Apostila do Curso de Direito Tributário Contendo questões já gabaritadas Contendo fichas-resumo

Atualizada até DEZEMBRO 2008. Prof. Jayro Tapajós

1º Capítulo: Conceito de Direito. Direito Público. Direito Tributário. Financiamento do Estado. Tributos. Quantos são os tributos atualmente, suas espécies e primeiras definições. A palavra direito assume diversas acepções, sempre em acordo com o contexto na qual a mesma é utilizada: Por exemplo: Quando alguém afirma – eu tenho direito a estacionar o meu veículo na melhor vaga do prédio, pois, pago pela mesma mediante ato contratual lícito está afirmando um direito subjetivo; se alguém considera tal vaga ao estacionamento um direito de ordem pública e contesta o direito contratual, o juiz ao dirimir a questão está aplicando o direito ao fato, logo direito positivo. Quando se está estudando normas tributárias aplicadas, por exemplo, legislação do imposto de importação, estamos nos referindo a um conjunto de normas que devem ser obedecidas na importação, logo direito objetivo, ou quando alguém sofre determinada injustiça, costumamos dizer que a ação não foi de direito, logo usando o termo no sentido de justiça. A elasticidade do termo e o estudo do Direito em si são tão abrangentes que exigem divisão de cunho didático, daí surgem as especificações do Direito, aqui entendido como ciência jurídica, ou seja, o Direito como sistema jurídico de normas, então teremos: o Direito Público, o Direito Tributário, entre tantos outros ramos do Direito. O Direito visa regular as diversas atividades de natureza humana, assegurando a convivência pacífica entre os seres humanos, para tal o mesmo se especializa em determinados segmentos. O Direito Público diz respeito à presença de interesse público relevante, assim nas relações jurídicas, onde se faz presente o interesse público como parte ativa ou passiva, estaremos diante de normas objetivas de Direito Público. Muitos autores, inclusive, classificam o próprio Direito Tributário como ramo do Direito Público, não significando, notem bem, qualquer grau de hierarquia entre os mesmos, mas vinculação, pois, o Direito Tributário, trata simplesmente das relações entre o Fisco (Estado, Nação) e o Contribuinte ( Pessoas físicas e jurídicas que estejam obrigadas a cumprir determinada obrigação em face da norma tributária vigente), logo, sendo uma das partes (Estado, Nação) de âmbito público, está o ramo tributário vinculado ao mesmo. Direito Tributário, portanto, é o ramo didaticamente autônomo do Direito que estuda as relações jurídicas entre o Estado e o Contribuinte, relativas a instituir, fiscalizar e arrecadar tributos. Sendo o Estado o pólo ativo e o contribuinte o pólo passivo. Assim, o Direito Tributário estuda uma das fontes de recursos das quais o Estado se nutre para fazer face às suas obrigações de Estado, logo, o objetivo do Direito Tributário é regulamentar juridicamente a ação de cobrança de tributos, não está o Direito Tributário preocupado em estudar o destino e o uso desses recursos, mas simplesmente a sua obtenção. O ramo do Direito que estuda o destino e uso desses recursos é o Direito Financeiro.

Segundo as fontes de recursos, as receitas estariam divididas em receitas originárias e derivadas. A primeira é originada dos serviços que o Estado presta ao cidadão, na forma de empresa privada, tal receita é oriunda de um preço a ser pago por ente privado, caso queira usufruir do serviço prestado pelo setor público. Por exemplo: O estádio de futebol pertence a Prefeitura a qual cobra pela cessão do mesmo aos clubes de futebol – aqui temos uma fonte originária de receitas. As receitas derivadas, como o próprio nome já indica, derivam do poder de polícia do Estado, o poder de impor normas que geram obrigação de pagar, fazer ou não fazer, em relação à cobrança de tributos. Exemplos: pagar o imposto de renda tanto pessoa física quanto jurídica; pagar o imposto de importação; pagar a taxa de esgoto; pagar a contribuição social; pagar determinada multa; pagar empréstimos compulsórios, nos casos especificados na lei; apresentar a declaração de imposto de renda anual (fazer), não rasurar os livros contábeis ( não fazer). Assim, enquanto, na obtenção de receita originária há uma relação contratual, na obtenção de receita derivada temos uma relação obrigacional determinada em lei, pois, não há tributo sem lei que o institua. Tributo O artigo 3º do Código Tributário Nacional diz: “tributo é toda prestação pecuniária compulsória – em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir – que não constitua sanção de ato ilícito – instituída em lei – e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.” Vejamos o significado de cada trecho da definição: a) prestação pecuniária compulsória – pagar obrigatoriamente em dinheiro; b) em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir – pagar em moeda corrente, atualmente há débitos em conta automáticos, pagamento por cheque, mas sempre garantido, que se reverterá em moeda corrente; c) que não constitua sanção de ato ilícito – não se refira ao pagamento de multas, sejam multas moratórias, sancionatórias, administrativas, pois, é multa a sanção do ato ilícito, logo multa não é tributo; d) instituída em lei – não existe tributo sem lei que o institua; e) cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada – cobrada através dos agentes (autoridades administrativas ) do fisco, seja municipal, estadual ou federal. Não tem a autoridade fiscal qualquer a possibilidade de estabelecer ato discricionário, por exemplo: escolher quem paga ou não determinado imposto e quanto deverá pagá-lo, o ato da autoridade administrativa é vinculado e será realizado exatamente na forma determinada em lei.

O DIREITO TRIBUTÁRIO NÃO TRATA DAS RECEITAS CONTRATUAIS (ORIGINÁRIAS). taxas e contribuições de melhoria. foi recepcionado pela Constituição e definia as três primeiras espécies: impostos. mediante ato contratual com o setor público é denominada: a) b) c) d) Receita originária Receita derivada Receita objetiva Receita compulsória . positivo (aplicação ao caso concreto) e no sentido de justiça. e) Tributo – prestação pecuniária. Portanto. em moeda corrente. taxa. contribuições de melhoria. empréstimos compulsórios. anterior a Constituição Federal atual. instituída em lei.O CONCEITO DE TRIBUTO OBEDECE A DOIS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS: O PRIMEIRO É O PRINCÍPIO FEDERATIVO E O SEGUNDO É O PRINCÍPIO DA LEGALIDADE ESTRITA. que é gênero. As receitas que derivam do patrimônio de particulares. não é sanção de ato ilícito. f) Tributo: imposto. Exercícios de Fixação: 1 . O Código Tributário Nacional. o entendimento da palavra dependerá do contexto no qual é utilizada: subjetivo (expectativa). o Direito em si é uno. c) Receita Originária – é um preço. taxas. compulsória. contribuições sociais. Tributos e suas espécies: Na Constituição Federal encontramos as espécies denominadas de impostos. logo 5 tipos. Daqui surgia toda discussão doutrinária sobre conter três ou cinco espécies no conceito de tributo. e cobrada mediante atividade plenamente vinculada à lei. O DIREITO TRIBUTÁRIO TRATA DAS RECEITAS DERIVADAS. tem vinculação ao direito público e aos demais ramos do direito. Tal discussão se encontra hoje pacificada e objetivamente deverão ser consideradas as cinco espécies do gênero tributo. d) Receita Derivada – é prestação obrigacional. tributo não é impor penalidade. contribuições sociais e empréstimos compulsórios. Resumo: a) Direito – Possui larga acepção. b) Direito Tributário – ramo didaticamente autônomo. há um contrato. ORIUNDAS DOS TRIBUTOS E DAS MULTAS DE NATUREZA TRIBUTÁRIA E DEMAIS ACESSÓRIOS DA MESMA NATUREZA (JUROS DE MORA). há uma lei. fruto da Constituição anterior a de 1988. objetivo (norma escrita). contribuições de melhoria. pois.

O Direito Tributário não normatiza a) b) c) d) a forma de financiamento do Estado a partir das receitas derivadas a forma de financiamento do Estado a partir das multas tributárias a forma de financiamento do Estado a partir das receitas originárias a forma de financiamento do Estado e de suas receitas. É receita derivada: a) b) c) d) multa preço emolumentos tarifas 4. mediante força de lei é denominada: a) b) c) d) Receita originária Receita derivada Receita objetiva Receita compulsória 3.2. Não faz parte do conceito de tributo. O Direito Financeiro estuda a a) b) c) d) Somente a despesa e a receita Somente a receita tributária Receita. 7. despesa. a) b) c) d) prestação pecuniária compulsória em moeda instituída em lei cobrada mediante atividade plenamente vinculada inclusive a sanção por ato ilícito – multa 6. As receitas públicas que derivam do patrimônio de particulares. É receita originária: a) b) c) d) imposto taxa de esgoto empréstimo compulsório renda de locação de espaço público 5. crédito e orçamento Receita originária .

e) relaciona-se com os demais ramos do Direito Público. 10. destinada a diversas despesas e tal fato não significa vinculação. via de seu artigo: a) b) c) d) Artigo 146 – inciso III. a quem compete a instituição de contribuição de melhoria. O Direito Tributário estuda a a) b) c) d) Somente as receitas originárias As receitas originárias e as sanções As receitas derivadas e as sanções do ato ilícito Somente as receitas derivadas 9. Classificações gerais. relacionando-se com todos os demais ramos dada a unidade do Direito. A partir do artigo 145 da Constituição Federal de 1988 encontramos a competência dos entes federados para instituição dos tributos. Obviamente a arrecadação de impostos será. o Direito Tributário (AFRF/1991): a) é totalmente independente dos demais ramos. Ou seja. assim necessitamos conhecer as diferentes competências (divisão dos tributos e suas espécies). Artigo 146 – inciso I. . Além disso. O CTN foi recepcionado pela Constituição Federal. não se relacionando com os demais ramos. a lei que o instituir não pode vinculá-lo a uma despesa. mediante a Lei Orçamentária. deveremos conhecer as especificações de cada espécie de tributo. 2º Capítulo: Os Tributos e suas especificações. o que significa que o produto de sua arrecadação não pode estar vinculado a um programa de realizações específico. a quem compete instituir empréstimos compulsórios. Artigo 146 – inciso II. possuindo metodologia própria de interpretação e estruturação. e quem tem competência para instituir contribuições sociais – quais são as contribuições denominadas como sociais.8. por exemplo: O imposto é receita não vinculada. Em relação ao Direito como um todo. por exemplo: A quem compete à instituição de impostos. a quem compete à instituição de taxas. não se relacionando com os demais ramos. prescindindo totalmente dos diversos ramos do Direito Privado. c) vincula-se apenas ao Direito Constitucional. Artigo 146 – inciso IV. d) é considerado autônomo apenas do ponto de vista didático. b) vincula-se apenas ao Direito Administrativo. O Fato Gerador.

O que deve o Município instituir? R – Entre os Municípios. herança. desde que não tenham base de cálculo ou fato gerador igual aos já existentes e. o chamado imposto de transmissão “causa mortis”. sendo uma receita vinculada a despesa que fundamentou sua instituição (Ver 150 III b) CF. O que deve o Estado instituir? R – Entre os Estados. Ou seja. Nas demais contribuições – a de intervenção no domínio econômico (CIDE sobre combustíveis. imposto sobre operações financeiras e o imposto sobre grandes fortunas. só que denominado de bens imóveis e melhor para diferenciar da competência do estado – diz-se “inter vivos”. ou seja são 7 os impostos de competência privativa da União. o imposto sobre produtos industrializados. além do que deverão ser não-cumulativos. No entanto. O empréstimo compulsório é de competência especial e exclusiva da União. bem como para atender a investimento público de caráter urgente e relevante interesse nacional. no município há imposto de transmissão. devido tanto por pessoas físicas quanto jurídicas e mais o imposto de renda na fonte. o imposto sobre veículos automotores. de guerra externa ou sua iminência. com exceção da contribuição social para custeio previdenciário dos servidores dos estados e municípios (além da contribuição para iluminação pública – municípios e DF).Princípio da anterioridade sujeita apenas a questão de investimento público. PIS. inclui-se o próprio Distrito Federal. logo mediante lei complementar). desde que. imposto territorial rural. As taxas e as contribuições de melhoria poderão ser instituídas por qualquer das três esferas. exercendo a sua competência cumulativa –o imposto de transmissão de bens imóveis (inter-vivos) e o imposto sobre serviços e o imposto sobre a propriedade territorial urbana. aprovados por lei complementar. Atenção. mais os impostos e contribuições sociais residuais (competência residual. e deverão instituir os impostos denominados imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços ( ICMS). devendo ser instituído por lei complementar para atender a despesas extraordinárias. decorrentes de calamidade pública. CPMF) são de competência especial e exclusiva da União. donde estão constitucionalmente autorizados a instituir tais contribuições previdenciárias todas as esferas de governo. Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) e de . o imposto de transmissão quando se referir a espólio. Os impostos previstos na esfera federal são: O imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. há somente esta exceção e a citada entre parêntesis. o imposto de importação. inclui-se o próprio Distrito Federal. logo proveniente da transferência de bens de um morto – é imposto estadual e quando entre vivos é municipal. PASEP. pois. a isto denomina-se de competência comum.O que deve a União instituir? R – A união poderá instituir os impostos já previstos na Constituição Federal. Idem noventena. o imposto de exportação. As contribuições sociais ( INSS. mais quantos forem no exercício da competência residual.

146III e 150 I e III CF). Imposto Extraordinário – A União poderá instituir por lei ordinária na iminência ou nos casos de guerra externa. são os mais usuais). pressuposto de fato. Atualmente o termo fato gerador está sendo substituído pelo termo fato jurídico tributário. A importância do fato gerador está justamente em determinar a natureza jurídica do tributo. impostos e contribuições sociais outras que não os definidos na própria Constituição desde que sejam não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos já discriminados na Constituição. podendo ter fatos geradores e base de cálculo igual aos já existentes e serão suprimidos gradativamente cessadas as causas de sua criação.interesse das categorias econômicas e profissionais (Crea. No CTN. no máximo. mediante lei complementar. logo conhecer as características de cada tributo e suas especificações sói ser importante para a definição de sua instituição legal. Imposto residual – A União poderá instituir. 5 anos após cessada a guerra. . deve-se registrar que lei complementar exige maioria absoluta de votos do Congresso Nacional para a sua aprovação. para um exame da constitucionalidade da instituição de um determinado tributo. de qualquer modo. cabe conhecer os diversos termos pelos quais os estudiosos e juristas se referem ao fato gerador ( fato jurídico tributário. hipótese de incidência. 07 impostos são de competência privativa da União. sendo no inciso I – o chamado imposto residual e no inciso II – o chamado imposto extraordinário. onde o DF exerce a competência cumulativa. É entendimento doutrinário. mas com hipótese de instituição definida na Constituição Federal no artigo 154. diz-se que é não-vinculado. portanto. e 03 são de competência privativa do Município. forma de apuração. Falta falarmos dos impostos não nominados. uma vez que existem discussões doutrinárias sobre se é a própria lei que faz nascer uma obrigação tributária ou se tal ocorrência se daria objetivamente somente com a ocorrência do fato gerador. fato imponível. 03 são da competência privativa dos Estados e do DF. Lei complementar – necessidade de previsão legal e sujeita ao princípio da anterioridade mitigada (noventena). OAB. tem-se que ter em mente a discussão sobre o seu fato gerador e tal disposição serve secundariamente a própria base de cálculo. Muitos autores denominam estas contribuições de parafiscais. vinculado ou não vinculado. Também. Receita derivada. (Ver arts. RESUMO: Fato Gerador e suas especificações: Do imposto: O fato gerador dos impostos é uma situação que independe de uma contraprestação estatal específica em relação ao contribuinte. CRM) a competência é especial e exclusiva da União. há determinação que tal imposto se esgote.

tais serviços públicos – motivadores da cobrança de taxas – devem ser específicos e divisíveis. temos um exemplo tradicional: a taxa de lixo. tem base de cálculo igual a de impostos. sem definição do fato gerador. a única constitucionalmente aceita. sendo de competência comum as esferas do governo. Aqui alguns termos chamam a nossa atenção como: utilização efetiva ou potencial. Exercícios de Fixação: 11. O termo específico se refere a uma utilidade pública específica. portanto. tendo os limites – máximo individual (o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado) e limite – máximo total (A despesa total para a realização da obra pública). de um serviço público (logo para utilizar é necessário que o serviço exista) e o segundo é o exercício regular do poder de polícia (logo que seja prestado com regularidade). bem determinada e o termo divisível se refere a possibilidade de individualizar os seus devedores. pois. Da contribuição de Melhoria: Na Constituição Federal artigo 145-III surge uma idéia inicial do que seja o fato gerador – A União. uma vez que o serviço existe e está à disposição seja efetiva ou potencial. tanto deverá ser satisfeita por quem gera lixo como por residentes de um determinado logradouro que não gerem lixo. Trata-se de receita vinculada para ressarcimento da despesa com a obra pública e receita derivada. Nota: A Constituição Federal de 1988 estabelece é proibido instituir taxa de expediente. as demais são inconstitucionais. pois. a taxa não poderá ter fato gerador e base de cálculo igual a de um imposto. fato disposto na legislação tributária e por fim o . Quanto ao poder de polícia se refere ao poder regulador e fiscalizador do Estado em proteção ao meioambiente e demais outros cuidados com o fito de proteger o interesse da coletividade em relação aos interesses individuais. tratando-se também de receita derivada e poderá ser instituída por qualquer das esferas governamentais – a chamada competência comum. decorrente de obra pública. Responda escolhendo a única correta: a) – A taxa de expediente é sempre constitucional. c) – Todas as três estão corretas em sua instituição e obedecem aos requisitos constitucionais necessários. primeiro a utilização. tal receita deverá se destinar a suprir as despesas com a prestação de tal serviço público. Logo diz-se que a taxa é receita vinculada. DF e Municípios poderão instituir contribuição de melhoria . portanto. Nos artigos 81 e 82 do CTN vemos o complemento da idéia inicial – fato gerador é a valorização imobiliária decorrente de obra pública. efetiva ou potencial.Da taxa: A taxa admite dois fatos geradores diferenciados. b) – Somente a taxa sobre o consumo de energia possui os critérios de individualidade e divisibilidade. Outro município criou taxa cujo fato gerador era o valor da prestação de serviço de bar e restaurante e um terceiro município instituiu a taxa de zoneamento e localização de açougues a ser cobrada sobre o valor do capital social registrado na junta comercial. Além disso. logo concede a todos uma imunidade sobre tais taxas. d) – Todas são juridicamente inválidas.Determinado município instituiu taxa de expediente a ser cobrada sobre todos os que buscassem informações no balcão da prefeitura. Estados.

assim sendo não faz parte dos requisitos: a) – fixação prévia de prazo. só usado por quem precisar. para impugnação. portanto não se poderá instituir tal taxa nem pelo exercício potencial. pois. dos estados/DF. posto que é um serviço potencialmente à disposição do cidadão. logo. e dos municípios. o qual já conta com fonte de financiamento própria no orçamento da união. como exemplo: os serviços de segurança pública. c) Não. . dentre eles temos: publicação prévia da delimitação da zona beneficiada. publicação prévia do orçamento do custo da obra. dos elementos informativos da obra. não vinculada a qualquer atividade estatal específica em relação ao denominado contribuinte. d) – somente as alternativas b e c estão corretas. não é constitucional.serviço prestado por bares e restaurantes já é tributado pelo ICMS e pelo ISS. não inferior a quinze dias. nem pelo efetivo. basta ter um telefone para contato. que taxas não podem ter como base de cálculo o capital social das empresas. pelos interessados. donde se concluí que a polícia não precisa estar presente em todos os lugares o tempo todo. ainda. O Código Tributário Nacional estabelece. b) – publicação prévia da delimitação da zona beneficiada. d) A questão c estaria integralmente correta se retirasse a sua parte final (nem pelo efetivo). c) – publicação prévia do orçamento do custo da obra. b) A taxa no caso presente é possível. caso ocorram e publicação prévia do memorial descritivo do projeto. 13 – O tributo cuja obrigação tributária apresenta como fato gerador uma situação independente. em face de não se poder instituir receita vinculada a um serviço público obrigatório. pois. regulamentação prévia do processo administrativo de instrução e julgamento de impugnações. pelo serviço efetivo da polícia é possível e constitucional instituir taxa a qual conviveria junto com os impostos. assim a taxa é juridicamente perfeita. teria às feições de uma taxa de serviço. é constitucional uma vez que sempre que for necessário poderá a polícia ser chamada a intervir. 12 – A Contribuição de Melhoria para sua instituição deverá atender a alguns requisitos. tem a natureza jurídica de: a) b) c) d) – imposto – taxa – preço – contribuição parafiscal 14 – Alguns serviços públicos são notoriamente financiados pelos impostos. Assim pergunta-se: É constitucional a instituição de taxa face o exercício potencial do poder de polícia? a) Sim.

mas há caso. d) Somente a lei complementar poderá instituir às contribuições por força de determinação constitucional. definiram como nova espécie do gênero tributo. d) É de competência exclusiva tanto a CIDE quanto a do interesse de categorias profissionais. pode-se afirmar que existe a competência exclusiva plena. desde que seja instituído por lei complementar. se a hantavirose se propagar o Distrito Federal poderá criar um empréstimo compulsório para o combate ao rato. ressalvado pela Constituição. as contribuições. . 18 – Assinale a alternativa ERRADA no tocante a contribuição social: a) Alguns doutrinadores acreditaram inicialmente tratar-se de novo imposto. b) Somente a CIDE é de competência exclusiva. a do interesse de categorias profissionais e a de financiamento da seguridade social são específicas e de competência exclusiva. atualmente pacificadores da questão. assim estaria integralmente correto afirmar: a) A CIDE. logo. como por exemplo. uma vez que a de seguridade social poderá ser instituída. c) Somente a de seguridade é de competência exclusiva. enquanto outros. caso queiram os estados. seja a mesma instituída via lei ordinária. d) – Serve para atender calamidades públicas. c) A contribuição previdenciária está sujeita a regra de anterioridade diferenciada em relação aos demais impostos. com as ressalvas constantes da Constituição Federal. ao interesse de categorias profissionais (OAB) ou para financiar a seguridade social (INSS). ou de nova taxa. precipuamente se houver ameaça iminente de guerra.15 – Assinale a ERRADA: a) – Empréstimo compulsório é espécie do gênero tributo. o distrito federal e os municípios para fazer face as despesas com seus próprios servidores públicos. c) – Empréstimo compulsório é receita derivada e vinculada ao fim para o qual foi instituído. se destinada a intervenção no domínio econômico – Cide. temos um de competência também exclusiva. portanto o tributo de competência exclusiva é: a) b) c) d) taxas preços impostos residuais contribuições especiais ou parafiscais 17 – Dentre as contribuições. b) – A instituição do empréstimo compulsório é de competência exclusiva. b) Admite-se. sendo todas receitas derivadas e vinculadas. em determinadas circunstâncias. 16 – Dentre os tributos de competência privativa da União.

