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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE

MINAS GERAIS

FACULDADE DE ENGENHARIA

ALESSANDRO MENDES MARTINS


PATRICIA NUNES SARTORI
PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA
RODRIGO VIEIRA
ROSIMAR DOS SANTOS

ESTUDO DA NR-05 E PROGRAMA DE AUDITORIA

JOÃO MONLEVADE,
DEZ. 2010
ALESSANDRO MENDES MARTINS
PATRICIA NUNES SARTORI
PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA
RODRIGO VIEIRA
ROSIMAR DOS SANTOS

ESTUDO DA NR-05 E PROGRAMA DE AUDITORIA

Trabalho Acadêmico apresentado pelos discentes


como requisito parcial para aprovação na Disciplina
Engenharia de Segurança do Trabalho do 8º
período do curso de Engenharia Ambiental da
Universidade do Estado de Minas Gerais, campus
João Monlevade.

Professor: VALTER DAMIÃO CUNHA


JOÃO MONLEVADE,
DEZ. 2010

SUMÁRIO

1 - OBJETIVO................................................................................................................... 3

2 - DA CONSTITUIÇÃO.....................................................................................................3

3 - INTEGRAÇÃO DA CIPA...............................................................................................3

4 - COMPOSIÇÃO............................................................................................................ 3

5 - DURAÇÃO DO MANDATO...........................................................................................3

6 - OBRIGAÇÕES............................................................................................................. 4

7 - DAS ATRIBUIÇÕES..................................................................................................... 4

8 - CABE AOS EMPREGADOS ..........................................................................................4

8.1 Cabe ao Presidente da CIPA:.................................................................................4

8.2 Cabe ao Vice-Presidente:.......................................................................................4

9 - REUNIOES.................................................................................................................5

10 - SUBSTITUIÇÃO DO MEMBRO....................................................................................5

11 - DO TREINAMENTO...................................................................................................5

12- DO PROCESSO ELEITORAL........................................................................................5

DIMENSIONAMENTO DA CIPA..........................................................................................6

1º PASSO – Definir o CNAE conforme setor econômico - FABRICA PAPEL....................6

2º PASSO – Identificar no quadro o dimensionamento mínimo conforme CNAE..........6

PROGRAMA DE AUDITORIA DE SEGURANÇA...................................................................7

1º PASSO:.................................................................................................................... 7

2º PASSO..................................................................................................................... 7

Fase I: Auditar o Responsável pela produção...........................................................7


Fase II: Auditar o técnico de segurança...................................................................8
Fase III: Auditar o posto de trabalho escolhido e as seguintes observações com
relação ao ambiente e trabalhador..........................................................................8
CONCLUSAO................................................................................................................. 10

ANEXO I – CHECK-LIST DE INSPEÇÃO............................................................................10

REFEFÊNCIAS................................................................................................................ 13

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes


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1 - OBJETIVO

Prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível


permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do
trabalhador.

2 - DA CONSTITUIÇÃO

Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento:

• As empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista,


• Órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações
recreativas, cooperativas,
• Bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados.

3 - INTEGRAÇÃO DA CIPA

• A empresa que possuir em um mesmo município dois ou mais estabelecimentos,


deverá garantir a integração das CIPA.
• As empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão, através
de membros de CIPA ou designados, mecanismos de integração

4 - COMPOSIÇÃO

• A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados, de


acordo com o dimensionamento previsto na NR 05.
• Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes serão por eles
designados.
• Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em
escrutínio secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical,
exclusivamente os empregados interessados.
• Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará
um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR 05,
• O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA, e os
representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente.

5 - DURAÇÃO DO MANDATO

• O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma
reeleição.
• É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo
de direção da CIPA desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de
seu mandato.
• É vedada a transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência,
ressalvado o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469, da CLT.

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6 - OBRIGAÇÕES

• Os membros da CIPA, eleitos e designados serão empossados no primeiro dia útil


após o término do mandato anterior.
• Empossados os membros da CIPA, a empresa deverá protocolizar, em até dez
dias, na unidade do Ministério do Trabalho, cópias das atas de eleição e de posse
e o calendário anual das reuniões ordinárias.
• Protocolizada na unidade do Ministério do Trabalho, a CIPA não poderá ter seu
número de representantes reduzido, bem como não poderá ser desativada, exceto
no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.
• Cabe ao empregador proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao
desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização
das tarefas constantes do plano de trabalho.

