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NORMA ABNT NBR

BRASILEIRA NM
19
Primeira edição
31.03.2004

Válida a partir de
30.04.2004

Cimento Portland – Análise química –


Determinação de enxofre na forma de sulfeto

Portland cement – Chemical analysis – Determination of the sulfur as


sulfide

Palavras-chave: Cimento. Análise química


Descriptors: Cement. Chemical analysis

ICS 91.100.10

Número de referência
ABNT NBR NM 19:2004
6 páginas

© ABNT 2004
ABNT NBR NM 19:2004

© ABNT 2004
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Impresso no Brasil

ii © ABNT 2004 Todos os direitos reservados


ABNT NBR NM 19:2004

Prefácio nacional

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de
Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

O Projeto de Norma MERCOSUL, elaborado no âmbito do CSM 05 – Comitê Setorial MERCOSUL de


Cimento e Concreto, circulou para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados,
conforme Edital 09/2001, sob o número 05:01-NM 19.

A ABNT adotou a norma MERCOSUL NM 19:2004 como Norma Brasileira por indicação do seu Comitê
Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados (ABNT/CB-18).

Esta Norma cancela e substitui a NBR 5746:1991.

A correspondência entre a norma listada na seção 2 “Referências normativas” e a Norma Brasileira é a


seguinte:

NM 10:2004 ABNT NBR NM 10:2004 – Cimento Portland – Análise química – Disposições gerais

© ABNT 2004 Todos os direitos reservados iii


NORMA NM 19:2004
MERCOSUR Primera edición
2004.03.30

Cemento Pórtland - Análisis químico -


Determinación de azufre en la forma de sulfuro

Cimento Portland - Análise química -


Determinação de enxofre na forma de sulfeto

Esta Norma anula y reemplaza a la de mismo número del año 1994./


Esta Norma anula e substitui a de mesmo número do ano 1994.

ASOCIACIÓN
MERCOSUR Número de referencia
DE NORMALIZACIÓN NM 19:2004
NM 19:2004

Índice Sumário

1 Objeto 1 Objetivo

2 Referencias normativas 2 Referências normativas

3 Princípio del método 3 Princípio do método

4 Instrumental 4 Aparelhagem

5 Reactivos 5 Reagentes

6 Ejecución del ensayo 6 Execução do ensaio

7 Expresión de los resultados 7 Expressão dos resultados

8 Repetibilidad y reproducibilidad 8 Repetitividade e reprodutibilidade


NM 19:2004

Prefacio Prefácio

La AMN - Asociación MERCOSUR de Normalización A AMN - Associação MERCOSUL de Normalização


- tiene por objeto promover y adoptar las acciones - tem por objetivo promover e adotar as ações para a
para la armonización y la elaboración de las Normas harmonização e a elaboração das Normas no âmbito
en el ámbito del Mercado Común del Sur - do Mercado Comum do Sul - MERCOSUL, e é
MERCOSUR, y está integrada por los Organismos integrada pelos Organismos Nacionais de
Nacionales de Normalización de los países Normalização dos países membros.
miembros.

La AMN desarrolla su actividad de normalización A AMN desenvolve sua atividade de normalização


por medio de los CSM - Comités Sectoriales por meio dos CSM - Comitês Setoriais MERCOSUL
MERCOSUR - creados para campos de acción - criados para campos de ação claramente definidos.
claramente definidos.

Los Proyectos de Norma MERCOSUR, elaborados Os Projetos de Norma MERCOSUL, elaborados


en el ámbito de los CSM, circulan para votación no âmbito dos CSM, circulam para votação nacional
nacional por intermedio de los Organismos por intermédio dos Organismos Nacionais de
Nacionales de Normalización de los países Normalização dos países membros.
miembros.

La homologación como Norma MERCOSUR por A homologação como Norma MERCOSUL por
parte de la Asociación MERCOSUR de parte da Associação MERCOSUL de Normalização
Normalización requiere la aprobación por consenso requer a aprovação por consenso de seus membros.
de sus miembros.

