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Slides da Aula

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Considerações Iniciais

Classificação do DM

Critérios Para Rastreamento DM Adultos Assintomáticos

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Rastreamento do DM

Consulta de Rastreamento do DM

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Competência do Enfermeiro

Consulta de Enfermagem

Alguns Aspectos Relevantes do Exame Físico

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Tratamento do DM

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Complicações do DM

Complicações Agudas do DM

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Complicações do DM

Valores Preconizados para o Diagnóstico de DMG

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Rotina Complementar Mínima

Fatores de risco para úlceras nos pés

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Pé Diabético

Exame Físico dos Pés

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Sintomas da DM

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Diagrama de Rastreamento e Diagnóstico para o DM tipo 2

Metas de controle glicêmico para crianças e adolescentes com DM


tipo 1

Propriedades Farmacocinéticas dos Principais tipos de Insulinas e


Análogos

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1. (Pref. Ceará-Mirim-RN/COMPERVE/2016) O cuidado ao paciente diabético requer o conhecimento
acerca das características dos tipos de insulina existentes. Em relação aos tipos de insulina, analise as
afirmativas a seguir:
I - A insulina ultrarrápida (análogos ultrarrápidos) tem início de ação entre 10 e 15 minutos e deve ser
injetada imediatamente após as refeições.
II - A insulina de ação intermediária, conhecida como NPH-humana, quando administrada, age no
organismo por até 18 horas.
III - A insulina rápida, também chamada de Insulina Humana Regular, tem o seu pico, ou seja, atinge o
ponto máximo no que diz respeito à redução de glicemia, por volta de 2 a 3 horas após sua
administração.
IV - A insulina de longa duração (análogos lentos) não tem pico e sua duração de ação no organismo é
de, no máximo, 24 horas.
Em relação aos tipos de insulina, estão corretas as afirmativas
a) I e IV.
b) II e III.
c) I e III.
d) II e IV.

Estratificação de risco para a pessoa com DM

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2. (AOCP/FUNDASUS/2015) De acordo com a estratificação de risco para uma pessoa com Diabetes
Mellitus (DM), uma pessoa com glicemia de jejum alterada e intolerância à sobrecarga de glicose
pode ser considerada como
a) risco baixo.
b) risco médio.
c) risco alto.
d) risco extremo.
e) risco neutro.

Quadro 11 – Instruções para o manejo de hipoglicemia pelo


paciente, família e serviço de saúde

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Estratificação do risco metabólico segundo o IMC e a CA
combinados

3. (HUGG-UNIRIO/EBSERH/IBFC/2017 – Técnico de Enfermagem) De acordo com o conhecimento


sobre o Diabetes Mellitus, assinale a alternativa correta.
a) No diabetes tipo 1, não há necessidade em se usar insulina, visto que as células pancreáticas são
capazes de produzir a insulina necessária para manter os índices glicêmicos
b) No diabetes tipo 2, cujo pico de incidência ocorre na infância e adolescência, há uma tendência
maior a hiperglicemia do que a hipoglicemia
c) No diabetes tipo 1, há destruição das células beta pancreáticas, cursando com uma produção
inexistente ou insuficiente para controlar os níveis glicêmicos
d) No diabetes tipo 2, há obrigatoriedade em se usar insulina, visto que há destruição das células
betas, o que não ocorre no diabetes tipo 1
e) No diabetes tipo 1, tem apenas resistência à insulina, sendo a secreção não deficitária

4. (Equipe RP/2016) Sobre Diabetes Mellitus, avalie as questões abaixo em Verdadeiras ou Falsas.
a) A apresentação do diabetes tipo 1 é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e
adolescentes com excesso de peso
b) A aplicação de insulina de ação rápida não pode ser por via intramuscular
c) Hemoglobina glicada reflete os níveis médios de glicemia, ocorridos nos últimos 2 a 3 meses, é
recomendado que seja utilizado como um exame de acompanhamento e de estratificação do
controle metabólico de indivíduos diabéticos
d) O pé neuroisquêmico é menos suscetível a ulcerações traumáticas, infecção e gangrena.