7 - DAS ATRIBUIÇÕES

• Identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos,


• Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de
problemas de segurança e saúde no trabalho;
• Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho
visando a identificação de situações de risco
• Realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu
plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas;
• Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas;
• Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana
Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT e campanha AIDS;
• Participar, com o SESMT, onde houver, das discussões promovidas pelo
empregador, para avaliar os impactos de alterações no ambiente

8 - CABE AOS EMPREGADOS

• Participar da eleição de seus representantes;


• Indicar à CIPA, ao SESMT situações de riscos e apresentar sugestões para
melhoria das condições de trabalho;

8.1 Cabe ao Presidente da CIPA:

• Convocar os membros para as reuniões da CIPA;


• Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao SESMT,
quando houver, as decisões da comissão;
• Coordenar e supervisionar as atividades e delegar atribuições ao Vice-Presidente

8.2 Cabe ao Vice-Presidente:

• Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus


afastamentos temporários;
4
8.3 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA, em conjunto, terão as seguintes
atribuições:

• Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o


desenvolvimento de seus trabalhos;
• Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os objetivos
propostos sejam alcançados;

9 - REUNIOES

• A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário


preestabelecido.
• As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento
de cópias para todos os membros.
• As atas ficarão no estabelecimento à disposição dos Agentes da Inspeção do
Trabalho - AIT.

Reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando:

• Houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de


medidas corretivas de emergência;
• Ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal;

10 - SUBSTITUIÇÃO DO MEMBRO

• 5.30 O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplente, quando
faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.
• 5.31 A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será suprida por
suplente, obedecida à ordem de colocação decrescente.

11 - DO TREINAMENTO

• A empresa deverá promover treinamento de 20 horas para os membros da CIPA,


titulares e suplentes, antes da posse.
• O treinamento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de
trinta dias, contados a partir da data da posse.
• O treinamento para a CIPA deverá contemplar, no mínimo, metodologia de
investigação e análise acidente, estudo do ambiente e riscos, noção sobre AIDS
legislação trabalhista e etc.

12- DO PROCESSO ELEITORAL

ETAPA PRAZO MINIMO RESPONSABILIDADE


Convocar eleição 60 Empregador
Comissão Eleitoral - CE 55 Presidente e Vice da

5
CIPA
Publicação edital 45
Inscrição período mínimo 15
Eleição (antes termino) 30

O processo eleitoral observará as seguintes condições:

• Apuração dos votos, em horário normal de trabalho, com acompanhamento de


representante do empregador e dos empregados,
• Havendo participação inferior a 50% dos empregados na votação, não haverá a
apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá organizar outra votação que
ocorrerá no prazo máximo de dez dias.
• Em caso de anulação a empresa convocará nova eleição no prazo de 5 dias, a
contar da data de ciência , garantidas as inscrições anteriores.
• Em caso de empate, assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no
estabelecimento.

DIMENSIONAMENTO DA CIPA

Empresa: Setor fabricação de Papel Reciclado

Funcionários: 200

1º PASSO – Definir o CNAE conforme setor econômico - FABRICA PAPEL


GRUPO CNAE
C-7 – PAPEL
17.31-1 17.32-0 17.33-8 17.41-9 17.42-7 17.49-4
C-7a – PAPEL
17.10-9 17.21-4 17.22-2
Quadro I: Identificação do CNAE conforme NR 5.

