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Direito Comunitário

Aula do dia 16/1COMERCIAL


NOÇÕES DO DIREITO DO COMUNITÁRIO
CONCEITO: O Direito Comunitário tem um conceito que abrange um
conjunto de normas provenientes de Tratados constitutivos da UMOA e
UEMOA, as deliberações dos respetivos órgãos e os seus protocolos
adicionais.
- UMOA significa Organização Monetária Oeste Africana, foi fundada em
1962
-UEMOA significa Organização Económica e Monetária Oeste Africana,
fundada em 10 de janeiro de 1994 em Dakar capital do Senegal.
SISCOA- sistema contabilístico oeste africano.
O DIREITO COMUNITÁRIO- é uma ordem jurídica que lhe aplicam os
princípios estruturadores dos de toda ordem jurídica :
- fontes
-contenciosos
-interpretação
- integração de lacunas etc…
O DIREITO COMUNITÁRIO É FORMADO POR:
- Direito comunitário institucional que engloba os aspetos de estruturação
das comunidades ou seja o estatuto e as competências dos órgãos
comunitários e as relações entre a ordem jurídica comunitária e as ordens
jurídicas dos Estados membros.
- O DIREITO COMUNITÁRIO MATERIAL:
Que é constituído pelas disposições dos tratados e pelos Atos adotados
pelos órgãos comunitários que regem ( disciplinam) as atividades que se
incluem no campo de aplicação dos Tratados.
AUTONOMIA CIENTIFICA , DIDATICA DO DIREITO COMUNITARIO:
O Direito Comunitário apesar de na sua génese (origem) ser Direito
Internacional uma vez que as comunidades são criadas por Tratado
Internacional, acaba por se autonomizar e adquirir caraterísticas
especificas ……
O Direito Comunitário vive subsidiariamente do Direito Internacional
(DIP).
A autonomia do Direito Comunitário pretende significar que a ordem
jurídica comunitária é diferente das nacionais ( NORMAS INTERNAS)
apresentando regras e princípios específicos.( porque o direito
comunitário possui as próprias regras e princípios diferentes dos das
normas nacionais que existem nos Estados membros de uma
comunidade).
- DIREITO COMUNITÁRIO NA RELAÇÃO COM DIREITO PUBLICO E DO
DIREITO PRIVADO:
O Direito Comunitário não se enquadra bem na dicotomia – do Direito
Publico ou Direito Privado uma vez que algumas matérias fazem parte do
Direito Privado.
- O Direito Comunitário é Direito Publico pós as próprias comunidades são
sujeitos de Direito Publico mas há certas áreas que fazem parte do Direito
Privado, tais como: O DIREITO DA CONCORENCIA, O DIREITO DA
SOCIEDADE E O DIREITO COMERCIAL...( em relação abertura de um banco
nos Estados membros da comunidade é da competência da união atribuir
licença)
- AS CARTERISTICAS DO DIREITO COMUNITARIO
- o Direto Comunitário apresenta as seguintes caraterísticas :
1ª- Aplicabilidade Direta- a aplicabilidade direta consiste em tais normas
se aplicarem aos Estados membros independentemente de qualquer ato
de receção nos Direitos Internos.
A norma é suscetível de aplicação imediata ( na data da sua entrada em
vigor) nos outros Estados membros da Comunidade, sem necessidade de
qualquer ato por parte do Estado. Por outro lado, não se pode impedir a
vigência da norma no ordenamento jurídico interno.
AS NORMAS COMUNITÁRIAS QUE GOZAM DE APLICAÇÃO DIRETA SÃO:
1. As Normas do regulamento Comunitário,´
2. As Normas das Decisões comunitárias que se não se dirigem aos
Estados ou seja que se dirigem aos particulares,
2ª Efeito direto- Consiste em tais normas serem fontes imediatas de
direitos e obrigações, podendo ser invocados no Tribunal.
DISTINÇÃO ENTRE EFEITO DIRETO E APLICABILIDADE DIRETA:
Em primeiro lugar há que distinguir o efeito direto da aplicabilidade
direta.Bdnquanto a aplicabilidade direta é a suscetibilidade de a norma
jurídica comunitária vigorar na ordem jurídica interna sem necessidade de
transposições( mecanismo jurídico interno de encaixar a norma
comunitária na ordem jurídica interna) o efeito direto é a suscetibilidade
que um particular tem para invocar no Tribunal uma norma comunitária
para afastar a norma nacional que lhe é desfavorável.
A distinção entre Aplicabilidade direta e o Efeito direto faz sentido dado
que há normas comunitárias que não dispõem de aplicabilidade direta
( AS DIRETIVAS COMUNITARIAS) mas mesmo assim são invocáveis no
Tribunal nacional.
FUNDAMENTO DO EFEITO DIRETO.
O fundamento do efeito direto é de assegurar o primado ( prevalência) do
Direito Comunitario sobre a ordem jurídica Estadual e, do modo geral
garantir a Uniformização na aplicação do Direito Comunitário.
A TEORIA DO EFEITO DIRETO fundamenta-se na interpretação GLOBAL DO
TRATADO.
-EFEITO DIRETO VERTICAL E EFEITO DIRETO HORIZONTAL:
O efeito direto vertical- é a possibilidade de o particular invocar no
Tribunal nacional a norma comunitária contra qualquer autoridade
publica.
O efeito direto horizontal- é a possibilidade de o particular invocar a
norma comunitária contra qualquer outro particular.
3ª A INTEGRAÇÃO DO DIREITO COMUNITÁRIO NOS DIREITOS INTERNOS (
NACIONAIS):
- a integração do Direito Comunitário nos Direitos internos ou nacionais
decorre de facto de os sujeitos da ordem jurídica comunitária não serem
apenas da ordem jurídica dos Estados membros mas também os seus
nacionais.

