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Olá caro aluno(a), é com enorme prazer e satisfação que venho através deste material, lhe proporcionar um

pouco mais de conhecimento sobre a disciplina de Geografia para o concurso da PM-PR. Espero que este, seja
um instrumento de luz em sua vida e em sua preparação. Não tenho o objetivo de fazer o melhor material, mais
sim, aquele que venha te ajudar em sua jornada como luz, caso venha a obter alguma dificuldade em tal
matéria. Muito obrigado por conficar em meu trabalho. Deus te abençoe grandemente.

Ass: Prof. Thiago Araújo


População e estruturação socioespacial em múltiplas escalas
(Paraná, Brasil, Mundo)
Teorias e conceitos básicos em demografia e políticas demográficas
Olá, vamos entender como cada um dos assuntos acima podem ser abordados de forma geral no
concurso. O título remonta uma estrutura que o aluno deverá separar no momento do estudo.

Exemplo:

• Teorias; Cada um dos itens ao lado deverá ser tratado de forma


• Conceitos básicos; isolada e de fácil entendimento, pois, tal assunto,
• Políticas demográficas. apresenta uma tamanha abrangência.

Teorias demográficas

Teorias demográficas são instrumentos de análise do comportamento, dinâmica e funcionamento da


organização da população humana em sociedade. Tais teorias podem ser chamadas também de TEORIAS
DO CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO.
Podemos observar algumas teorias que abordam o conhecimento sobre o crescimento da sociedade
em geral através dos tempos.

São elas:

•Malthusianismo;
•Teoria reformista ou marxista;
•Teoria neomalthusiana;
•Transição demográfica;

A relação entre o número de pessoas e a quantidade de recursos disponíveis para alimentá-las e


satisfazer o seu nível de consumo sempre foi motivo de grande preocupação.

Iremos estudar através de características cada uma das teorias.

Teoria Malthusiana

A Teoria Malthusiana, ou Malthusianismo, foi elaborada por Thomas Robert Malthus no ano de 1798
e defendia que a população cresceria em ritmo acelerado, superando a oferta de alimentos, o que resultaria
em problemas como a fome e a miséria. Malthus – pastor da Igreja Anglicana e professor de História
Moderna – escreveu uma das mais importantes obras sobre o crescimento demográfico: Ensaio sobre o
Princípio da População.
Em sua obra Ensaio sobre o Princípio da População, Malthus deixou evidente seu pessimismo quanto
ao desenvolvimento humano. Ele acreditava que a pobreza fazia parte do destino da humanidade,
baseado na premissa de que a população possuía potencial de crescimento ilimitado, ao contrário da
produção de alimentos.
Malthus concluiu que, se o crescimento populacional não fosse contido, a população cresceria
segundo uma progressão geométrica (2,4,8,16,32), e a produção de alimentos cresceria segundo
uma progressão aritmética (2,4,6,8,10,12). Malthus considerava que a população dobraria a cada 25
anos.
Se a teoria se confirmasse e houvesse esse descompasso entre o aumento da população e a falta de
alimentos, o resultado seria uma população mundial faminta, vivendo em situação de miséria, o que
causaria uma desestruturação na vida social. Portanto, o aumento da população seria a causa, e a miséria,
a consequência
Para conter o ritmo acelerado do crescimento populacional, Malthus, pautado na sua formação
religiosa, acreditava na necessidade de um controle de natalidade, que chamou de “controle moral”. Esse
controle não deveria ser feito pelo uso de métodos contraceptivos, mas pela abstinência sexual ou
adiamento de casamentos. Vale ressaltar que esse controle foi sugerido apenas para a população mais
pobre. Segundo ele, era necessário forçar a população mais carente a diminuir o número de filhos.

Teoria reformista ou marxista


Os reformistas foram os principais críticos à Teoria Neomalthusiana.
As ideias desses pensadores seguiam caminho oposto às ideias de Malthus. Para os reformistas, o
aumento das taxas de natalidade era resultado do subdesenvolvimento, e não a causa. De acordo
com essa teoria, a pobreza existia porque havia deficit na educação, saúde e saneamento básico. Se o
acesso às políticas públicas para a educação e atendimento médico fossem eficazes, o controle do
crescimento populacional seria possível.
Teoria Neomalthusiana
A Teoria Neomalthusiana foi desenvolvida no início do século 20 e baseou-se no Malthusianismo. Os
neomalthusianos demonstravam receio em relação ao crescimento acelerado da população nos países
desenvolvidos, visto que, para eles, esse crescimento causaria impacto direto na renda per capita do
país. Isso acarretaria problemas socioeconômicos, miséria e falta de emprego. Acreditavam também
que esses países deveriam investir em educação, saúde e também no controle da natalidade. Diferente da
Teoria Malthusiana, a Teoria Neomalthusiana era a favor do uso de anticoncepcionais. Os
neomalthusianos apresentavam ideias alarmistas, afirmando que, se o crescimento populacional não fosse
contido, os recursos naturais na Terra seriam esgotados.