Relação do CNAE, com correspondente agrupamento para dimensionamento da


CIPA
17.10-9 Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel C-7a
17.21-4 Fabricação de papel C-7a
17.22-2 Fabricação de cartolina e papel-cartão C-7a
17.31-1 Fabricação de embalagens de papel C-7
17.32-0 Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão C-7
17.33-8 Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado C-7

2º PASSO – Identificar no quadro o dimensionamento mínimo conforme CNAE

6
Quadro II: Dimensionamento CIPA conforme NR 5

Conforme quadro a CIPA deverá conter o número mínimo de representantes:


Empregados: 4 Efetivos, 3 Suplentes Empregador: 4 Efetivos, 3 Suplentes

PROGRAMA DE AUDITORIA DE SEGURANÇA

1º PASSO:
Necessário criar um plano para que todos estejam envolvidos e cientes do processo que
ira acontecer com descrições básica e programação

PLANO DE AUDITORIA
Local onde será realizada a auditoria (empresa ou setor)
Organização
Norma: NR 05 - (qual norma que será utilizada para verificação)
Auditores Nome dos participantes (membro da CIPA ou qualificado)
ESCOPO Área a ser auditada ou processo como um todo
Observação
PROGRAMAÇÃO
DIA HORA ATIVIDADE PROCESSO ITENS AUDITOR
09:00 Reunião Inicial Todos
09:30 Conhecer área Todos
Levantamento risco
Escritório /
Verificação documentação
10:00 Auditoria Área Auditor 1
CIPA (formação, reuniões
Segurança
e etc)
12:00 Intervalo
Levantamento risco e
13:00 Auditoria Área produtiva condições inseguras na Auditor 1
área
Reunião de Auditor e
15:00
Feedback Repres. Area
Reunião
17:00 Todos
encerramento

Quadro III: Exemplo de programação de auditoria

2º PASSO
Criar roteiro de trabalho para levantar os riscos e condições inseguras e nas áreas de
atuação da auditoria sendo subdivido em 3 fases

Fase I: Auditar o Responsável pela produção.


Verificar nível de consciência de segurança e o valor dado na liderança.

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Fase II: Auditar o técnico de segurança
Verificar os documentos da CIPA (Membros / ATA’s / processo eleitoral / comunicação
acidente).
Verificar programas de segurança, campanhas obrigatórias (SIPAT e etc) e implantação
dos programas de auditoria.

Fase III: Auditar o posto de trabalho escolhido e as seguintes observações com


relação ao ambiente e trabalhador.

a. Definir situação crítica a partir de fatores-critério


b. Análise da situação crítica
i. Número de operadores trabalhando simultaneamente sobre cada posto.
ii. Regras de divisão do trabalho (quem faz o que).
iii. Número de operadores trabalhando sucessivamente sobre cada posto.
iv. EPIs.
v. Dados sobre a máquina:
1. Estrutura geral das máquinas.
2. Dimensões características (croqui, tirar fotos e mapear o fluxo).
3. Órgãos de comando.
4. Órgãos de sinalização.
5. Princípios de funcionamento (mecânico, elétrico, hidráulico, pneumático,
eletrônico etc.).
6. Problemas aparentes.
7. Aspectos críticos evidentes.
8. Sistemas de segurança, proteções, acionamentos de emergência.
9. EPCs.
vi. Dados referentes às ações:
1. Principais gestos realizados pelo(s) operador(es).
2. Principais posturas de trabalho.
3. Principais deslocamentos.
4. Ações imprevistas e não programadas.
5. As grandes categorias de tratamento da informação.
6. Principais decisões a serem tomadas pelo(s) operador(es).
7. Principais regulações ao nível: do homem; do posto; do sistema.
8. Principais ações do(s) operador(es) sobre: a máquina; as entradas; as
saídas.
vii. Dados referentes ao meio ambiente de trabalho:
1. Espaço e locais de trabalho.
2. Ambiente térmico (temperatura úmida ou seca).
3. Ambiente sonoro (pressão sonora, frequência de emissão do ruído e tempo
de exposição ao ruído).
4. Ambiente luminoso (nível de iluminação, luminância, ofuscamento).
5. Ambiente vibratório (frequência das vibrações).
6. Ambiente toxicológico (concentração de partículas e gases tóxicos).
7. Localização e caracterização de extintores.
8
8. Sistemas de combate a incêndio.
9. Sistemas de socorro.
10. Classificação de risco local.
11. EPCs.
viii. Dados referentes às fontes de informação:
1. Levantar os diferentes sinais úteis ao(s) operador(es).
2. Diferentes tipos de canais (auditivos, visuais, táteis).
3. Variedade de suportes (letras, grafismos, cores).
4. Frequência e repartição dos sinais.
5. Intensidade dos sinais luminosos e sonoros.
6. Dimensões dos sinais visuais (distância, formato).
7. Discriminar sinais de mesmo tipo (todos os sonoros, por exemplo).
8. Riscos do efeito de máscara ou de interferência de sinais.
9. Dispersão espacial das fontes.
10. Exigência de sinais de advertência e de sistemas de interação.
11. Importância das diferenças de intensidade a serem percebidas (se
existirem).
ix. Dados referentes aos órgãos sensoriais:
1. Visão:
a. Campo visual do operador e localização dos sinais.
b. Tempo disponível para um relaxamento visual.
c. Riscos de ofuscamento (fontes de informação de alto contraste).
d. Acuidade visual exigida pela tomada de informação.
e. Sensibilidade às diferenças de luminância (se houver).
f. Rapidez de percepção de sinais visuais.
g. Sensibilidade às diferenças de cores (devido à ação que deve ser
tomada relacionada a cada cor, se houver).
h. Duração da solicitação do sistema visual.
2. Audição:
a. Acuidade auditiva exigida para recepção dos sinais sonoros (mesmo que
seja o próprio ruído de funcionamento da máquina).
b. Riscos de problemas de audição.
c. Sensibilidade às comunicações verbais em meio barulhento (se a
atividade do operador envolve a comunicação verbal).
x. Sensibilidade às diferenças de caracteres de sons (freqüência, timbre, tempo
de exposição).
xi. Dados referentes aos dispositivos sinais-comandos:
1. Número e variedade de comandos.
2. Posição, distância relativa dos sinais e dos comandos associados.
3. Grau de precisão da ação do operador sobre o comando.
4. Intervalo entre o aparecimento do sinal e o início da ação.
5. Rapidez e frequência das ações realizadas pelo operador.
6. Grau de compatibilidade nos movimentos de diferentes comandos,
manobrados sequencialmente ou simultaneamente.

