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UNIDADE III

Tópicos de Design
de Interiores

Profa. Denise Damas


Projeção ortogonal

 O processo do desenho inicialmente pode ser um croqui de forma tridimensional


ou se for bidimensional serão desenhos de projeção.

 O sistema de projeção ortogonal da geometria descritiva, base do desenho


técnico, desenvolvido pelo matemático francês Gaspard Monge, utilizou-se de
dois planos perpendiculares, o horizontal (𝜋`) e o vertical (𝜋``).

 Sobrepondo as linhas vertical e horizontal, subdividiu o


espaço em quatro partes denominadas diedros. Sempre
que um objeto for colocado em qualquer diedro, será
possível desenhar suas projeções na horizontal e na
vertical, com o objetivo de visualizar o objeto em um
só plano.
Projeção ortogonal

 Projeção ortogonal e indicação de diedros:

π`` π``
1ª Diedro
2ª Diedro

LT LT
π` π`

3ª Diedro 4ª Diedro

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 O desenho bidimensional ou planificado no diedro é denominado “épura”, significa


que o desenho no plano horizontal (𝜋`) coincida com a parte inferior de (𝜋`), mas
o plano vertical do 1º e 3º diedro permanece igual.

π``
1ª Diedro

LT LT

LT π`

Projeção do 1ª Diedro Projeção do 3ª Diedro

3ª Diedro Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 ABNT – NBR 10067. Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico.


1995. A norma recomenda a representação por diedros à projeção ortogonal no
1º e no 3º diedros. No 1º diedro, o objeto está entre o observador e o plano de
projeção e no 3º diedro, o plano de projeção está entre o objeto e o observador.

 ABNT – NBR ISO 10209-2. Documentação Técnica de Produto – Vocabulário.


Parte 2: Termos Relativos aos Métodos de Projeção. 2005. Define que as vistas
de um objeto estão sobre três planos, um horizontal, um vertical e de perfil, que
definem um triedro – tri-retângulo como sistema de
referência, de modo que as posições das vistas do objeto
sejam relacionadas entre si.
Projeção ortogonal

 A NBR 10067 indica na utilização do 1º diedro, para objetos simples, as vistas


ortogonais que são: vista frontal (VF), vista superior (VS) e vista lateral esquerda
(VLE) e para objetos complexos utilizam-se do 1º diedro com as seis vistas
ortogonais que são: vista frontal (VF), vista superior (VS), vista inferior (VI), vista
lateral esquerda (VLE), vista lateral direita (VLD) e vista posterior (VP).
 Na representação do 1° diedro utilizado no Brasil, observa-se as três vistas
ortográficas que estão dispostas de paralelismo de duas faces com os três planos
do triedro.
 Para cada vista ortográfica, a representação do objeto é
denominada (VF – vista frontal) a vista principal do objeto
e desenha-se no plano vertical, (VS – vista superior),
desenha-se no plano horizontal e (VLE – vista lateral
esquerda) e desenha-se no plano de perfil.
Projeção ortogonal

 Projeção ortogonal 1ª diedro: VF VLE

VS

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 Para projeto ou objeto mais elaborado, recomenda-se o uso de mais planos de


projeção de referência (Triedro – tri-retângulo), com as seguintes vistas: (VP –
vista posterior), (VI – vista inferior) e (VLD – vista lateral direita).

 O projeto realizado com as seis vistas ortogonais possibilita o entendimento de


todas as partes que compõem o objeto, principalmente na projeção horizontal
com vista superior e vista inferior que fornecem as medidas de largura
e profundidade.

 A projeção vertical da vista frontal e vista posterior, as


medidas de largura e altura, a projeção de perfil com a
vista lateral esquerda e vista lateral direita são as
medidas de profundidade e altura.
Projeção ortogonal

 Projeção ortogonal 1ª diedro com as seis vistas ortogonais.

VI

VLD VF VLE VP

VS
Fonte: acervo da autora
Projeção ortogonal

 O processo do desenho de vistas ortogonais é regido pela vista principal do


objeto, vista frontal (VF), sendo muito importante a escolha da melhor posição do
objeto, mostra as principais características do objeto, identifica a sua forma
isoladamente ou em conjunto e possibilita identificar a maior dimensão e o menor
número de linhas invisíveis nas outras vistas.

