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ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL

VIA PERMANENTE

RETENSOR

CBTU
EMVP 38 / CBTU

REV. 01
DIRETORIA TÉCNICA FL. CBTU
RETENSOR
DENGE – DEPARTAMENTO DE 1/10 EMVP – 38/ CBTU
ENGENHARIA CIVIL

ÍNDICE PÁG.

1- OBJETIVO 02
2- PLANO DE AMOSTRAGEM 02
3- ENSAIOS 03
4- CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO 08
5- ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO 08
6- GARANTIA 10

CBTU

APROV. APROV.
REV. DATA MOTIVO/REFERÊNCIA REV. DATA MOTIVO/REFERÊNCIA
CBTU CBTU
0 12/05/92 ELABORAÇÃO
1 17/11/05 REVISÃO
DIRETORIA TÉCNICA FL. CBTU
RETENSOR
DENGE – DEPARTAMENTO DE 2/10 EMVP – 38/ CBTU
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1. OBJETIVO

Este trabalho visa estabelecer condições que permitam o correto recebimento de retensores
para trilhos, de acordo com as Especificações Técnicas da CBTU, para o referido material.

2. PLANO DE AMOSTRAGEM

2.1 O plano de amostragem obedecerá a norma NBR-5426 NB-309-01, adotando-se:

2.1.1 - Plano de Amostragem : SIMPLES

2.1.2 - Nível e Regime de Inspeção

• Nível S4 - Regime Normal - para lote normal, início de


inspeção.

- Regime Severo - para lote em caso de


remanejamento.

• Nível I - Regime Normal - para lote em caso de repetição


do tratamento térmico.

- Regime Severo - para lote em caso de mais de


uma repetição do tratamento

CBTU
térmico.

2.1.3 - Nível de Qualidade Aceitável

• NQA de 1,5% - Para Ensaio Dimensional e Visual.

• NQA de 4,0% - Para os Ensaios de Aplicação, Deslizamento,


Reaplicaçãoe Dureza.

• Outros Ensaios - Conforme critérios indicados nos itens dos ensaios.

2.2 O lote rejeitado pode ser objeto de um remanejamento, procedendo-se outra amostragem e
repetindo-se as verificações. Neste caso deve ser observado o nível S4 - Regime Severo.

2.3 É facultado ao Fabricante proceder novo tratamento térmico ao lote que tenha sido rejeitado,
procedendo-se a uma nova inspeção, amostragem e ensaios, como se tratasse de um lote
ainda não examinado. Neste caso deve ser observado o nível I - Regime Normal.

2.4 Mediante entendimento prévio entre a CBTU e o fornecedor, o tratamento térmico pode ser
repetido mais 2 vezes. Neste caso deve ser observado o nível I - Regime Severo.

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DENGE – DEPARTAMENTO DE 3/10 EMVP – 38/ CBTU
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2.5 As amostras serão extraídas de cada lote, ao acaso, e nas seguintes quantidades:

TAMANHO DA AMOSTRA
TAMANHO DO LOTE NÍVEL S4 NÍVEL I
NORMAL/SEVERO NORMAL/SEVERO

DE 501 à 1.200 peças 20 32


DE 1.201 à 3.200 peças 32 50
DE 3.201 à 10.000 peças 32 80
DE 10.001 à 35.000 peças 50 125
DE 35.001 à 150.000 peças 80 200

2.6 Para lotes inferiores a 501 retensores, considerar-se-á o lote na faixa de 501 à 1200 peças.

2.7 Para lotes superiores a 150.000 retensores, considerar-se-ão tantos lotes quantos forem
necessários, de modo que cada lote não ultrapasse a 150.000 unidades.

CBTU
3 ENSAIOS

3.1 Ensaio Dimensional, Visual e Massa Média

3.1.1 - Todos os retensores que constituem as amostras representativas de um


lote, serão submetidos às verificações dimensionais, visuais e massa média,
antes de outras verificações.

3.1.1.1 - A massa média é a relação de massa total das amostras de um lote,


dividida pela quantidade de retensores que constitui o tamanho da amostra.

3.1.1.2 - As demais verificações somente serão realizadas se o lote não for


rejeitado neste ensaio.

3.1.2 - As medidas e tolerâncias a serem verificadas são as cotadas nos


desenhos especificados pelo fornecedor, de acordo com a NBR 12320 PB-12), e
aprovados pela CBTU.

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3.1.3 - Os retensores deverão ser isentos de :

3.1.3.1 - Rebarba

3.1.3.2 - Trincas, fissuras e fraturas

3.1.3.3 - Quaisquer outros defeitos prejudiciais ao seu uso.

