Você está na página 1de 42

Comandos Elétricos MEDIÇÃO

Inversor / Soft Starter Display de 7 segmentos


CLP
Automação Eletrônica 5 Mín: 4,5 5,0 Mín:5,04 5,00 Mín:4,995
Instrumentação Máx:5,4 Máx:4,95 Máx:5,004
Industrial Industrial TT TT TT
CONVERSOR CONVERSOR CONVERSOR
Redes
Sistema supervisório
TE TE TE
5,0 5,00 5,000
Sistemas numéricos
DECIMAL BINÁRIO OCTAL HEXA BCD Nible - - 4 Bits Word - - - 16 Bits
Byte - - 8 Bits Wword (p. flut) - 32 Bits
0 0000.0000 0 0 0000.0000.0000
1 0000.0001 1 1 0000.0000.0001 Notação Científica
2 0000.0010 2 2 0000.0000.0010 Um algarismo antes da vírgula.
3 0000.0011 3 3 0000.0000.0011

,
1231 = 1,231 x 10³ 0,035 = 3,5 x 10-³
4 0000.0100 4 4 0000.0000.0100 346 = 3,46 x 10² 0,2 = 2,0 x 10- 4
5 0000.0101 5 5 0000.0000.0101
6 0000.0110 6 6 0000.0000.0110 Esquerda (+) (-) Direita
7 0000.0111 7 7 0000.0000.0111
8 0000.1000 10 8 0000.0000.1000
9 0000.1001 11 9 0000.0000.1001 Números significativos
10 0000.1010 12 A 0000.0001.0000 Algarismos corretos seguidos do primeiro duvidoso.
11 0000.1011 13 B 0000.0001.0001 3,5 2 significativos 0,0001 1 significativo
12 0000.1100 14 C 0000.0001.0010 0,0473 3 significativos 2,00 1 significativo
13 0000.1101 15 D 0000.0001.0011 1,3 2 significativos 34500 5 significativos
14 0000.1110 16 E 0000.0001.0100
15 0000.1111 17 F 0000.0001.0101 Desvio avaliado
16 0001.0000 20 10 0000.0001.0110 É a metade da menor divisão de uma escala.
32 0010.0000 40 20 0000.0011.0010
0 1 2 0 1 2
64 0100.0000 100 40 0000.0110.0100
128 1000.0000 200 80 0001.0010.1000 Dav = 1/2 = + ou - 0,5 Dav = 0,1/2 = + ou - 0,05
256 1111.1111 400 FF 0010.0101.0101 Medida: 1,5 Medida: 1,59
Sistema Métrico Jogo de chave Allen com Jogo de chave Allen com
x1000 = 10³ - VOLUME 8 peças até1'’ 8 peças até 3/8'’
x100 = 10² - ÁREA
x10 = 10¹ - COMPRIMENTO

1" 2" 3" 4" 5" 6" 7" 8" 3" 6" 9" 12" 15" 18" 21" 24"
8 8 8 8 8 8 8 8 64 64 64 64 64 64 64 64
1" 2" 3" 1" 3" 3" 9" 3"
10 = 10¹- COMPRIMENTO 4 4 4 32 16 32 8
100 = 10² - ÁREA
1000 = 10³ - VOLUME 1" 3"
x= 1 1" x 1" x= 1" x= 8 3" x 1" x= 3"
8" 1 8 8 8" 8 8 64
1m = 100cm - 1m = 1000mm - 1mm = 0,001m 1 1
1cm = 10mm - 1cm = 0,01m Área superfície m², cm², dm², pol²
km² = 1.000.000m² dcm² = 0,01m²
Sistema Inglês hm² = 10.000m² cm² = 0,00001m²
1 Polegada (in) = 2,54 cm = 25,4 mm dam² = 100m² mm² = 0,0001cm²
1 Pé (ft) = 12 in = 30,48 cm
4~ x
2
1 Jarda (yd) = 3 ft = 36 in = 91,44 cm
1 Milha (mi) = 1,609344 km b
h 1m
bxh r
r
1m
1 Légua = 5280 yd = 4,828032 km r
2 x~x r r ~ x r2
Divisores da polegada
2, 4, 8, 16, 32, 64, 128... Área superfície m³, cm³, dm³, pol³
km³ = 1.000.000.000m³ dcm³ = 0,001m³
Conversão de polegada para mm hm³ = 1000.000m³ cm³ = 0,000001m³
3" 3" x dam³= 1000m³ mm³ = 0,000000001cm³
25,4 = 9,53mm
8 8
1m r

Conversão de mm para polegada


9,53 x 5,04 48 3" 1m
1m
~ d 2x h 4 x~x r
3
9,53mm = =
128 128 8 bxhxc 4 3
3 Vazão, fluxo constante, 2h e 32min pra encher?
1dm = 1 litro
3 3 2,05m
1m = 1000 litros = 1000dm (2h x 3600) + (32min x 60) = 9120s
2 3
3 3
1ml = 1cm = 1000 mm ~ d x h = 3,14 x 2,05m x 1,92m = 6,34m
2

4
1,92m 1m³ = 1000 litros
Quantos azulejos de 20 x 30 cm? 3
V= 6,34 m =
6340 L = 0,7 L/s = 41,7 L/m
9120 S 9120 S

2,2m
Tempo necessário para encher.
15 lps 15 lps = 900 lpm = 54.000lph
3,5m
2 2
3,5m x 2,2m = 7,7m 7,7m 4,2m
= 128,3
0,2m x 0,3m = 0,06m
2 2
3,6m 10m x 3,6m x 4,2m = 147m³
0,06m 10m 147m³ = 147.000 litros
Qual o volume em litros? 15 l --- 1s
147.000l --- x = 9800 s
3,5m
9800 s / 3600 s = 2,7222222 = = 2 horas
2 0,7222222 min x 60 = 43,33332 = = 43 minutos
~ d2x h = 3,14 x 3,5m x 4,7m
4,7m 0,33332 x 60 = = = 19,999 == 20 segundos
4
3
45,21m 1m = 1000 litros 2h 43min 20 seg
45.210 litros
Temperatura Unidades: Celcius, Fahrenheit, Kelvin, Rankine.
Grau de agitação (VIBRAÇÃO) das moléculas
( FREQUÊNCIA = ciclo/segundo = Hertz 1 ciclo/seg). ESCALAS ABSOLUTAS: Kelvin, Rankine
Lâmpada com o oscilador.
1 Hertz s/ diodo pisca 2 vezes.
Escalas
1 Hertz c/ diodo pisca 1 vez.
40 Hertz ou mais não dá pra ver a lâmpada piscar.
20 kHz ser humano não ouve (ultrassom). C° F° K° R°
500 kHz Ondas propagam no espaço - Eletromagnéticas 100° 212° 373° 672°

0° 32° 273° 492°

Congelador -18°

0-170°
2

N-190°
2

Hélio-268°
Zero -273° -460° 0° 0°
Absoluto
(átomo parado).

Gelo = -18°c
Água = 0°c

Refrigeração: Gás expande e cai a temperatura.


