas a seguir:

a) A PRESENÇA DE REDE NORMAL: é indicada pelo led


(2) na cor verde que permanece aceso até que haja mudança
na condição de rede e o nobreak passe a operar em FALHA
DE REDE ELÉTRICA (item b).

b) FALHA DE REDE ELÉTRICA: ocorre quando existe uma


falha no fornecimento de energia, sub/sobretenção, etc.
Ocorrendo a falha de rede elétrica, a bateria passa
automaticamente a suprir o fornecimento de energia. No
painel, acende o Led (2) na cor vermelha. Persistindo a
falha, será indicada através de um alarme audiovisual que é
composto de um som intermitente (a cada 15 segundos) e
pelo piscar do Led (2) na cor vermelha. Se a causa for
sobretensão, dois toques consecutivos.

c) FINAL DE AUTONOMIA: Quando a bateria (na condição


de falha de rede elétrica), estiver se esgotando, o alarme
audiovisual atuará em intervalos menores (a cada 2
segundos), indicando o fim de autonomia, ou seja, as saídas
serão desligadas em pouco tempo (aproximadamente 01
minuto).

REN0803 39
d) A RESTAURAÇÃO DA REDE ELÉTRICA ocorre quando
a rede retorna ao normal. Sua instabilidade é analisada e,
uma vez considerada normal, o Nobreak passa a operar em
PRESENÇA DE REDE NORMAL (item a).

e) ACIONANDO O NOBREAK NA FALTA DE REDE


ELÉTRICA (DC Start). Quando o usuário necessita utilizar
o nobreak na condição de rede elétrica anormal ou na
ausência desta basta ligá-lo através do painel frontal. Neste
instante o nobreak fornece tensão utilizando a energia das
baterias.

f) BATERIA EM RECARGA. Com o nobreak ligado, o led na


cor verde pisca a cada três segundos, parando de piscar
quando a bateria está carregada (90% da carga máxima).

III. SEQUÊNCIAS DE TESTES

A. PRELIMINARES :

Para a realização dos testes nos nobreak da linha Manager Special é necessário o
uso dos seguintes equipamentos :
- 1 osciloscópio.
- 2 multímetros ou medidores de potência com leituras tipo “true RMS”.
- 1 módulo de carga resistiva padrão SMS.
- 1 Variac ou fonte AC programável com potência mínima de 500VA.

Obs.: Assegure que nenhum cabo esta posicionado próximo do


microcontrolador (IC1). Se necessário reposicione a fiação.

1. Conectar um canal do osciloscópio e um multímetro na saída do nobreak e o outro


multímetro na entrada do equipamento.
2. Conecte a saída do nobreak uma carga resistiva de 100W.
3. Configure a tensão de entrada em 115V (modelos Bi e S115V) e ligue o botão do
painel frontal (passe a chave para a posição I), neste momento o nobreak passará
a operar em modo rede (led na cor verde aceso).

Regulação de saída - entrada 115V saída 115V

4. (modelos Bi “operando com tensão de entrada em 115V” e S115V) Varie a tensão


de entrada desde 95,0V até 136,0V e verifique se a tensão de saída permanece
dentro da faixa, entre 101,0V e 124,5V.

REN0803 40
Regulação de saída – entrada 220V saída 115V

5. (modelos Bi ) Desconecte o nobreak da tomada desligue-o no painel frontal e eleve


a tensão de entrada até 220V. Conecte novamente o nobreak à tomada ligue-o no
painel frontal e verifique se o mesmo passa a operar em modo rede. Varie a
tensão de entrada desde 177,0V até 253,0V e verifique se a tensão de saída
permanece dentro da faixa, entre 101,2V e 124,2V.

Subtensão de entrada

6. (modelos Bi “operando com tensão de entrada em 220V”) Com o nobreak


operando em modo rede 220V, verifique se ele passa a operar em modo bateria
com até 162,0V. Suba a tensão de entrada até 178,0V e verifique se o nobreak
retorna a operar em modo rede.
7. (modelos Bi “operando com tensão de entrada de 115V” e S115V) Com o
nobreak operando em modo rede 115V verifique se ele passa a operar em modo
bateria com até 82,0V. Suba a tensão de entrada até 95,0V e verifique se o
nobreak retorna a operar em modo rede.