3.1.4 - Os retensores deverão ser marcados com:

3.1.4.1 - Marca do Fabricante.

3.1.4.2 - Letra maiúscula representativa do seu tipo, seguida do


número representativo da massa do trilho por metro a qual se
destina.

3.1.4.3 - Os dois últimos algarismos do ano de fabricação.

3.1.4.4 - A marcação é em caracteres bem legíveis e indeléveis em face


visível quando aplicado.

3.1.5 - Os retensores deverão ser conformados à quente e tratados termicamente.

3.1.6 - Os retensores acabados deverão ser mergulhados em banho de óleo- oxidante


ou de outro produto similar.

3.1.7 - Os retensores deverão ser acondicionados:

CBTU
3.1.7.1 - Em sacos de material resistente ao tipo de manuseio usual, ou.

3.1.7.2 - Em caixas resistentes ao manuseio usual, se assim for especificado


no pedido.

3.1.7.3 - A massa bruta de cada saco ou caixa não deverá exceder a 60 kg, a
não ser que esteja especificado no pedido outro procedimento.

3.1.7.4 - Cada saco ou caixa deverá ser marcado com:

• Marca da CBTU;
• Marca do fornecedor;
• Tipo;
• Quantidade;
• Massa bruta.

3.1.8 - Os retensores das amostras representativas de um lote, que não satisfizeram ao


exame dimensional e visual e que cuja quantidade não implicou na rejeição do
lote, devem ser substituídos por outros que satisfaçam, para realização dos
demais ensaios.

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3.1.9 - O exame dimensional das peças acabadas será realizado sempre, que
possível, através de gabaritos e calibres, previamente aprovados pela CBTU e
fornecidos sem ônus pelo Fabricante.

3.1.10 - Deverão ser rejeitados, conforme tabela do item 5, todos os retensores


pertencentes ao lote inspecionado que não satisfizerem a este ensaio.

3.2 Ensaio de Aplicação

3.2.1 - Todos os retensores que constituem as amostras representativas de um lote,


serão submetidos ao ensaio de aplicação para determinação da resistência a
aplicação.

3.2.2 - O retensor não deverá trincar ou fraturar, quando da sua aplicação.

3.2.3 - A aplicação do retensor deverá ser realizada somente com o emprego de


ferramenta comum de trabalho de linha (marreta de aproximadamente 5kg), no
tempo máximo de 1 (um) minuto, não exigindo modificação alguma no trilho ou
no dormente.

3.2.4 - Deverão ser rejeitados, conforme tabela do item 5, todos os retensores


pertencentes ao lote inspecionado que não satisfizerem a este ensaio.

3.3 Ensaio de Deslizamento e Reaplicação

CBTU
3.3.1 - Serão submetidos ao ensaio de deslizamento e reaplicação, para
determinação da resistência ao deslizamento, 30% dos retensores utilizados no
Ensaio Dimensional e Visual. Os retensores deverão ser aplicados 100 (cem)
vezes ao trilho, fazendo-se a leitura do deslizamento na 10ª, 50ª e 100ª
reaplicação.

3.3.2 - O retensor aplicado ao trilho deverá resistir, sem apresentar deslizamento


superior a 1 (um) mm à uma carga inicial mínima de 15 KN (= 1500 Kgf),
aplicada gradualmente. Ao fim de 100 ciclos de aplicações, sucessivas a carga
mínima não deverá ser inferior a 12 kN (= 1200 Kgf), o que corresponde a uma
perda máxima de 20% no poder de retensão.

3.3.3 - Para execução do ensaio de deslizamento e reaplicação deverá ser


obedecida a NBR 10936 MB 1290, conforme abaixo:

3.3.3.1 - Aparelhagem

• marreta de aproximadamente 5kg, de acordo com a NBR 10771 PB1402;


• pedaço de trilho do tipo a que se destina o retensor, de acordo com a NBR
12320 PB-12;
• prensa com distância entre pratos superior ao comprimento do pedaço do
trilho e capaz de produzir esforço de 40 kN (4000 kgf ), pelo menos, dotada
do respectivo registrador;

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DENGE – DEPARTAMENTO DE 6/10 EMVP – 38/ CBTU
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• instrumento sensível para medir deslocamento de 1 mm do retensor, com


precisão de 0,01 mm.