Panela de pressão: 60 kpa, 80 kpa.
FLIR - CÂMERA INFRAVERMELHO Água entra em ebulição com temperatura ambiente
Manutenção preditiva em plantas industriais. dependendo da pressão a que está sujeita (vácuo).
Temperatura acima de 1600°c só é medido por
frequência (Infravermelho).
C° F°
100 212 Calor: Energia térmica
Celsius x Fahrenheit
SPAN 2 SPAN 4 Unidades: kcal, BTU
C F-32
= SPAN 1 SPAN 3 Caloria: é a quantidade de calor que altera em 1°C,
5 9
0 32 1 gramo de água.
C° K° 1kCal: é a quantidade de calor que altera em 1°C,
100 373
1 kg de água.
Celsius x Kelvin BTU: Unidade térmica britânica: Quantidade de
SPAN 2 SPAN 4
calor que modifica 1°F, 1 libra de água.
K=C+273 (1 libra = 0,454kg).
SPAN 1 SPAN 3
C=K-273 1kCal = 3,96567BTU
0 273
Calor latente: Quantidade de energia pra modificar o estado
C° R° da matéria.
100 672
Celsius x Rankine
SPAN 2 SPAN 4
C R-492
=
5 9
SPAN 1
0 492
SPAN 3
Q = m.c. t
R° F°
672 212
Rankine x Fahrenheit
SPAN 2 SPAN 4 Substância C(cal/g°C) Substância C(cal/g°C)
F=R-460 Gelo 0,550
R=F+460
SPAN 1 SPAN 3 Alumínio 0,219
492 32 Água 1,000 Mercúrio 0,033
Álcool 0,590 Ouro 0,031
K° R° Prata 0,056
Cobre 0,093
373 672 Vapor d’água 0,480
Kelvin x Rankine Chumbo 0,031
SPAN 2 SPAN 4 Estanho 0,055 Zinco 0,093
R-492 K-273 Ferro 0,119
= SPAN 1 SPAN 3
9 5
273 492
S1 S3
Loop de temperatura - TESTE -7,8 - (-50) s-4 42,2 s-4
s = 5,5 mA
= =
400 - (-50) 20 - 4 450 16
Indicador / Registrador painel S2 S4
TIR200 -50°c a 400°c / 4 a 20mA S1 S3
-15,5 - (-50) s - 4 34,5 s-4
= = s = 5,22 mA
400 - (-50) 20 - 4 450 16
Transmissor de temperatura. S2 S4
Termoresistor - R/I S1 S3
R/I TT200 Termopar - mV/I 93,1 - (-50)
=
s-4 143,1
=
s-4
s = 9,09 mA
-50°c a 400°c / 4 a 20mA 400 - (-50) 20 - 4 450 16
S2 S4
Elemento primário de tempera_
TE200 tura.
RANGE:
Termoresistor É a escala do instrumento. EX: 4 a 20 mA.
PROCESSO Termopar
SPAN:
Medido (sala de aula). É o comprimento da escala. Ex: 16 mA.
Temperatura Corrente Medida Corrente Calculada
21,5°C 6,54 mA
-0,1°C 5,78 mA
Qual é a corrente de saída do TT 200 para 150
-7,8°C 5,50 mA
-15,5°C 5,23 mA TE S
93,1°C 9,09 mA 200° 20mA
400°c 20mA SPAN 2 SPAN 4
Calculado: 400°c = 20mA T S2 S4 S 150° S
-50°c = 4mA -50°c
S1 S3
4mA SPAN 1 SPAN 3
S1 S3 0° 4mA
21,5 - (-50) s-4 71,5 s-4
= = s = 6,54 mA
400 - (-50) 20 - 4 450 16 SPAN 1 SPAN 3 150 I - 4 150 x 16
S2 S4 = = =I - 4
S1 S3 SPAN 2 SPAN 4 200 16 200
-0,1 - (-50) s-4 49,9 s-4
= = s = 5,77 mA 2400
400 - (-50) 20 - 4 450 16
S2 S4 =I - 4 12 = I - 4 12 + 4 = I I = 16
200
Medição de temperatura: Sensor Termopar Tabela de Termopares
(TODO SENSOR EMITE UM SINAL - mV!)
Tipo J, Tipo K, Tipo E
Efeito Seebeck: A milivoltagem gerada por dois FERRO
CONSTANTAN
FE
metais diferentes é proporcional a diferença de (Magnético)
Cu-Ni

temperatura nas junções. ALUMEL


CROMEL Ni-Al
FEM Metal A Ni-Cr (Magnético)
+ JM COBRE CONSTANTAN
JR Cu Cu-Ni
-
Junta de Referência Metal B Junta de medição CROMEL CONSTANTAN
Cu-Ni
(FRIA) (QUENTE) Ni-Cr
NICROSSIL NISIL
Ni-Cr-Si Ni-Si-Mg
Efeito Peltier: A temperatura nas junções de
um par termelétrico é proporcional a corrente PLATINA
PLATINA
RHODIO
circulante (PLACA PELTIER). Pt 13% Rh
Pt
PLATINA
PLATINA
Metal A RHODIO
Pt
Pt 10% Rh
T1 T2 PLATINA PLATINA
RHODIO RHODIO
JR
Metal B + - JM Pt 30% Rh Pt 5% Rh
Junta de Junta
Medição de Temperatura com termopar
Referência Bateria Quente
(forçando uma corrente)
VE - Voltagem não compensada na entrada do indicador.
Se tirar o registrador a voltagem permanece a mesma.
Efeito Thomson: Cada par termelétrico possui VI - Voltagem compensada na entrada do indicador.
seu valor de mV por grau. (TABELAS da apostila (painel).
pg 40). TI - Temperatura indicada (painel).
Troca de Calor Valor pago pela energia elétrica por uma
lâmpada de 200W, 30 dias, 12 horas p/ dia.
Condução: Molécula a molécula. F
Corpo de maior temperatura transfere calor para 1kWH = R$ 0,47
o de menor temperatura por contato.

Convecção: Mudança de densidade. N


Corpo de maior temperatura transfere calor para Tempo: 30 x 12 = 360h
o de menor temperatura por diferença de densidade. Energia: 200W x 360h = 72000
72000 x 0,47 = 33.840 / 1000 = R$ 33,84
Radiação e Irradiação: Ondas eletromagnáticas.
Corpo de maior temperatura transfere calor para Qual é a temperatura da água na saída do
o de menor temperatura quando separados no espaço. trocador de calor?
TI
F

Eletricidade Q = m.c. t
E = 127V C = 1lkcal / kg °c
0 Ʊ
E P -
³ N
R= 4,2 Água = 25,2°c
V = 320 LPH
-6

R I E I -9

-12
I = E = 127 = 30A
R 4,2
P= E xI 127x30 = 3,8kW
10
Energia = Potência x Tempo 1kW - - - 860kCal
Watt x Hora 3,8W - - - X
X= 3,268 kCal
1kWH = R$ 1,42 Q = m.c. t 3,268 = 320.1. t t = 10,21°c
10 lâmpadas de 100 Watts ligadas durante
1 hora = 1kWH Tf = 25,2°c + 10,2°c Tf = 35,4°c
Valor de VE, VI e temperatura °C. Valor de VE, VI e temperatura °C.
TIR200 VI Sensor Valor de VE (TIPO J) TIR200
VI Sensor Valor de VE (TIPO K)
Ambiente Ambiente

Sala de
SOMA AMBIENTE

+
controle VE 25°
-
Tipo J
JR
185°C --- 9,944mV
25°C --- 1,277mV - Sala de
SOMA AMBIENTE

+
controle VE 30°
-
Tipo J
JR
400°C --- 16,397mV
30°C --- 1,203mV -
Campo VE = 8,667mV Campo TIR200 VE = 15,194
Extensor Extensor
Tipo J Valor de VI (TIPO J): Tipo K Valor de VI (TIPO J):
TE 200 + - VI=VE + soma ambiente TE 200 + - TE 200 VI=VE + soma ambiente
TIPO J TIPO J
Junta de Junta de
Medição VI = 8,667 +1,277=9,944° VI = 15,194+1,536=16,397mV
Medição
JM 185° Tipo J JM 400°
Tipo K
Valor de TI Valor de TI
VI=185°C (Tabela Tipo J) VI=307°C (Tabela Tipo J)
Valor de VE, VI e temperatura °C. Valor de VE, VI e temperatura °C.
TIR200 VI Sensor Valor de VE (TIPO K) TIR200
VI Sensor Valor de VE (TIPO K)