mas materialmente (conteúdo) é realmente uma lei complementar. definindo seus fatos geradores. É devido a tal fato que muitos autores de doutrinas tentam negar a sua condição de lei complementar. podemos afirmar (AFTN1994). naquilo.19 – Leia a frase abaixo e indique se concorda ou se discorda e porque concorda ou discorda: O Código Tributário Nacional é quem regula os tributos ora existentes. 21 – Quem define a natureza jurídica de um tributo. seus sujeitos passivos. não compondo a estrutura impositiva das taxas. III – O traço característico que diferencia taxa da contribuição de melhoria é que esta última tem como pressuposto o fato de o produto de sua arrecadação ter destinação legal voltada à realização de obra pública que valoriza o imóvel do contribuinte. o fato gerador. a) b) c) d) Os três enunciados são falsos Os três são verdadeiros Verdadeiros o primeiro e o segundo. II – Taxa é um tributo não-vinculado que tem como base de cálculo uma grandeza dimensível de fato estranho a qualquer atividade estatal referida ao obrigado. quando recepcionada pela CF de 1967. definindo os institutos de cada espécie do gênero tributos. que decorrem de um fato revelador de uma atividade estatal direta e especificamente dirigida ao contribuinte. . R _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 20 – Sobre o valor de “verdade” dos enunciados que seguem . mas foi aprovado antes da Constituição Federal de 1988. que não contrarie a Constituição Federal. a qualidade de seus contribuintes. o nome com o qual é instituído. quem determina que tal tributo é um imposto. ou seja. uma contribuição de melhoria. I – Os fatos geradores são figuras típicas dos tributos não vinculados. sendo o terceiro verdadeiro. até mesmo porque formalmente a sua votação se deu por maioria simples – logo lei ordinária. precipuamente. sendo o terceiro falso Falsos o primeiro e o segundo. uma taxa. assim veio a teoria da recepção integrá-lo no mundo jurídico. uma contribuição social ou um empréstimo compulsório é: a) b) c) d) a destinação de sua arrecadação. obviamente.

o que não ocorre em relação à calamidade pública e a guerra ou sua iminência. b) O CTN continua com força de lei ordinária. c) O CTN foi recebido como lei complementar. somente a União poderá criar o chamado imposto novo.22 – Escolha. d) Competência extraordinária – A competência extraordinária é só da União. e) Competência exclusiva – A competência exclusiva alguns doutrinadores também intitulam como especial. Os empréstimos compulsórios. d) O CTN é lei complementar em sentido formal. Municípios) e se refere a instituição de taxas e de contribuições de melhoria. para criar o empréstimo compulsório. a calamidade pública e a investimentos urgentes. A União poderá instituir 07 impostos ( II. mas lei ordinária em sentido material. ICMS e IPVA) e os Municípios poderão instituir 03 impostos ( ITBI. das afirmações abaixo. seguindo as determinações constitucionais: poderá ter base de cálculo e fato gerador igual aos já existentes e será criado mediante lei ordinária. somente ao Distrito Federal. ser não-cumulativo e criado mediante Lei Complementar. se destinam a fazer frente a guerras ou a sua iminência. . ainda. modernamente. a criação da contribuição de iluminação pública. Estados/DF. c) Competência residual – A competência residual é só da jurisdição da União. A competência é exclusiva da União. regulamentando a Constituição Federal que o recepcionou. os Estados/DF poderão instituir 03 impostos (ITD. a) O CTN formalmente é lei ordinária. qual está de acordo com a teoria da recepção das normas gerais contidas no Código Tributário Nacional – CTN (AFTN-1998). conforme determina a Constituição Federal de 1988. somente a União poderá criar o chamado imposto para fazer face a guerra ou a sua iminência. caso queiram e cabe aos Municípios. assumirá a competência cumulativa para criar os tributos de competência municipal. As exceções são que compete aos Estados/DF e aos Municípios criar as contribuições de seguridade social de seus próprios funcionários. Resumo das Competências Constitucionais: a) Competência privativa – A competência privativa se refere somente à instituição de impostos de jurisdição federativa. que alguns autores também denominam de especiais ou parafiscais. A questão dos investimentos estará sujeito a observar os princípios constitucionais da noventena e o anterioridade. f) Competência cumulativa – A competência cumulativa se refere. IPI e IGF). IR. mas é revogável por lei ordinária. estadual/df e municipal. ITR. IE. uma vez que não possui municípios. A competência é exclusiva da União. desde que cumpra os requisitos constitucionais determinados: Não ter base de cálculo e nem fato gerador igual aos já existentes. mas com força de lei complementar. ou seja. em face da matéria que trata. sem qualquer exceção. mas tem exceções para criar as denominadas contribuições sociais. IPTU e ISS). ou seja. b) Competência comum – A competência comum é jurisdicionada por todas as pessoas jurídicas de direito público ( União. IOF.

mas simples equilíbrio sistêmico. tendo em mente que um sistema visará sempre dar equilíbrio e ordem a um todo organizado. O princípio Federativo: Estabelecido no artigo 18 da Constituição Federal determina que a organização políticoadministrativa do Brasil compreenderá a União. o DF e os municípios. estabelecendo diretrizes básicas a serem devidamente consideradas. como por exemplo: Direitos e Garantias Individuais. Princípios Constitucionais Gerais: a) Federativo b) Anterioridade ou Anualidade c) Noventena d) Legalidade e) Irretroatividade da lei f) Isonomia ou igualdade g) Uniformidade h) Publicidade Princípios Constitucionais Específicos: a) Proibição ao Confisco b) Proibir que tributos limitem o tráfego c) Proibir diferenças de tratamento tributário d) Não cumulatividade e) Seletividade em função da essencialidade f) Imunidade Objetiva g) Imunidade Subjetiva Assim precisamos conhecer os princípios e a sua aplicação em matéria tributária. a sua importância para o funcionamento equilibrado do Sistema Tributário Nacional. deveríamos denominar o presente estudo de Sistema de Princípios Constitucionais e Tributários. Há princípios de natureza nitidamente tributários e que se encontram marcados na Constituição Federal de 1988. senão em virtude lei – compare-se com o da legalidade. onde só existirá o tributo em virtude de lei. assim em virtude deste princípio são os tributos divididos por competências privativas de cada . No artigo 5º. assim como há princípios de aplicação geral e que têm de ser levados em consideração pelos próprios princípios ditos específicos. os Estados. logo. inciso II vamos encontrar a máxima: ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo. veja-se que não há hierarquia entre eles. pois.3º Capítulo: Princípios Constitucionais Falar de princípios é necessário formular a idéia de um Sistema. se precisamos obrigar a pagar tributos é fundamental que exista lei que obrigue ao seu pagamento.

a União instituir tributos da competência dos Estados. os tributos obrigados a respeitar tal princípio somente poderão ser exigidos a partir do 91º dia da data da publicação da lei que os houver instituído ou aumentado. quando a União. há menos que se esteja sob ameaça de guerra. empréstimos compulsórios em razão de guerra externa ou de calamidade. Assim não é possível cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. a partir do momento que completar 90 dias da publicação da lei. quando a maioria esmagadora de contribuintes pessoas físicas e jurídicas não terão tempo suficiente para planejar o ano tributário seguinte a partir das novas disposições tributárias. via lei ordinária.esfera federativa. somente poderá ser cobrado em 2005. O princípio da Noventena: Estabelecido também no artigo 150 da CF impõe mais uma limitação a todos os tributos. imposto sobre operações financeiras imposto sobre produtos industrializados impostos extraordinários de guerra. poderá instituir impostos.É a forma específica adotada pela Constituição Federal para concretizar o princípio axiológico da não-surpresa. CIDE-combustível. O que isto quer evitar é a publicação de leis tributárias ao final do exercício financeiro. No Brasil. artigo 34). Portanto. não poderá. . Exceções ao princípio da Anterioridade (artigo 150 III “B” da CF/1988): a) b) c) d) e) f) g) h) i) imposto de importação. O princípio da Anterioridade: Estabelecido no artigo 150 da CF. Muitos autores em função da articulação do termo exercício financeiro constante no artigo constitucional em estudo denominam o princípio também como – Anualidade – fruto dos estudiosos do Direito Financeiro e de materialidade orçamentária. pois. ainda que tenham fato gerador e base de cálculo igual a um imposto estadual. um tomar para si o que é da competência de outra esfera. por exemplo. ICMS unifásico – sobre a gasolina para restabelecer alíquotas. veda as três esferas de governo cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. o exercício financeiro coincide com o ano civil (artigo 165 da CF/1988 e Lei nº 4320. Visa garantir a constitucionalidade dos tributos que vierem a ser instituídos nas três esferas de governo. somente. Ou seja. imposto de exportação. Assim temos que um tributo cuja lei vigora no ano de 2004. contribuições para a seguridade social (somente observam a noventena). não podendo. já houve época em que para um tributo pudesse ser cobrado deveria estar previsto na lei orçamentária aprovada previamente ao início da cobrança de um determinado tributo. sendo que já valiam para as contribuições sociais – esta permanece com a noventena. Mas os demais tributos ficam sujeitos a dupla regra: Se a lei está em vigor em 2004 poderá ser cobrado em 2005.

todos os citados foram criados por lei. a eficácia. imposto sobre operações financeiras. segundo o interesse da Nação. cada autor trata o princípio por um de seus nomes já admitidos pela Doutrina. a exemplo do IPTU e do IPVA. com a condição de que esteja transformada em lei até o final do exercício civil na qual foi publicada. ou seja. Exceções ao princípio da Noventena ( art.12. 150. isto quanto à questão da legalidade. deste modo é possível a instituição de tributos mediante Medida Provisória. imposto de exportação. O princípio da Legalidade Restrita: Como já bastante comentamos – é a obrigação da existência de lei para fins de instituição de tributos. Para sabermos qual a lei. acrescente-se a CIDE e o próprio ICMS sobre combustíveis sujeitos a uma única incidência. temos mais o imposto de exportação. inclusive da Noventena: As exceções que iremos listar. Ocorrem tais exceções quanto ao aumento. O prazo é uma condição prévia que visa garantir a obediência ao próprio princípio da anterioridade. imposto de renda. em sua maioria são exceções aparentes. mas também quanto à diminuição de alíquotas. Exceções aos princípios da Legalidade e da Anterioridade.Há outras exceções quanto à base de cálculo. as quais poderão ser determinadas até o dia 31 de dezembro e já valerão a partir do primeiro dia do ano seguinte. registre-se que a Medida Provisória tem “status” de lei ordinária. mas regular o mercado nacional. III “C”): a) b) c) d) e) f) g) imposto de importação. a qual previa a sua majoração mediante atos menores – decretos e portarias. no sentido formal legislativo. o imposto sobre operações financeiras e até a tão atacada CPMF. Registre-se.O Princípio da Noventena possuí outros designativos como princípio da anterioridade nonagesimal ou princípio da anterioridade mitigada. que a CPMF se extinguiu em 31. E quanto à anterioridade são tributos de natureza extrafiscal.2007. imposto de guerra. caso não seja transformada em lei dentro do prazo previsto. perderá então. pois. uma vez que o prazo da Emenda Constitucional que a instituía não foi prorrogado pelo Poder Legislativo Federal. iptu e ipva para definir a base de cálculo. ainda. a função precípua dos mesmos não é arrecadar. fazemos a pesquisa da resposta na Constituição – é esta quem define se Lei Complementar ou Ordinária. . deverá ser a instituidora de tributos. Todas estas exceções são em relação ao aumento ou diminuição de alíquotas. Em Direito Tributário. a exemplo do imposto de importação (decreto do poder executivo) e do imposto sobre produtos industrializados IPI(decreto do poder executivo). empréstimo compulsório para efeito de guerra e de calamidade.

com a entrada em vigor decorrido o prazo denominado “Vacacio Legis”. O princípio da Isonomia ou Igualdade: Aqui a Lei Constitucional. somente poderá haver a cobrança a partir de 1º de janeiro de 2005. dificilmente alguém encontraria imperfeição em tal máxima: daí alguns outros princípios surgem na legislação ordinária de cada tributo como por exemplo: o princípio da proporcionalidade – cada um deve pagar segundo o seu poder aquisitivo. um Município em detrimento de outro. O princípio da Uniformidade: O artigo 151 da Constituição Federal proíbe a União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado. Visa dar garantia aos entes federados de que a tributação oriunda da União não prejudicará um Estado. poderiam indicar na lei que sobre os seus rendimentos o tributo seria de menor montante e isto o princípio da isonomia não permite. antes do vigor da lei. Exemplo: Lei tratando de imposto de renda estabelece como fato gerador a aquisição de empréstimos entre irmãos. artigo 150 fala em: é vedado instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. proibida qualquer distinção em razão da ocupação profissional ou função dos contribuintes. por . em detrimento de outro. deixa claro que não se poderá confundir ato de tributação com concessão de incentivos fiscais. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos.Mas notem a parte final do texto não se aplica aos tributos excepcionalizados de cumprir com o princípio constitucional da anterioridade. ao Distrito Federal ou a Município. obedecidas as demais determinações dos demais princípios. claro. HÁ. NÃO HÁ EXCEÇÕES REFERENTES A TRIBUTOS AO PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE. mas também. admitida a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento sócio-econômico entre as diferentes regiões do País. Alguns autores exercitam a dialética – isonomia é tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais – Aristóteles e. A POSSIBILIDADE DA LEI TRIBUTÁRIA RETROAGIR EM ALGUNS CASOS QUE SERÃO VISTOS ADIANTE. títulos ou direitos. Visa evitar que uma determinada classe de contribuintes seja privilegiada em detrimento de outras classes – por exemplo: a classe dos legisladores que são os que fazem as leis. os fatos geradores de 2004 para trás não poderão ser atingidos. nunca para trás. O princípio da Irretroatividade Benigna: Publicada a lei. uma vez que muitas leis determinam a sua entrada em vigor no dia da própria publicação. como ocorre. de forma a não tornar o tributo de cobrança dita regressivaquanto mais ganha menos paga e vice-versa. caso haja. Lei publicada em 01 de outubro de 2004. vigorando na data de publicação. sujeita a anterioridade. então somente para fatos geradores a contar do vigor da lei poderão ser cobrados tributos. NO ENTANTO.

a retenção de livros fiscais. DF ou dos Municípios. esse é um princípio de tributação chamado de respeito à capacidade contributiva. Todo tributo ao ser instituído deve levar em consideração a capacidade econômica do contribuinte-alvo daquele tributo específico. portanto. mediante suspensão de tributos federais para a Zona Franca de Manaus. pois. devem ser devidamente formalizados todos os procedimentos de natureza tributária-fiscal. dos Municípios. O princípio da não tributação de títulos estaduais e municipais acima da tributação dos próprios títulos federais. em relação ao Estado do Amazonas com a concessão de incentivos fiscais. bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos.exemplo. Ocorre que não há determinação objetiva sobre o que representa um confisco. estaduais ou municipais. o qual poderá ser lavrado tanto nos livros da própria empresa quanto em termos avulsos. mas há algumas exceções previstas na própria CF – artigos 155 e 156. em face do que deverá lavrar o termo de retenção de documentação fiscal. O princípio da Vedação ao Confisco: No artigo 150 da Constituição Federal consta que é proibido a todos os entes federados utilizar tributo com efeito de confisco. do DF. Aqui fica claro que o princípio visa evitar que a União possa interferir na política tributária dos demais entes federativos. O princípio da Publicidade abrange o Direito Público de uma forma geral e ao Direito Tributário. Não se deve confundir este princípio com o da Moratória. Tal princípio vem disposto nos incisos do artigo 151 da CF é diz: É vedado a União tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados. valendo o princípio para a remuneração dos servidores federais. fica tal princípio sujeito ao direito subjetivo de cada um alegá-lo e vê-lo por via judiciária garantido. se houver confisco tal matéria deverá ser declarada pelo Poder Judiciário. Ou seja. ficando cópia de igual teor com o fiscalizado. no entanto. poderá ser excluído o ICMS e o ISS sobre determinados produtos e serviços. significando que os atos praticados pelas autoridades fiscais deverão ser públicos. até porque enquanto isenção é e sempre será um favor fiscal implicando em não . ou seja. Exemplo: o fiscal faz. a União não poderá tributar de forma diferenciada a remuneração pela aplicação em títulos federais. o qual se insere no próprio Direito Público. em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes. estaduais e municipais. Não significa que a Administração Tributária não possa confiscar bens patrimoniais de determinado contribuinte para fazer valer o crédito tributário não pago. no interesse público. onde definem que caberá a lei complementar – leia-se a União. significa sim que no ato de instituição do tributo o mesmo não deverá ser tão elevado que resulte no efeito de um confisco patrimonial. O princípio da não invasão de competências: Diz o artigo 151 no inciso III da CF é vedado a União instituir isenções de tributos da competência dos Estados.

o cigarro sendo um produto nada essencial terá tributação elevada. logo quanto mais essencial menor tributação e vice-versa. se transformou em imunidade como sempre deveria ter sido. a qual poderá estabelecer diferenças em razão de procedência ou destino de produtos na importação. Sobre moratória a União poderá. O princípio da Não-cumulatividade: Atualmente serão não cumulativos os impostos sob a obediência ao princípio elencado no artigo 153 da CF e temos: o imposto sobre produtos industrializados. pois. Veja que não há proibição expressa a União. Com a Emenda Constitucional recente. O princípio da não-limitação ao tráfego: O artigo 152 da CF diz que é vedado aos Estados. a essencialidade é critério para avaliar a menor ou maior tributação. O princípio da Seletividade: Tal princípio determinado no artigo 153 da Constituição Federal é obrigatório no tocante a sua observância para o IPI e será opcional a sua observância para o ICMS. aos livros. a moratória será uma dilatação de prazo para que o pagamento do tributo seja efetuado. enquanto os produtos alimentícios compostos pela cesta básica terão baixa ou nenhuma tributação. Era a chamada isenção heterônoma. em razão de sua procedência ou destino. de qualquer natureza. por exemplo. . bem como a Contribuição Social. ao ouro ativo financeiro. significa que uma mercadoria será tributada em função da essencialidade da mesma para a sociedade. o ICMS. exclusiva da União.pagamento do tributo. DF e Municípios estabelecer diferenças tributárias entre bens e serviços. assim evita-se que determinado ente federado possa praticar alíquotas diferenciadas internas em razão da procedência ou destino de determinado produto. em listagem bastante extensiva: Listagem de Imunidades: Imunidade quanto a pagamento de taxas: o direito a petição aos poderes públicos. conceder aos devedores dos estados. o imposto próprio da competência residual. além do Pis e do Pasep incidentes sobre a importação. df e municípios. Imunidade do IPI em relação à exportação. Não incidência constitucional é o princípio denominado Imunidade: Determinadas mercadorias ou pessoas são imunes à tributação de determinados tributos. desde que conceda aos seus próprios devedores. Imunidade da receita de exportação em relação às contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico. denominada COFINS. exportação e na fixação de alíquotas interestaduais do ICMS. aos jornais e aos periódicos. previsão contida em diversos dispositivos constitucionais. a obtenção de certidões em repartições públicas. bem como aos lubrificantes e combustíveis em geral. Alguns autores confundem tal princípio e lhe denominam de princípio da essencialidade. o correto é princípio da seletividade.

vinculada as suas finalidades essenciais. pois. sem fins lucrativos que atenda aos requisitos de lei. Isenção é matéria reservada a lei infraconstitucional. pois. ao DF e aos Municípios instituir impostos sobre (veja bem a expressão aqui é impostos – Não é TRIBUTOS). conforme abaixo: Imunidades subjetivas A imunidade recíproca – Art. ou qualquer outro imposto sobre o patrimônio. não faz parte da mesma. logo. A Imunidade Recíproca é também extensiva às entidades beneficentes de assistência social. também no tocante às suas finalidades essenciais. portanto. a menores. . é apenas uma construção não muito feliz do artigo constitucional.12. III – promova efetivamente a assistência social beneficente. não se refere a contribuições parafiscais. São os requisitos: I – que seja reconhecida como de utilidade pública federal. não se refere a contribuição de melhoria. As imunidades acima são bastante taxativas. A CPMF foi extinta em 31. exploradas por proprietário que não possua outro imóvel. inclusive educacional ou de saúde. logo somente se refere a impostos. onde se vê. extensiva às autarquias e ás fundações instituídas e mantidas pelo poder público. Tal disposição é extensiva aos partidos políticos. uma vez que sempre onde a constituição determinar é vedado cobrar tributo. vamos nos deparar com a palavra isenção no dispositivo constitucional. aos Estados. é a tal entidade que o princípio se destina. a renda ou serviços. Tem-se também a imunidade em relação a CPMF nos casos elencados no artigo 85 das Disposições Transitórias da CF. é vedado a União. a idosos. temos outras imunidades.2007. excepcionais ou pessoas carentes. são imunes a contribuição social as sociedades beneficientes de assistência social declaradas de utilidade pública. Também são imunes transferências de imóveis efetivamente desapropriados para fins de reforma agrária. desde que sejam impostos. ou imposto estaremos diante da chamada não-incidência constitucional. aquisição de ações em bolsa. a renda ou serviços uns dos outros. II – que seja portadora do certificado e do registro de Entidade de Fins Filantrópicos. entre outras que: não incidirá CPMF sobre contas abertas especialmente para serviços de compensação e de liquidação. Assim não haverá como um ente federado cobrar imposto sobre a renda auferida por outro ente federado.É vedado instituir impostos sobre o patrimônio. estadual ou do DF ou Municipal. fornecido órgão responsável. não se refere à taxa. indicam o tributo para a qual se aplica. aos templos de qualquer culto e aos sindicatos de trabalhadores. 150 da CF Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte.Imunidade do ITR em relação a pequenas glebas rurais. Muitas vezes ao estudarmos tais imunidades constitucionais. imunidade.

preceitos de segurança jurídica. do DF e dos Municípios. sócios. o sistema tributário está alicerçado em princípios constitucionais. dos Estados. anualmente ao órgão do INSS competente. Quadro Resumo da Tributação: Tipo de Base CF/88 Organização Empresas Artigo 150 Públicas e Parágrafo 2º Sociedades de Economia Mista. Os princípios estudados foram: Federativo – O Brasil é uma República Federativa. Seguridade Contribuições Tributos renda e Social de Melhoria serviços SIM NÃO SIM SIM SIM SIM SIM SIM NÃO NÃO (só recolhe o valor retido dos empregados). remuneração e não usufruam vantagens ou benefícios a qualquer título. outros vedando as três esferas de governo. SIM SIM RESUMO DO CAPÍTULO: Como já foi afirmado todo sistema está estruturado a partir de princípios. formada pela união indissolúvel da União. formulando deste modo. formando três esferas de governo – a federal.IV – não percebam seus diretores. em questão tributária. Empresas Privadas Autarquias e Fundações Públicas Entidades Beneficentes de Assistência Social Artigo 150VI letra “c” e Artigo 195 parágrafo 7º Impostos s/ Contribuições Taxas e Outros patrimônio. instituidores ou benfeitores. conselheiros. . V – aplique integralmente o eventual resultado operacional na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos institucionais apresentando. alguns vedando a União de praticar determinados atos. assim limitando a competência dos entes federativos. relatório circunstanciado de suas atividades.

e significa que um tributo não poderá ser cobrado no mesmo exercício em que a lei entra em vigor. se haverá a obrigação tributária principal de pagar o imposto. portanto. surge a obrigação tributária. Desta forma. Ainda. por conseguinte. i) j) k) l) m) n) o) p) h) i) j) k) l) m) n) Federativo Anterioridade ou Anualidade Noventena Legalidade Irretroatividade da lei Isonomia ou igualdade Uniformidade Publicidade Proibição ao Confisco Proibir que tributos limitem o tráfego Proibir diferenças de tratamento tributário Não cumulatividade Seletividade em função da essencialidade Imunidade Objetiva Imunidade Subjetiva Campo de Incidência: Dizemos que um fato tributável está no campo de incidência se o fato hipótese representa o nascimento do fato gerador da obrigação tributária principal.a estadual e a municipal e em matéria tributária a CF determina competências de cada ente federativo repartindo os tributos específicos de cada ente federativo. a corrente majoritária é no sentido de que: Produtos de alíquota positiva – estão no campo de incidência. portanto. um dever a ser cumprido. Não estar no campo de incidência significa que não ocorre o fato gerador. nasce a obrigação tributária. . não nasce o crédito tributário. e somente pode-se fazer um favor se existir uma obrigação. está excluído por força da lei complementar. Assim a isenção tem a função de excluir o crédito tributário. estar no campo de incidência significa que ocorre o fato gerador. tanto no caso de isenção quanto de anistia (perdão somente da penalidade) nasce o fato gerador. que haja algumas divergências entre os doutrinadores. ou seja. mas não nasce o crédito tributário. Produtos imunes – não estão no campo de incidência. ou seja. denominada Código Tributário Nacional. particular atenção deve ser dada que não é referente somente a imposto. a qual por via do lançamento. materializa o crédito tributário. não nasce a obrigação tributária e. mas sim a tributos. Produtos isentos (favor fiscal) – estão no campo de incidência. Anterioridade – Atua sobre as três esferas e se refere a tributos de forma genérica. somente no exercício seguinte ao vigor da lei. pois. Alguns autores denominam também de anualidade. mas rigorosamente não tem o mesmo significado. Produtos de alíquota zero – estão no campo de incidência. A isenção é um favor fiscal. logo a lei precisa estar em vigor no exercício anterior à sua cobrança – daí o termo anterioridade.

