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Normas ABNT para Detalhamento de Desenho Técnico

Cópia não autorizada

DEZ 1988 NBR 10582


Apresentação da folha para desenho
técnico
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Telex: (021) 34333 ABNT - BR
Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA

Procedimento
Origem: Projeto 04:005.04-007/1988
CB -04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:005.04 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral
NBR 10582 - Technical drawings - Title blocks
Descriptor: Technical drawing
Copyright © 1988, Esta Norma substitui o Capítulo 6 da NBR 5984 e o Capítulo 8 da NBR 6402
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Foi baseada na ISO 7200
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavra-chave: Desenho técnico 4 páginas
Todos os direitos reservados

1 Objetivo 3 Condições gerais

Esta Norma fixas as condições exigíveis para a localização


A folha para o desenho deve conter (ver Figuras 1 e 2):
e disposição do espaço para desenho, espaço para texto
e espaço para legenda, e respectivos conteúdos, nas
falhas de desenhos técnicos. a) espaço para desenho;

2 Documentos complementares
b) espaço para texto; e,
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
c) espaço para legenda.
NBR 8196 - Emprego de escalas em desenho técnico
- Procedimento
4 Condições gerais
NBR 8402 - Execução de caracteres para escrita em
desenhos técnicos - Procedimento
4.1 Espaço para desenho
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em
desenho técnico - Vistas e cortes - Procedimento 4.1.1 Os desenhos são dispostos na ordem horizontal e
vertical.
NBR 10068 - Folha de desenho - Leiaute e dimensões
- Padronização
4.1.2 O desenho principal, se houver, é colocado acima e
NBR 10126 - Cotagem em desenho técnico - Procedi- à esquerda, no espaço para desenho.
mento

Figura 1 Figura 2
Cópia não autorizada
2 NBR 10582/1988

4.1.3 Os desenhos são executados, se possível, levando 4.2.4 O espaço para texto é separado em colunas com
em consideração o dobramento das cópias do padrão de larguras apropriadas de forma que possível, leve em
desenho, conforme formato A4. con-sideração o dobramento da cópia do padrão de
desenho, conforme formato A4 (ver Figura 3).
4.2 Espaço para texto
4.2.5 O espaço para texto (Figuras 3, 4 e 5) deve conter
4.2.1 Todas as informações necessárias ao entendimento
as seguintes informações:
do conteúdo do espaço para desenho são colocados no
espaço para texto e escritas conforme NBR 8402.
a) explanação;
4.2.2 O espaço para texto é colocado a direita ou na mar-
gem inferior do padrão de desenho (ver Figuras 1 e 2). b) instrução

4.2.2.1 Quando o espaço para texto é colocado na margem c) referência;


inferior, a altura varia conforme a natureza do serviço.
d) localização da planta de situação; e
4.2.3 A largura de espaço para texto é igual a da legenda
ou no mínimo 100 mm (ver Figura 1). e) tábua de revisão.

Figura 3

Figura 4 Figura 5
Cópia não autorizada
NBR 10582/1988 3

4.2.5.1 Explanação de revisão e as dimensões em mm é conforme Figu-


ra 8 e, as informações contidas na tábua de revisão
Informações necessárias a leitura de desenho tais como: são as seguintes:

a) designação da revisão (nº ou letra que deter-


a) símbolos especiais;
mina a seqüência da revisão);

b) designação; b) referência da malha (NBR 10068);

c) abreviaturas; e c) informação do assunto da revisão;

d) tipos de dimensões. d) assinatura do responsável pela revisão; e

4.2.5.2 Instruções e) data da revisão.

4.3 Legenda
Informações necessárias a execução do desenho. Quan-
do são feitos vários são feitas próximas a cada desenho
4.3.1 A legenda é usada para informação, indicação
e as instruções gerais são feitas no espaço para texto,
e identificação do desenho e deve ser traçada con-
tais como:
forme a NBR 10068.

a) lista de material; 4.3.2 As informações contidas na legenda são as se-


guintes:
b) estado de superfície;
a) designação da firma;
c) local de montagem e;
b) projetista, desenhista ou outro, responsável
d) número de peças. pelo conteúdo do desenho;

c) local, data e assinatura;


4.2.5.3 Referências

d) nome e localização do projeto;


Informações referentes a outros desenhos e/ou outros
documentos. e) conteúdo do desenho;

4.2.5.4 Localização da planta de situação f) escala (conforme NBR 8196);

A planta de situação é localizada de forma que perma- g) número do desenho;


neça visível depois de dobrada a cópia do desenho confor-
me padrão A4 e, inclui os seguintes dados: h) designação da revisão;

a) planta esquemática com marcação da área cons- i) indicação do método de projeção (conforme
truída, parte da construção etc.: a seta norte é indi- NBR 10067);
cada (Figura 6);
j) unidade utilizada no desenho conforme a
NBR 10126.
b) planta esquemática da construção com marcação
de área, etc. (Figura 7).
4.3.3 A legenda pode, além disso, ser provida de in-
formações essenciais ao projeto e desenho em ques-
4.2.5.5 Tábua de revisão tão.

A tábua de revisão é usada para registrar a correção alte- 4.3.4 O número do desenho e da revisão são coloca-
ração e/ou acréscimo feito no desenho depois dele ter dos juntos e abaixo, no canto direito do padrão de
sido aprovado pela primeira vez. A disposição da tábua desenho.

Figura 6
Cópia não autorizada
4 NBR 10582/1988

Figura 7

Figura 8
Cópia não autorizada

OUT 1987 NBR 10068


Folha de desenho - Leiaute e
dimensões
ABNT-Associação
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Normas Técnicas

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NBR 10068 - Drawings - General principles of presentation
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ABNT–Associação Brasileira
Descriptors: Drawing. Drawing sheet
de Normas Técnicas Esta Norma foi baseada na ISO 5457
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Impresso no Brasil Palavras-chave: Desenho. Folha de desenho 4 páginas
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1 Objetivo 2 Documentos complementares

1.1 Esta Norma padroniza as características dimensionais Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
das folhas em branco e pré-impressas a serem aplicadas
em todos os desenhos técnicos. NBR 8402 - Execução de caracteres para escrita
em desenhos técnicos - Procedimento
1.2 Esta Norma apresenta também o leiaute da folha do
desenho técnico com vistas a: NBR 8403 - Aplicação de linhas em desenhos -
Tipos de linhas - Larguras das linhas - Procedi-
mento
a) posição e dimensão da legenda;
3 Condições específicas
b) margem e quadro;
3.1 Formatos
c) marcas de centro;
3.1.1 Seleção e designação de formatos
d) escala métrica de referência;
3.1.1.1 O original deve ser executado em menor forma-
to possível, desde que não prejudique a sua clareza.
e) sistema de referência por malhas;
3.1.1.2 A escolha do formato no tamanho original e sua
f) marcas de corte. reprodução são feitas nas séries mostradas em 3.1.2.

1.3 Estas prescrições se aplicam aos originais, devendo 3.1.1.3 As folhas de desenhos podem ser utilizadas
ser seguidas também às cópias. tanto na posição horizontal (ver Figura 1) como na
vertical (ver Figura 2).
Notas: a) As Figuras são apresentadas na forma mais simples;
servem apenas como ilustração. 3.1.2 Formatos da série "A"

b) Esta Norma considera todos os requisitos para repro- O formato da folha recortada da série "A" é considera-
dução, inclusive microfilmagem. do principal (ver Tabela 1).
Cópia não autorizada
2 NBR 10068/1987

Figura 1 - Folha horizontal Figura 2 - Folha vertical


Tabela 1 - Formatos da série "A" 3.1.3 Formato especial

Designação Dimensões Sendo necessário formato fora dos padrões estabeleci-


dos em 3.1.2, recomenda-se a escolha dos formatos de tal
A0 841 x 1189 maneira que a largura ou o comprimento corresponda ao
múltiplo ou submúltiplo ao do formato padrão.
A1 594 x 841
Nota: Nas dimensões das folhas pré-impressas, quando não
A2 420 x 594 recortadas, deve haver um excesso de 10 mm nos qua-
tro lados.
A3 295 x 420
3.2 Legenda
A4 210 x 297
3.2.1 A posição da legenda deve estar dentro do quadro
3.1.2.1 O formato básico para desenhos técnicos é o para desenho de tal forma que contenha a identificação do
retângulo de área igual a 1 m2 e de lados medindo desenho (número de registro, título, origem, etc.); deve
841 mm x 1189 mm, isto é, guardando entre si a mesma estar situado no canto inferior direito, tanto nas folhas
relação que existe entre o lado de um quadrado e sua posicionadas horizontalmente (ver Figura 1) como verti-
x 1
diagonal = (Figura 3). calmente (ver Figura 2).
y 2
3.2.2 A direção da leitura da legenda deve corresponder
3.1.2.2 Deste formato básico, designado por A0 (A zero), à do desenho. Por conveniência, o número de registro do
deriva-se a série "A" pela bipartição ou pela duplicação desenho pode estar repetido em lugar de destaque, con-
sucessiva (Figuras 4 e 5). forme a necessidade do usuário.

Figura 3 - Origem dos formatos da série "A"

Figura 4 - Formatos derivados - Série "A" Figura 5 - Semelhança geométrica dos formatos da série "A"
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NBR 10068/1987 3

3.2.3 A legenda deve ter 178 mm de comprimento, nos 3.5.2 A escala métrica de referência deve estar embaixo,
formatos A4, A3 e A2, e 175 mm nos formatos A1 e A0. disposta simetricamente em relação à marca de centro, na
margem e junto ao quadro, com largura de 5 mm no
3.3 Margem e quadro máximo. Deve ser executada com traço de 0,5 mm de
largura no mínimo e deve ser repetida em cada seção do
3.3.1 Margens são limitadas pelo contorno externo da folha desenho.
e quadro. O quadro limita o espaço para o desenho (ver
Figura 6). 3.6 Sistema de referência por malhas

3.3.2 As margens esquerda e direita, bem como as larguras 3.6.1 Permite a fácil localização de detalhes nos desenhos,
das linhas, devem ter as dimensões constantes na Tabe- edições, modificações, etc.
la 2 .
3.6.2 Devem ser executadas com traço de 0,5 mm de
largura no mínimo, começando do contorno interno da
3.3.3 A margem esquerda serve para ser perfurada e
folha recortada e estendendo-se aproximadamente
utilizada no arquivamento.
0,5 mm, além do quadro. A tolerância da posição de
3.4 Marcas de centro ± 0,5 mm deve ser observada para as marcas (ver Fi-
gura 9).
3.4.1 Nas folhas de formatos de série "A" devem ser exe-
3.6.3 O número de divisões deve ser determinado pela
cutadas quatro marcas de centros. Estas marcas devem
complexidade do desenho e deve ser par.
ser localizadas no final das duas linhas de simetria (hori-
zontal e vertical) à folha (ver Figura 7). 3.6.4 O comprimento de qualquer lado do retângulo da
malha deve ter mais de 25 mm e no máximo 75 mm, e deve
3.4.2 Os formatos fora de padrões, para serem microfil- ser executado com traços contínuos de 0,5 mm de largura
mados, requerem marcas adicionais de acordo com as no mínimo.
técnicas de microfilmagem.
3.6.5 Os retângulos das malhas devem ser designados por
3.5 Escala métrica de referência letras maiúsculas ao longo de uma margem e os numerais
ao longo de outra margem.
3.5.1 As folhas de desenho podem ter impressa uma
escala métrica de referência sem os números, com com- 3.6.6 Os numerais devem iniciar no canto da folha oposto
primento de 100 mm no mínimo e em intervalos de 10 mm à legenda no sentido da esquerda para direita e devem ser
(ver Figura 8). repetidos no lado correspondente (ver Figura 9).

Figura 6 - Margens

Tabela 2 - Largura das linhas e das margens

Unid.: mm

Largura da linha do quadrado,


Formato Margem conforme a NBR 8403

Esquerda Direita

A0 25 10 1,4

A1 25 10 1,0

A2 25 7 0,7

A3 25 7 0,5

A4 25 7 0,5
Cópia não autorizada
4 NBR 10068/1987

3.6.7 As letras e os númerais devem estar localizados nas 3.7 Marcas de corte
margens, centralizados no espaço disponível, e as letras
escritas em maiúsculo de acordo com a NBR 8402. Estas marcas servem para guiar o corte da folha de cópias
e são executadas na forma de um triângulo retângulo
3.6.8 Se o número das divisões exceder o número de letras isósceles com 10 mm de lado (ver Figura 10), ou com dois
do alfabeto, as letras de referência devem ser repetidas pequenos traços de 2 mm de largura em cada canto (ver
(exemplo: AA, BB, etc.) Figura 11).

Figura 7 - Marcas de centro

Figura 8 - Escala métrica de referência

Figura 9 - Sistema de referência por malha

Figura 10 - Marcas de corte Figura 11 - Marcas de corte


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DEZ 1999 NBR 8196


Desenho técnico - Emprego de
escalas
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CE-04:022.01 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral e de Mecânica
NBR 8196 - Technical drawings - Use of scales
Descriptors: Scale. Drawing
Esta Norma foi baseada na ISO 5455:1979
Copyright © 1999, Esta Norma substitui a NBR 8196:1992
ABNT–Associação Brasileira de
Normas Técnicas Válida a partir de 31.01.2000
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
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Palavras-chave: Escala. Desenho 2 páginas

Sumário
Prefácio
1 Objetivo
2 Referência normativa
3 Definições
4 Requisitos gerais
5 Requisitos específicos
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo
parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os
associados da ABNT e demais interessados.
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições exigíveis para o emprego de escalas e suas designações em desenhos técnicos.
2 Referência normativa
A norma relacionada a seguir contém disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. A edição indicada estava em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usar a edição mais
recente da norma citada a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR 10647:1989 - Desenho técnico - Terminologia
3 Definições
Para os efeitos desta Norma aplicam-se as definições da NBR 10647.
4 Requisitos gerais
4.1 A designação completa de uma escala deve consistir na palavra “ESCALA”, seguida da indicação da relação:
a) ESCALA 1:1, para escala natural;
b) ESCALA X:1, para escala de ampliação (X > 1);
c) ESCALA 1:X, para escala de redução (X > 1).
Cópia não autorizada
2 NBR 8196:1999

4.1.1 O valor de “X” deve ser conforme 5.1.

4.1.2 A palavra “ESCALA” pode ser abreviada na forma “ESC.”

4.2 A escala deve ser indicada na legenda da folha de desenho.

4.2.1 Quando for necessário o uso de mais de uma escala na folha de desenho, além da escala geral, estas devem estar
indicadas junto à identificação do detalhe ou vista a que se referem; na legenda, deve constar a escala geral.

5 Requisitos específicos

5.1 As escalas usadas em desenho técnico são especificadas na tabela 1.

5.2 A escala a ser escolhida para um desenho depende da complexidade do objeto ou elemento a ser representado e da
finalidade da representação. Em todos os casos, a escala selecionada deve ser suficiente para permitir uma interpretação
fácil e clara da informação representada. A escala e o tamanho do objeto ou elemento em questão são parâmetros para a
escolha do formato da folha de desenho.

Tabela 1 - Escalas

Redução Natural Ampliação


1:2 1:1 2:1
1:5 5:1
1:10 10:1
NOTA - As escalas desta tabela podem ser reduzidas ou ampliadas à razão de 10.

_________________
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MAR 1984 NBR 8403


Aplicação de linhas em desenhos - Tipos
de linhas - Larguras das linhas
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NORMATÉCNICA

Procedimento

Origem: ABNT - 04:011.01-002/1983


CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:011.01 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral
NBR 8403 - Technical drawings - Application of lines in drawing - Types of lines -
Thicknesses of line - Procedure
Copyright © 1984, Descriptors: Line. Drawing
ABNT–Associação Brasileira Esta Norma foi baseada no Capítulo 3 da ISO 128-1982
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Linhas. Desenhos 5 páginas
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1 Objetivo senho, de acordo com o seguinte escalonamento: 0,13(1);


0,18(1); 0,25; 0,35; 0,50; 0,70; 1,00; 1,40 e 2,00 mm.
Esta Norma fixa tipos e o escalonamento de larguras de
linhas para uso em desenhos técnicos e documentos se- 3.1.3 Para diferentes vistas de uma peça, desenhadas na
melhantes. mesma escala, as larguras das linhas devem ser conser-
vadas.
2 Condições gerais
3.2 Espaçamento entre linhas
2.1 Largura das linhas
O espaçamento mínimo entre linhas paralelas (inclusive a
Corresponde ao escalonamento 2, conforme os formatos representação de hachuras) não deve ser menor do que
de papel para desenhos técnicos. Isto permite que na redu- duas vezes a largura da linha mais larga, entretanto
ção e reampliação por microfilmagem ou outro processo recomenda-se que esta distância não seja menor do que
de reprodução, para formato de papel dentro do escalona- 0,70 mm.
mento 2 , se obtenham novamente as larguras de linhas
originais, desde que executadas com canetas técnicas e 3.3 Código de cores em canetas técnicas
instrumentos normalizados.
As canetas devem ser identificadas com cores de acordo
3 Condições específicas com as larguras das linhas, conforme segue abaixo:

3.1 Largura de linhas a) 0,13 mm - lilás;

3.1.1 A relação entre as larguras de linhas largas e estreita b) 0,18 mm - vermelha;


não deve ser inferior a 2.
c) 0,25 mm - branca;
3.1.2 As larguras das linhas devem ser escolhidas, confor-
me o tipo, dimensão, escala e densidade de linhas no de- d) 0,35 mm - amarela;

(1)
As larguras de traço 0,13 e 0,18 mm são utilizadas para originais em que a sua reprodução se faz em escala natural. Não é recomen-
dado para reproduções que pelo seu processo necessite de redução.
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2 NBR 8403/1984

e) 0,50 mm - marrom; h) 1,40 mm - verde;

f) 0,70 mm - azul; i) 2,00 mm - cinza.

g) 1,00 mm - laranja; 3.4 Tipos de linhas

Linha Denominação Aplicação Geral


(ver Figuras 1a, 1b e outras)

A Contínua larga A1 contornos visíveis


A2 arestas visíveis

B Contínua estreita B1 linhas de interseção imaginárias


B2 linhas de cotas
B3 linhas auxiliares
B4 linhas de chamadas
B5 hachuras
B6 contornos de seções rebatidas na
própria vista
B7 linhas de centros curtas

C Contínua estreita a mão livre (A) C1 limites de vistas ou cortes parciais ou


interrompidas se o limite não coincidir
com linhas traço e ponto (ver Figura 1c))

D Contínua estreita em D1 esta linha destina-se a desenhos


ziguezague (A) confeccionados por máquinas (ver
Figura 1d))

E Tracejada larga (A) E1 contornos não visíveis


E2 arestas não visíveis
(A)
F Tracejada estreita F1 contornos não visíveis
F2 arestas não visíveis

G • • • • Traço e ponto estreita G1 linhas de centro


G2 linhas de simetrias
G3 trajetórias

H Traço e ponto estreita, larga nas H1 planos de cortes


extremidades e na mudança de
direção

J • • • • Traço e ponto largo J1 Indicação das linhas ou superfícies com


indicação especial

K •• •• •• •• Traço dois pontos estreita K1 contornos de peças adjacentes


K2 posição limite de peças móveis
K3 linhas de centro de gravidade
K4 cantos antes da conformação (ver
Figura 1f))
K5 detalhes situados antes do plano de corte
(ver Figura 1e))

(A)
Se existirem duas alternativas em um mesmo desenho, só deve ser aplicada uma opção.

Nota: Se forem usados tipos de linhas diferentes, os seus significados devem ser explicados no respectivo desenho ou por meio de refe-
rência às normas específicas correspondentes.
Cópia não autorizada
NBR 8403/1984 3

Figura 1a)

Figura 1c)

Figura 1b)

Figura 1d)
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4 NBR 8403/1984

Figura 1f)

Figura 1e)

Figura 1 - Aplicação geral

3.5 Ordem de prioridade de linhas coincidentes 5) linhas de centro de gravidade (traço e dois pontos,
tipo de linha K);
Se ocorrer coincidência de duas ou mais linhas de diferen-
tes tipos, devem ser observados os seguintes aspectos, 6) linhas de cota e auxiliar (linha contínua estreita, tipo
em ordem de prioridade (ver Figura 2): de linha B).

1) arestas e contornos visíveis (linha contínua larga, 3.6 Terminação das linhas de chamadas
tipo de linha A);
As linhas de chamadas devem terminar:
2) arestas e contornos não visíveis (linha tracejada,
tipo de linha E ou F); a) sem símbolo, se elas conduzem a uma linha de cota
(Figura 3);
3) superfícies de cortes e seções (traço e ponto es-
treitos, larga nas extremidades e na mudança de b) com um ponto, se termina dentro do objeto repre-
direção; tipo de linha H); sentado (Figura 4);

4) linhas de centro (traço e ponto estreita, tipo de li- c) com uma seta, se ela conduz e ou contorna a aresta
nha G); do objeto representado (Figura 5).
Cópia não autorizada
NBR 8403/1984 5

Figura 2

Figura 3

Figura 4

Figura 5
Cópia não autorizada

DEZ 1999 NBR 13272


Desenho técnico - Elaboração das
listas de itens
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ABNT/CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:022.01 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral e de Mecânica
NBR 13272 - Technical drawings - Item lists construction
Descriptor: Drawing
Esta Norma foi baseada na ISO 7573:1983
Esta Norma substitui a NBR 13272:1995
Copyright © 1999,
ABNT–Associação Brasileira de Válida a partir de 31.01.2000
Normas Técnicas
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Impresso no Brasil
Palavra-chave: Desenho 2 páginas
Todos os direitos reservados

Sumário
Prefácio
1 Objetivo
2 Referências normativas
3 Definições
4 Requisitos gerais
5 Requisitos específicos

Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo
parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os
associados da ABNT e demais interessados.

1 Objetivo

Esta Norma fixa as condições exigíveis para a elaboração das listas de itens em desenho técnico.

2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições
mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 8402:1994 - Execução de caracteres para escrita em desenho técnico - Procedimento

NBR 8403:1984 - Aplicação de linhas em desenho - Tipos de linhas - Larguras das linhas - Procedimento

NBR 10068:1987 - Folha de desenho - Leiaute e dimensões - Padronização

NBR 13273:1999 - Desenho técnico - Referência a itens

NBR 10647:1989 - Desenho técnico - Terminologia

3 Definições
Para os efeitos desta Norma aplicam-se as definições da NBR 10647.
Cópia não autorizada
2 NBR 13272:1999

4 Requisitos gerais

4.1 Os contornos externos das listas de itens devem ser em linha contínua larga, tipo A, conforme a NBR 8403.

4.2 As colunas e os registros dos itens devem ser separados entre si por linha contínua estreita tipo B, conforme a
NBR 8403.

4.3 Os registros dos itens devem ser conforme a NBR 8402.

5 Requisitos específicos

5.1 Posição

5.1.1 As listas de itens podem ser incluídas no desenho ou constituir um documento separado.

5.1.1.1 Quando incluídas no desenho, as listas de itens devem ser posicionadas na mesma direção de leitura do desenho,
devendo ficar acima ou à esquerda da legenda imediatamente.

5.1.1.2 Quando as listas de itens constituírem um documento separado, este deve ser identificado pelo mesmo número do
desenho do qual foi gerado. Para distinguir os dois documentos, recomenda-se que o número das listas de itens seja
precedido por “listas de itens” ou expressão similar. O formato deve ser selecionado conforme a NBR 10068.

5.2 Colunas
5.2.1 As listas de itens devem ser dispostas em colunas, para permitir que informações sejam registradas sob os seguintes
títulos:

a) número de referência do item;

b) denominação;

c) quantidade;

d) referência;

e) material.

5.2.1.1 A coluna “número” de referência do item deve conter a referência ao item, da mesma forma como é ilustrada no
desenho, conforme a NBR 13273.

5.2.1.2 A coluna “denominação” deve conter a designação do item. Abreviações que não prejudiquem a clareza podem ser
usadas. Se for um item normalizado, deve ser usada sua designação normalizada, de acordo com a norma correspondente.

5.2.1.3 A coluna “quantidade” deve conter a quantidade total do item necessária para um conjunto completo.

5.2.1.4 A coluna “referência” deve ser usada para identificar itens que não estão completamente representados no desenho
que gerou as listas, como peças representadas em outros desenhos, elementos normalizados e peças compradas.
Conforme o caso, nesta coluna são fornecidos também o número de outro desenho, a norma correspondente, o código ou
informação similar.

5.2.1.5 A coluna “material” deve conter o tipo e as dimensões do material a ser usado. Se for um material normalizado,
deve ser fornecida sua designação normalizada.

5.2.2 Mais colunas podem ser acrescidas, se necessário, para atender aos requisitos específicos, como por exemplo:

a) número de estoque;

b) unidade de medida;

c) condições de fornecimento;

d) observações.

5.3 Registro dos itens


O registro dos itens deve ser feito horizontalmente nas colunas. A seqüência deve ser a mesma dos números de referência
ao item. Quando as referências ao item forem feitas no desenho, a seqüência deve ser de baixo para cima, com a legenda
imediatamente abaixo ou a direita. Quando as listas de itens constituírem um documento separado, a seqüência deve ser
de cima para baixo, com os títulos da legenda acima.

_________________
Cópia não autorizada

DEZ 1999 NBR 13273


Desenho técnico - Referência a itens

ABNT - Associação
Brasileira de
Normas Técnicas
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ABNT/CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:022.01 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral e de Mecânica
NBR 13273 - Technical drawings - Item references
Descriptor: Drawing
Esta Norma foi baseada na ISO 6433:1981
Esta Norma substitui a NBR 13273:1995
Copyright © 1999,
ABNT–Associação Brasileira de Válida a partir de 31.01.2000
Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
Palavra-chave: Desenho 2 páginas
Todos os direitos reservados

Sumário
Prefácio
1 Objetivo
2 Referências normativas
3 Definições
4 Requisitos gerais
5 Requisitos específicos
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo
parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS, circulam para Consulta Pública entre os
associados da ABNT e demais interessados.
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a referência a itens em desenho técnico.
2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições
mais recentes da normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR 8402:1994 - Execução de caracteres para escrita em desenho técnico - Procedimento
NBR 8403:1984 - Aplicação de linhas em desenhos - Tipos de linhas - Largura das linhas - Procedimento
NBR 13272:1999 - Desenho técnico - Lista de itens
NBR 10647:1989 Desenho técnico - Terminologia
3 Definições
Para os efeitos desta Norma aplicam-se as definições da NBR 10647.
4 Requisitos gerais
4.1 As referências a itens devem ser assinaladas em ordem seqüencial, para cada peça mostrada no desenho.
4.2 Cada subconjunto completo, incorporado ao conjunto principal mostrado no desenho, pode ser identificado por
apenas uma referência a item.
Cópia não autorizada
2 NBR 13273:1999

4.3 A seqüência para numerar os itens deve ser de acordo com um dos seguintes modos:
a) ordem de montagem;
b) importância das peças (subconjuntos, peças principais, peças menos importantes, etc.);
c) disposição no desenho (sentido horário), conforme a figura 1.
4.4 As informações necessárias aos itens devem ser mostradas na lista de itens (ver NBR 13272).
5 Requisitos específicos
5.1 As referências a itens devem ser feitas por algarismos arábicos, podendo ser adicionadas letras maiúsculas. A forma de
escrita deve ser conforme a NBR 8402.
5.2 As referências a itens devem distinguir-se das demais indicações no desenho. Por exemplo:
a) usando caracteres maiores, com o dobro da altura usada para a cotagem, e indicações similares;
b) circunscrevendo os caracteres (ver figura 2). Neste caso, as circunferências devem ser do mesmo diâmetro e
desenhadas com linha tipo B, conforme a NBR 8403;
c) combinando as condições das alíneas a) e b);
d) a terminação da linha de chamada do item poderá se dar por uma seta, apoiada em uma linha de contorno do item,
ou por um ponto reforçado, inscrito na superfície do item.
5.3 As referências a itens devem ser posicionadas externamente aos contornos do item. Cada referência deve
estar conectada ao item por uma linha de chamada (ver figura 2).
5.4 A linha de chamada pode ser omitida, se a relação entre o item e sua referência for evidente.
5.5 As linhas de chamada não devem interseccionar. Devem ser tão curtas quanto possível, não ortogonais e não paralelas
às linhas de contorno do item indicado. No caso de referências circundadas, a linha de chamada deve ser direcionada ao
centro do círculo (ver figura 2 a)).
5.6 Por questões de clareza e legibilidade do desenho, as referências a itens devem ser dispostas em colunas verticais
e/ou fileiras horizontais (ver figura 1).
5.7 As referências correlacionadas a item podem ser mostradas pela mesma linha de chamada (ver figura 1, itens 9 a 12).
5.8 As referências a itens idênticos devem ser mostradas apenas uma vez, desde que não haja risco de ambigüidade.

Figura 1 - Disposição do desenho

a) Linha de contorno b) Seta c) Ponto reforçado

Figura 2 - Linhas de chamada

_________________
Cópia não autorizada

MAIO 1995 NBR 10067


Princípios gerais de representação em
desenho técnico
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

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NORMATÉCNICA Procedimento
Origem: Projeto NBR 10067/1993
CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:005.04 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral e de Mecânica
NBR 10067 - Technical drawings - General principles of presentation -
Procedure
Descriptor: Technical drawing
Esta Norma foi baseada na ISO 128/1982
Copyright © 1995, Esta Norma substitui a NBR 10067/1987
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de Normas Técnicas Válida a partir de 30.06.1995
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavra-chave: Desenho técnico 14 páginas
Todos os direitos reservados

1 Objetivo 3 Condições gerais


Esta Norma fixa a forma de representação aplicada em 3.1 Método de projeção ortográfica
desenho técnico.
3.1.1 1º diedro
2 Documentos complementares
O símbolo deste método é representado na Figura 1.
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
3.1.2 3º diedro
NBR 8402 - Execução de caracteres para escrita em
desenhos técnicos - Procedimento O símbolo deste método é representado na Figura 2.

NBR 8403 - Aplicação de linhas em desenho técni- 3.2 Cor de representação do desenho técnico
co - Procedimento
O desenho técnico é representado na cor preta. Se outras
NBR 12298 - Representação de área de corte por cores forem necessárias para melhor esclarecimento do
meio de hachuras em desenho técnico - Procedi- desenho, o seu significado deve ser mencionado em le-
mento genda.

Figura 1 Figura 2
Cópia não autorizada
2 NBR 10067/1995

4 Condições específicas 4.2 Posição relativa das vistas no 1º diedro

4.1 Denominação das vistas Fixando a vista frontal (A) conforme as Figuras 4-(a) e
Os nomes das vistas indicadas na Figura 3 são os se- 4-(b), as posições relativas das outras vistas são as se-
guintes: guintes:

a) vista frontal (a); a) vista superior (B), posicionada abaixo;

b) vista superior (b); b) vista lateral esquerda (C), posicionada à direita;


c) vista lateral esquerda (c);
c) vista lateral direita (D), posicionada à esquerda;
d) vista lateral direita (d);
d) vista inferior (E), posicionada acima;
e) vista inferior (e);
e) vista posterior (F), posicionada à direita ou à es-
f) vista posterior (f).
querda, conforme a conveniência.

Figura 3

Figura 4-(a) Figura 4-(b)

Figura 4
Cópia não autorizada
NBR 10067/1995 3

4.3 Posição relativa das vistas no 3º diedro c) vista lateral direita (D), posicionada à direita;

Fixando a vista frontal (A) conforme as Figuras 5-(a) e d) vista inferior (E), posicionada abaixo;
5-(b), as posições relativas das outras vistas são as se-
guintes: e) vista posterior (F), posicionada à direita ou à
esquerda, conforme a conveniência
a) vista superior (B), posicionada acima;

b) vista lateral esquerda (C), posicionada à esquerda;

Figura 5-(a) Figura 5-(b)

Figura 5
Cópia não autorizada
4 NBR 10067/1995

4.4 Escolha das vistas 4.5 Determinação do número de vistas

4.4.1 Vista principal


Devem ser executadas tantas vistas quantas forem neces-
A vista mais importante de uma peça deve ser utilizada sárias à caracterização da forma da peça, sendo prefe-
como vista frontal ou principal. Geralmente esta vista re- ríveis vistas, cortes ou seções ao emprego de grande
presenta a peça na sua posição de utilização. quantidade de linhas tracejadas.

4.4.2 Outras vistas 4.6 Vistas especiais

Quando outras vistas forem necessárias, inclusive cortes


e/ou seções, elas devem ser selecionadas conforme os 4.6.1 Vista fora de posição
seguintes critérios:
Não sendo possível ou conveniente representar uma ou
a) usar o menor número de vistas; mais vistas na posição determinada pelo método de pro-
jeção, pode-se localizá-las em outras posições, com exce-
b) evitar repetição de detalhes;
ção da vista principal (ver Figura 6).
c) evitar linhas tracejadas desnecessárias.

Figura 6
Cópia não autorizada
NBR 10067/1995 5

4.6.2 Vista auxiliar 4.6.4 Detalhes ampliados

São projeções parciais, representadas em planos auxi-


liares para evitar deformações e facilitar a interpretação Quando a escala utilizada não permite demonstrar de-
(ver Figura 7). talhe ou cotagem de uma parte da peça, este é circun-
dado com linha estreita contínua, conforme a NBR 8403,
4.6.3 Elementos repetitivos e designado com letra maiúscula, conforme a NBR 8402
(ver Figura 10-(a)). O detalhe correspondente é desenhado
A representação de detalhes repetitivos pode ser simpli- em escala ampliada e identificada (ver Figura 10-(b)).
ficada (ver Figuras 8 e 9).

Figura 7

Figura 8 Figura 9

Figura 10-(a) Figura 10-(b)

Figura 10
Cópia não autorizada
6 NBR 10067/1995

4.6.5 Linhas de interseção a) de dois cilindros, as curvas de interseção são


substituídas pelas retas (ver Figuras 12 e 13);
4.6.5.1 As linhas de interseção são traçadas nas vistas
com linhas contínuas estreitas, conforme a NBR 8403,
não atingindo o contorno (ver Figura 11). b) de um cilindro e um prisma retangular, os desloca-
mentos das retas de interseção são omitidos (ver
4.6.5.2 Pode-se, ainda, usar a representação simplificada Figura 14).
nos seguintes casos:

Figura 11

Figura 12 Figura 13

Figura 14
Cópia não autorizada
NBR 10067/1995 7

4.6.6 Representação convencional de extremidades de eixos 4.6.7 Vistas de peças simétricas


com seção quadrada e furos quadrados ou retangulares

4.6.6.1 As diagonais, traçadas com linha continua estreita, 4.6.7.1 As peças simétricas podem ser representadas por
conforme a NBR 8403, caracterizam superfícies planas uma parte do todo. As linhas de simetria são identificadas
na extremidade de eixo e são utilizadas nas faces laterais com dois traços estreitos, curtos e paralelos, conforme a
de um prisma, tronco de pirâmide ou um rebaixo (ver Fi- NBR 8403, traçados perpendicularmente nas extremida-
guras 15 e 16). des da linha de simetria (ver Figura 18).

4.6.6.2 Para indicar um furo passante quadrado ou retan-


gular, na parte plana de uma vista, sem auxílio das se-
ções adicionais, utilizam-se diagonais traçadas em linhas
contínuas estreitas, conforme a NBR 8403 (ver Figu-
ra 17).

Figura 15 Figura 16

Figura 17

Figura 18
Cópia não autorizada
8 NBR 10067/1995

4.6.7.1.1 As peças simétricas podem ser representadas: 4.6.8 Partes adjacentes

a) pela metade, quando a linha de simetria dividir a


vista em duas partes iguais (ver Figura 19); A peça adjacente é desenhada por meio de linha es-
treita-traço-dois pontos, conforme a NBR 8403. A peça
b) pela quarta parte, quando as linhas de simetrias adjacente não deve encobrir a peça desenhada em linha
dividirem a vista em quatro partes iguais (ver Figu- larga, mas pode ser encoberta por ela. Estando em corte,
ra 20). as peças adjacentes não devem ser hachuradas (ver
Figura 22).
4.6.7.2 Outro processo consiste em traçar as linhas da
peça simétrica um pouco além da linha de simetria. Neste
caso, os traços curtos paralelos devem ser omitidos (ver
Figura 21).

Figura 19 Figura 20

Figura 21

Figura 22
Cópia não autorizada
NBR 10067/1995 9

4.6.9 Contorno desenvolvido 4.7 Cortes e seções

Quando houver necessidade de desenhar o contorno de- 4.7.1 Hachuras


senvolvido de uma peça, este deve ser traçado por meio
de linha estreita-traço-dois pontos, conforme a NBR 8403 4.7.1.1 Os cortes ou seções são evidenciados através de
(ver Figura 23). hachuras, conforme a NBR 12298.
4.6.10 Vistas de peças encurtadas
4.7.2 Generalidades
Na peça longa são representadas somente as partes da
peça que contém detalhes. Os limites das partes retidas 4.7.2.1 A disposição dos cortes ou seções segue a mesma
são traçados com linha estreita, conforme a NBR 8403 disposição das vistas (ver 4.2 e 4.3).
(ver Figuras 24 e 25).
4.7.2.2 Quando a localização de um plano de corte for
4.6.10.1 Nas peças cônicas e inclinadas, a representação clara, não há necessidade de indicação da sua posição e
deve ser conforme as Figuras 26 e 27. identificação (ver Figura 28).

Figura 23

Figura 24 Figura 25

Figura 26 Figura 27

Figura 28
Cópia não autorizada
10 NBR 10067/1995

4.7.2.2.1 Quando a localização não for clara, ou quando f) nervuras;


for necessário distinguir entre vários planos de corte, a
posição do plano de corte deve ser indicada por meio de g) pinos;
linha estreita-traço-ponto, larga nas extremidades e na
mudança de direção, conforme a NBR 8403. O plano de h) arruelas;
corte deve ser identificado por letra maiúscula e o sentido
de observação por meio de setas (ver Figuras 29 e 30). i) contrapinos;
4.7.2.2.2 A designação do corte correspondente é feita
nas proximidades do corte (ver Figuras 31 e 32). j) rebites;

4.7.2.2.3 Nos cortes, no sentido longitudinal, não são l) chavetas;


hachurados:
m)volantes;
a) dentes de engrenagem;

b) parafusos; n) manípulos.

c) porcas; 4.7.3 Corte total

d) eixos;
4.7.3.1 A peça é cortada em toda a sua extensão por um
e) raios de roda; plano de corte (ver Figura 31).

Figura 29 Figura 30

Figura 31
Cópia não autorizada
NBR 10067/1995 11

4.7.3.2 Numa peça com parte de revolução, contendo ele- 4.7.5 Corte parcial
mentos simetricamente distribuídos (furos ou nervuras
radiais) sem que passem por um plano de corte, faz-se Apenas uma parte da peça é cortada para focalizar um
uma rotação no elemento até coincidir com o respectivo detalhe, delimitando-se por uma linha contínua estreita à
plano de corte e rebate-se, sem fazer nenhuma menção mão livre ou por uma linha estreita em zigue-zague, con-
especial (ver Figura 32). forme a NBR 8403 (ver Figuras 35 e 36).

4.7.4 Meio-corte 4.7.6 Corte em desvio

A metade da representação da peça é mostrada em corte, A peça é cortada em toda a sua extensão por mais de um
permanecendo a outra metade em vista. Este tipo de corte plano de corte, dependendo da sua forma particular e
é peculiar às peças simétricas (ver Figuras 33 e 34). dos detalhes a serem mostrados (ver Figuras 30, 37 e
38).

Figura 32

Figura 33 Figura 34

Figura 35 Figura 36
Cópia não autorizada
12 NBR 10067/1995

4.7.7 Seções rebatidas dentro ou fora da vista 4.7.7.2.1 As seções podem ser sucessivas como nos
exemplos mostrados nas Figuras 42, 43 e 44.
4.7.7.1 O contorno da seção dentro da própria vista é tra-
4.7.8 Proporções e dimensões dos símbolos
çado com linha contínua estreita, conforme a NBR 8403
(ver Figura 39). Os símbolos são mostrados conforme as Figuras 45 (1º
diedro) e 46 (3º diedro) e a Tabela.
4.7.7.2 O contorno da seção deslocada é traçado com
linha contínua larga. A seção deslocada pode ser posi- Tabela - Dimensões
cionada:
Unid.: mm

a) próxima à vista e ligada a ela por meio de linha es- h 3,5 5 7 10 14 20


treita-traço-ponto, conforme a NBR 8403 (ver Fi-
gura 40); d(1) 0,35 0,5 0,7 1 1,4 2

H 7 10 14 20 28 40
b) numa posição diferente; neste caso, é identificada
de maneira convencional (ver Figura 41). (1)
d = largura da linha

Figura 37 Figura 38

Figura 39
Cópia não autorizada
NBR 10067/1995 13

Figura 40 Figura 41

Figura 42

Figura 43
Cópia não autorizada
14 NBR 10067/1995

Figura 44

Figura 45 Figura 46
ABR 1995 NBR 12298
!"#$"%"&'()*+,-",.$"(,-",/+$'",#+$
0"1+,-",2(/23$(%,"0,-"%"&2+,'4/&1/+

ABNT
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Origem: Projeto NBR 12298/1993


CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:005.04 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral
NBR 12298 - Technical drawings - Hatching - Procedure
Descriptor: Technical drawings
Esta Norma substitui a NBR 12298/1992
Válida a partir de 29.05.1995

© ABNT 1995 Palavra-chave: Desenho técnico 3 páginas


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5,678"'19+ D,B+&-1)E"%,"%#"/F>1/(%
Esta Norma fixa as condições exigíveis para representa-
ção de áreas de corte em desenho técnico. D?5 As hachuras devem ser traçadas em linha estreita,
Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

conforme a NBR 8403.


:,;+/30"&'+,/+0#<"0"&'($
Na aplicação desta Norma é necessário consultar: D?: As hachuras são formadas por linhas inclinadas a 45o
em relação às linhas principais do contorno ou eixos de
NBR 8403 - Aplicação de linhas em desenho técnico simetria (ver Figuras 2, 3 e 4).
- Procedimento
=,;">1&1)*+
Para os efeitos desta Norma é adotada a definição de
3.1.

=?5,@(/23$(%
Linhas ou figuras com o objetivo de representar tipos de
materiais em áreas de corte em desenho técnico.
A,B+&-1)*+,C"$(< G1C3$(,:

Na representação geral, de qualquer material, deve ser


usada a hachura mostrada na Figura 1.

G1C3$(,5 G1C3$(,=

Impresso por: PETROBRAS


2 NBR 12298/1995

G1C3$(,A
G1C3$(,J
D?= As hachuras, em uma mesma peça, são feitas sempre
numa mesma direção (ver Figura 5). D?H As hachuras em peça composta, quando representada
em desenho de conjunto, devem ser feitas numa mesma
direção, como numa peça simples (ver Figura 9).

G1C3$(,D

D?=?5 O detalhe desenhado separadamente de sua vista


deve ser hachurado na mesma direção.

D?A As hachuras, nos desenhos de conjunto, em peças


adjacentes, devem ser feitas em direções opostas ou es-
paçamentos diferentes (ver Figura 6).
G1C3$(,K

D?I As hachuras devem ser espaçadas em função da su-


Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

perfície a ser hachurada.

D?I?5 O espaçamento mínimo para as hachuras é de


0,7 mm, conforme a NBR 8403.

D?J As hachuras, em área de corte muito grande, podem


ser limitadas à vizinhança do contorno, deixando a parte
central em branco (ver Figura 10).

G1C3$(,H
D?D,As hachuras, em uma mesma peça composta (solda-
da, rebitada, remanchada ou colada), são feitas em dire-
ções diferentes (ver Figuras 7 e 8).

G1C3$(,5L

D?K As hachuras têm sempre a mesma direção, mesmo


quando o corte de uma peça é executada por vários pla-
G1C3$(,I nos de corte paralelos (ver Figura 11).

Impresso por: PETROBRAS


NBR 12298/1995 3

D?55 As hachuras podem ser omitidas em seções de peças


de espessuras finas. Neste caso, a seção deve ser ene-
grecida?

D?55?5,No desenho do conjunto, peças adjacentes devem


ter um espaçamento em branco de no mínimo 0,7 mm
(ver Figura 14).

G1C3$(,55

D?K?5 Quando houver necessidade de representar dois


elementos alinhados, manter a mesma direção das
G1C3$(,5A
hachuras, porém com linhas desencontradas (ver Figu-
ra 12). D?5: As hachuras podem ser utilizadas, em alguns casos,
para indicar o tipo do material.

D?5:?5As hachuras específicas, conforme o material, são


mostradas na Tabela.

D?5:?5?5Outras hachuras podem ser utilizadas, desde que


identificadas.
M(7"<(,N,@(/23$(%,"%#"/F>1/(%

Hachura Material
Exemplar para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

Elastômeros, vidros ce-


râmica e rochas

Concreto
G1C3$(,5:
D?5L As hachuras devem ser interrompidas quando da
necessidade de se inscrever na área hachurada (ver
Figura 13).
Líquido

Madeira

Terra
G1C3$(,5=

Impresso por: PETROBRAS


Cópia não autorizada

NOV 1987 NBR 10126


Cotagem em desenho técnico

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NORMATÉCNICA

Procedimento
Origem: Projeto 04:005.04-005/1986
CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:005.02 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral
NBR 10126 - Technical drawing - Dimensioning
Descriptors: Dimensioning. Drawing
Copyright © 1987, Esta Norma foi baseada na ISO/DIS 129
ABNT–Associação Brasileira Incorpora ERRATA nº 1, de JUL 1990 e ERRATA nº 2, de JUL 1998
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Cotagem. Desenho 13 páginas
Todos os direitos reservados

SUMÁRIO 3 Definições
1 Objetivo
2 Documentos complementares Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições
3 Definições 3.1 e 3.2.
4 Método de execução
5 Disposição e apresentação da cotagem 3.1 Cotagem
6 Indicações especiais
Representação gráfica no desenho da característica do
elemento, através de linhas, símbolos, notas e valor numé-
1 Objetivo
rico numa unidade de medida.

Esta Norma fixa os princípios gerais de cotagem a serem 3.1.1 Funcional


aplicados em todos os desenhos técnicos.
Essencial para a função do objeto ou local (ver Figura 1).
Notas: a) Quando necessário, devem ser consultadas outras
normas técnicas de áreas específicas. 3.1.2 Não funcional

b) As figuras do texto são apresentadas na forma mais Não essencial para funcionamento do objeto (ver NF na
simples; servem apenas como exemplos. Figura 1).

2 Documentos complementares 3.1.3 Auxiliar

Na aplicação desta Norma é necessário consultar: Dada somente para informação. A cotagem auxiliar não
influi nas operações de produção ou de inspeção; é deri-
vada de outros valores apresentados no desenho ou em
NBR 8402 - Execução de caracteres para escrita em
documentos e nela não se aplica tolerância (ver AUX na
desenhos técnicos - Procedimento
Figura 1).

NBR 8403 - Aplicação de linhas em desenhos - Tipos 3.1.4 Elemento


de linhas - Larguras das linhas - Procedimento
Uma das partes características de um objeto, tal como
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em uma superfície plana, uma superfície cilíndrica, um res-
desenho técnico - Vistas e cortes - Procedimento salto, um filete de rosca, uma ranhura, um contorno etc.
Cópia não autorizada
2 NBR 10126/1987

Figura 1

3.1.5 Produto acabado 3.2.4 Cotar somente o necessário para descrever o objeto
ou produto acabado. Nenhum elemento do objeto ou
Objeto completamente pronto para montagem ou serviço, produto acabado deve ser definido por mais de uma cota.
sendo uma configuração executada conforme desenho. Exceções podem ser feitas:
Um produto acabado pode também ser uma etapa pronta
para posterior processamento (por exemplo: um produto a) onde for necessário a cotagem de um estágio in-
fundido ou forjado). termediário da produção (por exemplo: o tamanho
do elemento antes da cementação e acabamento);
3.2 Aplicação

A aplicação das cotas deve ser conforme especificado b) onde a adição de uma cota auxiliar for vantajosa.
de 3.2.1 a 3.2.7.
3.2.5 Não especificar os processos de fabricação ou os
3.2.1 Toda cotagem necessária para descrever uma peça métodos de inspeção, exceto quando forem indispensá-
ou componente, clara e completamente, deve ser repre- veis para assegurar o bom funcionamento ou intercambia-
sentada diretamente no desenho. bilidade.
3.2.2 A cotagem deve ser localizada na vista ou corte que
3.2.6 A cotagem funcional deve ser escrita diretamente
represente mais claramente o elemento.
no desenho (ver Figura 2)
3.2.3 Desenhos de detalhes devem usar a mesma unidade
(por exemplo, milímetro) para todas as cotas sem o empre- Ocasionalmente a cotagem funcional escrita indireta-
go do símbolo. Se for necessário, para evitar mau enten- mente é justificada ou necessária. A Figura 3 mostra o
dimento, o símbolo da unidade predominante para um efeito da cotagem funcional escrita indiretamente, acei-
determinado desenho deve ser incluído na legenda. Onde tável, mantendo os requisitos dimensionais estabelecidos
outras unidades devem ser empregadas como parte na na Figura 2.
especificação do desenho (por exemplo, N.m. para torque
ou kPA para pressão), o símbolo da unidade apropriada 3.2.7 A cotagem não funcional deve ser localizada de for-
deve ser indicado com o valor. ma mais conveniente para a produção e inspeção.