Sobretensão de entrada

8. (modelos Bi “operando com tensão de entrada de 115V” e S115V) Com o nobreak


operando em modo rede 115V verifique se ele passa a operar em modo bateria
com até 145V. Diminua a tensão de entrada até 136V e verifique se o nobreak
retorna a operar em modo rede.
9. (modelos Bi “operando com tensão de entrada de 220V”) Com o nobreak
operando em modo rede verifique se ele passa a operar em modo bateria com até
266,0V. Diminua a tensão de entrada até 253,0V e verifique se o nobreak retorna a
operar em modo rede.
10. Retire a carga conectada à saída do nobreak.

Forma de onda de saída

11. Desconecte o nobreak da entrada e este passará a operar em modo bateria. Neste
momento confira se a forma de onda de saída se assemelha a forma de onda
abaixo com frequência de 60Hz. Vale ressaltar que a onda de tensão de saída não
deve apresentar picos de curta duração ( “spikes” ) de tensão com amplitude
superior a 1/3 do valor de pico da onda de saída.

REN0803 41
Freqüência livre em modo bateria

12. Coloque um multímetro na escala de freqüência ou um osciloscópio na saída do


nobreak e verifique se a freqüência de saída está compreendida dentro da faixa
variando desde 59,7Hz até 60,3Hz.

Regulação de saída em modo bateria

13. (modelo Bi e S115V) Verifique se a tensão de saída com o no-break sem carga
fica dentro da faixa de 111,6V até 118,5V.
14. Conecte uma carga de 100W e verifique se a tensão de saída do nobreak
permanece dentro da faixa de 109,2 até 120,8V (modelos Bi e S115V).

Sobrecarga no inversor

15. (modelos Bi e S115V) Para efetuarmos o teste de sobrecarga é necessária uma


associação de baterias automotivas com capacidade mínima de 80Ah 12VDC ou
uma fonte DC (por exemplo de 25V/100 A, ajustada em 12,2V).

ATENÇÃO: Para a realização do teste descrito acima é necessário que as baterias


automotivas estejam completamente carregadas.

Modelos: Faixa de sobrecarga


admissível:

µSM600Bi / Máximo: 800W


S115V Mínimo: 350W

µSM1200Bi / Máximo: 1600W


S115V Mínimo: 700W

16. (modelo Bi e S115V) Ligue o nobreak e verifique com o canal do osciloscópio


conectado à saída a presença da onda de tensão por alguns instantes e
imediatamente após a saída é desligada por sobrecorrente no inversor. A forma
mais imediata de verificar se o nobreak desligou por sobrecorrente é a verificação
do sinal no pino 8 do IC2 no momento que o nobreak ligar a saída, este sinal
deverá ser uma seqüência de pulsos com amplitude de aproximadamente 11V.
Vale ressaltar que este teste somente é válido se as baterias automotivas
estiverem plenamente carregadas.

Gerenciamento das baterias

17. (modelo Bi e S115V) Conecte o nobreak à correspondente rede de entrada


nominal e ligue a chave do painel frontal, deste modo o nobreak passará a operar
em modo rede e então verifique se o led na cor verde pisca a cada 3 segundos
indicando que o nobreak está recarregando as baterias.

REN0803 42
Transferência rede/bateria e bateria/rede

18. Realize diversas comutações de modo rede para modo bateria e de modo bateria
para modo rede e verifique através do canal do osciloscópio conectado à saída do
nobreak se não ocorre nenhuma interrupção na tensão fornecida.