26 – Face ao disposto na Constituição do Brasil pertinente ao princípio da anualidade. Exercícios de Fixação: 23 – Os contribuintes de cada um dos impostos são previstos na: a) b) c) d) Constituição Federal Lei complementar Lei ordinária Leis orgânicas municipais (constituições municipais). a moratória e a imunidade. FAZENDO VALER OS DIREITOS E GARANTIAS DOS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS. b) tributo instituído em um exercício só poderá ser exigido a partir do primeiro dia do exercício seguinte. É O DENOMINADO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. 24 – O princípio da legalidade é: a) b) c) d) um princípio de interpretação das leis. a imunidade e a decadência. d) o princípio da anualidade não alcança as taxas. da anterioridade e a imunidade tributária. um princípio limitativo do poder de tributar. os princípios da legalidade. e) o princípio da anualidade só diz respeito aos impostos e contribuições de melhoria.ENQUANTO A COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL DÁ O PODER PARA QUE O ESTADO POSSA TRIBUTAR OS CONTRIBUINTES E RESPONSÁVEIS. PORTANTO. OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS ESTABELECEM A LIMITAÇÃO DE TAL PODER. c) imposto criado no início de determinado exercício não observa o princípio da anualidade. 25 – Classificam-se como limitações constitucionais ao poder de tributar (TRF 1985): a) b) c) d) e) a liminar em mandado de segurança. marque a alternativa correta (TRF 1985): a) tributo instituído em determinado exercício poderá ser exigido no mesmo exercício. SISTEMA: IDÉIA DE EQUILÍBRIO DE FORÇAS. a isenção e a imunidade. . fonte secundária uma garantia do Estado (Nação).

NÃO. SIM. DF. noventena. NÃO. anterioridade. conforme abaixo: DA UNIÃO: Do Imposto de Importação (artigos 153 CF e 19 a 22 CTN). 30 – Responda sim ou não. Municípios. denominada de “discriminação constitucional de rendas”. A competência para instituir tributos é delegável? A competência para arrecadar e fiscalizar tributos desde que cometida à outra pessoa jurídica de Direito Público é delegável? a) b) c) d) SIM. d) aos Estados. NÃO. noventena. 28 – A Contribuição para o financiamento da seguridade social está sujeita ao princípio: a) b) c) d) anualidade. 29 – O princípio que veda à União e demais entes federativos de cobrar tributos no mesmo exercício que os haja instituído ou que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou: a) b) c) d) e) irretroatividade benigna. seletividade. SIM. discriminação esta seguida e regulamentada no Código Tributário Nacional. legalidade. b) quando autorizada pelo Poder Executivo. serviços. anterioridade. salvo: (AFRF 1980) a) quando autorizada pelo Congresso. 4º Capítulo: Os impostos privativos – Livro Primeiro do Código Tributário Nacional A Constituição Federal de 1988 apresenta a seguinte distribuição. SIM. c) a atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos ou de executar leis. Fato Gerador – A entrada de mercadoria no território nacional.27 – A competência tributária não pode ser delegada. anualidade. conferida por uma pessoa jurídica de Direito Público a outra. . NÃO. atos ou decisões administrativas em matéria tributária.

jornais e periódicos e o papel destinado a produzi-los. Do Imposto de Renda e Proventos de qualquer natureza ( art 153 CF e arts. ao tempo da importação. Conversão da Moeda Estrangeira – Se a declaração de importação se der em moeda estrangeira.o exportador ou quem a lei a ele equiparar. 153 CF e Arts. Quando a alíquota for “ad valorem” o preço normal que o produto ou seu similar alcançaria. é extrafiscal – a proteção da indústria nacional. Em virtude disso. uma vez que se trata de imposto com finalidade extrafiscal. destinado a fabricar livros.Base de Cálculo – 02 hipóteses: 1ª Quando a alíquota for específica. Contribuinte . 43 a 45 CTN): . Base de Cálculo – 02 hipóteses: Quando a alíquota for específica – a unidade de medida. além do papel destinado à sua impressão. Do Imposto de Exportação ( Art. os jornais e os periódicos. alguns autores dizem que o imposto de importação não se sujeita em relação à alteração de alíquotas ao princípio da legalidade. As alterações de alíquota não se sujeitam aos princípios da legalidade e da anterioridade. para entrega no porto ou lugar de entrada do produto no País. Ex: Bebida importada pagará R$ a cada litro importado. em uma venda em condições de livre concorrência. Note-se que tal exceção é fundamental e constitucional. 23 a 28 CTN): Fato Gerador – A saída de mercadoria do território nacional. São Imunes ao imposto de importação: O ouro. Imunidades: não se aplica sobre o ouro ativo financeiro ou instrumento cambial e sobre os livros. Os livros. 2ª Quando a alíquota for “ad valorem” – o preço normal que o produto ou seu similar alcançaria. pois. quando ativo financeiro ou instrumento cambial. Ou seja. Alteração de alíquotas: mediante decreto do poder executivo. Contribuinte: o importador ou quem a lei a ele equiparar. ao tempo da exportação. trata-se de um imposto com finalidade que supera a finalidade fiscal. jornais e periódicos. em uma venda em condições de livre concorrência. bem como não se sujeita ao da anterioridade. do papel-jornal. será a unidade de medida. será convertida ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador.

Base de Cálculo – Na importação: o preço normal acrescido do imposto de importação e demais encargos cambiais. Contribuinte – Na importação: o importador. Montante presumido – antecipação de um lucro líquido esperado. Proventos de qualquer natureza – Os acréscimos patrimoniais – ex: lucro na venda de um imóvel. disponibilidade jurídica – venda a prazo. Renda – O produto do capital. Responsável – A fonte pagadora. do trabalho ou da combinação de ambos. Contribuinte – O titular da disponibilidade . realizado e disponibilidade jurídica é o ganho garantido por contrato. pela retenção na fonte. também tido como princípio da capacidade contributiva. Montante arbitrado – determinado pela autoridade fazendária. ainda que efetivamente não obtido. maior a alíquota). presumido. da fonte produtiva de renda ou dos proventos de qualquer natureza. Disponibilidade econômica é o ganho concreto. da renda e dos proventos de qualquer natureza. arbitrado. O possuidor. A saída. Na saída: o valor da operação.Fato Gerador – Aquisição de disponibilidade de rendas e proventos de qualquer natureza. Montante real – lucro líquido auferido pela pessoa jurídica e renda líquida pelas pessoas físicas. . seja disponibilidade econômica ou jurídica. em relação à determinada pessoa jurídica. quando não merecerem fé as declarações e comprovações apresentadas pelos contribuintes. a qualquer título. da universalidade (sobre todas as rendas e proventos) e da progressividade (quanto maior a base de cálculo. a qualquer título. Obedece aos princípios constitucionais da generalidade (pois abrange a todas as pessoas físicas e jurídicas). Ex: disponibilidade econômica – percepção do salário mensal. Base de Cálculo – O montante real. Na saída nacional: o industrial ou quem a lei a ele equiparar. Do Imposto sobre Produtos Industrializados: Fato Gerador – O desembaraço aduaneiro na importação. do contribuinte ou equiparado a contribuinte.

as variações nas alíquotas do IPI estão sujeitas à noventena. . 63 a 67 do CTN): O imposto sobre operações financeiras é apelidado de IOF e é aplicado sobre operações de: . quem praticar uma troca de moeda nacional por estrangeira ou vice-versa. Há dois fatos geradores excludentes: quando ocorrer o fato gerador em relação a uma operação de crédito (empréstimo) NÃO ocorrerá o fato gerador referente a títulos e valores mobiliários e vice-versa. Fato Gerador – Será diferenciado em função de cada operação nominada: Quanto à operação de crédito – a efetivação do crédito total ou parcial ou. Quanto à operação de câmbio – a efetivação pela entrega da moeda nacional ou estrangeira. Ou seja.Câmbio. combustíveis e minerais. ainda. ainda. jornais e periódicos e o papel destinado a produzi-los.Valores Mobiliários (ações). tanto realizado quanto posto á disposição. pelo recebimento do prêmio. Alguns doutrinadores indicavam a necessidade de que tais alíquotas se sujeitassem ao princípio da noventena (entrar em vigor 90 dias após a publicação do decreto). 153 e arts.Crédito. . ou de documento (cheque) equivalente. Quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários: a emissão do título. quem comercializar títulos e ações em bolsa de valores estará diante do presente imposto. derivados de petróleo.Imunidades: Não incide IPI sobre a exportação para o exterior. a transmissão do título. colocado à disposição do interessado. ocorrerá sempre o fato gerador específico a cada operação. quem contratar seguro. a operação de crédito é uma operação com títulos. também não incide sobre energia elétrica. Alíquotas – São baixadas por decretos presidenciais e não se sujeitam aos princípios da legalidade e da anterioridade.Títulos. o fato gerador quando ocorrer na emissão do título não ocorrerá no resgate e vice-versa. . Em resumo. . o pagamento ou resgate. bem como não incide sobre o ouro ativo financeiro ou instrumento cambial. Atualmente já é parte de previsão constitucional. Não incide IPI sobre livros.Seguro. No entanto. Quanto à operação de seguro – a efetivação pela emissão da apólice ou documento equivalente ou. Do Imposto sobre Operações Financeiras (CF art. serviços de telecomunicações. logo. assim uma excluí a outra e nas operações em bolsa. . Obedece ao princípio da Não – cumulatividade e será seletivo em função da essencialidade do produto. quem realizar um financiamento.

rede de iluminação pública. na transmissão: o valor da cotação em bolsa. Imunidade: O ITR não incide sobre pequenas glebas rurais. Do Imposto Territorial Rural – ITR (Art. sem benfeitorias. será rural o que não for urbano e para ser considerado urbano deverá apresentar. segundo as operações previstas. e no pagamento ou resgate: o preço. quando as cultive só ou com a sua família proprietário que não possua outro imóvel. . com canalização de águas pluviais. 153 CF e Arts. e posto de saúde – a no máximo 3 KM do imóvel. 29 a 31 CTN): O imposto territorial rural incide sobre a propriedade. são excludentes. pelo menos. ou seja. dois tipos dos melhoramentos abaixo: meio-fio ou calçamento. Por exclusão. Contribuintes: Qualquer das partes. Do Imposto sobre Grandes Fortunas (Artigo 153 CF): Apesar de previsto pela Constituição Federal de 1988 não foi instituído pela União.Base de Cálculo: Na operação de crédito – o montante da obrigação (principal mais juros). Base de Cálculo: O valor fundiário. Na operação de seguro – o montante do prêmio. Incide sobre o ouro ativo financeiro ou instrumento cambial à alíquota de 1% (um por cento). o valor da terra nua. Na operação de câmbio – o montante da moeda nacional. Na operação de títulos e valores mobiliários – depende do momento: Na emissão: o valor nominal mais o ágio. esgotos sanitários. abastecimento de água. Desta forma quando cobrado o ITR não poderá ser cobrado o IPTU e vice-versa. e do produto dessa arrecadação 30% (Estados e DF ) e 70% destinado ao Município de origem. escola primária – a no máximo 3 KM do imóvel. a posse ou domínio útil de terrenos localizados na área rural de um município. alegando os doutrinadores que deverá ser instituído por lei complementar a fim de que defina o que é grande fortuna. Alíquotas: Não se sujeitam à anterioridade. pois.

portanto. na transferência de imóveis será a pessoa jurídica de direito público onde o imóvel se localizar. mesmo que tais comunicações se iniciem no exterior. Quanto à entidade federativa titular. jornal e periódicos e o papel destinado a fabricá-los. Incide na prestação de serviços com fornecimento de mercadorias. 155 CF e Arts. Base de Cálculo – É o valor de mercado do bem ou direito transmitido. Contribuinte – Qualquer das partes. ainda. sobre comunicações de forma genérica. incide. Do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação: O presente imposto necessita ser conhecido a partir de seu próprio nome.DOS ESTADOS. sobre a circulação de mercadorias tanto nacionais quanto estrangeiras. . logo. . Imunidades: Não incide sobre a exportação. DF: Do Imposto sobre a transmissão de propriedade ou de direitos – ITD (Art. Incide sobre a importação tanto a praticada por pessoas físicas quanto jurídicas. Alíquota – Alíquota máxima fixada pelo Senado Federal. Quanto à transmissão de bens: poderá ser do estado onde processar o inventário ou arrolamento.Ex: Bar e Restaurantes. Será não-cumulativo Poderá ser seletivo Alíquotas máximas fixadas pelo Senado Federal. incide sobre serviços de transporte interestadual e intermunicipal. 38 a 42 do CTN): Fato Gerador – A transmissão de propriedade de bens móveis e imóveis ou de direitos via doação ou herança. não incide sobre transporte exclusivamente municipal e incide. onde tiver domicílio o doador. Portanto recebe o nome de Imposto “Causa Mortis”. quando ativo financeiro ou instrumento cambial. Imunidade – Imóveis transferidos para fins de reforma agrária. não incide sobre o papel. ou ainda. ou até mesmo poderá ser o DF. não incide sobre o ouro.

Contribuinte – proprietário. no entanto. a posse de bem imóvel. Poderá ser progressivo em função da finalidade social do imóvel urbano. Contribuinte – O proprietário. Alíquotas Mínimas fixadas pelo Senado Federal. ou quem o possuir a qualquer título. Responsável – O adquirente. o domínio útil. titular do domínio útil (enfiteuta ou foreiro). por ato oneroso. pessoas ou bens. motocicletas. Do imposto sobre a propriedade de veículos automotores: Fato Gerador: É a propriedade sobre veículo automotor. caracterizar confisco. no tocante a serviços é o valor da operação. Do imposto sobre a transmissão de bens imóveis “Inter vivos”: Imposto sobre transmissão “intervivos” a qualquer título. Fato Gerador: Transmissão ou Acessão. não podendo. Ex: Automóveis. por natureza ou por acessão física. inclusive a cessão de aquisição de direitos. assim entendido qualquer veículo com propulsão por meio de motor. localizado na zona urbana. Não-incidência: Não é cobrado. e. de bens imóveis por natureza ou acessão física e de direitos relativos. DOS MUNICÍPIOS. IPVA de embarcações e de aeronaves. por força de jurisprudência reinante. exceto os de garantia.Base de cálculo – A base de cálculo principal no tocante a mercadorias é o valor da operação. Base de cálculo – O valor do veículo. Base de Cálculo: valor venal ou valor dos direitos transmitidos. DF: Do imposto sobre a propriedade territorial urbana: Fato Gerador – A propriedade. Base de cálculo – Valor venal do imóvel. . com fabricação autorizada e destinada ao transporte de mercadorias.

Noções sobre o Simples Nacional: Primeiro é fundamental esclarecer que o denominado “simples” não é um tributo. os sindicatos de trabalhadores ou seja. a dos respectivos fatos geradores. DF. II – regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. especialmente sobre a definição de tributos e suas espécies. IPTU. DF e Municípios não poderão cobrar os impostos de sua competência privativa sobre a União. IPVA. Imunidade: A exportação de serviços. a principal é a imunidade denominada de recíproca – proibido tributar os entes federativos e suas autarquias. Art. logo. o Distrito Federal e os Municípios. os Estados. bases de cálculo e contribuintes. assim como os Estados. ISS) se submetem as mesmas imunidades. Domicílio: Tributa-se no local da prestação dos serviços. Imunidades: Hipoteca.Contribuinte: quem a lei municipal dispuser. O Simples Nacional é um regime tributário que visa simplificar a arrecadação de tributos e está disciplinado na Lei Complementar nº 123/2006. Cisão ou fusão de pessoas jurídicas. A construção civil no local de cada obra. em matéria tributária. atendendo recomendação contida no artigo 146 da CF/1988. Anticrese. os partidos políticos. III – estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. 146 da CF/1988 – Cabe à lei Complementar: I – dispor sobre conflitos de competência. bem como em relação aos impostos discriminados na Constituição. Alíquotas: Mínima de 2% . os templos de qualquer culto. portanto. Do Imposto sobre Serviços: Fato Gerador: Prestação de Serviços previstos em lei complementar ( é uma listagem dos serviços incluídos como sujeitos ao pagamento do imposto). .Máxima de 5% Imunidades: Todo imposto incidente sobre o patrimônio e a renda (IRPJ. Municípios. Quando destinados ao patrimônio de pessoa jurídica. Penhor. Incorporação. não existe o imposto “simples”. dispõe ser o adquirente quanto ao imóvel ou cessionários quanto à transmissão de direitos. Base de Cálculo: o preço do serviço prestado. também não pertence a qualquer espécie tributária. entre a União. Quase sempre. a União não poderá cobrar imposto de renda aos Estados. Para fins de reforma agrária.

logo. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). lançamento. crédito.000. O Simples Nacional abrange o recolhimento unificado dos seguintes tributos: Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Empresa de pequeno porte – a pessoa jurídica que auferir receita bruta superior a R$ 240. Quanto aos tributos não arrolados pela sistemática simples deverão ser recolhidos e cumpridas todas as formalidades próprias de cada um dos tributos. Todo o recolhimento se dará mediante a utilização de uma Guia Única com a sigla PGDAS. Portanto.00. ICMS. inclusive regimes especiais ou simplificados. Livros Registro de Inventário. deverão escriturar Livro de Entrada e Saída do Selo de Controle do IPI. prescrição e decadência tributários e. ou seja. seja de estados ou de municípios. a parte que interessa ao simples: adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas e definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. Contribuição para o PISxPASEP. Assim. não está obrigando a nenhuma empresa a participar do mesmo.400.00. Livros de Entradas e Saídas de Mercadorias. em conformidade com a lei instituidora dos mesmos. Livros de Registro de Serviços Tomados ou Prestados. a partir do momento da opção passa a ser irretratável para o ano calendário referente à opção realizada. a partir do simples Nacional que começou a vigorar a partir de 01. deverão emitir notas fiscais próprias do sistema simples e escriturar o Livro Caixa. sendo 04 da União. Para tais efeitos será considerada: Microempresa – a pessoa jurídica que auferir receita bruta igual ou inferior a RS 240. ISS. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).Normatizar a obrigação.00 até R$ 2.000.000. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 02 dos Estados e 02 dos Municípios. Contribuição para a Seguridade Social (cota patronal). não mais existem os demais sistemas simples.2007. quando for o caso.07. abrange todos os entes federativos e é administrado por um Comitê Gestor que tem oito integrantes. . É uma opção do contribuinte. finalmente. Os optantes pelo Simples não estão dispensados de cumprir as obrigações acessórias determinadas na Lei. no entanto.

................ IPI.... conforme literalmente disposto na CF/88: a) b) c) d) Imposto de Renda.. ITR.... IPI............. somente........... ICMs....... ICMs...... com execeção do IPI Exercícios de Fixação: 31 – Assinale a alternativa onde conste. IOF-ouro ativo financeiro............ tributos sujeitos à repartição: a) b) c) d) ISS........................................................... IPI......SIM IMPOSTOS RESIDUAIS IMPOSTO DE RENDA TRIBUTOS MUNICIPAIS TRIBUTOS SOBRE COMÉRCIO EXTERIOR ........ II.................. IPI. ICMS............ IR. II.. IR. CIDE Nenhuma das alternativas............................. IPTU ..... IPVA..............DA REPARTIÇÃO DAS RECEITAS: UNIÃO ESTADOS(DF) SIM SIM Não SIM SIM MUNICÍPIOS (DF) SIM SIM SIM SIM SIM IRRF p/Estados......... IRF. IPTU. IOF/ouro ativo financeiro CIDE.................................. Municípios e Suas Autarquias.............. IE.. CIDE....... SIM IPVA..............DF. SIM SIM Não Não Não SIM Não Não 32 – Assinale abaixo o imposto não sujeito a imunidade recíproca...

imposto sobre a transmissão de bens imóveis “inter vivos” e o imposto de transmissão de bens e direitos (herança) estão. a entrada de mercadorias no País e a saída a qualquer título. União. Estados e DF. Estados e Municípios. c) a saída de mercadorias do País com destino ao exterior. imposto sobre operações financeiras. ICMs IR 34 – Quais os fatos geradores dos impostos de exportação. valor fundiário. indique. Municípios e Estados. IPI. a saída de mercadorias do País.33 – Avaliando o que já estudou até o presente momento. d) o desembaraço aduaneiro para todos os três fatos geradores. importação e do IPI. qual o imposto que incide sobre a mercadoria denominada ouro (metal precioso): a) b) c) d) IOF. submetidos a competência privativa dos: a) b) c) d) União. a saída e a entrada. 35 – Os impostos denominados de: imposto de renda. União. além do desembaraço aduaneiro. a saída. respectivamente. b) o desembaraço aduaneiro. União. a qualquer título e o desembaraço aduaneiro. na ordem indicada: a) a entrada de mercadorias no País. 36 – Explique com suas palavras a competência cumulativa do DF: _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________. respectivamente. . valor de mercado. União. utilizando o seu raciocínio. valor de transação. DF. 37 – A base de cálculo do ITR é o: a) b) c) d) valor venal. União.

