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A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOS

EDUCADORES NO CONTEXTO EDUCACIONAL

.
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CURSO

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO
CONTINUADA DOS EDUCADORES NO
CONTEXTO EDUCACIONAL

Aluno:___________________________________________________________

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APRESENTAÇÃO

A IMPACTO sente-se honrada com a sua participação em nossos cursos, faremos uso
do presente instrumento para fazer aqui os esclarecimentos sobre a regulamentação
dos mesmos. A Impacto Consultoria e Assessoria Administrativa/Cursos é uma
empresa que fornece os chamados Cursos Livres, cursos estes que tem o seu
funcionamento regulamentado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9.394/96,
portanto isso quer dizer que estamos amparados por esta lei e a nossa certificação, tem
validade incontestável.
Como forma de esclarecer ainda mais o nosso trabalho e elucidar as duvida sobre
nossos Cursos, solicitamos que leia o tópico que segue abaixo:

O que é um curso livre? PSICOMOTRICIDA DE E EDUCAÇÃO

Curso livre é todo curso voltado à capacitação no mercado de trabalho e que possa ser
cursado sem a exigência de grau de escolaridade. De acordo com a Lei n° 9.394/96 (Lei
de Diretrizes e Bases), o curso livre enquadra-se na categoria “formação inicial e
continuada ou qualificação profissional”, para a qual o aluno não precisa ter concluído o
Ensino Fundamental, Médio ou Superior para fazer um curso livre, visto que o único
propósito do curso é o de proporcionar ao aluno conhecimentos que lhe permitam
inserir-se ou se reinserir no mercado de trabalho, ou ainda aperfeiçoar seus
conhecimentos em determinada área. O objetivo desta apostila é fazer um esboço dos
princípios básicos para que você possa aprimorar os seus conhecimentos sobre A
IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOS EDUCADORES NO CONTEXTO
EDUCACIONAL, todavia por melhor que seja o curso, por mais simples e prático que
seja sua aprendizagem e assimilação, será sua, DEDICAÇÃO, MOTIVAÇÃO,
DISPOSIÇÃO e ESFORÇO que farão a grande diferença, para que você consiga
alcançar o $UCE$$O nesta atividade.

LEMBRE-SE:

• Sem dedicação nada se aprende.


• Sem disposição não há motivação.
• Sem motivação não há esforço.
• E sem esforço, nada se realiza na vida.
Impacto C.A.A./Cursos

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A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOS EDUCADORES NO
CONTEXTO EDUCACIONAL

Este curso aborda a importância da formação continuada do professor educador


no contexto educacional inclusivo, como também, a influência da mediação
docente no ensino-aprendizagem na educação das pessoas com necessidades
educacionais especiais. Verifica-se, a necessidade da formação continuada do
educador, como também da mediação comprometida, a qual é capaz de incluir
de maneira eficiente as pessoas com deficiência nos diversos contextos da
sociedade. Demonstra a importância da formação continuada do
professor/educador e a influência da mediação no ensino-aprendizagem,
destacando alternativas e métodos de ensino na busca pela inclusão social
aprofundar o conhecimento e o conceito da mediação docente, comprometida
com as necessidades educacionais dos alunos no desenvolvimento de
habilidades nos mesmos. Buscando compreender que, o processo educativo
inclusivo necessita de profissionais especializados para desenvolver métodos e
atividades diferenciadas no contexto escolar, utilizando-se de uma mediação
qualitativa, de ambientes diversificados e estímulos como influência no
aprendizado dos educandos com necessidades educacionais especiais.
Atualmente o contexto educacional inclusivo, é a formação inadequada de
alguns educadores e a falta de mediação comprometida com a necessidade real
dos educandos. A má mediação e a má formação docente, certamente não
efetiva o processo de inclusão social das pessoas com necessidades
educacionais especiais (NEE), tanto no contexto formal, quanto no contexto não
formal.

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA DO EDUCADOR NO


CONTEXTO EDUCACIONAL ESPECIAL / INCLUSIVO

A formação continuada do educador no contexto educacional especial e


inclusivo, sempre fez muita diferença nas relações sociais, culturais, educativas,
profissionais, afetivas e aos “olhos de toda sociedade”. Observa-se a influência e

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a importância da formação continuada do educador nos diversos contextos
sociais.

O professor educador deve estar meramente preparado em sua prática


pedagógica, repensando, interpretando, propondo métodos alternativos e
metodologias de acordo com as necessidades específicas dos educandos,
considerando os aspectos do contexto educacional, da diversidade cultural, da
realidade sociocultural dos alunos com necessidades educacionais especiais e
suas limitações específicas de aprendizagem. A formação continuada fornece há
todos os docentes, medidas significativas para desenvolver um ensino-
aprendizagem qualitativo, significativo e um desenvolvimento satisfatório das
habilidades dos educandos. De acordo com a Resolução nº 01 de 2002 do
Conselho Nacional de Educação e Conselho Pleno (CNE/CP) do Ministério da
Educação (MEC), que, instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, para curso de
licenciatura, em seu art. 6º, § 3º, refere que o projeto pedagógico da escola deve
incluir conhecimentos que possam promover o debate sobre questões culturais,
sociais e econômicas.