Esta Norma fue elaborada por el CSM 05 - Comité Esta Norma foi elaborada pelo CSM 05 – Comitê
Sectorial de Cemento y Hormigón. Setorial de Cimento e Concreto.

El texto-base del Anteproyecto de Revisión de la O texto do Projeto de Revisão da NM 19:94 foi


NM 19:94 fue elaborado por Brasil y tuvo origen en elaborado pelo Brasil, tendo origem nas Normas:
las Normas:

NM 19:94 Cemento - Análisis químico - NM 19:94 Cimento - Análise química - Determinação


Determinación de azufre en la forma de sulfuro de enxofre na forma de sulfeto

ISO 680:90 Cement - Test method - Chemical ISO 680:90 Cement - Test method - Chemical
Analysis Analysis.

Esta Norma consiste en la revisión de la NM 19:94, Esta Norma consiste na revisão da NM 19:94,
habiendo sido hechas alteraciones de fondo y de tendo sido feitas alterações de fundo e de forma
forma para su publicación como NM 19:2004. para sua publicação como NM 19:2004.
NM 19:2004
Cemento Pórtland - Análisis químico - Determinación de azufre en la
forma de sulfuro

Cimento Portland - Análise química - Determinação de enxofre na


forma de sulfeto

1 Objeto 1 Objetivo

Esta Norma MERCOSUR prescribe el método para Esta Norma MERCOSUL prescreve o método para
la determinación de azufre en cementos. a determinação de enxofre em cimentos.

2 Referencias normativas 2 Referências normativas

Las normas siguientes contienen disposiciones que, As seguintes normas contêm disposições que, ao
al ser citadas en este texto, constituyen requisitos serem citadas neste texto, constituem requisitos
de esta Norma MERCOSUR. Las ediciones desta Norma MERCOSUL. As edições indicadas
indicadas estaban en vigencia en el momento de estavam em vigência no momento desta publicação.
esta publicación. Como toda norma está sujeta a Como toda norma está sujeita à revisão, se
revisión, se recomienda a aquellos que realicen recomenda, àqueles que realizam acordos com
acuerdos en base a esta Norma que analicen la base nesta Norma, que analisem a conveniência de
conveniencia de emplear las ediciones más usar as edições mais recentes das normas citadas
recientes de las normas citadas a continuación. a seguir. Os organismos membros do MERCOSUL
Los organismos miembros del MERCOSUR poseen possuem informações sobre as normas em vigência
informaciones sobre las normas en vigencia en el no momento.
momento.

NM 10:2004 - Cemento Pórtland - Análisis químico - NM 10:2004 - Cimento Portland - Análise química -
Disposiciones generales. Disposições gerais.

3 Princípio del método 3 Princípio do método

La muestra es descompuesta por el ácido clorhídrico A amostra é decomposta pelo ácido clorídrico sob
bajo condiciones reductoras. Los suluros son condições redutoras. Os sulfetos são transformados
transformados en sulfuro de hidrógeno, que es em sulfeto de hidrogênio, que é arrastado para uma
arrastado a una solución amoniacal de sulfato de solução amoniacal de sulfato de zinco. O sulfato de
zinc. El sulfato de zinc precipitado se determina por zinco precipitado é determinado por iodometria.
iodometria.

NOTA - Este método no determina el sulfuro proveniente NOTA - Este método não determina o sulfeto proveniente
de pirita. de pirita.

4 Instrumental 4 Aparelhagem

Un aparato típico se muestra en la figura 1. Um aparelho típico é mostrado na figura 1.