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e) Hipoglicemia é a diminuição dos níveis glicêmicos para valores abaixo de 80 a 90 mg/dL. Muitas
vezes leva ao quadro de cetoacidose que ocorre principalmente em pacientes com diabetes tipo II
f) Em caso de combinação de insulina NPH com insulina Regular, aspirar antes a intermediária (NPH
)para que o frasco não se contamine com a insulina de ação insulina de ação curta (regular).

5. (HU-UFPI) Um paciente de 25 anos consulta na emergência apresentando: desidratação,


hiperglicemia, acidoses metabólica e cetonúria. Seu acompanhante informa que desde o dia anterior
esse paciente não recebeu insulina por ter finalizado o frasco. O médico diagnosticou cetoacidose
diabética (CAD).
Nesse contexto hipotético, julgue os itens a seguir
I - A diabete tipo 1 (DM1) caracteriza-se pela destruição progressiva das células B (Beta), levando à
deficiência absoluta de insulina.
II - A hipoglicemia pode ser assintomática ou apresentar convulsões nos casos mais graves.
III - O frasco de insulina aberto não pode ser conservado em temperatura ambiente. (F)
IV - A aplicação de insulina de ação rápida não pode ser por via intramuscular.
A quantidade de itens corretos é igual a
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4

6. (IAOCP/2015) É uma emergência endocrinológica decorrente da deficiência absoluta ou relativa de


insulina, potencialmente letal, com mortalidade em torno de 5%. Ocorre principalmente em
pacientes com Diabetes Mellitus tipo 1, sendo, diversas vezes, a primeira manifestação da doença. O
enunciado refere-se à:
a) hipoglicemia.
b) hiperglicemia (glicemia capilar menor que 250 mg/dl).
c) cetoacidose.
d) síndrome hiperosmolar não cetótica.
e) dislipidemia.

7. (IAOCP/2015) Reflete os níveis médios de glicemia, ocorridos nos últimos dois a três meses, e é
recomendado que seja utilizado como um exame de acompanhamento e de estratificação do
controle metabólico de indivíduos diabéticos. O enunciado refere-se à:
a) glicemia de jejum.
b) glicemia capilar.
c) glicemia pós-prandial.
d) hemoglobina glicada.
e) hemoaglutinação de glicose livre

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8. (AOCP/2014) Sobre a Classificação da Diabetes Mellitus, assinale a alternativa INCORRETA.
a) A apresentação do diabetes tipo 1 é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e
adolescentes sem excesso de peso.
b) O traço clínico que mais define o tipo 1 é a tendência à hiperglicemia grave e cetoacidose.
c) Diabetes gestacional é um estado de hiperglicemia menos severo que o diabetes tipo 1 e 2,
detectado pela primeira vez na gravidez.
d) O DM tipo 2 costuma ter início insidioso e sintomas mais brandos. Manifesta-se, em geral, em
adultos com longa história de excesso de peso e com história familiar de DM tipo 2.
e) O termo “tipo 2” é usado para designar a destruição da célula beta, isto é, há um estado de
resistência à ação da insulina, associado à ausência na sua secreção, o qual é tão intenso quanto
observado no diabetes tipo 1.

9. (HUJB-UFCG/EBSERH/AOCP/2017) Sobre o cuidado com o paciente com Diabetes Mellitus tipo 2,


no Sistema Único de Saúde, assinale a alternativa correta.
a) Quando indicado o tratamento medicamentoso, recomenda-se iniciar a metformina em doses de
850mg duas vezes ao dia.
b) A maioria das pessoas que atingiram o controle glicêmico com monoterapia não irão necessitar de
associação de outra medicação dentro dos próximos dez anos.
c) Casos de hiperglicemia severa (>300mg/dl) podem se beneficiar de insulina NPH já no início do
tratamento.
d) Não há contraindicação para o uso de metformina em pacientes com insuficiência renal
pronunciada.
e) Pessoa com DM diagnosticado com controle metabólico inadequado e internações por
complicações agudas nos últimos 12 meses são estratificadas como risco moderado.