A formação continuada do educador no contexto especial e inclusivo visa à


capacidade de reflexões dos acontecimentos e da trajetória das pessoas com
necessidades educacionais especiais, onde, analisa-se como era normal na
Antiguidade a eliminação das pessoas consideradas “deficientes”, pois na época
acreditava-se que eram inúteis para a vida em sociedade.

Vejamos contemporaneamente, se o professor/ educador não obtém e não


desenvolve uma sólida formação continuada, e é um profissional passivo frente
ao processo educativo, certamente esse educador não será capaz de modificar
metodologias, de adaptar métodos e buscar materiais concretos de ensino-
aprendizagem na educação inclusiva. E nesse processo da acomodação, ou dá
má formação do educador, certamente, perde-se a capacidade de desenvolver
habilidades de reabilitação principalmente nos educandos com necessidade
educacional especial. A formação docente continuada é essencial e deve ser
obrigatória no contexto educacional inclusivo, pois a mesma oferece a
compreensão da prática pedagógica de maneira inclusiva e eficiente, onde as

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dificuldades, as singularidades, a diversidade do alunado, a cultura e as
limitações específicas dos educandos com necessidades educacionais especiais
(NEE), passam a ser compreendidas de forma mais humana e democrática.

Referências à formação de professores para atuarem na educação especial, são


encontradas na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da
Educação Inclusiva (2008).

Para atuar na educação especial, o professor deve ter como base de sua
formação, inicial e continuada, conhecimentos gerais para o exercício da
docência e conhecimentos específicos da área. Essa formação possibilita a
atuação no atendimento educacional especializado e deve aprofundar o caráter
interativo e interdisciplinar da atuação nas salas comuns do ensino regular, nas
salas de recursos, os centros de atendimento educacional especializado, nos
núcleos de acessibilidade das instituições de educação superior, nas classes
hospitalares e nos ambientes domiciliares, para a oferta dos serviços e recursos
da educação especial. Esta formação deve contemplar conhecimentos de
gestão de sistema educacional inclusivo, tendo em vista o desenvolvimento de
projetos em parceria com outras áreas, visando à acessibilidade arquitetônica,
os atendimentos de saúde, a promoção de ações de assistência social, trabalho
e justiça.

Para que sejam implementadas práticas educativas inclusivas mais satisfatórias,


é necessário que professores e gestores educacionais possuam formação
continuada no atendimento ao público alvo “especial, inclusivo”. De acordo com
a Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001, que institui as
Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica, nesse
sentido:

Cabe aos sistemas de ensino estabelecer normas para o funcionamento de suas


escolas, […] com professores capacitados e especializados, conforme previsto
no Artigo 59 da LDBEN […] e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura de graduação plena. § 1º São considerados professores capacitados
para atuar em classes comuns com alunos que apresentam necessidades
educacionais especiais àqueles que comprovem que, em sua formação, de nível

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médio ou superior, foram incluídos conteúdos sobre educação especiais
adequados ao desenvolvimento de competências.

A formação continuada é um recurso em prol da educação, no qual os


educadores devem se apropriar para fazer a diferença na sociedade inclusiva,
pois a mesma desempenha um papel importantíssimo e uma visão crítica do
educador acerca do contexto escolar e da inclusão social, com vistas a buscar
procedimentos e métodos educativos na reabilitação dos alunos com
necessidades educacionais especiais, onde, aos poucos, pode-se, desenvolver
as habilidades cognitiva, motora, reflexiva e artística dos educandos com
limitações. Na educação especial e inclusiva, a formação docente é parte
fundamental na inclusão das pessoas com deficiência na sociedade. Destaca-se
a seguir o fragmento do texto que trata dessa linha de ação.

A formação deve se assentar num processo contínuo, que garanta a todos os


professores os conhecimentos e competências necessários para educarem
todos os alunos da forma mais eficaz, possibilitando que alguns professores
assegurem ações de apoio junto aos colegas e dos alunos com necessidades
educativas mais comuns e especializem outros para o atendimento dos alunos
com problemas de maior complexidade e de baixa incidência.

Contemporaneamente, analisa-se em muitas escolas, professores/ educadores


atuando sem formação continuada/ complementar na área da educação especial
e inclusiva, isto de fato, causa certa preocupação, pois é nesses casos, onde
educadores sem formação continuada atuem que perdemos a capacidade da
transformação, da mudança, da reabilitação dos alunos com necessidades
educacionais especiais, pois tais educadores não estão preparados para receber
tais diferenças e trabalhar com a tamanha diversidade inclusiva, de fato, tais
educadores, não adquiriram saberes pedagógicos concretos e precisos para
lidar com a questão da modificabilidade cognitiva, sensorial, física, intelectual e
motora dos educandos em processo de inclusão social. Certamente, essa
situação, paralisa e fragmenta o processo de ensino-aprendizagem, tornando-o
um fracasso total.