 4ª A COMPLEMENTARIDADE DOS DIREITOS NACIONAIS


RELATIVAMENTE AO DIREITO COMUNITÁRIO:
- A complementaridade dos direitos nacionais relativamente ao direito
comunitário resulta essencialmente do carater incompleto caraterística
deste( DIREITO COMUNITARIO). Esta complementaridade reflete-se em
inúmeros aspetos:
- o Tribunal recorre na interpretação e na aplicação do Direito
Comunitário aos PRINCÍPIOS COMUNS às ordens jurídicas dos Estados
membros.
- a execução das decisões do Tribunal das Comunidades cabe aos Estados
membros segundo as regras nacionais respetivamente.
-São habituais as remissões do Direito Comunitário para as ordens
jurídicas nacionais especialmente em matéria de LIVRE- CIRCULAÇÃO, DE
TRABALHORES E DO direito DE ESTABELICIMENTO (RESIDÊNCIA).
5ª O PRIMADO DO DIREITO COMUNITÁRIO:
- o primado do Direito comunitário sobre todos e cada um dos direitos dos
Estados membros da comunidade e essencial absoluto, incondicional, uma
verdadeira exigência existencial das comunidades.
A força executiva do Direito comunitário não pode, com efeito variar de
um Estado para outro em resultado de legislação internas ulteriores, sem
colocar em perigo a realização dos fins dos Tratados nem provocar uma
discriminação.
A transferência operada (realizada) pelos Estados da ordem jurídica da
comunidade e sua ordem jurídica interna em proveito, ( beneficio) da
ordem jurídica comunitária correspondentes às disposições dos Tratados,
implica assim uma limitação definitiva dos seus direitos soberanos,
contra a qual, não pode prevalecer um ato unilateral, ulterior ou
incompatível com a noção da comunidade .
Pode dizer-se que do ponto do Tribunal das comunidades, o primado do
Direito Comunitário não está expressamente consagrado. – Por
demasiado obvio em nenhuma disposição dos Tratados resulta da própria
natureza das comunidades criadas porque era da autolimitação dos
poderes soberanos dos Estados membros ao transferirem para aquelas
das suas competências porque a autolimitação da soberania foi reciproca
e conceituada, questionar o primado do Direito Comunitário sobre os
direitos nacionais é ameaçar a sobrevivência das comunidades, o principio
do primado do Direito Comunitário comporta um resultado de diversas
importância:
- A norma Nacional que contrariar a regra comunitária é inaplicável este
Principio da Primazia do Direito Comunitário sobre o Direito interno, alias
direito nacional, dos Estados membros da comunidade é expresso no art.º
6º do Tratado da UEMOA.
Nota: os atos praticados pelos órgãos da União para realização dos
objetivos do presente Tratado e em conformidade com as regras e
procedimento por este instituídos (acordos são aplicados em cada Estado
membro, não obstante toda legislação comunitária anterior ou posterior.
EX. Nos domínios Económicos, fiscais e de contas.
AS RELAÇÕES ENTRE O DIREITO COMUNITÁRIO COM OUTROS RAMOS DE
DIREITO
- DIREITO COMUNITÁRIO COM DIREITO INTERNACIONAL- as
comunidades foram instituídas por Tratados aos quais se aplicam ao
Direito Comunitário.
- DIREITO COMUNITÁRIO COM DIREITO ADMINISTRATIVO- o Direito
Administrativo é um grande inspirador do Direito comunitário
nomeadamente da Diretiva comunitária ( poder discricionário ) e da
decisão comunitária bem como de alguns princípios da ordem jurídica
comunitária.
o contencioso administrativo inspira o contencioso comunitário.
A DECISÃO COMUNITÁRIA nº 3/ 2007 ( Harmonização de currículo Escolar
no espaço da UEMOA/ CEDEAO.
- DIREITO COMUNITÁRIO COM DIREITO CONSTITUCIONAL- Tratados são
a constituição das comunidades, mas no sentido de que os Tratados
contem os princípios informadores da ordem jurídica comunitária ( como
tal faz a constituição a nível interno) a competência do Tribunal das
comunidades e inspirada na competência de Tribunais constitucionais.
Aula do dia 29/10/2018