Sala de
SOMA AMBIENTE

+
controle VE 32°
-
Ambiente 328°C --- 13,373mV
Tipo K
JR
32°C --- 1,285mV - Sala de
SOMA AMBIENTE

+
controle VE 28°
-
Ambiente
Tipo K
JR
216°C --- 11,665mV
28°C --- 1,432mV -
Campo TIR200
VE = 12,088mV Campo TIR200 VE = 10,233mV
Extensor Extensor
Tipo K Valor de VI (TIPO K): Tipo J Valor de VI (TIPO K):
VI=VE + soma ambiente
TE 200 + - TE 200
TIPO K
TE 200 + - TE 200 VI=VE + soma ambiente
TIPO K
Junta de VI = 12,088 +1,285=13,373mV Junta de
Medição VI = 10,223+1,122=11,355mv
Medição
JM 328° Tipo K JM 216°
Tipo J
Valor de TI Valor de TI
VI= 328° (Tabela Tipo K) VI=279°C (Tabela Tipo K)
LEIS DA TERMOELETRICIDADE 2.3 TERCEIRA LEI: TEMPERATURAS
INTERMEDIÁRIAS

JR Ambiente
Tipo J
Sala de controle 25°c Junta de Referência 3
25°c
Campo
Junta de Medição 3
40°c 40°c Junta de Referência 2
Extensão
Tipo J Junta de Medição 2
80°c 80°c Junta de Referência 1
JM
200°c Tipo J 200°c Junta de Medição 1

A soma das tensões nas divisões do circuito termelétrico


são a tensão em mV em que se encontra na tabela o valor
da temperatura.
Valor de VE, VI e temperatura °C.
VI Tipo J
TIR200 SOMA AMBIENTE

+ - JR
Sala de
VE E3 (Tipo J) ET = E1 + E2 + E3
controle 25°c
Campo 40 --- 2,058 6,244 +
E3 25 --- 1,277 3,335 +
ET = 20,984 +
E3 = 3,335
TE 200 + -
40°c
E2 (Tipo J) VI = ET + AMB J
Extensor
Tipo J E2
80 --- 4,186 VI = 20,984 +
1,277
TE 200 + -
80°c 40 --- 2,058 VI = 22,261
E2 = 6,244
E1 (Tipo K)
TI = 407°, 408°
E1 200 --- 8,138
JM 80 --- 3,267 (TABELA TIPO J)
Tipo K E1 = 11,405
200°c
SISTEMA DE 2 FIOS - XMTR TERMORESISTOR - RTD
Ty100 TIR100 É um sensor que varia seu valor de resistência com
F + Ʊ F a temperatura.
24v 250
N - N Pode ter ligação
com 2, 3 e 4 fios.
Sala de Controle
Campo
E1 E2 E3 Isolamento
4 a 20mA 4 a 20mA Mineral
CONVERSOR -
TT 100
+ Range: 0 a 200°
R= 1
- Camisa s
mV / I + 4 a 20mA
Protetora R - resistência
Ʊ
Na sala de controle tem que ter
uma fonte de até 70V para ligar o R - resistividade do
- Bulbo Cobre
Ʊ
TE 100 + aparelho. P/ cada conversor, será material x mm²/m
necessário uma fonte. Um resistor
250 ohms para medir a corrente.
Bulbo níquel S - Área m²
Quanto maior a temperatura, maior Bulbo Platina l - Comprimento m
a corrente.
JM
200°c
Ʊ
250 x 4mA = 1V
SISTEMA DE 4 FIOS Ʊ
250 x 20mA = 5V
Ʊ TIR200
250
F Ex: PT 100, PT 500, PT 1000
N
Sala de Controle
Campo TABELA PT 100
4 a 20mA 4 a 20mA
F - + Tt200
100 a 0°C Platina Resistividade de materiais
Range: 0 a 200° Ʊ
N + - 4 a 20mA -180°C 27,08 x mm²/m - 20°C

CONVERSOR -57°C 77,52 Alumínio 0,028


mV / I Te200 + - 25°C 109,73 Cobre 0,017
438°C 260,04 Níquel Cromo 1,37
Níquel 1,0
636°C 325,08 Platina 0,218
JM 0°C 100
200°c
Ponte de Wheatstone
114°C - deveria marcar no TI 87°C conforme
Circuito onde há um resistor com valor de resistência processo.
desconhecido Rx, dois resistores R1 e R3, com valores
conhecidos e um resistor ajustável R3 (década Há a opção de ajuste do zero, para ajustar a corrente
de resistência - potenciômetro). Tendo-se igualdade para se encontrar a temperatura. Volta-se ao Span
entre as duas razões: R2/R1 = R3/Rx, a tensão para verficar se está correto. Com 3 fios não é
no ponto central (Voltímetro ou Galvanômetro) será nula, necessário, ponte ficará equilibrada!
e descobre-se o valor da resistência de Rx. Ligação sem ERRO-3 fios!
A
A
R1 Rx R1 It R3
10V +
B D
+ C + - B -
- It R4
R2
R2 R3
I1 I2
D C
Coloca-se o Termoresistor em uma ponte de Whitstone.
Ligação com ERRO-2 fios!

300m

Tab. PT 100
(pg 45) p/ 87°C

RT = 143,76
Tab. PT 100
87°C Processo 114°C p/ 143,76
(pg 45)
Ʊ
PRESSÃO Pressão Arterial: 12/8 cmHg = 120/80 mmHg
Unidades Pressão Atmosférica = 76 cmHg = 760mmHg (nível do mar).
A pressão interna do corpo é maior que a externa.

1,63mCA
FORÇA kgf / cm²
Pressão = N / m² = Pascal (PA) 760 mmHg ABS - 10,33 mCA ABS
ÁREA
Libra / pol² = Psi 120 mmHg ABS - X ABS
Bar 50 kgf X= 1,63 mCA - O indivíduo sopra 1,63 MCA.
1 kgf 1 kgf 50 kgf
Água é a referência de densidade para sólidos e líquidos.
1000 kgf / m³
Área 1cm² Área 1mm² Área 1cm² Peso Específico (X)
Densidade =
Peso Específico da água
1kgf 1kgf 1kgf 100 kgf
= = Ar seco é a referência de densidade para sólidos e líquidos.
cm² mm² 0,01cm² mm² 1,3 kgf / m³
Peso Específico (X)
Pressão = Altura x Peso Específico Densidade =
Peso Específico do Ar seco
Peso específico = Peso / Unidade de Volume´ d = Yazeite = 840 kgf / m³ d = 0,84
Exemplos: Yágua 1000 kgf / m³
Água = 1000 kgf/m³ = 1grf/cm³ 1 tonelada de água.
Mercúrio = 13600 kgf/m³ 13,6 toneladas de água.
d = Ymercúrio = 13600 kgf / m³ d = 13,6
Yágua 1000 kgf / m³
Unidades
Pressão em MCA indicada.
MCA (Metros de coluna d’agua).
MH20 (Milímetro de Mercúrio). Óleo
Inca (Polegada de água) 10m Água 10m d=0,8
d=1
InHg (Polegada de mercúrio) PI PI
10 MCA 8 MCA
MMHg(Milímetro de mercúrio)
Qual a pressão em kgf/m² no fundo dos reser_ 1m² = 100dm² = 10000cm²
vatórios?
300kgf 300kgf
P= = = 1,5 kgf /cm²
0,02 x 10000 200 cm²
Peso da água no reservatório B
A 15m B 15 m
YH2O = Peso Peso = YH2O x Volume
Volume

Peso = 1000 kgf x 60 m³ Peso = 60000kgf


0,1m 0,2m 2m 2m m³
Força Peso da Água Pressão no fundo do reservatório B
Pressão = =
Área Área Força Peso 60000 60000
P= = = = = 15000kgf / m²
Área Área 2m x 2m 4m²
Peso da água no reservatório A 15000
= 1,5 kgf / cm²
Peso 1000cm²
YH2O = Peso = YH2O x Volume
Volume PROVA QUE PRESSÃO DEPENDE
APENAS DA ALTURA
Peso = 1000 kgf x 0,30m³ Peso = 300kgf
m³ Sistema de Unidades

Sistema Distância Massa Tempo Força


Pressão no fundo do reservatório A cm g s
CGS 2 3 Dina 5
x10 x 10 x10
Peso = Força = 300 kgf = 300kgf =15000kgf/m² SI (mks) m kg
x 9,8
s Newton
x9,8
Área 0,2m x 0,1m 0,02m² Tec (kgf) m utm s kgf
RELAÇÕES IMPORTANTES! KGF: é a força para manter uma aceleração Constante
de 1 m/seg a cada segundo em um Corpo de massa1utm.