Transição demográfica
A transição demográfica é uma premissa
social elaborada pelo demógrafo estadunidense A transição demográfica desenvolveu-se em 4
Frank Notestein, na primeira metade do século estagios ou fases.
XX, para refutar, por meio de números e dados,
a teoria populacional malthusiana, que
afirmava que o crescimento demográfico
ocorria em ritmo exponencial.
Na concepção da transição demográfica,
verifica-se que, na verdade, existe uma tendência
em que as populações de diferentes lugares
crescem conforme ciclos que se intensificam e
depois se reduzem sob as mais diversas razões.
A teoria da transição demográfica afirma que
não existe um processo único e constante
de explosão demográfica ou crescimento
populacional muito elevado. Quando esse
fenômeno ocorre, postula-se que a tendência por
parte dos diversos lugares é que haja uma
posterior estabilização, sobretudo pelas sucessivas
modificações nas taxas de natalidade e
mortalidade. O principal efeito da transição
demográfica, nesse sentido, seria o processo
de envelhecimento populacional.
Conceitos básicos em demografia
A Demografia é o estudo das populações e suas dinâmicas.
A Geografia da População, por sua vez, corresponde ao estudo dessas dinâmicas e suas relações com o
espaço geográfico, onde as populações são vistas como agentes e produtos das relações sociais,
econômicas, naturais e culturais que compõem o meio.
Dessa forma, para melhor compreender os temas dessas áreas do conhecimento, é necessária a
compreensão de alguns conceitos demográficos, que são fundamentais para a correta assimilação dos
conteúdos recorrentes, como a população de um país, a densidade demográfica de outro, as formas
e teorias de crescimento populacional, entre outros exemplos. A seguir, os principais termos e suas
definições mais usuais:

População absoluta: é o número total de pessoas que habitam um determinado lugar.

População relativa ou densidade demográfica: é o número de pessoas que habitam um lugar por
unidade de medida de área. Por exemplo: a população de uma região é de 12 hab/km², o que significa
que, em média, existem doze habitantes para cada quilômetro quadrado dentro da referida região.

Superpopulação ou superpovoamento: é quando o número de pessoas é muito grande em relação às


condições estruturais e econômicas de um país. Um país com elevada população absoluta ou com uma
densidade demográfica acentuada não necessariamente é superpovoado, a exemplo de muitos países
europeus. Bangladesh, por exemplo, representa um país superpovoado, pois boa parte de sua população
sofre com as carências econômicas e sociais.

Taxa de fecundidade: é uma média que indica o número de filhos por mulher em idade de ser mãe
(entre 15 e 49 anos).

Taxa de natalidade: é o número de nascidos vivos em uma determinada localidade ao longo de um ano.

Taxa de mortalidade: é o número de óbitos anuais em uma determinada localidade em relação à


população absoluta.

Taxa de mortalidade infantil: número de óbitos infantis envolvendo crianças com menos de um ano
idade em relação ao número total de nascidos vivos ao longo de um ano.

Taxa de crescimento vegetativo ou natural: é a diferença entre as taxas de natalidade e mortalidade,


representando o quanto uma população aumentou sem considerar a entrada de migrantes.

Saldo migratório: é a diferença entre os migrantes (pessoas de outras localidades que passaram a residir
no local em questão) e o número de imigrantes (pessoas que mudaram para outros lugares).

Crescimento absoluto ou demográfico: é o crescimento total da população, resultante da soma entre


crescimento vegetativo e o saldo migratório.

População Economicamente Ativa: para o IBGE, é o número de pessoas que possuem alguma atividade
remunerada (ou doméstica não remunerada) ou que não possuem ocupação, mas que estão à procura de
tal. Não envolve crianças e idosos.

Esperança ou Expectativa de Vida: é um cálculo estatístico que diz a média de idade máxima em que
vive a população. A expectativa de vida ao nascer representa o tempo esperado de vida restante à
população nascida em um determinado ano.
Políticas demográficas
Os governos tendem a definir políticas demográficas sempre que o número de habitantes é inferior ou
superior àquele que consideram mais conveniente para a organização da vida sócio-económica dos
respetivos países
. Desde há muito que diferentes concepções têm vindo a ser defendidas pelos vários teóricos. No
entanto, de um modo geral, podem considerar-se como divididas em dois grandes tipos.

POLÍTICAS NATALISTAS

Surgiram, num passado recente, quando os governos pretenderam aumentar o número de habitantes
para assim criarem tensões com os estados vizinhos .Tal foi o caso da Alemanha, da Itália e do Japão
antes da II Grande Guerra.
Após o último conflito mundial a necessidade de reconstrução nacional levou países como a França a
tomar medidas favoráveis ao aumento da natalidade.
Países como a Rússia e a Austrália estimulam fortes natalidades a fim de conseguirem a mão-de-obra
necessária à colonização de vastas áreas do interior dos seus territórios.

