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TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – ARTIGO CIENTÍFICO

MOBILIDADE URBANA E PLANEJAMENTO SUSTENTÁVEL


NO MUNICÍPIO DE RESENDE: Estudo de caso exploratório.
Ariane Santos de Brito - arianebrito@id.uff.br - UFF/ICHS
David de Lima Pereira - daviddvd.lp@hotmail.com - UFF/ICHS

Resumo: A urbanização no Brasil, partir da década de 50, tem demonstrado aumento


significativo. O Brasil urbano multiplicou sua população num índice de aproximadamente 14
vezes. Segundo o IBGE, a partir da década de 1950, junto com o processo de industrialização,
ouve uma migração da população para os centros urbanos, proporcionando a formação de
metrópoles, ocorrendo uma nova distribuição espacial e sócio-econômica com implicações
diretas nas políticas públicas e consequentemente em investimentos de diversas ordens. Dentre
as maiores dificuldades enfrentadas com o crescimento das cidades médias está a mobilidade
urbana, especificamente as condições de trânsito, transporte público e qualidade de vida da
população. O presente trabalho teve por objetivo caracterizar o município de Resende (RJ)
quanto às condições e dificuldades de mobilidade urbana.
Palavras- chave: mobilidade urbana, transporte, urbanização.

1-Introdução
Pode-se afirmar que o Brasil apresenta um alto índice, pouco mais de 84% de sua
população vivendo nos grandes centros urbanos (IBGE, 2014). E nas últimas décadas, houve
também o crescimento das cidades de médio porte. No entanto, a amplitude populacional e o
desenvolvimento econômico destas cidades não acarretaram em investimentos de políticas
públicas que garantissem a qualidade de vida das pessoas. Observa-se a desmedida degradação
dos serviços prestados à população, entre eles, o transporte público. Uma determinada área
quando se encontra em desenvolvimento, requer investimentos que assegurem principalmente
a mobilidade urbana.
A grande expansão das cidades brasileiras desencadeou problemas enfrentados
diariamente pela população, o que caracteriza um enorme desafio à qualidade de vida,
particularmente quanto aos aspectos sociais e ambientais. Percebe-se que as cidades brasileiras,
gradativamente, apresentam dificuldades quanto à mobilidade urbana. As atribulações
cotidianas são diversas, e dificuldades de deslocamento a pequenas distâncias, insuficiência na
quantidade e regularidade do transporte coletivo são consequências cada vez mais evidentes.
As precárias condições de transporte coletivo, a falta de investimento e de estímulo a
meios de transportes alternativos, como por exemplo, as bicicletas estão proporcionando
progressivamente a imobilidade do trânsito.
Em decorrência dos problemas expostos, surgem novos entraves a serem vencidos,
como a exposição da população, os meios de transportes clandestinos e informais e o aumento
da poluição sonora e do ar, fatores estes, que contribuem significativamente com a piora da
qualidade de vida da população.

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Restrições no fluxo de pessoas e bens ocasionam ainda, decréscimo no desenvolvimento


das regiões, atingindo a economia e afetando a produtividade até mesmo do país. Cidades de
médio porte como Resende também enfrentam dificuldades gerais de mobilidade urbana através
do trânsito, precariedade e irregularidade do transporte coletivo. Diante da importância
econômica da cidade para a região, estes problemas devem ser descritos e discutidos.

1.1 – Justificativa
De acordo com a FETRANSPORTE (2015), o meio de transporte mais utilizado
pela população brasileira é o ônibus, porém a utilização de transporte alternativo como:
bicicletas, ciclomotores, e outros se faz necessário para melhorar a mobilidade e diminuir os
impactos no meio ambiente, neste enfoque, torna-se necessário a realização de estudos que
pontuem as principais dificuldades de mobilidade urbana da cidade e as possíveis saídas e
soluções para a melhoria de qualidade de vida da população.

1.2 – Problemas de pesquisa

Como melhorar o deslocamento dos cidadãos e a reboque reduzir o impacto da


emissão de poluentes ao meio ambiente na cidade de Resende?