1KGF/Cm² = 735mmHg = 10MCA = 14,2PSI = 0,98Bar Dinamômetro: Mede Força!


1Bar = 750mmHg = 10,2MCA = 14,5 PSI Balança: Compara Massas!
1ATM = 760mmHg = 10,33MCA = 14,7PSI
1PSI = 51,7mmHg
10MCA = 1kgf/cm² = 735mmHg = 14,2 PSI

Aceleração - metros por segundo a cada segundo.


Dinamômetro Balança
Variação da velocidade V
Aceleração = =
Variação do tempo T Local A Local B
P=m.g m=P/G
Aceleração da Gravidade: Esfera em queda livre
desprezando-se o atrito do ar. Massa em UTM
m = 21 kgf
0 m/s² F=M.A 9,8 m/s²
v4
9,8 m/s² v3 m = 1,22 UTM
v2
19,6 m/s² Massa em kg
v1 ACELERAÇÃO (-) 12 kgf
m = 1,22 UTM x 9,8
v1
29,4 m/s² v2 M M m = 11,9 kg
v3
v4 g=9,8m/s² g=9,2m/s²
39,2 m/s² ACELERAÇÃO (+) v5 v6 v7
Peso no local B em N Peso no local B em Kg
P = 11,9 x 9,2m/s² P = 109,5 N / 9,8
Dina: é a força para manter uma aceleração Constante
P = 109,5 kgm/s² = 109,5 N P = 11,17 Kgf
de 1 cm/seg a cada segundo em um Corpo de massa1g.
Newton: é a força para manter uma aceleração Constante
de 1 m/seg a cada segundo em um Corpo de massa1kg.
Qual a força necessária para elevar a velocidade de um Vácuo parcial é qualquer pressão abaixo
veículo de 1350 kg de 60km/h para 80 km/h em 8
segundos? da pressão atmosférica.
V
F=mxa a= 80 km/h PRESSÃO RELATIVA: É a pressão medida em relação a
T
pressão atmosférica, diferença entre a pressão desconhecida
e a pressão atmosférica local. Pode ser positiva ou negativa
60 km/h 8 segundos em relação a atmosfera.

V = 80 km/h - 60 km/h 20 km/h = 20.000 m / 3600s


T = 8 segundos

a = 20.000 m 20.000 m x 1 20.000 m


=
3600 s 3600 s 8s 28.800 s
8s
a = 0,70m/s²
F=mxa 1350 kg x 0,7 m/s² 945 kgm/s² = 945 N = 96,42 kgf

PRESSÃO DIFERENCIAL: A pressão diferencial é a diferença entre


duas pressões, exceto a pressão atmosférica.

PRESSÃO ABSOLUTA: A pressão absoluta é a pressão total,


incluindo a pressão atmosférica e referida ao zero absoluto.
Ela só pode assumir valores positivos.
P2 P1
BOMBA DE
VÁCUO
380mm
h 760mmHg
380mm

PRESSÃO ABSOLUTA PRESSÃO RELATIVA Pressão diferencial Pressão atmosférica ao


SUBTRAIR A PRESSÃO ATMOSFÉRICA P = P1 - P2 nível do mar = 760mmHg

PRESSÃO RELATIVA PRESSÃO ABSOLUTA Conforme sobe a altitude o valor de 760mmHg


muda.
SOMAR A PRESSÃO ATMOSFÉRICA
Sensor por deformação
Diafragma
Fole

MEDIDORES DE PRESSÃO
Sensor por coluna líquida
PA P1 PA P1 P

Tubo de Bourdon
P
h h

P1 > Pressão atmosférica P1 < Pressão atmosférica


Pressão relativa positiva Pressão relativa positiva P
Sensor elétrico
PIR 250
Strain Gage Cristal de Quartzo Fuxograma
PT 250
Eletrodo
metálico Força
Qual é a corrente de saída do transmossor
P250 ao receber 300 mmHg?
P = 0 mmHg a 500 mmHg
Cristal S = 4 mA a 20 mA
Piezoelétrico
500 mmHg 20 mA
300 mmHg
300 - 0 = S - 4
S mA S = 13,6mA
0 mmHg
500 - 0 20 - 16
4 mA
Loop de medição de processo
Cada Transmissor possui uma fonte.
F + Qual é a pressão no tanque quando a
127V 24V 250
N - corrente de saída do transmissor estiver em
14,22 mA.

4 mA x 250 = 1V
- + 8 mA x 250 = 2V
12 mA x 250 = 3V PI 120 Range do PT120
Hp Lp 16 mA x 250 = 4V PT 120 P = - 200 mmCA a 800 mmHg
20 mA x 250 = 5V S = 4 mA a 20 mA

800 mmHg 20 mA P - (-200) = S - 4


300mmHg P -14,22 mA 800 - (- 200) 20 - 4
-200 mmHg 4 mA P + 200 S-4
=
P = 0 mmHg a 500 mmHg 1000 16
S = 4 mA a 20 mA P = 438,75 mmHg
VAZÃO ou FLUXO
Tabela de Pressão Atmosférica
Quantidade
Altitude mmHg abs psia kgf/cm² abs Vazão = Vazão = Área x Velocidade
Tempo
0 760 14,7 1,033
100 751 14,5 1,020 Unidades de Vazão:
200 742 14,4 1,013
Volume Peso
300 733 14,2 0,999
Litros Newton N
400 725 14,0 0,985 Qv = = Lpm Qp = =
Minuto Hora H
500 716 13,8 0,970 Galão Quilograma força kgf
600 706 13,6 0,956 Qv = = Gpm Qp = =
Minuto Hora H
700 697 13,5 0,949 Metro³ M³ Tonelada T
Qv = = Qp = =
800 689 13,3 0,935 Minuto m Hora H
900 680 13,2 0,928 Massa
1.000 673 13,0 0,914 Quilograma Kg
2.000 596 11,5 0,809 Qm = =
Hora H
3.000 526 10,2 0,717 Unidade Técnica de Massa Utm
Qm = =
5.000 406 7,05 0,552 Hora H
10.000 199 3,85 0,271 Qm =
Tonelada T
=
Hora H

Qual é a pressão nos pneus de um veículo no alto de


uma montanha (3000m) sabendo-se que foram calibrados Qual o fluxo de água na tubulação abaixo em LPM?
ao nível do mar com 28,2 Psi.
3.000m

Nível Água: V = 1,32 m/s - ∅ = 2”


Q=S×V
do Mar
Q = 3,14 x (2)² x 1,32
Pressão Absoluta = Pressão nos pneus + Pressão Atmosférica 4
P abs = 28,2 psi + 14,7 psi P abs = 43,2 psia Q = 0,002674 m³/s
Pressão Pneus = Pressão nos pneus - Pressão Atmosférica

P = 43,2 psi - 10,2 psi = 33,0 psi Q = 2,674 dm³/s = 2,674 LPS = 160 LPM
Qual a velocidade a jusante da redução do diâmetro ENERGIAS EM TUBULAÇÃO
na tubulação abaixo?