Faixa de Freqüência de entrada admissível

21 (facultativo) Este ensaio deverá ser realizado mediante a utilização de uma fonte
AC programável, possibilitando dessa forma variação de freqüência.
Conectar o nobreak à tensão de entrada nominal com a freqüência da fonte
configurada em 60,0 +/- 0,2Hz. Ligar o nobreak através da chave do painel frontal.
Após o nobreak estar operando em modo rede, configure a fonte para fornecer
uma onda senoidal com freqüência de 63,5 +/- 0,2Hz, neste instante o nobreak
passará a operar em modo bateria e dentro de no máximo de 4 segundos este
deverá voltar a operar em modo rede. Volte a freqüência ao valor nominal de 60,0
+/- 0,2Hz e estando o nobreak operando em modo rede configure a fonte para
fornecer uma onda senoidal com freqüência de 56,5 +/- 0,2Hz, neste instante o
nobreak passará a operar em modo bateria e dentro de no máximo de 4 segundos
este deverá voltar a operar em modo rede.

Observações :

- Parâmetros onde não são indicadas as tolerâncias admitir como sendo valores
limites.
- Para valores de potência nominal a tolerância admitida no valor da resistência
usada é de 10%.

REN0803 43
ANOTAÇÕES

REN0803 44
REV. DESCRICAO VISTOS DATA
01 RETIRADO R4 4 ,4 5 ,4 6 ,4 7 ,5 3 ,5 4 ,5 5 E ALT. O VALOR DE IC3 DE TL4 3 1 P/ LE5 0 ABZ EDISON 27/ 09/ 02
E ACRESCENTADO R9 7 , R9 8 , C1 E ETC.

J1*
C4 RE4
PR- ENT VBATREDE/ BAT VBAT VR1 R1
1 0 0 nF * RE1
2 5 0 VAC 5 V/ 1 0 A SELECAO R2 175V 470R
CN2 10k 1% 2W
FS1 X2 TR1
N F BR- ENT NF NA 115V MR BR
C C
6A NA NF 220V

R2 1 C3 CN1
G
10R 1 0 0 nF
R2 0 R2 4 R4 400V CZ- TR CZ VM
GND
560k 11k 1% * PR- TR LR
D6 D9 1% 470k 1%
R1 9 + 15V D1 D2
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 MR- TR AM
15k C7 VBAT
1 N4 1 4 8 VL- TR VL AZ
1 N4 1 4 8
1 0 0 nF
R2 2 4 63V C AM- TR
15k Q2
2 + 15V

*
- BC3 3 7 NA LR- TR AZ
D8 D1 0 1
3 Q3 D3
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 + IC2 :A BC3 3 7 D4 2 1 N4 1 4 8 NF
R2 6 LM3 2 4 R4 3 R6
15k 10k 4 k7 1 N4 0 0 7
1
1 RE3
R1 8 1 2 V/ 1 0 A VBAT
5 6 0 k 1 % R2 5 R2 7 ESTAB. PR AZ
11k R3 3 Q1 0 47K
R5 1% 22k BC3 3 7 1% C
470K R8 Q4 NA
R3 6 4 k7 BC3 3 7 D4
22k 1% 1 N4 1 4 8 NF
+ 15V
RE2
1 2 V/ 1 0 A
D1 1 ESTAB. VBAT
1 N4 1 4 8
R4 2
R7* 4 k7 BZ1
R3 8 4 k7 TOMADAS SAIDA
22k 1% C
R9 Q5
R3 7 NF NEUTRO N
R5 1 4 k7 BC3 3 7 G
150R C1 3 Q1 1 D4 6 NA FASE F
1 0 0 nF BC3 3 7 1 N4 1 4 8
1% 63V 4 k7 GND
5% RE5 N
1 2 V/ 1 0 A G
SAIDA F
R3 1
Q1 6
4 k7 BC3 3 7
N
G
F