1. PRINCÍPIOS DO DIREITO COMUNITÁRIO: Aspestos gerais

a.Principio da igualdade - este principio proíbe o tratamento desigual em


razao da nacionaldade

b. O principio da liberadade- o principio da liberdade nao expressamebte


formulado nos tratados determina que o direito comunitario deve ser
interpretado da forma mais favoravel às liberdades garantidas pelos
tratado( ou, o que é o mesmo, que as limitaçoes a estas liberdades devem
ser interpretadas restritivamente ).

C. O principio da solidariedade ou lealdade comunitaria( art 7º T uemoa) -


este principio afirma que os estados membros nao devem, a mesmo
tempo que se aproveitam das vantagens da integracao comunitaria,
sobrepor o seu conceito de interesse nacional à satisfação dos encargos
decorrentes de tal integração- este principio decorre da igualdade dos
Estados membros face ao direito comunitario, que determinam uma
equilibrada distribuicao das vantagens e encargos resultantes da
integração.

-Conteudo deste principio

Conteudo positivo- os Estados devem adotar todas as medidas


necessarias ao comprimento do Direito comunitario.

Conteudo negativo- Os Estados devem abster-se de praticar atos que


ponham em causa o Direito comunitario.
d. O principio da unidade ou o da uniformidade - este principio impoe a
interpretaçao e aplicacao uniforme do Direito comunitario em todo
território dos Estados membros no sentido mais favoravel à construcao de
um verdadeiro mercado unico ou mercado comum.

MEIOS DE ASSEGURAR O PRINCIPIO DA UNIFORMIDADE:

1. Principio do primado- prevalencia do direito comunitario sobre todo o


direito nacional é uma forma de assegurarna uniformidade na medida em
que a legislacao nacional divergente é afastada pelo direito comunitario.

2. Principio da aplicabilidade direta- asuscetibilidade de o direito


comutario se aplicar sem necessidade de qualquer ato de transposicao
nacional tambem contribui para uma aplicacao identica do direito
comunitario nos Estados membros .

3. principio do efeito direto- assuscetibilidade de um particular envogar


uma norma comunitaria independentemebte da sua transposicao vai
implicar uma aplicacao uniforme do direito comunitario.