ISS e ICMS. . 40 – Indique o grupo onde somente houver impostos sobre o patrimônio e a renda: a) b) c) d) IR. Estado. CIDE. ICMS e ISS. União. IPVA. Imposto de importação. IPVA. Estados. Municípios. ITR. IPVA. Municípios. IPI. IPVA.38 – Não excederá os limites fixados em resolução do Senado Federal a alíquota do imposto denominado de : a) b) c) d) IPI. Imposto Predial e Territorial Urbano. ICMs. IPI. ITR. IR. ITD. IPTU. Nenhuma das alternativas. IPVA. ICMs. IOF. ICMS. IPTU. no tocante a alteração de suas alíquotas: a) b) c) d) IR. Estados. Quais são: a) b) c) d) IR. IR. ISS. IPTU. IPTU. IOF. IOF. por força de lei complementar. tanto um imposto de competência estadual quanto outro de competência municipal. IPTU. 39 – Indique o grupo onde somente houver impostos sobre a produção e a circulação: a) b) c) d) IRF. Transmissão “Causa Mortis”. 41 – O serviço de transportes interestaduais e o de transportes intermunicipais são da competência. ICMS. II. ICMS. ITR. ISS. 43 – O serviço de bar e de lanchonete está listado. II. IPI. ITBI. 42 – Os impostos abaixo listados NÃO se sujeitam ao princípio da anterioridade. IPTU. União. assim restaurantes pagam pelo ato da venda de refeições. IE. entre os contribuintes do ISS. respectivamente do(s): a) b) c) d) Estado. IE.

46 – A Igreja da Assembléia Jovem. Todas as alternativas estão corretas. partidos políticos. COFINS.44 – As alíquotas máximas do ICMS são fixadas por: a) b) c) d) Decretos estaduais. 49 – O imposto sobre produtos industrializados é um imposto: a) sobre o valor agregado. c) seletivo em função da essencialidade dos produtos. II. partido político. 45 – O que é um tributo vinculado: a) b) c) d) É o imposto de competência privativa de cada ente federativo. somente. A Igreja está imune somente da taxa. A Igreja não está imune em relação a taxa e a contribuição. IE. A Igreja está imune tanto da taxa quanto da contribuição. Da leitura do texto. Municípios e suas autarquias. b) sobre o valor adicionado. Conselhos de contribuintes. bem como a contribuição de seguridade social de seus empregados. seletivo em função da progressividade de suas alíquotas. . COFINS. União. Portarias dos executivos estaduais. associações de classe empresarial. ISS. entidades patronais. É a taxa e as contribuições. II. d) nenhuma das alternativas. COFINS. seletivo. Estados. entidades sindicais de trabalhadores. IPI. devendo suas alíquotas serem maiores para produtos mais essenciais à população. pode-se afirmar: a) b) c) d) A Igreja está imune somente da contribuição. taxa de limpeza pública. 48 – Assinale a alternativa onde todos os citados sejam imunes. genericamente: a) templos de qualquer culto. Resolução do Senado Federal. 47 – Assinale a alternativa onde só houverem impostos: a) b) c) d) IPI. ITR. São as contribuições. não precisa preocupar-se em pagar a taxa de limpeza urbana. b) templos. no uso de sua imunidade constitucional. IOF. IE. c) templos. CIDE. IPTU. partidos políticos.

III – leis ordinárias. dentro. 5º Capítulo: . dentro. Não se deve confundir a expressão “legislação tributária” e a sua abrangência com o constante no artigo 59 da CF/1988 – processo legislativo: I – emendas à CF. a imunidade. fora. enquanto as secundárias são as normas complementares (leia-se portarias. dentro. devendo as suas alíquotas serem maior para menos essencial e menor para mais essencial.d) sobre o valor agregado. dentro. fora. dentro. Doutrinas (estudos e pesquisas de especialistas em Direito Tributário) e a Jurisprudência (julgamentos de juízes e tribunais). fora. 50 – No tocante a questão do campo de incidência. fora. dentro. fora. estabelecendo um procedimento. os tratados e convenções internacionais. dentro. LIVRO II do Código Tributário Nacional – CTN. fora. regular normas formais. respectivamente: a) b) c) d) dentro do campo de incidência. VI – decretos legislativos. posso afirmar sem medo de errar que a isenção. e a alíquota zero. Normas Gerais Legislação Tributária e o Processo Legislativo: A expressão “legislação tributária” compreende: as leis. em geral. V – medidas provisórias. A esse conjunto dá-se o nome de FONTES FORMAIS DO DIREITO TRIBUTÁRIO. seletivo em função da essencialidade. ainda. VII – resoluções do senado federal. os decretos e normas complementares que tratam no todo ou em parte. As principais são as leis. IV – leis delegadas. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. estarão. atos que visam. As denominadas fontes formais se dividem em principais e secundárias. dentro. fora. instruções normativas). II – leis complementares. as fontes denominadas não-formais: Costumes. Existem. a não-incidência (por ausência do fato gerador). os tratados e convenções internacionais e os decretos.

As leis delegadas são uma delegação do Congresso Nacional ao Presidente da República. uma vez que tratados podem ser estabelecidos por período certo de tempo. é ato do presidente da república e são posteriormente submetidas ao Congresso Nacional. sob a alegação da urgência e da relevância. Assim cada uma das variáveis tem um objetivo. ou seja. DF. fatos geradores. uma portaria não poderá dispor diferentemente da lei. uma lei maior – a constituição. penalidades.A doutrina discute se tais tratados suspendem ou revogam a lei. regulamentando a matéria constitucional. Atualmente. tratando de forma específica cada espécie do gênero tributo. de forma que haja representatividade social em relação a cada modificação legal. desde que confirmada pelo DecretoLegislativo. As leis ordinárias instituem os tributos. para aprovar lei ordinária a maioria simples. a tendência majoritária é no sentido da suspensão. Assim será utilizada a lei complementar por disposição constitucional. se era de maior hierarquia a lei complementar ou a lei ordinária. sujeitos ativos e passivos. extinguem tributos.Estudos anteriores nos levavam a considerar uma certa hierarquia. não há hierarquia entre leis. restam bastante simplificadas e explicadas. define as condições em que o fato gerador será considerado ocorrido. a lei ordinária por disposição constitucional e assim por diante. no sentido amplo. Para modificar a constituição é necessário aprovação de 2/3 do Congresso Nacional. base de cálculo. há sim. tratam de assuntos próprios de uma lei ordinária. tais questões. para aprovar lei complementar exige-se a maioria absoluta. Resoluções do Senado – Determinam alíquotas máximas e mínimas de diversos impostos. definindo contribuintes. Estados. Naturalmente. visando dar ao processo legislativo a certeza de uma segurança jurídica. Para corrigir a constituição somente a emenda constitucional. . As medidas provisórias. Decreto Legislativo – Ato do Poder Legislativo – aprovam tratados e convenções internacionais. o Presidente da República irá elaborar uma lei comum por delegação do Congresso Nacional. As leis complementares estabelecem normas gerais sobre a União. base de cálculo. quem mais tinha validade. aqui sim há hierarquia. Outros princípios básicos são – os tratados e as convenções internacionais (força de lei ordinária) revoga a legislação tributária interna e será obedecida pela legislação que vier a ser elaborada no futuro. Então. Municípios.

P. passam a ter “status” de práticas reiteradas – norma complementar. No espaço. poderá ainda ser necessário que se espere pelo transcurso de tempo da anterioridade. No tempo. Acrescente-se os Convênios firmados entre as administrações tributárias. a lei tributária que não dispuser em contrário obedecerá às disposições do Código Civil: 1). Instruções Normativas. três meses depois de publicada.ex: A fiscalização federal estabelece convênios com as administrações estaduais e municipais. Das normas complementares: As normas complementares se compõem no conjunto de atos normativos e no conjunto de decisões administrativas. a par das já existentes. Entre os atos normativos temos as portarias.As portarias e demais atos administrativos entram em vigor na data de sua publicação. rege-se pelas normas jurídicas em geral. coordenadores. 45 dias após ser publicada. decisões estas aplicadas a casos concretos e caso. ou firmam convênio para permitir a transferências de dados entre os mesmos. e tal princípio serve também para as Portarias. superintendentes. será observada a regra contida no Código Civil – vigorará 45 dias após a publicação. mas ressalva que a lei poderá dispor em contrário. se admitida à lei. ordens de serviço e entre as decisões administrativas temos as decisões singulares dos julgadores tributários: inspetores. 3). entre outros atos administrativos.A lei nova que estabeleça disposições gerais ou especiais. portanto. . temos as decisões coletivas: Conselhos de Contribuintes. Quando o contribuinte observar normas complementares a sua atuação estará livre de imposição de penalidades. delegados.A lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.No exterior. a existente não será revogada pela lei interpretativa. Logo. circulares. se tornem reiteradas. 5). Da vigência da legislação tributária: O vigor da lei significa que a mesma está apta em termos formais para ser aplicada. no entanto. não revoga nem modifica a lei anterior. quando for o caso.O alcance e o conteúdo dos Decretos se resumem aos das leis a que regulam. a lei irá vigorar na medida em que as pessoas jurídicas de direito público lhe reconheçam extraterritorialidade. no espaço e no tempo. Ex: lei nova interpretando lei existente. a menos que haja disposição em contrário. 4). da cobrança de juros de mora e da correção do valor monetário da base de cálculo do tributo. se a lei não dispuser em contrário.A lei vigorará em todo o País. Tribunais. a fim de que mantenham cadastros únicos. 2). O artigo 101 do CTN define que a vigência.

Assim.extingue ou reduz isenções.No primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a publicação dos dispositivos de lei referentes a impostos sobre o patrimônio e a renda. faz coincidir tanto o vigor da lei quanto à eficácia da lei. ou seja. Portanto.definem novas incidências.Os convênios vigoram na data neles prevista. temos no item 8 o próprio princípio da anterioridade. c) Em três casos a lei tributária poderá retroagir: 1 – para dar interpretação a lei já vigente. Portaria é lei em sentido abrangente. 8). . exemplo: imposto sobre produtos industrializados. e . lei no sentido de norma escrita que estabelece relações obrigacionais entre partes. quando: . a lei vigora a partir da sua eficácia e a lei somente será eficaz a partir do momento que suas hipóteses passem a valer concretamente para todos.As decisões colegiadas – 30 dias após a publicação. inclusive. somente vigorará concretamente falando. findam no prazo determinado. podemos concluir que o vigor e a eficácia da lei poderão ocorrer ao mesmo tempo ou não. b) aplica-se aos fatos futuros e aos fatos pendentes. Por exemplo: Lei aumentando alíquotas do imposto de renda publicada no dia 01 de setembro de 2004. .instituem ou majoram impostos. 7). fatos anteriores à vigência da lei. salvo disposição mais favorável ao contribuinte. As isenções por prazo certo. a partir de 1º de janeiro de 2005. Assim. findam quando revogadas. no tocante a isenções de impostos sobre o patrimônio e a renda. Em matéria tributária a aplicação da lei observa determinados princípios especiais: a) não deverá ser aplicada a fatos passados. Outro exemplo: Uma portaria que vigora e tem eficácia no dia de sua publicação. às isenções por prazo certo e demais isenções de outros tributos não incluídos como do grupo patrimônio e renda. dependendo do caso em especial. mas a sua eficácia se submete ao princípio da anterioridade. logo. Da Aplicação da Legislação Tributária: Aplicar a lei faz referência ao tempo em que poderá ou não poderá ser aplicada.6). e as isenções de outros grupos de impostos que não sejam por prazo certo. constando da lei que a mesma entra em vigor na data da publicação – Temos uma lei que estará vigorando a partir de setembro. Especial atenção deverá ser dada aos casos sujeitos a anterioridade. lei aqui se diz no sentido abstrato.

não podendo o direito tributário modificar o entendimento sobre os mesmos. É o princípio de retroagir para beneficiar o infrator. 4) A equidade – não poderá resultar na dispensa do pagamento de tributo devido. ou quando definir pena menos severa à existente. assim define o artigo 108 do Código Tributário Nacional: “Na ausência de disposição expressa.2 – para dispensar ou desonerar atos de infração cometida. como por exemplo: descumprimento de obrigações acessórias. Da Integração da Legislação Tributária: Integrar é preencher lacunas. nem tampouco às diferenças concretas entre questões similares. entre outros. como por exemplo: Duplicatas. a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará. A partir de 2003 a fiscalização recebeu um novo instrumento legal. poderia passar a fiscalizar os últimos cinco anos anteriores a 2003. 3) Os princípios gerais do Direito Público. mas poderá o direito tributário utilizar as definições. sobre integração temos o artigo 109 do CTN – Os princípios gerais de Direito Privado utilizam-se para fins de entender a definição. conteúdo e alcance dos mesmos. Toda regra jurídica por mais precisão técnica que possa contar. 2) Os princípios gerais do Direito Tributário.Como é possível retroagir. não será capaz de prever todos os fatos de forma concreta. Para tal. mas não para definir efeitos tributários. ou quando instituir pena mais branda do que a existente. por exemplo: um contrato não poderá determinar que a outra parte passa a ser o contribuinte ou responsável de . assim a lei tributária não poderá modificar o conceito que o Direito Privado tem sobre seus próprios institutos. a possibilidade de conhecer a movimentação financeira de uma contacorrente qualquer e a partir daí proceder o lançamento do imposto de renda devido. ou seja. lançando o tributo com base na movimentação financeira. ou seja. Assim é fundamental ao aplicador da lei saber integrar a lei a casos concretos. 3 – quando novos instrumentos forem dados à fiscalização para fins de melhorar a eficácia de suas fiscalizações. O fato gerador é o marco no tempo para aplicação da legislação tributária vigente ao tempo da ocorrência do fato gerador. desde que ainda não julgada. o conteúdo e o alcance. De outro lado. sucessivamente. Ex. Promissórias. o contrato no Direito Privado faz regra entre as partes e tais contratos não poderão modificar e nem se opor a legislação tributária. na ordem indicada: 1) A analogia – desde que não resulte na exigência de tributo não devido em lei. para dispensar de multas aplicadas a atos infracionais.” Ainda.

entre outros. as omissões da lei. d) o método lógico-sistemático – o mais moderno. Da Interpretação da Legislação Tributária: A interpretação visa esclarecer. Assim integrar é tomar por base princípios legais já existentes em outras matérias correlatas a questão não prevista em lei. pode ser livremente alterada por outra. b) uma lei ordinária que adquiriu força de lei complementar desde a CF 1967. por determinação legal. b) o método histórico ou do nascimento da norma – estudo das causas que determinaram a criação da lei. por força das normas constitucionais supervenientes. lhe deu esse status. de modo literal. conseqüências. enquanto integrar é somente preencher as lacunas. Os métodos de interpretação se constituem em verdadeira ciência da interpretação. por ter sido aprovada como tal. de 25 de outubro de 1966) é considerado (AFRF/1994): a) uma lei ordinária.determinado tributo. c) dispensa de obrigações tributárias acessórias. denominada de HERMENÊUTICA: a) o método gramatical ou literal – vale exatamente o que está escrito. que reservaram a matéria nela contida para leis dessa categoria. A isenção se interpreta. devendo estudar toda a sistematização da lei. o conteúdo e o alcance de determinada norma.172. objetivos. do objetivo da lei. pois interpretar é dar entendimento correto a significado de uma lei.” Interpreta-se usando o método literal a legislação tributária que disponha sobre: a) a suspensão ou exclusão do crédito tributário. c) o método teleológico – estudo da finalidade da norma. Exercícios de Fixação: 51 – O Código Tributário Nacional (Lei nº 5. fins. c) uma lei ordinária que. as causas. ou seja. e) o método de interpretação autêntica ou legal – quando a lei é interpretada mediante nova lei expedida pelo poder legislativo. via métodos. de 1966. d) Um Código que somente pode ser derrogado por outro Código. b) outorga de isenção. f) o método benigno – “ a dúvida favorece o acusado. quando a lei define quem é o contribuinte e o responsável pelo pagamento do tributo. a fim de poder aplicá-la a situação concreta. métodos legislativos. Integrar não significa interpretar. . pois o Ato Complementar nº 36.

pode ser alterada por lei estadual. previsto na CF/1988. por força do poder de legislar concorrentemente sobre essa matéria.01. os tratados e os decretos.12. costumes. IR.e) Uma lei federal que. IE. uma vez que são fontes principais. as portarias. No dia 30. 54 – Não depende de lei: a) b) c) d) a definição de contribuinte. 55 – Quem aprova o tratado e as convenções internacionais é : a) b) c) d) o decreto executivo. Revogada a partir de 01. os tratados e os decretos. IOF. tal isenção é revogada. as circulares. 56 – Lei municipal estabelece isenção do ISS a partir de 30.2002. podemos afirmar que são (AFRF/1996): a) veículos normativos privativos do legislativo. a definição de responsável. Valeu inclusive para dezembro de 2002. para aprovação de tratados e convenções internacionais. atualização monetária da base de cálculo. 53 – Norma complementar são: a) b) c) d) as leis.2003. c) veículos normativos do legislativo. as ordens de serviço. 57 – Lei tributária é publicada sem determinar o dia em que entra em vigor.2004. idôneos para instituir impostos extraordinários. jurisprudências. e) veículos normativos que se prestam à aprovação dos regulamentos dos impostos federais. usados para o aumento das alíquotas do IPI. doutrinas. a resolução do senado federal. as leis. a definição do fato gerador. fontes secundárias. b) veículos normativos de competência privativa do Presidente da República com força de lei. com força de lei. no respeitante a impostos estaduais. d) veículos normativos.12. Não valeu somente para os dias 30 e 31 de dezembro de 2003. a lei delegada. Assinale a alternativa correta: a) b) c) d) Não valeu a isenção para o ano de 2003. assim: . 52 – Sobre os decretos executivos federais. uma vez que são fontes secundárias. o decreto legislativo.

por força do Código Civil.00 na Tabela de Incidência do IPI.01. por força da noventena.2004 do produto em tela. d) nenhuma das anteriores. c) não retroage nunca. b) O emprego da analogia poderá resultar na cobrança de tributo. 45 dias após a sua publicação. 59 – No dia 01. pois. entre outros. . 60 – Assinale a correta: a) Interpretar é preencher lacunas usando os métodos científicos de interpretação. face a omissão do dia em que deve entrar em vigor. 61 – Assinale a correta: a) O emprego da equidade poderá resultar na dispensa de tributo devido . c) Integrar é preencher lacunas.2004 a alíquota do produto classificado como 22. b) quando lhe comine pena menos severa. 90 dias após a sua publicação. desde que não definitivamente julgado.12. considerou que a redução só poderia ser aplicada após o ano de 2004. b) Interpretar é explicar o alcance e o conteúdo da norma. d) O emprego da equidade não poderá resultar na dispensa de tributo devido. entrará em vigor a partir do exercício seguinte ao da sua publicação. O Auditor Fiscal verificando importações do dia 01.2004. por força do Código Civil. c) O emprego da equidade não poderá resultar na dispensa de tributo.2004.01. considerou corretamente o seguinte: a) Considerou corretos os lançamentos dos contribuintes em que constava a alíquota de 20% para os produtos importados a partir do dia 01. ainda que não devido. 58 – Aplica-se a ato pretérito a lei tributária: a) quando deixar de definir o ato como infração. passou de 30% para 20%. b) Sabendo que a lei tem maior força obrigacional que o decreto. ainda que já julgado. considerando que fazia tal verificação no dia 31. via do uso do princípio da analogia e da equidade.00. em face do princípio constitucional da anterioridade. a alíquota aplicável é a da ocorrência do fato gerador.a) b) c) d) nunca mais entrará em vigor.40. considerou que todos os que pagaram com alíquota de 30% em 2003 têm direito à restituição do indébito. usando. d) Nenhuma está correta. d) Como a alíquota menor é mais benéfica.01. os princípios do Direito Tributário. segundo o auditor. após 30 dias da publicação do decreto. c) Só valeria a alíquota menor.

conseqüências. esta última em caso de dúvida quando a graduação da pena a ser aplicada. interpreta-se (AFRF/1994): a) b) c) d) e) analogicamente. equidade. 64 – A lei tributária que. simultaneamente. b) sobre a dispensa do cumprimento de obrigações acessórias. a) b) c) d) em lei. objetivos e o método legislativo de instituição da lei. c) e que defina infrações. 65 – A regulamentação do fato gerador de cada tributo somente pode ser estabelecida por : a) b) c) d) lei complementar.62 – A analogia resulta. assim estamos diante do princípio constitucional da: a) b) c) d) legalidade. estudando e analisando as causas. d) A interpretação será teleológica quando estudar e analisar as conseqüências da norma. portarias. literalmente e de maneira mais favorável ao acusado. decreto. 66 – A definição do fato gerador de cada tributo somente pode ser estabelecida. proporcionalidade. nenhuma das anteriores. literalmente. ou seja. lei ordinária. em não criar tributo não previsto em lei. literalmente e analogicamente. b) A interpretação será legal quando feita por um advogado conceituado. a) disponha sobre a suspensão do crédito tributário. quando corretamente empregada. 63 – Assinale a correta: a) A interpretação será lógico-sistemática quando proceder a uma análise sistêmica da norma. progressividade. em decreto. extensivamente. literalmente. . extensivamente e analogicamente. extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado. extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado. c) A interpretação será autêntica quando realizada pelo próprio autor do projeto de lei. literalmente. em portaria.

quando e em qualquer caso. ainda que não exista lei. NÃO. SIM. decreto. NÃO. NÃO. NÃO. há lacunas. lei ordinária somente. . b) decreto que estabeleça a criação ou a majoração do tributo.A União.67 – A instituição do fato gerador do tributo se dá por: a) b) c) d) lei ordinária. o DF e os Municípios quando. c) legislação tributária que estabeleça a sua competência para criar ou a majorar o tributo. sujeito passivo da obrigação tributária serão necessariamente estabelecidos em: a) b) c) d) lei complementar. SIM. 72 – Na área tributária é considerada penalidade: a) o imposto. exceto para responsabilizar terceiros. SIM. c) – retroage quando se referir a responsabilidade de terceiros. portaria. assim quiser a lei. d) – não há alternativa válida. d) sempre poderá instituir. os Estados. decreto 70 – É caso de retroatividade permitida: a) – retroage quando outorga ao crédito maiores privilégios e garantias. lei complementar. ressalvados os casos previstos na CF/1988. via de lei ordinária. haja vista que a União poderá instituir impostos utilizando a sua competência residual. b) – retroage sempre a lei tributária. Responda SIM ou NÃO conforme concorde ou não com as assertivas: a) b) c) d) SIM. 69 – A definição de fato gerador. pois. decreto-lei. 71 – A isenção exige interpretação literal e lei interpretativa não revoga a lei interpretada. 68 . b) a multa. no caso de guerra ou na sua iminência. instituírem tributos deverão verificar se há: a) regulamento que estabeleça a criação ou a majoração do tributo. base de cálculo.

surgindo a condição resolutória. quanto ao seu descumprimento e em face de aplicação da penalidade pecuniária. encerra-se a ocorrência do fato gerador. d) nda. onde o Estado tem o direito de exigir e o particular de fazer o que o Estado exige ou de não fazer o que o Estado determina não fazer. Assim temos o artigo 113 do CTN: A obrigação tributária é principal ou acessória. O fato gerador é uma situação prevista em lei.c) a correção ou atualização monetária da base de cálculo. pois. uma condição a qual se ocorrida fará nascer o fato gerador e na condição resolutória desde a assinatura do contrato estará ocorrendo o fato gerador. é uma hipótese. prevista na legislação tributária. necessária e suficiente a sua ocorrência. b) Fato gerador. a qual ocorrida. É uma relação jurídica que tem por objeto uma obrigação de pagar. A principal diferença entre a obrigação principal e a acessória é que na primeira o Estado está exigindo um pagamento. conforme determine a lei. d) Sujeito passivo. Na condição suspensiva o contrato prevê no ato de sua assinatura. denominada hipótese de incidência. a qual não sendo observada sujeita o particular a penalidade pecuniária. ocorre o fato gerador. como objeto da obrigação principal tem-se o pagamento do tributo ou de penalidade pecuniária e se extingue quando satisfeito o crédito tributário decorrente da obrigação tributária. A obrigação acessória é a obrigação de fazer ou deixar de fazer. não foi . se transformaria em obrigação principal. deverá recolher-se x em impostos”. os futuros sob condição resolutória ou suspensiva. Exemplos: Um contrato é assinado e diz “ quando realizada a hipótese prevista na cláusula y . A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador. É a obrigatoriedade ou dispensa de registros. de fazer ou não fazer. emissão de documentos fiscais. c) Sujeito ativo. 6º Capítulo: Obrigação Tributária. logo condição suspensiva. Lembrar que o fato gerador atinge fatos presentes e futuros. escrituração. A lei é necessária em face ao princípio constitucional da legalidade. logo. Para que a obrigação tributária exista e seja legal são necessários a existência de 4 elementos: a) Lei.