10. (IDEST/2014) Segundo o Ministério da Saúde, em relação ao tratamento farmacológico no


diabetes tipo 2, é incorreto afirmar:
a) Se glicemia de jejum estiver muito alta (acima de 270mg/dl) e ou presença de
infecção, provavelmente o paciente necessitará de um tratamento com insulina.
b) A metiformina é prescrita fracionada em 1 a 3 vezes ao dia, nas refeições.
c) Insulina regular é utilizada em situação de compensação aguda.

11. (CETRO/2012) Qual o medicamento de escolha para a maioria dos pacientes


com Diabetes mellitus do tipo 2, que apresenta maior diminuição das complicações microvasculares,
não leva à hipoglicemia e não promove ganho de peso.
a) Glibenclamida.
b) Insulina NPH.
c) Glicazida.
d) Insulina regular.
e) Metformina.

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12. (SES-DF/CESPE/2010) Uma das complicações relacionadas à insulinoterapia de pacientes com DM
tipo 2 é o efeito sommogyi, que se caracteriza por hiperglicemia matinal, relacionada a aumento
vespertino do cortisol, os quais, associados a baixo nível de insulina, levam a diminuição na captação
de glicose em nível muscular e gorduroso.

13. (HUB/CESPE/2010) O consumo do álcool pode levar a hiperglicemia.

(MPU/CESPE/2013) A respeito da assistência a pacientes com disfunções endócrinas associadas à


glicose, julgue os itens seguintes.
14. As insulinas regular e NPH podem ser administradas por via EV ou SC.

15. (MPU/CESPE/2013) A cetoacidose diabética, complicação aguda do diabetes melito, caracteriza-


se por hiperglicemia, cetonúria, acidose e desidratação. As manifestações clínicas tardias da
cetoacidose diabética são hálito adocicado e respiração de Kussnaul.

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16. (MPU/CESPE/2013) A insulina, hormônio secretado pelo pâncreas, é essencial para a utilização da
glicose no metabolismo celular, estando associada ao correto metabolismo da proteína e do lipídio.

17. (CESPE/DEPEN/2015) O teste laboratorial que deve ser realizado em paciente com suspeita de
DM é a glicemia de jejum, em que se quantifica a glicose sanguínea, normalmente após jejum de oito
a doze horas

18. (CESPE/DEPEN/2015) Embora os sinais clínicos poliúria, polidipsia, polifagia e perda inexplicada
de peso estejam exclusivamente presentes na DM tipo 1, para que se estabeleça o diagnóstico
diferencial dessa patologia em relação à DM tipo 2, é indispensável a dosagem dos níveis sanguíneos
de glicose.

Classificação de infecções no pé diabético

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19. (HUAC – UFCG/EBSERH/2017) Paciente, de 62 anos, sexo masculino, diabético, consciente,
orientado, chegou ao serviço de saúde apresentado uma lesão em MIE com as seguintes
características: presença de exsudato purulento, celulite ultrapassando 2 cm do bordo da úlcera e
presença de linfangite. Qual é o grau dessa infecção apresentada pelo paciente?
a) Sem infecção.
b) Infecção leve.
c) Infecção moderada.
d) Infecção grave.
e) Infecção profunda.

4 testes clínicos que são práticos e úteis no diagnóstico da perda


da sensibilidade protetora (PSP):

20. (HUAC – UFCG/EBSERH/2017) Durante o exame clínico dos pés de um paciente diabético, é
fundamental a busca por fatores de risco e pelas complicações. Um dos reflexos que se constitui em
um importante sinal preditivo de processos ulcerativos nos pés e deve ser periodicamente avaliado é
denominado
a) reflexo tendíneo Aquileu.
b) reflexo de Ferguson.
c) reflexo tendinoso de golgi.
d) reflexo miotático.
e) reflexo mentoniano.