4. A harmonizacao das ordens juridicas nacionais com a ordem juridica


comunitaria- a harmonizacao das legislacoes contribui para a
uniformidade do direito.tambem é um doa objetivos da organizaçao
comunitaria como ex. HOADA

Aula do dia 30/10/2018


e. Principio do adquerido comunitario- as instituicoes comunitarias
defendem que a adesão às comunidades implica a aceitação de todo o
Direito Comunitario no estadio(fase) em que se encontra de momento. Os
Estados que aderem às comunidades devem respeitar todo o Direito
comunitario pre-existente: - O Direito Comunitario originario.
O direito comunitario derivado.
-Os acordos internacionais de que a comunidade é parte;
- os Estados devem respeitar ainda todas as decisoes politicas tomadas ate
às suas adesoes.
Exceção a este principio: periodo Transitório
Para Estado poder se adaptar as realidades da comunidade.... (Lingua,
produçao legislativa interna para se harmonizar com da comunidade).
f. O principio de equilibrio institucional- o principio do equilibrio inst
signifuca que a distribuiçao de competencias nao é casual, ou seja, existe
uma certa separaçao de poderes que vai conduzir a um equilibrio. Isto
implica que cada orgao comunitario deve exercer as competencias que lhe
estao atribuidas pelo Tratado.
g. Principio da subsidariedade- o principio da subsidariedade é um
principio regulador do exercicio das atribuicoes e competencias
comunitarias. A comunidade intervem apenas se e na medida em que os
objetivos da ação encarrada nao possam ser sufixientemente realizados
pelos Estados membros, e possam pos, devido à dimensao ou aos efeitos
da acao prevista, ser melhor alcançados ao nivel comunitario. O
principio pode aplicar-se sempre que se verifuque uma situacao em que
duas entidades de niveis diferentes sejam potencialmente aptas para
desempenhar uma mesma tarefa, ou seja, o principio deve aplicar-se
sempre que exista uma repartiçao horizontal e vertical de atribuiçôes e
competencias entre entidades superiores e inferiores. Atualmente o
principio é definido como visando confiar as competencias das
instituicoes politicas a um nivel de decisao que assegure o maximo de
eficacia da decisão por referencia ao objetivo pretendido ( criterio de
eficacia) ou ao nivel mais proximo do cidadao( criterio democratico). O
principio da subsidariedade so se aplica às atribuicoes e competencias
comunitarias concorrentes, o que exclui à partida a sua aplicaçao às
atribuicoes e competencias exclusivas da comunidade ( ex. Politica
monetaria e de credito) , bem como às atribuicoes e competencias
reservadas aos Estados membros.
h. O PRINCIPIO DA COESÃO ECONOMICA E SOCIAL- a coesao economica
e social foi o preço que os Estados mais favorecidos tiveram de pagar
pela liberalizaçao( abertura)/do.mercado. como sao eles que mais
contribuem para o oraçamento comunitario, indiretamente acabam por
finenciaria as acoes comunitarias nos Estados membros menos
favorecidos. Mas, por outro lado, são eles com maiores vantagens vao
retirar do mercado interno, pois deteem infrastruturas economicas
melhores preparadas para tal.
Aula do dia 05/11/2018
EXPERIÊNCIA DE INTEGRAÇÃO ECONOMICA SUB REGIONAL
- A COMUNIDADE ECONOMICA DOS ESTADOS DA AFRICA OCIDENTAL
( CEDEAO)
- O Tratado constitutivo a CEDEAO foi assinado a 28 de maio em 1975 em
Lagos. É o mais importante Tratado assinado em Africa do Oeste. O
Tratado da CEDEAO foi revisto em julho de 1993 na cimeira dos chefes dos
Estados e do governo realizada em Cotounoun( Benin).