O fato gerador e a obrigação tributária nascem de forma concomitante. ITBI. IE e II. estaduais e municipais. Ex: A renda proveniente de uma atividade ilícita. há os simples como p. ou imoral. logo ao mesmo tempo. Simples: FG IPI. DF. b) dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. ICMS. Complexo: IR – soma de fatores jurídicos. IPVA. responsáveis ou terceiros. não seja dada saída a mercadoria já vendida. temporal – o momento da ocorrência. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. ITD. Quantitativo – Base de cálculo ou “Quantum debeatur”. O sujeito passivo se divide em contribuintes (relação pessoal e direta com o fato gerador) e responsáveis ( os que a lei assim definir). mas a condição prevista no contrato. Ex: A saída da mercadoria é fato gerador do IPI. marca. ou seja. sujeitos ativo e passivo são denominados de elementos subjetivos da obrigação tributária. finda os efeitos do mesmo. Pessoal – sujeitos ativo e passivo. ITR. Estados e Municípios. Da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. sejam praticadas por capazes ou incapazes. será fato gerador independentemente das ações levadas a efeito pelos contribuintes. logo a União. Contínuo: decurso do ano: IPTU. Ex: Caso até o terceiro dia . também qual a legislação a ser aplicada.a assinatura simplesmente que fez nascer o fato gerador. está sujeita a tributação. espacial – local da ocorrência – marca uma jurisdição – há fatos geradores dos impostos federais. sejam ações lícitas ou ilícitas. ocorrida resolve o contrato.ex: o ganho de capital (um provento – venda de imóvel com ágio). Assim. . é a legislação do dia da ocorrência do FG. - O sujeito ativo é uma Pessoa Jurídica de Direito Público Federal. por comerciantes registrados ou não registrados. Estadual ou Municipal. devemos saber que o fato gerador e sua definição legal é interpretada abstraindo-se: a) da validade jurídica dos atos. Ainda. ou seja. no quarto dia será considerado ocorrido o fato gerador do IPI. sobre fato gerador. ocorrido o fato gerador. tendo o fato gerador outros aspectos a considerar: material – a situação definida em lei como necessária e suficiente a sua ocorrência. Um contrato é assinado e a partir daí surge o fato gerador e é devido o tributo e no contrato há uma cláusula “ se ocorrida a hipótese y este contrato perderá os seus efeitos” aqui se está diante de uma condição resolutória. não significando que todo fato gerador do IR seja sempre complexo. a contar da emissão da Nota Fiscal.

e) o síndico e o comissário. a responsabilidade por substituição. já no momento que dá saída ao cigarro da indústria. Responsabilidade por Substituição. Exemplo: o CTN define que a responsabilidade da pessoa incorporadora ou das fundidas (que resultam de fusão). b) os tutores e curadores em relação aos tributos devidos por seus tutelados e curatelados. o espólio pelo “de cujus”. em relação aos tributos devidos pelos incorporados ou fusionadas é de quem incorporou. logo. escrivães e demais serventuários de ofício pelos tributos devidos sobre atos praticados por eles ou perante eles em razão de seu oficio. Efeitos da solidariedade: Na solidariedade o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais. salvo se outorgada há apenas um dos obrigados. g) os sócios. A interrupção ou prescrição em favor ou contra um dos obrigados. um grande leque de contribuintes e responsáveis conforme definição de lei complementar e também. A isenção ou remissão (perdão) do crédito exonera a todos. distribuição e varejo. Esta responsabilidade do artigo 134 só abrange tributos e mora. Não abrange penalidades em virtude de ato ilícito. no caso de liquidação de sociedades de pessoas. c) os administradores de bens de terceiros. onde terceiros passam a ser responsáveis.Responsabilidade Solidária: Há a solidariedade de fato – quando diversas pessoas têm interesse comum numa determinada situação tributária e há a solidariedade legal – a definida no Código Tributário Nacional. Como se vê é amplo o campo das responsabilidades: Já vimos a responsabilidade solidária. permite obrigar a um terceiro recolher antecipadamente o tributo devido por toda uma cadeia de produção. havendo pois. . prevista no artigo 128 do CTN. subsistindo pelo saldo aos demais. f) os tabeliães. responsabilidade exclusiva. da própria lei que institui cada tributo. Ex: Indústria de Cigarros é responsável por substituição e recolhe o IPI e o ICMS de toda a cadeia de distribuição até o varejo. Uma vez que a responsabilidade por infrações é pessoal ao agente. a responsabilidade por sucessão. d) o inventariante pelo espólio. pela massa falida ou concordatária. temos a responsabilidade por infrações que é pessoal ao agente ( a quem cometeu). favorece ou prejudica os demais. São responsáveis solidários – Artigo 134 CTN: a) os pais pelos tributos devidos por seus filhos.

caso o vendedor não cumpra com a sua obrigação de pagar os tributos). os tutores e curadores em relação aos tutelados e curatelados. empregados que agem com excesso de poder ou desrespeito aos objetivos sociais da empresa. os sócios de empresas que não sejam do tipo sociedade anônima e limitada. quanto do responsável.Resumo do Estudo sobre Responsabilidade Tributária: a) Responsabilidade Pessoal: Adquirente de Imóveis. Mandatários. o que as tornará solidárias. acertadamente. o inventariante pelo espólio. Integral do Vendedor – quando o comprador após a compra não dá seqüência a atividade do ramo adquirido. Herdeiros (pelos tributos devidos a partir da sucessão. (sóciocotista aquele que adquire ações da empresa). entre outros citados no artigo 134 já transcrito integralmente nesta apostila. c) Fundo de Comércio: Integral do Adquirente – Se o vendedor cessa a exploração após a venda. geralmente ocorre mediante a participação de diversas pessoas. por exemplo: os pais. ou seja. Remitente (que arremata bens em hasta pública). transformação. ou seja tanto do contribuinte. os administradores de bens de terceiros. Espólio (pelos tributos devidos pelo morto (de cujus) até a data da sucessão. Subsidiária do Adquirente – Se o vendedor retoma a exploração do ramo comercial antes de completar 6 meses do ato da venda. por exemplo: o filho menor. quando a responsabilidade tributária passará a ser do(s) novo(s) ente(s) que surgir(em). - b) Responsabilidade por sucessão comercial: São os casos de fusão. diz que esta . - d) Responsabilidade de Terceiros: Refere-se a todos os listados no artigo 134 do CTN ( os pais em relação aos filhos menores. sonegação. descaminho.(subsidiária – significa que o adquirente somente será cobrado. incorporação. contrabando. No entanto. cisão. A infração à lei. prepostos. Infratores da lei (quando há infração è lei – fraude. limitado ao quinhão partilhado para cada um dos herdeiros). sócios-cotistas não têm responsabilidade tributária. a doutrina. No tocante a esta responsabilidade de terceiros o CTN informa ser a mesma solidária. simulação. dolo. a responsabilidade é pessoal de quem infringir).

Ou seja. não basta a confissão tem de haver o pagamento integral do tributo. mais os acréscimos legais (multa e juros de mora). ou seja. Ou seja. recolhendo os valores ao Tesouro Nacional. Quando um contribuinte assume a antecipação de pagar os tributos devidos pelos demais contribuintes da cadeia de distribuição do produto. Somente desta forma. além de pagar o seu próprio tributo. aos impostos sobre produtos industrializados e de Circulação de Mercadorias e Serviços ( IPI e ICMS). de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas de privação de qualquer natureza. juntamente com o recolhimento do tributo. logo de sujeito passivo independe: da condição da capacidade civil das pessoas naturais. Da capacidade tributária passiva – Artigo 126 CTN: Ser capaz para efeitos de estar na condição de contribuinte. a denúncia deverá ser aceita pelo Fisco. Do Domicílio Tributário – Artigo 127 do CTN: . f) Responsabilidade por substituição: Refere-se.responsabilidade é subsidiária. os doutrinadores vêem aqui um benefício de ordem. da multa de mora e dos juros de mora. bastando que configure uma unidade econômica ou profissional. ou ação de fraudar. de responsável. g) Exclusão da Responsabilidade: Somente há uma forma de um contribuinte ou responsável se excluir da Responsabilidade Tributária em relação a infrações ou falta de recolhimento de tributos é apresentar espontaneamente uma denúncia formal ao fisco declarando a sua omissão. apresentando a denúncia formal. em geral. ocultar o fato gerador do tributo. Exemplo: Na indústria de cigarros a fábrica de cigarros ao dar saída ao mesmo já demonstra na documentação fiscal o valor do seu próprio imposto e o valor do imposto devido pelos atacadistas e varejistas que irão comercializar o cigarro. Assim a fábrica de cigarros é contribuinte em relação ao seu próprio imposto e responsável por substituição em relação às demais parcelas pertencentes aos demais contribuintes (atacadistas e varejistas). caso o contribuinte não satisfaça com o pagamento dos tributos então o responsável será cobrado a pagar. de estar a pessoa jurídica regularmente constituída.

se incerta ou desconhecida o centro habitual de suas atividades. . conforme determine a lei.1ª Regra: O domicílio tributário será o escolhido pelo contribuinte ou responsável. b) Será a condição suspensiva desde a prática do ato ou celebração do negócio e resolutória desde o seu implemento. pessoa jurídica de direito público: qualquer das repartições dentro do território de cada entidade tributante. 2ª Regra: Na falta de eleição (de escolha) do contribuinte ou responsável: pessoa natural: a sua residência habitual ou. portanto se divide em obrigação: a) b) c) d) principal e acessória. d) Será sempre resolutória. A relação jurídica tem por objeto uma obrigação principal e outra acessória. 3ª Regra: Quando não for possível a regra 1 e a regra 2. então: será considerado como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação tributária. acessórias. c) Será sempre suspensiva. principais. ou de cada estabelecimento em relação aos atos ali praticados. só pagar o tributo. 75 – Qual é o objeto da obrigação principal: a) b) c) d) declarar a dívida tributária. 74 – Quando se tratar de fato gerador sujeito à condição. podemos afirmar: a) Será a condição suspensiva. desde que não prejudique a ação da autoridade administrativa. desde o momento do seu implemento e resolutória desde a prática do ato ou celebração do negócio. a primeira é a de pagar e a segunda é a de fazer ou não fazer. primeira e segunda. Exercícios de Fixação: 73 – Quanto à obrigação tributária posso afirmar que é uma relação jurídica. pagar o tributo ou penalidade pecuniária. pessoa jurídica de direito privado: o lugar de sua sede. Só pagar a penalidade pecuniária.

o IPTU é considerado um imposto de fato gerador_____________. Complemente as lacunas e informe abaixo: a) b) c) d) contínuo. faz nascer: a) b) c) d) a obrigação tributária. e o ICMS é considerado um imposto de fato gerador______________. simples. contínuo e simples. os sujeitos ativos e passivos. complexo e contínuo. salvo disposição em contrário: a) b) c) d) favorece ou prejudica os demais. pessoal. o fato gerador. 80 – Na solidariedade passiva o favorecimento ou desfavorecimento em relação a um dos obrigados. simples e complexo. nda. complexo e simples. ao lançamento tributário. contribuinte e responsáveis. contínuo.simples. complexo. só favorece a um dos beneficiados. a lei e o fato gerador. 77 – A definição legal de fato gerador é realizada abstraindo-se dos efeitos dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. mas a conclusão é verdadeira. mas a premissa é verdadeira. espacial. Ambas são verdadeiras. quantitativo. 81 – O fato gerador ocorrido. portanto. sujeito ativo e passivo. o lançamento. A afirmação é: a) b) c) d) A conclusão é falsa. só favorece e não prejudica aos demais. . caso alguém venda mercadorias sem estar registrado como comerciante não estará sujeito a pagar tributos. a lei. contínuo e complexo dizem respeito: a) b) c) d) a obrigação tributária. nenhuma das anteriores. 78 – Os aspectos material. temporal.76 – Quais os elementos da obrigação tributária: a) b) c) d) o fato gerador. a dívida. ao fato gerador. ao crédito tributário. 79 – O imposto de renda é considerado um imposto de fato gerador__________. Tanto a conclusão quanto à premissa são falsas. A premissa é falsa. não favorece a ninguém.

c) Qualquer lugar de bens de contribuintes ou responsáveis. 87 – Quando não houver eleição de domicílio por parte do contribuinte. quando o escolhido prejudicá-lo. desde que não prejudique a fiscalização. d) É onde o sujeito morar. 85 – A situação definida em lei como necessária e suficiente à ocorrência é conceito de: a) b) c) d) base de cálculo. 84 – Caracteriza uma obrigação principal: a) b) c) d) tanto a penalidade pecuniária quanto o pagamento do tributo. somente a penalidade pecuniária. nda. b) Vale o domicílio eleito pelo fisco. . com o registro do contrato. pagar o que for cobrado. 83 – O objeto da obrigação tributária acessória é: a) pagar o tributo devido.82 – A obrigação tributária principal surge: a) b) c) d) com a assinatura do contrato. 86 – Qual a primeira regra de domícilio: a) Vale o domicílio eleito pelo contribuinte ou responsável. d) nda. c) a penalidade pecuniária. obrigação tributária acessória. b) cumprir com as prestações de fazer ou não fazer no interesse da Administração Tributária. somente o pagamento do tributo. com a ocorrência do fato gerador. obrigação tributária principal. o fisco aplicará a regra nº: a) b) c) d) número 1 número 2 número 3 número 4. fato gerador.

da pesquisa do elemento vontade. as quais aluga para terceiros. provada a boa fé do agente. em processo regular. sem embargo de o devedor ter que pagar o tributo não recolhido. e) são eliminadas. levando em consideração a natureza da obrigação tributária principal. b) O CTN diz que capacidade tributária independe das condições do sujeito passivo. 7º Capítulo: Do Crédito Tributário. d) não passam da pessoa do infrator dado que a responsabilidade penal e semi-penal é sempre pessoal e exige pesquisa do elemento volitivo do agente. d) Não estou muito seguro. ainda que não registrada. logo não há imposto a pagar. regra geral. desde que recolha o imposto. se o agente provar que agiu sem dolo ou culpa. Com o ato administrativo de lançamento é constituído o crédito tributário. O fato gerador ao ocorrer gera. quando ainda não escritas em dívida ativa. de imediato. Artigo 139 do Código Tributário Nacional – O crédito tributário decorre da obrigação tributária principal e tem a mesma natureza desta. c) Vai pagar. 90 – As multas fiscais por infração ao dever de recolher tributos devidos (AFRF/1994): a) são elididas pela denúncia espontânea. mas acho que não paga e se pagar vai ser um imposto bem reduzido. 89 – Um presidiário. adquire madeira e produz na marcenaria da prisão mesas de sinuca. Pergunta-se se tal presidiário está sujeito à tributação? a) Coitado. cumprindo pena. . b) são elididas. prescindindo. c) são objetivas. pelo menos. e o imposto de renda por auferir renda pela locação. três impostos: O IPI porque é uma indústria de fabricação. mesmo após a autuação fiscal. não tem imposto a pagar. a obrigação tributária principal. o ICMS ao dar a saída em locação na primeira vez. com juros e correção monetária. além de presidiário está tentando sustentar a família. mas um presidiário tem direito à equidade..88 – Descreva a regra nº 02: _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________.

calcular o valor devido. ou que excluem sua exigência não afetam a obrigação tributária principal que lhe deu origem. quando: . 3 – De ofício.O artigo 140 do CTN informa que as circunstâncias que modificam o crédito tributário. suspensões) são obrigatoriamente previstas em lei. garantias. ou seja. qual a legislação atuante (matéria tributável). Tais circunstâncias (modificação do crédito tributário. sua extensão. calcular o montante devido. quanto atribuir responsabilidades a terceiros. Assim o ato de lançamento se constitui de 5 fases: se ocorreu a hipótese de incidência. exceto. c) tenha outorgado ao crédito maiores garantias ou privilégios. a matéria tributável que atuará sobre o lançamento será a vigente há cinco anos. exclusões. Ex: O dia do lançamento é 31 de dezembro de 2004. e propor aplicação de penalidades. mas o fato gerador ocorreu há cinco anos. Lançar corresponde a um procedimento administrativo com a finalidade de verificar: se ocorreu o fato gerador. se for o caso. assim o lançamento poderá deixar de seguir a legislação do tempo da ocorrência do fato gerador. b) tenha ampliado os poderes das autoridades administrativas. ainda que modificada ou revogada. desde que acatada em 2ª instância de julgamento. identificar o sujeito passivo. O Lançamento: O ato de lançamento. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo. se for o caso. quando a legislação posterior ao fato gerador: - a) tenha instituído critérios novos de apuração ou processos de fiscalização. Para praticar o ato de lançamento a autoridade administrativa segue outras determinações do Código Tributário Nacional. identificar o sujeito passivo/ responsáveis e finalmente. ainda que posteriormente modificada ou revogada. suas garantias e privilégios. como por exemplo: O lançamento segue a legislação do dia da ocorrência do fato gerador. desde que acatada em 1ª instância de julgamento. o ato administrativo de constituir o crédito tributário é vinculado a lei e exclusivamente de competência da autoridade administrativa. determinar a matéria tributável. 2 – por recurso de ofício. ou seus efeitos. privilégios. propor aplicação de penalidades. Há exceções a regra acima. somente poderá ser alterado nos casos a seguir: 1 – pela impugnação do sujeito passivo.