1
NM 19:2004

1 Solución de acetato de plomo (5.4) 1 Solução de acetato de chumbo (5.4)

2 Aire, nitrógeno o argón 2 Ar, nitrogênio ou argônio

3 Solución de sulfato de zinc amoniacal (5.5) 3 Solução de sulfato de zinco amoniacal (5.5)

4 Frasco de reacción - un frasco de Woolf puede 4 Frasco de reação - Um frasco de Woolf pode
ser agregado para el control del flujo de gas. Los ser acrescentado para controlar o fluxo de gás.
tubos de conexión deben ser hechos con material Os tubos de conexão devem ser feitos com
exento de sulfuro (cloruro de polivinilo, polietileno, material isento de sulfeto (cloreto de polivinila,
etc.) polietileno, etc.).

Figura 1 -
Aparato típico para la determinación de azufre en la forma de sulfuro /
Aparelho típico para determinação de enxofre na forma de sulfeto

5 Reactivos 5 Reagentes

Todos los reactivos y materiales empleados deben Todos os reagentes e materiais utilizados devem
estar de acuerdo com la NM 10. satisfazer o que estabelece a NM 10.

5.1 Ácido clorhídrico (HCl). 5.1 Ácido clorídrico (HCl).

5.2 Solución de ácido clorhídrico 1:1 5.2 Solução de ácido clorídrico 1:1

En un vaso de precipitados, colocar Em um béquer, colocar aproximadamente 500 ml


aproximadamente 500 ml de agua y agregar de água e adicionar aproximadamente 500 ml de
aproximadamente 500 ml de HCl. HCI.

5.3 Cloruro estanhoso dihidratado (SnCl2.2H2O). 5.3 Cloreto estanhoso dihidratado (SnCl2.2H2O).

5.4 Solución de acetato de plomo 2 g/l 5.4 Solução de acetato de chumbo 2 g/l

Disolver aproximadamente 0,2 g de acetato de plomo Dissolver aproximadamente 0,2 g de acetato de


trihidratado [Pb(CH3COO)2.3H2O] en agua y diluir a chumbo trihidratado [Pb(CH3COO)2.3H2O] em água
100 ml. e diluir a 100 ml.

2
NM 19:2004
5.5 Solución de sulfato de zinc amoniacal 5.5 Solução de sulfato de zinco amoniacal

Disolver aproximadamente 50 g de sulfato de zinc Dissolver aproximadamente 50 g de sulfato de zinco


heptahidratado (ZnSO4.7H2O) en 150 ml de agua y heptahidratado (ZnSO4.7H2O) em 150 ml de água e
agregar aproximadamente 350 ml de hidróxido de adicionar aproximadamente 350 ml de hidróxido de
amonio (NH4OH). Dejar en reposo por lo menos amônio (NH4OH). Deixar em repouso por pelo menos
24 h y filtrar en papel de filtración media. 24 h e filtrar em papel de filtração média.

5.6 Solución de almidón 5.6 Solução de amido

A aproximadamente 1 g de almidón (soluble en Adicionar aproximadamente 1 g de amido (solúvel


agua), agregar aproximadamente 1 g de yoduro de em água), aproximadamente 1 g de iodeto de
potasio (KI), disolver en agua y llevar a volumen potássio (KI), dissolver em água e elevar o volume a
aproximadamente 100 ml. aproximadamente 100 ml.

5.7 Solución patrón de yodato de potasio, 5.7 Solução padrão de iodato de potássio
0,016 6 mol/l 0,016 6 mol/l

NOTA - Si el contenido de sulfuro es bajo (<0,1%), se NOTA - Se o teor de sulfeto é baixo (< 0,1%), devem ser
deben utilizar soluciones con concentración diez veces utilizadas soluções com concentração dez vezes menores.
menores.