 Na representação das vistas ortogonais, os contornos e as arestas visíveis são


desenhados com linhas contínuas e as arestas e os contornos que não podem ser
vistos estão ocultos pelo observador e devem ser
representados com linhas tracejadas.
Projeção ortogonal

 Exemplo de um objeto com cotagem no 1° diedro .

Fonte: CATAPAN, 2005.


Interatividade

A ABNT – NBR 10067. Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico –


recomenda a representação gráfica da projeção ortogonal no 1º e 3º diedros. Qual é
a diferença entre o 1º diedro e o 3º diedro com relação ao objeto, ao observador e
ao plano? Assinale a alternativa correta.

a) 1º diedro: objeto, observador e plano. 3º diedro: plano, objeto e observador.


b) 1º diedro: observador, objeto e plano. 3º diedro: observador, objeto e plano.
c) 1º diedro: objeto, plano e observador. 3º diedro: objeto, observador e plano.
d) 1º diedro: plano, observador e o objeto. 3º diedro: plano,
observador e objeto.
e) 1º diedro: plano, objeto e observador. 3º diedro: objeto,
plano e observador.
Resposta

A ABNT – NBR 10067. Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico –


recomenda a representação gráfica da projeção ortogonal no 1º e 3º diedros. Qual é
a diferença entre o 1º diedro e o 3º diedro com relação ao objeto, ao observador e
ao plano? Assinale a alternativa correta.

a) 1º diedro: objeto, observador e plano. 3º diedro: plano, objeto e observador.


b) 1º diedro: observador, objeto e plano. 3º diedro: observador, objeto e plano.
c) 1º diedro: objeto, plano e observador. 3º diedro: objeto, observador e plano.
d) 1º diedro: plano, observador e o objeto. 3º diedro: plano,
observador e objeto.
e) 1º diedro: plano, objeto e observador. 3º diedro: objeto,
plano e observador.
Projeção ortogonal

 A representação no 3º diedro, utilizado no Brasil e nos Estados Unidos,


desenvolve o mesmo sistema de formação de vistas ortogonais, mas com
sequência de desenho específico.

 Na vista principal do objeto permanece a vista frontal (VF) desenhada no plano


vertical; a vista superior (VS) é desenhada no plano horizontal acima; a vista
inferior (VI) no plano abaixo; a vista lateral esquerda (VLE) no plano de perfil e a
vista posterior (VP) e a vista lateral direita (VLD) na mesma sequência do plano
de perfil.
Projeção ortogonal

 Projeção ortogonal 3o diedro.

VS

VLE VF

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 A projeção das seis vistas ortogonais no 3º diedro segue o mesmo sistema de


ordem de desenho do 1º, do 2º e do 4º diedros.

 A NBR 10067 indica a utilização do 1º diedro para objetos simples das vistas
ortogonais que são: vista frontal (VF), vista superior (VS) e vista lateral esquerda
(VLE) e para objetos complexos utilizam-se do 1º diedro com as seis vistas
ortogonais que são: vista frontal (VF), vista superior (VS), vista inferior (VI), vista
lateral esquerda (VLE), vista lateral direita (VLD) e vista posterior (VP).
Projeção ortogonal

 Projeção ortogonal 3º diedro com as seis vistas ortogonais.

VS

VP VLE VF VLD

VI

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 Para a melhor compreensão de um desenho de vista ortogonal deve-se utilizar de


linhas auxiliares que manterão o alinhamento das projeções em um conjunto
de coordenadas.

 Exemplo: projeção ortogonal


1º diedro com as seis
vistas ortogonais.

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 Outro ponto importante antes de se iniciar o desenho de vistas ortogonais é


analisar o objeto e identificar se é uma forma geométrica sólida simples ou uma
forma geométrica que possui elementos de adição (positivo) ou
subtração (negativo).

 Exemplo de forma geométrica com adição.

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 Exemplo de forma geométrica com subtração.

Fonte: acervo da autora


Projeção ortogonal

 O desenho de vista ortogonal é muito importante no design, principalmente na


elaboração de um objeto.

 Para não ter dúvida dos elementos que compõem o objeto, a indicação é o uso
das seis vistas ortogonais.

 No Brasil utiliza-se a vista ortogonal no 1º diedro ou no 3º diedro, que facilita na


escolha da representação gráfica, de como o profissional de design de interiores
deseja demonstrar esse objeto.
Projeção ortogonal

 Exemplo de um objeto
com as seis vistas
ortogonais no 3o diedro.