APLICAÇÃO DE POLÍTICAS NATALISTAS

Muitos países industrializados, principalmente da Europa, procuram resolver ou pelo menos, minimizar
o problema da estagnação ou mesmo o retrocesso da população, com a consequente perda de vitalidade
demográfica, perseguindo uma política natalista mediante a implementação de medidas de incentivo à
natalidade.
Entre essas medidas contam-se a atribuição de compensações e prémios monetários a
famílias numerosas, aumentos substanciais dos abonos de família, dilatação das férias de parto,
acompanhamento eficaz e gratuito das mulheres durante a gravidez, concessão de maiores facilidades de
crédito à habitação aos casais com dois ou mais filhos, criação de infantários públicos e creches,
escolaridade gratuita, subsídios de material escolar aos alunos, pelo menos durante o período
de escolaridade obrigatória, etc.
Mas apesar de tais medidas de incentivo, os resultados têm sido pouco animadores, pelo que o
quadro geral pouco se tem alterado. De resto, a maioria dos especialistas em demografia é de opinião
que é muito difícil influir na altitude dos casais quanto ao ter (ou não ter) filhos.

UM MUNDO ENVELHECIDO

O problema resultante do excesso populacional dos países em desenvolvimento não se


coloca diretamente nos países do mundo desenvolvido.
Diferentes factores fazem com que os países industrializados, como os da Europa, América do Norte
ou Japão, apresentem taxas de crescimentomuito baixas ou mesmo nulas, como os casos de Luxemburgo,
Bélgica, Dinamarca ou Áustria.
No entanto, esta situação também cria problemas sociais e económicos específicos, especialmente
em função de um progressivo envelhecimento da população.
Nestas sociedades a população idosa é muitas vezes considerada um "fardo" dispendioso, por
não serem produtivos mas sim consumidores. Ao mesmo tempo uma diminuta percentagem da
população jovem pode comprometer o futuro, relativamente ao esperado normal desenvolvimento.
Assim, muitos governos de países com taxas de crescimento muito baixas ou nulas, têm
tomado decisões políticas na tentativa de alterar as tendências atuais.

POLÍTICAS ANTINATALISTAS

São postas em prática nos países onde se considera que o aumento da população pode contribuir para
uma diminuição acentuada do nível de vida, ou mesmo pôr em causa a sobrevivência, pelo menos, de
parte da população.
As políticas antinatalistas têm a sua base teórica na obra do pastor protestante Thomas R. Malthus,
Essay on the Principie of Population as it affects the future improvement of Society, publicada em 1798.
Malthus defendia o princípio de que a população cresce em progressão geométrica enquanto que os
recursos crescem em progressão aritmética. Daqui concluía que o menor crescimento dos recursos daria
origem a fomes, epidemias e até guerras, isto é, aumento da mortalidade seria inevitável.

CONTROLAR UMA DEMOGRAFIA GALOPANTE

Apesar do ligeiro decréscimo no ritmo do aumento demográfico destes últimos anos, existem ainda
países que enfrentam sérios problemas visto ser difícil obter o desenvolvimento quando as carências
alimentares das populações em excesso não estão garantidas.
Daí, que muitos governos de países em desenvolvimento com excesso populacional e com taxas de
natalidade elevadas tentem impor certas decisões políticas, com o objetivo de reduzir o número médio de
nascimentos. Dentro destas políticas demográficas antinatalistas destacam-se diferentes tipos de
decisões, que podem ter maior ou menor aceitação por parte das populações, tais como:

Subsídios dados a casais com um só filho;

• Agravamento de impostos ou anulação de regalias sociais a casais com muitos filhos;


• Campanhas para que os casamentos sejam tardios;
• Divulgação generalizada de processos do planeamento familiar;
• Distribuição gratuita de contraceptivos;
• Legalização da interrupção voluntária da gravidez;
• Incentivos para a generalização da esterilização feminina e masculina, em casais que tenham já um ou
dois filhos;
• Processos de racionamento alimentar que prejudicam as famílias numerosas.

Todos os países em desenvolvimento cujos governos implementam polí ticas antinatalistas sofrem
alterações no campo social e económico.
No campo social, o alargamento da escolaridade, a alteração do estatuto e do papel da mulher e
a oferta de empregos aos jovens permitem o crescimento económico, a que se segue a diminuição da
fecundidade.