En un matraz de 1 000 ml, conteniendo agua Em um balão volumétrico de 1 000 ml, contendo
recientemente hervida y enfriada, disolver água recentemente fervida e esfriada, dissolver
sucesivamente 3,6 g ± 0,1 g de yodato de potasio sucessivamente 3,6 g ± 0,1 g de iodato de potássio
(KIO3, secado a 120°C), hidróxido de sódio (NaOH) (KlO3, seco a 120°C), hidróxido de sódio (NaOH)
sólido en cantidad suficiente (aproximadamente sólido em quantidade suficiente (aproximadamente
3 g) para convergir la solución en alcalina y 3 g) para tornar a solução alcalina e 25 g ± 0,1 g de
25 g ± 0,1 g de yoduro de potasio (KI). Enrasar el iodeto de potássio (Kl). Completar o volume do
balón con agua recientemente hervida y enfriada. balão com água recentemente fervida e esfriada.

El factor de esta solución se calcula mediante la O fator desta solução é calculado pela seguinte
fórmula siguiente: fórmula:

m
F=
3,566 8

donde: onde:

m, es la masa de yodato de potasio, en gramos; m, é a massa de iodato de potássio utilizada no


ensaio, em gramas;

3,566 8, es la masa de yodato de potasio 3,566 8, é a massa de iodato de potássio


correspondiente a una solución com exactamente correspondente a uma solução com exatamente
0,016 6 mol/l de KlO3. 0,0166 mol/l de KlO3.

5.8 Solución de tiosulfato de sodio 0,1 mol/l 5.8 Solução de tiossulfato de sódio, 0,1 mol/l

NOTA - Si el contenido de sulfuro es bajo (<0,1%), se NOTA - Se o teor de sulfeto é baixo (< 0,1%), devem ser
debe utilizar soluciones con concentración diez veces utilizadas soluções com concentração dez vezes menores.
menores.

5.8.1 Preparación 5.8.1 Preparação

Disolver y diluir en un matraz 24,82 g ± 0,01 g de Dissolver e diluir em um balão volumétrico


tiosulfato de sodio (Na2S2O3.5H2O) en agua y diluir 24,82 g ± 0,01 g de tiossulfato de sódio
a 1 000 ml. Antes de cada ensayo determinar el (Na2S2O3.5H2O) em água e diluir a 1 000 ml. Antes
factor f de esta solución como de describe en de cada ensaio determinar o fator desta solução
5.8.2.4. como descrito em 5.8.2.4.

3
NM 19:2004
5.8.2 Valoración 5.8.2 Padronização

5.8.2.1 Esta valoración se efectúa preferentemente 5.8.2.1 Esta padronização é efetuada


a la solución patrón de yodato de potasio (5.7). prefencialmente em relação a solução padrão de
iodato de potássio (5.7).

5.8.2.2 Para esta valoración, pipetar 20 ml de 5.8.2.2 Para esta padronização, pipetar 20 ml de
solución patrón de yodato de potasio y transferir a solução padrão de iodato de potássio e transferir
un erlenmeyer de 500 ml. Diluir con para um erlenmeyer de 500 ml. Diluir com
aproximadamente 150 ml de agua. Acidificar con aproximadamente 150 ml de água. Acidificar com
aproximadamente 25 ml de solución de ácido aproximadamente 25 ml de solução de ácido
clorhídrico (5.2) y titular con la solución 0,1mol/l de clorídrico (5.2) e titular com a solução 0,1 mol/l de
tiosulfato de sodio (5.8), hasta una coloración tiossulfato de sódio (5.8) até uma coloração amarelo
amarillo clara. clara.

5.8.2.3 Agregar a continuación, aproximadamente 5.8.2.3 Adicionar a seguir, aproximadamente 2 ml


2 ml de solución de almidón (5.6) y continuar la de solução de amido (5.6) e continuar a titulação
titulación hasta que la coloración cambie de azul a até que a coloração mude de azul para incolor.
incoloro.

