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LESÃO DE EXTENSÃO, INTENSIDADE E GRAVIDADE

VARIÁVEIS,
DE ORIGEM ACIDENTAL OU INTENCIONAL.
BARROSO, 1994
• Considerações gerais

• Avaliação: Extrabucal: Tecidos moles, ossos (face), ATM


Intrabucal: Tecidos moles, dentes, tecido
ósseo
• Etiologia

• Classificação Tecido dentário e da polpa


Tecido periodontal

Diagnóstico

Consequências

Tratamento
Tratamento

Tecidos moles
CONSIDERAÇÕES GERAIS

A faixa etária de 1 a 3 anos é a mais atingida


Aumento de atividades físicas – engatinhar para
andar

Coordenação motora limitada


CONSIDERAÇÕES GERAIS

As lesões em tecido periodontal são mais prevalentes

Menor dimensão dos dentes decíduos

Osso mais esponjoso no paciente infantil


CONSIDERAÇÕES GERAIS
FREQUÊNCIA NA DENTIÇÃO DECÍDUA

Autor Amostra Faixa Etária Prevalência


Ferelle 1534 0 a 30 meses 15,71%
Cunha et al. 1654 0 a 36 meses 16,3%
Kramer et al. 1545 0 a 72 meses 36%
CONSIDERAÇÕES GERAIS
FREQUÊNCIA EM RELAÇÃO AO SEXO

Antes era mais comum no sexo masculino,


atualmente não parece ter diferença.
TIPO DE TRAUMATISMO COM MAIOR OCORRÊNCIA

INTRUSÃO X COMOÇÃO
DENTES ENVOLVIDOS: Incisivos centrais superiores

Incisivo lateral inferio r


1,20%
Incisivo central inferio r
2,50% Incisivo lateral superio r
Incisivo central superio r
9,90%

86,40%

0,00% 50,00% 100,00%


FATORES PREDISPONENTES:

 Problemas oclusais

Protrusão dos Incisivos


FATORES PREDISPONENTES:
 Problemas oclusais

Mordida Aberta

Sobressaliência Acentuada
FATORES PREDISPONENTES:

HÁBITOS DE SUCÇÃO – Chupeta e dedo


FATORES PREDISPONENTES:

 PRÁTICA DE ESPORTE/BRINCADEIRAS
FATORES PREDISPONENTES:
DIAGNÓSTICO
 ANAMNESE

 EXAME CLÍNICO

 EXAMES COMPLEMENTARES
ASPECTO PSICOLÓGICO

CALMA!!!!

RESPONSÁVEL (ACOMPANHANTES)
CRIANÇA
ANAMNESE
 ANAMNESE

Investigar:
Perda da consciência
Náusea
Vômito Cefaléia
Diplopia (visão dupla) Amnésia
Sangramento nasal
 ANAMNESE

QUANDO?
ONDE? COMO?
DIAGNÓSTICO

 EXAME CLÍNICO: VISUAL, PALPAÇÃO

EXTRABUCAL: TECIDOS MOLES, OSSOS, ATM

INTRABUCAL: TECIDOS MOLES, DENTES


AVALIAÇÃO DA LESÃO
AVALIAÇÃO DA LESÃO
AVALIAÇÃO DA LESÃO
AVALIAÇÃO DA LESÃO

NECESSIDADE DE MEDICAÇÃO

 COBERTURA CONTRA TÉTANO – Vacina Tríplice

 ANTIBIÓTICO

 ANTI-INFLAMATÓRIO

 ANALGÉSICO
CLASSIFICAÇÃO
LESÕES DOS TECIDOS MOLES

1. LACERAÇÃO – PROVOCADA POR OBJETOS CORTANTES


LACERAÇÃO

Limpeza e remoção de corpos estranhos da região lesada

Reposicionamento do retalho e sutura, se necessário

Lacerações menores na gengiva e mucosa

não requerem sutura

MANTER A ÁREA LIMPA


SOLUÇÃO DE ÁGUA OXIGENADA A 10 VOLUMES
DILUÍDA EM 03 PARTES DE ÁGUA FILTRADA

Água filtada (03 partes)


Água Oxigenada a 10 volumes (01 parte)
CLASSIFICAÇÃO

LESÕES DOS TECIDOS MOLES

2. CONTUSÃO – PROVOCADA POR OBJETOS NÃO


CORTANTES PRODUZINDO EQUIMOSE
CONTUSÃO

Acompanhamento da evolução do caso

(reabsorção do sangramento dentro de 3 a 7 dias)

