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03/03/2015 Breve Histórico do Termo Competência

Breve Histórico do Termo Competência
Escrito por Léia de Melo Loiola­ Universidade de Brasília ­ Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal ­ ISSN 1981 6677

Resumo

O uso do termo competência é relativamente novo na literatura que pesquisa o ensino de línguas no Brasil. Este artigo, por meio de
pesquisa documental, propõe apresentar um breve histórico do uso do termo competência: do seu surgimento aos adjetivos que o
acompanham. Para isso, o dividimos em três tópicos. No primeiro, traçamos um esboço da origem da competência. No segundo,
explicitamos a competência na educação e sua presença nos documentos oficiais e, no último tópico vemos a competência no ensino de
línguas, desde seu aparecimento com Noam Chomsky aos autores atuais.

Palavras­chave:competência, origem do termo competência, competência no ensino de línguas.

ABSTRACT

The use of the term competence is relatively new in the literature that researches language teaching in Brazil. This article, through
documentary research, aims to present a brief history of the use of the term competence: from its origin to the adjectives that follow it.
For this, we divided it into three topics. In the first, we draw a sketch of the origin of competence. In the second, we explicit competence
in education and its presence in official documents, and the last topic we see competence in language teaching, from its appearance with
Noam Chomsky  to the present authors.

Keywords:competence, origin of the term competence, competence in language teaching.

1.   Introdução

Apesar de recente, o conceito de competência vem sido discutido amplamente nos programas de pós­ graduação da Linguística Aplicada.
Ainda existem divergências nas definições de alguns autores. Buscamos, nesse artigo, levantar a origem do termo competência, o seu
aparecimento na educação, como esse conceito surgiu na Linguística Aplicada e como seu uso vem sendo estudado e discutido na
literatura que trata do ensino de línguas. Caminharemos desde a definição dada por Chomsky ao termo competência, passando por
Hymes até chegar a um desmembramento de modelos da Competência Comunicativa. O presente artigo, porém, não tem como objetivo
listar, tampouco explicar os modelos de Competência Comunicativa, simplesmente se detém no significado do termo para alguns
autores.

Origem do termo competência

Embora o termo competência seja tratado por várias disciplinas e áreas do conhecimento, o presente trabalho se restringe a discuti­lo
dentro da área educacional.

Segundo o dicionário eletrônico “Origem da Palavra”, competência vem do Latim competere, (lutar, procurar ao mesmo tempo), de com,
(junto), mais petere, (disputar, procurar, inquirir). Isso nos remete à Idade Media, com as guerras por território e batalhas de conquista.
Traz, também, ideia de justiça, de estar preparado para a luta e para a disputa e, nesse sentido, o termo competência está relacionado com
o Direito.

O Dicionário Larousse traz definições do termo relacionadas ao Direito e acrescenta as palavras aptidão e habilidade como sinônimos de
competência. Define competência como a capacidade decorrente do conhecimento que alguém tem sobre um assunto. É a soma de
conhecimentos ou habilidades.

De acordo com Dolz (2004 apud ARAÚJO 2005, p.62), o termo competência começou a ser utilizado na Idade Média, mais
precisamente no final do século XV. Estava restrito à linguagem jurídica e designava a legitimidade e a autoridade que as instituições
detinham para tratar certos assuntos. Era o poder conferido ao tribunal para julgar determinados problemas.

 Ainda de acordo com Dolz (op.cit.), a partir do século XVIII, o sentido da palavra competência foi ampliado; não representava somente
o tribunal e sim alguém capaz de pronunciar­se sobre certos assuntos, seu significado estava voltado para o nível individual,
evidenciando a capacidade devida ao saber e à experiência.

A tabela a seguir demonstra as noções que vários autores têm, de uma maneira geral, sobre o termo competência. Ela foi estruturada por
Moura (2005) em sua dissertação de mestrado.