Fonte: YYE,
2009.
Interatividade

A ABNT – NBR 10067 indica a utilização de três vistas ortogonais do 1º diedro para
objetos simples, que estão dispostas de paralelismo de duas faces com os três
planos. Assinale a alternativa correta que identifique as três vistas ortogonais.

a) Vista frontal, vista posterior e vista superior.


b) Vista frontal, vista inferior e vista lateral direita.
c) Vista frontal, vista superior e vista lateral esquerda.
d) Vista frontal, vista posterior e vista lateral direita.
e) Vista frontal, vista lateral direita e vista
lateral esquerda.
Resposta

A ABNT – NBR 10067 indica a utilização de três vistas ortogonais do 1º diedro para
objetos simples, que estão dispostas de paralelismo de duas faces com os três
planos. Assinale a alternativa correta que identifique as três vistas ortogonais.

a) Vista frontal, vista posterior e vista superior.


b) Vista frontal, vista inferior e vista lateral direita.
c) Vista frontal, vista superior e vista lateral esquerda.
d) Vista frontal, vista posterior e vista lateral direita.
e) Vista frontal, vista lateral direita e vista
lateral esquerda.
Sistema de projeção

 A perspectiva é uma imagem construída com linhas horizontais, verticais e


diagonais com um referencial, linha do horizonte (L.H.), que define o ponto de
vista do observador.

 Todos os planos consistem em linhas do horizonte (X) e projetam os pontos de


fuga e os planos verticais as linhas perpendiculares (Y) que contribuem para a
convergência da figura e a linha diagonal (Z), a forma, o volume e a profundidade.

 A perspectiva realizada em um plano de grade


demonstra uma direção e comprimento verdadeiro em
uma escala do plano do desenho.
Sistema de projeção

 Plano com linhas L.H; X; Y e Z.

Fonte: acervo da autora


Sistema de projeção

 O processo de desenho que utiliza como base a estrutura de grade é muito


utilizado para estudos de desenvolvimento de ambientes de interiores. Esse
método facilita a posição exata dos itens, como: móveis, tapetes, quadros,
elementos decorativos, sobre um plano quadriculado.
 Também permite que o projetista inicie um projeto com perspectiva com as
medidas reais do ambiente com largura, profundidade e altura. O objetivo é dividir
uma linha em partes iguais ou desiguais em perspectiva com base em um ponto
(ponto de vista) na linha do horizonte.
 Observe que toda linha paralela que inicia no ponto sobre
a linha do horizonte é traçada com dimensão
estabelecida nas linhas X (linha da terra) e Y (altura) que
proporciona medidas variáveis nas linhas verticais e
horizontais na profundidade da perspectiva sobre o plano
do desenho.
Sistema de projeção

 Plano com linhas


X, Y, L.H. e dimensão
na linha Z.

Fonte:
acervo da
autora
Sistema de projeção

 Sempre na linha do horizonte será indicado o ponto de vista (PV).


 A medida de profundidade é apresentada baseando na observação do objeto,
significa conforme a aproximação ou o distanciamento pré-estabelecido entre o
observador e o objeto.
 A utilização de escala refere-se à grandeza do objeto principal em relação ao
entorno. Estabelecer o tamanho ou a proporção do objeto em relação ao entorno
pode enfatizar ou reduzir os limites do desenho.
 Nos desenhos de observação com perspectiva, a escala
humana pode indicar o dimensionamento de
profundidade, como estarem dentro ou fora de uma
paisagem, lugares grandes ou pequenos ou como
referência para outras relações de dimensionamentos
com mobiliário, objetos e figuras humanas.
Sistema de projeção

 No desenho de uma perspectiva linear que utiliza figura humana, a cabeça deve
estar sempre na linha do horizonte, para estabelecer uma proporção de pequeno
ou grande, longe ou perto em relação ao observador.

 Ponto de vista
e profundidade.

Fonte: acervo da autora


Sistema de projeção

 O sistema de projeção diagonal é o processo de subdivisão das formas do


retângulo, triângulo e círculo em partes iguais por meio de um ponto de fuga.
Inicia-se com a linha do horizonte (LH), um ponto de fuga (PF), linha vertical para
ponto de fuga (LVPF) e ponto de fuga diagonal (PFD).

 A interseção das linhas sobre o plano é possível subdividir em partes iguais a


forma original e manter a proporção em perspectiva.
Sistema de projeção

 Projeção diagonal – divisão em eixo.

Fonte: acervo da autora


Sistema de projeção

 Projeção diagonal – subdivisão em eixo.