CN3 CN6
+ 5V N
1 1 G
F

VM C1
LD1 2 2 R3 0 R9 8 NC
1K
560R
VD D1 6 D4 1
D1 8
3 3 1 N4 0 0 7 1 N4 1 4 8
IC1 1 N4 0 0 7 R8 4
VBAT PIC 1 6 F7 2 - ISP 0 R2 2 CN5
D4 0 1W
1 N4 1 4 8 AZ- TR
4 4 1 28 R8 2
MCLR RB7 220R
2 27 D2 0 1W Q1 4
CH1 R3 2 AN0 RB6 D1 7
1 N4 0 0 7 TIP4 2 C AZ- TR.
5 5 120k 3 26 1 N4 0 0 7 R7 5 Q1 3 VBAT.
AN1 RB5
BC3 3 7 VBAT
VBAT 4 25 4 K7 D1 9
R1 6 R2 3 AN2 RB4
Q7 C5 VM- TR
BC3 2 7 3 3 k1 % 100K 5 24 R9 6
C1 1 1 uF V.REF RB3
0 u4 7 F 100V 220R 1 N4 0 0 7
6 23 1W
1 0 0 V R5 7 R1 7 RA4 RB2
11k 7 22
R7 4 Q1 5 C1 5
R4 0 12k 1% AN4 RB1
C2 2 BC3 3 7 4 7 0 uF
4 k7 8 21 4 k7 Q8 25V
R2 9 VSS INT + 5 V 1 0 0 nF
63V 2 SD8 8 2
4 k7 9 20 R6 7 R6 6
OSC1 VDD R9 7
D2 2 D2 3 10 19
4 k7 68k 1K
R5 6 1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 OSC2 VSS
R5 0
4 k7 11 18 12K IC2 :D
RC0 RC7
LM3 2 4 D3 1
AZ/ TR
12 17 12
Q6 + 1 5 V. RC1 RC6 +
14 1 N4 1 4 8
BC3 3 7 X1 13 16 13
CCP1 RC5 -
8 MHz + 5V D3 2
14 15 + 5V
RC3 RC4 43V
D1 2 Q1 BAT1
BC3 3 7 BAT2
2 V7 R6 2 D3 3 D PR/ BAT
R6 1 R6 0 1 N4 1 4 8
C1 9 1K 390k 3 K9 1 % Q9
2 2 uF D1 5 R5 8 10
R7 7 R8 1 G 6V 6V
15V 120k D2 1 + IRFZ4 6 N
50V 8
9 10k 470R S
-
1 N4 1 4 8 IC2 :C
C1 6 R5 9 LM3 2 4 R6 3 * D2 5
1 nF 470k 1 K1
63V 1%
TRILHA- FS R8 6 BR/ TR
+ R6 9 1 N4 1 4 8
22R 1k D3 0
IN D1 3 43V
TRILHA- FS R8 7 D3 7 D3 9 R3 5 R4 8 R7 0
- 1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7 10k D2 9
2 k2 680R IC2 :B D
22R 1 N4 1 4 8 1 N4 1 4 8
LM3 2 4 * PARA OBTER OS VALORES UTILIZADOS
VR2 6 - Q1 2
R4 1 C1 2 7 R7 8 G

FAX NET
+ 27k R7 6 IRFZ4 6 N E AS CONFIGURACOES DOS OUTROS
1 0 uF 5
+ 15V + 5 V. + 470R S
OUT 175V 50V 4 k7 MODELOS DE u SM CONSULTAR OS

- D3 6 IC3 R6 8 RELEASES CORRESPONDENTES.


1 N4 0 0 7 D3 8 LE5 0 ABZ
CN4 1 N4 0 0 7 E S R4 9 68k
12K
C1 0 G C8
1 0 0 nF 4 u7 F
63V 100V COD.SMS
D3 4 D3 5 TOL. GERAL NAO SE APLICA
1 N4 0 0 7 1 N4 0 0 7
SMS ZZOB0 5 5 3 0 0
GND TITULO VISTOS DATA
ESQUEMA ELETRICO DES. EDISON 24/ 09/ 02
PCI T0 2 3 1 7 - MAT. NAO SE APLICA CONF.
TRAT. NAO SE APLICA APROV.
APLIC. ESC. DES.No
MANAGER II SPECIAL Bi S/ E T0 2 3 1 6 - 0 1

DESENHO CONFECCIONADO POR COMPUTACAO GRAFICA ( F.A2 )


     
  


I. APRESENTAÇÃO DO MODELO PROFESSIONAL:

1. Led’s de indicação de carga de bateria (operação rede) e indicação de autonomia (operação


bateria).
2. Led de indicação para operação bateria.
3. Led de indicação para operação rede.