Figura 2

Figura 3
Cópia não autorizada
NBR 10126/1987 3

4 Método de execução espaço deve ser deixado entre a linha de contorno e linha
auxiliar.
4.1 Elementos de cotagem
4.2.2 Linhas auxiliares devem ser perpendiculares ao
Incluem a linha auxiliar, linha de cota (NBR 8403) limite elemento dimensionado, entretanto se necessário, pode
da linha de cota e a cota. Os vários elementos da cotagem ser desenhado obliquamente a este, (aproximadamente
são mostrados nas Figuras 4 e 5. 60°), porém paralelas entre si (ver Figura 6).
4.2 Linhas auxiliares e cotas
4.2.3 A construção da intersecção de linhas auxiliares
São desenhadas como linhas estreitas contínuas, confor- deve ser feita com o prolongamento desta além do ponto
me NBR 8403, mostrado nas Figuras 4 e 5. de intersecção (ver Figura 7).

4.2.1 Linha auxiliar deve ser prolongada ligeiramente além 4.2.4 Linhas auxiliares e cota, sempre que possível, não
da respectiva linha de cota (ver Figuras 4 e 5). Um pequeno devem cruzar com outras linhas (ver Figura 8).

Figura 4-a)

Figura 4-b)

Figura 4

Figura 5

Figura 6
Cópia não autorizada
4 NBR 10126/1987

Figura 7

Figura 8

4.2.5 A linha de cota não deve ser interrompida, mesmo 4.3.1 As indicações são especificadas como segue:
que o elemento o seja (ver Figura 9).
a) a seta é desenhada com linhas curtas formando
ângulos de 15°. A seta pode ser aberta, ou fechada
preenchida (ver Figura 11);

b) o traço oblíquo é desenhado com uma linha curta


e inclinado a 45° (ver Figura 12);

Figura 9

4.2.6 O cruzamento das linhas de cota e auxiliares devem


Figura 11
ser evitados, porém, se isso ocorrer, as linhas não devem
ser interrompidas no ponto de cruzamento.

4.2.7 A linha de centro e a linha de contorno, não devem


ser usadas como linha de cota, porém, podem ser usadas
como linha auxiliar (ver Figura 10). A linha de centro,
quando usada como linha auxiliar, deve continuar como
linha de centro até a linha de contorno do objeto. Figura 12

4.3.2 A indicação dos limites da linha de cota deve ter o


mesmo tamanho num mesmo desenho.

4.3.3 Somente uma forma da indicação dos limites da li-


nha de cota deve ser usada num mesmo desenho. Entre-
tanto, quando o espaço for mito pequeno, outra forma de
indicação de limites pode ser utilizada (ver Figura 24).

4.3.4 Quando houver espaço disponível, as setas de limita-


ção da linha de cota devem ser apresentadas entre os li-
mites da linha de cota (ver Figura 13). Quando o espaço
for limitado as setas de limitação da linha de cota, podem
ser apresentadas externamente no prolongamento da li-
nha de cota, desenhado com esta finalidade (ver Figu-
Figura 10
ra 14).

4.3 Limite da linha de cota 4.3.5 Somente uma seta de limitação da linha de cota é
utilizada na cotagem de raio (ver Figura 15). Pode ser
A indicação dos limites da linha de cota é feita por meio dentro ou fora do contorno, (ou linha auxiliar) dependendo
de setas ou traços oblíquos. do elemento apresentado.
Cópia não autorizada
NBR 10126/1987 5

Figura 13 Figura 14

Figura 15

4.4 Apresentação da cotagem

4.4.1 As cotas devem ser apresentadas em desenho em


caracteres com tamanho suficiente para garantir completa
legibilidade, tanto no original como nas reproduções efe-
tuadas no microfilmes (conforme NBR 8402). As cotas
devem ser localizadas de tal modo que elas não sejam
cortadas ou separadas por qualquer outra linha.

4.4.2 Existem dois métodos de cotagem mas somente um


deles deve ser utilizado num mesmo desenho:

a) método 1:

- as cotas devem ser localizadas acima e parale- Figura 17


lamente às suas linhas de cotas e preferivelmente
no centro (ver Figura 16). Na cotagem angular podem ser seguidas uma
das formas apresentadas nas Figuras 18 e 19.

Figura 16

Exceção pode ser feita onde a cotagem sobre-


posta é utilizada (ver Figura 34). As cotas devem
ser escritas de modo que possam ser lidas da
base e/ou lado direito do desenho. Cotas em li-
nhas de cotas inclinadas devem ser seguidas
como mostra a Figura 17. Figura 18
Cópia não autorizada
6 NBR 10126/1987

Figura 19

b) Método 2: 4.4.3 A localização das cotas freqüentemente necessita


ser adaptada às várias situações. Portanto, por exemplo,
- as cotas devem ser lidas da base da folha de pa- as cotas podem estar:
pel. As linhas de cotas devem ser interrompidas,
preferivelmente no meio, para inscrição da cota a) no centro submetido da linha de cota, quando a
(ver Figuras 20 e 21). peça é desenhada em meia peça (ver Figura 23).

Figura 23
b) sobre o prolongamento da linha de cota, quando
o espaço for limitado (ver Figura 24);
Figura 20

Figura 21

Na cotagem angular podem ser seguidas uma


das formas apresentadas nas Figuras 19 e 22. Figura 24
c) sobre o prolongamento horizontal da linha de cota,
quando o espaço não permitir a localização com a
interrupção da linha de cota não horizontal (ver
Figura 25).

Figura 22 Figura 25
Cópia não autorizada
NBR 10126/1987 7

4.4.4 Cotas fora de escala (exceto onde a linha de inter- 4.4.5 Os símbolos seguintes são usados com cotas para
rupção for utilizada) deve ser sublinhada com linha reta mostrar a identificação das formas e melhorar a interpreta-
com a mesma largura da linha do algarismo (ver Figu- ção de desenho. Os símbolos de diâmetro e de quadrado
ra 26). podem ser omitidos quando a forma for claramente indi-
cada. Os símbolos devem preceder à cota (ver Figu-
ras 27 a 31).

φ : Diâmetro φ ESF: Diâmetro esférico

R: Raio R ESF: Raio esférico

Figura 26 ¨ Quadrado

Figura 27 Figura 28 Figura 29

Figura 30 Figura 31
5 Disposição e apresentação da cotagem 5.3 Cotagem por elemento de referência

5.1 Disposição 5.3.1 Este método de cotagem é usado onde o número de


cotas da mesma direção se relacionar a um elemento de
A disposição da cota no desenho deve indicar claramente referência.
a finalidade do uso. Geralmente é resultado da combina-
ção de várias finalidades. Cotagem por elemento de referência pode ser executada
como cotagem em paralelo ou cotagem aditiva.
5.2 Cotagem em cadeia
5.3.1.1 Cotagem em paralelo é a localização de várias co-
Deve ser utilizada somente quando o possível acúmulo tas simples paralelas uma às outras e espaçadas suficien-
de tolerâncias não comprometer a necessidade funcional temente para escrever a cota (ver Figuras 33 e 34).
das partes. (Figura 32).
5.3.1.2 Cotagem aditiva é uma simplificação da cotagem
em paralelo e pode ser utilizada onde há limitação de es-
paço e não haja problema de interpretação.

A origem é localizada num elemento de referência e as


cotas são localizadas na extremidade da linha auxiliar
(ver Figura 34).

5.3.2 Cotagem aditiva em duas direções pode ser utilizada


quando for vantajoso.

Figura 32 Neste caso, a origem deve ser como mostra a Figura 35.
Cópia não autorizada
8 NBR 10126/1987

Figura 33

Figura 34

Figura 35
Cópia não autorizada
NBR 10126/1987 9

5.3.3 Quando os elementos estiverem próximos, quebra- 6.1.2 Quando o centro do arco cair fora dos limites do es-
mos as linhas auxiliares para permitir a inscrição da cota paço disponível, a linha de cota do raio deve ser quebrada
no lugar apropriado, como mostra a Figura 36. ou interrompida, conforme a necessidade de localizar ou
não o centro do arco (ver Figura 15).
5.4 Cotagem por coordenadas
6.1.3 Quando o tamanho do raio for definido por outras
5.4.1 Pode ser mais prático reduzir-se a Tabela, como cotas, ele deve ser indicado pela linha de cota do raio
mostra a Figura 37 do que a Figura 35. com o símbolo R sem cota (ver Figura 44).

5.4.2 Coordenadas para pontos de intersecção em malhas 6.2 Elementos equidistantes


nos desenhos de localização são indicadas como mostra
a Figura 38. 6.2.1 Onde os elementos equidistantes ou elementos uni-
formemente distribuídos são parte da especificação do
5.4.3 Coordenadas para pontos arbitrários sem a malha, desenho a cotagem pode ser simplificada.
devem aparecer adjacentes a cada ponto (ver Figura 39)
ou na forma de tabela (ver Figura 40). 6.2.2 Espaçamento linear pode ser cotado como mostra a
Figura 45. Se houver alguma possibilidade de confusão,
5.5 Cotagem combinada entre o comprimento do espaço e o número de espaça-
mentos, um espaço deve ser cotado como mostra a Figu-
Cotagem simples, cotagem aditiva e cotarem por elemen- ra 46.
to comum podem ser combinadas no desenho (ver Figu-
ras 41 e 42). 6.2.3 Espaçamentos angulares de furos e outros elemen-
tos podem ser cotados como mostra a Figura 47. Espaça-
6 Indicações especiais mentos dos ângulos podem ser omitidos se não causarem
dúvidas ou confusão (ver Figura 48).
6.1 Cordas, arcos, ângulos e raios
6.2.4 Espaçamentos circulares podem ser cotados indire-
6.1.1 As cotas de cordas, arcos e ângulos, devem ser co- tamente, dando o número de elementos, como mostra a
mo mostra a Figura 43. Figura 49.

Figura 36

X Y φ
1 20 160 15,5
2 20 20 13,5
3 60 120 11
4 60 60 13,5
5 100 90 26
6
7
8
9
10

Figura 37
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10 NBR 10126/1987

Figura 38

X Y
1 10 20
2 80 40
3 70 80
4 20 60

Figura 39 Figura 40

Figura 41 Figura 42

Figura 43

Figura 44
Cópia não autorizada
NBR 10126/1987 11

Figura 45

Figura 46

Figura 47 Figura 48

Figura 49
Cópia não autorizada
12 NBR 10126/1987

6.3 Elementos repetidos NBR 10067), a linha de cota deve cruzar e se estender
ligeiramente além do eixo de simetria.
Se for possível definir a quantidade de elementos de mes-
mo tamanho e assim, evitar de repetir a mesma cota, eles 6.5.3 Normalmente não se cota em conjunto, porém, quan-
podem ser cotados como mostram as Figuras 50 e 51. do for cotado, o grupo de cotas específico para cada objeto
deve permanecer, tanto quanto possível, separados (ver
Figura 58).
6.4 Chanfros e escareados
6.5.4 Algumas vezes, é necessário cotar uma área ou
6.4.1 Chanfros devem ser cotados como mostra a Figu- comprimento limitado de uma superfície, para indicar uma
ra 52. Nos chanfros de 45° a cotagem pode ser simplifica- situação especial.
da, como mostram as Figuras 53 e 54.
Neste caso, a área ou o comprimento e sua localização,
6.4.2 Escareados são cotados conforme mostra a Figu- são indicados por meio de linha, traço e ponto larga, dese-
ra 55. nhada adjacente e paralela à face correspondente.

Quando esta exigência especial se referir a um elemento


6.5 Outras indicações
de revolução, a indicação deve ser mostrada somente
num lado (ver Figura 59).
6.5.1 Para evitar a repetição da mesma cota ou evitar cha-
madas longas, podem ser utilizadas letras de referências, Quando a localização e a extensão da exigência especial
em conjunto com uma legenda ou nota (ver Figura 56). necessitar de identificação, deve-se cotar aproximada-
mente, porém, quando o desenho mostrar claramente a
6.5.2 Em objetos simétricos representados em meio corte sua extensão, a cotagem não é necessária (ver Figu-
(ver Figura 57-a)) ou meia vista (ver Figura 57-b)) (ver ra 60).

Figura 50 Figura 51

Figura 52 Figura 53

Figura 54 Figura 55
Cópia não autorizada
NBR 10126/1987 13

Figura 56

Figura 57-a) Figura 57-b)

Figura 57

Figura 58

Figura 59 Figura 60
Cópia não autorizada

MAIO 1997 NBR 6409


Tolerâncias geométricas - Tolerâncias
de forma, orientação, posição e
ABNT-Associação
Brasileira de
batimento - Generalidades, símbolos,
Normas Técnicas definições e indicações em desenho
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CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:005.06 - Comissão de Estudo de Tolerâncias e Ajustes
NBR 6409 - Geometrical tolerancing - Tolerances of form, orientation, location
and run-out - Generalities, symbols, definitions and indications on drawings
Descriptors: Technical drawing. Form tolerance. Location tolerance
Esta Norma foi baseada na ISO 1101:1983
Válida a partir de 30.06.1997
Copyright © 1997,
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Palavras-chave: Desenho técnico. Tolerância de forma. 19 páginas
Printed in Brazil/ Tolerância de posição. Tolerância de
Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados batimento

Prefácio 3 Definições
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o
Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes de-
cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasi- finições.
leiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), 3.1 elemento de referência: Elemento real a partir do
formadas por representantes dos setores envolvidos, qual as tolerâncias de orientação, posição ou batimento
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros são desenvolvidas.
(universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito 3.2 elemento tolerado: Elemento real ao qual estão
dos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os associadas tolerâncias de orientação, posição ou ba-
associados da ABNT e demais interessados. timento.

1 Objetivo 4 Requisitos gerais


Esta Norma estabelece os princípios gerais para indicação
das tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento, 4.1 As tolerâncias de forma e posição devem ser indicadas
e, ainda, as definições geométricas apropriadas. quando necessárias, ou seja, para assegurar requisitos
funcionais, intercambiabilidade e processos de manufa-
2 Referência normativa tura.
A norma relacionada a seguir contém disposições que,
ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para 4.2 O fato de se indicar uma tolerância de forma ou po-
esta Norma. A edição indicada estava em vigor no mo- sição não implica necessariamente o emprego de um
mento desta publicação. Como toda norma está sujeita a processo particular de fabricação ou medição.
revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos
com base nesta que verifiquem a conveniência de se 4.3 A tolerância geométrica para um elemento (ponto,
usar a edição mais recente da norma citada a seguir. linha, superfície ou plano de simetria) define o campo
A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dentro do qual a posição do elemento deve estar contido.
dado momento.

NBR 6158:1995 - Sistemas de tolerâncias e ajustes - 4.4 O elemento de referência pode ser uma superfície,
Procedimento uma linha ou um ponto.
Cópia não autorizada
2 NBR 6409:1997

4.5 Dependendo das características a serem toleradas e 4.7 Salvo indicação contrária, a tolerância se aplica a
da maneira que a tolerância é indicada, o campo de to- todo comprimento ou a toda superfície do elemento
lerância é caracterizado por: considerada (ver 5.6.3 a 5.6.5).

- área dentro de um círculo; 4.8 A posição teórica de um elemento deve ser indicada
como cota básica (ver 5.7.1).
- área entre dois círculos concêntricos;

- área entre duas linhas envolventes ou entre duas 4.9 Para as tolerâncias geométricas, os elementos de re-
linhas retas paralelas; ferência são supostos terem forma geométrica perfeita.
Na realidade, os elementos de referência não são perfei-
- espaço dentro de um cilindro ou entre dois cilindros tos, mas devem ser entendidos como suficientemente pre-
coaxiais; cisos para essa tolerância de forma para o elemento de
referência. Em alguns casos, pode ser necessário espe-
- espaço entre dois planos envolventes ou entre dois cificar a localização de certos pontos que constituem ele-
planos paralelos; mentos de referência auxiliar para fabricação, bem como
para inspeção.
- espaço dentro de um paralelepípedo.
4.10 A tolerância de planeza e retitude é definida por
4.6 As dimensões medidas em qualquer seção trans- dois planos ou retas paralelas que envolvam o perfil real
versal de um elemento não podem ultrapassar a envol- e tenham distância mínima.
vente de forma perfeita, definida por:
4.11 A orientação da superfície ideal será A1B1, de forma
- dimensão real de um furo, no limite mínimo, ou
que h1 seja o menor possível. O valor h1 deverá ser igual
ou inferior à tolerância especificada (ver figura 1).
- dimensão real de um eixo, no limite máximo.

Exceção feita às matérias-primas que obedecem a tole- 4.12 Para definição de circularidade e cilindricidade
râncias específicas. devem ser escolhidos dois círculos concêntricos ou ci-
líndricos coaxiais, de maneira que a distância radial en-
Para retitude, planeza, circularidade, cilindricidade e para- tre eles seja mínima.
lelismo, o valor da tolerância especificada para envolvente
de forma perfeita deve ser gradativamente reduzido a Para exemplo de localização de dois círculos concêntricos
zero, devido ao efeito da dimensão ou posição real do ou eixos de dois cilindros coaxiais e suas distâncias
elemento (ver NBR 6158). radiais mínimo, ver figura 2.

Figura 1

Centro C2 de A2 define dois círculos com distância radial mínima.


Distância radial correspondente: ∆r1 e ∆r2
∆r2 < ∆r1
Desta maneira a distância radial r2 deve ser menor ou igual que a tolerância especificada.
Figura 2
Cópia não autorizada
NBR 6409:1997 3

4.13 Roscas - as tolerâncias geométricas e os elementos 5 Tolerâncias geométricas


de referência de rosca se aplicam ao diâmetro de flanco.
5.1 Símbolos para característica tolerada
4.14 Modificador - quando não estiver indicado o M , a to-
lerância de forma e posição se aplica independentemente Nas tabelas 1 e 2, são apresentados os símbolos com seus
da dimensão real do elemento. significados correspondentes.

Tabela 1 - Símbolos para característica tolerada

Característica tolerada Símbolo Item

Para elementos isolados Retitude 5.9.1

Planeza 5.9.2

Forma Circularidade 5.9.3

Cilindricidade 5.9.4

Para elementos Perfil de linha qualquer 5.9.5


isolados ou associados
Perfil de superfície qualquer 5.9.6

Paralelismo 5.9.7

Para elementos associados Orientação Perpendicularidade 5.9.8

Inclinação 5.9.9

Posição 5.9.10

Posição Concentricidade 5.9.11

Coaxilidade 5.9.12

Simetria 5.9.13

Batimento Circular 5.9.14.1

Total 5.9.14.2
Cópia não autorizada
4 NBR 6409:1997

Tabela 2 - Símbolos para indicação de referência e modificadores

Indicação em desenho Símbolo Item

Direto 5.3.2
Elemento tolerado
Indireto 5.4.1

Direto 5.5.5
Elemento de referência
Indireto 5.5.3

Dimensão teoricamente correta (cota básica) 5.7.1

Tolerância projetada 5.7.2

Condição de máximo material 5.7.3

5.2 Indicações no quadro de tolerância 5.2.3 Indicação qualificando a forma do elemento deve
estar escrita próxima ao quadro de tolerâncias e pode
5.2.1 Nos desenhos, as tolerâncias de forma e posição estar ligada a este por uma linha (ver figuras 8 e 9).
devem ser inscritas em um quadro retangular, dividido
em duas ou mais partes. Nessas divisões são inscritos
da esquerda para direita e na seguinte ordem:

- o símbolo da característica; Figura 8 Figura 9

- o valor da tolerância na unidade usada para di- 5.2.4 Se for necessário indicar mais do que uma tolerância
mensões lineares. Este valor é precedido pelo sím- para o elemento, as especificações das tolerâncias são
bolo ∅, se a zona de tolerância for circular ou dadas em quadros colocados um sobre o outro (ver figu-
cilíndrica; ra 10).

- quando for o caso, letra ou letras para identificar o


elemento ou os elementos de referência (ver figu-
ras 3, 4 e 5).
Figura 10

5.3 Indicação do elemento tolerado

Figura 3 Figura 4 O quadro de tolerância deve ser ligado ao elemento to-


lerado por uma linha de chamada, terminada por uma
flecha, que toca:

- o contorno de um elemento ou o prolongamento do


contorno (mas não uma linha de cota), se a tolerância
Figura 5 se aplicar à linha ou à própria superfície (ver figu-
ras 11 e 12);
5.2.2 Se a tolerância se aplicar a vários elementos, isto
deve ser escrito com sinal de multiplicação ou na forma
de uma nota sobre o quadro de tolerâncias (ver figuras 6
e 7).

Figura 11

Figura 6 Figura 7
Figura 12
Cópia não autorizada
NBR 6409:1997 5

- a linha de extensão, em prolongamento à linha de


cota, quando a tolerância for aplicada ao eixo ou ao
plano médio do elemento cotado (ver figuras 13, 14
e 15);

Figura 13 Figura 14

Figura 20

5.4.2 De modo geral a tolerância se aplica na direção


Figura 15 perpendicular à geometria da peça (ver figuras 21 e 22).

- o eixo, quando a tolerância for aplicada ao eixo ou


ao plano médio de todos os elementos comuns a
este eixo ou este plano médio (ver figuras 16, 17 e
18).

Figura 16 Figura 17 Figura 21

Figura 18

5.4 Indicação do campo de tolerância

5.4.1 A tolerância se aplica na direção da flecha da linha Figura 22


de chamada que liga o quadro de tolerância do elemento
a ser tolerado, a menos que o valor da tolerância esteja 5.4.3 Quando a direção da aplicação da tolerância não for
precedido pelo símbolo ∅ (ver figuras 19 e 20). perpendicular à geometria da peça, ela deve ser indicada
no desenho (ver figuras 23 e 24).

Figura 19 Figura 23
Cópia não autorizada
6 NBR 6409:1997

Figura 28

5.5 Indicação no elemento de referência


Figura 24

5.4.4 Campos de tolerâncias individuais de mesmo valor, 5.5.1 O elemento ou os elementos de referência são iden-
aplicados a vários elementos distintos, podem ser espe- tificados por uma letra maiúscula enquadrada, conectada
cificados como mostrado nas figuras 25 e 26. a um triângulo cheio ou vazio. Esta mesma letra deve ser
repetida no quadro de tolerância (ver figuras 29 e 30).

Figura 29 Figura 30

5.5.2 A base do triângulo está localizada no contorno do


Figura 25 elemento ou no prolongamento do contorno (mas não
sobre uma linha de cota), se o elemento de referência for
a linha ou a superfície representada (ver figura 31).

Figura 26

5.4.5 Quando um campo de tolerância comum é aplicado


a diferentes elementos distribuídos, esta exigência é Figura 31
indicada pela palavra “comum”, sobre o quadro de
tolerância (ver figuras 27 e 28).
5.5.3 A base do triângulo está localizada em uma extensão
da linha de cota, quando o elemento de referência for um
eixo ou um plano médio da parte cotada (ver figuras 32,
33 e 34).

Figura 27 Figura 32
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NBR 6409:1997 7

5.5.4 A base do triângulo está localizada sobre o eixo ou


plano médio, quando o elemento de referência for:

a) o eixo ou plano médio de um elemento único, por


exemplo um cilindro;

b) o eixo comum ou plano formado por dois elemen-


tos (ver figura 35).

Figura 33

Figura 35
Figura 34
5.5.5 Se o quadro de tolerância puder ser ligado direta-
NOTA - Se não houver espaço suficiente para o triângulo e as mente ao elemento de referência por uma linha de cha-
setas, uma das setas pode ser substituída pelo triângulo (ver mada, a letra de referência pode ser omitida (ver figu-
figuras 33 e 34). ras 36 e 37).

Figura 36

Figura 37
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8 NBR 6409:1997

5.5.6 Um único elemento isolado de referência é identifi- 5.6.3 Se a tolerância for aplicável a uma parte limitada de
cado por uma letra maiúscula (ver figura 38). um comprimento ou superfície (tolerância parcial), isto
deve ser indicado conforme a figura 44.

Figura 38

5.5.7 Um elemento de referência comum, formado por dois


elementos, é identificado por duas letras separadas por
um hífen (ver figura 39).

Figura 39

5.5.8 Se dois ou mais elementos de referência forem im- Figura 44


portantes, as letras são colocadas em diferentes com-
partimentos, onde a seqüência da esquerda para a direita 5.6.4 Se o elemento de referência for aplicado a uma parte
indica a ordem de prioridade (ver figura 40). restrita do elemento, isto deve ser representado conforme
a figura 45.

Figura 40

5.5.9 Se a ordem de prioridade de dois ou mais elementos


de referência for importante, as letras são indicadas no
mesmo compartimento (ver figura 41).

Figura 41
Figura 45
5.6 Indicações de restrições
5.6.5 Restrições quanto à forma dentro da zona de tole-
5.6.1 Se a tolerância for aplicada para um comprimento rância devem ser indicadas conforme a figura 46.
restrito ao longo do elemento, este comprimento deve ser
especificado após o valor da tolerância e separado por
um traço.

No caso de superfície, a mesma indicação é utilizada.


Isto significa que a tolerância se aplica a todas as linhas
com comprimento restrito, em qualquer posição e em qual-
quer direção (ver figura 42).

Figura 42

5.6.2 Se uma tolerância menor, de mesma característica,


for adicionada à tolerância do elemento como um todo,
mas restritiva a um comprimento limitado, ela deve ser
indicada em um compartimento abaixo da tolerância prin-
cipal (ver figura 43).

Figura 46

Figura 43
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5.7 Modificadores 5.7.3 Condição de máximo material

5.7.1 Cota básica A indicação da condição de máximo material é dada pelo


símbolo M , colocado após:
Se uma tolerância de posição, forma ou inclinação for es-
pecificada para um elemento, as cotas básicas que de- - o valor da tolerância (ver figura 50);
finem a posição, a forma ou a inclinação não devem ser
toleradas. As cotas básicas são emolduradas (por exem-
plo 30 ). As cotas ou dimensões reais da peça estão sujei-
tas às tolerâncias de posição, forma ou inclinação especi-
ficadas no quadro de tolerâncias (ver figuras 47 e 48). Figura 50

- o valor da referência (ver figura 51);

Figura 51

- o valor da tolerância e o valor da referência (ver


figura 52).

Figura 52
Figura 47
5.8 Interpretação da tolerância

5.8.1 Quando necessário, por razões funcionais, uma ou


mais características devem ser toleradas para definir a
precisão geométrica do elemento. Quando a precisão
geométrica de um elemento for definida por certos tipos
de tolerância, outros erros deste elemento, em alguns
casos, são limitados por esta tolerância (por exemplo,
erro de retitude é limitado pela tolerância de paralelismo).
Assim, raramente é necessário indicar todas estas ca-
racterísticas, uma vez que os outros erros estão incluídos
no campo de tolerância definido pelo símbolo especi-
ficado.
Figura 48
NOTA - Alguns tipos de tolerância não controlam outros erros
(por exemplo, tolerância de retitude não limita erros de
5.7.2 Campo de tolerância projetado
paralelismo).

A tolerância de orientação e localização não deve ser


5.8.2 Alguns campos de tolerância (por exemplo, retitude
aplicada ao próprio elemento, mas ao seu prolonga-
de uma linha ou de um eixo em uma direção apenas)
mento. Tal campo, denominado campo de tolerância pro-
podem ser representados graficamente de duas maneiras
jetado, deve ser indicado pelo símbolo P (ver figura 49).
diferentes:

- por dois planos paralelos afastados de uma dis-


tância “t” (ver figura 53);

Figura 49 Figura 53
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- por duas linhas retas paralelas afastadas de uma 5.9.1.2 O campo de tolerância é limitado por um paralele-
distância “t” (ver figura 54). pípedo de seção transversal “t1 x t2”, se a tolerância for es-
pecificada em dois planos perpendiculares entre si (ver
figura 58). Ver exemplo de aplicação na figura 59.

Figura 54
Figura 58 Figura 59
NOTA - Não há diferença de significado nas duas representações
(a tolerância é válida para a direção indicada pela seta). A A linha de centro da peça deve estar contida dentro de
representação simplificada (figura 54) é a normalmente adotada um paralelepípedo de seção transversal 0,1 mm na verti-
nesta Norma. cal e 0,2 mm na horizontal (ver figura 59).

5.9 Descrição das tolerâncias 5.9.1.3 O campo de tolerância é limitado por um cilindro
com diâmetro “t”, se o valor da tolerância for precedido
pelo símbolo ∅ (ver figura 60). Ver exemplo de aplicação
5.9.1 Retitude de uma linha
na figura 61.

5.9.1.1 O campo de tolerância é limitado por duas linhas


paralelas afastadas de uma distância “t”, se a tolerância
for especificada somente em um plano (ver figura 55).
Ver exemplos de aplicação nas figuras 56 e 57.

Figura 60

Figura 55

Figura 61

A linha de centro do cilindro tolerado deve estar contida


dentro de um cilindro com diâmetro 0,08 mm (ver fi-
gura 61).

Figura 56 5.9.2 Tolerância de planeza

O campo de tolerância é limitado por dois planos paralelos


afastados de uma distância “t” (ver figura 62). Ver exemplo
na figura 63.

Figura 57

A superfície deve, em cada seção, estar contida entre


duas linhas retas paralelas, afastadas em 0,1 mm (ver fi-
gura 56). Em cada comprimento, livremente escolhido,
de 200 mm, cada geratriz deve estar contida dentro de
duas linhas retas paralelas, afastadas em 0,1 mm (ver
figura 57). Figura 62
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5.9.5 Tolerância de forma de uma linha qualquer

O campo de tolerância é limitado por duas linhas geradas


por círculo de diâmetro “t”, cujo centro situa-se sobre a
linha geométrica teórica (ver figura 69). Ver exemplo de
aplicação na figura 70.

Figura 63

A superfície deve estar contida entre dois planos afastados


em 0,08 mm (ver figura 63).
Figura 69 Figura 70
5.9.3 Tolerância de circularidade
Em cada seção paralela ao plano de projeção, o perfil
O campo de tolerância é limitado na seção de medição considerado deve estar contido entre duas linhas geradas
por dois círculos concêntricos, afastados de uma distância por círculos com 0,04 mm de diâmetro, cujos centros se
“t” (ver figura 64). Ver exemplos de aplicação nas figuras situam sobre uma linha geométrica teórica (ver figura 70).
65 e 66.
5.9.6 Tolerância de forma de uma superfície qualquer

O campo de tolerância é limitado por duas superfícies


geradas por esfera de diâmetro “t”, cujos centros situam-
se sobre a superfície geométrica teórica (ver figura 71).
Ver exemplo de aplicação na figura 72.

Figura 64 Figura 65

Figura 71 Figura 72

A superfície deve estar compreendida entre duas su-


perfícies geradas por esferas com 0,02 mm de diâmetro,
cujos centros situam-se sobre a superfície geométrica
Figura 66 teórica (ver figura 72).

A circunferência deve estar contida entre dois círculos 5.9.7 Tolerância de paralelismo
concêntricos no mesmo plano, afastados em 0,03 mm
(ver figura 65). 5.9.7.1 Tolerância de paralelismo de uma linha em relação a
uma linha de referência
A circunferência deve, em cada seção, estar contida den-
tro de dois círculos concêntricos, afastados em 0,1 mm
5.9.7.1.1 O campo de tolerância é limitado por duas linhas
(ver figura 66).
retas paralelas, afastadas de uma distância “t” e paralelas
à linha de referência, se a tolerância for especificada em
5.9.4 Tolerância de cilindricidade
um só plano (ver figura 73). Ver exemplo de aplicação
O campo de tolerância é limitado por dois cilindros nas figuras 74 e 75.
coaxiais, afastados de uma distância “t” (ver figura 67).
Ver exemplo de aplicação na figura 68.

Figura 67 Figura 68

A superfície do cilindro deve estar contida entre dois ci-


lindros coaxiais, afastados em 0,1 mm (ver figura 68). Figura 73 Figura 74
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5.9.7.1.4 O campo de tolerância é limitado por um círculo


de diâmetro “t” paralelo à linha de referência, se o valor
for precedido pelo símbolo ∅ (ver figura 81). Ver exemplo
de aplicação na figura 82.

Figura 75

A linha de centro do furo superior deve estar contida en-


tre duas retas afastadas em 0,1 mm, que são paralelas à
li-nha de centro do furo inferior (linha de referência A).
A tolerância se aplica somente no plano vertical (ver fi-
guras 74 e 75). Figura 81 Figura 82

5.9.7.1.2 O campo de tolerância, quando projetado em um A linha do furo superior deve estar contida dentro de um
plano, é limitado por duas retas paralelas, afastadas de campo cilíndrico de diâmetro 0,03 mm, paralela à linha
uma distância “t” e paralelas à reta de referência, se a de centro do furo inferior (linha de referência A) (ver figu-
tolerância for especificada em uma única direção (ver ra 82).
figuras 73 e 76). Ver exemplo de aplicação na figura 77.
5.9.7.2 Tolerância de paralelismo de uma linha em relação a
uma superfície de referência

O campo de tolerância é limitado por dois planos para-


lelos, afastados de uma distância “t” e paralelos à su-
perfície de referência (ver figura 83). Ver exemplo de apli-
cação na figura 84.

Figura 76 Figura 77

A linha de centro do furo superior deve estar contida


entre duas retas afastadas em 0,1 mm, que são paralelas
à linha de centro do furo inferior (linha de referência A).
A tolerância somente se aplica no plano horizontal (ver
figura 77).

5.9.7.1.3 O campo de tolerância é limitado por um para-


lelepípedo de seção transversal t1 x t2 e paralelo à linha
de referência, se a tolerância for especificada em duas
direções perpendiculares entre si (ver figura 78). Ver Figura 83 Figura 84
exemplos de aplicação nas figuras 79 e 80.
A linha de centro do furo deve estar contida entre dois
planos afastados em 0,01 mm e paralelos à superfície de
referência B (ver figura 84).

5.9.7.3 Tolerâncias de paralelismo de uma superfície em


relação a uma linha de referência

O campo de tolerância é limitado por dois planos paralelos


afastados de uma distância “t” e paralelos a uma linha de
Figura 78 Figura 79
referência (ver figura 85). Ver exemplo de aplicação na
figura 86.

Figura 80

A linha de centro do furo superior deve estar contida no Figura 85 Figura 86


paralelepípedo de seção transversal 0,1 mm na vertical e
0,2 mm na horizontal. O paralelepípedo deve estar para- A superfície superior deve estar contida entre dois planos
lelo à linha de centro do furo inferior (linha de referência A) paralelos, afastados em 0,1 mm e paralelos à linha de
(ver figuras 79 e 80). centro do furo (linha de referência C) (ver figura 86).
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5.9.7.4 Tolerância de paralelismo de uma superfície em 5.9.8.2 Tolerância de perpendicularidade de uma linha em
relação a uma superfície de referência relação a uma superfície de referência

O campo de tolerância é limitado por dois planos paralelos 5.9.8.2.1 O campo de tolerância, quando projetado em um
afastados de uma distância “t” e paralelos à superfície de plano é limitado por duas retas paralelas, afastadas de
referência (ver figura 87). Ver exemplo de aplicação nas uma distância “t” e perpendiculares à superfície de refe-
figuras 88 e 89. rência, se a tolerância for especificada somente em uma
direção (ver figura 92). Ver exemplo de aplicação na fi-
gura 93.

Figura 87 Figura 88

Figura 92 Figura 93

A linha de centro do cilindro deve estar contida entre duas


retas paralelas, afastadas em 0,1 mm e perpendiculares
à superfície da base (superfície de referência) (ver figu-
ra 93).

5.9.8.2.2 O campo de tolerância é limitado por um para-


Figura 89
lelepípedo de seção transversal t1 x t2 e perpendicular ao
A superfície superior deve estar contida entre dois planos plano de referência, se a tolerância for especificada em
paralelos afastados em 0,01 mm e paralelos à superfície duas direções perpendiculares entre si (ver figura 94).
inferior (superfície de referência D) (ver figura 88). Ver exemplo de aplicação na figura 95.

Todos os pontos, em qualquer comprimento de 100 mm


da superfície superior, devem estar contidos entre dois
planos paralelos, afastados em 0,01 mm e paralelos à
superfície superior (plano de referência A) (ver figura 89).

5.9.8 Tolerância de perpendicularidade

5.9.8.1 Tolerância de perpendicularidade de uma linha em Figura 94


relação a uma linha de referência

O campo de tolerância, quando projetado em um plano,


é limitado por duas retas paralelas, afastadas de uma
distância “t” e perpendiculares à linha de referência (ver
figura 90). Ver exemplo de aplicação na figura 91.
Figura 95

A linha de centro do cilindro deve estar contida em um


paralelepípedo de seção transversal 0,1 x 0,2 mm, que é
perpendicular à superfície da base (superfície de
referência) (ver figura 95).

5.9.8.2.3 O campo de tolerância é limitado por um cilindro


de diâmetro “t” perpendicular à superfície de referência,
Figura 90 se o valor da tolerância for precedido pelo símbolo ∅ (ver
figura 96). Ver exemplo de aplicação na figura 97.

Figura 91
Figura 96 Figura 97
A linha de centro do furo inclinado deve estar contida
entre duas linhas paralelas, afastadas de 0,06 mm e A linha de centro da peça deve estar contida em um cilindro
perpendiculares à linha de centro do furo horizontal (linha de diâmetro 0,01 mm perpendicular à superfície da base
de referência A). (superfície de referência A).
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5.9.8.3 Tolerância de perpendicularidade de uma superfície 5.9.9.1.2 Linha e linha de referência em dois planos distintos
em relação a uma linha de referência
Se a linha considerada e a linha de referência estiverem
O campo de tolerância é limitado por dois planos paralelos em planos diferentes, o campo de tolerância é aplicado à
afastados de uma distância “t” e perpendiculares à linha projeção da linha considerada em um plano contendo a
de referência (ver figura 98). Ver exemplo de aplicação linha de referência e paralelo à linha considerada (ver
na figura 99. figura 104). Ver exemplo de aplicação na figura 105.

Figura 98 Figura 99
A superfície deve estar contida entre dois planos para-
lelos, afastados em 0,08 mm e perpendicular ao eixo (li-
nha de referência A).
Figura 104
5.9.8.4 Tolerância de perpendicularidade de uma superfície
em relação a uma superfície de referência

O campo de tolerância é limitado por dois planos para-


lelos, afastados de uma distância “t” e perpendiculares à
superfície de referência (ver figura 100). Ver exemplo de
aplicação na figura 101.

Figura 105

A linha de centro do furo, projetada em um plano contendo


a linha de referência A-B, deve estar contida entre duas
retas paralelas afastadas em 0,08 mm e inclinadas em
Figura 100 Figura 101 60° em relação à linha de referência A-B (ver figura 105).

A superfície deve estar contida entre dois planos para- 5.9.9.2 Tolerância de inclinação de uma linha em relação a
lelos, afastados em 0,08 mm e perpendiculares à su- uma superfície de referência
perfície horizontal (superfície de referência A) (ver figu-
ra 101). O campo de tolerância, quando projetado em um plano,
é limitado por duas retas paralelas, afastadas de uma
5.9.9 Tolerância de inclinação distância “t” e inclinadas em relação à superfície de re-
ferência com ângulo especificado (ver figura 106). Ver
5.9.9.1 Tolerância de inclinação de uma linha em relação a exemplo de aplicação na figura 107.
uma linha de referência

5.9.9.1.1 Linha e linha de referência em um mesmo plano

O campo de tolerância é limitado por duas retas paralelas,


afastadas de uma distância “t” e inclinadas em relação à
linha de referência com ângulo especificado (ver figu-
ra 102). Ver exemplo de aplicação na figura 103.

Figura 106 Figura 107

Figura 102 Figura 103 A linha de centro do furo deve estar contida entre
duas retas paralelas, afastadas em 0,08 mm e inclinadas
A linha de centro do furo deve estar contida entre duas em 60°, em relação à superfície de referência A (ver figu-
retas paralelas, afastadas em 0,08 mm e inclinadas em ra 107).
60° em relação à linha de centro (linha de referência A-B)
(ver figura 103).
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5.9.9.3 Tolerância de inclinação de uma superfície em relação 5.9.10.2 Tolerância de forma e posição de uma linha
a uma linha de referência
5.9.10.2.1 O campo de tolerância é limitado por duas retas
O campo de tolerância é limitado por dois planos para- paralelas, afastadas de uma distância “t” e dispostas si-
lelos, afastados de uma distância “t” e inclinados em re- metricamente em relação à posição teórica das linhas
lação à linha de referência, com ângulo especificado (ver consideradas, se a tolerância for especificada em uma
figura 108). Ver exemplo de aplicação na figura 109. única direção (ver figura 114). Ver exemplo de aplicação
na figura 115.

Figura 108 Figura 109


Figura 114 Figura 115
A superfície inclinada deve estar contida entre dois planos
Cada uma das linhas deve estar contida entre duas retas
paralelos, afastados em 0,1 mm e inclinados em 75° em
paralelas, afastadas em 0,05 mm e dispostas simetrica-
relação à linha de referência A (ver figura 109).
mente em relação à posição teórica (ver figura 115).
5.9.9.4 Tolerância de inclinação de uma superfície em relação
5.9.10.2.2 O campo de tolerância é limitado por um para-
a uma superfície de referência
lelepípedo de seção transversal t1 x t2, cuja linha de centro
está na posição teórica, se a tolerância for especificada
O campo de tolerância é limitado por dois planos parale-
em direções perpendiculares entre si (ver figura 116).
los, afastados de uma distância “t” e inclinados em relação
Ver exemplo de aplicação na figura 117.
à superfície de referência com o ângulo especificado (ver
figura 110). Ver exemplo de aplicação na figura 111.

Figura 116
Figura 110 Figura 111

A superfície inclinada deve estar contida entre dois planos


paralelos, afastados em 0,08 mm e inclinados em 40° em
relação à superfície de referência A (ver figura 111).

5.9.10 Tolerância de posição

5.9.10.1 Tolerância de posição de um ponto

O campo de tolerância é limitado por um círculo de diâ-


metro “t”, com o centro na posição teórica (ver figura 112).
Figura 117
Ver exemplo de aplicação na figura 113.
5.9.10.2.3 O campo de tolerância é limitado por um cilindro
de diâmetro “t” e com linha de centro na posição teórica,
se o valor tolerado for precedido pelo símbolo ∅ (ver fi-
gura 118). Ver exemplo de aplicação nas figuras 119 e
120.

Figura 112 Figura 113

O ponto de interseção deve estar contido no círculo com


o diâmetro 0,3 mm e centro na posição teórica de in-
terseção (ver figura 113). Figura 118
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5.9.11 Tolerância de concentricidade

5.9.11.1 Tolerância de concentricidade de um ponto

O campo de tolerância é limitado por um círculo de diâ-


metro “t”, cujo centro coincide com o centro de referência,
se o valor da tolerância for precedido pelo símbolo ∅ (ver
figura 123). Ver exemplo de aplicação na figura 124.

Figura 119

Figura 123 Figura 124

O centro de um círculo ao qual o quadro de tolerância


está ligado deve estar contido em um círculo de diâmetro
0,01 mm, concêntrico com o centro do círculo A (centro
de referência) (ver figura 124).
Figura 120
5.9.12 Tolerância de coaxialidade

A linha de centro do furo deve estar contida dentro de um 5.9.12.1 Tolerância de coaxialidade de um eixo
cilindro de diâmetro 0,06 mm e com linha de centro na
posição teórica do furo (ver figura 119). O campo de tolerância é limitado por um cilindro de diâ-
metro “t”, cuja linha de centro coincide com a linha de re-
A linha de centro de cada um dos oito furos deve estar ferência, se o valor da tolerância for precedido pelo
contida dentro de um cilindro de diâmetro 0,1 mm e linha símbolo ∅ (ver figura 125). Ver exemplo de aplicação na
de centro na posição teórica dos centros dos furos (ver figura 126.
figura 120).

5.9.10.3 Tolerância de posição de uma superfície plana ou


de um plano médio

O campo de tolerância é limitado por dois planos para-


lelos, afastados de uma distância “t” e dispostos simetri- Figura 125 Figura 126
camente em relação à posição teórica da superfície con-
siderada (ver figura 121). Ver exemplo de aplicação na A linha de centro do cilindro ao qual o quadro de tolerância
figura 122. está ligado deve estar contida em um campo cilíndrico de
diâmetro 0,08 mm, coaxial com a linha de centro A-B (ver
figura 126).
5.9.13 Tolerância de simetria

5.9.13.1 Tolerância de simetria de um plano médio

O campo de tolerância é limitado por dois planos para-


lelos, afastados de uma distância “t” e dispostos sime-
tricamente em relação à linha de referência ou plano de
referência (ver figura 127). Ver exemplo de aplicação na
figura 128.

Figura 121 Figura 122


Figura 127 Figura 128
A superfície inclinada deve estar contida entre dois planos
paralelos, afastados em 0,05 mm e simetricamente O plano médio do rasgo deve estar contido entre dois
dispostos em relação à posição teórica da superfície planos paralelos, afastados em 0,08 mm e simetricamente
considerada em relação à superfície de referência A e à dispostos em torno do plano médio do elemento de refe-
linha de referência B (ver figura 122). rência A (ver figura 128).
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5.9.13.2 Tolerância de simetria de uma linha ou de um eixo

5.9.13.2.1 O campo de tolerância é limitado por duas retas


paralelas, ou dois planos paralelos, afastados de uma
distância “t” e dispostos simetricamente em relação à linha
de referência ou plano de referência, se a tolerância for
especificada em uma única direção (ver figura 129). Ver
exemplo de aplicação na figura 130.

Figura 133

Figura 129 Figura 130

A linha de centro de um furo deve estar contida entre dois


planos paralelos que estão afastados em 0,08 mm e sime-
tricamente dispostos em relação ao plano médio comum
dos rasgos de referência A e B (ver figura 130).
5.9.13.2.2 O campo de tolerância é limitado por um paralele-
pípedo de seção transversal t1 x t2, cuja linha de centro Figura 134
coincide com a linha de referência, se a tolerância for es-
pecificada em duas direções perpendiculares entre si (ver O batimento radial não deve ser maior que 0,1 mm em
figura 131). Ver exemplo de aplicação na figura 132. qualquer plano, durante uma rotação completa em torno
da linha de centro comum de A e B (eixo de referência)
(ver figura 135).

Figura 131 Figura 135

O batimento radial, na parte tolerada, não deve ser maior


que 0,2 mm em qualquer plano durante a rotação em tor-
no do centro do furo A (ver figura 136).

Figura 132

A linha de centro do furo deve estar contida em um parale-


lepípedo de 0,1 mm x 0,05 mm e sua linha de centro coin- Figura 136
cide com a linha definida pela interseção dos planos
médios A-B e C-D (ver figura 132). 5.9.14.1.2 Tolerância de batimento circular axial

O campo de tolerância é limitado em qualquer posição


5.9.14 Tolerância de batimento radial por duas circunferências idênticas, afastadas axial-
mente de uma distância “t” , definindo uma superfície cilín-
5.9.14.1 Tolerância de batimento circular drica cuja linha de centro coincide com a linha de referên-
cia (ver figura 137). Ver exemplo de aplicação na figu-
5.9.14.1.1 Tolerância de batimento circular radial ra 138.

O campo de tolerância é limitado, em qualquer plano per-


pendicular à linha de centro, por dois círculos concên-
tricos, afastados de uma distância “t”, cujos centros coin-
cidem com a linha de referência (ver figura 133).

Esta definição pode também ser aplicada a setores de


círculo (ver figura 134). Figura 137
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5.9.14.1.4 Tolerância de batimento circular em uma direção


especificada

O campo de tolerância é limitado por duas circunferências,


afastadas radialmente de uma distância “t” , pertencentes
a qualquer superfície de revolução com ângulo espe-
cificado, cuja linha de centro coincide com a linha de re-
ferência (ver figura 142). Ver exemplo de aplicação na fi-
gura 143.

Figura 138

O batimento não deve ser maior que 0,1 mm em qualquer


posição radial, durante uma rotação em torno da linha de
referência D (ver figura 128).

5.9.14.1.3 Tolerância de batimento circular em qualquer


direção

O campo de tolerância é limitado por duas circunferências,


afastadas radialmente de uma distância “t”, pertencentes
a uma superfície de revolução cuja linha de centro coin-
cide com a linha de referência. A menos que especificado Figura 142
em contrário, a direção de medição é perpendicular à su-
perfície (ver figura 139). Ver exemplo de aplicação na fi-
gura 140.

Figura 143

O batimento, na direção especificada, não deve ser maior


que 0,1 mm em qualquer seção transversal, durante uma
rotação, em torno da linha de referência C (ver figu-
ra 143).

Figura 139 5.9.14.2 Tolerância de batimento total

5.9.14.2.1 Tolerância de batimento total radial

O campo de tolerância é limitado por duas superfícies


cilíndricas coaxiais, afastadas de uma distância “t”, cujas
linhas de centro coincidem com a linha de referência (ver
figura 144). Ver exemplo de aplicação na figura 145.

Figura 140

O batimento não deve ser maior que 0,1 mm na direção


da seta, quando medida em qualquer seção transversal
durante uma rotação em torno da linha de referência C
(ver figura 140).