3.3.3.2 - Execução

• ao patim do trilho é aplicado o retensor, com uso da marreta;

• o pedaço de trilho com o retensor aplicado é levado a prensa, sendo nela


colocado de forma que uma de suas extremidades sejá acionada por um
dos pratos e a outra fique livre. Entre o retensor e outro prato é intercalado
com um calço de madeira de lei, simulando o dormente;
• aplica-se sobre o eixo longitudinal do trilho uma carga de acomodação de 5
kN ( = 500 kgf ) a fim de posicionar o eixo longitudinal do retensor
perpendicular ao eixo longitudinal do trilho;
• após aliviar a carga de acomodação ajusta-se o relógio comparador, cujo
ponto de referência seja o mais próximo possível do ponto de contato do
retensor com o patim do trilho, em sua base;
• aplica-se a carga progressiva de 15 kN (1500 kgf) e mede-se o
deslizamento relativo entre o trilho e o retensor;

• o retensor é retirado do pedaço de trilho e sucessivamente a ele aplicado


até ser obtida a 100ª aplicação, levando-se a prensa, para medir o
deslocamento, na 1ª, 10ª, 50ª e 100ª aplicação;

• CBTU
o pedaço de trilho é substituído sempre que o estado de seu patim possa
influir no resultado do ensaio.

3.3.4 - Deverão ser rejeitados, conforme tabela do item 5, todos os retensores


pertencentes ao lote inspecionado que não satisfizerem a este ensaio.

3.4 Ensaio de Dureza

3.4.1 - Serão submetidos ao ensaio de dureza 50% dos retensores utilizados no


ensaio Dimensional e Visual

3.4. 2 - A faixa de dureza a ser verificada é aquela constante da especificação


técnica do edital de concorrência.

3.4.3. - Caso a faixa de dureza não esteja especificada, prevalecerá a indicada a


seguir:

3.4.3.1 - Dureza superficial: 331 à 388 Hb ( BRINELL )

3.4.3.2 - Dureza na seção transversal: 36 à 42 RC ( ROCWELL - C ).

3.4.4 - A dureza será tomada na região indicada no desenho a seguir:

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3.4.5 - Deverão ser rejeitados, conforme tabela do item 5, todos os retensores


pertencentes ao lote inspecionado que não satisfizerem a este ensaio.

3.5 Ensaio de Tração

3.5.1 - Quando for exigido o ensaio de tração, para determinação das


propriedades mecânicas (limite de resistência e alongamento) o mesmo deverá
atender a NBR 6673 MB-856.

3.6 Ensaio Químico

3.6.1 - O retensor deverá ser de aço de alto teor de carbono, sendo a


composição quimica a critério do fornecedor, observada a NBR NM-87.

3.6.2 - Caso o aço escolhido pelo fornecedor não seja um dos indicados na tabela
abaixo, o mesmo deverá atender as propriedades mecânicas do retensor, onde
o fornecedor deverá informar previamente à CBTU sua composição.

DESIGNAÇÃO COMPOSIÇÃO QUÍMICA - FAIXAS E LIMITES ( % )


DO AÇO C Mn P ( max. ) S ( max. ) Si Cr

AISI 5160 0,55 - 0,65 0,75 - 1,00 0,040 0,040 0,20 - 0,35 0,70 - 0,90

CBTU
ABNT 1070 0,65 - 0,75 0,60 - 0,90 0,040 0,050 - -
ABNT 1075 0,70 - 0,80 0,40 - 0,70 0,040 0,050 - -

3.6.3 - Será realizada uma análise química e/ou análise confirmatória, a partir da peça
acabada, por lote de retensores inspecionados.

3.6.4 - Deverá ser fornecido pelo Fabricante o certificado da composição química


da matéria prima utilizada na confecção dos retensores.

3.6.5 - Deverão ser rejeitados, todos os retensores pertencentes ao lote


inspecionado que não satisfizerem ao especificado neste ensaio.

3.7 Ensaio Metalográfico

3.7.1 - O retensor deverá ser conformado a quente e tratado termicamente, por têmpera
e revenimento, produzido a partir de barra laminada a quente por processo a
critério do fornecedor, que deverá informar à CBTU o processo a ser utilizado, só
podendo modificá-lo com ciência prévia da CBTU.
3.7.2 - Será realizado um ensaio metalográfico e/ou ensaio confirmatório, a partir
da peça acabada, por lote de retensores inspecionados.

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3.7.3 - O ensaio Metalográfico deverá apresentar esrtrutura do tipo:


MARTESITA, TEMPERADA e REVENIDA.