4. Tomada telefônica – padrão RJ11 – saída – FONE.


5. Tomada telefônica – padrão RJ11 – entrada – LINHA.
6. Conector para controle remoto.
7. Porta fusível.
8. Cabo de força – entrada AC.
9. Tomadas de saída – padrão NEMA 5/15.

II. FUNCIONAMENTO:
A Série de Nobreak Slim oferece praticidade e simplicidade ao usuário, que pode operar o sistema
facilmente, pois os Nobreak auto-executam as funções sem intervenção do usuário. Entre estas
1
funções podemos destacar o Acionamento Liga/Desliga do Nobreak pelo Controle Remoto , a
1
Recarga Automática de Bateria, a Seleção Automática de Tensão de Entrada e o Sistema de
1
Sinalização das Condições de Uso (BARGRAPH , Led’s e Alarme Sonoro).
A) O ACIONAMENTO LIGA/DESLIGA DO NOBREAK PELO CONTROLE REMOTO é uma
característica exclusiva do modelo Professional SMS, sendo que para utilizá-lo faça o seguinte:
Após a instalação do controle remoto ( vide Instalação do modelo Professional no capítulo 5 -
INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO ), basta posicionar a chave do controle na posição " ô " para
ligar o Nobreak ou na posição " ¡ " para desligá-lo.

B) A RECARGA AUTOMÁTICA DE BATERIA é realizada na PRESENÇA DE REDE ELÉTRICA


NORMAL ( vide item 1 abaixo ). Quando o Nobreak Professional é ligado, o usuário pode
monitorar a recarga da bateria através do BERGRAPH 1 que é um conjunto de quatro led´s que

REN0803 46
acendem em seqüência mostrando o nível de carga da bateria. É importante salientar que o
modelo Professional recarrega a bateria mesmo com o Nobreak desligado, desta forma a bateria
está sempre em condição adequada de uso.
C) A SELEÇÃO AUTOMÁTICA DE TENSÃO DE ENTRADA é uma característica do modelo
Professional que permite ao usuário instalar o Nobreak em qualquer tomada ( 115 ou 220V ) sem
se preocupar, obtendo sempre 115V na saída do Nobreak independente da tensão da rede
elétrica utilizada ( 115 ou 220V ).
D) A SINALIZAÇÃO é constituída por indicações audiovisuais que identificam as diferentes
condições de funcionamento, descritas a seguir:
1) PRESENÇA DE REDE ELÉTRICA NORMAL é indicada pelo led verde 3 , que permanece
aceso até que haja mudança nas condições de rede elétrica ( rede muito alta/baixa, ausência de
1
rede elétrica, etc. ) e o Nobreak passe a operar em ANORMALIDADE NA REDE ELÉTRICA ( vide
item 2 ). Nesta condição, o Nobreak modelo Professional indica em seu BARGRAPH o nível de
carga de bateria.
2) ANORMALIDADE NA REDE ELÉTRICA ocorre quando existir uma anormalidade no
fornecimento de energia tais como: subtensão, sobretensão, ausência de energia, etc. Ocorrendo
este evento o led vermelho 2 acende e, automaticamente, a bateria passa a suprir o fornecimento
de energia. Se a anormalidade persistir, o alarme audiovisual ( led piscando e som intermitente )
atuará a cada doze segundos. No Nobreak modelo Professional o BARGRAPH exibe uma
referência do tempo de autonomia restante. Nesta condição, ocorrerá um apagamento gradual dos
led´s do BARGRAPH até que todos apaguem e o Nobreak passe a operar na condição de FIM DE
AUTONOMIA.
3) FIM DE AUTONOMIA ocorrerá quando a condição ANORMALIDADE NA REDE ELÉTRICA
prolonga-se e, desta forma o fornecimento de energia da bateria estará próximo ao seu final. O
alarme audiovisual, nesta situação, atua em intervalos menores, indicando que o Nobreak
permanece fornecendo energia por um intervalo máximo de 60 segundos. Para informar ao
usuário a condição de FIM DE AUTONOMIA, o modelo Professional apaga todo o BARGRAPH e o
alarme áudio visual também sinalizará esta condição.
4) A RESTAURAÇÃO DA REDE ELÉTRICA ocorre quando a rede elétrica retorna ao normal. Sua
estabilidade é analisada e, uma vez considerada aceitável, o Nobreak passa a operar em
PRESENÇA DE REDE ELÉTRICA NORMAL ( item 1 ).
5) ACIONANDO O NOBREAK DURANTE UMA ANORMALIDADE NA REDE ELÉTRICA ( DC
Start ). Quando o usuário necessita ligar o Nobreak na condição de rede elétrica anormal, basta
ligá-lo pelo controle remoto ( modelo Professional ) ou pelo o botão 10 do painel frontal.
DC Start: esta característica dos Nobreak’s SMS permite ao usuário, não só ligar equipamentos
de informática durante uma anormalidade na energia elétrica, como também em locais onde ela
não é disponível, como por exemplo, propriedades rurais.
D) CONECTORES TELEFÔNICOS ( modelo Professional )
Composto por dois conectores telefônicos ( padrão RJ11 ) com protetor contra surtos de tensão
em conformidade com a norma K20 da União Internacional de Telecomunicações UIT. Protege
equipamentos sensíveis como placa de Fax/Modem e aparelhos de fac-símile, etc.
III. PRELIMINARES:
1. Instalar um variac com potência nominal mínima de 1000VA em rede 220Vac e deixe a saída
deste em 0V.
2. Instalar um osciloscópio e um multímetro TRUE RMS na saída do Nobreak e um outro
multímetro TRUE RMS na entrada do equipamento.