5.8.2.4 El factor f de esta solución se calcula 5.8.2.4 O fator desta solução é calculado pela
mediante la fórmula: fórmula:

20 x 0,0166 x 214,01 x F 20 F
f= =
3,5668 x V V

donde: onde:

F, es el factor de la solución patrón de yodato de F, é o fator da solução padrão de iodato de potássio


potasio (5.7), expresado en mol/l; (5.7), expresso em mol/l;

V, es el volumen de la solución de tiosulfato de V, é o volume da solução de tiossulfato de sódio


sodio (5.8) 0,1mol/l utilizada para la titulación, en (5.8) 0,1 mol/l utilizada para a titulação, em mililitros;
mililitros;

214,01 la masa molecular del yodato de potasio. 214,01 é a massa molecular do iodato de potássio.

5.8.2.5 La valoración tambiém se puede efectuar en 5.8.2.5 A padronização também pode ser efetuada
relación a una cantidad conocida de yodato de em relação a uma quantidade conhecida de iodato
potasio, como sigue: de potássio, como segue:

a) transferir 0,070 g ± 0,005 g de yodato de a) transferir 0,070 g ± 0,005 g de iodato de


potasio a un erlenmeyer de 500 ml y disolver en potássio para um erlenmeyer de 500 ml e
aproximadamente 150 ml de agua. dissolver em aproximadamente 150 ml de água.

b) agregar cerca de 1 g de yoduro de potasio, b) adicionar cerca de 1 g de iodeto de potássio,


acidificar con aproximadamente 25 ml de solución acidificar com aproximadamente 25 ml de solução
de ácido clorhídrico (5.2) y titular con la solución de ácido clorídrico (5.2) e titular com a solução
de tiosulfato de sodio (5.8) 0,1mol/l, hasta que de tiossulfato de sódio (5.8) 0,1 mol/l, até que
se obtenga una coloración ligeramente amarilla. seja obtida uma coloração ligeiramente amarela.
Agregar a continuación, 2 ml de solución de Adicionar a seguir, 2 ml de solução de amido
almidón (5.6) y titular hasta que la coloración (5.6) e titular até que a coloração mude de azul
cambie de azul para incoloro. para incolor.

c) el factor f de esta solución se calcula mediante c) o fator f desta solução é calculado pela fórmula:
la fórmula:

4
NM 19:2004

1000 x m 280,3634 m
f= =
3,5668 x V V

donde: onde:

m, es la masa del yodato de potasio, en gramos; m, é a massa do iodato de potássio, em gramas;

V, es el volumen de solución de tiosulfato de sodio V, é o volume de solução de tiossulfato de sódio


gastado en la titulación, en mililitros; gasto na titulação, em mililitros.

6 Ejecución del ensayo 6 Execução do ensaio

6.1 Utilizar el aparato descripto en el párrafo 4. 6.1 Utilizar a aparelhagem descrita no item 4.
Transferir 1,000 g ± 0,050 g de muestra (m), a un Transferir 1,000 g ± 0,050 g de amostra (m), para
balón de fondo redondo de 250 ml con tapa de vidrio um balão de fundo redondo de 250 ml com junta de
esmerilada. vidro esmerilhada.

NOTA - Si el contenido de sulfuro es bajo (<0,10%), la NOTA - Se o teor de sulfeto é baixo (< 0,10%), a massa
masa tomada para el ensayo debe ser mayor. tomada para ensaio deve ser maior.

6.2 Agregar cerca de 2,5 g de cloruro estannoso 6.2 Adicionar cerca de 2,5 g de cloreto estanhoso
(5.3) y 20 ml de agua. (5.3) e 20 ml de água.

6.3 Fijar el frasco al embudo de separación y 6.3 Fixar o frasco ao funil de separação e conectar
conectar al condensador el tubo de vidrio de salida ao condensador o tubo de vidro de saída que
que se sumerge en el vaso de precipitados mergulha no béquer contendo aproximadamente
conteniendo aproximadamente 15 ml de solución 15 ml de solução de sulfato de zinco amoniacal
de sulfuro de zinc amoniacal (5.5) y (5.5) e aproximadamente 285 ml de água.
aproximadamente 285 ml de agua.