O batimento não deve ser maior que 0,1 mm em uma di-


reção perpendicular à tangente da superfície em qualquer
seção transversal durante uma rotação em torno da linha Figura 144 Figura 145
de referência C (ver figura 141).
O batimento total radial não deve ser maior que 0,1 mm
em qualquer ponto especificado da superfície, durante
várias rotações em torno da linha de referência A-B e
com movimento axial relativo entre peça e instrumento
de medição. No movimento relativo o instrumento de
medição, ou a peça, deve ser guiado ao longo de uma
linha, tendo forma teórica perfeita e posição correta em
Figura 141 relação à linha de referência (ver figura 145).
Cópia não autorizada
NBR 6409:1997 19

5.9.14.2.2 Tolerância de batimento total axial O batimento da superfície não deve ser maior que 0,1 mm
em qualquer ponto especificado da superfície, durante
O campo de tolerância é limitado por dois planos para- várias rotações em torno da linha de referência D e com
lelos, afastados de uma distância “t” e perpendicular à li- movimentos radiais relativos entre o instrumento de me-
nha de referência (ver figura 146). Ver exemplo de aplica- dição e a peça. No movimento relativo, o instrumento de
ção na figura 147. medição, ou a peça, deve ser guiado ao longo de uma
linha, tendo forma teórica perfeita e posição correta em
relação à linha de referência (ver figura 147).

Figura 146 Figura 147


Cópia não autorizada

MAIO 2001 NBR 14699


Desenho técnico - Representação de
símbolos aplicados a tolerâncias
ABNT – Associação
geométricas - Proporções e
Brasileira de
Normas Técnicas
dimensões
Sede:
Rio de Janeiro
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CEP 20003-900 – Caixa Postal 1680
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Fax: (21) 220-1762/220-6436 Origem: Projeto 04:022.01-002: 2000
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CE-04:022.01 - Comissão de Estudo de Desenho Técnico Geral e de Mecânica
NBR 14699 - Technical drawing - Representation of symbols for geometrical
tolerancing - Proportions and dimensions
Descriptor: Technical drawing
Esta Norma foi baseada na ISO 7083:1983
Copyright © 2001, Válida a partir de 29.06.2001
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
Palavra-chave: Desenho técnico 4 páginas
Todos os direitos reservados

Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
os associados da ABNT e demais interessados.
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições exigíveis de proporções e dimensões para representação gráfica de símbolos de tolerância
geométrica em desenho técnico.
2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais
recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR 6409:1997 - Tolerâncias geométricas -Tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento - Generalidades,
símbolos, definições e indicações em desenho
NBR 8402:1994 - Execução de caracter para escrita em desenho técnico - Procedimento
NBR 8403:1984 - Aplicação de linhas em desenhos - Tipos de linhas - Larguras das linhas - Procedimento
NBR 10647:1989 - Desenho técnico - Terminologia
3 Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições das NBR 6409 e NBR 10647.
4 Requisitos gerais
4.1 A execução dos caracteres deve ser conforme NBR 8402. Os caracteres dos símbolos devem ter a mesma altura dos
caracteres aplicados na cotagem e outras indicações do desenho.

4.2 Os símbolos apresentados nesta Norma são conforme NBR 6409, executados com linha contínua estreita, conforme
NBR 8403, na mesma altura dos caracteres utilizados na cotagem e outras indicações do desenho.
Cópia não autorizada
2 NBR 14699:2001

5 Requisitos específicos

5.1 As dimensões dos quadros devem ser conforme tabela 1 (ver figura 1).

Tabela 1 - Dimensões dos quadros

Dimensões em milímetros
Denominações Dimensões recomendadas

Altura do quadro (H) 5 7 10 14 20 28 40

Altura do caracter (h) 2,5 3,5 5 7 10 14 20

Largura da linha (d) 0,25 0,35 0,5 0,7 1 1,4 2

Figura 1 - Proporções

5.2 Para o primeiro compartimento, as proporções devem ser conforme figura 2.

5.3 O segundo compartimento subseqüente, destinado ao formato do campo de tolerância e seu respectivo valor, deve ser
construído conforme tabela 1, podendo variar no comprimento, conforme espaço necessário para informação, obser-
vando-se o proposto em 5.4 (ver figura 3).

5.4 O terceiro compartimento subseqüente, destinado ao elemento de referência ou elementos, deve obedecer ao proposto
em 5.2 (ver figura 3).

5.5 O espaçamento entre os traços verticais dos compartimentos, bem como a construção dos símbolos e a inserção dos
caracteres, não devem ser inferiores a duas vezes a largura da linha.
Cópia não autorizada
NBR 14699:2001 3

Figura 2 - Características de forma, orientação, posição e batimento


Cópia não autorizada
4 NBR 14699:2001

Figura 3 - Características de referência, modificadores e aplicação

________________
Cópia não autorizada

FEV 2001 NBR ISO 2768-1


Tolerâncias gerais
Parte 1: Tolerâncias para dimensões
ABNT – Associação
Brasileira de
lineares e angulares sem indicação de
Normas Técnicas tolerância individual
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CEP 20003-900 – Caixa Postal 1680
ABNT/CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
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Fax: (21) 220-1762/220-6436 NBR ISO 2768-1 - General tolerances - Part 1: Tolerances for linear and
Endereço eletrônico:
www.abnt.org.br angular dimensions without individual tolerance indications
Descriptors: Technical drawing. Linear tolerancing. Angular tolerancing.
Tolerancing without indication
Esta Norma é equivalente à ISO 2768-1:1989
Esta Norma cancela e substitui a NBR 6371:1987
Copyright © 2001, Válida a partir de 30.03.2001
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Palavras-chave: Desenho técnico. Tolerância dimensional. 5 páginas
Impresso no Brasil Tolerância angular. Definições. Símbolos
Todos os direitos reservados

Sumário
Prefácio
Introdução
1 Objetivo
2 Generalidades
3 Referências normativas
4 Definições
5 Tolerâncias geométricas gerais
6 Indicação em desenho
ANEXO
A Conceitos relativos às tolerâncias gerais de dimensões lineares e angulares
Prefácio

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
os associados da ABNT e demais interessados.

A NBR ISO 2768, com título geral "Tolerâncias gerais", é constituída das seguintes partes:

- parte 1: Tolerâncias para dimensões lineares e angulares sem indicação em desenho;

- parte 2: Tolerâncias geométricas de forma e posição sem indicação em desenhos.

Esta parte da NBR ISO 2768 contém o anexo A, de caráter informativo.

Introdução

Todos os elementos de partes componentes têm dimensão e forma geométrica. O funcionamento de uma peça necessita
que o desvio da dimensão e os desvios das características geométricas (forma, orientação e posição) sejam limitados, uma
vez que quando excedidos podem dificultar o seu funcionamento.
Cópia não autorizada
2 NBR ISO 2768-1:2001

Recomenda-se que as tolerâncias indicadas nos desenhos sejam completas para assegurar que a dimensão e a geometria
de todos os elementos sejam controladas, isto é, nada deve ser subentendido ou ser deixado para julgamento na
fabricação ou no controle.

O uso de tolerâncias gerais para dimensão e geometria simplifica a tarefa de assegurar que os requisitos sejam atingidos.

1 Objetivo

Esta parte da NBR ISO 2768 tem como objetivo simplificar as indicações em desenhos e especificar tolerâncias gerais
para dimensões lineares e angulares sem indicação individual de tolerância.

NOTA 1 - Os conceitos relativos à tolerância geral de dimensões lineares e angulares estão descritos no anexo A.

É aplicável às dimensões de partes usinadas por remoção de metais ou de partes formadas a partir de chapas metálicas.

NOTAS

2 Essas tolerâncias podem ser empregadas a outros materiais que não-metálicos


1)
3 Normas Internacionais semelhantes existem ou estão sendo elaboradas, por exemplo, ver ISO 8062 , para fundidos.

Esta parte da NBR ISO 2768 se aplica somente às seguintes dimensões, que não têm uma indicação individual de to-
lerância:

a) dimensões lineares (por exemplo, dimensões externas, internas, escalonados, diâmetros, raios, distâncias, raios
externos e alturas de chanfros para arestas chanfradas);

b) dimensões angulares, incluindo as usualmente não indicadas, por exemplo, ângulo reto (90°), a menos que haja
referência à NBR ISO 2768-2, ou ângulos de polígonos regulares;

c) dimensões lineares e angulares produzidas por usinagem em peças montadas.

Não é aplicável às seguintes dimensões:

a) dimensões lineares e angulares que estão referenciadas a outras normas de tolerâncias gerais;

b) dimensões auxiliares indicadas entre parênteses;

c) dimensões emolduradas, teoricamente exatas.

2 Generalidades

Ao escolher a classe de tolerância, deve-se levar em consideração a qualidade normal de fabricação. Se forem
necessárias tolerâncias menores ou se forem permitidas tolerâncias maiores e mais econômicas para qualquer elemento
individual, essas tolerâncias devem ser indicadas junto à dimensão nominal correspondente.

Tolerâncias gerais para dimensões lineares e angulares se aplicam quando desenhos ou especificações associadas
referirem-se a esta parte da NBR ISO 2768, de acordo com as seções 4 e 5. Se houver tolerâncias gerais para outros
processos de fabricação, conforme especificado em outras normas internacionais, devem ser feitas referências a elas nos
desenhos ou nas especificações associadas. Para uma dimensão entre uma superfície não acabada e uma acabada, por
exemplo, de partes fundidas ou forjadas para as quais não é indicada diretamente uma tolerância individual, aplica-se a
1)
maior das duas tolerâncias gerais, por exemplo, para fundidos ver ISO 8062 .

3 Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
parte da NBR ISO 2768. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está
sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se
usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um
dado momento.

NBR ISO 2768-2:2001 - Tolerâncias gerais - Parte 2 - Tolerâncias geométricas para elementos sem indicação de
tolerância individual

ISO 8015:1985 - Technical drawings - Fundamental tolerancing principle

4 Tolerâncias gerais

4.1 Dimensões lineares

Tolerâncias gerais para dimensões lineares são dadas nas tabelas 1 e 2.

_________________
1)
ISO 8062:1984 - Castings - System of dimensional tolerances.
Cópia não autorizada
NBR ISO 2768-1:2001 3

4.2 Dimensões angulares


Tolerâncias gerais especificadas em unidades angulares controlam somente a orientação geral de linhas ou linhas de
elementos de superfícies, mas não o erro de forma.

A orientação geral de uma linha, obtida da superfície real, é a orientação da linha que tangencia a forma geométrica ideal.
A distância máxima entre esta linha e a linha real deve ser a menor possível (ver ISO 8015)

Os afastamentos admissíveis para dimensões angulares são dados na tabela 3.

5 Indicação em desenhos

Se a tolerância geral de acordo com esta parte da NBR ISO 2768 for aplicada, as seguintes informações devem ser
indicadas na legenda ou próxima a ela:

a) “NBR ISO 2768”;

b) a classe de tolerância de acordo com esta parte da NBR ISO 2768.

EXEMPLO

NBR ISO 2768-m

6 Rejeição

A menos que especificado, não se deve rejeitar automaticamente peças que excedam as tolerâncias gerais, desde que a
condição funcional não seja comprometida (ver A.4).

Tabela 1 -Afastamentos admissíveis para dimensões lineares, excetuando cantos quebrados


(raios externos e altura de chanfros, ver tabela 2)

Dimensões em milímetros
Afastamentos admissíveis para intervalo de dimensões básicas

Classe de tolerância De acima acima de acima de acima de acima de acima de acima de


de 6 30 120 400 1 000 2 000
0,51) 3 até até até até até até
até até 30 120 400 1 000 2 000 4 000
3 6

Designação Descrição

f fino ± 0,05 ± 0,05 ± 0,1 ± 0,15 ± 0,2 ± 0,3 ± 0,5 -

m médio ± 0,1 ± 0,1 ± 0,2 ± 0,3 ± 0,5 ± 0,8 ± 1,2 ±2

c grosso ± 0,2 ± 0,3 ± 0,5 ± 0,8 ± 1,2 ±2 ±3 ±4

v muito - ± 0,5 ±1 ± 1,5 ± 2,5 ±4 ±6 ±8


grosso
1)
Para dimensões nominais abaixo de 0,5 mm, o afastamento deve ser indicado junto à dimensão nominal correspondente.

Tabela 2 - Afastamentos admissíveis para cantos quebrados (raios externos e altura de chanfros

Dimensões em milímetros
Classe de tolerância Afastamentos admissíveis para intervalo de dimensões básicas
1)
Designação Descrição de 0,5 até 3 acima de 3 até 6 acima de 6

f fino ± 0,2 ± 0,5 ±1


m médio
c grosso ± 0,4 ±1 ±2
v muito grosso
1)
Para dimensões nominais abaixo de 0,5 mm, o afastamento deve ser indicado junto à dimensão nominal correspondente.
Cópia não autorizada
4 NBR ISO 2768-1:2001

Tabela 3 - Afastamentos admissíveis para dimensões angulares


Afastamentos admissíveis para intervalos de comprimentos, em
Classe de tolerância
milímetros, do menor lado do ângulo correspondente
Designação Descrição até 10 acima de 10 acima de 50 acima de acima de 400
até 50 até 120 120 até 400
f fino ± 1° ± 0°30´ ± 0°20´ ± 0°10´ ± 0°5´
m médio
c grosso ± ± 1° ± 0°30´ ± 0°15´ ± 0°10´
1°30´
v muito ± 3° ± 2° ± 1° ± 0°30´ ± 0°20´
grosso

_________________

/ANEXO A
Cópia não autorizada
NBR ISO 2768-1:2001 5

Anexo A (informativo)
Conceitos relativos às tolerâncias gerais de dimensões lineares e angulares

A.1 Recomenda-se que a tolerância geral seja indicada nos desenhos com referência a esta parte da NBR ISO 2768,
conforme a seção 5.

O valor da tolerância geral corresponde à classe de tolerância de qualidade normal de fabricação. A classe de tolerância
apropriada é selecionada e indicada nos desenhos, de acordo com os requisitos do componente.

A.2 Acima de certos valores de tolerância, não há normalmente ganho em economia na fabricação, quando se aumenta a
tolerância. Por exemplo, um elemento com um diâmetro de 35 mm poderá ser fabricado com um alto nível de confor-
midade em uma oficina com qualidade normal média. Especificar uma tolerância de ± 1 mm não trará nenhuma vantagem
adicional para esta oficina em particular, se o valor da tolerância geral de ± 0,3 mm é facilmente conseguido.

Todavia, se, por razões funcionais, o elemento requerer uma tolerância menor que a tolerância geral, então recomenda-se
que este elemento tenha uma tolerância menor indicada individualmente, junto à dimensão, definindo o comprimento ou
ângulo. Este tipo de tolerância não está dentro do escopo desta Norma.

Nos casos em que a função do elemento permitir uma tolerância igual ou maior que a tolerância geral, isto não deverá ser
indicado junto à dimensão, mas deverá ser citado no desenho, como descrito na seção 5. Este caso permite usar
totalmente o conceito de tolerância geral.

Há exceções à regra, quando a função do elemento permite tolerância maior que a tolerância geral e uma tolerância maior
leva a uma maior economia. Neste caso especial, recomenda-se que a tolerância maior seja especificada individualmente
junto à dimensão deste elemento particular. Por exemplo, a profundidade de furos cegos usinados, em uma montagem.

A.3 O uso de tolerâncias gerais leva às seguintes vantagens:


a) os desenhos são mais fáceis de ler e assim a comunicação é feita de forma mais efetiva com o usuário do
desenho;

b) o desenhista ganha tempo, evitando cálculos detalhados de tolerâncias, sendo suficiente saber que a função
permite tolerância maior ou igual à tolerância geral;

c) o desenho mostra rapidamente que elementos podem ser produzidos de modo comum (processo normal), o que
também facilita a engenharia da qualidade que pode reduzir o nível de inspeção;

d) as dimensões restantes, que tem indicações individuais de tolerância, deverão, para a maioria das partes, ser
elementos controlados cujas funções requerem tolerâncias relativamente menores e que por isso podem necessitar
atenções especiais na produção - isto será útil no planejamento da produção e deve auxiliar o serviço de controle na
análise dos requisitos de inspeção;

e) os pedidos de compra e subcontratações podem ser facilmente negociados quando se conhece a priori a
qualidade normal de produção do fornecedor; isto também evita desavenças no fornecimento entre comprador e
fornecedor, desde que neste aspecto os desenhos estejam completos.

Estas vantagens só serão efetivas quando houver suficiente confiabilidade de que as tolerâncias gerais não serão
excedidas, isto é, quando a capabilidade normal do fornecedor ou de um dado fabricante for igual ou melhor do que as
tolerâncias gerais indicadas no desenho.

Recomenda-se que o fabricante, para tanto :

- determine por medições qual é sua capabilidade normal;

- aceite apenas os desenhos que tenham tolerância geral, igual ou maior que a sua capabilidade normal;

- verifique por amostragem que a sua capabilidade normal não está se deteriorando.

Com o conceito de tolerância geral para forma e posição não se depende mais do conceito vago e indefinido de boa
prática de fabricação. A precisão necessária para a boa prática de fabricação fica perfeitamente caracterizada pela
tolerância geral para forma e posição.

A.4 A função permite, geralmente, uma tolerância maior que a tolerância geral. A função de uma peça não é, por isso,
sempre garantida quando a tolerância geral for (ocasionalmente) excedida em qualquer elemento da peça. Recomenda-se
que exceder a tolerância geral leve à rejeição apenas quando o funcionamento estiver comprometido.

________________
Cópia não autorizada

FEV 2001 NBR ISO 2768-2


Tolerâncias gerais
Parte 2: Tolerâncias geométricas para
ABNT – Associação elementos sem indicação de tolerância
Brasileira de
Normas Técnicas
individual
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features without individual tolerance indications
Descriptors: Technical drawing. Linear tolerancing. Angular tolerancing.
Tolerancing without indication
Esta Norma é equivalente à ISO 2768-2:1989
Esta Norma cancela e substitui a NBR 6371:1987
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ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Palavras-chave: Desenho técnico. Tolerância dimensional. 9 páginas
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Sumário
Prefácio
Introdução
1 Objetivo
2 Referências normativas
3 Generalidades
4 Definições
5 Tolerâncias geométricas gerais
6 Indicação em desenho
ANEXOS
A Conceitos de tolerâncias gerais de características geométricas
B Informações adicionais

Prefácio

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
os associados da ABNT e demais interessados.
A NBR ISO 2768, com título geral “Tolerâncias gerais”, é constituída das seguintes partes:
- parte 1: Tolerâncias para dimensões lineares e angulares sem indicação em desenho;
- parte 2: Tolerâncias geométricas de forma e posição sem indicação em desenhos.

Esta parte da NBR ISO 2768 contém os anexos A e B, de caráter informativo.

Introdução

Todos os elementos de partes componentes têm dimensão e forma geométrica. O funcionamento de uma peça necessita
que o desvio da dimensão e os desvios das características geométricas (forma, orientação e posição) sejam limitados, uma
vez que quando excedidos podem dificultar o seu funcionamento.

Recomenda-se que as tolerâncias indicadas nos desenhos sejam completas para assegurar que a dimensão e a geometria
de todos os elementos sejam controlados, isto é, nada deve ser subentendido ou ser deixado para julgamento na
fabricação ou no controle.

O uso de tolerâncias gerais para dimensão e geometria simplifica a tarefa de assegurar que os requisitos sejam atingidos.
Cópia não autorizada
2 NBR ISO 2768-2:2001

1 Objetivo
Esta parte da NBR ISO 2768 tem por objetivo simplificar as indicações em desenhos e especificar tolerâncias geométricas
gerais para controlar aqueles elementos nos desenhos que não tenham indicação individual de tolerância. Ela especifica
tolerâncias geométricas gerais para três classes de tolerâncias.
Esta parte da NBR ISO 2768 se aplica principalmente a elementos que são produzidos por remoção de material. Sua
aplicação a elementos fabricados de outras maneiras também é possível; porém, especial atenção deve ser tomada para
certificar-se de que a “exatidão costumeira” de fabricação está dentro dos limites das tolerâncias especificadas nesta parte
da NBR ISO 2768.
2 Generalidades
Ao se escolher a classe de tolerância deve-se levar em consideração a qualidade usual de fabricação. Se for necessária
uma tolerância geométrica menor ou for admissível uma tolerância geométrica maior por ser mais econômico, essas
tolerâncias devem ser indicadas diretamente em cada elemento, de acordo com a ISO 1101 (ver A.2).
Tolerâncias geométricas gerais de acordo com esta parte da NBR ISO 2768 se aplicam a desenhos ou especificações
associadas a ela, conforme a seção 6. Aplicam-se a elementos que não tenham especificação individual de tolerância
geométrica.
Tolerâncias geométricas gerais se aplicam a todas características geométricas, com exceção de cilindricidade, perfil de li-
nha qualquer, angularidade, coaxialidade, tolerância de posição e batimento total.
Em qualquer caso, recomenda-se que sejam usadas tolerâncias geométricas gerais de acordo com esta parte da
NBR ISO 2768, quando o princípio fundamental de tolerância, de acordo com a ISO 8015, for usado e indicado nos de-
senhos (ver B.1).
3 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. A edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições
mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR ISO 2768-1:2001 - Tolerâncias gerais - Parte 1 - Tolerâncias para dimensões lineares e angulares sem indicação
de tolerância individual
1)
ISO 1101 :1983 - Technical drawings - Geometrical tolerancing - Tolerancing of form, orientation, location and run-
out - Generalities, definitions, symbols, indications on drawings
ISO 5459:1981 - Technical drawings - Geometrical tolerancing - Datums and datum-systems for geometrical
tolerances
ISO 8015:1985 - Technical drawings - Fundamental tolerancing principle
4 Definições
Para os efeitos desta parte da NBR ISO 2768, aplicam-se as definições para tolerâncias geométricas dadas nas ISO 1101
e ISO 5459.
5 Tolerâncias geométricas gerais
(Ver também B.1)
5.1 Tolerância para elemento individual
5.1.1 Retitude e planeza
As tolerâncias gerais para retitude e planeza são dadas na tabela 1. Quando a tolerância for selecionada da tabela 1, deve
estar referida ao comprimento da linha correspondente no caso de retitude, no caso da planeza ao maior comprimento
lateral da superfície ou do diâmetro quando a superfície for circular.
Tabela 1 - Tolerâncias gerais para
Dimensões em milímetros
Tolerância para retitude e planeza para faixas de
Classe dimensões nominais
de
tolerância acima de acima de acima de acima de acima de
10 30 100 300 1 000
até até até até até até
10 30 100 300 1 000 3 000
H 0,02 0,05 0,1 0,2 0,3 0,4
K 0,05 0,1 0,2 0,4 0,6 0,8
L 0,1 0,2 0,4 0,8 1,2 1,6

________________
1)
Para os efeitos de Norma Brasileira utilizar a NBR 6409:1997 - Tolerâncias geométricas - Tolerâncias de forma, orientação, posição e
batimento - Generalidades, símbolos, definições e indicações em desenho.
Cópia não autorizada
NBR ISO 2768-2:2001 3

5.1.2 Circularidade
A tolerância geral de circularidade é igual ao valor numérico da tolerância do diâmetro, mas em nenhum caso deve ser
maior que o respectivo valor para batimento radial dado na tabela 4 (ver exemplo em B.2).
5.1.3 Cilindricidade
Tolerâncias gerais para cilindricidade não são especificados.
NOTAS

1 O erro de cilindricidade compõe-se de três componentes: erro de circularidade, erro de retitude e erro de paralelismo entre geratrizes
opostas. Cada um desses componentes é controlado pela sua indicação individual ou sua tolerância geral.
2 Se, por razões funcionais, o erro de cilindricidade precisar ser menor que as tolerâncias gerais de circularidade, retitude e paralelismo
combinados (ver B.3), recomenda-se que seja indicada, no elemento em referência, uma tolerância individual de cilindricidade de acordo
com a ISO 1101.
E
Algumas vezes, por exemplo no caso de ajuste, a indicação do requisito de envolvente é apropriada.

5.2 Tolerância para elementos associados


5.2.1 Geral
As tolerâncias especificadas em 5.2.2 a 5.2.6 se aplicam a todos os elementos que tenham relação entre si e sem indica-
ção individual de tolerância.
5.2.2 Paralelismo
A tolerância geral para paralelismo é igual ao valor numérico da tolerância dimensional ou tolerância de planeza/retitude, a
que for maior. O maior dos dois elementos deve ser usado como referência; se os elementos tiverem o mesmo
comprimento nominal, qualquer um pode ser usado como referência (ver B.4 ).
5.2.3 Perpendicularidade
As tolerâncias gerais para perpendicularidade são dadas na tabela 2. O maior dos dois lados que formam o ângulo reto
deve ser usado como referência; se os dois lados tiverem o mesmo comprimento nominal, qualquer um pode ser usado
como referência.
Tabela 2 -Tolerâncias gerais para perpendicularidade

Dimensões em milímetros
Tolerância para perpendicularidade para faixas
de dimensões nominais para o lado menor
Classe
de acima de acima de acima de
tolerância 100 300 1 000
até até até até
100 300 1 000 3 000
H 0,2 0,3 0,4 0,5
K 0,4 0,6 0,8 1
L 0,6 1 1,5 2

5.2.4 Simetria

As tolerâncias gerais para simetria são dadas na tabela 3. O maior dos dois elementos deve ser usado como referência; se
os elementos tiverem o mesmo comprimento nominal, qualquer um pode ser usado como referência.
NOTA - A tolerância geral para simetria se aplica onde

- pelo menos um dos elementos possui um plano médio, ou

- os eixos dos dois elementos são perpendiculares entre si.

Ver exemplo de B.5.


Tabela 3 - Tolerâncias gerais para simetria

Dimensões em milímetros
Tolerância para simetria para faixas
dos comprimentos nominais
Classe
de acima de acima de acima de
tolerância 100 300 1 000
Até até até até
100 300 1000 3 000
H 0,5
K 0,6 0,8 1
L 0,6 1 1,5 2
Cópia não autorizada
4 NBR ISO 2768-2:2001

5.2.5 Coaxialidade

Tolerâncias gerais para coaxialidade não são especificadas.


NOTA - O erro de coaxialidade, em caso extremo, pode ser tão grande quanto o valor da tolerância de batimento circular, dado na tabela 4,
uma vez que o batimento radial é composto pelos erros de coaxialidade e de circularidade.

5.2.6 Batimento circular

As tolerâncias gerais de batimento circular (radial, axial e qualquer superfície de revolução) são dadas na tabela 4.

Nas tolerâncias gerais para batimento circular, as superfícies de apoio devem ser tomadas como referência, se elas forem
designadas para tal. Caso contrário, para o batimento circular, deve ser usado como referência o maior dos dois elementos;
se os elementos tiverem o mesmo comprimento nominal, qualquer um pode ser usado como referência.

Tabela 4 - Tolerâncias gerais para batimento circular

Dimensões em milímetros
Classe de tolerância Tolerância para batimento circular
H 0,1
K 0,2
L 0,5

6 Indicações em desenhos

Se tolerâncias gerais, de acordo com esta parte da NBR ISO 2768, forem usadas em combinação com as tolerâncias gerais
conforme a NBR ISO 2768-1, a seguinte informação deve ser indicada na ou perto da legenda:

a) "NBR ISO 2768";

b) classe de tolerância de acordo com a NBR ISO 2768-1;

c) classe de tolerância de acordo com esta parte da NBR ISO 2768.

EXEMPLO

NBR ISO 2768-mK


Neste caso, as tolerâncias gerais para dimensões angulares, conforme a NBR ISO 2768-1, não se aplicam a ângulos retos
(90°), o que é implícito mas não indicado, uma vez que esta parte da NBR ISO 2768 especifica tolerâncias gerais para
perpendicularidade.

6.2 Se a tolerância geral para comprimento (tolerância classe m) não for aplicada, a respectiva letra deve ser omitida na
designação a ser indicada no desenho.

EXEMPLO

NBR ISO 2768-K


E
6.3 Nos casos em que o requisito de envolvente também se aplica a um elemento simples1), a designação “E” deve
ser adicionada à designação geral especificada em 6.1.

EXEMPLO

NBR ISO 2768-mK-E


E
NOTA - A condição de envolvente não pode ser aplicada a elementos com indicação de tolerância individual de retitude que são
maiores que suas tolerâncias dimensionais, por exemplo semi-acabados.

7 Rejeição
A menos que especificado, não se deve rejeitar peças que excedam as tolerâncias geométricas gerais, desde que a condi-
ção funcional não seja comprometida (ver A.4).

_________________

/ANEXO A

_______________
1)
Para os fins desta parte da NBR ISO 2768, um elemento simples pode ser uma superfície cilíndrica ou dois planos paralelos.
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NBR ISO 2768-2:2001 5

Anexo A (informativo)
Conceito de tolerâncias gerais de características geométricas

A.1 Recomenda-se que as tolerâncias sejam ser indicadas nos desenhos referenciando esta parte da NBR ISO 2768,
conforme a seção 6.

Os valores das tolerâncias gerais correspondem aos graus de precisão usual de fabricação; a classe de tolerância
apropriada selecionada deve ser indicada no desenho.

A.2 Tolerâncias acima de certos valores, que correspondem à precisão usual de fabricação não há, normalmente, ganho
econômico na fabricação aumentando a tolerância, em qualquer caso máquinas normais e técnicas usuais não produzem
elementos com erros maiores. Por exemplo, um elemento com diâmetro de 25 mm ± 0,1 mm por 80 mm de comprimento,
produzido em uma máquina com precisão usual igual ou inferior à NBR ISO 2768-mH, possui erros geométricos inferiores
a 0,1 mm para circularidade, para retitude das geratrizes e para batimento circular (os valores são obtidos nesta parte da
NBR ISO 2768). Especificação de tolerâncias, neste caso, não trarão nenhum benefício para o fabricante.

Todavia, se por razões funcionais, um elemento requer um valor de tolerância menor que o especificado pelas tolerâncias
gerais, então recomenda-se que este elemento seja indicado junto a ele o valor desta tolerância. Este tipo de tolerância
está fora do escopo desta parte da NBR ISO 2768.

No caso em que o funcionamento permitir o uso de uma tolerância igual ou maior que os valores especificados pelas
tolerâncias gerais, recomenda-se que isto não seja indicado no desenho como mostrado na seção 6. Este tipo de
tolerância permite o uso global do conceito de tolerância geral para forma e posição.

Existem exceções às regras, onde a função permite tolerâncias maiores que as especificadas pela normas gerais, e a
tolerância maior permitirá uma economia na fabricação. Nestes casos especiais, recomenda-se que a tolerância geo-
métrica maior seja indicada individualmente adjacente ao elemento particular. Um exemplo é a tolerância de circularidade
de anel com diâmetro grande e parede fina.

A.3 O uso da tolerâncias gerais leva às seguintes vantagens:

a) os desenhos são mais fáceis de ler e assim a comunicação é feita de forma mais efetiva ao usuário do desenho;
b) o desenhista ganha tempo evitando cálculos detalhados de tolerâncias, sendo suficiente saber que a função
permite tolerância maior ou igual à tolerância geral;

c) o desenho mostra rapidamente que elementos podem ser produzidos por processo normal, o que também facilita
a engenharia da qualidade por redução dos níveis de inspeção;

d) as demais dimensões, que tem indicações individuais de tolerância, deverão, para a maioria das partes, ser
elementos controlados cujas funções requerem tolerâncias relativamente menores e que por isso podem necessitar
atenções especiais na produção. Isto será útil no planejamento da produção e deverá auxiliar o serviço de controle na
análise dos requisitos de inspeção;

e) os pedidos de compra e subcontratações podem ser facilmente negociados quando se conhece a priori a exatidão
usual de produção do fornecedor; isto também evita os argumentos entre comprador e fornecedor, desde que neste
aspecto os desenhos estejam completos.

Estas vantagens só serão efetivas quando houver suficiente confiabilidade que as tolerâncias gerais não serão excedidas,
isto é, quando a precisão normal do fornecedor ou de um dado fabricante é igual ou melhor que as tolerâncias gerais
indicadas no desenho.

Recomenda-se que o fabricante, para tanto:

- determine por medições qual é sua precisão normal;

- aceite apenas os desenhos que tenham tolerância geral, igual ou maior que a sua precisão normal;

- verifique por amostragem que a precisão normal não está se deteriorando.

Com o conceito de tolerância geral para forma e posição não se depende mais do conceito vago e indefenido de boa
prática de fabricação. A precisão necessária para a boa prática de fabricação fica perfeitamente caracterizada pela
tolerância geral para a forma e posição.

A.4 A tolerância que o funcionamento necessita é, geralmente, muito maior que a tolerância geral. O funcionamento de
uma peça não é, por isso, sempre garantido quando a tolerância geral é (ocasionalmente) excedida em qualquer elemento
da peça. Recomenda-se que exceder a tolerância geral leve à rejeição apenas quando o funcionamento não estiver
garantido.

_______________

/ANEXO B
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6 NBR ISO 2768-2:2001

Anexo B (informativo)
Informações adicionais

B.1 Tolerâncias geométricas gerais

(ver seção 5)
De acordo com o princípio da independência (ver ISO 8015), as tolerâncias geométricas gerais se aplicam indepen-
dentemente das dimensões reais do elemento da peça. Igualmente, as tolerâncias geométricas gerais devem ser usadas
nos elementos mesmo que estes em algum lugar estejam na condição de máximo material (ver figura B.1).

Se a condição de envolvente E é indicada individualmente adjacente ao elemento ou genericamente a toda dimensão


do elemento como descrito na seção 6, essa condição deve ser incluída.

Dimensões em milímetros

Figura B.1 - Princípio da independência; erro máximo de forma admissível em um elemento

B.2 Circularidade (ver 5.1.2) - Exemplos

EXEMPLO 1 (ver figura B.2)

O erro permissível do diâmetro é indicado diretamente no desenho; a tolerância geral de circularidade é igual ao valor
numérico da tolerância dimensional do diâmetro.
EXEMPLO 2 (ver figura B.2)

As tolerâncias gerais de acordo com a indicação NBR ISO 2768- mK se aplicam. O erro admissível para o diâmetro de
25 mm é de ± 0,2 mm. Este erro leva a um valor numérico de 0,4 mm, que é maior que o valor de 0,2 mm dado na tabe-
la 4; o valor de 0,2 mm, então, se aplica à tolerância de circularidade.

B.3 Cilindricidade (ver nota 2 de 5.1.3)

O efeito combinado da tolerância geral de circularidade, retitude e paralelismo é, por razões geométricas, menor que a
soma das três tolerâncias, desde que haja também uma certa limitação na tolerância da dimensão. Todavia, com a fina-
lidade de simplificar, ao decidir se o requisito de envolvente E ou uma tolerância individual de cilindricidade deve ser
indicada, a soma das três tolerâncias deve ser levada em conta.
B.4 Paralelismo (ver item 5.2.2)

Dependendo da forma do desvio do elemento, o erro de paralelismo é limitado pelo valor da tolerância dimensional (ver
figura B.3) ou pelo vapor numérico da tolerância de retitude ou de planeza (ver figura B.4).
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NBR ISO 2768-2:2001 7

Dimensões em milímetros

Figura B.2 - Exemplos de tolerância geral para circularidade

Figura B.3 - Erro de paralelismo de valor igual à tolerância dimensional

Figura B.4 - Erro de paralelismo de valor igual à tolerância retitude


Cópia não autorizada
8 NBR ISO 2768-2:2001

B.5 Simetria (ver 5.2.4) - Exemplos

a) Referência: Elemento de maior dimensão (l2)

b) Referência: Elemento de maior dimensão (l1 )

c) Referência: Elemento de maior dimensão (l2)

d) Referência: Elemento de maior dimensão (l1)

Figura B.5 - Exemplos de tolerâncias gerais para simetria (Referências conforme 5.2.4)
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NBR ISO 2768-2:2001 9

B.6 Exemplo de um desenho


Dimensões em milímetros

Indicação em desenho

Interpretação

NOTAS

1 As tolerâncias mostradas em linhas estreitas traço-dois pontos (quadros ou círculos) são gerais. Essas tolerâncias que são obtidas
automaticamente no processo de fabricação são classe NBR ISO 2768-mH ou superior e geralmente não precisam de inspeção.

2 Como algumas tolerâncias indicadas englobam outras características de um mesmo elemento, por exemplo, a tolerância de perpen-
dicularidade limita também o erro de retitude, nem todas as tolerâncias são mostradas na interpretação acima.

Figura B.6 - Exemplo de tolerância geral em desenho

_______________
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NBR 8404 1 MAR1984 )

lndica@o do estado de superficies em


desenhos tknicos
ABNT-Associaqao
Brasileira de
Normas Tknicas

Procedimento

Otigem: ABNT 04:Oi 1.03-00111983


CB-04 - Corn@ Brasileirc de Maquinas e Equipamentos Me&nicos
CE-04:011.03 - ComissZo de Estudo de Desenho Tknico Mec&nico
NBR 8404 -Technical drawings - Method of indicating surface texture - Procedure
Descriptors: Technical drawing. Sutface condition
Esta Norma foi baseada na IS0 1302/l 980

Palavras-chave: Desenho tknico. Superficies 10 ptiginas

SUMklO
1 Objetivo
2 Normas eiou documentos complementares
3 Condi@es gerais
4 Condii6es especificas
5 Propor@% e dimensk?s dos simbolos
ANEXO - Quadrc sir&co
Figura 1

1 Objetivo 3.1.2 Quando a remo@o de material 6 exigida, adicionar ao


simbolo bkico urn trqo (Figura 2).
Esta Norma fixa OSsimbolos 8 indica@?s complementa-
res para a identifica$Ho do es&do de supetficie em dese-

d
nhos t&nicos.

2 Normas e/au documentos complementares

Na aplica@o d&a Norma 6 necess&io consultar:


Figura 2
NBR 6405 - Rugosidade das superficies - Procedi-
3.1.3 Quando a remo@o de material Go B permitida. adi-
“lent0
cionar ao simbolo bkico urn circulo (Figura 3).
NBR 8402 - Execu@.o de caracteres para escrita em

d
desenhos tknicos- Procedimentc

3 Condi@es gerais

3.1 Simbolo bkico


Figura 3
3.1.1 0 simbolo bdsico B constituido por duas linhas de
comprimento desigual, e inclinadas 60°com rela@o aotra- 3.1.3.1 0 simbolo da Figura 3 pode tamtim ser utiliiado na
$0 clue representa a super+% considerada, (Figura 1). Este indicagk do estado de urn grau de fabrica@o. para mos-
simbolo nHo significa nada isoladamenta. (excq~es ver trar que uma superficie dew permanecer como foi cbtida
4.6.3 e 4.66). no~estegio precedente de fabricaqk, independente do fate
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2 NBR 8404/1984

Je que esta superflcie tenha sido obtida per remo@c de Tab& 1 - Caracterkticas da rugosldade R*
material cu nZ0.
Classe de rugosidade Desvio m&lioarftm~tico (RJ
Neste cast, c simbolo 1180 dew levar nenhuma das in- w
dica+ies previstas no capitulo 4.
N 12 50’
N 11 25
3.1.4 Se for necess&ria a indica@o de caracteristicas es-
peciais do &ado de superficie (ver 4.2), g linha mais ccm- N 10 12.5
prida do simbolo b&ico dew ser acrescentado urn tra$?o N 9 6.3
horizontal na etiremidade superior (ver Figura 4). N 8 32
N 7 196
N 6 03
N 5 0.4
N 4 OS2
J- , N 3 O,l
N 2 0,05
N 1 0,025
Figura4
4.2 lndica@o das caracteristicas especiais do estado
4 Condiqks especffices da superficie

4.1 Indica.+ de rugosldade da superflcie 4.2.1 Pode ser necesskio. per razks funcionais, especi-
ficar exig&cias adicionais ccncernentes ac es&do de su-
4.1.1 Ovalcrou csvalores definindoacaracteristicaprincipal perficie.
da rugosidade (ver 4.1.5) devem estar colccados sobre OS
4.2.2 Se urn prccessc especlfico de fabrica@ C exigido
simbolos das Figuras 1 e 2, ccmc OS indicados nas Figu-
ras5e6. para c estado final de superficie, este deve ser indicado em
linguagem Go abreviada sobre o traGo horizontal ccm-
plementar do simbolo (Figura 8).

Fresado
/
a

Figura 5 Figura 6 d I

4.1.2 Urn &ado de supedicie que estti indicado: Figura 6

a) come na Figura 5, significa que pode ser obtido por 4.2.3 Sobre c traqo horizontal devem figurar tambern indi-
urn prccessc de fabrica@o qualquer; ca+s relativas actratamento ou a0 revestimento.

Salvo indicw+ em contrtirio. c valor num&fco da rugc-


b) ccmc na Figura 6, dew ser obtfdo per remo@o de sidade se aplica ac estado de superficie ap6s tratamentc
material.
cu revestimento. Se for necesskio indicar c &ado das
superficies antes e ap& o tratamento, isto dew ser indicado
4.1.3 Se some& urn valorde rugosidadeforindicado, este por uma nota CIUcoma mostra o exemplo da Figura 9.
representa o valor mkximo admitido.

4.1.4 Se for necess~rio estabelecer cs limites mkdmos e


minimos da caracteristica principal da rugosidade, &es
valores devem ser colocados urn sobre c cutro, sendo c
limite mtiimc a, acima (Figurn 7).

Figura 7

4.1.5 A caracteristica principal da rugosidade Ra pode se!


indicada pelos ntimeros da classe de rugosidade corres-
pondente conform% Tab& 1.
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8404/l 9&l 3

4.2.4 Se for necesskio indicar o comprimento de amos-


tragem, este dew ser escolhido na s&k contida na
NBR 6405, e indicado no simbolo coma mostm a Figura 10. a = valor da rugosidade R*, em l.un. ou classe de ru-
gosidade N 1 at6 N 12

/c b = m&do de fabrica@, tratamento ou revestimento

77JL
, c = comprimento

d = dire@
de amostra, em mm

de estrias
Figural
e = sobremetal para usinagem. em mm
4.3 Slmbolos par6 a dire@ das estrias
f = outros p&metros de rugosidade (entre par&-
teSeS)
4.3.1 Se fornecess&io definira dire$io das estrias, isto de-
w ser fefto por urn simbolo adicional ao simbolo do &ado
de superficie (Figura 11). 4.6 Indic@o nos desenhos

4.6.1 OS simbolos e inscr@es devem estar orientados de

mdI,
maneira que possam ser lidos tanto corn o desenho na
posi@io normal, coma pelo [ado dir&o (Figura 14).

Figura 11

4.3.2 A s&k de simbolos da Tab& 2, caracteriza as dire-


3
@es das estrias.

4.4 Indica@iodesobremet6I para usinagem


i w
Se for necess6rio indicar o valor do sobremetal para usi-
nagem, este deve ser escrito B esquerda do simbolo (Fi-
gura 12). Figura14

Este valor dew estar em conson%Icia corn 0 Sistema de 4.6.1.1 Se necesskio o simbolo pode serinterligado corn a
medidas tiilizado para a co&gem do desenho. superficie por meio de uma linha de indica@o (Figura 15).

Figura 12

4.5 Disposi@o das indica@es do estado de superficie


no simbolo

Cada uma das indica@es do estado de superficie dispk-


se em rela@o ao sfmbolo conforme Figura 13.

b Figura 15

4.6.1.2 A linha de indica@o dew ser provida corn uma seta


na extremidade junto ?I supwffcie (Figura 15).

4.6.1.3 0 v&tice do simbolo ou da seta devem tocar pelo


lado extemo. o contomo da pqa ou uma linha de exiens?io
Figural coma prolongamento do contomo (Figura 15).
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4 NBR 8404/l 984

Tab& 2 - Simbolos para dire+ das estrias

Simbolo

%ralela ao piano de prote@o da vista sobre o


- dual o simbolo B aplicado.
-

Gpendicularao piano de pmje@o davista sobre


3 qua1 o simbolo 6 aplicado.
1.

Cruzadas em duas dire@es oblfquas em rela@o


ao piano de proje$Ho da vista sobre o qua1 o

X sfmbolo 6 aplicado.

estrias

Muitas dire@?s

Aproximadamente central em rela@o ao ponto

c media da superficie ao qua1 o simbolo 6 referido.


d
C

00 0

Aproximadamente radial em rela+~ ao ponto


m&Go dasuperficie ao qua1 o simbolo 6 refetido.

R
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NBR 8404/l 984 5

4.5.2 Segundo a regra geral de cotagem, o simbola dew dicadas coma mostrado em 4.6.3. corn OS seguintes
ser indicado uma vez para cada superficie, e se passivel acritscimus:
sobre a vista que leva a cota ou representa a supetficie
(Flgum 16). a) o estado das outras superficies entre par&teses
(Flgura 19);ou
4.6.5 Quando as indica@zs requeridas para todas as su- b) urn simbolo b&&o Segundo Figura 1 (ewe par&-
pedicies de uma pe$a forem as mesmas, a indica@o deve teses) sem outras indica@%s (Figura 20).
constar:
4.6.4.1 Simbolos definidos para estados que representam
a) junta k vista da peta (Figura 17). ptiximo a legenda exce~~o em rela$Zo ao estado geral de superficie. devem
do desenho ou no lugar previsto dentro da mesma, ser indicados nas respectivas superficies.
para os dadas gerais; ou
4.6.5 A fim de evitar repeti@es de “ma indica@o complexa.
ou onde o espaqo for limitado, uma representa@o sim-
b) at& do ntimero daposi$Hoda pe@ (Figura 18). plificada pode ser usada.

4.6.4 Quando o mesmo &ado de superficie 6 exigido pela Neste case dever~ constar o significado da represen-
maioria das superficies de uma pe~a elas devem ser in- ta@o prkdmo A pe$a, ou dentro da legenda (Figura 21).

Figura16

a
d

Figura 17

Figura 19

Figura 18
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6 NBR 840411984

Figura 20 Figura 21

4.6.6 Se urn mesmo &ado de superficie for exigido para Recomenda-se que este espaqamento n% seja menor do
superffcies da peqa urn dos simbolos Segundo Figuras 1.2 que 0.7 mm.
e 3, pode ser indiiado nestas superficies, e se” significado
explicado em outro local do desenho. coma no exemplo 5.2 Propor@es
das Figuras 22,23 e 24.
5.2.1 0 simbolo bbico e seus complementos (ver capi-
4.7Obsewa@o importante tulo 3) devem ser desenhados de acordo corn as Figu-
ras 25 a 28.
Indica@es relativas g rugosidade, processes de fabrica-
@o ou sobremetal, s6 devem ser feitas quando $20 im- 5.2.2 OS simbolos para indica@% da dire+ das estrias
portantes para a fun@ da pe~a, e t6.o somente nas SW (ver 4.3) devem ser desenhados coma mostram as Figu-
perficies onde forem necesskias. ras 29 a 34.
5 Propor@es e dimensks dos simbolos
A forma dos simbolos das Figuras 31 a 34 6 a mesma das
Para hamlonizar as dimensBes dos simbolos especifica- letras correspondentes, da NBR 8402 (escrita B vertical).
dos nesta Norma corn aqueles referentes a outras inscri-
@ks no desenho (dimens&?& toler?mcias, etc.), devem 5.2.3 As outras indica@es adicionais ao simbolo devem
serobsewadas as regras de 5.1 a 5.3. ser colocadas coma mostra a Figum 35.

5.1 ExigOncias gerais 5.2.3.1 Para o significado das l&as de identifica@, que
mostram a localiza@o das indica@es do estado de
5.1.1 OS simbolos das Figuras de 1 at6 4 e OS simbolos superficie nos campos “a at6 P’, ver Figums 7 e 13.
para a dire@ das estrias. mostrados naTabela 2, devem
ser indicados corn uma linha de targura igual a 1110 da 5.2.3.2 Quando some& urn valor de rugosidade for indi-
altura (h) das letras e algarismos utilizados na cotagem cado, este deve estarsituado no campo a2.
dosdesenhosemquest%.
5.2.3.3 Todas as alturas das escritas nos campos al, a2,
5.1.2 OS algarismos e letras usados para indica@es c (f), e, devem ser iguais a h. Como a escrita no campo b
adicionais do &ado de superficie nos campos “a,, s,. b, c
pode ser maitiscula, minriscula, ou ambas, a altura n&e
(f), 8” (ver Figuras 13 e 35). devem ser inscritos corn a campo pode ser maior que h. devido ?zexist&& de per-
mesma largura de linha (d). altura (h) e tipo de escrita utili- nas em algumas l&as mintisculas, corn0 g, j, p. q, y.
zada para a cotagem dos desenhos em questHo de acordo
corn NBR 8402(‘J.
5.2.3.4 A inscrf@m do valor da rugosidade mostrado no
campo a2, dew estar aproximadamente, na mesma dire-
A difereya entre a largura da linha da escrita (d) e a do
$Ho da campo “c” (comprimento de amostragem).
simbolo (d’) pcde ser utilizada coma uma forma de distinguir.
mais claramente, as duas espkies de inscri@o.
5.3 Dimens6es
5.1.3 0 espa$amento minimo entre simbolos e indica+s
n% deve ser mencf do que duas vezes a largura da linha A s&de de tamanhos a ser utilizada para os simbolos e in-
mais larga. diia@?s adicionais 6 dada na T&la 3.