Lei da conservação
das massas. EQUAÇÃO DE BERNOULLI
V1² p1 h1 V2² p2 h2
S1V1 = S2V2 + + = + +
2g y 2g y
S1V1 “Energia de entrada é igual a energia de saída.”
V2 =
S2
V1 e V2 = velocidade (m/s)
D1 = 40mm para m ÷ 1000 = 0,040 m
P1 e P2 = pressão (Kgf/m²)
D2 = 20mm para m ÷ 1000 = 0,020 m
h1 e h2 = altura (m)
S1 = 3,14 x (0,040)² = 1,256x10 -³
g = aceleração da gravidade (m/s²)
4
S2 = 3,14 x (0,020)² = 3,14x10 - 4 γ = peso específico (ex: peso específico da
4 água: γh2o = 1000kgf/m³)
1,256x10 -³ x 1,5
V2 = = 6 m/s
3,14x10 - 4
5. Qual a vazão em m³/h necessária para encher o reservatório
Tubulação inclinada com redução do diâmetro.
abaixo em- 18 horas e 35 minutos? Aumenta Energia Cinética
Volume ET
0,85 x 1,22 x 3,05 = 3,162 m³
Tempo
1h 60 mim
X 35 min
X = 0,58
Vazão = 3,162 m³
= 0,170 m³
18,58 h h
1,22 m T3
0,85 m Reduz Energia
Potencial
T1
3,05 m T2
Tubulação horizontal com redução do diâmetro. APLICAÇÃO

Medição de vazão por queda de pressão (ΔP).


Aumenta a
Energia Cinética

Diminui
Energia
Não se altera a de Pressão
Energia Potencial
Se h1 = h2, então:
V1² p1 V2² p2
+ = +
2g y 2g y Vazão em LPM
Tubulação inclinada com o mesmo do diâmetro. Q = S1 x V1

Velocidade
não se altera

Aumenta
Energia
de Pressão
V
Diminui Energia
Potencial
V1² V2²
Se h1 = h2 , então:
2g 2g
p1 h1 p2 h2
+ = +
y y
Medição de vazão por pressão diferencial

V1 V1 V1

Hp Lp
Placa de orifício é um disco com orifício central e saída em
ângulo. A placa de orifício deve ser montada
junto ao eixo do conduto cilíndrico que é provido de duas
tomadas de pressão, a jusante e a montante do disco.
A placa de orifício funciona restringindo a tubulação onde a
medição é realizada.

Verificação das unidades de energia Quando a vazão na tubulação atingir a valor máximo, a saída
do transmissor fornecerá 20 mA para o indicador.
Energia potencial = metro
10 lps Tempo = 1 h Ocorre que a variável vazão não é linear, portanto, para este
Potência Motor = 0,5 kW tipo de medição, é necessário um extrator de raiz.
20m Energia = P x T = 0,5 kW x 1 h =0,5kWh
Motor Eq. Térmico = 0,5 kWh x 860kcal = 430kcal. Exemplo s/ extrator:
Q = 0 a 100 LPM / = 0 a 100 mmca
E = Ec x Pr x Pt
Pressão = 20 mca = 2kgf/cm² Fórmula: Q = k P
Energia Potencial
Energia de pressão: Valor de K: 100 = k 100 k =10
kgf 25% do P : Q = 10 25 = 50 LPM (25% da pressão = 50% da vazão)

P m² kgf m³ 50% do P : Q = 10 50 = 70,7 LPM


EPR = Y = = m² x m³
kgf kgf = 75% do P : Q = 10 75 = 86,6 LPM
100% do P : Q = 10 100 = 100 LPM

Desenhar a escala do indicador Fi300 (Loop com extrator).
Indicador de Fluxo Equação do Extrator FIR 402
de Raiz Dados:
FG 402 P: 0 mmH2O a 400 mmH2O

Extrator de Raiz
S=4 E−4+4 FT 402 Q: 0 GPM a 300 GPM
S = saída do extrator 1 Galão = 3,785 Litros
(4 a 20mA) FE 350
E = entrada do extrator Escala do indicador
Transmissor de Fluxo (4 a 20mA)
mA GPM mmH20
20 300 400
Desenhar a escala do indicador Fi300 (Loop sem extrator). 16 225 300
12 150 200
FI 350 Dados: 8 75 100
P: 0 mmH2O a 400 mmH2O
FT 350 4 0 0
Q: 0 GPM a 300 GPM
FE 350 1 Galão = 3,785 Litros
Medição de vazão de pequenos rios.
Constante K
Comprimento do percurso (m)
Qmáx = k P 300 = k 400 k = 15
Valores intermediários de vazão Profundidades
Largura do
P / 25% = 100mmH2O Q=15 100 Q=150 GPM percurso (m)
P / 50% = 200mmH2O Q=15 200 Q=212,1 GPM
P / 75% = 400mmH2O Q=15 300 Q=259,8 GPM
Vista Superior
Escala do indicador
Utilizam-se 3 tipos de bóia.
mA GPM mmH20 Faz-se a média das profundidades medidas.
20 300 400 Encontra-se a área com a Largura, comprimento e média da
16 259,8 300 profundidades.
Soltam-se as bóias e marca-se o tempo de percurso.
12 212,16 200 Divide-se o comprimento do percurso pelo tempo para encontrar
8 150 100 a velocidade.
Calcula-se a vazão, multiplicando a velocidade pela área.
4 0 0
Peso específico Y e Densidade D Qual é o peso de 150 chapas de alumínio de 2,2m x 1,5m
3,0mm de espessura, dentro da água?
Peso YH2O = 1.000 kgf/m³
Y= Peso
Yal = Volume
Volume Yhg = 13.600 kgf/m³
-
Y Sólidos / Líquidos Y Gases P = 4009,5 kgf
D= D= V = 1,485m³
Água Ar seco V = 1,485m³ x 1000 = 1485 kgf
ELEMENTO DENSIDADE PESO ESPECÍFICO P = 4009,5 kgf - 1485 kgf = 2524,5 kgf
Hidrogênio 0,071 0,0923 kgf/m³ NÍVEL
Hélio 0,128 0,1664 kgf/m³
Nitrogênio 0,81 1,053 kgf/m³ Objetivos:
Oxigênio 1,14 1,482 kgf/m³ - Inventários: Monitorar quantidade em estoque.
Alumínio 2,70 2.700 kgf/m³ - Controle de Abastecimento de processos contínuos
Chumbo 11,34 11.340 kgf/m³ (acumuladores).
Ferro 7,86 7.860 kgf/m³
Mercúrio 13,6 13.600 kgf/m³ Métodos de medição.
Cobre 8,92 8.920 kgf/m³
Diretos
Ouro 19,3 19.300 kgf/m³
É a medição que tomamos como referência a posição do plano
Azeite 0,82 820 kgf/m³
superior da substância. Neste tipo de medição podemos utilizar
O Empuxo representa a força resultante exercida pelo réguas ou gabaritos, visores de nível, bóias ou flutuador.
fluido sobre um corpo. Ou a força igual ao peso do Indiretos
fluido deslocado. Neste tipo de medição o nível é medido indiretamente em função de
grandezas físicas como: pressão, empuxo, radiação e propriedades
Sendo assim: Peso da água do recipiente = 0
elétricas.
Água
Descontínuos
Água Esses medidores são empregados para fornecer indicação apenas
quando o nível atinge certos pontos desejados, como exemplo em
sistema de alarme e segurança de nível alto ou baixo.
Qual é o peso de 150 chapas de alumínio de 2,2m x 1,5m
MEDIÇÃO COM CHAVE DE NÍVEL PENDULAR TIPO BÓIA PÊRA.
3,0mm de espessura?
Peso V = 400ml = 0,4 l
Yal = Volume
P = 300g = 0,3 kgf
V = 2,2m x 1,5m x 0,003m = 9,9x10- ³m³ Capacidade de empuxo na
V= 9,9x10 -³m³ x 150 = 1,485m³ água = 0,4kgf
P = Vol x Yal = 2700 kgf/m³ x 1,485 m³ Quando: Peso = Empuxo
P = 4009,5 kgf Não Acionada Acionada Bóia acionada
MEDIÇÃO COM BÓIA MULTIPONTO