6.4 Conectar el tubo de gas (aire, nitrógeno o argón) 6.4 Conectar à fonte de gás (ar, nitrogênio ou
y ajustar el flujo a aproximadamente 10 ml/min argônio) e ajustar o fluxo para cerca de 10 ml/min
Interrumpir el flujo de gas. Interromper o fluxo de gás.

6.5 Liberar 50 ml de solución de ácido clorhídrico 6.5 Liberar 50 ml de solução de ácido clorídrico
(5.2) del embudo de separación, asegurando que (5.2) do funil de separação, assegurando que
permanezca una pequeña cantidad de ácido en el permaneça uma pequena quantidade do ácido no
embudo de separación para evitar el vacio. funil de separação para prevenir vazamento.

6.6 Reconectar el tubo de gas, calentar el contenido 6.6 Reconectar a fonte de gás, aquecer o conteúdo
del frasco a ebullición y hervir durante do frasco à ebulição e ferver por aproximadamente
aproximadamente 10 min. Desconectar el tubo de 10 min. Desconectar o tubo de saída que servirá
salida que servirá como agitador durante la titulación. como agitador durante a titulação.

6.7 Enfriar el frasco a aproximadamente 20°C, 6.7 Resfriar o frasco a aproximadamente 20°C,
agregar exactamente 10 ml de solución de yodato adicionar exatamente 10 ml de solução de iodato
de potasio, 0,016 6 mol/l (5.7) y aproximadamente de potássio, 0,016 6 mol/l (5.7) e aproximadamente
25 ml de HCl 1:1 (5.2). 25 ml de HCl 1:1 (5.2).

6.8 Titular con solución de tiosulfato de sodio (5.8) 6.8 Titular com solução de tiossulfato de sódio (5.8)
hasta coloración amarilla débil. Agregar até coloração amarelo fraca. Adicionar
aproximadamente 2 ml de solución de almidón (5.6) aproximadamente 2 ml de solução de amido (5.6) e
y titular hasta el cambio de la coloración de azul a titular até mudança da coloração de azul para
incolora. incolor.

7 Expresión de los resultados 7 Expressão dos resultados

El contenido de sulfuro se calcula, en porcentaje, O teor de sulfeto é calculado, em porcentagem,


mediante la fórmula: pela fórmula:
5
NM 19:2004

[( V x F) − (x f V x ')] 1, 603 x 100 0,1603 [( V x F ) − ( V ' x f)]


[S 2 − ] = =
1000 x m m

donde: onde:

V, es el volumen de la solución de yodato de V, é o volume da solução de iodato de potássio, em


potasio, en mililitros; mililitros;

F, es el factor de la solución de yodato de potasio F, é o fator da solução de iodato de potássio


definido em 5.7; definido em 5.7;

V’, es el volumen de la solución de tiosulfato de V’, é o volume da solução de tiossulfato de sódio


sodio gastado en la titulación, en mililitros; gasto na titulação, em mililitros;

f, es el factor de la solución de tiosulfato de sodio f, é o fator da solução de tiossulfato de sódio


definido em 5.8; definido em 5.8;

m, es la masa tomada para el ensayo en 6.1, en m, é a massa tomada para ensaio em 6.1, em
gramos. gramas.

8 Repetibilidad y reproducibilidad 8 Repetitividade e reprodutibilidade

8.1 Repetibilidad 8.1 Repetitividade

La diferencia entre dos resultados individuales, A diferença entre dois resultados individuais, obtidos
obtenidos a partir de una misma muestra sometida a partir de uma mesma amostra submetida a ensaio,
a ensayo, por un operador empleando un mismo por um operador empregando um mesmo
equipo, en un corto intervalo de tiempo no debe ser equipamento em um curto intervalo de tempo não
mayor que 0,06. deve ser maior do que 0,06.