AVALIAR necessidade de medicamento:


anti-inflamatório/antibiótico/analgésico
CLASSIFICAÇÃO

LESÕES DOS TECIDOS MOLES

3. ABRASÃO – PROVOCADA PELA FRICÇÃO ENTRE UM


OBJETO E A SUPERFÍCIE DO TECIDO MOLE
ABRASÃO

Gase embebida em solução anódina, que contém


benzocaína (Cepacaína, Gingilone) ou água oxigenada
a 10 volumes diluída

Atenuar a dor durante a alimentação


DIAGNÓSTICO

 EXAME RADIOGRÁFICO:

Radiografia periapical
DIAGNÓSTICO

 EXAME RADIOGRÁFICO

Padronização da radiografia
para comparação
Periodicidade: dependência do traumatismo
DIAGNÓSTICO

 EXAME RADIOGRÁFICO:

Radiografia oclusal modificada


EXAME RADIOGRÁFICO:
DIAGNÓSTICO

 TESTE DE VITALIDADE PULPAR


(Não é realizado)

 TRANSILUMINAÇÃO
Principalmente para pesquisar trincas
CLASSIFICAÇÃO

Fonte: ANDREASEN e ANDREASEN, 1991

LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

 TRINCA DO ESMALTE
 FRATURA DO ESMALTE
 FRATURA DE ESMALTE E DENTINA
 FRATURA DE ESMALTE E DENTINA COM EXPOSIÇÃO
PULPAR
 FRATURA CORONORRADICULAR
 FRATURA RADICULAR
CLASSIFICAÇÃO

Fonte: ANDREASEN e ANDREASEN, 1991

LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

 COMOÇÃO (CONCUSSÃO)
 SUBLUXAÇÃO
 LUXAÇÃO EXTRUSIVA (EXTRUSÃO)
 LUXAÇÃO INTRUSIVA (INTRUSÃO)
 LUXAÇÃO LATERAL
 AVULSÃO
POSSÍVEIS EFEITOS
OU CONSEQUÊNCIAS
DO TRAUMATIMO DENTÁRIO
SOBRE OS
DENTES DECÍDUOS
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 HEMORRAGIA PULPAR

(ESCURECIMENTO DA
COROA DO DENTE)
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 HEMORRAGIA PULPAR
(ESCURECIMENTO DA COROA DO DENTE)
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 HIPEREMIA PULPAR
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

CALCIFICAÇÃO PULPAR
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 NECROSE PULPAR

ABSCESSO FÍSTULA
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 REABSORÇÃO EXTERNA OU INTERNA


POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 REABSORÇÃO INTERNA
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 REABSORÇÃO INTERNA
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

 ANQUILOSE – CONSEQUÊNCIA DA INTRUSÃO


POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES DECÍDUOS

Pólipo pulpar (inflamação pulpar) como consequência


de um traumatismo com exposição pulpar
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES PERMANENTES

RELAÇÃO DECÍDUO/PERMANENTE
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES PERMANENTES
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES PERMANENTES

ALTERAÇÃO NA ODONTOGÊNESE

INTENSIDADE DO TRAUMATISMO

EXTENSÃO DO TRAUMATIMO

TIPO DE TRAUMATISMO

ESTÁGIO DA ODONTOGÊNESE
DO PERMANENTE

LOCALIZAÇÃO DO SUCESSOR PERMANENTE


POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES PERMANENTES

 Hipoplasia

 Alteração no padrão da
formação coronária e
hipoplasia de esmalte

 Dilaceração coronária

 Dilaceração radicular

 Interrupção do
Desenvolvimento radicular
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES PERMANENTES

 ALTERAÇÃO NA ODONTOGÊNESE
 ALTERAÇÃO NA ODONTOGÊNESE

ALTERAÇÃO HIPOPLÁSICA

DILACERAÇÃO RADICULAR
POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS DENTES PERMANENTES

 DILACERAÇÃO RADICULAR
TRATAMENTO DAS LESÕES
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

 HIGIENIZAÇÃO DA ÁREA

 CONTROLE DE ESTÍMULOS
Frio, quente, mastigação, alimentação pastosa.
Verificar necessidade de tirar o dente de oclusão

 ACOMPANHAMENTO (PROSERVAÇÃO):
Controle clínico e radiográfico
RETORNO: Depende do tipo de traumatismo
TRATAMENTO DAS LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

