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BRASIL Mitodo de Ensaio para a Delerminosaa da Cér de Produtos de Petréleo — Mé- todo do Cromémctro Soybolt Apresentode em 1962 MB - 187 | 1965 Revate em 1965 — OBjETIvO Este método fixa o modo de proceder-se j determinagio da cér Saybolt de produtos de petréleo tais como querascne, gasolinas nao coradas, combustiveis de jato, naftas, @leos hrancos e parafinas. 2 — DEFINICAO 1» Saybolt € um ninnero re‘acionado a altura de uma coluna de amostra cuia cor & comparada com discos padroes. A fuixa'de coves Saybalt varia de +30 a —16, sendy tanto maior o nimero quanto mais, clara 4 cor. 3 — RESUMO DO ENSAIO Diminui-se gradualmente a altura dc uma coluna de amostra, fazendo com que ‘os niveis correspondam aos nimeros de cér, tubo de amostra € © tubo padrio. Lave-os com solvente. Quando nao for conseguida limpeza adequada mesmo esfregando-0 com um tecido, lave-os com agua ¢ sabio. Apéos esta limpeza lave com agua destilada ¢ acetona ou outro solvente adequado ¢ seque. Recoloque-os no aparelho 5.2 -— Usando a fonte luminosa_especifi- cada, compare a intensidade Juminosa nas ;duas’ metades do campo ético com ambos 08 tubos vazios ¢ com o diafragma de ]2mm yemovido de baixo do tubo aberto. A in- tensidade Iuminosa observada em cada me- tade do campo deve ser_a mesma. Se necessario, ajuste a posicio da fonte de luz a fim'de igualar as intensidades }umi- nosas nas metades do campo 5.3 -- Recoloque 0 diafragma de 12mm sob 0 tubo aberto e encha o tubo de amos- até que a cdr da amosira se torne mais a até a marca de 20 pol com agua des clara do que 2 do padrao. Considerase tilada. A intensidade luminosa deve se: como cor da amostra o mimero corres igual nas metades do campo ético a fim pondente. 20 nivel imediatamente acima de gue o aparelho seja considerado em déste, mesmo que a amosira esteja mais Condigdes de ser usado escure, di mesma edr ou de cr duvitinsa § —. PREPARACAO DA AMOSTRA naquele nivel 6.1 — Se a amostra for turva, filtres 4 — APARELHAGEM através de um mimero suficiente de papsis © cromémetro de Saybolt (fig. 1), des 0 Filtre qualitative CWhatman a 4, por crito em Apéndice, constard das scgnintes esemplo) ate que ela se apresente limpida partes: 6.2 — Quando preparar parafina para o 4.1-- Tube de amostra enszio, nio a aquega demasiadamente por 4.2 — Tube padrio quanto podera ecorrer oxidagho com modi 4.8 Sistema ético ficagao da cr da amostra 4.4 — Fonte luninesa 7 — PROCEDIMENTO PARA OLEOS LEVES 4.5 — Diseos padrées REFINADOS E 6LEOS BRANCOS: 5 — CALIBRACAO DO APARELHO {71 Lave o tubo de amostra com o pro: 5.1. Remova 0 disco de vidro da base duto a ser ensaiado, drenando o completa do tubo de amostya. Limpe o disco, 0 mente, Encha-o com a amostia (Nota 1) ASSOCIAGAO BRASILEIRA OE NOPMAS TECHICAS FIO BE JANEIRO (Sede) — Av. Aimitante Bowere, 54 - 15° ondor — Tel, 42.9964 -- Coina Portal, 1680 « 2¢.00 fr Teles, Nomotenica INSIITUTO BRASILEIRO DE FETROLEO Ar. fie Bronte, 156 - VOF ondor - Solos 1034/38 — Tel. 22-5843 — Coizo Postal 343 End, Teleg, (BRAPE — Rio de Joneiro — GE + 70.09 oe © compare com um disco inteiro padrao. Se a amostra for mais clara remove o disco ¢ svbstitua-o por meio disco. Se for mais escura do que um disco a GA de pol, coloque outro disco inteiro. Nota 1 — & impértante que a amostra contida no tubo esteja isenta de bélhas de ar 7.2 — Com os discos adequados no Iu- gar e a amostra no tubo cm um nivel em que a cdr nitidamente mais escura do que a do padrao, abra lentamente a tor- neira cixando a amostra escoar até que ela se apresente ligeivamente mais escura que, disco. A partir déste momento baixe o nivel até 2 altura mais proxima corres- pondente & cor dada na Tabcla 1. Se a cér da, amostra observada através do visor, ainda fér mais escura do que o padrac baixe o nivel até a altura seguinte dada na Tabela Ie faga nova comparagao, Continue esta operacio até wma altura tal em que a cor da amostra e do padrio scjam aproxi mad: iguais. Neste ponto, baixe a coluna até a préxima altura espeeificada ¢, se a cér for incontestavelmente mais clara do que 0 padrao, registre # cor cor- respondente ag nivel imediatamente sup rinr como a cér Saybolt 5 -— PROCEDIMENTO PARA PARAFINAS 8.1 -- Aqueca a amostra de 8 a 17°C acima do seu ponto de fuse. Preaqueca 9 tubo de amostra. 