9
7. Grau de realismo dos comandos.
8. Disposição relativa dos comandos e cronologia de sua utilização.
9. Grau de correspondência entre a forma dos comandos e suas funções.
10. Grau de coerência no sentido dos movimentos de comandos, que
efeitos similares.
xii. Dados relativos ao(s) operador(es):
1. Exigências antropométricas: posição dos comandos em relação às zonas de
alcance das mãos e dos pés.
2. Posturas ou gestos do operador susceptíveis de impedir a recepção de um
sinal.
3. Membros do operador envolvidos pelos diferentes comandos da máquina.
4. Ações simultâneas das mãos ou dos pés.
5. Grau de encadeamento dos gestos sucessivos.
6. Grau de conformidade dos deslocamentos dos comandos em relação aos
estereótipos dos operadores.
7. Grau de compatibilidade entre o efeito de uma ação sobre um comando,
percebido (ou imaginado) pelo controlador, e a codificação utilizada (forma,
dimensão, cor) deste comando.

CONCLUSAO

Após levantamentos dos itens acima que será específico para cada setor a ser auditado,
deve-se tabular os valores encontrados em concordância com a obrigatoriedade da
legislação.

Alguma situação incoerente ou mesmo não conforme deve ser registrada no RELATÓRIO
FINAL de auditoria com OBSERVAÇÃO DE MELHORIA ou NÃO CONFORMIDADE para
as devidas providencias.

ANEXO I – CHECK-LIST DE INSPEÇÃO

CHECK-LIST DE INSPEÇÃO DE DATA DA


INSPEÇÃO
SEGURANÇA DO TRABALHO - CIPA

LOJA / INSPECIONADO POR: SETOR INSPECIONADO:


UNIDADE

ITENS DA INSPEÇÃO

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Descrição do
01 ESTRUTURA FÍSICA SIM NÃO problema

1.1 - Área de passagem estão sinalizadas?

1.2- Área de passagem tem largura suficiente p/ todos os movimentos?

1.3- Área de passagem está desobstruída?


1.4- Piso do setor em geral está adequado(sem buracos, saliências ou
molhado)?

1.5- Área de passagem livre na ocorrência de evasão rápida?

1.6- Existem rachaduras ou infiltrações no piso?