Ex: Lançamento para cobrar tributos aduaneiros ( II e IPI vinculado) em ato de revisão aduaneira. logo o prazo que está se referindo o CTN. d) falsidade. nesse caso. b) o depósito do seu montante integral (geralmente para discutir a questão em juízo. No lançamento por homologação. a responsabilidade é exclusiva do sujeito passivo e suas declarações persistem para todos os efeitos legais. o sujeito passivo prestaria uma declaração prévia ao lançamento. omissão comprovadas nas declarações obtidas pelo Fisco junto a seus contribuintes. Poderá ser um Auto de Infração ( se no serviço externo estiver a autoridade administrativa) ou Notificação de lançamento ( se no serviço interno estiver a autoridade administrativa). estar devendo juros de mora). uma vez que independe da participação ou não participação do sujeito passivo ou do responsável. b) quando a declaração não seja prestada.) . cabendo ao sujeito passivo pagar ou impugnar. Ex: IPI. Modalidades de Lançamento: A – Lançamento de Ofício ou Lançamento Direto. sem que ao final. B – Lançamento por Declaração ou Lançamento Misto. É um procedimento unilateral. ICMS. c) não prestados os depoimentos e esclarecimentos ou prestá-los indevidamente à autoridade administrativa. erro. se for vencido o sujeito passivo. na maioria das vezes. C – Lançamento por Homologação ou Autolançamento. é prazo de decadência. Suspensão do Crédito Tributário: a) a moratória ( dilatação de prazo para pagamento). por quem de direito. A característica deste lançamento é o pagamento antecipado do tributo devido. tácita – em razão do decurso de prazo de cinco anos a contar do lançamento. Atualmente. O lançamento de ofício é um ato de iniciativa exclusiva da autoridade administrativa. c) as reclamações e os recursos ( são na esfera administrativa – impugnações e recursos nas instâncias superiores de julgamento administrativo. sendo o ato homologatório.a) for determinação de lei. O lançamento do ITR no início de sua tributação pela área federal se assemelhava a tal lançamento. O lançamento por declaração ou misto está em desuso – seria da seguinte forma. alguns doutrinadores citam a declaração de bagagem como forma de lançamento por declaração. no prazo e na forma da legislação tributária. com base nesta declaração prévia a autoridade administrativa promoveria o lançamento.

em relação a penalidades. a dação em pagamento ( entrega de bens em pagamento). e) concessão de liminar ou tutela antecipada em outras ações judiciais. cada ente federativo poderá conceder em relação aos seus próprios tributos. a prescrição(após lançado de ofício) e a decadência ( antes do lançamento de ofício). Ou seja. do DF. DF. . a transação. f) o parcelamento. b) a anistia (perdão da dívida. e somente a União poderá conceder em relação a tributo da competência privativa de cada ente tributante. ou Município possa instituir moratória em relação a tributos federais. a decisão administrativa passada em julgado favorável ao impugnante. sob condição do pagamento do tributo). Estudo das figuras de suspensão. nem aos estados sobre os do município e vice-versa. a compensação. extinção e exclusão do crédito tributário: Moratória: Poderá ser concedida em caráter geral ou em caráter individual. o pagamento antecipado e a homologação do lançamento. pela União quanto a tributos da competência dos Estados. a remissão (perdão de todo o crédito tributário). Municípios. A suspensão do crédito tributário não dispensa do cumprimento das obrigações acessórias. a conversão do depósito em renda. Extinguem o Crédito Tributário: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) o pagamento. desde que também o faça em relação aos seus próprios. a consignação em pagamento.d) concessão de liminar em mandado de segurança. a decisão judicial passada em julgado favorável ao reclamante. desde que concedida aos da área federal e às obrigações de direito privado. Exclusão do Crédito Tributário: a) a isenção. Em caráter geral somente pela Pessoa Jurídica de Direito Público competente para instituir o tributo a que se refira a moratória e. Não há assim previsão de que um Estado.

o prazo será de trinta dias da notificação. deverá ser analisado o caso a caso. desde que autorizado por lei e submetida ás condições acima. Atenção: o parcelamento não extingue o crédito tributário. ou nos casos previstos em lei.Para conceder moratória em caráter individual. pela Tutela Antecipada). via computadores. também lança multas referente a penalidades. ou seja. o prazo para pagamento e o valor dos juros. Parcelamento: Será concedido na forma e nas condições estabelecidas em lei específica. ou seja. Quando a legislação do tributo for omissa. mais a multa. salvo disposição legal em contrário. Assim parcelar crédito tributário não tem os mesmos efeitos do pagamento integral do mesmo. como ocorre na . Pagamento: Esta é a forma mais usual de extinção do crédito tributário e a legislação informa sobre alguns cuidados. não excluindo a incidência de juros e multas. Reclamações e Recursos: É a própria impugnação ao lançamento da autoridade administrativa ou recursos administrativos nas instâncias superiores de julgamento. não fixar o local para pagamento. o lançamento da penalidade não ilide o pagamento do principal. enquanto a questão é discutida na esfera administrativa ( pela impugnação e recursos) ou na esfera judicial ( pelo Mandado de Segurança. cheque ou vale postal. É uma dilatação de prazo para pagar os tributos e poderá ser aplicada a determinadas regiões. classes ou categorias de sujeitos passivos. não será efetivada a sua cobrança. e até mesmo por desconto direto em conta bancária. bem como não ilide o pagamento integral do crédito tributário – nesse caso do total do lançamento. em papel selado ou por processo mecânico (atualmente. apenas o suspende. quando a autoridade administrativa juntamente com o crédito lançado. eles serão: efetuados no local do domicílio do sujeito passivo e na repartição competente do seu domicílio. Depósito do Montante Integral: Visa como já foi dito evitar a fluência de juros de mora. Quando o pagamento for em parcelas. e os juros seriam de 1% ao mês. enquanto se discute a razão e o direito. nos dias modernos o pagamento se dá realmente em moeda corrente ou cheque. o pagamento de uma parcela não significa o pagamento das anteriores ou posteriores e quando houver o pagamento integral de um lançamento referente a crédito tributário não significará que tenha havido o pagamento de outros lançamentos porventura existentes. O pagamento será efetuado em moeda corrente. em despacho fundamentado da autoridade administrativa. É importante observar que o depósito deverá ser feito em dinheiro e integralmente. Em caráter individual não gera direito adquirido. em estampilha. está suspenso o crédito.

ou da data em que tornar a decisão definitiva. Compensação: Para haver compensação é necessário haver direitos e obrigações mútuos. o CTN estabelece uma ordem de quitação: a) em primeiro lugar – aos débitos por obrigação própria e em segundo lugar aos débitos por responsabilidade tributária. 3º Municípios. o contribuinte de direito (também conhecido como contribuinte “de jure”. O direito a restituição do pagamento indevido: Quando o contribuinte comprovadamente pagar tributo maior que o devido. 2º Estados. no sentido estrito – lei ordinária. Ou quando de qualquer forma. judicial de cobrança de crédito tributário já pago. vencidas e de coisas fungíveis. seja administrativa ou judicial. a decisão de denegação prescreve em dois anos. de seu pagamento. ou seja. Assim se duas pessoas forem ao mesmo tempo credor e devedor uma da outra. Assim sendo a Fazenda Pública poderá denegar a restituição. c) na ordem crescente dos prazos de prescrição. logo devidos ao mesmo sujeito ativo. alegando que o requerente não é contribuinte de direito. O prazo geral para cobrança de indébito é de cinco anos a contar. cabendo a quem se julgar prejudicado entrar com ação anulatória. d) na ordem decrescente dos montantes – primeiro os maiores. inclusive até mesmo por erro de identificação do sujeito passivo. Por óbvio que um pagamento realizado mediante cheque somente será considerado válido após o desconto do mesmo.importação). No caso de dívidas com o fisco sempre será necessário para existir o direito à compensação que haja lei. pois. conjuntamente e pro-rata. as duas obrigações extinguem-se até onde se compensarem. depois taxas e depois impostos. Quando forem diversos os débitos vencidos. Somente poderá receber restituição de tributos aquele que assume verdadeiramente o encargo do pagamento – ou seja. A compensação será entre dívidas líquidas. tanto por erro de lançamento de ofício no tocante a base de cálculo e a sua formação (alíquotas. significa pagar primeiro os que estão mais perto de prescrever. Quanto diversas pessoas jurídicas estiverem concorrendo sobre em relação a um só devedor a ordem de preferência é: 1º União. às contribuições de melhoria. conjuntamente e pro-rata. b) primeiramente. reformada a decisão administrativa. inclusive. DF e Territórios. da data da extinção do crédito tributário. etc) quanto por erro de lançamentos sujeitos a homologação. . medida provisória determinando a realização de compensação.

está se referindo ao lançamento de ofício. Ou seja. por despacho fundamentado. A perda do direito do fisco de lançar é a decadência estabelecida. c) a diminuta importância do crédito tributário.Transação: É uma espécie de negociação jurídica onde credor e devedor acertam concessões mútuas com a finalidade de extinguir obrigações recíprocas. uma vez comprovada de que não fazia jus ao benefício. basta verificar que se perdemos o direito de lançar é porque não foi realizado o lançamento em tempo hábil: o tempo será de cinco anos. como é o caso da remissão. a contagem da prescrição. portanto. e) a condições peculiares de determinada região do território da entidade tributante. pois. este somente será cessado com o decurso do prazo de cinco anos. quanto à matéria de fato. Decadência: É perda do direito de lançar. remissão total ou parcial do crédito tributário. quando o fisco pratica o lançamento dito de “ofício”. o lançamento anteriormente efetuado. Quando o favor fiscal é submetido a despacho fundamentado da autoridade administrativa não gerará direito adquirido. b) da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado por vício formal. . estando prevista no artigo 171 do CTN. Assim. Remissão: Remissão tributária. face as características pessoais ou materiais do caso. b) ao erro ou ignorância escusáveis do sujeito passivo. lançamento por homologação. Aqui quando se refere a lançamento. apesar de ter ocorrido a expressão “lançamento por homologação” não tem o condão de cessar o prazo de decadência. contados: a) do primeiro dia útil do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. assim a palavra com escrita diferente em nada tem a ver com o instituto tributário da remissão. cessa a contagem de prazo de decadência e se inicia. no sentido de perdão de uma dívida tributária é escrita com duplo “ss”. Da mesma forma que na compensação é fundamental a existência de lei no seu sentido estrito. a partir de determinado momento. ou seja com a homologação tácita do mesmo. o realizado pela autoridade fiscal. d) a considerações de equidade. considerando: a) à situação econômica do sujeito passivo. o mesmo será integralmente revogado. Diz o artigo 172 do CTN que a lei poderá autorizar a autoridade administrativa a conceder. Logo.

como ocorre no IPI no ICMS. na maioria das vezes. após a discussão do mesmo. tácita – pelo simples decurso do prazo de cinco anos a contar do lançamento. Há a previsão da homologação expressa. que importe em reconhecimento do débito pelo devedor. pois. na prescrição ela terá de ser comprovada pela parte interessada. seja em juízo ou administrativamente. Aquilo que era discutível e estava depositado em juízo ou administrativamente para evitar a mora e atualização monetárias. e nada sendo encontrado para lançar de ofício. o realizado pela autoridade fiscal. é que ocorre o recolhimento ao Tesouro Nacional dos tributos sujeitos a tal lançamento e a homologação será. houve homologação do período fiscalizado. É prazo sujeito a interrupção: a) b) c) d) pela citação pessoal feita ao devedor. pelo protesto judicial. não foi eficaz. foi realizado em tempo hábil. tendo o devedor se submetido ao lançamento e lhe satisfeito. na decadência não há interrupção de prazos. mas da ação de cobrar. A decadência pode ser declarada de ofício pelo juiz. enquanto não houver o lançamento. único ato capaz de cessar a decadência e iniciar a partir de determinado momento a prescrição. ou seja. logo o prazo é de decadência. ela correrá celeremente. dando razão ao fisco e pagou o crédito tributário. Pagamento antecipado e homologação do lançamento: Estas duas figuras – pagamento antecipado e homologação do lançamento – são atos próprios do lançamento por homologação. por qualquer motivo. . mas sobre tal assunto há controvérsias. Aqui. Conversão do Depósito em Renda: É uma das formas de pagamento e extinção do crédito tributário. convertendo o que estava depositado em renda definitiva. sendo o prazo de prescrição também de 5 anos a contar da data de constituição definitiva do lançamento. mas o procedimento de cobrança. alguns doutrinadores acreditam que tendo a empresa contribuinte por homologação sofrido fiscalização.Prescrição: Não há perda de direito. em linguagem simples. portanto. também quando a lei fala em “lançamento” está se referindo ao lançamento de ofício. Isenção e Anistia – Excludentes do crédito tributário. por qualquer ato inequívoco ainda que extrajudicial. ponto de muitas discordâncias entre os autores de direito tributário. Na prescrição cessada a interrupção. passou a ser líquido e certo. o prazo continua a correr pelo que restar. O lançamento. o sujeito passivo se deu por vencido. por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.

Cada tributo relaciona os atos e fatos excluídos de sua tributação, uma vez que isenção é matéria sujeita a reserva legal, ou seja, lei no sentido estrito precisa prevê-la a fim de que tenha validade. Não há isenção constitucional, há isenção legal – de lei portanto. A constituição trata de não-incidências, logo imunidades, ainda que por vezes, se utilize da expressão “isenção”. A isenção poderá ser objetiva quando se referir a coisas tangíveis – roupas, sapatos, redes de dormir, etc. Poderá ser subjetiva quando se referir a uma determinada pessoa e a determinadas circunstâncias – a isenção para deficientes adquirirem veículos adaptados ao seu grau de deficiência física, é um exemplo de isenção subjetiva. Outras isenções são dadas por prazo certo. As isenções por prazo certo e sujeitas ao critério de verificação da autoridade administrativa não geram direito adquirido, mas quando concedida em caráter geral passa a gerar o chamado direito adquirido e nesses casos, somente poderá ser revogada, mediante lei, e com observância do princípio da anterioridade. Finalmente, ainda que existam controvérsias, a maioria dos doutrinadores, informa que nos casos de exclusão de crédito tributário, ficam em suspenso pelo prazo prescricional o próprio crédito tributário e o lançamento, no entanto, permanecem efetivos a obrigação tributária e o fato gerador. Na anistia se tem um perdão fiscal – perdão em relação somente a penalidades, a infrações da legislação tributária, desde que não caracterizem crimes ou contravenções e desde que não haja dolo, fraude, simulação ou conluio. Assim caberá a cada entidade tributante, mediante lei no sentido estrito, anistiar infrações da legislação tributária; infrações de baixo montante; e anistiar as penalidades e infrações pecuniárias de determinada região do território da entidade tributante. Mas há uma condição básica para que se possa conceder e obter a anistia é o pagamento do tributo no prazo fixado na lei. Dispensa-se multas, não o tributo. Exercícios de Fixação: 91 – Podemos afirmar corretamente que base de cálculo é: a) b) c) d) o valor do imposto devido; o montante que define em valores a hipótese de incidência; é o valor do lançamento; é o próprio fato gerador.

92 – Podemos afirmar corretamente que fato gerador é: a) uma situação de fato, definida em termos jurídicos como hipótese de incidência, sempre recaindo sobre uma situação que tenha expressão econômica; b) fato gerador é o montante devido pelo contribuinte; c) fato gerador é a previsão de um valor a pagar; d) nda.

93 – Assinale a estritamente correta, conforme o texto estudado: a) b) c) d) o fato gerador tem a mesma natureza da obrigação tributária; a obrigação tributária tem a mesma natureza do fato gerador; o crédito tributário tem a mesma natureza da obrigação tributária; nda.

94 – A alíquota aplicável a determinado fato gerador, será aquela vigente: a) b) c) d) 30 dias antes da ocorrência do fato gerador; no dia seguinte a ocorrência do fato gerador; no dia da ocorrência do fato gerador; no dia do lançamento.

95 – Determinada lei entrou em vigor 100 dias após a ocorrência do fato gerador, tal lei determinava melhores condições de fiscalização, como a troca de informações cadastrais entre as entidades tributantes. O fiscal, na qualidade de autoridade administrativa, utilizou a lei de forma retroativa, para fatos geradores antes do vigor da lei. O fiscal agiu: a) errado e vai responder a inquérito administrativo disciplinar; b) errado, mas é erro escusável; c) corretamente, pois, o CTN permite que a lei tributária possa retroagir quando define maiores poderes ao fisco; d) corretamente, mas não vai valer o lançamento.

96 – O lançamento por homologação é realizado pelo: a) b) c) d) – pelo fiscal; – pela autoridade administrativa; – tanto pelo fiscal como pelo contribuinte; – pelo contribuinte;

97 – O lançamento por homologação tem como características: a) o pagamento antecipado e a homologação tácita – 5 anos após o lançamento; b) o pagamento sob condição resolutória de posterior homologação; c) o pagamento antecipado sob condição resolutória de posterior homologação, a qual poderá ser tácita ou expressa; d) as letras “a” e “c” estão integralmente corretas; 98 – O ato privativo da autoridade administrativa de identificar o sujeito passivo, calcular o valor tributável ou “quantum debeatur”, verificar alíquota incidente, e a ocorrência do fato gerador se denomina: a) lançamento;

b) crédito tributário; c) formalização do crédito tributário; d) as letras “a” e “c” estão corretas. 99 – Em relação á diferença entre decadência e prescrição, podemos anotar: a) Ocorre decadência quando não houve a constituição do lançamento do crédito tributário e ocorre prescrição quando o crédito, por alguma omissão, deixa de ser cobrado no prazo prescricional; b) A diferença é apenas de semântica; c) É que ambas extinguem o direito da ação de cobrar; d) É que ambas extinguem o direito de cobrar. 100 – Excluem o crédito tributário: a) a isenção e a anistia, mas permanecem válidos a obrigação tributária e o fato gerador; b) o pagamento e a conversão do depósito em renda; c) a concessão de medida liminar em mandado de segurança; d) nda. 101 – Suspendem o crédito tributário: a) a moratória, o pagamento, o depósito do montante integral, as reclamações e os recursos; b) a moratória, o parcelamento, o depósito do seu montante integral, as reclamações e os recursos, a concessão de medidas liminares; c) a concessão de medidas liminares, a compensação, a transação e a remissão; d) nda. 102 – A compensação, a transação e a remição, são formas de: a) b) c) d) exclusão do crédito tributário; extinção do crédito tributário; suspensão do crédito tributário; nda.

103 – Assim como a moratória, a isenção e a anistia: a) b) c) d) aproveitam todos os casos, inclusive, os dolosos e em conluio; não aproveita os casos de dolo, fraude e simulação, mas admite o conluio; não aproveita os casos de dolo, fraude, simulação e conluio; nda.

104 – O vencimento do crédito tributário, quando a legislação tributária não fixar, período diverso, se dará:

cheque ou vale postal. papel selado e processo mecânico. R$ 8. vencido em 10/02/81. relativo à contribuição de melhoria. 107 – O crédito tributário possui garantias e privilégios de forma a garantir o cumprimento por parte do sujeito passivo de suas dívidas com o Erário Público.00. somente não respondendo por tais dívidas tributárias. nos casos de falência e de concordata fica sujeito a habilitação. R$ 25. a ordem a ser observada pela autoridade administrativa na quitação por imputação dos seguintes créditos tributários. em dinheiro. estampilha ou cheque. devidos por um mesmo sujeito passivo.00.00.000. R$ 6.00. R$ 50.00. 3 – R$ 25. 105 – O pagamento do crédito tributário pode ser efetuado: a) em cheque ou vale postal. 2 – R$ 8. R$ 25.000. vencido em 15/11/1983. referente a imposto de renda na fonte. 30 dias do lançamento. arrolados em garantia. b) em moeda corrente. de acordo com o Código Tributário Nacional.000.000. concernente ao imposto de importação. vencido em 10/05/1982. R$ 50.00. R$ 6.000.000. estampilha ou cheque.000.00.00. na qualidade de responsável.00.000.000.000.000. nda.00. 30 dias após a notificação enviada pelo sujeito ativo.000.000.000.000. d) papel selado.00. os bens: a) b) c) d) absolutamente impenhoráveis. correspondente a taxa rodoviária única.000.000. pertinente ao imposto de importação. R$ 25. além da estampilha. vencido em 20/12/1983. c) em moeda corrente. gravados por ônus real.00.000. 5 – R$ 6. não é sujeito a concurso de credores ou qualquer outro tipo de habilitação.000. dependerá de arrolamento prévio.00. .00 e R$ 6. d) nenhuma das alternativas está correta.a) b) c) d) 30 dias após a notificação válida ao sujeito passivo. c) na ordem: R$ 8. (AFRF/1994): 1 – R$ 200. 106 – Assinale a alternativa que indica corretamente.00 e R$ 200. 4 – R$ 50.00. vencido em 10/03/1983.00 e R$ 8.000.00. todo e qualquer bem responde pelas dívidas tributárias. R$ 50.00. a) na ordem: R$ 200. b) na ordem: R$ 200.00. 108 – O Crédito tributário quanto a sua cobrança judicial: a) b) c) d) está sujeito a concurso de credores.

em multa. também de forma específica. vamos localizar os poderes e demais regras que regulam a atividade da fiscalização. Por declaração. logo. 110 – Determinado contribuinte submetido à fiscalização. Para efeitos tributários não há como limitar ou excluir o direito do fisco em examinar livros.109 – Qual é o ato. pois. Por homologação. papéis. arquivos.00. foi notificado mediante Auto de Infração por falta de pagamento de tributos. sem necessidade de qualquer ordem judicial. estando o estabelecimento regularmente aberto e em horário de funcionamento normal. Significa que o fisco poderá. Também não há nem poderá haver qualquer dificuldade em examinar livros. adentrar em qualquer estabelecimento sob fiscalização. Autolançamento. Assim tanto regula genericamente o poder da autoridade fiscal.000. 8º Capítulo: Da Administração Tributária Da Dívida Ativa Noções básicas sobre Processo Administrativo Tributário (Contencioso Tributário Federal) Da Administração Tributária: Nos artigos 194 a 200 do Código Tributário Nacional – CTN. como em relação a cada tributo.00 reais em imposto e R$ 75.000. que estava em débito de R$ 100. Este tipo de lançamento é denominado: a) b) c) d) De ofício. só podem alegar o direito ao sigilo algumas poucas entidades (padres. a base de cálculo. . ainda que imunes ou isentas. Determina a aplicação da legislação tributária a todas as pessoas naturais e jurídicas. Só há restrição em relação à residência domiciliar das pessoas físicas e nesse caso será necessária a ordem judicial. todos estão sujeitos à fiscalização. sejam contribuintes ou não. a determinação da alíquota aplicável. além de que os fiscalizados tem a obrigação de exibi-los quando solicitados e no prazo e forma requeridos. portanto. no cumprimento de suas atribuições. o lançamento. dispondo sobre os poderes das autoridades administrativas no exercício de suas atribuições de fiscalização. procedimento que constitui o crédito tributário: a) b) c) d) o fato gerador. documentos e quaisquer papéis.

d) as corretoras. após esgotados os prazos para pagamento fixados em processo regular. públicos. o parcelamento e a moratória. sujeitando o infrator a condução sobre prisão para prestação de depoimentos. por exemplo. além de troca de informações entre entes públicos conveniados e a solicitação de informações ao fisco via ordem judicial. f) os síndicos. devem os mesmos sofrer registro nos livros apresentados pelos fiscalizados ou até mesmo a termo. Devendo os atos da fiscalização serem de natureza legal. e em obediência a publicidade de seus atos. a colaboração e proteção de força policial. caixas econômicas e demais instituições financeiras. logicamente se constitui a partir dos créditos tributários não satisfeitos pelo sujeito passivo. não é somente a administração que poderá solicitar a força policial. seja verbal. A administração fazendária e seus servidores fiscais terão dentro de sua área de atuação e jurisdição. b) os bancos. inclusive. Qualquer ato agressivo. por sinais. e) os inventariantes. mas o próprio auditor fiscal no desempenho de suas funções. quando o fiscalizado deverá ficar com cópia. seja agressão física ou outro ato de negação que vise dificultar a fiscalização será considerado como embaraço e desacato ao agente tributário. que os demais órgãos públicos estão obrigados a prestar ajuda quando solicitada por um agente da fiscalização tributária. A dívida ativa tributária. Todos deverão guardar os documentos e livros de efeitos fiscais pelo prazo mínimo de 5 anos – que é o prazo prescricional. escrivães e demais serventuários de ofício.advogados e bancos em geral). ou seja. além de multas administrativas e judiciais. devendo para tal ser regularmente inscrita na repartição competente (Procuradoria da Fazenda Nacional para os créditos tributários federais). A administração tributária e seus servidores estão obrigados a guardar sigilo em relação aos fatos de seu conhecimento. . os transportadores. comissários e liquidatários. as casas bancárias. os leiloeiros e despachantes oficiais. isso significa. precedência sobre os demais setores administrativos. O agente fiscal tem poder de requisitar. excluindo-se as informações e provas necessárias à formulação da representação fiscal para fins penais. Mediante intimação estão obrigados a informar sobre os negócios e atividades de terceiros: a) os tabeliães. g) quaisquer outros em razão de seu ofício. c) as empresas de administração de bens. Da Dívida Ativa: O capítulo está contido nos artigos 201 a 204 do CTN. a inscrição na dívida ativa. a fim de bem cumprir com às suas atribuições.