8.2 — Coloque 2 amostra liquida no tubo, remova os‘elementos de aquecimento, deixe uniformizar a temperatura e proceda como no item 7 (ver upéndice). 9 — RESULTADOS: Relate as vnidades de cdr determinadas como cér Saybolt; se a amostra for fil- trada acrescente: “amostra filtrada”. 10 — REPETIBILIDADE Para um mesmo opcrador no mesmo apa- rélho os resultados nao deverao diferir de 1 unidade de cor Método de Ensaio pora a Determinagéo do Cér de Produtos de Petrélco ~ Método do Cromémetro Saybolt MB - 187 1965 11 — REPRODUTIBILIDADE Seri no maximo de 2 unidades de cor. APENDICE 1 A ~~ APARELHAGEM A.1 ~ Cromémetro Saybolt Seré constituido das seguintes partes: A.1.1 — Tubos de vidro — Um déles tera um didmetro interno compreendido entre 16,5 € 175mm, 508mm de compri- mento e devera ter uma das extremidades Permanentemente fechada com um disco de vidro plano € incolor ¢ ser montado em uma argola de metal adequada, provida de uma pequena torneira para’ drenagem Bste tubo deverd ser graduado em divisses de % de polegada e numerado em pole gadas. O outro tubo tera 482mm de com- primento, deveré estar aberto em ambas us extremidades. Uma das quais sera mon. tada em uma argola de metal adequada, que iri segurar o disco padrio ¢ um dia! fragma de metal com uma abertura cir- cular de 12mm de digmetro. A montagem désses tubos sera feita de tal forma que daré comprimento igual a ambos. Serio mentados verticalinente ¢ serio coburtos na sua extremidade superior com uma tampa articv'ada, de metal, com um diafragma A extemidade superior de cada tubo serd coberta com uma Tuva metaliea tendo 25 mn, de comprimento, difmetro interno suficiente para deslizar pelos tubos ¢ abertura supe- vior igual a 14mm de difimetro A.1.2 — Sistema ético — Sera _consti- tuido por prismas e uma luneta. Os pris- mas deverao ter forma adequada, angulos de refragiu e dreas equivalentes & deverao ser montados de forma a impedir desloca- mentos. Serio montados de forma que os raios de luz, passando através dos tubos, sejam defietidos na abertura central, ¢ observados através da luneta. A montagem sera feita de modo a obter-sc um campo circular de visio, livre de distorsio e pa- ralaxe: as duas metades do campo serio iluminadas por Juz transmitida pela amos- tra ¢ pelo disco padrao ,respectivamente. | = Método de Ensaio para a Determinacéo da Cér de Produtos de Petréleo — Método do Cromémetro Saybolt MB - 187 1965 A.1 3 — Sistema de iluminagio — A ilu- minagio seré obtida por luz refletida com © auxilio de um espétho de vidro claro ou branco opalino, colocade em Angulo ade- quado © fazendo com que a mesma passe através das aberturas préprias © cm yaios pelos tubos de vidro. Podera, ser obtida por projegio de uma luz difusa, diretamente através dos tubos da base do instrumento A.2-~ Lémpada Sola? Sera composta por uma lampada © seu receptéculo, um refletor ¢ filtros “luz so- lar” de vidro. A‘lampada sera de 60W, vidro claro, acabamento interno fasco, man tida a 13"Jumens por watt aproximada- mente, fornecendo Iiz_a uma temperatura de cér em térno de :2750° Kelvin, Deveré ser acondicionada num yecentaculo equi- pado com um refletor hemisférico, cuja superficie interna sera recoberta com um Pé brilhante de bronze de aluminio, isento de mica ¢ outros adulterantes, aplicada com vm liguido resistente ao calor ¢ espalhada, uniformemente sdbre a superficie, Este acabamento, que evitard absorgoes scletivas, tem uma reflectibilidade inicial acima de 65%. Um filtro “luz solar” de vidro, cén- cayo-convexo, deverd ser ajustado bem pr ximo da abertura do reflector hemisférico, adaptado de forma a ser & prova de pocira 0 vidro devera ter acabamento, na sua superficie céncava, por jato de areia © po limento @ deido A.3 — Céres Padrées: Consistira de discos © meias discos de vidro. TAHELA 1 —$ $$ $$ ese Altura da amostra em mero de Discos 20,00 18,00 16,00 14,00 12,00 10,75 9,50 825 725 6.25 10,50 a5 725 6,75 6,50 6,25 DWON RRND HH Altura da amostra em pol amero de Discos PORNO NTO RENT NETO NS HONE M RS NR ONO TKS Método de Enscio pora a Determinagéo da Car de Produtos de Fetréleo -— Método do Cromémetro Saybolt FIG. 2 = CRCMEMETRO SAYOOL”T MB 187 1965