Haste
Reed Switch (aberto)

Reed Switch
Reed Switch (fechado)

Dentro da haste encontra-se em um ponto


pré-determinado onde se deseja alarmar ou
controlar o nível, um reed switch interligado
através de fios aos bornes. Bóia

A bóia magnética sobe e desce de acordo


com o nível do fluido no recipiente. O
magneto da bóia faz com que este comute
Reed Switch
o contato permitindo assim passagem ou
obstrução da corrente elétrica.

MEDIÇÃO COM CHAVE DE PÁ ROTATIVA


A chave de nível pá rotativa é utilizada em aplicações
onde exista grande quantidade de pó. É imune a
travamento do eixo por agregamento ou penetração de As pás da chave de nível são acopladas ao eixo de um motor sín_
pequenas partículas do processo. Entre o eixo e a conexão, crono de baixo torque e baixa velocidade, as quais giram livremente
contém um selo de óleo especialmente projetado para na ausência do produto. Quando o produto envolve as pás o movi_
esta finalidade. O motor é comandado por micro switches mento do giro é interrompido. Nesta condição o motor mantém-se
que têm as funções de ligar quando não existe produto ao em movimento e por um processo mecânico faz com que o motor
redor das pás, e desligar quando o produto estiver em gire em torno do seu eixo acionando uma micro chave de alarme e
contato, evitando assim que o motor trabalhe continuamente. simultaneamente desacionando uma micro chave de desligamento
d o m o t o r
Fácil manutenção, podendo sacar o motor e as partes
internas sem extrair a chave do processo. Sua Quando o nível baixa e libera as pás e a mola faz com que o motor
sensibilidade pode ser facilmente ajustável para qualquer volte em sua posição de trabalho acionando a micro switch que
densidade de pó ou granulados. alimenta o motor que por sua vez fará as pás girarem.
MEDIÇÃO COM ULTRASON Controle de nível - Diagrama funcional

A tecnologia para medição de nível com ultrason se dá através do SL3


envio de ondas ultra-sônicas através do material armazenado,
transferindo de molécula a molécula a vibração da onda, até o TQ2
receptor constituído de material Piezoelétrico (recebe tensão Sl1
elétrica - emite vibração x recebe vibração - emite sinal tensão
TQ1
elétrica) .
SL2
O tempo do som é a base para a medição.
Sl1 - Nível baixo Tq2, NA. Abre com nível baixo.
Os medidores de nível ultra-sônicos são excelentes para medição
de nível e volume de líquidos em tanques e cisternas, e para Sl2 - Nível baixo Tq1, NF. Fecha com nível baixo.
medição de fluxo em canais abertos. Sl3 - Nível alto Tq2, NF. Abre com nível alto.
A medição de nível com ultra-som é especialmente prático quando,
por qualquer razão, não se pode estabelecer contato físico com a Controle de nível - Diagrama elétrico
superfície a ser detectada. Tais razões podem ser por exemplo:
ataque corrosivo do meio de processo contra o material do dispo_ 95
sitivo de medição.
1 96
2 Ls3 - NF (Abre com nível alto)
3
Ls2 - NA (Abre com nível baixo)
4
C1 Ls3 - NF (Abre com nível alto)
A1
A2

Controle de nível - Diagrama funcional

SL3
TQ2
Sl1
TQ1
SL2
Sl1 - Nível baixo Tq2, NA. Abre com nível baixo. Sl1 - Nível alto Tq1, NA. Fecha com nível alto.
Sl2 - Nível baixo Tq1, NF. Fecha com nível baixo. Sl2 - Nível baixo Tq1, NA. Abre com nível baixo.
Sl3 - Nível alto Tq2, NF. Abre com nível alto. Sl3 - Nível alto Tq2, NF. Abre com nível alto.
Controle de nível - Diagrama elétrico
F
95

F 1 96
2 Ls3 - NF (Abre com nível alto)
95
3
Ls2 - NA (Abre com nível baixo)
1 96 3 4
2 Ls3 - NF (Abre com nível alto) 3
C1 Ls1 - NA (Fecha com nível alto)
3 4 4
Ls2 - NA (Abre com nível baixo)
4 A1
C1 Ls1 - NF (Abre com nível alto) A2
N
A1
A2
N
R
S
Controle de nível (Drenagem) - Diagrama funcional T
e4

SL3 c1

TQ2 95
e1
96
SL1
1 2
TQ1 3
SL2 3~

456
Controle de nível por pressão diferencial Controle de nível por pressão diferencial
Transmissor instalado no nível zero. Transmissor instalado abaixo do nível zero.
20 mA LIR 500 20 mA

2800 mm d=0,82 2800 mm d=0,82


Hp Lp LIR 500
4 mA
4 mA
Range 2300 mm d=0,82
Hp Lp
P: 0 mmCA a 2296 mmCA
Saída Folha de calibração estática LT 500 - (novo) -
4 a 20 mA
Microprocessado.
Pressão do nível em 100% (água) = 2800mmCA
Pressão do nível em 100% (óleo) = 2296 mmCA
% mmCA Req. mA
0 1886 4,00
Folha de calibração 25 2460 8,00
50 3034 12,00
% mmCA Req. mA 75 3608 16,00
0 0 4,00 100 4182 20,00
25 574 8,00 75 3608 16,00
50 1148 12,00 50 3034 12,00
75 1722 16,00 25 2460 8,00
100 2296 20,00 0 1886 4,00
75 1722 16,00
50 1148 12,00 Pressão do nível em 100% (água) = 2300mmCA
25 574 8,00 Pressão do nível em 100% (óleo) = 1886 mmCA
0 0 4,00
Folha de calibração estática LT 500 - (antigo)
- Sem CPU.

% mmCA Req. mA
0 0 4,00
25 574 8,00
50 1148 12,00
75 1722 16,00
100 2296 20,00
75 1722 16,00
50 1148 12,00
25 574 8,00
0 0 4,00
OBS: Supressão de zero: 1886 mmCA
Tolerância: + ou - 0,5%
Range: P: 0 mmCA a 2296 mmCA

Procedimento de calibração do transmissor LT150


Instalação para calibração

1° passo: Desativar ajuste de elevação/supressão de zero;


2° passo: Calibrar normalmente o transmissor utilizando
ajuste zero e ajuste de span;
3° passo: Aplicar valor de pressão a ser suprimida no lado
HP do transmissor.
4° passo: Ativar ajuste de supressão e ajustar corrente
(saída) para 4 mA.
O TRANSMISSOR EM CALDEIRA Pressão diferenciada máxima suportada pelo transmissor utilizando
5000 mmH2O = 0,5 kgf/cm².

Pressão máxima nas duas câmeras de medição do transmissor:


140 kgf/cm².