1.7- Se no local existirem escadas, possuem corrimãos?

1.8- Há proteção ou anteparo contra queda de pessoas (Guarda-corpo)?

1.9-Produtos químicos estão identificados e arrumados adequadamente?

1.10-Existe dique de contenção para produtos químicos?


02 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SIM NÃO

2.1- Existem fios soltos, expostos, desencapados ou mal canalizados?

2.2- Existem extensões com emendas?

2.3- Existem plug nas máquinas?

2.4- Instalação de iluminação limpas?

2.5- Área de trabalho está adequadamente iluminada?

2.6- Painéis de voltagem fechados sinalizados e desobstuídos?


3 MÁQUINA E COMPRESSORES SIM NÃO

3.1- As máquinas estão aterradas?

3.2- As máquinas estão isoladas da área de circulação?

3.3- As partes móveis estão protegidas e sinalizadas?

3.4- O local onde ficam as máquinas está limpo?

3.5- Na área destinada aos compressores é restrita a entrada?


3.6- No local existem cartazes indicando a obrigatoriedade quanto ao uso
de EPIs?

3.7- O piso está limpo?

Descrição do
04 FERRAMENTAS MANUAIS SIM NÃO problema

4.1- As ferramentas estão em bom estado de conservação?

4.2- Existe local adequado para guardá-las?

4.3- São adequadas a finalidade a que se destinam?


05 PONTES ROLANTES / CINTAS / CABOS/TALHA SIM NÃO

5.1- Estão limpos e em bom estado de conservação?

5.2- Os cabos estão lubrificados?

5.3- O limite de carga está fixado em local visível?

11
5.4- As cintas apresenta-se cortadas?

5.5- Os cabos elétricos estão enrolados (acondicionados)?


06 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS / VESTIÁRIOS SIM NÃO

6.1- Estão limpos e em bom estado de conservação?

6.2- Os cestos estão com tampas?

6.3- Os armários estão em número suficiente por associado?

6.4- Existe a identificação masculino e feminino?


07 INFLAMÁVEIS SIM NÃO

7.1- A central de GLP está bem sinalizada?

7.2- Os cilindros estão amarrados com correntes?

7.3- Estão armazenados adequadamente e em local ventilado?


08 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL SIM NÃO

8.1- Estão sendo utilizados corretamente?

8.2- Estão em bom estado de conservação?

8.3- São recomendados para a atividade e possuem CA?


09 EMPILHADEIRA SIM NÃO

9.1- Há sinais de vazamento de óleo ou água?

9.2- Existe algum componente solto ou que faça ruído?

9.3- Os pneus estão deteriorados ou desgastados em excesso?

9.4- Existem deformações nos aros? SIM NÃO

9.5- Os freios funcionam perfeitamente?

9.6- Os sinais sonoros e visuais estão funcionando?

9.7- O extintor de incêndio está carregado?

9.8- O lacre apresenta-se inviolado?


10 EXTINTORES DE INCÊNDIO SIM NÃO

10.1- Estão obstruídos?

10.2- Possui sinalização adequado ao tipo de extintor?

10.3- O lacre e o selo estão violados?

10.4- O extintor está carregado?

10.5- Está com a carga dentro do prazo de validade?

11 HIDRANTES/CAIXAS DE MANGUEIRAS SIM NÃO

11.1- Os hidrantes estão desobstruidos?


11.2- Na caixa de mangueira possui 2(dois) esguichos, 2(duas)chaves e 4(quatro)
lances de mangueiras?

11.3- A caixa de mangueira apresenta-se em bom estado de conservação?

12.4- A caixa de mangueira está obstruída?


12 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME SIM NÃO

12
12.1- A central de alarme está funcionando?

12.2- Os acionadores estão bem sinalizados?

13.3- A sirene pode ser ouvida por todos?


14 SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA SIM NÃO

14.1- Existem placas de advertência em locais perigosos?

14.2- Existem áreas demarcadas?

14.3- Há a colocação de cartazes educativo?


14.4- As tubulações estão pintadas conforme conforme as Normas de
Segurança?

OBSERVAÇÕES E ANOTAÇÕES:

REFEFÊNCIAS

NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (205.000-5).

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