IV) Em viRude de uma maior distkxia entre caracteres em relap%o B largura da linha, a escrita de forma A C mais aproprtada para repm-
du@o, principatmente para microfilmgem do que a es&a de fona 8. Par este motive a forma de escrita A dew ter prefer&cia.
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SR 840411984

Figura 23

Flgura 25 Figura 26 Figura 27 Figura 29

Notas: a) Na Figura 25. para d’. H, e H,, ver 5.3.

b) Na Figum28, ocanprimento do tmqo hodzcntal dosimbolodepende das indicafles adicionais (~~4.2 e 5.3).

Figura 29 Figure 30 Flgura 31 Figura 32 Figura 33 Figura 34

Nota: Na Figura 30 para dimensc% d’, e na Figura 29 para dimensao h, YCX 5.3.

Figura 35
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8 NBR 8404/l 984

Tab& 3 -S&k de tamanhos para simbolos

DimensBes em mm

Aha dos ntimeros e letras maitisculas (h) 3.5 5 7 10 14 20

Largura da linha do simbolo (d’) 0,35 0.5 0,7 1 I,4 2

Largura da linha das letras (d) w

Altura H, 5 7 10 14 20 28

Altura H, 10 14 20 28 40 56

(11~larguradalinha(d)deveestardeacordocam aformaescritautilizadaparaacotagemdosdesenhos emquest%. asaber, d=(l/l4) h


pamescritada,om,aA, 0” d= (l/IO) h paraescritadafonaB. Segundo NER8402.

IANEXO
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NBR 8404/l 984 9

ANEXO -Quadra sin6tico

A.1 Simboio sem indicaqk

Simbolo Significado

Simbolo bkico. 56 pode ser usado quando SW significado for complementado par uma
indica@o.

d
A.l.2 Camcterizaq.Zo de uma supedicie usinada sem maiores detalhes.

Al .3 Caracteriza uma supelficie na qua1 a remo@o de material “80 d permitida e indica que a
superficie dew? permanecer no &ado resultante de urn processo de fabdca@o anterior,
mesmo se esta tiver sido obtida par usinagem ou outro processo qualquer.

A.2 Simbolos corn indicac$o da caracteristica


principal da rugosidade, Ra

Simbolo

A remo@odo material B Significado

I facultativa exigida
I
n&a permitida

Superficie corn uma rugosidade de urn

A’2.1%.7 valor m&ho


Ra=3,2pm.

A.2.2 Superficie corn uma rugosidade de urn


N9 valor
f N7
L/ 0” m6ximo Ra = 6,3 pm e
minimo Fta= 1.6pm

A.3 Siml ,los corn indicaq i complementares

Estes slmbolos podem ser combinados entre si, CIU em


combina@es corn OS simbolos apropriados, dados em A.2.

Simbolo Significado

A.3.1 Frssodo Processo de fabrica@o: fresar

A.3.2 Comprfmento de amostragem = 2,5 mm.

Dire@ das estrias: perpendicular ao piano de proje@o da vista.


d
A.3.3
I

A.3.4 Sobremetal para usinagem = 2 mm.


2d

A.3.5 Indica@o (entre pari%teses) de urn outro par%metro de rugosidade diferente de Ra par
exemplo Rt =0,4 m
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10 NBR 8404/l 984

A.4 Simbolos para indica+s simplificadas

Simbolo Significado

A.4.1 Uma indica@o complementa explica o significado do simbolo

A.4.2 Uma indica@o complementar explica o significado dos simbolos

\r/v
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ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

Palavra-chave: Solda20 páginas

NBR 7165 FEV 1982

Símbolos gráficos de solda para construção naval e ferroviária

1 Objetivo

Esta Norma estabelece símbolos gráficos para solda a arco elétrico e a gás utilizados na
confecção de desenhos técnicos referentes ao setor naval e ferroviário.

Nota:A representação simbólica adotada deve mostrar claramente todas as especificações


necessárias ao tipo de solda, de modo a evitar que o desenho fique sobrecarregado de notas
ou vistas contendo detalhes adicionais.

2 Símbolos

A representação simbólica de solda compreende essencialmente um símbolo básico, que pode


ser completado por:

a) símbolos suplementares; b) dimensões; c) indicações complementares. 2.1 Símbolos


básicos

2.1.1 Os vários tipos de solda são caracterizados por um símbolo que, em geral, é similar à
configuração da solda a ser feita.
2.1.2 Os símbolos básicos de solda são mostrados na Tabela 1.

2.2 Símbolos suplementares

2.2.1 São símbolos que fornecem especificações suplementares ao tipo de solda utilizado, tais
como contorno, tipo de acabamento dado à superfície da solda, etc.

2.2.2 Os símbolos suplementares de solda são mostrados na Tabela 2.

2.3 Indicações complementares

Compreendem anotações tais como especificações, processos de solda ou outras quaisquer


indicações necessárias à clareza e entendimento da representação simbólica da solda.

2.4 Localização dos símbolos 2.4.1 Linha de referência

2.4.1.1 Toda a simbologia de solda deve ser disposta na linha de referência que consiste em
uma reta, usualmente horizontal em relação ao desenho, e uma linha de extensão tendo na
extremidade uma seta de indicação da localização da solda.

Origem: ABNT - SB-121/1981 CB-07 - Comitê Brasileiro de Construção Naval CE-07:0.02 -


Comissão de Estudo de Materiais e Processos NBR 7165 - Graphical symbols for welding for
shipbuilding and railway - Symbology Descriptors: Welding. Graphical symbols. Shipbuilding.
Railway Esta Norma incorpora a Errata nº 1 de Maio 2005

Simbologia

2NBR 7165/1982 Tabela 1 - Símbolos básicos de solda


2.4.1.2 Caso seja necessário representar particularidades de soldagem (indicações
complementares), deve ser adicionada uma “cauda” à linha de referência.

Nota:As especificações de soldagem podem aparecer abreviadas ou codificadas na linha de


referência, desde que no espaço da folha de desenho destinado a notas, se designe o
significado das abreviaturas e códigos utilizados.

2.4.2 Significado da localização da seta

2.4.2.1 Nos casos dos tipos de solda em juntas de topo, em filete e em flange, a seta deve
apontar para um lado da junta; este lado é considerado o “lado da seta” e o outro é chamado
“lado oposto da seta”.
2.4.2.2 Nos casos de soldas tipo bujão e ranhura, a seta deve apontar para a superfície de um
dos lados da junta, na linha de centro da solda desejada. O lado para qual a seta aponta é
considerado o “lado da seta” e o outro é chamado “lado oposto da seta”.

Nota:Quando a junção é mostrada por uma área paralela ao plano do observador (desenhos
em planta), considera-se o “lado da seta” como o “lado próximo” ao observador e o “lado
oposto da seta” como o “lado oculto” ao observador.

NBR 7165/19823 Tabela 2 - Símbolos suplementares de solda

linha de referência com a seta de indicação apontando claramente a superfície na qual a solda
será depositada.

2.4.4 Disposição e significado dos símbolos de solda

A disposição e significado dos símbolos de solda na linha de referência são mostrados na


Figura 2.

2.5 Dimensionamento

2.5.1 As dimensões devem ser sempre em milímetros e os ângulos em graus.


2.5.2 As dimensões da solda devem ser indicadas somente uma vez e acima da linha de
referência quando em ambos os lados da emenda a solda é do mesmo tipo e tamanho (Figura
3a). Em caso contrário, devem ser indicadas as dimensões em ambos os lados (Figura 3b).

2.4.3 Localização dos símbolos de solda com relação às juntas

2.4.3.1 Os símbolos de solda e dimensões devem ser dispostos conforme o seguinte:

a) abaixo da linha de referência quando a solda for no “lado da seta” (Figura 1a); b) acima da
linha de referência quando a solda for no “lado oposto da seta” (Figura 1b); c) acima e abaixo
da linha de referência quando a solda for em ambos os lados da junta (Figura 1c).

2.4.3.2 Para solda tipo revestimento ou enchimento não é válida a designação do “lado da
seta” e “lado oposto”. Assim sendo, o símbolo básico correspondente a este tipo de solda deve
ser sempre posicionado abaixo da

4NBR 7165/1982

2.5.3 A profundidade do chanfro e a penetração da solda para as soldas em juntas de topo


devem ser posicionadas da maneira e seqüência mostradas pela Figura 4.

Nota:No caso da solda tipo I, deve ser indicada somente a penetração da raiz.
2.5.4 Quando não for indicado o comprimento do cordão no símbolo de solda tipo filete, admite-
se que este cubra toda a extensão da junta.

2.5.5 As dimensões de solda tipo recobrimento não são mostradas na linha de referência. Caso
sejam necessárias, estas dimensões devem ser especificadas no próprio desenho.

2.6 Representação da simbologia nos desenhos

2.6.1 É conveniente evitar a colocação da linha de referência na vertical ou inclinada. Caso


seja imprescindível, deve ser seguido o mesmo procedimento para colocação dos símbolos na
horizontal, posicionando as inscrições de acordo com a convenção usual do desenho.

2.6.2 A extensão das soldas em filetes pode ser indicada no próprio desenho em combinação
com a linha de cota (Figura 5).

2.6.3 A representação gráfica do contorno real dos cordões de solda deve ser feita conforme
mostrada na Figura 6.

NBR 7165/19825
Figura 2

Nota: Na Figura 2 consideram-se as seguintes definições: a)passo - espaçamento centro a


centro das soldas, quando descontínuas; b)abertura da raiz (R) - distância entre as peças a
unir na raiz da junta; c)ângulo de chanfro - ângulo formado entre os dois planos das
extremidades das peças que formam o sulco para solda.

6NBR 7165/1982
Figura 3 Figura 4

Figura 5 Figura 6

NBR 7165/19827

2.6.4 A representação de soldas tipo filete intermitente em cadeia (cordões iguais dos dois
lados da junta) deve ser feita como mostrada na Figura 7.

2.6.5 A representação da solda tipo filete intermitente em zigue-zague deve seguir a orientação
de que o triângulo deslocado para a esquerda, que indica o lado do primeiro cordão de solda a
ser feito, deve obedecer à designação do “lado da seta” e “lado oposto” (Figura 8).

2.6.6 Os símbolos devem ser representados com o traço vertical sempre no lado esquerdo.

para cada tipo de solda, associando os símbolos na mesma linha de referência (Figura 10a).
Nota:Embora seja permitida a associação de vários símbolos, não é aconselhável tal
procedimento quando o número de especificações do tipo de solda para a mesma junta é muito
grande ou quando o sulco do chanfro apresenta forma demasiadamente complexa. Nestes
casos, é melhor o desenvolvimento do detalhe do tipo de solda desejada, com uma indicação
na linha de referência, observando o significado de “lado da seta” e “lado oposto da seta”
(Figura 10b).

2.6.9 As setas devem ser aplicadas tantas vezes quantas forem as mudanças bruscas de
direção de solda.

2.6.9.1 Quando os cordões são idênticos, deve ser usada uma só linha de referência e várias
setas (Figura 1).

2.6.9.2 Quando o mesmo cordão contorna totalmente a peça, deve ser usada uma só seta
empregando o símbolo correspondente.2.6.7 Nas juntas em que somente uma das peças é
chanfrada, a seta deve apresentar mudança brusca de direção de modo a apontar para esta
face (Figura 9).

Nota:É recomendável que também a linha de referência seja colocada no lado da face
chanfrada, desde que isso não comprometa a clareza do desenho nem da simbologia.

2.6.8 Quando mais de um tipo de solda é aplicado na mesma junta, deve ser usado o símbolo
correspondente

2.6.10 Soldas de filete em bujões ou ranhuras devem ser representadas pelo símbolo da solda
tipo filete (Figura 12).

2.6.1 Sempre que a profundidade de enchimento das soldas tipo bujão for total, não é
necessária a indicação da profundidade.

Figura 7
Figura 8

8NBR 7165/1982

2.7.6 Notas gerais, tais como as que se seguem, podem ser colocadas no desenho para prover
informações de detalhes predominantes nas soldas. Estas informações não necessitam ser
repetidas nos símbolos.

Notas: a)“A não ser que seja indicado em outra parte, todas as soldas de filete são de 5 m de
perna”.

b)“A menos que indicado em outra parte, a abertura da raiz para todas as soldas de chanfro é
de 2 m”.

2.8 Exemplos de uso da simbologia de solda a arco elétrico e a gás

As Tabelas 3 e 4 apresentam vários exemplos de uso da simbologia de solda a arco elétrico e


a gás.

2.7 Outras observações importantes na simbologia de solda

2.7.1 Todas as soldas são consideradas contínuas, a menos que especificado em contrário.

2.7.2 Quando não houver nenhuma indicação, admite-se que as faces da solda não sofrem
outro acabamento além da limpeza.

2.7.3 No caso da solda tipo filete intermitente usada isoladamente, o símbolo indica que o
primeiro e o último filete devem ser localizados nas extremidades do comprimento da peça a
ser soldada.

2.7.4 No caso da solda tipo filete intermitente localizada entre filetes de solda contínua, o
símbolo indica que a distância deixada nas extremidades do comprimento da peça a ser
soldada com o tipo intermitente é igual ao passo menos o comprimento de um filete
intermitente (Figura 13).
2.7.5 Os símbolos podem ser usados sem especificação, processo ou outra referência quando
o procedimento de soldagem a ser usado é prescrito em outra parte.

P.ex.: Uma nota no desenho como “a menos por designação contrária, todas as soldas são
feitas de acordo com Especificação nº 7-b”.Figura 10 Figura 9

NBR 7165/19829 Figura 1

Figura 12
Figura 13

10NBR 7165/1982 Tabela 3 - Exemplos de solda a arco elétrico e a gás


NBR 7165/198211 /continuação
/continua

12NBR 7165/1982 12NBR 7165/1982


NBR 7165/198213 NBR 7165/198213
14NBR 7165/1982 14NBR 7165/1982
NBR 7165/198215 NBR 7165/198215
16NBR 7165/1982 16NBR 7165/1982
NBR 7165/198217 NBR 7165/198217
18NBR 7165/1982 18NBR 7165/1982
NBR 7165/198219 Tabela 4 - Exemplos de uso dos símbolos suplementares de solda
20NBR 7165/1982 20NBR 7165/1982
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NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA ISO 724

Primeira edição
31.12.2004

Válida a partir de
31.01.2005

Rosca métrica ISO de uso geral


Dimensões básicas
ISO general purpose metric screw threads Basic dimensions

Palavras-chave: Rosca métrica. Rosca métrica ISO.


Descriptors: Screw threads. ISO metric threads.

ICS 21.040.10

Número de referência
ABNT NBR ISO 724:2004
8 páginas

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ABNT NBR ISO 724:2004

Sumário Página

Prefácio ........................................................................................................................................................iv
1 Objetivo.............................................................................................................................................1
2 Referências normativas ...................................................................................................................1
3 Definições.........................................................................................................................................1
4 Símbolos...........................................................................................................................................1
5 Dimensões básicas ..........................................................................................................................2

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ABNT NBR ISO 724:2004

Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização.


As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos
Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias
(ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores
envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

A ABNT NBR ISO 724 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
(ABNT/CB-04) pela Comissão de Estudo de Roscas (CE–04:003.03). O Projeto circulou em Consulta
Nacional conforme Edital nº 05, de 31.05.2004, com o número Projeto 04:003.03-031.

Esta Norma é equivalente à ISO 724:1993.

Esta Norma cancela e substitui a ABNT NBR 9527:1986.

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR ISO 724:2004

Rosca métrica ISO de uso geral Dimensões


básicas

1 Objetivo
Esta Norma especifica as dimensões básicas, em milímetros, de roscas métricas ISO para aplicação geral
conforme a ABNT NBR ISO 261. Os valores se referem ao perfil básico, conforme a ABNT NBR ISO 68-1.

2 Referências normativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem
prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação.
Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que
verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir.
A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento

ABNT NBR ISO 68-1:2004 – Rosca métrica ISO de uso geral – Perfil básico – Parte 1: Rosca métrica para
parafusos.

ABNT NBR ISO 261:2004 – Rosca métrica ISO de uso geral – Plano geral

ISO 5408:1983 – Cylindrical screw threads – Vocabulary

3 Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições da ISO 5408.

4 Símbolos
D Diâmetro maior da rosca interna no perfil básico (diâmetro nominal)

d Diâmetro maior da rosca externa no perfil básico (diâmetro nominal)

D1 Diâmetro menor da rosca interna no perfil básico

d1 Diâmetro maior da rosca externa no perfil básico

D2 Diâmetro de flanco da rosca interna no perfil básico

d2 Diâmetro de flanco da rosca externa no perfil básico

H Altura do triângulo fundamental

P Passo

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5 Dimensões básicas

As dimensões básicas são indicadas na figura 1 e dadas na tabela 1.

Figura 1 Dimensões básicas

Os valores foram calculados pelas seguintes equações para D2, d2, D1, d1, e arredondadas na tabela 1 para
a terceira casa decimal:

3
D2 = D – 2 x H = D – 0,649 5P
8

3
d2 = d – 2 x H = d – 0,649 5P
8

5
D1 = D – 2 x H = D – 1,082 5P
8

5
d1 = d – 2 x H = d – 1,082 5P
8

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Tabela 1 Dimensões básicas

Diâmetro Diâmetro de Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro


nominal = flanco menor nominal = de flanco menor
Passo Passo
Diâmetro Diâmetro
maior D2, d2 D1, d1 maior D2, d2 D1, d1
P P
D ou d D ou d

0,25 0,838 0,729 0,7 3,545 3,242


1 4
0,2 0,870 0,783 0,5 3,675 3,459

1,1 0,25 0,938 0,829 0,75 4,013 3,688


4,5
0,2 0,970 0,883 0,5 4,175 3,959
1,2 0,25 1,038 0,929 0,8 4,480 4,134
5
0,2 1,070 0,983 0,5 4,675 4,459

1,4 0,3 1,205 1,075 5,5 0,5 5,175 4,959


0,2 1,270 1,183 1 5,350 4,917
6
1,6 0,35 1,373 1,221 0,75 5,513 5,188
0,3 1,470 1,383 1 6,350 5,917
7
1,8 0,35 1,573 1,421 0,75 6,513 6,188
0,2 1,670 1,583 1,25 7,188 6,647
2 0,4 1,740 1,567 8 1 7,350 6,917
0,25 1,838 1,729 0,75 7,513 7,188
2,2 0,45 1,908 1,713 1,25 8,188 7,647
0,25 2,038 1,929 9 1 8,350 7,917
2,5 0,45 2,208 2,013 0,75 8,513 8,188
0,35 2,273 2,013 1,5 9,026 8,376
0,5 2,675 2,459 1,25 9,188 8,647
3 10
0,35 2,773 2,621 1 9,350 8,917

0,6 3,110 2,850 0,75 9,513 9,188


3,5
0,35 3,273 3,121

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Tabela 1 (continuação)

Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro


nominal = de flanco menor nominal = de flanco menor
Passo Passo
Diâmetro D2, d2 D1, d1 Diâmetro maior D2, d2 D1, d1
maior P P
D ou d
D ou d
1,5 10,026 9,376 2 23,701 22,835
11 1 10,350 9,917 25 1,5 24,026 23,376
0,75 10,513 10,188 1 24,350 23,917
1,75 10,863 10,106 26 1,5 25,026 24,376
1,5 11,026 10,376 3 25,051 23,752
12
1,25 11,188 10,647 2 25,701 24,835
27
1 11,350 10,917 1,5 26,026 25,376
2 12,701 11,835 1 26,350 25,917
1,5 13,026 12,376 2 26,701 25,835
14
1,25 13,188 12,647 28 1,5 27,026 26,376
1 13,350 12,917 1 27,350 26,917
1,5 14,026 13,376 3,5 27,727 26,211
15
1 14,350 13,917 3 28,051 26,752
2 14,701 13,835 30 2 28,701 27,835
16 1,5 15,026 14,376 1,5 29,026 28,376
1 15,350 14,917 1 29,350 28,917
1,5 16,026 15,376 2 30,701 29,835
17 32
1 16,350 15,917 1,5 31,026 30,376
2,5 16,376 15,294 3,5 30,727 29,211
2 16,701 15,835 3 31,051 29,752
18 33
1,5 17,026 16,376 2 31,701 30,835
1 17,350 16,917 1,5 32,026 31,376
2,5 18,376 17,294 35 1,5 34,026 33,376
2 18,701 17,835 4 33,402 31,670
20
1,5 19,026 18,376 3 34,051 32,752
36
1 19,350 18,917 2 34,701 33,835
2,5 20,376 19,294 1,5 35,026 34,376
2 20,701 19,835 38 1,5 37,026 36,376
22
1,5 21,026 20,376 4 36,402 34,670
1 21,350 20,917 3 37,051 35,752
39
3 22,051 20,752 2 37,701 36,835
2 22,701 21,835 1,5 38,026 37,376
24
1,5 23,026 22,376 3 38,051 36,752
1 23,350 22,917 40 2 38,701 37,835
1,5 39,026 38,376

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Tabela 1 (continuação)

Diâmetro Diâmetro de Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro


nominal = flanco menor nominal = de flanco menor
Passo Passo
Diâmetro D2, d2 D1, d1 Diâmetro D2, d2 D1, d1
maior P maior P
D ou d D ou d
4,5 39,077 37,129 5,5 54,428 54,046
4 39,402 37,670 4 57,402 55,670
42 3 40,051 38,752 60 3 58,051 56,752
2 40,701 39,835 2 58,701 57,835
1,5 41,026 40,376 1,5 59,026 58,376
4,5 42,077 40,129 4 59,402 57,670
4 42,402 41,670 3 60,051 58,752
62
45 3 43,051 38,752 2 60,701 59,835
2 43,701 42,835 1,5 61,026 60,376
1,5 44,026 43,376 6 60,103 57,505
5 44,077 42,129 4 60,402 59,670
4 45,402 43,670 64 3 62,051 60,752
48 3 46,051 44,752 2 62,701 61,835
2 46,701 45,835 1,5 63,026 62,376
1,5 47,026 46,376 65 4 62,402 60,670
3 48,051 46,752 3 63,051 61,752
50 2 48,701 47,835 2 63,701 62,835
1,5 49,026 48,376 1,5 64,026 63,376
5 48,752 46,587 6 64,103 61,505
4 49,402 47,670 4 65,402 63,670
52 3 50,051 48,752 68 3 66,051 64,752
2 50,701 49,835 2 66,701 65,835
1,5 51,026 50,376 1,5 67,026 66,376
55 4 52,402 50,670 70 6 66,103 63,505
3 53,051 51,752 4 67,402 65,670
2 53,701 52,835 3 68,051 66,752
1,5 54,026 53,376 2 68,701 67,835
5,5 52,428 50,046 1,5 69,026 68,376
4 53,402 51,670 6 68,103 65,505
56 3 54,051 52,752 4 69,402 67,670
2 54,701 53,835 72 3 70,051 68,752
1,5 55,026 54,376 2 70,701 69,835
4 55,402 53,670 1,5 71,026 70,376
3 56,051 54,752 4 72,402 70,670
58
2 56,701 55,835 3 73,051 71,752
75
1,5 57,026 56,376 2 73,701 72,835
1,5 74,026 73,376

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Tabela 1 (continuação)

Diâmetro Diâmetro de Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro


nominal = flanco menor nominal = de flanco menor
Passo Passo
Diâmetro Diâmetro
maior D2, d2 D1, d1 maior D2, d2 D1, d1
P P
D ou d D ou d

6 72,103 69,505 6 111,103 108,505


4 73,402 71,670 4 112,402 110,670
115
76 3 74,051 72,752 3 113,051 111,752
2 74,701 73,835 2 113,701 112,835
1,5 75,026 74,376 6 116,103 113,505
78 2 76,700 75,835 4 117,402 115,670
120
6 76,103 73,505 3 118,051 116,752
4 77,402 75,670 2 118,701 117,835
80 3 78,051 76,752 6 121,103 118,505
2 78,701 77,835 4 122,402 120,670
125
1,5 79,026 78,376 3 123,051 121,752
82 2 80,701 79,835 2 123,701 122,835
6 81,103 78,505 6 126,103 123,505
4 82,402 80,670 4 127,402 125,670
85 130
3 83,051 81,752 3 128,051 126,752
2 83,701 82,835 2 128,701 127,835
6 86,103 83,505 6 131,103 128,505
4 87,402 85,670 4 132,402 130,670
90 135
3 88,051 86,752 3 133,051 131,752
2 88,701 87,835 2 133,701 132,835
6 91,103 88,505 140 6 136,103 133,505
4 92,402 90,670 4 137,402 135,670
95
3 93,051 91,752 3 138,051 136,752
2 93,701 92,835 2 138,701 137,835
6 96,103 93,505 145 6 141,103 138,505
4 97,402 95,670 4 142,402 140,670
100
3 98,051 96,752 3 143,051 141,752
2 98,701 97,835 2 143,701 142,835
105 6 101,103 98,505 8 144,804 141,340
4 102,402 100,670 6 146,103 143,505
3 103,051 101,752 150 4 147,402 145,670
2 103,701 102,835 3 148,051 146,752
110 6 106,103 103,505 2 148,701 147,835
4 107,402 105,670 155 6 151,103 148,505
3 108,051 106,752 4 152,402 150,670
2 108,701 107,835 3 153,051 151,752

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Tabela 1 (continuação)

Diâmetro Diâmetro de Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro


nominal = flanco menor nominal = de flanco menor
Passo Passo
Diâmetro D2, d2 D1, d1 Diâmetro D2, d2 D1, d1
maior P maior P
D ou d D ou d
8 154,804 151,340 8 204,804 201,340
6 156,103 153,505 6 206,103 203,505
160 210
4 157,402 155,670 4 207,402 205,670
3 158,051 156,752 3 208,051 206,752
6 161,103 158,505 6 211,103 208,505
165 4 162,402 160,670 215 4 212,402 210,670
3 163,051 161,752 3 213,051 211,752
8 164,804 161,340 8 214,804 211,340
6 166,103 163,505 6 216,103 213,505
170 220
4 167,402 165,670 4 217,402 215,670
3 168,051 166,752 3 218,051 216,752
6 171,103 168,505 6 221,103 218,505
175 4 172,402 170,670 225 4 222,402 220,670
3 173,051 171,752 3 223,051 221,752
8 174,804 171,340 8 224,804 221,340
6 176,103 173,505 6 226,103 223,505
180 230
4 177,402 175,670 4 227,402 225,505
3 178,051 176,752 3 228,051 226,752
6 181,103 178,505 8 231,103 228,505
185 4 182,402 180,670 235 6 232,402 230,670
3 183,051 181,752 4 233,051 231,752
8 184,804 181,340 8 234,804 231,340
6 186,103 183,505 6 236,103 233,505
190 240
4 187,402 185,670 4 237,402 235,670
3 188,051 186,752 3 238,051 236,752
6 191,103 188,505 6 241,103 238,505
195 4 192,402 190,670 245 4 242,402 240,670
3 193,051 191,752 3 243,051 241,752
8 194,804 191,340 8 244,804 241,340
6 196,103 193,505 6 246,103 243,505
200 250
4 197,402 195,670 4 247,402 245,670
3 198,051 196,752 3 248,051 246,752
205 6 201,103 198,505 255 6 251,103 248,505
4 202,402 200,670 4 252,402 250,670
3 203,051 201,752

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Tabela 1 (conclusão)

Diâmetro Diâmetro de Diâmetro


nominal = flanco menor
Passo
Diâmetro D2, d2 D1, d1
maior P
D ou d
8 254,804 251,340
260 6 256,103 253,505
4 257,402 255,670
6 261,103 258,505
265
4 262,402 260,670
8 264,804 261,340
270 6 266,103 263,505
4 267,402 265,670
6 271,103 268,505
275
4 272,402 270,670
8 274,804 271,340
280 6 276,103 273,505
4 277,402 275,670
6 281,103 278,505
285
4 282,402 280,670
8 284,804 281,340
290 6 286,103 283,505
4 287,402 285,670
6 291,103 288,505
295
4 292,402 290,670
8 294,804 291,340
300 6 296,103 293,505
4 297,402 295,670

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1NBR 8993 AGO 1985

Representa@io conventional de partes


roscadas em desenhos t6cnicos
ABNT-ASSOCii*
Brasileira de
Normaslthicas

Procedimento
Origem: NB-877/1984 (Projeto 04:Oi 1.003-002)
CB-04 - Cornit Brasileiro de MAquinas e Equipamantos Mec8nicos
CE-04005.05 - Comissao de Estudo de Desenho T&nico Me&nico
NBR 8993 - Technical drawings - Conventional representation of threaded parts
- Procedure
Descriptor: Technical drawing
Esta Norma foi baseada na IS0 641 O/i 981
Palavra-chave: Desenho tkcnico 13 pgginas

1 Objetivo 2 Documentacomplementar

1.l Esta Norma fixa ss condi@es exigiveis do m&odo Na aplica@o dests Norma B necess&io consultar:
conventional de representa@ simplificada de panes ros-
cadas em desenhos tknicos. NBR 8403 - Aplica@o de linhas em desenhos - Tipos
de linhas- Largura das linhas - Procedimento
1.2 Este mkxlo independe do tipo de rosca so qua1 se
aplica. 0 tipo de rosca e suas dimensks devem ser espe- 3 Repre-santa@o conventional
cificados Segundo as normas sobre partes roscadas COT-
respondentes. Por quest?io de uniformidade, a disposi@o 3.1 Roscas vlslvels
relativa das vistas “as Figuras esta de acordo corn o m&
todo de proje@o de primeiro diedro. Deve-se entender 3.1.1 Para roscas vislvsis, a crista do file@ B representada
que outros m&odos de proje@o podem ser igualmente por urns linha continua, larga (tipo “A’ da NBR 8403). e a
utilizados, sem prejuizo dos principios estabelecidos nesta raiz da rosca por urna linha contfnua estreita (tip0 “B” da
Norma. NBR 8403) per Figuras 1,~. 3 e 4).

Figura 1

Flgura 2
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2 NBR 8993/l 985

3.1.2 Recomenda-se que 0 espaqamento entre as linhas, mento de aproximadamente 314 da circunf&ncia (ver
qua representam o diametro maior e o diemetro menor Figura 4).
da rosca, seja igual B profundidade real da rosca: parem.
em todos os cases, este espaFamento MO deve ser menor 3.4.3 Para o espqo recomendado entre duas circunfe-
CJW3: r&nciasver3.1.

a) o dobro da linha continua larga; 3.5 Llmlta@es do camprlmento ljtll da rosca

b) 0,7 mm; 0 limite do comprimento ritil da rosca 6 representado por


uma linha contfnua larga (tipo “A”) ou por uma linha trace-
c) prevalece a maior dimens%, a) ou b). jada (tip0 “E” ou “F”). p&m urn 66 tipo de linha no mesmo
desenho, dependendo se o limite da rosca 6 vislvel ou
3.2 Roscas,encobertas encoberto. Essa linha termina na linha que define o diC
metro maior da rosca (ver Figuras 1.2.4 e 6).
Para roscas encobeltas, a crista e a raiz stio representa-
das por linhas tracejadas (tip0 “E” ou ‘F” da NBR 8403), 3.6 Roscas lncompletas
p&m somente urn tipo num mesmo desenho (ver Figu-
ras 3 e 4). Para o espaqamento entre as linhas tracejadas, Roscas incompletas ou a parte al6m do limite de corn-
ver3.1. prime& titil da rosca Go sgo mostradas (ver Figuras 1.
2, 4 e 6), eXCet0 onde representem uma necessidade
3.3 Cartes de partes roscadas funcional (ver Figura 5).

Para partes mscadas mostradas em torte, as hachuras 3.7 Parks roscadas montadas
devem ser estendidas at6 a linha da crista da rosca (ver
Figuras 2,3 e 4). 3.7.1 As determinaqbes anteriores 6% aplic&veis & mon-
tagem da partes roacadas. Entretanto, partes roscadas
3.4 Vista de topo da rosca extemamente devem sar representadas cobrindo parks
roscadas intemamente e n&o devem ser encobertas pelas
3.4.1 Na vista de topo de uma rosca visivel, a raiz deve ser mesmas (ver Figuras 5 e 6).
representada por uma circunfer&ncia partial de linha con-
tinua estreita (tip0 ‘B”) de comprimento de aproximada- 3.7.2 Se. em montagens complexas, o m&odo conven-
mente 314 da circunfer&ncia (ver Figuras 1,2 e 3). cional t-60 representar claramente as roscas, pode-se
substitui-lo pelo m&do mostrado na Figura 7. Recomen-
3.4.2 Na vista de topo de uma rosca encoberta, a raiz da da-se mostrar a profundidade correta da rosca, porem
rosca deve ser representada por urna circunfer&wia par- n.50 B necessikio desenhar o passe correto nem o perfil
cial de linha tracejada (tip0 “E” ou “F’), por6m urn s6 tip0 exato da rosca. Este m&odo pode ser utilizado para ilus-
de linha num mesmo desenho, sendo a mesma de compri- trar publica@es. etc.

Figura 4
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NM899311985 3

ngura 5

m
JUN 1990 NBR 11145
Representação de molas em desenho
técnico
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Telex: (021) 34333 ABNT - BR
EndereçoTelegráfico:
NORMATÉCNICA

Procedimento

Origem: Projeto 04:005.04-009/1988


CB-04 - Comitê Brasileiro de Mecânica
CE-04:005.04 - Comissão de Estudo de Desenhos Técnicos Geral e de Mecânica
NBR 11145 - Technical drawings - Springs - Procedure
Copyright © 1990,
Descriptors: Spring. Drawing
ABNT–Associação Brasileira Reimpressão da NB-1276, de MAR 1990
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Mola. Desenho 5 páginas
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Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

1 Objetivo 3.2 Quando for grande a quantidade de espiras de uma


mola, a representação desta é feita com algumas espiras
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a represen- nas suas extremidades e com linhas traço-e-ponto, con-
tação de molas metálicas desenho técnico mecânico. forme NBR 8403.

2 Documento complementar
3.3 As molas são representadas sem carga.
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:

NBR 8403 - Aplicação de linhas em desenho - Tipos 4 Condições específicas


de linhas - Larguras das linhas - Procedimento
4.1 Molas de compressão
3 Condições gerais

3.1 As molas podem ter representação normal, em corte Os tipos e suas respectivas representações encon-
e simplificada. tram-se na Tabela 1.

Impresso por: PETROBRAS


2 NBR 11145/1990

Tabela 1 - Tipos e representações

Representação
Tipo
Normal Em corte Simplificada

Helicoidal cilíndrica
de seção circular

Helicoidal cilíndrica
de seção retangular
Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

Helicoidal cônica
de seção circular

Helicoidal cônica
de seção retangular

Nota: As molas helicoidais cilíndricas, com arame em seção cir- d) passo;


cular, à compressão, podem ser especificadas em lista de
material, contendo os seguintes dados: e) número de espiras;

a) diâmetro do arame; f) assento em esquadro, quando for o caso.

b) diâmetro interno da mola; Exemplo: Mola-arame φ 0,3, φ i=2,1, comprimento = 30,


p=2, número de espiras = 42 1/2, assento em es-
c) comprimento total; quadro esmerilado.

Impresso por: PETROBRAS


NBR 11145/1990 3

4.2 Molas de tração

Os tipos e suas respectivas representações encontram-se


na Tabela 2.

Tabela 2 - Tipos e representações

Representação
Tipo
Normal Em corte Simplificada

Helicoidal cilíndrica
de seção circular

Helicoidal dupla cônica


de seção circular
Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

4.3 Molas de torção

Os tipos e suas respectivas representações encontram-


se na Tabela 3.

Tabela 3 - Tipos e representações

Representação
Tipo
Normal Em corte Simplificada

Helicoidal cilíndrica
de seção circular
(enroladas à direita)

Impresso por: PETROBRAS


4 NBR 11145/1990

4.4 Molas-prato

Os tipos e suas respectivas representações encontram-se


na Tabela 4.
Tabela 4 - Tipos e representações

Representação
Tipo
Normal Em corte Simplificada

Mola-prato

Mola-prato múltipla
acoplada no mesmo
sentido

Mola-prato múltipla
acoplada em sentidos
alternados
Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

4.5 Molas espirais

Os tipos e suas respectivas representações encontram-se


na Tabela 5.
Tabela 5 - Tipos e representações

Representação
Tipo
Normal Simplificada

Mola Espiral

Mola espiral (a mola é


enrolada pela rotação
da caixa)

Impresso por: PETROBRAS


NBR 11145/1990 5

4.6 Feixe de molas

Os tipos e suas respectivas representações encontram-


se na Tabela 6.

Tabela 6 - Tipos e representações

Representação
Tipo
Normal Simplificada

Semi-elíptica

Semi-elíptica com olhais

Semi-elíptica com
grampo central

Semi-elíptica com
olhais e grampo central
Exemplar autorizado para uso exclusivo - PETROLEO BRASILEIRO - 33.000.167/0036-31

4.7 Representação das molas em desenhos de conjunto conjunto em corte, com representação das metades das
espiras situadas atrás (ver Figura 1), sem (ver Figura 2) ou
As molas podem ser representadas em desenhos de em representação simplificada (ver Figura 3).

Figura 1 Figura 2 Figura 3

Impresso por: PETROBRAS


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JUN 1995 NBR 6158


Sistema de tolerâncias e ajustes

ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Telex: (021) 34333 ABNT - BR
Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA
Procedimento

Origem: Projeto NBR 6158/1994


CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos
CE-04:005.06 - Comissão de Estudo de Tolerâncias e Ajustes
NBR 6158 - System of limits and fits - Procedure
Descriptors: Tolerance. Fit
Esta Norma substitui a NB-86/1961 (NBR 6158)
Copyright © 1995, Esta Norma foi baseada na ISO/DIS 286-1 e ISO/DIS 286-2
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Válida a partir de 31.07.1995
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Tolerância. Ajuste 79 páginas
Todos os direitos reservados

SUMÁRIO NBR 6409 - Tolerâncias de forma e tolerâncias de po-


1 Objetivo sição - Procedimento
2 Documentos complementares
3 Definições ISO 1938 - Inspection of plain workpieces:
4 Condições específicas
ANEXO - Seleção de classes de tolerâncias para uso geral Part 1 - Terms, definitions and general
Glossário principles;

1 Objetivo Part 2 - Plain limit gauges;


1.1 Esta Norma fixa o conjunto de princípios, regras e ta-
belas que se aplicam à tecnologia mecânica, a fim de per- Part 3 - Limit indicating gauges;
mitir escolha racional de tolerâncias e ajustes, visando a
fabricação de peças intercambiáveis. Part 4 - Inspection by measurement.

1.2 O campo de aplicação desta Norma abrange dimen- ISO 8015 - Technical drawings - Fundamental
sões nominais de até 3150 mm de peças intercambiáveis. tolerancing principle
Esta Norma, embora preparada para utilização em peças
cilíndricas, aplica-se a outras formas, visto que os termos
3 Definições
"furo" e "eixo" nela empregados têm significados conven-
cionais. Em particular, o termo "furo" ou "eixo" pode referir-
se a uma dimensão interna ou externa de duas faces pa- Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de
ralelas ou planos tangentes de qualquer peça, como a lar- 3.1 a 3.13.
gura de um rasgo ou a espessura de uma chaveta. O sis-
tema prescrito nesta Norma também estabelece ajustes 3.1 Eixo
entre elementos cilíndricos conjugados e ajustes entre peças
que tenham elementos com faces paralelas. Termo convencional utilizado para descrever uma ca-
racterística externa de uma peça, incluindo também
2 Documentos complementares elementos não cilíndricos (ver 1.2).
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
3.1.1 Eixo-base
NBR 6165 - Temperatura de referência para medições
industriais de dimensões lineares - Padronização Eixo cujo afastamento superior é zero (ver 3.11.1).
Cópia não autorizada
2 NBR 6158/1995

3.2 Furo 3.3.3.1 Dimensão máxima

Termo convencional utilizado para descrever uma caracte- A maior dimensão admissível de um elemento (ver Fi-
rística interna de uma peça, incluindo também elementos gura 1).
não cilíndricos (ver 1.2).
3.3.3.2 Dimensão mínima
3.2.1 Furo-base

A menor dimensão admissível de um elemento (ver Fi-


Furo cujo afastamento inferior é zero (ver 3.11.2).
gura 1).
3.3 Dimensão
3.4 Elemento
Número que expressa em uma unidade particular o valor
numérico de uma dimensão linear. Parte em observação de uma peça.

3.3.1 Dimensão nominal 3.5 Linha zero

Dimensão a partir da qual são derivadas as dimensões li- Linha reta que representa a dimensão nominal e serve de
mites pela aplicação dos afastamentos superior e inferior origem aos afastamentos em uma representação gráfica
(ver Figura 1). de tolerâncias e ajustes (ver Figura 1).

3.3.2 Dimensão efetiva Nota: De acordo com a convenção, a linha zero é desenhada ho-
rizontalmente, com afastamentos positivos mostrados aci-
Dimensão de um elemento obtido pela medição. ma e afastamentos negativos abaixo (ver Figura 2).

3.3.2.1 Dimensão efetiva local 3.6 Afastamentos fundamentais

Qualquer distância individual em uma seção transversal da Diferença algébrica entre uma dimensão (dimensão efetiva,
peça, isto é, qualquer dimensão medida entre dois pontos dimensão limite, etc.) e a correspondente dimensão nomi-
opostos quaisquer. nal ( ver Figura 2).

3.3.3 Dimensão limite Nota: Os afastamentos são designados por letras maiúsculas para
furos (A...ZC) e por letras minúsculas para eixos (a...zc).
As duas dimensões extremas permissíveis para um ele- Para evitar confusão, as seguintes letras não são usadas: I,
mento, entre as quais a dimensão efetiva deve estar. i; L, l; Q, q; W, w (ver Figuras 3 e 4).

Figura 1 - Dimensão nominal e dimensões máxima e mínima


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NBR 6158/1995 3

Figura 2 - Representação convencional de um campo de tolerância

Figura 3 - Representação esquemática das posições dos afastamentos fundamentais


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4 NBR 6158/1995

Nota: TE - ES = EI + IT ou a) FUROS
EI = ES - IT

Nota: ei = es - IT ou
es = ei + IT b) EIXOS

Figura 4 - Afastamentos para eixos e furos

3.6.1 Afastamento superior (ES, es) 3.7.1 Tolerância-padrão (IT)

Diferença algébrica entre a dimensão máxima e a corres- Qualquer tolerância pertencente a este sistema.
pondente dimensão nominal (ver Figura 2). As letras “ES”
são designadas para afastamentos em furos e as letras Nota: As letras do símbolo IT significam International Tolerance.
“es” para afastamentos em eixos.
3.7.2 Graus de tolerância-padrão (IT)
3.6.2 Afastamento inferior (EI, ei)

Diferença algébrica entre a dimensão mínima e a corres- Grupo de tolerância considerado como correspondente ao
pondente dimensão nominal (ver Figura 2). As letras “EI” mesmo nível de precisão para todas as dimensões nomi-
são designadas para afastamentos em furos e as letras “ei” nais. Os graus de tolerância-padrão são designados pelas
para afastamentos em eixos. letras IT e por um número (por exemplo: IT7). Quando o
grau de tolerância é associado a um afastamento funda-
3.6.3 Afastamento fundamental mental para formar uma classe de tolerância, as letras IT
são omitidas (por exemplo: h7).
Afastamento que define a posição do campo de tolerância
em relação à linha zero, podendo ser o superior ou o inferior. Nota: O sistema prevê um total de 20 graus de tolerância-padrão,
dos quais os graus IT1 a IT18 são de uso geral. Os graus
Nota: Este afastamento pode ser tanto o afastamento superior IT0 e IT01 não são de uso geral e são dados para fins de
como o inferior, mas, por convenção, é aquele mais próximo informação.
da linha zero.
3.7.3 Campos de tolerância
3.7 Tolerância

Diferença entre dimensão máxima e a dimensão mínima, Em uma representação gráfica de tolerâncias, o campo
ou seja, diferença entre o afastamento superior e o afas- compreendido entre duas linhas, representando as dimen-
tamento inferior. sões máxima e mínima, é definido pela magnitude da to-
lerância e sua posição relativa em relação à linha zero (ver
Nota: A tolerância é um valor absoluto, sem sinal. Figura 2).
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NBR 6158/1995 5

3.7.4 Classe de tolerância 3.8.1 Folga mínima

Combinação de letras representando o afastamento funda- Diferença positiva entre a dimensão mínima do furo e a di-
mental, seguida por um número representando o grau de mensão máxima do eixo.
tolerância padrão.
3.8.2 Folga máxima
Exemplo: H7 (furos);
h7 (eixos).
Diferença positiva entre a dimensão máxima do furo e a di-
3.7.5 Fator de tolerância-padrão (I, i) mensão mínima do eixo.

Fator que é uma função da dimensão nominal e que é usa- 3.9 Interferência
do como base para a determinação da tolerância-padrão
do sistema. Diferença negativa entre as dimensões do furo e do eixo,
antes da montagem, quando o diâmetro do eixo é maior que
Notas: a) O fator de tolerância-padrão “i” é aplicado para dimen-
são nominal menor que 500 mm. o diâmetro do furo (ver Figura 6).

b) O fator de tolerância-padrão “I” é aplicado para dimen- 3.9.1 Interferência mínima


são nominal maior que 500 mm.
Diferença negativa entre a dimensão máxima do furo e a
3.8 Folga
dimensão mínima do eixo.
Diferença positiva entre as dimensões do furo e do eixo,
antes da montagem, quando o diâmetro do eixo é menor 3.9.2 Interferência máxima
que o diâmetro do furo (ver Figura 5).
Diferença negativa entre a dimensão mínima do furo e a
dimensão máxima do eixo.

3.10 Ajuste

Relação resultante da diferença, antes da montagem, en-


tre as dimensões dos dois elementos a serem montados.

Nota: Os dois elementos em um ajuste têm em comum a dimensão


nominal.

3.10.1 Ajuste com folga

Ajuste no qual sempre ocorre uma folga entre o furo e o eixo


quando montados, isto é, a dimensão mínima do furo é
sempre maior ou, em caso extremo, igual à dimensão máxi-
Figura 5 - Folga ma do eixo (ver Figuras 7 e 8).

Figura 6 - Interferência
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6 NBR 6158/1995

Figura 10 - Representação esquemática de ajuste


com interferência

3.10.3 Ajuste incerto

Ajuste no qual pode ocorrer uma folga ou uma interferência


Figura 7 - Ajuste com folga entre o furo e o eixo quando montados, dependendo das
dimensões efetivas do furo e do eixo, isto é, os campos de
tolerância do furo e do eixo se sobrepõem parcialmente ou
totalmente (ver Figuras 11 e 12).

Figura 8 - Representação esquemática de ajuste


com folga

3.10.2 Ajuste com interferência

Ajuste no qual ocorre uma interferência entre o furo e o eixo


quando montados, isto é, a dimensão máxima do furo é
sempre menor ou, em caso extremo, igual à dimensão mí-
nima do eixo (ver Figuras 9 e 10).
Figura 11 - Ajuste incerto

Figura 12 - Representação esquemática de ajuste


incerto

3.10.4 Variação de um ajuste

Soma aritmética das tolerâncias dos dois elementos con-


tendo o ajuste.

Figura 9 - Ajuste com interferência Nota: A variação de um ajuste é o valor absoluto sem sinal.
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3.11 Sistema de ajustes b) dimensão máxima (superior) para um elemento in-


terno (furo).
Sistema compreendendo eixos e furos pertencentes a um
sistema de tolerâncias. Nota: Anteriormente chamado “Limite NÃO PASSA”.

3.11.1 Sistema de ajustes eixo-base

Sistema de ajustes no qual as folgas ou interferências exi-


gidas são obtidas pela associação de furos de várias clas-
ses de tolerâncias com eixos de uma única classe de to-
lerâncias. Neste sistema a dimensão do eixo é idêntica à
dimensão nominal, isto é, o afastamento superior é zero
(ver Figura 13).

Notas: a) As linhas contínuas horizontais representam os afasta-


mentos fundamentais para furos ou eixos.

b) As linhas tracejadas representam os outros afastamen-


tos e mostram a possibilidade de diferentes combina-
ções entre furos e eixos, relacionados ao seu grau de
tolerância (por exemplo: H6/h6, H6/js5, H6/p4).
Notas: a) As linhas contínuas horizontais representam os afasta-
mentos fundamentais para furos ou eixos. Figura 14 - Sistema furo-base de ajuste

b) As linhas tracejadas representam os outros afastamentos


e mostram a possibilidade de diferentes combinações 4 Condições específicas
entre furos e eixos, relacionados ao seu grau de tolerân-
cia (por exemplo: G7/h4, H6/h4, M5/h4). 4.1 Temperatura de referência

Figura 13 - Sistema eixo-base de ajuste


A temperatura para a qual as dimensões do sistema ISO
3.11.2 Sistema de ajuste furo-base de tolerâncias e ajustes está especificada é 20ºC (ver
NBR 6165).
Sistema de ajuste no qual as folgas ou interferências exi-
gidas são obtidas pela associação de eixos de várias 4.2 Designação de tolerâncias e ajustes
classes de tolerâncias, com furos de uma única classe de
tolerâncias.
4.2.1 Designação para dimensão com tolerância
3.11.3 Neste sistema a dimensão mínima do furo é idêntica
à dimensão nominal, isto é, o afastamento inferior é zero Uma dimensão com tolerância deve ser designada pela
(ver Figura 14). dimensão nominal seguida pela designação da classe de
tolerância exigida ou os afastamentos em valores numé-
3.12 Limite de máximo material (MML) ricos.