1.3 - Objetivos

1.3.1 Objetivo Geral

Diante da problemática de mobilidade urbana na cidade de Resende (RJ), o


estudo visa levantar hipóteses de melhorias, criando alternativas de locomoção, com a
realização de um estudo que proporcione o levantamento de informações relevantes que
possibilitem a melhoria da qualidade da mobilidade urbana.

1.3.2 Objetivo específico

Levantamento de informações que aperfeiçoem o estudo e proporcionem


soluções para a mobilidade urbana da cidade.
Criação de novas alternativas de locomoção para a população e otimização e
melhoria dos meios de transportes e logística das malhas viárias já existentes.

1.4 – Metodologia

A dada pesquisa é de cunho teórico, através do levantamento bibliográfico existente


sobre o assunto. A metodologia adotada é de natureza quantitativa, por meio de entrevista,
utilizando um questionário estruturado, onde as pessoas foram abordadas em diversos pontos
da cidade Resende/ RJ do dia 09 ao dia 15 de setembro de 2016 e do dia 01 ao dia 12 de fevereiro
de 2017, totalizando 893 pessoas entrevistadas, sendo uma amostra da população da cidade e

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será realizado um estudo exploratório para a coleta de informações e dados dentro do ambiente
a ser pesquisado.
Para enfrentar os desafios e a complexidade da mobilidade urbana, é possível utilizar-
se de algumas ferramentas para avaliar e caracterizar os planos realizados nas cidades. Pode-se
citar como uma destas ferramentas, a lei Federal nº 12.587/2012, conhecida como “Lei da
Mobilidade”. Esta lei regulamenta a gestão da política de mobilidade nas cidades brasileiras.
De acordo com esta lei, é possível definir princípios e diretrizes compatíveis com os conceitos
de mobilidade urbana sustentável, tornando obrigatória a elaboração de Plano de Mobilidade
Urbana, integrado e compatível com os respectivos planos diretores ou neles inseridos, para
aproximadamente 3.065 municípios (mais de 55% do total de municípios brasileiros). A lei
também concretiza a necessidade de uma sistemática de avaliação, revisão e atualização dos
Planos de Mobilidade, tornando imprescindível como ferramenta de avaliação e controle das
condições de mobilidade nos municípios (Oliveira; Rodrigues, 2015).
Com o objetivo de lidar de forma mais eficiente com os desafios de planejamento e
mobilidade urbana, foi criado por Costa (2008) o Índice de Mobilidade Urbana Sustentável
(IMUS). Este índice é um indicador para o diagnóstico e monitoramento das condições das
cidades. Este índice pode ser utilizado como ferramenta de avaliação e controle, e também
orienta quanto às políticas de planejamento e gestão da mobilidade, ao diagnosticar as
condições de mobilidade de um município ou região metropolitana.
Alguns autores como Miranda (2009) com o objetivo de estudar a implantação de um
plano de mobilidade contendo os conceitos de sustentabilidade, avaliaram a reação de técnicos
e gestores de transportes de uma cidade média. De acordo com os resultados, concluiu-se que
os técnicos e gestores tinham dificuldades em dominar integralmente o conceito de mobilidade
urbana sustentável, a existência de problemas no arranjo legal vinculado ao Plano Diretor e a
outros dispositivos legais também quanto às ações voltadas para o transporte motorizado
individual.
Segundo Mancini (2011) a realização de uma análise comparativa entre o diagnóstico
da mobilidade através do IMUS e a viabilidade de ações em uma cidade específica
proporcionam resultados importantes quanto à caracterização dos desafios e perspectivas para
o alcance de padrões sustentáveis de mobilidade urbana.
Portanto, conclui-se que se torna imprescindível o estudo e o uso de ferramentas para
diagnóstico e orientação dos planos de mobilidade urbana nas cidades brasileiras (Rodrigues da
Silva et al., 2015).