IV. TESTE P/ CONTROLE DE QUALIDADE E RENATEC:


1. Conectar o controle–remoto ao Nobreak e deixar na posição “0”.
2. Conecte o Nobreak ao variac e aumente a tensão do variac até 85V e verifique se o relê RE1
é acionado.

REN0803 47
3. Instale uma carga resistiva de 200W na saída do Nobreak e verifique se para uma variação na
tensão de entrada desde 90V até 135V a tensão na saída permanece dentro da faixa de 103,5
± 1,2V até 121,9 ± 1,2V.
4. Verifique se com 85 ± 1,2V de entrada o Nobreak passa a operar em operação bateria.
Aumente a tensão de entrada até 92 ± 1,2V e verifique se este volta a operar em rede
elétrica.
5. Verifique se com 140 ± 1,2V na entrada o Nobreak passa a operar em operação bateria.
Diminua a tensão de entrada até 133 ± 1,2V e verifique se esta volta a operar em rede
elétrica.
6. Desligue o Nobreak pela chave do controle remoto e desconecte-o da tomada.
7. Deixe o variac com 220V na saída e conecte o Nobreak a ele e posicione a chave do controle
remoto em “I” , verifique se há a ocorrência de um alarme sonoro.
8. Verifique se para uma variação da tensão de entrada desde 170V até 245V a tensão de saída
permanece dentro da faixa de 102 ± 1,2V até 119 ± 1,2V.
9. Verifique se com 163 ± 2,2V de entrada o Nobreak passa a operar em operação bateria.
Aumente a tensão de entrada até 176 ± 2,2V e verifique se o Nobreak volta a operar com rede
elétrica.
10. Verifique se com 266 ± 2,2V na entrada o Nobreak passa a operar em operação bateria.
Diminua a tensão de entrada até 255 ± 2,2V e verifique se este volta a operar em rede elétrica.
11. Desconecte o Nobreak da rede e verifique se a tensão de saída se assemelha a figura abaixo

12. Verifique se a tensão de saída sem carga permanece em 115 ± 1,2V.


13. Aumente a carga instalada na saída do Nobreak gradualmente até a metade da potência
máxima do equipamento e verifique se a tensão de saída permanece dentro da faixa de
estabilização de saída desde 103 ± 1,2V até 121 ± 1,2V.
14. Ainda com o Nobreak em operação bateria verifique se a sobrecarga atua com 600W
(utilizando carga resistiva).
15. Instale um multímetro na escala DC para medir a tensão de bateria.Com o Nobreak em bateria
aumente lentamente a carga instalada no Nobreak e verifique que os led´s vão apagando
gradualmente conforme a carga instalada e note:
VBAT (V) STATUS:
>10,5 UPS apita de 17 em 17 segundos