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21. (CESPE/SESA-ES/2013) A educação continuada dos profissionais de saúde envolvidos, pacientes e
familiares de paciente diabéticos, bem como a implementação de ações preventivas do pé diabético
são fundamentais para a redução dos riscos de amputação. Acerca desse assunto, assinale a opção
correta.
a) A correção de deficiências visuais, particularmente a catarata e a melhoria do ambiente doméstico
(pisos escorregadios, obstáculos de percurso, luminosidade insuficiente, ausência de corrimãos,
suporte ou barras em locais de banho, retirada de tapetes soltos) devem ser incentivadas para
minimizar a possibilidade de quedas e lesões em pacientes diabéticos.
b) A neuropatia influencia a involução das lesões no pé diabético, uma vez que a dor recorrente é
causada pela isquemia crônica.
d) O pé neuroisquêmico é menos suscetível a ulcerações traumáticas, infecção e gangrena.
e) E Algumas medidas simples podem evitar a ocorrência do pé diabético, tais como o uso de
calçados abertos, com solados rígidos, que ofereçam firmeza na pisada. O material deverá ser
preferencialmente de plástico ou sintético e com uma ou duas numerações a mais do que o número
usual do paciente.

22. (CESPE/SESA-ES/2013) O diabetes melito é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por


níveis elevados de glicose no sangue (hiperglicemia) decorrente dos defeitos na secreção e da ação
da insulina. Acerca da assistência de enfermagem ao paciente com disfunções endócrinas, assinale a
opção correta.
a) A insulina, uma proteína produzida pelo pâncreas, controla o nível de glicose no sangue ao regular
a produção do armazenamento de glicose.
b) O diabetes do tipo I é originalmente conhecido como diabetes melito não insulinodependente.
c) O diabetes do tipo II é originalmente conhecido como diabetes melito insulinodependente.
d) A cetoacidose diabética é um distúrbio metabólico nos diabéticos do tipo II que resulta de uma
deficiência de insulina.
e) O exercício é extremamente importante no controle do diabetes por causa de seus efeitos sobre a
diminuição da glicemia e a redução dos fatores de riscos cardiovasculares.

23. (HRL-UFS/EBSERH/2017) Homem, 53 anos, diabético com história de claudicação intermitente,


isto é, dor em repouso que piora com exercício ou elevação do membro superior. À inspeção,
observou-se rubor postural do pé e palidez à elevação do membro inferior. Ao exame físico, o pé
apresentou-se frio, com ausência dos pulsos tibial posterior e pedioso dorsal. Diante do caso exposto,
assinale a alternativa que apresenta o tipo de úlcera diabética relatado.
a) Isquêmica.
b) Neuropática.
c) Mista.
d) Venosa.
e) Úlcera de Pressão.

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24. (FURG/EBSERH/IBFC/2016 - Adaptada) Sobre o tratamento medicamentoso do Diabetes Mellitus
(DM), assinale V ou F.
( ) Os antidiabéticos orais constituem-se a primeira escolha para o tratamento do DM tipo 2 não
responsivo a medidas não farmacológicas isoladas.
( ) Se a pessoa não alcançar a meta glicêmica em até três meses com as medidas não
farmacológicas, o tratamento preferencial é acrescentar a metformina no plano terapêutico.
( ) A metformina diminui a captação da glicose e sua utilização na musculatura esquelética,
aumentando a resistência à insulina, e aumentando a produção hepática de glicose.

Gabarito

1-B 13 - FALSO
2-A 14 - FALSO
3-C 15 - VERDADEIRO
4-C 16 - VERDADEIRO
5-C 17 - VERDADEIRO
6-C 18 - FALSO
7-D 19 - C
8-E 20 - A
9-C 21 - A
10 - C 22 - E
11 - E 23 - A
12 - FALSO 24 - V, V, F

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www.romulopassos.com.br 26

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