Dados para folha de calibração

HP → 20kgf/cm² + h1 + h2
LP → 20kgf/cm² + h3
ΔP = HP – LP = h2 + h1 – h3 = 2000 mmH2O +
1000 mmH2O – 3300 mmH2O
ΔP = – 330 mmH2O
Com o aumento do consumo de vapor surgem !" Folha de calibração do transmissor
bolhas no interior da caldeira, pois cai a pressão (antigo).
e o nível sobe, porém sem aumentar a quantidade
de líquido. Neste caso, deve-se aumentar a abertura
para a válvula de alimentação da caldeira.
MANIFOLD
Procedimento de retirada de serviço (vaso pressurizado):
1° - Uma volta em V3 para abrir e depois simultâneamente, uma
volta em V2 fechando e em V3 abrindo. Prosseguir até que V3
esteja totalmente aberta e V2 totalmente fechada.
2° - Fechar válvula V1 de bloqueio.
Procedimento de colocar em serviço (vaso pressurizado):
1° - Abrir V1 de bloqueio.

2° - Retirar o ar do instrumento (sangrar ou ventar);

3° - Uma volta em V3 para fechar e depois simultâneamente,


uma volta em V2 fechando e em V3 abrindo. Prosseguir até que
V3 esteja totalmente aberta e V2 totalmente fechada.
VÁLVULAS
VÁLVULAS MANUAIS

Gaveta: somente para bloqueio - baixa pressão

É uma válvula utilizada, geralmente, em sistemas de dreno, sendo


ideal para linhas com sólidos em suspensão. Embora as válvulas-
gaveta sejam fabricadas em várias medidas, em instrumentação
utilizam-se apenas válvulas de 1/4" até 3/4".
Agulha: modulação e bloqueio

É muito utilizada em controles de fluxo em que a variação permitida


seja mínima, devido à sua grande restrição à passagem do fluído.
É a válvula de boa vedação e, por isso, é usada em linha de gás ou
líquidos que não tenham sólidos em suspensão. Raramente é usada
como bloqueio. Em instrumentação, utilizam-se válvulas agulhas de
1/8” até 1/2".
Globo: modulação e bloqueio É utilizada especialmente para gases e líquidos em baixa pressão,
pois possui baixa queda de pressão, baixo custo e ação rápida.
Consiste em um anel do mesmo diâmetro da tubulação, com um
disco que gira dentro do anel em torno de um eixo, abrindo ou
obstruindo a passagem do fluido.

Muitas válvulas tipo borboleta têm um mecanismo do atuador para


segurar a válvula na posição desejada. Quando o fluido é corrosivo
ou erosivo, o corpo e disco podem ser revestidos com materiais
mais resistentes. Em bitolas pequenas, o mais comum é com
alavanca, em bitolas maiores, a válvula é fornecida com volante
e caixa de engrenagem, pode ser, também, com acionamento
automático por sistema hidráulico ou elétrico.

Força no Obturador

Sua principal aplicação é em sistema de bloqueio, devido a sua alta


vedação. É ideal paragases, suportando pequenas quantidades de
sólidos em suspensão. As bitolas mais utilizadas em instrumentação
são de 1/8” a 3/4". Quando se realiza a instalação de uma válvula
globo, deve-se observar a seta de indicação do sentido do fluxo.
Sentido do fluxo deve ser contrário ao sentido de fechamento da
válvula para evitar martelamento do obturador na sede.

Borboleta: modulação
Válvula com atuador Característica de Fluxo x Abertura de Válvula
%
Atuadores tipo: 100

Pneumático 90
Hidráulico 80
Com motor elétrico
70
60
50
40
30
20
10
0
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Fluxo
Igual porcentagem

Abertura linear
Abertura rápida

Obturador e sede usinados com CARBURUNDUM


Dados: Correção do posicionamento aplicando pressão adicional
Diâmetro do atuador: 220mm no atuador.
3,0 PSI a 15,0 PSI
P = Fob = 19 kgf = 0,05 kgf / cm² = 0,715 PSI
Área do Atuador Sat 380 cm²
S = 3,14 x (220)² = 380 cm²
4 Força de 0,715 PSI para anular força contrária.
Força no Atuador: F = P x S Correção automática feita por posicionador de válvula.
Possui ajuste de zero e span. Contém 3 manômetros: um
3 PSI = 0,21 kgf/cm² 0,21 kgf/cm² x 380 cm² = 79,8 kgf para a pressão da saída, um para a pressão de sinal e o
6 PSI = 0,42 kgf/cm² 0,42 kgf/cm² x 380 cm² = 160 kgf terceiro para pressão de alimentação. Precisa de alavanca
9 PSI = 0,63 kgf/cm² 0,63 kgf/cm² x 380 cm² = 239 kgf de realimentação para verificar posicionamento da haste.
Mede através de um servo mecanismo o deslocamento.
12 PSI = 0,84 kgf/cm² 0,84 kgf/cm² x 380 cm² = 319 kgf Ajusta-se o zero.
15 PSI = 1,05 kgf/cm² 1,05 kgf/cm² x 380 cm² = 399 kgf MEDE A POSIÇÃO DA HASTE (0 A 100%) COMPARA
COM O SINAL DE ENTRADA
Constante de mola
M = Variação de força = 399 kgf - 79,8 kgf = 16,8 kgf/mm
Curso 19 mm

Instalação Típica: bypass com 3 válvulas.


1,05 kgf/cm² 0,05 kgf/cm² 1 kgf/cm²
P1 P2

Força no Obturador (Fob).


Fob = Sob x P = 380 cm² x 0,05 kgf/cm² = 19 kgf
Erro: 19mm -- 399kgf Erro (%): 100 -- 399mm
x mm -- 19 kgf X -- 0,9mm
Erro = 0,9mm Erro = 0,22 %
Caso o erro seja maior que o permitido - Aplicar pressão adicional
Válvula Solenoide
Comando de pistão Pneumático com válvula de
2 vias.
Fluxograma
Mola
Mostra ação da Mola

Mostra ação da Solenoide


SA SB SC SD
2 vias - normal fechada. 2 vias - normal aberta. Alívio
1 Diagrama Elétrico
F

3 vias. 5 vias.
N
1 4 2 Recuo Avanço
Comando de pistão Pneumático com válvula de
3 vias.
3 2 51 3 Fluxograma

1 1
5 vias.
4 2 3 2 3 2

Diagrama Elétrico
51 3
F
Pistão Pneumático
Avanço Recuo

N
P P P P Recuo Avanço
Comando de pistão Pneumático com válvula de EFC - Elemento final de controle: É o dispositivo que sob o
5 vias. comando do controlador modifica o valor da variável manipulada.
Fluxograma

1 OS PROCESSOS PODEM SER:


Estáveis: Possui auto estabilização.
3 2 Instáveis: Não possui auto estabilização.

Diagrama Elétrico Alívio


Exemplo Estável:
Controle de nível com tanque de descarga livre.
F
F3
Quanto maior a altura
H1, maior será a velocidade
V1. nível
N H1 Q = S2V2
Recuo
V2 = 2gH1
V2
t
Exemplo Instável:
CONTROLE Controle de nível com bomba de deslocamento positivo.
F3
Processo: É um conjunto de equipamentos ou sistema que
tem como objetivo o transporte de material ou troca de
energia.
H1 Bomba
Termos:

VC ou PV - Variável controlada: é a variável na saída de um


Vazão constante
processo que se deseja manter dentro de um limite.

MV - Variável manipulada: É a variável cujo ajuste correto nível


mantém a variável controlada no Set Point. Transbordo - Vazão de entrada > Vazão de saída.

SET POINT - É um valor pré estabelecido no controlador como Esvazio - Vazão de entrada < Vazão de saída.
referência para a variável controlada. t
Propriedades do processo.