Nessa perspectiva, o que se deve ter em mente é que para a inclusão de


crianças com necessidades educativas no ensino regular, há que se contar com

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professores preparados para o trabalho docente que se estribem na perspectiva
de diminuição gradativa da exclusão escolar e da qualificação do rendimento do
alunado, ao mesmo tempo em que, dentro dessa perspectiva, adquira
conhecimentos e desenvolva práticas específicas necessárias para a absorção
de crianças com necessidades educativas especiais.

Estudos revelam os desafios postos à formação de professores no processo de


inclusão escolar, ressaltando o quanto os professores se sentem despreparados
em sua prática docente no enfrentamento das diferenças cognitivas, sensoriais e
físicas que interferem na aprendizagem dos alunos com deficiência. Observa-se
que não basta apenas uma escola oferecer matrícula aos educandos com
necessidades educativas especiais, pois a inclusão vai além do direito há
matricula. A falta de uma formação continuada de qualidade aos professores
abordando o processo inclusivo se faz necessário para proporcionar aos alunos
com deficiência, uma educação qualitativa, respeitando a especificidade de cada
aluno incluso. Analisa-se, que a má formação dificulta a aprendizagem dos
alunos com necessidades educacionais especiais e muitas vezes, deixa os
professores sem saber o que fazer para assegurar o direito desses alunos
inclusos. Sabe-se que as leis sobre inclusão social no Brasil sempre serviram de
modelo para o mundo, mas na prática, os alunos nem sempre são incluídos nas
turmas democraticamente, sem considerar o espaço físico, os recursos
adaptados ás necessidades dos mesmos, e as estruturas arquitetônicas que
muitas vezes é precária ou inexistente em algumas escolas. As escolas
inclusivas necessitam de professores/ educadores e auxiliares de classe com
formação continuada voltada ás necessidades dos educandos com limitações
específicas de aprendizagem, pois sabemos, o quanto é significativo
compreendermos a diversidade na teoria, para fazer a diferença na prática, onde
ambas devem atuar juntas no processo de ensino-aprendizagem (Teoria X
Prática). Com vistas a formação continuada.

Os educadores, os professores e os auxiliares de ação educativa necessitam de


formação específica que lhes permita perceber minimamente as problemáticas
que seus alunos apresentam que tipo de estratégia devem ser consideradas
para lhes dar resposta e que papel devem desempenhar as novas tecnologias
nestes contextos.

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É necessário refletir sobre a questão do professor face às novas demandas no
processo de inclusão social e às novas tecnologias para a educação especial,
considerando que a inclusão escolar de alunos com deficiência, ainda é um
processo em construção, e os agentes da comunidade escolar devem se
esforçar para construir coletivamente uma inclusão social responsável, a qual
tem como dever, acolher as diferenças com ética e democracia. É fundamental
investir na participação da família no contexto escolar, na formação e na
conscientização adequada dos professores/ educadores, como também, em
materiais pedagógicos concretos, metodologias diferenciadas e adequadas aos
alunos com necessidades educacionais especiais.

Entre os principais fatores que contribuem para o bom desenvolvimento da


aprendizagem dos alunos, estão: participação da família, reforço em contraturno
para alunos com dificuldades de aprendizagem e lição de casa todos os dias .

Pode-se afirmar que, a formação por si só não é tudo, como também não
transforma, pois ela capacita para realizar tarefas revolucionárias, por isso
necessita, além de formação continuada e cursos complementares, pessoas
determinadas, às quais estão à frente do processo educacional, pois não basta
possuir diversos cursos e diplomas á nível superior e no contexto formal não
possuir o mais importante que o educador pode oferecer aquele contexto, sua
capacitação teórica/ prática e sua mediação pedagógica para com os seus
alunos com limitações. A formação continuada deve possibilitar reflexões e
sensibilidades quanto ás diversidades, às diferenças, “do eu e do outro”.

A formação dos professores deve abranger o desenvolvimento de sua


sensibilidade para que possam refletir sobre a própria prática docente e, assim,
planejar de maneira flexível, articulando o ensino às demandas de
aprendizagem dos alunos, considerando diversas possibilidades de
educacionais.