goza da presunção “júris tantum”. regularmente registrada. então é providenciada a Certidão. e ao executado quando houver substituição será garantido à devolução de prazos para embargos à execução. se neles estiver apurado o valor da dívida. . Certidão Negativa de Débitos Fiscais: Artigos 205 a 208 do CTN.A dívida ativa tributária. o domicílio ou residência de um e de outros. logo devida. Logo é prova pré-constituída para todos os efeitos a dívida ativa regularmente inscrita. ou seja. quando exigível. prazos próprios. Qualquer omissão ou erro anulará a certidão. d) a indicação. presunção relativa até prova em contrário. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10(dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição. caso não aceito e não pago. O Termo de Inscrição deverá conter: a) nome do devedor. A Certidão de Dívida Ativa conterá os mesmos elementos do Termo de Inscrição e será autenticada pela autoridade competente. Artigo 205 – A lei poderá exigir que a prova de quitação de determinado tributo. o qual poderá ser sanado até o momento de ocorrer à decisão de primeira instância (judicial) mediante substituição da certidão nula por outra sem os erros ou omissões da anulada. somente sendo regida pelo Código de Processo Civil de forma subsidiária. de estar a dívida sujeita à atualização monetária. bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato. A dívida ativa tem rito processual para fins de execução judicial regido pela Lei 6830/1980. seja feita por certidão negativa. de que é dívida certa e líquida. e) a data e o número da inscrição. sempre que conhecido. Basta. b) o valor originário da dívida. dos co-responsáveis e. a apresentação pela PFN do título extrajudicial denominado Certidão de Dívida Ativa para que possa impetrar ação judicial de execução de bens do devedor. a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida. f) o número do processo administrativo ou do auto de infração. que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa. bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial para o cálculo. domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido. logo tem rito próprio. portanto. c) a origem. se for o caso. Primeiro a PFN elabora um simples Termo de Inscrição e apresenta ao devedor. expedida à vista de requerimento do interessado.

e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. à liberdade. Nos demais incisos diz ainda: ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal e são inadmissíveis. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento. pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos. Artigo 207 – Independentemente de disposição legal permissiva. ou créditos cuja exigibilidade estejam suspensos ( exemplo: créditos tributários lançados e impugnados pelo sujeito passivo na instância administrativa). com os meios e recursos a ela inerentes. exceto as infrações cuja responsabilidade seja pessoal ao infrator. será dispensada a prova de quitação de tributos. respondendo. Do Contencioso Tributário: O Contencioso Administrativo Tributário tem origem nos lançamentos que são contestados pelos contribuintes na esfera administrativa. responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir. dos Estados. Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que corra o processo ou deva ser praticado o ato. juros de mora e penalidades cabíveis. ou o seu suprimento. nos termos seguintes: LV – aos litigantes. créditos em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora (logo reservados para pagamento dos tributos devidos. Artigo 210 – Dos prazos: os prazos fixados nesta Lei ou na legislação tributária serão contínuos. É previsto no artigo 5º da Constituição Federal no inciso LV. Comprova a abrangência nacional do CTN. mediante bens penhorados e que serão levados a hasta pública). quando se tratar de prática de ato indispensável para evitar a caducidade do direito. em processo judicial ou administrativo. todos os participantes no ato pelo tributo porventura devido. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. Artigo 209 – A expressão “Fazenda Pública” quando empregada nesta Lei sem qualificação abrange a Fazenda Pública da União. sem dispensar as demais responsabilidades funcionais e penais. Tal alegação de direitos é praticada quando a não observância de prazo – dez dias – para concessão da certidão não é observada pela repartição competente e tal omissão possa acarretar a caducidade de um direito. “Todos são iguais perante a lei. que contenha erro contra a Fazenda Pública. Artigo 208 – A certidão negativa expedida com dolo ou fraude. no entanto. no processo. à segurança e à propriedade. sem distinção de qualquer natureza. Finalmente nos artigos 209 e 210 do CTN temos as disposições finais. do Distrito Federal e dos Municípios. as provas obtidas por meios ilícitos. . à igualdade.Artigo 206 – Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos (logo ainda não devidos).

d) em termos avulsos. a pessoa jurídica não constituída formalmente. pelas Delegacias Regionais de Julgamento. b) em qualquer livro. ou qualquer outro termo fiscal deverá ser lavrado obrigatoriamente. em qualquer dos livros fiscais e inclusive. poderá o contribuinte. E decisão administrativa irreformável significa aquela que não mais possa ser objeto de ação anulatória. Ministro da Fazenda. a) no livro Diário. A primeira instância é realizada pelos julgadores colegiados. não cabe recurso. O contencioso se inicia pela impugnação ao crédito tributário lançado.Quando a administração tributária em decisão administrativa irreformável anula o crédito lançado pela autoridade administrativa está extinto o crédito tributário. na instância administrativa. poderá ser lavrado mediante termo avulso. Insatisfeito com o resultado. a) b) c) d) e) o imune. em qual há um que não esteja sujeito à fiscalização tributária. 112 – O termo de início de fiscalização. c) pelo CTN. mediante recurso (não mais impugnação). ainda. quando o processo será remetido para julgamento da 1a instância administrativa. elevar o seu caso a 2ª instância de julgamento. Exercícios de Fixação: 111 . . mas sim recurso. em igual quantidade de Auditores Fiscais da Receita Federal e Representantes do empresariado nacional. Da decisão do Sr. podendo ser diversa a sorte de cada um dos processos. do qual o contribuinte deverá receber cópia. todos estão sujeitos á fiscalização.Dentre as alternativas a seguir. Assim as decisões no Processo Administrativo Tributário e os julgados administrativos tem força de eficácia para manter ou extinguir créditos tributários. quando o contribuinte consegue decisão favorável do Conselho de Contribuintes e a Procuradoria da Fazenda Nacional. a pessoa natural. pelo Conselho de Contribuintes. o isento. Há também uma terceira instância. discorda do fato. denominada especial que corresponde ao Ministro da Fazenda. todos Auditores Fiscais da Receita Federal. A segunda instância é realizada pelos julgadores colegiados. preferencialmente no livro de Ocorrências.

três anos. tem como efeito: a) b) c) d) interromper o prazo decadencial. conforme consta do CTN. 117 – A inscrição do débito em Dívida Ativa. Só liquidez. garantia e liquidez totais. dá ao crédito tributário a certeza de: a) b) c) d) garantia e liquidez. documentos de interesse fiscal. Certidão Positiva de Débitos Fiscais. para fins de apresentação à fiscalização quando intimados a fazêlo. Nenhuma das anteriores. pelo prazo determinado em lei. b) administrativo. d) Nenhuma das anteriores. cinco anos e é prescricional. mediante ato de lançamento e exerceu a sua defesa. relativas. Certidão de Dívida Ativa. ofereceu bens à penhora. garantia e liquidez. ou que na esfera judicial. absolutas. em fase atual de julgamento. mediante Certidão de Dívida Ativa. Tal prazo é de: a) b) c) d) cinco anos e é decadencial. 118 – A Certidão de Dívida Ativa é um título: a) judicial.113 – Todos os contribuintes deverão guardar livros. 114 – Assinale a correta. cessar a espontaneidade do fiscalizado. impugnando o crédito. mediante termo de início. com efeito de negativa: a) Que o contribuinte é devedor remisso. 115 – A declaração do fisco de que o contribuinte está em dias com suas responsabilidades tributárias se expressa pela declaração: a) b) c) d) Certidão Negativa ou positiva com efeito de negativa. . nenhuma das anteriores. b) Que o contribuinte foi autuado pela fiscalização. pois só o lançamento faz tudo cessar. 116 – O que significa uma Certidão Positiva de Débitos Fiscais. dez anos. c) Que entrou na justiça para se defender mediante Mandado de Segurança. interromper o prazo prescricional. se condenado ao pagamento. O início da fiscalização.

d) formal. certidão de dívida ativa. que manda em todo mundo. nenhum dos anteriores. nula. 121 – Quais dentre as pessoas abaixo não está obrigada a revelar o que sabe ao fisco. c) somente o padre. mas poderá ser corrigida até decisão de primeira instância. 122 – O sigilo fiscal não prejudica a realização de : a) b) c) d) representação fiscal para fins penais. todas as alternativas estão corretas. 124 – Quantos aos prazos da legislação tributária. mediante recurso aos procuradores. mediante qual procedimento: a) b) c) d) mediante impugnação. mas poderá ser corrigida se concordar o sujeito passivo. mediante embargos à execução. que poderá solicitar ajuda a qualquer outro agente ou órgão público. . 120 – O que significa a precedência que a autoridade administrativa no exercício da fiscalização de tributos tem sobre as demais autoridades: a) b) c) d) que não precisa obedecer nem mesmo ao juiz. 123 – O erro ou omissão constante de Certidão de Dívida Ativa. nula. moratória.c) extrajudicial. desde que seja dia de expediente normal na repartição emitente da notificação. b) o advogado. 119 – É possível contestar um crédito tributário inscrito em dívida ativa. a torna: a) b) c) d) nula e extingue a dívida sem qualquer possibilidade de correção. anulável e extingue a dívida se for indicado o erro ou omissão pelo devedor. mediante intimação: a) os tabeliães e os serventuários de ofício nos cartórios. podemos afirmar corretamente: a) somente se iniciam no dia seguinte da notificação do lançamento. onde quiser. d) os bancos. que entra em qualquer lugar.

de um contrato entre um permissionário e o setor público. pois. b) com o registro da importação no Siscomex. nenhum das anteriores. ou seja. c) com a lavratura do auto de infração. na jurisdição da repartição emitente da notificação. Quanto a presente afirmação podemos dizer que é: a) falsa. 10 dias.b) exclui-se o último dia do prazo. entre outros. c) falsa. um termo de início. b) falsa. de qualquer dívida entre pessoas jurídicas e físicas.As intimações deverão ser feitas pessoalmente. seja um Delegado ou um Inspetor. uma intimação. d) inclui-se o dia da notificação. 128 – O Auto de Infração é lançamento externo e a Notificação de Lançamento é interno. segundo o CTN notificação de lançamento é feita por meio eletrônico. dispensa assinaturas manuais. 125 – Quantos dias tem o servidor público para expedir certidão de quitação de tributos federais. 8 dias. não existe a divisão entre lançamentos internos e externos. o primeiro é lavrado pela autoridade administrativa denominada Auditor Fiscal e o segundo é firmado pelo chefe da Repartição. d) Verdadeira. até mesmo em caso de feriado. regularmente requerida: a) b) c) d) 5 dias. Chamadas em televisão. . admitindo-se a intimação via AR. 30 dias. 129 . 127 – O procedimento fiscal se inicia sempre que houver um: a) ato de ofício da fiscalização. 126 – A dívida ativa tributária é proveniente de crédito tributário e a dívida ativa não tributária é proveniente de: a) b) c) d) de qualquer dívida entre particulares. c) inclui-se o último dia do prazo. um termo de apreensão de mercadorias. Editais. Anúncios em jornais. ponto facultativo. não existe a notificação de lançamento. d) fato que chegue ao conhecimento da autoridade administrativa. mas também quando desconhecido o domicílio poderá ser feita mediante: a) b) c) d) Proclamas.

a decisão divergente em casos similares. contrária à lei ou à evidência de provas. d) sempre que foi conveniente ao interesse público. questões de equidade e de analogia. mediante recurso de ofício. permitirá recurso à : a) b) c) d) ao Delegado de Julgamento Regional. b) emitir decisão contrária ao sujeito passivo. da qual não mais caberá recurso.130 – Ao Ministro da Fazenda em instância especial compete: a) julgar em instância especial. prescindindo totalmente dos diversos ramos do Direito Privado. c) em qualquer dos casos elencados nas letras “a” e “b”. o Direito Tributário (AFRF 1991): a) é totalmente independente dos demais ramos. 134 – Assinale a única correta (AFRF 1989): a) o CTN relaciona a jurisprudência judicial como fonte formal do direito tributário brasileiro. d) nenhuma das anteriores. Nenhuma das anteriores. c) julgar em instância especial. decisões dos Conselhos de Contribuintes contra a União. 132 – A decisão não unânime pelo colegiado. Questões de Concursos: 133 – Em relação ao Direito como um todo. não se relacionando com os demais ramos. b) julgar de ofício. . e) relaciona-se apenas com os demais ramos do Direito Público. quando o crédito tributário exigido e mantido for de elevado valor e superior a limite fixado pelo Ministro da Fazenda. c) vincula-se apenas ao Direito Constitucional. sempre que: a) emitir decisão favorável ao sujeito passivo. b) vincula-se apenas ao Direito Administrativo. em recurso dos Procuradores da Fazenda Nacional. da qual não mais caberá recurso. d) é considerado autônomo. ao Secretário da Receita Federal. 131 – A Delegacia Regional de Julgamento é obrigada a recorrer de ofício. possuindo metodologia própria de interpretação e estruturação. quando o crédito tributário for de elevado valor e superior a limite fixado pelo Ministro da Fazenda. decisões dos Conselhos de Contribuintes contrárias a tais contribuintes. não se relacionando aos demais ramos. apenas do ponto de vista didático. Câmara Superior de Recursos Fiscais.

o Distrito Federal e os Municípios. Estados e Municípios é definida em : a) b) c) d) e) Constituição do Brasil. quando este arrola o que se compreende por legislação tributária. Leis complementares federais. atribuir a terceiro. c) Por não estarem expressamente mencionados no CTN. o dever de cumprir a obrigação acessória. revogar tratados e convenções internacionais anteriores. o Distrito Federal e Municípios. d) atribuir à pessoa imune a responsabilidade pelos tributos cuja retenção a lei tenha determinado. os decretos expedidos pelo Presidente da República não são atos válidos para extinguir tributos. e) dilatar o prazo decadencial do Código Tributário Nacional para lançar de ofício tributo federal. Leis complementares federais. 136 – Lei ordinária da União pode (AFRF 1984): a) autorizar o Executivo a definir as hipóteses de concessão de isenção. c) a União. suas condições e limites. os Estados. os Estados. autorizar o Executivo a fixar penalidade às infrações tributárias que definir. podendo ser alterado por lei complementar federal ou estadual. de acordo com o CTN. exclusivamente. c) conceder isenções de tributos estaduais e municipais quando houver relevante interesse público. leis ordinárias e decretos-lei. 135 – A competência tributária da União. somente podendo ser alterado por lei complementar federal. d) Não se equipara à majoração de tributos a modificação de sua base de cálculo que importe em torná-lo mais oneroso. revogar isenção condicionada e a prazo certo. podendo ser alterado por lei ordinária federal e medida provisória. que não se vincula diretamente ao fato gerador da obrigação principal. as medidas provisórias não podem definir hipóteses de créditos tributários. Constituição do Brasil.b) Apesar de integrar a legislação tributária. 138 – O Código Tributário Nacional obriga (ICMS 1989): a) a União. b) revogar isenção concedida por lei estadual ou municipal. . Constituição do Brasil e em leis constitucionais. leis complementares. decretos-leis e leis ordinárias. exclusivamente. 137 – Lei ordinária pode (AFRF 1984): a) b) c) d) e) delegar ao Executivo a atribuição o sujeito passivo do tributo. b) os Estados e Municípios.

141 – Qual a diferença entre expedir uma certidão negativa com erro culposo (erro não intencional) e erro doloso (com intuito de lesar o fisco). para fins de definição do fato gerador de imposto. os Estados. ainda em 1980. ele fica sabendo que entrou em vigor uma lei que deixa de definir como infração o ato praticado. domínio útil ou posse. c) tanto no culposo quanto doloso. b) tanto no culposo quanto doloso. são utilizáveis os princípios gerais de direito privado? II – A lei tributária federal pode. b) a nova lei não é aplicável ao caso. seguro ou de títulos mobiliários ? . jamais se aplica a ato ou fato pretérito. para efeito de excluir o imposto devido. d) somente a partir do exercício financeiro seguinte (1981). e os efeitos sobre o funcionário relapso: a) no erro culposo não há como responsabilizar pelos créditos tributários porventura prejudicados. além das penalidades administrativas e penais. com a finalidade de limitar a tributação a respeito. vai pagar os tributos prejudicados. porque se trata de ato definitivamente julgado. um contribuinte defendeu-se judicialmente. mas no doloso sim. alterar os conceitos de câmbio. podendo ser alterado por lei complementar federal e estadual. e) a União. A decisão final do litígio lhe foi desfavorável.d) os Estados. Intimado a pagar o imposto e a multa devidos. mas sim. 140 – Autuado por infração á legislação do imposto sobre produtos industrializados. b) a partir de 45 dias da data de sua publicação. somente podendo ser alterado por lei ordinária. d) a nova lei retroage. apenas para excluir a multa devida. a notificação de lançamento. o contribuinte que agiu em conluio com o mesmo. e) lei que estabelece normas gerais de direito tributário. Assinale a alternativa correta aplicável ao fato acima mencionado ( AFRF 1989): a) a lei vigente á época da infração somente não é aplicável ao caso se foi expressamente revogada pela posterior. o Distrito Federal e os Municípios. o Distrito Federal e os Municípios. 142 – Assinale a alternativa que contenha a seqüência correta de respostas as três perguntas abaixo (AFRF 1989): I – Para definir o que é propriedade. d) nenhuma das anteriores. c) a nova lei retroage. nada terá a sofrer. possibilitará a cobrança do tributo (AFRF 1984): a) a partir de 1º de janeiro de 1980. 139 – Lei municipal que elevou a alíquota do IPTU em 10 de janeiro de 1980. c) a partir da data em que a administração expedir. publicada no Diário Oficial do Município na mesma data.

b) analogia. Não. e) é constitucional.III – o emprego da eqüidade. sucessivamente. princípios gerais de direito público. princípios gerais de direito público. sim. interpretar a norma da maneira mais favorável ao acusado. na seguinte ordem (TRF 1988): a) analogia. Esse empréstimo compulsório (AFRF 1991): a) b) c) d) é inconstitucional. princípios gerais de direito público. a autoridade competente para julgar infrações à legislação tributária deve (AFRF 1989): a) b) c) d) e) utilizar o princípio da equidade. não. princípios gerais de direito privado. não. pode resultar na dispensa de tributo injusto? a) b) c) d) e) Não. em face da tendência à hiperinflação. sim. princípios gerais de direito privado. aplicar a pena mais severa. pois trata de matéria urgente e de relevante interesse nacional. eximir o acusado de qualquer penalidade. por ter sido instituído por lei complementar. Sim. é inconstitucional. Sim. por ter sido instituído por lei complementar. c) analogia. 145 – Lei complementar da União Instituiu empréstimo compulsório para absorver temporariamente poder aquisitivo da população. Não. não. e) equidade. princípios gerais de direito tributário. d) analogia. sim. equidade. é constitucional. 143 – Na ausência de dispositivo legal. a autoridade competente aplicará a legislação tributária. analogia. deveria ter sido instituído por lei ordinária federal. não. não. pois não corresponde às hipóteses constitucionais de empréstimos compulsórios. princípios gerais de direito tributário. aplicar a analogia. princípios gerais de direito privado. equidade. visando a atenuar os rigores de uma lei. 144 – Em caso de dúvida quanto à capitulação legal do fato. equidade. princípios gerais de direito público. sim. princípios gerais de direito público. equidade. sim. 146 – Não pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro da publicação da lei que o instituiu o imposto (AFRF 1989): .

o fato gerador. a sua denominação. imposto sobre circulação de mercadorias. por ser privativo dos Estados e do Distrito Federal o ICMS. terá eficácia somente a partir do exercício financeiro seguinte ao de sua instituição. d) é defeso a União instituir imposto sobre os serviços de transporte e comunicações. imposto sobre produtos industrializados. em face do princípio da anterioridade da lei. É correto afirmar que essa contribuição (AFRF 1991): a) b) c) d) e) é exigível após 45 dias da data de publicação da lei. b) taxa de coleta de lixo x utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição. 149 – Lei da União. pois falece competência da União para instituí-la. e) taxa de alvará de licenciamento x a propriedade de imóvel urbano. só poderá ser exigida 90 dias após a data da publicação da lei instituidora. imposto sobre grandes fortunas. Distrito Federal e Municípios. Estados. é inconstitucional. . ela pode ser cobrada cumulativamente pela União. limitando-se a estipular a competência para instituílos. c) taxa de cemitério x poder de polícia. 150 – Assinale a única alternativa não correta (AFRF 1984): a) a Constituição não cria tributos. 147 – É imprescindível para a determinação da natureza jurídica do tributo.a) b) c) d) e) imposto de importação. Estados e Municípios. a denominação e demais características formais adotadas pela lei. 148 – Considere a relação taxa e fato gerador e responda corretamente: a) taxa de iluminação pública x poder de polícia. pode ser exigida a partir da data de publicação da lei que a criou. b) por ser de competência tributária comum. c) tendo em vista o fato gerador da contribuição de melhoria. instituiu contribuição em favor da seguridade social incidente sobre concursos de prognósticos. publicada em 16 de janeiro de 1991. imposto de exportação. as taxas podem ser cobradas pela União. o tipo de lei que o instituiu. a) b) c) d) e) a destinação de sua arrecadação. d) taxa de fiscalização de boates x utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição.

que explora atividade de lenocínio. diz-se um “tributo não-vinculado”. repugna ao direito tributário considerálo como suscetível de se submeter à incidência da norma tributária. 153 – A taxa não pode ter base de cálculo ou fato gerador idêntico ao que corresponde a imposto. a taxa de melhoramento de portos. o titular é incapaz sob o ponto de vista tributário. ser cobrada de funcionário ex-combatente de guerra. a matéria está fora da área de incidência tributária. ser cobrada em função do capital das empresas. eis que para o direito tributário é irrelevante a ilicitude ou licitude da atividade tributária. d) tratando-se de atos contra os bons costumes. Indique o tratamento adequado ao caso (AFRF 1991): a) por configurar ilícito penal e atentado aos bons costumes. b) por caracterizar uma atividade ilícita juridicamente. assinale a opção correta (AFRF 1991): I – A obrigação tributária principal tem por objeto o pagamento de tributo ou multa. Nesse sentido.151 – Dona Geni. seja realizada. valorize imóvel particular. 154 – Quando tem por fato gerador uma situação que independe de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte. o imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. a taxa de limpeza pública. teve os rendimentos auferidos na referida atividade submetidos à incidência do imposto de renda pessoa física pela fiscalização da Delegacia da Receita Federal. a contribuição de melhoria. c) tratando. II – Obrigação tributária acessória tem por objeto qualquer outra prestação imposta pela legislação tributária. e) a matéria está dentro do campo de incidência tributária. nra. ser cobrada de funcionários civis e militares aposentados. 152 – Para que uma contribuição de melhoria seja cobrada é necessário que uma obra pública: a) b) c) d) e) seja projetada. valorize área urbana.se de ilícito penal não há que se falar em incidência tributária. 155 – Em relação às afirmativas abaixo. . é “tributo não-vinculado” (AFRF 1989): a) b) c) d) e) a taxa de fiscalização. nem (AFRF 1980): a) b) c) d) ser cobrada indistintamente de todos.