TRINCA DO ESMALTE

 SEM PERDA DE ESTRUTURA DENTAL


TRATAMENTO DAS LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

TRINCA DO ESMALTE

 HIGIENIZAÇÃO BUCAL

 CONTROLE DE ESTÍMULOS: FRIO, QUENTE,


MASTIGAÇÃO, ALIMENTAÇÃO PASTOSA

 BOCHECHO COM FLUORETO DE SÓDIO

 ACOMPANHAMENTO:
CONTROLE CLÍNICO E RADIOGRÁFICO
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

FRATURA DE ESMALTE
FRATURA DE ESMALTE
FRATURA DE ESMALTE

 HIGIENIZAÇÃO BUCAL – limpeza da


área

CONTROLE DE ESTÍMULOS: FRIO,


QUENTE, MASTIGAÇÃO, ALIMENTAÇÃO
PASTOSA, VERIFICAR NECESSIDADE
DESGASTE DE ANTAGONISTA

 DESGASTE: DISCO DE CARBORUNDUM


BROCA DIAMANTADA

 RESTAURAÇÃO

 ACOMPANHAMENTO:
CONTROLE CLÍNICO E RADIOGRÁFICO
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA SEM
EXPOSIÇÃO PULPAR
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

FRATURA DE ESMALTE E DENTINA SEM


EXPOSIÇÃO PULPAR
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

FRATURA DE ESMALTE E DENTINA SEM OU


COM EXPOSIÇÃO PULPAR
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA

FRATURA DE ESMALTE E DENTINA COM


EXPOSIÇÃO PULPAR
ESTADO DA POLPA (IDADE E CONDIÇÃO PULPAR)

TEMPO DO TRAUMATISMO
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA COM
EXPOSIÇÃO PULPAR
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA COM
EXPOSIÇÃO PULPAR
FRATURA DE ESMALTE E DENTINA COM
EXPOSIÇÃO PULPAR
FRATURA TOTAL DA COROA

DEPENDE DA LOCALIZAÇÃO
DA FRATURA
FRATURA TOTAL DA COROA

DEPENDE DA LOCALIZAÇÃO DA FRATURA


FRATURA TOTAL DA COROA

DEPENDE DA LOCALIZAÇÃO DA FRATURA


FRATURA TOTAL DA COROA
FRATURA RADICULAR
Consequência de impacto horizontal

Tratamento: Tipo de fratura


Localização
Vertical , Horizontal, Oblíqua
FRATURA RADICULAR: Horizontal e Oblíqua

Terço apical Terço médio Terço cervical


FRATURA RADICULAR

Fratura vertical da raiz

EXODONTIA

AVALIAR COM CRITÉRIO!


FRATURA RADICULAR – Horizontal ou oblíqua
AVALIAR O GRAU DE MOBILIDADE DENTAL
FRATURA RADICULAR

APICAL
FRATURA RADICULAR

Terço médio
FRATURA RADICULAR

Terço cervical
CONTENÇÃO DENTAL OU IMOBILIZAÇÃO

Requisitos básicos:
 FIXAR O DENTE NA SUA POSIÇÃO ORIGINAL

 NÃO LESAR TECIDOS PERIODONTAIS

 NÃO AUMENTAR RISCO DE CÁRIE

 SER DE FÁCIL REMOÇÃO


CONTENÇÃO DENTAL OU IMOBILIZAÇÃO

Requisitos básicos:

 NÃO INTERFERIR COM A OCLUSÃO

 NÃO INTERFERIR NO TRATAMENTO ENDODÔNTICO,


CASO SEJA NECESSÁRIO
CONTENÇÃO
DENTAL
Dentição decídua

TIPOS:
FLEXÍVEL: FIO DE NYLON (Nº 70 ou 80) E RESINA

SEMI- RÍGIDA: FIO ORTODÔNTICO (0,4MM) E RESINA

RÍGIDA: FIO ORTODÔNTICO (0,5MM) E RESINA


Guedes-Pinto, 2010
CONTENÇÃO DENTAL - Dentição decídua
CONTENÇÃO DENTAL - Dentição decídua
CONTENÇÃO DENTAL - Dentição decídua
LESÕES DOS TECIDOS
PERIODONTAIS CONTENÇÃO DENTAL
CONTENÇÃO DENTAL Fio ortodôntico
FRATURA RADICULAR

AVALIAR O GRAU DE MOBILIDADE DENTAL


LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA
FRATURA CORONORRADICULAR
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA
FRATURA CORONORRADICULAR
FRATURA CORONORRADICULAR
LESÕES DOS TECIDOS DENTÁRIOS E DA POLPA
FRATURA CORONORRADICULAR
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

COMOÇÃO OU CONCUSSÃO

CARACTERÍSTICAS
EXAME CLÍNICO

HEMORRAGIA E EDEMA –
LIGAMENTO PERIODONTAL

FIBRAS NÃO SE ROMPEM

AUSÊNCIA DE MOBILIDADE
DENTAL ANORMAL
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