Lei nº 9.394 (BRASIL, 1996), estabelece as Diretrizes e Bases da Educação


Nacional/LDBEN, e em seu capítulo V, dispõe quanto à educação especial,
entendendo-a como “[…] uma modalidade de educação escolar, oferecida,
preferencialmente, na rede regular de ensino, para alunos portadores de
necessidades especiais”. A referida lei delibera também sobre os sistemas de

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ensino, que deverão assegurar os currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e a organização específica para atender às necessidades de
aprendizagem desses alunos. Quanto à formação de professores/ educadores,
prevê uma especialização adequada em nível médio ou superior, para o
atendimento especializado, bem como professores do ensino regular
capacitados para a integração desses alunos nas classes comuns. Todos devem
ter a conscientização, que incluir vai além de cumprir a lei pré-estabelecida, de
realizar vários cursos de capacitação, de obter diplomas e de ambientes com
estruturas arquitetônicas. Pois incluir, é fazer a diferença, é analisar as práticas
educativas com sensibilidade, e através de reflexão, obter normas e condutas
éticas, isto é, olhar para o futuro com determinação, solidariedade, mudanças, e
ao mesmo tempo buscar desenvolver autonomia nos alunos com necessidades
especiais, na certeza, de almejar conquistas para os mesmos nos diversos
contextos da sociedade.

A formação não se constrói por acumulação (de cursos, de conhecimentos ou de


técnicas), mas sim através de um trabalho de reflexividade crítica sobre as
práticas e de (re) construção permanente de uma identidade pessoal. Por isso é
tão importante investir a pessoa e dar um estatuto ao saber da experiência.
Práticas de formação que tomem como referência as dimensões coletivas
contribuem para a emancipação profissional e para a consolidação de uma
profissão que é autônoma na produção dos seus saberes e dos seus valores.

A formação continuada deve ser uma formação sólida, coletiva, de


conhecimentos éticos e não apenas uma acumulação de cursos sem a devida
reflexão para a vida em sociedade, tanto no espaço formal, quanto no espaço
não formal. Contemporaneamente, observa-se com ênfase que o processo
inclusivo assumiu um novo paradigma social e educacional, onde as escolas
juntamente com seus educadores e com a comunidade escolar, buscam
defender uma educação e uma sociedade mais humanizada, ética, justa,
democrática, livre de práticas tradicionais, discriminatórias e segregacionistas,
para de fato, obter resultados positivos no processo de ensino-aprendizagem
inclusivo, como também conscientizar a população que as diferenças fazem da
parte da vida de todos.

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Analise-se que a escola pode ir muito mais longe e evoluir através de suas lutas,
em busca de um processo de inclusão mais abrangente. Devemos aprender a
crescer com as diferenças, onde é preciso primeiro, reconhecer que elas
existem, o que não existe e nunca existiu é a homogeneidade, segundo,
devemos estar dispostos a aceitar tais diferenças, afirmá-las e valorizá-las, como
também, saber conviver com elas, viver em comunhão/ fraternidade, intimidade
e familiaridade, pois, analisa-se, que só assim aprenderemos de fato, a lidar com
as diferenças. Por isso, é de suma importância, que as crianças tenham a
oportunidade de convívio com as diferenças o mais cedo possível, pois isso
ajudará a moldar o pensamento das mesmas sobre as diferenças de forma
positiva. As lutas, pela inclusão social, exigem de fato, profissionais qualificados
que além de uma longa formação, obtenham capacidade de dialogar com os
mais diversos grupos de pessoas da sociedade, como: (grupo de pessoas
excluídas, grupo de pessoas preconceituosas, grupo de pessoas de classe baixa
ou de extrema pobreza/ marginalizados, grupo de pessoas negras, pardas e
brancas, grupo de pessoas com limitações, com diferenças culturais e o grupo
da elite a burguesia etc.). A formação exata tem que ser capaz de oferecer
saberes necessário para o educador se comunicar com os mais diversos grupos
de pessoas que existe em nossa sociedade, pois só uma formação
complementar que atribui o respeito há diversidade dos grupos, cor, raça,
religião, gênero e classe econômica, fará a diferença na conquista pela inclusão
social e pela modificabilidade cognitiva de todas as pessoas em sociedade.

A INFLUÊNCIA DA MEDIAÇÃO DO EDUCADOR NO ENSINO-


APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA

Contemporaneamente, analisa-se em diversos contextos educacionais que os


professores/ educadores não sabem de fato o que é um processo de mediação
de qualidade no ensino-aprendizagem dos discentes, pois, verifica-se a
necessidade da mediação da consciência primeiramente do professor/
educador, o qual está inserido na comunidade escolar e á frente do processo de
ensino-aprendizagem. Em segundo lugar, o educador tem que ser capaz de
desenvolver essa consciência nos seus alunos, certamente, essa consciência a

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qual acrescento, é a de formar o educando com necessidade especial com um
mínimo de autonomia para viver em sociedade, onde o professor/ educador
deve mediar os passos percorridos pelo aluno e conscientizá-lo que o mesmo
pode evoluir para melhor, isto é, mediar à consciência do aluno seja ele especial
ou não, e para isso acontecer de fato, o educador precisa estar com sua
consciência totalmente mediada, isso é, deve acreditar em si enquanto
profissional da educação e ser capaz de fazer transformações significativas
gradativamente.