se suspensiva a condição.06. João disse a seu filho Mário que lhe doaria um determinado imóvel. Aos 30.1985. O fato gerador do imposto sobre transmissão de bens imóveis ocorreu em (PFN 1985): a) b) c) d) e) 30.III – A aplicação da penalidade não pecuniária origina uma obrigação tributária principal. 156 – Quando o fato gerador for uma situação jurídica de natureza condicional.1986. as duas primeiras são corretas. a) b) c) d) e) somente a primeira é correta.1984. somente a segunda é correta. ou da celebração do negócio jurídico. desde o momento em que estejam em vias de se concretizar as circunstâncias materiais que produzirão os efeitos que lhe são próprios.12.1986. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos (AFRF 1991): a) tratando-se de situação jurídica. c) em qualquer situação. 15.05.1984. somente a terceira é correta. se suspensiva a condição. Assinado aos 15. as três são corretas. com a entrega da notificação de lançamento ao sujeito passivo. 157 – Regra geral.1984. 30. caso o rapaz conseguisse concluir o curso superior até 13.12. b) publicação da lei que defina como fato gerador essa situação jurídica.12.1984.10. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio.1984.10. o respectivo contrato foi registrado em 02. desde o momento em que esteja definitivamente constituída. d) prática do ato jurídico.05.06. e) tratando-se de situação jurídica. d) tratando-se de situação de fato. a respectiva obrigação tributária surgirá a partir do momento da (o) (AFRF 1989): a) constituição do crédito tributário. e) implemento da condição resolutiva. nos termos do direito pertinente. Mário concluiu o curso superior.1984 . b) tratando-se de situação de fato. 10. 158 – Em 10. 02. desde o momento em que se identifique contribuinte.1985. desde o momento em que tenha sido iniciada a sua constituição. c) implemento da condição suspensiva. nos termos do direito aplicável. nos termos do direito aplicável.12.

na solidariedade (AFRF 1985): a) b) c) d) o pagamento feito por um dos obrigados não beneficia os demais. 161 – Salvo disposição em contrário. a partir do momento do(a) (AFRF 1991): a) b) c) d) e) ocorrência da situação fática. considera relevantes apenas as ações ou omissões praticadas com boa-fé. a interrupção da prescrição contra um dos obrigados prejudica os demais. considera-se ocorrido o fato gerador. em relação aos negócios jurídicos submetidos a condição resolutória. implemento da condição suspensiva. como proprietário do imóvel. 160 – Salvo disposição em contrário. a responsabilidade por infrações a legislação tributária (AFRF 1985): a) b) c) d) depende da intenção do agente. ficando a empresa administradora responsável pela sua administração e fiel execução de todas as cláusulas contratuais. tratando-se de situação jurídica.1986. Considerando-se que o locador. Assim se a questão perguntasse sobre fato gerador de negócio jurídico. a interrupção da prescrição em favor de um dos obrigados não beneficia os demais.12. a eficácia da lei que instituiu o tributo. é só uma indução.OBS: esta questão induz o raciocínio para o fato gerador sob condição. como de fato concluiu. que exigissem a sua interveniência. implemento da condição resolutória. a ocorrência do fato gerador. ainda. a isenção outorgada pessoalmente a um dos obrigados exonera os demais. 163 – Em contrato de locação de imóvel ficou pactuado entre o locador. Não significando. celebração do negócio. 162 – A obrigação tributária principal surge com: a) b) c) d) a publicação da lei que instituiu o tributo. mas o que pergunta é quando ocorreria o fato gerador do imposto de transmissão de imóvel – na data da transmissão é a resposta. o locatário e a empresa administradora do imóvel que o locatário assumiria todos os encargos tributários incidentes sobre o imóvel. é o . a resposta seria fato gerador sob uma das condições. é definida pelos princípios gerais do direito penal. independe da intenção do agente. a qual ocorrida faria nascer o fato gerador ou se daria logo na celebração do negócio – transferir o imóvel caso o filho concluísse o curso superior até 13. verificação de outras circunstâncias materiais necessárias pra que a situação de fato produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. o lançamento de ofício. 159 – Regra geral. que no exemplo acima exista negócio sob condição.

tutor. não ocorre quando há: (AFRF 1989): a) sócio. c) cônjuge meeiro. subsidiária. b) locatário e. d) locador. O Fisco nesse caso tem o direito a (AFRF 1984): . no caso de liquidação de sociedade de pessoas. de produtos sujeitos ao IPI. pelos tributos devidos em relação aos bens adquiridos. estabelecendo que o comprador se responsabilizaria pelo imposto que. pelo crédito tributário. tabelião. pelos tributos devidos pelo espólio. conforme a conveniência do fisco. da empresa administradora. condicionada à inexistência de fraude ou simulação. adquirente. em face da disposição contratual referida. preferencial. nessa matéria. 167 – Determinada empresa industrial contratou. em relação aos tributos devidos pela liquidada. viesse a ser exigido. pois os acordos particulares não vinculam. do (AFRF 1991): a) locatário. pelos tributos devidos em relação aos bens remidos. por escrito. o município deve cobrar o tributo. pelos tributos devidos pelo “de cujus”. nos termos do CTN. em relação aos tributos devidos pelas incorporadas ou fusionadas. uma vultosa venda sem nota fiscal. do locatário ou da empresa administradora. exclusiva. sucessivamente. é (AFRF 1984): a) b) c) d) e) solidária. c) locador ou locatário. a responsabilidade da pessoa incorporadora ou daquela que resulta de fusão. que lhe transfere o encargo tributário.contribuinte do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. 164 – É pessoalmente responsável o (AFRF 1989): a) b) c) d) e) pai. inventariante. porventura. se o primeiro recusar-se a pagá-lo. em face do disposto no referido contrato. com um atacadista. 165 – A responsabilidade pessoal. pelos tributos devidos em relação aos atos praticados por ele. pelos tributos devidos por seus tutelados. b) sucessor a qualquer título (herdeiro ou legatário) pelos tributos devidos pelo “de cujus”. e) locador. d) remidor. o fisco. pelos tributos devidos por seus filhos menores. 166 – Segundo o CTN.

quando houver: . moratória. 168 – A pessoa física tem capacidade tributária passiva: ( Fisco Estadual MG 1985): a) b) c) d) e) somente a partir dos 16 anos de idade. são solidariamente responsáveis. por força do contrato. em qualquer hipótese. em relação aos atos ou fatos que derem origem a cada estabelecimento. 172 – A lei pode autorizar a autoridade administrativa a conceder. pois devido ao conluio. considera-se como domicílio tributário do contribuinte que não o elegeu. c) a residência das pessoas físicas não pode ser escolhida como domicílio tributário. 169 – De acordo com o CTN. e) a autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito. d) o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação será. ainda que incerta ou desconhecida. o da residência de seu titular. pois tal contrato não pode ser oposto à Fazenda Pública. anistia. somente quando for maior de 18 anos e civilmente capaz. por despacho fundamentado. somente o lugar de sua sede central. remisão. ou. 170 – Assinale a alternativa certa: (TRF 1985): a) o domicílio tributário não poderá ser escolhido pelo contribuinte. exigir do comprador o tributo. a sua residência habitual. o domicílio tributário. independentemente de idade e de capacidade civil. 171 – Uma das modalidades de exclusão do crédito tributário é a: (AFRF 1989): a) b) c) d) e) transação. independentemente de idade. prescrição.a) b) c) d) todo o tributo do comprador. metade de cada um. já que o contrato faz lei entre as partes. remissão total ou parcial do crédito tributário. b) quanto às pessoas naturais. b) o domicílio tributário eleito pelo contribuinte em nenhuma hipótese poderá ser recusado pela autoridade administrativa. todo o tributo da indústria. c) quando às pessoas jurídicas de direito privado. se civilmente capaz. d) quanto às firmas individuais. no caso de impossibilitar a fiscalização do tributo. o lugar de sua sede. além de exigir multa da empresa industrial por sonegação fiscal. somente quando maior de 21 anos e civilmente capaz. na forma da legislação aplicável ( AFRF 1984): a) quanto às pessoas jurídicas de direito público.

pela citação pessoal feita ao devedor. 176 – Quantos dias depois da data da notificação do lançamento ao contribuinte ocorrerá o vencimento do crédito tributário. b) podem ser revogadas a qualquer tempo por lei. 175 – As isenções (IAPAS 1985): Esta questão não mede necessariamente conhecimento da lei. 15 dias. projeto de anistia definido pela autoridade competente. condições peculiares a determinada região do território da entidade tributante.a) b) c) d) e) relevante importância do crédito tributário. b) isenção. no primeiro dia do exercício seguinte áquele em que ocorreu o lançamento. por qualquer ato administrativo que constitua o devedor em mora. mas a capacidade do aluno em prestar atenção no que está escrito: a) podem ser revogadas a qualquer tempo por lei. é (AFRF 1991): a) a imunidade. 173 – A contagem do prazo de prescrição da ação para a cobrança do crédito tributário inicia-se (ICMS ES): a) b) c) d) e) na data do protesto inicial. 174 – A prescrição da ação de cobrança do devedor se interrompe: a) b) c) d) e) pela ocorrência do fato gerador. ignorância do sujeito passivo quanto à matéria de direito. na data em que deveria ter ocorrido o pagamento do crédito tributário. . 30 dias. na data da ocorrência do fato gerador. pelo lançamento. dispensa o contribuinte do pagamento de tributo devido. na data da constituição definitiva do crédito tributário. salvo se concedidas por prazo certo e em função de determinadas condições. salvo se concedidas por prazo certo ou em função de determinadas condições. pela lavratura do auto de infração. 177 – O favor fiscal que. 5 dias. estabelecido em lei do poder tributante competente. questões de ordem administrativa de cada contribuinte. 10 dias. quando a legislação não fixar o tempo para o pagamento: a) b) c) d) e) 45 dias.

c) isonomia; d) moratória; e) prescrição. 178 – O prazo para que se dê o fato jurídico da decadência e da prescrição (AFRF 1991): a) interrompe-se no caso de decadência e suspende-se no caso de prescrição; b) suspende-se no caso de decadência e interrompe-se no caso de prescrição; c) interrompe-se e suspende-se no caso de decadência e apenas se suspende no caso de prescrição; d) interrompe-se e suspende-se no caso de prescrição e apenas se interrompe no caso de decadência; e) interrompe-se e suspende-se no caso de prescrição e não se interrompe e nem se suspende no caso de decadência; 179 – A competência tributária residual da União caracteriza-se pela possibilidade de ela (AFRF 1991): a) aumentar seus impostos, majorando base de cálculo ou alíquotas, mas respeitados os princípios constitucionais; b) instituir impostos extraordinários, havendo iminência ou no caso de guerra externa; c) criar, por lei complementar, um novo imposto, distinto dos previstos na Constituição, de índole não-cumulativa; d) instituir empréstimo compulsórios, nos casos expressamente previstos na Constituição; e) instituir taxas e contribuições de melhoria. 180 – A competência tributária não pode ser delegada, salvo (AFRF 1980): a) quando autorizada pelo Congresso; b) quando autorizada pelo Poder Executivo; c) a atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos ou de executar leis, serviços, atos ou decisões administrativas em matéria tributária, conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra; d) aos Estados, Distrito Federal e Municípios. 181 – A atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra pode ser revogada (AFRF 1985): a) b) c) d) pelo acordo entre as partes; pela União, quando esta assim quiser; por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido; somente depois de decorrido o prazo de um ano.

182 – Para dirimir conflitos de competência em matéria tributária entre os Estados e o Distrito Federal , a Constituição Federal elege (AFRF !980): a) b) c) d) a resolução do Senado Federal; a lei complementar; a emenda constitucional; a lei ordinária.

183 – Assinale a INCORRETA: a) Para os efeitos da legislação tributária, não tem aplicação quaisquer dispositivos legais excludentes do direito do fisco de examinar livros, mercadorias, documentos, papéis e demais efeitos comerciais ou fiscais; b) Todas as pessoas estão sujeitas à fiscalização, tanto naturais quanto jurídicas, exclusive as imunes e as isentas; c) Todas as pessoas estão sujeitas à fiscalização, tanto naturais quanto jurídicas, inclusive as imunes e as isentas; d) No exercício de suas atribuições, a autoridade administrativa do fisco tem precedência sobre os demais agentes de órgãos públicos. 184 – Assinale a Correta: a) A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez, logo trata-se de presunção absoluta; b) A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez, logo trata-se de presunção “jure et jure”; c) A dívida ativa é uma presunção “júris tantum”; d) Não existe presunção na dívida e sim certeza, seja relativa ou absoluta. 185 – Assinale a Correta: a) As certidões negativas serão expedidas em 10 dias da entrada do requerimento; b) Tem o mesmo efeito de certidão negativa a certidão positiva que apresente créditos vencidos e não pagos; c) Tem os mesmos efeitos de certidão negativa a certidão positiva de crédito vencido em curso de cobrança executiva em que não tenha sido efetivada a penhora; d) Tem os mesmos efeitos de certidão negativa a certidão positiva de crédito cuja exigibilidade não esteja suspensa. 186 – Assinale a alternativa que indica o prazo fixado pelo Código Tributário Nacional para que o sujeito passivo, cujo pedido de restituição foi denegado, proponha ação anulatória de decisão administrativa, sob pena de correr sua prescrição (AFRF 1980): a) b) c) d) trinta dias, contados da ciência da decisão administrativa; dois anos, contados da ciência da decisão administrativa; cinco anos, contados da data de extinção do crédito tributário; cinco anos, contados da data de ciência da decisão administrativa.

187 – Esgotado o prazo para pagamento, o crédito tributário regularmente inscrito na repartição competente recebe a denominação de (ICMS-RJ): a) b) c) d) e) indébito tributário; débito incobrável; receita residual; restos a pagar; dívida ativa.

188 – Diga sim quando correta e não quando incorreta: a) No processo administrativo tributário a movimentação do processo é de responsabilidade do órgão fazendário que representa a União; S b) No processo administrativo tributário a movimentação do processo é de responsabilidade do Poder Judiciário; N c) Cada ente federativo tem o seu próprio processo administrativo tributário; S d) O processo administrativo tributário é um só para todas as esferas de governo; N e) O processo administrativo tributário não permite ao contribuinte defender-se via judicial; N f) Se o contribuinte preferir seguir direto para a via judicial estará desistindo da via administrativa, por força de normativo legal; S g) Se o contribuinte defender-se administrativamente, implicará necessariamente estar desistindo da via judicial; N h) Quando a decisão administrativa for desfavorável ao sujeito passivo, somente lhe restará pagar a dívida tributaria; N a) b) c) d) todas as alternativas são erradas; todas as alternativas são corretas; São corretas as sentenças contidas nas letras a; c; f, somente; Estão erradas as sentenças a; b; d; e; g; h.

189 – O procedimento fiscal tem início sempre por um ato de ofício notificado ao contribuinte, podendo ser uma simples intimação, um termo de início de fiscalização, ou até mesmo: a) b) c) d) e) o começo do despacho aduaneiro; o registro da declaração de importação ou de exportação; o desembaraço aduaneiro; a lavratura do auto de infração; a denúncia espontânea do contribuinte.

190 – A intimação deverá ser sempre pessoal, mas quando não for possível admite-se a intimação via “AR”, além da intimação por: a) Aviso em jornal de grande circulação; b) Intimação via Diário Oficial da União; c) Edital, simplesmente;

em qualquer caso. secretario da receita federal. Vale para todos os tributos. ficou surpreendido quando recebeu em sua importadora um Auto de Infração – sob o título Revisão Aduaneira. apresentando o Mandado de Procedimento Fiscal ao contribuinte.d) NRA. d) Nenhuma das respostas anteriores. pelos auditores-fiscais da receita federal. apresentou defesa a autoridade julgadora (DRJ) alegando não ter podido exercitar o seu amplo direito de defesa. em razão de não ter havido o contraditório. c) os recursos elaborados e propostos pelos Procuradores da Fazenda Nacional junto ao Conselho de Contribuintes quando houver sido dado ganho de causa ao sujeito passivo da ação fiscal. 194– Consulta dos contribuintes sobre classificação de mercadorias é atendida e resolvida por/pela(o): a) b) c) d) e) inspetor da receita federal. órgão central ou regional da SRF. 192 – O Ministro da Fazenda em instância especial julga: a) tudo que lhe for enviado pela autoridade administrativa. taxas e contribuições de melhoria. não lhe foi dado conhecimento da fiscalização. b) os recursos elaborados e propostos pelos Procuradores da Fazenda Nacional junto ao Conselho de Contribuintes quando houver sido dado ganho de causa a própria Fazenda Nacional. pois. inclusive. o seu direito à ampla defesa e ao contraditório está garantido pela própria impugnação apresentada. que reveja o seu lançamento a partir da estaca zero. d) as decisões do Colegiado do Conselho de Contribuintes. em conformidade com o Procedimento Administrativo Tributário – PAT. Qual das alternativas abaixo corresponde. Vale para impostos. 191 – Certo contribuinte. pois. 193 – Sobre imunidade recíproca é correto afirmar: a) b) c) d) Só vale para impostos sobre o patrimônio. uma vez que o ato de revisão aduaneira é presuntivo. delegado da receita federal. renda e serviços. b) O auto de infração foi considerado nulo. c) Foi determinada a autoridade preparadora. nem ao menos havia sido avisado de tal procedimento em andamento pela fiscalização. Vale para todos os impostos. portanto. . a resposta que o contribuinte recebeu do órgão julgador: a) A fase litigiosa do processo se inicia com a impugnação da exigência pelo sujeito passivo. Diante disso.

Embargos à execução. aqui também já existe uma certa tendência em diante de fatos concretos admitir-se rever a coisa julgada. 196 – Na fase de discussão judicial da Dívida Ativa da União há uma ação muito usual pelos contribuintes inscritos em tal Dívida. porquanto entendem que na área administrativa o autor e o julgador é o Estado. Indique a título de aprofundamento ao estudo do Direito Tributário. Lei de regência – significa que compete a União legislar sobre direito processual.195 – Os bens pertencentes ao patrimônio público são considerados: a) b) c) d) sagrados. Certo. poder expropriatório – o poder do estado na ação de execução fiscal em retirar parte do patrimônio do sujeito passivo. Errado. relação triangular – o autor. de execução. Ação declaratória de existência ou inexistência de relação jurídico-tributária. cautelar. definitividade dos julgados – a coisa julgada é definitiva. qual poderia ser tal procedimento: a) b) c) d) e) Ação de repetição de indébito. Ação anulatória de débitos fiscal. liminar. havendo atualmente uma tendência de reduzir tais formalismos. incidental. 198 – Responda certo ou errado. o réu. Nenhuma das anteriores. seria só autor e réu. indisponíveis. a) b) c) d) Mais ou menos certo. Ação Direta de Inconstitucionalidade. o julgador (alguns autores consideram que no processo administrativo não existe tal relação. obrigando ao pagamento da dívida (penhora bens que possam satisfazer o montante devido). 197 – A ação para cobrança da Dívida Ativa regularmente inscrita é: a) b) c) d) e) de mérito. penhoráveis. o formalismo – os atos judiciais tem forma própria e deverão ser observados. . conforme o enunciado abaixo: São características de todos os processos judiciais tributários. impenhoráveis. o controle externo da legalidade – momento no qual o poder judiciário verifica os atos das autoridades administrativas.

no mesmo ano calendário de sua instituição: A ( ) Não deve exigir pois estaria ferindo o princípio da legalidade. D ( ) Estaria afrontando o princípio da anualidade. D ( ) Determinada lei tributária municipal referente ao IPTU definiu os valores do imposto que tinha como referência a área construída do imóvel. B ( ) Deve exigir pois foi obedecido o princípio da legalidade. 200 – Assinale a correta: A ( ) A fixação de normas gerais em matéria tributária sobre obrigação. prescrição e decadência tributários deverá ser estabelecida mediante lei complementar originada de cada ente tributante. E ( ) O Princípio da legalidade tributária se refere tão-somente a instituição de tributos. deverá obedecer tanto às leis tributárias quanto aos princípios constitucionais. C ( ) Estaria afrontando o princípio da anterioridade. Em tais circunstâncias pode-se afirmar que o decreto é juridicamente válido. em face do fato gerador do imposto de renda ser complexivo. Diante dessa verdade possível deve o fiscal exigir o imposto sobre o patrimônio e a renda criado por lei e em conformidade com a Constituição e o CTN.199 . . crédito. com exceção as normas que forem provenientes da lei complementar. lançamento. E ( ) Estaria afrontando o princípio da irretroatividade. Dois anos após foi editado um decreto municipal atualizando monetariamente os referidos valores. B ( ) As normas jurídicas tributárias deverão obedecer aos princípios constitucionais tributários. C ( ) A legalidade tributária não permite o aumento de tributos por meio de medida provisória.O fiscal. no exercício de suas atribuições.

D 50.B 52.A 81.C 38.B 76.E 65.B 43.C 91.A 64.C 34.A 11.C 15.B 77.B 19.B 27.D 6.B 73.C 9.C 7.A 74.D 22.B 3.A 63.D 97.A 4.A 13.D 16.A 68.A 2.B 56.D 98.C 96.C 86.D 45.C 90.A 93.C 32.C 8.C 94.D 39.A 87.A 36.C 83.B 84.A 59.A 82.A 100A 101B 102D 103C 104A 105C 106C 107A 108D 109D 110A 111E 112C 113B 114C 115A 116B 117A 118C 119C 120B 121B 122D 123C 124A 125C 126C .A 75.D 47.A 42.C 61.A 67.B 46.D 5.D 55.A 71.B 88.B 72.C 58.B 92.A 66.B 80.A 78.D 10.C 28.E 30.Subjetiva 89.D 12.A 69.D 51.D 57.C 29.GABARITO: 1.C 33.A 41.A 23.C 35.C 95.C 40.C 49.Subjetiva 37.A 60.A 85.D 62.C 31.E 53.D 54.D 48.A 70.E 26.B 24.C 44.B 25.Concordo 20.D 99.D 18.A 14.C 17.D 79.A 21.

127128129130131132133134135136137138139140141142143144145146147148149150- A D D A A C D B A D E A D B A E C C D E C B B C 151152153154155156157158159160161162163164165166167168169170171172173174- E D C E D C E B C D C B D B A D C C C E D E C D 175176177178179180181182183184185186187188189190191192193194195196197198199200- A B B E C C C B B C A B E C A C A C A C D E C B C D .

Obrigação Tributária. Divisão das Receitas Tributárias. Conceito de Direito. 10. 13.Noções sobre Dívida Ativa.Programa do Curso de Direito Tributário: 1. Competência Constitucional para instituir tributos. Legislação Tributária.Noções sobre o Regime de Arrecadação denominado Simples Nacional. 9.Administração Tributária. 5. Crédito Tributário. Os impostos privativos – Livro I do Código Tributário Nacional.Noções sobre Certidão Negativa de Tributos Federais e Contencioso Administrativo. 6. 7. 3. Espécies do gênero Tributo. 11. 2. 8. 12. 4. Limites Constitucionais ao Poder de Tributar. .

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