Designação aplicada a uma das duas dimensões limites


−0,012
que corresponda à dimensão de máximo material, como, Exemplos: 32 H7; 80 js15; 100 g6, ou 100 −0,034 .
por exemplo:

a) dimensão máxima (superior) para um elemento ex- 4.2.2 Designação para ajuste
terno (eixo);
O ajuste entre elementos acoplantes deve ser designado
b) dimensão mínima (inferior) para um elemento inter- por:
no (furo).

Nota: Anteriormente chamado “Limite PASSA”. a) dimensão nominal comum;

3.13 Limite de mínimo material (LML) b) símbolo da classe de tolerância para furo;

Designação aplicada a uma das dimensões limites que corr-


responda à dimensão de mínimo material, como, por exem- c) símbolo da classe de tolerância para eixo.
plo:
H7
a) dimensão mínima (inferior) para um elemento exter- Exemplos: 52 H7/g6 ou 52 h7 - g6 ou 52 .
no (eixo); g6
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8 NBR 6158/1995

4.2.3 Designação especial tamente os pontos altos da superfície, não deve


ser menor que a dimensão de máximo material. O
Para distinguir entre furos e eixos quando se transmite in- diâmetro máximo para qualquer seção transver-
formação através de um equipamento de caracteres limi- sal do furo não deve exceder a dimensão de mínimo
tados, como telex, a dimensão nominal deve ser repetida e material;
a designação deve ser prefixada pelas seguintes letras:
b) para eixos:
a) H ou h para furos;
- o diâmetro do menor cilindro perfeito imaginário
b) S ou s para eixos.
que envolve o eixo, de maneira que toque exata-
Exemplos: a) para peças isoladas: mente os pontos altos da superfície, não deve ser
maior que a dimensão de máximo material. O diâ-
• 50 H5 torna-se H50H5 ou h50h5; metro mínimo para qualquer seção transversal do
eixo não deve ser menor que a dimensão de míni-
• 50 H6 torna-se S50H6 ou s50h6; mo material.

b) para ajuste: Notas: a) A interpretação dada nas alíneas a) e b) significa que,


se uma peça está toda no seu limite de máximo mate-
• 52 H7/g6 torna-se H52H7/S52G6 ou rial, ela deve ser perfeitamente circular e reta, isto é, um
h52h7/s52g6. cilindro perfeito. Salvo especificado de outra maneira, os
desvios a partir de um cilindro perfeito podem alcançar o
Nota: Este método de designação não deve ser usado em de- valor total da tolerância especificada para o diâmetro.
senhos.
b) Em casos especiais, o erro máximo de forma admitido
4.3 Interpretação de uma dimensão com tolerância pela interpretação dada nas alíneas a) e b) pode ser ex-
cessivamente grande para permitir funcionamento satis-
4.3.1 Desenhos com indicação de tolerância de acordo fatório das peças montadas. Nestes casos, devem ser
com o princípio de independência dadas tolerâncias separadas para a forma (ver NBR 6409),
como, por exemplo: para circularidade e/ou retitude.
As tolerâncias para as peças fabricadas conforme dese-
nhos com a inscrição “Tolerância conforme ISO 8015” 4.4 Graus de tolerâncias-padrão e afastamentos
devem ser interpretadas como indicado em 4.3.2 e 4.3.3 fundamentais
(ver ISO 8015).
4.4.1 Tolerâncias-padrão
4.3.2 Tolerância de dimensão linear

Uma tolerância de dimensão linear controla somente a Os valores de graus de tolerâncias-padrão IT1 a IT18, in-
dimensão efetiva local (medição entre dois pontos) de um clusive, são dados na Tabela 1.
elemento, mas com seus desvios de forma (por exemplo:
desvios de circularidade e retitude de um elemento cilín- 4.4.2 Afastamentos fundamentais para eixos (exceto js)
drico ou desvio de planeza de superfícies paralelas). Não
existe controle da inter-relação geométrica de elementos Os afastamentos fundamentais para eixos e seus res-
isolados pelas tolerâncias dimensionais. pectivos sinais (+ ou -) são mostrados na Figura 15. Os
valores para os afastamentos fundamentais são dados na
Nota: Elementos isolados consistem em uma superfície cilíndrica
Tabela 2.
ou em dois planos paralelos.

4.3.3 Exigência de envoltura

Elementos isolados, tendo a função de um ajuste, são in-


dicados no desenho pelo símbolo E, em adição à dimensão
e tolerância. Isto indica uma dependência mútua de dimen-
são e forma, que exige que a envolvente de forma per-
feita não deve ser excedida (para mais informações, ver
ISO 1938 e ISO 8015).

4.3.4 Desenhos com indicação ou tolerância em desacordo


com o princípio de independência

As tolerâncias para peças fabricadas a partir de desenhos


que não tenham a anotação “Tolerância conforme ISO 8015”
devem ser interpretadas da seguinte maneira dentro da di-
mensão especificada:

a) para furos:

- o diâmetro do maior cilindro perfeito imaginário que


é envolvido pelo furo, de maneira que toque exa- Figura 15 - Afastamentos para eixos
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NBR 6158/1995 9

Tabela 1 - Valores numéricos de graus de tolerância-padrão IT para dimensões nominais até 3150 mm(A)

Dimensão Graus de tolerância-padrão


nominal
(mm) IT1(B) IT2(B) IT3(B) IT4(B) IT5(B) IT6 IT7 IT8 IT9 IT10 IT11 IT12 IT13 IT14(C) IT15(C) IT16(C) IT17(C) IT18(C)

Acima Até e Tolerância


inclusive (µm) (mm)

- 3(C) 0,8 1,2 2 3 4 6 10 14 25 40 60 0,1 0,14 0,25 0,4 0,6 1 1,4

3 6 1 1,5 2,5 4 5 8 12 18 30 48 75 0,12 0,18 0,3 0,48 0,75 1,2 1,8

6 10 1 1,5 2,5 4 6 9 15 22 36 58 90 0,15 0,22 0,36 0,58 0,9 1,5 2,2

10 18 1,2 2 3 5 8 11 18 27 43 70 110 0,18 0,27 0,43 0,7 1,1 1,8 2,7

18 30 1,5 2,5 4 6 9 13 21 33 52 84 130 0,21 0,33 0,52 0,84 1,3 2,1 3,3

30 50 1,5 2,5 4 7 11 16 25 39 62 100 160 0,25 0,39 0,62 1 1,6 2,5 3,9

50 80 2 3 5 8 13 19 30 46 74 120 190 0,3 0,46 0,74 1,2 1,9 3 4,6

80 120 2,5 4 6 10 15 22 35 54 87 140 220 0,35 0,54 0,87 1,4 2,2 3,5 5,4

120 180 3,5 5 8 12 18 25 40 63 100 160 250 0,4 0,63 1 1,6 2,5 4 6,3

180 250 4,5 7 10 14 20 29 46 72 115 185 290 0,46 0,72 1,15 1,85 2,9 4,6 7,2

250 315 6 8 12 16 23 32 52 81 130 210 320 0,52 0,81 1,3 2,1 3,2 5,2 8,1

315 400 7 9 13 18 25 36 57 89 140 230 360 0,57 0,89 1,4 2,3 3,6 5,7 8,9

400 500 8 10 15 20 27 40 63 97 155 250 400 0,63 0,97 1,55 2,5 4 6,3 9,7

500 630(B) 9 11 16 22 32 44 70 110 175 280 440 0,7 1,1 1,75 2,8 4,4 7 11

630 800(B) 10 13 18 25 36 50 80 125 200 320 500 0,8 1,25 2 3,2 5 8 12,5

800 1000(B) 11 15 21 28 40 56 90 140 230 360 560 0,9 1,4 2,3 3,6 5,6 9 14

1000 1250(B) 13 18 24 33 47 66 105 165 260 420 660 1,05 1,65 2,6 4,2 6,6 10,5 16,5

1250 1600(B) 15 21 29 39 55 78 125 195 310 500 780 1,25 1,95 3,1 5 7,8 12,5 19,5

1600 2000(B) 18 25 35 46 65 92 150 230 370 600 920 1,5 2,3 3,7 6 9,2 15 23

2000 2500(B) 22 30 41 55 78 110 175 280 440 700 1100 1,75 2,8 4,4 7 11 17,5 28

2500 3150(B) 26 36 50 68 96 135 210 330 540 860 1350 2,1 3,3 5,4 8,6 13,5 21 33

(A)
Os valores para graus de tolerância-padrão IT01 e IT0 para dimensões nominais menores ou igual a 500 mm são dados na Tabela 5.

(B)
Os valores para graus de tolerância-padrão IT1 a IT5 (inclusive) para dimensões nominais acima de 500 mm estão incluídos para uso
experimental.

(C)
Graus de tolerância-padrão IT14 a IT18 (inclusive) não devem ser usados para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.
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10
Tabela 2 - Valores numéricos dos afastamentos fundamentais para eixos

Dimensão Afastamento superior es Afastamentos fundamentais (µm) Afastamento inferior ei


nominal
IT5 IT4 Até IT3
(mm) Todos os graus de tolerância-padrão e IT7 IT8 até (inclusive e Todos os graus de tolerância-padrão
IT6 IT7 acima de IT7
Acima Até e
inclusive a(A) b(A) c cd d e ef f fg g h js(B) j k m n p r s t u v x y z za zb zc

- 3A) -270 -140 -60 -34 -20 -14 -10 -6 -4 -2 0 -2 -4 -6 0 0 +2 +4 +6 +10 +14 +18 +20 +26 +32 +40 +60

3 6 -270 -140 -70 -46 -30 -20 -14 -10 -6 -4 0 -2 -4 +1 0 +4 +8 +12 +15 +19 +23 +28 +35 +42 +50 +80

6 10 -280 -150 -80 -56 -40 -25 -18 -13 -8 -5 0 -2 -5 +1 0 +6 +10 +15 +19 +23 +28 +34 +42 +52 +67 +97

10 14 + 40 +50 +64 +90 +130


-290 -150 -95 -50 -32 -16 -6 0 -3 -6 +1 0 +7 +12 +18 +23 +28 +33
14 18 +39 + 45 +60 +77 +108 +150

18 24 +41 +47 +54 +63 +73 +98 +136 +188


-300 -160 -110 -65 -40 -20 -7 0 -4 -8 -+2 0 +8 +15 +22 +28 +35
24 30 +41 +48 +55 + 64 +75 +88 +118 +160 +218

30 40 -310 -170 -120 +48 +60 +68 +80 +94 +112 +148 +200 +274
-80 -50 -25 -9 0 -5 -10 +2 0 +9 +17 +26 +34 +43

, onde n é o valor IT
40 50 -320 -180 -130 +54 +70 +81 +97 +114 +136 +180 +242 +325

50 65 -340 -190 -140 +41 +53 +66 +87 +102 +122 +144 +172 +226 +300 +405
-100 -60 -30 -10 0 -7 -12 +2 0 +11 +20 +32
65 80 -360 -200 -150 +43 +59 +75 +102 +120 +146 +174 +210 +274 +360 +480

80 100 -380 -220 -170 +51 +71 +91 +124 +146 +178 +214 +258 +335 +445 +585
-120 -72 -36 -12 0 -9 -15 +3 0 +13 +23 +37
100 120 -410 -240 -180 +54 +79 +104 +144 +172 +210 +254 +310 +400 +525 +690
ITn

2
Afastamento = ±

120 140 -460 -260 -200 +63 +92 +122 +170 +202 +248 +300 +365 +470 +620 +800

140 160 -520 -280 -210 -145 -85 -43 -14 0 -11 -18 +3 0 +15 +27 +43 +65 +100 +134 +190 +228 +280 +340 +415 +535 +700 +900

160 180 -580 -310 -230 +68 +108 +146 +210 +252 +310 +380 +465 +600 +780 +1000

180 200 -660 -340 -240 +77 +122 +166 +236 +284 +350 +425 +520 +670 +880 +1150

200 225 -740 -380 -260 -170 -100 -50 -15 0 -13 -21 +4 0 +17 +31 +50 +80 +130 +180 +258 +310 +385 +470 +575 +740 +960 +1250

225 250 -820 -420 -280 +84 +140 +196 +284 +340 +425 +520 +640 +820 +1050 +1350

250 280 -920 -480 -300 +94 +158 +218 +315 +385 +475 +580 +710 +920 +1200 +1550

NBR 6158/1995
-190 -110 -56 -17 0 -16 -26 +4 0 +20 +34 +56
280 315 -1050 -540 -330 +98 +170 +240 +350 +425 +525 +650 +790 +1000 +1300 +1700

315 355 -1200 -600 -360 +108 +190 +268 +390 +475 +590 +730 +900 +1150 +1500 +1900
-210 -125 -62 -18 0 -18 -28 +4 0 +21 +37 +62
355 400 -1350 -680 -400 +114 +208 +294 +435 +530 +660 +820 +1000 +1300 +1650 +2100

400 450 -1500 -760 -440 +126 +232 +330 +490 +595 +740 +920 +1100 +1450 +1850 +2400
-230 -135 -68 -20 0 -20 -32 +5 0 +23 +40 +68
450 500 -1650 -840 -480 +132 +252 +360 +540 +660 +820 +1000 +1250 +1600 +2100 +2600

/continua
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NBR 6158/1995
/continuação
Dimensão Afastamento superior es Afastamentos fundamentais (µm) Afastamento inferior ei
nominal
IT5 IT4 Até IT3
(mm) Todos os graus de tolerância-padrão e IT7 IT8 até (inclusive e Todos os graus de tolerância-padrão
IT6 IT7 acima de IT7
Acima Até e
inclusive a(A) b(A) c cd d e ef f fg g h js(B) j k m n p r s t u v x y z za zb zc

500 560 +150 +280 +400 +600


-260 -145 -76 -22 0 0 0 +26 +44 +78
560 630 +155 +310 +450 +660

630 710 +175 +340 +500 +740


-290 -160 -80 -24 0 0 0 +30 +50 +88
710 800 +185 +380 +560 +840

, onde n é o valor IT
800 900 +210 +430 +620 +940
-320 -170 -86 -26 0 0 0 +34 +56 +100
900 1000 +220 +470 +680 +1050

1000 1120 +250 +520 +780 +1150


350 -195 - 98 -28 0 0 0 +40 +66 +120
1120 1250 +260 + 580 + 840 +1300
ITn

2
1250 1400 +300 + 640 + 960 +1450
-390 -220 -110 -30 0 0 0 +48 +78 +140
Afastamento = ±

1400 1600 +330 + 720 +1050 +1600

1600 1800 +370 + 820 +1200 +1850


-430 -240 -120 -32 0 0 0 +58 + 92 +170
1800 2000 +400 + 920 +1350 +2000

2000 2240 +440 +1000 +1500 +2300


-480 -260 -130 -34 0 0 0 +68 +110 +195
2240 2500 +460 +1100 +1650 +2500

2500 2800 +550 +1250 +1900 +2900


-520 -290 -145 -38 0 0 0 +76 +135 +240
2800 3150 +580 +1400 +2100 +3200

(A)
Os afastamentos fundamentais a e b não devem ser usados para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.
(B)
Para classes de tolerância js 7 e js 11, se o valor IT é um número n ímpar, ele pode ser arredondado para o número par imediatamente abaixo, tal que o afastamento possa ser expresso em micrometros inteiros,
ITn
isto é, ± .
2

11
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12 NBR 6158/1995

4.4.3 Afastamentos fundamentais para furos (exceto Js) a) para js:

Os afastamentos fundamentais para furos e seus respec-


tivos sinais (+ ou -) são mostrados na Figura 16. Os valores es = ei = IT ;
para afastamentos fundamentais são dados na Tabela 3. 2

4.4.4 Afastamentos fundamentais js e JS


b) para JS:
As informações dadas em 4.4.2 e 4.4.3 não se aplicam aos
afastamentos fundamentais js e JS, os quais são distri-
buídos simetricamente em relação à linha zero (ver Fi- ES = EI = IT .
2
gura 17), isto é:

Figura 16 - Afastamentos para furos

Figura 17 - Afastamentos js e JS
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NBR 6158/1995
Tabela 3 - Valores numéricos dos afastamentos fundamentais para furos

Dimensão Afastamento inferior EI Afastamentos fundamentais (µm) Afastamento superior ES Valores para ∆ (µm)

nominal
Todos os graus de tolerância-padrão Até Acima Até Acima Até Acima Até Graus de tolerância-padrão acima de IT7 Graus de tolerância-
(mm) IT6 IT7 IT8 IT8 de IT8 de IT8 de IT7 padrão
(incl.) IT8 (incl.) IT8 (incl.) IT8 (incl.)
Acima Até e
inclusive A(A) B(A) C CD D E EF F FG G H JS(B) J K(C) M (C)(D) N (C)(E) P até ZC(C) P R S T U V X Y Z ZA ZB ZC IT3 IT4 IT5 IT6 IT7 IT8

- 3(A) (E) + 270 +140 + 60 +34 + 20 + 14 +10 + 6 +4 +2 0 +2 +4 +6 0 0 -2 -2 -4 -4 -6 - 10 - 14 - 18 - 20 - 26 - 32 - 40 - 60 0 0 0 0 0 0

3 6 + 270 +140 + 70 +46 + 30 + 20 +14 +10 +6 +4 0 +5 +6 +10 -1 +∆ -4 +∆ -4 -8 +∆ 0 -12 - 15 - 19 - 23 - 28 - 35 - 42 - 50 - 80 1 1,5 1 3 4 6

6 10 + 280 +150 + 80 +56 + 40 + 25 +18 +13 +8 +5 0 +5 +8 +12 -1 +∆ -6 +∆ -6 -10 +∆ 0 -15 - 19 - 23 - 28 - 34 - 42 - 52 - 67 - 97 1 1,5 2 3 6 7

10 14 - 40 - 50 - 64 - 90 - 130
+ 290 +150 + 95 + 50 + 32 +16 +6 0 +6 +10 +15 -1 +∆ -7 +∆ -7 -12 +∆ 0 -18 - 23 - 28 - 33 1 2 3 3 7 9
14 18 - 39 - 45 - 60 - 77 - 108 - 150

18 24 - 41 - 47 - 54 - 63 - 73 - 98 - 136 - 188
+ 300 +160 +110 + 65 + 40 +20 +7 0 +8 +12 +20 -2 +∆ -8 +∆ -8 -15 +∆ 0 -22 - 28 - 35 1,5 2 3 4 8 12
24 30 - 41 - 48 - 55 - 64 - 75 - 88 - 118 - 160 - 218

Valores para graus de tolerância-padrão acima de IT7 acrescido por ∆


30 40 + 310 +170 +120 - 48 - 60 - 68 - 80 - 94 - 112 - 148 - 200 - 274
+ 80 + 50 +25 +9 0 +10 +14 +24 -2 +∆ -9 + ∆ -9 -17 +∆ 0 -26 - 34 - 43 1,5 3 4 5 9 14
40 50 + 320 +180 +130 - 54 - 70 - 81 - 97 - 114 - 136 - 180 - 242 - 325
, onde n é o valor IT

50 65 + 340 +190 +140 - 41 - 53 - 66 - 87 -102 -122 - 144 - 172 - 226 - 300 - 405
+100 + 60 +30 +10 0 +13 +18 +28 -2 +∆ -11 + ∆ -11 -20 +∆ 0 -32 2 3 5 6 11 16
65 80 + 360 +200 +150 - 43 - 59 - 75 -102 -120 -146 - 174 - 210 - 274 - 360 -480

80 100 + 380 +220 +170 - 51 - 71 - 91 -124 -146 -178 - 214 - 258 - 335 - 445 - 585
+120 + 72 +36 +12 0 +16 +22 +34 -3 +∆ -13 + ∆ -13 -23 +∆ 0 -37 2 4 5 7 13 19
100 120 + 410 +240 +180 - 54 - 79 -104 -144 -172 -210 - 254 - 310 - 400 - 525 - 690
ITn

2
±

120 140 + 460 +260 +200 - 63 - 92 -122 -170 -202 -248 - 300 - 365 - 470 - 620 - 800
Afastamento =

140 160 + 520 +280 +210 +145 + 85 +43 +14 0 +18 +26 +41 -3 +∆ -15 + ∆ -15 -27 +∆ 0 -43 - 65 -100 -134 -190 -228 -280 - 340 - 415 - 535 - 700 - 900 3 4 6 7 15 23

160 180 + 580 +310 +230 - 68 -108 -146 -210 -252 -310 - 380 - 465 - 600 - 780 -1000

180 200 + 660 +340 +240 - 77 -122 -166 -236 -284 -350 - 425 - 520 - 670 - 880 -1150

200 225 + 740 +380 +260 +170 +100 +50 +15 0 +22 +30 +47 -4 +∆ -17 +∆ -17 -31 +∆ 0 -50 - 80 -130 -180 -258 -310 -385 - 470 - 575 - 740 - 960 -1250 3 4 6 9 17 26

225 250 + 820 +420 +280 - 84 -140 -196 -284 -340 -425 - 520 - 640 - 820 -1050 -1350

250 280 + 920 +480 +300 - 94 -158 -218 -315 -385 -475 - 580 - 710 - 920 -1200 -1550
+190 +110 +56 +17 0 +25 +36 +55 -4 +∆ -20 +∆ -20 -34 +∆ 0 -56 4 4 7 9 20 29
280 315 +1050 +540 +330 - 98 -170 -240 -350 -425 -525 - 650 - 790 -1000 -1300 -1700

315 355 +1200 +600 +360 -108 -190 -268 -390 -475 -590 - 730 - 900 -1150 -1500 -1900
+210 +125 +62 +18 0 +29 +39 +60 -4 +∆ -21 +∆ -21 -37 +∆ 0 -62 4 5 7 11 21 32
355 400 +1350 +680 +400 -114 -208 -294 -435 -530 -660 - 820 -1000 -1300 -1650 -2100

400 450 +1500 +760 +440 -126 -232 -330 -490 -595 -740 - 920 -1100 -1450 -1850 -2400
+230 +135 +68 +20 0 +33 +43 +66 -5 +∆ -23 +∆ -23 -40 +∆ 0 -68 5 5 7 13 23 34
450 500 +1650 +840 +480 -132 -252 -360 -540 -660 -820 -1000 -1250 -1600 -2100 -2600

/continua

13
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14
/continuação

Dimensão Afastamento inferior EI Afastamentos fundamentais (µm) Afastamento superior ES Valores para ∆ (µm)

nominal
Todos os graus de tolerância-padrão Até Acima Até Acima Até Acima Até Graus de tolerância-padrão acima de IT7 Graus de tolerância-
(mm) IT6 IT7 IT8 IT8 de IT8 de IT8 de IT7 padrão
(incl.) IT8 (incl.) IT8 (incl.) IT8 (incl.)
Acima Até e
inclusive A(A) B(A) C CD D E EF F FG G H JS(B) J K (C) M (C)(D) N (C)(E) P até ZC(C) P R S T U V X Y Z ZA ZB ZC IT3 IT4 IT5 IT6 IT7 IT8

500 560 -150 -280 -400 -600


+260 +145 +76 +22 0 0 -26 -44 -78
560 630 -155 -310 -450 -660

630 710 -175 -340 -500 -740

Valores para graus de tolerância-padrão acima de IT7 acrescido por ∆


+290 +160 +80 +24 0 0 -30 -50 -88
710 800 -185 -380 -560 -840

800 900 -210 -430 -620 -940

, onde n é o valor IT
+320 +170 +86 +26 0 0 -34 -56 -100
900 1000 -220 -470 -680 -1050

1000 1120 -250 -520 -780 -1150


+350 +195 +98 +28 0 0 -40 -66 -120
1120 1250 ITn -260 -580 -840 -1300

1250 1400 2 -300 -640 -960 -1450


±

+390 +220 +110 +30 0 0 -48 -78 -140


Afastamento =

1400 1600 -330 -720 -1050 -1600

1600 1800 -370 -820 -1200 -1850


+430 +240 +120 +32 0 0 -58 -92 -170
1800 2000 -400 -920 -1350 -2000

2000 2240 -440 -1000 -1500 -2300


+480 +260 +130 +34 0 0 -68 -110 -195
2240 2500 -460 -1100 -1650 -2500

2500 2800 -550 -1250 -1900 -2900


+520 +290 +145 +38 0 0 -76 -135 -240
2800 3150 -580 -1400 -2100 -3200

(A)
Os afastamentos fundamentais A e B não devem ser usados para dimensões nominais menores ou igual a 1 mm.
(B)
Para classes de tolerância JS7 a JS11, se o valor IT é um número n ímpar, ele pode ser arredondado para o número par imediatamente abaixo, tal que o afastamento possa ser expresso em micrometros intei-
ITn
ros, isto é, ± .
2

(C)
Para determinar os valores K, M e N para os graus de tolerância-padrão até IT8 (inclusive) e afastamentos P a ZC para graus de tolerância-padrão até IT7 (inclusive), tomar os valores das colunas à direita.
Exemplos:

NBR 6158/1995
K7 na faixa 18 mm a 30 mm: ∆ = 8 µm. Portanto ES = - 2 + 8 = + 6 µm;

S6 na faixa 18 mm a 30 mm: ∆ = 4 µm. Portanto ES = - 35 + 4 = - 31 µm.


(D)
Casos especiais: para classe de tolerâncias M6 na faixa de 250 mm a 315 mm, ES = - 9 µm (em vez de - 11 µm).
(E)
O afastamento fundamental N para graus de tolerância-padrão acima de IT8 não deve ser usado para dimensões nominais menores ou igual a 1 mm.
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NBR 6158/1995 15

4.4.5 Afastamentos fundamentais j e J Deve-se notar que não são dadas fórmulas para os graus
IT2, IT3 e IT4. Os valores para tolerâncias nestes graus
As informações dadas em 4.4.2 a 4.4.4 não se aplicam aos foram aproximadamente escalonados em progressão geo-
afastamentos fundamentais j e J, os quais têm, na maioria métrica entre os valores para IT1 e IT5.
das vezes, distribuições assimétricas do grau de tolerância-
padrão em torno da linha zero (ver Tabelas 17 e 33). 4.5.3.2 Graus de tolerâncias-padrão IT5 a IT18

Os valores para tolerâncias-padrão nos graus IT5 a IT18


4.5 Bases do sistema ISO de tolerâncias e ajustes
para dimensões nominais até 500 mm (inclusive) são
determinados como uma função do fator de tolerâncias-
Os dados são fornecidos para que os valores possam ser padrão i. O fator de tolerância-padrão i, em micrometro, é
calculados para afastamentos fundamentais em circuns- calculado a partir da seguinte fórmula:
tâncias especiais e para quando os valores não consta-
rem nas Tabelas ou, ainda, para um completo entendimento
do sistema. i = 0,45 3 D + 0,001 D

4.5.1 Grupos de dimensões nominais Onde:

D = média geométrica do grupo de dimensões nomi-


Por conveniência, as tolerâncias-padrão e os afastamen-
nais, em mm (ver 4.5.1)
tos fundamentais não são calculados individualmente para
cada dimensão nominal, mas para grupos de dimensões Esta fórmula foi determinada empiricamente, sendo basea-
nominais, como dados na Tabela 4. Estes grupos estão da em várias práticas e na premissa de que para o mesmo
separados em grupos principais e grupos intermediários. processo de fabricação a relação entre a magnitude dos
Os grupos intermediários são usados somente em certos erros de fabricação e as dimensões nominais se aproxi-
casos para cálculo das tolerâncias-padrão e dos afas- mam de uma função parabólica. Os valores destas tole-
tamentos “a” a “c” e “r” a “zc” para eixos, e “A” a “C” e “R” a râncias-padrão são calculados em termos do fator tolerância-
“ZC” para furos. Os valores destas tolerâncias-padrão e padrão i, como mostrado na Tabela 7. Deve ser observado
afastamentos fundamentais para cada grupo de dimensão que acima de IT6 (inclusive) progressivamente, as
nominal estão calculados a partir da média geométrica (D) tolerâncias-padrão são multiplicadas por um fator 10 para
das dimensões limites (D1 e D2) deste grupo, como segue: cada grupo de cinco. Esta regra se aplica a todas as
tolerâncias-padrão e pode ser usada para extrapolar valo-
D = D1 x D2 res para graus IT acima de IT18.

Exemplo: IT20 = IT15 x 10 = 640i x 10 = 6400i.


Para o primeiro grupo de dimensão nominal (menor ou igual
a 3 mm), a média geométrica D, de acordo com a conven- Nota: A regra acima se aplica, exceto para IT6, na faixa de di-
ção, é tomada entre as dimensões 1 mm e 3 mm, portanto, mensão nominal a partir de 3 mm a 6 mm (inclusive).
D = 1,732 mm.
4.5.4 Derivação de tolerâncias-padrão (IT) para dimensões
4.5.2 Graus de tolerância-padrão nominais acima de 500 mm até 3150 mm (inclusive)

Os valores para tolerâncias-padrão nos graus IT1 a IT18


O sistema ISO de tolerâncias e ajustes prevê 20º de
são determinados como função do fator de tolerância-padrão
tolerâncias-padrão, designados IT01, IT0, IT1 a IT18 na
I. O fator de tolerância-padrão I, em micrometros, é calcu-
faixa de dimensões de 0 a 500 mm (inclusive) e 18º de
lado a partir da seguinte fórmula:
tolerâncias-padrão na faixa de dimensão acima de 500 mm
até 3150 mm (inclusive), designados IT1 a IT18. O sistema
I = 0,004D + 2,1
ISO é derivado da ISA Bolletin 25, a qual cobre somente
dimensões nominais até 500 mm, e foi baseado princi- Onde:
palmente em experiência prática na indústria. O sistema
não foi desenvolvido a partir de uma base matemática D = média geométrica do grupo de dimensão nomi-
coerente e, por isso, existem descontinuidades e fórmulas nal, em mm (ver 4.5.1)
diferentes para graus de afastamento IT acima de 500 mm.
Os valores de tolerâncias-padrão para dimensões nominais Os valores das tolerâncias-padrão são calculados em
a partir de 500 mm até 3150 mm (inclusive) foram desen- termos do fator de tolerância-padrão I, como mostrado na
volvidos para propósitos experimentais e, uma vez aceitos Tabela 7. Deve ser observado que acima de IT6 (inclusive),
pela indústria, foram incorporados pelo sistema ISO. Os progressivamente, as tolerâncias-padrão são multiplicadas
valores para tolerâncias-padrão nos graus IT0 e IT01 são por um fator 10 para cada grupo de cinco. Esta regra se
dados na Tabela 5 e têm pequeno uso na prática. aplica a todas as tolerâncias-padrão e deve ser usada para
extrapolar valores para graus IT acima de IT18.
4.5.3 Derivação das tolerâncias-padrão (IT) para dimensões
nominais até 500 mm Exemplo: IT20 = IT15 x 10 = 640I x 10 = 6400I.

Notas: a) As fórmulas para tolerâncias-padrão nos graus IT1 a


4.5.3.1 Graus de tolerâncias-padrão IT01 a IT4
IT15 são dadas provisoriamente.

Os valores destas tolerâncias-padrão nos graus IT01, IT0 b) Embora as fórmulas para “i” e “I” variem, a continuidade
e IT1 são calculados a partir da fórmula dada na Tabela 6. da progressão é assegurada para a faixa de transição.
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Tabela 4 - Grupos de dimensões nominais

Unid.: mm

a) Dimensões nominais até 500 mm (inclusive) a) Dimensões nominais acima de 500 mm até 3150 mm (inclusive)

Grupos principais Grupos intermediários(A) Grupos principais Grupos intermediários(B)

Acima Até e Acima Até e Acima Até e Acima Até e


inclusive inclusive inclusive inclusive

- 3 500 630 500 560


560 630
3 6 Nenhuma subdivisão
630 800 630 710
6 10 710 800

10 18 10 14 800 1 000 800 900


14 18 900 1 000

18 30 18 24 1 000 1 250 1 000 1 120


24 30 1 120 1 250

30 50 30 40 1 250 1 600 1 250 1 400


40 50 1 400 1 600

50 80 50 65 1 800 2 000 1 600 1 800


65 80 1 800 2 000

80 120 80 100 2 000 2 500 2 000 2 240


100 120 2 240 2 500

120 140 2 500 3 150 2 500 2 800


120 180 140 160 2 800 3 150
160 180

180 200
180 250 200 225
225 250

250 315 250 280


280 315

315 400 315 355


355 400

400 500 400 450


450 500

(A)
São usados, em certos casos, para afastamentos “a” a “c” e “r” a “zc” ou “A” a “C” e “R” a “ZC” (ver Tabelas 2 e 3).

(B)
Eles são usados para os afastamentos “r” a “u” e “R” a “U” (ver Tabelas 2 e 3).
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Tabela 5 - Valores numéricos para graus de tolerâncias-padrão ITO1 e ITO

Dimensão nominal Graus de tolerância-padrão


(mm) ITO1 ITO

Acima Até e Tolerâncias


inclusive (µm)

- 3 0,3 0,5
3 6 0,4 0,6
6 10 0,4 0,6
10 18 0,5 0,8
18 30 0,6 1
30 50 0,6 1
50 80 0,8 1,2
80 120 1 1,5
120 180 1,2 2
180 250 2 3
250 315 2,5 4
315 400 3 5
400 500 4 6

Tabela 6 - Fórmulas para tolerâncias-padrão para graus ITO1, ITO e IT1 para dimensões
nominais até 500 mm, inclusive

Unid.: µm

Graus de tolerância-padrão Fórmula para cálculo(B)

ITO1(A) 0,3 + 0,001D

ITO(A) 0,5 + 0,012D

IT1 0,8 + 0,020D

(A)
Ver 4.5.2.

(B)
D é a média geométrica das dimensões nominais, em milímetros.

Tabela 7 - Fórmula para graus de tolerâncias-padrão IT1 a IT18

Dimensão Graus de tolerância-padrão


nominal
(mm) IT1(A) IT2(A) IT3(A) IT4(A) IT5 IT6 IT7 IT8 IT9 IT10 IT11 IT12 IT13 IT14 IT15 IT16 IT17 IT18

Acima Até e Fórmulas para tolerâncias-padrão (resultados em µm)


inclusive

-(B) 500 - - - - 7i 10i 16i 25i 40i 64i 100i 160i 250i 400i 640i 1000i 1600i 2500i

500(C) 3150 2I 2,7I 3,7I 5I 7I 10I 16I 25I 40I 64I 100I 160I 250I 400I 640I 1000I 1600I 2500I

(A)
Ver 4.5.3.1.

(B)
Para cálculo de i, ver 4.5.3.2.

(C)
Para cálculo de I, ver 4.5.4.
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4.5.5 Arredondamento de valores para tolerâncias-padrão 4.6 Derivação dos afastamentos fundamentais

Para cada grupo de dimensões nominais, os valores obti-


4.6.1 Afastamentos fundamentais para eixos
dos a partir da fórmula dada em 4.5.3.2 e 4.5.4, para
tolerâncias-padrão em graus até IT11 (inclusive), são
arredondados de acordo com as regras dadas na Tabela 8. 4.6.1.1 Os afastamentos fundamentais para eixos são cal-
Os valores calculados para tolerâncias-padrão em graus culados a partir das fórmulas dadas na Tabela 9.
acima de IT11 não requerem arredondamento, pois são
derivados dos valores de graus de tolerâncias IT7 a IT11,
os quais já foram arredondados.

Tabela 8 - Arredondamento de valores IT até grau de tolerância-padrão IT11 (inclusive)

Arredondamento: µm

Valores calculados Dimensão nominal

(µm) Até 500 mm Acima de 500 mm até


(inclusive) 3150 mm (inclusive)

Acima Até e inclusive Arredondamento em múltiplos de

0 50 1 1
50 100 1 2
100 200 5 5
200 500 10 10
500 1 000 - 20
1 000 2 000 - 50
2 000 5 000 - 100
5 000 10 000 - 200
10 000 20 000 - 500
20 000 50 000 - 1 000

Notas: a) Para valores pequenos, para assegurar melhor escalonamento, às vezes é necessário não aplicar as regras
de arredondamento desta Tabela. Neste caso, utilizar os valores calculados.

b) Os valores para tolerância-padrão nos graus IT1 a IT18 são dados na Tabela 1 e para IT0 e IT01, na Tabela 5.

Tabela 9 - Fórmula para afastamentos-padrão para eixos e furos

Dimensão nominal Eixos Fórmulas(A) onde Furos Dimensão nominal


(mm) D é a média (mm)
geométrica
Acima Até e Afastamento Sinal Designação das dimensões Designação Sinal Afastamento Acima Até e
inclusive nominal negativo nominais, negativo nominal inclusive
ou em mm ou
positivo positivo

1 120 265 + 1,3D 1 120


a - es EI + A
120 500 3,5D 120 500

1 160 ≈ 140 + 0,85D 1 160


b - es EI + B
160 500 ≈ 1,8D 160 500

0 40 52D0,2 0 40
c - es EI + C
40 500 95 + 0,8D 40 500

Média geométrica
0 10 cd - es dos valores para EI + CD 0 10
C, c e D, d

0 3150 d - es 16D0,44 EI + D 0 3150

/continua
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/continuação

Dimensão nominal Eixos Fórmulas(A) onde Furos Dimensão nominal


(mm) D é a média (mm)
geométrica
Acima Até e Afastamento Sinal Designação das dimensões Designação Sinal Afastamento Acima Até e
inclusive nominal negativo nominais, negativo nominal inclusive
ou em mm ou
positivo positivo

0 3150 e - es 11D0,41 EI + E 0 3150

Média geométrica
0 10 ef - es dos valores para EI + EF 0 10
E, e e F, f

0 3150 f - es 5,5 D0,41 EI + F 0 3150

Média geométrica
0 10 fg - es dos valores para EI + FG 0 10
F, f e G, g

0 3150 g - es 2,5D0,34 EI + G 0 3150

0 3150 h sem sinal es Afastamento = 0 EI sem sinal H 0 3150

0 500 j Sem fórmula(B) J 0 500

0 3150 js + es 0,5 ITn EI + JS 0 3150


- ei ES -

0 500(C) + 0,6 3 D - 0 500(E)


(D)
k ei ES K
500 3150 sem sinal Afastamento = 0 sem sinal 500 3150

0 500 IT7 - IT6 0 500


m + ei ES - M(D)
500 3150 0,024D + 12,6 500 3150

0 500 5D0,34 0 500


n + ei ES - N(D)
500 3150 0,04D + 21 500 3150

0 500 IT7 + 0 e 5 0 500


p + ei ES - P (D)
500 3150 0,072D + 37,8 500 3150

Média geométrica
0 3150 r + ei dos valores para ES - R(D) 0 3150
P, p e S, s

0 50 IT8 + 1 e 4 0 50
s + ei ES - S (D)
50 3150 IT7 + 0,4D 50 3150

24 3150 t + ei IT7 + 0,63D ES - T (D) 24 3150

0 3150 u + ei IT7 + D ES - U(D) 0 3150

14 500 v + ei IT7 + 1,25D ES - V (D) 14 500

0 500 x + ei IT7 + 1,6D ES - X (D) 0 500

18 500 y + ei IT7 + 2D ES - Y (D) 18 500

/continua
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/continuação

Dimensão nominal Eixos Fórmulas(A) onde Furos Dimensão nominal


(mm) D é a média (mm)
geométrica
Acima Até e Afastamento Sinal Designação das dimensões Designação Sinal Afastamento Acima Até e
inclusive nominal negativo nominais, negativo nominal inclusive
ou em mm ou
positivo positivo

0 500 z + ei IT7 + 2,5D ES - Z (D) 0 500

0 500 za + ei IT8 + 3,15D ES - ZA (D) 0 500

0 500 zb + ei IT9 + 4D ES - ZB(D) 0 500

0 500 zc + ei IT10 + 5D ES - ZC(D) 0 500

(A)
Afastamentos fundamentais (resultam das fórmulas), em micrometros.

(B)
Valores dados nas Tabelas 2 e 3.

(C)
A fórmula se aplica somente aos graus IT4 a IT7 (inclusive); os afastamentos fundamentais k para as demais dimensões nominais e de-
mais graus IT são iguais a zero.

(D)
Aplicam-se regras especiais (ver 4.6.2 b)).

(E)
A fórmula se aplica somente até os graus IT8 (inclusive); os afastamentos fundamentais K para as demais dimensões nominais e demais
graus IT são iguais a zero.

4.6.1.2 Os afastamentos fundamentais dados pela fórmula Onde:


da Tabela 9 são, em princípio, aqueles correspondentes
aos limites mais próximos à linha zero, isto é, o afastamento ∆ = diferença ITn - ITn-l entre a tolerância-padrão para o
superior para eixos “a” até “h” e afastamento inferior para grupo de dimensão nominal em um dado grau e aquele
eixos “k” até “zc”. Exceto para eixos “j” e “js”, para os quais, no grau próximo inferior
rigorosamente, não existe afastamento fundamental, o va-
lor do afastamento é independente do grau de tolerância
selecionado (até mesmo quando a fórmula incluir um termo Exemplo: Para p7 na faixa de dimensão nominal de 18 mm
envolvendo ITn). até 30 mm:

4.6.2 Afastamentos fundamentais para furos ∆ = IT7 - IT6 = 21 - 13 = 8 µm


4.6.2.1 Os afastamentos fundamentais para furos são cal-
culados a partir das fórmulas dadas na Tabela 9. Portanto, Nota: A regra dada em 4.6.2.1 b) aplica-se somente a dimensões
nominais acima de 3 mm para afastamentos fundamentais
o limite correspondente para o afastamento fundamental
“K”, “M” e “N”, no grau de tolerância-padrão até IT8 (inclusive)
de um furo é exatamente simétrico em relação à linha zero
e afastamentos “P” a “ZC” nos graus de tolerância-padrão
e ao limite correspondente ao afastamento fundamental pa- até IT7 (inclusive).
ra um eixo com a mesma letra. Esta regra se aplica a todos
os afastamentos fundamentais, exceto para os seguintes:
4.6.2.2 O afastamento fundamental dado pelas fórmulas na
a) afastamento N, para graus de tolerância-padrão IT9 Tabela 9 é, em princípio, aquele que corresponde aos limi-
a IT16 nas dimensões nominais acima de 3 mm até tes mais próximos à linha zero, isto é, o afastamento infe-
500 mm (inclusive), para os quais o afastamento rior para furos “A” a “H” e afastamento superior para furos
fundamental é zero; “K” a “ZC”. Exceto para furos “J” e “JS”, para os quais, ri-
gorosamente falando, não existe afastamento fundamental,
b) ajuste do eixo-base ou furo-base, para dimensão o valor do afastamento é independente do grau de tolerân-
nominal acima de 3 mm até 500 mm (inclusive), no cia selecionado (até mesmo a fórmula quando inclui um
qual um furo de um dado grau de tolerância-padrão termo envolvendo ITn).
é associado a um eixo de grau próximo inferior (por
exemplo: H7/p6 e P7/h6), para os quais são exigi- 4.6.3 Arredondamento de valores para afastamentos
dos ter a mesma folga ou interferência (ver Figura 18). fundamentais

4.6.2.1.1 Nestes casos, é adicionado algebricamente o va-


lor ∆ ao afastamento fundamental calculado, como segue: Para cada grupo de dimensões nominais, os valores obti-
dos a partir das fórmulas dadas na Tabela 9 são arredon-
ES = ES (calculado) + ∆ dados de acordo com as regras dadas na Tabela 10.
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Figura 18 - Representação esquemática furo-base e eixo-base

Tabela 10 - Arredondamento para desvios fundamentais

Arredondamento: µm

Dimensão nominal
Valores calculados conforme a Tabela 9
Até 500 mm (inclusive) Acima de 500 mm até
3150 mm (inclusive)

(µm) Afastamentos fundamentais

“a” até g” “k” até zc” “d” até “u”


“A” até G” “K” até ZC” “D” até “U”

Acima Até e inclusive Arredondamento em múltiplos de

5 45 1 1 1
45 60 2 1 1
60 100 5 1 2
100 200 5 2 5
200 300 10 2 10
300 500 10 5 10
500 560 10 5 20
560 600 20 5 20
600 800 20 10 20
800 1000 20 20 20
1000 2000 50 50 50
2000 5000 100 100
. . . . . . . . .
20 x 10n 50 x 10n 1 x 10n
50 x 10n 100 x 10n 2 x 10n
100 x 10n 200 x 10n 5 x 10n
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4.7 Exemplos de uso da norma e) graus de tolerância IT14 a IT18 são somente previs-
tos para dimensões nominais maiores que 1 mm;
Esta seção fornece exemplos para utilização do sistema
f) furos com afastamento fundamental “N” de graus de
ISO de tolerâncias e ajustes na determinação dos limites
tolerância acima de IT8 são previstos somente para
para eixos e furos. Os valores numéricos dos afastamentos
dimensões nominais maiores que 1 mm.
superiores e inferiores para os grupos de dimensões
nominais mais usados, os afastamentos fundamentais e os
4.9 Exemplos
graus de tolerância foram calculados e aparecem nas
Tabelas 11 a 41. Nos casos especiais, não cobertos por 4.9.1 Determinação das dimensões limites para eixo φ 40g11
esta Norma, os afastamentos superior e inferior apropria-
dos podem ser calculados a partir dos dados fornecidos Grupo de dimensão nominal: 30 mm a 50 mm (ver Tabela 4)
nas Tabelas 1 a 3 e Tabelas 4 a 6 e, conseqüentemente, as Tolerância-padrão: 160 µm (ver Tabela 1)
dimensões limites.
Afastamento fundamental = -9 µm (ver Tabela 2)
4.8 Revisão de características especiais Afastamento superior = Afastamento fundamental = -9 µm
Afastamento inferior = Afastamento fundamental - tolerância
= -9 -160 = -169 µm
É dado a seguir um sumário das características e fatores
que devem ser levados em consideração ao se usar esta
Dimensões limites:
Norma para obter afastamentos superiores e inferiores em
casos especiais:
Máximo = 40 - 0,009 = 39,991 mm
Mínimo = 40 - 0,169 = 39,831 mm
a) eixos e furos com afastamentos fundamentais “a”,
“A”, “b”, “B” são previstos somente para dimensões 4.9.2 Determinação das dimensões limites para furo φ 130N4
nominais maiores que 1 mm;
Grupo de dimensão nominal: 120 mm a 180 mm (ver Ta-
b) eixos j8 são previstos somente para dimensões no- bela 4)
minais menores ou iguais a 3 mm; Tolerância-padrão: 12 µm (ver Tabela 1)

c) furos com afastamento fundamental “K” no grau de Afastamento fundamental = -27 + ∆ µm (ver Tabela 3)
tolerância acima de IT8 são previstos somente pa- Valor de ∆ = 4 µm (ver Tabela 3)
ra dimensões nominais menores ou iguais a 3 mm; Afastamento superior = Afastamento fundamental =
= -27 + 4 = - 23 µm
Afastamento inferior = Afastamento fundamental-tole-
d) eixos e furos com afastamentos fundamentais “t”, rância = -23 - 12 = -35 µm
“T”, “v”, “V” e “y”, “Y” são somente previstos para
dimensões nominais maiores que 24 mm, 14 mm e Dimensões limites:
18 mm, respectivamente (para dimensões nominais
menores, os afastamentos são praticamente os mes- Máximo: 130 - 0,023 = 129,977 mm
mos daqueles dos graus de tolerância adjacente); Mínimo: 130 - 0,035 = 129,965 mm

Tabela 11 - Afastamentos limites para furos A, B e C(A)

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal A(B) B(B) C
(mm)

Acima Até e 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12 13
inclusive

- 3(B) + 295 + 310 + 330 + 370 + 410 +154 +165 + 180 + 200 + 240 + 280 + 74 + 85 +100 +120 + 160 + 200
+ 270 + 270 + 270 + 270 + 270 +140 +140 + 140 + 140 + 140 + 140 + 60 + 60 + 60 + 60 + 60 + 60

3 6 + 300 + 318 + 345 + 390 + 450 +158 +170 + 188 + 215 + 260 + 320 + 88 +100 +118 +145 + 190 + 250
+ 270 + 270 + 270 + 270 + 270 +140 +140 + 140 + 140 + 140 + 140 + 70 + 70 + 70 + 70 + 70 + 70

6 10 + 316 + 338 + 370 + 430 + 500 +172 +186 + 208 + 240 + 300 + 370 +102 +116 +138 +170 + 230 + 300
+ 280 + 280 + 280 + 280 + 280 +150 +150 + 150 + 150 + 150 + 150 + 80 + 80 + 80 + 80 + 80 + 80

/continua
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/continuação
Dimensão
nominal A(B) B(B) C
(mm)

Acima Até e 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12 13
inclusive

10 18 +333 +360 +400 +470 +560 +177 +193 +220 +260 +330 +420 +122 +138 +165 +205 +275 +365
+290 +290 +290 +290 +290 +150 +150 +150 +150 +150 +150 +95 +95 +95 +95 +95 +95

18 30 +352 +384 +430 +510 +630 +193 +212 +244 +290 +370 +490 +143 +162 +194 +240 +320 +440
+300 +300 +300 +300 +300 +160 +160 +160 +160 +160 +160 +110 +110 +110 +110 +110 +110

30 40 +372 +410 +470 +560 +700 +209 +232 +270 +330 +420 +560 +159 +182 +220 +280 +370 +510
+310 +310 +310 +310 +310 +170 +170 +170 +170 +170 +170 +120 +120 +120 +120 +120 +120