O professor mediador é aquele, que é capaz de ampliar saberes e competências


nos seus educandos, o qual desenvolve uma educação voltada às necessidades
reais dos mesmos, de suas funções cognitivas, de suas habilidades motoras, do
aproveitamento do seu potencial (múltiplas inteligências), dos pontos positivos
de cada um dos seus educandos. A mediação do professor/ educador no
ensino-aprendizagem é um fator significativo, necessário e essencial para o
crescimento e a autonomia dos alunos com necessidades educacionais
especiais e de toda comunidade escolar, pois, analisa-se que o desenvolvimento
cognitivo dos educandos com necessidades educacionais especiais ocorre
principalmente em função da ação mediadora de qualidade nos diversos
contextos sociais.

Verifica-se que, o educador que sabe utilizar–se de métodos, recursos


concretos, ação estimulante e mediadora para com seus educandos,
apresentando-lhes situações/ problemas no qual os mesmos possam resolver
com atividades apropriadas à capacidade de cada um deles, certamente esse
professor/ educador conseguirá obter um ensino-aprendizagem transformador,
tanto no espaço formal, quanto no espaço não formal. A propensão adequada
de mediação e de estímulos no ensino-aprendizagem resulta no “resgate” e no
desenvolvimento de habilidades até então, pressas no aluno por falta de uma
mediação competente. Por isso é essencial o professor/ educador buscar
hábitos saudáveis de ensino e acreditar nele próprio primeiramente, para então,
conseguir desenvolver estímulos concretos em diversos contextos sociais e
obter confiança para fazer mudanças, como também, para promover á
autonomia dos educandos.

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A mediação promove a autonomia do sujeito e o desenvolvimento de todo o seu
potencial de aprendizagem. O mediador busca sempre a melhor metodologia
para que o mediado se desenvolva e passe a não precisar mais de suas
orientações ou ajuda.

A mediação na construção entre o vínculo professor e aluno no processo de


inclusão social, é mais do que um passo necessário á inclusão destes, mais sim,
um processo fundamental na medida em que motiva e estimula o ensino-
aprendizagem, no qual se desenvolve as múltiplas habilidades dos educandos e
a apropriação cultural dos mesmos. Observa-se que, quando a mediação não é
realizada corretamente pelo educador em sala de aula ou no contexto não
formal, obviamente, fragmenta-se o desempenho de todos os alunos com
necessidades educacionais especiais nos diversos contextos sociais. O
processo de mediação deve acontecer eticamente e diariamente, pois quanto
mais mediação de qualidade os alunos com necessidades educacionais
especiais obterem, maior será a capacidade dos mesmos em se adaptarem as
mudanças, de serem autônomos, objetivos, e criativos no processo de ensino-
aprendizagem. O professor tem o papel fundamental de auxiliar seus educandos
com necessidades educacionais em todos os sentidos, acolhe-los eticamente,
independentemente de suas necessidades específicas e funcionais, como
também, avaliá-los com base no que os mesmos já obtêm de conhecimentos e
não apenas buscar uma avaliação tradicional do que os mesmos ainda não
conseguiram aprender. O processo avaliativo deve ser democrático,
sensibilizado e reconhecível por parte do educador para com seus alunos.

“A avaliação tradicional evidencia o que o aluno ainda não sabe. A avaliação


realizada pelo mediador busca o que o aluno já conquistou e o que o professor
deverá fazer para que o aluno possa aprender ainda mais”. A escola que de fato,
oferece um ensino tradicional, não modificável aos seus discentes,
automaticamente, não é uma escola inclusiva para com as necessidades/
limitações de aprendizagem dos seus alunos, pois, não se trata simplesmente de
receber os educandos e apresentar-lhes métodos tradicionais (prontos e
acabados no ensino-aprendizagem), mais sim, acolher, mediar, estar de braços
abertos, dizer aos mesmos – sejam bem-vindos, e lutar incansavelmente, para

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que tais alunos consigam desenvolver suas habilidades gradativamente, nos
diversos contextos sociais.

Se não houver uma modificação estrutural no sistema educacional brasileiro, a


inclusão de alunos portadores de necessidades especiais, principalmente os
mais prejudicados, nunca será concretizada, logo, a noção de inclusão total não
é uma proposta, e sim uma utopia. O professor mediador deve ser ético,
respeitar e reconhecer o que o aluno já detém de conhecimento, isto é,
reconhecer á capacidade de cada um dos educandos, do que os mesmos já
dispõem em relação aos conteúdos a serem trabalhados e quais as adaptações
curriculares podem ser modificadas para que os mesmos possam obter novos
conhecimentos de maneira gradativa e significativa. O mediador necessita ter
em suas tarefas diárias, disposição e comprometimento perante seu trabalho
educativo.

