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Normose

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A normose pode ser definida como o conjunto de normas, conceitos,


valores, estereótipos, hábitos de pensar ou agir, que são aprovados por consenso ou pela maioria
em uma deteminada sociedade e que provocam sofrimento, doença e morte.[1]

É óbvio que nem todo conjunto de normas, conceitos, valores, estereótipos, hábitos de pensar ou
agir, que são aprovados por consenso ou pela maioria provoca alguma patologia que leve a
sofrimento, doença e morte. Este conjunto (o normal para determinada
sociedade, comunidade ou indivíduo num espaço tempo bem definido) pode também trazer
benefícios ou simplesmente terem consequências neutras.

Assim toda a variedade que compõe o Ethos no qual indivíduo está inserido
possui normalidades saudáveis, normalidades doentias e normalidades neutras.

Segundo Pierre Weil, em seu artigo A Normose Informacional, "Normose é um termo que foi forjado
por Jean Yves Leloup na França, e por Roberto Crema, no Brasil".

Normalidade (comportamento)

Normalidade é um estado padrão, normal, que é considerado correto, justo sob algum ponto-


de-vista. É o oposto da anormalidade. A normalidade muitas vezes se dá por conta de uma
maioria em comum, sendo anormal aquele que contraria esta maioria. A normalidade também
se dá por um resultado padrão ao realizar uma operação com alta probabilidade de se repetir.

Norma (filosofia)
Em filosofia, normas são razões ou motivos para agir, para acreditar ou
para sentir. Ordens e permissões expressam normas. Elas prescrevemmaneiras de ser
ao mundo ao invés de descrever estados do mundo. Resumidamente, normas é o cumprimento das
regras de acordo com seus valores.

[editar]Alguns tipos de normas

Orações contendo verbos no modo imperativo ("não faça isto!", "vá ao mercado") são a maneira
mais óbvia de expressar normas. Elas buscam criar obrigações (deveres) e permissões. Tais
normas são deontológicas. O tratamento dos deveres e permissões como normas é importante para
a ética e a filosofia do direito.
Em filosofia política se discute se normas de competência, isto é, normas que dão a alguém o poder
de criar outras normas, são ou não normas deônticas. Para alguns tais normas são fatos
institucionais não-deônticos.[1]

Regras são tipos de normas. Jogos dependem de normas completamente. São elas que


determinam vencedores, vencidos e a pontuação.

Deontologia
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Deontologia (do grego δέον, translit. deon "dever, obrigação" + λόγος, logos, "ciência"),


na filosofia moral contemporânea, é uma das teorias normativas segundo as quais as escolhas são
moralmente necessárias, proibidas ou permitidas. Portanto inclui-se entre as teorias morais que
orientam nossas escolhas sobre o que deve ser feito.

O termo foi introduzido em 1834, por Jeremy Bentham, para referir-se ao ramo da ética cujo objeto
de estudo são os fundamentos do dever e as normas morais. É conhecida também sob o nome
de "Teoria do Dever". É um dos dois ramos principais da Ética Normativa, juntamente com
a axiologia.

Pode-se falar, também, de uma deontologia aplicada, caso em que já não se está diante de uma
ética normativa, mas sim descritiva e inclusive prescritiva. Tal é o caso da chamada "Deontologia
Profissional".

A deontologia em Kant fundamenta-se em dois conceitos que lhe dão sustentação: a razão prática e
a liberdade. Agir por dever é o modo de conferir à ação o valor moral; por sua vez, a perfeição moral
só pode ser atingida por uma vontade livre. O imperativo categórico no domínio da moralidade é a
forma racional do "dever-ser", determinando a vontade submetida à obrigação. O predicado
"obrigatório" da perspectiva deontológica, designa na visão moral o "respeito de si".