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03/03/2015 Breve Histórico do Termo Competência

Autor Compreensão do termo competência

“(...) organização dos saberes em um sistema funcional”. (...) suas principais dimensões são: a
Allal, 2004 rede dos componentes cognitivos, afetivos, sociais e sensóriomotores, bem como sua aplicação a
(apud Ollignier, 2004, um grupo de situações e a orientação para uma determinada finalidade”. “(...) uma rede integrada
p.15; 83). e funcional constituída por componentes cognitivos, afetivos, sociais, sensório­motores, capaz
de ser mobilizada em ações finalizadas diante de uma família de situações”.

 “(...) sistema de conhecimentos, conceituais e procedimentais, organizados em esquemas
Gillet, 1991 (op. Cit, p.
operatórios, que permitem, em função de uma família de situações, identificar uma tarefa­
36).
problema e resolvê­la por meio de uma ação eficaz”.

Levy­Leboyer, 1996 (op. “(...) repertórios de comportamentos [que tornam as pessoas eficazes] em uma determinada
Cit, p. 36). ação”.

“(...) uma combinatória complexa, de uma ligação coordenada, multidimensional, que sempre
Lê Boterf, 1998 (op. Cit,
deve ser recriada, da mobilização de múltiplos recursos, de saberes, de “savoir­faire”, de
p. 133).
estratégias, de habilidades manuais, de atitudes, de valores privilegiados...

Malglaive, 1990 (op. Cit, “(...) uma totalidade complexa e instável, mas, estruturada, operatória, isto é, ajustada à ação e as
p. 153). suas diferentes ocorrências” “(...)estrutura dinâmica cujo motor é a atividade”.

Ollagnier 2004 p.10) “(...) a capacidade de produzir uma conduta em um determinado domínio”.

Perrenoud, 2004 (op. Cit, “(...) a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades,
p. 153). informações, etc) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações”.

 “(...) capacidade, processo, mecanismo de enfrentar uma realidade complexa, em constante
processo de mutação, perante a qual o sujeito é chamado a nomear a realidade, a escolher.
Entendemos os saberes, na sua vertente de ciência e na sua dimensão de experiência, como
Plantamura (2003,
sinônimo de conhecimentos e que se adquirem sentidos se mobilizados no processo sempre
p.11/13)
único e original de construção e reconstrução de competências (pg 11). (...) A competência deve
ser entendida como recurso para dominar uma realidade social e técnica complexa, diante da qual
o ser humano é chamado a escolher”.

Tardiff, 1994 (op. Cit, p. “(...) um sistema de conhecimentos, declarativos [...], condicionais [...] e procedimentais
36). [...]organizados em esquemas operatórios” que permitem a solução de problemas”.

Terezinha Rios, 2003 (p.
“Saber fazer bem...”
46).

Toupin, 1995 (op. Cit, p.  “(...) a capacidade de selecionar e agrupar, em um todo aplicável a uma situação, os saberes, as
36). habilidades e as atitudes”.

“(...) o “tomar iniciativa” e o “assumir responsabilidade do indivíduo” diante de situações
Zarifian, 2001 (p.68)
profissionais com as quais se depara.

“A competência profissional é uma combinação de conhecimentos, de saber­ fazer,
Medef Apud Zarifian, de experiências e comportamentos que se exerce em um contexto preciso. Ela é constatada

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2001 (p. 67) quando de sua utilização em situação profissional, a partir da qual é passível de validação.
Compete então à empresa identificá­la, avalia­la, validá­la e faze­la evoluir.”

Fonte: MOURA (2005). Tabela 08. Noções gerais de competência, pp. 64­65.

Observando as definições acima citadas, notamos que elas têm um matiz individualista. Algumas estão voltadas para situações
comportamentais:  Levy­Leboyer ( 1996); Ollagnier (2004); Malglaive,( 1990) e Zarifian ( 2001). A maioria das definições valoriza o
saber, o conhecimento: Allal( 2004); Gillet (1991); Lê Boterf (1998); Perrenoud (2004); Plantamura (2003); Tardiff (1994); Toupin
(1995) e TerezinhaRios, (2003). A definição de Medef (2001) remete ao âmbito profissional.