Fonte: acervo da autora


Sistema de projeção

 Projeção diagonal – perspectiva.

Fonte: acervo da autora


Interatividade

A perspectiva é uma imagem construída com linhas horizontais, verticais e


diagonais e a linha do horizonte como referencial. O ponto de vista do observador
define o objeto com relação a direção, comprimento verdadeiro em uma escala do
plano do desenho. Assinale a alternativa correta.

a) Perspectiva, plano e sombra.


b) Forma, volume e profundidade.
c) Volume, plano e direção.
d) Forma, imagem e plano.
e) Volume, luz e sombra.
Resposta

A perspectiva é uma imagem construída com linhas horizontais, verticais e


diagonais e a linha do horizonte como referencial. O ponto de vista do observador
define o objeto com relação a direção, comprimento verdadeiro em uma escala do
plano do desenho. Assinale a alternativa correta.

a) Perspectiva, plano e sombra.


b) Forma, volume e profundidade.
c) Volume, plano e direção.
d) Forma, imagem e plano.
e) Volume, luz e sombra.
Perspectiva de ambiente interno

 No processo de desenho para representar um ambiente de interiores em


perspectiva é necessário utilizar dois pontos de fuga. As linhas traçadas na
vertical e horizontal permanecem na construção do desenho de forma igual, mas
as linhas que iniciam no ponto de fuga não serão paralelas ao plano do desenho.

 Primeiro passo, desenhar a planta com layout na escala e com cotas.

 O objeto é uma mesa de apoio alta com as seguintes medidas: 0,60 (largura) X
0,45 (profundidade) X 0,75 (altura).
Perspectiva de ambiente interno

15 20

20
Planta – esc. 1:50

15 10 20

Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Proporção de medidas.

Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Linha do horizonte e
linha de base.

Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Linha do horizonte do
pé-direito.

Pé-direito

Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Limite da parede do
ambiente, lado esquerdo..

Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Composição – limite
da parede do ambiente,
lado direito.

Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Limite de parede interna.

P1 P3 P4 P2

A3 A4

A1 A2 Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Profundidade do ambiente.

P1 P3 P4 P2

A3 A4

A1 A2 Fonte: acervo da autora


Perspectiva de ambiente interno

 Profundidade do ambiente.

P1 P3 P4 P2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Objeto. M4 M3
M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Objeto na perspectiva. M4 M3
M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Altura do objeto.
M4 M3
M1 M2

P1 P3 P4 P2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Limite do objeto. M4 M3
M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Limite posterior do objeto. M4 M3


M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Limite frontal do objeto. M4 M3


M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Superfície da mesa
M4 M3
de apoio. M1 M2

P3
M3
P1 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Altura da mesa de apoio. M4 M3


M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Volumetria da mesa
M4 M3
de apoio. M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Composição – janela.
M4 M3
M1 M2
J2

J1
M3
P1 P3 M4 M1 P4 J2 J1 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Limites da janela. M4 M3
M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Limites da janela. M4 M3
M1 M2

M3
P1 P3 M4 M1 P4 P2

M2

A3 A4

A1 A2
Fonte: acervo da autora
Perspectiva de ambiente interno

 Perspectiva de ambiente interno.

Fonte: acervo da autora


Interatividade

No processo de desenho para representar um ambiente de interiores em


perspectiva, as linhas traçadas na vertical e horizontal permanecem na construção
do desenho de forma igual, mas as linhas que iniciam no ponto de fuga não serão
paralelas ao plano do desenho. Qual é o número mínimo de pontos de fuga para
realização de uma perspectiva de um ambiente de interiores? Assinale a alternativa
correta.

a) Um ponto de fuga.
b) Dois pontos de fuga.
c) Três pontos de fuga.
d) Quatro pontos de fuga.
e) Cinco pontos de fuga.
Resposta

No processo de desenho para representar um ambiente de interiores em


perspectiva, as linhas traçadas na vertical e horizontal permanecem na construção
do desenho de forma igual, mas as linhas que iniciam no ponto de fuga não serão
paralelas ao plano do desenho. Qual é o número mínimo de pontos de fuga para
realização de uma perspectiva de um ambiente de interiores? Assinale a alternativa
correta.

a) Um ponto de fuga.
b) Dois pontos de fuga.
c) Três pontos de fuga.
d) Quatro pontos de fuga.
e) Cinco pontos de fuga.
ATÉ A PRÓXIMA!

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