A deontologia também se refere ao conjunto de princípios e regras de conduta — os deveres —


inerentes a uma determinada profissão. Assim, cada profissional está sujeito a uma deontologia
própria a regular o exercício de sua profissão, conforme o Código de Ética de sua categoria. Neste
caso, é o conjunto codificado das obrigações impostas aos profissionais de uma determinada área,
no exercício de sua profissão. São normas estabelecidas pelos próprios profissionais, tendo em
vista não exatamente a qualidade moral mas a correção de suas intenções e ações, em relação a
direitos, deveres ou princípios, nas relações entre a profissão e a sociedade. O primeiro Código de
Deontologia foi feito na área médica, nosEstados Unidos, em meados do século passado

Ética Normativa
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Ética Normativa é a investigação racional, ou uma teoria, sobre os padrões do correto e incorreto,
do bom e do mau, com respeito ao carácter e à conduta, que uma classe de indivíduos tem o dever
de aceitar. Essa classe pode ser a humanidade em geral, mas podemos também considerar que a
ética médica, a ética empresarial, etc., são corpos de padrões que os profissionais em questão
devem aceitar e observar. Esse tipo de investigação e a teoria que daí resulta (a ética kantiana e a
utilitarista são exemplos amplamente conhecidos) não descrevem o modo como as pessoas pensam
ou se comportam; antes prescrevem o modo como as pessoas devem pensar e comportar-se. Por
isso se chama "ética normativa": o seu objetivo principal é formular normas válidas de conduta e de
avaliação do caráter. O estudo sobre que normas e padrões gerais são de aplicar em situações-
problema efectivos chama-se também "ética aplicada". Recentemente, a expressão "teoria ética" é
muitas vezes usada neste sentido. Muito do que se chama filosofia moral é ética normativa ou
aplicada

Epistemologia ou teoria do conhecimento (do grego ἐπιστήμη [episteme], ciência,


conhecimento; λόγος [logos], discurso) é um ramo da Filosofia que trata dos
problemas filosóficos relacionados com a crença e o conhecimento.

A epistemologia estuda a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento,


motivo pelo qual também é tipicamente conhecida por filosofia do conhecimento. Relaciona-se
com a metafísica, a lógica e o empirismo, uma vez que avalia a consistência lógica da teoria e
a sua coesão factual. Este facto torna-a uma das principais vertentes da filosofia (é
considerada a "correctora" da ciência). A sua problemática compreende a questão da
possibilidade do conhecimento, nomeadamente se é possível (técnicamente, a um ser humano)
conseguir algum dia atingir o conhecimento total e genuíno, fazendo-nos oscilar entre uma
resposta dogmática ou empirista. Outra questão abrange os limites do conhecimento: Haverá
realmente a distinção entre o mundo cognoscível e o mundo incognoscível? E finalmente, a
questão sobre a origem do conhecimento: Por quais faculdades atingimos o conhecimento?
Haverá conhecimento certo e seguro em alguma concepção a priori?

ORIGEM: Pode-se dizer que a epistemologia se origina em Platão. Ele opõe a crença
ou opinião ("δόξα", em grego) ao conhecimento. A crença é um determinado ponto de
vista subjetivo. O conhecimento é crença verdadeira e justificada.

A teoria de Platão abrange o conhecimento teórico, o saber que. Tal tipo de conhecimento é o


conjunto de todas aquelas informações que descrevem e explicam o mundo natural e social
que nos rodeia. Este conhecimento consiste em descrever, explicar e predizer uma realidade,
isto é, analisar o que ocorre, determinar por que ocorre dessa forma e utilizar estes
conhecimentos para antecipar uma realidade futura.
Há outro tipo de conhecimento, não abrangido pela teoria de Platão. Trata-se do
conhecimento técnico, o saber como.

A epistemologia também estuda a evidência (entendida não como mero sentimento que temos


da verdade do pensamento, mas sim no sentido forense de prova), isto é,
os critérios de reconhecimento da verdade.

Ante a questão da possibilidade do conhecimento, o sujeito pode tomar diferentes atitudes:

 Dogmatismo: atitude filosófica pela qual podemos adquirir conhecimentos seguros e


universais, e ter certeza disso.
 Cepticismo: atitude filosófica oposta ao dogmatismo, a qual duvida de que seja
possível um conhecimento firme e seguro, sempre questionando e pondo à prova as ditas
verdades. Esta postura foi defendida por Pirro de Élis.
 Relativismo: atitude filosófica defendida pelos sofistas que nega a existência de uma
verdade absoluta e defende a idéia de que cada indivíduo possui sua própria verdade, que
é em função do contexto histórico do indivíduo em questão.
 Perspectivismo: atitude filosófica que defende a existência de uma verdade absoluta,
mas pensa que nenhum de nós pode chegar a ela senão a apenas uma pequena parte.
Cada ser humano tem uma visão da verdade. Esta teoria foi defendida por Nietzsche e
notam-se nela ecos de platonismo.

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