40 50 +382 +420 +480 +570 +710 +219 +242 +280 +340 +430 +570 +169 +192 +230 +290 +380 +520
+320 +320 +320 +320 +320 +180 +180 +180 +180 +180 +180 +130 +130 +130 +130 +130 +130

50 65 +414 +460 +530 +640 +800 +236 +264 +310 +380 +490 +650 +186 +214 +260 +330 +440 +600
+340 +340 +340 +340 +340 +190 +190 +190 +190 +190 +190 +140 +140 +140 +140 +140 +140

65 80 +434 +480 +550 +660 +820 +246 +274 +320 +390 +500 +660 +196 +224 +270 +340 +450 +610
+360 +360 +360 +360 +360 +200 +200 +200 +200 +200 +200 +150 +150 +150 +150 +150 +150

80 100 +467 +520 +600 +730 +920 +274 +307 +360 +440 +570 +760 +224 +257 +310 +390 +520 +710
+380 +380 +380 +380 +380 +220 +220 +220 +220 +220 +220 +170 +170 +170 +170 +170 +170

100 120 +497 +550 +630 +760 +950 +294 +327 +380 +460 +590 +780 +234 +267 +320 +400 +530 +720
+410 +410 +410 +410 +410 +240 +240 +240 +240 +240 +240 +180 +180 +180 +180 +180 +180

120 140 +560 +620 +710 +860 +1090 +323 +360 +420 +510 +660 +890 +263 +300 +360 +450 +600 +830
+460 +460 +460 +460 +460 +260 +260 +260 +260 +260 +260 +200 +200 +200 +200 +200 +200

140 160 +620 +680 +770 +920 +1150 +343 +380 +440 +530 +680 +910 +273 +310 +370 +460 +610 +840
+520 +520 +520 +520 +520 +280 +280 +280 +280 +280 +280 +210 +210 +210 +210 +210 +210

160 180 +680 +740 +830 +980 +1210 +373 +410 +470 +560 +710 +940 +293 +330 +390 +480 +630 +860
+580 +580 +580 +580 +580 +310 +310 +310 +310 +310 +310 +230 +230 +230 +230 +230 +230

180 200 +775 +845 +950 +1120 +1380 +412 +455 +525 +630 +800 +1060 +312 +355 +425 +530 +700 +960
+660 +660 +660 +660 +660 +340 +340 +340 +340 +340 +340 +240 +240 +240 +240 +240 +240

200 225 +855 +925 +1030 +1200 +1460 +452 +495 +565 +670 +840 +1100 +332 +375 +445 +550 +720 +980
+740 +740 +740 +740 +740 +380 +380 +380 +380 +380 +380 +260 +260 +260 +260 +260 +260

225 250 +935 +1005 +1110 +1280 +1540 +492 +535 +605 +710 + 880 +1140 +352 +395 +465 +570 +740 +1000
+820 +820 +820 +820 +820 +420 +420 +420 +420 +420 +420 +280 +280 +280 +280 +280 + 280

250 280 +1050 +1130 +1240 +1440 +1730 +561 +610 +690 +800 +1000 +1290 +381 +430 +510 +620 +820 +1110
+920 +920 +920 +920 +920 +480 +480 +480 +480 +480 +480 +300 +300 +300 +300 +300 + 300

280 315 +1180 +1260 +1370 +1570 +1860 +621 +670 +750 +860 +1060 +1350 +411 +460 +540 +650 +850 +1140
+1050 +1050 +1050 +1050 +1050 +540 +540 +540 +540 +540 +540 +330 +330 +330 +330 +330 + 330

315 355 +1340 +1430 +1560 +1770 +2000 +689 +740 +830 +960 +1170 +1490 +449 +500 +590 +720 +930 +1250
+1200 +1200 +1200 +1200 +1200 +600 +600 +600 +600 +600 +600 +360 +360 +360 +360 +360 + 360

355 400 +1490 +1580 +1710 +1920 +2240 +769 +820 +910 +1040 +1250 +1570 +489 +540 +630 +760 +970 +1290
+1350 +1350 +1350 +1350 +1350 +680 +680 +680 +680 +680 +680 +400 +400 +400 +400 +400 + 400

400 450 +1655 +1750 +1900 +2130 +2470 +857 +915 +1010 +1160 +1390 +1730 +537 +595 +690 +840 +1070 +1410
+1500 +1500 +1500 +1500 +1500 +760 +760 +760 +760 +760 +760 +440 +440 +440 +440 +440 + 440

450 500 +1805 +1900 +2050 +2280 +2620 +937 +995 +1090 +1240 +1470 +1810 +577 +635 +730 +880 +1110 +1450
+1650 +1650 +1650 +1650 +1650 +840 +840 +840 +840 +840 +840 +480 +480 +480 +480 +480 + 480

(A)
Os afastamentos fundamentais “A”, “B” e “C” não estão previstos para dimensões maiores que 500 mm.
(B)
Os afastamentos fundamentais “A” e “B” não devem ser usados para qualquer tolerância-padrão em dimensões nominais menores ou
iguais a 1 mm.
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24 NBR 6158/1995

Tabela 12 - Afastamentos limites para furos “CD”, “D” e “E”

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal CD(A) D E
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10 11 12 13 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 +40 +44 +48 +59 +74 +26 +30 +34 +45 +60 +80 +120 +160 +18 +20 +24 +28 +39 +54
+34 +34 +34 +34 +34 +20 +20 +20 +20 +20 +20 +20 +20 +14 +14 +14 +14 +14 +14

3 6 +54 +58 +64 +76 +94 +38 +42 +48 +60 +78 +105 +150 +210 +25 +28 +32 +38 + 50 +68
+46 +46 +46 +46 +46 +30 +30 +30 +30 +30 +30 +30 +30 +20 +20 +20 +20 +20 +20

6 10 +65 +71 +78 +92 +114 +49 +55 +62 +76 +98 +130 +190 +260 +31 +34 +40 +47 + 61 +83
+56 +56 +56 +56 +56 +40 +40 +40 +40 +40 +40 +40 +40 +25 +25 +25 +25 +25 +25

10 18 +61 +68 +77 +93 +120 +160 +230 +320 +40 +43 +50 +59 + 75 +102
+50 +50 +50 +50 +50 +50 +50 +50 +32 +32 +32 +32 +32 +32

18 30 +78 +86 +98 +117 +149 +195 +275 +395 +49 +53 +61 +73 + 92 +124
+65 +65 +65 +65 +65 +65 +65 +65 +40 +40 +40 +40 +40 +40

30 50 +96 +105 +119 +142 +180 +240 +330 +470 +61 +66 +75 +89 +112 +150
+80 +80 +80 +80 +80 +80 +80 +80 +50 +50 +50 +50 +50 +50

50 80 +119 +130 +146 +174 +220 +290 +400 +560 +73 +79 +90 +106 +134 +180
+100 +100 +100 +100 +100 +100 +100 +100 +60 +60 +60 + 60 + 60 +60

80 120 +142 +155 +174 +207 +260 +340 +470 +660 +87 +94 +107 +125 +159 +212
+120 +120 +120 +120 +120 +120 +120 +120 +72 +72 +72 +72 +72 +72

120 180 +170 +185 +208 +245 +305 +395 +545 +775 +103 +110 +125 +148 +185 +245
+145 +145 +145 +145 +145 +145 +145 +145 +85 +85 +85 +85 +85 +85

180 250 +199 +216 +242 +285 +355 +460 +630 +890 +120 +129 +146 +172 +215 +285
+170 +170 +170 +170 +170 +170 +170 +170 +100 +100 +100 +100 +100 +100

250 315 +222 +242 +271 +320 +400 +510 +710 +1000 +133 +142 +162 +191 +240 +320
+190 +190 +190 +190 +190 +190 +190 +190 +110 +110 +110 +110 +110 +110

315 400 +246 +267 +299 +350 +440 +570 +780 +1100 +150 +161 +182 +214 +265 +355
+210 +210 +210 +210 +210 +210 +210 +210 +125 +125 +125 +125 +125 +125

400 500 +270 +293 +327 +385 +480 +630 +860 +1200 +162 +175 +198 +232 +290 +385
+230 +230 +230 +230 +230 +230 +230 +230 +135 +135 +135 +135 +135 +135

500 630 +304 +330 +370 +435 +540 +700 +960 +1360 +189 +215 +255 +320 +425
+260 +260 +260 +260 +260 +260 +260 +260 +145 +145 +145 +145 +145

630 800 +340 +370 +415 +490 +610 +790 +1090 +1540 +210 +240 +285 +360 +480
+290 +290 +290 +290 +290 +290 +290 +290 +160 +160 +160 +160 +160

800 1000 +376 +410 +460 +550 +680 +880 +220 +1720 +226 +260 +310 +400 +530
+320 +320 +320 +320 +320 +320 +320 +320 +170 +170 +170 +170 +170

1000 1250 +416 +455 +515 +610 +770 +1010 +1400 +2000 +261 +300 +360 +455 +615
+350 +350 +350 +350 +350 +350 +350 +350 +195 +195 +195 +195 +195

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 25

/continuação

Dimensão
nominal CD (A) D E
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10 11 12 13 5 6 7 8 9 10
inclusive

1250 1600 +468 +515 +585 +700 +890 +1170 +1640 +2340 +298 +345 +415 +530 +720
+390 +390 +390 +390 +390 +390 +390 +390 +220 +220 +220 +220 +220

1600 2000 +522 +580 +660 +800 +1030 +1350 +1930 +2730 +332 +390 +470 +610 +840
+430 +430 +430 +430 +430 +430 +430 +430 +240 +240 +240 +240 +240

2000 2500 +590 +655 +760 +920 +1180 +1580 +2230 +3280 +370 +435 +540 +700 +960
+480 +480 +480 +480 +480 +480 +480 +480 +260 +260 +260 +260 +260

2500 3150 +655 +730 +850 +1060 +1380 +1870 +2620 +3820 +425 +500 +620 +830 +1150
+520 +520 +520 +520 +520 +520 +520 +520 +290 +290 +290 +290 +290

(A)
O afastamento fundamental intermediário “CD” é previsto principalmente para micromecanismos e relojoaria. Na necessidade de classes
de tolerância envolvendo este afastamento fundamental em outra dimensão nominal, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido
nesta norma.

Tabela 13 - Afastamentos limites para furos “EF” e “F”

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior
Afastamento: µm
Dimensão
nominal EF(A) F
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 +12 +13 +14 +16 +20 +24 +35 +50 +8 +9 +10 +12 +16 +20 +31 +46
+10 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +6

3 6 +16,5 +18 +19 +22 +26 +32 +44 +62 +12,5 +14 +15 +18 +22 +28 +40 +58
+14 +14 +14 +14 +14 +14 +14 +14 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +10

6 10 +20,5 +22 +24 +27 +33 +40 +54 +76 +15,5 +17 +19 +22 +28 +35 +49 +71
+18 +18 +18 +18 +18 +18 +18 +18 +13 +13 +13 +13 +13 +13 +13 +13

10 18 +19 +21 +24 +27 +34 +43 +59 +86


+16 +16 +16 +16 +16 +16 +16 +16

18 30 +24 +26 +29 +33 +41 +53 +72 +104


+20 +20 +20 +20 +20 +20 +20 +20

30 50 +29 +32 +36 +41 +50 +64 +87 +125


+25 +25 +25 +25 +25 +25 +25 +25

50 80 +43 +49 +60 +76 +104


+30 +30 +30 +30 +30

80 120 +51 +58 +71 +90 +123


+36 +36 +36 +36 +36

/continua
Cópia não autorizada
26 NBR 6158/1995

/continuação
Dimensão
nominal EF(A) F
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

120 180 +61 +68 +83 +106 +143


+43 +43 +43 +43 +43

180 250 +70 +79 +96 +122 +165


+50 +50 +50 +50 +50

250 315 +79 +88 +108 +137 +186


+56 +56 +56 +56 +56

315 400 +87 +98 +119 +151 +202


+62 +62 +62 +62 +62

400 500 +95 +108 +131 +165 +223


+68 +68 +68 +68 +68

500 630 +120 +146 +186 +251


+76 +76 +76 +76

630 800 +130 +160 +205 +280


+80 +80 +80 +80

800 1000 +142 +176 +226 +316


+86 86 +86 +86

1000 1250 +164 +203 +263 +358


+98 +98 +98 +98

1250 1600 +188 +235 +305 +420


+110 +110 +110 +110

1600 2000 +212 +270 +350 +490


+120 +120 +120 +120

2000 2500 +240 +305 +410 +570


+130 +130 +130 +130

2500 3150 +280 +355 +475 +685


+145 +145 +145 +145

(A)
O afastamento fundamental intermediário “EF” é previsto principalmente para micromecanismos e relojoaria. Na necessidade de classes
de tolerância envolvendo este afastamento fundamental em outra dimensão nominal, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido
nesta Norma.
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NBR 6158/1995 27

Tabela 14 - Afastamentos limites para furos “FG” e “G”

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal FG(A) G
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 +6 +7 +8 +10 +14 +18 +29 +44 +4 +5 +6 +8 +12 +16 +27 +42


+4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +2 +2 +2 +2 +2 +2 +2 +2

3 6 +8,5 +10 +11 +14 +18 +24 +36 +54 +6,5 +8 +9 +12 +16 +22 +34 +52
+6 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4

6 10 +10,5 +12 +14 +17 +23 +30 +44 +66 +7,5 +9 +11 +14 +20 +27 +41 +63
+8 +8 +8 +8 +8 +8 +8 +8 +5 +5 +5 +5 +5 +5 +5 +5

10 18 +9 +11 +14 +17 +24 +33 +49 +76


+6 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +6

18 30 +11 +13 +16 +20 +28 +40 +59 +91


+7 +7 +7 +7 +7 +7 +7 +7

30 50 +13 +16 +20 +25 +34 +48 +71 +109


+9 +9 +9 +9 +9 +9 +9 +9

50 80 +23 +29 +40 +56


+10 +10 +10 +10

80 120 +27 +34 +47 +66


+12 +12 +12 +12

120 180 +32 +39 +54 +77


+14 +14 +14 +14

180 250 +35 +44 +61 +87


+15 +15 +15 +15

250 315 +40 +49 +69 +98


+17 +17 +17 +17

315 400 +43 +54 +75 +107


+18 +18 +18 +18

400 500 +47 +60 +83 +117


+20 +20 +20 +20

500 630 +66 +92 +132


+22 +22 +22

630 800 +74 +104 +149


+24 +24 +24

800 1000 +82 +116 +166


+26 +26 +26

1000 1250 +94 +133 +193


+28 +28 +28

/continua
Cópia não autorizada
28 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal FG(A) G
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

1250 1600 +108 +155 +225


+30 +30 +30

1600 2000 +124 +182 +262


+32 +32 +32

2000 2500 +144 +209 +314


+34 +34 +34

2500 3150 +173 +248 +368


+38 +38 +38

(A)
O afastamento fundamental intermediário “FG” é previsto principalmente para micromecanismos e relojoaria. Na necessidade de classes
de tolerância envolvendo este afastamento fundamental em outra dimensão nominal, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido
nesta Norma.

Tabela 15 - Afastamentos limites para furos “H”

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Dimensão
nominal H
(mm)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14(A) 15 (A) 16(A) 17 (A) 18(A)
Acima Até e
inclusive Afastamentos
(µm) (mm)

- 3(A) +0,8 +1,2 +2 +3 +4 +6 +10 +14 +25 +40 +60 +0,1 +0,14 +0,25 +0,4 +0,6
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

3 6 +1 +1,5 +2,5 +4 +5 +8 +12 +18 +30 +48 +75 +0,12 +0,18 +0,3 +0,48 +0,75 +1,2 +1,8
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

6 10 +1 +1,5 +2,5 +4 +6 +9 +15 +22 +36 +58 +90 +0,15 +0,22 +0,36 +0,58 +0,9 +1,5 +2,2
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

10 18 +1,2 +2 +3 +5 +8 +11 +18 +27 +43 +70 +110 +0,18 +0,27 +0,43 +0,7 +1,1 +1,8 +2,7
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

18 30 +1,5 +2,5 +4 +6 +9 +13 +21 +33 +52 +84 +130 +0,21 +0,33 +0,52 +0,84 +1,3 +2,1 +3,3
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

30 50 +1,5 +2,5 +4 +7 +11 +16 +25 +39 +62 +100 +160 +0,25 +0,39 +0,62 +1 +1,6 +2,5 +3,9
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

50 80 +2 +3 +5 +8 +13 +19 +30 +46 +74 +120 +190 +0,3 +0,46 +0,74 +1,2 +1,9 +3 +4,6
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

80 120 +2,5 +4 +6 +10 +15 +22 +35 +54 +87 +140 +220 +0,35 +0,54 +0,87 +1,4 +2,2 +3,5 +5,4
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

/continua
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NBR 6158/1995 29

/continuação

Dimensão
nominal H
mm
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 (A) 15(A) 16(A) 17(A) 18(A)
Acima Até e
inclusive Afastamentos
(µm) (mm)

120 180 +3,5 +5 +8 +12 +18 +25 +40 +63 +100 +160 +250 +0,4 +0,63 +1 +1,6 +2,5 +4 +6,3
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

180 250 +4,5 +7 +10 +14 +20 +29 +46 +72 +115 +185 +290 +0,46 +0,72 +1,15 +1,85 +2,9 +4,6 +7,2
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

250 315 +6 +8 +12 +16 +23 +32 +52 +81 +130 +210 +320 +0,52 +0,81 +1,3 +2,1 +3,2 +5,2 +8,1
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

315 400 +7 +9 +13 +18 +25 +36 +57 +89 +140 +230 +360 +0,57 +0,89 +1,4 +2,3 +3,6 +5,7 +8,9
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

400 500 +8 +10 +15 +20 +27 +40 +63 +97 +155 +250 +400 +0,63 +0,97 +1,55 +2,5 +4 +6,3 +9,7
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

(B)

500 630 +9 +11 +16 +22 +32 +44 +70 +110 +175 +280 +440 +0,7 +1,1 +1,75 +2,8 +4,4 +7 +11
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

630 800 +10 +13 +18 +25 +36 +50 +80 +125 +200 +320 +500 +0,8 +1,25 +2 +3,2 +5 +8 +12,5
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

800 1000 +11 +15 +21 +28 +40 +56 +90 +140 +230 +360 +560 +0,9 +1,4 +2,3 +3,6 +5,6 +9 +14
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

1000 1250 +13 +18 +24 +33 +47 +66 +105 +165 +260 +420 +660 +1,05 +1,65 +2,6 +4,2 +6,6 +10,5 +16,5
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

1250 1600 +15 +21 +29 +39 +55 +78 +125 +195 +310 +500 +780 +1,25 +1,95 +3,1 +5 +7,8 +12,5 +19,5
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

1600 2000 +18 +25 +35 +46 +65 +92 +150 +230 +370 +600 +920 +1,5 +2,3 +3,7 +6 +9,2 +15 +23
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

2000 2500 +22 +30 +41 +55 +78 +110 +175 +280 +440 +700 +1100 +1,75 +2,8 +4,4 +7 +11 +17,5 +28
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

2500 3150 +26 +36 +50 +68 +96 +135 +210 +330 +540 +860 +1350 +2,1 +3,3 +5,4 +8,6 +13,5 +21 +33
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

(A)
Os graus de tolerância IT14 a IT18 (inclusive) não devem ser usados para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.

(B)
Os valores dados na moldura, para graus de tolerância IT1 a IT15 (inclusive) para dimensões nominais maiores que 500 mm e menores
ou iguais a 3150 mm, estão incluídos para uso experimental.
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30
Tabela 16 - Afastamentos limites (A) para furos JS

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Dimensão JS
nominal
(mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14(B) 15(B) 16(B) 17 18

Acima Até e Afastamentos


inclusive (µm) (mm)

- 3(B) ± 0,4 ± 0,6 ±1 ± 1,5 ±2 ±3 ±5 ±7 ± 12,5 ± 20 ± 30 ± 0,05 ± 0,07 ± 0,125 ± 0,2 ± 0,3

3 6 ± 0,5 ± 0,75 ± 1,25 ±2 ± 2,5 ±4 ±6 ±9 ± 15 ± 24 ± 37,5 ± 0,06 ± 0,09 ± 0,15 ± 0,24 ± 0,375 ± 0,6 ± 0,9

6 10 ± 0,5 ± 0,75 ± 1,25 ±2 ±3 ± 4,5 ± 7,5 ±11 ± 18 ± 29 ± 45 ± 0,075 ± 0,11 ± 0,18 ± 0,29 ± 0,45 ± 0,75 ± 1,1

10 18 ± 0,6 ±1 ± 1,5 ± 2,5 ±4 ± 5,5 ±9 ±13,5 ± 21,5 ± 35 ± 55 ± 0,09 ± 0,135 ± 0,215 ± 0,35 ± 0,55 ± 0,9 ± 1,35

18 30 ± 0,75 ± 1,25 ± 2 ±3 ± 4,5 ± 6,5 ± 10,5 ±16,5 ± 26 ± 42 ± 65 ± 0,105 ± 0,165 ± 0,26 ± 0,42 ± 0,65 ± 1,05 ± 1,65

30 50 ± 0,75 ± 1,25 ± 2 ± 3,5 ± 5,5 ±8 ± 12,5 ±19,5 ± 31 ± 50 ± 80 ± 0,125 ± 0,195 ± 0,31 ± 0,5 ± 0,8 ± 1,25 ± 1,95

50 80 ±1 ± 1,5 ± 2,5 ±4 ± 6,5 ± 9,5 ± 15 ±23 ± 37 ± 60 ± 95 ± 0,15 ± 0,23 ± 0,37 ± 0,6 ± 0,95 ± 1,5 ± 2,3

80 120 ± 1,25 ±2 ±3 ±5 ± 7,5 ± 11 ± 17,5 ±27 ± 43,5 ± 70 ± 110 ± 0,175 ± 0,27 ± 0,435 ± 0,7 ± 1,1 ± 1,75 ± 2,7

120 180 ± 1,75 ± 2,5 ±4 ±6 ±9 ± 12,5 ± 20 ±31,5 ± 50 ± 80 ± 125 ± 0,2 ± 0,315 ± 0,5 ± 0,8 ± 1,25 ±2 ± 3,15

180 250 ± 2,25 ± 3,5 ±5 ±7 ± 10 ± 14,5 ± 23 ±36 ± 57,5 ± 92,5 ± 145 ± 0,23 ± 0,36 ± 0,575 ± 0,925 ± 1,45 ± 2,3 ± 3,6

250 315 ±3 ±4 ±6 ±8 ± 11,5 ± 16 ± 26 ±40,5 ± 65 ± 105 ± 160 ± 0,26 ± 0,405 ± 0,65 ± 1,05 ± 1,6 ± 2,6 ± 4,05

315 400 ± 3,5 ± 4,5 ± 6,5 ±9 ± 12,5 ± 18 ± 28,5 ±44,5 ± 70 ± 115 ± 180 ± 0,285 ± 0,445 ± 0,7 ± 1,15 ± 1,8 ± 2,85 ± 4,45

NBR 6158/1995
400 500 ±4 ±5 ± 7,5 ± 10 ± 13,5 ± 20 ± 31,5 ±48,5 ± 77,5 ± 125 ± 200 ± 0,315 ± 0,485 ± 0,775 ± 1,25 ±2 ± 3,15 ± 4,85

(C)

500 630 ± 4,5 ± 5,5 ±8 ± 11 ± 16 ± 22 ± 35 ±55 ± 87,5 ± 140 ± 220 ± 0,35 ± 0,55 ± 0,875 ± 1,4 ± 2,2 ± 3,5 ± 5,5

630 800 ±5 ± 6,5 ±9 ± 12,5 ± 18 ± 25 ± 40 ±62,5 ± 100 ± 160 ± 250 ± 0,4 ± 0,625 ± 1 ± 1,6 ± 2,5 ±4 ± 6,25

/continua
Cópia não autorizada

NBR 6158/1995
/continuação

Dimensão JS
nominal
(mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14(B) 15(B) 16(B) 17 18

Acima Até e Afastamentos


inclusive (µm) (mm)

800 1000 ± 5,5 ± 7,5 ± 10,5 ± 14 ± 20 ± 28 ± 45 ±70 ± 115 ± 180 ± 280 ± 0,45 ± 0,7 ± 1,15 ± 1,8 ± 2,8 ± 4,5 ±7

1000 1250 ± 6,5 ±9 ± 12 ± 16,5 ± 23,5 ± 33 ± 52,5 ±82,5 ± 130 ± 210 ± 330 ± 0,525 ± 0,825 ± 1,3 ± 2,1 ± 3,3 ± 5,25 ± 8,25

1250 1600 ± 7,5 ± 10,5 ± 14,5 ± 19,5 ± 27,5 ± 39 ± 62,5 ±97,5 ± 155 ± 250 ± 390 ± 0,625 ± 0,975 ± 1,55 ± 2,5 ± 3,9 ± 6,25 ± 9,75

1600 2000 ±9 ± 12,5 ± 17,5 ± 23 ± 32,5 ± 46 ± 75 ±115 ± 185 ± 300 ± 460 ± 0,75 ± 1,15 ± 1,85 ±3 ± 4,6 ± 7,5 ± 11,5

2000 2500 ± 11 ± 15 ± 20,5 ± 27,5 ± 39 ± 55 ± 87,5 ±140 ± 220 ± 350 ± 550 ± 0,875 ± 1,4 ± 2,2 ± 3,5 ± 5,5 ± 8,75 ± 14

2500 3150 ± 13 ± 18 ± 25 ± 34 ±48 ± 67,5 ± 105 ±165 ± 270 ± 430 ± 675 ± 1,05 ± 1,65 ± 2,7 ± 4,3 ± 6,75 ± 10,5 ± 16,5

+0,23
(A)
Para evitar repetição de valores iguais, a Tabela lista valores como “± x”. Isso é para ser interpretado como ES = +x e EI = -x. Exemplo: −0,23 µm .

(B)
Os graus de tolerância IT14 a IT16 (inclusive) não devem ser usados para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.

(C)
Os valores na moldura, para graus de tolerância IT1 a IT15 (inclusive), para dimensões nominais maiores que 500 mm e menores ou iguais a 3150 mm, estão incluídos para uso experimental.

31
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32 NBR 6158/1995

Tabela 17 - Afastamentos limites para furos J e K

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal J K
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9(A) 3 4 5 6 7 8 9(B) 10(B)


inclusive

- 3 +2 +4 +6 0 0 0 0 0 0 0 0
-4 -6 -8 -2 -3 -4 -6 -10 -14 -25 -40

3 6 +5 ±6(C) +10 0 +0,5 0 +2 +3 +5


-3 -8 -2,5 -3,5 -5 -6 -9 -13

6 10 +5 +8 +12 0 +0,5 +1 +2 +5 +6
-4 -7 -10 -2,5 -3,5 -5 -7 -10 -16

10 18 +6 +10 +15 0 +1 +2 +2 +6 +8
-5 -8 -12 -3 -4 -6 -9 -12 -19

18 30 +8 +12 +20 -0,5 0 +1 +2 +6 +10


-5 -9 -13 -4,5 -6 -8 -11 -15 -23

30 50 +10 +14 +24 -0,5 +1 +2 +3 +7 +12


-6 -11 -15 -4,5 -6 -9 -13 -18 -27

50 80 +13 +18 +28 +3 +4 +9 +14


-6 -12 -18 -10 -15 -21 -32

80 120 +16 +22 +34 +2 +4 +10 +16


-6 -13 -20 -13 -18 -25 -38

120 180 +18 +26 +41 +3 +4 +12 +20


-7 -14 -22 -15 -21 -28 -43

180 250 +22 +30 +47 +2 +5 +13 +22


-7 -16 -25 -18 -24 -33 -50

250 315 +25 +36 +55 +3 +5 +16 +25


-7 -16 -26 -20 -27 -36 -56

315 400 +29 +39 +60 +3 +7 +17 +28


-7 -18 -29 -22 -29 -40 -61

400 500 +33 +43 +66 +2 +8 +18 +29


-7 -20 -31 -25 -32 -45 -68

500 630 0 0 0
-44 -70 -110

630 800 0 0 0
-50 -80 -125

800 1000 0 0 0
-56 -90 -140

1000 1250 0 0 0
-66 -105 -165

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 33

/continuação

Dimensão
nominal J K
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9(A) 3 4 5 6 7 8 9(B) 10(B)


inclusive

1250 1600 0 0 0
-78 -125 -195

1600 2000 0 0 0
-92 -150 -230

2000 2500 0 0 0
-110 -175 -280

2500 3150 0 0 0
-135 -210 -330

(A)
As classes de tolerância J9, J10, etc. são simétricas em torno da linha zero. Para estes valores, ver JS9, JS10, etc.

(B)
Os afastamentos para “K” nos graus de tolerância acima de IT8 não são definidos para dimensões nominais maiores que 3 mm.

(C)
Idêntico a JS7.

Tabela 18 - Afastamentos limites para furos M e N

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal M N
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9(A) 10 (A) 11 (A)


inclusive

- 3(A) -2 -2 -2 -2 -2 -2 -2 -2 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4
-4 -5 -6 -8 -12 -16 -27 -42 -6 -7 -8 -10 -14 -18 -29 -44 -64

3 6 -3 -2,5 -3 -1 0 +2 -4 -4 -7 -6,5 -7 -5 -4 -2 0 0 0
-5,5 -6,5 -8 -9 -12 -16 -34 -52 -9,5 -10,5 -12 -13 -16 -20 -30 -48 -75

6 10 -5 -4,5 -4 -3 0 +1 -6 -6 -9 -8,5 -8 -7 -4 -3 0 0 0
-7,5 -8,5 -10 -12 -15 -21 -42 -64 -11,5 -12,5 -14 -16 -19 -25 -36 -58 -90

10 18 -6 -5 -4 -4 0 +2 -7 -7 -11 -10 -9 -9 -5 -3 0 0 0
-9 -10 -12 -15 -18 -25 -50 -77 -14 -15 -17 -20 -23 -30 -43 -70 -110

18 30 -6,5 -6 -5 -4 0 +4 -8 -8 -13,5 -13 -12 -11 -7 -3 0 0 0


-10,5 -12 -14 -17 -21 -29 -60 -92 -17,5 -19 -21 -24 -28 -36 -52 -84 -130

30 50 -7,5 -6 -5 -4 0 +5 -9 -9 -15,5 -14 -13 -12 -8 -3 0 0 0


-11,5 -13 -16 -20 -25 -34 -71 -109 -19,5 -21 -24 -28 -33 -42 -62 -110 -160

50 80 -6 -5 0 +5 -15 -14 -9 -4 0 0 0
-19 -24 -30 -41 -28 -33 -39 -50 -74 -120 -190

/continua
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34 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal M N
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9(A) 10 (A) 11(A)


inclusive

80 120 -8 -6 0 +6 -18 -16 -10 -4 0 0 0


-23 -28 -35 -48 -33 -38 -45 -58 -87 -140 -220

120 180 -9 -8 0 +8 -21 -20 -12 -4 0 0 0


-27 -33 -40 -55 -39 -45 -52 -67 -100 -160 -250

180 250 -11 -8 0 +9 -25 -22 -14 -5 0 0 0


-31 -37 -46 -63 -45 -51 -60 -77 -115 -185 -290

250 315 -13 -9 0 +9 -27 -25 -14 -5 0 0 0


-36 -41 -52 -72 -50 -57 -66 -86 -130 -210 -320

315 400 -14 -10 0 +11 -30 -26 -16 -5 0 0 0


-39 -46 -57 -78 -55 -62 -73 -94 -140 -230 -360

400 500 -16 -10 0 +11 -33 -27 -17 -6 0 0 0


-43 -50 -63 -86 -60 -67 -80 -103 -155 -250 -400

500 630 -26 -26 -26 -44 -44 -44 -44


-70 -96 -136 -88 -114 -154 -219

630 800 -30 -30 -30 -50 -50 -50 -50


- -80 -110 -155 -100 -130 -175 -250

800 1000 -34 -34 -34 -56 -56 -56 -56


-90 -124 -174 -112 -146 -196 -286

1000 1250 -40 -40 -40 -66 -66 -66 -66


-106 -145 -205 -132 -171 -231 -326

1250 1600 -48 -48 -48 -78 -78 -78 -78


-126 -173 -243 -156 -203 -273 -388

1600 2000 -58 -58 -58 -92 -92 -92 -92


-150 -208 -288 -184 -242 -322 -462

2000 2500 -68 -68 -68 -110 -110 -110 -110


-178 -243 -348 -220 -285 -390 -550

2500 3150 -76 -76 -76 -135 -135 -135 -135


-211 -286 -406 -270 -345 -465 -675

(A)
As classes de tolerância N9, N10 e N11 não devem ser usadas para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.
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NBR 6158/1995 35

Tabela 19 - Afastamentos limites para furos P

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal P
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6
-8 -9 -10 -12 -16 -20 -31 -46

3 6 -11 -10,5 -11 -9 -8 -12 -12 -12


-13,5 -14,5 -16 -17 -20 -30 -42 -60

6 10 -14 -13,5 -13 -12 -9 -15 -15 -15


-16,5 -17,5 -19 -21 -24 -37 -51 -73

10 18 -17 -16 -15 -15 -11 -18 -18 -88


-20 -21 -23 -26 -29 -45 -61 -88

18 30 -20,5 -20 -19 -18 -14 -22 -22 -22


-24,5 -26 -28 -31 -35 -55 -74 -106

30 50 -24,5 -23 -22 -21 -17 -26 -26 -26


-28,5 -30 -33 -37 -42 -65 -88 -126

50 80 -27 -26 -21 -32 -32


-40 -45 -51 -78 -106

80 120 -32 -30 -24 -37 -37


-47 -52 -59 -91 -124

120 180 -37 -36 -28 -43 -43


-55 -61 -68 -106 -143

180 250 -44 -41 -33 -50 -50


-64 -70 -79 -122 -165

250 315 -49 -47 -36 -56 -56


-72 -79 -88 -137 -186

315 400 -55 -51 -41 -62 -62


-80 -87 -98 -151 -202

400 500 -61 -55 -45 -68 -68


-88 -95 -108 -165 -223

500 630 -78 -78 -78 -78


-122 -148 -188 -253

630 800 -88 -88 -88 -88


-138 -168 -213 -288

800 1000 -100 -100 -100 -100


-156 -190 -240 -330

1000 1250 -120 -120 -120 -120


-186 -225 -285 -380
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36 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal P
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

1250 1600 -140 -140 -140 -140


-218 -265 -335 -450

1600 2000 -170 -170 -170 -170


-262 -320 -400 -540

2000 2500 -195 -195 -195 -195


-305 -370 -475 -635

2500 3150 -240 -240 -240 -240


-375 -450 -570 -780

Tabela 20 - Afastamentos limites para furos R

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão Dimensão
nominal R nominal R
(mm) (mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8


inclusive inclusive

- 3 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -10 500 560 -150 -150 -150
-12 -13 -14 -16 -20 -24 -35 -50 -194 -220 -260

3 6 -14 -13,5 -14 -12 -11 -15 -15 -15 560 630 -155 -155 -155
-16,5 -17,5 -19 -20 -23 -33 -45 -63 -199 -225 -265

6 10 -18 -17,5 -17 -16 -13 -19 -19 -19 630 710 -175 -175 -175
-20,5 -21,5 -23 -25 -28 -41 -55 -77 -225 -255 -300

10 18 -22 -21 -20 -20 -16 -23 -23 -23 710 800 -185 -185 -185
-25 -26 -28 -31 -34 -50 -66 -93 -235 -265 -310

18 30 -26,5 -26 -25 -24 -20 -28 -28 -10 800 900 -210 -210 -210
-30,5 -32 -34 -37 -41 -61 -80 -112 -266 -300 -350

30 50 -32,5 -31 -30 -29 -25 -34 -34 -34 900 1000 -220 -220 -220
-36,5 -38 -41 -45 -50 -73 -96 -134 -276 -310 -360

50 65 -36 -35 -30 -41 1000 1120 -250 -250 -250


-49 -54 -60 -87 -316 -355 -415

65 80 -38 -37 -32 -43 1120 1250 -260 -260 -260


-51 -56 -62 -89 -326 -365 -425

80 100 -46 -44 -38 -51 1250 1400 -300 -300 -300
-61 -66 -73 -105 -378 -425 -495

100 120 -49 -47 -41 -54 1400 1600 -330 -330 -330
-64 -69 -76 -108 -408 -455 -525

/continua
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NBR 6158/1995 37

/continuação

Dimensão Dimensão
nominal R nominal R
(mm) (mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8


inclusive inclusive

120 140 -57 -56 -48 -63 1600 1800 -370 -370 -370
-75 -81 -88 -126 -462 -520 -600

140 160 -59 -58 -50 -65 1800 2000 -400 -400 -400
-77 -83 -90 -128 -492 -550 -630

160 180 -62 -61 -53 -68 2000 2240 -440 -440 -440
-80 -86 -93 -131 -550 -615 -720

180 200 -71 -68 -60 -77 2240 2500 -460 -460 -460
-91 -97 -106 -149 -570 -635 -740

200 225 -74 -71 -63 -80 2500 2800 -550 -550 -550
-94 -100 -109 -152 -685 -760 -880

225 250 -78 -75 -67 -84 2800 3150 -580 -580 -580
-98 -104 -113 -156 -715 -790 -910

250 280 -87 -85 -74 -94


-110 -117 -126 -175

280 315 -91 -89 -78 -98


-114 -121 -130 -179

315 355 -101 -97 -87 -108


-126 -133 -144 -197

355 400 -107 -103 -93 -114


-132 -139 -150 -203

400 450 -119 -113 -103 -126


-146 -153 -166 -223

450 500 -125 -119 -109 -132


-152 -159 -172 -229
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38 NBR 6158/1995

Tabela 21 - Afastamentos limites para furos S

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão Dimensão
nominal S nominal S
(mm) (mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8


inclusive inclusive

- 3 -14 -14 -14 -14 -14 -14 -14 -14 500 560 -280 -280 -280
-16 -17 -18 -20 -24 -28 -39 -54 -324 -350 -390

3 6 -18 -17,5 -18 -16 -15 -19 -19 -19 560 630 -310 -310 -310
-20,5 -21,5 -23 -24 -27 -37 -49 -67 -354 -380 -420

6 10 -22 -21,5 -21 -20 -17 -23 -23 -23 630 710 -340 -340 -340
-24,5 -25,5 -27 -29 -32 -45 -59 -81 -390 -420 -465

10 18 -27 -26 -25 -25 -21 -28 -28 -28 710 800 -380 -380 -380
-30 -31 -33 -36 -39 -55 -71 -98 -430 -460 -505

18 30 -33,5 -33 -32 -31 -27 -35 -35 -35 800 900 -430 -430 -430
-37,5 -39 -41 -44 -48 -68 -87 -119 -486 -520 -570

30 50 -41,5 -40 -39 -38 -34 -43 -43 -43 900 1000 -470 -470 -470
-45,5 -47 -50 -54 -59 -82 -105 -143 -526 -560 -610

50 65 -48 -47 -42 -53 -53 1000 1120 -520 -520 -520
-61 -66 -72 -99 -127 -586 -625 -685

65 80 -54 -53 -48 -59 -59 1120 1250 -580 -580 -580
-67 -72 -78 -105 -133 -646 -685 -745

80 100 -66 -64 -58 -71 -71 1250 1400 -640 -640 -640
-81 -86 -93 -125 -158 -718 -765 -835

100 120 -74 -72 -66 -79 -79 1400 1600 -720 -720 -720
-89 -94 -101 -133 -166 -798 -845 -915

120 140 -86 -85 -77 -92 -92 1600 1800 -820 -820 -820
-104 -110 -117 -155 -192 -912 -970 -1050

140 160 -94 -93 -85 -100 -100 1800 2000 -920 -920 -920
-112 -118 -125 -163 -200 -1012 -1070 -1150

160 180 -102 -101 -93 -108 -108 2000 2240 -1000 -1000 -1000
-120 -126 -133 -171 -208 -1110 -1175 -1280

180 200 -116 -113 -105 -122 -122 2240 2500 -1100 -1100 -1100
-136 -142 -151 -194 -237 -1210 -1275 -1380

200 225 -124 -121 -113 -130 -130 2500 2800 -1250 -1250 -1250
-144 -150 -159 -202 -245 -1385 -1460 -1580

225 250 -134 -131 -123 -140 -140 2800 3150 -1400 -1400 -1400
-154 -160 -169 -212 -55 -1535 -1610 -1730

250 280 -151 -149 -138 -158 -158 /continua


-174 -181 -190 -239 -288
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NBR 6158/1995 39

/continuação

Dimensão
nominal S
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

280 315 -163 -161 -150 -170 -170


-186 -193 -202 -251 -300

315 355 -183 -179 -169 -190 -190


-208 -215 -226 -279 -330

355 400 -201 -197 -187 -208 -208


-226 -233 -244 -297 -348

400 450 -225 -219 -209 -232 -232


-252 -259 -272 -329 -387

450 500 -245 -239 -229 -252 -252


-272 -279 -292 -349 -407

Tabela 22 - Afastamentos limites para furos T e U

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão Dimensão
nominal T(A) U nominal T U
(mm) (mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8 6 7 8


inclusive inclusive

- 3 -18 -18 -18 -18 -18 -18 500 560 -400 -400 -400 -600 -600 -600
- 22 -24 -28 -32 -43 -58 -444 -470 -510 -644 -670 -710

3 6 - 22 -20 -19 -23 -23 -23 560 630 -450 -450 -450 -660 -660 -660
- 27 -28 -31 -41 -53 -71 -494 -520 -560 -704 -730 -770

6 10 - 26 -25 -22 -28 -28 -28 630 710 -500 -500 -500 -740 -740 -740
- 32 -34 -37 -50 -64 -86 -550 -580 -625 -790 -820 -865

10 18 - 30 -30 -26 -33 -33 -33 710 800 -560 -560 -560 -840 -840 -840
- 38 -41 -44 -60 -76 -103 -610 -640 -685 -890 -920 -965

18 24 - 38 -37 -33 -41 -41 -41 800 900 -620 -620 -620 -940 -940 -940
- 47 -50 -54 -74 -93 -125 -676 -710 -760 -996 -1030 -1080

24 30 - 38 -37 -33 -41 - 45 -44 -40 -48 -48 -48 900 1000 -680 -680 -680 -1050 -1050 -1050
- 47 -50 -54 -74 - 54 -57 -61 -81 -100 -132 -736 -770 -820 -1106 -1140 -1190

30 40 - 44 -43 -39 -48 - 56 -55 -51 -60 -60 -60 1000 1120 -780 -780 -780 -1150 -1150 -1150
- 55 -59 -64 -87 - 67 -71 -76 -99 -122 -160 -846 -885 -945 -1216 -1255 -1315

40 50 - 50 -49 -45 -54 - 66 -65 -61 -70 -70 -70 1120 1250 -840 -840 -840 -1300 -1300 -1300
- 61 -65 -70 -93 - 77 -81 -86 -109 -132 -170 -906 -945 -1005 -1366 -1405 -1465

50 65 -60 -55 -66 -81 -76 -87 -87 -87 1250 1400 -960 -960 -960 -1450 -1450 -1450
-79 -85 -112 -100 -106 -133 -161 -207 -1038 -1085 -1155 -1528 -1575 -1645

/continua
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40 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão Dimensão
nominal T(A) U nominal T U
(mm) (mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8 6 7 8


inclusive inclusive

65 80 -69 -64 -75 -96 -91 -102 -102 -102 1400 1600 -1050 -1050 -1050 -1600 -1600 -1600
-88 -94 -121 -115 -121 -148 -176 -222 -1128 -1175 -1245 -1678 -1725 -1795

80 100 -84 -78 -91 -117 -111 -124 -124 -124 1600 1800 -1200 -1200 -1200 -1850 -1850 -1850
-106 -113 -145 -139 -146 -178 -211 -264 -1292 -1350 -1430 -1942 -2000 -2080

100 120 -97 -91 -104 -137 -131 -144 -144 -144 1800 2000 -1350 -1350 -1350 -2000 -2000 -2000
-119 -126 -158 -159 -166 -198 -231 -284 -1442 -1500 -1580 -2092 -2150 -2230

120 140 -115 -107 -122 -163 -155 -170 -170 -170 2000 2240 -1500 -1500 -1500 -2300 -2300 -2300
-140 -147 -185 -188 -195 -233 -270 -330 -1610 -1675 -1780 -2410 -2475 -2580

140 160 -127 -119 -134 -183 -175 -190 -190 -190 2240 2500 -1650 -1650 -1650 -2500 -2500 -2500
-152 -159 -197 -208 -215 -253 -290 -350 -1760 -1825 -1930 -2610 -2675 -2780

160 180 -139 -131 -146 -203 -195 -210 -210 -210 2500 2800 -1900 -1900 -1900 -2900 -2900 -2900
-164 -171 -209 -228 -235 -273 -310 -370 - 2035 -2110 -2230 -3035 -3110 -3230

180 200 -157 -149 -166 -227 -219 -236 -236 -236 2800 3150 -2100 -2100 -2100 -3200 -3200 -3200
-186 -195 -238 -256 -265 -308 -351 -421 -2235 -2310 -2430 -3335 -3410 -3530

200 225 -171 -163 -180 -249 -241 -258 -258 -258
-200 -209 -252 -278 -287 -330 -373 -443

225 250 -187 -179 -196 -275 -267 -284 -284 -284
-216 -225 -268 -304 -313 -356 -399 -469

250 280 -209 -198 -218 -306 -295 -315 -315 -315
-241 -250 -299 -338 -347 -396 -445 -525

280 315 -231 -220 -240 -341 -330 -350 -350 -350
-263 -272 -321 -373 -382 -431 -480 -560

315 355 -257 -247 -268 -379 -369 -390 -390 -390
-293 -304 -357 -415 -426 -479 -530 -620

355 400 -283 -273 -294 -424 -414 -435 -435 -435
-319 -330 -383 -460 -471 -524 -575 -665

400 450 -317 -307 -330 -477 -467 -490 -490 -490
-357 -370 -427 -517 -530 -587 -645 -740

450 500 -347 -337 -360 -527 -517 -540 -540 -540
-387 -400 -457 -567 -580 -637 -695 -790

(A)
As classes T5 a T8 (inclusive) não foram tabeladas para dimensões nominais menores ou iguais a 24 mm. Recomenda-se que sejam
substituídas pelas classes de tolerância U5 a U8 (inclusive). Entretanto, se as classes de tolerâncias T5 a T8 (inclusive) forem reque-
ridas, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido nesta Norma.
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Tabela 23 - Afastamentos limites para furos V, X e Y(A)

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal V(B) X Y(C)
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 -20 -20 -20 -20 -20 -20


-24 -26 -30 -34 -45 -60

3 6 -27 -25 -24 -28 -28 -28


-32 -33 -36 -46 -58 -76

6 10 -32 -31 -28 -34 -34 -34


-38 -40 -43 -56 -70 -92

10 14 -37 -37 -33 -40 -40 -40


-45 -48 -51 -67 -83 -110

14 18 -36 -36 -32 -39 -42 -42 -38 -45 -45 -45
-44 -47 -50 -66 -50 -53 -56 -72 -88 -115

18 24 -44 -43 -39 -47 -51 -50 -46 -54 -54 -54 -59 -55 -63 -63 -63
-53 -56 -60 -80 -60 -63 -67 -87 -106 -138 -72 -76 -96 -115 -147

24 30 -52 -51 -47 -55 -61 -60 -56 -64 -64 -64 -71 -67 -75 -75 -75
-61 -64 -68 -88 -70 -73 -77 -97 -116 -148 -84 -88 -108 -127 -159

30 40 -64 -63 -59 -68 -76 -75 -71 -80 -80 -80 -89 -85 -94 -94 -94
-75 -79 -84 -107 -87 -91 -96 -119 -142 -180 -105 -110 -133 -156 -194

40 50 -77 -76 -72 -81 -93 -92 -88 -97 -97 -97 -109 -105 -114 -114 -114
-88 -92 -97 -120 -104 -108 -113 -136 -159 -197 -125 -130 -153 -176 -214

50 65 -96 -91 -102 -116 -111 -122 -122 -138 -133 -144
-115 -121 -148 -135 -141 -168 -196 -157 -163 -190

65 80 -114 -109 -120 -140 -135 -146 -146 -168 -163 -174
-133 -139 -166 -159 -165 -192 -220 -187 -193 -220

80 100 -139 -133 -146 -171 -165 -178 -178 -207 -201 -214
-161 -168 -200 -193 -200 -232 -265 -229 -236 -268

100 120 -165 -159 -172 -203 -197 -210 -210 -247 -241 -254
-187 -194 -226 -225 -232 -264 -297 -269 -276 -308

120 140 -195 -187 -202 -241 -233 -248 -248 -293 -285 -300
-220 -227 -265 -266 -273 -311 -348 -318 -325 -363

140 160 -221 -213 -228 -273 -265 -280 -280 -333 -325 -340
-246 -253 -291 -298 -305 -343 -380 -358 -365 -403

160 180 -245 -237 -252 -303 -295 -310 -310 -373 -365 -380
-270 -277 -315 -328 -335 -373 -410 -398 -405 -443

180 200 -275 -267 -284 -341 -333 -350 -350 -416 -408 -425
-304 -313 -356 -370 -379 -422 -465 -445 -454 -497

/continua
Cópia não autorizada
42 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal V(B) X Y(C)
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10
inclusive

200 225 -301 -293 -310 -376 -368 -385 -385 -461 -453 -470
-330 -339 -382 -405 -414 -457 -500 -490 -499 -542

225 250 -331 -323 -340 -416 -408 -425 -425 -511 -503 -520
-360 -369 -412 -445 -454 -497 -540 -540 -549 -592

250 280 -376 -365 -385 -466 -455 -475 -475 -571 -560 -580
-408 -417 -466 -498 -507 -556 -605 -603 -612 -661

280 315 -416 -405 -425 -516 -505 -525 -525 -641 -630 -650
-448 -457 -506 -548 -557 -606 -655 -673 -682 -731

315 355 -464 -454 -475 -579 -569 -590 -590 -719 -709 -730
-500 -511 -564 -615 -626 -679 -730 -755 -766 -819

355 400 -519 -509 -530 -649 -639 -660 -660 -809 -799 -820
-555 -566 -619 -685 -696 -749 -800 -845 -856 -909

400 450 -582 -572 -595 -727 -717 -740 -740 -907 -897 -920
-622 -635 -692 -767 -780 -837 -895 -947 -960 -1017

450 500 -647 -637 -660 -807 -797 -820 -820 -987 -977 -1000
-687 -700 -757 -847 -860 -917 -975 -1027 -1040 -1097

(A)
Os afastamentos fundamentais V, X e Y não são previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.