2-Referencial teórico
2.1- Mobilidade urbana e suas implicações
Segundo o Ministério das cidades, conceitua-se mobilidade urbana como um
atributo das cidades que se refere à propriedade de deslocamentos de pessoas e bens no espaço
urbano. O deslocamento urbano é realizado através de veículos, vias, calçadas e envolve toda a
infra-estrutura que possibilite o ir e vir das pessoas. De acordo com o que uma determinada área
se desenvolve, é necessário que haja meios e infra-estrutura adequados que promovam o
deslocamento suficiente de bens e pessoas (Ministério das cidades, 2005, p.3).
A locomoção adequada gera oportunidades igualitárias às diversas parcelas da
sociedade, de modo que não priorize grupos ou regiões específicas. A mobilidade urbana

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apresenta importante contexto que envolve o aumento de tempo e custos de viagens, acidentes
de trânsito, poluição atmosférica e principalmente a qualidade de vida (Junior et.al, 2014).
De acordo com Ribeiro (2012) é imprescindível que existam políticas públicas
para preparar a infra-estrutura social e econômica das cidades, de maneira que o crescimento
não ocorra de forma concentrada e culmine em polarização social e empobrecimento de parcela
considerável da população.
A falta de uma política de investimentos que não favoreça o transporte público e uma
política de uso do solo que não leve em conta a mobilidade urbana, proporcionam o
aparecimento de um número cada vez maior de veículos particulares nas ruas, ocasionando a
piora dos congestionamentos (Bergman; Rabi, 2005, p.8).
A maioria das cidades brasileiras se não beneficiam das vias de circulação de
pedestres ou do uso de veículos não motorizados, geralmente a falta de incentivo por parte das
políticas públicas ou por fatores adversos como condições geográficas não favoráveis são os
principais motivos (Bergman; Rabi, 2005, p.9). A construção de ciclovias além de incentivar a
atividade física das pessoas, pode servir como uma eficiente via de deslocamento (Salingaros,
1998).
Atualmente, um dos maiores desafios, é proporcionar melhores condições de
mobilidade, aliando qualidade e conforto. Dentre as soluções, está o investimento em obras de
infra-estrutura, transporte coletivo de alto rendimento para os deslocamentos rotineiros, e o
incentivo ao uso de transportes não motorizados. Além disso, o sistema de ônibus necessita
contar com veículos atualizados, que garantam a acessibilidade plena com segurança e controle
de poluição (Schettino; Ribeiro, 2005). Melhorar o espaço público para uso confortável e seguro
de pedestres e implantar ciclovias também são duas metas desejáveis para o aumento da
mobilidade e da qualidade de vida e de saúde da população (Confederação Nacional da
Indústria, 2012, p.21).

2.2- Caracterizações da Mobilidade Urbana de Resende (RJ)


O município de Resende está localizado no sul do estado do Rio de Janeiro. De acordo
com o IBGE (2014), possui uma população estimada em 124.316 habitantes. É o vigésimo
terceiro município mais populoso do estado. Apresenta o terceiro maior PIB (2012) e o segundo
melhor IDH entre os municípios da região Sul Fluminense (PNUD, 2010). A economia local é
fundamentada na indústria, com um importante pólo industrial, automotivo e metalúrgico.
Percebe-se o aumento do setor comercial industrial e de serviços de acordo com o número de
alvarás liberados nos últimos cinco anos (Secretaria de Fazenda Resende, 2015).
No entanto, a falta de planejamento e o crescimento desordenado da cidade originaram
diversos impactos negativos para o município, entre eles, destaca-se o trânsito e o deslocamento
da população (Projeto Urbano Humano Resende, 2015). Sua frota é distribuída da seguinte
forma: automóveis (40807), caminhões (1425), caminhões-trator (783), caminhonetes (3602),
caminhonetas (2020), motocicletas (7399), motonetas (1408), ônibus (765) e utilitários (337)
(IBGE, 2014). A expansão territorial da cidade e o aumento da frota de veículos resultaram em
dificuldades no trânsito e na locomoção da população.
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Diante da complexidade dos problemas no trânsito, a prefeitura elaborou um projeto