A Comunidade reagrupa 15 Estados da região.
As diferenças Economicas na CEDEAO são acentuadas por diferenças
culturais, historicas e politicas. Os laços coloniais com diferentes potencias
colonizadoras estão na origem da existencia de 3 linguas diferentes: o
francês, Inglês e Português.
Diferentes moedas e estruturas administrativas publicas.
O objetivo da comunidade é de promover a cooperaçao e o
desenvolvimento em todos os dominios de atividade economica com o
objetivo de elevar o nivel de vida das suas populaçoes, manter a
estabilidade economica e o desenvolvimento do continente africano.
Tambem tem como objetivo a promoçao de integraçao, atraves do
estabelicimento de uma uniao economica de africa ocidental.
Entre os objetivos da CEDEAO seria a adoçao de uma politica comercial
comum em relaçao aos países terceiros. A supressão entre os Estados
membros, dos obstaculos a livre circulaçao das pessoas, bens, serviços,
capitais, bem como a harmonizaçao necessaria ao bom funcionamento de
uma politica monetaria comum. Pretende- se com isso a constituiçao de
um vasto mercado comum oeste africano e a criaçao de uma uniao
monetaria que favoreça o crescimento economico e o desenvolvimento da
africa do Oeste.
Aula do dia 06/11/18
UNIÃO EUROPEIA
- Aspectos historicos
- A historia da integraçao europeia é uma historia recente: começou logo
após o termo do segundo conflito mundial. É em 1946 que Sir WINSTON
CHURCHILL profere o celebre " discurso de Zurique" lançando a ideia de "
uma especie de Estados unidos de Europa" em 1947 a guerra "Fria" dá os
seus primeiros passos com a consilidaçao dos dois blocos geopoliticos.
Desencadeia-se Plano MARCHAL e no ano seguinte são criadas a
organizaçao europeia de cooperaçao economica (OCECE) para gerir os
fundos destinados a concretizçao daquele Plano, e a União da Europa
ocidental. Entretanto a ideia de integraçao encontra-se no francês JEAN
MONET. Inspirado nas suas ideias o ministro dos negocios estrangeiro de
então francês ROBERT SCHUMAN, torna publico em discurso proferido no
dia 9 de maio de 1950, o Plano que haveria de ficar ligado ao seu nome.
No Plano Robert Schuma, propunha se que o carvão e o Aço produzidos
pela frança pela Alemanha federal e pelos demais países europeios
ineteressados fossem colocados em comum sob o controlo de uma alta
autoridadeautoridade.
O plano R S apresrntava dois objetivos:
- um objetivo politico, apacificaçao Franco- Alemã ( curto prazo) com vista
ao lançamebto da futura federaçao europeia ( longo prazo)
- um objetivo Economico ja que a reconstruçao europeia exigia uma
rapida recuperçao do sector metalurgico. O plano Schuman foi concebido
com intusiasmo na europa ocidental. Em 20 de junho de 1950 começam as
negociaçoes. Pouco depois em 1 de agosto do mesmo ano, a assembleia
construtiva do Conselho de Europa propoe a criaçao de uma comunidade
europeia de defesa( CED).
Tratava- se de criar um exercito europeio, sob comando unificado de um
ministro europeio de defesa. Em 18 de abril de 1951 é assinado em paris o
tratado que institui a comunidade europeia do Carvao e do Aço (CECA).
Subescrevem-no a França, Italia, Alemanha federal, Belgica,Holanda e
luxemburgo. O primeiro passp efetivo na hitoria ba integraçao europeia
estava dado.
Em 25 de Março de 1957 foram assinados em Roma os Tratados que criam
a Comunidade Economica Europeia (CE) e de uma organizacao setorial- a
comunidae Europeia de Eneriga Atômica, conhecida por EUROTOM.
AULA DO DIA 12/11/2018