8.2 Reproducibilidad 8.2 Reprodutibilidade

La diferencia entre dos resultados individuales y A diferença entre dois resultados individuais e
independientes, obtenidos a partir de una misma independentes, obtidos a partir de uma mesma
muestra sometida a ensayo, por dos operadores en amostra submetida a ensaio, por dois operadores
laboratorios distintos en un corto intervalo de tiempo, em laboratórios diferentes em um curto intervalo de
no debe ser mayor que 0,11. tempo, não deve ser maior do que 0,11.

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NM 19:2004

ICS 91.100.10
Descriptores: cemento, análisis químico.
Palavras chave: cimento, análises químicas.
Número de Páginas: 06
NM 19:2004

SÍNTESE DAS ETAPAS DE ESTUDO

NM 19:2003
(Projeto de Norma MERCOSUL 05:01-0311 e posteriormente NM 19:94)

Cemento Pórtland – Análisis químico – Determinación de azufre en la forma de sulfuro/


Cimento Portland – Análise química – Determinação de enxofre na forma de sulfeto

1 INTRODUÇÃO

Esta Norma MERCOSUL prescreve o método para a determinação de enxofre em cimento Portland.

Esta Norma MERCOSUL foi elaborada pelo CSM 05 - Cimento e Concreto, fazendo parte da primeira etapa de
harmonização de normas desse Comitê Setorial.

Os textos-base dos Anteprojetos de Norma MERCOSUL 05:01-0311 e Revisão da NM 19:94 foram elaborados
pelo Brasil.

2 COMITÊ ESPECIALIZADO

Esta Norma foi elaborada pelo SCSM 01 - Cimento e adições, do CSM 05 - Cimento e Concreto e a Secretaria
Técnica do CSM 05 foi exercida pela ABNT.

Os membros ativos que participaram da elaboração deste documento foram:

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas


INTN - Instituto Nacional de Tecnología y Normalización
IRAM - Instituto Argentino de Normalización
UNIT - Instituto Uruguaio de Normas Técnicas

3 ANTECEDENTE

International Organization for Standardization (ISO)

ISO 680/90 - Cement - Test methods - Chemical analyzis.

4 CONSIDERAÇÕES

4.1 Histórico da NM 19:1994

O texto-base do Anteprojeto de Norma MERCOSUL 05:01-0311 foi elaborado pelo Brasil com base na NBR
5746:91 “Cimento – Análise química – Determinação de enxofre na forma de sulfeto”. Foi enviado aos organismos
do MERCOSUL em 29.06.93, como sugestão, para ser incluído entre os métodos de análise química de
cimentos propostos pelo Uruguai em 18.01.93
NM 19:2004

Durante a fase de apreciação, o Anteprojeto 05:01-0311 recebeu sugestão do Uruguai para que fosse adotado,
como texto-base, o que determina a Norma ISO 680:1990 a respeito. A sugestão foi aceita e passou-se à
tradução para os idiomas português e espanhol, do capítulo da ISO 680 que trata da determinação de enxofre
na forma de sulfeto, adequando o texto ao padrão de apresentação das Normas MERCOSUL.

O Projeto 05:01-0311 foi submetido a votação no âmbito do CSM 05 no período de 18.10.94 a 18.11.94,
recebendo voto de aprovação sem restrições da ABNT (Brasil) e do IRAM (Argentina), bem como voto de
aprovação com sugestões do UNIT (Uruguai). O INTN (Paraguai) absteve-se de votar.

O Projeto foi enviado ao Comitê MERCOSUL de Normalização e finalmente aprovado como Norma MERCOSUL
(NM 19) em reunião do Comitê MERCOSUL de Normalização, realizada em novembro/94.

4.2 Histórico da NM 19:2003

O conjunto de Normas de análise química de cimento foi revisado no âmbito do MERCOSUL em atendimento
aos prazos estabelecidos no Procedimento para Elaboração de Normas MERCOSUL.