Acreditamos que as definições de Perrenoud (2004) e Toupin (1995) se assemelham. As duas partem do princípio de que é necessário
mobilizar e agrupar saberes, habilidades e atitudes com o objetivo de solucionar determinadas situações aplicando os recursos
cognitivos.

Acrescentaríamos à tabela de Moura (2005) a definição dada pelo psicólogo da Universidade de Harvard, Howard Gardner (1995), que
entende competência como uma capacidade emergente, que tende a manifestar­se na intersecção de três constituintes diferentes: o
“indivíduo”, com suas habilidades, conhecimentos e objetivos; a estrutura de um domínio de conhecimento, na qual essas habilidades
podem ser despertadas; e um conjunto de instituições e papéis     ­ um “campo” circundante­ que julga quando um determinado
desempenho é aceitável e quando ele não satisfaz as especificações.

A competência na educação

O termo “competência” ainda vem carregado da ideia individualista de ser competente ou não competente. A comunidade escolar
demonstra desconfiança do "enfoque por competências", pois suspeita que a escola esteja a serviço da economia em detrimento da
cultura. (PERRENOUD, 2000). Porém, essa desconfiança tem sido diminuída com as diversas discussões acerca do tema e a busca por
uma definição clara do termo competência dentro do âmbito educacional.  Algumas cidades da Europa já se dispuseram a trabalhar com
o ensino por competência, na Espanha, por exemplo, o objetivo na educação, segundo a LOE (Ley Orgánica de Educación de España,
2006), é que os jovens, após terem cumprido a etapa de escolarização obrigatória, tenham desenvolvido competências que permitam que
eles se engajem na vida adulta e no mercado de trabalho de maneira satisfatória.

No Brasil, dentro da esfera educacional, o termo competência apareceu primeiro com a publicação da LDB[i] de 1996, que incumbia à
União o estabelecimento de competências e diretrizes para o ensino. No ano seguinte foram lançados os PCNs[ii], que se detiveram a
citar a palavra competência ou competências como algo a ser desenvolvido pelos estudantes, porém sem definir o termo ou explicar suas
características, tampouco orientar como elas deveriam ser desenvolvidas na sala de aula.

Outra proposta para o ensino por competências está no parecer CNE/CEB nº 29/02 e na resolução CNE/CP nº03/02[iii], que tratam das
Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional de Nível Tecnológico. Neste parecer, a competência é vista como
a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o desempenho
eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e pelo desenvolvimento tecnológico.  

Philippe Perrenoud (2000), sociólogo suíço, com seus trabalhos desenvolvidos em torno das competências, tornou­se grande referência
para os educadores brasileiros. Ele define competência como a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes,
capacidades, informações, etc.) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações. (Perrenoud, 2000, p.19). O autor
exemplifica competência como saber orientar­se em uma cidade desconhecida (ler um mapa,se localizar, pedir informações...); saber
votar; saber se informar. Perrenoud (2000) considera que as competências estão ligadas a contextos culturais, profissionais e condições
sociais, visto que os seres humanos não vivem todos, as mesmas situações. Eles desenvolvem competências adaptadas a seu mundo. O
autor acredita que algumas competências se desenvolvem em grande parte na escola, outras não.

No campo avaliativo, um dos exames de maior repercussão no Brasil, o Exame Nacional de Nível Médio (ENEM) é uma prova que visa
avaliar por meio de competências. O edital do ENEM de 2013 traz em seu anexo uma matriz de referencia que evidencia os eixos
cognitivos comuns a todas as áreas de conhecimento e para cada área uma competência, que a nosso ver se assemelha a um objetivo a
ser atingido,

A COMPETÊNCIA NO ENSINO DE LÍNGUAS

No âmbito do ensino de línguas o primeiro a usar o termo competência foi Noam Chomsky (1965), para quem a competência é uma
faculdade (mental, inata, intuitiva) dos indivíduos e seus cérebros.  Ele discorre sobre a capacidade que todos os seres humanos têm de
disponibilizar um sistema de regras que lhes permite produzir um número infinito de atos, a isso chamou de competência linguística

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(MORATO, 2008, p. 40). Para Chomsky (1965), a competência linguística é um potencial biológico, inerente à espécie humana; é
constituída pelo conjunto das regras (conhecimentos gramaticais) que permitem que os indivíduos gerem uma infinidade de produções
de linguagem (desempenhos). 