3.7.4 - Deverá ser fornecido pelo Fabricante o certificado dos ensaios


metalográficos da matéria-prima utilizada na confecção dos retensores.
3.7.5 - Deverão ser rejeitados todos os retensores pertencentes ao lote
inspecionado que não satisfizerem ao especificado neste ensaio.

4 CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO

4.1 Será obrigatório ao fornecedor executar ou mandar executar, na presença de


inspetores da CBTU, em laboratório previamente aprovado, todos os ensaios exigidos no
presente documento e no edital de concorrência, sem ônus para a CBTU.

4.2 Caso algum item deste procedimento não esteja de acordo com a Especificação Técnica,
constante do edital de concorrência, prevalecerá o indicado no documento de compra.

4.3 As peças ou materiais submetidos a testes ou inspeções não serão debitados à CBTU.

4.4 Deverá ser permitido, aos inspetores da CBTU, o acesso a qualquer fase da
fabricação e controle de qualidade do retensor, a fim de verificar o perfeito cumprimento das
especificações.

4.5 Deverão ser colocados a disposição dos inspetores da CBTU, quando da realização das

CBTU
inspeções, todos os meios necessários ao bom desempenho das suas funções.

4.6 A CBTU reserva-se o direito de rejeitar qualquer retensor defeituoso encontrado na


inspeção, independentemente do fato de pertencer ou não a amostra e do lote ser
aprovado ou rejeitado. As peças rejeitadas de um lote aprovado poderão ser reparadas e
apresentadas para nova inspeção.

4.7 A CBTU poderá executar, quando julgar necessário, qualquer teste de verificação da
qualidade do retensor.

5 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO

5.1 Será aceito o lote que satisfizer plenamente a todas as exigências deste documento de
procedimentos de acordo com a NBR 10935 EB - 830.

5.2 Será rejeitado o lote que:

5.2.1 - Não satisfizer ao especificado para os ensaios dimensional, visual e massa


média; / aplicação: deslizamento e reaplicação e dureza que conforme definido na
tabela do plano de amostragem do item 2, apresente número de peças
defeituosas igual ou superior a constante da tabela a seguir:

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TAMANHO Nº DE PEÇAS DEFEITUOSAS QUE IMPLICAM NA REJEIÇÃO DO LOTE


DA AMOSTRA S– 4 NORMAL S– 4 SEVERO
NQA 1,5 % NQA 4 % NQA 1,5 % NQA 4 %

20 2 3 2 2

32 2 4 2 3

50 3 6 2 4

80 4 8 2 6
PARA LOTE NORMAL PARA LOTE EM CASO DE
REMANEJAMENTO

TAMANHO Nº DE PEÇAS DEFEITUOSAS QUE IMPLICAM NA REJEIÇÃO DO LOTE


DA AMOSTRA S– 4 NORMAL S– 4 SEVERO
NQA 1,5 % NQA 4 % NQA 1,5 % NQA 4 %

CBT U
32 2 4 2 3

50 3 6 2 4

80 4 8 3 6

125 6 11 4 9

200 8 15 6 13
PARA LOTE EM CASO DE PARA LOTE EM CASO DE MAIS DE
REPETIÇÃO DO TRATAMENTO UMA REPETIÇÃO DO
TÉRMICO TRATAMENTO TÉRMICO

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CBTU CBTU
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5.2.2 - Não satisfizer ao especificado no subitem 3.6 - Ensaio Químico.

5.2.3 - Não satisfizer ao especificado no subitem 3.7 - Ensaio Metalográfico.

5.2.4 - Apresente quaisquer outros defeitos que prejudiquem o funcionamento estrutural


da peça ou de qualquer outro componente da Via Permanente.

6 GARANTIA

6.1 Quando não constar nenhuma cláusula no Edital de Concorrência indicando outro
procedimento, a garantia obedecerá a NBR 10935 EB - 830, conforme abaixo:

6.1.1 - O retensor será garantido, no mínimo, até 31 de dezembro do ano


seguinte ao da marcação, contra defeito de fabricação, independentemente dos
resultados da inspeção e/ou de ensaios da CBTU no recebimento.

6.1.2 - A CBTU pode optar entre a substituição da unidade comprovadamente com


defeito de fabricação, por outra, posta no mesmo local ou por uma indenização,
em valor equivalente ao de uma nova, na data da substituição, mais as
despesas correspondentes para ser colocada no mesmo local.

6.1.3 - O retensor defeituoso substituído ou indenizado, pelo fornecedor, a contar da

CBTU
substituição ou da indenização, não sendo retirado no prazo de 30 ( trinta )
dias passa a propriedade da CBTU, que dele disporá a seu critério.

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