Existe uma distinção profunda entre simplesmente aceitar e respeitar, e o


processo de compreensão da diferença, que demanda das pessoas disposição e
compromisso para trabalhar com o ser humano no sentido de contribuir com o
desenvolvimento de um sujeito social, histórico e politicamente consciente. Não
se trata de apenas acolher a diversidade, mas de compreender sua produção e
complexidades na realidade de cada sujeito. As escolas juntamente com seus
educadores, devem assegurar um ensino qualitativo aos seus educandos e
jamais quantitativo, pois o ensino qualitativo promove mudanças significativas na
vida dessas pessoas, através do compromisso ético educacional, da mediação
comprometida e de recursos oferecidos e adaptados ás necessidades dos
alunos, onde, o aprender seja visto de forma não ideológica e incapaz, mas
indiferente das condições e limitações específicas que cada aluno com
necessidade educacional especial apresenta.

O processo inclusivo na escola e no contexto social em geral, ocorre


gradativamente, pois é um processo lento, que deve ser devolvido com calma e
compreensão, no qual a escola inclusiva tem que desenvolver atividades
mediadoras com base em estímulos do meio para obter a tão desejada
modificabilidade cognitiva estrutural nos seus discentes.

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Na escola inclusiva, as práticas devem responder ás diferenças dos alunos por
meio da organização de aprendizagens diversificadas para a heterogeneidade
dos alunos. Certamente, analisa-se, que para o educador e a escola obter a
heterogeneidade, o desenvolvimento cognitivo, comportamental e humano,
obviamente terá que investir em seus alunos positivamente, não se pode
esperar que um processo educacional modificável aconteça de uma hora para
outra, porque isso não vai acontecer. A mediação no ensino-aprendizagem
inclusivo é tarefa da escola, dos educadores, da comunidade escolar como um
todo há ser desempenhada com comprometimento ético e moral, buscando
desenvolver estímulos e consciência nos alunos de modo concreto, pois, não
basta apenas sabermos que temos que, “incluir” porque é lei, o fato de incluir por
si só não é inclusivo, pois a inclusão vai além do método de incluir alunos com
necessidades educacionais especiais em estruturas arquitetônicas e em
ambientes escolares.

A escola, os profissionais da educação e a comunidade escolar têm que saber


aceitar as diferenças com respeito e igualdade perante á todos, como também,
integrar os alunos com necessidades educacionais especiais, a escola e a
sociedade, através de atitudes mediadoras e transformadoras no ambiente
educacional e social, observa-se que é preciso mais do que palavras tipo, “nós
somos a favor da inclusão social”, é necessário obter atitudes e buscar fazer
mudanças profundas no sistema escolar em geral.

O processo de inclusão, entretanto, não é facilmente alcançado apenas pela


instauração de uma lei. Tampouco pode ser concluído rapidamente. Exige a
adoção de uma série de medidas gradativas de reformulação do ensino que
começa pelos já citados currículos, métodos e capacitação dos professores e vai
além. O atendimento de pessoas com necessidades educacionais especiais na
rede regular de ensino exige dos seus profissionais conhecimentos produzidos
em diferentes áreas (psicologia, medicina, pedagogia, arquitetura etc.) para
gerar um saber interdisciplinar.

A mediação do professor deve ir além de um simples reconhecimento ao que o


aluno já sabe ou de uma breve explicação à turma, mas é importante que o
professor–mediador pense e aja de forma coerente e transformadora, buscando

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compreender que o objetivo é o ensino-aprendizagem de seus alunos e não a
grade curricular, pois é essencial a construção de situações/ problemas para que
os educandos com necessidades educacionais especiais percebam passo a
passo seus progressos de maneira real e significativa. A diversidade cultural na
educação especial e inclusiva é um elemento enriquecedor do contexto
educacional, do desenvolvimento pessoal, social da prática pedagógica do
educador. A escola na diversidade cultural deve ter uma função ética e
emancipadora, isto é, transformar palavras em ação, formar cidadãos
reconhecedores e respeitadores das diversidades, dos valores sociais, como
também, cidadãos críticos, autônomos, capazes de desenvolver competências
através de ações mediadas no contexto educacional.

A escola é um território de luta, as escolas são formas sociais que ampliam as


capacidades humanas, a fim de habilitar as pessoas a intervirem na formação de
suas próprias subjetividades e serem capazes de exercer poder com vistas a
transformaras condições ideológicas e materiais de dominação em práticas que
promovam o fortalecimento do poder social e demostrem as possibilidades de
democracia.