denominado Projeto Urbano Humano. Pretende-se com esse projeto, facilitar a circulação de
motoristas, pedestres ciclistas e motociclistas, agilizar o fluxo de veículos, proporcionando uma
melhoria no deslocamento e trânsito no município (Projeto Urbano Humano Resende, 2015).
De acordo com o prefeito da cidade José Rechuan, para que a mobilidade urbana na
cidade apresente melhoria significativa, é necessário o investimento em grandes obras de infra-
estrutura, como a construção de pontes como a ponte do São Caetano, a Estrada do Contorno e
uma saída para a região das Barras pela estrada de Bulhões. Ainda de acordo com o prefeito da
cidade, todas as obras foram apresentadas ao Governo Federal, e os recursos foram liberados
para a ligação até Bulhões, e as obras serão iniciadas ainda este ano. Projetos de construção de
ciclovias interligando os bairros de Paraíso e Cidade Alegria, passando por toda a região central
e do bairro Manejo, também estão nos planos de mobilidade urbana da cidade (Lizarelli, 2015).

No entanto, observam-se ainda, muitas reclamações por parte da população da


cidade de Resende. Os problemas descritos também são notados em diversas cidades brasileiras.
Definitivamente, a falta de investimentos em obras de infra-estrutura, fiscalização da qualidade
dos transportes coletivos e de incentivo a meios de transportes não motorizados são
complicadores expressivos quando se trata do contexto de mobilidade urbana.

3 - Análise e Resultados
Para a análise da pesquisa de campo para a coleta de dados foi realizada aleatoriamente
em diversos pontos da cidade em horário alternados nos turnos da manhã, tarde e noite, durante
uma semana, do dia 09 ao dia 15 de setembro de 2016 e do dia 01 ao dia 12 de fevereiro de
2017, totalizando 893 pessoas entrevistadas, sendo uma amostra da população da cidade de
Resende.
Para análise dos dados foi utilizado um software Excel.

Gráfico 01: Residência do entrevistado.

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Cidade em que reside


800

700

600

500

400

300

200

100

0
Resende Quatis Itatiaia Barra Volta outros
Mansa Redonda

Fonte: Gráfico 1 realizado pelos autores do artigo com os dados da pesquisa.


Foram entrevistadas 893 pessoas, sendo que 725 residem na cidade de Resende/ RJ.
Gráfico 02: O tipo de transporte utilizado pelos moradores da cidade de Resende/RJ.

Tipo de Transporte utilizado


500
450
400
350
300
250
200
150
100
50
0
Trasnporte Veiculo Trasnporte
Publico Particular Alternativo

Fonte: Gráfico 2 realizado pelos autores do artigo com os dados da pesquisa.


Dos 725 entrevistados residentes na cidade de Resende/ RJ, 438 Utilizam o transporte
público, 202 usam veículo particular e apenas 85 utilizam meios alternativos de transporte
como bicicleta, skate.
Gráfico 03: O tipo de transporte público utilizado pelos moradores da cidade de
Resende/ RJ.
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Tipo de transporte público utilizado


400

350

300

250

200

150

100

50

0
Ônibus Taxi Van Outros

Fonte: Gráfico 3 realizado pelos autores do artigo com os dados da pesquisa.


Para os que utilizam o transporte público, em um total de 438 usuários, 351 utilizam o
ônibus como seu principal meio, 35 fazem uso de táxi e 52 utilizam a van como meios coletivos.
Gráfico 04: A motivação dos usuários pelo transporte público na cidade de
Resende/RJ.

Motivação dos usuários pelo transporte publico


450
400
350
300
250
200
150
100
50
0

Fonte: Gráfico 4 elaborado pelos autores do artigo com os dados da pesquisa.


Como uma das maiores motivações para os usuários de transporte coletivo encontra-se
a economia citada por 312 usuários, rapidez 235 usuários e 392 por consciência ambiental e
213 citou segurança. Entre os menos citados estão o conforto 186 com citações, não ter
estacionamento com 127 citações.