COMOÇÃO OU CONCUSSÃO

CARACTERÍSTICAS
EXAME RADIOGRÁFICO:
Periapical ou Oclusal modificada

SEM ALTERAÇÃO PATOLÓGICA


LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

COMOÇÃO OU CONCUSSÃO

TRATAMENTO

1. Limpeza da área

2. CONTROLE DE ESTÍMULOS
(frio, quente, mastigação)

3. Avaliar necessidade de desgaste


do antagonista

4. PROSERVAÇÃO: Clínica
Radiográfica
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS
COMOÇÃO
COMOÇÃO

12 MESES APÓS
3 MESES APÓS
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

SUBLUXAÇÃO
CARACTERÍSTICAS

RUPTURA DE ALGUMAS FIBRAS DO


LIGAMENTO PERIODONTAL

SANGRAMENTO NO SULCO
GENGIVAL

MOBILIDADE DENTAL
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

SUBLUXAÇÃO – SEM GRANDE MOBILIDADE

TRATAMENTO

1. Limpeza da área

2. CONTROLE DE ESTÍMULOS
(frio, quente, mastigação)

3. Avaliar necessidade de desgaste


do antagonista

4. PROSERVAÇÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

SUBLUXAÇÃO COM MAIOR MOBILIDADE

TRATAMENTO
1. LIMPEZA DA ÁREA

2. CONTENÇÃO DENTAL

3. ALÍVIO OCLUSAL, se necessário

4. CONTROLE DE ESTÍMULOS

5. PROSERVAÇÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

EXTRUSÃO

TRATAMENTO

1. HIGIENIZAÇÃO

2. ANESTESIA

3. REPOSICIONAMENTO

4. CONTENÇÃO DENTAL
7 A 15 DIAS
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

EXTRUSÃO
TRATAMENTO

5. CONTROLE DOS ESTÍMULOS


(.....)

6. ALÍVIO OCLUSAL

7. PROSERVAÇÃO
EXTRUSÃO
EXTRUSÃO
EXTRUSÃO

15 DIAS APÓS 08 MESES APÓS

12 MESES APÓS 18 MESES APÓS


EXTRUSÃO
EXTRUSÃO
EXTRUSÃO
EXTRUSÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

INTRUSÃO
RADIOGRAFIA PERIAPICAL /OCLUSAL MODIFICADA
RADIOGRAFIA PERIAPICAL /OCLUSAL MODIFICADA

Dente mais curto que o homólogo – se desviou do germe

Dente mais longo que o homólogo – se aproxima do germe


Dente mais curto que o homólogo – raiz para vestibular

Dente mais longo que o homólogo – raiz para palatina


TÉCNICA LATERAL DE FAZZI

Filme periapical perpendicular a comissura labial e paralelo à


linha baixada do centro da pupila
TÉCNICA LATERAL DE FAZZI

Filme periapical perpendicular a comissura labial e paralelo à


linha baixada do centro da pupila
Caso o dente decíduo tenha se desviado
do permanente, observa-se o ápice
RADICULAR VESTIBULARIZADO
INTRUSÃO
TRATAMENTO: Depende Proximidade com sucessor
permanente

1. HIGIENIZAÇÃO

2. PROSERVAÇÃO

3. CONTROLE DE ESTÍMULOS ....


2 MESES
APÓS
INTRUSÃO
6 MESES
APÓS
INTRUSÃO

1 ANO APÓS
INTRUSÃO
INTRUSÃO

02 MESES
APÓS

Criança de 7 meses
Início de reerupção
INTRUSÃO - Acompanhamento
INTRUSÃO
INTRUSÃO

02 MESES

18 MESES
INTRUSÃO
LUXAÇÃO LATERAL

TRATAMENTO

1. HIGIENIZAÇÃO

2. ANESTESIA

3. REPOSICIONAMENTO
(CURETAGEM)

4. CONTENÇÃO DENTAL
7 A 15 DIAS
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

LUXAÇÃO LATERAL TRATAMENTO

5. CONTROLE DOS ESTÍMULOS


(.....)

6. ALÍVIO OCLUSAL, SE
NECESSÁRIO

7. PROSERVAÇÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

LUXAÇÃO LATERAL
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

LUXAÇÃO LATERAL
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

LUXAÇÃO LATERAL
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO

ANAMNESE

EXAME CLÍNICO

EXAME RADIOGRÁFICO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO
LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO

Fatores a serem considerados para reimplante

 Tempo decorrido

 Fraturas alveolares extensas


LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO

FATORES A SEREM CONSIDERADOS:


 Grau de reabsorção do dente decíduo

 Lesões de cárie no dente decíduo


LESÕES DOS TECIDOS PERIODONTAIS

AVULSÃO
Reimplante

Imobilização – 15 dias

Tratamento endodôntico

Proservação

Armazenamento: Solução de Hank, soro fisiológico, leite