9,50 < V bat. ≤ 10,5 UPS apita de 1 em 1 segundo


16.
17. Certificando-se que o osciloscópio está em sincronismo com a rede “SYNC LINE”, verifique
que a forma de onda em operação bateria permanece quase estática.
18. Faça comutações rede/bateria e bateria/rede (ligando e desligando a tensão de entrada) e
verifique sincronismo e fase com relação a rede elétrica (onda quadrada e rede tem que
estar em sincronismo e fase)
19. Faça várias comutações rede/bateria e bateria /rede (por sub e sobretensão e verifique se
não ocorre nenhuma interrupção na saída do Nobreak.
20. Faça o mesmo teste do item anterior com uma fonte chaveada com carga na saída. Observe
se a fonte funciona normalmente (FACULTATIVO).

REN0803 48
  
  
 
  

• DESCALIBRAÇÃO:

- Deixar a bateria desconectada;


- Desligar o equipamento da rede;
- Curtocircuitar os pinos 15 e 11 do IC3;
- Conecte a bateria;
- Ligue a chave CH1;
- O equipamento deve fazer um teste nos led´s do painel e apitar
indicando a descalibração.

• CALIBRAÇÃO:

- Desconectar a bateria;
- Desligar o equipamento da rede;
- Curto-circuitar os pinos 15 e 12 do IC3;
- Ajustar 140Vac no variac;
- Ligar o equipamento no variac;
- Conectar a bateria;
- Ligar a chave CH1;
- O equipamento deve fazer um teste nos led´s do painel e ter saída
normal em bateria.
- Desligar tudo e retirar os jump´s.

   


 
 
  

Pino 01.
Controla led 01 – op. Rede

Pino 02.
Controla led 02 – op. Bateria

Pino 03.
Sincronismo

Pino 04.
Sinal fixo para comparação do sincronismo

Pino 05.
Controla led 03 – Nível de bateria alta

Pino 06.
Controla led 04 – Nível de bateria média alta

Pino 07.
Controla led 05 – Nível de bateria média baixa

REN0803 49
Pino 08.
Controla led 06 – Nível de bateria baixa

Pino 09.
Reset microprocessador

Pino 10.
Alimentação VCC 5V

Pino 11 e 31.
GND

Pino 12 e 13.
Oscilador

Pino 14 e 15.
Comunicação Inteligente

Pino 16.
Sobrecarga

Pino 17.
Verifica acionamento chave liga/desliga

Pino 18 e 19.
Saída oscilador

Pino 20.
Desmagnetizador

Pino 21.
Acionamento da buzina

Pino 22, 23, 24, 35 e 36.