AULA DO DIA 13/11/2018


- Em maio de 2014, a UE viu-se alargada a 25 Estados, com a adesão dos
Estados do Báltico(Estonia, Letonia e Lituania) 4 país de Europa central
( Eslovaquia, Hungria, polonia e Republica Checa), um Estado que fazia
parte da antiga Cheguslavia ( eslovenia) Ainda dois Paises do
Medirltaranio( chipre e Malta).
Em 1 de Janeiro de 207, com entrada da Bulgaria e Romenia a UE Passou a
ser constituida por 27 Estados.
Em 1 de julho de 2013 a Croacia torna-se 28º.
Em 24 /6/2016, o reino unido atraves do Referendum retira - se da UE. A
UE atua atraves do sistema de Instituições supranacionais independentes
e de Decisões intergovernamentais nogociadas entre os Estados
membros.
MERCOSUL-
ASPETOS HISTORICOS
O Tratado de assunsao ( que estabeleceu o.mercado comum d sul a
26/03/1991, entre o Brasil, Argentina, O Paraguai e o Uruguai, que entrou
em vigor em 29/11/1991.
O Mercosul representa um espaço Economico na America d sul, que
envolve alguns setores estratégicos, nomeadamente a Agro-Industria, em
vertude dos paises integrados terem uma importante base agrícola, que
constitui uma vantagens comercial a nivel internacional. Em 17/12/1994 ,
foi assinado o protocolo de OURO PRETO, (Brasil) que dá personalidade
juridica internacional ao mercosul e define a sua estrutura institucional.
Em 1/01/1995, entrou em vigor a União Aduaneira do Mercsul( é uma
zona de livre comercio com a harmonizaçao de politica comercial em
relaçao aos países terceiros, o que implica uma pauta extrior comum).
De 30/06/1991 a 31/12/1994, foi uma zona de livre comercio,
constituindo o chamado periodo de transicão. Apartir de 1/01/1995 o
Mercosul passou a ter uma mesma Tarifa exterior Comum, demonstrando
o compromisso politico dos países com o Mercosul, já que srndo comum
só de comum acordo poderia ser alterada.
A construção do Mercado comum, ultrapassada a fase de livre comercio e
instituida a União aduaneira que se deveria aperfeiçoar para outras fases
de integraçã. Muitos sul americanos vêm o Mercosul como uma influência
dos EUA na região.
ZONA FRANCO
Generalidades
O SISTEMA MONETÁRIO FRANCO-Africano
- A Zona Franco, é uma zona monetaria que é alem disto um espço de
utilização de uma mesma moeda. A zina franco é um vedardeiro sistema
que se baeia em regras fundamentadas e nos principios bem
estabelecidos e aceites pelos paises em termos de um acordo
ratificadonpor todos.
O sistema monetario franco-africano é em primeirk lugar um sistema de
cambios, no seio do qual a edtabilidade é perfeita. E é o duplamente
porque os oito(8) Paises africanos têma mesma moeda.
O Franco CFA, e porque esse franco Cfa é igual, desde a quarenta anso(40)
a dois centimo(2) francês.
- Houve desvalorização em 1948, 1958 e no dia 12/01/1994.
O franco CFA foi instituida no dia 26/12/1945. Nesta altura o franco CFA
significava " franco das colonias francesas de africa", em 1958 passou a ser
chamado " o franco da comunidade francesa de africa", hoje, o franco FCA
significa " franco da comunidade financeira da africa ", para os paises da
UEMOA e franco da cooperaçao da africa para os paises da comunidade
economica monetaria ( congo brazaville, Gabon, Guiné equatorial, RCA,
Tchad e Camerão).
OSistema Monetaria franco africano é tambem um sistema de pagamento
que se baseia numa confertibilidade total do franco CFA. O sistema
Monetaria franco africano é finalmente um sistema de creditos que se
enraiza numa dupla solidariedade.
A CONTA de OPERAÇÕES nao está aberta a todos os Estados mas sim aos
bancos centrais. O seu Saldo resulta portanto, das posições excedentarias
de certos países e das posições deficitarias dos outros. Todos se financiam
mutuamente, e da mesma forma, a conta de operações , quando está
credora, representa uma cessasão pelos Estados africanos das suas
reservas a frança; quando está devedora, represena credito consentido
pela frança aos países africanos.