POLÍTICAS ANTINATALISTAS: TRAVAR A NATALIDADE

Muitos países em vias de desenvolvimento desenvolveram políticas antinatalistas como forma


de retardar o crescimento demográfico e de permitir um crescimento económico mais acelerado.
Governos africanos e asiáticos levaram a cabo campanhas gigantescas no sentido de diminuir as famílias,
quer através da publicidade, quer através da divulgação de práticas de contraceção ou, mesmo, de
esterilização das populações masculina e feminina.
Questões
1. “O crescimento sem precedentes da população 3. “A transição demográfica é um dos fenômenos
mundial nos últimos 50 anos, até alcançar 7 bilhões de estruturais que ameaçam os Estados Sociais desde a
pessoas neste ano, reavivou as preocupações sobre a segunda metade do século passado. Embora se cuide
chegada de uma grande crise demográfica. de um fenômeno universal, recebendo o influxo das
David Lam, economista da Universidade de Michigan, condições históricas dos diferentes países e regiões,
explicou nesta sexta-feira que, apesar do crescimento ele se manifesta de formas não lineares e
da população, o planeta foi capaz de produzir assimétricas. Há uma tendência de ocorrer de forma
alimentos suficientes para reduzir as crises de fome e diferente nos países desenvolvidos, nos países em
a pobreza. No entanto, ainda há preocupações sobre desenvolvimento e no chamado terceiro mundo”.
uma possível crise demográfica no planeta, disse ele .A teoria da transição demográfica citada pelo trecho
em discurso para especialistas em uma associação acima diz respeito:
sobre estudos da população nos Estados Unidos […]”. a) ao quadro efêmero do crescimento demográfico
Último Segundo, 02 nov. 2011. Disponível em: b) ao combate às políticas de controle de natalidade
<http://ultimosegundo.ig.com.br>. Adaptado. c) ao crescimento não previsível da população
mundial
A teoria demográfica que se preocupa em apontar o d) aos processos de expansão demográfica e
desequilíbrio negativo entre o crescimento migração internacional
demográfico e a produção de alimentos é a: e) à correlação entre força de trabalho disponível e a
demanda necessária
a) reformista 4."Os países ricos, em função de sua renda mais
b) desenvolvimentista elevada e consequente nível de consumo, são
c) malthusiana responsáveis por mais da metade do aumento da
d) explosão demográfica utilização de recursos naturais. A população dos
e) agrodemográfica países mais pobres do mundo paga,
proporcionalmente, o preço mais elevado pela
2. “[...] Agora começa a ganhar fôlego no meio poluição e degradação das terras, das florestas, dos
acadêmico a escola dos neomalthusianos. Eles acham rios e dos oceanos, que constituem o seu sustento.
que a armadilha agora é gente demais vivendo num Uma criança que nascer hoje em Nova lorque, Paris
meio ambiente degradado demais. Em 2050, prevê-se, ou Londres vai consumir, gastar e poluir mais
seremos 9,2 bilhões de pessoas – ou 2,5 bilhões a durante a sua vida do que 50 crianças em um país
mais do que hoje”. 'em desenvolvimento'."
Revista Veja, ed. 2062, maio de 2008. Adaptado.
Os neomalthusianos, mencionados pelo texto, temem Baseando-se nos princípios explicativos das teorias
o rápido crescimento populacional frente à demográficas, o texto acima:
capacidade da sociedade e do planeta em lidar com a) Concorda com a teoria Reformista, que atribui ao
esse crescimento, da mesma forma que pensava excesso populacional a causa da miséria no mundo,
Thomas Malthus. No entanto, diferentemente do constituindo uma ameaça aos recursos naturais
malthusianismo clássico, o neomalthusianismo: necessários à sobrevivência humana.
a) impede que qualquer tipo de controle populacional b) Comprova a teoria Neomalthusiana, que defende
seja implementado pelo Estado em termos de a necessidade de controlar a natalidade nos países
políticas públicas. pobres para que eles possam atingir os níveis de
b) defende a difusão de métodos contraceptivos, desenvolvimento e consumo dos países ricos.
planejamento familiar e outras medidas de redução da c) Nega a teoria Malthusiana, que defende a
natalidade. elevação do padrão de vida e de consumo nos países
c) apregoa o retorno do crescimento das taxas da pobres, entendendo a fecundidade como uma
mortalidade como mal necessário frente à explosão variável independente a ser controlada.
demográfica. d) Nega a teoria Neomalthusiana, que identifica uma
d) considera a necessidade de se impor um controle população numerosa como principal causa do
da moral da população, em que os casais só devem desemprego, pobreza e esgotamento dos recursos
procriar se tiverem condições financeiras. naturais.
e) afirma que a única saída para a explosão e) Comprova a teoria Malthusiana, que associa
demográfica é a migração em massa das regiões crescimento populacional e esgotamento dos
povoadas para áreas desabitadas. recursos naturais, defendendo a necessidade de
reformas socioeconômicas para preservá-los.

1.C 2.B 3.A 4. D