Não utilizado

Pino 25.
Controle relê RE2 - acionamento autom. 115/220V

Pino 26.
Controle relê RE5 – libera tensão de saída

Pino 27 e 28.
Controle dos relês RE3 e RE4 – estabilizador

Pino 29.
Controle relê RE1 – transferência rede/bateria

Pino 30 e 32.
Conversor analógico/digital interno

Pino 33.
Saída 5V para manter chave eletrônica acionada

Pino 34.
Controle carregador de baterias

Pino 37.
Verifica estado da bateria e status dos led´s

REN0803 50
ANOTAÇÕES

REN0803 51
REV. DESCRICAO VISTOS DATA
01 ACRES.R5 5 1 5 k. ALT.VALOR DE R2 ,R3 DE 3 3 k p / 1 5 k OSVALDO 26/ 06/ 00

CN7 L1 NACIN

C1 VR1
PR- ENT 4 ,7 n F BAT BAT
VR3 C3 275V RE1 RE2 R1 VR2 C2
BR- ENT 275V 1 0 0 kp F 1 2 V/ 1 0 A 1 2 V/ 1 0 A 560k 1% 175V 1 0 0 nF
C4 VR4 2 7 5 V
4 ,7 n F CN2 TR1
FS3 NF NF MR BR
FACIN C
N F C
NA NA
6A VAL MR- TR
D1 R5 5 R2 R3 BAT R4
BAT
GND 1k CZ- TR
G 15k 15k 15k CZ VM
12V R5 R6 R7 R8 R9 2W
D2 D4 LR- TR
D5 LR
D6 5 k6 1 % 1 k 1 %5 6 0 k 1 % C RE3
+ 5V ALFA IN4 0 0 7 IC4 IN4 1 4 8 5 6 0 k 1 %5 6 0 k 1 % D7 AM- TR
AM
3 3 VIN4 1 4 8 IC6 2
C5 C6 R1 0C7 33V NF
Q2 - NC 1 nF NC C8 VL- TR
2 1 1 VL PR
IC2 Q1 BC3 3 7 BC3 3 7 3 4 0 0 V1 k 1 % 1 nF NA
7805 + D8
6 400V PR- TR
S E LM3 2 4 IN4 1 4 8
R1 1 R1 2 R1 4 C1 6 1 2 V/ 1 0 A R8 6
5 4 AZ
BC3 2 7 NC
T Q3 4R1 7 R1 8 12k R1 6

FACOUT
R1 9 R8 5 60K 560K 4 k7 12k R1 5 1 n F + 12V
C1 7 2 M2 1 % 5 k6 1 %
C1 9 C2 0 1 0 0 R 4 N3 3 1% 4 k7
1 uF 1 0 0 nF 4 ,7 u F R2 2 C9 Q4
25V 25V R2 0 R2 1 BC3 3 7 BAT
R1 3

+ 2 ,5 V
560k 1k 1% 5 k6 1 % PR AZ

R3 7
15k
4 k7 4
1 0 0 nF
C1 0 R4 2 R8 5 C1 1 C1 2 9 C RE4 VAL
1 0 nF - 5 IC6 R2 4 D9
47k 10k 4 n7 4 n7 8 +
7 NF
400V 400V 10 6
33V
+ R2 5 R6 6 R2 3 R2 6 - 12k
Q5 LM3 2 4 1 k 1 %1 k 1 % 1 0 k 1 0 k 1 % LM3 2 4 NA
R2 7 R2 8 IC6 1 D1 0
BC3 3 7 1% 1

J1
NC
560k 1k 1% IN4 1 4 8 1 2 V/ 1 0 A
D3 R2 9
C1 3 C1 4 BAT
IN4 1 4 8 4 n7 5 k6 1 % + 2 ,5 V
4 n7
400V 400V
BAT BAT
CN5
1
CN6
CH- RM
2 R3 4 C RE5
+ 5V R3 1 R3 3 R3 2 + 12V NF N
C1 5 4 k7 D1 2 PR- DS G
1 390k 470k 10k R3 8 IN4 1 4 8 NA
BR- SD F
BZ1 Q6
.4 7 u F BC3 3 7
2 R3 6 R3 9 4 k7 R4 1 1 2 V/ 1 0 A GND N
+ 5V + 5V 5 k6 4 ,7 K R6 7
G
3 12k F
Q7 NC
4
BC3 3 7 IC6 D
12
C1 8 + R8 1 N
2 R4 4 R4 5 14
1 0 0 nF G
5 13 -
R4 3 Q8 F
1 12k LM3 2 4 5 k6
BC3 3 7 4 k7

IC1
ALFA AC.5 V
R8 2
6 IC5 4 ,7 K 3 k9

MC3 4 0 6 4
3 AT9 0 S8 5 3 5 R4 9
N
R4 7 33 21
NC ADC7 OC2 100k G
39k 1% 4 ALFA + 12V F
R8 0 9
RESET AIN1 V.IN.AT

C2 1 1 0 k CH.POTHO 10 40 + 12V IC8


R5 1 VCC ADC0 I.OUT D1 5 D1 6 CN8
+ 5V 1 uF 7812
12k 1% 17 3 8 V.IN.AT. S E
V.BAT INT1 ADC2
+ 5V
37 3 1 N4 0 0 7 IN4 0 0 7 D1 8 D1 9 D1 7