Aula do dia 20/11/2018


A COOPERAÇÃO MONETARIA: A UNIAO MONETARIA OESTE
AFRICANA(UMOA)
2. ANTECEDENTES HISTORICOS, O TRATADO CONSTITUTIVO, A REFORMA
DO TRATADO E OS ESTATUTOS DE BCEAO
Historicamente, a Uniao Monetaria oeste africana (UMOA) foi instituida
pelo Tratado de 12 de maio de 1962, ao qual foram anexados os
Estatudos do Banco Central dos Estados de Africa ocidental. Os membros
constitutivos ou originarios da UMOA, foram: COSTA DE MARFIM, BENIN,
(EX. DAHOMEY) BRUKINA FASSO ( ALTO VOLTA) , A MAURITANIA, NIGER E
O SENEGAL. O processo de integraçao monetaria, conheceu a sua reforma
com a assinatura do novonTratado, concluido a 14 de novembro de 1973
constituindo a UMOA e aos novos estatuts de BCEAO. Este Tratado
representa a versao ocidental da zona da comunidade financeira african
cfa onde opera atualmente no dominio monetario os 8 estados membros
da UMOA.
Pode ser definada como um espaço monetario omogenio no qual os
estados membros sao levados a adotar uma politica xomum no que
concrbe a moeda e o credito, assim como a regulamentaçao Uniforme em
materia monetaria e Bancaria.
Apois 10anos de funcionamento do BCEAO tornou se necessario adaptar a
politica e as estruturas das instituicoes monetarias da Uniaoàs
necessidades de desenvolvimento economico dos Estados membros e a
evolução da situação internacional. Nesta otica, apartir de 1972 , o
conelho da uniao confiou o estudo da reforma das instituiçoes monetarias
a um comité composto pelos ministros das finanças dos Estados membros.
A reforma foi realizada no srio da UMOA em 1973 e obdecia a varios
obejtivos:
- assegurar uma participaçao mais ativa da politica monetaria para o
desenvolvimento e a integraçao dos Estados membros;
- promever a africanização da gestão do instituto da emissão ( banco
emissor)
- permitir ao banco central exercer mais eficazmente as suas funçoes,
realizando uma maior descentralzacao das suas atividades em proveito
das agencias e dos comités nacionais de Credito.
Essas orientaçoes levaram a uma reforma compeleta do conjunto dos
textos que regiam as instituiçoes, as politicas e o modo de funcionamento
da uniao monetaria.
UNIAO ECONOMICA E MONETARIA OESTE AFRICANA- UEMOA
2.GENERALIDADES, TRATADO CONSTITUTIVO, O ALARGAMENTO E A
ADESÃO DA GUINÉ- BISSAU
A uniao economica e monetaria oeste africana uemoa foi criada pelo
TRATADO assinado em Dakar, Republica do senegal a 10/de janeiro de
1994 pelos chefesde Estado e do Governo dos 7 paises da africa do oeste
que vinham usando uma moeda comum, o franco da Comunidade
financeira africana. O referido TRATADO entrou em vigor a 1 de Agosto de
1994, apos ratificação pelos estados membros. Este ato vinha conxretizar
a vontade manifestada a longa data pelas autotidades da uniao de
reforçar a comunidade da moeda por uma coordenação da suas politicas.
O processo que em 1990 foi bem conduzido graças a vontade conjugada
das autoridades politicas e monetarias da união. Com efeito, os chefes de
Estado mandataram o governador de BCEao para lhes propor uma
estrategia de reforço da integracao economica dos Estados membros,
explorando as expriencias da sua comunidade monetaria e que fosse
suscetivel de contribuir para o relance do processo da integraçao sub-
regional.
Concebido como um complemento do TRATADO da UMOA, o TRATADO da
UEMOA consagra o principio para os Estados membros, de uma
transferencia explicita de soberania, em proveito de instituiçoes comuns
supranacionais.
Em maio de 1997 a Guiné-Bissau aderiu à uniao constituindo se no seu
oitavo Estados membros. Antes da criação da UEMOA ja os Sete Estados
constituintes se tinham agrupado numa outra organização de carater
meramente monetaria por usarem uma moeda unica com paridade fixa
relativamente ao franco frances por forma a obter convertibilidade
intenacional. Edta org denominava se UMOA. Precisamente em
decorencia da desvalorizacao do franco cfa na ordem de cinquenta
porcento a 12 de janeiro de 1994 face a.moeda francesa, por
razaonatinentes aondesquiibrios econ e cambiais. Dai a frança e os paises
da UMOA decidiram avançar para uma fase de integração mais
desenvolvida, que possibilitasse uma maior coordenação de politicas
económicas, por forma a sustentar a moeda unica e assim criar o mercado
comum baseado na livre circulação de pessoas, bens, serviços , capitais e
no Direito de estabelicimento de pessoas que exercem atividade
independente ou assalariada. A institucionalizaçãoo de uma tarifa
exteridecidiram e adoção de uma mesma polit comercial.comum entre os
mesmos Estados membros.

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