Na escola, as ações mediadoras do educador no contexto educacional, devem


ser garantidas com conhecimento pedagógico diversificado, conteúdos
centrados na dificuldade, na vida real e sociocultural dos alunos com
necessidades educacionais especiais. O currículo deve ser aberto, democrático
e flexível às necessidades dos educandos com necessidades especiais, e não
um mero transmissor de conteúdos tradicionais, fragmentados e distanciados
das necessidades reais da vida de tais alunos. O educador deve
constantemente ser capaz de se desafiar e buscar melhorias na sua prática
pedagógica, como também, se atualizar em novos métodos de conhecimento,
gestão, organização, valores e normas, com base em uma metodologia centrada
no aluno em suas dificuldades, necessidades/ peculiaridades. O professor/
educador tem que ter o entendimento que o mesmo jamais pode focar apenas
ás deficiências/ limitações que acompanham os alunos com necessidades
educacionais especiais, pois isso não é ético da parte do mediador e muito
menos inclusivo. No âmbito pedagógico, a resolução determina que:

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A prática pedagógica focaliza a educação do aluno e não a deficiência, o projeto
pedagógico atenda ao princípio de flexibilização, a manutenção de um processo
contínuo de avaliação compreensiva e que cada unidade escolar diagnostique
sua realidade educacional e implementar alternativas de serviços e sistemática
para o funcionamento de tais serviços.

Certamente, é o educador quem vai favorecer ou não as situações para a


inclusão e a integração ativa dos seus alunos, promovendo problemas
desafiadores para os mesmos através do ensino-aprendizagem, da criatividade,
do desenvolvimento cognitivo e dos estímulos externos e internos, oferecendo-
lhes oportunidades de serem autônomos e de desenvolver capacidades,
transformando a prática teórica em uma pratica social efetiva.

Visando um bom, ou melhor, rendimento dos alunos, o professor/educador deve


pautar seu trabalho em uma pedagogia ativa, e ficar atento para receber a
multiplicidade de fenômenos e ocorrências na sala de aula, não esquecer os
fatores endógenos e exógenos, pois as inferências do mundo circundante do
ambiente vivencial são captadas, transformadas, amalgamadas pelas forças
diretoras íntimas da atividade finalista. Conclui-se que, a mediação do professor
educador promove de fato à sensibilidade dos alunos, a confiança, a autoestima,
a inteligência e a autonomia dos mesmos passo a passo, como também,
favorece o desenvolvimento de todo o potencial de aprendizagem e habilidades
que cada educando possui. Observa-se, que a conquista de desafios pelos
educandos, os estímulos do meio, a superação de dificuldades gradativamente e
a resolução de situações/ problemas oferecidos pelo educador através de sua
mediação, de fato, contribuem de maneira significativa no desenvolvimento das
múltiplas inteligências de cada educando. Sobre a importância de respeitar as
diferenças e buscar desenvolver as múltiplas inteligências humanas no contexto
educacional especial/ inclusivo. É de máxima importância reconhecer e estimular
as variadas inteligências humanas e todas as suas combinações de
inteligências. Nós somos todos tão diferentes, em grande parte, porque
possuímos diferentes combinações de inteligências. Se reconhecermos isso,
penso que temos pelo menos uma chance melhor de lidar adequadamente com
os muitos problemas que enfrentamos nesse mundo.

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O professor/ educador deve ter em mente que mediar não é entregar as tarefas
prontas e acabadas aos seus alunos, mas ao contrário, mediar é oferecer
instrumentos concretos e oportunidades de aprendizagens há todos os
discentes, através de resolução de problemas desafiadores. Já as escolas,
devem oferecer em seu contexto, um lugar democrático, de inclusão social
eficiente, e aprendizagem significativa. É fundamental, a escola e seus
educadores rever e refletir sobre certas condutas no contexto escolar, pois, a
escola juntamente com seus profissionais da educação, não podem elaborar
currículos e programas educacionais que privilegie apenas uma parcela de
nossa sociedade, seja em termos econômicos ou em termos de habilidades
físicas e cognitivas. É preciso currículos e programas que proporcionem uma
educação qualitativa voltada para as necessidades dos alunos inseridos no
ambiente escolar. O ato de mediar, certamente terá que ser ético e
comprometido com o processo de ensino-aprendizagem dos discentes, a fim de
possibilitar a construção do conhecimento pelo mediado, através de uma ação
intencional e modificável. De fato, tais ações devem ter o propósito de romper
com barreiras preconceituosas e com o individualismo, pois as relações
mediadas devem ser benéficas tanto para os alunos, quanto para os
professores/ educadores, tanto no contexto formal, como no contexto não formal.