(B)
As classes de tolerância V5 a V8 (inclusive) não foram tabeladas para dimensões nominais menores ou iguais a 14 mm. Recomenda-se
que sejam substituídas pelas classes de tolerância X5 a X8 (inclusive). Entretanto, se as classes de tolerância V5 a V8 forem espe-
cialmente requeridas, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido nesta Norma.

(C)
As classes de tolerância Y6 a Y10 (inclusive) não foram tabeladas para dimensões nominais menores ou iguais a 18 mm. Recomenda-se
que sejam substituídas pelas classes de tolerância Z6 a Z10 (inclusive). Entretanto, se as classes de tolerância Y6 a Y10 (inclusive) fo-
rem requeridas, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido nesta Norma.
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NBR 6158/1995 43

Tabela 24 - Afastamentos limites para furos A e AZ(A)

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal Z ZA
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9 10 11 6 7 8 9 10 11
inclusive

- 3 -26 -26 -26 -26 -26 -26 -32 -32 -32 -32 -32 -32
-32 -36 -40 -51 -66 -86 -38 -42 -46 -57 -72 -92

3 6 -32 -31 -35 -35 -35 -35 -39 -38 -42 -42 -42 -42
-40 -43 -53 -65 -83 -110 -47 -50 -60 -72 -90 -117

6 10 -39 -36 -42 -42 -42 -42 -49 -46 -52 -52 -52 -52
-48 -51 -64 -78 -100 -132 -58 -61 -74 -88 -110 -142

10 14 -47 -43 -50 -50 -50 -50 -61 -57 -64 -64 -64 -64
-58 -61 -77 -93 -120 -160 -72 -75 -91 -107 -134 -174

14 18 -57 -53 -60 -60 -60 -60 -74 -70 -77 -77 -77 -77
-68 -71 -87 -103 -130 -170 -85 -88 -104 -120 -147 -187

18 24 -69 -65 -73 -73 -73 -73 -94 -90 -98 -98 -98 -98
-82 -86 -106 -125 -157 -203 -107 -111 -131 -150 -182 -228

24 30 -84 -80 -88 -88 -88 -88 -114 -110 -118 -118 -118 -118
-97 -101 -121 -140 -172 -218 -127 -131 -151 -170 -202 -248

30 40 -107 -103 -112 -112 -112 -112 -143 -139 -148 -148 -148 -148
-123 -128 -151 -174 -212 -272 -159 -164 -187 -210 -248 -308

40 50 -131 -127 -136 -136 -136 -136 -175 -171 -180 -180 -180 -180
-147 -152 -175 -198 -292 -296 -191 -196 -219 -242 -280 -340

50 65 -161 -172 -172 -172 -172 -215 -226 -226 -226 -226
-191 -218 -246 -292 -362 -245 -272 -300 -346 -416

65 80 -199 -210 -210 -210 -210 -263 -274 -274 -274 -274
-229 -256 -284 -330 -400 -293 -320 -348 -394 -464

80 100 -245 -258 -258 -258 -258 -322 -335 -335 -335 -335
-280 -312 -345 -398 -478 -357 -389 -422 -475 -555

100 120 -297 -310 -310 -310 -310 -387 -400 -400 -400 -400
-332 -364 -397 -450 -530 -422 -454 -487 -540 -620

120 140 -350 -365 -365 -365 -365 -455 -470 -470 -470 -470
-390 -428 -465 -525 -615 -495 -533 -570 -630 -720

140 160 -400 -415 -415 -415 -415 -520 -535 -535 -535 -535
-440 -478 -515 -575 -665 -560 -58 -635 -695 -785

160 180 -450 -465 -465 -465 -465 -585 -600 -600 -600 -600
-490 -528 -565 -625 -715 -625 -663 -700 -760 -850

180 200 -503 -520 -520 -520 -520 -653 -670 -670 -670 -670
-549 -592 -635 -705 -810 -699 -742 -785 -855 -960

/continua
Cópia não autorizada
44 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal Z ZA
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9 10 11 6 7 8 9 10 11
inclusive

200 225 -558 -575 -575 -575 -575 -723 -740 -740 -740 -740
-604 -647 -690 -760 -865 -769 -812 -855 -925 -1030

225 250 -623 -640 -640 -640 -640 -803 -820 -820 -820 -820
-669 -712 -755 -825 -930 -849 -892 -935 -1005 -1110

250 280 -690 -710 -710 -710 -710 -900 -920 -920 -920 -920
-742 -791 -840 -920 -1030 -952 -1001 -1050 -1130 -1240

280 315 -770 -790 -790 -790 -790 -980 -1000 -1000 -1000 -1000
-822 -871 -920 -1000 -1110 -1032 -1081 -1130 -1210 -1320

315 355 -879 -900 -900 -900 -900 -1129 -1150 -1150 -1150 -1150
-936 -989 -1040 -1130 -1260 -1186 -1239 -1290 -1380 -1510

355 400 -979 -1000 -1000 -1000 -1000 -1279 -1300 -1300 -1300 -1300
-1036 -1089 -1140 -1230 -1360 -1336 -1389 -1440 -1530 -1660

400 450 -1077 -1100 -1100 -1100 -1100 -1427 -1450 -1450 -1450 -1450
-1140 -1197 -1255 -1350 -1500 -1490 -1547 -1605 -1700 -1850

450 500 -1227 -1250 -1250 -1250 -1250 -1577 -1600 -1600 -1600 -1600
-1290 -1347 -1405 -1500 -1650 -1640 -1697 -1755 -1850 -2000

(A)
Os afastamentos fundamentais Z e ZA não estão previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.

Tabela 25 - Afastamentos limites para furos ZB e ZC(A)

ES = Afastamento limite superior


EI = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal ZB ZC
(mm)

Acima Até e 7 8 9 10 11 7 8 9 10 11
inclusive

- 3 -40 -40 -40 -40 -40 -60 -60 -60 -60 -60
-50 -54 -65 -80 -100 -70 -74 -85 -100 -120

3 6 -46 -50 -50 -50 -50 -76 -80 -80 -80 -80
-58 -68 -80 -98 -125 -88 -98 -110 -128 -155

6 10 -61 -67 -67 -67 -67 -91 -97 -97 -97 -97
-76 -89 -103 -125 -157 -106 -119 -133 -155 -187

10 14 -83 -90 -90 -90 -90 -123 -130 -130 -130 -130
-101 -117 -133 -160 -200 -141 -157 -173 -200 -240

14 18 -101 -108 -108 -108 -108 -143 -150 -150 -150 -150
-119 -135 -151 -178 -218 -161 -177 -193 -220 -260

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 45

/continuação

Dimensão
nominal ZB ZC
(mm)

Acima Até e 7 8 9 10 11 7 8 9 10 11
inclusive

18 24 -128 -136 -136 -136 -136 -180 -188 -188 -188 -188
-149 -169 -188 -220 -266 -201 -221 -240 -272 -318

24 30 -152 -160 -160 -160 -160 -210 -218 -218 -218 -218
-173 -193 -212 -244 -290 -231 -251 -270 -302 -348

30 40 -191 -200 -200 -200 -200 -265 -274 -274 -274 -274
-216 -239 -262 -300 -360 -290 -313 -336 -374 -434

40 50 -233 -242 -242 -242 -242 -316 -325 -325 -325 -325
-258 -281 -304 -342 -402 -341 -364 -387 -425 -485

50 65 -289 -300 -300 -300 -300 -394 -405 -405 -405 -405
-319 -346 -374 -420 -490 -424 -451 -479 -525 -595

65 80 -349 -360 -360 -360 -360 -469 -480 -480 -480 -480
-379 -406 -434 -480 -550 -499 -526 -554 -600 -670

80 100 -432 -445 -445 -445 -445 -572 -585 -585 -585 -585
-467 -499 -532 -585 -665 -607 -639 -672 -725 -805

100 120 -512 -525 -525 -525 -525 -677 -690 -690 -690 -690
-547 -579 -612 -665 -745 -712 -744 -777 -830 -910

120 140 -605 -620 -620 -620 -620 -785 -800 -800 -800 -800
-645 -683 -720 -780 -870 -825 -863 -900 -960 -1050

140 160 -685 -700 -700 -700 -700 -885 -900 -900 -900 -900
-725 -763 -800 -860 -950 -925 -963 -1000 -1060 -1150

160 180 -765 -780 -780 -780 -780 -985 -1000 -1000 -1000 -1000
-805 -843 -880 -940 -1030 -1025 -1063 -1100 -1160 -1250

180 200 -863 -880 -880 -880 -880 -1133 -1150 -1150 -1150 -1150
-909 -952 -995 -1065 -1170 -1179 -1222 -1265 -1335 -1440

200 225 -943 -960 -960 -960 -960 -1233 -1250 -1250 -1250 -1250
-989 -1032 -1075 -1145 -1250 -1279 -1322 -1365 -1435 -1540

225 250 -1033 -1050 -1050 -1050 -1050 -1333 -1350 -1350 -1350 -1350
-1079 -1122 -1165 -1235 -1340 -1379 -1422 -1465 -1535 -1640

250 280 -1180 -1200 -1200 -1200 -1200 -1530 -1550 -1550 -1550 -1550
-1232 -1281 -1330 -1410 -1520 -1582 -1631 -1680 -1760 -1870

280 315 -1280 -1300 -1300 -1300 -1300 -1680 -1700 -1700 -1700 -1700
-1332 -1381 -1430 -1510 -1620 -1732 -1781 -1830 -1910 -2020

315 355 -1479 -1500 -1500 -1500 -1500 -1879 -1900 -1900 -1900 -1900
-1536 -1589 -1640 -1730 -1860 -1936 -1989 -2040 -2130 -2260

355 400 -1629 -1650 -1650 -1650 -1650 -2079 -2100 -2100 -2100 -2100
-1686 -1739 -1790 -1880 -2010 -2136 -2189 -2240 -2330 -2460

400 450 -1827 -1850 -1850 -1850 -1850 -2377 -2400 -2400 -2400 -2400
-1890 -1947 -2005 -2100 -2250 -2440 -2497 -2555 -2650 -2800

450 500 -2077 -2100 -2100 -2100 -2100 -2577 -2600 -2600 -2600 -2600
-2140 -2197 -2255 -2350 -2500 -2640 -2697 -2755 -2850 -3000
(A)
Os afastamentos fundamentais ZB e ZC não são previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.
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46 NBR 6158/1995

Tabela 26 - Afastamentos limites para eixos a, b e c(A)

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal a(B) b(B) c
(mm)

Acima Até e 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12
inclusive

- 3b) -270 -270 -270 -270 -270 -140 -140 -140 -140 -140 -140 -60 -60 -60 -60 -60
-295 -310 -330 -370 -410 -154 -165 -180 -200 -240 -280 -74 -85 -100 -120 -160

3 6 -270 -270 -270 -270 -270 -140 -140 -140 -140 -140 -140 -70 -70 -70 -70 -70
-300 -318 -345 -390 -450 -158 -170 -188 -215 -260 -320 -88 -100 -118 -145 -190

6 10 -280 -280 -80 -280 -280 -150 -150 -150 -150 -150 -150 -80 -80 -80 -80 -80
-316 -338 -370 -430 -500 -172 -186 -208 -240 -300 -370 -102 -116 -138 -170 -230

10 18 -290 -290 -290 -290 -290 -150 -150 -150 -150 -150 -150 -95 -95 -95 -95 -95
-333 -360 -400 -470 -560 -177 -193 -220 -260 -330 -420 -122 -138 -165 -205 -275

18 30 -300 -300 -300 -300 -300 -160 -160 -160 -160 -160 -160 -110 -110 -110 -110 -110
-352 -384 -430 -510 -630 -193 -212 -244 -290 -370 -490 -143 -162 -194 -240 -320

30 40 -310 -310 -310 -310 -310 -170 -170 -170 -170 -170 -170 -120 -120 -120 -120 -120
-372 -410 -470 -560 -700 -209 -232 -270 -330 -420 -560 -159 -182 -220 -280 -370

40 50 -320 -320 -320 -320 -320 -180 -180 -180 -180 -180 -180 -130 -130 -130 -130 -130
-382 -420 -480 -570 -710 -219 -242 -280 -340 -430 -570 -169 -192 -230 -290 -380

50 65 -340 -340 -340 -340 -340 -190 -190 -190 -190 -190 -190 -140 -140 -140 -140 -140
-414 -460 -530 -640 -800 -236 -264 -310 -380 -490 -650 -186 -214 -260 -330 -440

65 80 -360 -360 -360 -360 -360 -200 -200 -200 -200 -200 -200 -150 -150 -150 -150 -150
-434 -480 -550 -660 -820 -246 -274 -320 -390 -500 -660 -196 -224 -270 -340 -450

80 100 -380 -380 -380 -380 -380 -220 -220 -220 -220 -220 -220 -170 -170 -170 -170 -170
-467 -520 -600 -730 -920 -274 -307 -360 -440 -570 -760 -224 -257 -310 -390 -520

100 120 -410 -410 -410 -410 -410 -240 -240 -240 -240 -240 -240 -180 -180 -180 -180 -180
-497 -550 -630 -760 -950 -294 -327 -380 -460 -590 -780 -234 -267 -320 -400 -530

120 140 -460 -460 -460 -460 -460 -260 -260 -260 -260 -260 -260 -200 -200 -200 -200 -200
-560 -620 -710 -860 -1090 -323 -360 -420 -510 -660 -890 -263 -300 -360 -450 -600

140 160 -520 -520 -520 -520 -520 -280 -280 -280 -280 -280 -280 -210 -210 -210 -210 -210
-620 -680 -770 -920 -1150 -343 -380 -440 -530 -680 -910 -273 -310 -370 -460 -610

160 180 -580 -580 -580 -580 -580 -310 -310 -310 -310 -310 -310 -230 -230 -230 -230 -230
-680 -740 -830 -980 -1210 -373 -410 -470 -560 -710 -940 -293 -330 -390 -480 -630

180 200 -660 -660 -660 -660 -660 -340 -340 -340 -340 -340 -340 -240 -240 -240 -240 -240
-775 -845 -950 -1120 -1380 -412 -455 -525 -630 -800 -1060 -312 -355 -425 -530 -700

200 225 -740 -740 -740 -740 -740 -380 -380 -380 -380 -380 -380 -260 -260 -260 -260 -260
-855 -925 -1030 -1200 -1460 -452 -495 -565 -670 -840 -1100 -332 -375 -445 -550 -720

225 250 -820 -820 -820 -820 -820 -420 -420 -420 -420 -420 -420 -280 -280 -280 -280 -280
-935 -1005 -1110 -1280 -1540 -492 -535 -605 -710 -880 -1140 -352 -395 -465 -570 -740

250 280 -920 -920 -920 -920 -920 -480 -480 -480 -480 -480 -480 -300 -300 -300 -300 -300
-1050 -1130 -1240 -1440 -1730 -561 -610 -690 -800 -1000 -1290 -381 -430 -510 -620 -820

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 47

/continuação

Dimensão
nominal a(B) b(B) c
mm

Acima Até e 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12 13 8 9 10 11 12
inclusive

280 315 -1050 -1050 -1050 -1050 -1050 -540 -540 -540 -540 -540 -540 -330 -330 -330 -330 -330
-1180 -1260 -1370 -1570 -1860 -621 -670 -750 -860 -1060 -1350 -411 -460 -540 -650 -850

315 355 -1200 -1200 -1200 -1200 -1200 -600 -600 -600 -600 -600 -600 -360 -360 -360 -360 -360
-1340 -1430 -1560 -1770 -2090 -689 -740 -830 -960 -1170 -1490 -449 -500 -590 -720 -930

355 400 -1350 -1350 -1350 -1350 -1350 -680 -680 -680 -680 -680 -680 -400 -400 -400 -400 -400
-1490 -1580 -1710 -1920 -2240 -769 -820 -910 -1040 -1250 -1570 -489 -540 -630 -760 -970

400 450 -1500 -1500 -1500 -1500 -1500 -760 -760 -760 -760 -760 -760 -440 -440 -440 -440 -440
-1655 -1750 -1900 -2130 -2470 -857 -915 -1010 -1160 -1390 -1730 -537 -595 -690 -840 -1070

450 500 -1650 -1650 -1650 -1650 -1650 -840 -840 -840 -840 -840 -840 -480 -480 -480 -480 -480
-1805 -1900 -2050 -2280 -2620 -937 -995 -1090 -1240 -1470 -1810 -577 -635 -730 -880 -1110

(A)
Os afastamentos fundamentais a, b e c não são previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.
(B)
Os afastamentos fundamentais a, b não devem ser usados para quaisquer graus de tolerância em dimensões nominais menores ou iguais
a 1 mm.

Tabela 27 - Afastamentos limites para eixos cd e d

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal cd(A) d
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 9 10 5 6 7 8 9 10 11 12 13
inclusive

- 3 -34 -34 -34 -34 -34 -34 -20 -20 -20 -20 -20 -20 -20 -20 -20
-38 -40 -44 -48 -59 -74 -24 -26 -30 -34 -45 -60 -80 -120 -160

3 6 -46 -46 -46 -46 -46 -46 -30 -30 -30 -30 -30 -30 -30 -30 -30
-51 -54 -58 -64 -76 -94 -35 -38 -42 -48 -60 -78 -105 -150 -210

6 10 -56 -56 -56 -56 -56 -56 -40 -40 -40 -40 -40 -40 -40 -40 -40
-62 -65 -71 -78 -92 -114 -46 -49 -55 -62 -76 -98 -130 -190 -260

10 18 -50 -50 -50 -50 -50 -50 -50 -50 -50


-58 -61 -68 -77 -93 -120 -160 -230 -320

18 30 -65 -65 -65 -65 -65 -65 -65 -65 -65


-74 -78 -86 -98 -117 -149 -195 -275 -395

30 50 -80 -80 -80 -80 -80 -80 -80 -80 -80


-91 -96 -105 -119 -142 -180 -240 -330 -470

50 80 -100 -100 -100 -100 -100 -100 -100 -100 -100


-113 -119 -130 -146 -174 -220 -290 -400 -560

/continua
Cópia não autorizada
48 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal cd(A) d
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 9 10 5 6 7 8 9 10 11 12 13
inclusive

80 120 -20 -120 -120 -120 -120 -120 -120 -120 -120
-135 -142 -155 -174 -207 -260 -340 -470 -660

120 180 -145 -145 -145 -145 -145 -145 -145 -145 -145
-163 -170 -185 -208 -245 -305 -395 -545 -775

180 250 -170 -170 -170 -170 -170 -170 -170 -170 -170
-190 -199 -216 -242 -285 -355 -460 -630 -890

250 315 -190 -190 -190 -190 -190 -190 -190 -190 -190
-213 -222 -242 -271 -320 -400 -510 -710 -1000

315 400 -210 -210 -210 -210 -210 -210 -210 -210 -210
-235 -246 -267 -299 -350 -440 -570 -780 -1100

400 500 -230 -230 -230 -230 -230 -230 -230 -230 -230
-257 -270 -293 -327 -385 -480 -630 -860 -1200

500 630 -260 -260 -260 -260 -260


-330 -370 -435 -540 -700

630 800 -290 -290 -290 -290 -290


-370 -415 -490 -610 -790

800 1000 -320 -320 -320 -320 -320


-410 -460 -550 -680 -880

1000 1250 -350 -350 -350 -350 -350


-455 -515 -610 -770 -1010

1250 1600 -390 -390 -390 -390 -390


-515 -585 -700- 890 -1170

1600 2000 -430 -430 -430 -430 -430


-580 -660 -800 -1030 -1350

2000 2500 -480 -480 -480 -480 -480


-655 -760 -920 -1180 -1580

2500 3150 -520 -520 -520 -520 -520


-730 -850 -1060 -1380 -1870

(A)
O afastamento fundamental intermediário cd é previsto principalmente para micromecanismos e relojoaria. Na necessidade de classes de
tolerância envolvendo este afastamento fundamental em outra dimensão nominal, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido
nesta Norma.
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 49

Tabela 28 - Afastamentos limites para eixos e e ef

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal e ef(A)
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 -14 -14 -14 -14 -14 -14 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -10
-18 -20 -24 -28 -39 -54 -12 -13 -14 -16 -20 -24 -35 -50

3 6 -20 -20 -20 -20 -20 -20 -14 -14 -14 -14 -14 -14 -14 -14
-25 -28 -32 -38 -50 -68 -16,5 -18 -19 -22 -26 -32 -44 -62

6 10 -25 -25 -25 -25 -25 -25 -18 -18 -18 -18 -18 -18 -18 -18
-31 -34 -40 -47 -61 -83 -20,5 -24 -24 -27 -33 -40 -54 -76

10 18 -32 -32 -32 -32 -32 -32


-40 -43 -50 -59 -75 -102

18 30 -40 -40 -40 -40 -40 -40


-49 -53 -61 -73 -92 -124

30 50 -50 -50 -50 -50 -50 -50


-61 -66 -75 -89 -112 -150

50 80 -60 -60 -60 -60 -60 -60


-73 -79 -90 -106 -134 -180

80 120 -72 -72 -72 -72 -72 -72


-87 -94 -107 -126 -159 -212

120 180 -85 -85 -85 -85 -85 -85


-103 -110 -125 -148 -185 -245

180 250 -100 -100 -100 -100 -100 -100


-120 -129 -146 -172 -215 -285

250 315 -110 -110 -110 -110 -110 -110


-133 -142 -162 -191 -240 -320

315 400 -125 -125 -125 -125 -125 -125


-150 -161 -182 -214 -265 -355

400 500 -135 -135 -135 -135 -135 -135


-162 -175 -198 -232 -290 -385

500 630 -145 -145 -145 -45 -145


-189 -215 -255 -320 -425

630 800 -160 -160 -160 -160 -160


-210 -240 -285 -360 -480

800 1000 -170 -170 -170 -170 -170


-226 -260 -310 -400 -530

1000 1250 -195 -195 -195 -195 -195


-261 -300 -360 -455 -615

/continua
Cópia não autorizada
50 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal e ef(A)
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

1250 1600 -220 -220 -220 -220 -220


-298 -345 -415 -530 -720

1600 2000 -240 -240 -240 -240 -240


-332 -390 -470 -610 -840

2000 2500 -260 -260 -260 -260 -260


-370 -435 -540 -700 -960

2500 3150 -290 -290 -290 -290 -290


-425 -500 -620 -830 -1150

(A)
O afastamento fundamental intermediário ef é previsto principalmente para micromecanismos e relojoaria. Na necessidade de classes de
tolerância envolvendo este afastamento fundamental em outra dimensão nominal, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido
nesta Norma.

Tabela 29 - Afastamentos limites para eixos f e fg

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal f fg(A)
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4
-8 -9 -10 -12 -16 -20 -31 -46 -6 -7 -8 -10 -14 -18 -29 -44

3 6 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -10 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6


-12,5 -14 -15 -18 -22 -28 -40 -58 -8,5 -10 -11 -14 -18 -24 -36 -54

6 10 -13 -13 -13 -13 -13 -13 -13 -13 -8 -8 -8 -8 -8 -8 -8 -8


-15,5 -17 -19 -22 -28 -35 -49 -71 -10,5 -12 -14 -17 -23 -30 -44 -66

10 18 -16 -16 -16 -16 -16 -16 -16 -16


-19 -21 -24 -27 -34 -43 -59 -86

18 30 -20 -20 20 -20 -20 -20 -20 -20


-24 -26 -29 -33 -41 -53 -72 -104

30 50 -25 -25 -25 -25 -25 -25 -25 -25


-29 -32 -36 -41 -50 -64 -87 -125

50 80 -30 -30 -30 -30 -30 -30


-38 -43 -49 -60 -76 -104

80 120 -36 -36 -36 -36 -36 -36


-46 -51 -58 -71 -90 -123

120 180 -43 -43 -43 -43 -43 -43


-55 -61 -68 -83 -106 -143

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 51

/continuação

Dimensão
nominal f fg(A)
mm

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

180 250 -50 -50 -50 -50 -50 -50


-64 -70 -79 -96 -122 -165

250 315 -56 -56 -56 -56 -56 -56


-72 -79 -88 -108 -137 -185

315 400 -62 -62 -62 -62 -62 -62


-80 -87 -98 -119 -151 -202

400 500 -68 -68 -68 -68 -68 -68


-88 -95 -108 -131 -165 -223

500 630 -76 -76 -76 -76


-120 -146 -186 -251

630 800 -80 -80 -80 -80


-130 -160 -205 -280

800 1000 -86 -86 -86 -86


-142 -176 -226 -316

1000 1250 -98 -98 -98 -98


-164 -203 -263 -358

1250 1600 -110 -110 -110 -110


-188 -235 -305 -420

1600 2000 -120 -120 -120 -120


-212 -270 -350 -490

2000 2500 -130 -130 -130 -130


-240 -305 -410 -570

2500 3150 -145 -145 -145 -145


-280 -355 -475 -685
(A)
O afastamento fundamental intermediário fg é previsto principalmente para micromecanismos e relojoaria. Na necessidade de classes de
tolerância envolvendo este afastamento fundamental em outra dimensão nominal, elas podem ser calculadas conforme estabelecido
nesta Norma.

Tabela 30 - Afastamentos limites para eixos g

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal g
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 -2 -2 -2 -2 -2 -2 -2 -2
-4 -5 -6 -8 -12 -16 -27 -42

3 6 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4 -4
-6,5 -8 -9 -12 -16 -22 -34 -52

6 10 -5 -5 -5 -5 -5 -5 -5 -5
-7,5 -9 -11 -14 -20 -27 -41 -63

/continua
Cópia não autorizada
52 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal g
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

10 18 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6 -6
-9 -11 -14 -17 -24 -33 -49 -76

18 30 -7 -7 -7 -7 -7 -7 -7 -7
-11 -13 -16 -20 -28 -40 -59 -91

30 50 -9 -9 -9 -9 -9 -9 -9 -9
-13 -16 -20 -25 -34 -48 -71 -109

50 80 -10 -10 -10 -10 -10


-18 -23 -29 -40 -56

80 120 -12 -12 -12 -12 -12


-22 -27 -34 -47 -66

120 180 -14 -14 -14 -14 -14


-26 -32 -39 -54 -77

180 250 -15 -15 -15 -15 -15


-29 -35 -44 -61 -87

250 315 -17 -17 -17 -17 -17


-33 -40 -49 -69 -98

315 400 -18 -18 -18 -18 -18


-36 -43 -54 -75 -107

400 500 -20 -20 -20 -20 -20


-40 -47 -60 -83 -117

500 630 -22 -22 -22


-66 -92 -132

630 800 -24 -24 -24


-74 -104 -149

800 1000 -26 -26 -26


-82 -116 -166

1000 1250 -28 -28 -28


-94 -133 -193

1250 1600 -30 -30 -30


-108 -155 -225

1600 2000 -32 -32 -32


-124 -182 -262

2000 2500 -34 -34 -34


-144 -209 -314

2500 3150 -38 -38 -38


-173 -248 -368
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NBR 6158/1995
Tabela 31 - Afastamentos limites para eixos h

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Dimensão h
nominal
(mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14(A) 15(A) 16(A) 17 18

Acima Até e Afastamentos


inclusive (µm) (mm)

- 3(A) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-0,8 -1,2 -2 -3 -4 -6 -10 -14 -25 -40 -60 -0,1 -0,14 -0,25 -0,4 -0,6

3 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-1 -1,5 -2,5 -4 -5 -8 -12 -18 -30 -48 -75 -0,12 -0,18 -0,3 -0,48 -0,75 -1,2 -1,8

6 10 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-1 -1,5 -2,5 -4 -6 -9 -15 -22 -36 -58 -90 -0,15 -0,22 -0,36 -0,58 -0,9 -1,5 -2,2

10 18 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-1,2 -2 -3 -5 -8 -11 -18 -27 -43 -70 -110 -0,18 -0,27 -0,43 -0,7 -1,1 -1,8 -2,7

18 30 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-1,5 -2,5 -4 -6 -9 -13 -21 -33 -52 -84 -130 -0,21 -0,33 -0,52 -0,84 -1,3 -2,1 -3,3

30 50 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-1,5 -2,5 -4 -7 -11 -16 -25 -39 -62 -100 -160 -0,25 -0,39 -0,62 -1 -1,6 -2,5 -3,9

50 80 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-2 -3 -5 -8 -13 -19 -30 -46 -74 -120 -190 -0,3 -0,46 -0,74 -1,2 -1,9 -3 -4,6

80 120 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-2,5 -4 -6 -10 -15 -22 -35 -54 -87 -140 -220 -0,35 -0,54 -0,87 -1,4 -2,2 -3,5 -5,4

120 180 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-3,5 -5 -8 -12 -18 -25 -40 -63 -100 -160 -250 -0,4 -0,63 -1 -1,6 -2,5 -4 -6,3

180 250 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-4,5 -7 -10 -14 -20 -29 -46 -72 -115 -185 -290 -0,46 -0,72 -1,15 -0,85 -2,9 -4,6 -7,2

53
/continua
Cópia não autorizada

54
/continuação

Dimensão h
nominal
(mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14(A) 15(A) 16(A) 17 18

Acima Até e Afastamentos


inclusive (µm) (mm)

250 315 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-6 -8 -12 -16 -23 -32 -52 -81 -130 -210 -320 -0,52 -0,81 -1,3 -2,1 -3,2 -5,2 -8,1

315 400 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-7 -9 -13 -18 -25 -36 -57 -89 -140 -230 -360 -0,57 -0,89 -1,4 -2,3 -3,6 -5,7 -8,9

400 500 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-8 -10 -15 -20 -27 -40 -63 -97 -155 -250 -400 -0,63 -0,97 -1,55 -2,5 -4 -6,3 -9,7
(B)

500 630 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-9 -11 -16 -22 -32 -44 -70 -110 -175 -280 -440 -0,7 -1,1 -1,75 -2,8 -4,4 -7 -11

630 800 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-10 -13 -18 -25 -36 -50 -80 -125 -200 -320 -500 -0,8 -1,25 -2 -3,2 -5 -8 -12,5

800 1000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-11 -15 -21 -28 -40 -56 -90 -140 -230 -360 -560 -0,9 -1,4 -2,3 -3,6 -5,6 -9 -14

1000 1250 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-13 -18 -24 -33 -47 -66 -105 -165 -260 -420 -660 -1,05 -1,65 -2,6 -4,2 -6,6 -10,5 -16,5

1250 1600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-15 -21 -29 -39 -55 -78 -125 -195 -310 -500 -780 -1,25 -1,95 -3,1 -5 -7,8 -12,5 -19,5

1600 2000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-18 -25 -35 -46 -65 -92 -150 -230 -370 -600 -920 -1,5 -2,3 -3,7 -6 -9,2 -15 -23

NBR 6158/1995
2000 2500 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-22 -30 -41 -55 -78 -110 -175 -280 -440 -700 -1100 -1,75 -2,8 -4,4 -7 -11 -17,5 -28

2500 3150 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
-26 -36 -50 -68 -96 -135 -210 -330 -540 -860 -1350 -2,1 -3,3 -5,4 -8,6 -13,5 -21 -33
(A)
Os graus de tolerância IT14 a IT16 (inclusive) não devem ser usados para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.
(B)
Os valores dados no quadro, para graus de tolerância IT1 a IT5 (inclusive), para dimensões nominais maiores que 500 mm e menores ou iguais a 3150 mm, estão incluídos para uso experimental.
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Tabela 32 - Afastamentos limites(A) para eixos js

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Dimensão js(B)
nominal
(mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14C) 15C) 16C) 17 18

Até e Afastamentos
Acima inclusive (µm) (mm)

- 3(C) ± 0,4 ± 0,6 ± 1 ± 1,5 ± 2 ± 3 ± 5 ±7 ± 12,5 ± 20 ± 30 ± 0,05 ± 0,07 ± 0,125 ± 0,2 ± 0,3

3 6 ± 0,5 ± 0,75 ± 1,25 ± 2 ± 2,5 ± 4 ± 6 ±9 ± 15 ± 24 ± 37,5 ± 0,06 ± 0,09 ± 0,15 ± 0,24 ± 0,375 ± 0,6 ± 0,9

6 10 ± 0,5 ± 0,75 ± 1,25 ± 2 ± 3 ± 4,5 ± 7,5 ± 11 ± 18 ± 29 ± 45 ± 0,075 ± 0,11 ± 0,18 ± 0,29 ± 0,45 ± 0,75 ± 1,1

10 18 ± 0,6 ± 1 ± 1,5 ± 2,5 ± 4 ± 5,5 ± 9 ± 13,5 ± 21,5 ± 35 ± 55 ± 0,09 ± 0,135 ± 0,215 ± 0,35 ± 0,55 ± 0,9 ± 1,35

18 30 ± 0,75 ± 1,25 ± 2 ± 3 ± 4,5 ± 6,5 ± 10,5 ± 16,5 ± 26 ± 42 ± 65 ± 0,105 ± 0,165 ± 0,26 ± 0,42 ± 0,65 ± 1,05 ± 1,65

30 50 ± 0,75 ± 1,25 ± 2 ± 3,5 ± 5,5 ± 8 ± 12,5 ± 19,5 ± 31 ± 50 ± 80 ± 0,125 ± 0,195 ± 0,31 ± 0,5 ± 0,8 ± 1,25 ± 1,95

50 80 ± 1 ± 1,5 ± 2,5 ± 4 ± 6,5 ± 9,5 ± 15 ± 23 ± 37 ± 60 ± 95 ± 0,15 ± 0,23 ± 0,37 ± 0,6 ± 0,95 ± 1,5 ± 2,3

80 120 ± 1,25 ± 2 ± 3 ± 5 ± 7,5 ± 11 ± 17,5 ± 27 ± 43,5 ± 70 ± 110 ± 0,175 ± 0,27 ± 0,435 ± 0,7 ± 1,1 ± 1,75 ± 2,7

120 180 ± 1,75 ± 2,5 ± 4 ± 6 ± 9 ± 12,5 ± 20 ± 31,5 ± 50 ± 80 ± 125 ± 0,2 ± 0,315 ± 0,5 ± 0,8 ± 1,25 ± 2 ± 3,15

180 250 ± 2,25 ± 3,5 ± 5 ± 7 ± 10 ± 14,5 ± 23 ± 36 ± 57,5 ± 92,5 ± 145 ± 0,23 ± 0,36 ± 0,575 ± 0,925 ± 1,45 ± 2,3 ± 3,6

250 315 ± 3 ± 4 ± 6 ± 8 ± 11,5 ± 16 ± 26 ± 40,5 ± 65 ± 105 ± 160 ± 0,26 ± 0,405 ± 0,65 ± 1,05 ± 1,6 ± 2,6 ± 4,05

315 400 ± 3,5 ± 4,5 ± 6,5 ± 9 ± 12,5 ± 18 ± 28,5 ± 44,5 ± 70 ± 115 ± 180 ± 0,285 ± 0,445 ± 0,7 ± 1,15 ± 1,8 ± 2,85 ± 4,45

400 500 ± 4 ± 5 ± 7,5 ± 10 ± 13,5 ± 20 ± 31,5 ± 48,5 ± 77,5 ± 125 ± 200 ± 0,315 ± 0,485 ± 0,775 ± 1,25 ± 2 ± 3,15 ± 4,85

(D)

500 630 ± 4,5 ± 5,5 ± 8 ± 11 ± 16 ± 22 ± 35 ± 55 ± 87,5 ± 140 ± 220 ± 0,35 ± 0,55 ± 0,875 ± 1,4 ± 2,2 ± 3,5 ± 5,5

/continua

55
Cópia não autorizada

56
/continuação

Dimensão js(B)
nominal
(mm) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14(C) 15(C) 16(C) 17 18

Até e Afastamentos
Acima inclusive (µm) (mm)

630 800 ± 5 ± 6,5 ± 9 ± 12,5 ± 18 ± 25 ± 40 ± 62,5 ± 100 ± 160 ± 250 ± 0,4 ± 0,625 ± 1 ± 1,6 ± 2,5 ± 4 ± 6,25

800 1000 ± 5,5 ± 7,5 ± 10,5 ± 14 ± 20 ± 28 ± 45 ± 70 ± 115 ± 180 ± 280 ± 0,45 ± 0,7 ± 1,15 ± 1,8 ± 2,8 ± 4,5 ± 7

1000 1250 ± 6,5 ± 9 ± 12 ± 16,5 ± 23,5 ± 33 ± 52,5 ± 82,5 ± 130 ± 210 ± 330 ± 0,525 ± 0,825 ± 1,3 ± 2,1 ± 3,3 ± 5,25 ± 8,25

1250 1600 ± 7,5 ± 10,5 ± 14,5 ± 19,5 ± 27,5 ± 39 ± 62,5 ± 97,5 ± 155 ± 250 ± 390 ± 0,625 ± 0,975 ± 1,55 ± 2,5 ± 3,9 ± 6,25 ± 9,75

1600 2000 ± 9 ± 12,5 ± 17,5 ± 23 ± 32,5 ± 46 ± 75 ± 115 ± 185 ± 300 ± 460 ± 0,75 ± 1,15 ± 1,85 ± 3 ± 4,6 ± 7,5 ± 11,5

2000 2500 ± 11 ± 15 ± 20,5 ± 27,5 ± 39 ± 55 ± 87,5 ± 140 ± 220 ± 350 ± 550 ± 0,875 ± 1,4 ± 2,2 ± 3,5 ± 5,5 ± 8,75 ± 14

2500 3150 ± 13 ± 18 ± 25 ± 34 ± 48 ± 67,5 ± 105 ± 165 ± 270 ± 430 ± 675 ± 1,05 ± 1,65 ± 2,7 ± 4,3 ± 6,75 ± 10,5 ± 16,5

(A) +0,23
Para evitar repetição de valores iguais, a tabela lista os valores “±x”. Isso é para ser interpretado como es = +x e ei = - x. Exemplo: −0,23 µm.

(B)
IT
A tabela fornece os valores exatos derivados a partir de ± , em µm ou mm. Para classes de tolerância js7 a js11 (inclusive), os valores com fração decimal de 0,5 µm devem ser arredondados, substituindo
2
o valor exato pelo valor inteiro inferior, como, por exemplo: ± 19,5 µm deve ser arredondado para ± 19 µm.

(C)
Os graus tolerância IT14 a IT16 (inclusive) não devem ser usados para dimensões nominais menores ou iguais a 1 mm.

(D)
Os valores dados no quadro, para graus de tolerância IT1 a IT5 (inclusive), para dimensões nominais maiores que 500 mm e menores ou iguais a 3150 mm, estão incluídos para uso experimental.

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Tabela 33 - Afastamentos limites para eixos j e k

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal j k
(mm)

Acima Até e 5(A) 6(A) 7(A) 8 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13


inclusive

- 3 ±2 +4 +6 +8 +2 +3 +4 +6 +10 +14 +25 +40 +60 +100 +140


-2 -4 -6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

3 6 +3 +6 +8 +2,5 +5 +6 +9 +13 +18 +30 +48 +75 +120 +180


-2 -2 -4 0 +1 +1 +1 +1 0 0 0 0 0 0

6 10 +4 +7 +10 +2,5 +5 +7 +10 +16 +22 +36 +58 +90 +150 +220
-2 -2 -5 0 +1 +1 +1 +1 0 0 0 0 0 0

10 18 +5 +8 +12 +3 +6 +9 +12 +19 +27 +43 +70 +110 +180 +270


-3 -3 -6 0 +1 +1 +1 +1 0 0 0 0 0 0

18 30 +5 +9 +13 +4 +8 +11 +15 +23 +33 +52 +84 +130 +210 +330
-4 -4 -8 0 +2 +2 +2 +2 0 0 0 0 0 0

30 50 +6 +11 +15 +4 +9 +13 +18 +27 +39 +62 +100 +160 +250 +390
-5 -5 -10 0 +2 +2 +2 +2 0 0 0 0 0 0

50 80 +6 +12 +18 +10 +15 +21 +32 +46 +74 +120 +190 +300 +460
-7 -7 -12 +2 +2 +2 +2 0 0 0 0 0 0

80 120 +6 +13 +20 +13 +18 +25 +38 +54 +87 +140 +220 +350 +540
-9 -9 -15 +3 +3 +3 +3 0 0 0 0 0 0

120 180 +7 +14 +22 +15 +21 +28 +43 +63 +100 +160 +250 +400 +630
-11 -11 -18 +3 +3 +3 +3 0 0 0 0 0 0

180 250 +7 +16 +25 +18 +24 +33 +50 +72 +115 +185 +290 +460 +720
-13 -13 -21 +4 +4 +4 +4 0 0 0 0 0 0

250 315 +7 ±16 ±26 +20 +27 +36 +56 +81 +130 +210 +320 +520 +810
-16 +4 +4 +4 +4 0 0 0 0 0 0

315 400 +7 ±18 +29 +22 +29 +40 +61 + 89 +140 +230 +360 +570 +890
-18 -28 +4 +4 +4 +4 0 0 0 0 0 0

400 500 +7 ±20 +31 +25 +32 +45 +68 +97 +155 +250 +400 +630 +970
-20 -32 +5 +5 +5 +5 0 0 0 0 0 0

500 630 +44 +70 +110 +175 +280 +440 +700 +1100
0 0 0 0 0 0 0 0

630 800 +50 +80 +125 +200 +320 +500 +800 +1250
0 0 0 0 0 0 0 0

800 1000 +56 +90 +140 +230 +360 +560 +900 +1400
0 0 0 0 0 0 0 0

1000 1250 +66 +105 +165 +260 +420 +660 +1050 +1650
0 0 0 0 0 0 0 0

/continua
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58 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal j k
(mm)

Acima Até e 5(A) 6(A) 7(A) 8 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13


inclusive

1250 1600 +78 +125 +195 +310 +500 +780 +1250 +1950
0 0 0 0 0 0 0 0

1600 2000 +92 +150 +230 +370 +600 +920 +1500 +2300
0 0 0 0 0 0 0 0

2000 2500 +110 +175 +280 +440 +700 +1100 +1750 +2800
0 0 0 0 0 0 0 0

2500 3150 +135 +210 +330 +540 +860 +1350 +2100 +3300
0 0 0 0 0 0 0 0

(A)
Onde os valores para j5, j6 e j7 são mostrados como “± x”, eles são idênticos aos de classe de tolerância js5, js6 e js7, para estes
grupos de dimensões nominais.

Notas: a) Os valores correspondentes aos espaços em branco das Tabelas podem ser calculados a partir das bases dadas nesta Norma.

b) Uma separação horizontal foi inserida para distinguir entre valores para dimensões nominais menores ou iguais a 500 mm e
aqueles maiores que 500 mm, os quais foram originados de bases diferentes.

c) As notas a) e b) referem-se somente às Tabelas 11 a 33.