Os textos-base foram preparados pelo Brasil e enviados para apreciação aos Organismos de Normalização dos
Países Membros em 26/07/99, recebendo sugestões do IRAM e do UNIT.

Os trabalhos de harmonização, realizados por via epistolar entre os Organismos de Normalização do


MERCOSUL estendeu-se até setembro/2001, quando se obteve consenso com relação às questões de fundo.

Os Projetos de Revisão das Normas de Análise Química de Cimento foram enviados para votação em um único
lote composto por quatorze textos, compreendendo:

− 05:01-NM 10 Cimento Portland – Análise química – Disposições gerais


− 05:01-NM 11-1 Cimento Portland – Análise química – Determinação de óxidos principais por complexometria
Parte 1: Método ISO
− 05:01-NM 11-2 Cimento Portland – Análise química – Determinação de óxidos principais por complexometria
Parte 2: Método ABNT
− 05:01-NM 12 Cimento Portland – Análise química – Determinação de óxido de cálcio livre
− 05:01-NM 13 Cimento Portland – Análise química – Determinação de óxido de cálcio livre pelo etileno-glicol
− 05:01-NM 14 Cimento Portland – Análise química – Método de arbitragem para determinação de dióxido
de silício, óxido férrico, óxido de alumínio, óxido de cálcio e óxido de magnésio
− 05:01-NM 15 Cimento Portland – Análise química – Determinação de resíduo insolúvel
− 05:01-NM 16 Ciimento Portland – Análise química – Determinação de anidrido sulfúrico
− 05:01-NM 17 Cimento Portland – Análise química – Método de arbitragem para a determinação de óxido
de sódio e óxido de potássio por fotometria de chama
− 05:01-NM 18 Cimento Portland – Análise química – Determinação de perda ao fogo
− 05:01-NM 19 Cimento Portland – Análise química – Determinação de enxofre na forma de sulfeto
− 05:01-NM 20 Cimento Portland e suas matérias primas – Análise química – Determinação de dióxido de
carbono por gasometria
− 05:01-NM 21 Cimento Portland – Análise química – Método optativo para a determinação de dióxido de
silício, óxido férrico, óxido de alumínio, óxido de cálcio e óxido de magnésio
− 05:01-NM 22 Cimento Portland com adições de materiais pozolânicos – Análise química – Método de
arbitragem.
NM 19:2004

Após o período de votação, prorrogado por solicitação do Brasil, em função dos trabalhos de revisão da Norma
ISO 680, a Secretaria do CSM 05 recebeu votos de aprovação sem restrições do IRAM (Projetos 05:01-NM 11-
1, 05:01-NM 12, 05:01-NM 16 e 05:01-NM 20) e do UNIT (Projetos 05:01-NM 11-2, 05:01-NM 15, 05:01-NM 17,
05:01-NM 18 e 05:01-NM 22). Recebeu também votos de aprovação com sugestões da ABNT (todos os
Projetos), do IRAM (05:01-NM 10, 05:01-NM 11-2, 05:01-NM 13, 05:01-NM 14, 05:01-NM 15, 05:01-NM 17,
05:01-NM 18, 05:01-NM 19, 05:01-NM 21 e 05:01-NM 22) e do UNIT (Projetos 05:01-NM 10, 05:01-NM 11-1,
05:01-NM 12, 05:01-NM 13, 05:01-NM 14, 05:01-NM 19, 05:01-NM 20 e 05:01-NM 21). O INTN absteve-se de
votar.

As sugestões recebidas pela Secretaria do CSM 05 na etapa de votação foram enviadas aos ONNs para análise
e aprovação. Após a necessária troca de correspondências obteve-se consenso e as Propostas de Revisão das
Normas de Análise Química de Cimento Portland finalmente foram encaminhadas à AMN, em setembro/2003,
para editoração e aprovação final.

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