ESCOLA, PROFESSOR E INCLUSÃO

A inclusão social é uma questão de ética, de valores, de conscientização e


certamente de princípios humanos. Na busca de analisar o processo de
formação continuada do professor/educador no contexto inclusivo, como
também a influência da mediação no ensino-aprendizagem

Sabe-se que o processo de mediação do professor/ educador, quando


comprometida com o ensino-aprendizagem dos educandos, certamente, as
habilidades dos alunos começam a ser devolvidas com mais eficácia, essas, por
estarem sendo mediada diariamente, deixando de ser concebida apenas como
algo interno e individual, onde cada aluno tem que fazer tudo o que professor lhe
propor mais de forma individual, pois, o momento passa da fase individual para a
fase do discente mediado, da relação e do contato entre aluno-professor, o que

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torna o ensino-aprendizagem muito mais qualitativo, significativo, mediado, e
eficaz.

Entende-se que, as escolas juntamente com seus educadores, devem valorizar


a pluralidade cultural, isto é, garantir um processo de inclusão social
diversificado, de acordo com as necessidades dos educandos, de modo a
beneficiar á todos os alunos, respeitando suas limitações, as dificuldades e as
possibilidades de desenvolvimento de cada educando.

Certamente, a conscientização das diferenças busca abrir caminhos para que o


processo de inclusão social ocorra gradativamente e significativamente em
sociedade. A inclusão social é o passo mais importante para conseguir quebrar
alguns “tabus” ainda existentes em pleno século XXI, onde ainda há rodas de
piadas e comentários maldosos sobre a pessoa limitada. Acredita-se, que quem
não souber respeitar as pessoas com necessidades especiais, certamente, não
sabe respeitar a si mesma como ser humano sem limitação. (Com quantas
reflexões e lições de vida se deparamos todos os dias, se pararmos ás vezes
para ouvirmos e analisarmos algumas pessoas, as quais um dia foram normais
sem nenhuma limitação, mas no tempo em eram normais, certamente, algumas
faziam piadas das pessoas especiais, às quais não eram consideradas normais
por possuir tais limitações, onde, mais tarde, no ciclo da vida, acidentes
acontecerão e algumas dessas pessoas normais ficaram cadeirantes ou com
paralisia cerebral entre outros casos. Devemos ter a consciência, que a vida é
um sopro, então porque não respeitarmos um pouco mais quem possui alguma
limitação? Nunca seremos melhores que ninguém, pois somos todos de carne e
osso).

A vida é um aprendizado constantemente, e todos os dias devemos respeitar e


incluir na sociedade as pessoas com necessidades educacionais especiais, e
estimulá-las e tratá-las como nós gostaríamos de ser tratados todos os dias se
estivéssemos na mesma situação que essas pessoas se encontram. Devemos
abraçar a causa e conscientizar a lutar pela inclusão social das pessoas
“especiais”, pois nunca sabemos o dia de amanhã, devemos ter atitudes éticas,
morais e agir perante a sociedade, pois, somos todos iguais independentemente
das limitações que cada um possui. O tema abordado resultou um grande

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aprendizado em questão á problematização abordada, a reflexão da realidade
nos diversos contextos, a análise dos processos de formação continuada do
educador na inclusão x exclusão.

Verifica-se que, a inclusão social é possível através de uma formação


continuada adequada as necessidades dos alunos, da conscientização da
população em geral, da mediação do professor/ educador, dos estímulos do
meio e dos métodos educativos adequados ás necessidades dos alunos, e que,
através de uma mediação comprometida por parte do professor/ educador, os
educandos com necessidades educacionais especiais obtêm maiores
oportunidades e capacidade de estabelecer laços e se desenvolver fisicamente
e cognitivamente em diferentes atividades da mente humana, por exemplo,
(memória, percepção, imagem mental, raciocínio entre outras). Contudo, a
mediação, o respeito, e a inclusão ética da família, da escola e da sociedade
para com as pessoas com necessidades educacionais especiais, contribuem
para que sejam membros sociáveis e ativos na construção de conhecimentos e
no seu próprio desenvolvimento enquanto pessoa humana em sociedade.

BOA SORTE

QUESTIONÁRIO

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A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOS EDUCADORES NO
CONTEXTO EDUCACIONAL

QUESTIONÁRIO

1. No contexto educacional o que se verifica?


2. Dentro da importância da formação continuada do educador nos diversos
contextos sociais?
3. O que visa a formação continuada do educador no contexto especial e
inclusivo?
4. Para atuar na educação especial, o que o professor deve ter como base de
sua formação, inicial e continuada?
5. O que é uma formação continuada?
6. Entre os principais fatores que contribuem para o bom desenvolvimento da
aprendizagem dos alunos, estão: cite.
7. A formação não se constrói por acumulação (de cursos, de conhecimentos
ou de técnicas), como se constrói?
8. O que vem a ser a mediação na construção entre o vínculo professor e
aluno no processo de inclusão social?
9. O processo inclusivo na escola e no contexto social em geral, ocorre
gradativamente, porque?
10. O que se entende que as escolas juntamente com seus educadores,
devem valorizar?

"Estou convencido de que cerca de metade do que separa os

empreendedores de sucesso dos fracassados é a pura perseverança."

(Steve Jobs)

BOA SORTE

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