Tabela 34 - Afastamentos limites para eixos m e n

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal m n
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 3 4 5 6 7 8 9
inclusive

- 3 +4 +5 +6 +8 +12 +16 +27 +6 +7 +8 +10 +14 +18 +29


+2 +2 +2 +2 +2 +2 +2 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +4

3 6 +6,5 +8 +9 +12 +16 +22 +34 +10,5 +12 +13 +16 +20 +26 +38
+4 +4 +4 +4 +4 +4 +4 +8 +8 +8 +8 +8 +8 +8

6 10 +8,5 +10 +12 +15 +21 +28 +42 +12,5 +14 +16 +19 +25 +32 +46
+6 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +10

10 18 +10 +12 +15 +18 +25 +34 +50 +15 +17 +20 +23 +30 +39 +55
+7 +7 +7 +7 +7 +7 +7 +12 +12 +12 +12 +12 +12 +12

18 30 +12 +14 +17 +21 +29 +41 +60 +19 +21 +24 +28 +36 +48 +67
+8 +8 +8 +8 +8 +8 +8 +15 +15 +15 +15 +15 +15 +15

30 50 +13 +16 +20 +25 +34 +48 +71 +21 +24 +28 +33 +42 +56 +79
+9 +9 +9 +9 +9 +9 +9 +17 +17 +17 +17 +17 +17 +17

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 59

/continuação

Dimensão
nominal m n
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 3 4 5 6 7 8 9
inclusive

50 80 +19 +24 +30 +41 +28 +33 +39 +50


+11 +11 +11 +11 +20 +20 +20 +20

80 120 +23 +28 +35 +48 +33 +38 +45 +58


+13 +13 +13 +13 +23 +23 +23 +23

120 180 +27 +33 +40 +55 +39 +45 +52 +67
+15 +15 +15 +15 +27 +27 +27 +27

180 250 +31 +37 +46 +63 +45 +51 +60 +77
+17 +17 +17 +17 +31 +31 +31 +31

250 315 +36 +43 +52 +72 +50 +57 +66 +86
+20 +20 +20 +20 +34 +34 +34 +34

315 400 +39 +46 +57 +78 +55 +62 +73 +94
+21 +21 +21 +21 +37 +37 +37 +37

400 500 +43 +50 +63 +86 +60 +67 +80 +103
+23 +23 +23 +23 +40 +40 +40 +40

500 630 +70 +96 +88 +114


+26 +26 +44 +44

630 800 +80 +110 +100 +130


+30 +30 +50 +50

800 1000 +90 +124 +112 +146


+34 +34 +56 +56

1000 1250 +106 +145 +132 +171


+40 +40 +66 +66

1250 1600 +126 +173 +156 +203


+48 +48 +78 +78

1600 2000 +150 +208 +184 +242


+58 +58 +92 +92

2000 2500 +178 +243 +220 +285


+68 +68 +110 +110

2500 3150 +211 +286 +270 +345


+ 76 +76 +135 +135
Cópia não autorizada
60 NBR 6158/1995

Tabela 35 - Afastamentos limites para eixos p

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal p
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 +8 +9 +10 +12 +16 +20 +31 +46


+6 +6 +6 +6 +6 +6 +6 +6

3 6 +14,5 +16 +17 +20 +24 +30 +42 +60


+12 +12 +12 +12 +12 +12 +12 +12

6 10 +17,5 +19 +21 +24 +30 +37 +51 +73


+15 +15 +15 +15 +15 +15 +15 +15

10 18 +21 +23 +26 +29 +36 +45 +61 +88


+18 +18 +18 +18 +18 +18 +18 +18

18 30 +26 +28 +31 +35 +43 +55 +74 +106


+22 +22 +22 +22 +22 +22 +22 +22

30 50 +30 +33 +37 +42 +51 +65 +88 +126


+26 +26 +26 +26 +26 +26 +26 +26

50 80 +40 +45 +51 +62 +78


+32 +32 +32 +32 +32

80 120 +47 +52 +59 +72 +91


+37 +37 +37 +37 +37

120 180 +55 +61 +68 +83 +106


+43 +43 +43 +43 +43

180 250 +64 +70 +79 +96 +122


+50 +50 +50 +50 +50

250 315 +72 +79 +88 +108 +137


+56 +56 +56 +56 +56

315 400 +80 +87 +98 +119 +151


+62 +62 +62 +62 +62

400 500 +88 +95 +108 +131 +165


+68 +68 +68 +68 +68

500 630 +122 +148 +188


+78 +78 +78

630 800 +138 +168 +213


+88 +88 +88

800 1000 +156 +190 +240


+100 +100 +100

1000 1250 +186 +225 +285


+120 +120 +120

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 61

/continuação

Dimensão
nominal p
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

1250 1600 +218 +265 +335


+140 +140 +140

1600 2000 +262 +320 +400


+170 +170 +170

2000 2500 +305 +370 +475


+195 +195 +195

2500 3150 +375 +450 +570


+240 +240 +240

Tabela 36 - Afastamentos limites para eixos r

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão Dimensão
nominal r nominal r
(mm) (mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8


inclusive inclusive

- 3 +12 +13 +14 +16 +20 +24 +35 +50 500 560 +194 +220 +260
+10 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +10 +150 +150 +150

3 6 +17,5 +19 +20 +23 +27 +33 +45 +63 560 630 +199 +225 +265
+15 +15 +15 +15 +15 +15 +15 +15 +155 +155 +155

6 10 +21,5 +23 +25 +28 +34 +41 +55 +77 630 710 +225 +255 +300
+19 +19 +19 +19 +19 +19 +19 +19 +175 +175 +175

10 18 +26 +28 +31 +34 +41 +50 +66 +93 710 800 +235 +265 +310
+23 +23 +23 +23 +23 +23 +23 +23 +185 +185 +185

18 30 +32 +34 +37 +41 +49 +61 +80 +112 800 900 +266 +300 +350
+28 +28 +28 +28 +28 +28 +28 +28 +210 +210 +210

30 50 +38 +41 +45 +50 +59 +73 +96 +134 900 1000 +276 +310 +360
+34 +34 +34 +34 +34 +34 +34 +34 +220 +220 +220

50 65 +49 +54 +60 +71 +87 1000 1120 +316 +355 +415
+41 +41 +41 +41 +41 +250 +250 +250

65 80 +51 +56 +62 +73 +89 1120 1250 +326 +365 +425
+43 +43 +43 +43 +43 +260 +260 +260

80 100 +61 +66 +73 +86 +105 1250 1400 +378 +425 +495
+51 +51 +51 +51 +51 +300 +300 +300

/continua
Cópia não autorizada
62 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão Dimensão
nominal r nominal r
(mm) (mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8


inclusive inclusive

100 120 +64 +69 +76 +89 +108 1400 1600 +408 +455 +525
+54 +54 +54 +54 +54 +330 +330 +330

120 140 +75 +81 +88 +103 +126 1600 1800 +462 +520 +600
+63 +63 +63 +63 +63 +370 +370 +370

140 160 +77 +83 +90 +105 +128 1800 2000 +492 +550 +630
+65 +65 +65 +65 +65 +400 +400 +400

160 180 +80 +86 +93 +108 +131 2000 2240 +550 +615 +720
+68 +68 +68 +68 +68 +440 +440 +440

180 200 +91 +97 +106 +123 +149 2240 2500 +570 +635 +740
+77 +77 +77 +77 +77 +460 +460 +460

200 225 +94 +100 +109 +126 +152 2500 2800 +685 +760 +880
+80 +80 +80 +80 +80 +550 +550 +550

225 250 +98 +104 +113 +130 +156 2800 3150 +715 +790 +910
+84 +84 +84 +84 +84 +580 +580 +580

250 280 +110 +117 +126 +146 +175


+94 +94 +94 +94 +94

280 315 +114 +121 +130 +150 +179


+98 +98 +98 +98 +98

315 355 +126 +133 +144 +165 +197


+108 +108 +108 +108 +108

355 400 +132 +139 +150 +171 +203


+114 +114 +114 +114 +114

400 450 +146 +153 +166 +189 +223


+126 +126 +126 +126 +126

450 500 +152 +159 +172 +195 +229


+132 +132 +132 +132 +132
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 63

Tabela 37 - Afastamentos limites para eixos s

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão Dimensão
nominal s nominal s
(mm) (mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10 Acima Até e 6 7 8


inclusive inclusive

- 3 +16 +17 +18 +20 +24 +28 +39 +54 500 560 +324 +350 +390
+14 +14 +14 +14 +14 +14 +14 +14 +280 +280 +280

3 6 +21,5 +23 +24 +27 +31 +37 +49 +67 560 630 +354 +380 +420
+19 +19 +19 +19 +19 +9 +19 +19 +310 +310 +310

6 10 +25,5 +27 +29 +32 +38 +45 +59 +81 630 710 +390 +420 +465
+23 +23 +23 +23 +23 +23 +23 +23 +340 +340 +340

10 18 +31 +33 +36 +39 +46 +55 +71 +98 710 800 +430 +460 +505
+28 +28 +28 +28 +28 +28 +28 +28 +380 +380 +380

18 30 +39 +41 +44 +48 +56 +68 +87 +119 800 900 +486 +520 +570
+35 +35 +35 +35 +35 +35 +35 +35 +430 +430 +430

30 50 +47 +50 +54 +59 +68 +82 +105 +143 900 1000 +526 +560 +610
+43 +43 +43 +43 +43 +43 +43 +43 +470 +470 +470

50 65 +61 +66 +72 +83 +99 +127 1000 1120 +586 +625 +685
+53 +53 +53 +53 +53 +53 +520 +520 +520

65 80 +67 +72 +78 +89 +105 +133 1120 1250 +646 +685 +745
+59 +59 +59 +59 +59 +59 +580 +580 +580

80 100 +81 +86 +93 +106 +125 +158 1250 1400 +718 +765 +835
+71 +71 +71 +71 +71 +71 +640 +640 +640

100 120 +89 +94 +101 +114 +133 +166 1400 1600 +798 +845 +915
+79 +79 +79 +79 +79 +79 +720 +720 +720

120 140 +104 +110 +117 +32 +155 +192 1600 1800 +912 +970 +1050
+92 +92 +92 +92 +92 +92 +820 +820 +820

140 160 +112 +118 +125 +140 +163 +200 1800 2000 +1012 +1070 +1150
+100 +100 +100 +100 +100 +100 +920 +920 +920

160 180 +120 +126 +133 +148 +171 +208 2000 2240 +1110 +1175 +1280
+108 +108 +108 +108 +108 +108 +1000 +1000 +1000

180 200 +136 +142 +151 +168 +194 +237 2240 2500 +1210 +1275 +1380
+122 +122 +122 +122 +122 +122 +1100 +1100 +1250

200 225 +144 +150 +159 +176 +202 +245 2500 2800 +1385 +1460 +1580
+130 +130 +130 +130 +130 +130 +1250 +1250 +1250

225 250 +154 +160 +169 +186 +212 +255 2800 3150 +1535 +1610 +1730
+140 +140 +140 +140 +140 +140 +1400 +1400 +1400

250 280 +174 +181 +190 +210 +239 +288


+158 +158 +158 +158 +158 +158

/continua
Cópia não autorizada
64 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal s
(mm)

Acima Até e 3 4 5 6 7 8 9 10
inclusive

280 315 +186 +193 +202 +222 +251 +300


+170 +170 +170 +170 +170 +170

315 355 +208 +215 +226 +247 +279 +330


+190 +190 +190 +190 +190 +190

355 400 +226 +233 +244 +265 +297 +348


+208 +208 +208 +208 +208 +208

400 450 +252 +259 +272 +295 +329 +387


+232 +232 +232 +232 +232 +232

450 500 +272 +279 +292 +315 +349 +407


+252 +252 +252 +252 +252 +252

Tabela 38 - Afastamentos limites para eixos t e u

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão Dimensão
nominal t(A) u nominal t(A) u
(mm) (mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 Acima Até e 6 7 6 7 8


inclusive inclusive

- 3 +22 +24 +28 +32 +43 500 560 +444 +470 +644 +670 +710
+18 +18 +18 +18 +18 +400 +400 +600 +600 +600

3 6 +28 +31 +35 +41 +53 560 630 +494 +520 +704 +730 +770
+23 +23 +23 +23 +23 +450 +450 +660 +660 +660

6 10 +34 +37 +43 +50 +64 630 710 +550 +580 +790 +820 +865
+28 +28 +28 +28 +28 +500 +500 +740 +740 +740

10 18 +41 +44 +51 +60 +76 710 800 +610 +640 +890 +920 +965
+33 +33 +33 +33 +33 +560 +560 +840 +840 +840

18 24 +50 +54 +62 +74 +93 800 900 +676 +710 +996 +1030 +1080
+41 +41 +41 +41 +41 +620 +620 +940 +940 +940

24 30 +50 +54 +62 +74 +57 +61 +69 +81 +100 900 1000 +736 +770 +1106 +1140 +1190
+41 +41 +41 +41 +48 +48 +48 +48 +48 +680 +680 +1050 +1050 +1050

30 40 +59 +64 +73 +87 +71 +76 +85 +99 +122 1000 1120 +846 +885 +1216 +1255 +1315
+48 +48 +48 +48 +60 +60 +60 +60 +60 +780 +780 +1150 +1150 +1150

40 50 +65 +70 +79 +93 +81 +86 +95 +109 +32 1120 1250 +906 +945 +1366 +1405 +1465
+54 +54 +54 +54 +70 +70 +70 +70 +70 +840 +840 +1300 +1300 +1300

50 65 +79 +85 +96 +112 +100 +106 +117 +133 +161 1250 1400 +1038 +1085 +1528 +1575 +1645
+66 +66 +66 +66 +87 +87 +87 +87 +87 +960 +960 +1450 +1450 +1450

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 65

/continuação

Dimensão Dimensão
nominal t(A) u nominal t(A) u
(mm) (mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 Acima Até e 6 7 6 7 8


inclusive inclusive

65 80 +88 +94 +105 +121 +115 +121 +132 +148 +176 1400 1600 +1128 +1175 +1678 +1725 +1795
+75 +75 +75 +75 +102 +102 +102 +102 +102 +1050 +1050 +1600 +1600 +1600

80 100 +106 +113 +126 +145 +139 +146 +159 +178 +211 1600 1800 +1292 +1350 +1942 +2000 +2080
+91 +91 +91 +91 +124 +124 +124 + 124 +124 +1200 +1200 +1850 +1850 +1850

100 120 +119 +126 +139 +158 +159 +166 +179 +198 +231 1800 2000 +1442 +1500 +2092 +2150 +2230
+104 +104 +104 +104 +144 +144 +144 +144 +144 +1350 +1350 +2000 +2000 +2000

120 140 +140 +147 +162 +185 +188 +195 +210 +233 +270 2000 2240 +1610 +1675 +2410 +2475 +2580
+122 +122 +122 +122 +170 +170 +170 +170 +170 +1500 +1500 +2300 +2300 +2300

140 160 +152 +159 +174 +197 +208 +215 +230 +253 +290 2240 2500 +1760 +1825 +2610 +2675 +2780
+134 +134 +134 +134 +190 +190 +190 +190 +190 +1650 +1650 +2500 +2500 +2500

160 180 +164 +171 +186 +209 +228 +235 +250 +273 +310 2500 2800 +2035 +2110 +3035 +3110 +3230
+146 +146 +146 +146 +210 +210 +210 +210 +210 +1900 +1900 +2900 +2900 +2900

180 200 +186 +195 +212 +238 +256 +265 +282 +308 +351 2800 3150 +2235 +2310 +3335 +3410 +3530
+166 +166 +166 +166 +236 +236 +236 +236 +236 +2100 +2100 +3200 +3200 +3200

200 225 +200 +209 +226 +252 +278 +287 +304 +330 +373
+180 +180 +180 +180 +258 +258 +258 +258 +258

225 250 +216 +225 +242 +268 +304 +313 +330 +356 +399
+196 +196 +196 +196 +284 +284 +284 +284 +284

250 280 +241 +250 +270 +299 +338 +347 +367 +396 +445
+218 +218 +218 +218 +315 +315 +315 +315 +315

280 315 +263 +272 +292 +321 +373 +382 +402 +431 +480
+240 +240 +240 +240 +350 +350 +350 +350 +350

315 355 +293 +304 +325 +357 +415 +426 +447 +479 +530
+268 +268 +268 +268 +390 +390 +390 +390 +390

355 400 +319 +330 +351 +383 +460 +471 +492 +524 +575
+294 +294 +294 +294 +435 +435 +435 +435 +435

400 450 +357 +370 +393 +427 +517 +530 +553 +587 +645
+330 +330 +330 +330 +490 +490 +490 +490 +490

450 500 +387 +400 +423 +457 +567 +580 +603 +637 +695
+360 +360 +360 +360 +540 +540 +540 +540 +540

(A)
As classes de tolerância t5 a t8 (inclusive) não foram tabeladas para dimensões nominais menores ou iguais a 24 mm. Recomenda-se que
sejam substituídas pelas classes de tolerâncias u5 a u8 (inclusive).Entretanto, se as classes de tolerância t5 a t8 (inclusive) forem
requeridas, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido nesta Norma.
Cópia não autorizada
66 NBR 6158/1995

Tabela 39 - Afastamentos limites para eixos v, x e y(A)

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal v(B) x y(C)
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10
inclusive

- 3 +24 +26 +30 +34 +45 +60


+20 +20 +20 +20 +20 +20

3 6 +33 +36 +40 +46 +58 +76


+28 +28 +28 +28 +28 +28

6 10 +40 +43 +49 +56 +70 +92


+34 +34 +34 +34 +34 +34

10 14 +48 +51 +58 +67 +83 +110


+40 +40 +40 +40 +40 +40

14 18 +47 +50 +57 +66 +53 +56 +63 +72 +88 +115
+39 +39 +39 +39 +45 +45 +45 +45 +45 +45

18 24 +56 +60 +68 +80 +63 +67 +75 +87 +106 +138 +76 +84 +96 +115 +147
+47 +47 +47 +47 +54 +54 +54 +54 +54 +54 +63 +63 +63 +63 +63

24 30 +64 +68 +76 +88 +73 +77 +85 +97 +116 +148 +88 +96 +108 +127 +159
+55 +55 +55 +55 +64 +64 +64 +64 +64 +65 +75 +75 +75 +75 +75

30 40 +79 +84 +93 +107 +91 +96 +105 +19 +142 +180 +110 +119 +133 +156 +194
+68 +68 +68 +68 +80 +80 +80 +80 +80 +80 +94 +94 +94 +94 +94

40 50 +92 +97 +106 +120 +108 +113 +122 +136 +159 +197 +130 +139 +153 +176 +214
+81 +81 +81 +81 +97 +97 +97 +97 +97 +97 +114 +114 +114 +114 +114

50 65 +115 +121 +132 +148 +135 +141 +152 +168 +196 +242 +163 +174 +190
+102 +102 +102 +102 +122 +122 +122 +122 +122 +122 +144 +144 +144

65 80 +133 +139 +150 +166 +159 +165 +176 +192 +220 +266 +193 +204 +220
+120 +120 +120 +120 +146 +146 +146 +146 +146 +146 +174 +174 +174

80 100 +161 +168 +181 +200 +193 +200 +213 +232 +265 +318 +236 +249 +268
+146 +146 +146 +146 +178 +178 +178 +178 +178 +178 +214 +214 +214

100 120 +187 +194 +207 +226 +225 +232 +245 +264 +297 +350 +276 +289 +308
+172 +172 +172 +172 +210 +210 +210 +210 +210 +210 +254 +254 +254

120 140 +220 +227 +242 +265 +266 +273 +288 +311 +348 +408 +325 +340 +363
+202 +202 +202 +202 +248 +248 +248 +248 +248 +248 +300 +300 +300

140 160 +246 +253 +268 +291 +98 +305 +320 +343 +380 +440 +365 +380 +403
+228 +228 +228 +228 +280 +280 +280 +280 +280 +280 +340 +340 +340

160 180 +270 +277 +292 +315 +328 +335 +350 +373 +410 +470 +405 +420 +443
+252 +252 +252 +252 +310 +310 +310 +310 +310 +310 +380 +380 +380

180 200 +304 +313 +330 +356 +370 +379 +96 +422 +465 +535 +454 +471 +497
+284 +284 +284 +284 +350 +350 +350 +350 +350 +350 +425 +425 +425

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 67

/continuação

Dimensão
nominal v (B) x y(C)
(mm)

Acima Até e 5 6 7 8 5 6 7 8 9 10 6 7 8 9 10
inclusive

200 225 +330 +339 +356 +382 +405 +414 +431 +457 +500 +570 +499 +516 +542
+310 +310 +310 +310 +385 +385 +385 +385 +385 +385 +470 +470 +470

225 250 +360 +369 +386 +412 +445 +454 +471 +497 +540 +610 +549 +566 +592
+340 +340 +340 +340 +425 +425 +425 +425 +425 +425 +520 +520 +520

250 280 +408 +417 +437 +466 +498 +507 +527 +556 +605 +685 +612 +632 +661
+385 +385 +385 +385 +475 +475 +475 +475 +475 +475 +580 +580 +580

280 315 +448 +457 +477 +506 +548 +557 +577 +606 +655 +735 +682 +702 +731
+425 +425 +425 +425 +525 +525 +525 +525 +525 +525 +650 +650 +650

315 355 +500 +511 +532 +564 +615 +626 +647 +679 +730 +820 +766 +787 +819
+475 +475 +475 +475 +590 +590 +590 +590 +590 +590 +730 +730 +730

355 400 +555 +566 +587 +619 +685 +696 +717 +749 +800 +890 +856 +877 +909
+530 +530 +530 +530 +660 +660 +660 +660 +660 +660 +820 +820 +820

400 450 +622 +635 +658 +692 +767 +780 +803 +837 +895 +990 +960 +983 +1017
+595 +595 +595 +595 +740 +740 +740 +740 +740 +740 +920 +920 +920

450 500 +687 +700 +723 +757 +847 +860 +883 +917 +975 +1070 +1040 +1063 +1097
+660 +660 +660 +660 +820 +820 +820 +820 +820 +820 +1000 +1000 +1000

(A)
Os afastamentos fundamentais v, x e y não estão previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.

(B)
As classes de tolerância v5 a v8 (inclusive) não foram tabeladas para dimensões nominais menores ou iguais a 14 mm. Recomenda-se
que sejam substituídas pelas classes de tolerância x5 a x8 (inclusive). Entretanto, se as classes de tolerância v5 a v8 (inclusive) forem
requeridas, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido nesta Norma.

(C)
As classes de tolerância y6 a y10 (inclusive) não foram tabeladas para dimensões nominais menores ou iguais a 18 mm. Recomenda-se
que sejam substituídas pelas classes de tolerância z6 a z10 (inclusive). Entretanto, se as classes de tolerância y6 a y10 (inclusive) forem
requeridas, elas podem ser calculadas conforme o estabelecido nesta Norma.
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68 NBR 6158/1995

Tabela 40 - Afastamentos limites para eixos z e za(A)

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal z za
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9 10 11 6 7 8 9 10 11
inclusive

- 3 +32 +36 +40 +51 +66 +86 +38 +42 +46 +57 +72 +92
+26 +26 +26 +26 +26 +26 +32 +32 +32 +32 +32 +32

3 6 +43 +47 +53 +65 +83 +110 +50 +54 +60 +72 +90 +117
+35 +35 +35 +35 +35 +35 +42 +42 +42 +42 +42 +42

6 10 +51 +57 +64 +78 +100 +132 +61 +67 +74 +88 +110 +142
+42 +42 +42 +42 +42 +42 +52 +52 +52 +52 +52 +52

10 14 +61 +68 +77 +93 +120 +160 +75 +82 +91 +107 +134 +174
+50 +50 +50 +50 +50 +50 +64 +64 +64 +64 +64 +64

14 18 +71 +78 +87 +103 +130 +170 +88 +95 +104 +120 +147 +187
+60 +60 +60 +60 +60 +60 +77 +77 +77 +77 +77 +77

18 24 +86 +94 +106 +125 +157 +203 +111 +119 +131 +150 +182 +228
+73 +73 +73 +73 +73 +73 +98 +98 +98 +98 +98 +98

24 30 +101 +109 +121 +140 +172 +218 +131 +139 +151 +170 +202 +248
+88 +88 +88 +88 +88 +88 +118 +118 +118 +118 +118 +118

30 40 +128 +137 +151 +174 +212 +272 +164 +173 +187 +210 +248 +308
+112 +112 +112 +112 +112 +112 +148 +148 +148 +148 +148 +148

40 50 +152 +161 +175 +198 +236 +296 +196 +205 +219 +242 +280 +340
+136 +136 +136 +136 +136 +136 +180 +180 +180 +180 +180 +180

50 65 +191 +202 +218 +246 +292 +362 +245 +256 +272 +300 +346 +416
+172 +172 +172 +172 +172 +172 +226 +226 +226 +226 +226 +226

65 80 +229 +240 +256 +284 +330 +400 +293 +304 +320 +348 +394 +464
+210 +210 +210 +210 +210 +210 +274 +274 +274 +274 +274 +274

80 100 +280 +293 +312 +345 +398 +478 +357 +370 +389 +422 +475 +555
+258 +258 +258 +258 +258 +258 +335 +335 +335 +335 +335 +335

100 120 +332 +345 +364 +397 +450 +530 +422 +435 +454 +487 +540 +620
+310 +310 +310 +310 +310 +310 +400 +400 +400 +400 +400 +400

120 140 +390 +405 +428 +465 +525 +615 +495 +510 +533 +570 +630 +720
+365 +365 +365 +365 +365 +365 +470 +470 +470 +470 +470 +470

140 160 +440 +455 +478 +515 +575 +665 +560 +575 +598 +635 +695 +785
+415 +415 +415 +415 +415 +415 +535 +535 +535 +535 +535 +535

160 180 +490 +505 +528 +565 +625 +715 +625 +640 +663 +700 +760 +850
+465 +465 +465 +465 +465 +465 +600 +600 +600 +600 +600 +600

180 200 +549 +566 +592 +635 +705 +810 +699 +716 +742 +785 +855 +960
+520 +520 +520 +520 +520 +520 +670 +670 +670 +670 +670 +670

/continua
Cópia não autorizada
NBR 6158/1995 69

/continuação

Dimensão
nominal z za
(mm)

Acima Até e 6 7 8 9 10 11 6 7 8 9 10 11
inclusive

200 225 +604 +621 +647 +690 +760 +865 +769 +786 +812 +855 +925 +1030
+575 +575 +575 +575 +575 +575 +740 +740 +740 +740 +740 +740

225 250 +669 +686 +712 +755 +825 +930 +849 +866 +892 +935 +1005 +1110
+640 +640 +640 +640 +640 +640 +820 +820 +820 +820 +820 +820

250 280 +742 +762 +791 +840 +920 +1030 +952 +972 +1001 +1050 +1130 +1240
+710 +710 +710 +710 +710 +710 +920 +920 +920 +920 +920 +920

280 315 +822 +842 +871 +920 +1000 +1110 +1032 +1052 +1081 +1130 +1210 +1320
+790 +790 +790 +790 +790 +790 +1000 +1000 +1000 +1000 +1000 +1000

315 355 +936 +957 +989 +1040 +1130 +1260 +1186 +1207 +1239 +1290 +1380 +1510
+900 +900 +900 +900 +900 +900 +1150 +150 +1150 +1150 +1150 +1150

355 400 +1036 +1057 +1089 +1140 +1230 +1360 +1336 +1357 +1389 +1440 +1530 +1660
+1000 +1000 +1000 +1000 +1000 +1000 +1300 +1300 +1300 +1300 +1300 +1300

400 450 +1140 +1163 +1197 +1255 +1350 +1500 +1490 +1513 +1547 +1605 +1700 +1850
+1100 +1100 +1100 +1100 +1100 +1100 +1450 +1450 +1450 +1450 +1450 +1450

450 500 +1290 +1313 +1347 +1405 +1500 +1650 +1640 +1663 +1697 +1755 +1850 +2000
+1250 +1250 +1250 +1250 +1250 +1250 +1600 +1600 +1600 +1600 +1600 +1600

(A)
Os afastamentos fundamentais z e za não estão previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.

Tabela 41 - Afastamentos limites para eixos zb e zc(A)

es = Afastamento limite superior


ei = Afastamento limite inferior

Afastamento: µm

Dimensão
nominal zb zc
(mm)

Acima Até e 7 8 9 10 11 7 8 9 10 11
inclusive

- 3 +50 +54 +65 +80 +100 +70 +74 +85 +100 +120
+40 +40 +40 +40 +40 +60 +60 +60 +60 +60

3 6 +62 +68 +80 +98 +125 +92 +98 +110 +128 +155
+50 +50 +50 +50 +50 +80 +80 +80 +80 +80

6 10 +82 +89 +103 +125 +157 +112 +119 +133 +155 +187
+67 +67 +67 +67 +67 +97 +97 +97 +97 +97

10 14 +108 +117 +133 +160 +200 +148 +157 +173 +200 +240
+90 +90 +90 +90 +90 +130 +130 +130 +130 +130

14 18 +126 +135 +151 +178 +218 +168 +177 +193 +220 +260
+108 +108 +108 +108 +108 +150 +150 +150 +150 +150
/continua
Cópia não autorizada
70 NBR 6158/1995

/continuação

Dimensão
nominal zb zc
(mm)

Acima Até e 7 8 9 10 11 7 8 9 10 11
inclusive

18 24 +157 +169 +188 +220 +266 +209 +221 +240 +272 +318
+136 +136 +136 +136 +136 +188 +188 +188 +188 +188

24 30 +181 +193 +212 +244 +290 +239 +251 +270 +302 +348
+160 +160 +160 +160 +160 +218 +218 +218 +218 +218

30 40 +225 +239 +262 +300 +360 +299 +313 +336 +374 +434
+200 +200 +200 +200 +200 +274 +274 +274 +274 +274

40 50 +267 +281 +304 +342 +402 +350 +364 +387 +425 + 485
+242 +242 +242 +242 +242 +325 +325 +325 +325 +325

50 65 +330 +346 +374 +420 +490 +435 +451 +479 +525 +595
+ 300 +300 +300 +300 +300 +405 +405 +405 +405 +405

65 80 +390 +406 +434 +480 +550 +510 +526 +554 +600 +670
+360 +360 +360 +360 +360 +480 +480 +480 +480 +480

80 100 +480 +499 +532 +585 +665 +620 +639 +672 +725 +805
+445 +445 +445 +445 +445 +585 +585 +585 +585 +585

100 120 +560 +579 +612 +665 +745 +725 +744 +777 +830 +910
+525 +525 +525 +525 +525 +690 +690 +690 +690 +690

120 140 +660 +683 +720 +780 +870 +840 +863 +900 +960 +1050
+620 +620 +620 +620 +620 +800 +800 +800 +800 +800

140 160 +740 +763 +800 +860 +950 +940 +963 +1000 +1060 +1150
+700 +700 +700 +700 +700 +900 +900 +900 +900 +900

160 180 +820 +843 +880 +940 +1030 +1040 +1063 +1100 +1160 +1250
+780 +780 +780 +780 +780 +1000 +1000 +1000 +1000 +1000

180 200 +926 +952 +995 +1065 +1170 +1196 +1222 +1265 +1335 +1440
+880 +880 +880 +880 +880 +1150 +1150 +1150 +1150 +1150

200 225 +1006 +1032 +1075 +1145 +1250 +1296 +1322 +1365 +1435 +1540
+960 +960 +960 +960 +960 +1250 +1250 +1250 +1250 +1250

225 250 +1096 +1122 +1165 +1235 +1340 +1396 +1422 +1465 +1535 +1640
+1050 +1050 +1050 +1050 +1050 +1350 +1350 +1350 +1350 +1350

250 280 +1252 +1281 +1330 +1410 +1520 +1602 +1631 +1680 +1760 +1870
+1200 +1200 +1200 +1200 +1200 +1550 +1550 +1550 +1550 +1550

280 315 +1352 +1381 +1430 +1510 +1620 +1752 +1781 +1830 +1910 +2020
+1300 +1300 +1300 +1300 +1300 +1700 +1700 +1700 +1700 +1700

315 355 +1557 +1589 +1640 +1730 +1860 +1957 +1989 +2040 +2130 +2260
+1500 +1500 +1500 +1500 +1500 +1900 +1900 +1900 +1900 +1900

355 400 +1707 +1739 +1790 +1880 +2010 +2157 +2189 +2240 +2330 +2460
+1650 +1650 +1650 +1650 +1650 +2100 +2100 +2100 +2100 +2100

400 450 +1913 +1947 +2005 +2100 +2250 +2463 +2497 +2555 +2650 +2800
+1850 +1850 +1850 +1850 +1850 +2400 +2400 +2400 +2400 +2400

450 500 +2163 +2197 +2255 +2350 +2500 +2663 +2697 +2755 +2850 +3000
+2100 +2100 +2100 +2100 +2100 +2600 +2600 +2600 +2600 +2600
(A)
Os afastamentos fundamentais zb e zc não estão previstos para dimensões nominais maiores que 500 mm.

/ANEXO
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ANEXO - Seleção de classes de tolerâncias para uso geral

A-1 Condições gerais b) o sistema furo-base deve ser escolhido como siste-
ma preferencial para uso geral, o que permite evitar
Este Anexo tem por finalidade evitar uma multiplicidade uma multiplicidade desnecessária de calibradores;
desnecessária de ferramentas e calibradores, através do
estabelecimento de classes de tolerâncias preferenciais para c) o sistema eixo-base deve ser escolhido somente no
eixos e furos. caso em que a sua utilização resultar em inques-
tionáveis vantagens econômicas (por exemplo,
quando houver necessidade de montar peças com
A-2 Classes de aplicação
furos tendo diferentes afastamentos em um único
eixo);
É aplicável para uso geral, não se estendendo a casos es-
peciais que requeiram seleção de classes de tolerâncias d) os outros afastamentos e campos de tolerâncias (le-
específicas, como, por exemplo, micromecanismos, relo- tras e números) devem ser escolhidos para furos e
joaria, etc. eixos, de modo a obter as folgas ou interferências
mínimas e máximas correspondentes, que melhor
A-3 Seleção de classes de tolerâncias satisfaçam as condições requeridas ao funciona-
mento (especialmente nos casos de ajustes críticos
Devem ser escolhidas as classes de tolerâncias, cujos com interferências acentuadas). Neste caso, as
símbolos se encontram nas Figuras 19 e 20, preferen- tolerâncias devem ser as maiores, compatíveis com
cialmente aquelas que estão emolduradas. a condição de utilização;

e) sendo mais difícil a usinagem de um furo do que a


A-4 Recomendações práticas para a escolha de de um eixo, pode ser escolhido para o furo um grau
um ajuste de tolerância maior do que a do eixo, como, por
exemplo: H8/f7.
São as seguintes:
A-5 Representação de classes de tolerâncias
a) deve-se decidir primeiramente se o ajuste a ser ado-
tado é do sistema furo-base ou eixo-base; Ver Figuras 21 a 24.

g5 h5 js5 k5 m5 n5 p5 r5 s5 t5

f6 g6 h6 js6 k6 m6 n6 p6 r6 s6 t6

e7 f7 h7 js7 k7 m7 n7 p7 r7 s7 t7 u7

d8 e8 f8 h8

d9 e9 h9

d10

a11 b11 c11 h11

Figura 19 - Classes de tolerâncias selecionadas para eixos

G6 H6 JS6 K6 M6 N6 P6 R6 S6 T6

F7 G7 H7 JS7 K7 M7 N7 P7 R7 S7 T7

E8 F8 H8 JS8 K8 M8 N8 P8 R8

D9 E9 F9 H9

D10 E10 H10

A11 B11 C11 D11 H11

Nota: Os afastamentos js e Js podem ser substituídos pelos afastamentos j e J.

Figura 20 - Classes de tolerâncias selecionadas para furos


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72 NBR 6158/1995

H1 JS1

H2 JS2

EF3 F3 FG3 G3 H3 JS3 K3 M3 N3 P3 R3 S3

EF4 F4 FG4 G4 H4 JS4 K4 M4 N4 P4 R4 S4

E5 EF5 F5 FG5 G5 H5 JS5 K5 M5 N5 P5 R5 S5 T5 U5 V5 X5

CD6 D6 E6 EF6 F6 FG6 G6 H6 JS6 J6 K6 M6 N6 P6 R6 S6 T6 U6 V6 X6 Y6 Z6 ZA6

CD7 D7 E7 EF7 F7 FG7 G7 H7 JS7 J7 K7 M7 N7 P7 R7 S7 T7 U7 V7 X7 Y7 Z7 ZA7 ZB7 ZC7

B8 C8 CD8 D8 E8 EF8 F8 FG8 G8 H8 JS8 J8 K8 M8 N8 P8 R8 S8 T8 U8 V8 X8 Y8 Z8 ZA8 ZB8 ZC8

A9 B9 C9 CD9 D9 E9 EF9 F9 FG9 G9 H9 JS9 K9 M9 N9 P9 R9 S9 U9 X9 Y9 Z9 ZA9 ZB9 ZC9

A10 B10 C10 CD10 D10 E10 EF10 F10 FG10 G10 H10 JS10 K10 M10 N10 P10 R10 S10 U10 X10 Y10 Z10 ZA10 ZB10 ZC10

A11 B11 C11 D11 H11 JS11 N11 Z11 ZA11 ZB11 ZC11

A12 B12 C12 D12 H12 JS12

A13 B13 C13 D13 H13 JS13

H14 JS14

H15 JS15

H16 JS16

H17 JS17

H18 JS18

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25

Tabelas

Nota: Os valores numéricos das tolerâncias preferenciais são encontrados na tabela indicada na parte inferior da coluna.

Figura 21 - Representação sinóptica de classe de tolerância para furos de dimensões nominais


menores ou iguais a 500 mm

H1 JS1
H2 JS2
H3 JS3
H4 JS4
H5 JS5

D6 E6 F6 G6 H6 JS6 K6 M6 N6 P6 R6 S6 T6 U6
D7 E7 F7 G7 H7 JS7 K7 M7 N7 P7 R7 S7 T7 U7
D8 E8 F8 G8 H8 JS8 K8 M8 N8 P8 R8 S8 T8 U8
D9 E9 F9 H9 JS9 N9 P9
D10 E10 H10 JS10
D11 H11 JS11
D12 H12 JS12
D13 H13 JS13
H14 JS14
H15 JS15
H16 JS16
H17 JS17
H18 JS18
12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22
Tabelas

Notas: a) As classes de tolerância emolduradas são dadas para uso experimental.

b) Os valores numéricos das tolerâncias preferenciais são encontrados na tabela indicada na parte inferior da coluna.

Figura 22 - Representação sinóptica de classes de tolerância para furos de dimensões nominais maiores
que 500 mm e menores ou iguais a 3150 mm
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NBR 6158/1995 73

h1 js1
h2 js2
ef4 f3 fg3 g3 h3 js3 k3 m3 n3 p3 r3 s3
ef5 f4 fg4 g4 h4 js4 k4 m4 n4 p4 r4 s4
cd5 d5 e5 ef5 f5 fg5 g5 h5 js5 k5 m5 n5 p5 r5 s5 t5 u5 v5 x5
cd6 d6 e6 ef6 f6 fg6 g6 h6 js6 j6 k6 m6 n6 p6 r6 s6 t6 u6 v6 x6 y6 z6 za6
cd7 d7 e7 ef7 f7 fg7 g7 h7 js7 j7 k7 m7 n7 p7 r7 s7 t7 u7 v7 x7 y7 z7 za7 zb7 zc7
c8 cd8 d8 e8 ef8 f8 fg8 g8 h8 js8 j8 k8 m8 n8 p8 r8 s8 t8 u8 v8 x8 y8 z8 za8 zb8 zc8
a9 b9 c9 cd9 d9 e9 ef9 f9 fg9 g9 h9 js9 k9 m9 n9 p9 r9 s9 u9 x9 y9 z9 za9 zb9 zc9
a10 b10 c10 cd10 d10 e10 ef10 f10 fg10 g10 h10 js10 k10 p10 r10 s10 x10 y10 z10 za10 zb10 zc10
a11 b11 c11 d11 h11 js11 k11 z11 za11 zb11 zc11
a12 b12 c12 d12 h12 js12 k12
a13 b13 d13 h13 js13 k13
h14 js14
h15 js15
h16 js16
h17 js17
h18 js18

26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41

Tabelas

Nota: Os valores numéricos das tolerâncias preferenciais são encontrados na tabela indicada na parte inferior da coluna.

Figura 23 - Representação sinóptica de classes de tolerância para eixos de dimensões menores ou iguais a 500 mm

h1 js1
h2 js2
h3 js3
h4 js4
h5 js5

d6 e6 f6 g6 h6 js6 k6 m6 n6 p6 r6 s6 t6 u6
d7 e7 f7 g7 h7 js7 k7 m7 n7 p7 r7 s7 t7 u7
d8 e8 f8 g8 h8 js8 k8 p8 r8 s8 u8
d9 e9 f9 h9 js9 k9
d10 e10 h10 js10 k10
d11 h11 js11 k11
h12 js12 k12
h13 js13 k13
h14 js14
h15 js15
h16 js16
h17 js17
h18 js18
27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38
Tabela

Notas: a) As classes de tolerância emolduradas são dadas para uso experimental.

b) Os valores numéricos das tolerâncias preferenciais são encontrados na tabela indicada na parte inferior da coluna.

Figura 24 - Representação sinóptica de classes de tolerância para eixos de dimensões nominais maiores
que 500 mm e menores ou iguais a 3150 mm

/Glossário
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Glossário

Número de Português Inglês Francês Alemão Espanhol Italiano Sueco


referência

1 acoplamento mating appariement Paarung apareamiento, connessione tillpassning


acoplamiento

2 afastamento deviation écart Abmass desviación (o scostamento avmatt,


diferencial) avvikelse

3 afastamento actual écart Istabmass desviación scostamento verkligt


efetivo deviation effectif efectiva ( o real) effettivo avwatt

4 afastamento fundamental écart Grundabmass desviación scostamento lägesavmatt


fundamental deviation fondamental fundamental fondamentale

5 afastamento lower écart unteres Abmass desviación scostamento undre


inferior deviation inférieur inferior inferiore gränsavmatt

6 afastamento negative écart negatives desviación scostamento negativt


negativo deviation negatif Abmass negativo negativo avmatt

7 afastamento positive écart positives desviación scostamento positivt


positivo deviation positif Abmass positiva positivo avmatt

8 afastamento upper écart oberes desviación scostamento övre


superior deviation superieur Abmass superior superiore gränsavmatt

9 afastamentos permissible écarts Grenzabweichungen, desviaciones scostamenti tillatna


admissíveis deviations permissibles zulässige admisibles ammessi avvikelser
Abweichungen (ammissibili)

10 afastamentos limit écarts Grenzabmasse desviaciones scostamenti gränsavmatt


limites deviations limites diferencias limiti gräansavvikelse

11 afastamentos symmetrical écarts symmetrishe desviaciones scostamenti symmetriska


simétricos deviations symétriques Abmasse simétricas simmetrici avmatt

12 ajuste fit ajustement Passung ajuste accoppiamento passning

13 ajuste com clearance fit ajustement Spielpassung ajuste con accoppiamento spelpassning
folga avec jeu juego con giuoco

14 ajuste com loosest ajustement Höchstpassung, ajuste limite accoppiamento största


folga máxima extreme of limite le weiteste con máximo limite il più passning
fit plus large Grenzpassung juego largo (sciolto)

15 ajuste com interference ajustement übermasspassung ajuste com accoppiamento grepassning


interferência fit avec serrage aprieto con interferenza

16 ajuste transition ajustement übergangspassung ajuste accoppiamento mellanpassning


incerto fit incertain indeterminado incerto

17 ajuste tightest limite engste ajuste límite accoppiamento min.


limite com extreme of d'ajustement Grenzpassung con mínimo limite il più gränspassning
folga mínima fit le plus étroit Mindestpassung juego stretto

18 ajuste médio mean fit ajustement mittlere Passung, ajuste medio accoppiamento medelpassning
moyen Mittenpassung medio

19 ajustes limits of fit limites Grenzpassungen ajustes límites accoppiamento gränspassningar


limites d'ajustement limiti

20 campo de tolerance zone de Toleranzfeld zona de zona di toleranszon


tolerância zone tolérance tolerancia tolleranza tolerasomerâde

/continua
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/continuação

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referência

21 campo de fit tolerance zone de Passtoleranzfeld zona de zona di passningens


variação de zone, tolérance tolerancia de tolleranza di toleransomrade
um ajuste, variation d'ajustement ajuste accoppiamento
campo de zone
tolerância
de um ajuste

22 classe de tolerance classe de Toleranzklasse, classe de classe di toleransklass,


tolerância class tolérance, Toleranzfeldreihe tolerancias, tolleranze tolerans
série de serie de
tolérances tolerancias
d'une zone de un campo

23 designação fit symbol symbole de Passungssymbol, simbolo de simbolo di passningssymbol


para ajuste l'ajustement Passungskurzzeichen ajuste accoppiamento

24 designação tolerance symbole de Toleranzsymbol, símbolo de simbolo di toleranssymbol


para symbol tolérances Toleranzkurzzeichen tolerancias tolleranza
tolerância

25 dimensão size, dimension, Mass medida dimensione matt, dimension


dimension cote dimensión

26 dimensão approximate dimension Ungefährmass medida dimensione ungefärligt matt,


aproximada size approximative aproximada approssimativa cirkamatt

27 dimensão toleranced dimension toleriertes Mass medida com dimensione toleransbestämt


com size tolérancée tolerancia con tolleranza matt
tolerância

28 dimensão de mating size dimension Paarungsmass medida de dimensione di passningsmatt


acoplamento d'appariement acoplamiento connessione

29 dimensão de theoretically dimension de theoretisch medida dimensione teoretiskt exakt


referência exact référence genaues Bezugsmass absoluta de teoricamente referensmatt
teoricamente reference théoriquement referencia esatto di
exata size exacte riferimento

30 dimensão actual size dimension Istmass medida dimensione verkligt matt


efetiva effective efectiva o real effettiva

31 dimensão maximum limit dimension Höchstmass, medida máxima dimensione övre gräansmatt
máxima of size maximale Grösstmass massima

32 dimensão minimum limit dimension Mindestmass, medida mínima dimensione undre gränsmatt
mínima of size minimale Kleinstmass minima

33 dimensão basic size, dimension Nennmass medida dimensione basmatt,


nominal nominal size nominale nominal nominale nominellt matt

34 dimensão size without dimension Mass ohne medida sin dimensione icke direkt
sem (direct) sans (direkte) indicación senza toleranssatta
indicação da tolerance indication Toleranzangabe, (directa) de indicazione matt
tolerância indication (directe) de Freimass tolerancias (diretta) di
tolerances tolleranza

35 dimensão desired size dimension de Sollmass medida dimensione önskat matt


teórica consigne teórica desiderata

36 dimensões limits of dimensions Grenzmasse medidas dimensioni gränsmatt


limites size limites límites limiti

/continua
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/continuação

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referência

37 eixo shaft (=plug) arbre (=tige) Welle (=Dorn) eje albero (=perno) axel (=dorn)

38 elemento de fit component élément d'um Passteil elemento elemento passningsdel


um ajuste (part) ajustement (pieza) de um (pezzo) di um
ajuste accoppiamento

39 elemento external élément äussers Passteil, elemento pezzo esterno utvändig


externo de (outer) part exterieur Aussenpassteil (pieza) exterior di un passningsdel
um ajuste (component) (femelle) de un ajuste accoppiamento
d'un
ajustement

40 elemento internal élément Inners Passteil, elemento pezzo interno invändig


interno (inner) part interieur Innenpassteil (piezza) di passningsdel
um ajuste (component) (male) d'un interior de accoppiamento
of fit ajustement un ajuste

41 exigência de envelope exigence de Hüllbedingung condición del condizione enveloppkrav


envoltura requirement l'enveloppe envolvente del
inviluppamento

42 fator de standard fateur de Toleranzfaktor unidad de unità di toleransenhet


tolerância tolerance tolérance (i, I) tolerancia tolleranza (i, I)
padrão (i, I) factor (i, I) (i, I) Toleranzeinheit (i, I) (i, I)

43 folga clearance jeu Spiel juego giuoco spel

44 folga actual jeu effectif Istspiel juego giuoco verligt spel


efetiva clearance efectivo o effettivo
real

45 folga máxima maximum jeu maxial Höchstspiel, juego máximo giuoco maxspel
clearance Grösstspiel massimo

46 folga média mean jeu moyen mittleres Spiel, juego medio giuoco medio medelspel
clearance Mittenspiel

47 folga mínima minimum jeu minimal Mindestspiel juego mínimo giuoco minimo minspel
clearance Kleinstspiel

48 folga relative jeu relatif relatives Spiel juego giuoco relativt spel
relativa clearance (%o) (%o), bezogenes relativo (%o) relativo (%o) (%o)
(%o) (%o) Spiel

49 furo hole alésage Bohrung agujero foro hal

50 grau de accuracy degré de Genauigkeitsgrad grado de grado di noggranhetsgrad


precisão grade précision precisión precisione

51 grau de tolerance degré de Toleranzgrad, grado de grado di toleransgrad


tolerância grade, grade tolérance, Toleranzqualitat tolerancia tolleranza
of tolerance qualité de (ehemals)
tolérance
(ancien)

52 grau international degré de internationaler grado grado de internationell


internacional (standard) tolérance (Standard-) internaciónal tolleranza toleransgrad,
de tolerância tolerance internationale Toleranzgrad de tolerância internazionale Standardtoleransgrad
(IT...) grade (IT...) (normalité) (IT...) (IT...) (IT...) (IT...)
(IT...)

/continua
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/continuação

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referência

53 grupo de range (step) palier de Nennmassbereich grupo de grupo di basmattsomraden


dimensões of basic dimensions medidas dimensinoali
nominais (nominal) nominales nominales nominali
sizes

54 interferência interference serrage Übermass aprieto interferenza grepp

55 interferência actual serrage Istübermass aprieto interferenza verkligt grepp


efetiva interference effectif efectivo o effettiva
real

56 interferência maximum serrage Hochstübermass, aprieto interferenza maxgrepp


máxima interference maximal Grosstübermass máximo massima

57 interferência mean serrage moyen mittleres aprieto medio interferenza medelgrepp


média interference übermass, media
Mittenübermass

58 interferência minimum serrage Mindestübermass, aprieto interferenza mingrepp


mínima interference minimal Kleinstübermass mínimo mínima

59 interferência relative serrage relatives aprieto interferenza relativt grepp


relativa interference relatif (%o) Übermass, relativo (%o) relativa (%o)
(%o) (%o) bezogenes (%o)
übermass (%o)

60 limite de maximum dimension du Maximum-Material- limite de dimensione max. materialmatt,


máximo material maximum de Mass material di massimo gagräns
material limit (MML) matière máximo materiale
(MML) (MML)

61 limite de least- dimension au Minimum-Material- medida de dimensione minimi material


mínimo material minimum de Mass mínimo di minimo gräns;
material limit (LML) matière material materiale stoppgräns
(LML) (LMC)

62 linha de line of zero ligne d'écart Linie des línea cero, linea dello nollinje
afastamento devation, zero nul, ligne Abmasses Null, línea de zero
zero, linha line zéro Nullinie referencia
zero

63 media das mean of the moyenne des mittleres media de media delle gränsmattens
dimensões limits of dimensions Grenzmass, medidas dimensioni mittvärde
limites, size, mean limites, Mittenmass limites, limiti,
dimensão size dimension medida media dimensione
média moyenne media

64 medida temporary size dimension Hilfsmass medida dimensione hjälpmatt


auxiliar auxiliaire auxiliar ausiliaria

65 caracter de character of caractere Passungscharakter carácter de carattere passningskaraktär


ajuste fit d'ajustement ajuste dell'accopiamento

66 posição da tolerance position de Toleranzlage posición de posizione di toleransläge


tolerância position la tolérance toleranci tolleranza

67 série de tolerance série de Toleranzreihe serie de serie serie av


tolerâncias series tolérances tolerancias (gamma) di toleransvidder
tolleranza

/continua
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/continuação

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referência

68 série de fundamental série de Grundtoleranz- serie de serie di grundtoleranserie


tolerâncias (standard) tolérance Reihe tolerancias tolleranze
fundamentais tolerance internationale fundamentais fondamentali
series

69 sistema de "shaft-basis" systeme Passystem sistema de sistema di passningssystem


ajuste system of d' ajustements ''Einheitswelle" ajustes accoppiamenti "axeln bas"
"eixo-base" fits "a arbre "eje único" "albero base"
normal" (o "eje base")

70 sistema de "hole-basis" systeme Passystem sistema de sistema de passningssystem


ajuste system of d'ajustement "Einheitsbohrung" ajustes accoppiamenti "halet bas"
"furo-base" fits "a alésage "agujero "foro base"
normal" único"(o
"agujero base")

71 sistema de fit system système Passungssystem, sistema de sistema di passningssystem


ajustes d'ajustement Passystem ajuste accoppiamento

72 sistema de tolerance système Toleranzsystem sistema de sistema di toleranssystem


tolerâncias system tolerances tolerancias tolleranze

73 superfície mating surface Passfläche superficie superficie passningsyta


de ajuste surface, fit d'ajustement un ajuste di
surface accoppiamento

74 temperatura reference température Bezugstemperatur temperatura de temperatura referenstemperatur


de referência temperature de référence referencia di
riferimento

75 tolerância tolerance tolérance Toleranz tolerancia tolleranza toleransvidd,


tolerans

76 tolerância tolerance tolérance Formtoleranz tolerancia tolleranza formtolerans


de forma of form de forme de forma di forma

77 tolerância tolerance tolérance Lagetoleranz tolerancia tolleranza lägetolerans


de posição of position de position posición di posizione

78 tolerância fit tolerance, tolérance Passtoleranz tolerancia de tolleranza passningens


de um ajuste, variation d'ajustement ajuste d'accoppiamento toleransvidd;
variação de of fit passningsvariation
um ajuste

79 tolerância dimensional tolérance Masstoleranz tolerancia tolleranza dimensions-


dimensional tolerance, dimensionnelle dimensional dimensionale tolerans
size mattolerans
tolerance

80 tolerância statistical tolérance statistische tolerancia tolleranza statistisk


estatística tolerance statistique estadística statistica tolerans

81 tolerância general tolérance allgemeintoleranz tolerancia tolleranza generell tolerans


geral tolerance générale general generale

82 tolerância- fundamental tolérance Grundtoleranz tolerancia tolleranza grundtolerans,


padrão (standard) fondamentale fundamental fondamentale grundtoleransvidd
tolerance