Dell Hymes, linguísta estadunidensena década de 1970, se arriscou a confrontar as ideias de Chomsky argumentando que diferentes
pessoas têm diferentes comandos sobre sua língua. Para Hymes (1971) a competência linguística não é condição suficiente para que se
possa falar uma língua. Seriam varias as competências. Ele dá importância não só ao sistema linguístico do falante, mas ao contexto no
qual os indivíduos se interagem para que a comunicação se efetive.  Surge, dentro dessas discussões, a competência comunicativa. Na
visão de Hymes (1971), a competência comunicativa engloba um conjunto inteiro de conhecimentos: linguísticos, psicolinguístico,
sociolinguísticos e pragmáticos, para que o falante possa comunicar­se através da língua.

A partir de então, não encontramos mais a palavra competência isolada, sempre vem acompanhada de um adjetivo: competência
linguística, competência comunicativa, competência estratégica, competência discursiva, competência profissional. Aparecem os modelos
de competência comunicativa, e vários autores se engajam nesse desafio: Canale (1983); Bachman (1990); Celce – Murcia (1995);
Basso (2001), entre outros. Almeida Filho (2005) foi mais adiante e propôs cinco competênciasmatriciais do professor profissional das
línguas: Implícita, Teórica, Aplicada, Profissional e Linguístico­comunicativa.

Segundo Almeida Filho (2005), as competências são capacidades reconhecíveis de ação fundamentadas em bases de conhecimento e
capacidade de tomada de decisões geralmente espontâneas e instantâneas num quadro de posições ou atitudes do professor.

Concordamos com o autor (op. Cit.) quando afirma que a acepção de competência que chegou com maior sustentação até hoje é a de que
esse construto teórico se compõe de bases de conhecimentos informais (de crenças, prioritariamente) de capacidade de ação e deliberação
sobre como agir a cada momento, ambas marcadas sempre por atitudes mantidas pelo professor.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo tentou explicitar o caminho que veio percorrendo o termo competência. Entendemos que o termo ainda oscila dentre os
conceitos, ele está navegando entre opiniões, dança uma música de vários ritmos. Antes mesmo que tenha um construto teórico bem
elaborado, a palavra já tem acompanhamentos e está ligada a adjetivos: comunicativa, estratégica, linguística, discursiva, profissional, e
tantos outros.

Para Deluiz (2001, apud SANTANA, p.34) a noção de competência é fortemente polissêmica, tanto no mundo do trabalho quanto na
esfera da educação. Esta polissemia se origina das diferentes visões teóricas que estão ancoradas em matrizes epistemológicas diversas e
que expressam interesses, expectativas e aspirações dos diferentes sujeitos coletivos, que possuem propostas e estratégias sociais
diferenciadas e buscam a hegemonia de seus projetos políticos.

Acreditamos que o melhor passo seria definir primeiro o termo competência, para depois utilizá­lo com outros complementos. Ou ao
menos escolher sua melhor definição. Na nossa concepção, competência é a capacidade de manipular o conhecimento contrastando­o
com a realidade, construindo assim, um novo conhecimento.

Entendemos que, para que haja um bom desempenho profissional é importante que os professores e pesquisadores conheçam os termos
que utilizam e busquem a definição mais apropriada às suas propostas de trabalho.

REFERÊNCIAS

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_____________________. (org.) O Professor de Língua Estrangeira em Formação. Campinas SP: Pontes, 2ª edição, 2005.
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1  Lei 9.394/96 – estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

2  PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais.

3  Parecer CNE/CEB n° 29 e Resolução CNE/CP n° 03/02, disponíveis em: WWW.mec.gov.br/semtec/educprof/Dircurgeral.shtm

http://www.helb.org.br/index.php?view=article&catid=1114%3Aano­7­no­7­12013&id=212%3Abreve­historico­do­termo­competencia&tmpl=component&p… 5/5