Os atrasos no tempo dos controles dos processos são


determinados por três características: RESISTÊNCIA,
CAPACITÂNCIA e TEMPO MORTO.
Capacitância: É uma mudança na quantidade contida,
por unidade mudada na variável de referência
MONOCAPACITÂNCIA

Volume: 4m³
Vazão de alimentação: 1m³/h
Q = V = T = V = 4000 l = T = 4 horas
BICAPACITÂNCIA
4m T Q 1000 lph

Velocidade de subida do nível:


V = distância = 4000mm = 16,7 mm/min
1m
1m tempo 24 min

MULTICAPACITÂNCIA
1m

4m 1m
Volume: 4m³
Velocidade de subida do nível:
V = distância = 1000mm = 4,17 mm/min
240 min
Uma capacitância relativamente grande é favorável para manter
constante a variável controlada, apesar da mudança de carga.
Porém esta característica faz com que seja mais difícil mudar
a variável para um novo valor, introduzindo um atraso importante
entre uma variação do fluido controlado e o novo valor da
variável controlada.

Capacitância Característica dinâmica do processo.


Capacidade Característica dinâmica do processo.
Resistência: É a parte do processo que resiste a uma
transferência de energia ou de material.
F3 Exemplo

C1 R C2

Tempo Morto: É atraso entre o a ocorrência de um


distúrbio e seu efeito na variável controlada.
Vapor
F3 F3
TI
t(°c) Tempo
Morto
MV (Variável manipulada) - Vazão de vapor.
Água Quente
PV ou VC (Variável controlada) - Temperatura na
água de saída.
t(s)
Água Fria SP (Valor pré estabelecido) - Temperatura desejada.
Controle manual Controle automático
1° - Medição. O operador verifica a temperatura PV ou
VC de água na saída do trocador de calor.

2° - Comparação. O operador compara a temperatura


da água de saída com um valor da água de saída com
um valor pré estabelecido denominado SET POINT.

3° - Computação. O operador, baseado na diferença


entre o valor da variável controlada e o SET POINT
(requerido), decide como e quando atuar no elemento
final de controle.
4° - Correção: O operador modifica o valor da variável
manipulada de acordo com o resultado da computação.
1° - Medição. Um sensor de temperatura (termopar ou Exemplo: Exemplo:
termoresistor) instalado na saída de água quente envia Abre a Fecha a
SP = 80°c SP = 80°c
sinal para transmissor de temperatura (TT200) que válvula 30% válvula 1%
PV = 50°c PV = 81°c
converte em 4 a 20mA a variável de processo (PV). MV = 58% MV = 57%
MV = 28°c MV = 58°c
2° - Comparação. o controlador compara o sinal de
No Start up da máquina, Iguala-se o set point à variável. Sempre
temperatura da água de saída (PV) com um vapor de que o desvio for zero, a saída será de 50%. Desejando-se por
referência pré-estabelecido (set point) (SP). A diferença exemplo que PV seja 80°c quando a válvula estiver com 50%
entre SP e PV ´s chamado de desvio. de abertura, numa vazão de 3 m³/s.
3° - Computação. Computação (PID): o controlador
baseando-se na amplitude e na velocidade do Controle Integral (I): A velocidade de correção é pro_
desvio, calcula um sinal de correção. porcional a amplitude do desvio.
Controle Proporcional (P): A amplitude do sinal de Não tira Offset!
correção é proporcional à amplitude do desvio entre 10% por minuto
SP e PV. 50 5% por minuto
KP= 100% %
KP - Ganho Proporcional BP 40
BP - Banda Proporcional BP= 100% V
KP á 30
l
BP KP FRACA v 20
2,5% por minuto

u
1000 0,1 AÇÃO DIRETA l 10
500 0,2 S=KP(PV-SP)+50% a
0
AÇÃO INVERSA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
200 0,5 S=KP(SP-PV)+50%
Tempo (min)
Abre a Fecha a
100 1,0 Exemplo:
SP = 80°c
válvula 5%
Exemplo:
SP = 80°c
válvula 1%
por por
50 2 PV = 75°c
Minuto
PV = 81°c
Minuto
Reset - Repetições por minuto (RPM)
10 10 TI - Tempo Integral (minutos).

1 100 TI= 1 R=1


FORTE R TI
4° - Correção. o controlador envia um sinal de corre_
TI RPM FRACO ção para o elemento final de controle de acordo com
o resultado da computação.
1000 0,001
Controle de malha aberta.
100 0,01
10 0,1
ENTRADA SAÍDA
1 1 O sinal de entrada não é calculado a partir de uma medição
0,1 10 do sinal de saída.
Exemplo: Imagine um automóvel sem velocímetro.
0,01 100 Deseja-se manter a velocidade constante em um
FORTE determinado valor: 80Km/h. O motorista estima então
com qual pressão ele deverá pisar no acelerador e
mantém o acelerador com esta pressão.
Controle Derivativo (D): A amplitude do sinal de cor_
reção é proporcional a velocidade do desvio entre SP
e PV.
Controle de malha fechada.
Tira Offset!
ENTRADA SAÍDA

O sinal de entrada é calculado a partir de uma medição


do sinal de saída.
Exemplo: Imagine um automóvel com velocímetro.
Deseja-se manter a velocidade constante em um
determinado valor: 80Km/h. O motorista controla então
a pressão no acelerador para manter velocidade de
80km/h no velocímetro.
Controle de malha fechada feedforward. 2.3 START UP
Demanda: 1m³/h
DISTURBIO Fluído: água
Temperatura saída: 80°C
Temperatura entrada: 25°C
ENTRADA SAÍDA Pressão vapor: 10Kgf/cm² ® 11,2 Kgf/cm²
Válvula em 50%
Controle manual

OPERAÇÃO EM AUTOMÁTICO DO TROCADOR


DE CALOR.
O sinal de entrada é calculado a partir de uma medição Com controlador proporcional
do sinal de saída levando-se em consideração o distúrbio
que irá acontecer, e antecipando a correção.
.
Exemplo: Imagine um automóvel com velocímetro.
Deseja-se manter a velocidade constante em um
determinado valor: 80Km/h. O motorista controla então
a pressão no acelerador para manter velocidade de
80km/h no velocímetro. A frente, vê-se uma subida,
e o motorista entende que se mantiver o pedal do
acelerador na mesma posição, a velocidade
cairá. Antes de chegar a ladeira, o motorista acelera
o carro, para que a velocidade não caia.
Após a queda na pressão do vapor de 11,2 Kgf/cm² para 9,2Kgf/cm².
TIC500
START UP A temperatura estabilizou em 75°C, provocando um offset de 5°C
com o controlador em automático.
R/I TT500 Corrigindo o offset.
TE500 Solução 1: mudar o setpoint enquanto há alteração de pressão.
Pi500
1m³/h 80°C
Vapor
1 kgf/cm² FCV500

25°C água
Processo: Trocador de calor.
Dados do projeto: Temperatura de saída: 80°C
Demanda: 1m³/h Temperatura de entrada: 25°C
Fluído: água Pressão do vapor: 10Kgf/cm² Correção exata para pressão de vapor = 9,2Kgf/cm².
Solução 2: utilizar controlador P+I (proporcional + integral)

Com o controlador proporcional mais integral desaparece o offset


porque o controlador modifica a saída até encontrar a correção exata.

A malha de controle estudada até agora, malha de controle por


realimentação (feedback).

Nesse tipo de malha o controlador PID mesmo com os ajustes


otimizados só começa a corrigir quando a variável sai do set point.

- Amplitude de correção proporcional ao desvio (P).


- Amplitude de correção proporcional ao desvio (I).
- Amplitude de correção proporcional a velocidade do desvio (D).

O ideal seria corrigir a variável que provoca distúrbio antes que


essa afete a variável principal. Este tipo de malha é com controle
antecipado de feedfoward.

Você também pode gostar