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Gráfico 05: Motivos para a não utilização do transporte alternativo na cidade de


Resende/ RJ.

Motivo para a não utilizar transporte alternativol


400
350
300
250
200
150
100
50
0

Fonte: Gráfico 05 elaborado pelos autores com os dados da pesquisa.


Para os cidadãos que não utilizam o transporte alternativo tem como fatores principais
segurança, educação no trânsito, estacionamento e falta de ciclovias/ ciclofaixas, sendo 345,
321, 313 e 263 respectivamente mencionaram esses fatores.
Gráfico 06: Ação estaria disposto (a) a realizar para mudança de hábito na melhoria da
mobilidade urbana.

Ação para mudança de hábito para melhorar a


mobilidade
700
600
500
400
300
200
100
0
Caminhar Usar o Usar bicicleta Oferecer ou ir Outros Nenhuma
mais transporte de carona
público

Fonte: Gráfico 06 elaborado pelos autores da pesquisa.

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Para a mudança de hábito, possibilitando uma melhoria na mobilidade urbana na cidade


de Resende/RJ, 629 entrevistados relataram que fariam caminhadas, 373 entrevistados
utilizariam bicicletas e 560 dos entrevistados, utilizariam o transporte público.

4 - Conclusão

De acordo com as informações mencionadas no presente artigo, fica concluído que as


condições para ser utilizado o transporte alternativo na cidade de Resende/RJ, são mínimas,
devido à falta de investimentos direcionados para a mobilidade urbana, mesmo existindo um
projeto de ampliação das ciclovias e ciclo faixas.
A falta de conscientização da população em relação mobilidade urbana, também é um
fator que colabora para a não efetivação do projeto, para que se cobrem do poder executivo a
efetiva implantação do projeto de mobilidade na cidade.
Contudo, existem possibilidades para que possam ser estudadas alternativas de
implementar os projetos para mobilidade urbana já existentes, porém ainda não em vigor,
fazendo com que venham contribuir na melhoria da qualidade de vida dos munícipes da cidade
de Resende/RJ.

5- Referências Bibliográficas

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JÚNIOR, I.A.C.; NASCIMENTO, D.C.O.; FERREIRA, A.A. XI Simpósio de
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MANCINI, M. T. Planejamento Urbano Baseado em Cenários de Mobilidade


Sustentável. (2011). Dissertação (Mestrado). Escola de Engenharia de São Carlos da
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Mobilidade e política urbana: subsídios para uma gestão integrada. Rio de Janeiro, 2005.
Convênio nº 7/2004.
MIRANDA, H. F. Mobilidade Urbana Sustentável e o Caso de Curitiba. (2009)
Dissertação (Mestrado). Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São
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6- Anexo

Anexo 1 – Questionário:

1 – Qual cidade você mora?


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( ) Resende
( ) Quatis
( ) Itatiaia
( ) Barra Mansa
( ) Volta Redonda
( ) Outros

2 – Qual o transporte que você mais utiliza?


( ) Transporte Público
( ) Transporte Individual motorizado
( ) Transporte Alternativo

3 – Qual o transporte coletivo que você mais utiliza?


( ) Ônibus
( ) Táxi
( ) Van
( ) Outros

4 – Qual o motivo de você utilizar o transporte público?


( ) Economia
( ) Rapidez
( ) Segurança
( ) Conforto
( ) Não ter estacionamento
( ) Ambientalmente correto
( ) Outra motivação

5 – Quais as dificuldades para você não utilizar os transportes alternativos?


( ) Segurança civil
( ) Condições climáticas
( ) Educação no trânsito
( ) Ciclovias/ciclo faixas
( ) Bicicletários
( ) Outros (Não saber andar, por exemplo)

6 – Qual ação estaria disposto(a) a realizar para a mudança de hábito na melhoria da


mobilidade urbana?
( ) Caminhar com frequência
( ) Utilizar transporte público
( ) Utilizar bicicleta
( ) Oferecer ou ir de “carona”
( ) Outros
( ) Nenhuma

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